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Uso de Leucaena para Cultivo em Solos Pobres

O projeto de pesquisa visa utilizar a Leucaena para melhorar a nutrição de solos pobres em nitrogênio no distrito de Dondo, Moçambique, com o objetivo de incentivar o cultivo de hortícolas localmente. A pesquisa aborda a migração de agricultores em busca de terras férteis e propõe técnicas de cultivo que possam reverter a improdutividade das terras. Métodos como observação, entrevistas e palestras serão utilizados para sensibilizar a comunidade sobre os benefícios da Leucaena.

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Uso de Leucaena para Cultivo em Solos Pobres

O projeto de pesquisa visa utilizar a Leucaena para melhorar a nutrição de solos pobres em nitrogênio no distrito de Dondo, Moçambique, com o objetivo de incentivar o cultivo de hortícolas localmente. A pesquisa aborda a migração de agricultores em busca de terras férteis e propõe técnicas de cultivo que possam reverter a improdutividade das terras. Métodos como observação, entrevistas e palestras serão utilizados para sensibilizar a comunidade sobre os benefícios da Leucaena.

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CAPITULO: I

1.0. Introdução

O presente projecto de pesquisa tem como tema “Uso de Leucaena para o cultivo de
hortícolas nos solos podres em n2”, pretende-se desenvolver no distrito de Dondo no Bairro
de Mezimbite. Pós tratando-se de um projecto que antecede a monografia, traz consigo
alguns pressupostos que servirão de bases para a concretização da sua própria monografia.

Por tanto, tem-se nesse projecto como as principais tarefas objectivadas como: Melhorar a
nutrição dos solos agrícolas pobres em azoto (N 2) para posterior o cultivo das hortícolas, e
aconselhar as pessoas locais a cultivarem os seus terrenos com ajuda de plantas aleias como a
destacada Leucaena, tendo em vista que é notável o problema que vem assolando a
comunidade deste local desde muito tempo a deslocarem para outros lugares para
desenvolverem as suas actividades agrícolas, deixando as porções vizinhas que eles tem
alegando que são terras improdutivas. Com isso o pesquisador com este projecto pretende
responder as necessidades que aqueles residentes estão enfrentando.

Para a realização deste trabalho cientifico de modo a garantir o alcance inequívoco dos
objectivos, serão utilizados vários métodos e técnicas como: método bibliográfico, método
experimental, observação, entrevista, e palestras.

Sendo assim, é de extrema importância elucidar ao carro leitor que A Leucaena é originária
da América Central, de onde se dispersou para outras partes do mundo devido a sua
versatilidade de utilização, podendo ser empregada para forragem, produção de madeira,
carvão vegetal e melhoramento do solo.

A planta apresenta um sistema radicular profundo, com poucas raízes laterais que agem em
parceria com algumas bactérias , que ocorrem em pequeno número, próximas à superfície do
solo e que portam nódulos fixadores de nitrogênio com 2,5 a 15 mm de diâmetro e com
formato frequentemente multilobado.
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1.1. Problematização

Atualmente, o cultivo das hortaliças em Moçambique é muito reduzido e dependente de uma


só época anual, época essa em que só beneficia apenas alguns tipos de solo, por isso que
muitos alimentos durante muitos meses do ano são importados dos países vizinhos como o
caso de Africa do Sul para se consumir em Moçambique. Não porque as pessoas
Moçambicanas não queiram cultivar e consumir ou comercializar os alimentos. O problema é
que muitas terras em redor da população não são produtivas e na tentativa de querer usa-las
ainda exigem muitas técnicas agrícolas como sistemas de adubagem e cultura, o que muitos
camponeses não estão em altura de conseguir pela sua Baixa renda financeira. O caso
concreto disto é neste Bairro de Mezimbite em que muitas terras não estão sendo
aproveitadas pelo facto de não poder ter condições favoráveis para o cultivo das culturas. O
que faz com que muita gente se migre para outros locais para cultivar as suas hortaliças,
Então o que me inquietou o pesquisador neste lugar depois de conhecer a Leucaena e tendo
analisado o grande deslocamento das pessoas em busca de terras férteis foi:

Como que os pequenos agricultores podem reaproveitar estas terras pobres em azoto para
o cultivo das suas hortícolas?

1.2. Hipóteses
1.2.1. Básicas
 Se as pessoas implementassem a técnica do plantio da leucaena como solução para
recuperar os solos pobres em azoto para o cultivo de hortícolas, provavelmente poderia
enriquecer os nutrientes dos solos agrícolas e ajudar-lhes-ia na fácil fertilização.
1.2.2. Secundarias
 Se havesse algumas sensibilizações de técnicas agrícolas sobre tudo a importância da
Leucaena para os solos pobres em N2 (azoto) poderia despertar atenção dos agricultores em
usa-lo

 Talvez se a comunidade local soubesse da técnica do plantio de aleias para o cultivo


das hortaliças isso poder ia-lhes ajudar a cultivar as suas hortícolas sem o uso de produtos
químicos e evitar a migração que eles tem feito a procura de terras produtivas.
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1.3. Objetivos da pesquisa


1.3.1. Geral
 Usar a Leucaena para o melhoramento da nutrição dos solos agrícolas pobres em azoto
(N2) para posterior o cultivo das hortícolas.

