Anatomia e AVCs: Circulação Cerebral
Anatomia e AVCs: Circulação Cerebral
Cervical: bulbo carotídeo (local mais susceptível
ACIDENTES VASCULARES CEREBRAIS a formação de placas de ateroma);
Intracraniano: seio cavernoso -> sifão carotídeo -
ANATOMIA NEUROVASCULAR
> bifurcação em cerebral média e cerebral
• Sistema anterior (carotídeo): artérias carótidas anterior e conexão com comunicante posterior.
internas D/E e seus ramos -> 2/3 anteriores dos • CIRCULAÇÃO VERTEBROBASILAR:
hemisférios; o Artérias vertebrais: passam pelos forames
• Sistema posterior (vertebrobasilar): artérias transversos de C6-C2;
vertebrais D/E que se unem dentro do crânio e ▪ Intracranianas: originam as cerebelares
formam a artéria basilar -> 1/3 posterior dos posteroinferiores D/E (PICA) e posteriormente se
hemisférios, tronco encefálico e cerebelo. anastomosam em artéria basilar;
o Artéria basilar origina as cerebelares
anteroinferiores D/E (AICA), depois as cerebelares
superiores D/E (SUCA) e depois bifurcam-se em
cerebrais posteriores D/E.
o Irrigação do diencéfalo, tronco encefálico e
cerebelo:
▪ Tálamo e mesencéfalo: cerebral posterior;
▪ Ponte: basilar;
▪ Bulbo: vertebrais;
▪ Cerebelo: SUCA e AICA/PICA.
• POLÍGONO DE WILLIS:
o Anastomose dos sistemas anterior e posterior na
base do crânio;
o Mecanismo compensatório parcial em caso de
isquemia;
o Sistema anterior: carótida interna, cerebral média,
cerebral anterior e comunicante anterior;
▪ Cada carótida interna origina: artéria cerebral
anterior, média e comunicante posterior;
o Sistema posterior: vertebrais, basilar, cerebral
posterior, comunicante posterior e cerebelares; • IRRIGAÇÃO DOS HEMISFÉRIOS CEREBRAIS:
▪ A artéria basilar origina: artérias cerebrais o Cerebrais anteriores: 4/5 anteriores da porção
posteriores. medial (80%) e superfície inferior anterior;
o Artéria comunicante anterior: une sistema anterior o Cerebrais posteriores: 1/5 posterior da porção
do lado D/E -> comunica ambas as artérias cerebrais medial (20%) e superfície inferior posterior;
anteriores; o Cerebrais médias: porção lateral.
o Artéria comunicante posterior: une sistema anterior
com sistema posterior -> artéria carótida interna
comunica com artéria cerebral posterior;
o Irrigação profunda:
• CIRCULAÇÃO CAROTÍDEA:
▪ Cápsula interna, núcleo caudado e Putâmen:
o Carótida comum -> carótida interna e externa;
ramos profundos da cerebral média;
▪ Externa: ramos no pescoço;
▪ Globo pálido: coroidea anterior;
▪ Interna: trajeto cervical e intracraniano:
Beatriz Goersch – T34 2
▪
Quadro doloroso tipo dor neuropática central em
hemicorpo contralateral prevalece.
o Síndromes Mesencefálicas:
▪ Lesão mesencefálica unilateral (infarto da cerebral
posterior) = Síndrome de Weber.
Hemiparesia completa contralateral e paralisia
do III NC ipsilateral (midríase, desvio do olhar
para baixo/fora e ptose);
SÍNDROME ALTERNA.
