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Guia do Exame EGIC286 em Engenharia Computacional

Este documento apresenta o guia para o exame geral de conhecimentos em engenharia computacional (EGIC286) projetado pelo Colégio Nacional de Integração Profissional. O exame avalia as habilidades e conhecimentos necessários em áreas como sistemas de informação, aplicações computacionais, projetos tecnológicos, bancos de dados, linguagens de programação e sistemas operacionais, e redes. O exame é direcionado a pessoas que desejam credenciar seu nível educacional com base em sua experiência profissional.

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Guia do Exame EGIC286 em Engenharia Computacional

Este documento apresenta o guia para o exame geral de conhecimentos em engenharia computacional (EGIC286) projetado pelo Colégio Nacional de Integração Profissional. O exame avalia as habilidades e conhecimentos necessários em áreas como sistemas de informação, aplicações computacionais, projetos tecnológicos, bancos de dados, linguagens de programação e sistemas operacionais, e redes. O exame é direcionado a pessoas que desejam credenciar seu nível educacional com base em sua experiência profissional.

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GUIA DE ESTUDOS EGIC286

ENGENHARIA COMPUTACIONAL
GUIA PARA O SUSTENTANTE DA ENGENHARIA
COMPUTACIONAL
sob o acordo 286 02/04717

Diretório

Direção Geral da Engenharia Computacional EGIC286


Lic. Carlos Alberto Toledo Porcayo

Direção de Pesquisa Educativa e Instrumentos de Avaliação


Mtra. María Esther Palacios Valerio.

Depto. Desenvolvimento de Instrumentos de Avaliação


Lic. Mónica Cedillo Manzo.

Departamento Acadêmico
Exame Geral de Conhecimentos, ENGENHARIA COMPUTACIONAL

Mtro. Rodolfo Alberto Foullon Izunza

Janeiro 2023
Apresentação:
Colégio Nacional de Integração Profissional, SC. (CONAIP); Tendo como um dos
principais objetivos, elevar a produtividade e competitividade de organizações e de
pessoas que as conformam.

Uma de suas principais missões é projetar instrumentos de avaliação que promovam a


melhoria contínua em instituições públicas e privadas. Assim como de indivíduos em diferentes
campos laborais; através da avaliação e do diagnóstico, reconhecendo acertos e áreas
de oportunidade que nos permitam desenvolver potencialidades através de informações válidas,
confiável e verificável que garanta a tomada de decisões corretas por parte dos
instituições e organizações públicas e privadas, assim como profissionais na área.

Objetivos e alcances do exame geral de conhecimentos em ENGENHARIA


COMPUTACIONAL (EGIC286) sob conhecimentos adquiridos e exercício profissional.
Acordo 286 02/04/17.

O exame geral de conhecimentos EGIC286 tem a finalidade de medir os


conhecimentos e habilidades necessárias para que o sustentante que o realizar possa
estabelecer sua eficácia em seu exercício profissional e campo disciplinar.

É um exame confiável e válido, projetado por professores na matéria dos diferentes


campos disciplinares com formação e experiência aprovadas em diferentes organizações
públicas e privadas, assim como em instituições de ensino superior no país e em
estrangeiro.

O exame tem uma relação padrão de alcance nacional e pode posicionar o candidato em
seu desempenho, assim como em suas áreas de oportunidade.

O exame é direcionado àquelas pessoas que desejam se avaliar para credenciar um nível
educativo com base em sua trajetória profissional e saberes adquiridos através da mesma.
Também para aquelas pessoas que possuem uma porcentagem de créditos da
licenciatura que desejam acreditar todo o anterior sob a norma do acordo. 286
02/04/2017

O Exame Geral de Engenharia Computacional (EGIC286) é projetado no idioma


espanhol e para os sustentantes, com necessidades físicas diferentes, serão atendidos em
função de seus requerimentos especiais.
Design do Exame Geral de Engenharia Computacional (EGIC286)

O exame foi elaborado por meio de conselhos técnicos, coordenações,


departamentos e especialistas na matéria que fazem parte do Colégio Nacional de
Integração Profissional SC (CONAIP); E que por sua vez representam diferentes
instituições educacionais, colégios, associações de profissionais do setor público e
privado. Estas personalidades funcionam e exercem através de um regulamento previamente
estabelecido.