1.3.2. Específicos
 Descrever as propriedades da Leucaena e sua importância fertilizante.

 Explicar uma parcela da comunidade o mecanismo do uso da Leucaena para


recuperação dos solos pobres em azoto.

 Propor a comunidade local para não abandonar as terras pela sua improdutividade e
começar a optar pelo plantio de Leucaena para a fixação de azoto nestes solos.

 Comparar o desenvolvimento e qualidades dos produtos cultivados nas áreas sem


Leucaena e nas áreas plantada Leucaena.

 Propor as outras utilidades aproveitáveis que pode se obter a partir do plantio da Leucaena.

1.4. Justificativa da escolha do tema.

A escolha do tema para elaboração deste projecto foi pela descoberta no Mezimbite duma
planta exótica de Brasil com propriedades e qualidades admiráveis no âmbito de
requalificação dos solos pobres em azoto (N 2), pelo facto de esta planta possuir maior
potencial de fixar o azoto. Pós a descoberta desta planta me trouxe uma reflecção naquele
mesmo local visto que há muita migração das pessoas de um lugar para outro na busca de
solos melhores para o cultivo das hortaliças que em outros casos acabam gerando conflitos de
terra, também por ter verificado muitas porções de terras naquela zona abandonadas pelo
facto de não terem capacidade de produzir o que as pessoas precisam (hortaliças) que são
fundamentais para o homem na sua vida diária. E tendo reflectido também no sentido de que,
muitas vezes importamos alimentos nos países vizinhos como o caso de Africa do sul, e nas
terras locais para alem das industrias produtoras e processadoras de hortaliças ocuparem,
estas terras locais estão sendo apenas ocupados pelas algumas empresas para servir de lugares
de deposito e serração de madeiras, o que muitas vezes não beneficia a população local.
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Pós, segundo analise feita conclui-se que é possível nestes solos com o plantio de Leucaena
cultivar as hortaliças assim como outros produtos agrícolas.

E salientar que o problema é de extrema importância para a sociedade civil, pelo facto do
mesmo abordar questões de âmbito social engajamento no propósito de fácil técnica de
recuperação dos solos pobres em azoto e satisfazer as necessidades das pessoas locais. Por
isso me constitui-me uma motivação em levantar uma pesquisa de modo a reverter esta
situação, tornar estas terras produtivas e beneficiarias das pessoas locais assim como para
outros.

1.5. Delimitação do tema

O trabalho ira se realizar no distrito de Dondo, na província de Sofala em Moçambique.

1.5.1. Descrição geográfica e espacial do distrito de Dondo

O distrito de Dondo geograficamente situa-se no centro-este da província de Sofala,


limitando-se a norte com o distrito de Muanza, a oeste com o distrito de Nhamatanda pela
margem esquerda do rio pungué, a sul com o distrito de Búzi, a sudeste com a cidade da
Beira, e a leste com o Oceano Índico.

Tem uma superfície de 382 km2 e segundo os resultados de censo 2007 tem uma população, à
data de 1/8/2007, de 113 mil habitantes, sendo o 14º maior centro urbano de Moçambique.
Com uma densidade populacional de 296 hab/km 2, estima -se que atinja, em 2020, os 180 mil
habitantes.

1.5.2. Línguas Dominantes

Tem como língua materna dominante Cisena (35%) e Cindau (22%), a maioria da população
da cidade sabe falar português (65%), sendo o seu conhecimento maior nos homens (79%) do
que nas mulheres (50%), dada a maior inserção na vida escolar, social e no mercado de
trabalho.

1.5.3. Clima, Hidrografia, Topografia e solos.

Segundo a classificação climática feita por Koppen citado no (MITER- perfil do distrito de
dondo-2005) o distrito de Dondo esta compreendido na zona de transição do clima tropical
chuvoso com estacão seca no inverno.A temperatura média do ar é cerca de 27º C, com uma
amplitude media de 7º C. a media anual dos valores máximos é de 30-31º C com os valores
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máximos possivelmente em Jan-Fev (32º C – 33º C). A humidade relativa ronda aos 75-76%
com pequenas variações ao longo do ano.

Actividades económica

Este distrito possui altas potencialidades agrícolas, pecuárias e florestas sendo a agricultura e
pecuária as principais actividades económicas das famílias.

De um modo geral a agricultura é praticada manualmente em pequenas explorações


familiares em regime de consociação de culturas com base em variedades locais. E nos solos
moderadamente bem drenados predominam as culturas de milho, mapira, mandioca,
mexoeira, feijão Nhemba, Boere, e cana-de-açúcar produzido em regime de monoculturas.

