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Segurança Contra Incêndio em Edifício

Memorial de cálculo
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PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO MEMORIAL DESCRITIVO

MEMORIAL DESCRITIVO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO


Lei Estadual 15.838, de 25 de julho de 2015 e normas vigentes do
Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará
COND. MULTIFAMILIAR – CONDOMÍNIO DO EDIFÍCIO RECANTO DOS PÁSSAROS
1. DA EDIFICAÇÂO E ÁREAS DE RISCO:
Número da ART/RRT do projeto: CE20241352684
Classificação da edificação: Residencial Multifamiliar (Cnae: 811-25/00)
Proprietário: Condomínio do Edifício Recanto dos Pássaros
Projetista: Eng. Civil Horacio Xavier Ramos Junior
Classificação da atividade: A-2, Residencial (Cnae: 811-25/00)
Risco: Baixo, 300Mj/m² (Adotado NT 008/2008 CBMCE)
Endereço: Rua Belo Horizonte, 2928, 2942, Jóquei Clube, Fortaleza/CE
Área total construída: 4.033,40m²
Área total do terreno: 1.633,50m²
Número de Pavimentos: 05 (Pilotis + 03 tipos + Cobertura)
Altura considerada: H= 11,52m - Tipo IV – Edificação de média altura(conforme tabela 02 da
NT 01)
Altura total da edificação: 16,52m (Topo da cx d’água)
Número total de unidades: 34 unidades
Número de unidades por andar: 04unidades no pavimento tipo e 02 unidades na cobertura
Número de blocos: 02 Blocos
Descrição do bloco:
Bloco 01/02: Composto por 05 pavimentos, sendo 01 pilotis, 03 tipos e uma cobertura
Guarita: Guarita para controle de acesso
Lojas: Seis lojas na entrada do empreendimento

Nota: Trata-se de uma edificação existente, construída e entregue ao condomínio em anterior


a 2004,, conforme documento anexo (carta-resposta e escritura), portanto, para alguns sistemas,
fez-se necessários as aplicações da NT 18/2016 do CBMCE, no que se refere a edificações
antigas, construídas antes da vigência da lei 13.556/2004.

Planilha de áreas construída:


Outros
Bloco 01 Bloco 02 Local Área (m²)
Local Área (m²) Local Área (m²) Lojas 165,39
Térreo Pilotis 391,79 Térreo Pilotis 395,54 Guarita 4,53
Tipo (1° ao 3°) 1.269,66 Tipo (1° ao 3°) 1.269,66 Casa de gás 4,57
Cobertura 262,94 Cobertura 262,94 Lixeira 6,38
Subtotal 01 1.924,39 Subtotal 02 1.928,14 Subtotal 03 180,87
Área Construída 4.033,40

2. DADOS CONSTRUTIVOS
Estrutura: Concreto armado
Divisão interna: Alvenaria de bloco cerâmico
Coberta: Fibrocimento
Piso: Cerâmicas e porcelanatos
Esquadrias: Alumínio, vidros e madeiras
Instalações elétricas: Embutidas em eletrodutos ou calhas.

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3. DO ENQUADRAMENTO
Sistemas Norma APL NAPL Isento Observação
Distância menor que
Acesso de viaturas NT 010/ 2008 – CBMCE X
10m da via pública
Saídas de emergência NT 005/ 2008 – CBMCE X
Iluminação de
NT 009/ 2008 – CBMCE X
emergência
Sinalização de
NBR 16.820:2020 – ABNT X
emergência
Extintores NT 004/ 2008 – CBMCE X
NT 007/ 2008 – CBMCE
Central de gás X
/IT 28/2019 CBPMESP
Sistema de hidrantes NT 006/ 2008 – CBMCE X Sistema tipo I.
NT 012/ 2008 – CBMCE Distância máxima a ser
Alarme de incêndio X
NBR 17.240:2010 - ABNT percorrida superior a 30m.
Estará isento caso existe
Hidrante Urbano NT 001/2008 - CBMCE X
um a no máximo 600m
Isento, uso de DPS
SPDA NBR 5419/2015 - ABNT X (Gerenciamento de riscos
NBR 5419:2015)
Brigada de incêndio PORT.: 006/2004 – CBMCE X Conforme portaria 500
*Isento de
Compartimentação
NT 013/ 2008 – CBMCE X compartimentação
Vertical
horizontal
Edificação construída
Edificação Antiga NT 018/ 2008 – CBMCE X anterior a vigência da lei
estadual 13.556/2004

4. ACESSO DE VIATURAS
A edificação principal possui mais 12m de altura e está situada a menos que 10m da via
pública, portanto está dispensado da necessidade de acesso de viatura do CBMCE.

5. DA SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA
A sinalização de segurança contra incêndio tem como objetivo reduzir o risco de ocorrência
de incêndio, alertando para os riscos existentes, e garantir que sejam adotadas ações adequadas
à situação de risco, que orientem as ações de combatem e facilitem a localização dos
equipamentos e das rotas de saídas para abandono seguro da edificação em caso de incêndio.

Manutenção das sinalizações de emergência deverá seguir as instruções da NBR


16.820:2020.

Das dimensões da sinalização:

A > (L^2)/2000

Onde:

A - é a áreas da placa, em metros quadrados;

L - é a distância do observador à placa.


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Esta relação é valida para l< = 50m, sendo que deve ser observada a distância mínima de
4m.

