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Filosofia da Educação: Idealismo, Materialismo e Pragmatismo

O presente trabalho tem como tema: As escolas de filosófia da educação, onde vai se discutir em volta de do idealismo e educação o materialismo e educação o pragmatismo e educação são três correntes filosóficas que influenciam a educação de formas distintas. O idealismo na educação enfatiza o desenvolvimento do intelecto e da moralidade, centrado na ideia de que a realidade é moldada pela mente humana
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Filosofia da Educação: Idealismo, Materialismo e Pragmatismo

O presente trabalho tem como tema: As escolas de filosófia da educação, onde vai se discutir em volta de do idealismo e educação o materialismo e educação o pragmatismo e educação são três correntes filosóficas que influenciam a educação de formas distintas. O idealismo na educação enfatiza o desenvolvimento do intelecto e da moralidade, centrado na ideia de que a realidade é moldada pela mente humana
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1

Julia Cassamo
Julieta Francisco
Gilson Eugênio
Lilian Félix Gabriel
Dilson Ali

As escolas de Filosófia da Educação

Instituto Superior de Recursos Naturais e Ambiente


2

2025
3

Julia Cassamo

Julieta Francisco

Gilson Eugênio

Lilian Félix Gabriel

Dilson Ali

As escolas de Filosófia da Educação


Curso de Licenciatura em ensino de Filosofia com Habilitação eme ética
Trabalho de carácter avaliativo aser
entregue no departamento de letras e
ciências sociais, na cadeira de Filosofia
de Educação, I semestre III ano.
Recomendando por:

Dr. Belmiro Fernando

Instituto Superior de Recursos Naturais e Ambiente


2025
4

Índice

Introdução...................................................................................................................................4

[Link] escolas de filosófia da educação........................................................................................6

1.1.O Idealismo e a Educação....................................................................................................6

2.O Materialismo e a Educação.................................................................................................8

2.1. O Papel da Educação na Formação Social..........................................................................8

2.2. Métodos Pedagógicos no Materialismo..............................................................................9

3.O Pragmatismo e a Educação..................................................................................................9

3.1.O Pragmatismo Filosófico....................................................................................................9

[Link] Peirce e o Fundamento do Pragmatismo.................................................................9

[Link] James e a Psicologia Educacional........................................................................10

[Link] Dewey e a Educação Progressista.............................................................................10

34.1.A Escola como um Laboratório Social.............................................................................11

3.4.2. Educação e Democracia.................................................................................................12

Conclusão.................................................................................................................................13

Referência Bibliografia............................................................................................................14
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Introdução

O presente trabalho tem como tema: As escolas de filosófia da educação, onde vai se discutir
em volta de do idealismo e educação o materialismo e educação o pragmatismo e educação
são três correntes filosóficas que influenciam a educação de formas distintas. O idealismo na
educação enfatiza o desenvolvimento do intelecto e da moralidade, centrado na ideia de que a
realidade é moldada pela mente humana.

Já o materialismo na educação se baseia na ideia de que a realidade é composta por matéria, e


a educação deve focar na formação prática do indivíduo, atendendo às necessidades sociais e
materiais. O materialismo, especialmente em sua vertente marxista, valoriza a educação como
um meio para transformar as condições materiais e sociais dos indivíduos, promovendo uma
conscientização crítica sobre a realidade.

Por fim, o pragmatismo propõe que a educação deve ser prática e voltada para a solução de
problemas concretos. De acordo com os pragmatistas, o conhecimento deve ser adquirido
através da experiência e da experimentação, com ênfase no aprendizado ativo. A educação,
portanto, deve preparar os alunos para interagir eficazmente com o mundo real,
desenvolvendo suas habilidades de adaptação e resolução de problemas

Objectivo Geral

 Compreender As correntes filosoficas.

Objectivos Específicos

 Descrever o idealismo e Materialismo;


 Explicar o Pragmatismo ;
 Relacionar as tres correntes com a educação.

Para o desenvolvimento deste estudo, foi usada a seguinte metodológia:

Pesquisa bibliográfica – Será realizada uma revisão de literatura em livros, artigos


acadêmicos e publicações.
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1. As escolas de filosófia da educação

A educação tem sido influenciada por diversas correntes filosóficas ao longo da história.
Entre essas correntes, destacam-se o idealismo, o materialismo e o pragmatismo, que
fornecem diferentes perspectivas sobre o papel do conhecimento, do ensino e da
aprendizagem. Este trabalho tem como objetivo analisar como essas três abordagens
impactam a educação e os métodos pedagógicos.