A produção agrícola é feita predominantemente em condições de sequeiro, e nem sempre são


bem-sucedidas, uma vez que o risco de perda das colheitas é maior, dada a baixa capacidade
que os solos tem de reter a humidade durante o período de crescimento das culturas.

1.5.4. Divisão administrativa e indicação da área de pesquisa

O distrito está dividido em 3 postos administrativos (Dondo, savane e Mafambisse),


compostos pelas seguintes localidades:

Posto Administrativo de Dondo: Chinamacondo

Posto administrativo de Savana: Savane

Posto Administrativo de Mafambisse: Mafambisse e Mutua.

A pesquisa será implementada concretamente na zona de Mezimbite uma zona de transição


entre posto administrativo dondo e Mafambisse, limitando-se a norte com o distrito de
Muanza, a oeste com Mafambisse, a sul com o distrito de Búzi, a sudeste com a cidade de
Dondo, e a leste com o Oceano Índico.

1.6. Amostragem

A pesquisa será centralizada em um grupo representativo de pessoas na zona de Mezimbite


num universo de 200 famílias, ira se fazer uma seleção usando a amostragem internacional,
isto é: as pessoas serão escolhidos intencionalmente, 20 famílias correspondendo a 20
pessoas, uma representante em cada família. Também visto que o despertar pelo interesse do
estudo dos efeitos fertilizantes da planta se deu num certo local onde emprega pessoas de
diferentes áreas do distrito de dondo, Mafambisse respetivamente no próprio Mezimbite para
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diferentes fins, artesanato, agricultura (plantio de viveiros e hortícolas) notou-se de extrema


importância cooperar com essas pessoas explorando um pouco do que eles sabem e a
aproveitar-lhes explicar e juntos implementarmos o uso da Leucaena como fertilizante.

1.7. Procedimento metodológicos

Com o intuito de garantir o alcance inequívoco dos objectivos acima traçados serão utlizado
vários métodos e suas respectivas técnicas como: método bibliográfico, método de
observação, método experimental, técnica de entrevista, e técnica de palestra.

E quanto ao método de abordagem que a investigação vai tomar, queira se adiantar que será
uma abordagem do tipo hipotético-dedutivo: que segundo HEERDT,2007. Diz que esta,
inicia pela percepção de uma lacuna nos conhecimentos de uma determinada área ou assunto
da qual fórmula hipóteses, e pelo processo dedutivo testa a ocorrência de fenómenos
abrangidos pela hipótese.

1.7.1. Método Bibliográfico.

Segundo LAKATOS e MARKON 2007, pesquisa bibliográfica é aquela que abrange toda a
bibliografia já tornada pública em relação ao tema em estudo, desde documentos escritos,
meios de comunicação orais até áudio visuais, boletins, jornais, revistas, livros, pesquisas,
monografias, teses, até mesmo filmes, etc. Inclui-se qualquer meio que possa colocar o
pesquisador em contacto com tudo relacionado com a pesquisa que pretende desenvolver.

Toda pesquisa implica o levantamento de dados de variadas fontes, é útil não só para trazer
os conhecimentos que servem de background no campo de interesse como também evitar
possíveis duplicações ou esforços desnecessários. O levantamento de dados é o passo que
antecede qualquer pesquisa científica. Com este método pretende se buscar todas as fontes
já tornada publica em relação ao tema que pretende-se se desenvolver para servir de alicerce
desta magnifica investigação.

1.7.2. Método de observação

A observação é uma técnica de coleta de dados para conseguir informações e utiliza os


sentidos na obtenção de determinados aspectos da realidade. Não consiste apenas em ouvir e
ver, mais também em examinar os factos ou fenómenos que desejam estudar. (LAKATOS
2002. 192).

Pós, pretende-se com este método ir observar a situação dos solos no local e a sua tangencia
de improdutividade, fazer uma observação de como esta planta (Leucaena) esta sendo usada
13

neste local, e depois observar as diferenças entre hortícolas plantadas sem leucaena e as
plantadas nas áreas com leucaena.

1.7.3. Método Experimental:

Segundo a CRISTIANE DACTES. Este método consiste num conjunto de observações


realizadas, em determinadas condições controladas com o objetivo de testar a validade da
hipótese formulada. Para tal, o experimentador, faz variar determinado fator externo, e
verificar quais as alterações provocadas por essa variável no que se está a estudar. Podemos
então distinguir e definir dois tipos de variáveis: variável dependente, e variável
independente.

 Variável dependente: é a variável que o investigador pretende avaliar, e depende da


variável independente.
 Variável independente: é a variável que integra um conjunto de fatores, condições
experimentais que são manipuladas e modificadas pelo investigador.

Com este método pretende se fazer um experimento no local para testar as hipóteses traçadas
que é mostrar a população em práticas os efeitos fertilizantes da Leucaena, pós também
juntos fazermos uma comparação entre hortícolas plantadas nas áreas com Leucaena e nas
outras áreas sem Leucaena, mais sendo no mesmo terreno que se notasse a falta de azoto.

