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Declive e Inclinação de Retas: Manual Completo

Correção exercícios manual 11 matemática
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Propostas de resolução – Manual

2. Produto escalar Exercícios de margem – páginas 132 e 133


Recorda – páginas 128 e 129 1.
a) y + 4 = 0 ⇔ y = –4 " reta horizontal
1. As coordenadas dos vetores ≤u, ≤v e ≤w são, respetiva-
mente, ≤u(1, 2), ≤v(0, –3) e ≤w(4, 2). Logo, a inclinação da reta é 0o.
b) (x, y) = (1, π) + k(–1, 0), k ∈R " reta horizontal
2. As coordenadas do vetor ≤u são ≤u(2, 5, 3). Logo, a inclinação da reta é 0o.
c) x = 2 " reta vertical
3. Logo, a inclinação da reta é 90o.
a) Por exemplo: (0, 4, –2) e (1, 1, 4)
b) Por exemplo: (1, –3, 6) 2. A reta r contém os pontos de coordenadas (0, 4) e
(–2, 0), logo:
4. mr = 4 – 0 = 2
0 – (–2)
a) A equação reduzida da reta que tem a direção
tg a = 2 ∧ 0o < a < 180o, onde a representa a incli-
do vetor ≤u(5, 10) e que passa pelo ponto A(0, 3) é
nação da reta r .
y = 2x + 3, sendo m = u2 = 10 = 2 e b = 3. Então, a = tg–1(2) ≈ 63,4o.
u1 5
A reta s contém os pontos de coordenadas (0, 0) e
b) A equação reduzida da reta que tem a direção do (3, –1), logo:
vetor ≤u(–2, –1) e que passa pelo ponto A(2, 1) é
ms = –1 – 0 = – 1
y = 1 x, sendo m = u2 = –1 = 1 e 3–0 3
2 u1 –2 2
tg b = – 1 ∧ 0o < b < 180o, onde b representa a
h h
b = 0 i1 = 1 × 2 + b ⇔ b = 0i. 3
j 2 j inclinação da reta s.
h h
Então, b = tg–1 i – 1 i ≈ 161,6o.
j 3 j
Capítulo 1 – Declive e inclinação de uma reta
Tarefa – A rampa – página 130 3.
a)m = tg 60o = Ï√3
a) Seja m o declive da rampa. Como, para cada 100 cm
Assim, a equação da reta é do tipo y = Ï√3x + b.
na horizontal, a rampa sobe 8 cm, tem-se que
Como o ponto de coordenadas (1, 5) pertence à
m = 8 = 0,08. reta:
100
5 = Ï√3 + b ⇔ b = 5 – Ï√3
b) Logo, y = Ï√3x + 5 – Ï√3 é a equação da reta pedida.
c
100
b)m = tg 3p = –1
4
Assim, a equação da reta é do tipo y = –x + b.
Como o ponto de coordenadas (2, 0) pertence à
x reta:
Sabendo que a entrada do edíficio está a 1 metro 0 = –2 + b ⇔ b = 2
de altura do solo, isto é, a 100 cm, tem-se que: Logo, y = –x + 2 é a equação da reta pedida.
8 = 100 ⇔ x = 1250
100 x 4.
Pelo teorema de Pitágoras, vem, então, que: a) tg a = 1 ∧ 0 < a < π
c2 = 1002 + 12502 ⇔ c2 = 1 572 500 Logo, a = tg–1(1) = p .
4
Assim, c = Ï√1 572 500 ≈ 1254 cm, ou seja, a rampa
b) 3x + 3y – 4 = 0 ⇔ 3y = –3x + 4
deve ter, no mínimo, 12,54 metros.
⇔ y = –x + 4
c) Seja α o ângulo que a rampa faz com o solo. 3
tg a = –1 ∧ 0 < a < π.
i. Sabe-se que tg α = 8 ⇔ tg α = 0,08.
100
Logo, a = tg–1(–1) = 3p .
Logo, α = tg–1(0,08) ≈ 4,57o. 4
ii. Como, neste caso, o ângulo tem amplitude, apro- c) mt = Ï√12 = Ï√3
ximadamente, 4,57o e as normas de acessibi- 2
lidade geralmente exigem que o ângulo seja
tg a = Ï√3 ∧ 0 < a < π
inferior a 5o, então podemos concluir que a rampa
está dentro do limite permitido. Logo, a = tg–1(Ï√3) = p .
3
36 ©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor
Propostas de resolução – Manual

5. A reta r contém os pontos de coordenadas (0, 1) e Reta t :


h1 h mt = tg 120o = –Ï√3
i , 0 i , logo:
j2 j O ponto de coordenadas (0, –2) pertence à reta t.
1–0 Logo, t : y = –Ï√3x – 2.
mr = = –2 = tg a ∧ 0o < a < 180o, onde a
0– 1
2 3. Reta r :
representa a inclinação da reta r. Os pontos de coordenadas (0, –4) e (5, 0) pertencem
Então, a = tg–1(–2) ≈ 116,6o.
à reta r. Logo, mr = –4 – 0 = 4 .
0–5 5
Como o ponto de coordenadas (0, –4) pertence à
Aprende fazendo 1 – página 134 reta r, r: y = 4 x – 4.
5
1. Sendo α a inclinação da reta r :
a) 
y = 3 representa uma reta horizontal, logo a sua tg α = 4 ∧ 0o < α < 180o
inclinação é 0 radianos. 5
Logo, α ≈ 38,7o.
b) 
x = 4 representa uma reta vertical, logo a sua incli-
Reta s :
nação é p radianos. Os pontos de coordenadas (3, 1) e (5, 0) pertencem
2
c) A reta de equação y = x + 1 tem declive 1. à reta s. Logo, ms = 1 – 0 = – 1 .
3–5 2
Assim, sendo α a inclinação desta reta: Assim, s: y = – 1 x + b.
tg a = 1 ∧ 0 < a < π 2
Como o ponto de coordenadas (5, 0) pertence à reta s:
Logo, a = p radianos.
4 0=– 1 ×5+b⇔b= 5
2 2
d) 2x + 2y – 7 = 0 ⇔ 2y = –2x + 7 ⇔ y = –x + 7 1 5
2 Então, s : y = – x + .
2 2
A reta de equação 2x + 2y – 7 = 0 tem declive –1.
Sendo b a inclinação da reta s :
Assim, sendo a a inclinação desta reta:
tg a = –1 ∧ 0 < a < π tg b = – 1 ∧ 0o < b < 180o
2
Logo, a = 3p radianos. Logo, b ≈ 153,4o.
4
e) A reta de equação (x, y) = (1, 2) + k(6, 2Ï√3), k ∈R 4. Opção (D)
Como o triângulo [ABC] é isósceles e AĈB = 120o,
tem declive 2Ï√3 = Ï√3 . então:
6 3
CB̂A = BÂC = 180 – 120 = 30o
o o

Assim, sendo a a inclinação desta reta: 2


Seja m o declive da reta BC. Então:
tg a = Ï√3 ∧ 0 < a < π
3 m = tg(180o – 30o) = tg(150°) = – Ï√3
3
Logo, a = p radianos. Assim, um vetor diretor da reta BC pode ser o vetor
6
de coordenadas (–3, Ï√3) (opção (C)) ou (3, –Ï√3)
x=1–k
123

f) A reta definida por , k ∈R tem (opção (D)). No entanto, a opção (C) apresenta a
y = 2 + Ï√3k equação vetorial de uma reta de ordenada na ori-
gem positiva (1), o que dadas as condições do enun-
declive Ï√3 = –Ï√3 . ciado não é possível.
–1
Observe-se que as opções (A) e (B) estão excluídas,
Assim, sendo α a inclinação desta reta: pois, na opção (A), encontra-se uma equação de
tg a = –Ï√3 ∧ 0 < a < π uma reta de declive 3 e, na opção (B), encontra-se
Ï√3
Logo, a = 2p radianos. uma equação de uma reta de declive – 3 .
3
Ï√3
2. Reta r : 5.
Opção (A)
mr = tg 30o = Ï√3 Sabemos que tg α = 3 .
3 5
O ponto de coordenadas (0, –2) pertence à reta r. Como tg α + 1 =
2 1 , vem que:
cos2a
Logo, r : y = Ï√3 x – 2. h 3 h2 1 ⇔ 9 +1= 1
3 i i +1=
Reta s: j5 j cos2a 25 cos2a
ms = tg 45o = 1 ⇔ 34 = 12
O ponto de coordenadas (0, –2) pertence à reta s. 25 cos a
Logo, s: y = x – 2. ⇔ cos2α = 25
34
©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor 37
Propostas de resolução – Manual

Como sen2α + cos2α = 1, tem-se que: Por exemplo, para o ponto C de coordenadas (2, 1):
sen2α + 25 = 1 ⇔ sen2α = 1 – 25
34 34
⇔ sen2α = 9
34
⇔ sen α = ± √ 9
34 Î
⇔ sen α = ± 3
Ï√34
Produto escalar: 6
⇔ sen α = ± 3Ï√34
34
3Ï√3 4 7.
Conclui-se que sen α = , pois, sendo α a incli-
34 a)  uando o produto escalar é positivo, a personagem
Q
nação de r, tem-se que α ∈[0, 180o[, logo sen α > 0. parece estar a aproximar-se do objetivo.
b)  m produto escalar negativo parece indicar um
U
afastamento da personagem em relação ao obje-
Capítulo 2 – Produto escalar de dois vetores no tivo.
plano e no espaço
Tarefa – O jogo – página 135
1. e 2. Exercícios de margem – páginas 136 a 142
6.

a) (A≥B, D≥A) = 90o

D C

A B


b) (A≥B, D≥C) = 0o

D C

3., 4., 5. e 6. P
 or exemplo, para o ponto C de coordenadas
(4, 4): O

A B


c) (A≥B, C≥D) = 180o

D C

Produto escalar: –7 O
Por exemplo, para o ponto C de coordenadas (4, 1):
A B


d) (B≥C, O≥D) = 45o

D C

Produto escalar: 2 A B

38 ©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor


Propostas de resolução – Manual

A≥B · A≥G = a × aÏ√3 × 1 = a2



e) (A≥D, D≥O) = 135o f)
Ï√3
D C
Cálculos auxiliares
• A≥G = a + (Ï√2a) ⇔ A≥G = 3a , pelo que A≥G = Ï√3a.
2 2 2 2 2

— A≥B a 1
O • cos(A≥B, A≥G) =
A≥G
=
Ï√3a
=
Ï√3

A B g) A≥L · E≥F = Ï√5a × a × cos 90o = 0

h) L≥A · L≥H = Ï√5a × a × 2 = 2a2


Ï√5
7. Cálculos auxiliares

a) ≤u · ≤v = ||≤u|| × ||≤v || × cos( ≤u, ≤v ) =



• L≥A = a + (2a) ⇔ L≥A = 5a , pelo que L≥A = Ï√5a.
2 2 2 2 2

= 2 × 3 × cos 30 o= —
• cos(L≥A, L≥H) =
L≥D
=
2a
=
2
L≥A Ï√5a Ï√5
= 6 × Ï√3 =
2
= 3Ï√3 11.
a) (2≤u ) · ≤v = 2≤u · ≤v = 2 × 4 = 8
b)≤u · ≤v = ||≤u|| × ||≤v || × cos( ≤u—, ≤v ) =
h h
= 4 × 4 × cos p = b) (–5≤u ) · i 1 v≤ i = – 5 ≤u · ≤v = – 5 × 4 = –10
3 j2 j 2 2
= 16 × 1 = c) ≤v · (≤u + ≤w) = ≤u · ≤v + ≤v · ≤w = 4 + (–3) = 1
2
=8
12.
c) ≤u · ≤v = ||≤u|| × ||≤v || × cos( ≤u, ≤v ) =

a) (6≤u ) · ≤v = 6≤u · ≤v =
= 2018 × 2018 × cos 90o =
= 6 × 2 × 2 × cos 45o =
= 2018 × 2018 × 0 =
=0 = 24Ï√2 =
2
= 12Ï√2
8.
h h
a) Por exemplo, A≥B e A≥D. b) (2017 ≤w) · i – 1 v≤ i = – 2017 ≤v · ≤w = 0
j 3 j 3
b) Por exemplo, A≥B e D≥C.
c) ≤ +w
(u ≤ ) · (v≤ – w≤ )+w ≤ · ≤u =
c) Por exemplo, A≥B e C≥D. = ≤u · ≤v – ≤u · ≤w + ≤v · ≤w – ≤w · ≤w + ≤w · ≤u =
= 2 × 2 × cos 45o + 0 – 32
9. = 2Ï√2 – 9

a) D≥E · D≥C = ||D≥E|| × ||D≥C|| × cos(D≥E, D≥C) =
= 1 × 1 × cos 120o = 1 × 1 = – 1 13. 15
2 2 ≤ · ≤v
u 2
a) cos( ≤u—, ≤v ) = = =
≥ · AD
b) BC ≥ = ||BC≥ || × ||AD
≥ || × cos(BC

≥ , AD≥ )= ||≤u|| × ||≤v || 5 × Ï√3
= 1 × 2 × cos 0o = 2 × 1 = 2 15 3

= = =
c) F≥A · A≥B = ||F≥A|| × ||A≥B|| × cos(F≥A, A≥B) = 10Ï√3 2Ï√3
= 1 × 1 × cos 60o = 1 × 1 = 1 = 6Ï√3 = Ï√3
2 2 12 2

d) AF · AC = ||AF|| × ||AC|| × cos(AF, A≥C) =
≥ ≥ ≥ ≥ ≥ Logo, (≤u · v≤ ) = 30o.

= 1 × ||A≥C|| × cos 90o = 1 × ||A≥C|| × 0 = 0


≤u · ≤v
cos(≤u · ≤v ) = = –2 = – 1
— —
e) E≥A · A≥B = ||E≥A|| × ||A≥B|| × cos(E≥A, A≥B) = b)
||≤u|| × ||≤v || 2 × 2 2
= ||E≥A|| × 1 × cos 90o = ||E≥A|| × 1 × 0 = 0
Logo, (≤u · ≤v ) = 120o.

10.
14.
a) A≥B · D≥C = a × a × cos 0o = a2 ≤u · ≤v
a) i. cos( ≤u—, ≤v ) = = Ï√5 = Ï√5
b) A≥B · G≥H = a × a × cos 180o = –a2 ||≤u|| × ||≤v || 3 × 3 9
c) I≥J · L≥D = a × 2a × cos 90o = 0 Logo, ( ≤u, ≤v ) ≈ 75,6o.

d) A≥C · J≥L = ||A≥C|| ||J≥L|| cos 90o = 0 ≤u · ≤v –1


ii. cos( ≤u, ≤v ) = =– 3

=
e) I≥L · I≥K = a × aÏ√2 × cos 45o = a2Ï√2 × Ï√2 = a2 ||≤u|| × ||≤v || 7 × 1 7
2 3
Cálculo auxiliar Logo, ( ≤u—, ≤v ) ≈ 115,4o.
I ≥K = a + a ⇔ I ≥K = 2a , pelo que I K≥ = Ï√2a.
2 2 2 2 2

( ≤u, ≤v ) ≈ 180o – 115,4o ≈ 64,6o



b)

©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor 39


Propostas de resolução – Manual

15. D≥A · B≥D = D≥A · (B≥A + A≥D) = 4. Opção (A)


= D≥A · B≥A + D≥A · A≥D = Se ≤a · ≤b < 0, então o ângulo formado pelos vetores
≤a e ≤b é um ângulo obtuso, o que apenas acontece
= 0 + k × k × cos 180o =
na opção (A):
= –k2
≤a
16. A≥I · A≥J = (A≥D + D≥ I) · (A≥B + B≥ J ) = ≤b

= A≥D · A≥B + A≥D · B≥ J + D≥ I · A≥B + D≥ I · B≥ J =


= 0 + ||A≥B|| × 1 ||A≥B|| + 1 ||A≥B|| × ||A≥B|| + 0 =
2 2 [Link]ção (A)
1 1
= ||A≥B||2 + ||A≥B||2 = ≥ · AC
AB ≥ = 18 ⇔ ||AB≥ || × ||AC
≥ || × cos 60o = 18
2 2
⇔ x × x × 1 = 18
≥ ||
= ||AB 2 2
⇔ x2 = 36
17. K≥C · D≥L = (K≥B + B≥C) · (D≥C + C≥L ) = Logo, x = 6, ou seja, a medida do lado do triângulo
é 6. Assim, o seu perímetro é 3 × 6 = 18.
= K≥B · D≥C + K≥B · C≥L + B≥C · D≥C + B≥C · C≥L =

= 1 A≥B · A≥B + 0 + 0 + B≥C · 1 C≥B =


4 4
6. Opção (C)
= 1 ||A≥B|| × ||A≥B|| cos 0o + 1 ||B≥C|| ×
R≥Q · P≥O = ||R≥Q|| × ||P≥O|| × cos 120o =
4 4
h h
× ||C≥B|| cos 180o = = a × a × i– 1 i =
j 2 j
= 1 ||A≥B||2 – 1 ||B≥C||2 = =– a
2

4 4 2
= 1 ||A≥B||2 – 1 ||A≥B||2 = 7.
4 4 1 (||≤u ||2 + ||≤v ||2 – ||≤u – ≤v ||2) =
=0 a)
2
Assim, uma vez que os vetores KC ≥ e DL≥ são perpendi-
culares, então as retas KC≥ e DL≥ são perpendiculares. = 1 (≤u · ≤u + ≤v · ≤v – (≤u – ≤v ) · (≤u – ≤v )) =
2
= 1 (≤u · ≤u + ≤v · ≤v – (≤u · ≤u – ≤u · ≤v – ≤v · ≤u + ≤v · ≤v )) =
2
Aprende fazendo 2 – páginas 143 a 146
= 1 (≤u · ≤u + ≤v · ≤v – ≤u · ≤u + ≤u · ≤v + ≤u · ≤v – ≤v · ≤v ) =
[Link]ção (C) 2
(≤v – ≤u ) · ≤u = ≤v · ≤u – ≤u · ≤u = = 1 (2≤u · ≤v ) =
= 0 – ||≤u||2 = 2
= ≤u · ≤v c.q.d.
= – ||≤u||2
b) i. A≥B · A≥C = 1 (62 + 52 – 42) = 45
2. Opção (D) 2 2
1
ii. B≥A · B≥C = (6 + 4 – 5 ) = 27
||≤u || = Ï√32 + 02 + (–1)2 = Ï√10 2 2 2
2 2
A≥B = (3, 0, –1) – (2, –4, –4) = (1, 4, 3)
iii. C≥A · C≥B = (5 + 4 – 6 ) = 5
1 2 2 2
1 ||A≥B|| = 1 Ï√12 + 42 + 32 = 1 Ï√26 2 2
2 2 2
1 8.
Logo, ||u ≥ ||, o que significa que a proposição
≤ || ≠ ||AB —
2 a) D≥A · D≥C = ||D≥A|| × ||D≥C|| × cos(D≥A, D≥C) =
I é falsa.
= a × a × cos 60o = a
2
3 ≠ 0 ≠ –1 , logo ≤u e AB ≥ não são colineares e a 2
1 4 3 —
proposição II é falsa. AD≥ · DB≥ = ||AD
≥ || × ||DB
≥ || × cos(AD
≥ , DB≥ )=
o=– a
2
≤ · AB
u ≥ = 3 × 1 + 0 × 4 + (–1) × 3 = 3 – 3 = 0, ou seja, os = a × a × cos 120
2
vetores ≤u e AB ≥ são perpendiculares e a proposição
b) A≥D · C≥B = A≥D · (C≥A + A≥B) =
III é verdadeira.
= A≥D · C≥A + A≥D · A≥B =
3. (≤u – ≤v ) · (≤u + ≤v ) = 19 ⇔ ≤u · ≤u – ≤v · ≤v = 19 = C≥A · A≥D + A≥D · A≥B =
⇔ ||≤u ||2 – ||≤v ||2 = 19 = D≥A · D≥C + A≥D · A≥B =
⇔ 102 – ||≤v ||2 = 19
= a – a =
2 2

⇔ ||≤v ||2 = 100 – 19 2 2
⇔ ||≤v ||2 = 81 =0
Logo, ||≤v || = Ï√81 = 9. Logo, A≥D e C≥B são vetores perpendiculares.