• SÍNDROMES CAROTÍDEAS: o Infarto occipital:
o Local mais comum de estenose aterosclerótica é o ▪ No lobo occipital chegam informações de ambos os
bulbo carotídeo (região cervical da carótida interna) olhos do campo visual contralateral (nasal
-> pode ocluir a artéria oftálmica = amaurose ipsilateral e temporal contralateral);
monocular. ▪ AVC da porção distal da artéria cerebral posterior -
▪ Êmbolos vistos na artéria central da retina no > hemianopsia homônima contralateral.
fundo de olho são os êmbolos de Hollenhorst. Paciente não consegue enxergar nada do lado
o Estenose carotídea cervical > 70% -> sopro contralateral, com nenhum olho.
carotídeo;
▪ Paciente com síndrome neurovascular precisa ser o SÍNDROMES DAS ARTÉRIAS VERTEBRAIS E BASILAR:
auscultado; ▪ Sistema vertebrobasilar -> tronco encefálico,
o Oclusão do vaso: infarto hemisférico (territórios de cerebelo, núcleos da base, lobo occipital e parte
ACA e ACM proximal) = quadro similar a M1 inferior do lobo temporal;
proximal. Isquemia da artéria vertebral: compromete
o Dissecção carotídea: dor cervical/cefaleia, < 45 anos, bulbo ou cerebelo;
associado a trauma -> miose, semiptose palpebral e ▪ Em lesões do tronco, temos as Síndromes Alternas
anidrose ipsilaterais (Síndrome de Claude Bernard- (hemiparesia contralateral e paralisia de nervos
Horner – lesão do simpático para a pupila). cranianos com ou sem ataxia cerebelar ipsilateral);
▪ Síndromes pontinas:
• SÍNDROME DA ARTÉRIA CORÓIDEA ANTERIOR: Síndrome de Millard-Gubler, Marie-Foix, Foville
o Ramo da carótida interna -> irriga globo pálido, inferior;
cápsula interna, trato óptico e plexo coroide; Topo da artéria basilar: coma (atinge FRAA),
o Hemiparesia contralateral + hemi-hipoestesia tetraparesia com inervação apenas dos NC
contralateral + hemianopsia homônima I/II/III/IV (paciente consciente com motricidade
contralateral. ocular preservada) -> cativeiro ou locked-in.
▪ Síndromes bulbares:
• SÍNDROMES DA ARTÉRIA CEREBRAL POSTERIOR: Síndrome de Dejerine, Wallemberg (soluços
o Maioria das lesões de circulação posterior são por persistentes), pseudobulbar.
mecanismos cardioembólicos. ▪ Síndromes cerebelares:
o Ramo da artéria basilar, possui um segmento (P1) Sinais e sintomas ipsilaterais;
antes da anastomose com a artéria comunicante Dismetria, tremor de intenção, disdiadococinesia
posterior. e distúrbios da fala;
▪ De P1 partem ramos que irrigam a parte superior
Mais comuns os infartos de PICA.
do tronco encefálico e tálamos.
▪ Após a emergência da comunicante posterior,
o RESUMO VIA MOTORA:
saem ramos que irrigam o lobo occipital e porção
▪ Córtex, cápsula interna e tronco encefálico:
inferior do lobo temporal.
Córtex: ACM (MS e face) e ACA (MI);
o Síndrome talâmica de Dejerine-Roussy:
Cápsula interna: lenticuloestriadas (ramo da
▪ Comprometimento do tálamo (via sensitiva),
ACM);
cápsula interna (via motora) e núcleos da base;
Tronco encefálico: sistema vertebrobasilar.
▪ Hemi-hipoestesia com hiperalgesia contralateral,
hemiparesia contralateral transitória e atetose da
mão contralateral.
Beatriz Goersch – T34 6
→ INVESTIGAÇÃO ETIOLÓGICA:
o Classificação TOAST – 5 grupos etiológicos:
• Tratamento geral do AVCi agudo:
1. Doença de grandes vasos;
o SatO2 > 95%;
2. Cardioembolia;
o Elevação da cabeceira 0-30°;
3. Doença de pequenos vasos (lacunas);
o Glicemia: 140-180 (SG se < 60, não usar em
4. Outras causas (raras);
manutenção – piora penumbra);
5. Mecanismo indeterminado.
o PA: trombólise – 185/110, trombólise
o Ateromatose de grandes vasos:
contraindicada – 220/120, 24h pós-trombólise –
▪ 15-20% dos casos de AVCi;
180/105;
▪ Fatores de risco: HAS, dislipidemia, DM e
o Temperatura < 37°C;
tabagismo;
o Dieta enteral nos primeiros 7 dias;
▪ Sintomas sempre no mesmo território arterial;
o Profilaxia de TVP: AAS.