1.1. O Idealismo e a Educação


O idealismo é uma corrente filosófica que valoriza a mente, as ideias e os conceitos abstratos
como a principal realidade.

O Idealismo se configura como uma das mais importantes correntes filosóficas do


pensamento ocidental. Segundo alguns historiadores, esta corrente filosófica tem suas raízes
na Grécia Antiga, sobretudo na filosofia de Platão (428/427 a.C. – 348/347 a.C.), atribuindo
ao sujeito o objeto do conhecimento, sendo o mundo uma representação do que o sujeito
enxerga ou observa. Para os adeptos desta corrente, o mundo não é como se apresenta, sendo
uma extensão imperfeita do mundo das ideias. (Medeiros Janisse & Viero, 2018, p.100).

O Idealismo foi diretamente influenciado pelo pensamento moderno, tendo como ponto de
vista central a subjetividade, diferenciando-se de outras correntes f ilosóficas materialistas.
Foi através da revolução filosófica iniciada por René Des cartes (1596 – 1650) que a
mudança de perspectiva se deu. Tem seu surgimento marcado pelo impacto das ideias de
Immanuel Kant (1724 – 1804) e se consolida como corrente filosófica com Georg Wilhelm
Friedrich Hegel (1770 – 1831). (Medeiros Janisse & Viero, 2018, p.100).

O idealismo do ponto de vista da Teoria do Conhecimento é o nome genérico de diversos


sistemas filosóficos, segundo os quais o ser ou a realidade são determinados pela consciência,
ou seja, são as idéias que produzem a realidade, porque “ser” significa “ser dado na
consciência”.

Hegel (1970-1831) – Foi um importante pensador idealista do século XIX, desenvolveu a


filosofia do movimento, do ”vir a ser”, era um idealista lógico.

Para explicar a realidade em constante processo, ele não utiliza a lógica tradicional, mas
estabelece os princípios de uma outra lógica, a dialética, da qual deriva um novo conceito de
razão e história, pois argumenta que a razão é histórica, portanto, o presente é visto como
7

resultado de longo e dramático processo. Ele divide a dialética em três momentos: a tese,
antítese e síntese.

Hegel defende uma corrente filosófica que prioriza o espírito ou a consciência na reflexão a
respeito da realidade exterior. Ele idealiza a realidade humana em constante mudança e
sujeita a uma lei: a dialética, em que a racionalidade humana “é o próprio tecido do real e do
pensamento”, a manifestação das idéias. É através desse movimento, chamado de Razão, que
se passa por todos os graus: a Natureza Inorgânica, a Natureza Viva, a Vida Humana
Individual, A Social e até mesmo a Cultural. (Aranha, 2008).

Para Hegel, a educação é um meio de espiritualização humana, cabendo ao Estado incentivar


esse processo. O Estado não absorve toda a personalidade do educando, apenas oferece
condições e critérios para que este a desenvolva. Segundo Hegel, o homem deve tudo ao
Estado, e é no Estado que o homem encontra o fundamento para sua formação e ação, pois o
Estado é representação objetiva do Espírito Absoluto, por isso a educação hegeliana, busca
por um homem que vá abandonando o “eu” em estado subjetivo e, objetivando-se, para que
com os demais, venha participar de um momento do Espírito Absoluto. (Aranha, 2008, p.67).

Fichte (1762 – 1814) - Foi contemporâneo de Hegel, valorizava muito a educação. Fichte é
um homem para quem todo conhecimento e toda ciência tem que estar submetida ao serviço
da ação moral.

