REGULAMENTO
INTERNO DE
TRABALHO
Regulamento Interno de Trabalho da Talma Serviços Aeroportuários S.A.
APRESENTAÇÃO
É objetivo da TALMA SERVIÇOS AEROPORTUÁRIOS S.A. que todos os nossos
trabalhadores tenham pleno conhecimento de seus direitos, deveres e obrigações para de
esse modo garantir que as atividades na empresa se desenvolvam de maneira adequada.
Por essa razão, elaboramos o presente Regimento Interno de Trabalho, para que todos
nossos trabalhadores conheçam e possam cumprir suas tarefas de forma eficiente e
satisfatória, procurando propiciar um ambiente de camaradagem para a empresa, sua
pessoal, clientes e público em geral.
Por outro lado, com a nova normativa sobre Teletrabalho, incorporamos
o presente Regulamento os direitos e obrigações que se enquadram nesta modalidade
de trabalho.
Confiamos que este é um passo positivo para alcançar os objetivos que nos propusemos
proposto, em benefício da Talma e, em particular, de todos os trabalhadores.
Callao, 16 de maio de 2023
Elí Rubén Flores Felipe
Representante Legal
2
TABELA DE CONTEÚDO
INTRODUÇÃO .................................................................................................. 4
DISPOSIÇÕES GERAISS ................................................................................ 6
CAPÍTULO I: FOMENTO E MANUTENÇÃO DA ARMONIAA ..................................... 7
CAPÍTULO II: ADMISSÃO E INGRESSE DOS TRABALHADORES................................... 8
CAPÍTULO III: DA INDUÇÃO E DA CAPACITAÇÃO ...........................................10
CAPÍTULO IV: AS JORNADAS E HORÁRIOS DE TRABALHO ........................................11
NORMAS DO CONTROLE DE ASSIDUIDADE AO TRABALHOO ..........................13
CAPÍTULO VI: NORMAS DE PERMANÊNCIA NO CARGO (PERMISSÕES, LICENÇAS E
INASISTÊNCIAS) ................................................................................................14
CAPÍTULO VII: MODALIDADE DOS DESCONTOS SEMANAIS.................................20
CAPÍTULO VIII: VACACIONES
CAPÍTULO IX: DAS REMUNERAÇÕES .............................................................21
CAPÍTULO X: DIREITOS E OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR ...................................22
CAPÍTULO XI: DIREITOS E OBRIGAÇÕES DOS TRABALHADORES .......................24
CAPÍTULO XII: MEDIDAS DISCIPLINARIAS
CAPÍTULO XIII: ATENÇÃO DOS ASSUNTOS TRABALHISTAS E A TRAMITAÇÃO DOS
MESMOS ............................................................................................................38
CAPÍTULO XIV: DA PROTEÇÃO INTEGRAL, HIGIENE, SAÚDE E SEGURANÇA ........38
CAPÍTULO XV: ATENÇÃO DE SINISTROS E EMERGÊNCIAS ....................................40
CAPÍTULO XVI: MECANISMOS DE PROTEÇÃO E PREVENÇÃO RELACIONADOS COM O VIH
E AIDS…..…………………………………………………………………………………………………………………………..41
CAPÍTULO XVII: MECANISMOS DE PREVENÇÃO E CONTROLE DA TRANSMISSÃO DE
TUBERCULOSE E TRATAMENTO DOS TRABALHADORES AFETADOSS .....................45
CAPÍTULO XVIII: DOS DIREITOS DO TRABALHADOR COM DEFICIÊNCIAD ............47
CAPÍTULO IX: MEDIDAS DE PROTEÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA OS ATOS DE
HOSTIGAMENTO SEXUAL..……….....47
CAPÍTULO XX: DAS CONDIÇÕES PARA O USO DO LACTÁRIO IMPLEMENTADO EM
O CENTRO DE TRABALHO .....................................................................................49
CAPÍTULO XXI: DA PROIBIÇÃO DO CONSUMO DE TABACO E OS MECANISMOS
PARA DENUNCIAR A QUEM FUMAR EM LUGARES PROIBIDOS.............................50
CAPÍTULO XXII: DO MANUAL DO MODELO DE PREVENÇÃO……………………………………51
CAPÍTULO XXIII: DOS ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS E RESPONSABILIDADE
SOCIAL
CAPÍTULO XXIV: DAS CONDIÇÕES DE BEM-ESTARR ..........................................52
CAPÍTULO XXV: DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS AO TELETRABALHO……………………….53
CAPÍTULO XXVI: DISPOSIÇÕES FINAIS............................................................57
3
INTRODUÇÃO
FINALIDADE
O presente Regulamento Interno de Trabalho contém as normas básicas que regulam os
direitos e deveres dos trabalhadores da TALMA SERVIÇOS AEROPORTUÁRIOS S.A.
(daqui em diante, "TALMA" ou "A EMPRESA"), em sua relação laboral com A EMPRESA, com a
finalidade de garantir condições de trabalho justas e equitativas que assegurem de uma
parte a realização plena do trabalhador em harmonia com os fins DA EMPRESA, e de
a outra parte, um alto índice de eficiência.
Este Regulamento Interno de Trabalho contém as normas internas de cumprimento
obrigatório que regulam as relações de trabalho entre A EMPRESA e seus trabalhadores,
tendo como objetivos prioritários:
a) Regular aqueles aspectos particulares das relações internas, que por sua
natureza específica não foram objeto de pronunciamento nas disposições
legislação vigente.
b) Complementar as matérias que, tendo sido objeto de pronunciação legal por
as disposições laborais foram deixadas em seus aspectos de detalhe para que se
regulem particularmente.
c) Fomentar a convivência laboral em harmonia e satisfação, com base na justiça, ao
respeito individual e coletivo pelos direitos e dignidade de todas as pessoas e ao
cumprimento por todos os obrigados das disposições que normas as atividades
laborais.
d) Propiciar o interesse e empenho em maior produtividade e mais alta competitividade, como
caminho imprescindível para a obtenção de resultados ótimos e, consequentemente,
melhorar o nível de bem-estar e de satisfação das necessidades de todas as partes
que contribuem para a realização dos objetivos empresariais.
e) Desenvolver uma atitude de abertura de modo que cada um de seus trabalhadores
tem o direito de ser ouvido, buscando a solução de qualquer diferendo através
dos canais estabelecidos na EMPRESA.
BASE LEGAL
a) Constituição Política do Peru.
b) TUO da Lei de Produtividade e Competitividade Laboral (D.S. N° 003-97-TR) e sua
regulamento (D.S. Nº 001-96-TR).
c) TUO da Lei de Fomento ao Emprego (D.S. N°002-97-TR).
d) Lei de Descansos Remunerados (Decreto Legislativo N° 713) e seu regulamento (D.S.
N°012-92-TR). Decreto Legislativo N° 1405 que modifica a Lei dos Descansos
Remunerados e seu regulamento.
e) TUO da Lei de Jornada de Trabalho, Horário e Trabalho em Sobreaviso (D.S. N°
007-2002-TR) e seu Regulamento (D.S. N° 008-2002-TR).
f) Disposições sobre o Registro de Controle de Presença e de Saída no Regime
Laboral da atividade privada (D.S. N° 004-2006-TR).
g) D.S. N° 039-91-TR, que estabelece a obrigação de ter um Regulamento Interno
de Trabalho.
h) Lei de Prevenção e Sanção do Assédio Sexual (Lei N° 27942) e sua
Regulamento (D.S. N° 014-2019-MIMP). Decreto Legislativo N° 1410 que modifica a
Lei de Prevenção e Sanção do Assédio Sexual.
i) Resolução Ministerial N° 376-2008-TR; Medidas Nacionais frente ao HIV e AIDS em
o lugar de trabalho.
j) Lei geral para a prevenção e controle dos riscos do consumo de tabaco (Lei
N° 28705) e seu Regulamento (Decreto Supremo N° 015-2008-SA).
4
k) Decreto Supremo que desenvolve a Lei N° 29896 - Lei que estabelece a
implementação de lactários nas instituições do setor público e do setor privado
promovendo a amamentação (Decreto Supremo N° 001-2016-MIMP).
l) Lei de prevenção e controle da tuberculose (Lei N° 30287) e seu Regulamento
(Decreto Supremo N° 021-2016-SA).
m) Lei de proteção de dados pessoais (Lei N° 29733) e seu Regulamento (Decreto
Supremo N° 003-2013-JUS
n) Lei de Segurança e Saúde no Trabalho (Lei N° 29783) e seu Regulamento (Decreto
Supremo N° 005-2012-TR).
o) Lei que proíbe a discriminação remuneratória entre homens e mulheres (Lei N°
30709) e seu Regulamento (Decreto Supremo N° 002-2018-TR).
p) Lei Geral da Pessoa com Deficiência (Lei N° 29973) e seu Regulamento (Decreto
Supremo N° 002-2014-MIMP)
q) Lei do Teletrabalho (Lei N° 31572) e seu Regulamento (Decreto Supremo N° 002-2023-
TR)
ALCANCE
Este regulamento é de cumprimento obrigatório para A EMPRESA e todos os seus
trabalhadores e teletrabalhadores. Entende-se por trabalhador todo o pessoal
dependente do serviço da EMPRESA, qualquer que seja sua categoria e seu local de
trabalho. Nesse sentido, o presente documento constitui um conjunto de normas de
caráter complementar em relação à legislação trabalhista.
As disposições estabelecidas neste Regulamento são de caráter genérico e, em
consequência, enumerativas, mas não limitativas e não exoneram os trabalhadores do
cumprimento das disposições legais vigentes e das demais disposições internas
que A EMPRESA estabelece para seu adequado funcionamento, no uso do poder diretivo
que lhe compete.
PRINCÍPIOS
Nossa Missão: Oferecer serviços aeroportuários com uma proposta de valor integral
baseada na excelência operacional, na eficiência e na segurança exigida tanto por
nossos clientes assim como nossos colaboradores.
Ser reconhecidos na América Latina por liderar o mercado de serviços
aeroportuários graças aos nossos altos padrões de segurança, qualidade e excelência
operacional.
Somos uma empresa em constante evolução, estamos sempre em busca
de implementar novas tecnologias, processos e certificações que contribuam para
posicionar-nos como uma das empresas líderes em seu campo na América Latina,
baseando-nos na seguinte Estratégia "Alavancas de Valor":
Excelência Operacional.
[Link] do Mercado.
3. Manutenção do Modelo.
[Link]ão.
[Link] Práticas na Gestão.
[Link]ão Integral de Riscos e Fortalecimento do Sistema Anticorrupção.
Nossos Valores Corporativos:
Integridade.
Responsabilidade.
Vocação de Serviço.
Competitividade.
Nossas Competências Corporativas:
Autodesenvolvimento.
5
Resiliência.
Empurre para obter resultados.
Enfoque no cliente.
Gera Confiança.
