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Armamento: Revólver Cal. 38 e Escopeta 12

Este documento fornece informações sobre as armas de fogo regulamentares para vigilantes de segurança no México, o revólver calibre 38 e a espingarda de repetição calibre 12. Explica as características e partes de um revólver calibre 38, como carregá-lo, dispará-lo e conservá-lo. Também descreve as forças que atuam sobre um projétil ao ser disparado e define a trajetória de um projétil.

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Armamento: Revólver Cal. 38 e Escopeta 12

Este documento fornece informações sobre as armas de fogo regulamentares para vigilantes de segurança no México, o revólver calibre 38 e a espingarda de repetição calibre 12. Explica as características e partes de um revólver calibre 38, como carregá-lo, dispará-lo e conservá-lo. Também descreve as forças que atuam sobre um projétil ao ser disparado e define a trajetória de um projétil.

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ARMAMENTO
Autor Externo
sábado, 12 de abril de 2008

ARMAMENTO: O REVÓLVER CAL. 38 E A ESPINGARDA DE CALIBRE 12


AS ARMAS DE FOGO REGULAMENTARES DO VIGILANTE DE SEGURANÇA SÃO O REVÓLVER CALIBRE 38
DE 4" E A ESCOPETA DE REPETIÇÃO DO 12.
ELEMENTOS DE PUNTERÍA
TAMBOR