▪ Exame físico: sopro carotídeo (estenose 70-99%,
▪ Iniciar em até 48h do início dos sintomas;
assimetria de pulsos temporais (oclusão de uma
▪ Pós-trombólise: após 24h do fim da infusão;
CI);
▪ Se tiver indicação de anticoagulação: a partir do 4º
▪ Doppler de carótidas e vertebrais, angioTC,
dia;
angioRM, angiografia ou Doppler transcraniano;
o Refazer escore NIHSS seriado para avaliar pós-
trombólise e melhora/piora do paciente. Doppler de carótidas e vertebrais é o menos
invasivo e mais barato.
• Craniectomia descompressiva:
o Ateromatose de pequenos vasos:
o Infartos extensos levam a edema -> HIC;
▪ AVC lacunar (vasos perfurantes) -> núcleos da
o Indicações: < 60 anos, infarto extenso da ACM, piora
base, tálamos, ponte e cerebelo;
do NIHSS e deterioração neurológica em 48h.
▪ 15-25% dos casos;
ATAQUE ISQUÊMICO TRANSITÓRIO ▪ Mesmos fatores de risco dos grandes vasos;
▪ Síndrome lacunar: hemiparesia completa e
• Sintomas súbitos, de causa neurovascular, mas sem proporcionada com/sem hemi-hipoestesia
morte neuronal -> sangue volta a circular antes que completa sem outras alterações;
morram; ▪ RM ou TC de crânio -> lacunas;
• Paciente fica sem qualquer déficit após o evento. 15% são cardioembólicos e 8% por lipo-hialinose.
• Duração dos sintomas < 24h e sem evidência de morte o Cardioembolia:
neuronal em exame de imagem; ▪ 30% dos casos;
o Maioria melhora <1 h; 13-26% de todos os AVCs são por fibrilação atrial
o Apenas penumbra isquêmica que desaparece sem (valvar aumenta risco em 17x);
intervenção. IAM, endocardite (embolo séptico), próteses
• RNM com difusão. valvares, mixomas e miocardiopatias.
• Pacientes com AIT devem ser avaliados quanto ao ▪ Sintomas em territórios diferentes;
risco de desenvolverem AVC (maior nas 48h) -> escala ▪ ICC, sopros cardíacos, irregularidade de pulso (FA);
ABCD2: ▪ Ecocardiograma (transtorácico > 45 anos e
o Age: > 60 anos = 1 ponto; transesofágico em jovens) e ECC (ou Holter);
o Blood pressure: PAS > 140 ou PAD > 90 = 1 ponto; ▪ Forame oval patente -> AVC após manobra de
valsava;
Beatriz Goersch – T34 9
▪ Pesquisa de Doença de Chagas por sorologia. o Paciente com AVCi devido a FA (qualquer tipo)
o Outras causas: devem obrigatoriamente receber anticoagulação:
▪ 4% dos casos; ▪ Iniciar entre o 4º e o 14º dia;
▪ Vasculopatias, doenças hematológicas e ▪ Anticoagulantes diretos (dabigatrana,
síndromes genéticas; rivaroxabana, edoxabana e apixabana) apenas em
▪ Mais comum em pacientes < 45 anos; FA NÃO VALVAR;
▪ Imagem neurovascular e pesquisa de causas ▪ Warfarina: prótese valvar sintética, FA valvar
cardioembólicas; (estenose mitral), IAM < 4 semanas,
▪ Dissecção de vasos extracranianos (principalmente cardiomiopatia, SAF, LES;
CI) é a causa mais comum em < 45 anos; INR 2-3.
