Jaime Manuel Matunha
Gito Alguineiro Magaio
Elisa João Miguel
Fernando Félix Machava
Nelma Emílio Amado
PRATICAS TEÓRICAS PROFISSIONAIS
Curso: Psicologia Social e das organizações 1° ano
Universidade Licungo
Beira
2023
Jaime Manuel Matunha
Gito Alguineiro Magaio
Elisa João Miguel
Fernando Félix Machava
Nelma Emílio Amado
PRATICAS DE TEÓRICAS PROFISSIONAIS
Docente
Dr. Paulo Bulaque
Universidade Licungo
Beira
2023
Índice
CAPÍTULO I: INTRODUÇÃO ...................................................................................................... 3
1.1 Introdução ............................................................................................................................ 3
1.2 Objectivos ................................................................................................................................. 4
1.2.1 Objectivos Geral .................................................................................................................... 4
1.2.2 Objectivos Específicos ........................................................................................................... 4
CAPITULO II: METODOLOGIA ................................................................................................. 5
2.1 Metodologia .............................................................................................................................. 5
CAPÍTULO III: REVISÃO DA LITERATURA ........................................................................... 7
3.2 Assistência ............................................................................................................................ 7
CAPÍTULO IV: ANALISE DOS RESULTADOS ........................................................................ 8
CONCLUSÕES ............................................................................................................................ 14
5. Conclusão.................................................................................................................................. 14
Referencias bibliográficas ............................................................................................................. 15
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CAPÍTULO I: INTRODUÇÃO
1.1 Introdução
O presente relatório é referente a condensação das actividades, realizadas na Escola que
inseriu-se, no processo de descrição dos aspectos de práticos pedagógico usado o metido
de entrevista e observação.
Trata-se de um trabalho de estímulo científico, com a finalidade académica de obtenção
de um certo grau (Licenciatura), em particular no ensino ao nível da Universidade Licungo de
Moçambique - Beira. Nisto, visa de forma objectiva e clara a confirmação da preparação do
estudante formado que pretende desenvolver a melhoria da qualidade de ensino escolar, em
particular na disciplina.
Neste contesto, o primeiro capítulo descreve a localização da escola, funcionamento das
áreas pedagógicas e administrativas da escola, a organização do componente escolar e
finalmente a análise dos documentos básicos no caso concreto da escola Primária
Completa Munhava Central – Beira.
No segundo capítulo, descreve as fases de entrevistas feita pelos estudantes na referida
Instalação onde foram exercidas as tais actividades.
No terceiro capítulo, faz-se a descrição da Escola Primaria Completa da Munhava
Central – Beira, na qual, onde constataram o problema que irão referenciar no capítulo
seguinte e de seguida da conclusão bibliografa, anexos e apêndices.
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1.2 Objectivos
1.2.1 Objectivos Geral
Analisar e Relatar todas as actividades observadas que regem a qualidade no processo de ensino e
aprendizagem na disciplina de praticas de técnica profissional.
1.2.2 Objectivos Específicos
Identificar os aspectos didácticos e científicos aprendidos com a prática do campo por
meio de observação ;
falar sobre o funcionamento, organização e estrutura física num estabelecimento de ensino
e aprendizagem;
Desenvolver as capacidades, conhecimentos, atitudes e competência por intermédio de
conversas.
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CAPITULO II: METODOLOGIA
2.1 Metodologia
2.2 Método Bibliográfico
Conhecida como pesquisa de fontes secundárias, abrange toda bibliografia já tornada pública em
relação ao tema de estudo, desde publicações avulsas, boletins, jornais, revistas, livros, pesquisas,
monografias, teses, material cartográfico etc., Meios de comunicação orais: rádio, gravações em
fita magnética e audiovisuais: filmes e televisão (Lakatos & Marconi, 2003, p.182).
A partir deste método, o autor fez leitura de vários manuais, artigos científicos, monografias.
Sustentando assim a sua fundamentação teórica e discussão dos resultados. Neste método,
trabalhou-se com as contribuições de vários autores que abordam aspectos relacionados a
automedicação
2.3 Observação Directa
Para a realização desta actividade foi fundamental e imprescindível o uso deste método, pois
proporcionou uma visão geral de todo o PTP nas escolas.