1.7.4. Técnica de palestra.

É uma técnica educativa ou informativa que caracteriza-se pela transmissão de informação ou


conhecimento de forma oral entre o palestrante ou autor aos demais ouvintes.

Segundo a CECÍLIA GUBANDE (UP-Beira 2013), diz que palestra é uma técnica que
permite testar a maioria das hipóteses e alcançar maiores números de objectivos traçados,
visto que esta técnica visa divulgar, ou explicar a população alvo sobre certo conhecimento.
(explicar a população como preparar alho para prevenção e tratamento de certas doenças).

Com esta técnica pretende-se testar e concretizar uma das hipóteses que é criação de palestras
ou sensibilizações sobre o plantio de leguminosas para melhorar os solos pobres em
nitrogénio. E incentiva-los a usar as leguminosas que constituem adubo verde para alem de
adubos químicos.
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1.7.5. Técnica da entrevista

Segundo (LAKATOS E MARKON 2007, 197) A entrevista é um encontro de duas pessoas, a


fim de que uma obtenha informações a respeito de determinado assunto, mediante uma
conversação de natureza profissional. É um procedimento utilizado na investigação social
para a coleta de dados ou para ajudar no diagnóstico ou tratamento de um problema social.

Com este método pretende-se elaborar um guião de entrevista com questões a fim de recolher
informações que as pessoas locais tem do uso da Leucaena em seus diversos fins.

1.8. Relevância do tema.

O estudo reveste de muita relevância que pode se citar em dois âmbitos:

1.8.1. No âmbito social.

A relevância desta pesquisa no âmbito social prende-se pelo facto de esta pesquisa poder dar
a população local a oportunidade de usar os seus terrenos sem o uso de adubos químicos e
evitando assim o deslocamento as grandes distâncias para cultivo de hortícolas e
consequentemente contribui para a melhoria das suas vida, pelo cultivo de hortícolas visto
que poder-lhe-á servir de consumo assim como a venda.

1.8.2. No âmbito científico

A pesquisa é de muita importância no âmbito científico pôs, no que tange ao uso das
leguminosas para requalificação de solos constitui uma das temáticas muitos menos
abordados em estabelecimentos de ensino em Moçambique, especificamente quando se fala
da Leucaena, bem como nos seus efeitos fertilizantes.

Com esta pesquisa espera-se que haja uma difusão desta informação, que seja do saber
comum, desde as instituições de ensino ate as comunidades em geral,
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1.9. Enquadramento do tema.

As abordagens em torno deste tema (solo, fertilização, leguminosas, azoto (N2, assim como
cuidados dos solos) são conteúdos abordados desde os níveis primários, como na 3ª classe já
se fala de solos e ate em diante concretamente na 7ª classe sobre tudo no manual de ciências
naturas, na UNIDADE TEMÁTICA 3: conservação do solo. Onde são abordados conteúdos
como: formas de proteção do solo, medidas de conservação do solo, medidas de combate a
erosão, salinidade e contaminação dos solos.

Também na mesma classe são abordados conteúdos que enquadram o tema em pesquisa, na
UNIDADE temática 7: ciclo de nutrientes. Onde são abordados conteúdos como: Cadeia e
teia alimentar, ciclo de carbono, ciclo de nitrogénio ou azoto (N2), rotação de culturas e a
fertilização.

Já no nível secundário encontramos um enquadramento do tema em pesquisa na 9ª classe na


unidade temática 7: o solo, ondem são abordados conteúdos como composição do solo,
factores que influenciam no processo de formação de solo, propriedades químicas do solo, a
fertilidade do solo, e importância da fertilidade do solo para agricultura.

Também este tema aborda conteúdos que são tratados no nível superior concretamente no
curso de Química (Química ambiental) e Bilogia nas cadeiras de ecologia geral (ciclo de
azoto)
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CAPITULO: II

2.0. Fundamentação Teórica


2.1. Classificação sistemática da Leucaena

Nome científico: Leucaena leucocephala (Lam) de Wit

Nome comum: Leucaena,

Reino: Plantae

Divisão: Magnoliophyta

Classe: Magnolopsida

Família: Mimosaceae (Leguminosae - Mimosoideae)

Género: Leucaena

Espécie: L. leucocephala

2.2. Origem da Leucaena

Segundo NAIR, 1993 citado por SIMBINE (UEM-2007) A Leucaena é originária da América
Central, de onde se dispersou para outras partes do mundo naturalmente, deste o Texas, EUA,
até o Equador, e concentrando-se no México e na América Central e introduzida nos outros
países como do Caribe, Austrália, Índia, Nova Guiné, Brasil ate em alguns países da África,
devido a sua versatilidade de utilização.

Segundo SIMBINE, 2007. No seu estudo afirma que em Moçambique as áreas de Leucaena
cresceram rapidamente com maior destaque nas províncias de Maputo, Gaza, Nampula, Cabo
Delgado.