CROQUIS A MÃO ALZADA


NOMES DAS PEÇAS, DO DESPEÇO TOTAL DO REVÓLVER CALIBRE 38 m.m., 4 POLGADAS.1.-
ARMAZÓN
EXTRATOR
BARRA DO EXTRACTOR
LA AGUJA PERCUTORA14.-BULON DE CIERRE15.-MUELLE DEL BULON DE CIERRE16.-PASADOR DEL BULON
DE CIERRE17.-PASADOR DO CANHÃO18.-PASADOR DA AGULHA PERCUSSORA19.-MOLA DA BIELA DO
CILINDRO
DA GUIDA
DEL LEVANTE29.-LEVANTE30.-PASADOR DEL LEVANTE31.-DISPARADOR32.-BIELA DEL DISPARADOR33.-
PASADOR DA BIELA DO DISPARADOR34.-BIELA DO CILINDRO35.-VARILLA DA MOLAS DO
PERCUTOR
SUPERIOR DE FIXAÇÃO DA TAMPA 40.- PARAFUSO DIREITO DE FIXAÇÃO DA TAMPA 41.- PARAFUSO INFERIOR
DE FIXAÇÃO DA TAMPA42.-PARAFUSO ESQUERDO DE FIXAÇÃO DA TAMPA43.-CAVA DIREITA44.-CAVA
IZQUIERDA45.-TORNILLO DE SUJECIÓN DE CACHAS46.-PASADOR DEL SEGURO47.-SEGURO
PROGRAMA DAS PROVAS DE SUFICIÊNCIA PARA VIGILANTES DE SEGURANÇA, NO QUE DIZ RESPEITO A
CONHECIMENTO EM CONSERVAÇÃO, MANUTENÇÃO E MANEJO DAS ARMAS QUE DEVEM PORTAR EM
O SERVIÇO.
REVÓLVER 38 m.m1
pouco peso e tamanho reduzido com a possibilidade de optar por canhões de 2, 4 e 6 polegadas para cada modelo. Arma
adaptável tanto para a defesa pessoal quanto para o equipamento de forças policiais ou organismos semelhantes, devido à sua eficácia em
o emprego a curta distância e a eliminação de rebotes em locais fechados e sua potência resolutiva no emprego. Ao ser um
arma de dupla ação basta a pressão sobre o gatilho para que ocorra o disparo, com a vantagem que em caso de
um falho na munição é possível efetuar o disparo com outro cartucho sem necessidade de extrair o que falhou,
bastando para isso voltar a pressionar o gatilho. Normalmente, os revólveres atuais vêm equipados com um anel
regulador que permite graduar a pressão do percussor, assim como o cilindro é de deslocamento lateral com seu extrator
simultâneo para expulsar as cápsulas.2*.- CARACTERS.- Da grande variedade de revólveres que existem no
mercado, a maioria conserva as mesmas características, exceto pela preocupação com diversas causas comerciais na
pesquisa de materiais mais leves e igualmente para sua construção, conseguindo assim maior qualidade em sua fabricação
y acabado. No obstante podemos apreciar diferencias em relação a:- Seu design; Particular para cada revólver.- O tipo de
munição a empregar; Existindo basicamente três tipos diferentes atendendo à comprimento do cartucho que vai ser
introduzido no tambor, denominando-se em ordem crescente "38" - "38 Especial" ou "38 Largo" e "357 Mágnum".
sistema de percussão. Pode ser de percussão direta onde o martelo atinge diretamente a cápsula iniciadora
a percussão indireta, onde o martelo golpeia uma agulha percutora, incidindo esta última sobre a cápsula do
cartucho.3*-DESCRIÇÃO DA ARMA. Atendendo à figura n*1, exteriormente podemos observar as partes
seguinte: 1.-Elementos de pontaria. 2.-Tambor. 3.-Martelo. 4.-Trava para liberar e DESCERROJAR o tambor. 5.-
Cachas
MECANISMOS.4.1.-ALIMENTAR E CARREGAR A ARMA.-Com a arma apontando para o chão, pressiona-se para
delante do fecho que leva a estrutura do lado esquerdo, assim liberamos o tambor, sendo suficiente inclinar o
arma para fazer o cilindro oscilar que cairá sobre o lado esquerdo. Com o tambor livre, serão introduzidos
cartucho por cartucho em seu interior até completar os seis disparos, posteriormente bastará pressionar o tambor para
a direita para que com um pequeno giro se encaixe em seu alojamento. 4.2.-DISPARAR.-O disparo em um revólver pode ser
conseguir de duas maneiras diferentes; dependendo se queremos obter a máxima rapidez na execução do tiro
para a qual empregaremos a dupla ação simples. EM DUPLA AÇÃO: Para o qual, estando o martelo do revólver abaixado,
faz-se pressão sobre o gatilho levando-o para trás. Isso fará com que o martelo se levante e o cilindro gire
até colocar um cartucho na posição de percussão, enfrentando a cápsula iniciadora ao orifício da agulha percutora. Ao
continuar a pressão até o final do curso do gatilho, o martelo é liberado e cai realizando a percussão no
cartucho, produzindo o disparo. Pressionando da mesma forma sobre o gatilho conseguiremos um novo disparo.
AÇÃO SIMPLES: Para isso, é necessário levar o martelo à sua posição mais recuada, onde permanecerá imóvel até
que pressionamos o gatilho, os elementos de mira da arma se alinham com o alvo e aplicamos pressão
sobre o disparador de maneira que este seja uniforme e suave, procurando que no momento do disparo a alinhamento
