Balanço Molar
1.1) Taxa de Reação Química
• Velocidade de consumo do número de mols de uma espécie
química para que seja formada outra espécie química.
• Espécie química (Componente ou elemento).
• A reação química acontece quando uma ou mais espécies perde
a sua identidade assumindo uma nova forma mudando o número
de átomos de um composto a estrutura ou configuração destes
átomos.
• Em uma abordagem clássica de reação química, é assumido que a massa total das
espécies químicas não é criada nem destruída,
• Massa total é diferente da massa de uma espécie química.
• Massa de desaparecimento (consumo) de uma espécie A, é o número de moléculas que
perdem a sua identidade química por unidade de tempo por volume durante o processo
de quebra e rearranjo das ligações químicas durante o tempo em que a reação ocorre.
• Para que uma espécie química possa surgir, alguma parte de outra espécie deve perder
sua identidade química.
• Existem 3 maneiras deste processo acontecer:
1. Decomposição (Molécula maior se divide em menores),
2. Combinação (Moléculas menores se combinam e formam uma maior).
3. Isomerização (Mudança de Estrutura e Configuração).
• Conceito de isômero: Substância que tem a mesma fórmula molecular, mas tem estrutura
diferente.
• Exemplo: 𝐶𝐶𝑙3 𝐶𝐻𝑂 + 2𝐶6 𝐻5 𝐶𝑙 → (𝐶6 𝐻4 𝐶𝑙)2 𝐶𝐻𝐶𝐶𝑙3 + 𝐻2 𝑂
• Pode-se substituir as substâncias acima por A,B,C etc ,,,
• A + 2𝐵 → 𝐶 + 𝐷 A taxa de reação química, -𝑟𝐴 , é o número de mols de A que está reagindo
𝑚𝑜𝑙
( Desaparecendo) por unidade de volume por unidade de tempo .
𝑑𝑚3 .𝑠
Exemplo 1.1 (A + 2𝐵 → 𝐶 + 𝐷)
𝑚𝑜𝑙 𝑚𝑜𝑙
a) 2,2,2-tricloroetanal: [A] − 𝑟𝐴 = 10 (Consumo) 𝑟𝐴 = -10 (Formação)
𝑚3 .𝑠 𝑚3 .𝑠
𝑚𝑜𝑙 𝑚𝑜𝑙
b) 2-clorofenil : [B] − 𝑟𝐵 = 20 (Consumo) 𝑟𝐵 = - 20 (Formação)
𝑚3 .𝑠 𝑚3 .𝑠
𝑚𝑜𝑙 𝑚𝑜𝑙
c) Diclorodifenildicloroetano : [C] 𝑟𝐶 = 10 (Formação) −𝑟𝐶 = -10 (Consumo)
𝑚3 .𝑠 𝑚3 .𝑠
𝑚𝑜𝑙 𝑚𝑜𝑙
d) 2,2,2-tricloroetanal: [D] 𝑟𝐷 = 10 (Formação) − 𝑟𝐷 = -10 (Consumo)
𝑚3 .𝑠 𝑚3 .𝑠
❑ Reações homogêneas só possuem uma fase.
❑ Reações heterogêneas possuem mais de uma fase.
❑ Nas reações heteregêneas o valor da taxa de reação química está em função de outros
parâmetros além do volume como por exemplo a área da superfície ou o peso do
catalizador.
❑ As dimensões desta taxa de reação heterogênea, −𝑟 ′𝐴 , são o número de mols de A
𝑚𝑜𝑙
reagindo por unidade de tempo por unidade de massa de catalisador. (Catalizador)
𝑠.𝑔
Definição da taxa de reação química 𝒓𝒋 , (Reação Homogênea)
• É a taxa de formação da espécie j por unidade de volume.
• A lei da taxa de reação química é:
𝑚𝑜𝑙
1. A taxa de formação das espécies j .
𝑠.𝑉
2. É uma equação algébrica.
3. Independe do tipo de reator.
4. É apenas uma função das propriedades dos materiais reagentes e das condições de reação (por exemplo
concentração de espécies, temperatura, pressão ou tipo de catalizador, se houver em um ponto do sistema.