DISPOSIÇÕES GERAIS
Artigo 1º O presente Regulamento Interno de Trabalho (doravante, o
O "Regulamento" tem como propósito fundamental que os trabalhadores, sem distinção
alguma, tenham conhecimento de seus direitos e obrigações no âmbito da relação
laboral para harmonizar as relações laborais existentes entre todos os trabalhadores de
A EMPRESA, fomentar o trabalho em equipe, a produtividade da EMPRESA, a
prestação mais eficiente do serviço a seus clientes e, por conseguinte, o bem-estar de
seus trabalhadores.
Artigo 2º O presente Regulamento é emitido ao abrigo do estabelecido no Decreto
Supremo N° 039-91-TR, e demais normas aplicáveis, e regula os direitos e obrigações
que correspondem tanto à EMPRESA como aos seus trabalhadores em cumprimento de seus
prestiações respectivas, no âmbito da relação de trabalho, independentemente
da localização do centro de trabalho, dos cargos, categorias ou graus hierárquicos de
cada trabalhador da EMPRESA.
Os trabalhadores da EMPRESA estão compreendidos no regime laboral de
a atividade privada, portanto, seus direitos e obrigações em matéria laboral, de higiene
e segurança no trabalho estão regulados pela legislação trabalhista peruana aplicável a
dicho regime, e pelas disposições do presente Regulamento. Assim sendo, dado que A
A EMPRESA desenvolve atividades em um setor particular e altamente regulamentado, os
os trabalhadores também deverão se submeter à regulamentação aeronáutica que impacta nas
atividades da EMPRESA.
As normas contidas no presente Regulamento não implicam restrição à faculdade
diretriz da EMPRESA para organizar suas atividades, fiscalizar o cumprimento do
trabalho e aplicar as sanções correspondentes. Tais normas também não deixam de
efeito das obrigações específicas de cada trabalhador derivadas do cargo que desempenha
e servem, além disso, como norma em tudo aquilo que não estiver estabelecido nos
contratos individuais de trabalho, sejam prestados de forma temporária ou permanente.
Artigo 3º O presente Regulamento é um instrumento normativo que pode ser
modificado parcial ou totalmente a critério DA EMPRESA em harmonia com as normas
legais, quando assim for necessário com a finalidade de otimizar o funcionamento e o
desenvolvimento DA EMPRESA.
As modificações que forem feitas a este Regulamento serão comunicadas
dos trabalhadores, depois que as mesmas sejam aprovadas pela Autoridade Administrativa
de Trabalho, seguindo o procedimento legal.
Artigo 4º É obrigação dos trabalhadores conhecer o conteúdo do presente
Regulamento, para o qual A EMPRESA se obliga a fornecer no início da relação
laboral um exemplar a todo o pessoal, cuja recepção será feita com cargo assinado, o
mesmo que atuará no dossiê pessoal correspondente.
Artigo 5º O desconhecimento por parte dos trabalhadores em relação ao conteúdo e
os alcances do Regulamento não o isentam de seu cumprimento, uma vez que as normas aqui
os conteúdos são de caráter obrigatório e o trabalhador é obrigado a conhecê-los.
Regulamento, integralmente, desde o momento em que lhe é entregue. Os
trabalhadores ficam obrigados a contar sempre com um exemplar do Regulamento e, em
6
em caso de extravio, é de sua inteira responsabilidade solicitar a entrega de um novo
ejemplar, o mesmo que será concedido de forma imediata pela EMPRESA.
Artigo 6º O conteúdo do Regulamento é aplicável a todo o pessoal que
mantenha relação laboral com A EMPRESA, indistintamente da modalidade de contrato
que mantenha com A EMPRESA, pelo que A EMPRESA e seus trabalhadores, estão
obrigados ao seu estrito cumprimento, em observância do marco legal aplicável ao regime
laboral da atividade privada.
Artigo 7º É responsabilidade da EMPRESA, através da Gerência de Recursos
Humanos, velar pelo cumprimento do Regulamento, em concordância com as políticas
estabelecidas pela EMPRESA.
Artigo 8º Todas e cada uma das normas contidas no presente Regulamento
têm caráter enunciativo, mas não limitativo. Em consequência, as situações não
contempladas neste serão resolvidas pela EMPRESA no uso de sua faculdade de direção
e de acordo com o que as disposições legais vigentes estabelecerem.
CAPÍTULO I: FOMENTO E MANUTENÇÃO DA HARMONIA
Artigo 9º A manutenção da harmonia no local de trabalho é responsabilidade de
todos os que prestam serviços na EMPRESA e se baseia no respeito mútuo e na
reconhecimento dos direitos dos outros e o cumprimento de suas próprias
obrigações.
Artigo 10º Cada chefe imediato se constitui no primeiro chefe de pessoal perante
seus subordinados, tendo a responsabilidade direta de preservar a harmonia em sua área
designada e incentivar em seu pessoal a dedicação, integração, identificação
institucional, atitude positiva e espírito de superação.
Artigo 11º A EMPRESA fomenta a manutenção da harmonia laboral, a
através da organização contínua de eventos de lazer e recreação para seus
trabalhadores e suas famílias.
Artigo 12º A EMPRESA requer disciplina por parte de seus trabalhadores.
esforço e dedicação ao trabalho. A EMPRESA fomenta a manutenção das boas
relações, harmonia entre seus trabalhadores e esta, através do correto exercício do
direitos e deveres que o presente Regulamento e as leis indicam, assim como a
observância e exigência de mútuo respeito e boa-fé. A fim de manter a harmonia
laboral, A EMPRESA terá em conta as sugestões que os trabalhadores possam
efetuar sobre a organização e o desenvolvimento de suas atividades. Essas sugestões serão
avaliadas e assim que sejam consideradas convenientes serão assumidas pela EMPRESA.
Artigo 13º Todo trabalhador tem o direito de apresentar suas reclamações ou
sugestões, de maneira respeitosa, derivadas de sua relação laboral, que considere lesiva
a seus direitos.
Artigo 14º As reclamações ou queixas devem ser feitas à chefia imediata
na qual o trabalhador atua diretamente, as reclamações em primeira instância serão feitas
por escrito e o mais breve possível, devendo dirigir-se ao superior ou chefe imediato.
O superior ou chefe imediato atenderá e resolverá os reclamos de sua competência
derivando os que não o forem à Gerência de Recursos Humanos, a fim de que esta os
atender. Em caso de o trabalhador não estar satisfeito com a resposta obtida, poderá
apelar a decisão por escrito dentro de um prazo máximo de dois (2) dias úteis para a
Gerência de Área como segunda e última instância.
7
Artigo 15º A dependência encarregada da manutenção da harmonia laboral
é a Gerência de Recursos Humanos da EMPRESA. O trabalhador em todos os momentos
tendrá expedito seu direito de recorrer às Autoridades Judiciais ou de Trabalho em caso
o considerei pertinente, no entanto, ao optar por este caminho, fica automaticamente
cancelado qualquer reclamação interna que tenha sido feita na EMPRESA.
Artigo 16º A EMPRESA e seus trabalhadores têm a obrigação de buscar os
mecanismos que resultem mais adequados para a solução de seus conflitos, na busca
da harmonia que deve existir em todo centro de trabalho. Se possível, buscarão
resolver seus conflitos de forma interna e diretamente, antes de recorrer às
autoridades correspondentes.
Artigo 17º Os trabalhadores da EMPRESA devem cumprir com as regras de
convivência de seu respectivo centro de trabalho com o objetivo de promover a harmonia e
respeito mútuo. As regras básicas de convivência nos locais de trabalho de LA
EMPRESA são as seguintes:
a) Não comer durante o horário de trabalho.
b) Não ouvir música durante o horário de trabalho.
c) Não falar ao telefone durante o horário de trabalho, salvo em casos de emergência.
previamente comunicadas à EMPRESA.
d) Respeitar os superiores e colegas de trabalho.
e) Se houver algo que o trabalhador precise dizer a alguém, que o canal de comunicação
se entre ele e essa pessoa.
f) Cumprimentar ao chegar e ao sair do local de trabalho.
g) Manter o espaço do centro de trabalho limpo (por exemplo, uniforme, oficina e
ferramentas).
h) Respeitar o horário de refrigério.
i) Não criar, acreditar ou fomentar rumores
j) Lembrar que no espaço de trabalho o trabalhador não está sozinho, mas que todos os seus
os companheiros estão no local de trabalho para apoiá-lo.
k) Cumprir em tempo e forma cada uma das tarefas atribuídas, evitando assim a perda
de tempo e eficácia no seu trabalho.
l) Cumprir com suas funções e trabalhos atribuídos pelo seu chefe imediato.
Artigo 18º Nenhuma reclamação, pedido ou discordância, seja
individual ou coletiva, que o trabalhador deseje apresentar perante as autoridades competentes
é razão suficiente para abandonar o posto ou ocupação, seção ou escritório. Estas
devem ser formuladas fora do horário de trabalho, exceto em casos muito urgentes, previamente
autorização do chefe respectivo.
CAPÍTULO II: ADMISSÃO E INGRESO DOS TRABALHADORES
Artigo 19º A EMPRESA determina, conforme à lei, a forma de contratação e
as formalidades que deverão ser cumpridas para ingressar a trabalhar na EMPRESA. Em tal
sentido, o processo de convocação, seleção e contratação de trabalhadores em geral
será realizado de acordo com as normas e procedimentos que a EMPRESA determinar
e cabe à Gerência de Recursos Humanos a administração dos respectivos
processos.
Artigo 20º Para a incorporação do pessoal ao serviço da EMPRESA, é
requisito que o candidato cumpra com a apresentação dos documentos previamente
requeridos, aprovar a avaliação que será realizada de acordo com a especialização e
experiência que tenha.
Caso se constate alguma informação ou documento falso, isso será motivo de rejeição.
da solicitação, se ainda fosse postulante, ou da extinção do contrato de trabalho se
adquirira com base em tal informação falsa, vínculo laboral com A EMPRESA,
8
entendendo-se em todo caso que ao alcançar a qualidade de trabalhador, ocultando a falsidade
da documentação ou informação fornecida, continuou incorrendo na falta grave
de fornecer informações falsas ao empregador com a intenção de prejudicá-lo ou
obter vantagem. A extinção do vínculo laboral será feita após o cumprimento das
formalidades de lei, sem prejuízo das demais responsabilidades a que houver lugar.
Artigo 21º A EMPRESA exigirá que os candidatos comprovem sua capacidade
laboral, técnica, especializada ou profissional para o cumprimento pleno das funções
que o exercício do cargo requeira.
Artigo 22º A EMPRESA presumirá como válidos os dados e informações
fornecidos inicialmente pelos trabalhadores até a data em que comunicarem à
Gerência de Recursos Humanos a variação respectiva em relação ao seu domicílio, estado
civil, cargas de família, beneficiários, ou outros que devem ser informados
da EMPRESA. Em consequência, qualquer notificação ao trabalhador será considerada
válida se realizada no último endereço comunicado à EMPRESA, incluindo aqueles
casos em que houve mudança de domicílio, mas não foi comunicada essa situação
à EMPRESA.
