0% acharam este documento útil (0 voto)
6 visualizações39 páginas

Metodologia BIM na Engenharia Civil

Este documento apresenta uma introdução à modelagem da informação da construção (BIM). Define BIM como uma metodologia colaborativa para criar e gerenciar projetos de construção utilizando software de modelagem 3D. Explica que o BIM permite modelar o design, programação, custos e outros aspectos de um projeto ao longo de seu ciclo de vida. Também descreve algumas aplicações BIM e suas características, vantagens e níveis de desenvolvimento.

Traduzido por

ScribdTranslations
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
6 visualizações39 páginas

Metodologia BIM na Engenharia Civil

Este documento apresenta uma introdução à modelagem da informação da construção (BIM). Define BIM como uma metodologia colaborativa para criar e gerenciar projetos de construção utilizando software de modelagem 3D. Explica que o BIM permite modelar o design, programação, custos e outros aspectos de um projeto ao longo de seu ciclo de vida. Também descreve algumas aplicações BIM e suas características, vantagens e níveis de desenvolvimento.

Traduzido por

ScribdTranslations
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

UNIVERSIDADE DE EL SALVADOR

FACULDADE DE ENGENHARIA E ARQUITETURA


ESCOLA DE ENGENHARIA CIVIL
DEPARTAMENTO DE ESTRUTURAS
PLANEJAMENTO E ADMINISTRAÇÃO DE OBRAS III

O BIM

PROFESSOR:

ENG. MARIO ALFREDO VELASQUEZ

03

PRESENTADO POR:

Escobar Moreno Tirza Zulamita EM12009

Ramírez Lemus Henry Noé RL09012

Marroquín Reyes Maura Beatriz MR11134

CIUDAD UNIVERSITÁRIA, 1 de julho de 2019


ÍNDICE
3

objetivos

alcances ............................................................................................................................................... 5

Limitações ........................................................................................................................................ 5

Definição de bim (Modelagem da Informação da Construção)... 6

O pré e o pós do BIM........................................................................................................................ 8

O propósito de usar uma modelagem bim ........................................................................................ 11

As características de um modelo bim ............................................................................................... 12

APLICAÇÕES para criar e gerir modelos BIM......................................................................... 15

Tipologias de aplicações ou ferramentas COMUNS para executar modelos BIM ........................ 20

Critérios para a aquisição dessas ferramentas digitais........................................................... 22

COMENTÁRIOS DE ALGUNS DOS APLICATIVOS BIM COM MAIOR PESO NO MERCADO ..... 24

Diferença entre a ferramenta CAD e o BIM ................................................................................... 27

Dimensões bim

Níveis de desenvolvimento do bim............................................................................................................ 30

VANTAGENS GERAIS DO MODELAGEM DE INFORMAÇÃO DE CONSTRUÇÃO (BIM)......................................... 32

BENEFÍCIOS DO MODELAGEM DA INFORMAÇÃO DA CONSTRUÇÃO (BIM) ........................................................... 33

DESVANTAGENS da IMPLEMENTAÇÃO BIM .................................................................................... 35

Exemplo de renderização tridimensional de um projeto .................................................................. 36

Conclusões

Bibliografia ........................................................................................................................................ 38

Anexos
INTRODUÇÃO
O presente relatório está relacionado com uma das metodologias modernas para a gestão de
projetos, chamado BIM, nesta metodologia são utilizadas ferramentas de modelagem tridimensional, a
esses modelados podem ter tempos e recursos atribuídos para ter um controle em tempo real de
os projetos de engenharia no ciclo de construção e, em outros casos, até no ciclo de vida útil.

A primeira etapa do relatório apresenta a definição dessa metodologia de forma geral,


posteriormente se faz referência ao pré e ao pós desta metodologia no decorrer do tempo.
Representa-se, além disso, qual é o propósito do uso dessa metodologia na forma de exemplos.
reais da aplicação deste método em projetos executados por grandes empresas do mundo.

A seguir, são detalhadas as características do BIM e a eficiência dessas características.


modernas, o BIM para ser aplicado, deve se apoiar em aplicações, ferramentas ou software
(multidisciplinar, paramétrico, multivista) capaz de realizar todas as funções que lhe forem atribuídas, se
detalham os aplicativos principais e aplicativos complementares que são utilizados para manter um controle
adequado dos projetos através de modelagens em tempo real. Depois desta etapa, detalham-se
aplicações mais específicas para aplicar as metodologias BIM (nativas e implementadas), se
mostra uma tabela comparativa entre os aplicativos mais comuns utilizados em todo o mundo.

Além de detalhar aplicações BIM, é feito um resumo geral dos critérios que devemos considerar.
tomar em conta para a aquisição deste tipo de aplicações para o controle dos nossos
projetos. Em seguida, são adicionados comentários sobre os aplicativos com maior peso no mercado;
também se cita a diferença entre a ferramenta CAD e a BIM, determinando a diferença básica
o que é a modelagem tridimensional real alcançada por aplicações BIM.

Incluem também as dimensões de trabalho utilizadas nas aplicações BIM, que vão
desde o modelagem tridimensional (3D) até a fase 7D. Após esta seção, são adicionados os
níveis de desenvolvimento do BIM, que estão relacionados com os níveis de detalhes que podem ser
lograr nessas plataformas digitais.

No final, são apresentadas tanto vantagens, benefícios e desvantagens da aplicação dessas metodologias.
nos projetos.

Em anexos estão incluídos 2 links de cursos básicos para aplicações BIM e um tutorial avançado sobre
esta metodologia.
OBJETIVOS

GERAL

Estudar de maneira geral a metodologia BIM, suas ferramentas e a importância que


Estas metodologias têm um controle eficiente de qualquer projeto de engenharia.

ESPECÍFICOS:

Definir a metodologia BIM de forma geral.


Relacionar-se com essas metodologias modernas de controle de projetos como futuras
engenheiros.
Conhecer as ferramentas mais comuns para a modelagem real de projetos de engenharia.
Ter clara a necessidade de incorporar técnicas mais modernas e eficientes para levar
controles mais reais e precisos para administrar os projetos de construção.
Gerenciar as vantagens, benefícios e desvantagens do uso dessas metodologias.
Conhecer todas as dimensões que são possíveis de aplicar com as ferramentas BIM.
ALCANCES
Estudar de maneira superficial a metodologia BIM.
Familiarizar-se com as novas técnicas modernas de modelagem de avanços de construção.
Conhecer através de cursos básicos online o essencial sobre aplicações BIM.
Aplicar à área de engenharia civil as informações detalhadas neste relatório.

LIMITAÇÕES
A dificuldade de encontrar informações precisas sobre esta técnica de gestão de projetos.
Escassez de informação sobre exemplos reais de controle de projetos.
A falta de exemplos minúsculos demonstrativos com atribuição de tempos e recursos.
Conhecimento insuficiente sobre as ferramentas BIM para apresentar um passo a passo sobre
o controle eficiente de um projeto ao incluir tempos e recursos.
DEFINIÇÃO DE BIM (MODELAÇÃO DE INFORMAÇÃO DA EDIFICAÇÃO - MODELADO DE

INFORMAÇÃO DE CONSTRUÇÃO.

A Modelagem da Informação da Construção (BIM) é uma metodologia de trabalho colaborativa para a criação e
gestão de um projeto de construção, pode-se dizer que é um processo de geração e gestão
de dados de uma obra durante todo o seu ciclo de vida, utilizando software de modelagem de edifícios em
três dimensões e em tempo real. Mais do que uma tecnologia, é uma nova metodologia que se
impõe como a nova referência internacional no setor da construção.