A taxa de reação química −𝒓𝑨 está em função de quais variáveis?
• As propriedades e condição de reação dos materiais reagentes podem variar com a
posição em um reator químico.
• 𝒓𝒋 por ser uma função da posição pode variar de ponto a ponto no sistema.
• A taxa de reação química é uma equação algébrica que depende da concentração.
1. Linear −𝒓𝑨 = 𝑲𝑪𝑨
2. Determinadas Experimentalmente:
−𝒓𝑨 = 𝑲𝑪𝟐 𝑨
𝑲𝟏 𝑪𝑨
−𝒓𝑨 =
𝟏 + 𝑲𝟐 𝑪𝑨
Equação Geral do Balanço molar
• Para realizar um balanço molar em qualquer sistema, os limites do
sistema devem primeiro ser especificados.
• O volume delimitado por estes limites é chamado de volume do
sistema.
𝑇𝑎𝑥𝑎 𝑑𝑒 𝑓𝑙𝑢𝑥𝑜 𝑗 𝑇𝑎𝑥𝑎 𝑑𝑒 𝑔𝑒𝑟𝑎çã𝑜 𝑗
𝑇𝑎𝑥𝑎 𝑑𝑒 𝑓𝑙𝑢𝑥𝑜 𝑗 𝑇𝑎𝑥𝑎 𝑑𝑒 𝑎𝑐𝑢𝑚𝑢𝑙𝑎çã𝑜 𝑗
𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑓𝑜𝑟𝑎 𝑝𝑜𝑟 𝑐𝑎𝑢𝑠𝑎 𝑑𝑎 𝑟𝑒𝑎çã𝑜
𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑜 𝑠𝑖𝑠𝑡𝑒𝑚𝑎 − + = 𝑑𝑒𝑛𝑡𝑟𝑜 𝑑𝑜 𝑠𝑖𝑠𝑡𝑒𝑚𝑎
𝑑𝑜 𝑠𝑖𝑠𝑡𝑒𝑚𝑎 𝑞𝑢í𝑚𝑖𝑐𝑎 𝑐𝑜𝑚 𝑜 𝑠𝑖𝑠𝑡𝑒𝑚𝑎
𝑚𝑜𝑙𝑠/𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜 𝑚𝑜𝑙𝑠/𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜
𝑚𝑜𝑙𝑠/𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜 𝑚𝑜𝑙𝑠/𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜
Dentro - Fora + Geração = Acumulação
𝑑𝑁𝑗
𝐹𝑗0 - 𝐹𝑗 + 𝐺𝑗 =
𝑑𝑡
• Nesta equação, 𝑁𝑗 é o número de mols de uma espécie j em um sistema em um determinado
tempo t.
• Se todas as variáveis do sistema (por exemplo, temperatura, atividade catalítica e concentração
das espécies químicas) forem espacialmente uniformes em todo o volume do sistema, a taxa de
geração das espécies j, 𝐺𝑗 , será apenas o produto do volume de reação, V, e da taxa de formação
das espécies j, 𝑟𝑗 .
𝐺𝑗 = 𝑟𝑗 . V
𝑚𝑜𝑙𝑠 𝑚𝑜𝑙𝑠
= . 𝑣𝑜𝑙𝑢𝑚𝑒
𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜 𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜.𝑣𝑜𝑙𝑢𝑚𝑒
• Agora, suponha que a taxa de formação da espécie j para a reação varie com a posição no volume
do sistema. Ou seja, ela tem um valor 𝑟𝑗1 que é circundado por um pequeno volume, ΔV1 na
localização 1, dentro do qual a taxa é uniforme;
• Da mesma forma, a taxa de reação tem um valor 𝑟𝑗2 , circundado por um volume, ΔV2, e assim por
diante (Figura 1-4).
∆𝐺𝑗1 = 𝑟𝑗1 . Δ𝑉𝑗𝑖
• Expressões semelhantes podem ser escritas para ΔG1 , Δ𝑉1 , é e os outros
subvolumes do sistema, Δ𝑉𝑖 .