40 ©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor


Propostas de resolução – Manual

9. A. O≥A · O≥E = r × r × cos 72o = 12. Opção (A)


= r2 cos 72o ||≤u + ≤v || = Ï√||≤u + ≤v ||2 =
Logo, a afirmação é verdadeira. = Ï√(u ≤ + v≤ ) · (≤u + ≤v ) =
Cálculo auxiliar = Ï√≤u · ≤u + 2≤u · ≤v + ≤v · ≤v =
= Ï √||≤u||2 + 2||≤u|| × ||≤v || × √cos(≤u,— ≤v ) + ||≤v ||2 =
360o
5
= 72o

B. O≥A · O≥C = r × r × cos (2 × 72o) = = Î√ √ p + 42 =


32 + 2 × 3 × 4 × cos
3
= r2 cos 144o
Logo, a afirmação é verdadeira. = Î√9 + 24 × 1 + 16 =
2

C. A≥O · A≥E = r × , × cos 108 = = Ï√37


o

2 ||≤u – ≤v || = Ï√||≤u – ≤v ||2 =


= r , cos 54o
Logo, a afirmação é verdadeira. = Ï√(≤u – ≤v ) · (≤u – ≤v ) =
Cálculo auxiliar
= Ï√≤u · ≤u – 2≤u · ≤v + ≤v · ≤v =
180o × (5 – 2)
= 108o = Ï √||≤u||2 – 2||≤u|| × ||≤v || × √cos(≤u,— ≤v ) + ||≤v ||2 =

Î√
5

= √ p + 42 =
32 – 2 × 3 × 4 × cos
D. C≥B · C≥D = , × , × cos 108o ≠ ,2 cos 216o 3
Logo, a afirmação é falsa.

E. A≥B · E≥D = , × , × cos


h 180o – 108o h
i i =
= Î√9 – 24 × 1 + 16 =
2
j 2 j = Ï√13
= , cos 2 36o
Logo, a afirmação é verdadeira.
13. Opção (C)

F. 360 = 72o CD̂B = 72 = 36o
o o
Seja a = (C≥A, C≥B).
5 2 p

DC≥ · DB
≥ = ||D≥C|| × ||D≥B|| × cos(D≥C, D≥B) = 3p = 4 ⇔ a = p × 2 ⇔ a = p
= , × 2, cos 36o cos 36o = 2,2 cos 36o cos 36o 2p a 4 3 6
Logo, a afirmação é falsa. Assim:
C≥A · C≥B = Ï√3 × Ï√3 × cos p = 3Ï√3
Cálculo auxiliar 6 2
O triângulo [BCD] é isósceles. Seja M o ponto médio de [DB].
DM– 14. C≥A 2 + C≥B 2 =
cos 36 = ⇔ D≥M = , × cos 36o.
o

2 = ||C≥A||2 + ||C≥B||2 =
Logo, D≥B = 2, cos 36 .
o

= C≥A · C≥A + C≥B · C≥B =


≥ · DA
G. DC ≥ = , × 2, cos 36o × cos(108o – 36o) = = (C≥M + M≥A) · (C≥M + M≥A) + (C≥M + M≥B) · (C≥M + M≥B) =
= 2,2 cos 36o cos 72o = C≥M · C≥M + 2C≥M · M≥A + M≥A · M≥A + C≥M · C≥M +
Logo, a afirmação é verdadeira. + 2C≥M · M≥B + M≥B · M≥B =
= 2CM ≥ · CM ≥ + 2CM ≥ · (MA ≥ + MB ≥ ) + MA≥ · MA + MB≥ · MB≥ =
≥ = 6 × 3Ï√3 × cos 60 =
o
≥ · AC
10. AB = 2||CM ≥ ||2 + 2CM 1
≥ · ≤0 + AB ≥ · AB1 ≥ + AB1 1
≥ · AB ≥ =
2 2 2 2 2
= 18Ï√3 × Ï√3 = = 2||CM ≥ ||2 + 0 + 2 × 1 AB ≥ · AB ≥ =
2 4
=9×3=
= 2||CM ≥ ||2 + 1 ||AB ≥ ||2 =
= 27 2
– 2
Cálculo auxiliar = 2C–M2 + AB
C O 2
3 3
≥ · AN
15. AM ≥ =
60o 120
o
120o 3 o A C ≥ + BM
= (AB ≥ ) · (AD
≥ + DN
≥ )=
60 x
A B
3 O Ï√3 x 3Ï√3 ≥ · AD
= AB ≥ + AB
≥ · DN
≥ + BM
≥ · AD
≥ + BM
≥ · DN
≥ =
= ⇔x=
2 3 2
3Ï√3 ≥ || × 1 ||AB
= ||AB ≥ || cos 90o + ||AB ≥ || ×
Logo, A–C = 2x = 2 ×
2
= 3Ï√3. 2
× 1 ||AB ≥ || cos 0o + 1 ||AB ≥ || × 1 ||AB
≥ || cos 0o +
2 4 2
11. Opção (D)
+ 1 ||AB ≥ || × 1 ||AB ≥ || cos 90o =
(A≥B + A≥C) · B≥C = A≥B · B≥C + A≥C · B≥C = 4 2
= , × , × cos 120o + , × , × cos 60o =
= 0 + 1 ||AB ≥ ||2 + 1 ||AB ≥ ||2 + 0 =
2 2 2 8
=– , + , =
2 2
=0 = 5 ||AB ≥ ||2
8
©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor 41
Propostas de resolução – Manual

Capítulo 3 – Expressão do produto escalar b) ≤u · ≤v = 0 ⇔ (k – 1) × 2 + 3 × k = 0


nas cocordenadas dos vetores ⇔ 2k – 2 + 3k = 0
e perpendicularidade de vetores ⇔ k = 2
e de retas 5
Tarefa – Outra expressão para o produto escalar – ≤ · v≤ > 0 ∧ –k2 ≠ 1
c) u
página 147 ⇔ 2 × 2 + 1 × (–k2) > 0 ∧ k2 ≠ –1
123
a) ⇔ 4 – k2 > 0
Condição
y universal
cos( u≤ , v≤ )

|| u≤ || × || v≤ || × em R
(com × cos( u≤ , v≤ )

u1 × v1 +
u≤ (u1, u2) v≤ (v1, v2) || u≤ || || v≤ || ( u≤ , v≤ ) aproximação

(com + u2 × v2 +
às aproximação
milésimas) às milésimas)
–2 O 2 x
(3, 0) (1, 4) 3 Ï√17 76o 0,242 2,993 3×1+0×4=3 – –

⇔ –2 < k < 2
(2, –1) (3, 4) Ï√5 5 79,7o 0,179 2,001 2 × 3 + (–1) × 4 = 2
Logo, k ∈]–2, 2[.
(–2, 4) (4, 2) Ï√20 Ï√20 90o 0 0 (–2) × 4 + 4 × 2 = 0
21.
2 × (–1) + 4 × a) A≥B = (3, 4) – (1, –2) = (2, 6)
(2, 4) (–1, –4) Ï√20 Ï√17 167,5 o
–0,976 –17,997
× (–4) = –18
A≥B · ≤u = 2 × (–2) + 6 × 5 =
3 × (–4) + (–2) ×
(3, –2) (–4, 5) Ï√13 Ï√41 162,3o –0,953 –22,002 = –4 + 30 =
× 5 = –22
= 26
b) Os valores obtidos nas duas últimas colunas são
b) ≤u · (B≥A – 3≤u ) = ≤u · B≥A – 3≤u · ≤u =
muito aproximados; aliás, se a aproximação pedida
fosse às unidades, os valores obtidos seriam iguais, = –≤u · A≥B – 3 ||≤u||2 =
= –26 – 3 × (Ï√29) =
2
o que leva a concluir que são ambas formas de cal-
cular o produto escalar. Observe-se que os valores = –113
que dizem respeito às colunas da amplitude do Cálculo auxiliar
ângulo e do respetivo cosseno foram determinadas ||≤u|| = Ï√(–2) + 5 = Ï√29
2 2

com aproximações, o que naturalmente conduz a


um resultado do produto escalar (valores da coluna
||≤u|| × ||≤v || × cos( ≤u—, ≤v )) também eles aproximados. 22.
a) ||≤u|| = Ï√22 + 12 = Ï√4 + 1 = Ï√5
||≤v || = Ï√(–1)2 + 32 = Ï√1 + 9 = Ï√10
Exercícios de margem – páginas 148 a 156 ≤u · ≤v = 2 × (–1) + 1 × 3 = –2 + 3 = 1
18.
≤u · ≤v
a) ≤u · ≤v = 1 × Ï√8 + 7 × 0 = 1 × 2Ï√2 + 0 = Ï√2 cos( ≤u, ≤v ) =

=
2 2 ||≤u|| × ||≤v ||
b) u≤ · v≤ = 2 × (–6) + 1 × 3 = –12 + 3 = –9 = 1

≤u · ≤v = 3 × (–10) + (–2) × (–15) = –30 + 30 = 0 Ï√5 × Ï√10


c)
Logo, ( ≤u, ≤v ) ≈ 81,9o

19. b) ||≤u|| = Ï√(–4)2 + 72 = Ï√16 + 49 = Ï√65


a) Uma vez que ≤u · ≤v > 0, o ângulo formado pelos veto-
||≤v|| = Ï√22 + 02 = 2
res ≤u e ≤v é agudo.
≤u · ≤v = –4 × 2 + 7 × 0 = –8
b) Uma vez que ≤u · ≤v < 0, o ângulo formado pelos veto-
res ≤u e ≤v é obtuso. ≤u · ≤v
cos( ≤u, ≤v ) =

=
||≤u|| × ||≤v ||
c) Uma vez que ≤u · ≤v = 0, o ângulo formado pelos veto-
= –8
res ≤u e ≤v é reto.
Ï√65 × 2
Logo, ( ≤u, ≤v ) ≈ 119,7o

20.
a) ≤u · ≤v < 0 ∧ 3 ≠ k ⇔ 2 × 3 + (–4) × k < 0 ∧ 2k ≠ –12
2 –4 23.
⇔ 6 – 4k < 0 ∧ k ≠ –6 a) ≤a · ≤b = 4 × (–1) + (–1) × 4 = –4 – 4 = –8
⇔ 4k > 6 ∧ k ≠ –6 Logo, os vetores ≤a e ≤b não são perpendiculares.
b) ≤c · ≤d = 0 × Ï√2 + 3 × 0 = 0 + 0 = 0
⇔ k > 3 ∧ k ≠ –6 Logo, os vetores ≤c e ≤d são perpendiculares.
2
q q c) ≤e · ≤f = 2 × 6 + (–3) × 4 = 12 – 12 = 0
Logo, k ∈ r 3 , +∞ r .
s2 s Logo, os vetores ≤e e ≤f são perpendiculares.

42 ©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor


Propostas de resolução – Manual

24. b) mt = 3 ⇔ tg a = 3
2 2
a) Por exemplo: (–5, 2), (5, –2), (10, –4)
a ∈[0o, 180o]
b) Por exemplo: (6, 1), (–6, –1), (12, 2) Logo, a ≈ 56,3o.
c) Por exemplo: (0, –4), (0, 1), (0, 2)
c) A bissetriz dos quadrantes pares tem como vetor
diretor, por exemplo, o vetor de coordenadas (1, –1).
25. ≤u · ≤v = 0 ⇔ (–1, 2) · (x, y) = 0 Um vetor diretor da reta t pode ser, por exemplo,
⇔ –x + 2y = 0 o vetor de coordenadas (2, 3).
⇔ x = 2y
||(1, –1)|| = Ï√12 + (–1)2 = Ï√2
||v≤ || = 2 ⇔ Ï√(2y)2 + y2 = 2
||(2, 3)|| = Ï√22 + 32 = Ï√13
⇔ Ï√5y = 2
(1, –1) · (2, 3) = 2 – 3 = –1
⇔y= 2 Assim, sendo a o ângulo pedido,
Ï√5
cos a = |–1| , pelo que
⇔ y = 2Ï√5 Ï√2 × Ï√13
5
h h
Assim, o vetor pedido é ≤v i 4Ï√5 , 2Ï√5 i . h h
j 5 5 j a = cos–1 i 1 i ≈ 1,4 rad.
j
Ï√26 j
26.
a) A equação da reta pretendida é da forma 28. Opção (D)
 ax – y – 2 = 0 ⇔ y = ax – 2, pelo que o declive desta
y = – 3 x + b. reta é a.
2
Como o ponto A pertence a esta reta: O declive da reta definida por
x = 1 + 2k
5 = – 3 × 3 + b ⇔ b = 19
123

, k ∈R é – 3 .
2 2 2
y = 5 – 3k
Logo, y = – 3 x + 19 é a equação pedida.
2 2
Logo, a = 2 .
b) x – y – 2 = 0 ⇔ y = x – 2 3
A equação da reta pretendida é da forma y = –x + b.
29. y
Como o ponto A pertence a esta reta:
5 = –3 + b ⇔ b = 8 C D B

Logo, y = –x + 8 é a equação pedida.


a
c) A reta definida por (x, y) = (1, 10) + k(–2, 6), k ∈R tem 2
declive 6 = –3.
–2
A equação da reta pretendida é da forma y = 1 x + b. O a E a A x
3 4
Como o ponto A pertence a esta reta:
h h h h h h
5= 1 ×3+b⇔b=4 A(a, 0), a ∈R+ C i 0, a i Ei a , 0i B i a, a i
3 j 2 j j4 j j 2 j
Logo, y = 1 x + 4 é a equação pedida. Pretende-se calcular A[OABC].
3
d) A reta de equação x = 1 é uma reta vertical, pelo A[OABC] = O–A × O–C =
que uma reta que lhe seja perpendicular é da for­
ma y = b. Como o ponto A pertence a essa reta, = a × a =
2
então y = 5 é a equação da reta pedida. a 2
=
e) A reta de equação y = 0 é uma reta horizontal, 2
pelo que uma reta que lhe seja perpendicular é da
Cálculo auxiliar
forma x = a. Como o ponto A pertence a essa reta, 3O–C
então x = 3 é a equação da reta pedida. 4D–B = 3O–C ⇔ D–B =
4
3 a
⇔ D–B = ×
4 2
27. 3a
a) A = C + B≥C = (0, 2) + ((0, 2) – (3, 0)) = ⇔ D–B =
8

= (0, 2) + (–3, 2) = (–3, 4)


Assim, B–C = B–D + D–C.
A≥B = 2B≥C = 2(–3, 2) = (–6, 4)
B–C = B–D + D–C
mAC = 4 = – 2
–6 3 a = 3a + D–C ⇔ D–C = a – 3a
Assim, a equação da reta t é da forma y = 3 x + b. 8 8
2
Como o ponto A pertence a esta reta: 5a
⇔ D–C =
8
4 = 3 × (–3) + b ⇔ b = 17
2 2 h h
Logo, y = 3 x + 17 é a equação pedida. Assim, D i 5a , a i .
j 8 2j
2 2
©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor 43
Propostas de resolução – Manual

h h h h
Logo, A≥D = D – A = i 5a , a i – (a, 0) = i – 3a , a i b)Um vetor diretor da reta s é ≤s (1, –3).
j 8 2j j 8 2 j
Os vetores ≤r e ≤s são colineares.
h h h h h h
e D≥E = E – D = i a , 0 i – i 5a , a i = i – 3a , – a i . Consideremos o ponto de coordenadas (1, 1) per-
j4 j j 8 2j j 8 2j tencente à reta r.
Como AD ≥ · DE
≥ = –7, vem que: Averiguemos se também pertence à reta s:
h
i–
3a , a hi · hi – 3a , – a hi = –7 1 = –3 × 1 + 4 ⇔ 1 = 1 " Proposição verdadeira,
j 8 2j j 8 2j logo o ponto também pertence à reta s.
Assim, as retas r e s são coincidentes.
⇔ 9a – a = –7
2 2

64 4 c) Um vetor diretor da reta s é ≤s (3, 1).


