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Projeto de Planta para Farinha de Milho

Este documento descreve o processo de produção de farinha de milho nixtamalizado desde o cultivo do milho até a obtenção da farinha. Começa explicando as etapas de semeadura e colheita do milho, depois descreve os processos de nixtamalização e moagem seca para obter a farinha. Finalmente, apresenta de forma geral o projeto de uma planta para a fabricação de farinha de milho nixtamalizado como projeto para o curso de Desenvolvimento Sustentável.

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Projeto de Planta para Farinha de Milho

Este documento descreve o processo de produção de farinha de milho nixtamalizado desde o cultivo do milho até a obtenção da farinha. Começa explicando as etapas de semeadura e colheita do milho, depois descreve os processos de nixtamalização e moagem seca para obter a farinha. Finalmente, apresenta de forma geral o projeto de uma planta para a fabricação de farinha de milho nixtamalizado como projeto para o curso de Desenvolvimento Sustentável.

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TECNOLOGICO DE ESTUDOS SUPERIORES DE JOCOTITLAN

ENGENHARIA QUÍMICA

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

DOCENTE:
MOISÉS SOLIS ALVARADO

INTEGRANTES
CRISTIAN GONZALEZ CRUZ
UZIEL MARCIAL MONROY
ADRIANA JULIETA PEREZ JIMENEZ

SE-0501
INTRODUÇÃO
O milho é atualmente a base da alimentação em toda a América Central, especificamente
a variedade de Zea mays, a qual foi domesticada nos vales de Tehuacán e Oaxaca,
utilizada pelos olmecas e os maias, cultivavam numerosas variedades de milho ao longo
de Mesoamérica e o preparavam cozido, moído ou processado através da
nixtamalização.
Ao longo dos anos, o milho nixtamalizado foi utilizado para cimentar o que hoje
conhecemos como a gastronomia mexicana e estabeleceu as bases para a linha gastronômica de
muitos países da América Central. Por isso, se tornou um produto de alto impacto em
o mercado nacional e internacional. Além de ter um forte conteúdo socio-cultural,
é o alimento básico em nosso país, de forma tradicional é consumido como tortilla.
O consumo se transformou nos últimos anos devido à mudança na elaboração de
tortilha a partir de nixtamal na forma de farinha. Isso deu origem a fortes lutas a
princípios dos anos noventa entre o setor de moleiros-nixtamaleros e a indústria
farinha
No período de 1950-1970, o rosto agrário do país mudou para um cada vez mais urbano.
termos de distribuição da população; ao mesmo tempo que a população se duplicou. O
o processo se acelerou nos anos noventa, ocorrendo uma mudança estrutural na
composição do consumo.
De fato, a demanda urbana aumentou e se diversificou, então o consumo alimentar
incorporou bens industrializados em uma proporção cada vez maior. No entanto, o
o consumo da tortilha continua sendo uma constante na dieta nacional, e nos últimos anos
aumentou o consumo de milho industrializado em suas diversas formas.
Devido à crescente demanda do produto, a equipe decidiu escolher a farinha de milho
nixtamalizada e apresentar um projeto que propõe o design de uma planta de processo para
a fabricação de farinha de milho nixtamalizado.
A farinha de milho é o pó mais ou menos fino, obtido da moagem do grão
seco do milho. Pode ser integral, apresentando uma cor amarela, ou refinado, cujo
caso é de cor branca. Está composta fundamentalmente por amido e zeína, um tipo de
proteína que se encontra em abundante concentração no milho.
O processamento da farinha é feito tanto com milho branco quanto amarelo. A
a importância entre ambos é observada por meio de uma comparação das propriedades
bioquímicas, onde se indica que o milho branco apresenta vantagens em proteína, ferro,
fósforo, cálcio e tiamina, mas tem valores menores em niacina, riboflavina, caroteno e não
contém xantofilas, estes dois últimos precursores da vitamina A.
Na proposta deste projeto, serão abordados todos os aspectos essenciais para o design de
uma planta para elaborar farinha de milho nixtamalizado, para assim cumprir com a rúbrica do
presente curso da matéria de Desenvolvimento Sustentável, além de cumprir o objetivo de