O exame EGIC286 tem como base uma metodologia que nos define. As
principais ações do exercício profissional no campo disciplinar, avaliar, avalia tarefas
indispensáveis para o desenvolvimento de cada atividade e os conhecimentos e habilidades
necessários que o sustentador deverá demonstrar ter para sua atividade e exercício
profissional.

Avalia conhecimentos e alcances específicos, considera os aspectos e conceitos


essenciais da engenharia. É um exame padronizado onde os resultados de cada
sustentante passam por uma comparação contra um desempenho padrão a nível nacional e
conta com regras estabelecidas de design, aplicação e avaliação.

Os critérios de avaliação são precisos e objetivos, isso permite sua


automação. Cada um dos reagentes tem quatro opções de resposta, em
onde somente uma é a correta.

O Exame Geral de Engenharia Computacional (EGIC286) Avalia se o Sustentante


é capaz de resolver problemas em situações reais de seu exercício profissional e campo
disciplinar.

O exame geral de conhecimentos EGIC286 está organizado por áreas e


subáreas. As áreas são aquelas onde o profissional desenvolve suas atividades
profissionais e as atividades correspondem às subáreas.

A seguir, são estabelecidos os temas a avaliar de cada área e sua área que compõem o
exame de INGENIERÍA COMPUTACIONAL (EGIC286)
Temas por avaliar

A. Sistemas de informação
A.1 Análise e desenvolvimento dos sistemas de relatórios
a) Análise custo-benefício
b) Design de elementos para a obtenção da informação
c) Metodologia de desenvolvimento
d) Modelo de domínio

A.2 Processo de desenvolvimento de sistemas


a) Tecnologias orientadas a objetivos
b) Processo de desenvolvimento unificado

B. Aplicações computacionais
B.1 Tópicos de aplicação
a) Resolver problemas de programação de eventos
b) Desenvolvimento de aplicações com interface
c) Design de componentes e bibliotecas
d) Resolver problemas de programação concorrente
e) Estrutura dos canais de distribuição

B.2 Dispositivos móveis


a) Aplicação para dispositivos móveis
b) Manipular arquivos de bases de dados em dispositivos móveis

C. Projetos tecnológicos
C.1 Administração e gestão de projetos tecnológicos
a) Os recursos dos projetos de tecnologia da informação
b) Estabelecimento dos objetivos dos projetos de tecnologia da
informação
c) Planejamento do projeto
d) Técnicas e ferramentas de um projeto de software
e) Análise custo-benefício

C.2 A clareza de um projeto tecnológico


a) Fundamentos de PMI
b) Padrões e métricas de qualidade
c) Modelos de qualidade na tecnologia da informação
d) Cumprimento das métricas e padrões de qualidade
e) Apresentação de informações e relatórios
D. Desenvolvimento de bases de dados
D.1 Bases de dados
a) Análise de bancos de dados
b) Modelos de bancos de dados
c) Linguagens de consulta estruturada (SQL)
d) Arquitetura física do banco de dados

E. Linguagens de desenvolvimento e sistemas operacionais


Linguagens de desenvolvimento e sistemas operacionais
a) Modelos de linguagem de desenvolvimento
b) Técnicas de linguagem de desenvolvimento
c) Linguagens de programação
d) Sistemas operacionais
e) Administração de servidores
f) Necessidades de sistemas de acordo com as características da
organização

F. Redes
F.1 Redes de dados
a) Implementação de redes de dados
b) Requisitos de hardware e software

Operação de redes de dados


a) Políticas e regulamentos no uso de dados das organizações.

bibliografia_basica
A. Sistemas de informação
Baca, U. G. (2015). Projetos de sistemas de informação. México: Grupo Editorial Patria.
Cobarsi, M. J. (2013). Sistemas de Informação da Empresa. Barcelona:
Editorial UOC.
De Pablos, H. C., López, H. J., Martín-Romo, R. S. e Medina, S. S. (2012).
Organização e transformação dos sistemas de informação na empresa.
Madri: Editorial ESIC.
Fernández, A. V. (2010). Desenvolvimento de sistemas de informação: uma metodologia baseada em
o modelado. Barcelona: Ediciones UPC.
Peña, C. N. (2015). Gestão e controle dos Sistemas de Informação. Espanha:
Editorial Elearning S.L.
Stair, R. e Reynolds, G. W. (2010). Princípios de sistemas de informação. Um
enfoque administrativo. México: Cengage Learning Editores.
B. Aplicações computacionais
Angulo, J. M. et al. (2010). DsPIC: design prático de aplicações. Madrid:
McGraw-Hill.
Kendall, K. e Kendall, J. (2011). Análise e design de sistemas. México: Pearson
Educação-Prentice-Hall.
Pressman, R. S. (2010). Engenharia de Software. Uma abordagem prática. México:
McGraw-Hill.
Serna, S., Pardo, C. C. e Prado, C. (2016). Design de interfaces em aplicações
móveis. Espanha: Ra-Ma.
Sommerville, I. (2011). Engenharia de software. México: Pearson Educação
AddisonWesley.