⇔ – 7a = –7
2
Como ≤r ∙ ≤s = (1, –3) ∙ (3, 1) = 3 – 3 = 0, as retas r e s
64 são concorrentes perpendiculares.
⇔ a2 = 64
d)Um vetor diretor da reta s é ≤s (–1, –3).
Assim, A[OABC] = a = 64 = 32 u.a.
2

2 2 Os vetores ≤r e ≤s não são colineares.


Então, as retas r e s são concorrentes.
30. Como ≤r ∙ ≤s = (1, –3) ∙ (–1, –3) = –1 + 9 = 8 ≠ 0, as retas
a) u≤ · v≤ = 1 × 10 + (–3) × (–1) + 9 × (–2) = 5 + 3 – 18 = –10 r e s são concorrentes oblíquas.
2
O ângulo formado pelos vetores ≤u e ≤v é obtuso, já
que ≤u · ≤v < 0.
Aprende fazendo 3 – páginas 157 a 159
b) ≤u · ≤v = 1 × 10 + 2 × 0 + 5 × (–1) = 5 + 0 – 5 = 0 1.
2
O ângulo formado pelos vetores ≤u e ≤v é reto, já que a) B≥O · C≥D = 8 × 4 × cos 0o = 32
≤u · ≤v = 0. b) A≥B · C≥D = 4 × 4 × cos 180o = –16
c) ≤u · ≤v = –Ï√3 × 0 + (–2) × 0 + 4 × Ï√5 = c) O≥D · O≥B = 4 × 8 × cos 60o = 32 × 1 = 16
2
= 0 + 0 + 4Ï√5 =
h h
= 4Ï√5 d) O≥A · A≥D = 4 × 4 × cos 120 = 16 × i – 1 i = –8
o
j 2 j
O ângulo formado pelos vetores ≤u e ≤v é agudo, já
que ≤u · ≤v > 0. 2.
a)A≥B = (2, –5) – (0, 3) = (2, –8)
31. (2A≥B) · ≤u = (4, –16) · (–1, 4) =
a) ≤a · ≤b = 4 × (–1) + (–1) × 3 + 1 × 7 = –4 – 3 + 7 = 0 = –4 – 64 =
Logo, os vetores ≤a e ≤b são perpendiculares. = –68
b) ≤u · (≤u + 6≤v ) = ≤u · ≤u + 6≤u · ≤v =
b) ≤c · ≤d = 0 × Ï√2 + 4 × 0 + 3 × 1 = 0 + 0 + 3 = 3
2 2 2 = ||≤u||2 + 0 =
Logo, os vetores ≤c e ≤d não são perpendiculares. = (–1)2 + 42 =
= 17
32. c)B≥A = – A≥B = (–2, 8)
a) Por exemplo: (0, –5, –1), (5, 0, 4), (1, –4, 0) h 1 B≥A hi · (3≤u ) = 3≤u · ≤v + 3 B≥A · ≤u =
i ≤v +
b) Por exemplo: (–7, 0, Ï√2), (0, –7, 3), (3, –Ï√2, 0) j 2 j 2
= 3 × 0 + (–3, 12) · (–1, 4) =
33. (a, b, c) · (0, c, –b) = 0 + bc – bc = 0, logo os vetores = 3 + 48 =
≤u(a, b, c) e (0, c, –b) são perpendiculares. = 51
(a, b, c) · (c, 0, –a) = ac + 0 – ac = 0, logo os vetores
≤u(a, b, c) e (c, 0, –a) são perpendiculares. 3.
(a, b, c) · (b, –a, 0) = ab – ab + 0 = 0, logo os vetores a) O declive da reta r é 2.
≤u(a, b, c) e (b, –a, 0) são perpendiculares.
Um vetor diretor desta reta é ≤r (1, 2).
O declive da reta s é –4.
34. Um vetor diretor da reta r é ≤r (1, –3).
Um vetor diretor desta reta é ≤s (1, –4).
a) Um vetor diretor da reta s é ≤s (1, –3). ≤r · ≤s = (1, 2) · (1, –4) = 1 – 8 = –7
Os vetores ≤r e ≤s são colineares.
||r≤ || = Ï√12 + 22 = Ï√5
Consideremos o ponto de coordenadas (1, 1) per-
tencente à reta r. ||≤s || = Ï√12 + (–4)2 = Ï√17
Averiguemos se também pertence à reta s: Seja a o ângulo formado pelas retas r e s.
1 = –3 × 1 + 1 ⇔ 1 = –2 " Proposição falsa, logo o cos a = |–7|
ponto não pertence à reta s. Ï√5 × Ï√17
Assim, as retas r e s são estritamente paralelas. Logo, α ≈ 40,6o.

44 ©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor


Propostas de resolução – Manual

b) Um vetor diretor da reta r é ≤r (–2, 3). 5. Opção (B)


O declive da reta r é – 1 . Logo, o declive da reta s,
5x + 2y = 7 ⇔ 2y = –5x + 7 3
que é perpendicular à reta r, é 3.
⇔y=– 5 x+ 7
2 2 Assim, a reta r é da forma y = 3x + b.
O declive da reta s é – . 5 Como o ponto de coordenadas (1, 2) pertence à reta s,
2 tem-se:
Um vetor diretor da reta s é ≤s (2, –5). 2 = 3 × 1 + b ⇔ b = –1
≤r · ≤s = (–2, 3) · (2, –5) = –4 – 15 = –19 Logo, s: y = 3x – 1.
||≤r || = Ï√(–2)2 + 32 = Ï√13
||≤s || = Ï√22 + (–5)2 = Ï√29 6. Opção (A)
O declive da reta de equação y = 2x + 5 é 2, pelo que
Seja α o ângulo formado pelas retas r e s. o declive de uma reta que lhe seja perpendicular
|–19|
cos α = é – 1 . Na opção (A) tem-se:
Ï√13 × Ï√29 2
Logo, α ≈ 11,9o. y + 1 x – Ï√3 = 0 ⇔ y = – 1 x + Ï√3
2 2
c) A reta r é uma reta horizontal e a reta s é uma reta
vertical, logo o ângulo formado pelas retas r e s é 7. Opção (D)
90o. A circunferência representada na figura tem centro
no ponto de coordenadas (4, 2) e raio 2. Assim, uma
4. equação dessa circunferência é (x – 4)2 + (y – 2)2 ≤ 4,
a)O declive da reta definida por o que exclui as opções (B) e (C).
As retas p e r, representadas na figura, são perpen-
(x, y) = (5, Ï√2) + k(3, –4), k ∈R é – 4 .
3 diculares, pelo que o produto dos seus declives é
Logo, o declive de uma reta que lhe seja perpendi- igual a –1. Assim, exclui-se a opção (A).

cular é 3 .
4 8. Opção (D)
Assim, a equação pedida é da forma y = 3 x + b. O centro da circunferência é a origem do referen-
4
cial. Seja T o ponto de tangência.
Como o ponto A(1, 2) pertence a esta reta:
OT≥ = (3, 4), pelo que o declive da reta OT é igual a 4 .
3
2= 3 ×1+b⇔b= 5
4 4 Uma reta que seja tangente à circunferência no
ponto T é perpendicular à reta OT e tem declive
A equação pedida é y = 3 x + 5 .
4 4
igual a – 3 .
4
b) x – 5y = 2 ⇔ 5y = x – 2
9.
⇔y= 1 x– 2 a) ≤u · ≤v < 0 ∧ k ≠ 3
5 5 2 k–1
O declive da reta definida por x – 5y = 2 é 1 . ⇔ (k, 3) · (2, k – 1) < 0 ∧ k(k – 1) ≠ 6 ∧ k – 1 ≠ 0
5
Logo, o declive de uma reta que lhe seja perpendi- ⇔ 2k + 3k – 3 < 0 ∧ k2 – k – 6 ≠ 0 ∧ k ≠ 1
cular é –5. ⇔ 5k < 3 ∧ k ≠ –2 ∧ k ≠ 3 ∧ k ≠ 1
Assim, a equação pedida é da forma y = –5x + b. ⇔ k < 3 ∧ k ≠ –2 ∧ k ≠ 3 ∧ k ≠ 1
Como o ponto A(1, 2) pertence a esta reta: 5
2 = –5 × 1 + b ⇔ b = 7 Cálculo auxiliar
1 ± Ï√1 + 24
A equação pedida é y = –5x + 7. k2 – k – 6 = 0 ⇔ k =
2×1
⇔ k = 3 ∨ k = –2

c) O declive da reta é dado por m = tg 150o = – Ï√3 . q q


3 Logo, k ∈ r –∞, 3 r \{–2}.
s 5s
Assim, a equação pedida é da forma y = – Ï√3 x + b. b) ≤u · ≤v = 0 ⇔ (k, 3) · (2, k – 1) = 0
3
Como o ponto A(1, 2) pertence a esta reta: ⇔ 2k + 3k – 3 = 0
⇔ 5k = 3
2 = – Ï√3 × 1 + b ⇔ b = 2 + Ï√3
3 3 ⇔ k = 3
3 5
A equação pedida é y = – Ï√ x + 2 + Ï√3 .
3 3 c) u≤ · (u≤ + v≤ ) = 0 ⇔ (k, 3) · (k + 2, k + 2) = 0
d) O declive da reta é dado por m = tg 45o = 1. ⇔ k2 + 2k + 3k + 6 = 0
Assim, a equação pedida é da forma y = x + b. ⇔ k2 + 5k + 6 = 0
Como o ponto A(1, 2) pertence a esta reta:
⇔ k = –5 ± Ï√5 – 24
2

2=1+b⇔b=1 2
A equação pedida é y = x + 1. ⇔ k = –2 ∨ k = –3
©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor 45
Propostas de resolução – Manual

14243 13. Sejam r, s e t, respetivamente, as retas definidas no

14243
(x, y, 1) · (6, 4, 0) = 0 6x + 4y = 0
enunciado:
10. ⇔
h h r ∩ s:
(x, y, 1) · i 1, 0, – 1 i = 0 x– 1 =0
j 2j 2 2 x – 5 = 2x – 1 ⇔ 2x – 5 = 6x – 1
3 3 3
y=– 3 ⇔ –4x = 4
14243

14243
3 + 4y = 0
4 ⇔ x = –1
⇔ ⇔
x= 1 x= 1 h h
2 2 y = 2 × (–1) – 5 = – 7 A i –1, – 7 i
3 3 3 j 3 j

11. Opção (A) r ∩ t:


Seja T(x, y) um ponto da reta t. 2 x – 5 = – 2 x + 5 ⇔ 2x – 5 = –2x + 15
O≥P · P≥T = 0 ⇔ (a, b) · (x – a, y – b) = 0 3 3 3
⇔ 4x = 20
⇔ ax – a2 + by – b2 = 0 ⇔x=5
⇔ by = –ax + a2 + b2 h h
y= 2 ×5– 5 = 5 C i 5, 5 i
⇔y=– a x+a +b
2 2
3 3 3 j 3 j

b b
s ∩ t:
Tendo em conta que a circunferência representada
tem centro na origem e raio 1, tem-se que a = cos a 2x – 1 = – 2 x + 5 ⇔ 6x – 1 = –2x + 15
e b = sen a, onde a representa a inclinação da reta 3 3
⇔ 8x = 16
OP e, então, a2 + b2 = cos2a + sen2a = 1. ⇔x=2
Assim, y = – a x + 1 é a equação reduzida da reta t. h h
b b y = 2 × 2 – 1 = 11 C i 2, 11 i
3 3 j 3 j
A ordenada do ponto Q é 0 e o ponto Q pertence à
reta t, logo: Pretende-se determinar a área do triângulo [ABC].


0 = – a x + 1 ⇔ 0 = –ax + 1
b b
⇔x= 1
A–B = Î√ h
(5 + 1)2 + i 5 + 7
j3 3
h2
i
j
= Ï√36 + 16 = Ï√52

a Seja h a altura do triângulo [ABC] relativa ao vértice C.


12. Seja r a reta perpendicular à reta de equação h é a distância entre o ponto C e a reta AB = r.
Seja u a reta perpendicular a r que passa em C.
y = 3 x – 6 e que passa no ponto A.
2 u: y = – 3 x + b
r: y = – 2 x + b 2
3 Como C pertence à reta u:
Como A pertence a r:
11 = – 3 × 2 + b ⇔ b = 20
–5 = – 2 × 2 + b ⇔ b = – 11 3 2 3
3 3 3 20
Então, r : y = – 2 x – 11 . Logo, u: y = – x +
2 3
.
3 3
Seja B o ponto de interseção da reta r com a reta r ∩ u:
definida no enunciado. 2 x – 5 = – 3 x + 20 ⇔ 13 x = 25
3 x – 6 = – 2 x – 11 ⇔ 13 x = 7 3 3 2 3 6 3
2 3 3 6 3 ⇔ 13 x = 50
⇔x= 14
13 ⇔ x = 50
13
y = 3 × 14 – 6 = – 57 h h
2 13 13 y = 2 × 50 – 5 = 35 D i 50 , 35 i
h 14 h 3 13 3 39 j 13 39 j
Logo, B i ,– 57 i.
j 13 13 j
A distância do ponto A(2, –5) à reta de equação h = C–D = Î√h
i
j
50 – 2 hi 2 + hi 35 – 11 hi 2 =
13 j j 39 3 j
y = 3 x – 6 é igual a A–B.

AB– =
2
Î
h√ 14
i
h2 h h2
– 2 i + i – 57 + 5 i =
= Î√h
i
j
24 hi 2 + hi – 36 hi 2 =
13 j j 13 j

Î√
j 13 j j 13 j
576 + 1296 =
Î√
=
h 12 hi 2 + hi 8 hi 2 = 169 169
= i–

Î√
j 13 j j 13 j
144
Î√
=
= 144 + 64 = 13
169 169 Logo, a área do triângulo [ABC] é dada por:
= Ï√208 =
13
4Ï√ 13
Ï√52 × Î√ 144
13
= 12 u.a.
=
13 2

46 ©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor


Propostas de resolução – Manual

14. ||≤u || = 1 ⇔ Ï√a2 + b2 + c2 = 1 Capítulo 4 – Equações cartesianas de planos


⇔ a2 + b2 + c2 = 1 no espaço
≤ · v≤ = (a, b, c) · (1, 1, 1) =
u Tarefa – Os planos – página 160
= a + b + c a)
||≤v || = Ï√12 + 12 + 12 =
= Ï√3
Logo:
≤u · ≤v = ||≤u || × ||≤v || × cos p
6

⇔ a + b + c = Ï√3 × Ï√3
2
⇔a+b+c= 3
2
≤u · ≤w = (a, b, c) · (1, 0, 1) =
= a + c
||≤w|| = Ï√12 + 02 + 12 =
= Ï√2
Logo:
≤u · ≤w = ||≤u|| × ||≤w|| × cos p
4
⇔ a + c = Ï√2 × Ï√2 b)
2
⇔a+c=1
Equação do plano Simplificação da
Assim, tem-se:
obtida no expressão
A v≤ (v1, v2, v3)
Geogebra® na forma v1(x – 2) + v2(y – 2) +
1442443

1442443

a2 + b2 + c2 = 1 (1 – c)2 + b2 + c2 = 1 ax + by + cz + d = 0 + v3(z – 2) = 0
(2, 2, 2) (1, –2, –3) x – 2y – 3z + 8 = 0 x – 2y – 3z + 8 = 0 (i)
a+b+c= 3 ⇔ 1–c+b+c= 3
2 2 (2, 2, 2) (0, 4, –5) 4y – 5z + 2 = 0 4y – 5z + 2 = 0 (ii)
a+c=1 a=1–c (2, 2, 2) (2, 0, –1) 2x – z – 2 = 0 2x – z – 2 = 0 (iii)

(2, 2, 2) (3, –2, 0) 3x – 2y – 2 = 0 3x – 2y – 2 = 0 (iv)


h h2
1 – 2c + c2 + 1
1442443

i i + c2 = 1
j
2 j Cálculos auxiliares
(i) 1(x – 2) + (–2)(y – 2) + (–3)(z – 2) = 0 ⇔ x – 2 – 2y + 4 – 3z + 6 = 0
⇔ b= 1 ⇔ x – 2y – 3z + 8 = 0
2 (ii) 0(x – 2) + 4(y – 2) + (–5)(z – 2) = 0 ⇔ 4y – 8 – 5z + 10 = 0 ⇔ 4y – 5z + 2 = 0
(iii) 2(x – 2) + 0(y – 2) + (–1)(z – 2) = 0 ⇔ 2x – 4 – z + 2 = 0 ⇔ 2x – z – 2 = 0
––––––– (iv) 3(x – 2) + (–2)(y – 2) + 0(z – 2) = 0 ⇔ 3x – 6 – 2y + 4 = 0 ⇔ 3x – 2y – 2 = 0

c) As equações que constam nas duas últimas colunas


– 2c + 1 = 0 c = 2 ± Ï√4 – 2 são iguais, o que nos leva a concluir que são ambas
1442443

1442443

2c2
4 4 formas de definir por uma equação um plano, dado
um ponto e um vetor perpendicular ao plano.
⇔ ––––––– ⇔ –––––––

––––––– –––––––
Exercícios de margem – páginas 162 a 171
35.
a) Por observação da condição dada, obtém-se o vetor
c = 1 + 1 Ï√2 c = 1 – 1 Ï√2
1442443

1442443

h h
2 4 2 4 normal ao plano n≤ a(–2, 1, 3) e o ponto P1 i 1, – 1 , 2 i .
j 2 j
⇔ b= 1 ⇔ b= 1 Se, por exemplo, x = 0 e y = 0, tem-se:
2 2
h h
a = 1 – 1 Ï√2 a = 1 + 1 Ï√2 –2(0 – 1) + i 0 + 1 i – 3(2 – z) = 0 ⇔ 2 + 1 – 6 + 3z = 0
j 2j 2
2 4 2 4
≤ nas condições do enunciado são: ⇔ 3z = 7
Assim, os vetores u 2
h h
≤u i 1 + 1 Ï√2, 1 , 1 – 1 Ï√2 i e ⇔z= 7
j2 4 2 2 4 j 6
h h h 7 h
≤u i 1 – 1 Ï√2, 1 , 1 + 1 Ï√2 i . Obtém-se o ponto P2 i 0, 0, i .
j
j2 4 2 2 4 j 6j