No caso de emprego de letras, elas devem ser grafadas observando à relação:

h > L/125

Onde:

H - é a altura da letra, em metros;

L - é a distância do observador à placa, em metros..

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6. DA ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA
A edificação deverá possuir sistema de iluminação de emergência com condições de clarear
áreas escuras de passagens, horizontais e verticais, incluindo áreas de trabalho e áreas técnicas
de controle de restabelecimento de serviços essenciais e normais, na falta de iluminação normal.
Deve assegurar o mínimo de proteção de acordo com a NBR 6146, de forma a ter resistência
contra impacto de água, sem causar danos mecânicos nem o desprendimento da luminária.
A Manutenção do sistema de iluminação de emergência deverá seguir as instruções da NBR
10898.
BA 30 LEDS: DADOS TÉCNICOS
Tipo de lâmpada: Bloco autônomo 30 leds

Potência (watt): 2W

Tensão de alimentação: 110/220V

Tensão de alimentação de segurança:


30Vcc

Autonomia: 04h00

Nível de iluminamento: 3 lux sem desnível e


5 lux para piso com desnível.

Modelo de referência: LDE 30L (Intelbras)

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Nota: As luminárias de aclaramento (ou de ambiente), quando instaladas a menos de 2,5 m de


altura, e as luminárias de balizamento (ou de sinalização) devem ter tensão máxima de
alimentação de 30 V, na impossibilidade de reduzir a tensão de alimentação das luminárias, pode
ser utilizado um interruptor diferencial de até 30 mA com disjuntor termomagnético de 10 A.

7. DOS APARELHOS EXTINTORES:


A sinalização dos extintores deverá atender aos requisitos da 16.820:[Link]
descrito neste memorial (Sinalização de Emergência).
Os extintores portáteis deverão ser afixados em locais com boa visibilidade e acesso
desimpedido.
Os extintores portáteis deverão ser afixados de maneira que nenhuma de suas partes fique
acima de 1,60 metros do piso acabado ou abaixo de 0,10 metros do piso acabado, desde que
não fiquem obstruídos e que a visibilidade não fique prejudicada;

Risco da edificação: Baixo (conforme NT 08)


Altura de instalação do extintor (metros): 1,60m ou a 0,10m (sobre suporte metálico)

DISTRIBUIÇÃO DOS APARELHOS EXTINTORES – BLOCO 01/02


TIPO E CAPACIDADE EXTINTORA

PQS
LOCALIZAÇÃO
(2A:20BC) – 4kg

Pilotis 04

1º Tipo 04

2º Tipo 04

3º Tipo 04

Cobertura 04

TOTAL 20 x 2 = 40

DISTRIBUIÇÃO DOS APARELHOS EXTINTORES - Gás


TIPO E CAPACIDADE EXTINTORA

PQS
LOCALIZAÇÃO (2A:20BC) – 4kg com
caixa de proteção

Gás 02

TOTAL 02

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DISTRIBUIÇÃO DOS APARELHOS EXTINTORES – LOJAS


TIPO E CAPACIDADE EXTINTORA

PQS
LOCALIZAÇÃO
(2A:20BC) – 4kg

Lojas 06

TOTAL 06

8. DA SAÍDA DE EMERGÊNCIA
A edificação deve possuir condições para que sua população possa abandoná-la, em caso
de incêndio, completamente protegida em sua integridade física, bem como permitir o fácil
acesso de auxílio externo (bombeiros) para o combate ao fogo e a retirada da população.
A edificação deve ser construída e possuir elementos estruturais e de compartimentação
com características de resistência e atendimento aos Tempos Requeridos de Resistência ao
Fogo (TRRF), para que, em situação de incêndio, seja evitado o colapso estrutural por tempo
suficiente para possibilitar a saída segura das pessoas e o acesso para as operações do Corpo
de Bombeiros, conforme NBR 5628 - ABNT - Componentes construtivos estruturais -
Determinação da resistência ao fogo.
Quanto à ocupação: A-2, Residencial multifamiliar
Quanto as características construtivas: Edificação do Grupo Z
Quanto à altura: H= 12,80m - Tipo IV
Área do maior pavimento: Considerar cálculo abaixo
Tipo de Escadas: Uma Enclausurada (NE) – Verificar cálculos abaixo por setor
Número de saídas: Considerar cálculo abaixo
Distância máxima a ser percorrida observada: 40m Sem chuveiros ou detecção de fumaça,
para edificações do Grupo A. Com alarme.

CORREDORES, ESCADAS E PORTA PAVIMENTO TIPO

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a 3º Pavimento (Residencias)
a.1 População
a.1.1. Residencias A-2
Quartos 3,00
Pessoas / Quarto 2 (Tbl 04 Nt 005/2008)
Pessoas / Dependência 1 (Tbl 04 Nt 005/2008)
Pessoas/ Und: 7
Unidade/Pav: 2 (Cada escada atende
População do Pav. 14 um lado por bloco).

b.1 Escadas
b.1.1 Largura mínima da escada

População total: 14
Capacidade da UP: 45 Tbl 04 Nt 005/2008)
UP calc.: 0,31
N° UP: 1
L (Calculado) 0,55m
L (Adotado) 1,24m (Uma escada 1,2m)
Nota: Cada bloco possui duas escadas, independentes, portanto foi considerado no
cálculo a população do pior pavimento para cada escada independente.