A observar significa aplicar atentamente os sentidos a um objecto para ele adquirir um
conhecimento claro e preciso.“As vantagens do uso da observação em pesquisa estão relacionadas
com a possibilidade de se obter a informação na ocorrência expontânea do facto, e ainda, de que
os factos são percebidos directamente, sem qualquer intermediação” ( Barros, L, 2003).
Observação “uma técnica de colecta de dados para conseguir informações e utiliza os sentidos na
obtenção de determinados aspectos da realidade. Não consiste apenas em ver e ouvir, mas também
em examinar factos ou fenómenos que se deseja estudar”. (Lakatos 1999: 90)
Este método foi usado de forma sistemática e directa onde o autor fez a recolha de dados e
verificação de factos de uma forma directa visitando o local, pois possibilitou a visualização dos
aspectos físicos e documentais da escola.
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O método também permitiu a consulta e análise de documentos normativos como é o caso de
regulamentos, plano anual de actividade, livros de turma, conhecimentos precisos e
particularizados de vários aspectos de ordem pedagógica e administrativa e a sua articulação.
Este método envolveu a assistência de aulas, com o objectivo departicipar na dinâmica da Escola
e das salas de aulas; participar nas planificações quinzenais; ajudar a elaborar materiais didácticos,
métodos entre outros e por fim organizar o relatório.
Por outro lado, observar a forma como as aulas são leccionadas e outros aspectos importantes
como o aproveitamento de recursos locais para a construção de conhecimentos.
2.4 Técnica de Entrevista
Segundo (Lakatos e Marcon 1996:84), entrevista “é o encontro entre duas por alunos e professor
a fim de que uma delas detenha informações a respeito de um determinado assunto mediante uma
conversa de natureza profissional.
Para o autor, esta técnica servirá para obter informações sobre possíveis casos de dificuldade na
resolução de exercício envolvendo a subtração na 3a classe: estudo de caso na Escola Primaria
Completa Mulheres Macombe Beira. Esta técnica também servirá para obter informações em
relação ou conteúdo que se ira se tratar nesta instituição.
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CAPÍTULO III: REVISÃO DA LITERATURA
3.1 Planificação
Segundo (Libâneo 1999:222), a “planificação é um processo de racionalização, organização ou
coordenação da acção docente, articulando actividades escolares e a problemática do contesto
social”; neste contesto para a realização e operacionalização deste trabalho foi imprescindível de
uma planificação cuidadosa e minuciosa antecipada.
3.2 Assistência
Segundo (Lakatos & Marcon 1992:107), assistência é uma técnica que utiliza os sentidos na
obtenção de determinados aspectos da realidade. Esta técnica não só consiste em ver e ouvir, como
também examinar acontecimentos ou fenómenos que se pretendem estudar. Os referenciais
teóricos, ou seja, à bibliografia manuseada pelo praticante ao longo do estágio pedagógico
auxiliaram na construção relatório. Para a compilação do relatório foram manuseadas varias
bibliografias ao longo das práticas pedagógicas.
3.3 Componente Ético – Profissional
A ética e o profissionalismo são, em qualquer área, pilares fundamentais para o sucesso de
qualquer trabalhador. Mais especificamente, o professor deve estar munido de competências
básicas que permitam um trabalho eficaz na área em que lecciona.
Deverá mostrar predisposição e disponibilidade total para os seus alunos e para toda a
comunidade escolar, trabalhando em equipa, procurando também ser criativo nas suas
práticas pedagógicas, mantendo a responsabilidade inerente à Escola. Deve também ser autocrítico
no seu trabalho, avaliando-o, procurando sempre evolução e soluções credíveis na resolução dos
problemas. Existe assim, um compromisso directo com a aprendizagem dos seus próprios alunos,
tendo a obrigação de adequar as aprendizagens com os diferentes níveis e diferenças individuais.
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CAPÍTULO IV: ANALISE DOS RESULTADOS
4.1 Relatório de estágio Pedagógicas
O estágio Pedagógico que teve lugar na Escola Primaria Completa da Munhava Central -
Beira, tive suas fases tais como:
1ª Fase: iniciou com uma orientação que visava os procedimentos que poderiam se subsidiar para
a realização do estágio, de modo a obter informações necessárias dada pelo Paulo Bulaque, após
as orientações seguiu-se com a formação dos grupos e sua distribuição nas respectivas escolas.