©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor 47


Propostas de resolução – Manual

b) Por observação da condição dada, obtém-se o vetor b) Um vetor diretor da reta definida por y = 21 ∧ z = –10
h h é (1, 0, 0), pois a reta é paralela ao eixo Ox. Como a
normal ao plano n≤ b i –1, 1, 1 i e o ponto P1(–2, 0, 2).
j 4j reta é perpendicular ao plano a, então este vetor é
Se, por exemplo, y = 0 e z = 0, tem-se: normal ao plano a. Assim:
x–1=0⇔x=1
–(x + 2) + 0 = – 1 (0 – 2) ⇔ –x – 2 = 1
4 2 Logo, x = 1 é uma equação cartesiana do plano a.
⇔x=– 5
c) Um vetor diretor da reta definida por x = –1 ∧ z = 0
2
é (0, 1, 0), pois a reta é paralela ao eixo Oy. Como a
h 5 h
Obtém-se o ponto P2 i – , 0, 0 i . reta é perpendicular ao plano a, então este vetor é
j 2 j
normal ao plano a. Assim:
c) Por observação da condição dada, obtém-se o vetor y–3=0⇔y=3
h h
normal ao plano n≤ g i 1, 2, 1 i . Logo, y = 3 é uma equação cartesiana do plano a.
j 3j
Se, por exemplo, x = 0 e y = 0, tem-se: ≤ α(2, –1, 1) é um vetor normal ao plano α.
38. n
0 + 0 + z = 5 ⇔ z = 15 a) r≤ (2, –1, 1) é um vetor diretor da reta r, logo a reta r
3 é concorrente perpendicular ao plano α.
Obtém-se o ponto P1(0, 0, 15).
b) ≤r (1, 2, 0) é um vetor diretor da reta r.
Se, por exemplo, x = 1 e y = 1, tem-se:
≤r ∙ n
≤ α = (1, 2, 0) ∙ (2, –1, 1) =
1+2+ z =5⇔z=6 =2–2+0=
3
Obtém-se o ponto P2(1, 1, 6). =0
d) Por observação da condição dada, obtém-se o vetor Averiguemos se o ponto de coordenadas (0, 0, 1),
pertencente à reta r, pertence também ao plano α:
normal ao plano n ≤ d(3, 0, 2).
2 × 0 – 0 + 1 – 1 = 0 ⇔ 0 = 0 " Proposição verda-
Se, por exemplo, x = 0 e y = 100, tem-se:
deira, logo o ponto pertence ao plano α.
0 + 2z = –1 ⇔ z = – 1 Assim, a reta r está contida no plano α.
2
h h c) ≤r (0, 1, 1) é um vetor diretor da reta r.
Obtém-se o ponto P1 i 0, 100, – 1 i .
j 2j ≤r ∙ ≤nα = (0, 1, 1) ∙ (2, –1, 1) =
Se, por exemplo, z = 0 e y = 2017, tem-se: =0–1+1=
3x + 0 = –1 ⇔ x = – 1 =0
3 Averiguemos se o ponto de coordenadas (1, 1, 1),
h h
Obtém-se o ponto P2 i – 1 , 2017, 0 i . pertencente à reta r, pertence também ao plano α:
j 3 j 2 × 1 – 1 + 1 – 1 = 0 ⇔ 1 = 0 " Proposição falsa,
logo o ponto não pertence ao plano α.
36.
Assim, a reta r é estritamente paralela ao plano α.
a) 2(x + 1) – 1(y – 1) + 3(z – 2) = 0
⇔ 2x + 2 – y + 1 + 3z – 6 = 0 d) ≤r (0, 0, 1) é um vetor diretor da reta r.
⇔ 2x – y + 3z – 3 = 0, que é a equação pedida.  ≤r ∙ ≤nα = (0, 0, 1) ∙ (2, –1, 1) = 1 ≠ 0 e ≤r e ≤nα não são
colineares.
b) 1(y – 3) + 2(z – 2) = 0
Logo, a reta r é concorrente oblíqua ao plano α.
⇔ y – 3 + 2z – 4 = 0
⇔ y + 2z – 7 = 0, que é a equação pedida.
39. Opção (C)
c) –2(x + 2) + 5(z – 2) = 0 Um vetor normal ao plano dado é (1, –2, 0).
⇔ –2x – 4 + 5z – 10 = 0 Um vetor diretor da reta definida na opção (A) é (3, 2, 1).
⇔ –2x + 5z – 14 = 0, que é a equação pedida. Ora, este vetor não é colinear com o vetor normal
d) –3(x + 1) + 4(y + 1) = 0 ao plano, pelo que esta reta não é perpendicular ao
⇔ –3x – 3 + 4y + 4 = 0 plano dado.
⇔ –3x + 4y + 1 = 0, que é a equação pedida. Um vetor diretor da reta definida na opção (B) é (0, 0, 1).
Ora, este vetor não é colinear com o vetor normal
e) 5(x – 3) = 0 ⇔ 5x – 15 = 0
ao plano, pelo que esta reta não é perpendicular ao
⇔ x = 3, que é a equação pedida. plano dado.
Um vetor diretor da reta definida na opção (C) é
37. (1, –2, 0). Ora, este vetor é colinear com o vetor nor-
a) Um vetor diretor da reta definida por x = –4 ∧ y = 5 mal ao plano, pelo que esta reta é perpendicular
é (0, 0, 1), pois a reta é paralela ao eixo Oz. Como a ao plano dado.
reta é perpendicular ao plano a, então este vetor é Um vetor diretor da reta definida na opção (D) é (3, 0, 1).
normal ao plano a. Assim: Ora, este vetor não é colinear com o vetor normal
z + 1 = 0 ⇔ z = –1 ao plano, pelo que esta reta não é perpendicular ao
Logo, z = –1 é uma equação cartesiana do plano a. plano dado.

48 ©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor


Propostas de resolução – Manual

40. IJK: x + y + z = 2 b) Qualquer ponto do plano yOz é da forma (0, y, z),


Uma vez que o centro do cubo é a origem do refe- onde y e z representam números reais. Assim:
rencial, e que o ponto K pertence ao plano xOy, (0, y, z) = (1, 2, 3) + l(–1, 0, 2)
então K(x, x, 0), sendo x um número real.

14243

14243
Como K pertence ao plano IJK, então: 1–l=0 l=1
x+x+0=2⇔ x=1 ⇔ 2=y ⇔ y=2
Logo, K(1, 1, 0). Conclui-se também que a aresta do
3 + 2l = z z=5
cubo é 2 e que D(1, –1, 1).
Assim, o plano paralelo a IJK e que passa em D é da Logo, o ponto de interseção da reta s com o plano
forma x + y + z = d. yOz tem coordenadas (0, 2, 5).
Como D pertence a esse plano:
c) Por exemplo:
1–1+1=d⇔d=1
r: (x, y, z) = (–1, 2, –1) + k(–2, 0, 4), k ∈R
A equação pedida é x + y + z = 1.
d) Sabe-se que o vetor de coordenadas (–1, 0, 2) é um
vetor diretor da reta s.
41. Opção (B)
Um vetor diretor da reta t terá de ser perpendicular
Um vetor normal ao plano a é (1, –2, 1). Um plano
que seja paralelo a a terá como vetor normal um a qualquer vetor diretor da reta s.
vetor colinear com este, o que apenas acontece na Assim, um vetor diretor da reta t pode ser, por exem-
opção (B), em que um vetor normal ao plano indi- plo, o vetor de coordenadas (2, 5, 1).
cado é (–2, 4, –2). Então, uma equação vetorial da reta t é, por exem-
plo:
h h
42. Para que os dois planos sejam perpendiculares têm t : (x, y, z) = i 3 , 2, 2 i + k(2, 5, 1), k ∈R
de ter vetores normais perpendiculares. j 2 j
Assim:
45.
(2, 4, –1) · (2, k – 1, –1) = 0 ⇔ 4 + 4k – 4 + 1 = 0
a) A≥B = (2, 4, 1) – (1, 3, 2) = (1, 1, –1)
⇔k=– 1 O triângulo [ABC] é retângulo em B, por estar ins-
4
crito numa semicircunferência, logo o vetor A≥B é
43. Qualquer ponto da reta r é da forma (1 + 2k, –1 – k, k), normal ao plano BCD.
sendo k um número real. Substituindo na equação Então, como B pertence ao plano BCD e A≥B é um
do plano: vetor normal a este plano, uma equação cartesiana
1 + 2k – 2(–1 – k) = 4 ⇔ 1 + 2k + 2 + 2k = 4 do plano BCD é:
⇔ 4k = 1 1(x – 2) + 1(y – 4) – 1(z – 1) = 0
⇔k= 1 ⇔x–2+y–4–z+1=0
4 ⇔x+y–z–5=0
Assim, obtém-se o ponto de coordenadas
h
C≥D é um vetor normal ao plano ABC e, como tal, é
b) 
i1 + 2 ×
1 , –1 – 1 , 1 hi = hi 3 , – 5 , 1 hi , que é o
colinear com (0, 1, 1) que é um vetor colinear a este
j 4 4 4j j2 4 4j
plano.
ponto de interseção da reta r com o plano a.
Assim, C≥D = (0, k, k), para algum k real.
44. Como a altura do cilindro é 2Ï√2, tem-se:
a) Substituindo na equação da reta (x, y, z) pelas coor- ||C≥D|| = 2Ï√2 ⇔ Ï√02 + k2 + k2 = Ï√8
denadas do ponto A, obtém-se:
⇔ 2k2 = 8
h 3 h
i , 2, 2 i = (1, 2, 3) + l(–1, 0, 2) ⇔ k = 2 ∨ k = –2
j 2 j
Logo, C≥D = (0, 2, 2), de acordo com a figura.
1–l= 3 l=– 1
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2 2 Um ponto da base superior do cilindro é:


⇔ 2=2 ⇔ 2=2 A + C≥D = (1, 3, 2) + (0, 2, 2) =
3 + 2l = 2 l=– 1 = (1, 5, 4)
2 Como a base superior do cilindro é paralela ao
Logo, o ponto A pertence à reta s. plano BCD, então um vetor normal a este plano
Substituindo na equação da reta (x, y, z) pelas coor- é também um vetor normal ao plano que contém
denadas do ponto B, obtém-se: essa base.
(–1, 2, –1) = (1, 2, 3) + l(–1, 0, 2) Assim, (0, 1, 1) é um vetor normal ao plano que con-
tém a base superior do cilindro.
14243

14243

1 – l = –1 l=2 Tem-se, então, que uma equação da base superior


⇔ 2=2 ⇔ 2=2 do cilindro é:
0(x – 1) + 1(y – 5) + 1(z – 4) = 0
3 + 2l = –1 l = –2
⇔y–5+z–4=0
Logo, o ponto B não pertence à reta s. ⇔y+z–9=0

©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor 49


Propostas de resolução – Manual

y+z=5
123 y=5–z c) O vetor (1, 0, 1) é normal ao plano ABC e, conse-

123
c) ⇔ quentemente, é normal a qualquer plano que lhe
16x – 5y + 11z = 23 16x – 5(5 – z) + 11z = 23
seja paralelo.
––––––– ––––––– Como o ponto V pertence à reta EV, tem-se que
123

123
⇔ ⇔
16x – 25 + 5z + 11z = 23 16x + 16z = 48 V(a, 0, a), a ∈R+, de acordo com a figura.

Vpirâmide = Ï√2 ⇔ 1 × 1 × 1 × E–V = Ï√2


––––––– y=5–z 3
123

⇔ ⇔ 123
x+z=3 x=3–z ⇔ E–V = 3Ï√2

Assim, os pontos que pertencem à interseção dos


dois planos são os pontos da forma:
⇔ Î√ h
ia –
j
1
2
h2
j
h
i + 02 + i a –
j
1
2
h2
i = 3Ï√2
j

h h2
(3 – z, 5 – z, z), z ∈R ⇔ 2ia – 1 i = 18
Mas: j 2 j

(3 – z, 5 – z, z) = (3, 5, 0) + z(–1, –1, 1), z ∈R h h2


⇔ ia – 1 i = 9
Logo, uma equação vetorial da reta de interseção j 2j
dos dois planos é: ⇔ a – = 3 ∨ a – 1 = –3
1
(x, y, z) = (3, 5, 0) + k(–1, –1, 1), k ∈R 2 2
⇔a= 7 ∨ a=– 5
46. 2 2
h 7 7 h
a) A(0, 0, a), com a ∈R Como a ∈R+, então V i , 0, i .
j 2 2j
a+0–1=0⇔a=1 A(0, 0, 1)
Assim, uma equação do plano paralelo a ABC que
C(c, 0, 0), com c ∈R
contém V é:
0+c–1=0⇔c=1 C(1, 0, 0) h h h h
Seja M o ponto médio de [AC]. 1 i x – 7 i + 0(y – 0) + 1 i z – 7 i = 0
j 2j j 2j
h h h h
M = i 0 + 1 , 0 + 0 , 1 + 0 i = i 1 , 0, 1 i ⇔x– 7 +z– 7 =0
j 2 2 2 j j2 2j 2 2
Uma vez que a reta BD é paralela ao eixo Oy e que ⇔x+z=7
M é um ponto desta reta, então uma sua equação
vetorial é:
47. Comecemos por determinar as coordenadas do
h h
(x, y, z) = 1 , 0, 1 i + k(0, 1, 0), k ∈R
i ponto A.
2j 2j O vetor de coordenadas (1, –2, 1) é um vetor normal
Assim, as coordenadas do ponto B são da forma ao plano α, logo é um vetor diretor de qualquer reta
h 1 h
i , y, 1 i e as coordenadas do ponto D são da que lhe seja perpendicular.
j 2 2j Assim, uma equação vetorial da reta perpendicular
h h
forma i 1 , –y, 1 i , sendo y um número real positivo. ao plano α, e que contém o centro da superfície
j 2 2j esférica, de coordenadas (1, 5, 3), é:
||A≥C|| = ||B≥D|| ⇔ Ï√12 + 02 + (–1)2 = Ï√02 + (–2y)2 + 02 (x, y, z) = (1, 5, 3) + k(1, –2, 1), k ∈R
⇔ Ï√2 = Ï√4y2 Um ponto genérico da reta é do tipo
(1 + k, 5 – 2k, 3 + k), com k∈R.
⇔ 4y2 = 2
Substituindo as coordenadas do ponto genérico na
⇔ y2 = 1 equação do plano α, obtemos:
2
1 + k – 2(5 – 2k) + (3 + k) – 6 = 0
Como y > 0, então y = Ï√2 . ⇔ 1 + k – 10 + 4k + 3 + k – 6 = 0
2
⇔ 6k = 12
h h h h
Logo, B i 1 , Ï√2 , 1 i e D i 1 , – Ï√2 , 1 i . ⇔k=2
j 2 2 2j j 2 2 2j Para k = 2, obtemos as coordenadas do ponto A:
h h (1 + 2, 5 – 2 × 2, 3 + 2) = (3, 1, 5)
b) E = M = i 1 , 0, 1 i
j 2 2 j Logo, 1 é a distância do ponto A ao plano xOz.
Como [ABCDV] é uma pirâmide quadrangular regu-
lar, a reta EV é perpendicular ao plano ABC. 48.
Assim, qualquer vetor normal ao plano ABC é um a) O ponto R tem cota nula e a abcissa é simétrica da
vetor diretor de EV. sua ordenada, logo as suas coordenadas são do tipo
O vetor de coordenadas (1, 0, 1) é, assim, um vetor (–y, y, 0).
diretor da reta EV. Uma vez que R pertence ao plano α, tem-se que:
h h 2y + 6y + 3 × 0 – 8 = 0 ⇔ 8y = 8 ⇔ y = 1
Logo, (x, y, z) = i 1 , 0, 1 i + k(1, 0, 1), k ∈R é uma
j 2 2j Assim, o ponto R tem coordenadas (–1, 1, 0).
equação vetorial da reta EV. Seja M o ponto médio de [RC].

50 ©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor


Propostas de resolução – Manual

h h
As coordenadas de M são i –1 + 6 , 1 + 10 , 0 + 3 i = (–5, 2, –3) = (1, 2, –3) + t(–2, 0, 4)
j 2 2 2 j
h h
= i 5 , 11 , 3 i .