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b.2 Porta
b.2.1 Largura mínima da porta

População total: 14
Capacidade da UP: 100 Tbl 04 Nt 005/2008)
UP calc.: 0,14
N° UP: 1
L (Calculado) 0,55m
L (Adotado) 1,24m (Acesso escada)

b.3 Corredor
b.2.1 Largura mínima do corredor

População total: 14
Capacidade da UP: 100 Tbl 04 Nt 005/2008)
UP calc.: 0,14
N° UP: 1
L (Calculado) 0,55m
L (Adotado) 2,50m (Hall)

CORREDORES, ESCADAS E PORTA PAVIMENTO COBERTURA

a Cobertura (Residencias)
a.1 População
a.1.1. Residencias A-2
Quartos 3,00
Pessoas / Quarto 2 (Tbl 04 Nt 005/2008)
Pessoas / Dependência 1 (Tbl 04 Nt 005/2008)
Pessoas/ Und: 7
Unidade/Pav: 1 (Cada escada atende
População do Pav. 7 um lado por bloco).

b.1 Escadas
b.1.1 Largura mínima da escada

População total: 7
Capacidade da UP: 45 Tbl 04 Nt 005/2008)
UP calc.: 0,16
N° UP: 1
L (Calculado) 0,55m
L (Adotado) 1,24m (Uma escada 1,2m)

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b.3 Corredor
b.2.1 Largura mínima do corredor

População total: 7
Capacidade da UP: 100 Tbl 04 Nt 005/2008)
UP calc.: 0,07
N° UP: 1
L (Calculado) 0,55m
L (Adotado) 2,50m (Hall)

CÁLCULO PORTAS PILOTIS

a Pilotis (Garagens)
a.1 População
a.1.1. Garagem G-2
Vagas 28,00
Pessoas / Vagas 1 (Tbl 04 Nt 005/2008)
População do Pav. 28 um lado por bloco).

b.1 Porta
b.1.1 Largura mínima da porta

População total: 28
Capacidade da UP: 100 Tbl 04 Nt 005/2008)
UP calc.: 0,28
N° UP: 1
L (Calculado) 0,55m
L (Adotado) 28,11m (Perímetro livre)

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CÁLCULO PORTAS LOJAS


a Loja 01 (Comercial)
a.1 População
a.1.1. Comercial C-2
Área 37,07m²
m²/pessoa 4 (Tbl 04 Nt 005/2008)
População do Pav. 10

b.1 Porta
b.1.1 Largura mínima da porta

População total: 10
Capacidade da UP: 100 Tbl 04 Nt 005/2008)
UP calc.: 0,10
N° UP: 1
L (Calculado) 0,55m
L (Adotado) 2,00m (Porta de acesso)

a Loja 02 (Comercial)
a.1 População
a.1.1. Comercial C-2
Área 32,04m²
m²/pessoa 4 (Tbl 04 Nt 005/2008)
População do Pav. 9

b.1 Porta
b.1.1 Largura mínima da porta

População total: 9
Capacidade da UP: 100 Tbl 04 Nt 005/2008)
UP calc.: 0,09
N° UP: 1
L (Calculado) 0,55m
L (Adotado) 2,00m (Porta de acesso)

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a Loja 03 (Comercial)
a.1 População
a.1.1. Comercial C-2
Área 19,63m²
m²/pessoa 4 (Tbl 04 Nt 005/2008)
População do Pav. 5

b.1 Porta
b.1.1 Largura mínima da porta

População total: 5
Capacidade da UP: 100 Tbl 04 Nt 005/2008)
UP calc.: 0,05
N° UP: 1
L (Calculado) 0,55m
L (Adotado) 0,80m (Porta de acesso)

a Loja 04 (Comercial)
a.1 População
a.1.1. Comercial C-2
Área 12,39m²
m²/pessoa 4 (Tbl 04 Nt 005/2008)
População do Pav. 4

b.1 Porta
b.1.1 Largura mínima da porta

População total: 4
Capacidade da UP: 100 Tbl 04 Nt 005/2008)
UP calc.: 0,04
N° UP: 1
L (Calculado) 0,55m
L (Adotado) 0,80m (Porta de acesso)

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a Loja 05 (Comercial)
a.1 População
a.1.1. Comercial C-2
Área 17,62m²
m²/pessoa 4 (Tbl 04 Nt 005/2008)
População do Pav. 5

b.1 Porta
b.1.1 Largura mínima da porta

População total: 5
Capacidade da UP: 100 Tbl 04 Nt 005/2008)
UP calc.: 0,05
N° UP: 1
L (Calculado) 0,55m
L (Adotado) 2,00m (Porta de acesso)

a Loja 06 (Comercial)
a.1 População
a.1.1. Comercial C-2
Área 13,61m²
m²/pessoa 4 (Tbl 04 Nt 005/2008)
População do Pav. 4

b.1 Porta
b.1.1 Largura mínima da porta

População total: 4
Capacidade da UP: 100 Tbl 04 Nt 005/2008)
UP calc.: 0,04
N° UP: 1
L (Calculado) 0,55m
L (Adotado) 2,00m (Porta de acesso)

Notas:
a) Todas as larguras atendem ao cálculo e satisfazem ao prescrito na NT 005/2008 do
CBMCE.
b) Por área entende-se a área do pavimento em questão, desconsiderando vazios,
banheiros, vestiários, caixas de escadas e corredores.
Considerações sobre corrimãos e guardas:

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A altura das guardas, internamente, será de 1,05 m ao longo dos patamares, corredores,
mezaninos, e outros.
Os corrimãos devem estar situados entre 80 cm e 92 cm acima do nível do piso.
Os corrimãos devem ser projetados de forma a poderem ser agarrados fácil e
confortavelmente, permitindo um contínuo deslocamento da mão ao longo de toda a sua
extensão, sem encontrar quaisquer obstruções, arestas ou soluções de continuidade. No caso
de secção circular, seu diâmetro varia entre 38 mm e 65 mm.
Os corrimãos devem estar afastados 50 mm, no mínimo, das paredes ou guardas às quais
forem fixados.
Não são aceitáveis, em saídas de emergência, corrimãos constituídos por elementos com
arestas vivas, tábuas largas, e outros.