2ª Fase: iniciou com apresentação na direcção da escola e fomos recebidos pelo director da escola
na pessoa do senhor Baptista Franze, este que forneceu dados e certas informações, a história da
escola, organização da escola, o impacto do novo currículo.
Acompanhou-nos ao pedagógico da escola Almeida Vunjura, também esclareceu algumas
informações da sua área pedagógica e depois a área administrativa que foi recebido pela Chefe da
secretaria, esta falou sobre da aquisição do fundo da escola e depois nos acompanhou na
observação de toda a escola que permitiu-nos descrever todo elenco da escola.
3ª Fase: após o trabalho do campo, recolha, descrição e a organização dos dados obtidos e
análise crítica e positivos dos aspectos observados, que recorremos alguns dados bibliográficos
para enriquecer o trabalho.
4.2 Historial da Escola
A Escola Primária Completa Munhava Central da Beira, foi construído em 1948, inaugurada em
Maio de 1949 com apenas 4 salas de aulas, uma sala de lanche, duas casa de banhos para
professores, duas casa de banho para alunos, uma casa de banho e um dormitório para continuo
com o nome, escola oficial feminino da Munhava,
O nome Escola Primaria da Munhava Central foi atribuído depois da independência em
1975 devido a sua localização, a escola sofreu muitas transformações para a sua
ampliação. em 1950 mais 4 salas, 1987 foram construídas 4 salas e 2002 mais 6 salas e
um bloco administrativo. Passando a ter 18 salas que funciona em regime de três turnos e
o curso nocturno.
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4.3 Identificação do local
A Escola Primaria Completa da Munhava Central na Beira, também sede da ZIP 07, localiza-se
no 9º Bairro na Munhava Central com seguintes limites: Norte - Estacão da companhia das Aguas
(Fipag) ; Este – Residências e avenida Samora Machel; Sul – Zona populacional; Oeste – Centro
comercial (lojas).
A Escola tem como material de construção bloco e vigas, segundo as características que a
Escola apresenta 6 blocos e um bloco administrativo, com 18 salas de aulas, 2 quartos de banhos
dos alunos, 2 dos professores, uma sala do professor, biblioteca e uma cantina escolar.
4.4 Funcionamento da Organização e suas Componentes
4.4.1 Área organizacional
A saúde e higiene escolar, estão escalados os alunos por turma, os períodos extras de aula
para a limpeza no recinto escolar salas e os demais trabalhos da escola,
Os alunos são controlados pelos funcionários e professores da escola e em caso de
alguma irregularidade são encaminhados para o posto médico em emergência quando for
necessário dependendo da gravidade do ferimento.
Segundo o Director da Escola afirmou que os alunos praticam modalidade desportiva no
campo, que a Escola tem no recinto. Não obstante a Escola tem feito seus planos em
semanal, quinzenal, mensal e anual no cumprimento da matéria planificada.
4.4.2 Área Administrativa
Para além de móveis e imóveis da escola nesta área administrativa encontramos processo
dos funcionários da escola que contém certos documentos indispensáveis tais como:
Currículo Vitae, autobiografia, fotografia do tipo passe, assistência médica
medicamentosa, certificado de habilitação literária ou de curso; folha de classificação
anual e termo de contrato; e no processo do aluno é indispensável a cédula pessoal e
boletim de matrícula, declaração de passagem para os alunos da 1ª a 6ª classe, e 7ª classe,
boletim de inscrição de matrícula e de passagem.
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Quanto a organização dos processos de matrícula desta Escola não há diferença com as
outras instituições, compreendendo apenas novos ingressos que se realiza ao longo do
Primeiro Trimestre, e para os alunos internos, o processo de matrícula é automático, ou
seja é contínua a sua renovação.