14243

14243

14243
–5 = 1 – 2t 2t = 6 t=3
j 2 2 2j
⇔ 2=2 ⇔ 2=2 ⇔ 2=2
O vetor RC ≥ é um vetor normal ao plano mediador
de [RC]. –3 = –3 + 4t 4t = 0 t=0
R≥C = C – R = (6, 10, 3) – (–1, 1, 0) = (7, 9, 3) Logo, o ponto B não pertence à reta r.
Assim, o plano mediador de [RC] pode ser definido
b) Os pontos do plano definidos por y = x são da forma
por:
(x, x, z), sendo x e z números reais.
h h h h h h
7 i x – 5 i + 9 i y – 11 i + 3 i z – 3 i = 0 (x, x, z) = (1, 2, –3) + t(–2, 0, 4)
j 2j j 2 j j 2j

14243

14243
x = 1 – 2t 2 = 1 – 2t
⇔ 7x – 35 + 9y – 99 + 3z – 9 = 0
2 2 2 ⇔ x=2 ⇔ x=2
⇔ 7x + 9y + 3z – 143 =0 z = –3 + 4t –––––––
2
⇔ 14x + 18y + 6z – 143 = 0 t=– 1 t=– 1

14243

14243
2 2
b) Opção (D) ⇔ x=2 ⇔ x=2
Uma equação cartesiana do plano paralelo ao plano
α é da forma –2x + 6y + 3z + d = 0, com d ∈R. O ponto z = –3 – 2 z = –5
de coordenadas (1, –3, 5) pertence ao plano, logo: O ponto de interseção da reta r com o plano y = x
–2 × 1 + 6 × (–3) + 3 × 5 + d = 0 ⇔ –2 – 18 + 15 + d = 0 tem coordenadas (2, 2, –5).
⇔d=5 c) i. Um vetor diretor da reta s é, por exemplo, (–1, 0, 2),
Assim, uma equação cartesiana do plano paralelo que é colinear com (–2, 0, 4), que é um vetor dire-
ao plano α e que passa no ponto de coordenadas tor da reta r. Assim:
(1, –3, 5) é: s: (x, y, z) = (–5, 2, –3) + k(–1, 0, 2), k ∈R
–2x + 6y + 3z + 5 = 0
ii. Um vetor diretor da reta t tem de ser perpendicu-
c) Comecemos por determinar as coordenadas do lar ao vetor (–2, 0, 4), podendo ser, por exemplo,
ponto A. (4, 0, 2). Assim:
Uma equação vetorial da reta perpendicular ao plano t: (x, y, z) = (0, 0, 0) + k(4, 0, 2), k ∈R
α e que contém o centro da superfície esférica é
iii. Um vetor normal ao plano α é (–1, 2, –1), que
(x, y, z) = (6, 10, 3) + k(–2, 6, 3), k ∈R, pelo que um ponto
é um vetor diretor da reta u, perpendicular ao
genérico desta reta é da forma (6 – 2k, 10 + 6k, 3 + 3k),
plano α. Assim:
com k ∈R.
Substituindo as coordenadas do ponto genérico da u: (x, y, z) = (0, 0, 0) + k(–1, 2, –1), k ∈R
reta na equação do plano α, obtém-se: iv. Um vetor normal ao plano β é (1, –1, –2). Um
–2(6 – 2k) + 6(10 + 6k) + 3(3 + 3k) – 8 = 0 vetor diretor da reta v tem de ser perpendicular
⇔ –12 + 4k + 60 + 36k + 9 + 9k – 8 = 0 ao vetor normal ao plano, por exemplo, (1, 1, 0).
⇔ 49k = –49 Assim:
⇔ k = –1 v: (x, y, z) = (–5, 2, –3) + k(1, 1, 0), k ∈R
Assim, A(6 – 2 × (–1), 10 + 6 × (–1), 3 + 3 × (–1)), ou
2.
seja, A(8, 4, 0).
a) Por exemplo: (x, y, z) = (1, 2, 3) + k(4, 5, 6), k ∈R
[AB] é um diâmetro da superfície esférica, logo
B = A + 2A≥C . b) Por exemplo: (x, y, z) = (1, 2, 3) + k(4, 5, 0), k ∈R
A≥C = C – A = (6, 10, 3) – (8, 4, 0) = (–2, 6, 3) c) Por exemplo: (x, y, z) = (1, 2, 3) + k(1, 0, 1), k ∈R
Desta forma: d) Por exemplo: (x, y, z) = (1, 2, 3) + k(0, 0, 1), k ∈R
B = (8, 4, 0) + 2(–2, 6, 3) = e) Por exemplo: (x, y, z) = (1, 2, 3) + k(–3, –1, 7), k ∈R
= (8, 4, 0) + (–4, 12, 6) =
= (4, 16, 6) 3.
a) 4(x – 1) + 5(y – 2) + 6(z – 3) = 0
⇔ 4x – 4 + 5y – 10 + 6z – 18 = 0
Aprende fazendo 4 – páginas 173 a 175 ⇔ 4x + 5y + 6z – 32 = 0
1. b)
Um vetor normal ao plano é, por exemplo, (8, 0, 3).
a) (0, 2, –1) = (1, 2, –3) + t(–2, 0, 4) 8(x – 1) + 3(z – 3) = 0 ⇔ 8x – 8 + 3z – 9 = 0
⇔ 8x + 3z = 17
t= 1
14243

14243

14243

0 = 1 – 2t 2t = 1 c) Ï√2(x – 1) + 1(y – 2) – 1(z – 3) = 0


2
⇔ 2=2 ⇔ 2=2 ⇔ 2=2 ⇔ Ï√2x – Ï√2 + y – 2 – z + 3 = 0
⇔ Ï√2x + y – z = Ï√2 – 1
–1 = –3 + 4t 4t = 2 t= 1
2 d) 0(x – 1) + 1(y – 2) + 0(z – 3) = 0 ⇔ y – 2 = 0
Logo, o ponto A pertence à reta r. ⇔y=2

©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor 51


Propostas de resolução – Manual

h h
[Link]ção (B) b) Os pontos da reta r são da forma i 1 + k , 2 + k , 2 + k i ,
h h j 4 2 j
Um vetor diretor da reta r é ≤r i 2, –1, 1 i . sendo k um número real.
j 8j
h 1 hi · (16, –8, 1) = 2 × 16 + (–1) × (–8) + 1 × 1 = Substituindo na equação do plano:
i 2, –1, h h h h
j 8j 8 2 × i 1 + k i + 4 i 2 + k i – (2 + k) = –4
j 4j j 2j
= 32 + 8 + 1 =
8 ⇔ 2 + k + 8 + 2k – 2 – k = –4
= 321 2
8 ⇔ 3 k = –12
Ou seja, a reta r não é perpendicular à reta definida 2
por (x, y, z) = k(16 –8, 1), k ∈R. ⇔ k = –8
Então, o ponto de interseção da reta r com o plano
1
α tem coordenadas:
2 = –1 = 8 = 1
h 8 , 2 – 8 , 2 – 8 hi = (–1, –2, –6)
16 –8 1 8 i1 –
j 4 2 j
Logo, a reta r é paralela à reta definida por:
(x, y, z) = k(16 –8, 1), k ∈R 9.
a) Um vetor diretor da reta r é ≤r (–2, 3, 4) e um vetor
normal ao plano α é ≤n(0, 4, –3).
5. Opção (D)
h h Ora, ≤r · ≤n = 0 + 12 – 12 = 0, pelo que a reta r é estrita-
Um vetor diretor da reta r é ≤r i 2, 5 , 0 i , que não é
j 3 j mente paralela ao plano α ou a reta r é coincidente
colinear com o vetor de coordenadas (2, 5, 0), logo com o plano α.
este não é um vetor diretor da reta r. Um ponto da reta é o ponto de coordenadas
Um vetor normal ao plano a é ≤n(6, 5, 0), que não é (1, 0, –7). Substituindo estas coordenadas na equa-
colinear com o vetor de coordenadas (6, 5, –4), logo ção do plano, tem-se:
este não é um vetor normal ao plano a. 4 × 0 – 3 × (–7) = 1 ⇔ 21 = 1, que é uma proposição
falsa.
≤r · ≤n = 2 × 6 + 5 × 5 + 0 × 0 = 61 , logo os vetores
3 3 Logo, a reta r é estritamente paralela ao plano α.
≤r e ≤n não são perpendiculares e, portanto, a reta r b) Um vetor diretor da reta r é r≤ (2, –3, 1) e um vetor
não é estritamente paralela ao plano α. normal ao plano α é ≤n(2, –1, –1).
5 Ora, ≤r · ≤n = 4 + 3 – 1 = 6, pelo que a reta r não é
2 paralela ao plano α, ou seja, a reta r é concorrente
Uma vez que = 3 = 1 , então ≤r é colinear a ≤n,
6 5 3 ao plano α.
logo a reta r é perpendicular ao plano α. Os pontos da reta r são da forma (1 + 2k, –2 – 3k, k),
sendo k um número real.
6.
Opção (B) Substituindo na equação do plano:
(2, 4, –1) · (2, k – 1, –1) = 0 ⇔ 4 + 4k – 4 + 1 = 0 2 × (1 + 2k) – (–2 – 3k) – k = 6
⇔ 4k + 1 = 0 ⇔ 2 + 4k + 2 + 3k – k = 6
⇔ 6k = 2
⇔k=– 1
4 ⇔k= 1
3
[Link]ção (D) Então, o ponto de interseção da reta r com o plano
Um vetor normal ao plano dado é ≤n(1, –2, 0). α tem coordenadas:
(1, –2, 0) · (3, 2, 1) = 3 – 4 + 0 = –1, logo o plano não h 2 , – 2 – 1, 1 hi = hi 5 , –3, 1 hi
i1 +
é paralelo à reta definida na opção (A). j 3 3j j3 3j
h h
(1, –2, 0) · i 3, 2 , –5 i = 3 – 4 + 0 = 5 , logo o plano 10. Um vetor diretor da reta r é ≤r (–5, p, 0).
j 3 j 3 3
Um vetor normal ao plano α é ≤n(1, p, –1).
não é paralelo à reta definida na opção (B).
Para que a interseção da reta com o plano seja um
(1, –2, 0) · (0, 1, 0) = 0 – 2 + 0 = –2, logo o plano não
conjunto vazio, a reta tem de ser estritamente para-
é paralelo à reta definida na opção (C).
lela ao plano, ou seja, estes dois vetores têm de ser
(1, –2, 0) · (0, 0, 1) = 0 + 0 + 0 = 0, logo o plano é perpendiculares.
paralelo à reta definida na opção (D). ≤r · ≤n = 0 ⇔ (–5, p, 0) · (1, p, –1) = 0
⇔ –5 + p2 = 0
8. ⇔ p = Ï√5 ∨ p = –Ï√5
h h
a) Um vetor diretor da reta r é ≤r i 1 , 1 , 1 i e um vetor
j 4 2 j
normal ao plano α é ≤n(2, 4, –1). 11. Um vetor normal ao plano de equação
4x – 3y + 12z = 6 é, por exemplo, ≤n(4, –3, 12).
Ora, ≤r · ≤n = 1 + 2 – 1 = 3 , pelo que a reta não é
2 2 A reta perpendicular ao plano e que contém o
paralela ao plano α, ou seja, a reta r é concorrente ponto A pode ser definida pela equação vetorial:
ao plano α. (x, y, z) = (1, 4, 2) + k(4, –3, 12), k ∈R

52 ©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor


Propostas de resolução – Manual

Ponto genérico: (1 + 4k, 4 – 3k, 2 + 12k), k ∈R Aprende Fazendo Global – páginas 184 a 194
Substituindo na equação do plano, vem que: [Link]ção (B)
4(1 + 4k) – 3(4 – 3k) + 12(2 + 12k) = 6 ≥ · DB
AB ≥ = D≥C · D≥B =
⇔ 4 + 16k – 12 + 9k + 24 + 144k = 6 = ||D≥C|| × ||D≥B|| × cos(BD̂C) =
⇔ 169k = –10 = a × a × cos 60o (˚[BCD] é equilátero)
⇔ k = – 10 = a 2× 1 =
169 2
= a
2
Assim, o ponto de interseção da reta com o plano
2
h h h h h
tem coordenadas i 1 + 4 × i – 10 i , 4 – 3 × i – 10 i , 2.
Opção (A)
j j 169 j j 169 j

h hh h h sen α = 1 ⇔ sen2α + cos2α = 1


2 + 12 × i – 10 i i , isto é, i 129 , 706 , 218 i . 3 h h2
j 169 j j j 169 169 169 j
⇔ i 1 i + cos2α = 1
j 3 j
A distância entre o ponto A e o plano é dada por:
⇔ 1 + cos2α = 1
Î√

– 129 i +√ i 4 – 706 i +√ i 2 – 218 i =
h h2 h h2 h h2 9
i1
j 169 j j 169 j j 169 j ⇔ cos2α = 8
9

=Î√ h 40
i
j 169
h2
i
j
+
h 30
i
j 169
h 2 √ h 120
i + i
j j 169
h2
i
j
=
Como tg2α + 1 = 12 , vem que:

tg
cos a
2α + 1 = 9 ⇔ tg2α = 1

Î√
8 8
16 900 =
=
1692 ⇔ tg α = ± 1
Ï√8

=Î√ 100 =
169
⇔ tg α = ± Ï√8
8

= 10 ⇔ tg α = ± 2Ï√2
13 8

12. Para se saber a medida do raio da superfície esfé- ⇔ tg α = ± Ï√2


4
rica, é necessário determinar a distância entre o Como o declive da reta r é tg α, das opções apre-
seu centro e o plano α.
sentadas, apenas a reta de equação y = Ï√2 x cum-
O plano α é definido por 2x + y + z – 3 = 0, logo um 4
pre as condições.
vetor normal ao plano α é, por exemplo, ≤n(2, 1, 1).
A reta perpendicular ao plano a e que contém o
3. Opção (B)
ponto C tem a seguinte equação vetorial: B
(x, y, z) = (–1, 0, 4) + k(2, 1, 1), k ∈R
Assim, os pontos da reta são da forma:
(–1 + 2k, k, 4 + k), k ∈R √3 √3
Substituindo na equação do plano: AB̂C = 180o – 2 × 67,5o = 45o
2(–1 + 2k) + k + 4 + k – 3 = 0
67,5o
⇔ –2 + 4k + k + 4 + k – 3 = 0
A C
⇔ 6k = 1
B≥A · C≥B = B≥A · (– B≥C) =
⇔k= 1
6 = –||B≥A|| × ||B≥C|| × cos(AB̂C) =
Logo, o ponto de interseção da reta com o plano tem = –Ï√3 × Ï√3 × cos 45o =
h h h h
coordenadas i –1 + 2 , 1 , 4 + 1 i = i – 2 , 1 , 25 i . = –3 × Ï√2
j 6 6 6 j j 3 6 6 j 2
Assim, a distância entre o ponto C e o plano é dada
por: 4.
a) Opção (A)
Î√ h
i –1
j
+ 2
3
h2 h
i + i0
j j
– 1
6
h2 √ h
i + i4
j j 6 j
h2
– 25 i = Sabe-se que a reta t é tangente à circunferência de
diâmetro [AB] no ponto A, logo as retas t e AB são

=Î√ 1 + 1 + 1 =
9 36 36
perpendiculares. Assim, mt = – 1 .
mAB
A≥B = B – A = (–1, 4) – (3, – 1) = (–4, 5)

=Î√ 1
6
mAB = – 5
4

Logo, o raio da superfície esférica é Î√ 1 e a sua


6
mt = 4
5
Como a reta r é paralela à reta t, então os seus
equação é (x + 1)2 + y2 + (z – 4)2 = 1 .
6 declives são iguais.

©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor 53


Propostas de resolução – Manual

A equação reduzida da reta r é, então, da forma b) O≥A = (–2, –4) mOA = –4 = 2


–2
y = 4 x + b. y=– 1 x+b
5 2
Cálculo auxiliar Seja M o ponto médio de [OA]: M(–1, –2).
C é o ponto médio de [AB]. Como o ponto M(–1, –2) pertence à reta, vem que:
h 3 + (–1) –1 + 4 h h 3 h
Assim, C = ij i = i 1, i .
–2 = – 1 × (–1) + b ⇔ –2 – 1 = b ⇔ – 5 = b
,
2 2 j j 2j
2 2 2
Como C ∈r, vem que:
y=– x–1 5
3 = 4 ×1+b⇔b= 3 – 4 ⇔b= 7
2 2
2 5 2 5 10
c) C≥A = (–2, –4) – (2, –1) = (–4, –3)
A equação reduzida da reta r é y = 4 x + 7 .
5 10
mCA = –3 = 3 mt = – 4
b) Como C é o centro da circunferência e [AB] é o –4 4 3
seu diâmetro, então a reta AC é a reta AB. Assim, y=– 4 x+b
3
mAC = – 4 e, como tg α = mAC, vem que tg α = – 5 .
5 4 Como o ponto A(–2, –4) pertence à reta, vem que:
Como 1 + tg2α = 12 , vem que:
cos a –4 = – 4 × (–2) + b ⇔ –4 = 8 + b
3 3
1 + 25 = 12 ⇔ 41 = 12 20
16 cos a 16 cos a ⇔– =b
3
⇔ cos2α = 16 y = – 4 x – 20
41 3 3
Como sen2α + cos2α = 1, vem que: —
d) C≥A · C≥B = ||C≥A|| × ||C≥B|| × cos(C≥A, C≥B) =
sen2α + 16 = 1 ⇔ sen2α = 1 – 16
41 41 = 5 × 5 × cos 5p =
25 6
⇔ sen α =
2
41 h Ï√3 h
= 25 × i – i =
⇔ sen α = – 5 ∨ sen α = 5 j 2 j
Ï√41 Ï√41
= – 25Ï√3
Como α é a inclinação da reta AC, α ∈[0, π[. 2
Assim, sen α > 0. Cálculo auxiliar

Logo, sen α = 5Ï√41 .