2.3. Características Botânicas


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Segundo a (National Academy of Sciences, 1977) descreve que a Leucaena é uma planta que
mantém-se verde na estação seca, perdendo somente os folíolos em secas muito prolongadas
ou com geadas fortes.

As folhas são bipinadas, com 15 a 20 cm de comprimento, apresentando quatro a dez pares de


pinas, cada uma com cinco a vinte pares de folíolos em cada pina. Cada folíolo apresenta 7 a
15 cm de comprimento e 3 a 4 mm de largura.

As flores da Leucaena formam inflorescências brancas, redondas e geralmente são de auto


polinização, que resultam em cachos de vagens.

As vagens são estreitas e achatadas, com 20cm de comprimento e 2cm de largura,


acuminadas, portando 13 a 20 sementes. As sementes são elípticas, comprimidas e de cor
marrom.

As vagens, quando maduras, abrem-se longitudinalmente, deixando cair as sementes que


apresentam uma película cerosa bastante resistente e que impede a sua germinação nos
primeiros meses após sua queda ao solo.

2.4. Plantio da Leucaena.

De acordo com Serpa et all (1986) citado por Simbine 2007. A leucaena é uma planta de
crescimento inicial muito lento, por isso recomenda-se o seu plantio por mudas, mais pode
também ser semeada directamente no campo, no início da estacão chuvosa, mais depois da
quebra de dormência das sementes.

Para a produção das mudas da leucaena é necessário quebrar a dormência natural das
sementes, causada pela impermeabilidade do tegumento à água, dai se considera semente
dura. O plantio desta leguminosa sem a quebra de dormência física resulta, geralmente, em
índice de germinação inferior de 50% e ocasiona emergência lenta e irregular, com reflexos
directos sobre o crescimento total, alem de favorecer a infestação de ervas daninhas. (Teles et
al, 2000)

Segundo STAISS, 1990. Um indicador de seleção das plantas para o transporte ao sítio de
plantação pode ser a determinação do seu peso e outros parâmetros como: o diâmetro do
caule, e a altura da planta, sendo este último parâmetro muito comum (altura da planta), pôs
por experiencias acumuladas sabe-se que quando as plantas atingirem 15 a 40 cm de altura no
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viveiro e apresentarem o colo radical lenhoso, tem maior sobrevivência que as plantas com
menor altura.

2.4.1. Quebra de dormência

A dormência impede a germinação das sementes, mais é uma adaptação de sobrevivência das
espécies a longo prazo, pôs geralmente faz com que as sementes mantenham-se viáveis por
maior período de tempo, sendo quebrada em situações especiais. (Floriano 2004, citado por
Simbine 2007).

As técnicas usadas para a quebra de dormência incluem a imersão em água quente (80º C por
3 a 4 minutos) e também a outra técnica de quebra da dormência é a mistura das sementes
com areia em escarificador mecânico ou pilão e escarificação do tegumento por lixa.

Escarificação, que é a produção de pequenas aberturas simultâneas e superficiais na pele ou


no tegumento (dicionário Aurélio)

Segundo Tales at all 2000. A técnica mais recomendada é a mistura de sementes com areia
em escarificador mecânico ou pilão, pela simplicidade e menores riscos a viabilidades das
sementes.

Das diversas experiencias de pré-tratamento de sementes mostraram que a escarificação


causa o rompimento da pelicula que envolve a semente, aumentando a permeabilidade a
agua, e, consequentemente estimula a germinação.

2.4.2. Clima, solo e adubação

As Leucaenas crescem nos trópicos e subtópicos em regiões de até 500 m de altitude,


suportando grandes diferenças de precipitação, luminosidade, salinidade do solo, inundações
periódicas, fogo, geadas leves e seca.

A Leucaena não cresce bem em solos ácidos, latossólicos com alto teor de alumínio e
geralmente deficientes em cálcio, molibdênio e zinco, sendo necessário, neste caso, a
inclusão de calcário e fosfatos. Cresce melhor em solos com pH próximo ao neutro, e a
nodulação e seu crescimento são afetados, adversamente, abaixo de pH 5,5.
19

2.4.3. Época de plantio espaçamento e quantidade de sementes

A Leucaena deve ser semeada na primavera, no início das chuvas (ente outubro-novembro),
podendo-se usar plantio manual ou mecanizado, colocando-se as sementes no máximo a 1,5
cm de profundidade. O crescimento poderá atingir 2m de altura, aproximadamente, em seis
meses de cultivo, bem como um sistema radicular profundo, que permite a leucaena resistir à
seca. Em regiões onde a precipitação é baixa e distribuída irregularmente, é recomendável o
plantio por meio de mudas. O preparo do solo, com aração e gradagem é necessário em
alguns solos para facilitar o desenvolvimento inicial do sistema radicular.

Dependendo do propósito a que se destina, o espaçamento e a quantidade de sementes


poderão variar bastante. Em plantios densos, para serem usados em cortes frequentes, o
espaçamento será de 1 metro entre linhas, com uma cova a cada 30 cm na linha. Serão
colocadas três sementes por cova e, quando o plantio for mecânico, serão colocadas 9 a 10
sementes por metro linear.