O primeiro apoia a Escola no caso de giz, livro de turma, apagador, canetas, cadernos,
caderno de planificação, isto para o sector pedagógico; o segundo responsabiliza o sector
administrativo no pagamento de água e energia. Os arquivos são organizados em partes
de entrada descritos por número de ordem do dia, mês e ano e o número de documentos
de proveniência, isto para melhorar a clarificação na organização dos seus arquivos; os
documentos estão na secção do processo e sub-processo que encontramos dois tipos de
entrada: corrente e de rendimento. A pasta de saída de nota de correspondência é anotada
os documentos que saem da Escola para outras instituições de ensino, anota-se na pasta
em referência.
4.2.3 Área Pedagógica
O sector pedagógico é um sector chave da escola, pois ele dinamiza o processo de ensino
e aprendizagem. Neste contesto, encontramos a análise do mapa estatístico do
aproveitamento pedagógico, que é elaborado ou redigido pelo Director da Turma e são
mencionados os dados tais como: a matrícula inicial dos alunos, número de homens e
mulheres na turma, alunos desistentes até ao final de cada trimestre ou do ano, e os
alunos em situação positiva e negativa.
O Director da turma tem a competência de preencher o livro da turma, dados pessoais dos
alunos, notas trimestrais e anuais, e dá informação ao sector pedagógico, tanto como
educadores e seus educandos. O Director da turma é indicado pelo DAE no início, cujo
seu mandato termina no fim do ano e a organização das turmas nesta escola a idade é de
07 a 16, nocturno dada em conta, é feita de forma mista composta por chefe, seu adjunto
e o chefe de higiene para facilitar o controlo da turma. E quanto ao horário da escola,
uma das particularidades na elaboração das dificuldades e o desenvolvimento das crianças (alunos)
e as condições ambientais. Este horário do plano de mais de 16 estudo por cada ciclo incluindo as
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actividades curriculares e extracurriculares e tempo de aula é de 40 minutos intercalado de 10
minutos para o intervalo maior no 3º tempo. Mais com a pandemia a situação mondou redução do
tempo de intervalos.
4.3 Fontes de Recrutamento do Pessoal
1. O recrutamento e selecção de pessoal para ingresso nas carreiras profssionais do aparelho do
Estado é coordenado pelo órgão director central de gestão estratégica dos recursos humanos do
Estado ou suas representações ao nível local.
2. O regime de recrutamento previsto no número 1 do presente artigo aplica-se às
entidades referidas no artigo 2 do EGFAE, excepto a Presidência da República, a Assembleia da
República, os Tribunais, o Ministério Público, o Conselho Constitucional, o Gabinete do Provedor
de Justiça, a Comissão Nacional de Eleições, nas Forças de Defesa e Segurança, das entidades
descentralizadas provincial, distrital e das autarquias locais.
3. Compete ao Conselho de Ministros regulamentar os mecanismos de coordenação do processo
de recrutamento e selecção de pessoal no aparelho do Estado.
4.4 Métodos de Seleção do Pessoal
4.4.1 Concurso
1. O concurso é o processo de recrutamento, selecção, classifcação e graduação dos candidatos a
ingresso ou promoção no aparelho do Estado.
2. O concurso observa as seguintes regras gerais:
a) liberdade de candidatura, sendo que o ingresso, a promoção e a mudança de carreira profssional
estão condicionados à participação em concurso aberto para o efeito;
b) divulgação prévia dos métodos de selecção a utilizar e do programa de provas;
c) objectividade no método e critérios de avaliação;
d) igualdade de tratamento;
e) neutralidade na composição do Júri;
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f) direito a reclamação e recurso; e
g) gratuidade do concurso.
3. Aos membros do Júri do concurso aplica-se o regime de impedimentos e suspeições previsto na
lei.
O concurso é o processo de recrutamento, selecção, classifcação e graduação dos candidatos a
ingresso ou promoção no aparelho do Estado.
O ingresso e promoção nas carreiras profssionais faz-se, regra geral, por concurso de acordo com
os requisitos dos qualifcadores profssionais.
O ingresso faz-se, em regra, na classe mais baixa nas carreiras mistas e no escalão inicial nas
carreiras horizontais.
Nas carreiras de regime especial diferenciadas, o ingresso faz-se na categoria mais baixa da
carreira.