9. SISTEMA DE ALARME E DETECÇÃO DE INCÊNDIO:


Central está localizada na Guarita, por ser o setor com maior permanência de pessoas.

Cálculo da bateria:

Corrente de repouso (mA) Corrente de Alarme (mA)


Equipamento Quantidade
Individual Total Individual Total
Central 1,00 0,10 0,10 50,00 50,00
Circuito de detecção e alarme
Laço 1 Dispositivo
Acionador 8,00 0,500 4,00 13,00 104,00
Laço 2 Dispositivo
Acionador 10,00 0,500 5,00 13,00 130,00
Circuito 1 Dispositivo
Sirene 8,00 0,000 20,00 40,00 320,00
Circuito 2 Dispositivo
Sirene 10,00 0,000 20,00 40,00 400,00
Total 49,10 Total 1.004,00

Tempo em Repouso (h) 24 Tempo em Alarme (min) 15


Capacidade Mínima da bateria (Ah) = 1,20 x (24xTotal Regime+(15/60)xTotal Alarme)/1000

Capacidade Mínima da bateria (Ah) Calculada 1,72 Ah Fabricante da


central
Capacidade Mínima da bateria (Ah) Adotada 1,20 Ah
Capacidade Mínima da Fonte de alimentação = 1,20 x (Total Alarme)/1000
Capacidade Mínima da Fonte de Alim. Calculada 1,20 A
Equipamentos de SDAI
OBS: Os modelos são apenas referências teóricas para cálculo.
Equipamentos de SDAI
a) Acionador manual convencional: AMC-421 (Tipo Rearmável) (Intelbras)
➢ Tensão de operação: 12/24Vcc
➢ Corrente de repouso: ≤0,5mA
➢ Corrente de alarme: ≤13mA
➢ Temperatura de funcionamento: -10 ~+ 50°C
➢ Umidade relativa do ar: ≤95°C

b) Central de alarme convencional: CIC-06L (Intelbras) – Com bateria selada interna


➢ Tensão de alimentação: 110 - 240Vca
➢ Tensão de operação: 12/24Vcc
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➢ Corrente de Supervisão (Repouso): 0,1A


➢ Corrente de alarme: ≤50A
➢ Quantidade de laços: 1 laço classe A ou B
➢ Dispositivo por laço: 20

c) Avisador Audiovisual: SAV 420C (Intelbras)


➢ Tensão de operação: 12- 28Vcc
➢ Corrente de repouso: <0mA
➢ Corrente de alarme: 40mA
➢ Temperatura de funcionamento: -10 ~+ 50°C
➢ Umidade relativa do ar: ≤95°C

Disposições gerais.
a) Central
➢ Todas as ligações entre a central e os componentes devem ser executadas através de
bornes identificados;
➢ Identificar as centrais com: fabricante / ano e modelo / dados fornecedor;
➢ Possui 2 Fontes (Principal / Emergência 24Vcc);
➢ Possuir fusíveis e disjuntores dimensionados entre 150% a 250% da máx. corrente;
➢ Tempo de resposta máximo de 30seg.
b) Acionadores e avisadores
➢ Devem ser na cor vermelha;
➢ Possuir informações de operação em PT/br;
➢ Audibilidade do avisador deverá ser compatível com o ambiente;
➢ Tensão máxima de 24Vcc.

c) Características elétricas e infraestrutura


➢ Prever um circuito a cada 1.600m²;
➢ Alimentação elétrica principal com circuito próprio;
➢ Os eletrodutos deverão ser preferencialmente metálicos;
➢ Toda a rede de eletrodutos, aparentes, deverá ser identificada com anéis de 2cm de
largura, na cor vermelha a cada 3m no máximo;
➢ Os cabos elétricos devem ser de cobre, ter isolação não propagante de chama,
temperatura maior ou igual a 70°C, tensão 600Vca;
➢ A blindagem dos condutores devem ser aterradas, caso haja;
➢ Em áreas com grande incidência de ráios deverá ser instalado DPS exclusivo para a
proteção da central;
➢ Queda de tensão máxima de 5% para circuitos de detecção e 10% para alarme e
comando;
➢ Os condutores no circuito deverão ter cores distintas para + ou -, a capa externa
deverá ser vermelha;
➢ Os cabos de detecção deverão distar 50cm dos cabos elétricos no mínimo
➢ Laço tipo classe A, com laço retornando a central.

10. DO SISTEMA DE PROTEÇÃO POR HIDRANTES


10.1. Da Reserva técnica de incêndio
Concepção do sistema: O sistema foi concebido sendo cada bloco, isolado, possuindo sua
própria reserva técnica de incêndio, para atender sua respectiva área, cada bloco contará com
um barrilete de bombeamento para atender a cada prumada de hidrantes, bem como quadro de
comando. Haverá no pé de coluna, na entrada de cada bloco uma válvula de retenção, afim de
isolar cada sistema, a válvula será voltada no sentido da torre, onde cada sistema será isolado,
porém atendido pelo hidrante de recalque conforme peças gráficas. Foram adotados dois
hidrantes de recalque, ambos em fachadas e que possuem acesso livre por ruas públicas.