Neste espaçamento os caules se manterão finos, devido a elevada população de plantas,


facilitando a colheita quando atingirem 1 a 1,5 metros de porte. A quantidade de sementes,
neste plantio, situa-se entre 10 e 20 kg/ha, dependendo da variedade e da necessidade de
replantio.

Quando a Leucaena for plantada para pastejo direto, serão empregados espaçamentos maiores
(2 a 3 m entre linhas), com uma cova por metro linear e 3 sementes por cova. Neste
espaçamento serão empregados 5 a 7 kg de sementes/ha.

Poderá ser usado, ainda, plantio com espaçamento de 5 metros entre linhas, quando a
Leucaena for plantada em faixas, consorciada com gramíneas, para uso em pastejo rotativo.

Os espaçamentos menores dificultam as operações de capina mecânica devido a presença de


caules lenhosos que permanecem de 10 a 20 cm acima do solo após o corte.

Como a Leucaena é uma planta bastante perseguida por formigas, cupins, lagartas e
herbívoros silvestres, a fase que decorre entre a semeadura e os primeiros 90 dias é bastante
delicada, exigindo, em nosso meio, frequentes replantios.

Para controle de invasoras, torna-se necessária a realização de 3 ou mais capinas, até que as
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plantas atinjam 1 metro de altura, quando terão rápido crescimento, cobrindo o terreno. Em
áreas onde o plantio direto torna-se dificultado devido às pragas, é possível efetuar o plantio,
usando-se mudas previamente desenvolvidas em sacos plásticos com 1 a 2 kg de solo.

Com este sistema podem ser dispensados cuidados especiais às mudas na sua fase inicial e,
quando apresentarem porte de 15 a 20 cm, serem levadas ao campo já em condições de
resistirem ao ataque das pragas, diminuindo a necessidade de replantio.

2.5. Usos da Leucaena

A Leucaena é leguminosa, arbustiva, É pouco exigente em nutrientes e tolera solos ácidos.


Seu uso como planta de elevado potencial para alimentação do gado nas regiões tropicais e
semiáridas tem sido muito frequente e relatado, podendo assim dar alguma desvantagem
porque pode se tornar toxica se for dada aos animais a longo prazo. (Nair, 1993).

Segundo o Tales et al, o uso de leucaena como ração deve ser introduzida aos poucos,
devendo atingir um máximo de 25% a 30% da dieta dos animais.

A toxicidade da leucaena deve-se ao facto de ela conter uma toxina Mimosina (aminoácido)
que causa a queda de pelos dos animais quando misturada acima de 50% na dieta de forma
continua, por períodos longos especialmente naqueles animais que não estão adaptados a tê-la
na sua dieta.

E usada como combustível, planta medicinal, para uso alimentar, a madeira é usada em
pequenas construções e para polpa, usa-se também no melhoramento de solos, através do
cultivo em faixas.
2.5.1. Como que a leucaena melhora solos pobres em nitrogénio.

A leucaena tem-se revelado uma das espécies mais fertilizante por apresentar sistema
radicular profundo que propicia a reciclagem dos nutrientes do subsolo como também a
absorção de água das camadas profundas do solo, assim se mantendo viva mesmo em época
de seca e também outras vantagens, tais como habilidade para crescer em solos de baixa
fertilidade, rápida dispersão, ciclo longo.
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A forma simbiose eficiente com bactérias do gênero Rhizobium em nódulos produzidos


nas raízes, podendo utilizar o nitrogênio contido na atmosfera (79% da atmosfera é
constituída de nitrogênio em 8 forma não utilizável diretamente pelas plantas e animais)
reduzindo, dessa forma, a necessidade de adubação nitrogenada.

[Link]. Inoculação

Para que a leucaena possa se desenvolver normalmente e realizar os seus efeitos fertilizantes,
precisa estar inoculada com uma bactéria (Rhizobium). Os nódulos formados por essa
bactéria surgem de pequenas raízes laterais da planta, que situam-se próximas à superfície do
solo. Nessa simbiose (Rhizobium + planta), há uma relação de troca em que a planta fornece
energia para a bactéria e recebe amônia produzida com a fixação do nitrogênio atmosférico.

Esta amônia é translocada dos nódulos e se distribui por toda a planta, localizando-se em
maior volume nas folhas, tecidos jovens e sementes, onde participa da formação de
aminoácidos e proteínas. Quando ocorre fixação de nitrogênio atmosférico, os nódulos
apresentam cor rosada e, por meio desse processo, mais de 500 kg/ha de nitrogênio
podem ser anualmente incorporados ao sistema.

A Leucaena para além das suas folhas serem melhor ração para alimentação do gado, também
apresentam um alto teor de nitrogénio. De acordo com Vanlauwe et al. (1996) citado por
SIMBINE, uma aplicação das folhas de Leucaena (6,25 Kg de matéria fresca por
hectare) fornece 78 kg ha-1 de N. e Kang et al. (1990) reportaram aumento da produção de
grãos de milho de 13% com aplicação de folhas podadas da Leucaena, quando
comparada com a do milho solteiro sem aplicação de fertilizantes.