• A taxa total de geração dentro do volume do sistema é a soma de todas
as taxas de geração em cada um dos subvolumes.
• Se o volume total do sistema for dividido em M subvolumes, a taxa total
de geração é:
𝑀 𝑀
𝐺𝑗 = ΔG𝑗𝑖 = 𝑟𝑗1 . Δ𝑉𝑗𝑖
𝑖=1 𝑖=1
∆𝐺𝑗1 = 𝑟𝑗1 . Δ𝑉𝑗𝑖
• Expressões semelhantes podem ser escritas para ΔG1 , Δ𝑉1 , é e os outros
subvolumes do sistema, Δ𝑉𝑖 .
• A taxa total de geração dentro do volume do sistema é a soma de todas
as taxas de geração em cada um dos subvolumes.
• Se o volume total do sistema for dividido em M subvolumes, a taxa total
de geração é:
𝑀 𝑀
𝐺𝑗 = ΔG𝑗𝑖 = 𝑟𝑗1 . Δ𝑉𝑗𝑖
𝑖=1 𝑖=1
• Tomando os limites apropriados (𝑀 → ∞ 𝑒 ∆𝑉 → 0) e fazendo
uso da definição de uma integral, podemos reescrever a
equação anterior na forma:
𝑑𝑁𝑗
• Substituindo Gj na equação 𝐹𝑗0 - 𝐹𝑗 + 𝐺𝑗 = :
𝑑𝑡
1.3) Reator de Batela (Batch Reactor – BR)
• Um reator de batela é usado para:
i. Operações em pequena escala,
ii. Para testar novos processos que não foram totalmente
desenvolvidos,
iii. Para a fabricação de produtos caros
iv. Para processos que são difíceis de converter para operações
contínuas.
• O reator pode ser carregado (ou seja, preenchido) através dos
orifícios na parte superior.
• O reator de batela tem a vantagem de altas conversões que podem
ser obtidas deixando o reagente no reator por longos períodos de
tempo, mas também tem as desvantagens de altos custos de mão de
obra por lote, a variabilidade de produtos delote para lote e a
dificuldade de produção em larga escala.
• Um reator em batelada não tem entrada nem saída de reagentes ou
produtos enquanto a reação está sendo realizada: 𝐹𝑗0 = 𝐹𝑗 = 0. O balanço
molar geral resultante na espécie j é :
• Para reação perfeitamente misturada, não existe variação da taxa de reação
química em todo o reator, logo 𝑟𝑗 pode sair da integral.
𝑑𝑁𝑗
= 𝑟𝑗 𝑉
𝑑𝑡
• Considerando uma reação de isomerização de uma espécie A em um reator de batela.
A→B
• À medida que a reação prossegue, o número de mols de A diminui e o número de mols de B
aumenta
𝑑𝑁𝐴
• Partindo da equação: = 𝑟𝐴 𝑉
𝑑𝑡
𝑑𝑁𝐴
• Rearranjando a equação anterior: 𝑑𝑡 =
𝑟𝐴 𝑉
• Integrando com os limites t = 0, então 𝑁𝐴 = 𝑁𝐴0 , and at t = 𝑡1 :
𝑁𝐴0 𝑑𝐴𝑗
𝑡1 = 𝑉 𝑟 𝑁
𝐴1 𝐴
(Tempo para o número de mols reduzir de 𝑁𝐴0 para 𝑁𝐴 ).
Reatores de Fluxo Contínuo
(Continuous-Flow Reactors)
• Os reatores de fluxo contínuo quase sempre operam em regime
permanente.
• Consideraremos três tipos:
1. O reator de tanque agitado contínuo (CSTR).
2. O reator de fluxo em pistão (PFR).
3. O reator de leito fixo (PBR).
O reator de tanque agitado contínuo (CSTR).
• É principalmente utilizado em reações na fase líquida.
• Normalmente opera em estado estacionário e presume-se que
esteja perfeitamente misturado; consequentemente, não há
dependência do tempo ou da posição da temperatura,
concentração ou velocidade de reação dentro do CSTR.
