Declive e Inclinação de Retas: Manual Completo
Declive e Inclinação de Retas: Manual Completo
f) A reta definida por , k ∈R tem (opção (D)). No entanto, a opção (C) apresenta a
y = 2 + Ï√3k equação vetorial de uma reta de ordenada na ori-
gem positiva (1), o que dadas as condições do enun-
declive Ï√3 = –Ï√3 . ciado não é possível.
–1
Observe-se que as opções (A) e (B) estão excluídas,
Assim, sendo α a inclinação desta reta: pois, na opção (A), encontra-se uma equação de
tg a = –Ï√3 ∧ 0 < a < π uma reta de declive 3 e, na opção (B), encontra-se
Ï√3
Logo, a = 2p radianos. uma equação de uma reta de declive – 3 .
3
Ï√3
2. Reta r : 5.
Opção (A)
mr = tg 30o = Ï√3 Sabemos que tg α = 3 .
3 5
O ponto de coordenadas (0, –2) pertence à reta r. Como tg α + 1 =
2 1 , vem que:
cos2a
Logo, r : y = Ï√3 x – 2. h 3 h2 1 ⇔ 9 +1= 1
3 i i +1=
Reta s: j5 j cos2a 25 cos2a
ms = tg 45o = 1 ⇔ 34 = 12
O ponto de coordenadas (0, –2) pertence à reta s. 25 cos a
Logo, s: y = x – 2. ⇔ cos2α = 25
34
©ASA, Domínio 11, Dossiê do Professor 37
Propostas de resolução – Manual
Como sen2α + cos2α = 1, tem-se que: Por exemplo, para o ponto C de coordenadas (2, 1):
sen2α + 25 = 1 ⇔ sen2α = 1 – 25
34 34
⇔ sen2α = 9
34
⇔ sen α = ± √ 9
34 Î
⇔ sen α = ± 3
Ï√34
Produto escalar: 6
⇔ sen α = ± 3Ï√34
34
3Ï√3 4 7.
Conclui-se que sen α = , pois, sendo α a incli-
34 a) uando o produto escalar é positivo, a personagem
Q
nação de r, tem-se que α ∈[0, 180o[, logo sen α > 0. parece estar a aproximar-se do objetivo.
b) m produto escalar negativo parece indicar um
U
afastamento da personagem em relação ao obje-
Capítulo 2 – Produto escalar de dois vetores no tivo.
plano e no espaço
Tarefa – O jogo – página 135
1. e 2. Exercícios de margem – páginas 136 a 142
6.
—
a) (A≥B, D≥A) = 90o
D C
A B
—
b) (A≥B, D≥C) = 0o
D C
3., 4., 5. e 6. P
or exemplo, para o ponto C de coordenadas
(4, 4): O
A B
—
c) (A≥B, C≥D) = 180o
D C
Produto escalar: –7 O
Por exemplo, para o ponto C de coordenadas (4, 1):
A B
—
d) (B≥C, O≥D) = 45o
D C
Produto escalar: 2 A B
— A≥B a 1
O • cos(A≥B, A≥G) =
A≥G
=
Ï√3a
=
Ï√3
= 2 × 3 × cos 30 o= —
• cos(L≥A, L≥H) =
L≥D
=
2a
=
2
L≥A Ï√5a Ï√5
= 6 × Ï√3 =
2
= 3Ï√3 11.
a) (2≤u ) · ≤v = 2≤u · ≤v = 2 × 4 = 8
b)≤u · ≤v = ||≤u|| × ||≤v || × cos( ≤u—, ≤v ) =
h h
= 4 × 4 × cos p = b) (–5≤u ) · i 1 v≤ i = – 5 ≤u · ≤v = – 5 × 4 = –10
3 j2 j 2 2
= 16 × 1 = c) ≤v · (≤u + ≤w) = ≤u · ≤v + ≤v · ≤w = 4 + (–3) = 1
2
=8
12.
c) ≤u · ≤v = ||≤u|| × ||≤v || × cos( ≤u, ≤v ) =
—
a) (6≤u ) · ≤v = 6≤u · ≤v =
= 2018 × 2018 × cos 90o =
= 6 × 2 × 2 × cos 45o =
= 2018 × 2018 × 0 =
=0 = 24Ï√2 =
2
= 12Ï√2
8.
h h
a) Por exemplo, A≥B e A≥D. b) (2017 ≤w) · i – 1 v≤ i = – 2017 ≤v · ≤w = 0
j 3 j 3
b) Por exemplo, A≥B e D≥C.
c) ≤ +w
(u ≤ ) · (v≤ – w≤ )+w ≤ · ≤u =
c) Por exemplo, A≥B e C≥D. = ≤u · ≤v – ≤u · ≤w + ≤v · ≤w – ≤w · ≤w + ≤w · ≤u =
= 2 × 2 × cos 45o + 0 – 32
9. = 2Ï√2 – 9
—
a) D≥E · D≥C = ||D≥E|| × ||D≥C|| × cos(D≥E, D≥C) =
= 1 × 1 × cos 120o = 1 × 1 = – 1 13. 15
2 2 ≤ · ≤v
u 2
a) cos( ≤u—, ≤v ) = = =
≥ · AD
b) BC ≥ = ||BC≥ || × ||AD
≥ || × cos(BC
—
≥ , AD≥ )= ||≤u|| × ||≤v || 5 × Ï√3
= 1 × 2 × cos 0o = 2 × 1 = 2 15 3
—
= = =
c) F≥A · A≥B = ||F≥A|| × ||A≥B|| × cos(F≥A, A≥B) = 10Ï√3 2Ï√3
= 1 × 1 × cos 60o = 1 × 1 = 1 = 6Ï√3 = Ï√3
2 2 12 2
—
d) AF · AC = ||AF|| × ||AC|| × cos(AF, A≥C) =
≥ ≥ ≥ ≥ ≥ Logo, (≤u · v≤ ) = 30o.
—
10.
14.
a) A≥B · D≥C = a × a × cos 0o = a2 ≤u · ≤v
a) i. cos( ≤u—, ≤v ) = = Ï√5 = Ï√5
b) A≥B · G≥H = a × a × cos 180o = –a2 ||≤u|| × ||≤v || 3 × 3 9
c) I≥J · L≥D = a × 2a × cos 90o = 0 Logo, ( ≤u, ≤v ) ≈ 75,6o.
—
Î√
5
= √ p + 42 =
32 – 2 × 3 × 4 × cos
D. C≥B · C≥D = , × , × cos 108o ≠ ,2 cos 216o 3
Logo, a afirmação é falsa.
2 = ||C≥A||2 + ||C≥B||2 =
Logo, D≥B = 2, cos 36 .
o
u1 × v1 +
u≤ (u1, u2) v≤ (v1, v2) || u≤ || || v≤ || ( u≤ , v≤ ) aproximação
—
(com + u2 × v2 +
às aproximação
milésimas) às milésimas)
–2 O 2 x
(3, 0) (1, 4) 3 Ï√17 76o 0,242 2,993 3×1+0×4=3 – –
⇔ –2 < k < 2
(2, –1) (3, 4) Ï√5 5 79,7o 0,179 2,001 2 × 3 + (–1) × 4 = 2
Logo, k ∈]–2, 2[.
(–2, 4) (4, 2) Ï√20 Ï√20 90o 0 0 (–2) × 4 + 4 × 2 = 0
21.
2 × (–1) + 4 × a) A≥B = (3, 4) – (1, –2) = (2, 6)
(2, 4) (–1, –4) Ï√20 Ï√17 167,5 o
–0,976 –17,997
× (–4) = –18
A≥B · ≤u = 2 × (–2) + 6 × 5 =
3 × (–4) + (–2) ×
(3, –2) (–4, 5) Ï√13 Ï√41 162,3o –0,953 –22,002 = –4 + 30 =
× 5 = –22
= 26
b) Os valores obtidos nas duas últimas colunas são
b) ≤u · (B≥A – 3≤u ) = ≤u · B≥A – 3≤u · ≤u =
muito aproximados; aliás, se a aproximação pedida
fosse às unidades, os valores obtidos seriam iguais, = –≤u · A≥B – 3 ||≤u||2 =
= –26 – 3 × (Ï√29) =
2
o que leva a concluir que são ambas formas de cal-
cular o produto escalar. Observe-se que os valores = –113
que dizem respeito às colunas da amplitude do Cálculo auxiliar
ângulo e do respetivo cosseno foram determinadas ||≤u|| = Ï√(–2) + 5 = Ï√29
2 2
24. b) mt = 3 ⇔ tg a = 3
2 2
a) Por exemplo: (–5, 2), (5, –2), (10, –4)
a ∈[0o, 180o]
b) Por exemplo: (6, 1), (–6, –1), (12, 2) Logo, a ≈ 56,3o.
c) Por exemplo: (0, –4), (0, 1), (0, 2)
c) A bissetriz dos quadrantes pares tem como vetor
diretor, por exemplo, o vetor de coordenadas (1, –1).