Após trauma cervical, quadro doloroso, síndrome ▪ Endocardite e mixoma atrial são contraindicações
de Horner, hematoma intramural, imagem em da anticoagulação.
chama de vela. • Antiagregação plaquetária:
▪ Arteriopatias inflamatórias infecciosas: HIV, o AAS 100-300mg para todos os pacientes com AVCi
hepatites, varicela-zoster, neurossifilis, TB... entre 24e48h dos sintomas em não trombolisados e
▪ Arteriopatias inflamatórias não infecciosas: LES, após 24h da trombólise;
Takayasu, vasculite; o AIT e AVC sem indicação de anticoagulação devem
▪ Arteriopatias não inflamatórias: dissecção, ser tratados com antiagregante em monoterapia
Moyamoya, displasia; (AAS) indefinidamente;
▪ Distúrbios da coagulação: anemia falciforme, o Em paciente com mecanismo cardioembólico de
Policitemia vera, trombocitose essencial, TIH, SAF... alto risco -> trocar antiagregação por
Anemia falciforme é a causa mais comum em anticoagulação a partir do 4º ao 14º dia
crianças. (anticoagulação de urgência não é indicada no AVCi);
o DAPT (Dupla antiagregação plaquetária):
▪ AAS + clopidogrel ou ticagrelor;
▪ Usados em período pré-determinado, depois
segue em monoterapia;
▪ Indicações:
AIT com escore ABCD2 >= 4 ou AVC menor (NIHSS
<= 5): 21 dias;
Stent carotídeo: 1 ano;
Oclusão de grande vaso intracraniano: 90 dias.
o Transformação hemorrágica:
▪ Assintomática: manter AAS;
→ PROFILAXIA SECUNDÁRIA: ▪ Sintomática: suspender por 1-2 semanas;
• Profilaxia secundária no AIT ou AVC depende da ▪ Sintomática antes da introdução: atrasar início do
etiologia; AAS;
• Anticoagulação: ▪ Indicação de DAPT: só iniciar após resolução do
o Paciente com FA valvar deve sempre ser quadro.
anticoagulado; • Revascularização carotídea:
o Pacientes com FA não valvar devem ser o Tratamento clínico com AAS e estatinas;
anticoagulados/antiagregados com base no escore o Estenoses de artéria carótida interna cervical ->
CHA2DS2-VASc: endarterectomia ou Stent;
▪ Cardiac insufficiency: 1; o Indicação: AVCi não incapacitante ou AIT com
▪ Hipertensão arterial: 1; ateromatose de CI sintomática entre 70-99%;
▪ Age >= 75 anos: 2; ▪ 3-14 dias pós AVC;
▪ Diabetes mellitus: 1; ▪ Endarterectomia: homens com estenose 50-69%
▪ Stroke: 2; pode ser feito.
▪ Vascular (IAM, DAP, ateromatose aórtica): 1; o Estenose carotídea assintomática: cirurgia indicada
▪ Age 65-74 anos: 1; em caso de estenose 70-99%, risco perioperatório de
▪ Sexo feminino: 1. AVC baixo (<3%) e expectativa de vida > 5 anos.
o Anticoagulação: homens: >=2 e mulheres >=3; o Carótida 100% ocluída -> apenas AAS e estatina.
o 0 e 1 pontos: antiagregação - AAS.
Beatriz Goersch – T34 10
o
Topo da basilar (10%) e vertebrais (5%). o Arteriografia:
• Quadro clínico: ▪Confirmada HSA por TC ou LCR, encaminhar para
o Cefaleia súbita (intensidade máxima em segundos – arteriografia;
trovoada); ▪ Buscar o aneurisma -> padrão-ouro;
▪ Pior dor da vida ou de características inéditas; ▪ Permite a embolização, evitando novos
▪ Contato do sangue com líquor -> dor intensa; sangramentos.