C. Projetos tecnológicos
Behar, Q. G. e Yáñez, F. A. (2014). Introdução aos contratos tecnológicos. México:
Instituto Tecnológico e de Estudos Superiores de Occidente.
Hurtado, F. (2011). Gestão de projetos: uma introdução com base no quadro de
PMI. EUA: Palibrio.
Rodríguez, J. R., García, M. J. e Lamarca, O. I. (2011). Gestão de projetos
informáticos: métodos, ferramentas e casos. Barcelona: Editorial UOC.
Toro, L. F. (2017). Projetos com diretrizes do PMI. México: ECOE Ediciones.
Torres, M. H. e Torres, H. Z. (2014). Administração de projetos. México: Grupo
Editorial Pátria.

D. Desenvolvimento de bases de dados


Beynon-Davies, P. (2018). Database systems. Spain: Editorial Reverté. Cuadra,
F. D. (2013). Desenvolvimento de bases de dados: casos práticos desde a análise a
implementação. Espanha: Ra-Ma.
Gabillaud, J. (2017). SQL Server 2016: aprender a administrar uma base de dados. Espanha:
Edições ENI.
Piñeiro, G. J. (2014). Design de bases de dados relacionais. Espanha: Paraninfo.
G. J. (2015). Desenvolvimento de programas no ambiente do banco de dados. Espanha:
Paraninfo.

E. Linguagens de desenvolvimento e sistemas operacionais


Gortázar, B. F., Martínez, U. R. e Fresno, F. V. (2016). Linguagens de programação e
processadores. Espanha: Editorial Centro de Estudos Ramón Aceres S. A. Gunnar, W., Ruíz,
E., Bergero, F. e Meza, E. (2015). Fundamentos de sistemas operativos. México:
Universidade Nacional Autônoma do México.
Paniagua, M. F. (2021). Linguagens de marcas e sistemas de gestão de
informação. Paraninfo: Espanha.
Pressman, R. (2015). Engenharia de Software. Boston: McGraw-Hill Education.
L. D. (2015). Sistemas operacionais: panorama para a Engenharia em Computação e
Informática. México: Grupo Editorial Patria.

F. Redes
Bermúdez, L. J. (2016). Montagem de infraestruturas de redes locais de dados. Espanha:
IC Editorial.
Berral, M. I. (2020). Instalação e manutenção de redes para transmissão de dados.
Espanha: Paraninfo.
Díaz, O. G., Alzórriz, A. I., Sancristóbal, R. E. e Castro, G. M. (2014). Processos e
ferramentas para a segurança de redes. Madrid: Universidade Nacional de Educação a
Distância.
Lederkremer, M. (2019). Redes informáticas. Buenos Aires: Six Ediciones. Valdivia, M.
C. (2020). Sistemas informáticos e redes locais. Espanha: Paraninfo.

Apresentam-se alguns exemplos de reativos que se encontram no Exame


General de Conhecimentos de Engenharia Computacional, com o objetivo de que o
sustentante se familiarize com a prova.

1. Perguntas ou reativos de questionamento direto


Neste tipo de reativos, o sustentante deve selecionar uma das 4 opções de resposta a partir
do critério ou ação que se solicita na afirmação, afirmativa ou interrogativa, que é apresentada na base
do reagente.

2. Completamento
Estes reagentes são apresentados na forma de enunciados nos quais foram omitidas uma ou duas palavras. As
as omissões estão no final da afirmação. Nas opções de resposta está a palavra que pode
completar estes enunciados.

3. Ordenamento
Este tipo de reagentes demandam a ordenação ou hierarquização de uma lista de elementos de
de acordo com um critério determinado. A tarefa do sustentante consiste em selecionar a opção em que
apareçam os elementos na ordem solicitada.
Campo temático Sistemas de Informação
Tipo de Reaitvo Complemento
Pergunta , ,
, y
são 5 dos recursos
básicos de um sistema de informação
Opiniões de resposta a) Personas, hardware, software,
dados e redes.
b) Cabos, telefones, internet,
relatórios e comunicação.
i) Monitor, CPU, Teclado, WebCam e
Rato.
d) Dados, sistemas operacionais,
softwares, linguagens e códigos.