Fig. 1: Modelagem 3D com aplicação BIM.

BIM é um sistema de trabalho colaborativo para a gestão de projetos de edificação ou obra civil.
através de uma maquete digital. Abrange a geometria do edifício, as relações espaciais,
informação geográfica, inventários, as quantidades e propriedades de seus componentes, bem como um
orçamento para toda a duração do projeto. Permite a gestão das obras de construção a
através de um modelo tridimensional virtual relacionado com bases de dados. O sistema abrange todas
as fases do processo construtivo, desde o estudo e design até a construção, incluindo o
manutenção e gerenciamento da infraestrutura posterior.

As firmas de infraestrutura que implementam BIM simplesmente como uma versão mais potente
do CAD tradicional (ou seja, que usam BIM apenas para fluxos de trabalho de design específicos) não
aproveitarão todo o valor e o poder transformador deste modelo centrado em modelos.

Enquanto o CAD permite o design em 2D ou 3D sem distinguir seus elementos, este sistema de dados
incorpora o 4D (tempo) e 5D (custos), permitindo gerenciar a informação de maneira inteligente
durante todo o ciclo de vida de um projeto, automatizando processos de programação, design
conceitual, design detalhado, análise, documentação, fabricação, logística de construção
operação e manutenção, renovação e/ou demolição.

É importante esclarecer a diferença entreBIMe programas como Revit, ArchiCAD, AllPlan e outros
similares: BIM é um sistema de trabalho, enquanto Revit, ArchiCAD e AllPlan são softwares onde
Este sistema pode ser aplicado. Portanto, estes se complementam e permitem que o trabalho do
arquitetura seja realizada de forma eficaz.

O uso do BIM vai além das fases de design, abrangendo a execução do projeto e
estendendo-se ao longo do ciclo de vida do edifício, permitindo a sua gestão e reduzindo
os custos de operação.
Fig. 2: Modelagem tridimensional real de infraestrutura.

O PRÉ E O PÓS DO BIM

Em 1963, foi desenvolvido o primeiro sistema de CAD projetado por Ivan Sutherland chamado Sketchpad.
É o primeiro programa de computador capaz de criar linhas na tela de um computador.

Pode-se considerar Charles Eastman como o pai do BIM, arquiteto formado em Berkeley
(Califórnia) e trabalhador em ciências da computação na Universidade Carnegie Mellon.
Desenvolverá em 1974 o sistema BDS quando nem sequer existiam computadores pessoais. O BDS
(Sistema de Descrição de Edifícios) tem todos os ingredientes do atual BIM. Nesse software, se
aborda o problema do projeto a partir de uma base de dados na qual foram separados os
componentes do edifício em peças distintas. Eastman critica a falta de coerência na informação
arquitetônica por não vir toda ela de um único modelo.

Embora nos EUA e no Reino Unido a indústria de software se desenvolva a uma grande velocidade, o BIM tal como o

entendemos hoje em dia se deve a dois gênios da matemática do Bloco Soviético, Gábor Bojar e
Leonid Raiz fundadores respectivamente de ArchiCAD e Revit. Em 1982, Gabor Bojar enfrenta o
governo comunista da Hungria e cria uma empresa privada para desenvolver ArchiCAD. Para poder
escrever as primeiras linhas de seu código, Gabor tem que penhorar as joias de sua esposa e passar um
Apple de contrabando através da cortina de ferro. Em 1984, cria a primeira versão do ArchiCAD
chamada CH RADAR para o sistema operacional Apple Lisa. ArchiCAD se torna o primeiro software
BIM para computadores pessoais. ArchiCAD baseia-se na poderosa linguagem GDL (Geometric)
Descrição da Linguagem). Neste mesmo ano nasce o AutoCAD da Autodesk.

Em 1984, depois de desenvolver vários softwares de CAD para seu próprio escritório técnico, Georg
Nemetschek cria Allplan. Allplan pode ser considerado o segundo software BIM da história para
computadores pessoais.

No ano 2000, Leonid Raiz e Irwin Jungreis, trabalhadores da PTC (Parametric Technology
corporação) empresa que se dedica à criação de software de engenharia desde 1985, deixam dito
empresa para formar Charles River Software, germen de Revit. A companhia foi renomeada
posteriormente como Revit Technology Corporation aparecendo a primeira versão de Revit o 5 de
abril de 2000. Revit tentou distribuir o software de uma forma inovadora, sem distribuidores físicos,
apenas com uma assinatura mensal pela internet. Visto que tanto Leonid quanto Irwin estavam vindo
do mundo da engenharia contrataram o arquiteto David Conant para ajudá-los no design da
interface.

A Autodesk compra o Revit em 2002 por 133 milhões de dólares; até o ano de 2009 o Revit
mantém uma interface baseada em ícones semelhante à do ano 2002, foi até 2010 que o Revit
muda totalmente sua interface assimilando a tecnologia Ribbon (faixa) que mantém na
atualidade.

De acordo com os dados expostos em 2011 pelo Escritório de Análise Econômica e pelo Escritório de
Estatísticas Laborais dos Estados Unidos, a produção manufatureira total anual (nos EUA) por
O número de trabalhadores duplicou em 21 anos, de 1976 a 1997, e voltou a duplicar nos treze anos seguintes.
de 1997 a 2010. Este aumento na produtividade, o qual foi amplamente documentado, se
atribui em geral à entusiástica adoção da tecnologia baseada em computação e, em
particularmente nas indústrias como a automotiva, à adoção do design baseado em modelos e
processos de fabricação. Durante este mesmo período, a produtividade nas indústrias de
A construção permaneceu sem mudanças notórias. O BIM é o candidato indiscutível para alcançar
aumentos igualmente contundentes na produtividade do setor de infraestrutura, graças a sua
capacidade para reunir, organizar e analisar as enormes quantidades de informação relacionadas
com os ativos de uma infraestrutura. Dados os habilitadores de tecnologia emergentes que
permitem levar a cabo projetos multidisciplinares de grande escala e às capacidades de ciclos de
vida de um enfoque centrado em modelos, resulta lógico prever que na próxima década a
indústria de infraestrutura rebase, em relação ao aumento na produtividade, ao alcançado em
a indústria de manufatura.

Segundo dados, 47% dos entrevistados usam BIM em pelo menos 25% de seus projetos.
infraestrutura atuais; em dois anos, quase 80% usará BIM em pelo menos um quarto de suas
projetos; em um período de quatro anos, o número de usuários será multiplicado por 4,4 (de 7% a 31%)
apliquem BIM em mais de 75% de seus projetos.

De acordo com o relatório SmartMarket da McGraw-Hill, quase metade dos entrevistados (46%)
observou que "únicamente estão tocando a superfície" do potencial do BIM. Isso é lógico, dada a
recente irrupção do BIM na indústria de infraestrutura. No entanto, como já foi dito, as
firmas que implementam BIM exclusivamente para fluxos de trabalho de design, o estão
desaproveitando. O potencial de seu valor transformador começa com a criação de um modelo
de design, mas não termina aí.

Os modelos criados para BIM não são apenas geometria em 3D, trata-se de objetos abundantes em
informação que são:

Inteligentes: motores dinâmicos ajudam a definir as relações entre os objetos e a conservar a


consistência e coordenação das mudanças.

Escaláveis: permitem adicionar grandes quantidades de dados de diferentes fontes.

Baseados em conhecimento: podem ser delimitados por elementos como códigos e critérios regionais
de design, assim como padrões corporativos.