25. ≤u · ≤v = 0 ⇔ (–1, 2) · (x, y) = 0 Um vetor diretor da reta t pode ser, por exemplo,
⇔ –x + 2y = 0 o vetor de coordenadas (2, 3).
⇔ x = 2y
||(1, –1)|| = Ï√12 + (–1)2 = Ï√2
||v≤ || = 2 ⇔ Ï√(2y)2 + y2 = 2
||(2, 3)|| = Ï√22 + 32 = Ï√13
⇔ Ï√5y = 2
(1, –1) · (2, 3) = 2 – 3 = –1
⇔y= 2 Assim, sendo a o ângulo pedido,
Ï√5
cos a = |–1| , pelo que
⇔ y = 2Ï√5 Ï√2 × Ï√13
5
h h
Assim, o vetor pedido é ≤v i 4Ï√5 , 2Ï√5 i . h h
j 5 5 j a = cos–1 i 1 i ≈ 1,4 rad.
j
Ï√26 j
26.
a) A equação da reta pretendida é da forma 28. Opção (D)
ax – y – 2 = 0 ⇔ y = ax – 2, pelo que o declive desta
y = – 3 x + b. reta é a.
2
Como o ponto A pertence a esta reta: O declive da reta definida por
x = 1 + 2k
5 = – 3 × 3 + b ⇔ b = 19
123
, k ∈R é – 3 .
2 2 2
y = 5 – 3k
Logo, y = – 3 x + 19 é a equação pedida.
2 2
Logo, a = 2 .
b) x – y – 2 = 0 ⇔ y = x – 2 3
A equação da reta pretendida é da forma y = –x + b.
29. y
Como o ponto A pertence a esta reta:
5 = –3 + b ⇔ b = 8 C D B
h h h h
Logo, A≥D = D – A = i 5a , a i – (a, 0) = i – 3a , a i b)Um vetor diretor da reta s é ≤s (1, –3).
j 8 2j j 8 2 j
Os vetores ≤r e ≤s são colineares.
h h h h h h
e D≥E = E – D = i a , 0 i – i 5a , a i = i – 3a , – a i . Consideremos o ponto de coordenadas (1, 1) per-
j4 j j 8 2j j 8 2j tencente à reta r.
Como AD ≥ · DE
≥ = –7, vem que: Averiguemos se também pertence à reta s:
h
i–
3a , a hi · hi – 3a , – a hi = –7 1 = –3 × 1 + 4 ⇔ 1 = 1 " Proposição verdadeira,
j 8 2j j 8 2j logo o ponto também pertence à reta s.
Assim, as retas r e s são coincidentes.
⇔ 9a – a = –7
2 2
cular é 3 .
4 8. Opção (D)
Assim, a equação pedida é da forma y = 3 x + b. O centro da circunferência é a origem do referen-
4
cial. Seja T o ponto de tangência.
Como o ponto A(1, 2) pertence a esta reta:
OT≥ = (3, 4), pelo que o declive da reta OT é igual a 4 .
3
2= 3 ×1+b⇔b= 5
4 4 Uma reta que seja tangente à circunferência no
ponto T é perpendicular à reta OT e tem declive
A equação pedida é y = 3 x + 5 .
4 4
igual a – 3 .
4
b) x – 5y = 2 ⇔ 5y = x – 2
9.
⇔y= 1 x– 2 a) ≤u · ≤v < 0 ∧ k ≠ 3
5 5 2 k–1
O declive da reta definida por x – 5y = 2 é 1 . ⇔ (k, 3) · (2, k – 1) < 0 ∧ k(k – 1) ≠ 6 ∧ k – 1 ≠ 0
5
Logo, o declive de uma reta que lhe seja perpendi- ⇔ 2k + 3k – 3 < 0 ∧ k2 – k – 6 ≠ 0 ∧ k ≠ 1
cular é –5. ⇔ 5k < 3 ∧ k ≠ –2 ∧ k ≠ 3 ∧ k ≠ 1
Assim, a equação pedida é da forma y = –5x + b. ⇔ k < 3 ∧ k ≠ –2 ∧ k ≠ 3 ∧ k ≠ 1
Como o ponto A(1, 2) pertence a esta reta: 5
2 = –5 × 1 + b ⇔ b = 7 Cálculo auxiliar
1 ± Ï√1 + 24
A equação pedida é y = –5x + 7. k2 – k – 6 = 0 ⇔ k =
2×1
⇔ k = 3 ∨ k = –2
14243
(x, y, 1) · (6, 4, 0) = 0 6x + 4y = 0
enunciado:
10. ⇔
h h r ∩ s:
(x, y, 1) · i 1, 0, – 1 i = 0 x– 1 =0
j 2j 2 2 x – 5 = 2x – 1 ⇔ 2x – 5 = 6x – 1
3 3 3
y=– 3 ⇔ –4x = 4
14243
14243
3 + 4y = 0
4 ⇔ x = –1
⇔ ⇔
x= 1 x= 1 h h
2 2 y = 2 × (–1) – 5 = – 7 A i –1, – 7 i
3 3 3 j 3 j
0 = – a x + 1 ⇔ 0 = –ax + 1
b b
⇔x= 1
A–B = Î√ h
(5 + 1)2 + i 5 + 7
j3 3
h2
i
j
= Ï√36 + 16 = Ï√52
AB– =
2
Î
h√ 14
i
h2 h h2
– 2 i + i – 57 + 5 i =
= Î√h
i
j
24 hi 2 + hi – 36 hi 2 =
13 j j 13 j
Î√
j 13 j j 13 j
576 + 1296 =
Î√
=
h 12 hi 2 + hi 8 hi 2 = 169 169
= i–
Î√
j 13 j j 13 j
144
Î√
=
= 144 + 64 = 13
169 169 Logo, a área do triângulo [ABC] é dada por:
= Ï√208 =
13
4Ï√ 13
Ï√52 × Î√ 144
13
= 12 u.a.
=
13 2
⇔ a + b + c = Ï√3 × Ï√3
2
⇔a+b+c= 3
2
≤u · ≤w = (a, b, c) · (1, 0, 1) =
= a + c
||≤w|| = Ï√12 + 02 + 12 =
= Ï√2
Logo:
≤u · ≤w = ||≤u|| × ||≤w|| × cos p
4
⇔ a + c = Ï√2 × Ï√2 b)
2
⇔a+c=1
Equação do plano Simplificação da
Assim, tem-se:
obtida no expressão
A v≤ (v1, v2, v3)
Geogebra® na forma v1(x – 2) + v2(y – 2) +
1442443
1442443
a2 + b2 + c2 = 1 (1 – c)2 + b2 + c2 = 1 ax + by + cz + d = 0 + v3(z – 2) = 0
(2, 2, 2) (1, –2, –3) x – 2y – 3z + 8 = 0 x – 2y – 3z + 8 = 0 (i)
a+b+c= 3 ⇔ 1–c+b+c= 3
2 2 (2, 2, 2) (0, 4, –5) 4y – 5z + 2 = 0 4y – 5z + 2 = 0 (ii)
a+c=1 a=1–c (2, 2, 2) (2, 0, –1) 2x – z – 2 = 0 2x – z – 2 = 0 (iii)
i i + c2 = 1
j
2 j Cálculos auxiliares
(i) 1(x – 2) + (–2)(y – 2) + (–3)(z – 2) = 0 ⇔ x – 2 – 2y + 4 – 3z + 6 = 0
⇔ b= 1 ⇔ x – 2y – 3z + 8 = 0
2 (ii) 0(x – 2) + 4(y – 2) + (–5)(z – 2) = 0 ⇔ 4y – 8 – 5z + 10 = 0 ⇔ 4y – 5z + 2 = 0
(iii) 2(x – 2) + 0(y – 2) + (–1)(z – 2) = 0 ⇔ 2x – 4 – z + 2 = 0 ⇔ 2x – z – 2 = 0
––––––– (iv) 3(x – 2) + (–2)(y – 2) + 0(z – 2) = 0 ⇔ 3x – 6 – 2y + 4 = 0 ⇔ 3x – 2y – 2 = 0
1442443
2c2
4 4 formas de definir por uma equação um plano, dado
um ponto e um vetor perpendicular ao plano.