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aprender a desenhar um processo de um produto desde a parte básica até dar cobertura a
aspectos mais específicos, cumprir e completar a formação em matéria de engenharia aos
alunos que apresentamos este trabalho.
Os objetivos propostos para o trabalho são: Analisar o processo de fabricação empregado
para a obtenção da Farinha de Milho, mencionar propriedades físicas e químicas do mesmo
Farinha, descrever através de diagrama de blocos e equipamento o processo de obtenção da
Farinha de Milho.
Este processo de manufatura será abordado explicando, em resumo, qual é a parte do milho
de onde se obtém a matéria-prima para a obtenção da farinha, existem dois tipos de
processos.
1- Processo de Nixtamalização e 2- Processo de Moagem Seca, sendo esta última a mais
usada a nível industrial; particularmente empresas polares empregam este tipo de processo.

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DESCRIÇÃO DO PROCESSO DA FARINHA DE MILHO
Semeadura

A escolha da data de semeadura da cultura do milho é uma decisão de manejo


frequentemente condicionada por razões operacionais (oportunidade de lavraturas e/ou
semeadura, umidade e temperatura do solo, disponibilidade de insumos) ou estratégicas
(escapar das adversidades climáticas ou biológicas, rotações, oportunidade de
mercados, rentabilidade da exploração).
2. Em geral, o milho é semeado a uma profundidade entre 3 e 5 cm em sulcos, e com
distância entre cada sulco ajustado dependendo do equipamento colhedora,
preferências regionais, e tipo e uso final do milho.
3. O milho para grão é normalmente cultivado com uma distância entre os sulcos de 50 a
120cm.
4. Em regiões temperadas, o milho forrageiro é normalmente semeado com uma densidade
de 90.000 a 110.000 sementes/ha, e as melhores plantações são obtidas em baixa altitude
e em campos que dão para o sol.

Colheita
O momento ideal para a colheita do milho costuma estar entre 100 e 150 dias depois
de haver sido semeado, quando a espiga se encontra em uma condição ideal
(ternura e maciez).
2. Quando o destino da colheita é a indústria alimentar, procura-se alcançar
uma secagem óptima do grão (porcentagem de umidade inferior a 15%), seja
mediante seu secagem em silos ou adiando um breve período de tempo sua coleta.
Esta última opção é a menos recomendável, uma vez que os efeitos climatológicos ou
as pragas podem piorar seu estado.
Para cultivo de semeadura direta, está disponível a tecnologia de tratamento de sementes.
(TS) utilizando produtos de última geração nas doses adequadas. As doses de
o controle do bicho torito é o mais alto em relação ao controle da maioria de
os insetos do solo (ex.: vermes de fio, mosca das sementes, etc.). Foi
demonstrado a efetividade de outro método de controle consistente na aplicação de
soluções inseticidas dentro do pequeno sulco de remoção e atrás do tubo
de descarga da semente, utilizando o equipamento de aplicação de fertilizantes
líquidos. Este método é igualmente eficiente que o método de tratamento de sementes.
Uma vez detectadas as cortadoras através do monitoramento prévio ao plantio, ou em
caso de zonas com aparecimento sistemático da praga, será conveniente realizar um
tratamento preventivo com isca sólida no momento do plantio.
Recomenda-se realizar os tratamentos ao entardecer ou à noite, quando se registra
a maior atividade das isocas e, portanto, estão mais expostas, para favorecer a

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ação de contato do inseticida, e assim alcançar um alto nível de controle em curto
tempo.
3. Uma vez passado esse tempo desde o plantio do milho, inicia-se o processo de
recolha, que podemos dividir em duas fases.

Na primeira fase, o milho é deixado secar de forma gradual. Isso pode ser alcançado
mediante o "capado" manual da parte superior ou ponta da espiga para que seu
a exposição ao sol seja maior. Também é possível alcançar a secagem do milho por meio de
o seu dobramento para que a ponta da espiga fique voltada para baixo e, portanto,
está protegida da chuva.
Na segunda fase, uma vez alcançado o grau de secagem óptimo do milho, procede-se
a separar a espiga da planta. Esta ação pode ser realizada tanto de forma
manual como mediante a utilização de maquinaria (coleta mecanizada ou
semimecanizada).
4. As máquinas se encarregam de arrancar a espiga e debulhar o milho em um só
processo, o que representa uma grande economia de tempo e mão de obra, principalmente
quando as dimensões dos campos são maiores. Existem cabeçotes específicos
para a coleta do milho, já que se encarregam de deixar passar somente a espiga
e reduzem o volume de produto que chega à máquina.