25p 25p 5p
a×r= ⇔ 5a = ⇔a=
6 6 6
41

c) CB ∙ CD = ||CB|| × ||C≥D|| × cos(C≥B, C≥D) =
≥ ≥ ≥ —
e) OĈA = (C≥O, C≥A)
= r × r × cos(π – β) = —
cos(C≥O, C≥A) = C≥O · C≥A
h h
= Ï√41 × Ï√41 × cos i π – p i = ||CO|| × ||C≥A||

2 2 j 6j
h h
C≥O = (0, 0) – (2, –1) = (–2, 1)
= 41 × i – Ï√3 i =
4 j 2 j ||C≥O|| = Ï√(–2)2 + 12 = Ï√5
= – 41Ï√3 C≥A = (–2, –4) – (2, –1) = (–4, –3)
8
||C≥A|| = Ï√(–4)2 + (–3)2 = 5
Cálculos auxiliares

cos(C≥O, C≥A) = (–2, 1) · (–4, –3)



Seja r o raio da circunferência e β a amplitude do ângulo ACD:

• r = ||C≥B|| = ||C≥D|| =
||A≥B|| Ï√(–4) + 5
=
2

=
2
5Ï√5
2 2

⇔ cos(C≥O, C≥A) = 8 – 3
Ï√16 + 25
= =
2 5Ï√5
Ï√41
⇔ cos(C≥O, C≥A) = 5
Ï√
= —
2
5
h Ï√41 h 2
b × ij i h h
2 j
⇔ (C≥O, C≥A) = cos i Ï√5 i , ou seja, (C≥O, C≥A) ≈ 63,4o.
— —
41 –1
• Asetor circular = =
j 5 j
β
2 8
Logo:
41p 41 8 p [Link]ção (B)
= β⇔β= π⇔β=
8 8 48 6 (≤u – ≤v ) · (≤u + 2≤v ) = ≤u · ≤u + 2≤u · ≤v – ≤u · ≤v – 2≤v · ≤v =
= ||≤u||2 + ≤u · ≤v – 2||≤v||2 =
5.
= 22 + 2 × 1 × cos 2p – 2 × 12 =
a) C(2, –1) 3
m = tg 60o = Ï√3 h 1 h
= 4 + 2 × i– i – 2 =
y = Ï√3x + b j 2 j

Como o ponto C(2, –1) pertence à reta, vem que: =4–1–2=


–1 = Ï√3 × 2 + b ⇔ b = –1 – 2Ï√3 =4–3=
y = Ï√3x – 1 – 2Ï√3 =1

54 ©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor


Propostas de resolução – Manual

7. Opção (D) A equação reduzida da superfície esférica de diâ-


≤r (–2, 4) mr = 4 = –2 metro [EF] é:
–2 h h2
s: (6a – 3)x – 3y = 1 ⇔ –3y = –(6a – 3)x + 1 ix – 17 i + (y – 8)2 + (z – 5)2 = 49
j 2 j 4
⇔ y = (2a – 1)x – 1 d) 
C é o ponto de interseção de reta FC com o plano
3
ms = 2a – 1 ABC.
r e s são perpendiculares se mr × ms = –1: FC: (x, y, z) = (10, 5, 6) + k(6, 2, –3), k ∈R
–2 × (2a – 1) = –1 ⇔ 2a – 1 = 1 As coordenadas de um ponto genérico da reta FC
2 são do tipo (10 + 6k, 5 + 2k, 6 – 3k), com k ∈R.
⇔ 2a = 3 6(10 + 6k) + 2(5 + 2k) – 3(6 – 3k) – 101 = 0
2
⇔ 60 + 36k + 10 + 4k – 18 + 9k – 101 = 0
⇔a= 3
⇔ 49k = 49
4
⇔k=1
8. ms = tg 2p = –Ï√3 s: y = –Ï√3x + b’ C(10 + 6, 5 + 2, 6 – 3), ou seja, C(16, 7, 3).
3
mr = – 1 = – 1 = 1 = Ï√3 10. P(2, 0 c), com c ∈R–
ms –Ï√3 Ï√3 3
BÂP = p ⇔ (A≥B, A≥P) = p

B(–2Ï√3, 0) pertence à reta r.
3 3
y = Ï√3 x + b — A ≥ B · A≥ P
3 cos(A≥B, A≥P) =
||AB ≥ || × ||AP ≥ ||
Como B(–2Ï√3, 0) pertence à reta r, vem que:
⇔ cos p = 20
0 = Ï√3 × (–2Ï√3) + b ⇔ b = 2
3 3 Ï√20 × Ï√20 + c2

r : y = Ï√3 x + 2 ⇔ 1 = 20
3 2 Ï√400 + 20c2
A(Ï√3, a) ⇔ Ï√400 + 20c2 = 40
Como a ∈r, então: ⇔ 400 + 20c2 = 1600
a = Ï√3 × Ï√3 + 2 ⇔ a = 3 ⇔ 20c2 = 1200
3 ⇔ c2 = 60
A(Ï√3, 3) ⇔ c = ± Ï√60
Como A(Ï√3, 3) pertence à reta s, então: ⇔ c = ± 2Ï√15
3 = – Ï√3 × Ï√3 + b’ ⇔ b’ = 6 Como c < 0, então c = –2Ï√15.
Logo, s: y = –Ï√3x + 6. Cálculos auxiliares
• A≥B = (2, 0, 0) – (0, 4, 0) = (2, –4, 0)
• A≥P = (2, 0, c) – (0, 4, 0) = (2, –4, c)
9. • A≥B · A≥P = 4 + 16 = 20
a) Opção (C) • ||A≥B|| = Ï√4 + 16 = Ï√20
• ||A≥P|| = Ï√4 + 16 + c = Ï√20 + c
2 2

EF≥ · AD
≥ = 0, pois EF≥ e AD
≥ são vetores perpendiculares.
b) Opção (A)
Como o plano é paralelo ao plano ABC, então é 11. P
definido por uma equação do tipo:
6x + 2y – 3z + d = 0
Como contém o ponto F(10, 5, 6), então:
P’
6 × 10 + 2 × 5 – 3 × 6 + d = 0
α
⇔ 60 + 10 – 18 + d = 0
⇔ d = –52 a: 4x – 7y + 5z – 14 = 0
Logo, o plano é definido pela equação P(13, –21, 17)
Seja P’ a projeção ortogonal de P sobre a.
6x + 2y – 3z – 52 = 0, ou seja, 3x + y – 3 z – 26 = 0. Seja r a reta perpendicular a a que passa em P e
2
que pode ser definida por:
c) O centro da superfície esférica é o ponto médio de
(x, y, z) = (13, –21, 17) + k(4, –7, 5), k ∈R
h h h h
[EF]: i 7 + 10 , 11 + 5 , 4 + 6 i = i 17 , 8, 5 i (13 + 4k, –21 – 7k, 17 + 5k), k ∈R é um ponto gené-
j 2 2 2 j j 2 j
rico de r.
d(E, F) = Ï √(10 – 7)2 + (5 – 11)2 √+ (6 – 4)2 = Determinemos P’:
= Ï√9 + 36 + 4 = 4(13 + 4k) – 7(–21 – 7k) + 5(17 + 5k) – 14 = 0
=7 ⇔ 52 + 16k + 147 + 49k + 85 + 25k – 14 = 0
⇔ 90k = –270
r= 7
2 ⇔ k = –3

©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor 55


Propostas de resolução – Manual

k = –3 1 P’(13 + 4 × (–3), –21 – 7 × (–3), 17 + 5 × (–3)) 15. 


x2 + (y – 4)2 = 16 representa a circunferência de cen-
P’(1, 0, 2) tro C(0, 4) e raio 4.
a) Seja P(a, 2) tal que OĈP = p ⇔ (C≥O, C≥P) = p .

d = Ï√(13 – 1)2 + (–21 √– 0)2 + (17 – 2)2 = 3 3


Cálculos auxiliares
= Ï√144 + 441 + 225 =
• C≥O = (0, –4)

= 9Ï√10 • ||C≥O|| = 4
• C≥P = (a, 2) – (0, 4) = (a, –2)
• ||C≥P|| = Ï√a + 4
2

12. Opção (A) • C≥O · C≥P = 0 + 8 = 8


A equação reduzida da reta r é y = 1 x + 1, e α é a
3 — C≥O · C≥P
sua inclinação, logo sabemos que tg α = 1 . cos(C≥O, C≥P) =
3 ||C≥O|| × ||C≥P||
Como tg2α + 1 = 12 , vem que: ⇔ cos p = 8
cos a 3 4 × Ï√a2 + 4
h 1 h2 1 ⇔ 1 +1= 1
i i
j 3 j
+1=
cos2a 9 cos2a ⇔ 1 = 2
2 Ï√a2 + 4
⇔ 10 = 12 ⇔ Ï√a2 + 4 = 4
9 cos a
⇔ a2 + 4 = 16, p
 ois os dois membros da equação
⇔ cos α = 9
2
anterior são não negativos.
10
⇔ a2 = 12
tg(2022π + α) + cos2(2021π + α) = tg α + cos2(π + α) =
⇔ a = ± 2Ï√3
= tg α + (–cos α)2 =
Como P pertence ao 2.o quadrante, então a = –2Ï√3.
= tg α + cos2α =
A abcissa do ponto P é igual a –2Ï√3.
= 1 + 9 = b) A(xA, 5)
3 10
(xA)2 + (5 – 4)2 = 16 ⇔ (xA)2 = 15 ⇔ xA = ± Ï√15
= 37
30 Como A pertence ao 1.o Q, então xA = Ï√15 .
13. (x – 1)2 + (y + 2)2 = 16 A≥C = (0, 4) – (Ï√15, 5) = (–Ï√15, –1)
C(1, –2) r=4 AĈB = α 1
mAC = = Ï√15
Ï√15 15
α × r = 10p ⇔ 4α = 10p
3 3 mt = –Ï√15
⇔α= 10p t: y = –Ï√15x + b
12
Como A(Ï√15, 5) pertence à reta, vem que:
⇔α= 5p
6 5 = –Ï√15 × Ï√15 + b ⇔ 5 + 15 = b ⇔ 20 = b
≥ ∙ BC
CA ≥ = CA
≥ ∙ (–CB
≥ )= t: y = –Ï√15x + 20
= –C≥A ∙ C≥B = B(b’, 0)
0 = –Ï√15b’ + 20 ⇔ b’ = 20

= –||C≥A|| × ||C≥B|| × cos(C≥A, C≥B) =
Ï√15
= –4 × 4 × cos 5p =
6 ⇔ b’ = 20Ï√15
h Ï√3 h 15
= –16 × i – i =
j 2 j
⇔ b’ = 4Ï√15
= 8Ï√3 3
h h
B i 4Ï√15 , 0 i
14. Opção (C) j 3 j

Cálculos auxiliares
1 + tg2α = 1
h 4Ï√15 h h Ï√15 h
cos2a • A≥B = ij
3
, 0 ij – (15, 5) = ij
3
, –5 ij
1
1 + tg2α =
h 1 h2
⇔ 1 + tg2α = 10 • ||A≥B|| = Î√ 15
9
+ 25 = Î√ 80 4Ï√15
3
=
3
i– i
j j
Ï√10 – – ≥
⇔ tg2α = 9 A[ABC] = AC × AB = r × ||AB|| =
⇔ tg α = 3 ∨ tg α = –3 2 2

Como cos α < 0, e α é a inclinação da reta r, então 4 × 4Ï√15


α ∈]90o, 180o[, logo tg α < 0, ou seja, tg α = –3. 3
= =
Assim, mr = –3. Logo, o declive de uma reta perpen- 2

dicular à reta r terá de ser igual a 1 . = 8Ï√15 u.a.


3 3
56 ©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor
Propostas de resolução – Manual

16. Seja D o centro da circunferência, D(0, 1). O ponto da reta t que está mais próximo da origem
do referencial é a projeção ortogonal de O sobre a
• A(x, 0), com x > 0 reta t. Consideremos a reta perpendicular a t, e que
x2 + (0 – 1)2 = 2 ⇔ x2 + 1 = 2
⇔ x2 = 1 passa em O, definida por y = 4 x. Determinemos a
3
⇔x=±1 interseção desta reta com a reta t:
A(1, 0)
y= 4 x

14243
– 3 x – 15 = 4 x

123
3
• B(0, y), com y > 0 ⇔ 4 2 3
02 + (y – 1)2 = 2 ⇔ (y – 1)2 = 2 y = – 3 x – 15 –––––––
4 2
⇔ y – 1 = ± Ï√2
⇔ y = 1 + Ï√2 ∨ y = 1 – Ï√2 –9x – 90 = 16x –25x = 90

123 14243

123
B(0, 1 + Ï√2) ⇔ ⇔
––––––– –––––––
• r : y = mx + b, onde m = – 1 = 1.
mAD x = – 18 x = – 18

14243
5 5
Cálculo auxiliar ⇔ ⇔
h h
A(1, 0) D(0, 1) y = – 3 × i – 18 i – 15 y = – 24
1–0 4 j 5 j 2 5
mAD = = –1
0–1
h h
As coordenadas são i – 18 , – 24 i .
y=x+b j 5 5 j
Como A ∈r, vem que:
18.
0 = 1 + b ⇔ b = –1
a) Opção (D)
r: y = x – 1
(x + 1)2 + (y – 2)2 + (z – 1)2 = 10
• s: y = 1 + Ï√2 Sabemos que P(a, 3, 1), com a < 0, pertence à super-
fície esférica, logo:
• C é o ponto de interseção das retas r e s:
(a + 1)2 + (3 – 2)2 + (1 – 1)2 = 10
y=x–1 1 + Ï√2 = x – 1 x = 2 + Ï√2
123

123

123

⇔ ⇔ ⇔ (a + 1)2 = 9
y = 1 + Ï√2 ––––––– y = 1 + Ï√2
⇔ a + 1 = 3 ∨ a + 1 = –3
C(2 + Ï√2, 1 + Ï√2)
⇔ a = 2 ∨ a = –4
Assim, a área do trapézio [OACB] é:
Como a < 0, então a = –4.
– – – = (2 + Ï√2) + 1 × (1 + Ï√2) =
A[OACB] = BC + OA × OB Assim, P(–4, 3, 1).
2 2
(3 + Ï√ 2) × (1 + Ï√2) = Seja C o centro da superfície esférica.
=
2 C≥P é um vetor normal ao plano α, logo:
= 3 + 3Ï√ 2 + Ï√2 + 2 = C≥P = (–4, 3, 1) – (–1, 2, 1) =
2 = (–3, 1, 0)
= 5 + 4Ï√2 = Logo, uma equação do plano tangente à superfície
2 esférica no ponto P é da forma –3x + y + d = 0.
h 5 h
= i + 2Ï√2 i u.a. Como P pertence ao plano, vem que
j 2 j
–3 × (–4) + 3 + d = 0 e, portanto, d = –15.
17. Seja C o centro da circunferência: C(–3, 1) Assim, –3x + y – 15 = 0 é uma equação do plano
C≥T = T – C = (–6, –3) – (–3, 1) = pretendido, o que é equivalente a 3x – y + 15 = 0.
= (–3, –4) b) C(–1, 2, 1) e C’(–1, –2, 1)
O declive da reta CT é igual a –4 = 4 .

Tem-se que C’ÔC = (O≥C’, O≥C) e que
–3 3
Como a reta t é perpendicular à reta CT, o declive cos(O≥C’, O≥C) =
— O≥C’ · O≥C .
≥ ’|| × ||O≥C||
da reta t é igual a – 1 = – 3 . ||OC
4 4 Então:
3 —(–1, –2, 1) · (–1, 2, 1)
A equação reduzida da reta t é do tipo y = – 3 x + b. cos(O≥C’, O≥C) =
4 Ï√6 × Ï√6
Como T(–6, –3) pertence à reta, vem que:
⇔ cos(O≥C’, O≥C) = 1 – 4 + 1

–3 = – 3 × (–6) + b ⇔ –3 = 9 + b 6
4 2
⇔ cos(O≥C’, O≥C) = – 1

⇔ b = – 15 3
2
h h
Logo, a equação reduzida da reta t é y = – 3 x – 15 . ≥ ) = cos–1 i – 1 i , isto é, (OC
— —
≥ ’, OC
Logo, (OC ≥ ’, OC
≥ ) ≈ 109,5o.
4 2 j 3j

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Propostas de resolução – Manual


19. c) OÊF = E≥O, E≥F
a) Opção (D) E≥O = O – E = (–7, –11, –4)
Averiguemos qual das equações seguintes define E≥F = F – E = (3, –6, 2)
uma reta perpendicular à reta BD e que passa no ||E≥O|| = Ï√49 + 121 + 16 = Ï√186
ponto F:
• (x, y, z) = (10, 5, 6) + k(–4, 0, 1), k ∈R ||E≥F|| = Ï√9 + 36 + 4 = 7
O ponto de coordenadas (10, 5, 6) pertence à reta. —
cos(E≥O, E≥F) = E≥O · E≥F
(–4, 0, 1) ∙ (–1, 9, 4) = 4 + 4 = 8, logo a reta definida ||E≥O|| × ||E≥F||
acima não é perpendicular à reta BD.
— –21 + 66 – 8
• (x, y, z) = (10, 5, 6) + k(–6, 2, 3), k ∈R ⇔ cos(E≥O, E≥F) =
7Ï√186
O ponto de coordenadas (10, 5, 6) pertence à reta.
(–6, 2, 3) ∙ (–1, 9, 4) = 6 + 18 + 12 = 36, logo a reta — 37
⇔ cos(E≥O, E≥F) =
definida acima não é perpendicular à reta BD. 7Ï√186
• (x, y, z) = (7, 2, 0) + k(–1, –1, 2), k ∈R — h 37 h —
≥ , EF≥ ) = cos–1 i
Logo, cos(EO ≥ , EF≥ ≈ 67o.
i , ou seja, EO
(10, 5, 6) = (7, 2, 0) + k(–1, –1, 2) j 7Ï√186 j
⇔ (10, 5, 6) = (7 – k, 2 – k, 2k)
20.
14243

14243

10 = 7 – k k = –3 a) Opção (C)
⇔ 5=2–k ⇔ k = –3 Condição impossível. Sabemos que ≤n(–2, –3, 6) é um vetor normal ao
6 = 2k k=3 plano da base do cone.
Se a reta é paralela ao plano, qualquer vetor diretor
 ponto de coordenadas (10, 5, 6) não pertence à
O da reta terá de ser perpendicular a qualquer vetor
reta. do plano.
• (x, y, z) = (–16, 3, 4) + k(13, 1, 1), k ∈R Assim:
(10, 5 ,6) = (–16, 3, 4) + k(13, 1, 1) • (–2, –3, 6) é um vetor diretor da reta definida em
⇔ (10, 5, 6) = (–16 + 13k, 3 + k, 4 + k) (A), o que exclui esta opção;
• (–2, –3, 6) ∙ (6, 0, –2) = –12 – 12 = –24 ≠ 0, o que
14243

14243

10 = –16 + 13k k=2


exclui a opção (B);
⇔ 5=3+k ⇔ k=2 ⇔ k=2
• (–2, –3, 6) ∙ (3, 2, 2) = –6 – 6 + 12 = 0
6=4+k k=2 (0, 0, 6) = (–6, –4, 2) + k(3, 2, 2)
L ogo, o ponto de coordenadas (10, 5, 6) pertence
14243

14243

0 = –6 + 3k k=2
à reta. ⇔
0 = –4 + 2k k=2 ⇔ k=2
(13, 1, 1) ∙ (–1, 9, 4) = –13 + 9 + 4 = 0, logo a reta
definida acima é perpendicular à reta BD. 6 = 2 + 2k k=2

b) O ponto B é a interseção do plano BCF com a reta Assim, (C) é a opção correta.
BD. • (–2, –3, 6) ∙ (3, 4, 3) = –6 – 12 + 18 = 0
Determinemos, então, uma equação do plano BCF. (0, 0, 6) = (–6, –4, 2) + k(3, 4, 3)
F≥E = E – F = (7, 11, 4) – (10, 5, 6) =
14243

14243

0 = –6 + 3k k=2
= (–3, 6, –2) 0 = –4 + 4k ⇔ k = 1 Condição impossível.
Uma equação do plano BCF é do tipo 6 = 2 + 3k k= 4
–3x + 6y –2z + d = 0. 3
Como F(10, 5, 6) pertence ao plano: A reta definida na opção (D) não contém o ponto
–3 × 10 + 6 × 5 – 2 × 6 + d = 0 ⇔ d = 12 V, o que exclui essa opção.
BCF: –3x + 6y – 2z + 12 = 0 b) VA: (x, y, z) = (0, 0, 6) + k(–2, –3, 6), com k ∈R
BD: (x, y, z) = (3, –9, –1) + k(–1, 9, 4), k ∈R (–2k, –3k, 6 + 6k), com k ∈R
1442443
Ponto genérico da reta BD: (3 – k, –9 + 9k, –1 + 4k), Ponto genérico de VA
com k ∈R
Substituindo as coordenadas do ponto genérico da –2(–2k) – 3(–3k) + 6(6 + 6k) + 13 = 0
reta BD na equação do plano BCF: ⇔ 4k + 9k + 36 + 36k + 13 = 0
–3(3 – k) + 6(–9 + 9k) – 2(–1 + 4k) + 12 = 0 ⇔ 49k = –49
⇔ –9 + 3k – 54 + 54k + 2 – 8k + 12 = 0 ⇔ k = –1
⇔ 49k = 49 A(2, 3, 0)
⇔k=1 A≥V = (0, 0, 6) – (2, 3, 0) = (–2, –3, 6)
B(3 – 1, –9 + 9, –1 + 4) h = ||A≥V|| = Ï√4 + 9 + 36 = 7
B(2, 0, 3)
1 × π × r2 × 7 = 28p ⇔ 7r2 = 28 ⇔ r2 = 4 ⇔ r = ±2
B≥E = E – B = (7, 11, 4) – (2, 0, 3) = 3 3
= (5, 11, 1) Como r > 0 , então r = 2.