⇔ ––––––– ⇔ –––––––
––––––– –––––––
Exercícios de margem – páginas 162 a 171
35.
a) Por observação da condição dada, obtém-se o vetor
c = 1 + 1 Ï√2 c = 1 – 1 Ï√2
1442443
1442443
h h
2 4 2 4 normal ao plano n≤ a(–2, 1, 3) e o ponto P1 i 1, – 1 , 2 i .
j 2 j
⇔ b= 1 ⇔ b= 1 Se, por exemplo, x = 0 e y = 0, tem-se:
2 2
h h
a = 1 – 1 Ï√2 a = 1 + 1 Ï√2 –2(0 – 1) + i 0 + 1 i – 3(2 – z) = 0 ⇔ 2 + 1 – 6 + 3z = 0
j 2j 2
2 4 2 4
≤ nas condições do enunciado são: ⇔ 3z = 7
Assim, os vetores u 2
h h
≤u i 1 + 1 Ï√2, 1 , 1 – 1 Ï√2 i e ⇔z= 7
j2 4 2 2 4 j 6
h h h 7 h
≤u i 1 – 1 Ï√2, 1 , 1 + 1 Ï√2 i . Obtém-se o ponto P2 i 0, 0, i .
j
j2 4 2 2 4 j 6j
b) Por observação da condição dada, obtém-se o vetor b) Um vetor diretor da reta definida por y = 21 ∧ z = –10
h h é (1, 0, 0), pois a reta é paralela ao eixo Ox. Como a
normal ao plano n≤ b i –1, 1, 1 i e o ponto P1(–2, 0, 2).
j 4j reta é perpendicular ao plano a, então este vetor é
Se, por exemplo, y = 0 e z = 0, tem-se: normal ao plano a. Assim:
x–1=0⇔x=1
–(x + 2) + 0 = – 1 (0 – 2) ⇔ –x – 2 = 1
4 2 Logo, x = 1 é uma equação cartesiana do plano a.
⇔x=– 5
c) Um vetor diretor da reta definida por x = –1 ∧ z = 0
2
é (0, 1, 0), pois a reta é paralela ao eixo Oy. Como a
h 5 h
Obtém-se o ponto P2 i – , 0, 0 i . reta é perpendicular ao plano a, então este vetor é
j 2 j
normal ao plano a. Assim:
c) Por observação da condição dada, obtém-se o vetor y–3=0⇔y=3
h h
normal ao plano n≤ g i 1, 2, 1 i . Logo, y = 3 é uma equação cartesiana do plano a.
j 3j
Se, por exemplo, x = 0 e y = 0, tem-se: ≤ α(2, –1, 1) é um vetor normal ao plano α.
38. n
0 + 0 + z = 5 ⇔ z = 15 a) r≤ (2, –1, 1) é um vetor diretor da reta r, logo a reta r
3 é concorrente perpendicular ao plano α.
Obtém-se o ponto P1(0, 0, 15).
b) ≤r (1, 2, 0) é um vetor diretor da reta r.
Se, por exemplo, x = 1 e y = 1, tem-se:
≤r ∙ n
≤ α = (1, 2, 0) ∙ (2, –1, 1) =
1+2+ z =5⇔z=6 =2–2+0=
3
Obtém-se o ponto P2(1, 1, 6). =0
d) Por observação da condição dada, obtém-se o vetor Averiguemos se o ponto de coordenadas (0, 0, 1),
pertencente à reta r, pertence também ao plano α:
normal ao plano n ≤ d(3, 0, 2).
2 × 0 – 0 + 1 – 1 = 0 ⇔ 0 = 0 " Proposição verda-
Se, por exemplo, x = 0 e y = 100, tem-se:
deira, logo o ponto pertence ao plano α.
0 + 2z = –1 ⇔ z = – 1 Assim, a reta r está contida no plano α.
2
h h c) ≤r (0, 1, 1) é um vetor diretor da reta r.
Obtém-se o ponto P1 i 0, 100, – 1 i .
j 2j ≤r ∙ ≤nα = (0, 1, 1) ∙ (2, –1, 1) =
Se, por exemplo, z = 0 e y = 2017, tem-se: =0–1+1=
3x + 0 = –1 ⇔ x = – 1 =0
3 Averiguemos se o ponto de coordenadas (1, 1, 1),
h h
Obtém-se o ponto P2 i – 1 , 2017, 0 i . pertencente à reta r, pertence também ao plano α:
j 3 j 2 × 1 – 1 + 1 – 1 = 0 ⇔ 1 = 0 " Proposição falsa,
logo o ponto não pertence ao plano α.
36.
Assim, a reta r é estritamente paralela ao plano α.
a) 2(x + 1) – 1(y – 1) + 3(z – 2) = 0
⇔ 2x + 2 – y + 1 + 3z – 6 = 0 d) ≤r (0, 0, 1) é um vetor diretor da reta r.
⇔ 2x – y + 3z – 3 = 0, que é a equação pedida. ≤r ∙ ≤nα = (0, 0, 1) ∙ (2, –1, 1) = 1 ≠ 0 e ≤r e ≤nα não são
colineares.
b) 1(y – 3) + 2(z – 2) = 0
Logo, a reta r é concorrente oblíqua ao plano α.
⇔ y – 3 + 2z – 4 = 0
⇔ y + 2z – 7 = 0, que é a equação pedida.
39. Opção (C)
c) –2(x + 2) + 5(z – 2) = 0 Um vetor normal ao plano dado é (1, –2, 0).
⇔ –2x – 4 + 5z – 10 = 0 Um vetor diretor da reta definida na opção (A) é (3, 2, 1).
⇔ –2x + 5z – 14 = 0, que é a equação pedida. Ora, este vetor não é colinear com o vetor normal
d) –3(x + 1) + 4(y + 1) = 0 ao plano, pelo que esta reta não é perpendicular ao
⇔ –3x – 3 + 4y + 4 = 0 plano dado.
⇔ –3x + 4y + 1 = 0, que é a equação pedida. Um vetor diretor da reta definida na opção (B) é (0, 0, 1).
Ora, este vetor não é colinear com o vetor normal
e) 5(x – 3) = 0 ⇔ 5x – 15 = 0
ao plano, pelo que esta reta não é perpendicular ao
⇔ x = 3, que é a equação pedida. plano dado.
Um vetor diretor da reta definida na opção (C) é
37. (1, –2, 0). Ora, este vetor é colinear com o vetor nor-
a) Um vetor diretor da reta definida por x = –4 ∧ y = 5 mal ao plano, pelo que esta reta é perpendicular
é (0, 0, 1), pois a reta é paralela ao eixo Oz. Como a ao plano dado.
reta é perpendicular ao plano a, então este vetor é Um vetor diretor da reta definida na opção (D) é (3, 0, 1).
normal ao plano a. Assim: Ora, este vetor não é colinear com o vetor normal
z + 1 = 0 ⇔ z = –1 ao plano, pelo que esta reta não é perpendicular ao
Logo, z = –1 é uma equação cartesiana do plano a. plano dado.
14243
14243
Como K pertence ao plano IJK, então: 1–l=0 l=1
x+x+0=2⇔ x=1 ⇔ 2=y ⇔ y=2
Logo, K(1, 1, 0). Conclui-se também que a aresta do
3 + 2l = z z=5
cubo é 2 e que D(1, –1, 1).
Assim, o plano paralelo a IJK e que passa em D é da Logo, o ponto de interseção da reta s com o plano
forma x + y + z = d. yOz tem coordenadas (0, 2, 5).
Como D pertence a esse plano:
c) Por exemplo:
1–1+1=d⇔d=1
r: (x, y, z) = (–1, 2, –1) + k(–2, 0, 4), k ∈R
A equação pedida é x + y + z = 1.
d) Sabe-se que o vetor de coordenadas (–1, 0, 2) é um
vetor diretor da reta s.
41. Opção (B)
Um vetor diretor da reta t terá de ser perpendicular
Um vetor normal ao plano a é (1, –2, 1). Um plano
que seja paralelo a a terá como vetor normal um a qualquer vetor diretor da reta s.
vetor colinear com este, o que apenas acontece na Assim, um vetor diretor da reta t pode ser, por exem-
opção (B), em que um vetor normal ao plano indi- plo, o vetor de coordenadas (2, 5, 1).
cado é (–2, 4, –2). Então, uma equação vetorial da reta t é, por exem-
plo:
h h
42. Para que os dois planos sejam perpendiculares têm t : (x, y, z) = i 3 , 2, 2 i + k(2, 5, 1), k ∈R
de ter vetores normais perpendiculares. j 2 j
Assim:
45.
(2, 4, –1) · (2, k – 1, –1) = 0 ⇔ 4 + 4k – 4 + 1 = 0
a) A≥B = (2, 4, 1) – (1, 3, 2) = (1, 1, –1)
⇔k=– 1 O triângulo [ABC] é retângulo em B, por estar ins-
4
crito numa semicircunferência, logo o vetor A≥B é
43. Qualquer ponto da reta r é da forma (1 + 2k, –1 – k, k), normal ao plano BCD.
sendo k um número real. Substituindo na equação Então, como B pertence ao plano BCD e A≥B é um
do plano: vetor normal a este plano, uma equação cartesiana
1 + 2k – 2(–1 – k) = 4 ⇔ 1 + 2k + 2 + 2k = 4 do plano BCD é:
⇔ 4k = 1 1(x – 2) + 1(y – 4) – 1(z – 1) = 0
⇔k= 1 ⇔x–2+y–4–z+1=0
4 ⇔x+y–z–5=0
Assim, obtém-se o ponto de coordenadas
h
C≥D é um vetor normal ao plano ABC e, como tal, é
b)
i1 + 2 ×
1 , –1 – 1 , 1 hi = hi 3 , – 5 , 1 hi , que é o
colinear com (0, 1, 1) que é um vetor colinear a este
j 4 4 4j j2 4 4j
plano.
ponto de interseção da reta r com o plano a.