Dimensionamento da RTI para cada bloco


Bloco 01 – Prumada 01
Sistema tipo I

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Número total de caixas: 04 caixas


Volumes da RTI (litros): 4,5m³ + 0,6m³ x 4 =6,9m³/6.900l
Volume total da caixa (ADOTADO): 6,90m³/ 6.900,00L
Dimensões do reservatório: 2,79 x 4,63 x 1,16m
Altura do nível da RTI (metros): 0,54m

Bloco 01 – Prumada 02
Sistema tipo I
Número total de caixas: 04 caixas
Volumes da RTI (litros): 4,5m³ + 0,6m³ x 4 =6,9m³/6.900l
Volume total da caixa (ADOTADO): 6,90m³/ 6.900,00L
Dimensões do reservatório: 2,79 x 4,63 x 1,16m
Altura do nível da RTI (metros): 0,54m

Bloco 02 – Prumada 01
Sistema tipo I
Número total de caixas: 05 caixas
Volumes da RTI (litros): 4,5m³ + 0,6m³ x 5=7,5m³/7.500l
Volume total da caixa (ADOTADO): 7,5m³/ 7.500,00L
Dimensões do reservatório: 2,79 x 4,63 x 1,16m
Altura do nível da RTI (metros): 0,58m

Bloco 02 – Prumada 02
Sistema tipo I
Número total de caixas: 05 caixas
Volumes da RTI (litros): 4,5m³ + 0,6m³ x 5=7,5m³/7.500l
Volume total da caixa (ADOTADO): 7,5m³/ 7.500,00L
Dimensões do reservatório: 2,79 x 4,63 x 1,16m
Altura do nível da RTI (metros): 0,58m

Nota: Conforme item [Link] da NT 18/2016 do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará,
podem ser aceito 50% do volume dos reservatórios de água de consumo no cômputo do volume
da reserva técnica de incêndio.

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PROJETO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO E PÂNICO MEMORIAL DESCRITIVO

10.2. Da Canalização preventiva

Tubulação: Em Ferro galvanizado (Diâmetro 2.1/2”) Classe média (M) 32kgf/cm² com
conexões roscadas.
Tubulação dotada de válvula de segurança.
Distribuição das caixas de hidrantes:
Bloco 01
CAIXA DE INCÊNDIO/BLOCO MANGUEIRA 1½“
DESCRIÇÃO TIPO QUANTIDADE QUANT POR CX COMPRIMENTO
1º ao 3º
TIPO (01) 03x02=6 02 6 x (2x15) = 180
Pavimento

Cobertura TIPO (01) 02 02 2 x (2x15) = 60

TOTAL 08 240m
Bloco 02
CAIXA DE INCÊNDIO/BLOCO MANGUEIRA 1½“
DESCRIÇÃO TIPO QUANTIDADE QUANT POR CX COMPRIMENTO
Térreo TIPO (01) 02 02 2 x (2x15) = 60

1º ao 3º
TIPO (01) 03x02=06 02 6 x (2x15) = 180
Pavimento

Cobertura TIPO (01) 02 02 2 x (2x15) = 60

TOTAL 10 300m

TIPO(1) - 90 X 60 X 17 cm

Hidrante de recalque: Localizado junto ao meio fio, defronte a Rua Belo Horizonte, caixa
fabricada em alvenaria e tampa em ferro fundido, pintada na cor vermelha e com frase escrita
(Incêndio) na cor branca, indelével .

Hidrante urbano: Edificação com mais que 30 unidade, portanto obriga a instalação.

Considerações gerais:

Conforme a NBR 11861 as mangueiras serão do TIPO 1 de 38mm (1 ½”) de diâmetro interno,
flexíveis, de fibra resistente à umidade, revestidas internamente de borracha, capazes de
suportar a pressão de“STORZ” e com seção de 15m (quinze metros) de comprimento;
- A rede será em ferro galvanizado em todas as dependências internas da edificação;
- Tubulação aparente deve ser na cor vermelha;

Pressões máximas e mínimas da Rede de Hidrantes:

A NBR 13.714 /2000 estabelece no item 5.3.7 que a máxima pressão na rede de hidrantes
deverá ser de 1.000 kPa (10kgf/cm²), conforme premissas da NBR 13.714. A NT-06 do Corpo de
Bombeiros do Estado do Ceará estabelece que a pressão mínima no hidrantes mais desfavorável
deverá ser de 0,5 kgf/cm². Em projeto será mantida a pressão mínima de 0,5 kgf/cm².

Do dimensionamento da rede de hidrante (Cálculo das pressões e perdas):


Planilha de dimensionamento para rede de hidrantes e mangotinhos

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Planilha de cálculo do sistema de hidrantes Preencher

1) Tubulação de sucção

1.1. Comprimentos equivalentes (Sucção)


Diâmetro: 2.1/2
Material: Ferro Galvanizado Din 2440/NBR 5580
Trecho: S1 - Bomb.
Peças Comp. Equivalente Qnt Comp. Total
União cx d'água 0,01 1 0,01
Joelho 90° BSP 2,35 1 2,35
Tê 90° 3,43 1 3,43
RG BSP 0,40 1 0,40
Chave de Fluxo 0,01 1 0,01
União Ass. Plano 0,01 1 0,01
Niple 0,01 3 0,03
Total (Sucção): 6,24

1.2. Comprimento Real (Succção)


Total (Sucção): 3
1.3. Vazão
300 l/min 02 Hidrantes Simultâneos (Tbl 02 06/2008 CBMCE)

1.4. Perda de Carga Unitária


Fator C: 120 Tabela 1 NT 006/2008
Ø 63 mm
Junt 0,057

Jtotal (Sucção): 0,526 m.c.a.

