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Equipamentos de Laboratório em Química

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CENTRO UNIVERSITÁRIO ARNALDO HORÁCIO FERREIRA

Acredite nos seus sonhos. A UNIFAAHF acredita em você!

ALUNO (A) :____________________________________ DISCIPLINA: Química Geral


PROFESSOR: Me. Laís da Silva Leite CURSO: Agronomia PERÍODO: 01 º

Prática 01 – EQUIPAMENTOS BÁSICOS DE LABORATÓRIO: MEDIDAS DE MASSA


E VOLUME

Preparação para a prática:


• Ler o roteiro experimental.

Objetivo:
Identificar os principais equipamentos e recipientes volumétricos, além de manipulá-los
corretamente na determinação de volumes, comparando exatidão e precisão.

1. Introdução
Manuseio e aferição de vidrarias
As principais vidrarias volumétricas usadas em laboratórios químicos são balões volumétricos,
pipetas volumétricas, pipetas graduadas, béquer graduado, bastões de vidro, provetas
graduadas e buretas graduadas. Alguns fatores relacionados ao uso desses produtos podem
causar erros experimentais. Nesse sentido, a limpeza deve receber atenção especial. A
limpeza pode ser efetuada, lavando a vidraria com detergente, enxaguando-a com bastante
água da torneira, e em seguida com água destilada.
Em experimentos que requerem uma maior precisão, deve-se, além de fazer a lavagem
descrita acima, enxaguar a vidraria com um pouco de álcool ou de acetona. Isso é necessário,
porque ao longo do tempo o vidro costuma adquirir uma camada superficial de gordura e outros
materiais que repelem a água, fazendo com que esta se retraia, formando gotas de tamanho
considerável, que não escorrem facilmente, podendo com isso causar erro na leitura da
medida. Caso queira uma limpeza mais rigorosa, pode-se utilizar uma solução de limpeza
especial, além dos procedimentos descritos acima. Depois de lavar a vidraria, esta deve ser
seca a fim de evitar erro nos seus experimentos. Além da limpeza, outro fator que pode causar
erros nas medidas de volume está na leitura incorreta do menisco, seja ele em qual peça for.
A leitura do menisco deve ser feita com a vidraria apoiada sob uma superfície plana ou fixada a
um suporte. O leitor deve se posicionar com o nível dos olhos perpendicular ao ponto da escala
onde se encontra o menisco do líquido a ser medido (figura 01), para minimizar os erros de
paralaxe.
Figura 1: Posicionamento do Figura 2: Posicionamento do menisco em relação à marcação
observador anelar
Para líquidos que formam menisco côncavo, o ponto mais baixo do menisco deve tangenciar a
borda superior da marca de volume (Figura 02). Caso o menisco seja convexo, o ponto
superior do menisco tangencia a borda inferior da marcação de volume.
Quando realizar alguma medida de volume de líquidos, você deverá saber se esta exige
precisão, para que possa usar a vidraria adequada. Em medidas aproximadas usam-se
geralmente cilindros graduados ou provetas. Nas que exigem precisão, devemos usar pipetas,
buretas ou balões volumétricos. Estes materiais são chamados de vidraria volumétrica. Eles
são calibrados pelo fabricante, e a temperatura padrão de calibração é de 20°C ou 25°C.

Pesagem
Antes de iniciar qualquer pesagem, verifique sempre se a balança está nivelada e também se o
prato ou pratos (se houver mais de um) estão limpos. Não a utilize se algum estiver sujo.
Limpe-o utilizando uma escova ou papel toalha, com a balança desligada.
Zere sempre a balança, antes de colocar no prato o material que deseja pesar. A operação de
zerar a balança consiste em deixar todas as casas de leitura do visor no zero. Ao fazer uma
pesagem, caso não precise da massa do recipiente, zere novamente a balança. Essa operação
se chama tarar a balança. Ela fica zerada mesmo com o recipiente em cima do prato. Ao
terminar a pesagem não se esqueça de limpar e desligar a balança.

2. PARTE EXPERIMENTAL
2.1. VIDRARIAS E EQUIPAMENTOS:

1 pisseta 1 balão volumétrico de 25 mL


1 béquer de 100 mL 1 tubo de ensaio
5 béqueres de 50 mL (numeradas de 1 a 5) 1 erlenmeyer de 50 mL
1 proveta de 25 mL 1 bureta de 50 mL
1 pipeta graduada de 5 mL 1 suporte universal com garra para bureta
1 pipeta volumétrica de 5 mL 1 conta-gotas
2.2. PROCEDIMENTO
Manuseio de vidrarias – medidas de volume
• Usando a pisseta coloque no béquer de 100ml, 20 mL de água destilada. Usando a
pipeta graduada pipete 5 mL da água contida no béquer e verifique o aferimento.
Transfira 2,0 mL da água contida no béquer para um tubo de ensaio. Repita este
procedimento até se sentir seguro na operação de transferência de líquidos.
• Pipete 5,0 mL de água, usando a pipeta volumétrica.
• Com a pisseta, encha e afira o balão volumétrico de 25 mL. Use o conta-gotas para uma
maior precisão no aferimento.
• Encha e zere a bureta. Transfira o conteúdo da bureta para o erlenmeyer de 50 ml.
Verifique se os volumes coincidem.
Todos os integrantes do grupo devem realizar cada um dos procedimentos descritos
anteriormente.
Comparação de vidrarias
• Numerar os béqueres de 1 a 5 e pesar (béqueres secos de 50 mL). Anotar a massa no
Quadro 1.
• Medir 30 mL de água destilada no bequer 1, pesar e anotar no Quadro 1.
• Medir 25 mL com as seguintes vidrarias:
◦ proveta, transferir esse volume para o béquer nº 2, pesar e anotar no Quadro 1.
◦ pipeta graduada, transferir esse volume para o béquer nº 3, pesar e anotar no
Quadro 1.
◦ pipeta volumétrica, transferir esse volume para o béquer nº 4, pesar e anotar no
Quadro 1.
◦ balão volumétrico, transferir esse volume para o béquer nº 5, pesar e anotar no
Quadro 1.

Cálculo de erro percentual:


3. Atividades
1. Calcule o erro percentual, na medida do volume, de cada vidraria utilizada (apresente os
cálculos).

2. Qual a diferença entre pipeta graduada e pipeta volumétrica?

3. Classifique as vidrarias utilizadas durante a prática utilizando o critério da precisão.

4. Referências
CONSTANTINO, Maurício Gomes; SILVA, Gil Valdo; DONATE, Paulo Marcos. Fundamentos
de química experimental. São Paulo: EDUSP, 2004.
SILVA, Roberto Ribeiro da; BOCCHI, Nerilso; ROCHA FILHO, Romeu Cardozo. Introdução à
química experimental. São Paulo: McGraw – Hill, 1990.

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