Assim, C≥D = (0, k, k), para algum k real.
44. Como a altura do cilindro é 2Ï√2, tem-se:
a) Substituindo na equação da reta (x, y, z) pelas coor- ||C≥D|| = 2Ï√2 ⇔ Ï√02 + k2 + k2 = Ï√8
denadas do ponto A, obtém-se:
⇔ 2k2 = 8
h 3 h
i , 2, 2 i = (1, 2, 3) + l(–1, 0, 2) ⇔ k = 2 ∨ k = –2
j 2 j
Logo, C≥D = (0, 2, 2), de acordo com a figura.
1–l= 3 l=– 1
14243
14243
14243
y+z=5
123 y=5–z c) O vetor (1, 0, 1) é normal ao plano ABC e, conse-
123
c) ⇔ quentemente, é normal a qualquer plano que lhe
16x – 5y + 11z = 23 16x – 5(5 – z) + 11z = 23
seja paralelo.
––––––– ––––––– Como o ponto V pertence à reta EV, tem-se que
123
123
⇔ ⇔
16x – 25 + 5z + 11z = 23 16x + 16z = 48 V(a, 0, a), a ∈R+, de acordo com a figura.
⇔ ⇔ 123
x+z=3 x=3–z ⇔ E–V = 3Ï√2
h h2
(3 – z, 5 – z, z), z ∈R ⇔ 2ia – 1 i = 18
Mas: j 2 j
h h
As coordenadas de M são i –1 + 6 , 1 + 10 , 0 + 3 i = (–5, 2, –3) = (1, 2, –3) + t(–2, 0, 4)
j 2 2 2 j
h h
= i 5 , 11 , 3 i .
14243
14243
14243
–5 = 1 – 2t 2t = 6 t=3
j 2 2 2j
⇔ 2=2 ⇔ 2=2 ⇔ 2=2
O vetor RC ≥ é um vetor normal ao plano mediador
de [RC]. –3 = –3 + 4t 4t = 0 t=0
R≥C = C – R = (6, 10, 3) – (–1, 1, 0) = (7, 9, 3) Logo, o ponto B não pertence à reta r.
Assim, o plano mediador de [RC] pode ser definido
b) Os pontos do plano definidos por y = x são da forma
por:
(x, x, z), sendo x e z números reais.
h h h h h h
7 i x – 5 i + 9 i y – 11 i + 3 i z – 3 i = 0 (x, x, z) = (1, 2, –3) + t(–2, 0, 4)
j 2j j 2 j j 2j
14243
14243
x = 1 – 2t 2 = 1 – 2t
⇔ 7x – 35 + 9y – 99 + 3z – 9 = 0
2 2 2 ⇔ x=2 ⇔ x=2
⇔ 7x + 9y + 3z – 143 =0 z = –3 + 4t –––––––
2
⇔ 14x + 18y + 6z – 143 = 0 t=– 1 t=– 1
14243
14243
2 2
b) Opção (D) ⇔ x=2 ⇔ x=2
Uma equação cartesiana do plano paralelo ao plano
α é da forma –2x + 6y + 3z + d = 0, com d ∈R. O ponto z = –3 – 2 z = –5
de coordenadas (1, –3, 5) pertence ao plano, logo: O ponto de interseção da reta r com o plano y = x
–2 × 1 + 6 × (–3) + 3 × 5 + d = 0 ⇔ –2 – 18 + 15 + d = 0 tem coordenadas (2, 2, –5).
⇔d=5 c) i. Um vetor diretor da reta s é, por exemplo, (–1, 0, 2),
Assim, uma equação cartesiana do plano paralelo que é colinear com (–2, 0, 4), que é um vetor dire-
ao plano α e que passa no ponto de coordenadas tor da reta r. Assim:
(1, –3, 5) é: s: (x, y, z) = (–5, 2, –3) + k(–1, 0, 2), k ∈R
–2x + 6y + 3z + 5 = 0
ii. Um vetor diretor da reta t tem de ser perpendicu-
c) Comecemos por determinar as coordenadas do lar ao vetor (–2, 0, 4), podendo ser, por exemplo,
ponto A. (4, 0, 2). Assim:
Uma equação vetorial da reta perpendicular ao plano t: (x, y, z) = (0, 0, 0) + k(4, 0, 2), k ∈R
α e que contém o centro da superfície esférica é
iii. Um vetor normal ao plano α é (–1, 2, –1), que
(x, y, z) = (6, 10, 3) + k(–2, 6, 3), k ∈R, pelo que um ponto
é um vetor diretor da reta u, perpendicular ao
genérico desta reta é da forma (6 – 2k, 10 + 6k, 3 + 3k),
plano α. Assim:
com k ∈R.
Substituindo as coordenadas do ponto genérico da u: (x, y, z) = (0, 0, 0) + k(–1, 2, –1), k ∈R
reta na equação do plano α, obtém-se: iv. Um vetor normal ao plano β é (1, –1, –2). Um
–2(6 – 2k) + 6(10 + 6k) + 3(3 + 3k) – 8 = 0 vetor diretor da reta v tem de ser perpendicular
⇔ –12 + 4k + 60 + 36k + 9 + 9k – 8 = 0 ao vetor normal ao plano, por exemplo, (1, 1, 0).
⇔ 49k = –49 Assim:
⇔ k = –1 v: (x, y, z) = (–5, 2, –3) + k(1, 1, 0), k ∈R
Assim, A(6 – 2 × (–1), 10 + 6 × (–1), 3 + 3 × (–1)), ou
2.
seja, A(8, 4, 0).
a) Por exemplo: (x, y, z) = (1, 2, 3) + k(4, 5, 6), k ∈R
[AB] é um diâmetro da superfície esférica, logo
B = A + 2A≥C . b) Por exemplo: (x, y, z) = (1, 2, 3) + k(4, 5, 0), k ∈R
A≥C = C – A = (6, 10, 3) – (8, 4, 0) = (–2, 6, 3) c) Por exemplo: (x, y, z) = (1, 2, 3) + k(1, 0, 1), k ∈R
Desta forma: d) Por exemplo: (x, y, z) = (1, 2, 3) + k(0, 0, 1), k ∈R
B = (8, 4, 0) + 2(–2, 6, 3) = e) Por exemplo: (x, y, z) = (1, 2, 3) + k(–3, –1, 7), k ∈R
= (8, 4, 0) + (–4, 12, 6) =
= (4, 16, 6) 3.
a) 4(x – 1) + 5(y – 2) + 6(z – 3) = 0
⇔ 4x – 4 + 5y – 10 + 6z – 18 = 0
Aprende fazendo 4 – páginas 173 a 175 ⇔ 4x + 5y + 6z – 32 = 0
1. b)
Um vetor normal ao plano é, por exemplo, (8, 0, 3).
a) (0, 2, –1) = (1, 2, –3) + t(–2, 0, 4) 8(x – 1) + 3(z – 3) = 0 ⇔ 8x – 8 + 3z – 9 = 0
⇔ 8x + 3z = 17
t= 1
14243
14243
14243
h h
[Link]ção (B) b) Os pontos da reta r são da forma i 1 + k , 2 + k , 2 + k i ,
h h j 4 2 j
Um vetor diretor da reta r é ≤r i 2, –1, 1 i . sendo k um número real.
j 8j
h 1 hi · (16, –8, 1) = 2 × 16 + (–1) × (–8) + 1 × 1 = Substituindo na equação do plano:
i 2, –1, h h h h
j 8j 8 2 × i 1 + k i + 4 i 2 + k i – (2 + k) = –4
j 4j j 2j
= 32 + 8 + 1 =
8 ⇔ 2 + k + 8 + 2k – 2 – k = –4
= 321 2
8 ⇔ 3 k = –12
Ou seja, a reta r não é perpendicular à reta definida 2
por (x, y, z) = k(16 –8, 1), k ∈R. ⇔ k = –8
Então, o ponto de interseção da reta r com o plano
1
α tem coordenadas:
2 = –1 = 8 = 1
h 8 , 2 – 8 , 2 – 8 hi = (–1, –2, –6)
16 –8 1 8 i1 –
j 4 2 j
Logo, a reta r é paralela à reta definida por:
(x, y, z) = k(16 –8, 1), k ∈R 9.
a) Um vetor diretor da reta r é ≤r (–2, 3, 4) e um vetor
normal ao plano α é ≤n(0, 4, –3).