Artigo 23º Nenhum candidato ou trabalhador é obrigado a se submeter a
teste de HIV, antes ou durante a relação de trabalho com A EMPRESA. Assim, A
A EMPRESA não exigirá a nenhum de seus trabalhadores que informe sobre sua condição
de portador de VIH ou de paciente de SIDA.
Caso o trabalhador decida voluntariamente informar à EMPRESA, já
seja portador do HIV ou sofra de AIDS, essa informação deve ser mantida
em absoluta e estrita reserva.
Artigo 24º Os trabalhadores devem informar à Gerência de Recursos
Humanos, qual é a AFP do Sistema Privado de Pensões à qual você está afiliado?
o se encontra incorporado ao Sistema Nacional de Pensões (SNP). Se o trabalhador
não estivesse afiliado a nenhum sistema previdenciário, A EMPRESA procederá de acordo
com o que indicarem as normas vigentes no momento em que ocorrer tal evento.
De acordo com as disposições legais vigentes no momento da emissão do presente
regulamento, A EMPRESA deverá inscrevê-lo obrigatoriamente no Sistema Privado de
Pensões correspondentes, previa entrega do boletim informativo nos primeiros cinco
(5) dias úteis após a entrada; salvo se, expressamente e por escrito, dentro de um prazo
de dez (10) dias naturais, contados a partir da entrega do boletim informativo, o
trabalhador manifeste seu desejo de se incorporar ao SNP.
Artigo 25º A EMPRESA, através da Gerência de Recursos Humanos,
determinará sua estrutura organizativa, o quadro hierárquico de cargos ou categorias do
pessoal, igualmente, qualifica e fixa o número dos cargos de direção ou confiança, em
conformidade com a legislação vigente.
Artigo 26º Para os efeitos do presente Regulamento entende-se por
relocalização do pessoal para a transferência do trabalhador para um lugar diferente daquele em que
habitualmente presta seus serviços ou o deslocamento do trabalhador para um novo
cargo de acordo com o serviço para o qual foi contratado e ao nível alcançado.
Isto poderá ser realizado dentro ou fora do escritório ou local habitual. Por causa justificada
A EMPRESA poderá dispor o traslado de qualquer trabalhador para um qualquer dos seus
centros de trabalho localizados dentro ou fora da província Constitucional do Callao.
Artigo 27º A EMPRESA poderá dispor ou programar a rotação temporária ou
definitiva do pessoal nas diferentes áreas DA EMPRESA. Além disso, poderá encarregar
transitoriamente ao trabalhador um posto de trabalho por ausência temporária do titular ou
vacância do cargo. O encargo de posto não dá direito ao nomeação ou promoção.
9
definitivo do trabalhador. A EMPRESA estabelecerá as normas necessárias para a aplicação do
presente artigo, em cada caso.
CAPÍTULO III: DA INDUÇÃO E DA CAPACITAÇÃO
Artigo 28º A Gerência de Recursos Humanos da EMPRESA será responsável por
os processos de indução e capacitação do pessoal que ingressa para prestar seus serviços
a EMPRESA, nesses processos o trabalhador será instruído principalmente nas
seguintes matérias:
▪ Políticas e organização geral da EMPRESA.–Políticas e sistema de qualidade.
▪ Normas de segurança.
▪ Os valores da EMPRESA
▪ Procedimentos da sua área de trabalho.
▪ Prevenção e sanção do assédio sexual.
▪ As demais que correspondam de acordo com o cargo que ocupa o trabalhador.
Artigo 29º No momento do início efetivo da relação de trabalho, o trabalhador
receberá a devida instrução verbal ou escrita sobre: (i) o desempenho de suas funções,
(ii) a operação ou manuseio de equipamentos sob sua responsabilidade, (iii) as medidas de segurança e saúde
no trabalho, (iv) prevenção e sanção do assédio sexual, (v) e os demais
disposições relacionadas ao cumprimento do seu trabalho.
Artigo 30º Todo trabalhador que tenha recebido cursos de capacitação interna ou
externamente por conta da EMPRESA está obrigado a contribuir com os conhecimentos
adquiridos em benefício da EMPRESA.
Artigo 31º A EMPRESA oferecerá internamente capacitações técnicas aos
trabalhadores com o propósito que todo trabalhador possa cumprir com os padrões
exigidos tanto pela Direção Geral de Aeronáutica Civil quanto pelos clientes da LA
EMPRESA, de tal forma que A EMPRESA consiga creditar tanto perante a Direção Geral
de Aeronáutica Civil como frente a seus clientes que se encontra plenamente habilitada
para continuar prestando o serviço para o qual foi contratada.
Artigo 32º Em concordância com o estabelecido no artigo anterior, fica deixado
constância de que os exames e/ou provas antes indicados serão qualificados por meio de uma
escala que vai de 0 a 100 pontos, para cujo efeito se considera como nota aprobatória
a obtenção de uma pontuação igual ou superior a 80 pontos.
Caso o trabalhador obtenha como resultado dos testes indicados no
artigo anterior do presente Regulamento, uma qualificação entre 65 a 79 pontos, este
queda na obrigação de prestar um exame substitutivo.
Artigo 33º Sob a suposição de que o trabalhador voltasse a reprovar a
teste em questão, ao obter uma pontuação inferior a 80 pontos, este deve levar
novamente o curso ou programa de capacitação.
A desaprovação pelo terceiro vez do curso ou programa de capacitação será considerada
como causa justa de extinção do vínculo, relacionada com a capacidade do trabalhador,
toda vez que a aprovação de tais cursos ou programas constitui um requisito
indispensável para a prestação das labores do trabalhador.
Neste caso, A EMPRESA concederá ao trabalhador reprovado um prazo não inferior
de trinta (30) dias naturais para que demonstre sua capacidade, caso isso não aconteça
A EMPRESA poderá dar por finalizado o vínculo, de acordo com a lei.
10
A negativa injustificada do trabalhador em realizar o exame de conhecimento será qualificada
como falta grave consistente no descumprimento das obrigações de trabalho. Em tal
sentido, A EMPRESA poderá aplicar a sanção que corresponder, de acordo com a lei.
CAPÍTULO IV: AS JORNADAS E HORÁRIOS DE TRABALHO
Artigo 34º Define-se jornada de trabalho, o tempo durante o qual o
trabalhador cumpre com as tarefas designadas, cuja duração será estabelecida e poderá
ser modificada pela EMPRESA no âmbito das disposições legais vigentes e os
convênios assinados por esta.
Artigo 35º A jornada de trabalho na EMPRESA é de quarenta e oito (48)
horas efetivas semanais, sendo a Gerência de Recursos Humanos da EMPRESA a
responsável por determinar os horários de trabalho de acordo com a necessidade desta.
Adicionalmente, A EMPRESA poderá modificar o horário da jornada de trabalho de acordo com suas
necessidades, de acordo com critérios de razoabilidade e em atenção às necessidades
da EMPRESA.
A pontualidade do pessoal é absolutamente necessária para o funcionamento correto
da EMPRESA, é obrigação dos trabalhadores iniciar pontualmente suas atividades,
dentro do horário de trabalho estabelecido pela EMPRESA. O horário de trabalho é de 48
horas_semanais
a) O horário de trabalho, tanto do trabalhador administrativo quanto do trabalhador
operativo, deverá ser exibido de forma física e visível para todos os trabalhadores
envolvidos.
b) O horário de trabalho estabelecido para o pessoal administrativo é de segunda a sexta-feira
de: 09:00 às 18:00, dispondo de quarenta e cinco (45) minutos diários para
tomar suas refeições (lanche).
c) No caso do pessoal operacional que tem turnos rotativos e variáveis, são os chefes
da área os responsáveis por atribuir e publicar os diferentes turnos e horários de
trabalho onde será designado dito pessoal.
Excepcionalmente, pela natureza das funções do trabalhador, podem ser estabelecidos
horários de trabalho distintos dos consignados no presente regulamento; sempre dentro
do marco e procedimento legal vigente.
Cumprimos em apontar e esclarecer que, dada a natureza do serviço aeroportuário que
brinda a empresa, a mesma que está sujeita ao itinerário variável do transporte aéreo
nacional como internacional, não é possível fixar a hora de início e a hora de término de
cada turno, nem podemos fixar o número de turnos de trabalho, no entanto o
O horário de trabalho é gerido de forma flexível pelos chefes imediatos das diferentes
unidades de negócio, a fim de não prejudicar o trabalhador comunicando-lhes de maneira
antecipada.
Artigo 36º O pessoal sujeito a turnos, horários especiais e coberturas de
vinte e quatro (24) horas deverá respeitar a programação que efetuar A EMPRESA em sua
respetiva jornada de trabalho. Os trabalhadores que laboram em turnos não deverão
abandonar seu posto de trabalho, enquanto não tiver chegado seu respectivo substituto, no caso
contrário e antes de se retirarem de seu posto de trabalho, deverão fazer as respectivas
coordenações com o chefe da área correspondente.
Artigo 37º Se forem fixados dois ou mais turnos de trabalho, corresponderá à LA
EMPRESA determinar quais trabalhadores laborarão em cada turno e a forma de rotação.
Artigo 38º É obrigação de todo trabalhador da EMPRESA chegar
pontualmente ao centro de trabalho e iniciar na hora marcada a prestação de serviços
11
correspondente. O ingresso na EMPRESA fora do horário de trabalho deverá ser
autorizado previamente por seu chefe imediato.
Artigo 39º De acordo com a legislação vigente, o tempo de refrigério
(tempo de alimentação principal) será regulado de acordo com a lei, cuja duração será
quarenta e cinco (45) minutos diários por jornada nos horários da manhã, tarde e
noite, adaptando-se aos diversos turnos de trabalho existentes, conforme estabelecido
pela Jefatura e/ou Gerência da área, ocasionando o excesso do mesmo como falta
disciplinar e o desconto respectivo na sua remuneração mensal pelo tempo
excedido. Os intervalos para lanche e os intervalos complementares, se houver,
são programados nos horários de trabalho, mas não são computáveis como horas
efetivamente trabalhadas na jornada.
Se considera trabalho em horas extras a atividade realizada além da realizada durante
a jornada normal de trabalho, previa autorização ou requerimento por razões
devidamente justificadas. Apenas será autorizado o trabalho em horas extras quando não houver
sido possível eliminar a necessidade de trabalhar fora do horário normal com base na
racionalização das tarefas e está justificada pela urgência de terminar um trabalho ou
a necessidade de avançar certa fase do trabalho.