Visuais: permitem melhorar as análises, as simulações e a comunicação.

BIM é um processo que utiliza modelos inteligentes para facilitar a coordenação, comunicação,
análise e simulação, bem como a gestão do projeto, a colaboração e, até mesmo, a administração
de ativos, a manutenção e as operações.

O valor resultante do BIM para Infraestrutura varia para proprietários e consultores. Os benefícios
reportados vão desde um melhor marketing e maior qualidade do projeto até margens de lucro
mais elevados, melhores riscos e novas oportunidades de crescimento.

Há bastante tempo se desenvolvem metodologias de trabalho e aplicações que vão na direção de


empregar modelos coordenados entre si de tal maneira que os erros e as tarefas redundantes
diminuam. Basicamente, foram incorporados automatismos e capacidades de gestão do
conhecimento das ferramentas de representação; ao mesmo tempo em que os sistemas de vinculação de
os arquivos têm melhorado com o objetivo de aproveitar a mesma informação para diferentes
vistas. As referências externas do AutoCAD são um exemplo disso, assim como também são as
capacidades de importação de dados de qualquer programa de cálculo de estruturas. Também os
programas de CAD têm incorporado a capacidade de incluir informações não gráficas a as
entidades desenhadas, processo que culminou nas ferramentas GIS atuais, mas que também
podemos identificar em um simples bloco com atributos do AutoCAD. Tudo isso facilitou o
trabalho dos gerentes de CAD, mas não eliminou a origem do problema.

Mas se se queria chegar mais longe e enfrentar o problema da descrição de um projeto através de
modelos não conectados, era necessário idealizar uma nova geração de aplicações que funcionassem
com bases de dados que em vez de com um sem fim de representações literais (2D ou 3D), contivessem
objetos paramétricos com informação multidisciplinar. Essas bases de dados são conhecidas
genericamente como Modelos de Informação e no caso da modelagem de edifícios, BIM (Modelagem da Informação da Construção)

Modelos de Informação).

Assim, a ideia é gerar um modelo único que contenha todas as informações do edifício.
para que, em vez de criar múltiplas representações-modelo, haja suficiente com um. Dele sairão
representações, as quais na verdade serão diferentes tipos de vistas do modelo central. Em a
prática, atualmente costuma-se combinar um ou mais modelos de Informação, que contêm o
grueso da informação a ser coordenada e que, por sua vez, se conectam com outros modelos literais muito
especializados. No futuro, prevê-se que esta coordenação e centralização sejam cada vez mais
fluida.

O PROPÓSITO DE USAR UMA MODELAGEM BIM

Planear: A KFW Engineering usou BIM para impressionar sua equipe de revisão de projeto e ajudar a
ganhar mais trabalho. O que fizeram foi extrair dados do seu banco de informações geoespaciais e de
serviços, complementá-los com verificação de campo e criar um modelo em 3D de uma interseção
real dentro dos limites do projeto em apenas 8 horas.

Desenhar: ProRail (a agência holandesa responsável pela infraestrutura das vias de trem) usou BIM
para facilitar à sua equipe a criação automática de visualizações renderizadas de alta qualidade de
as opções de design, o que ajudou todos a compreenderem melhor as alternativas. Em uma única
tarde, a equipe criou e analisou sete opções diferentes para uma proposta de projeto, trabalhando
juntos para compartilhar suas visões sobre o mesmo, comparar os diferentes designs e ajudar a acelerar
o processo de tomada de decisões.

Construir: iNFRANEA usou BIM para modelar, coordenar e planejar o projeto de ampliação do rio
Waal, em Nimega. A empresa criou e gerenciou um modelo 3D integrado deste enorme e complicado
projeto com o objetivo de melhorar a coordenação e visualização. Posteriormente, iNFRANEA utilizou
este modelo para detectar possíveis conflitos por interferência, realizar análise de impacto visual e
gerenciar sua configuração. Além disso, os dados gerados pelo modelo ajudaram a realizar a
nivelamento com máquinas por meio de GPS para as tarefas de escavação e dragagem do projeto.

Gerir: Neolant pôde ajudar o Departamento do Patrimônio Cultural de Moscovo a compreender


melhorar o impacto de novos desenvolvimentos em locais históricos. Através do uso de novas ferramentas
para a análise espacial em 3D, foram integrados modelos de edifícios culturalmente importantes a
plataformas GIS existentes, junto com detalhes do ambiente circundante.

AS CARACTERÍSTICAS DE UM MODELO BIM

Fig. 3: Características do BIM.


BIM é o acrônimo de Modelagem da Informação da Construção e se refere ao conjunto de metodologias de
trabalho e ferramentas caracterizados pelo uso de informações de forma coordenada, coerente,
computável e contínua; utilizando um ou mais bancos de dados compatíveis que contenham toda a
informações referentes ao edifício que se pretende projetar, construir ou usar. Essas informações
pode ser de tipo formal, mas também pode se referir a aspectos como os materiais empregados
e suas qualidades físicas, os usos de cada espaço, a eficiência energética dos fechamentos, etc.

Conseguir que a informação esteja coordenada é essencial para que o desenvolvimento do projeto possa
levar a termo por parte de múltiplos usuários, embora se ocupem de disciplinas diferentes. Assim,
duas pessoas poderão trabalhar no mesmo projeto com a segurança de que a informação que um
a atualização estará disponível automaticamente para o segundo. Isso é bastante fácil de conseguir
com os aplicativos de CAD convencionais, se forem utilizados os procedimentos adequados e houver
poucos usuários, mas começa a ser complicado em projetos grandes onde intervêm muitos
modelos e designers. A abundância de arquivos torna a sua administração complicada se não se
dispõe da ajuda de um software específico que nos assista. Mas ainda se torna mais complicado
a colaboração entre arquitetos e engenheiros. Cada um trabalha com arquivos e informações
diferentes e a sua atualização por parte das duas partes costuma ser feita manualmente, o que é
fonte de erros e de perdas de tempos consideráveis. Um sistema baseado em modelos BIM
estabelece procedimentos onde essas operações são feitas de maneira automatizada.

Também é necessário investir muito tempo para garantir que os diversos modelos com os quais se trabalha
sejam coerentes entre si, uma vez que todos eles deverão ser perfeitamente compatíveis com o
edifício uma vez que seja construído. Não se trata apenas de que as fachadas se encaixem com as distribuições,

senão que as instalações possam passar pelos locais adequados ou qualquer outra relação entre
os sistemas que o compõem. Nesse sentido, não ajudam muito as aplicações habituais,
uma vez que apenas permitem trabalhar com modelos que não se relacionam entre si nem são capazes de
detectar interferências entre diferentes sistemas (fechamentos, mobiliário, instalações, etc.). Este
o problema pode ser superado parcialmente com o uso de modelos tridimensionais, mas com eles
sómente pode cobrir uma parte pequena do problema, uma vez que são muito inadequados.
para estudar determinados temas e, além disso, resultam bastante complexos e tediosos de construir
manualmente.

A solução está em empregar tecnologia de objetos para poder reduzir o número de modelos e,
além disso, poder relacioná-los automaticamente. Isso é o que fazem as aplicações BIM. Os
objetos não são representações, mas entidades definidas de acordo com suas características que depois se
geram e mostram através de todo tipo de vistas especializadas (como plantas, seções ou
axonometrías). Por outro lado, para que sua modelagem seja controlável e rápida, esses
componentes são definidos como objetos paramétricos cujas características e comportamentos
vêm mais ou menos pré-estabelecidos. Assim, o designer já não representa elementos arquitetônicos,
senão que os projeta de acordo com suas especificações, seguindo padrões mais ou menos flexíveis,
dependendo das funcionalidades do software e das suas próprias habilidades.