5. Opção (D)
h h Ora, ≤r · ≤n = 0 + 12 – 12 = 0, pelo que a reta r é estrita-
Um vetor diretor da reta r é ≤r i 2, 5 , 0 i , que não é
j 3 j mente paralela ao plano α ou a reta r é coincidente
colinear com o vetor de coordenadas (2, 5, 0), logo com o plano α.
este não é um vetor diretor da reta r. Um ponto da reta é o ponto de coordenadas
Um vetor normal ao plano a é ≤n(6, 5, 0), que não é (1, 0, –7). Substituindo estas coordenadas na equa-
colinear com o vetor de coordenadas (6, 5, –4), logo ção do plano, tem-se:
este não é um vetor normal ao plano a. 4 × 0 – 3 × (–7) = 1 ⇔ 21 = 1, que é uma proposição
falsa.
≤r · ≤n = 2 × 6 + 5 × 5 + 0 × 0 = 61 , logo os vetores
3 3 Logo, a reta r é estritamente paralela ao plano α.
≤r e ≤n não são perpendiculares e, portanto, a reta r b) Um vetor diretor da reta r é r≤ (2, –3, 1) e um vetor
não é estritamente paralela ao plano α. normal ao plano α é ≤n(2, –1, –1).
5 Ora, ≤r · ≤n = 4 + 3 – 1 = 6, pelo que a reta r não é
2 paralela ao plano α, ou seja, a reta r é concorrente
Uma vez que = 3 = 1 , então ≤r é colinear a ≤n,
6 5 3 ao plano α.
logo a reta r é perpendicular ao plano α. Os pontos da reta r são da forma (1 + 2k, –2 – 3k, k),
sendo k um número real.
6.
Opção (B) Substituindo na equação do plano:
(2, 4, –1) · (2, k – 1, –1) = 0 ⇔ 4 + 4k – 4 + 1 = 0 2 × (1 + 2k) – (–2 – 3k) – k = 6
⇔ 4k + 1 = 0 ⇔ 2 + 4k + 2 + 3k – k = 6
⇔ 6k = 2
⇔k=– 1
4 ⇔k= 1
3
[Link]ção (D) Então, o ponto de interseção da reta r com o plano
Um vetor normal ao plano dado é ≤n(1, –2, 0). α tem coordenadas:
(1, –2, 0) · (3, 2, 1) = 3 – 4 + 0 = –1, logo o plano não h 2 , – 2 – 1, 1 hi = hi 5 , –3, 1 hi
i1 +
é paralelo à reta definida na opção (A). j 3 3j j3 3j
h h
(1, –2, 0) · i 3, 2 , –5 i = 3 – 4 + 0 = 5 , logo o plano 10. Um vetor diretor da reta r é ≤r (–5, p, 0).
j 3 j 3 3
Um vetor normal ao plano α é ≤n(1, p, –1).
não é paralelo à reta definida na opção (B).
Para que a interseção da reta com o plano seja um
(1, –2, 0) · (0, 1, 0) = 0 – 2 + 0 = –2, logo o plano não
conjunto vazio, a reta tem de ser estritamente para-
é paralelo à reta definida na opção (C).
lela ao plano, ou seja, estes dois vetores têm de ser
(1, –2, 0) · (0, 0, 1) = 0 + 0 + 0 = 0, logo o plano é perpendiculares.
paralelo à reta definida na opção (D). ≤r · ≤n = 0 ⇔ (–5, p, 0) · (1, p, –1) = 0
⇔ –5 + p2 = 0
8. ⇔ p = Ï√5 ∨ p = –Ï√5
h h
a) Um vetor diretor da reta r é ≤r i 1 , 1 , 1 i e um vetor
j 4 2 j
normal ao plano α é ≤n(2, 4, –1). 11. Um vetor normal ao plano de equação
4x – 3y + 12z = 6 é, por exemplo, ≤n(4, –3, 12).
Ora, ≤r · ≤n = 1 + 2 – 1 = 3 , pelo que a reta não é
2 2 A reta perpendicular ao plano e que contém o
paralela ao plano α, ou seja, a reta r é concorrente ponto A pode ser definida pela equação vetorial:
ao plano α. (x, y, z) = (1, 4, 2) + k(4, –3, 12), k ∈R
Ponto genérico: (1 + 4k, 4 – 3k, 2 + 12k), k ∈R Aprende Fazendo Global – páginas 184 a 194
Substituindo na equação do plano, vem que: [Link]ção (B)
4(1 + 4k) – 3(4 – 3k) + 12(2 + 12k) = 6 ≥ · DB
AB ≥ = D≥C · D≥B =
⇔ 4 + 16k – 12 + 9k + 24 + 144k = 6 = ||D≥C|| × ||D≥B|| × cos(BD̂C) =
⇔ 169k = –10 = a × a × cos 60o (˚[BCD] é equilátero)
⇔ k = – 10 = a 2× 1 =
169 2
= a
2
Assim, o ponto de interseção da reta com o plano
2
h h h h h
tem coordenadas i 1 + 4 × i – 10 i , 4 – 3 × i – 10 i , 2.
Opção (A)
j j 169 j j 169 j
=Î√ h 40
i
j 169
h2
i
j
+
h 30
i
j 169
h 2 √ h 120
i + i
j j 169
h2
i
j
=
Como tg2α + 1 = 12 , vem que:
tg
cos a
2α + 1 = 9 ⇔ tg2α = 1
Î√
8 8
16 900 =
=
1692 ⇔ tg α = ± 1
Ï√8
=Î√ 100 =
169
⇔ tg α = ± Ï√8
8
= 10 ⇔ tg α = ± 2Ï√2
13 8
=Î√ 1 + 1 + 1 =
9 36 36
perpendiculares. Assim, mt = – 1 .
mAB
A≥B = B – A = (–1, 4) – (3, – 1) = (–4, 5)
=Î√ 1
6
mAB = – 5
4
• r = ||C≥B|| = ||C≥D|| =
||A≥B|| Ï√(–4) + 5
=
2
=
2
5Ï√5
2 2
—
⇔ cos(C≥O, C≥A) = 8 – 3
Ï√16 + 25
= =
2 5Ï√5
Ï√41
⇔ cos(C≥O, C≥A) = 5
Ï√
= —
2
5
h Ï√41 h 2
b × ij i h h
2 j
⇔ (C≥O, C≥A) = cos i Ï√5 i , ou seja, (C≥O, C≥A) ≈ 63,4o.
— —
41 –1
• Asetor circular = =
j 5 j
β
2 8
Logo:
41p 41 8 p [Link]ção (B)
= β⇔β= π⇔β=
8 8 48 6 (≤u – ≤v ) · (≤u + 2≤v ) = ≤u · ≤u + 2≤u · ≤v – ≤u · ≤v – 2≤v · ≤v =
= ||≤u||2 + ≤u · ≤v – 2||≤v||2 =
5.
= 22 + 2 × 1 × cos 2p – 2 × 12 =
a) C(2, –1) 3
m = tg 60o = Ï√3 h 1 h
= 4 + 2 × i– i – 2 =
y = Ï√3x + b j 2 j
r : y = Ï√3 x + 2 ⇔ 1 = 20
3 2 Ï√400 + 20c2
A(Ï√3, a) ⇔ Ï√400 + 20c2 = 40
Como a ∈r, então: ⇔ 400 + 20c2 = 1600
a = Ï√3 × Ï√3 + 2 ⇔ a = 3 ⇔ 20c2 = 1200
3 ⇔ c2 = 60
A(Ï√3, 3) ⇔ c = ± Ï√60
Como A(Ï√3, 3) pertence à reta s, então: ⇔ c = ± 2Ï√15
3 = – Ï√3 × Ï√3 + b’ ⇔ b’ = 6 Como c < 0, então c = –2Ï√15.
Logo, s: y = –Ï√3x + 6. Cálculos auxiliares
• A≥B = (2, 0, 0) – (0, 4, 0) = (2, –4, 0)
• A≥P = (2, 0, c) – (0, 4, 0) = (2, –4, c)
9. • A≥B · A≥P = 4 + 16 = 20
a) Opção (C) • ||A≥B|| = Ï√4 + 16 = Ï√20
• ||A≥P|| = Ï√4 + 16 + c = Ï√20 + c
2 2
EF≥ · AD
≥ = 0, pois EF≥ e AD
≥ são vetores perpendiculares.
b) Opção (A)
Como o plano é paralelo ao plano ABC, então é 11. P
definido por uma equação do tipo:
6x + 2y – 3z + d = 0
Como contém o ponto F(10, 5, 6), então:
P’
6 × 10 + 2 × 5 – 3 × 6 + d = 0
α
⇔ 60 + 10 – 18 + d = 0
⇔ d = –52 a: 4x – 7y + 5z – 14 = 0
Logo, o plano é definido pela equação P(13, –21, 17)
Seja P’ a projeção ortogonal de P sobre a.