Somente estão autorizados a atribuir trabalhos em horas extras, sob sua própria
responsabilidade, os Chefes e/ou Gerentes da EMPRESA; para esse efeito deverão utilizar
o formato de autorização de horas extras ou aprová-las através do sistema de controle
de assistência conforme o caso, onde será especificado o trabalho a ser realizado pelo pessoal
designado e o tempo a empregar. O trabalho autorizado será desenvolvido sob as seguintes
pautas
a) As pessoas designadas como encarregadas do controle serão responsáveis pelo
desenvolvimento do trabalho, da ordem e da disciplina do pessoal.
b) Cada trabalhador é responsável por realizar o trabalho atribuído e por notificar as
causas que possam motivar a paralisação de suas atividades. O trabalhador deve pedir
permissão ao encarregado as vezes que precisar abandonar a área de trabalho.
c) Quando o trabalho não puder ser continuado por causas insuperáveis, o pessoal dará
por concluidas suas labores em horas extras.
d) O controle de horas extras será realizado durante e após a execução do trabalho.
e) Durante a execução, o controle será realizado verificando a presença do trabalhador e
que a labor que está cumprindo corresponda ao trabalho programado.
f) O controle de entrada e saída será efetuado por meio do sistema de controle de
assistência.
g) Durante o trabalho em horas extras, o pessoal de segurança controlará a disciplina
mediante rondas, reportando todas as novidades que encontrar.
h) O pessoal que se comprometer a trabalhar em horas extras está obrigado a cumprir com
seu compromisso, respeitando sempre seu caráter voluntário e facultativo.
i) O trabalhador que for surpreendido realizando atividades estranhas ao trabalho que lhe foi atribuído
se estiver designado ou dormindo, será sancionado de acordo com a gravidade da
falta.
Artigo 40º A prestação do trabalho em horas extras é de caráter
voluntário e coordenado, tanto para A EMPRESA quanto para o trabalhador. Portanto, não
toda permanência do trabalhador dentro do centro de trabalho e/ou instalações da LA
O trabalho fora do horário de trabalho será considerado como horas extras.
reconhecendo apenas o pagamento das horas extras que tenham sido efetivamente
elaboradas e previamente autorizadas por escrito de acordo com os procedimentos
estabelecidos pela EMPRESA.
A exceção a esta norma são as situações extraordinárias onde, como consequência
de um caso fortuito de força maior, o trabalho resulte indispensável para a continuidade de
as atividades DA EMPRESA, nesse caso o trabalho extra é obrigatório. Em
12
essas situações de emergência, a recusa do trabalhador em prestar trabalho em
horas de sobreaviso darão lugar à aplicação das sanções disciplinares, uma vez que,
além disso, os serviços e atividades que a EMPRESA oferece qualificam-se como essenciais ao
ser indispensáveis para completar a cadeia logística do transporte de carga e/ou
passageiros a nível nacional e a atenção de aeronaves em terra.
Artigo 41º O trabalhador deverá contar com a autorização prévia do trabalho de
sobretempo de forma escrita e expressa de seu chefe imediato, em concordância com a
política da EMPRESA, sendo este sobretempo remunerado ou compensado de acordo
com o que estabelecem as disposições legais. Não haverá remuneração ou compensação.
por trabalho em horas extras quando o trabalhador não tiver a autorização prévia,
escrita e expressa e por escrito de seu chefe imediato e Gerente de Área ou Departamento.
Se acordada a prestação de serviços em horas extras, o trabalhador que tiver sido
comprometido no concorre a laborar, se aplicarão as sanções previstas no presente
Regulamento e/ou a lei, conforme aplicável.
Não estão compreendidos na jornada máxima de trabalho, e em consequência nos
párrafos precedentes, o pessoal de direção, aqueles que não estão sujeitos a
fiscalização imediata e os que prestam serviços intermitentes de espera, vigilância ou
custódia.
Artigo 42º Nos casos em que a prestação ficar autorizada
labores em sobretempo, A EMPRESA concederá a remuneração correspondente de
de acordo com o que estabelecem as disposições legais. Sem prejuízo disso,
alternativamente A EMPRESA poderá acordar com o trabalhador a compensação do
trabalho em sobretempo com descanso, esse acordo deverá constar por escrito e
executar de acordo com a lei.
CAPÍTULO V: NORMAS DE CONTROLE DE ASSIDUIDADE AO TRABALHO
Artigo 43º A pontualidade e a assiduidade do pessoal constituem requisito
indispensável para a conquista dos objetivos da EMPRESA, pelo que os trabalhadores
se obrigam a cumprir o dever de assistência e pontualidade em suas atividades.
Artigo 44º É obrigação dos trabalhadores chegar pontualmente ao centro de
trabalho; todo aquele que chegar depois da hora fixada como início da jornada, e sempre
que dicho excesso supere, o tempo de tolerância permitido pela EMPRESA, deverá deixar
constância de tal fato perante o superior hierárquico da área de trabalho respectiva,
indicando a hora e os motivos do atraso, utilizando para isso documentos que a
critério da EMPRESA resultem idôneos. Esses trabalhadores somente poderão ingressar
a laborar com a autorização expressa do respectivo superior hierárquico, caso contrário
se considerará esse dia como não trabalhado, estando A EMPRESA autorizada a efetuar os
descontos remunerativos correspondentes.
O trabalhador terá uma tolerância de quinze (15) minutos mensais isentos de
desconto. Se a acumulação ultrapassar os quinze (15) minutos, será considerada como
tardanza o total acumulado no mês.
Artigo 45º As faltas que um trabalhador registrar serão acumuladas no
cômputo mensal podendo ser descontado da remuneração mensal que
O pessoal que incorrer em atrasos reiterados será merecedor das
sanções disciplinares que correspondam de acordo com a lei.
Artigo 46º A EMPRESA controlará a entrada dos trabalhadores por meios
magnéticos, eletrônicos, mecânicos ou manuais. Cada trabalhador deverá registrar
pessoalmente sua entrada e saída do centro de trabalho nos relógios eletrônicos onde
13
presta seus serviços habituais, ou em qualquer outro meio de controle, seja este manual ou
mecânico que A EMPRESA determinar para tal fim.
Artigo 47º A assistência e permanência do pessoal da EMPRESA é controlada
diariamente antes de começar a jornada diária, ao finalizar a jornada de trabalho e em
todo ingresso ou saída do centro de trabalho durante a jornada laboral.
Artigo 48º De acordo com o disposto pela legislação vigente ficam
excluídos do controle de presença aqueles trabalhadores que desempenham funções de
direção ou cujas funções não estão sujeitas a fiscalização imediata por parte
DA EMPRESA.
Artigo 49º Todo trabalhador deverá estar em seu posto de trabalho na
hora marcada para o início da jornada e permanecerá trabalhando nela, até a hora
estabelecida em que se conclua a jornada efetiva de trabalho.
O registro de entrada e/ou saída pode ser realizado com até trinta (30) minutos de
antecipação ou atraso na hora de ingresso ou saída, respectivamente, sem que se considere
como trabalho efetivo e, consequentemente, trabalho em sobretempo, tendo em conta que
o pessoal deve trocar de roupa, colocar o uniforme e/ou se higienizar, conforme
corresponda.
É terminantemente proibido que, sem a devida autorização, um trabalhador
ingresse no centro de trabalho ou permaneça nele, antes ou depois dos trinta (30)
minutos estabelecidos para registrar sua entrada ou saída, respectivamente. O
o descumprimento da presente disposição dará lugar à aplicação das medidas
disciplinares correspondentes.
Artigo 50º A marcação de cartão e/ou registro de entrada e saída é uma
obrigação pessoal de cada trabalhador, portanto, está absolutamente proibido
registrar a entrada ou saída de outro trabalhador. Se o trabalhador não marcar ou não registrar
sua entrada e saída serão consideradas como ausência. Da mesma forma, serão aplicáveis a ele as
sanções às quais poderia se tornar credor.
CAPÍTULO VI: NORMAS DE PERMANÊNCIA NO CARGO (PERMISSÕES,
LICENÇAS E INSUÊNCIAS
Artigo 51º A permissão ou licença é a autorização expressa para interromper ou
suspender as atividades dentro do horário normal de trabalho, seja por dias ou horas. O
a licença pode ser sem remuneração, quando destinada a atender
assuntos particulares que não podem ser realizados fora do horário de trabalho.
A permissão ou licença será concedida com gozo de vencimentos quando assim o estabelecer a
legislação trabalhista, ou conforme as políticas de licenças estabelecidas pela EMPRESA.
Artigo 52º Todo permissão deverá ser autorizada pelo chefe da área respectiva
em coordenação com a Gerência de Recursos Humanos. Para sua concessão será utilizado
um documento escrito, no qual deverá constar a autorização correspondente, assim como
o motivo da licença, a hora de saída e a hora de retorno estimada, se for o caso.
Artigo 53º As permissões estão subordinadas às necessidades DA EMPRESA
serão concedidos a critério do chefe da área em coordenação com a Gerência de Recursos
Humanos, que analisará os motivos apresentados a fim de verificar sua procedência,
atendendo à preservação da ordem e disciplina no trabalho. É poder exclusivo de A
EMPRESA conceder ou não permissões ou licenças e que estas sejam remuneradas ou não
respeitando em todo caso o que a lei estabelecer.
14
Artigo 54º A EMPRESA poderá autorizar, se isso for conveniente para as operações ou
à administração, a compensação das horas deixadas de trabalhar por razão dos
permissões concedidas, com trabalho conforme convenha às operações àquele em que foi concedido
dicho permiso. A compensação de horas deixadas de trabalhar não dará lugar ao pagamento de
sobretempo alguma ni a benefícios adicionais.
Artigo 55º O empregador fica plenamente autorizado a autorizar ou não as
ausências temporais ao centro de trabalho que derivam das licenças ou permissões
solicitadas pelos trabalhadores durante a jornada de trabalho. Nesse caso e tratando-se de
uma emergência o trabalhador que precisar sair das instalações da EMPRESA em
hora de labor deverá solicitar uma autorização expressa ao seu chefe imediato, que
avaliará, aceitará ou rejeitará o pedido.
Artigo 56º A EMPRESA concederá as licenças estabelecidas pelo
ordenamento laboral vigente, sempre que cumpram com os requisitos associados a cada
uma delas. Diante de uma modificação da normativa que regula as licenças aqui referidas,
resultará aplicável a regulamentação vigente no momento da solicitação.
Sendo entre elas as seguintes:
a) Descanso pré-natal e pós-natal da trabalhadora gestante (Lei N° 26644,
modificada pela Lei N°30792): A trabalhadora gestante tem direito a usufruir de um
descanso por maternidade de 98 dias (49 dias de descanso pré-natal e 49 dias de
o descanso pós-natal se estende por 30 dias naturais
adicionais nos casos de nascimento múltiplo ou nascimento de crianças com
deficiência, devendo anexar o certificado concedido pelo profissional de saúde
debidamente autorizado.
O gozo da licença prenatal pode ser adiado, parcial ou totalmente, e acumulado
com o descanso pós-natal, a pedido da trabalhadora gestante. Esta decisão deve
ser comunicada à EMPRESA com uma antecedência não menor que dois (2) meses a
data provável de parto, devendo anexar um relatório médico que certifique que a
a postergação do descanso pré-natal não afetaria de forma alguma a trabalhadora
gestante ou o concebido.
Quando o parto ocorre antecipadamente em relação à data provável de ocorrência estabelecida para
estabelecer o início do descanso prenatal, os dias de antecipação e de não gozo do
descanso prenatal se acumulam ao descanso pós-natal. Se o parto ocorresse com
posterioridade à data provável de ocorrência fixada, os dias de atraso serão
considerados como descanso médico por incapacidade temporária.