58 ©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor


Propostas de resolução – Manual

21. Um ponto genérico da reta GH é do tipo


a) Opção (A) (3 – 3k, 8 – 2k, 15 + 2k), com k ∈R.
O plano DCH é paralelo ao plano ABG, logo é defi- Substituindo as coordenadas do ponto genérico na
nido por uma equação do tipo: equação do plano ABG, obtemos:

– 3 x–y+z+d=0 – 3 (3 – 3k) – (8 – 2k) + (15 + 2k) + 6 = 0


2 2
Como o vértice H(3, 8, 15) pertence ao plano DCH, ⇔ – 9 + 9 k – 8 + 2k + 15 + 2k + 6 = 0
2 2
então: ⇔ –9 + 9k – 16 + 4k + 30 + 4k + 12 = 0
– 3 × 3 – 8 + 15 + d = 0 ⇔ – 9 – 16 + 30 + d = 0 ⇔ 17k = –17
2 2 2 2
⇔ k = –1
⇔d=– 5 Para k = –1, obtemos o ponto de coordenadas
2
(3 + 3, 8 + 2, 15 – 2) = (6, 10, 13).
Logo, o plano DCH pode ser definido por: Logo, G(6, 10, 13).
– 3 x–y+z– 5 =0 Assim, uma equação vetorial da reta perpendicular
2 2 ao plano xOy e que contém o ponto G é:
b) BÂH = (A≥B, A≥H)

(x, y, z) = (6, 10, 13) + k(0, 0, 1), k ∈R
As coordenadas do ponto A são do tipo (a, 0, 0), e o d)B(0, 6, 0) e H(3, 8, 15)
ponto A pertence ao plano ABG, logo: P(a3, 6, a), a ∈R
B≥H = H – B = (3, 2, 15)
– 3 a – 0 + 0 + 6 = 0 ⇔ – 3 a = –6
2 2 H≥P = P – H = (a3 – 3, –2, a – 15)
⇔a=4 Para que B≥H ⊥ H≥P tem que B≥H · H≥P = 0, isto é:
Assim, A(4, 0, 0). 3(a3 – 3) + 2 × (–2) + 15 × (a – 15) = 0
As coordenadas do ponto B são do tipo (0, b, 0), e o ⇔ 3a3 – 9 – 4 + 15a – 225 = 0
ponto B pertence ao plano ABG, logo: ⇔ 3a3 + 15a – 238 = 0
– 3 × 0 – b + 0 + 6 = 0 ⇔ –b = –6 Introduzindo na calculadora a função
2 x 1 3x3 + 15x – 238 = 0, pretende-se determinar o
⇔b=6
seu zero.
Assim, B(0, 6, 0).
≥ ≥ y
Sabemos que cos(A≥B, A≥H) = AB · AH .

||AB|| × ||A≥H||

Cálculos auxiliares
• A≥B = (0, 6, 0) – (4, 0, 0) = (–4, 6, 0) O 3,91 x
• ||A≥B|| = Ï√(–4) + 6 = Ï√16 + 36 = Ï√52
2 2

• A≥H = (3, 8, 15) – (4, 0, 0) = (–1, 8, 15)

• ||A≥H|| = Ï√(–1)2 + 82 + 152 = Ï√1 + 64 + 225 = Ï√290

• A≥B · A≥H = (–4, 6, 0) · (–1, 8, 15) = 4 + 48 = 52


Assim, a ≈ 3,91.
Tem-se que: Como a abcissa do ponto P é a3, o valor pretendido
é, aproximadamente, 59,78.
— 52
cos(A≥B, A≥H) =
Ï√52 × Ï√290
22.
— 52 a) A≥B = B – A = (8, 5, 0) – (11, –1, 2) =
⇔ cos(A≥B, A≥H) =
2Ï√3770 = (–3, 6, –2)
— 26 A≥E = E – A = (13, 2, 8) – (11, –1, 2) =
⇔ cos(A≥B, A≥H) = = (2, 3, 6)
Ï√3770
–3 ≠ 6 , logo os vetores A≥B e A≥E não são colineares
— h 26 h — 2 3
Logo, (A≥B, A≥H) = cos–1 i i e (A≥B, A≥H) ≈ 65o.
j Ï√3770 j e, por conseguinte, os pontos A, B e E também não
são colineares.
c) 
Um vetor diretor da reta pretendida é um vetor nor- Basta, então, provar que o plano definido pela equa-
mal ao plano xOy, por exemplo, o vetor de coorde- ção 6x + 2y – 3z – 58 = 0 contém os pontos A, B e E:
nadas (0, 0, 1). • A(11, –1, 2)
Determinemos as coordenadas do ponto G. 6 × 11 + 2 × (–1) – 3 × 2 – 58 = 0
 G é o ponto de interseção da reta GH com o plano ⇔ 66 – 2 – 6 – 58 = 0
ABG. ⇔ 0 = 0 " Proposição verdadeira
Comecemos por definir vetorialmente a reta GH: O ponto A pertence ao plano definido por
(x, y, z) = (3, 8, 15) + k(–3, –2, 2), k ∈R 6x + 2y – 3z – 58 = 0.

©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor 59


Propostas de resolução – Manual

• B(8, 5, 0) Para k = – 57 , obtemos o ponto P de coordenadas:


40
6 × 8 + 2 × 5 – 3 × 0 – 58 = 0 ⇔ 48 + 10 – 58 = 0
h h 57 h h 57 h h 57 h h
⇔ 0 = 0 " Proposição verdadeira i8 + 2 × i– i, 5 + 3 × i– i, 6 × i– ii =
j j 40 j j 40 j j 40 j j
O ponto B pertence ao plano definido por h h
6x + 2y – 3z – 58 = 0. = i 103 , 29 , – 171 i
j 20 40 20 j
• E(13, 2, 8) Logo, a distância do ponto P ao plano xOy é o valor
6 × 13 + 2 × 2 – 3 × 8 – 58 = 0 ⇔ 78 + 4 – 24 – 58 = 0
absoluto da cota de P, isto é, 171 , ou seja, 8,55.
⇔ 0 = 0 " Proposição verdadeira 20
O ponto E pertence ao plano definido por
23.
6x + 2y – 3z – 58 = 0.
a) Opção (D)
Mostramos assim que o plano ABE pode ser defi-
nido pela equação 6x + 2y – 3z – 58 = 0. (x + 1)2 + (y – 2)2 + (z – 1)2 = 10
Assim, C é o centro da superfície esférica e tem
b) C = D + A≥B = (5, –3, 5) + (–3, 6, –2) = (2, 3, 3)
coordenadas (–1, 2, 1).
A≥C = C – A = (2, 3, 3) – (11, –1, 2) = (–9, 4, 1) Para a reta ser perpendicular ao plano xOy, o seu
Uma equação vetorial da reta AC pode, então, ser vetor diretor tem de ser colinear com o vetor (0, 0, 1).
(x, y, z) = (2, 3, 3) + k(–9, 4, 1), k ∈R. Assim, as opções (A) e (B) não podem ser uma equa-
c) Opção (C) ção da reta pretendida.
Pretende-se uma condição que defina a superfície Vejamos a qual das retas representadas, nas opções
esférica que passa nos oito vértices do cubo, logo o (C) e (D), o ponto C(–1, 2, 1) pertence:
seu centro é equidistante de quaisquer destes vér- (x, y, z) = (1, –2, –1) + k(0, 0, 1), k ∈R
tices, em particular, dos vértices C e E. (–1, 2, 1) = (1, –2, –1) + k(0, 0, 1), k ∈R
O centro é o ponto médio de [CE]: (–1, 2, 1) = (1, –2, –1 + k) " não existe nenhum valor
C = (2, 3, 3) e E = (13, 2, 8) real de k nestas condições.
h h h h (x, y, z) = (–1, 2, 3) + k(0, 0, –1), k ∈R
Centro = i 2 + 13 , 3 + 2 , 3 + 8 i = i 15 , 5 , 11 i
j 2 2 2 j j 2 2 2 j (–1, 2, 1) = (–1, 2, 3) + k(0, 0, –1), k ∈R
Como [CE] é um diâmetro da superfície esférica: (–1, 2, 1) = (–1, 2, 3 – k), que é uma proposição ver-
dadeira, para k = 2.
raio = d(C, E) = Ï √(13 – 2) + (2 – 3) √+ (8 – 3) =
2 2 2
Logo, a reta de equação (x, y, z) = (–1, 2, 3) + k(0, 0, –1),
2 2
k ∈R contém o ponto C(–1, 2, 1) e é perpendicular
= Ï√121 + 1 + 25 = ao plano xOy.
2
b) Sabemos que P(a, 3, 1), com a < 0, pertence à super-
= Ï√147 fície esférica, logo:
2
Portanto, a condição pedida é (a + 1)2 + (3 – 2)2 + (1 – 1)2 = 10
h ⇔ (a + 1)2 = 9
ix –
15 hi 2 + hi y – 5 h2 h
i + iz –
11 hi 2 = hi Ï√147 hi 2, ou seja,
j 2 j j 2 j j 2 j j 2 j ⇔ a + 1 = 3 ∨ a + 1 = –3
⇔ a = 2 ∨ a = –4
h h2 h h2 h h2
ix – 15 i + i y – 5 i + i z – 11 i = 147 . Como a < 0, então a = –4.
j 2 j j 2 j j 2 j 4
Assim, P(–4, 3, 1).
d) O≥E = E – O = (13, 2, 8) – (0, 0, 0) = (13, 2, 8) Como C é o centro da superfície esférica, C≥P é um
O plano α é perpendicular à reta OE, logo é defi- vetor normal ao plano α:
nido por uma equação do tipo 13x + 2y + 8z + d = 0. C≥P = (–4, 3, 1) – (–1, 2, 1) = (–3, 1, 0)
Como a origem O pertence ao plano α, então d = 0. Logo, uma equação do plano tangente à superfície
Logo, o plano α pode ser definido por 13x + 2y + 8z = 0. esférica no ponto P é –3(x + 4) + (y – 3) = 0, que é
A≥E = E – A = (2, 3, 6) equivalente a –3x + y – 15 = 0.
Equação vetorial da reta BF: c) C(–1, 2, 1) e A(–1, –2, 1)
(x, y, z) = (8, 5, 0) + k(2, 3, 6), k ∈R —
Tem-se que AÔC = (O≥A, O≥C) e que
Um ponto genérico da reta BE é do tipo

≥ )=
≥ , OC OA≥ · O≥C
(8 + 2k, 5 + 3k, 6k), com k ∈R. cos(OA . Então:
Substituindo as coordenadas do ponto genérico na ||OA|| × ||O≥C||

equação do plano a, obtemos: — (–1, –2, 1) · (–1, 2, 1)
cos(O≥A, O≥C) =
13(8 + 2k) + 2(5 + 3k) + 8(6k) = 0 Ï√6 × Ï√6
⇔ 104 + 26k + 10 + 6k + 48k = 0
⇔ cos(O≥A, O≥C) = – 4 + 11

⇔ 80k = –114 6
1
⇔ k = – 114

⇔ cos (O≥A, O≥C) = –
80 3
h h
57 ≥ ) = cos i – 1 i , isto é, (OA
— —
⇔k=– Logo, (OA≥ , OC –1 ≥ , OC
≥ ) ≈ 109,5o.
40 j 3j

60 ©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor


Propostas de resolução – Manual

24. 26.
a) Opção (D) a) i. O≥A · O≥B + O≥D · O≥F =
Sendo a esfera tangente ao plano xOy e de centro = 4 × 4 × cos 45o + 4 × 4 × cos 90o =
E, o seu raio é a cota do ponto E, isto é, 2.
= 16 × Ï√2 + 0 =
Assim, uma condição que define a esfera é: 2
(x + 2)2 + (y – 5)2 + (z – 2)2 ≤ 22 = 8Ï√2
b) Seja α o plano mediador do segmento de reta [BE]. Cálculo auxiliar
360o
O vetor B≥E, de coordenadas (–1, 5, 2), é um vetor AÔB =
8
= 45
o

normal ao plano α, logo uma equação do plano α


é da forma –x + 5y + 2z + d = 0, d ∈R. ii. A≥B · A≥F = 4 × 8 × cos 90o = 0
B = E + E≥B = (–2, 5, 2) + (1, –5, –2) = iii. D≥H · D≥F = 8 × 4Ï√2 cos 45o =
= (–1, 0, 0)
Seja M o ponto médio de [BE]: = 32Ï√2 × Ï√2 =
2
h h h h = 32
M = i –1 + (–2) , 0 + 5 , 0 + 2 i = i – 3 , 5 , 1 i
j 2 2 2 j j 2 2 j Cálculo auxiliar

Como M ∈α, vem que: Pelo teorema de Pitágoras:


– 2 = 42 + 42 ⇔ D–F 2 = 32
DF
h h
– i – 3 i + 5 × 5 + 2 × 1 + d = 0 ⇔ 3 + 25 + 2 + d = 0 Logo, D–F = Ï√32 = 4Ï√2.
j 2j 2 2 2 Como H–F = D–F e [DH] é um diâmetro da circunferência,
⇔ d = –16 HD̂F =
180o – 90o
= 45 .
o

2
Assim, uma equação de α é –x + 5y + 2z – 16 = 0.
c) Seja a o lado do quadrado [ABCD], base da pirâmide. b) 360o = 45o ED̂C = 45 × 6 = 135o
o

Sabemos que o volume da pirâmide é 30 e que a 8 2


sua altura é a ordenada do ponto E, isto é, 5. D≥C · D≥E = ||D≥C|| × ||D≥E|| × cos 135o =
h h
Assim: = , × , × i – Ï√2 i =
j 2 j
30 = 1 × a2 × 5 ⇔ a2 = 90 ⇔ a2 = 18 = – Ï√2 ,2 =
3 5 2
Logo, a = Ï√18, pois a > 0.
Como A pertence ao semieixo positivo Oz, as coor- = – 2 (8 sen(22,5o))2 =
Ï√
2
denadas de A são da forma (0, 0, z), z ∈R+.
Da alínea anterior, tem-se que as coordenadas de B = – 2 × 64 sen2(22,5o) =
Ï√
2
são (–1, 0, 0).
= –32Ï√2 sen2(22,5o)
A
Cálculo auxiliar
,
2
4 4
,
sen(22,5 ) = ⇔ sen(22,5o) =
45o
o

a = √18 4 8
z ⇔ , = 8 sen(22,5o)

O B
Já foi visto que , = Ï√32 sen(22,5o) .
o
1 c)
sen 135
z2 + 12 = (Ï√18) ⇔ z2 = 17
2 DÂH = 90o, já que o triângulo [DAH] está inscrito

numa semicircunferência.
Logo, z = Ï√17 e, assim, A(0, 0, Ï√17).
Pelo teorema de Pitágoras:
h o h2
25. ||≤a + ≤b|| = Ï√(≤a + ≤b) · (≤a + ≤b) = D–H2 = H–A2 + D–A2 ⇔ 82 = i Ï√32 sen(22,5o) i + D–A2
j sen 135 j
= Ï√≤a · ≤a + 2≤a · ≤b + ≤b · ≤b =
h o h2
⇔ D–A2 = 64 – 32 i sen(22,5o) i
j sen 135 j

Î√
= Ï√62 + 2 × 0 + 32 =
h o h2
= Ï√45 = Logo, D–A = 64 – 32 i sen(22,5o) i .
j sen 135 j
= 3Ï√5 [DH] é um diâmetro da circunferência e GĤA = 135o,
por se tratar de um ângulo interno do octógono.
||≤a – ≤b|| = Ï√(≤a – ≤b) · (≤a – ≤b) =
Logo, DĤA = 135 = 67,5o.
o

= Ï√≤a · ≤a – 2≤a · ≤b + ≤b · ≤b = 2
= Ï√62 – 2 × 0 + 32 = Então, HD̂A = 180o – 90o – 67,5o = 22,5o.
Assim, D≥H – D≥A =

Î√
= Ï√45 =
h o h2
= 3Ï√5 =8× 64 – 32 i sen(22,5o) i × cos 225o ≈ 54,62.
j sen 135 j

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Propostas de resolução – Manual

27. A–C 2 = A≥C · A≥C = 30.


= (B≥C – B≥A) · (B≥C – B≥A) = a) O ponto A pertence ao eixo Ox, logo é da forma
(x, 0, 0). Substituindo na equação do plano ABC:
= B≥C · B≥C – 2B≥C · B≥A + B≥A · B≥A =
— 2x + 0 + 0 = 8 ⇔ x = 4
= ||B≥C||2 + ||B≥A||2 – 2||B≥C|| ||B≥A|| cos(B≥C, B≥A) = Logo, A(4, 0, 0).