Campo temático Aplicações Computacionais


Tipo de Reativo Cuestionamento direito
Pergunta São exemplos de aplicações
iomputaiionales:
Opiniões de resposta a) Trabalho de escritório e sistemas de
iobro.
b) Office 365 e SAP.
i) Windows e Linux.
d) PHP e Java.

Campo temático Projetos Tecnológicos


Tipo de Reaitvo Cuestonamiento direito
Pergunta No modelo Bohem existem diversos
elementos de ialidad, este iuenta ion
elementos primários, escolha aqueles que
NÃO pertencem a este grupo de
elementos.
Opiniões de resposta a) Portabilidade e Confiabilidade
b) Facilidade de avaliação e
modificação.
i) Revisão e Melhorias.
d) Ergonomia e Compreensibilidade.
Campo temático Desenvolvimento de Bases de Dados
Tipo de Reativo Ordenamento.
Pergunta Coloque na ordem correta as etapas de
uma iteração padrão de uma base de
dados.

Base de Dados
2. Design Lógico
3. Design Físico do Banco de Dados
4. Design Conceitual
5. Requerimentos

Opções de resposta a) 5, 3, 2, 4, 1
b) 4, 5, 2, 3, 1
i) 5, 1, 3, 4, 2
d) 5, 4, 2, 3, 1

Campo temático Linguagens de dados e Sistemas Operacionais


Tipo de Reaitvo Ordenamento e Complementação.
Pergunta é uma linguagem geral que se
adapta facilmente a qualquer plataforma.
é um script que se
eniuentra do lado do servidor e se
utiliza principalmente para o desenvolvimento
web.
ajuda a criação de bibliotecas
e bancos de dados, os quais permitem a
manipulação de alguns objetos de forma
seniilha.
Opiniões de resposta 1. Java, PHP, C++
2. HTML, Java, PHP
3. Python, Java, HTML
4. PHP, C++, Java

Campo temático Redes


Tipo de Reaitvo Cuestionamiento direito
Pergunta Das seguintes imagens, selecione a
o que representa um diagrama de rede
ionveniional.
Opiniões de resposta

a)

b)
i)

d)
Ejeriiiiostpo exame.
Engenharia Computacional.

A. Sistemas de informação.

Qual é a função principal do Modelo Entidade Relação (MER)?

a) Conjunto de campos iguais ou de diferentes tipos.


b) Do ponto de vista do programador, é a mínima quantidade de informação,
que pode ser de tipo de dado diferente.
i) É um modelo onde podemos definir nossas tabelas por meio de uma
representação visual e estruturada.
d) É um modelo de dados que permite representar qualquer abstração, perícia e
ionoiimiento em um sistema de informação formado por um conjunto de objetos
denominados entidades e relações, incorporando uma representação visual
ionoiida iomo diagrama entidade-relação.

B. Aplicações computacionais.

O que é um IDE?
a) Programa de software
b) Ambiente de desenvolvimento
integrado i) Entorno para
aplicações
d) Sistema de Desenvolvimento de software

C. Projetos tecnológicos.

Qual é o objetivo da prática de DevOPS?


a) Haier Efiiiciente o ciclo de vida do software
b) Agilizar as tarefas de implantação
i) Facilitar o trabalho do administrador de versões
d) Automatizar os processos de liberação de novos produtos

D. Desenvolvimento de bancos de dados.


O que são bancos de dados estáticos?

a) Conjunto de campos iguais ou de diferentes tipos


b) Do ponto de vista do programador, é a mínima quantidade de informação,
que pode ser de diferente tipo de dado.
i) São bases de dados de somente leitura
d) É um modelo de dados que permite representar qualquer abstração, perícia e
início em um sistema de informação formado por um conjunto de objetos
denominadas entidades e relações, incorporando uma representação visual
ionoiida iomo diagrama entidade-relação
E. Linguagens de desenvolvimento e sistemas operacionais.