Compra de grãos

No período de 2013 a 2018, o Grupo Maseca pagou aos produtores de milho branco no México
por antecipação e a preços acima do mercado, as colheitas que comprou, revelaram
um especialista no assunto que solicitou manter sua identidade em anonimato.
Cabe lembrar que através do programa Agricultura por Contrato da Agência de
Serviços à Comercialização e Desenvolvimento de Mercados Agropecuários (ASERCA), se o
o preço internacional do milho subia em relação ao estabelecido no início das colheitas,
ASERCA compensava os agricultores esse incremento, o qual era financiado por
propria Maseca ou outros compradores afiliados ao programa.

Adicionalmente, o Grupo Maseca, de Juan González Moreno, é um dos atores mais


relevantes no apoio ao campo mexicano, sobretudo aos pequenos e médios
produtores.
Prova disso é que a empresa líder mundial na produção de farinha de milho
y tortillas abastece suas 18 plantas no México com grãos nacionais.
O anterior permite impulsionar a economia de diferentes estados produtores de milho branco,
que é seu insumo principal, mas, acima de tudo, a economia das famílias que dependem
economicamente da produção agrícola. Maseca impulsiona projetos como o Programa
de Apoio Tecnológico e Pesquisa para a Produção Sustentável de Milho, que dirige

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o Centro Internacional de Melhoramento de Milho e Trigo (CIMMYT), organismo
internacional cuja sede principal se encontra em Texcoco, México.
Procedimento de produção de farinha

O processamento do milho consiste basicamente em três etapas: desgerminação, laminação


e moagem.

Na desgerminação, remove-se o germe e a casca do milho do grão aplicando


previamente vapor de água.

A fase de laminação ocorre com a transformação do endosperma em flocos por meio de


rolos de alta pressão, que são transferidos para a fase de moagem. Esta fase se
executa depois que o germe e as camadas externas foram removidos.

Uma vez limpos os grãos e acondicionados com a umidade adequada, são triturados por
meios mecânicos para separar a casca, o germe e o endosperma. Este último se
classifica de acordo com seu tamanho e peso, depois passa para uma seção de pré-cozimento por injeção
de vapor.

Os grãos cozidos ou "grits" são triturados por rolos planos e quentes, finalmente é
submetido a pressão até atingir uma espessura constante.

As hojuelas são levadas então a um secador para diminuir a umidade até perto de um
10% aproximadamente.

Finalmente, este produto passa pelos moinhos, onde seu tamanho é reduzido e é separado.
até obter uma granulometria uniforme nos classificadores de acordo com o uso que se
ele vai dar. A farinha resultante passa pela inspeção de qualidade, onde um analista de
A qualidade ou operador de moagem avalia por meio de análise sensorial o aspecto da farinha.

Controle de qualidade.

A qualidade de uso do milho é determinada principalmente pela estrutura e composição


do grão. Vários autores realizaram revisões exaustivas da bibliografia
referente a detalhes estruturais e composicionais, assim como da cinética de acumulação
de diferentes componentes durante o período de desenvolvimento do grão. As diferenças em
estrutura e composição dependem do cultivar, assim como das práticas de manejo, o
clima, o solo e os métodos de colheita e pós-colheita. Os cultivares de milho diferem em
atributos da qualidade do grão, tanto físicos quanto químicos. A seguir, é mostrado
Rangos de parâmetros que caracterizan distintos grupos de textura do milho:

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O grupo harinoso é utilizado para a fabricação de farinha de tortilla.