4.4.2 Provimento para o Quadro de Pessoal
O provimento consiste no acto de designação do funcionário do Estado para o preenchimento de
lugar no quadro de pessoal dos órgãos centrais e locais do Estado, das instituições da administração
indirecta do Estado, das entidades descentralizadas provincial, distrital e autarquias locais.
4.5 Procedimentos de Treinamento do Pessoal
A mudança de carreira profssional corresponde à transição de uma carreira para outra, obedecendo
os requisitos habilitacionais e profssionais exigidos pelos qualifcadores profssionais.
A mudança de carreira profssional faz-se por concurso, estando condicionada à existência de vaga,
cabimento orçamental e ao preenchimento de requisitos previstos nos qualifcadores profissionais
A mudança de carreira profssional aplica-se quando o nível académico ou técnico-profssional
tenha sido obtido em área de formação enquadrada nas necessidades actuais da instituição em que
o funcionário presta serviço.
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O funcionário do Estado desenvolve as suas qualidades técnico-profssionais na base de um plano
de desenvolvimento de recursos humanos.
O desenvolvimento profssional do funcionário ocorre por via da promoção, progressão e mudança
de carreira.
Goza de prioridade no processo de mudança de carreira, o funcionário cuja formação incida sobre
uma das áreas relacionadas com a actividade prioritária do sector ou previstas no Plano de
Desenvolvimento de Recursos Humanos da respectiva instituição.
A frequência de cursos de formação é obrigatória para o funcionário ou agente do
Estado previamente seleccionado.
Os sectores devem dispor de um plano de desenvolvimento de recursos humanos que contemple a
sucessão de quadros.
4.6 Mecanismos de Avaliação do Desempenho
1. A avaliação de desempenho do funcionário e agente do Estado é sistemática e
periódica, nos termos do regulamento próprio.
2. O desempenho positivo constitui para o funcionário ou agente do Estado pressuposto essencial
para o acesso aos direitos.
3. A avaliação de desempenho de Mau tem as seguintes implicações:
a) cessação de funções, tratando-se de titular de cargo de direcção, chefa ou confança;
b) dispensa do quadro do Estado tratando-se de funcionário de nomeação provisó-
ria, sem direito a qualquer indemnização; e
c) o não apuramento de matéria implica a revisão da avaliação.
4. Realização de um inquérito para apurar as razões do Mau desempenho e procedimento
disciplinar, caso se aplique
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CONCLUSÕES
5. Conclusão
O Estagio profissional, enquadram-se no âmbito curricular da Universidade Licungo de
modo a formar o futuro profissional em administração publica do abstracto da prática de
forma que simpatize com os processos de trabalho tendo em conta os objectivos estudo
que é epicentro para o desenvolvimento de todo e qualquer Ministério ou Estado das
actividades do profissional, mostra-se que não é um transmissor mas sim um
dinamizador, organizador e aprende na medida que ė ensinado os, e o ensino é dinâmico
e não estático sobretudo numa articulação e sincronia perfeita dos conteúdos, meios e
métodos do ensino, sendo o profissional.
Para que esta tarefa vá avante com êxito, é necessário que o profissional domine os
programas de trabalho, que são a base para a elaboração dos seus planos diários. Para tal,
deve-se também dominar a definição dos objectivos gerais e específicos, saber
seleccionar os conteúdos a efectuar, bem como a conjugação dos meios e método de
trabalho.
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Referencias bibliográficas
Gil, António Carlos. (2007.p.143-144) como elaborar projetos de pesquisas. 4 ed. São Paulo: Atlas.
Gil, António Carlos (1999. p.73). Métodos e Técnicas de pesquisa Social. 5 ed. São Paulo: Atlas.
Marconi, Marina de Andreda; Lakatos (2006. p.92.) Ava Maria. Técnicas de Pesquisa. 6 ed. São
Paulo: Atlas
Mined,(2003) Regulamento geral da Escola do Ensino Básico; DNEB/MINED, Maputo.
Piletti, C (1991); Didáctica Geral; 23ª edição, Ática Editora, São Paulo.
Lakatos, (1991), Fundamentos de metodologias Científica; 3ª Edição, São Pau
Santos, N. (2000), etall. Manual de Práticas e Estágio Pedagógico, Universidade Edições Loyola
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