Quais são as partes de um sistema operacional?


a) Unicamente manejo de redes
b) Exclusivamente manejo de arquivos
i) Manejo de processos, Manejo de memórias, Manejo de arquivos, Manejo
de dispositivos de E/S, Manejo de redes, intérpretes de comandos
d) Manejo de dados

F. Redes.

Redes que são usadas para interconectar um conjunto de computadores em uma área
geografia pequena, geralmente um edifício ou um conjunto de edifícios ierianos ou em um
iampus.
a) WAN
b) HOMEM
i) LAN
d) PAN
LINHA GUIA PARA A APRESENTAÇÃO DE EXAME ORAL OU DEFESA
DE CASO PRÁTICO

Uma vez aprovado o exame escrito, o sustentante passará à segunda fase de


avaliação. um dia depois de receber seu resultado aprovado, a plataforma lhe atribuirá um
caso prático para avaliar seus conhecimentos, habilidades e atitudes adquiridas de forma
autodidata ou por experiência profissional em ENGENHARIA COMPUTACIONAL.

O sustentante descarrega seu caso prático a ser desenvolvido e terá 20 dias para
desenvolver e fundamentar vendo carregá-lo na plataforma do Colégio Nacional de
integração profissional na data agendada, o mais tardar às 22h59 para que seja
considerada como admitida. Se recomenda que o sustentador preveja os inconvenientes
técnicos que possam surgir de última hora, uma vez que a data de admissão de casos não
será reagendada e, se não for feito dentro do prazo e forma, perderá a oportunidade de apresentar seu
caso prático.

Uma vez carregados os casos práticos na plataforma, eles são atribuídos e revisados.
previamente pelos membros do júri, composto por 3 sinodais ou especialistas na
licenciatura que deseja acreditar.
O dia é atribuído pela plataforma de forma escrita e com comunicação ao
e-mail do candidato para apresentar o exame oral, o aspirante deverá se apresentar a
sede designada com 30 minutos de antecedência para defender sua proposta de solução e
expor seus argumentos diante do júri, podendo se apoiar com alguma apresentação ou
material projetado para tal efeito.

O sustentante terá 2 horas para expor e defender seu caso prático


designado, apresentado um trabalho escrito desenvolvido anteriormente onde se dá solução
às perguntas de pesquisa propostas, estabelecendo as hipóteses ou possíveis respostas
a tais planteamentos e apresentando réplicas aos sinodais. Evidenciando com
argumentos sólidos e adequados à disciplina, com a finalidade de comprovar a viabilidade
e pertinência da solução descrita, assim como o adequado domínio dos conhecimentos
teóricos, habilidades e atitudes necessárias para o perfil que se deseja credenciar.

Durante as 2 horas atribuídas a cada sustentante, o júri pode questionar


livremente ao aspirante sobre conteúdos temáticos e metodológicos relacionados com o
tema em questão, assim como das áreas do perfil profissional e sua trajetória laboral.

Na sua apresentação, o sustentante denotará uma exposição clara e com sequência.


lógica, expondrá conhecimentos e rotas de ação viáveis com fundamento teórico-
metodológico, utilizando corretamente a linguagem própria do campo disciplinar e
evidenciando seus conhecimentos adquiridos de forma autodidata ou pela experiência profissional
para dar solução ao caso prático atribuído.

DEFINIÇÃO DE CASO PRÁTICO:


É um método de pesquisa empírica nas ciências que consiste em
descrição escrita de uma experiência, situação ou problemática profissional real ocorrida
em uma organização, com o objetivo de analisar essa problemática, realizar um diagnóstico,
apresentar alternativas de solução argumentadas que sirvam para a tomada de decisões e
para escolher uma solução fundamentada com argumentos teóricos e práticos, assim como para
avaliar os resultados dessa solução, ocorridos ou futuros.

Para que serve o caso prático?


O objetivo do método de estudo de caso é que o sustentador demonstre seu
capacidade de análise, tomada de decisões, integração de experiências, conhecimentos e
métodos das disciplinas relacionadas com a engenharia que deseja credenciar para
solucionar problemas. O caso prático representa uma oportunidade para analisar os
problemas de uma forma integral, considerando as disciplinas intimamente relacionadas
com o caso.
Com a defesa de um caso prático diante de um grupo de sinodais, o aspirante pode
demonstrar sua capacidade de vincular a teoria da disciplina que deseja credenciar com a
prática relacionada com sua experiência profissional, bem como sua capacidade de realizar
uma pesquisa documentada, partindo de uma proposta e sua capacidade de dar
solução para isso, bem como sua capacidade de tomar decisões e fundamentá-las.

O que deve conter o caso prático?