A trabalhadora gestante pode acumular o descanso de férias adquirido e ainda não
gozado, para gozá-lo imediatamente após o vencimento do descanso
pós-natal. Tal decisão deve ser coordenada com A EMPRESA com uma antecedência não
menor de quinze (15) dias corridos ao início do descanso vacacional.
Os dias de descanso pré-natal e pós-natal são considerados como dias efetivamente
elaborados para efeitos do cálculo dos lucros.
b) Permissão por lactação materna (Lei N° 27240, modificada pela Lei N° 28731): A
mãe trabalhadora, ao término do período pós-natal, tem direito a uma (1) hora de
licença por amamentação, até que seu filho complete um ano de idade. Em caso de
parto múltiplo, o permissão por lactação materna será aumentada em uma (1) hora a mais ao
dia. Este permissão poderá ser fracionado em dois tempos iguais e será concedido dentro
15
de sua jornada de trabalho. A hora de amamentação não será objeto de desconto em nenhum
suposto e independente ao tempo de uso do lactário.
c) Licença de paternidade (Lei N° 29409, modificada pela Lei N° 30807): O pai
o trabalhador tem direito a uma licença de dez (10) dias corridos consecutivos por
o nascimento do seu filho. Em caso de ser um nascimento prematuro e/ou partos múltiplos,
a licença será por vinte (20) dias corridos consecutivos. No caso de nascimento
por doença congênita terminal ou deficiência severa, a licença será de trinta
(30) dias corridos consecutivos. No caso de a mãe sofrer de complicações
graves na sua saúde, a licença será de trinta (30) dias calendário consecutivos.
O início da licença é computado a partir da data que o trabalhador indicar,
compreendida entre a data de nascimento do novo filho ou filha e a data em que a
mãe ou o filho ou filha sejam dados de alta pelo centro médico respectivo. Para tal fim,
o trabalhador deve comunicar à EMPRESA com uma antecedência de quinze (15)
dias naturais em relação à data provável do parto.
O pai trabalhador que fizer uso da licença de paternidade tem o direito de fazer
uso de seu descanso vacacional pendente de gozo, a partir do dia seguinte ao vencimento
a licença de paternidade. Esta decisão deve ser comunicada à EMPRESA com uma
antecipação não inferior a quinze (15) dias corridos em relação à data provável
de parto.
No suposto em que a mãe falecer durante o parto ou enquanto goza de seu
licença maternidade, o pai da criança nascida será beneficiário dessa licença
com gozo de haver, de maneira que gere uma acumulação de licenças.
No caso de a oportunidade de início do gozo coincidir com dias não úteis, segundo
a jornada aplicável ao trabalhador, o início do período de licença ocorre no dia
hábil imediato seguinte.
d) Licença por adoção (Lei N° 27409): O trabalhador solicitante de adoção tem
direito a uma licença com gozo de salário correspondente a trinta (30) dias
naturais, contados a partir do dia seguinte à expedição da Resolução Administrativa
de Colocação Familiar e subscrita a respectiva Ata de Entrega da criança, sempre que
a criança a ser adotada não tenha mais de doze anos de idade. Igualmente, o direito lhe assistirá
ao trabalhador peticionário de adoção no caso dos incisos a) e b) do Artigo 128
da Lei nº 27337, desde que o adotado não tenha mais de doze anos de idade.
Neste caso, o prazo de trinta dias naturais conta a partir do dia seguinte
em que fica consentida ou executada a resolução judicial de adoção. Se os
Trabalhadores peticionários de adoção são cônjuges, a licença será tirada por
mulher.
A decisão de fazer uso desta licença deve ser comunicada por escrito à LA
EMPRESA com uma antecedência de quinze (15) dias naturais a data de entrega
física do menor. A falta de comunicação dentro do prazo estabelecido impede ao
trabalhador solicitante de adoção o gozo da mesma.
Esta licença não pode exceder, no total, o prazo de trinta (30) dias naturais.
durante um ano calendário, independentemente do número dos procedimentos
administrativos ou processos judiciais de adoção que o trabalhador inicie.
16
Em caso de revogação da resolução que concedeu a Colocação Familiar, a licença
conclui de pleno direito. Neste caso, os dias já usufruídos deverão
contabilizar-se no prazo da licença que o trabalhador solicitante possa solicitar
de adoção dentro do mesmo ano calendário.
O trabalhador solicitante de adoção tem direito ao período de descanso
vacacional por récord já cumprido e ainda pendente de gozo se inicie a partir do dia
siguiente de vencida a licença sinalizada, desde que tenha usufruído da mesma. A
a vontade de usufruir do descanso de férias deve ser comunicada ao empregador com
uma antecipação não menor de quinze dias corridos ao início do gozo de férias.
e) Licença por incapacidade temporária do trabalhador (Lei N° 26790, modificada por
Lei Nº 28791): Os 20 primeiros dias de licença por doença do trabalhador, A
A EMPRESA continuará com o pagamento da remuneração, devendo ser anexado o
Certificado de Incapacidade Temporária para o Trabalho (afastamento médico)
correspondente. Após isso, o trabalhador afiliado ao EsSalud receberá subsídio por
incapacidade temporária equivalente à média diária das remunerações dos
últimos 12 meses calendário imediatamente anteriores ao mês em que inicia a
contingência.
O subsídio será concedido enquanto durar a incapacidade do trabalhador, até um máximo
de 11 meses e 10 dias consecutivos.
f) Licença para familiares diretos que se encontram com doença grave ou
terminal ou sofram acidente grave (Lei N° 30012, modificada pela Lei N° 31041):
O trabalhador tem direito a uma licença com remuneração de sete (7) dias
calendário nos casos de ter um filho, pai, mãe, cônjuge ou companheiro, ou
pessoa sob a sua curatela ou tutela, doente, diagnosticado em estado grave ou terminal,
o que sofra acidente que coloque em risco sua vida, com o objetivo de assisti-lo.
De ser necessário conceder dias adicionais de licença, o trabalhador pode solicitar seu
ampliação à conta do descanso vacacional, para o qual deve justificar a necessidade
de assistência ao familiar direto, apresentando o certificado médico correspondente.
Se subsistir a necessidade de assistência familiar devidamente comprovada, o trabalhador
pode ser acordado com o empregador a concessão de períodos adicionais que serão
compensados com horas extraordinárias de trabalho, as quais não originam pagamento de
sobretasa alguma.
De existir uma situação excepcional que torne inevitável a assistência ao familiar
direto, fora do prazo previsto no parágrafo anterior, podem ser compensados os
horas utilizadas para dicho fin com horas extraordinárias de trabalhos, previa acordo
com A EMPRESA.
De maneira excepcional e única, é concedida licença com pagamento de remuneração pelo período
não maior que um (1) ano e de acordo com as necessidades do trabalhador cujo filho
menor de 18 anos seja diagnosticado com câncer pelo médico especialista, o qual
deverá ser coberto os primeiros vinte e um (21) dias pela EMPRESA e o tempo
restante por EsSalud.
17
O trabalhador deve comunicar à EMPRESA dando conta do exercício deste
direito, dentro das 48 horas de ocorrido ou conhecido o evento, anexando o
certificado médico, com o qual se atesta o estado grave ou terminal ou o sério risco
para a vida como consequência do acidente sofrido pelo familiar próximo.
g) Licença ao trabalhador que tenha familiares diretos e cuidadores a cargo de
a atenção dos pacientes com doença de Alzheimer e outras demências
(Lei N° 30795): O trabalhador tem o direito de solicitar uma (1) jornada de trabalho de
licença remunerada por ano, a fim de atender às necessidades do paciente.
h) Licença ao trabalhador para a assistência médica e a terapia de reabilitação
de pessoas com deficiência (Lei N° 30119, modificada pelo Decreto Legislativo
N°1417 e Decreto Supremo N° 009-2019-TR): O trabalhador tem direito a uma
licença com gozo de salário por até cinquenta e seis (56) horas consecutivas ou
alternas anualmente para poder realizar assistência médica ou a terapia de
reabilitação que exijam seus filhos ou filhas menores com deficiência e menores
com deficiência sujeitos à sua tutela. Este direito também é gozado pelos trabalhadores
designados como apoio de uma pessoa maior de idade com deficiência e que se
encontrar em condição de dependência. Nos casos em que forem necessárias horas
adicionais, as licenças são compensadas com horas extraordinárias de trabalho, previamente
acordo com A EMPRESA.
O trabalhador deve solicitar esse direito com uma antecedência não menor que sete (7)
dias naturais no início das terapias de reabilitação ou assistência médica,
anexando a consulta médica e os documentos mencionados no artigo 3 da Lei
N°30119.
Concluída a licença, o trabalhador deve entregar a certidão ou certificado de
atenção correspondente no prazo de quarenta e oito (48) horas, a qual deve
observar que a pessoa com deficiência atendida foi acompanhada pelo trabalhador
que pediu a licença.
O uso indevido da licença é uma falta disciplinar de caráter grave que constitui
incumprimento das obrigações de trabalho e que implica a quebra da
boa-fé laboral, considerada no inciso a) do artigo 25 do Texto Único Ordinário
da Lei de Produtividade e Competitividade Laboral, aprovada pelo Decreto
Supremo 003-97-TR.
i) Licença ao trabalhador afetado por tuberculose (Lei N° 30287): Uma vez
concluído o período de descanso médico respectivo, o trabalhador poderá ingressar uma
hora depois ou sair uma hora antes, nos dias que corresponderem ao seu tratamento até
sua culminação. Esta facilidade está sujeita a compensação que será acordada com sua
chefe imediato ou a Gerência de Recursos Humanos.
j) Licença a bombeiros voluntários (Decreto Supremo N° 001-2017-TR): O
trabalhador que se desempenha como bombeiro voluntário exerce um cargo cívico e tem
direito a uma licença com remuneração, para a atenção de emergências por
incêndios, acidentes, desastres ou calamidades naturais ou induzidas; ou outros eventos
que põem em risco as pessoas ou a ordem pública; em qualquer parte do território
nacional, incluindo as zonas declaradas em estado de emergência.
18
Previamente, o trabalhador deve comunicar, uma única vez, à Empresa sobre sua
afiliación ao Corpo Geral de Bombeiros Voluntários do Peru. Para o exercício do
goce da licença, o trabalhador deve comunicar por qualquer meio que foi
convocado pelo Corpo Geral de Bombeiros Voluntários do Peru (CGBVP) até
dentro do terceiro dia da ausência.
Uma vez que o trabalhador se reincorpora às suas atividades, A EMPRESA pode solicitar
a certidão de participação no ato de serviço, que é emitida gratuitamente
pelo Corpo Geral de Bombeiros Voluntários do Peru. Nesse sentido, a constância
deve ser apresentada em um prazo não superior a dez (10) dias úteis a partir de
requerida.
k) Licença para os trabalhadores que realizam exames oncológicos
preventivos anuais (Lei N° 31479): O trabalhador tem direito a uma licença
anual compensável, até por dois (2) dias úteis, consecutivos ou não, para submeter-se
a seus exames preventivos oncológicos. Para acessar essa licença, o trabalhador
deve coordenar previamente com A EMPRESA, além de apresentar a ordem médica
em que são indicados os exames a serem realizados. Além disso, posteriormente deve
apresentar os documentos que comprovem tal atendimento.