O outro aspecto importante desta tecnologia é a capacidade de quantificar eficazmente os


parâmetros não formais de um edifício. Estamos falando de medições, mas também de outros
qualidades computáveis como, por exemplo, volumes de ar, percursos de evacuação, consumo
energético, etc. Na realidade, tudo isso representa informações contidas em modelos específicos
que é possível unificar em maior ou menor grau com o fim de conseguir as prestações de
coordenação e coerência anteriormente comentadas. A chave está em compreender que o design
não se refere apenas a critérios formais, mas também a outras variáveis que não são tratáveis a partir do
ponto de vista das ferramentas de representação tradicionais.

Finalmente, a tecnologia BIM tem presente a ideia de que um edifício deve ser estudado durante
todo seu ciclo de vida. Isso inclui a fase de design, a de produção e também a de exploração.
Assim, seus futuros usuários poderão acessar informações que lhes serão úteis para, por exemplo, planejar
a manutenção do edifício ou para realizar o reparo de uma instalação concreta.
Fig. 4: modelagem BIM, avanço da obra.

APLICAÇÕES PARA CRIAR E GESTIONAR MODELOS BIM

Fig. 5: Aplicações utilizadas em modelos BIM.


Embora seja verdade que não há tecnologia BIM sem ferramentas BIM, também é verdade que nem tudo o
software que se utiliza neste universo pode ser qualificado como tal. Nem muito menos. Por outra
parte, também é necessário estar ciente de que esta tecnologia não se limita ao uso de aplicativos
BIM.

Uma aplicação BIM é aquela que utiliza como entidades de trabalho principais objetos
paramétricos de qualquer disciplina que são capazes de se relacionar entre eles e dos quais se
pode extrair diversos tipos de informação, entre os quais se incluem representações gráficas,
mas também alfanuméricas. A seguir, essa definição será ampliada, explicando-a a partir de seus três
principais prestações: o trabalho multidisciplinar e multiusuário, a tecnologia paramétrica e o
entorno multivista.

Por outro lado, temos aplicações que, embora não se ajustem a esta definição, realmente estão
preparadas para se conectar com aplicações BIM e extrair de seus modelos aquelas informações que
seja mais útil para seus fins. Por exemplo, o aplicativo de medições Presto é capaz de ler as
medições incluídas nos modelos do ArchiCAD e aplicar-lhes partidas e preços, graças a que este
último é capaz de vincular partidas de medição a elementos construtivos.

BIM MULTIDICIPLINAR

Fig. 6: BIM multidisciplinar.


A nível teórico, o projeto arquitetônico é representado por um Modelo de Informação que
cobre todos os aspectos possíveis, os quais ficam refletidos em vistas especializadas. Na
prática, atualmente os modelos BIM mais completos só podem abranger as disciplinas principais
da arquitetura: Arquitetura, Estrutura, Instalações, Controle de custos, Apresentação e Design
Energético. Para o resto dos casos, trabalha-se com conexões com aplicativos especializados que
admiten exportações do BIM. O número desse tipo de aplicações conectáveis aumenta a cada
ano chegando a áreas como a gestão de resíduos ou o planejamento da obra.

O gráfico mostrado na fig. 6 explica como se relaciona uma aplicação BIM muito completa e sua
modelo com aplicações conectáveis. Os objetos que a aplicação é capaz de manusear contêm
diversa classe de informação, parte dela é de especial interesse para o arquiteto, mas outra o
pode ser para outros profissionais. Dependendo do grau de apoio multidisciplinar do
aplicação BIM em concreto, os distintos perfis profissionais poderão trabalhar em maior ou menor
grau diretamente sobre o mesmo modelo BIM, conseguindo mais eficácia. Aqueles aspectos mais
específicos se desenvolverão em aplicações concretas que poderão aproveitar a parte da
informação do modelo BIM que lhes interesse. Se a comunicação entre as aplicações é
bidirecional, poderá devolver a informação ao modelo BIM para que possa ser usada por outras
disciplinas.

BIM PARAMÉTRICO

Fig. 7: BIM paramétrico.


O Modelo de Informação que gere uma aplicação BIM é composto por uma série de objetos
que são projetados de acordo com as características essenciais que os definem, ou seja, são parametrizados. Isso

é feito por meio de uma interface que os conceitua e que assiste sua criação com uma multitude de
parâmetros predefinidos em relação à natureza do elemento que se deseja criar. Uma parede,
por exemplo, pode ser escrito pelos seguintes valores: número de camadas, espessura de cada uma,
altura, materiais, percurso, etc. Depois, precisaremos de uma interface gráfica que permita
editar dinamicamente mediante pinçamentos ou variando suas características em um listado
desplegável. Em qualquer um dos casos, estamos modificando os parâmetros que definem o objeto
y, de rebote, su aspecto aparente. Mas também se pode ir mais longe incluindo outra classe de
parâmetros não dimensionais, como, por exemplo, a cor, o material e o peso, o nome, etc. O
objeto que se modela acontece, assim, muito mais completo e editável permitindo acessar
diretamente suas características. Assim, já não se modelam representações, mas sim se modela o
objeto em si cobrir o máximo de facetas. Em contrapartida, com uma ferramenta de CAD literal,
se investe muito tempo representando-o por meio de múltiplos modelos com o objetivo de poder
controlar, mentalmente, em sua totalidade.

Uma vez que se consegue parametrizar um objeto, também se pode tentar parametrizar a relação que
tem este com o resto. Isso é conseguido relacionando alguns parâmetros com outros. Por exemplo, o
O perímetro exterior de uma carpintaria será igual à abertura que deverá ser feita na parede.
que o aloja. Dessa forma, não só se automatiza a transmissão das influências que têm os
objetos entre si, mas sim se possibilita seu design em relação ao resto. Assim, cada componente é criado
em função do que o torna único e do que o torna dependente do resto, conseguindo um design
muito receptivo a futuras modificações. Para que todos esses parâmetros possam interagir, é
é necessário tratar o modelo paramétrico como uma base de dados unificada que esteja estruturada e
otimizada para tornar possíveis essas inter-relações. Assim também se possibilita que objetos de
diferentes disciplinas possam interagir entre si e que seu acesso seja centralizado, fazendo
realidade a desejada coordenação multidisciplinar e multiusuário.

Além disso, deve-se ter em mente que, devido à parametrização de objetos pode ser algo
complicado, todas as aplicações dispõem de extensas bibliotecas de componentes pré-configurados
que têm comportamentos também pré-estabelecidos. Não se trata, portanto, de aplicações de design
paramétrico puras, muito mais potentes, mas também muito mais complexas de empregar. Isso não
quer dizer que limita o usuário ao uso desses objetos, uma vez que a qualquer momento se
pode criar um, paramétrico ou literal, para resolver casos concretos.

A edição deste modelo global é feita através de todo tipo de visualizações especializadas, já
vista diédricas, tridimensionais, em forma de lista, ou qualquer outra classe de visão que sirva para
controlar os objetos a partir de uma ótica concreta. Como se todas elas proviessem diretamente do
Modelo de Informação, estarão sempre atualizadas. Para que isso seja possível, o software deve
gerir as vistas por si mesmo, deixando nas mãos do usuário apenas a configuração mais ou
menos pormenorizada de estas. Embora a maioria das aplicações BIM gere, na maioria de
os casos, representações do Modelo de Informação, conceitualmente devem ser entendidos todos
como vistas, já que são geradas de maneira automática.