dos elementos de puntería sofram a mínima variação possível. 4.3.-EXPULSÃO DE VAINAS.-Uma vez efetuados os
disparos necessários, para extrair as cápsulas se pressiona sobre a trava para abrir o tambor, uma vez liberado se
dirija o revólver para cima e pressione a barra do extrator até o fundo, ao realizar esta ação as cápsulas são
empurradas e cairão por seu próprio peso. 5*.-CONSERVAÇÃO DA ARMA.- Para obter um bom funcionamento do
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É importante usar a munição apropriada proveniente de fábricas. Não é aconselhável utilizar munição recarregada que possa
emplomar o cano do revólver, tampando até mesmo a arma, nem também munição de comprimento diferente, pois embora o '357
"Mágnum" pode disparar munição "38" e "38 Especial". A arma se vê prejudicada em grande medida. É necessário
igualmente limpar o cano e as câmaras depois de disparar, para isso serão utilizadas as baqueletas que se
suministram com a arma fornecida com um pano embebido em óleo. Uma vez limpo o cano e as câmaras, é necessário
eliminar o solvente. Caso observe que o cano ficou chumbado, pode-se usar um cabo com cerdas de
cobre o aço, logo após terminar o tiro, se o chumbo estiver há tempo no cano, então o melhor é limpá-lo com
mercúrio, tampando um dos orifícios do canhão com o dedo, pelo outro se introduz o mercúrio, agita-se uns
Momentos e se retira. É possível recuperar o mercúrio se ao retirá-lo tivermos o cuidado de separá-lo do chumbo. Cada
três meses é aconselhável verter algumas gotas de óleo pela abertura que existe entre o percutor e o arcabouço para
que os mecanismos internos do revólver fiquem suficientemente lubrificados.A munição também requer sua atenção,
procurando trocar mensalmente a do tambor uma vez que, ao estar na arma, pode se deteriorar, assim como a munição em
o depósito deve estar ligeiramente engordurado. Por último, guarde sempre o revólver ligeiramente engordurado em lugar
seco.6.- MEDIDAS DE SEGURANÇA.- Toda arma de fogo deve ser manuseada com cuidado para evitar acidentes, mas
nunca com medo, pois deve ser um de nossos instrumentos de trabalho. O conhecimento do armamento nos dará
segurança em todos os momentos, eliminando o medo em seu manuseio. Para isso, é necessário que as normas que são expostas
a continuación sejam seguidas até que tenha se tornado um hábito. 1*- Manuseie a arma como se estivesse carregada
e limpa para disparar. 2*- Quando pegar uma arma ou ela for entregue a você, acostume-se sempre a verificar se está
cargada.3*- Embora saiba que está descarregada, nunca apontar a arma para pessoas ou objetos, a melhor maneira de
verificar o disparo é sempre apontar para o chão.4*- Não apertar o gatilho sem necessidade.5*- Certificar-se de que o cano
O revólver está livre de obstruções antes de fazer um disparo. 6*- Evitar disparar contra superfícies planas e duras ou
contra a água, uma vez que o projétil pode adquirir uma trajetória inesperada. - Descarregue a arma quando não estiver em
uso.
TEMA 2*1.- FENÔMENO DO TIRO: FORÇAS QUE AGEM SOBRE O PROJETIL. Ao apertar o gatilho, o
o percutor é impulsionado para frente, golpeando bruscamente o fulminante, comunicando fogo à carga de pólvora.
produzindo gases.A POTENTE PRESSÃO DOS GASES SE TRADUZ EM OS SEGUINTES EFEITOS:a).-
Retrocesso da arma ou impacto no ombro. b) Saída do projétil. AS FORÇAS QUE IMPULSIONAM A BALA SÃO AS
De projeção: A força dos gases que a faz avançar.
anima, para facilitar sua penetração nas camadas de ar. AS FORÇAS QUE FREIAM A BALA SÃO AS
SIGUIENTES:a).-Resistencia del aire, que opone al avance.b).-Gravedad de la tierra, que atrae a la bala o proyectil
hacia o chão pelo seu peso. 2.-DEFINIÇÃO DE TRAJETÓRIA. É a linha imaginária descrita pelo centro de gravidade do
projetil durante seu percurso no ar. 3.-DEFINIÇÃO DE ALCANCE HORIZONTAL. Denomina-se assim a distância
desde a origem até o ponto de queda. 4.-LINHA DE TIRO. É a prolongação do eixo da arma disposta para o disparo. 5.-
LINHA DE MIRA. É a visual determinada pelos dois pontos correspondentes dos elementos de mira da arma. 6.-
DEFINIÇÃO DA DISPERSÃO. É o fenômeno pelo qual se espalham em uma certa superfície da meta os
impactos produzidos pelos projéteis disparados em condições iguais. 7.-DEFINIÇÃO DE AGRUPAMENTO. É
o conjunto de impactos obtidos em um alvo com uma arma que dispare contra ele com os mesmos dados de tiro. A
Uma maneira de conseguir um bom agrupamento consiste em mirar sempre e corretamente no mesmo lugar. AS CAUSAS