Para acessar as licenças mencionadas anteriormente, será necessário cumprir com os requisitos
e supostos estabelecidos por lei ou pelas Políticas Internas DA EMPRESA, se for o caso.
Artigo 57º Nos casos em que o trabalhador recebe subsídios por
incapacidade temporária, estará na obrigação de apresentar o Certificado de Incapacidade
Temporal Para o Trabalho (CITT) emitido pelo policlínico ou centro de atendimento de
Essalud onde estiver acreditado, de maneira que o empregador possa obter o reembolso
correspondente. Da mesma forma, o trabalhador tem a obrigação de facilitar à EMPRESA
todos aqueles documentos adicionais que sustentem a atenção médica recebida e/ou que
O ESSALUD solicita o reembolso do subsídio.
Adicionalmente, A EMPRESA tem a faculdade de decidir tramitar diretamente a
validação dos descansos médicos que levam à obtenção do CITT, para o que
o trabalhador ficará obrigado a fornecer toda a documentação que
posibilite isso.
É obrigação do trabalhador conservar toda a documentação médica que certifique
a atenção recebida e o tratamento seguido, para cumprir com os procedimentos
internos de ESSALUD relacionados ao reembolso do subsídio, e fazer entrega a
EMPRESA dos documentos dentro dos 7 dias úteis obtidos.
Artigo 58º Se o trabalhador não se reincorporal injustificadamente ao seu trabalho
uma vez concluído o período de licença, será passível de ser sancionado com as medidas
disciplinarias, sem prejuízo do desconto em seus ganhos pelo tempo não trabalhado.
Artigo 59º De acordo com as disposições legais vigentes, A EMPRESA
proporcionará ao trabalhador as facilidades necessárias para as licenças obrigatórias
previstas por lei.
Artigo 60º Se o trabalhador a quem foi negada a permissão ou licença solicitada
se retira do centro de trabalho ignorando a negação imposta por seu
superior, se tornará merecedor das medidas disciplinares pertinentes de acordo com a gravidade
do caso e ao desconto correspondente na sua remuneração pelo período que
compreenda sua ausência.
19
Artigo 61º A inassidência ou ausência é a não concorrência do trabalhador ao seu
centro de trabalho. A EMPRESA qualificará a natureza das faltas para
determinar se são justificadas ou injustificadas, de acordo com as provas que o
próprio trabalhador aporte diante de cada situação concreta e de acordo com o que está estipulado na lei.
Artigo 62º A classificação de uma falta como justificada ou injustificada
terá efeitos para a aplicação de sanções disciplinares e será determinante para o
cálculo do pagamento da remuneração, do gozo de férias, gratificações legais e de outros
direitos e benefícios trabalhistas aplicáveis.
Artigo 63º As ausências justificadas não originam nenhuma sanção, e apenas dão
lugar ao pagamento de remuneração nos casos expressamente previstos pela lei. As
inasistências injustificadas são sancionadas de acordo com a lei e na forma estabelecida em
o presente Regulamento.
Artigo 64º Caso o trabalhador esteja impossibilitado de comparecer
a laborar, seja por motivos de saúde ou por qualquer outra índole, deverá comunicar tal
situação com a devida diligência ao seu chefe imediato ou superior hierárquico ou à Gerência
de Recursos Humanos, indicando o motivo de sua falta. A comunicação deverá
deve ser feito o mais tardar dentro da primeira hora do dia em que ocorre a ausência.
A impossibilidade de assistência por motivos de saúde deve ser comprovada pelo
trabalhador dentro das próximas 48 horas após o início do descanso médico por meio da
apresentação do certificado médico com as formalidades legais exigíveis e conforme a
política de descansos médicos estabelecida pela EMPRESA.
Cumprimos em afirmar que A EMPRESA respeitará os certificados médicos que
expida os médicos no exercício de sua função, ficando o trabalhador obrigado a
comunicar o seu estado delicado de saúde sem prejuízo do direito que lhe corresponde ao
empregador de verificar a autenticidade do certificado médico e dispor da sanção que
corresponda de acordo com a lei.
Com relação aos afastamentos médicos por doença, é necessário considerar que
existem casos de afastamentos médicos com prescrição de repouso absoluto e ficar de cama;
e descansos médicos com prescrição de descanso ambulatorial; o mesmo que prescreve
incapacidade para o trabalho. Esses atestados deverão ser entregues à EMPRESA
no máximo dentro de 48 horas após a ocorrência da ausência.
A impossibilidade de assistência ao centro de trabalho por motivos de outra índole deverá ser
acreditada no mesmo termo por meio de provas, de acordo com a natureza
da inatividade.
Artigo 65º O pessoal que fornecer informações falsas, alegando uma
suposta doença a fim de não comparecer ao trabalho ou incumprir o seu horário, bem como
aquele que, tendo se reportado doente, não seja localizado em sua residência, clínica ou centro
assistencial, incorrerá em falta sancionável de acordo com a lei e o presente
Regulamento.
CAPÍTULO VII: MODALIDADE DOS DESCANSOS SEMANAIS
Artigo 66º O descanso semanal obrigatório e o descanso em dias feriados se
regulam pelas normas legais em vigor.
Artigo 67º A remuneração pelo dia de descanso semanal obrigatório será
equivalente ao de uma jornada ordinária e será pago de forma diretamente proporcional
ao número de dias efetivamente trabalhados.
20
Artigo 68º O trabalhador tem direito, no mínimo, a vinte e quatro (24) horas
consecutivas de descanso em cada semana, que será concedido de acordo com a jornada
de horário estabelecido de acordo com o que foi estabelecido neste Regulamento. Em
no caso do pessoal administrativo, os descansos semanais obrigatórios são concedidos, de
preferência, aos domingos. No caso do pessoal operacional, é de acordo com a necessidade
da Empresa, pelo que se estabelece o dia de descanso semanal em qualquer outro dia.
Quando os requisitos operacionais o determinarem, A EMPRESA poderá estabelecer
de acordo com a lei, regimes alternativos ou acumulativos de jornadas de trabalho e
descansos, respeitando a devida proporção trabalho-descanso e os procedimentos que
a regulam, determinando o ou os dias em que os trabalhadores desfrutarão do descanso
substituto em forma individual ou coletiva.
Artigo 69º Os dias feriados não laborais nacionais fixados por lei ou acordo
serão retribuídos de acordo com os dispositivos legais, contratos individuais e/ou
convênios vigentes
CAPÍTULO VIII: FÉRIAS
Artigo 70º A oportunidade do descanso vacacional será fixada de mutuo
acordo entre o trabalhador e o empregador, tendo em conta as necessidades de
funcionamento DA EMPRESA e os interesses próprios do trabalhador. Na falta de acordo,
decidirá o empregador no uso de sua faculdade diretiva. Sem prejuízo do anterior, fica
claro que o descanso de férias deve ser tirado no decorrer do ano seguinte em que
se adquiriu o direito e dentro dos onze meses posteriores à data em que foi cumprido
o registro de férias respectivo salvo pacto de acumulação de férias, conforme a
lei. Nenhum trabalhador poderá iniciar o gozo do descanso de férias sem contar com a
autorização e controle de seu chefe conforme necessário.
Artigo 71º Em princípio, nenhum trabalhador pode ter pendente mais de um
período de férias salvo pacto de acumulação de férias, conforme a lei. Os chefes
de área ou unidade de negócios são responsáveis por realizar todas as ações
necessárias para que seu pessoal goze do descanso vacacional oportunamente, assim como
de dar cumprimento às normas e procedimentos aplicáveis sobre a matéria.
O trabalhador poderá solicitar a redução do seu descanso vacacional no máximo a
quinze (15) dias corridos com a respectiva compensação, o que deverá constar por
escrito mediante acordo entre as partes.
Os fracionamentos de férias deverão ser previamente autorizados por LA
EMPRESA. A oportunidade do descanso vacacional e do seu fracionamento é fixada de
acordo comum entre o empregador e o trabalhador. Na falta de acordo, o empregador
decida a oportunidade do gozo, mas não o fracionamento.
Por acordo entre A EMPRESA e o trabalhador, poderão ser antecipados dias de descanso a
conta de algum período de férias que será gerado no futuro. Não será possível reduzir o
descanso vacacional, além dos limites e requisitos estabelecidos nas normas legais
vigentes.
Artigo 72º O pagamento da remuneração de férias será efetuado na primeira
semana do mês em que o trabalhador usufrui de seu descanso de férias.
CAPÍTULO IX: DAS REMUNERAÇÕES
Artigo 73º A remuneração é a contraprestação pelo trabalho efetivo
realizado pelo trabalhador.
21
Artigo 74º As planilhas de remunerações serão executadas mensalmente
e de acordo com o cronograma de pagamentos estabelecido, serão feitos os respectivos pagamentos,
salvo que A EMPRESA disponha de uma modificação na periodicidade. O pagamento será efetuado
através de depósitos bancários ou agência bancária sem prejuízo da obrigação do
trabalhador de assinar o recibo de pagamento.
Artigo 75º Os trabalhadores poderão ser beneficiários dos programas e/ou
políticas de compensação que A EMPRESA disponha unilateralmente para as distintas
posições e/ou categorias e/ou sedes, incluindo a concessão de benefícios relacionados a
a produtividade, desde que cumpram os requisitos estabelecidos pela LA
EMPRESA em tais programas e/ou política, e de acordo com as condições que fixar A
EMPRESA.
Esses benefícios estão estipulados na Política Salarial da EMPRESA. O
o trabalhador será remunerado de acordo com seu nível ocupacional e seu desempenho,
de acordo com os critérios objetivos previstos nessa Política.
Artigo 76º A EMPRESA efetuará os descontos estabelecidos legalmente e os
dispostos por mandato judicial, assim como os acordados com o trabalhador, a pedido prévio
e autorização escrita deste último.
Artigo 77º As horas extras serão pagas de acordo com a Lei.
Artigo 78º A EMPRESA abonará a remuneração de férias nos primeiros dias
do mês (na primeira semana do mês de gozo vacacional, de acordo com o calendário
de pagos estabelecido pela empresa.)