• Equação geral do balanço molar:
• Nas condições de regime estacionário no CSTR:
𝑑𝑁𝐴
=0
𝑑𝑡
O reator de tanque agitado contínuo (CSTR).
• Não existe variação da taxa de reação em diferentes
pontos do reator (variação espacial).
• Rearanjando a equação do balanço molar
• O CSTR é modelado de tal forma que as
condições na corrente de saída (por exemplo,
concentração e temperatura) são idênticas às
do tanque. A vazão molar 𝐹𝑗 é simplesmente o
produto da concentração da espécie j e da
vazão volumétrica v.
• Substituindo 𝐹𝑗 na equação do volume
• A equação molar do reator CSTR ideal é
algébrica, não é uma equação diferencial.
Reator tubular
• Ele consiste em um tubo cilíndrico e normalmente opera em
regime permanente, assim como o CSTR.
• Reatores tubulares são usados com mais frequência para
reações em fase gasosa
• No reator tubular, os reagentes são continuamente
consumidos à medida que fluem ao longo do comprimento do
reator.
• Ao modelar o reator tubular, assumimos que a concentração
varia continuamente na direção axial ao longo do reator.
• Consequentemente, a taxa de reação, que é uma função da
concentração para todas as reações, exceto as de ordem
zero, também variará axialmente.
Reator de Fluxo Tipo Pistão (Reator Plug-Flow Reactor –PFR)
• O sistema pode ser modelado por um perfil de fluxo de pistão (por exemplo, velocidade uniforme
como
• Ou seja, não há variação radial na taxa de reação, e o reator é chamado de reator de fluxo pistão
(PFR).
• A partir de um balanço molar sobre a espécie j em um segmento
diferencial do volume do reator ΔV. O volume diferencial, ΔV, foi
escolhido suficientemente pequeno para que não haja variações
espaciais na taxa de reação dentro deste volume.
𝐹𝑙𝑢𝑥𝑜 𝑚𝑜𝑙𝑎𝑟
𝐹𝑙𝑢𝑥𝑜 𝑚𝑜𝑙𝑎𝑟
𝑡𝑎𝑥𝑎 𝑇𝑎𝑥𝑎 𝑑𝑒 𝑓𝑜𝑟𝑚𝑎çã𝑜
𝑡𝑎𝑥𝑎 𝑑𝑒 𝑟𝑒çã𝑜 𝑇𝑎𝑥𝑎 𝑑𝑒 𝑎𝑐𝑢𝑚𝑢𝑙𝑎çã𝑜 𝑗
𝑡𝑎𝑥𝑎 𝑑𝑒 𝑟𝑒çã𝑜 𝑀𝑜𝑙𝑎𝑟 𝑑𝑎 𝑒𝑠𝑝é𝑐𝑖𝑒
− 𝑑𝑒 𝑗 𝑒𝑚 𝑉 + ∆𝑉 + = 𝑐𝑜𝑚 𝑜 𝑣𝑜𝑙𝑢𝑚𝑒 ∆𝑉
𝑑𝑒 𝑗 𝑒𝑚 ∆𝑉 𝑗 𝑐𝑜𝑚 ∆𝑉
(𝑠𝑎í𝑑𝑎) 𝑚𝑜𝑙𝑠/𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜
(𝑒𝑛𝑡𝑟𝑎𝑑𝑎) 𝑚𝑜𝑙𝑠/𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜
𝑚𝑜𝑙𝑠/𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜
𝑚𝑜𝑙𝑠/𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜
Entrada - Saída + Geração = Acumulação
𝐹𝑗|𝑉 - 𝐹𝑗|𝑉+∆𝑉 + 𝑟𝑗 ∆𝑉 = 0
• Rearranjando e dividindo por ∆𝑉:
• Tomando o limite (∆𝑉 → 0)
• Considerando novamente a
isomerização:
A→B
• À medida que a reação prossegue, o número de mols de A diminui e o número de mols de B
aumenta
𝑑𝐹𝐴
• Rearranjando a equação anterior: 𝑑𝑉 =
𝑟𝐴
• Integrando com os limites t = 0, então 𝐹𝐴 = 𝐹𝐴0 , and at V = 𝑉1 , então 𝐹𝐴 = 𝐹𝐴1 :
𝐹𝐴1 𝑑𝐹𝐴 𝐹𝐴0 𝑑𝐹𝐴
𝑉1 = 𝐴𝑁 = 𝑟 𝑁1 −𝑟
𝐴0 𝐴 𝐴
• 𝑉1 é o volume necessário para reduzir a vazão molar de entrada 𝐹𝐴0 para algum valor
especificado 𝐹𝐴1 e também o volume necessário para produzir uma vazão molar de B de 𝐹𝐵1 .