6x + 2y – 3z – 52 = 0, ou seja, 3x + y – 3 z – 26 = 0. Seja r a reta perpendicular a a que passa em P e
2
que pode ser definida por:
c) O centro da superfície esférica é o ponto médio de
(x, y, z) = (13, –21, 17) + k(4, –7, 5), k ∈R
h h h h
[EF]: i 7 + 10 , 11 + 5 , 4 + 6 i = i 17 , 8, 5 i (13 + 4k, –21 – 7k, 17 + 5k), k ∈R é um ponto gené-
j 2 2 2 j j 2 j
rico de r.
d(E, F) = Ï √(10 – 7)2 + (5 – 11)2 √+ (6 – 4)2 = Determinemos P’:
= Ï√9 + 36 + 4 = 4(13 + 4k) – 7(–21 – 7k) + 5(17 + 5k) – 14 = 0
=7 ⇔ 52 + 16k + 147 + 49k + 85 + 25k – 14 = 0
⇔ 90k = –270
r= 7
2 ⇔ k = –3
= 9Ï√10 • ||C≥O|| = 4
• C≥P = (a, 2) – (0, 4) = (a, –2)
• ||C≥P|| = Ï√a + 4
2
Cálculos auxiliares
1 + tg2α = 1
h 4Ï√15 h h Ï√15 h
cos2a • A≥B = ij
3
, 0 ij – (15, 5) = ij
3
, –5 ij
1
1 + tg2α =
h 1 h2
⇔ 1 + tg2α = 10 • ||A≥B|| = Î√ 15
9
+ 25 = Î√ 80 4Ï√15
3
=
3
i– i
j j
Ï√10 – – ≥
⇔ tg2α = 9 A[ABC] = AC × AB = r × ||AB|| =
⇔ tg α = 3 ∨ tg α = –3 2 2
16. Seja D o centro da circunferência, D(0, 1). O ponto da reta t que está mais próximo da origem
do referencial é a projeção ortogonal de O sobre a
• A(x, 0), com x > 0 reta t. Consideremos a reta perpendicular a t, e que
x2 + (0 – 1)2 = 2 ⇔ x2 + 1 = 2
⇔ x2 = 1 passa em O, definida por y = 4 x. Determinemos a
3
⇔x=±1 interseção desta reta com a reta t:
A(1, 0)
y= 4 x
14243
– 3 x – 15 = 4 x
123
3
• B(0, y), com y > 0 ⇔ 4 2 3
02 + (y – 1)2 = 2 ⇔ (y – 1)2 = 2 y = – 3 x – 15 –––––––
4 2
⇔ y – 1 = ± Ï√2
⇔ y = 1 + Ï√2 ∨ y = 1 – Ï√2 –9x – 90 = 16x –25x = 90
123 14243
123
B(0, 1 + Ï√2) ⇔ ⇔
––––––– –––––––
• r : y = mx + b, onde m = – 1 = 1.
mAD x = – 18 x = – 18
14243
5 5
Cálculo auxiliar ⇔ ⇔
h h
A(1, 0) D(0, 1) y = – 3 × i – 18 i – 15 y = – 24
1–0 4 j 5 j 2 5
mAD = = –1
0–1
h h
As coordenadas são i – 18 , – 24 i .
y=x+b j 5 5 j
Como A ∈r, vem que:
18.
0 = 1 + b ⇔ b = –1
a) Opção (D)
r: y = x – 1
(x + 1)2 + (y – 2)2 + (z – 1)2 = 10
• s: y = 1 + Ï√2 Sabemos que P(a, 3, 1), com a < 0, pertence à super-
fície esférica, logo:
• C é o ponto de interseção das retas r e s:
(a + 1)2 + (3 – 2)2 + (1 – 1)2 = 10
y=x–1 1 + Ï√2 = x – 1 x = 2 + Ï√2
123
123
123
⇔ ⇔ ⇔ (a + 1)2 = 9
y = 1 + Ï√2 ––––––– y = 1 + Ï√2
⇔ a + 1 = 3 ∨ a + 1 = –3
C(2 + Ï√2, 1 + Ï√2)
⇔ a = 2 ∨ a = –4
Assim, a área do trapézio [OACB] é:
Como a < 0, então a = –4.
– – – = (2 + Ï√2) + 1 × (1 + Ï√2) =
A[OACB] = BC + OA × OB Assim, P(–4, 3, 1).
2 2
(3 + Ï√ 2) × (1 + Ï√2) = Seja C o centro da superfície esférica.
=
2 C≥P é um vetor normal ao plano α, logo:
= 3 + 3Ï√ 2 + Ï√2 + 2 = C≥P = (–4, 3, 1) – (–1, 2, 1) =
2 = (–3, 1, 0)
= 5 + 4Ï√2 = Logo, uma equação do plano tangente à superfície
2 esférica no ponto P é da forma –3x + y + d = 0.
h 5 h
= i + 2Ï√2 i u.a. Como P pertence ao plano, vem que
j 2 j
–3 × (–4) + 3 + d = 0 e, portanto, d = –15.
17. Seja C o centro da circunferência: C(–3, 1) Assim, –3x + y – 15 = 0 é uma equação do plano
C≥T = T – C = (–6, –3) – (–3, 1) = pretendido, o que é equivalente a 3x – y + 15 = 0.
= (–3, –4) b) C(–1, 2, 1) e C’(–1, –2, 1)
O declive da reta CT é igual a –4 = 4 .
—
Tem-se que C’ÔC = (O≥C’, O≥C) e que
–3 3
Como a reta t é perpendicular à reta CT, o declive cos(O≥C’, O≥C) =
— O≥C’ · O≥C .
≥ ’|| × ||O≥C||
da reta t é igual a – 1 = – 3 . ||OC
4 4 Então:
3 —(–1, –2, 1) · (–1, 2, 1)
A equação reduzida da reta t é do tipo y = – 3 x + b. cos(O≥C’, O≥C) =
4 Ï√6 × Ï√6
Como T(–6, –3) pertence à reta, vem que:
⇔ cos(O≥C’, O≥C) = 1 – 4 + 1
—
–3 = – 3 × (–6) + b ⇔ –3 = 9 + b 6
4 2
⇔ cos(O≥C’, O≥C) = – 1
—
⇔ b = – 15 3
2
h h
Logo, a equação reduzida da reta t é y = – 3 x – 15 . ≥ ) = cos–1 i – 1 i , isto é, (OC
— —
≥ ’, OC
Logo, (OC ≥ ’, OC
≥ ) ≈ 109,5o.
4 2 j 3j
—
19. c) OÊF = E≥O, E≥F
a) Opção (D) E≥O = O – E = (–7, –11, –4)
Averiguemos qual das equações seguintes define E≥F = F – E = (3, –6, 2)
uma reta perpendicular à reta BD e que passa no ||E≥O|| = Ï√49 + 121 + 16 = Ï√186
ponto F:
• (x, y, z) = (10, 5, 6) + k(–4, 0, 1), k ∈R ||E≥F|| = Ï√9 + 36 + 4 = 7
O ponto de coordenadas (10, 5, 6) pertence à reta. —
cos(E≥O, E≥F) = E≥O · E≥F
(–4, 0, 1) ∙ (–1, 9, 4) = 4 + 4 = 8, logo a reta definida ||E≥O|| × ||E≥F||
acima não é perpendicular à reta BD.
— –21 + 66 – 8
• (x, y, z) = (10, 5, 6) + k(–6, 2, 3), k ∈R ⇔ cos(E≥O, E≥F) =
7Ï√186
O ponto de coordenadas (10, 5, 6) pertence à reta.
(–6, 2, 3) ∙ (–1, 9, 4) = 6 + 18 + 12 = 36, logo a reta — 37
⇔ cos(E≥O, E≥F) =
definida acima não é perpendicular à reta BD. 7Ï√186
• (x, y, z) = (7, 2, 0) + k(–1, –1, 2), k ∈R — h 37 h —
≥ , EF≥ ) = cos–1 i
Logo, cos(EO ≥ , EF≥ ≈ 67o.
i , ou seja, EO
(10, 5, 6) = (7, 2, 0) + k(–1, –1, 2) j 7Ï√186 j
⇔ (10, 5, 6) = (7 – k, 2 – k, 2k)
20.
14243
14243
10 = 7 – k k = –3 a) Opção (C)
⇔ 5=2–k ⇔ k = –3 Condição impossível. Sabemos que ≤n(–2, –3, 6) é um vetor normal ao
6 = 2k k=3 plano da base do cone.
Se a reta é paralela ao plano, qualquer vetor diretor
ponto de coordenadas (10, 5, 6) não pertence à
O da reta terá de ser perpendicular a qualquer vetor
reta. do plano.