2) Tubulação de recalque

2.1. Comprimentos equivalentes (Recalque)


Diâmetro: 2.1/2
Material: Ferro Galvanizado Din 2440/NBR 5580
Trecho: Bomba - H03
Peças Comp. Equivalente Qnt Comp. Total
Joelho 90° BSP 2,35 2 4,70
Joelho 45° BSP 1,08 1 1,08
Tê 90° saída lat. 3,43 1 3,43
RG BSP 0,40 1 0,40
RG Globo Ang. 10,00 1 10,00
União Ass. Plano 0,01 2 0,02
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Niple 0,01 2 0,02


VRV 8,10 1 8,10

Total (Sucção): 27,75

2.2. Comprimento Real (Recalque)


Total
5
(Recalque):
2.3. Vazão
300 l/min 02 Hidrantes Simultâneos (Tbl 02 06/2008 CBMCE)

2.4. Perda de Carga Unitária


Fator C: 120 Tabela 1 NT 006/2008
Ø 63 mm
Junt 0,057

Jtotal (Recalque): 1,864 m.c.a.

3) Perdas nas mangueiras

3.1. Vazão
150 L/min

3.4. Perda de carga unitária


Fator C: 140
Dmang: 38 mm
Jman: 0,139 m.c.a.

3.5. Comprimento total dos lances (15m)

30 m

3.6. Perda de carga total


Jman: 4,176 m.c.a.

4. Perdas no esgicho

4.1. Vazão no esgicho


150 L/min

4.2. Ø esguicho
13 mm
4.3. Perda de carga unitária no esgicho
Jesg: 6,624 m.c.a.
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5. Perda de Carga Total


5.1. Sucção: 0,53 m.c.a.
5.2. Recalque: 1,86 m.c.a.
5.3. Mangueira: 4,18 m.c.a.
5.4. Esguicho: 6,62 m.c.a.
5.5. Pressão min. Hidrante: 5,00 m.c.a. NT 006/2008
Altura fundo do reservatório
-3,00 m.c.a.
5.6. Pressão disponível (Res. - Hid): ao hidrante mais alto
Total: 15,19 m.c.a.
6. Potência motor-bomba
Hman: 15,19 m.c.a.
Vazão: 18 m³/h
n: 0,6
P: 1,69 CV

7. Motor-bomba adotado

Quantidade: 1
Alimentação: Antes do DG
Marca: DANCOR
Modelo: CAM-W21
Potência: 2 CV
Tensão: 380 V
Dsuc/Drec: 2.1/2" Pol"
Vazão: 18,5 m³/h
Hman: 18,00 m.c.a.

Nota 01: A bomba aqui dimensionada poderá ser substituída por outro modelo de mesma
capacidade técnica;

Nota 02: A bomba será alimentada por painel de comando com com partida direta que por
sua vez será interligado a rede elétrica antes do disjuntor geral do CPG.

Nota 03: O quadro de comando terá mensagem inscrita “Acionamento automático, não

Nota 06: O desligamento só poderá ser realizado através de comando manual.

Nota 07: As bombas de cada bloco deverão ser alimentadas por um alimentador que
partirá de antes do disjuntor geral do CPG no centro de medição da CIA de energia elétrica.

Nota 08: As bombas de ambos os blocos serão semelhantes.

11. DO HIDRANTE URBANO


Edificação com mais que 30 unidades, portanto faz-se necessário a instalação de hidrante
urbano. Esta exigência pode ser dispensada, desde que haja um a no máximo 600m de
distância.

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12. DA CENTRAL DE GLP


Tipo: 03 cilindros transportáveis P190
Capacidade: 570kg (3x190kg)
Dimensionamento da Central de Gás:
Alimentar equipamentos todos os equipamentos do empreendimento
Poder
item Aparelho Qnt Calorífico Total (kcal/h)
(kcal/h)
1 Fogão 4b c/ forno 28,00 8.257,00 231.196,00
Total 231.196,00

Fator de Simutaneidade: 44,95% unidade


Potência: 103.919,26 kcal/h
Vazão: 4,33 m³/h
Vazão (Especificar 1º
9,53
Estágio): kg/h
Tipo de gás GLP
Cilindro Escolhido: P190
Capacidade de Vaporização: 3,47 kg/h
Qnt Cilindros (Calculado): 2,25 und

Quantidade de cilindros
3,00 und
P190 mínima

Regulador de 1° Estágio Clesse AP40 C/ Manômetro


(Limitador): 50kg/h

Tubulação: Tubo multicamadas (PEAD + Alumínio) 16, 20 e 32mm, conforme parecer 003-2016,
de acordo com a NBR 16821 /2020.
TRF dos elementos estruturais: Mínimo de 2h
A montagem das conexões de tubulação multicamadas é realizada através de crimpagem,
portanto deverá ser utilizada ferramenta específica para montagem. Verificar ficha técnica
Amanco/ Tigre para correta montagem da tubulação.