O reator de leito fixo (Packed-bed Reactor - PBR).
• A principal diferença entre os cálculos de projeto de
reatores envolvendo reações homogêneas e
aqueles envolvendo reações heterogêneas fluido-
sólido é que, para estas últimas, a reação ocorre na
superfície do catalisador
• Quanto maior a massa de um determinado
catalisador, maior a área superficial reativa.
Consequentemente, a taxa de reação é baseada na
massa do catalisador sólido, W, e não no volume do
reator, V.
• Para um sistema heterogêneo fluido-sólido, a taxa
de reação de uma espécie A é definida como:
𝑟 ′𝐴 = 𝑚𝑜𝑙 𝐴 𝑞𝑢𝑒 𝑟𝑒𝑎𝑔𝑒/(𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜 × 𝑚𝑎𝑠𝑠𝑎 𝑑𝑜 𝑐𝑎𝑡𝑎𝑙𝑖𝑧𝑎𝑑𝑜𝑟)
• A massa de catalisador sólido é utilizada porque a
quantidade de catalisador é importante para a
taxa de formação do produto.
• Observamos que, multiplicando a taxa de reação
heterogênea, − 𝑟 ′𝐴 , pela densidade aparente do
𝑚𝑎𝑠𝑠𝑎
catalisador, 𝜌𝑏 , podemos obter a taxa de
𝑣𝑜𝑙𝑢𝑚𝑒
reação homogênea, 𝑟𝐴 :
−𝑟𝐴 = 𝜌𝐵 (− 𝑟 ′𝐴 )
𝑚𝑜𝑙 𝑔 𝑚𝑜𝑙
=
𝑑𝑚3 . 𝑠 𝑑𝑚3 𝑔. 𝑠
• Nos três tipos idealizados de reatores discutidos (o reator em batelada perfeitamente misturado, o reator
tubular de fluxo em pistão [PFR]) e o reator de tanque com agitação contínua perfeitamente misturado
[CSTR]), as equações de projeto (ou seja, balanços molares) foram desenvolvidas com base no volume do
reator.
• A derivação da equação de projeto para um reator catalítico de leito fixo (PBR) será realizada de maneira
análoga ao desenvolvimento da equação de projeto tubular. Para realizar essa derivação, simplesmente
substituímos a coordenada de volume pela coordenada de massa (ou seja, peso) do catalisador W
𝑚𝑜𝑙𝑠 𝑑𝑒 𝐴 𝑚𝑜𝑙𝑠 𝑑𝑒 𝐴
𝑟 ′𝐴 ∆𝑊 ≡ . 𝑚𝑎𝑠𝑠𝑎 𝑑𝑜 𝑐𝑎𝑡𝑎𝑙𝑖𝑧𝑎𝑑𝑜𝑟 ≡
𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜 × 𝑚𝑎𝑠𝑠𝑎 𝑑𝑜 𝑐𝑎𝑡𝑎𝑙𝑖𝑧𝑎𝑑𝑜𝑟 𝑡𝑒𝑚𝑝𝑜
• Após dividir por ΔW e tomar o limite como ΔW → 0, chegamos à forma diferencial do balanço
molar para um reator de leito fixo:
• Quando a queda de pressão através do reator e o decaimento do catalisador são negligenciados, a
forma integral da equação de projeto do leito catalítico compactado pode ser usada para calcular o
peso do catalisador.
• W é o peso do catalisador necessário para reduzir a vazão molar de entrada da espécie A, 𝐹𝐴0 , até
uma vazão 𝐹𝐴 .