Fichte é um dos primeiros representantes do ativismo e do voluntarismo em Pedagogia, sendo


o mais alto representante da educação de Estado e da escola nacional. Parte da idéia de que a
natureza humana não nos é dada, mas na medida em que nos afirmamos como sujeitos,
vamos nos humanizando, capazes de consciência de si e de afetividade livre. Ele destaca a
educação como indispensável para o renascimento e a grandeza da Alemanha, pois na sua
visão o fim ultimo da educação é a humanidade. (Garcia, 1980). Porém:

Ele foi também um dos primeiros defensores da escola unificada, ao pedir a educação
para todos em todos os graus, segundo a capacidade e independentemente da posição
econômica e social dos alunos, colocando o Estado como o responsável de instaurar
esta escola nacional e unificada. Para ele, o conhecimento é uma atividade
subordinada que tem por objeto permitir a ação e propor ao homem esta ação. O eu é
plenamente aquilo que é quando atua moralmente. (Garcia, 1980, p.34).
Schelling (1775 – 1854) - Foi uma personalidade intelectual muito diferente de Fichte, ele
parte da intuição, onde a razão subjetiva é indissociável com aquela objetiva. Sua corrente
filosófica é baseada no Sistema do Idealismo Transcendental, ou seja, que pertence à pura
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razão e é a anterior a qualquer experiência. Esse sistema leva a uma nova perspectiva ao
sujeito, isto é, não são as coisas que ditam a veracidade, simplesmente, mas o sujeito também,
com toda a complexidade que lhe envolve. Sujeito e objeto formam um todo, para se chegar à
verdade. (Aranha, 2008).

Schelling acreditava que o conhecimento não era apenas racional, mas também intuitivo e
artístico. Para ele, a educação deveria permitir que o indivíduo desenvolvesse tanto a razão
quanto a sensibilidade, promovendo uma formação integral que equilibrasse ciência, arte e
espiritualidade. (Aranha, 2008).

Outro ponto central em sua filosofia era a ideia de que sujeito e objeto formam um todo. Isso
significava que o processo educativo não deveria ser unilateral (apenas transmissão de
conhecimento), mas sim um desenvolvimento mútuo entre o aluno e o mundo ao seu redor.

Sua visão influenciou a educação ao destacar a importância da criatividade, da arte e da


experiência subjetiva no aprendizado. Essas ideias foram retomadas por correntes
educacionais que valorizam a liberdade, a expressão individual e o desenvolvimento do
pensamento crítico.

2. O Materialismo e a Educação
Segundo Frigotto (1984) O materialismo, é uma corrente filosóficaque parte da ideia de que
a realidade é composta exclusivamente por matéria e que as condições econômicas e sociais
determinam o pensamento e a consciência.

O materialismo filosófico sustenta que tudo o que existe é composto por matéria e que os
processos mentais são resultados de interações físicas e químicas. Entre os principais
pensadores materialistas destacam-se Karl Marx e Friedrich Engels, que influenciaram a
pedagogia ao relacionar a educação com as condições materiais e sociais. (Frigotto, 1984).

Karl Marx desenvolveu o materialismo histórico e dialético, no qual a educação é vista como
um reflexo das relações sociais e econômicas. Para ele, a escola desempenha um papel
fundamental na reprodução ou transformação das condições sociais. A educação, sob essa
perspectiva, deve ser crítica e emancipadora, permitindo que os indivíduos compreendam e
transformem a sociedade. (Frigotto, 1984).

2.1. O Papel da Educação na Formação Social


Segundo a visão materialista, a educação não pode ser separada da estrutura econômica e
política da sociedade. Os sistemas educacionais frequentemente refletem os interesses das
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classes dominantes, perpetuando desigualdades sociais. No entanto, uma educação baseada


no materialismo dialético busca formar cidadãos críticos, capazes de questionar e modificar
sua realidade. (Frigotto, 1995, p.299).

2.2. Métodos Pedagógicos no Materialismo


Na luz de Frigotto (1995) a pedagogia materialista valoriza a prática e a experiência como
formas essenciais de aprendizado. Entre os métodos influenciados por essa abordagem,
destacam-se:

Aprendizagem ativa: os alunos devem ser protagonistas no processo educativo,


experimentando e participando de atividades concretas.

Contextualização social: o ensino deve estar ligado à realidade dos estudantes, abordando
temas sociais e econômicos relevantes.

Crítica ao ensino tradicional: a educação tradicional, baseada na memorização e na


autoridade do professor, é vista como um instrumento de controle ideológico. (p.299).

3. O Pragmatismo e a Educação

O pragmatismo é uma corrente filosófica que valoriza a experiência e a prática como


principais fontes de conhecimento. No campo da educação, essa abordagem tem grande
influência na formação de métodos pedagógicos que enfatizam a aprendizagem ativa e a
resolução de problemas. (Abbagnano, 2007).