BIM MULTIVISTA

Fig. 8: BIM multivista.

Uma das contribuições mais importantes dos Modelos de Informação é que as


representações de seus diferentes aspectos podem ser automatizadas. Todas provém do mesmo
modelo, assim se consegue, de forma natural, que estejam sempre coordenadas entre si (que não se
contradizem) e atualizadas (representando as últimas mudanças feitas no projeto) e que sua
geração seja imediata ou quase imediata. Por isso dizemos que as representações extraídas do
BIM são na verdade visões do modelo, embora em alguns casos cheguem a ser geradas cada vez como
desenhos bidimensionais. Por outro lado, para poder satisfazer as necessidades de visualização de
cada representação, cada aplicação dispõe de diferentes mecanismos de personalização de
estas, de tal maneira que possa mostrar-se o que se deseja e com um grafismo adequado. No entanto,
o leque de possibilidades sempre será mais limitado do que o das representações delineadas a
mano, pelo que haverá que aprender a prescindir de certos virtuosismos, que, por outro lado,
deixarão de ser necessários ao contar com o potencial de geração múltipla de vistas deste tipo de
software. Poderíamos dizer que, neste caso, podemos substituir a qualidade pela quantidade, uma vez que
resulta muito mais conveniente o uso de múltiplas vistas para explicar um tema do que o de umas.
poucas e muito trabalhadas, já que estas, inevitavelmente, deverão omitir parte da informação do
projeto. De qualquer forma, também é verdade que uma vez adequado o grafismo das
visualizações ao nosso gosto, veremos como qualquer visualização desfrutará do mesmo nível de acabamento,

já que realizá-la ou não dependerá do tempo disponível até o dia da entrega.

TIPOLOGIAS DE APLICAÇÕES OU FERRAMENTAS COMUNS PARA EXECUTAR


MODELOS BIM

Fig. 9: tipos de aplicações BIM.


Atualmente, há um bom número de aplicações BIM no mercado, apesar de ser um
tipo de software caro de desenvolver e que precisa de muitos serviços pós-venda. Em geral,
todas levam muitos anos no mercado, com exceção daquelas que estão sendo desenvolvidas de
a mão de grandes empresas de CAD genérico, que têm uma história mais curta. Tendo em
conte isso, se aproveitam ou não um motor de CAD já existente, podemos classificar as aplicações
em dois grandes grupos.

APLICAÇÕES BIM NATIVAS

Com mais antiguidade, em geral, do que as BIM implementadas, existem as aplicações criadas com
a intenção de trabalhar nesta direção desde um bom princípio. Naturalmente, são muito mais
coerentes e poderosos que os BIM implementados, mas têm o inconveniente de que a
a migração de um software CAD genérico para elas é mais complicada. Embora permitam
trabalhar com arquivos provenientes dessas aplicações sempre há certas limitações, uma vez que
que resulta mais difícil incluir informação literal em modelos BIM. Por outro lado, todas elas têm
uma estrutura de arquivos coerente com o conceito de banco de dados. Ou seja, os projetos se
gerenciam de maneira integral e se concentram em um único arquivo ou pasta.

Estamos falando das aplicações Autodesk Revit, Graphisoft ArchiCAD e Nemetschek Allplan.
Os dois últimos estão no mercado há quase vinte anos e desfrutam de um número considerável de.
comunidade de usuários. O primeiro, no entanto, é um software muito mais jovem, pelo que desfruta
de um planteamento mais avançado.

BIM IMPLEMENTADO SOBRE CAD LITERAL

Se trata de aquelas aplicações de CAD literal que implementaram módulos BIM que se
superpõem de maneira mais ou menos transparente. Têm a desvantagem de que sua
o funcionamento não pode ser tão coerente nem fluido quanto o das BIM nativas, pois devem
adaptar-se ao motor e estrutura de seus hóspedes. Continuam empregando camadas para organizar o desenho,
mantêm uma estrutura de arquivos dispersa e sua interface é bastante mais complexa. Em contrapartida,
têm a vantagem de permitir uma migração para os sistemas BIM muito mais flexível e modular.
O grau de implementação do BIM pode ser feito no nível e no campo que se desejar. Por
exemplo, pode-se empregar BIM apenas para manter a consistência dimensional entre plantas,
seções e modelo tridimensional, mas continuar a trabalhá-las independentemente ou aproveitar
somente suas características para melhorar o desempenho das medições. Tudo isso com o conforto
de continuar trabalhando com o mesmo aplicativo de sempre de maneira totalmente transparente, com
as vantagens da colaboração multidisciplinar que isso implica.

Estão dentro deste grupo Autodesk AutoCAD Architecture e Bentley Architecture, As duas
funcionam sobre os motores de CAD genérico mais amplamente utilizados do mundo (embora, dos dois,
AutoCAD é o que claramente domina o mercado). Surgiram com a intenção de competir com as
aplicações BIM nativas, que ameaçavam ganhar participação de mercado para os CAD literais.

Se mostra na figura 10 uma tabela comparativa entre essas aplicações ou softwares:

Fig. 10: Tabela comparativa de aplicações BIM

CRITÉRIOS PARA A AQUISIÇÃO DESTAS FERRAMENTAS DIGITAIS

Na hora de escolher um aplicativo BIM específico, é importante considerar os seguintes aspectos


por ordem de importância:

Em primeiro lugar, teríamos as funcionalidades e o design geral de seu motor de modelagem


informação. Trata-se de saber diferenciar quais características são as que realmente definem em
software e quais são mais ou menos passageiras. Dito de outra forma, sempre nos encontraremos
com que determinadas operações estão melhor resolvidas por umas aplicações do que por outras, mas
isso pode mudar no ano seguinte. O que não é tão volátil é a abordagem geral da
aplicação e seu motor interno, já que é muito mais difícil de mudar. Um bom sistema de escolha
é escolher o aplicativo que obteve a maior pontuação naqueles aspectos que para nós
sean realmente importantes. Por ejemplo, o motor de gestão de mudanças certamente será mais
importante que o de preparação de lâminas, portanto, não será nenhuma estupidez ficar com
aquela que melhor resolver o primeiro problema a nosso ver, embora o sistema de composição
das impressões não seja tão brilhante quanto outra.

Depois, é preciso verificar se o aplicativo faz o que realmente promete com fluidez e sem
excessivas exceções. Não é comum que se publiquem características que só estão implementadas
parcialmente o que são instáveis.

Também é necessário considerar as possibilidades de continuidade disso ou do seu suporte local. A verdade
É que as soluções que estão à venda na Espanha pertencem a empresas com ampla história.
e solvência, mas ultimamente estão surgindo aplicações com um futuro um tanto incerto. Migrar para
a tecnologia BIM exige um esforço considerável que se amortiza rapidamente, mas é preferível mudar
de software por vontade própria que ter que fazer porque deixa de ter continuidade. O número
de usuários internacionais e sua repercussão nos meios digitais é um bom sintoma da saúde de
uma aplicação informática.

Em quarto lugar, colocamos o suporte pós-venda. Isso engloba tanto o suporte local, que resulta
essencial na hora de encontrar recursos de formação, como internacional, o qual será muito
apreciado por aqueles usuários avançados que devem resolver problemas complexos.

Por outro lado, é sempre importante ter em mente que o nível de competência no uso de
As ferramentas informáticas dos futuros usuários serão baixas na maioria dos casos. Por isso, não
não é nenhuma besteira levar em conta a facilidade de uso de um aplicativo ao realizar as tarefas mais
comuns. Isso aumentará as possibilidades de sucesso da migração e aumentará a satisfação
dos usuários, mesmo que sejam avançados.