Ngambeki (1985) citado por Simbine, demonstrou que, no sul da Nigéria, sistemas em
aleias com Leucaena aumentaram e sustentaram a produtividade de milho em 60% acima
daquela do milho como cultura única, além de reduzir o uso de fertilizantes
nitrogenados.

A correta utilização desses micro-organismos no setor florestal ainda é uma incógnita,


dependendo do conhecimento de sua diversidade, mecanismos de interação bactéria-planta e
da habilidade de manejo de populações benéficas,

A fixação biológica de nitrogênio realizada por rizóbio em simbiose com leguminosa é de


grande importância para programas de recuperação de solos degradados, geralmente
22

deficientes em nitrogênio, em virtude da intensa perda de matéria orgânica (TRANNIN et al.,


2001). As leguminosas também são importantes no processo de estabilização da matéria
orgânica do solo, pois para cada 10 unidades de carbono sequestrado há a necessidade de
imobilizar, em média, uma unidade de nitrogênio (SISTI et al., 2004).

2.6. Variedades da planta.

As Leucaena diferem grandemente em porte, sendo conhecidas mais de 100 variedades que
são agrupadas em três tipos:

2.6.1. Tipo Havaiano:


São variedades arbustivas com até 5 m de altura, que florescem jovens (com 4 a 6 meses). O
florescimento ocorre durante todo o ano e apresenta pouca produção de madeira e folhas, e
sua produção, abundante de sementes, pode tornar esta planta uma invasora. É comumente
encontrada na costa do México, tendo sido largamente dispersada nos trópicos.
2.6.2. Tipo Salvadorenho:

Apresenta plantas altas com até 20 m de altura, folhas grandes e troncos grossos. É originária
do interior da América Central e produz, geralmente, mais do dobro de biomassa que o tipo
havaiano. São plantas usadas principalmente para a produção de madeira, carvão vegetal,
sendo comumente designadas pelo nome de "Havaí gigante" ou K8, K28 ou K67.

2.6.3. Tipo Peruano:

Apresenta plantas com até 15 m de altura, mas com bastante ramificação e grande quantidade
de folhagem.

2.7. Importância do Nitrogênio na planta.

O azoto, ou nitrogênio é um elemento químico com símbolo N, número atómico 7 e número


de massa 14 (7 protões e 7 neutrões), representado no grupo (ou família) 15 (antigo VA) da
tabela periódica. É o quinto elemento mais abundante no universo. Nas condições ambientes
23

(25 °C e 1 atm) é encontrado no estado gasoso, obrigatoriamente em sua forma molecular


biatómica (N2), formando cerca de 78% do volume do ar atmosférico. As mais importantes
aplicações práticas comerciais do nitrogénio são na obtenção da amônia (NH 3) liquida e do
gás amoníaco pelo processo Haber.

Além de ser constituinte dos aminoácidos livres e protéicos, o nitrogênio está presente em
outros compostos nitrogenados importantes, como as bases nitrogenadas (purinas e
pirimidinas), os ácidos nucleicos (DNA e RNA), que perfazem cerca de 10% do total do
nitrogênio na planta. Outras formas amino solúveis chegam a compor 5% do N das plantas. A
fração presente como NH-3 e NH+4 geralmente representa baixa percentagem (CONN &
STUMPF, 1975; MENGEL & KIRKBY, 1987).

Nas folhas o nitrogênio está nos cloroplastos como constituinte da molécula de clorofila,
onde cada átomo de Mg está ligado a quatro átomos de nitrogênio e também participa da
síntese de vitaminas, hormônios, coezima, alcalóides, hexosaminas e outros compostos.

O nitrogênio é um nutriente que está relacionado aos mais importantes processos fisiológicos
que ocorrem nas plantas, tais como fotossíntese, respiração desenvolvimento e atividade das
raízes, absorção iônica de outros nutrientes, crescimento, diferenciação celular e genética.
24

CAPITULO: III
3.0. Resultados esperados.

Com este projecto espera-se acima de tudo a concretização das hipóteses nele traçados como
uma solução para minimizar o excessivo deslocamento das pessoas em busca dos melhores
solos, que estão acentuados na implementação da técnica do plantio da leucaena como
solução para recuperar os solos pobres em azoto para o cultivo de hortícolas, ou mesmo o uso
de terrenos que estão já plantado a leucaena, sensibilizações sobre as técnicas agrícolas sobre
tudo a importância da Leucaena para os solos pobres em N 2 (azoto) e fazer uma comparação
do crescimento e qualidade de hortícolas plantadas nas áreas com leucaena e nas áreas sem
leucaena.