O caso prático deve conter:


Caratula
a. Na qual deve-se especificar o Título do caso a resolver contendo
as variáveis de estudo e a população do mesmo.
b. Nome do sustentante.
c. Engenharia que se deseja credenciar pelo Acordo 286 e 02/04/2017.
d. Data de apresentação do exame escrito.
e. Data de apresentação do exame oral.
2. Índice:
a. Deverá listar os apartados que contêm o trabalho de pesquisa
realizado localizando as páginas correspondentes a cada um deles.
3. Introdução, apresentação ou descrição do caso prático:
a. Deverá realizar uma resenha do trabalho que inclua:
i. Objetivo
ii. Justificação
iii. Metodologia do planejamento
iv. Possíveis soluções
v. Conclusões
4. Marco Conceitual:
a. Será realizada uma pesquisa teórica sobre as variáveis de estudo
mencionadas no caso prático atribuído e nas áreas disciplinares da
licenciatura relacionada com as mesmas, utilizando a metodologia e fontes
bibliográficas mais representativas para suportar solidamente as soluções
que propõe. Pode incluir estado da arte relacionado com o tema.
5. Marco referencial da organização e seu entorno:
a. Relacionar a conceitos, teorias, noções e perspectivas do caso prático
vinculando-as com seu trabalho profissional e aplicando seus conhecimentos para
resolver o problema apresentado.
6. Diagnóstico da situação problemática:
a. Ao identificar o problema, você poderá estabelecer o ponto de partida para
poder propor a possíveis soluções para a apresentação do caso atribuído.
7. Análise das opções e escolha da mais conveniente:
a. As soluções ou possíveis respostas às perguntas de pesquisa
deverão ser originais e deverão conter sustentação teórica e serão
planteadas com rigor metodológico.
8. Método para solucionar o caso e avaliar os resultados.
a. Deverá especificar o método a ser seguido para resolver o caso e a maneira
como serão interpretados os resultados obtidos.
9. Conclusões e linhas de pesquisa a seguir:
a. Resumirá de maneira objetiva e clara o planejamento do caso, as
soluções que foram propostas com fundamento teórico referencial pertinente.
10. Fontes bibliográficas e hemerográficas, estatísticas e/ou documentais:
a. Enlistar por ordem alfabética as referências utilizadas para o desenvolvimento do
caso prático, seguindo as normas da APA
11. Anexos:
a. Adicione, tabelas, imagens ou instrumentos utilizados para a resolução de
seu caso.

Indicações para a apresentação do trabalho escrito que você carregará em


a plataforma do Colégio Nacional de Integração Profissional (CONAIP)
• Formato: texto em Word, em uma coluna que não apresente recuos nem efeitos de
texto ou qualquer formato especial.
• Títulos e subtítulos: em negrito
• Fonte: Times New Roman, Tahoma, Arial.
• Estilo de Fonte: normal
• Tamanho: 12pt
Sencillo
justificada
• Tamanho da página: A4
• Márgenes: superior e inferior 2,5cm: direito e esquerdo 3cm
• Normas: deve-se levar em conta a norma básica da publicação de
Associação Americana de Psicologia (normas APA)
• Bibliografia, referências e notas: na seção final do artigo com o formato de
as normas APA.
Ortografia: Deve-se ter cuidado com isso, já que o mau uso, de acentos, pontuação
e a ortografia em geral muda o significado das palavras e do texto.
Sintaxe: É necessário coordenar e unir as palavras corretamente para formar as frases e
expressar conceitos com clareza que a ordem das palavras se submeta à ordem de
importância das ideias. A escrita confusa deriva da falta de clareza na
pensamento e isso dificulta encontrar soluções adequadas para os problemas.
Evitar as faltas de sentido que resultam de não respeitar a ordem lógica psicológica de
nosso pensamento. Apresentar congruência entre substantivos, adjetivos e verbos, como
também de tempo, gênero e número.

O parecer individual do exame oral ou caso prático decorre da integração


da avaliação que cada sinodal atribui ao sustentante. Através de rubricas de avaliação
desenhadas para cada perfil ou disciplina a avaliar.

Durante o exame oral ou defesa de caso prático, será avaliada a qualidade do


exposição e do material de apoio que o apresentador levará para sua apresentação, respostas
coerentes e com sentido teórico e metodológico às questionações dos sinodais
conhecimentos gerais da licenciatura a ser acreditada, bem como sua experiência profissional.
Sua imagem pessoal também será avaliada, assim como a autocrítica e a escuta ativa.

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