Por último, embora possa ser mais importante do que algumas das anteriores em certos ambientes,
teríamos a conectividade. Está claro que falar de BIM significa falar de conectividade. Um
modelo de Informação de arquitetura, por si só, já tem um grande valor acrescentado e dele se
pode extrair informações em forma de tabelas de maneira bastante simples. Mas se para uma
a companhia é essencial, por exemplo, tomar medidas e certificações dos projetos, a
a conectividade da aplicação BIM com este tipo de software penderá a balança a favor daquelas
que melhor o resolvam naquele momento.
De acordo com uma pesquisa realizada pela revista eletrônica AECbytes, 80,20% dos que utilizam esses
ferramentas são arquitetos, e para obra de engenharia são usadas em 27,3%. por outro lado, a
a aplicação que mais se utiliza é o REVIT BIM.

COMENTÁRIOS DE ALGUMAS DAS APLICAÇÕES BIM COM MAIOR PESO EM


O MERCADO

AUTODESK REVIT ARQUITETURA

Fig. 11: Modelagem em AUTODESK REVIT ARQUITETURA.

De todas as aplicações BIM, é a mais jovem de todas e a que esta tem uma abordagem mais
respeito radical pela tecnologia de objetos. Como mencionado anteriormente, começou a desenvolvê-la
a empresa Revit Technology Corporation como o primeiro software de design arquitetônico
totalmente paramétrico. Em 2002, a empresa foi comprada pela Autodesk, que buscava
soluções por seu então inoperante Architectural Desktop (atualmente AutoCAD Architecture).
Vendo o potencial do Revit, a Autodesk decidiu manter o desenvolvimento das duas linhas de software.
sem cortar nenhuma das duas. O Revit deve ter mais futuro a longo prazo do que o AutoCAD Architecture
posto que se trata de uma aplicação muito coerente e potente, mas, por enquanto, as duas
aplicações coexistem pacificamente por serem destinadas a um público diferente. Desktop permite
uma migração menos arriscada e mais progressiva enquanto o Revit destina-se a implementar
completamente a tecnologia BIM.

O programa usa um arquivo único que contém todas as informações do projeto, incluindo as visões,
as lâminas e as bibliotecas de objetos paramétricos. De todas as aplicações BIM, é a que está
mais voltada para a tecnologia de Modelos de Informação, desfrutando de uma estrutura interna
muito coerente na qual qualquer elemento do projeto é tratado de maneira similar. Por outra
parte, dispõe de uma interface gráfica de parametrização, ao estilo do software especializado, que
permite modelar qualquer elemento independentemente de seu uso. Também aproveita de
ferramentas que lhe permitem estabelecer determinadas relações associativas entre objetos, sejam
do tipo que sejam.

GRAPHISOFT ARCHICAD

fig. 12: modelado no GRAPHISOFT ARCHICAD.

O ArchiCAD é o software de design paramétrico de arquitetura mais antigo dos três e por
isso tem a vantagem de ser o fruto de um longo desenvolvimento. Há milhares de usuários que o utilizam e
existe um amplo leque de aplicações de terceiros que o
complementam. Nascido para o ambiente Macintosh, sua origem remonta ao tempo em que não se
podia pretender que toda a documentação gráfica de um projeto estivesse baseada em objetos e
por esta razão, seu motor de transmissão de mudanças recebeu numerosas melhorias ao longo de sua
história. Na verdade, apesar de estar atualmente totalmente focado no BIM, está capacitado
para complementar a mão de maneira simples as representações extraídas dos modelos
paramétricos.

Como o Revit, se organiza em torno de um arquivo único com um sistema de bibliotecas que pode ser
referido a arquivos externos ou que podem pertencer ao próprio projeto. Sua estrutura de projeto
é muito semelhante, mas está mais desenvolvida e distingue entre as vistas e suas localizações no
modelo do edifício. Assim, de um mesmo andar podem ser criadas variantes diferentes e armazenadas as
como vistas sob uma estrutura em árvore totalmente configurável. O ArchiCAD não regenera as vistas
de maneira instantânea, como o faz o Revit. Mas faz isso de maneira automática e, além disso,
é capaz de editar o modelo através da modificação de qualquer vista ou desvinculá-lo
completamente dela.

NEMETSCHEK ALLPLAN

Fig. 13: Modelos no NEMETSCHEK ALLPLAN

Até pouco tempo atrás, "Allplan" era conhecido pelo paradigma da sofisticação em design
paramétrico de Arquitetura. Este fato ocorria principalmente porque era uma aplicação bastante
conhecida, por ouvir falar, neste país, com uma comunidade de usuários fãs que divulgavam seus
vantagens para seus colegas que trabalhavam com AutoCAD, os quais achavam uma aplicação exótica.
Por outro lado, tinha o incentivo de estar desenvolvido na Alemanha, país com a reputação de
elaborar software eficiente, mas complexo. O certo é que o Allplan é uma aplicação que vinha do
entorno Unix e que migrou em um determinado momento para os sistemas Windows, fato que obrigou a
mudar radicalmente sua interface, uma vez que a anterior se mostrava incompreensível para os
usuários deste sistema operativo. Seu nível de sofisticação e algumas de suas possibilidades
superam as de seus concorrentes, mas tem a desvantagem de ser muito menos intuitivo de
empregar, ao mesmo tempo que padece de uma interface obsoleta em alguns aspectos e de ter um apoio
público bastante limitado (basta visitar seu site). De qualquer forma, o apoio dos
distribuidores na Espanha é tão eficaz quanto erudito.

DIFERENÇA ENTRE A FERRAMENTA CAD E O BIM

Sabemos que CAD e BIM são diferentes, embora à primeira vista trabalhem com a mesma máquina e
um software parecido. Mas..., quais são as suas diferenças mais notáveis? Para começar, lembremos
o significado de suas siglas:

- Modelagem da Informação da Construção (BIM)


- Diseño Asistido por Ordenador o Computer-Aided Design (CAD).

A principal diferença reside no fato de que o CAD imita o estilo tradicional de desenho à mão, apenas que, com

ferramenta de software informático, utilizando elementos genéricos como linhas e trama e


obtenhando assim um desenho virtual. Enquanto BIM não é uma ferramenta de desenho como tal,
embora também sirva para desenhar, sua característica principal é o armazenamento de informações
e a relação existente entre ela. Isso faz com que nos atentemos a diferentes aspectos em que o BIM
destaca sobre CAD:

Coerência: quando se faz uma mudança no projeto, esta aparece em planta, elevação, seções,
etc. Algo que em CAD dificilmente se pode conseguir. Isto se deve ao fato de existir um único objeto no
que as plantas, levantados, seções, etc., são apenas representações deste, onde você pode escolher
que parte você quer visualizar. No entanto, com CAD isso não acontece, pois cada representação,
Assim como os desenhos no papel, é uma entidade independente, portanto, cada mudança de design
é necessário mudar manualmente em cada um dos desenhos que forem afetados.

Fases: ao concentrar o maior esforço na fase de design como parte da metodologia BIM, nós
permite detectar e resolver os distintos problemas e inconvenientes que possam ter surgido.
Dessa forma, o custo e o esforço posterior na fase de construção são mínimos, uma vez que já temos
deixado definido o projeto totalmente nas primeiras fases.

Propriedades físicas dos elementos: no BIM em vez de usar linhas, criam-se pisos, paredes, tetos,
portas, janelas, etc. as quais podem ter propriedades físicas como materiais,
acabados, transmitância térmica, preços, etc., e poder gerar relatórios com eles.