Devido a não cultivarmos nosso próprio milho, somos obrigados a comprá-lo de


diversos produtores nos Estados Unidos da América, México e outras partes. Apesar de
que somente compramos milho de agricultores e de elevadores de grãos que concordaram
suministrarnos com variedades aprovadas de milho para consumo humano e que temos
desenvolvido um protocolo em todas as nossas operações para realizar testes e para
monitorear nosso milho de certas cepas de bactérias e produtos químicos que não foram aprovados
para o consumo humano, poderíamos involuntariamente comprar milho que não está aprovado
para consumo humano e utilizar essa matéria-prima na elaboração dos nossos produtos.
Isto resultaria em coletas caras de produtos e em possíveis ações judiciais, e poderia
ter um impacto negativo em nossos resultados operacionais. No passado, já foi alegado,
principalmente nos Estados Unidos da América e na União Europeia, que os alimentos
geneticamente modificados não são adequados para consumo humano, que apresentam
riscos de danos ao meio ambiente e criam dilemas legais, sociais e éticos. Alguns
países, particularmente na União Europeia, assim como na Austrália e em alguns países da Ásia,
eles instituíram limitações parciais às importações de grãos produzidos a partir de sementes
geneticamente modificadas. Outros países, incluindo os Estados Unidos da América, têm
imposto requisitos obrigatórios de rotulagem e rastreamento de produtos alimentares e
agrícolas geneticamente modificados, que pudessem afetar a aceitação desses produtos.

Transporte

O milho vai do campo de cultivo para o centro de coleta de caminhão, e de lá, vai de trem
ao usuário doméstico. O milho que será exportado para fora dos EUA vem do centro
de acopio a uma terminal de transporte fluvial de caminhão e depois em barcaça até o
mercado de exportação.
Venda
Principalmente em nossas próprias estimativas e análises internas e informações obtidas de
AC Nielsen. A informação de participação de mercado para os Estados Unidos de
A América também é baseada em dados provenientes da Technomic. Para o México, a
a informação também está baseada em informações obtidas de Informação Sistematizada de

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Canales e Mercados ou "ISCAM", Associação Nacional de Lojas de Autosserviço e
Departamentais ou “ANTAD”, Associação Nacional de Atacadistas ou “ANAM”
y relatórios de câmaras da indústria. Para a Europa, as informações também estão baseadas em
dados do Symphony IRI Group.

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Semeadura
Colheita
Venda

Compra de
Grãos
Transporte

Controle Procedimento
de de produção
de farinha.
Qualidade

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Diagrama do processo da farinha de milho.

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NORMAS E SUSTENTABILIDADE ECOLÓGICA (MUDANÇA GEOGRÁFICA)
Comprometidos com o nosso ambiente, desenvolvemos processos e equipamentos que além
de melhorar os processos de produção, também estão projetados com maiores vantagens
ecológicas.
Assim, nossa empresa realiza ações que contribuem para diminuir o impacto ambiental.
principalmente nos seguintes aspectos:
1. Redução no consumo de água potável
Desde 1968, na GRUMA desenvolvemos um processo contínuo de cozimento e lavagem para
a produção de farinha de milho nixtamalizado. A partir de então, a economia de água tem
sido significativo comparado com o processo de nixtamalização tradicional em moinhos de
baixa capacidade. Assim, aumentamos nossa eficiência e capacidade de produção e
conseguimos reduzir a perda de sólidos de milho na descarga de água residual.
Com a tecnologia "GRUMA" para a elaboração de farinha de milho, conseguimos economias
de 81% no consumo de água potável. Essa economia seria suficiente para abastecer de
este líquido a uma população de 232.000 habitantes durante um ano.
2. Redução no consumo de gás.
Na nossa Divisão de Tecnologia, desenvolvemos um recuperador de calor que
permite ahorros em consumo de gás em fornos de produção de tortillas e totopos e, por
consequentemente, reduz as emissões de gases por combustão para o meio ambiente.
O processo "GRUMA" permite economias entre 40% e 55% no uso de gás para cozinhar.
milho com o processo tradicional. Dada a grande volume de produção, esta economia equivale
a satisfazer as necessidades energéticas de 579 mil casas por ano, ou seja,
aproximadamente o consumo de um milhão de pessoas.
3. Redução na emissão de gases.
Desenvolvemos tecnologia própria para reduzir as emissões de partículas para a
atmosfera e assim contribuímos para conservar uma atmosfera mais limpa.