3.1. O Pragmatismo Filosófico

O pragmatismo surgiu nos Estados Unidos no final do século XIX, tendo como principais
representantes Charles Peirce, William James e John Dewey. Essa corrente defende que o
conhecimento não é absoluto, mas sim construído por meio da experiência e da interação com
o meio.

Nesta secção importa fazer menção em torno dos três expoentes desta corrente em fim de
demostrar em suma suas contribuições.

3.2. Charles Peirce e o Fundamento do Pragmatismo

Charles Peirce (1839-1914) é considerado o fundador do pragmatismo. Ele estabeleceu a


ideia de que o significado de um conceito está na sua aplicação prática e nas consequências
observáveis. Para Peirce, o conhecimento não é fixo, mas sim um processo contínuo de
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investigação e experimentação, o que tem implicações diretas para a educação. (G. Reale, D.
Antiseri, 2006).

3.3. William James e a Psicologia Educacional

William James (1842-1910) aplicou o pragmatismo à psicologia e à educação, enfatizando a


importância das experiências individuais no aprendizado. Ele argumentava que o ensino
deveria considerar as diferenças individuais dos alunos e incentivar a experimentação para a
construção do conhecimento. (G. Reale, D. Antiseri, 2006).

Mais considerado de que cada corrente existe o maior expoente que traz mais clareza, temos
cá referenciado grande pedagogo Dewey.

3.4. John Dewey e a Educação Progressista

John Dewey (1859-1952) foi o principal filósofo do pragmatismo aplicado à educação. Para
ele, o aprendizado deve ser baseado na experiência, na experimentação e na solução de
problemas reais. Ele criticava o ensino tradicional, defendendo uma educação voltada para a
democracia e para a formação de cidadãos críticos e ativos na sociedade.

O filosofo norte-americano John Dewey (1979) declara que a educação é uma incentivação,
um alimento, um cultivo capaz de proporcionar o crescimento do ser humano.
Etimologicamente, a palavra educação significa o processo de dirigir, de conduzir ou de
elevar. Podemos dizer que a educação é uma atividade formadora ou modeladora; modela os
seres na forma desejada de atividade social.

Nesse contexto, a educação passa a ser vista como o instrumento de continuidade da vida
social, o que acontece a partir da ação dos adultos sobre os mais novos pelo processo de
transmissão via comunicação, dada a importância da linguagem para a aquisição do
conhecimento. A esse respeito Dewey (1979) comenta que:

Todos os elementos constitutivos de um grupo social, tanto em uma cidade


moderna como em uma tribo selvagem, nascem imaturos, inexperientes sem
saber falar, sem crenças, idéias ou ideais sociais. Passam com o tempo os
indivíduos, passam com eles, os depositários da experiência da vida de seu
grupo, mas a vida do seu grupo continua. (p.10).
Na concepção de Dewey (1979), a educação é a continuação da vida social que acontece por
introjeção de valores que são transmitidos de geração a geração através da experiência e pelo
processo de comunicação entre os grupos sociais. Dessa forma, educar significa transmitir às
11

gerações mais novas os valores e as experiências vivenciadas socialmente, cuja base de


transmissão efetua-se por meio da comunicação dos mais velhos para os mais novos, através
dos procedimentos de pensar, de sentir e de agir humanamente. Pela comunicação os homens
chegam a possuir coisas comuns, entre eles, o conhecimento. (p.42). Para ele:

A educação constitui um processo íntimo e contínuo de mútuo relacionamento


entre pessoas, por meio do qual elas, tomando maior consciência de si mesmo,
e agindo de acordo com ela, se aperfeiçoam, desenvolvendo as suas
capacidades físicas, psíquicas, sociais, mentais, intelectuais, morais e
espirituais, com o fim de se realizarem como pessoas individuais e de se
integrarem ativa e criativamente na sociedade de que fazem parte. (Dewey,
1979, p.43).
Portanto, é por meio da educação que os homens, relacionando-se uns com os outros, de
várias formas, educam-se e se aperfeiçoam mutuamente, cujo inter-relacionamento confere à
educação maior força e resultados mais eficazes. Pela comunicação entre os homens, como
uma maneira de transmitir as experiências dos mais velhos aos mais novos, e que abrange a
vida social e exige o ensino e o aprendizado para a sua própria continuação, o ser humano é
capaz de relacionar-se com os outros de forma consciente, percebendo-se sujeito de suas
ações.