Bases de dados relacionais: os elementos têm propriedades e estas são armazenadas em uma base de
dados relacionados. Portanto, sabendo os dados dos elementos e o número deles com
propriedades semelhantes, podem ser gerados relatórios de contagem de elementos construtivos, por
exemplo, marcenarias, que se atualiza automaticamente por isso se mudarmos as propriedades
de algo no plano se mudarão também no relatório e vice-versa.

Gestão da informação: sempre que trabalhamos em CAD, tivemos o problema de


grande quantidade de arquivos distintos que são gerados (plantas de elevações, plantas por andares de

estrutura, de fechamentos, de marcenaria, de instalações, etc.) e com diferentes versões ou


atualizações que vão sendo armazenadas e dificultam o trabalho e a impressão, agravando-se
exponencialmente em função do número de trabalhadores e da dificuldade do projeto. Isso com os
programas BIM se facilita considerablemente gracias al archivo único y se aumenta el trabajo en
grupo.

Fig. 14: Diferença entre BIM e CAD, respectivamente.


DIMENSÕES BIM

Ao falar sobre BIM, podemos encontrar diferentes dimensões de trabalho, que também
podemos chamá-las de fases ou processos de projeto como parte do modelo BIM. O Modelo
O BIM adquire uma nova dimensão de informação com cada nova aplicação ou conjunto de
informação. Desta forma, podemos diferenciar as seguintes dimensões BIM:

BIM 3D - Modelagem de informações do edifício.

Corresponde à modelagem em 3D do conjunto de elementos do edifício que se querem


representar, de forma paramétrica e unificada. Enfocado em representar toda a informação
geométrica por meio de elementos integrados, tais como muros, solos, tetos, pilares, portas,
etc. Não é apenas algo visual, mas compreende toda a informação necessária para os seguintes
fases.

BIM 4D - TEMPO.

Com a ajuda do software BIM, você pode realizar um cronograma das atividades do projeto,
podendo atribuir tempos às diferentes partes da obra e seus elementos, com o objetivo de programar
totalmente a execução do edifício antes do seu início. Desta forma temos controlada a
organização da obra vendo em tempo real a evolução do edifício no modelo virtual e na
realidade. Podendo otimizar ao máximo os recursos utilizados para cada atividade (mão de obra,
maquinário, etc.).

BIM 5D - CUSTO.

Incorpora o controle de custos e a estimativa de despesas do projeto, a fim de melhorar a


rentabilidade do edifício. Define-se a quantidade de materiais e os custos de cada elemento, e se
organizam os gastos. Ao mesmo tempo, estimam-se os custos para a fase de uso e manutenção do edifício.

BIM 6D - SIMULAÇÃO ENERGÉTICA E SUSTENTABILIDADE.

Esta dimensão nos dá a possibilidade de saber como será o comportamento do edifício antes de
começar a obra. Permite fazer simulações das alternativas do projeto para chegar até a
forma mais óptima e sustentável. Podem ser feitas variações nas características da envoltória
e dos elementos que alteram o estado térmico e sonoro do edifício como: os materiais
utilizados, a situação e orientação do projeto, combustível utilizado ou método para aquecer ou
esfriar o edifício e muitas outras variáveis.

BIM 7D - MANUTENÇÃO E GESTÃO DE INSTALAÇÕES (GESTÃO DO EDIFÍCIO E SEUS


SERVIÇOS).

A sétima dimensão abrange a gestão do ciclo de vida do projeto e seus serviços associados. Se
trata de dotar ao modelo de informação as operações que há que seguir uma vez construído o
edifício. Em relação ao uso e manutenção do edifício durante sua vida útil, permitindo o controle
logístico dessas. Conseguindo melhorar a gestão e otimização de aspectos reparações,
inspeções, etc.

Fig. 15: Dimensões do BIM.

NÍVEIS DE DESENVOLVIMENTO DO BIM

Na hora de valorizar as informações representadas no sistema BIM, percebemos que há um


amplo margem na quantidade e qualidade da informação, por exemplo, você pode criar um muro
conceitual com sua espessura e altura, ou você pode fazer uma parede totalmente definida por materiais,

capas, detalhe, informação do fabricante, características, etc.


É por isso que o Instituto Americano de Arquitetos (AIA) desenvolveu em 2008 um documento (E202-
2008) onde são estabelecidos os LOD existentes e suas definições. Este documento foi atualizado
posteriormente em 2013 e segundo ele, e como é mostrado em [Link], estes são os níveis de
desenvolvimentos existentes

LOD 100: É um design conceitual, o modelo proporcionará uma visão geral, basicamente fornecerá o
volume, a orientação e área.

LOD 200: Fornece uma visão geral com informações de magnitudes aproximadas, tamanho, forma,
localização e orientação. O uso que se dá é simplesmente aumentar a capacidade de análise.
Mas as medições são aproximadas, nunca definitivas.

LOD 300: Fornece informações e geometria precisas, pendente de algum detalhe construtivo e contribui
medidas mais precisas do que no caso de LOD 200, com um nível de detalhe externo importante, mas não
completo.

LOD 400: Contém o detalhe necessário para a fabricação ou construção e o nível de medições
é exato.

LOD 500: O último nível de desenvolvimento representa o projeto, já que foi construído, são as
condições conforme à obra. O modelo é adequado para a manutenção e o funcionamento
da instalação.

Fig. 16: Níveis de desenvolvimento do BIM


VANTAGENS GERAIS DO MODELAGEM DE INFORMAÇÕES DA CONSTRUÇÃO (BIM)

Da mesma forma, criar MODELAGENS PARAMÉTRICAS que permitem uma simulação inteligente
do conjunto da edificação, com características-chave, proporcionam vantagens como as que se
mencionam a seguir:

Capacidade de visualização 3D que permite interagir com o projeto em um ambiente cujos


elementos cumprem regras, leis e se relacionam com os demais elementos do conjunto.

Melhor visualização de elementos complexos.

Diminuição considerável dos erros na documentação da obra que se traduz em


economia de tempo (evitar refazer trabalho), economia de dinheiro e garante a qualidade.

Possibilidade de avaliar alternativas e modificações usando modelos paramétricos em um


ambiente multi-dimensional que favorece a tomada de decisões.

Atualizar as informações na documentação da obra de maneira eficiente.

Projetar, planejar, executar e operar um projeto de construção em um ambiente que


favorece a troca de informações entre os profissionais envolvidos em cada um dos
as etapas (intercâmbio eficiente de informações entre software especializado). Assim com um
o mesmo modelo pode ser utilizado para realizar análise estrutural, análise de eficiência energética,

análise de ventilação, obtenção de quantidades de obra, etc.

Desenhar, planejar, executar e operar um projeto de construção em um ambiente


colaborativo onde todas as pessoas envolvidas em cada fase do projeto possam
trocar informações, fazer suas contribuições e utilizar as informações de outras áreas de
design

Gerar controles dinâmicos de quantidades de obra e programação de obras.


Facilidade para gerar bases de dados.

BENEFÍCIOS DO MODELAGEM DA INFORMAÇÃO DA CONSTRUÇÃO (BIM)

Dentro dos benefícios mais notáveis do BIM encontram-se que serve como ferramenta de
suporte e melhoria na indústria da construção, entre os benefícios mais destacados estão
encontram:

BENEFÍCIOS ANTES DA CONSTRUÇÃO

Nesta etapa, um dos benefícios mais notáveis do BIM é que permite determinar se uma
construção de determinado tamanho, nível de qualidade e requisitos pode ser construída dentro de
um orçamento e tempo dados.