PRINCIPAIS DE UM MAU AGRUPAMENTO PODE SER AS SEGUINTES: a).- Dar sacudidas com o ombro ou
fortes puxões com o dedo ou fechar os olhos ao disparar. b).- Não apontar sempre para o mesmo lugar. c).- Prestar pouca atenção
durante la realización del ejercicio.8.-PUNTO DE CAÍ[Link] donde la trayectoria coincide con el suelo.9.-VELOCIDAD
É a velocidade do projétil na sua saída do cano.
projetil em um determinado momento de sua trajetória. 11.- VELOCIDADE REMANESCENTE DE QUEDA. É a que tem o
projétil precisamente no ponto de queda. 12.-VELOCIDADE REMANESCENTE DE CHEGADA. É a que o projétil tem em
o ponto onde acontece o impacto.
Se diz que uma arma está alimentada quando seu depósito contém alguma
[Link]: Diz-se que uma arma está carregada quando possui algum cartucho na câmara.
Consiste em levar rapidamente a linha de mira ao ponto concreto do alvo que se deseja atingir. DISPARAR: É a
operação que consiste em pressionar o dedo sobre o gatilho para disparar, será realizada em dois tempos que
vêm marcados pelo disparador: no final do primeiro será feita uma longa inspiração. No segundo, se conterá a
respiração, a pontaria será aperfeiçoada e continuaremos pressionando até que o disparo nos surpreenda. PONTARIA: A
puntería compreende os seguintes exercícios: 1*.- Tomar a linha de mira. 2*.- Levar a linha de mira ao alvo. 3*.-
Verificação da regularidade das pontarias.1*.- Tomar a linha de mira consiste em conseguir a visual que parte do olho
do atirador, passe precisamente pelo ponto médio da base imaginária da entalhe do arza e pela cúspide do
ponto de mira.2*.- Levar a linha de mira ao alvo consiste em mover a arma até conseguir que o alvo coincida com
o vértice ou cúspide do ponto de mira sem ter variado a posição relativa do olho, altura e ponto de mira, obtida ao
tomar a linha de mira.4*.- Verificação da regularidade das pontuações, tem como objetivo reiterar os exercícios
anteriores sobre a fundamental ação de apontar e poder conhecer os erros que sejam cometidos.
TEMA 4*TIRO INSTINTIVO:1.-TIRO DE CAÇA ARMA LONGA: Consiste em encarar a arma com toda rapidez sem
detener-se para materializar a linha de mira (ao estilo caçador) e disparar o mais rápido possível. Este sistema, claro, é difícil
para aqueles que têm os braços curtos, os quais devem renunciar a ele desde o primeiro momento, se portam um
FUSA.2.-TIRO COM PISTOLA:2.1.-GENERALIDADES: Supõe-se que a arma esteja fora do coldre e empunhada
perfeitamente (não há necessidade de imitar os pistoleiros do oeste americano).- Será adotada a guarda baixa que consiste em
manter o corpo ligeiramente inclinado para a frente, mas equilibrado, as pernas um pouco flexionadas pelo joelho e os
pés separados e "parafusados" ao chão.-Serão adotados de frente para o alvo e será adotada uma atitude agressiva.-O braço direito
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estendido e rígido, inclinado cerca de 45* em relação ao chão, para impedir que um tiro acidental possa incidir com o
suelo a menos de 1o5 m. do tirador.-Os olhos não se separarão do alvo a partir deste momento.-O regulamentar é
manter a arma na altura da cabeça apontando para cima, esta forma que chamaremos de "guarda alta" pode ser
utilizar nos primeiros momentos até que os atiradores demonstrem a perícia indispensável; e sempre antes de
ocupar seu lugar na linha de tiro, por simples prudência. 2.2.- ENCARAR A ARMA E DISPARAR.- Partindo da
posição inicial (guarda baixa) eleva-se o braço em um movimento rápido até encarar a arma (como se se apontasse com
o dedo indicador).-A parada do braço deve ser bem marcada e seca; olhar no alvo e não na arma.-No mesmo
momento em que o braço se detém (e não antes), ocorrem dois disparos seguidos na maior cadência possível: IPA-
PAFI.-Imediatamente depois, o braço é baixado novamente com a mesma energia e rapidez, para adotar novamente a
posição inicial (guarda baixa).-Tudo isso sem deixar de olhar para o alvo, que deve ser como uma obsessão.-Existem outros
sistemas de encarar a arma e consiste em elevar ao mesmo tempo os dois braços, com o qual se aumenta em certo
modo o equilíbrio durante o movimento e ao mesmo tempo conta-se com uma referência para melhorar a orientação do
arma em direção e altura. (Na prática, os resultados são contraditórios; uns sim, outros não).
Fonte de notícia [Link]

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