▪ Cefaleia sentinela: 15 dias antes da HSA, ocorre em • Tratamento:
30% dos casos por expansão e leve sangramento do o ABCD;
aneurisma. o Medidas gerais:
o Vômitos e náuseas (60%); ▪ Redução da PIC e impedir ressangramento;
o Síncope (50%); ▪ Dieta laxativa, cabeceira a 30°, repouso, profilaxia
▪ Aumento imediato da PIC. TVP não medicamentosa;
o Rigidez de nuca e irritação meníngea (75%); ▪ PAM < 130;
o Crises convulsivas (25%). ▪ VM com PaCO2 30-32 se necessário;
o Obs.: a AcP tem trajeto próximo ao III NC ▪ Corticoides apenas para analgesia;
(oculomotor) -> compressão por aneurisma causa ▪ Anticonvulsivante de houver crise.
paralisia: o Identificar e tratar complicações -> ressangramento,
▪ As fibras mais periféricas são PS -> 1º sintoma pode isquemia cerebral tardia por vasoespasmo,
ser quadro de midríase paralítica ipsilateral hidrocefalia e hiponatremia.
(causando anisocoria). • Ressangramento:
▪ À medida que a compressão aumenta, afeta o Mortalidade de 78%;
motricidade dos músculos extraorbitais -> o Maior incidência em 24h, podendo ocorrer até o 14º
estrabismo divergente (baixo/fora) e ptose dia;
palpebral. o Quadro: rebaixamento (queda na ECG repentina) ->
• Exame físico: suspeita imediata de ressangramento;
o Fundo de olho: pesquisa de hemorragia sub-hialoide o Realizar TC -> aumento do sangue;
-> sinal de HSA; o Tratamento: embolização (cateterismo) ou clipagem
• Regra de Ottawa: cirúrgica do aneurisma (delicado/invasivo).
o Investigar HSA em paciente com cefaleia e 1 critério: • Vasoespasmo (isquemia cerebral tardia):
o > 40 anos, dor ou rigidez cervical, limitação da flexão o 3º ao 21º dia (pico entre 5º e 14º);
do pescoço, perda de consciência, início ao exercício ▪ Paciente permanece na UTI por 14 dias e no
ou cefaleia súbita. hospital por mais 7.
• Investigação: o Escalas de Fisher/Fisher modificada: relação nível
o TC de crânio: de sangue/risco de vasoespasmo;
▪ Na suspeita de HSA, fazer TC de crânio sem o 30% dos pacientes, com 25% das mortes por HSA.
contraste; o Vasoespasmo pode gerar isquemia grave -> morte
▪ Sensibilidade de 95% em < 6h; encefálica;
▪ Sangue nas cisternas da base do crânio; o Quadro: sinais focais (síndrome neurovascular), TC
▪ Quantidade de sangue estima o risco de com áreas de hipodensidade.
complicação -> isquemia cerebral tardia o Prevenção: nimodipino (para todos os pacientes);
(vasoespasmo); o Tratamento: nimodipino + 3 Hs (hipertensão,
Escala de Fisher ou Fisher modificada: espessura hemodiluição e hipervolemia -> hoje é euvolemia);
da lâmina de sangramento; ▪ Hipertensão: PAM em 130 -> não pode ser induzida
Quanto mais sangue, maior risco. em paciente com aneurisma não clipado por risco
o RM de crânio: sensibilidade semelhante a TC e difícil de ressangramento.
acesso; ▪ Hemodiluição: Ht em 32%
o Líquor: • Hidrocefalia:
▪ Em 5% dos casos a TC não mostra alteração -> o Processo de absorção do líquor pode ser
punção de líquor; comprometido na HSA;
▪ HSA: líquor avermelhado/hemorrágico; o Dilatação do sistema ventricular;
▪ Diferenciar de acidente de punção -> teste dos 3 o Quadro: rebaixamento de consciência e TC com
tubos, análise microscópica (hemácia integra x aumento do volume ventricular;
xantocromia).
Beatriz Goersch – T34 12
RESUMO