CAPÍTULO X: DIREITOS E OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR
Artigo 79º A EMPRESA ostenta todas as faculdades que decorrem, de forma
direta ou indireta de sua qualidade de empregador e titular DA EMPRESA, sem mais
limitações que as estabelecidas na ordenação jurídica; por conseguinte, é
potestad exclusiva da EMPRESA organizar, dirigir, administrar e controlar as
atividades e, em geral, tomar as medidas pertinentes para alcançar seus fins e objetivos;
por isso constituem atribuições da EMPRESA inerentes ao seu poder de direção e
administração, entre outras, as seguintes:
a) Normar, regulamentar e dirigir todas as atividades do trabalho, técnica e
administrativamente.
b) Formular diretrizes e normas que regulem a manutenção da disciplina, ordem,
limpeza e segurança em suas instalações, assim como em outros assuntos laborais,
incluindo o presente Regulamento Interno de Trabalho; modificá-las, revogá-las ou
renová-las.
c) Ditaminar as ordens necessárias para a execução das tarefas.
d) Sancionar qualquer infração ou descumprimento por parte do trabalhador, de suas
obrigações, respeitando o direito de defesa que possui todo trabalhador de
conformidade com nossa Constituição Política do Peru.
e) Determinar o número de trabalhadores em cada dependência; atribuir o cargo, os
funções, competências e responsabilidades a cada trabalhador, sem que adquiram estabilidade
nem permanência, e modificar a forma ou modalidade da prestação das atividades, por
o que poderá transferir, permutar ou trocar a um trabalhador, temporário ou
permanentemente, a diferente posto ou quando o considerar necessário para melhorar
as operações, sem que isso implique uma redução de remuneração nem de categoria.
f) Determinar a capacidade e idoneidade dos trabalhadores para os postos ou tarefas
que desempenham, para o qual poderá estabelecer a realização de exames
conducentes a avaliar a aptidão e capacidade física, psicológica, técnica e profissional
22
para os cargos que ocupam, para sua projeção ou para sua permanência em LA
EMPRESA.
g) Vigiar e controlar seus imóveis, bens, produtos, instalações, documentação e
informação da maneira que considerar mais conveniente.
h) Verificar o estado de saúde dos trabalhadores que se encontram com incapacidade
temporal para o trabalho, e realizar o acompanhamento respectivo sobre a melhora de
a saúde.
i) A EMPRESA, se considerar necessário, submeterá o postulante a um cargo de
trabalho de avaliação médica, psicológica ou de outra natureza, que lhe permita
determinar a capacidade física, as competências e o perfil pessoal.
Em nenhuma circunstância constituirá um requisito para a entrada ou permanência no
posto de trabalho a realização do teste de HIV–AIDS, nem a exibição de sua
resultado. Assim, A EMPRESA não condiciona a entrada em um posto de trabalho a
os resultados dos testes de VIH–SIDA que por vontade própria e decisão livre
dos postulantes sejam praticados por entidade médica idônea.
j) Avaliar a continuidade do vínculo laboral quando ao trabalhador lhe é suspensa a
credencial que o habilita e/ou autoriza a ingressar no aeroporto em que desempenha
suas funções.
k) Programar e modificar turnos, dias ou horas de trabalho.
l) Tomar qualquer medida que considerar apropriada para salvaguardar a
segurança, saúde e integridade do pessoal e do patrimônio DA EMPRESA.
A enumeração dessas faculdades não é limitativa, mas meramente enunciativa,
correspondendo à EMPRESA todas as atribuições e poderes próprios da
capacidade diretiva, administrativa, produtiva, comercial e disciplinar reconhecidas ao
empregador pela normativa vigente.
Artigo 80º São obrigações que A EMPRESA deve cumprir, as seguintes:
a) Cumprir e fazer cumprir os dispositivos laborais, o presente Regulamento Interno de
Trabalho e demais disposições internas emitidas em relação às operações,
administração, segurança e outros campos dentro da EMPRESA.
b) Dar a todos os trabalhadores, sem discriminação alguma, um tratamento justo e equitativo, não
estabelecendo diferenças por razões de nenhuma índole, exceto aquelas que
constitua características requeridas para determinada função.
c) Dispor que os responsáveis pelos diversos níveis de supervisão observem o
devido respeito e bom trato aos trabalhadores, procurando manter a harmonia
laboral e prestar atenção e avaliação às reclamações ou sugestões do pessoal.
d) Cumprir pontualmente com o pagamento das remunerações, da maneira, na
oportunidade e na quantia que corresponder, respeitando o marco contratual e
normativa laboral, tributária e previdenciária relativa à matéria.
e) Reconhecer de forma oportuna cada um dos direitos e benefícios que as
disposições legais, convencionais ou este Regulamento estabelecem em favor dos
trabalhadores.
f) Respeitar o direito de livre associação exercido com observância às normas legais
vigentes.
g) Supervisionar o trabalho de seus colaboradores, indicando-lhes objetivos concretos e
analisando os resultados, com o propósito de garantir que o trabalho seja realizado
ao custo mínimo e de acordo com os padrões de qualidade, quantidade e tempo.
h) Fazer com que os responsáveis de área forneçam relatórios verbais ou escritos à
Gerência Geral para prevenir, investigar e resolver os aspectos trabalhistas com
equidade e justiça.
i) Ditatar as diretrizes e normas que garantam a ordem, a segurança e a proteção de
os trabalhadores e das instalações, equipamentos e outros bens.
j) Formular e executar programas de capacitação laboral, de acordo com sua própria decisão e
conforme as necessidades operacionais o exigirem, para melhorar a capacidade e
desempenho dos trabalhadores.
23
k) Formular e executar as capacitações previstas por lei, como são as realizadas em
matéria de segurança e saúde no trabalho, prevenção e sanção do assédio
sexual, entre outras, que conscientizem o pessoal sobre o correto desenvolvimento e exercício
de suas funções e direitos.
l) Estabelecer normas que promovam o desenvolvimento das operações e a competitividade
laboral.
m) Reconhecer a dedicação e contribuição dos trabalhadores, de acordo com as normas e
programas que a administração ditar.
n) Preocupar-se em apoiar o desenvolvimento individual e familiar de seus trabalhadores, com base
a programas de assistência social, capacitação e bem-estar.
o) Adotar medidas que garantam o apoio e assistência aos seus trabalhadores infectados
os afetados como consequência do HIV e AIDS, de acordo com a lei. Assim sendo, em
cumprimento do disposto pela Resolução Ministerial N° 376-2008-TR, A
A EMPRESA promoverá o desenvolvimento e a implementação de políticas e programas sobre
VIH e AIDS no local de trabalho, destinados a executar ações permanentes para
prevenir e controlar sua progressão, proteger os direitos trabalhistas, assim como erradicar
a rejeição, o estigma e a discriminação de pessoas com VIH real ou supostamente
positivas.
Para tais efeitos, a EMPRESA poderá realizar coordenações com as organizações
e instituições especializadas na matéria.
p) Em cumprimento da Lei nº 30287, Lei de Prevenção e Controle da Tuberculose
no Peru e seu Regulamento, aprovado pelo Decreto Supremo Nº 021-2016-SA, A
A EMPRESA promoverá e implementará as políticas e programas que considerar
pertinente sobre a infecção de trabalhadores com a doença de tuberculose em
lugar de trabalho.
q) De acordo com o disposto pela Lei Nº 29973, Lei Geral da Pessoa com
Deficiência, A EMPRESA reconhece e protege os direitos do trabalhador com
deficiência e implementa medidas para evitar a discriminação de trabalhadores por
motivo de sua deficiência.
r) De acordo com o estabelecido na Lei nº 27942, Lei de Prevenção e Sanção do
Hostigamento Sexual e assim como seu regulamento e o Decreto Legislativo N° 1410,
A EMPRESA implementará a “Política contra o Assédio e o Acompanhamento Sexual” a qual
determina a política, as obrigações em matéria de capacitação e sensibilização de
os trabalhadores, o procedimento e os mecanismos que permitam prevenir e
gestionar qualquer possível caso de assédio e/ou abuso sexual.
s) Promover um ambiente seguro, livre de qualquer tipo de discriminação, assédio
e violência, onde os trabalhadores possam desempenhar suas funções com total
normalidade.
t) Não fazer nem autorizar propaganda política dentro da EMPRESA.
CAPÍTULO XI: DIREITOS E OBRIGAÇÕES DOS TRABALHADORES
Artigo 81º São direitos dos trabalhadores que prestam serviços para A
EMPRESA
a) Receber um tratamento justo e respeitoso em conformidade com sua própria atitude e desempenho
e, fundamentalmente, em consideração à sua qualidade de pessoa humana.
b) A ser tratado com dignidade, justiça e respeito por seus superiores, companheiros de
trabalho e por trabalhadores de outras empresas com as quais tivesse contato em virtude
da realização de suas funções. Nenhum trabalhador poderá ser objeto de ato de
discriminação por motivo de raça, sexo, idade, saúde e outros.
c) Estabelece-se que não constitui um requisito nem condição para a permanência em
posição de trabalho a realização do teste de VIH–SIDA nem a exibição do seu
resultado. A EMPRESA não condiciona a permanência em um posto de trabalho a os
resultados dos testes de HIV–AIDS que por vontade própria e livre decisão de
os trabalhadores sejam atendidos por uma entidade médica idônea.
d) O pagamento pontual de sua remuneração, de acordo com as condições acordadas e a
disposições legais e as regulações internas da EMPRESA.
24
e) O gozo e/ou percepção de todos os benefícios que de acordo com a lei e disposições
internas que lhe correspondam, na forma e condições estabelecidas na EMPRESA.
f) Ser merecedores do reconhecimento de sua capacidade, esforço e atitude pessoal,
que serão periodicamente avaliados e levados em consideração para efeitos de
promoções ou medidas de reconhecimento e estímulo.
g) A realização de suas tarefas em um ambiente onde as normas sejam respeitadas
higiene e segurança industrial.
h) O respeito pela confidencialidade dos dados pessoais que você forneceu
À EMPRESA.
i) O trabalhador afetado pela tuberculose terá direito a que A EMPRESA lhe conceda
as facilidades necessárias a efeitos de que possa realizar seu tratamento, possa gozar
do descanso médico indicado pelo seu médico assistente e garanta a atribuição ou
reasignação, de acordo com o estado de sua saúde, do posto de trabalho.
j) O direito de formular observações e reclamações, bem como solicitações a
que haja lugar, pelo canal respectivo, respeitando a ordem hierárquica.
k) Os demais direitos e benefícios estabelecidos por Lei, políticas internas ou por
convênios celebrados pela EMPRESA.