Conforme parecer 003/2016 do CBMCE, as tubulações de gás em multicamadas deverão estar


totalmente protegidas mecanicamente, portanto os trechos dentro da edificação estarão
embutidos em sanca de argamassa e areia sem peneirar, no caso dos trechos externos de
alimentação estes deverão estar envelopados sob lastro de concreto magro 1:4:8.

Considerações:
Afastamentos das Tomadas de Abastecimento:
As tomadas de abastecimento devem estar localizadas dentro da propriedade (mesmo que
na divisa), no exterior das edificações, podendo ser nos próprios recipientes, na central ou em
um ponto afastado da central, desde que devidamente demarcadas. As tomadas de
abastecimento devem respeitar os seguintes afastamentos mínimos:
a) 3,0 m de aberturas (janelas, portas tomadas de ar, etc.) das edificações;
b) 6,0 m de reservatórios que contenham fluídos inflamáveis;

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c) 1,5 m de ralos, rebaixos ou canaletas e dos veículos abastecedores;


d) 3,0 m de materiais de fácil combustão e pontos de ignição.
Proteção da Central
Somente pessoas autorizadas devem ter acesso às centrais de GLP.
Para recipientes transportáveis, pode ser construído abrigo de material não inflamável com
ou sem cobertura e portas, porém sempre deve ser respeitada a condição de ventilação natural
de no mínimo 10% da área da planta baixa e com aberturas inferiores para promover a circulação
de ar com área mínima de 0,03 m² cada.
A central de gás com recipientes estacionários de superfície ou o local de instalação dos
vaporizadores, sempre que tiver possibilidade de acesso de público ao local, deve ser protegida
através de cerca de tela de arame ou outro material incombustível, com no mínimo 1,8 m de
altura, que não interfira na ventilação, contendo no mínimo 2 portões em lados opostos ou
locados nas extremidades de um mesmo lado da central, abrindo para fora, com no mínimo 1 m
de largura.
Na central de GLP é expressamente proibida a armazenagem de qualquer tipo de material,
bem como outra utilização diversa da instalação.

Classificação de Área para Equipamentos e Sistemas Elétricos


A iluminação da área da central de GLP, quando necessária, deve estar de acordo com as
NBR 5363, NBR 5418, NBR 5419 e NBR 8447 vigentes.

Proteção Contra Incêndio


Devem ser colocados avisos com letras não menores que 50 mm, em quantidade tal que
possam ser visualizados de qualquer direção de acesso à central de GLP, com os seguintes
dizeres:
- PERIGO
- INFLAMÁVEL
- NÃO FUME
Observações técnicas
A instalação de gás obedecerá aos regulamentos locais vigentes, bem como as indicações
do projeto específico;
Serão observadas, para a instalação de gás e para a elaboração do projeto específico,
as normas de segurança (DNC – Portaria 027/96) e de execução (NBR 13523/2006, NBR
13932/97 e NBR 14024/00);
Todos os equipamentos a gás serão ligados, por meio de conexões rígidas a instalação
interna, através de um registro que permitirá isolar ou retirar o aparelho sem necessidade de
interromper o abastecimento de gás aos demais aparelhos;
Toda instalação de gás será verificada pela fiscalização quanto às perfeitas condições
técnicas de execução, funcionamento e segurança;
O gás (GLP), em hipótese alguma, será canalizado na fase líquida no interior das
edificações;
A pressão de projeto para a instalação da central e GLP é de 1,50 Kgf/cm²;
A pressão de trabalho entre regulador de segundo estágio e qualquer ponto de consumo
deve ser no máximo, igual a 300 mmca.

12.1. Dicas de montagem de tubulação multicamadas


1° O corte dos tubos deverá ser realizado através de tesoura corte tubos específica do
fabricante do material.

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2° Calibração/Chanfro deve ser feito utilizando o calibrador de tubos, conforme bitola do


tubo multicamada a ser instalado. É obrigatório o uso da ferramenta de calibração/chanfro na
montagem, pois a ferramenta além de deixar o diâmetro interno correto, realiza o chanfro no
diâmetro interno do tubo, evitando cantos vivos que possam danificar os anéis de vedação
durante a inserção do tubo na conexão.

A ferramenta calibradora/chanfradora deve ser utilizada até o fundo, para que a fresa da
ferramenta quando rotacionada com força no tubo possa realizar o chanfro interno.
3° A inserção da conexão no tubo deve ocorrer de forma reta sem rotacionar até que o tubo
apareça na janela de inspeção da conexão. Não utilizar lubrificante ou qualquer tipo de artifício
para facilitar a inserção!
4° A prensagem (também chamada de crimpagem) deve ser realizada utilizando as
ferramentas de prensagem manual ou elétrica da linha Amanco gás, o perfil de prensagem da
conexão é o perfil B (KSP1) ou perfil TH (KSP11); Com a conexão já inserida no tubo conforme
o 3° procedimento, posicione o mordente da ferramenta de prensagem no anel plástico, feche a
parte superior da ferramenta e prense até o limite da ferramenta. Certifique-se que a ferramenta
esteja perpendicular à conexão/tubo.

5° O raio mínimo de curvatura deve ser de 5 vezes o diâmetro externo do tubo, para facilitar
a curvatura, a linha Amanco gás possui molas curvadoras para as bitolas de 16 e 20mm e uma
ferramenta curvadora de tubos para as bitolas de 26 e 32mm.