• (x, y, z) = (–16, 3, 4) + k(13, 1, 1), k ∈R Assim:
(10, 5 ,6) = (–16, 3, 4) + k(13, 1, 1) • (–2, –3, 6) é um vetor diretor da reta definida em
⇔ (10, 5, 6) = (–16 + 13k, 3 + k, 4 + k) (A), o que exclui esta opção;
• (–2, –3, 6) ∙ (6, 0, –2) = –12 – 12 = –24 ≠ 0, o que
14243
14243
14243
0 = –6 + 3k k=2
à reta. ⇔
0 = –4 + 2k k=2 ⇔ k=2
(13, 1, 1) ∙ (–1, 9, 4) = –13 + 9 + 4 = 0, logo a reta
definida acima é perpendicular à reta BD. 6 = 2 + 2k k=2
b) O ponto B é a interseção do plano BCF com a reta Assim, (C) é a opção correta.
BD. • (–2, –3, 6) ∙ (3, 4, 3) = –6 – 12 + 18 = 0
Determinemos, então, uma equação do plano BCF. (0, 0, 6) = (–6, –4, 2) + k(3, 4, 3)
F≥E = E – F = (7, 11, 4) – (10, 5, 6) =
14243
14243
0 = –6 + 3k k=2
= (–3, 6, –2) 0 = –4 + 4k ⇔ k = 1 Condição impossível.
Uma equação do plano BCF é do tipo 6 = 2 + 3k k= 4
–3x + 6y –2z + d = 0. 3
Como F(10, 5, 6) pertence ao plano: A reta definida na opção (D) não contém o ponto
–3 × 10 + 6 × 5 – 2 × 6 + d = 0 ⇔ d = 12 V, o que exclui essa opção.
BCF: –3x + 6y – 2z + 12 = 0 b) VA: (x, y, z) = (0, 0, 6) + k(–2, –3, 6), com k ∈R
BD: (x, y, z) = (3, –9, –1) + k(–1, 9, 4), k ∈R (–2k, –3k, 6 + 6k), com k ∈R
1442443
Ponto genérico da reta BD: (3 – k, –9 + 9k, –1 + 4k), Ponto genérico de VA
com k ∈R
Substituindo as coordenadas do ponto genérico da –2(–2k) – 3(–3k) + 6(6 + 6k) + 13 = 0
reta BD na equação do plano BCF: ⇔ 4k + 9k + 36 + 36k + 13 = 0
–3(3 – k) + 6(–9 + 9k) – 2(–1 + 4k) + 12 = 0 ⇔ 49k = –49
⇔ –9 + 3k – 54 + 54k + 2 – 8k + 12 = 0 ⇔ k = –1
⇔ 49k = 49 A(2, 3, 0)
⇔k=1 A≥V = (0, 0, 6) – (2, 3, 0) = (–2, –3, 6)
B(3 – 1, –9 + 9, –1 + 4) h = ||A≥V|| = Ï√4 + 9 + 36 = 7
B(2, 0, 3)
1 × π × r2 × 7 = 28p ⇔ 7r2 = 28 ⇔ r2 = 4 ⇔ r = ±2
B≥E = E – B = (7, 11, 4) – (2, 0, 3) = 3 3
= (5, 11, 1) Como r > 0 , então r = 2.
||AB|| × ||A≥H||
≥
Cálculos auxiliares
• A≥B = (0, 6, 0) – (4, 0, 0) = (–4, 6, 0) O 3,91 x
• ||A≥B|| = Ï√(–4) + 6 = Ï√16 + 36 = Ï√52
2 2
⇔ 80k = –114 6
1
⇔ k = – 114
—
⇔ cos (O≥A, O≥C) = –
80 3
h h
57 ≥ ) = cos i – 1 i , isto é, (OA
— —
⇔k=– Logo, (OA≥ , OC –1 ≥ , OC
≥ ) ≈ 109,5o.
40 j 3j
24. 26.
a) Opção (D) a) i. O≥A · O≥B + O≥D · O≥F =
Sendo a esfera tangente ao plano xOy e de centro = 4 × 4 × cos 45o + 4 × 4 × cos 90o =
E, o seu raio é a cota do ponto E, isto é, 2.
= 16 × Ï√2 + 0 =
Assim, uma condição que define a esfera é: 2
(x + 2)2 + (y – 5)2 + (z – 2)2 ≤ 22 = 8Ï√2
b) Seja α o plano mediador do segmento de reta [BE]. Cálculo auxiliar
360o
O vetor B≥E, de coordenadas (–1, 5, 2), é um vetor AÔB =
8
= 45
o
2
Assim, uma equação de α é –x + 5y + 2z – 16 = 0.
c) Seja a o lado do quadrado [ABCD], base da pirâmide. b) 360o = 45o ED̂C = 45 × 6 = 135o
o
a = √18 4 8
z ⇔ , = 8 sen(22,5o)
O B
Já foi visto que , = Ï√32 sen(22,5o) .
o
1 c)
sen 135
z2 + 12 = (Ï√18) ⇔ z2 = 17
2 DÂH = 90o, já que o triângulo [DAH] está inscrito
numa semicircunferência.
Logo, z = Ï√17 e, assim, A(0, 0, Ï√17).
Pelo teorema de Pitágoras:
h o h2
25. ||≤a + ≤b|| = Ï√(≤a + ≤b) · (≤a + ≤b) = D–H2 = H–A2 + D–A2 ⇔ 82 = i Ï√32 sen(22,5o) i + D–A2
j sen 135 j
= Ï√≤a · ≤a + 2≤a · ≤b + ≤b · ≤b =
h o h2
⇔ D–A2 = 64 – 32 i sen(22,5o) i
j sen 135 j
Î√
= Ï√62 + 2 × 0 + 32 =
h o h2
= Ï√45 = Logo, D–A = 64 – 32 i sen(22,5o) i .
j sen 135 j
= 3Ï√5 [DH] é um diâmetro da circunferência e GĤA = 135o,
por se tratar de um ângulo interno do octógono.
||≤a – ≤b|| = Ï√(≤a – ≤b) · (≤a – ≤b) =
Logo, DĤA = 135 = 67,5o.
o
= Ï√≤a · ≤a – 2≤a · ≤b + ≤b · ≤b = 2
= Ï√62 – 2 × 0 + 32 = Então, HD̂A = 180o – 90o – 67,5o = 22,5o.
Assim, D≥H – D≥A =
Î√
= Ï√45 =
h o h2
= 3Ï√5 =8× 64 – 32 i sen(22,5o) i × cos 225o ≈ 54,62.
j sen 135 j
≥ = (–a, a, 0)
AC d) Uma reta que passe pela origem do referencial, e
h h
que seja perpendicular ao plano ABC, é definida pela
A≥V = i – a , a , 3a i equação vetorial (x, y, z) = (0, 0, 0) + k(2, 2, 1), k ∈R.
j 2 2 j
Os pontos desta reta são da forma (2k, 2k, k), k ∈R.
||A≥C|| = Ï√(–a)2 + a2 + 02 = O ponto P é um desses pontos e pertence ao plano
= Ï√2a2 = ABC, logo:
2 × 2k + 2 × 2k + k = 8 ⇔ 9k = 8
= Ï√2a
⇔k= 8
Î√
h a h2 h a h2 9
||A≥V|| = i– i + i i + (3a)2 = h 16 16 8 h
j 2 j j 2 j Assim, P i , , i.
j 9 9 9j
= Î√ 19 a O raio da esfera é dado por:
A≥C · A≥V =
2
a2 + a2 +0=
O–P = Î√
h
i
j
16 hi 2 + hi 16 hi 2 + hi 8
9 j j 9 j j9
h2
i
j
=
Î√
2 2
= 576 =
=a 2
81
Seja α a amplitude do ângulo que uma aresta lateral = 8
faz com a diagonal da base concorrente com ela. 3
a2 Logo, uma condição que define a esfera é:
cos α = =
Ï√2a × Î √ 19 a
2
x2 + y2 + z2 ≤ 64
9
a2 31.
= = ≤ (3, 2, 6).
a) Um vetor normal ao plano α é, por exemplo, n
Ï√19a2
Um vetor normal ao plano b é, por exemplo,
= 1 ≤ (1, 1, –1).
m
Ï√19 n≤ ·m
≤ = 3 + 2 – 6 = –1
Assim, α ≈ 76,74o. Logo, os planos α e b não são perpendiculares.
b)
VC é uma reta perpendicular ao plano α. Assim, um 2. Opção (B)
vetor diretor de VC é o vetor ≤n(3, 2, 6). Como C per- Sabendo que a reta r é perpendicular à reta s, pode-
tence a esta reta, uma equação vetorial de VC é: mos concluir que mr × ms = –1.
h h
(x, y, z) = i 1, 3, – 1 i + k(3, 2, 6), k ∈R mr = 2Ï√3 + 3a
j 2j
Os pontos da reta VC, e também, em particular, o ms = – 1
Ï√3
h h
ponto V, são da forma i 1 + 3k, 3 + 2k, – 1 + 6k i , k ∈R. Assim:
j 2 j
h h
Assim, CV≥ = (3k, 2k, 6k), k ∈R. (2Ï√3 + 3a) × i – 1 i = –1 ⇔ 2Ï√3 + 3a = Ï√3
j j
Ï√3
||C≥V|| = 14 ⇔ Ï√(3k)2 + (2k)2 + (6k)2 = 14 ⇔ 3a = –Ï√3
⇔ 49k2 = 196 ⇔ a = – Ï√3
⇔ k2 = 4 3
⇔ k = 2 ∨ k = –2 3. Opção (D)
Como C pertence ao primeiro octante, k = 14 . Para que o ângulo AOP seja agudo, é necessário
7 que se verifique O≥A · O≥P > 0, sendo O≥A e O≥P vetores
Logo:
não colineares.
h h
V = i 1 + 3 × 2, 3 + 2 × 2, – 1 + 6 × 2 i = Uma vez que o ponto P pertence à reta r, as suas
j 2 j
coordenadas são (4 – 3k, 1 + k), com k ∈R.
h 23 h
= i 7, 7, i O≥A = (2, 4) e O≥P = (4 – 3k, 1 + k), k ∈R.
j 2 j
c) Se o plano γ é paralelo ao plano α, então um seu Assim:
vetor diretor é ≤n(3, 2, 6). O≥A · O≥P > 0 ∧ 4 – 3k ≠ 1 + k
2 4
O ponto V pertence ao plano γ.