No processo educativo, o indivíduo e o meio são, portanto, dois fatores harmônicos e


ajustados. O meio social ou o meio escolar, se bem compreendidos, devem fornecer as
condições pelas quais o indivíduo libere e realize a sua própria personalidade. Logo, a escola
não deve ser a oficina isolada onde se prepara o indivíduo, mas o lugar no qual numa situação
real de vida, indivíduo e sociedade constituam uma unidade orgânica, e possam contribuir
para a realização humana de forma integral. (Dewey, 1979, p.43).

Em sua obra Vida e Educação (1975), Dewey ressalta que não deve haver nenhuma separação
entre vida e educação, pois as crianças não estão em um dado momento sendo preparadas
para a vida e, em outro, vivendo. A vida em condição integral e educação são aspectos que
caminham lado a lado, necessitando haver uma contínua relação entre ambas.

Assim, para que a criança se realize plenamente, é necessário que a escola assuma a feição de
uma sociedade em miniatura, ensinando situações de comunicação e de cooperação entre os
aprendizes, visando a propósitos comuns. Por meio da educação, a sociedade não somente
assegura a sua continuidade por transmissão, mediante comunicação, como a sua própria
existência se traduz em transmissão e em comunicação. ( Dewey, 1975).

34.1. A Escola como um Laboratório Social


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Dewey via a escola como um espaço de experimentação, onde os alunos deveriam aprender
de forma ativa e colaborativa. Ele propunha um modelo de ensino baseado na investigação e
na participação, em que o aluno fosse um agente ativo na construção do conhecimento.
(Reale &Antiseri, 2006, p.122).

3.4.2. Educação e Democracia


Para Dewey, a educação era fundamental para a manutenção da democracia. Ele acreditava
que uma sociedade democrática precisava de cidadãos críticos, capazes de refletir e tomar
decisões informadas. Por isso, defendia uma educação que incentivasse o pensamento
independente e a participação social. (Reale &Antiseri, 2006, p.122).
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Conclusão
Em conclusão, o idealismo, o materialismo e o pragmatismo oferecem perspectivas distintas
sobre o papel da educação na formação do indivíduo e na transformação da sociedade. O
idealismo foca no desenvolvimento moral e intelectual, o materialismo prioriza a mudança
social e as condições materiais, e o pragmatismo valoriza a experiência prática e a resolução
de problemas. Cada uma dessas correntes filosóficas contribui de maneira única para a forma
como os sistemas educacionais são estruturados e como o ensino pode influenciar tanto o
desenvolvimento pessoal quanto o social. A integração desses enfoques pode, portanto,
enriquecer a prática educativa, proporcionando uma abordagem mais eficaz para o
aprendizado, como abordagens que se prescreve em sublinhar em teorias de de filosofia de
educação.
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Referência Bibliografia
Abbagnano, Niccolà. (2007) Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes.

Aranha, M. L. A. (2008) História da educação e da pedagogia: geral e Brasil. São Paulo:


Moderna.p.67.

G. Reale, D. Antiseri, (2006) Historia da filosofia, 6: de Nietzsche a Escola de Frankfurt.o


Paulo.p.100.

Dewey, John D: (2001) a utopia democrática. Rio de Janeiro: DP&A.

Dewey, John.(1979) Democracia e educação: introdução à filosofia da educação. Trad. De


Godofredo Rangel e Anísio Teixeira. 4. ed. São Paulo: Nacional.

______. Vida e educação. 9. ed. São Paulo: Melhoramentos, [Link] Morente, Manuel.
(1980) Fundamentos de filosofia: lições preliminares. São Paulo.

Frigotto, G. (1984)A produtividade da escola improdutiva. São Paulo: Cortez, 1984.


______________ Educação e a crise do capitalismo real. São Paulo: Cortez, 1995.
______________ O enfoque da dialética materialista histórica na pesquisa educacional. In:

Medeiros, Liziany Müller Janisse Viero, (2018)educação do campo filosofia da educação 1ª


Edição, Universidade Federal de Santa Maria.p.100.

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