Como se não bastece depois da obtenção com sucesso dos resultados aconselhar as pessoas
locais na continuação do uso da técnica.
25

4.0. Cronograma das actividades.

ACTIVIDA MESES
DES Set. Outubr Nov. Dez- Abril Mai-Jul Agosto Set

Semanas 1 2 3 4 1 2 3 4 1 2 3 4 D J F M A M J J 1 2 3 4 1 2 3 4

Elab. d X X
projecto
Apresentação X

Entrevista X

Prep. de X X

terras
Plantio leucaen X X

Controle do ∆ X X X X X

Plant X
Hortícolas
Controle do ∆ X X X
Comparac. hort X
Analise d X
Resul
Conclusão X
Palestras X
Compilação de X
dados
Rev. Literária. X
E Linguística
Apresentação X
da Monografia
26

5.0. Quadro orçamental.

Preço
Material Quantia Unitário Total Uso

Folha A4 1 Resma 140, 00mt 140, 00mt Colecta de informações


Notebook 1 50, 00mt 50, 00mt Anotações
Caneta 5 50, 00mt 250, 00mt Escrever (anotar)
Copias 400 400, 00mt 400, 00mt Monografia e Diversos fins.
Impressão _____ _____ 1000, 00mt Para uso pessoal, a
Encadernamento _____ _____ 600, 00mt população alvo e supervisor.

Transporte _____ _____ 2000, 00mt Passagem (Beira - Mezimbite)


27

Excremento de vaca 25kg 20, 00mt 500, 00mt Para usar como adubo na
prepararão de mudas de
Semente de hortícola 1kg 300, 00mt 300, 00mt Leucaena e hortícolas
Enxada 3 150, 00mt 450, 00mt
Catana 1 150. 00mt 150, 00mt Preparação do terreno e etc
Lanche ____ _____ 1000, 00mt Alimentação no local
Regador 3 350. 00mt 1050, 00mt Para regar as plantas
Vaso plástico 400 1.00mt 400. 00mt Para por as mudas
Caméra fotográfica ______ _______ _______ Registo de imagens
Computador ______ _______ _______ Digitalização/compilação
Total = 8090, 00mt
6.0. Referencia Bibliográfica

CONSULTORIA e desenvolvimento. Perfil do distrito do Dondo, província de Sofala.


Ministério de administração estatal. Edição 2005.

EIRAS, Priscila Pixoline e Fábio cunha coelho. Manual técnico: adubação verde na cultura
do milho. Rio de Janeiro. Julho de 2010.

GERHARDT, Tatiana Engel, Métodos de pesquisa. 1ª Edição: 2009.

GUBANDE, Cecília Manuel Luís. O uso do alho na prevenção e tratamento de certas


doenças – estudo de caso Distrito do Búzi, localidade de Ussingue, UP – Beira, 2013

HEERDT, Mauri Luiz, Metodologia de pesquisa jurídica, universidade do sul de Santa


Satarina – UNISUL, 2007.

INE, apresentação dos resultados definitivos e indicadores socio demográficos do censo


2007.

LAKATOS & MARCONI, fundamentos de metodologias científicas. 6ª Edição São Paulo,


2007.

LIMA, Josiane Aparecida de e Antônio Ricardo Evangelista. Leucaena (leucaena


leucocephala) Titular do Departamento de Zootecnia da Universidade Federal de Lavras-MG
(UFLA).

MOURÃO, Isabel de Maria. Manual de horticultura no modo de produção biológico. Escola


superior agraria de ponte de lima. São paulo, 2007.
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NAKALA, Maria Roselda Silvina Orest, avaliação da pureza, peso, conteúdo, humidade e
germinação da calliandra calothyrsus Meissner, Leucaena pallida Britton & Rose e Moringa
Olifera Lam. UEM, Maputo, Outubro 2006.

NOGUEIRA. Natiélia Oliveira, et al. utilização de leguminosas para recuperação de áreas


degradadas. Junho 2012.

OLIVEIRA. Pâmela Dias de. Estabelecimento de banco forrageiro com leucaena em


unidade de produção familiar no sudeste do pará. São paulo. 2010.

VASCONCELOS, Maria da Conceição da Costa de Andrade, et. Al, cultivo em aléias: uma
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RAMPIM, Leandro, et al. desenvolvimento inicial de plântulas de peltophorum dubium e


leucaena leucocephala inoculadas com bactérias diazotróficas. São Paulo, 2014.

SANTANA. Augusto Cesar de Arruda et al. Fixação de nitrogénioem mudas de sabiá e


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brasileira de engenheira nuclear (ABEN)-2013.

SIMBINE, Maurício António. Efeitos da poda radicula no crescimento de mudas de


casuarina equisetifolia e de Leucaena Leucocephala no viveiro. Projecto final UEM, Maputo
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UP, comissão de revisão curricular. Normas para Produção e Publicação de Trabalhos


Científicos na Universidade Pedagógica. Maputo, Janeiro, 2009.

UP. Regulamento académico para os cursos de graduação e de pós- graduação. Maputo,


2012.

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29

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novas-especies-de-bacterias-do-bem

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