Então, uma equação do plano γ, que contém o ponto ⇔ (2, 4) · (4 – 3k, 1 + k) > 0 ∧ 16 – 12k ≠ 2 + 2k
V e é paralelo ao plano a, é: ⇔ 2(4 – 3k) + 4 (1 + k) > 0 ∧ 14 k ≠ 14
h h
3(x – 7) + 2(y – 7) + 6iz – 23 i = 0 ⇔ 8 – 6k + 4 + 4k > 0 ∧ k ≠ 1
j 2 j
⇔ –2k > –12 ∧ k ≠ 1
⇔ 3x – 21 + 2y – 14 + 6z – 69 = 0
⇔k<6 ∧ k≠1
⇔ 3x + 2y + 6z – 104 = 0
C.S. = ]–∞, 1[ ∪ ]1, 6[
Logo, ||D≥B|| = 3.
Assim, P’ = (3, 1, 2) + (6, –3, 3) = (9, –2, 5).
5. As coordenadas do ponto C em função de α são 7. ≥ e C≥M são vetores simétricos, pois têm a mesma
BM
(3 cos α, 3 sen α). direção, sentidos opostos e a mesma norma (M é o
Uma vez que os pontos B e C têm a mesma orde- ponto médio de [BC]).
nada, podemos concluir que as coordenadas do Assim:
ponto B, em função de α, são (–3 cos α, 3 sen α). ≥ = AM
2 AM ≥ + AM ≥ =
O≥B = B – O = (–3 cos α, 3 sen α) – (0, 0) = = (A≥B + BM ≥ ) + (A≥D + D≥C + CM) ≥ =
= (–3 cos α, 3 sen α) = A≥B + A≥D + D≥C + BM ≥ + (–BM ≥ ), pois CM
≥ = – BM
≥ .
O≥C = C – O = (3 cos α, 3 sen α) – (0, 0) = ≥ ≥ ≥ ≤ ≥
= AB + AD + AB + 0, pois AB e DC têm a mesma≥
= (3 cos α, 3 sen α) direção, o mesmo sentido
9 e o mesmo comprimento.
O≥B · O≥C =
2 = 2 A≥B + A≥D c.q.m.
⇔ (–3 cos α, 3 sen α) · (3 cos α, 3 sen α) = 9
2
⇔ –9 cos2α + 9 sen2α = 9 8.
2 a)A≥B = B – A = (1, –1, 2) – (–2, 5, 0) = (3, –6, 2)
⇔ –cos2α + sen2α = 1
2 A≥C = C – A = (3, 2, 8) – (–2, 5, 0) = (5, –3, 8)
⇔ –cos2α + (1 – cos2α) = 1 4 ≠ –6 , logo os vetores AB ≥ e AC≥ não são colineares,
2 5 –3
⇔ –cos2α + 1 – cos2α = 1 de onde se conclui que os pontos A, B e C não são
2 colineares e, portanto, definem um plano.
⇔ –2 cos2α = – 1
2 Resta-nos provar que os pontos A, B e C pertencem
⇔ cos2α = 1 ao plano definido por 6x + 2y – 3z + 2 = 0.
4
A(–2, 5, 0)
tg2α + 1 = 12 , pelo que: 6 × (–2) + 2 × 5 – 3 × 0 + 2 = 0
cos a
⇔ –12 + 10 + 2 = 0
tg2α + 1 = 1 ⇔ tg2α + 1 = 4 ⇔ 0 = 0 " Proposição verdadeira, logo A pertence
1
ao plano.
4
⇔ tg2α = 3 B(1, –1, 2)
q q 6 × 1 + 2 × (–1) – 3 × 2 + 2 = 0
α ∈ r p , π r , logo tg α = –Ï√3.
s2 s ⇔6–2–6+2=0
mOC = tg α = –Ï√3 ⇔ 0 = 0 " Proposição verdadeira, logo B pertence
A reta OC passa pela origem do referencial, pelo ao plano.
que a sua equação reduzida é y = –Ï√3x. C(3, 2, 8)
6×3+2×2–3×8+2=0
6. ⇔ 18 + 4 – 24 + 2 = 0
a) Opção (B)
⇔ 0 = 0 " Proposição verdadeira, logo C pertence
Seja α a amplitude, em radianos, do ângulo ao cen- ao plano.
tro a que corresponde o arco de circunferência AB:
Uma equação cartesiana do plano ABC é
α × 5 = 25p ⇔ α = 5p 6x + 2y – 3z + 2 = 0.
6 6
CA≥ · CB
≥ = ||CA
≥ || × ||CB
≥ || × cos α, logo: b) Opção (D)
h h
C≥A · C≥B = 5 × 5 × cos 5p = 25 × i –cos p i = – 25Ï√3 Uma vez que o plano β é paralelo à reta BC, isso
6 j 6j 2 significa que um vetor normal a β é perpendicular a
um vetor diretor da reta BC, por exemplo, o vetor BC ≥ ,
b) A≥C = C – A = (2, –1) – (–2, –4) = (4, 3) ≥ = 0.
≤ β · BC
cujas coordenadas são (2, 3, 6) e, portanto, n
mAC = 3 Além disso, o ponto de coordenadas (–1, 2, –1) tem
4 de pertencer ao plano. Assim:
mt × = –1 ⇔ mt = – 4
3 ≤ β é colinear a B≥C, logo n
(A) n ≤ β · BC
≥ ≠ 0.
4 3
Assim, a equação reduzida da reta t é do tipo ≤ β · BC
(B) n ≥ = (3, 2, –2) · (2, 3, 6) = 6 + 6 – 12 = 0
Verifiquemos se o ponto de coordenadas (–1, 2, –1)
y = – 4 x + b. pertence ao plano:
3
Como A(–2, –4) pertence à reta t, vem que: 3 × (–1) + 2 × 2 – 2 × (–1) + 3 = 0 ⇔ 6 = 0 " Falso,
logo o ponto não pertence ao plano.
–4 = – 4 × (–2) + b ⇔ –4 = 8 + b
3 3 ≤ β é colinear a B≥C, logo n
(C) n ≤ β · BC
≥ ≠ 0.
⇔ b = –4 – 8 ≤ β · BC
(D) n ≥ = (–3, –2, 2) · (2, 3, 6) = –6 – 6 + 12 = 0
3
Verifiquemos se o ponto de coordenadas (–1, 2, –1)
⇔b=– 20 pertence ao plano:
3
–3 × (–1) – 2 × 2 + 2 × (–1) + 3 = 0 ⇔ 0 = 0 " Verda-
Logo, a equação reduzida da reta t é y = – 4 x – 20 .
3 3 deiro, logo o ponto pertence ao plano.
—
c) O centro da superfície esférica de diâmetro [AD] é d) AB̂D = B≥A, B≥D
o ponto médio de [AD]. — B≥A · B≥D
cos(B≥A, B≥D) =
Determinemos as suas coordenadas: ||B≥A|| × ||BD
≥ ||
h –2 + 35 + 5 , 0 + 2 hi = hi 1 , 5, 1 hi
i ,
j 2 2 2 j j2 j Cálculos auxiliares
O raio da superfície esférica de diâmetro [AD] é • B≥A = (–2, 5, 0) – (1, –1, 2) = (–3, 6, –2)
–
igual a AD :
• ||B≥A|| = Ï√(–3) + 6 + (–2) = Ï√9 + 36 + 4 = Ï√49 = 7
2 2 2
igual a Ï√29 . —
Logo, (B≥A, B≥D) = cos–1 i
h 30 h
i
—
e (B≥A, B≥D) ≈ 47o.
2 j7 × Ï√40 j
A equação reduzida da superfície esférica de diâ-
metro [AD] é:
h h2
ix – 1 i + (y – 5)2 + (z – 1)2 = 29
j 2 j 4