= B–C 2 + B–A 2 – 2B–C × B–A × cos(B≥C, B≥A) O ponto B pertence ao eixo Oy, logo é da forma
(0, y, 0). Substituindo na equação do plano ABC:
Cálculo auxiliar
0 + 2y + 0 = 8 ⇔ y = 4
A≥C = A≥B + B≥C = B≥C + A≥B = B≥C – B≥A
Logo, B(0, 4, 0).
O ponto C pertence ao eixo Oz, logo é da forma
28. C≥B = C≥D + D≥B (0, 0, z). Substituindo na equação do plano ABC:
A≥B = A≥D + D≥B 0+0+z=8⇔z=8
Assim: Logo, C(0, 0, 8).
C≥B · A≥B = b) Se o plano é paralelo ao plano ABC, então tem
= (C≥D + D≥B) · (A≥D + D≥B) = como vetor normal, por exemplo, ≤n(2, 2, 1), que é
= C≥D · A≥D + C≥D · D≥B + D≥B · A≥D + D≥B · D≥B = um vetor normal ao plano ABC.
= C–D × A–D cos 180o + C–D × D–B × cos 90o × D–B × Assim, uma equação cartesiana do plano que passa
× A–D cos 90o + D–B × D–B cos 0o = no ponto D(–1, 1, 2) e é paralelo ao plano ABC é:
= –DA × D–C + 0 + 0 + B–D 2 =
– 2(x + 1) + 2(y – 1) + 1(z – 2) = 0
= – D–A × D–C + B–D 2 ⇔ 2x + 2 + 2y – 2 + z – 2 = 0
Uma vez que [ABC] é um triângulo retângulo em B, ⇔ 2x + 2y + z = 2
tem-se: h h
C≥B · A≥B = C–A × C–B cos 90o = 0 c)M = i4 + 0 , 0 + 4 , 0 + 0i =
j 2 2 2 j
Logo: = (2, 2, 0)
–D–A × D–C + B–D 2 = 0 ⇔ D–A × D–C = B–D 2
C≥M = (2, 2, 0) – (0, 0, 8) =
= (2, 2, –8)
29. De acordo com a sugestão do enunciado, A(a, 0, 0),
h h
Logo, uma equação vetorial da reta CM é:
C(0, a, 0), V i a , a , 3a i . (x, y, z) = (0, 0, 8) + k(2, 2, –8), k ∈R
j2 2 j

≥ = (–a, a, 0)
AC d) Uma reta que passe pela origem do referencial, e
h h
que seja perpendicular ao plano ABC, é definida pela
A≥V = i – a , a , 3a i equação vetorial (x, y, z) = (0, 0, 0) + k(2, 2, 1), k ∈R.
j 2 2 j
Os pontos desta reta são da forma (2k, 2k, k), k ∈R.
||A≥C|| = Ï√(–a)2 + a2 + 02 = O ponto P é um desses pontos e pertence ao plano
= Ï√2a2 = ABC, logo:
2 × 2k + 2 × 2k + k = 8 ⇔ 9k = 8
= Ï√2a
⇔k= 8
Î√

h a h2 h a h2 9
||A≥V|| = i– i + i i + (3a)2 = h 16 16 8 h
j 2 j j 2 j Assim, P i , , i.
j 9 9 9j
= Î√ 19 a O raio da esfera é dado por:

A≥C · A≥V =
2
a2 + a2 +0=
O–P = Î√
h
i
j
16 hi 2 + hi 16 hi 2 + hi 8
9 j j 9 j j9
h2
i
j
=

Î√
2 2
= 576 =
=a 2
81
Seja α a amplitude do ângulo que uma aresta lateral = 8
faz com a diagonal da base concorrente com ela. 3
a2 Logo, uma condição que define a esfera é:
cos α = =
Ï√2a × Î √ 19 a
2
x2 + y2 + z2 ≤ 64
9

a2 31.
= = ≤ (3, 2, 6).
a) Um vetor normal ao plano α é, por exemplo, n
Ï√19a2
Um vetor normal ao plano b é, por exemplo,
= 1 ≤ (1, 1, –1).
m
Ï√19 n≤ ·m
≤ = 3 + 2 – 6 = –1
Assim, α ≈ 76,74o. Logo, os planos α e b não são perpendiculares.

62 ©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor


Propostas de resolução – Manual

b) 
VC é uma reta perpendicular ao plano α. Assim, um 2. Opção (B)
vetor diretor de VC é o vetor ≤n(3, 2, 6). Como C per- Sabendo que a reta r é perpendicular à reta s, pode-
tence a esta reta, uma equação vetorial de VC é: mos concluir que mr × ms = –1.
h h
(x, y, z) = i 1, 3, – 1 i + k(3, 2, 6), k ∈R mr = 2Ï√3 + 3a
j 2j
Os pontos da reta VC, e também, em particular, o ms = – 1
Ï√3
h h
ponto V, são da forma i 1 + 3k, 3 + 2k, – 1 + 6k i , k ∈R. Assim:
j 2 j
h h
Assim, CV≥ = (3k, 2k, 6k), k ∈R. (2Ï√3 + 3a) × i – 1 i = –1 ⇔ 2Ï√3 + 3a = Ï√3
j j
Ï√3
||C≥V|| = 14 ⇔ Ï√(3k)2 + (2k)2 + (6k)2 = 14 ⇔ 3a = –Ï√3
⇔ 49k2 = 196 ⇔ a = – Ï√3
⇔ k2 = 4 3

⇔ k = 2 ∨ k = –2 3. Opção (D)
Como C pertence ao primeiro octante, k = 14 . Para que o ângulo AOP seja agudo, é necessário
7 que se verifique O≥A · O≥P > 0, sendo O≥A e O≥P vetores
Logo:
não colineares.
h h
V = i 1 + 3 × 2, 3 + 2 × 2, – 1 + 6 × 2 i = Uma vez que o ponto P pertence à reta r, as suas
j 2 j
coordenadas são (4 – 3k, 1 + k), com k ∈R.
h 23 h
= i 7, 7, i O≥A = (2, 4) e O≥P = (4 – 3k, 1 + k), k ∈R.
j 2 j
c) Se o plano γ é paralelo ao plano α, então um seu Assim:
vetor diretor é ≤n(3, 2, 6). O≥A · O≥P > 0 ∧ 4 – 3k ≠ 1 + k
2 4
O ponto V pertence ao plano γ.
Então, uma equação do plano γ, que contém o ponto ⇔ (2, 4) · (4 – 3k, 1 + k) > 0 ∧ 16 – 12k ≠ 2 + 2k
V e é paralelo ao plano a, é: ⇔ 2(4 – 3k) + 4 (1 + k) > 0 ∧ 14 k ≠ 14
h h
3(x – 7) + 2(y – 7) + 6iz – 23 i = 0 ⇔ 8 – 6k + 4 + 4k > 0 ∧ k ≠ 1
j 2 j
⇔ –2k > –12 ∧ k ≠ 1
⇔ 3x – 21 + 2y – 14 + 6z – 69 = 0
⇔k<6 ∧ k≠1
⇔ 3x + 2y + 6z – 104 = 0
C.S. = ]–∞, 1[ ∪ ]1, 6[

4. Comecemos por determinar as coordenadas do


Teste final – páginas 195 a 197
ponto I, ponto de interseção da reta perpendicular
1. Opção (A) ao plano α, e que contém o ponto P, com o plano α.
Uma vez que o hexágono regular [ABCDEF] tem de O vetor de coordenadas (2, –1, 1) é um vetor normal
perímetro 6Ï√3, a medida de cada um dos seus lados ao plano α, logo é um vetor diretor de qualquer reta
é Ï√3. Além disso, o hexágono regular [ABCDEF] que lhe seja perpendicular.
pode ser inscrito numa circunferência de raio igual
Assim, uma equação vetorial da reta perpendicular
≥ || = 2Ï√3 .
a Ï√3. Assim, ||AD
ao plano α e que contém o ponto P é:
D≥B · (A≥D + F≥C) = D≥B · A≥D + D≥B · F≥C = (x, y, z) = (–3, 4, –1) + k(2, –1, 1), k ∈R
123
≥ ⊥ FC
DB ≥ Um ponto genérico da reta é do tipo
(–3 + 2k, 4 – k, –1 + k), com k ∈R.
= D≥B · (A≥B + B≥D) + 0 =
Substituindo as coordenadas do ponto genérico na
= D≥B · A≥B + D≥B · B≥D equação do plano α, obtemos:
123
≥ ⊥ AB
DB ≥ 2(–3 + 2k) – (4 – k) + (–1 + k) – 7 = 0
⇔ –6 + 4k – 4 + k – 1 + k – 7 = 0
= ||D≥B|| × ||B≥D|| × cos 180o = ⇔ 6k = 18
= –32 = ⇔k=3
Para k = 3, obtemos o ponto de coordenadas
= –9
(–3 + 2 × 3, 4 – 3, –1 + 3) = (3, 1, 2).
Cálculo auxiliar Logo, I(3, 1, 2).
||D≥B|| + ||A≥B|| = ||A≥D||
2 2 2
Seja P’ o simétrico do ponto P em relação ao plano α.
Assim:
||D≥B|| + (Ï√3) = (2Ï√3) ⇔ ||D≥B|| + 3 = 12
2 2 2 2 As coordenadas de P’ podem ser obtidas por I + P≥ I.
⇔ ||D≥B|| = 9
P≥ I = I – P = (3, 1, 2) – (–3, 4, –1) = (6, –3, 3)
2

Logo, ||D≥B|| = 3.
Assim, P’ = (3, 1, 2) + (6, –3, 3) = (9, –2, 5).

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Propostas de resolução – Manual

5. As coordenadas do ponto C em função de α são 7. ≥ e C≥M são vetores simétricos, pois têm a mesma
BM
(3 cos α, 3 sen α). direção, sentidos opostos e a mesma norma (M é o
Uma vez que os pontos B e C têm a mesma orde- ponto médio de [BC]).
nada, podemos concluir que as coordenadas do Assim:
ponto B, em função de α, são (–3 cos α, 3 sen α). ≥ = AM
2 AM ≥ + AM ≥ =
O≥B = B – O = (–3 cos α, 3 sen α) – (0, 0) = = (A≥B + BM ≥ ) + (A≥D + D≥C + CM) ≥ =
= (–3 cos α, 3 sen α) = A≥B + A≥D + D≥C + BM ≥ + (–BM ≥ ), pois CM
≥ = – BM
≥ .
O≥C = C – O = (3 cos α, 3 sen α) – (0, 0) = ≥ ≥ ≥ ≤ ≥
= AB + AD + AB + 0, pois AB e DC têm a mesma≥
= (3 cos α, 3 sen α) direção, o mesmo sentido
9 e o mesmo comprimento.
O≥B · O≥C =
2 = 2 A≥B + A≥D c.q.m.
⇔ (–3 cos α, 3 sen α) · (3 cos α, 3 sen α) = 9
2
⇔ –9 cos2α + 9 sen2α = 9 8.
2 a)A≥B = B – A = (1, –1, 2) – (–2, 5, 0) = (3, –6, 2)
⇔ –cos2α + sen2α = 1
2 A≥C = C – A = (3, 2, 8) – (–2, 5, 0) = (5, –3, 8)
⇔ –cos2α + (1 – cos2α) = 1 4 ≠ –6 , logo os vetores AB ≥ e AC≥ não são colineares,
2 5 –3
⇔ –cos2α + 1 – cos2α = 1 de onde se conclui que os pontos A, B e C não são
2 colineares e, portanto, definem um plano.
⇔ –2 cos2α = – 1
2 Resta-nos provar que os pontos A, B e C pertencem
⇔ cos2α = 1 ao plano definido por 6x + 2y – 3z + 2 = 0.
4
A(–2, 5, 0)
tg2α + 1 = 12 , pelo que: 6 × (–2) + 2 × 5 – 3 × 0 + 2 = 0
cos a
⇔ –12 + 10 + 2 = 0
tg2α + 1 = 1 ⇔ tg2α + 1 = 4 ⇔ 0 = 0 " Proposição verdadeira, logo A pertence
1
ao plano.
4
⇔ tg2α = 3 B(1, –1, 2)
q q 6 × 1 + 2 × (–1) – 3 × 2 + 2 = 0
α ∈ r p , π r , logo tg α = –Ï√3.
s2 s ⇔6–2–6+2=0
mOC = tg α = –Ï√3 ⇔ 0 = 0 " Proposição verdadeira, logo B pertence
A reta OC passa pela origem do referencial, pelo ao plano.
que a sua equação reduzida é y = –Ï√3x. C(3, 2, 8)
6×3+2×2–3×8+2=0
6. ⇔ 18 + 4 – 24 + 2 = 0
a) Opção (B)
⇔ 0 = 0 " Proposição verdadeira, logo C pertence
Seja α a amplitude, em radianos, do ângulo ao cen- ao plano.
tro a que corresponde o arco de circunferência AB:
Uma equação cartesiana do plano ABC é
α × 5 = 25p ⇔ α = 5p 6x + 2y – 3z + 2 = 0.
6 6
CA≥ · CB
≥ = ||CA
≥ || × ||CB
≥ || × cos α, logo: b) Opção (D)
h h
C≥A · C≥B = 5 × 5 × cos 5p = 25 × i –cos p i = – 25Ï√3 Uma vez que o plano β é paralelo à reta BC, isso
6 j 6j 2 significa que um vetor normal a β é perpendicular a
um vetor diretor da reta BC, por exemplo, o vetor BC ≥ ,
b) A≥C = C – A = (2, –1) – (–2, –4) = (4, 3) ≥ = 0.
≤ β · BC
cujas coordenadas são (2, 3, 6) e, portanto, n
mAC = 3 Além disso, o ponto de coordenadas (–1, 2, –1) tem
4 de pertencer ao plano. Assim:
mt × = –1 ⇔ mt = – 4
3 ≤ β é colinear a B≥C, logo n
(A) n ≤ β · BC
≥ ≠ 0.
4 3
Assim, a equação reduzida da reta t é do tipo ≤ β · BC
(B) n ≥ = (3, 2, –2) · (2, 3, 6) = 6 + 6 – 12 = 0
Verifiquemos se o ponto de coordenadas (–1, 2, –1)
y = – 4 x + b. pertence ao plano:
3
Como A(–2, –4) pertence à reta t, vem que: 3 × (–1) + 2 × 2 – 2 × (–1) + 3 = 0 ⇔ 6 = 0 " Falso,
logo o ponto não pertence ao plano.
–4 = – 4 × (–2) + b ⇔ –4 = 8 + b
3 3 ≤ β é colinear a B≥C, logo n
(C) n ≤ β · BC
≥ ≠ 0.
⇔ b = –4 – 8 ≤ β · BC
(D) n ≥ = (–3, –2, 2) · (2, 3, 6) = –6 – 6 + 12 = 0
3
Verifiquemos se o ponto de coordenadas (–1, 2, –1)
⇔b=– 20 pertence ao plano:
3
–3 × (–1) – 2 × 2 + 2 × (–1) + 3 = 0 ⇔ 0 = 0 " Verda-
Logo, a equação reduzida da reta t é y = – 4 x – 20 .
3 3 deiro, logo o ponto pertence ao plano.

64 ©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor


Propostas de resolução – Manual


c) O centro da superfície esférica de diâmetro [AD] é d) AB̂D = B≥A, B≥D
o ponto médio de [AD]. — B≥A · B≥D
cos(B≥A, B≥D) =
Determinemos as suas coordenadas: ||B≥A|| × ||BD
≥ ||
h –2 + 35 + 5 , 0 + 2 hi = hi 1 , 5, 1 hi
i ,
j 2 2 2 j j2 j Cálculos auxiliares

O raio da superfície esférica de diâmetro [AD] é • B≥A = (–2, 5, 0) – (1, –1, 2) = (–3, 6, –2)


igual a AD :
• ||B≥A|| = Ï√(–3) + 6 + (–2) = Ï√9 + 36 + 4 = Ï√49 = 7
2 2 2

2 • B≥D = (3, 5, 2) – (1, –1, 2) = (2, 6, 0)

• ||B≥D|| = Ï√2 + 6 + 0 = Ï√4 + 36 = Ï√40


2 2 2

A–D = Ï√(3 + 2)2 + (5 – 5)2 √+ (2 – 0)2 =


• B≥A · B≥D = (–3, 6, 2) · (2, 6, 0) = –6 + 36 + 0 = 30
= Ï√25 + 4 =
= Ï√29 — 30
Tem-se que cos(B≥A, B≥D) = .
O raio da superfície esférica de diâmetro [AD] é 7 × Ï√40

igual a Ï√29 . —
Logo, (B≥A, B≥D) = cos–1 i
h 30 h
i

e (B≥A, B≥D) ≈ 47o.
2 j7 × Ï√40 j
A equação reduzida da superfície esférica de diâ-
metro [AD] é:
h h2
ix – 1 i + (y – 5)2 + (z – 1)2 = 29
j 2 j 4

©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor 65

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