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As conexões da linha gás multicamadas podem sofrer corrosões quando estão em contato
com a parte interna da parede ou em contato com produtos para limpeza do ambiente. A fim de
evitar esse problema, é sugerido a utilização de fitas anticorrosivas. A fita anticorrosiva não deve
conter cloro, amônia, sulfato e nitrato. É recomendado fazer o teste de estanqueidade da rede
antes de aplicar a fita anticorrosiva.

13. DO SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS TMOSFÉRICAS


Conforme gerenciamento de riscos e parâmetros propostos pela NBR 5419-2:2015, a edificação
em questão está isenta de utilização de um sistema de proteção contra descarga atmosféricas,
porém, deverá, no quadro geral de baixa tensão (QGBT) fazer uso de dispositivo de proteção contra
surtos conectado aos condutores Neutro, Fase e Terra e a malha de aterramento elétrico do quadro,
esta malha deverá possuir resistência máxima de 10Ohms:
Metodologia de cálculo adotada:

GERENCIAMENTO

RECANTO
DOS
Projeto: PÁSSAROS
Dimensões da estrutura
Zona: Descrição da zona
Área de exposição equivalente AD [m2] 15717

Influências ambientais

Localização (cD): Estrutura isolada


Nota 01:
Freqüência de descarga para terra NG [1/km2/ano]: 1,434045641
Tipo de solo: Agrícola, Concreto
Locais onde falhas
de sistemas internos
não causam perdas
Tipo de estrutura: de vidas humanas
Incêndio Baixo ou
explosão (zonas
Risco de incêndio (rf): 2,22)
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Perigo especial (hz): Sem perigo especial


289(população total
Número de pessoas na zona: do empreendimento)
Serviços conectados:
Largura da blindagem ou distância entre as descidas w1 [m] 8,3333
Largura da blindagem ou distância entre as descidas w2 [m] 8,3333

Medidas de proteção
Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas (SPDA): sem SPDA

Extintores manuais,
alarmes manuais,
hidrantes, rotas de
fuga protegidas ou
compartimentos à
Meios para restringir as conseqüências de incêndio (rp): prova de fogo
Nenhuma medida
Contra tensão de toque ou passo na estrutura (PTA): de proteção
Nenhuma medida
Contra tensão de toque ou passo na linha (PTA): de proteção

Atributos da linha conectada:


Linha de energia
Fator ambiental da linha: Urbano
Não blindado-
precaução para
Fiação interna: evitar grandes laços
Tensão suportável de impulso atmosférico no sistema [kV] 1,5kV
Dispositivo de proteção contra Surto DPS (PSPD): III-IV
Modo de instalação da linha (Cl): Aéreo
Linha de telecomunicação
Fator ambiental da linha: Urbano
Não blindado- sem
precaução para
Fiação interna: evitar laços
Tensão suportável de impulso atmosférico no sistema [kV] 1,5kV
Sem proteção
coordenada com
Dispositivo de proteção contra Surto DPS (PSPD): DPS
Modo de instalação da linha (Cl): Aéreo

Resultado
Perda de vida humana R1 1,8157E-06
Avaliação de risco: tolerável
Perda de serviço público R2 5,1108E-04
Avaliação de risco: tolerável

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Perda de herança cultural R3 0,0000E+00


Avaliação de risco: tolerável
Perda econômica R4 0,0000E+00
Avaliação de risco: tolerável

Projeto avaliado por: JV


Data da avaliação: 28/12/2023

Total:
Perda de vida humana R1 1,8157E-06
Perda de serviço público R2 5,1108E-04
Perda de herança cultural R3 0,0000E+00
Perda econômica R4 0,0000E+00

Diagrama de montagem de DPS em quadros trifásicos.

Figura 1 - Área de Exposição Equivalente

Nota 01: Frequência de raios retirada do site [Link]


acessado em 28 de Dezembro de 2023

14. COMPARTIMENTAÇÃO VERTICAL


A edificação deverá possuir aspectos mínimos de compartimentação vertical, são eles:

Fachada: TRF ≥ 2h
Todos os elementos de construção utilizados nas fachadas devem ter uma resistência mínima
ao fogo de duas horas. Deve ser prevista uma separação física de 1,20m de parede/viga entre
os parapeitos consecutivos.
Laje entre pisos: TRF≥ 3h
Quaisquer aberturas existentes nos entrepisos destinadas à passagem de instalação elétrica,
hidrossanitários, telefônicas e outras, que permitam a comunicação direta ente os pavimentos
de um edifício, devem ser seladas de forma a promover a vedação total corta-fogo (TRF≥ 3h).

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Tubos plásticos com diâmetro interno superior a 40mm devem receber proteção especial
representada por selagem capaz de fechar a passagem deixada pelo tubo ao ser consumido
pelo fogo, abaixo do entrepiso, de forma que a destruição do tubo do lado afetado pelo fogo não
promova a destruição da selagem.

Prumadas shafts de esgoto e águas pluviais:


as prumadas totalmente enclausuradas por onde passam as instalações de serviço, como
esgoto, água potável e águas pluviais, não necessitam ser seladas desde que as paredes sejam
corta-fogo (TRF>=2h) e as derivações das instalações que as traspassam sejam devidamente
seladas.
Caixa de escada, antecâmara e dutos de exaustão de fumaça:
Caixa de escada: TRF>=4h

Obs.: edificações do grupo a, estão isentas da compartimentação horizontal.

15. DA BRIGADA DE INCÊNDIO


Conforme item 2.1 da portaria 500/2007 do CBMCE, edificações residenciais multifamiliares
estão isentadas da necessidade de brigada de incêndio.

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