MVR
MVR.
Juan Francisco Hernández Asprilla.
Universidade Cooperativa da Colômbia.
Juan Francisco Hernández Asprilla.
Psicologia.
A Correspondência Relacionada a este Trabalho Deve Ser Dirigida a: Campus de
Bucaramanga–Calle 30 No. 33–51.
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INTRODUÇÃO
No presente trabalho será evidenciada a introspecção na análise do teste MVR com a
finalidade de uma maior compreensão e entendimento da memória do indivíduo a ser tratado, neste
caso se mostrará sob uma predileção majoritariamente pessoal.
Nome do teste: MVR. Memória visual de rostos.
N. Seisdedos
2002
Descrição do teste a ser realizado:
O presente teste destina-se a avaliar a memória de rostos e os dados associados a
eles (nome e sobrenome, profissão e local de trabalho), na crença de que o construto
subjacente é exigido em muitas atividades profissionais (como, por exemplo, subalternos,
conserjes, pessoal de segurança, visitantes médicos, vendedores e policiais), que têm relação
com pessoal.
O MVR demonstrou ser um teste eficaz, breve e bem aceito em processos de seleção de
pessoal, está desenhada com o fim de avaliar a memória a médio prazo. Trata-se de uma variável ou
conjunto altitudinal que, por su posição elevada ou geral em uma estrutura piramidal de la
conduta, podem ter aplicação em comportamentos muito diferentes.
Resultados de prova
Dentro das marcas encontradas nos quadros de acertos (A) existem estipulados 7 pontos
acertados, por outro lado, existindo como parte contrária 13 desacertos denominados erros
(E). Nesse sentido, a pontuação direta foi obtida subtraindo o número de acertos (A)
menos o número de erros (E) dividido em 3, nos dando como resultado um PD (pontuação direta)
de 3, devido ao anterior existe a necessidade de decifrar tanto o centil quanto a pontuação 'S'
e para isso, uma vez obtida a pontuação direta (PD=A-(E/3)), ingressamos na tabela de
baremos da amostra de tipificação pela coluna central (do sexo do indivíduo ou da reunião
de ambos V+M) para encontrar um valor direto, encontrando nessa mesma altura uma
puntuación centil de 4 e a pontuação 'S' de 15.
Análise dos resultados:
A existência de fatores externos pode determinar em certas circunstâncias a atenção e a
concentração de certos indivíduos, neste caso podemos observar que existe certo desnivel em
quanto à pontuação típica e/ou também denominada média e o resultado entregue na
teste a tratar, isto querendo dizer em alguns casos que a memória a médio prazo do
indivíduo estudado mostra certa desvio comum em direção a uma instância inferior ou em outras
palavras que denotam certa deficiência na hora de reclamar lembranças que tenham sido
variavelmente medidos por um tempo de intervalo (cerca de 10 minutos) entre a apresentação
do estímulo (lembrança) e a interpretação do analisado diante disso. Sob esses pontos
anteriormente remarcados se poderia estipular que o teste aplicado tem diferentes variáveis que
podem mudar ou decretar o porquê de certos resultados inferiores ou não, no caso a
chegar à conclusão lógica de que não existe uma real deficiência em relação à memória
refere, se não uma distração por parte do estudado na hora de apresentar e responder as
testes.
Evidência de prova e formulário de respostas:
Conclusão
Pode-se concluir com uma ideia ampla a respeito das ensinamentos dados pelo respectivo teste que nos abre as
portas a um mundo de ideias distintas e maiores devido à aplicação e entendimento do teste na hora
de avaliá-lo, dando-nos pelo menos o pensamento crítico de como certas novidades se apresentam
testes.