BENEFÍCIOS NO DESIGN

Os benefícios que podem ser encontrados na parte de design se destacam:

Visualizações do projeto mais exatas e precisas, dado que o modelo 3D é gerado


diretamente e não através de múltiplas visões em 2D.

Correções automáticas quando as alterações forem feitas no design: As alterações serão vistas
refletidos no modelo tridimensional e suas vistas, sem necessidade de solicitar ao especialista
um novo jogo de plantas com as correções propostas.

Trabalho colaborativo entre as múltiplas disciplinas: BIM facilita o trabalho simultâneo entre
as múltiplas disciplinas, já que sobre um mesmo modelo 3D é possível reduzir tempos
de design, reduzir os erros de design e apresenta oportunidades para que o design seja
melhorado.

Extraer estimativas de custos durante a fase de design: Através do software BIM é


é possível extrair quantidades e espaços em qualquer etapa do design que permitem estimar
os custos do projeto.

BENEFÍCIOS DE CONSTRUÇÃO E FABRICAÇÃO


Dentro dos benefícios de construção e fabricação encontramos:

Sincronizar design e planejamento na fase de construção: Através de modelos 4D é


é possível simular o processo de construção e como o edifício parecerá em qualquer etapa,
oferecendo uma visão mais profunda de como a construção será realizada dia a dia.

Descobrir antecipadamente erros de design e omissões: Os erros de design causados


por desenhos 2D são descobertos de forma antecipada, identificando conflitos antes de serem
detectados em campo, reduzindo a possibilidade de disputas legais e os custos associados,
assim como permite acelerar os tempos de execução.

Reação rápida às mudanças no design: As mudanças em um design podem ser resolvidas mais
rapidamente em um sistema BIM, porque as modificações podem ser compartilhadas,
visualizadas e estimadas sem a necessidade de recorrer à impressão de um novo plano
construtivo, que é propenso a erros e requer mais tempo enquanto o designer
envie novamente o plano para o projeto.

Melhor implementação da filosofia na Construção: as metodologias BIM permitem


minimizar o desperdício e a necessidade de materiais no local, uma vez que proporciona
melhores bases para o planejamento e programação de subcontratados e ajuda a
assegurar a chegada justa de equipamentos, pessoas e materiais.

BENEFÍCIOS PÓS-CONSTRUÇÃO

Os benefícios mais notáveis incluem a notável integração com os sistemas de operação e


gestão de instalações, dado que um modelo do edifício que foi atualizado em todos os
mudanças que sofreu durante seu processo de construção, permite contar com informações
atualizada e em tempo real dos espaços construídos.
DESVANTAGENS DA IMPLEMENTAÇÃO BIM

Dentro das principais desvantagens da implementação do BIM estão as


seguentes:

CUSTOS DE ADOÇÃO

É o principal obstáculo para a implementação da metodologia BIM nas pequenas e


medianas oficinas de design. O primeiro que deve ser levado em conta é que para poder usar esta
metodologia deve ser feita um investimento inicial alto para a aquisição dos diferentes
programas e equipamentos que possuam as características específicas para o fluxo de trabalho, os
quais devem estar conectados por um servidor potente que permita a elaboração do modelo e
uma cópia de segurança que suporte todo o processo.

Adicionalmente, é necessário capacitar os profissionais que farão parte da equipe de trabalho,


pois cada um deve conhecer muito bem tanto o programa de modelagem quanto a metodologia que se
empregará para o desenvolvimento de projetos, tendo um retorno do investimento a longo prazo quando
a metodologia BIM pode ser aplicada plenamente em grandes projetos.

GERAÇÃO COMPLETA DOS MODELOS COM ALTOS NÍVEIS DE PRECISÃO

Em um projeto realizado com BIM, a documentação técnica de construção em duas dimensões e


em papel deve ser preparado a partir do modelo em três dimensões, e para conseguir isso o modelo
deve ser completado em sua totalidade. Além disso, o projeto deve ser modelado com precisão
total para que os dados obtidos coincidam com a realidade, o que muitas vezes não é possível de alcançar
pela complexidade e pelos altos padrões que exigem para sua execução os projetos de construção
atuais.

MUDANÇAS NAS METODOLOGIAS PESSOAIS DE TRABALHO

A metodologia BIM exige que todos e cada um dos membros da equipe abandonem os
planos de trabalho individuais específicos da disciplina ou do escritório particular de design, e se
devem estabelecer normas e regras rígidas na equipe para trabalhar de acordo com as normas
BIM, uma vez que isso afeta a eficácia e o resultado final do projeto.

FALTA DE REGULAÇÃO LEGAL


Atualmente não existe uma regulamentação legal para a aplicação da metodologia BIM no desenvolvimento
de projetos de construção, o que pode gerar conflitos e mal-entendidos entre os
participantes do projeto que poderiam causar atrasos nas obras de construção, o que
conlleva na aparição de custos adicionais ou até mesmo processos, o que não estimularia a
aplicação da metodologia BIM no mercado atual da construção.

INFORMAÇÃO INCOMPLETA ENTRE PLATAFORMAS BIM

Um problema comum no desenvolvimento de projetos usando várias plataformas BIM é conseguir que
os diferentes formatos de arquivo funcionem corretamente ao criar um modelo com informação
combinada do edifício, o que em ocasiões gera inconsistências nas informações técnicas que se
extraia desse modelo.

EXEMPLO DE RENDERIZAÇÃO TRIDIMENSIONAL DE UM PROJETO

Fig. 17: Renderização de casa com uma ferramenta BIM (SKETCHUP). Fonte: os autores
CONCLUSÕES

Conseguiu-se entender o significado BIM, como uma metodologia moderna e como um


conglomerado de ferramentas que são usadas para controlar de forma eficiente os projetos
de construção.

É de vital importância usar novas tecnologias informáticas para o manuseio óptimo das
obras de engenharia civil, isso nos servirá para sermos eficientes em tempos e custos.

A tecnologia de modelagem tridimensional e a alocação de tempos, custos e outros


recursos a um projeto nos servirá para controlar em tempo real o avanço do nosso
projeto.

Para sermos profissionais competitivos em termos de conhecimento, precisamos


gerenciar as aplicações BIM de maneira adequada para controlar qualquer
projeto de engenharia civil.

Devemos nos concentrar no aprendizado ou manejo de aplicativos como o REVIT, que é uma
das ferramentas de maior peso na indústria da construção.
BIBLIOGRAFIA

[Link]
0la Tecnologia [Link]

[Link]
[Link]

[Link]
no design arquitetônico atual

[Link]
é Maria_Metodologia BIM na realização
3n%20de%20projetos%20de%20construção.%20Estudo%20de%206%20moradias
as adosadas em [Link]?sequence=3

Comparação entre metodologias de modelagem de informações da construção (BIM) e metodologias

tradicionalmente no cálculo de quantidades de obra e elaboração de orçamentos. caso de


estudo: edificação educativa na Colômbia.
ANEXOS
Se mostram abaixo 3 links para aumentar o nível de conhecimento sobre alguns
ferramentas digitais ou aplicativos BIM, e um tutorial teórico avançado sobre o BIM.

CURSO BÁSICO DE REVIT #1

Unable to translate the content from a URL.

CURSO BÁSICO DE REVIT #2

[Link]

TUTORIAIS AVANÇADOS DE BIM PARA A GESTÃO DE PROJETOS

Unable to translate a URL.

Você também pode gostar