A tecnologia "GRUMA", pela economia de combustível no processo de cozimento do milho,


reduz as emissões de efeito estufa na atmosfera equivalentes a 133 milhões de
kilos de dióxido de carbono (CO2) produzidos por 51 mil veículos novos em circulação
para 2011, durante duas horas diárias por um ano a uma velocidade de 80 quilômetros por hora.
Atualmente monitoramos as emissões de gases para cumprir com as normas em matéria
de emissões em todas as unidades de produção.
4. Recorte em download de resíduos sólidos.

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O nosso processo atual reduz drasticamente os problemas de drenagem e esgoto
domésticos, como consequência da diminuição de despejos de água residual com
desperdícios sólidos em 88%, dado relevante porque esta importante diminuição
equivale a los desechos sanitários de uma população de 5,08 milhões de habitantes por ano.
5. Redução na descarga de águas residuais
Na GRUMA, somos autossuficientes em design, fabricação de equipamentos e processos de
tratamento de águas residuais, e incluímos dentro do nosso desenvolvimento, os sistemas de
tratamento de água residual do cozimento (nejayote).
Nossa Divisão de Tecnologia desenvolveu dois métodos de tratamento de água:
a) Lagunas facultativas com terreno agrícola para irrigação da água tratada (hidrocriba,
centrifugação, hidrólise, anaeróbica, aeróbica e clarificação.
b) Processo "compacto" com equipamento de tratamento como reatores de fermentação
anaeróbica e aeróbica tipo tanque, clarificadores e separadores centrífugos para descarregar
a água tratada para os drenos da cidade.
É de destacar que a tecnologia "GRUMA" reduz em 88% o descarte de águas
residuais, evitando que ao ano vão para o drenagem 6,18 milhões de metros cúbicos de águas
contaminantes.
Com o objetivo de reduzir ainda mais o lançamento de águas residuais, continuamos investindo
em pesquisa que nos permita contar com tecnologias ainda mais eficientes. Atualmente
As descargas de todas as nossas plantas estão dentro das regulamentações impostas
nos países em que opera.
Lei de Águas Nacionais
Regula a exploração, uso ou aproveitamento das águas nacionais, sua distribuição e
controle, bem como sua preservação para alcançar seu desenvolvimento integral sustentável.

Lei de Biossegurança de Organismos Geneticamente Modificados


Regula as atividades de utilização, liberação e comercialização de organismos
geneticamente modificados.

Lei Geral de Desenvolvimento Florestal Sustentável


Seu objeto é regular e fomentar a conservação, proteção, restauração, manejo e
aproveitamento dos ecossistemas florestais do país e seus recursos.

Lei Geral do Equilíbrio Ecológico e da Proteção ao Ambiente (LGEEPA)


Tem como objetivo propiciar o desenvolvimento sustentável e garantir o direito de todos a viver
em um ambiente adequado para seu bem-estar.

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Lei Federal de Sanidade Vegetal
A legislação regula e promove a sanidade vegetal; a aplicação, verificação e
certificação de sistemas de redução de riscos de contaminação na produção
primária de vegetais.

Lei de Desenvolvimento Rural Sustentável


Promove as práticas de desenvolvimento rural sustentável e propicia um meio ambiente
adequado.

Bibliografia
Colheita do Milho Como é realizada?(2017, 15 de outubro). Maya S.L.
Recuperado em 21 de setembro de 2022, deContent from the provided URL cannot be translated.
cosecha do milho
%20mediante%20el,de%20los%20campos%20são%20maiores
Colmenares, M. (2019, 18 de fevereiro). Grupo Maseca, empresa comprometida
com os agricultores mexicanos. N+. Recuperado em 21 de setembro de 2022,
de The provided text is a URL, not translatable text.
comprometida-com-os-agricultores-mexicanos/
Gruma, (2015). RELATÓRIO ANUAL APRESENTADO DE ACORDO
COM AS DISPOSIÇÕES DE CARÁTER GERAL APLICÁVEIS A
AS EMISSORAS DE VALORES E A OUTROS PARTICIPANTES DO
MERCADO DE VALORES PELO ANO TERMINADO EM 31 DE
DEZEMBRO DE 2015. GRUMA, S.A.B. DE C.V. Nuevo León, México.
Unable to access external links or documents.

Guillermo H. (2000). Bases para o Manejo do Cultivo de Milho. Instituto


Nacional de Tecnologia Agropecuária.
Invalid input. Please provide text for translation.
eglon_100-2_2.pdf

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