Artigo 82º A maneira enumerativa mais não limitativa, constituem obrigações
do trabalhador:
a) Guardar confidencialidade e estrita reserva sobre toda informação e documentos
produzidos, originados, proporcionados ou obtidos em razão de suas labores ou a os
que de qualquer modo, circunstancial ou não, tivesse tido acesso. Assim sendo, tudo
o trabalhador fica obrigado a manter a mais absoluta discrição e
confidencialidade no que diz respeito às atividades DA EMPRESA e às tarefas que
cada trabalhador realiza pelo cargo que desempenha.
b) Conhecer, acatar, cumprir e zelar pelo cumprimento do disposto por este
Regulamento, o Regulamento de Segurança e Saúde no Trabalho, outros regulamentos e
todas as diretrizes ou procedimentos dispostos pela EMPRESA, assim como as
ordens que sejam impartidas. Da mesma forma, deverão cumprir as ordens e
diretivas que lhes sejam impartidas por seus chefes e supervisores ou aqueles que façam seus
vezes.
c) Cumprir e respeitar a Regulamentação Aeronáutica do Peru e as normas estabelecidas por
a concessionária do aeroporto na qual desempenham suas funções com a finalidade
melhorar o sistema de gestão de Segurança Operacional.
d) Conhecer, acatar, cumprir e zelar pelo cumprimento do que está disposto no Manual de
Prevenção.
e) Cumprir com a jornada de trabalho, o horário de trabalho e o horário de descanso ou
descanso estabelecido, respeitando as normas de assistência e pontualidade de acordo
ao disposto pela normativa correspondente.
f) Comparecer pontualmente ao trabalho, trabalhar de boa-fé com o devido esmero,
intensidade e eficiência. Durante o desenvolvimento da jornada de trabalho, o pessoal tem
a obrigação de permanecer em seu local de trabalho e dedicar a totalidade de seu tempo
de serviço à atenção do trabalho que lhe foi confiado.
g) Registrar pessoalmente qualquer entrada e/ou saída do centro de trabalho. Cumprir em
forma efetiva com as jornadas ordinárias e extraordinárias de trabalho, não podendo
desempenhar tarefas ou atividades distintas da natureza laboral.
h) Terminar as tarefas atribuídas para cada dia e organizá-las de tal forma que possam
reanudar-se com prontidão e eficiência na jornada seguinte.
i) Durante todo o tempo de permanência no centro de trabalho e naqueles lugares
onde desempenhou suas funções, o trabalhador deverá usar em um local visível, os
documentos de identificação interna, que lhe sejam atribuídos para o desempenho de
suas funções.
j) Realizar o trâmite de renovação dos documentos de identificação fornecidos
pela EMPRESA, trinta (30) dias antes do cumprimento da data de vencimento.
Em caso de perda ou roubo, realizar o trâmite de acordo com os procedimentos.
estabelecidos.
25
k) Manter em todo momento vigentes as credenciais que o habilitam ou autorizam a
desempenhar no aeroporto as funções para as quais foi contratado.
l) Fazer a entrega, a pedido da EMPRESA, do fotocheck e/ou documento de
identificação que habilita o trabalhador a acessar as instalações de qualquer
aeroporto e/ou empresa onde A EMPRESA oferece serviços, isso sem prejuízo que
dicho documento tenha sido emitido pela EMPRESA ou por qualquer um de seus
clientes.
m) Conduzir-se dignamente no desempenho de seu cargo, mostrando uma conduta
respeitosa com seus chefes e superiores, mostrar bom trato e respeito aos clientes e
colegas de trabalho, devendo manter em todo momento a harmonia adequada.
n) Respeitar a ordem interna no local de trabalho, abstenha-se de adotar atitudes
o promover atos que atentem contra a boa ordem e a disciplina.
o) Agir de acordo com os procedimentos e instruções ditados pela EMPRESA em
matéria operativa, assim como prestar seus serviços no local designado pela LA
EMPRESA.
p) Prestar apoio quando for solicitado por qualquer outra chefia ou executivo de
A EMPRESA, previa autorização de seu chefe direto.
q) Ordenar, conservar e cuidar diligentemente os utensílios de trabalho, equipamentos,
instrumentos, enseres e valores que lhes tenham sido atribuídos para as tarefas de seus
cargos respectivos. Os trabalhadores devem relatar imediatamente ao seu chefe
imediato as falhas ou defeitos que detectarem, para sua reparação ou substituição não
podendo dar-lhes uso distinto e responsabilizando-se por qualquer dano, defeito ou
perdas que aqueles sofreram.
r) Reportar imediatamente qualquer propriedade danificada ou trabalho defeituoso.
s) Cumprir todas as disposições que normatizam a proteção dos bens de LA
EMPRESA, e especificamente daqueles que estão sob sua custódia.
t) Assistir às sessões a que forem convocados com fins de instrução, treinamento,
desenvolvimento ou capacitação, dentro da jornada de trabalho, comprometendo-se a
fazer o seu maior esforço para obter um aprendizado ótimo do ensino
recebida, comprometendo-se a obter notas aprovadas caso sejam realizadas as provas
correspondentes, devendo ainda colocar em prática tudo o que aprendeu.
u) Submeter-se às avaliações que A EMPRESA disponibilizar para verificar a adequação
dos ocupantes dos postos e/ou suas possibilidades de desenvolvimento, assim como
submeter-se a exames preventivos e controles de saúde que determinar a LA
EMPRESA, de acordo com a lei.
v) Submeter-se aos exames de controle para a detecção do consumo de substâncias
tóxicas (álcool, drogas, estupefacientes, etc.) dentro da jornada de trabalho. Em
caso de negativa por parte do trabalhador a submeter-se a tal exame, entender-se-á
como um reconhecimento do estado de embriaguez ou de se encontrar sob os efeitos
de drogas, substâncias estupefacientes e/ou similares, de acordo com o teste que lhe tiver sido
sido requerida ao trabalhador e que este tenha se negado a se submeter, sendo este
incumprimento causal de despedimento por falta grave.
w) Acatar e cumprir as revisões que A EMPRESA estabelecer por meio do pessoal de
segurança e vigilância ou outro que determinar, ficando portanto o trabalhador
obrigado por permitir a revisão de qualquer pacote, mala, carteira e/ou volume que
porte o trabalhador ao ingressar ou sair do centro de trabalho, assim como também a
revisão de armários de vestiários, armários e outros ambientes e móveis nos
que possam ser guardados qualquer tipo de bens, ferramentas, veículos, artefatos,
documentos e outros; assim como deverá submeter a revista corporal e de veículos
particulares, a mesma que será realizada em todos os casos, dentro do marco legal
aplicável. Toda revisão por parte da EMPRESA será realizada com o consentimento prévio
do trabalhador e sem afetar seu direito à intimidade pessoal.
x) Se ocorrerem fatos delituosos na EMPRESA, e houverem dúvidas razoáveis em relação a
a responsabilidade do trabalhador, referido pessoal está sujeito a um processo de
investigação com o fim de deslindar responsabilidades. Ademais, o trabalhador se
sujeitar-se-á aos testes que A EMPRESA considerar convenientes (registro de impressões digitais,
polígrafo, cateo, etc.) com o objetivo de obter a veracidade e o reconhecimento em
determinados fatos. A negativa ou obstrução por parte do trabalhador ao
26
sometimento das provas e investigações que A EMPRESA determinar constitua
uma aceitação tácita do trabalhador em relação aos fatos imputados e, portanto,
sancionáveis com a demissão em caso de falta grave.
y) Assistir às suas labores levando consigo a vestimenta de trabalho apropriada de acordo
com o cargo que desempenha. No caso em que A EMPRESA atribua o uso de uniforme
ao trabalhador, este deverá fazer o uso adequado do mesmo, tornando-se responsável por
seu cuidado e conservação. Assim sendo, cada trabalhador da EMPRESA deverá
manter a limpeza e a ordem em sua apresentação pessoal, ficando terminantemente
proibido o uso de qualquer peça que constitua parte do uniforme fora do
centro de trabalho.
z) Ademais, deverá usar e conservar todos os resguardos, dispositivos, implementos
e equipamentos de segurança fornecidos para o desempenho de sua função, respeitando os
normas de segurança e higiene estabelecidas pela EMPRESA.
aa) Realizar toda ação conducente a prevenir qualquer acidente ou risco. De detectado
em qualquer uma dessas situações, o trabalhador deverá informar tais fatos imediatamente a
seu chefe imediato ou ao representante da EMPRESA.
bb) Informar à EMPRESA quando perceberem a necessidade de introduzir modificações.
tendentes ao melhoramento e segurança do trabalho. Assim sendo, os trabalhadores
deverão comunicar à EMPRESA qualquer eventualidade ou situação que pudesse
prejudicar ou afetar os interesses da mesma.
cc) Solicitar autorização prévia ao seu chefe imediato, quando precisar se ausentar de LA
EMPRESA seja por razões de serviço ou particulares.
dd) Prestar auxílio em qualquer tempo e lugar que se necessite por sinistro ou risco
iminente, em que periga a integridade física do pessoal e/ou os bens e
instalações DA EMPRESA.
ee) Informar à Gerência de Recursos Humanos DA EMPRESA, dentro dos quarenta
e oito (48) horas após a ocorrência de qualquer evento que modifique sua composição
familiar (estado civil, nascimento e/ou falecimentos de familiares diretos), mudança de
domicílio, telefone, nível de educação e demais informações similares para os efeitos
legais pertinentes.
ff) Comunicar ao seu chefe imediato ou ao assistente social da área, dentro da primeira
hora da jornada, qualquer doença ou acidente que o impeça de comparecer ao seu centro
de labores. O trabalhador poderá ser visitado por um médico que A EMPRESA designar
o por sua Assistente Social, quando esta dispuser a verificação de tais causas.
Observar comportamento adequado, de acordo com o lugar e as circunstâncias nos locais de
esparcimiento da EMPRESA coloque à disposição dos trabalhadores, assim como
responsabilizar-se pelo comportamento das pessoas que os acompanham.
hh) Manter o devido segredo profissional. O segredo profissional vai além de
a jornada ordinária de trabalho e a vigência ou duração concreta que tenha a
relação laboral.
ii) Fomentar e praticar o respeito mútuo, a disciplina, a obediência, a honestidade, a
honradez e responsabilidade.
jj) Abstener-se de promover e/ou realizar atividades políticas, comerciais e religiosas
durante a jornada de trabalho.
Utilizar de forma periódica -quando menos uma vez por semana- o software
antivírus instalado em cada computador da EMPRESA para verificar seu disco
duro. Igualmente deverá fazê-lo sempre que inserir em seu equipamento qualquer tipo de
periférico de armazenamento e/ou unidade de armazenamento externo (disquete, USB,
CD ou similares) de tal forma que o software antivírus estará na capacidade de
monitorar em tempo real todos os arquivos que os usuários utilizem, sempre e
quando este estiver ativo.
ll) Tratar cortêsmente as pessoas alheias à EMPRESA, com as quais tivesse que
alternar pelas funções que desempenha, procurando solucionar os pedidos
dentro das possibilidades e de acordo com as atribuições que tenham conferidas.
mm) Manter respeito e consideração por seus superiores, chefes, colegas de trabalho,
trabalhadores, contratados, clientes, pessoal de outras empresas que se encontre
destacado ou deslocado no centro de trabalho ou de operações da EMPRESA
mediante um trato correto e cordial, assim como tratar cortêsmente todas as pessoas
27
com as quais teria que alternar pelas funções que desempenha. Está proibido
todo ato de discriminação, dentro ou fora das instalações DA EMPRESA, por
parte de um trabalhador contra outro trabalhador ou contra os indivíduos mencionados
devido a que estes sejam portadores do vírus do VIH–SIDA. A comissão de atos de
a discriminação baseada no motivo indicado será sancionada de acordo com seu
gravidade e de acordo com a legislação trabalhista vigente.
nn) Cada uma das normas de conduta sinalizadas goza da mesma importância e
significação em relação aos outros.
Artigo 83º O descumprimento das obrigações mencionadas anteriormente e de
qualquer outra que se derive da relação de trabalho está sujeita a medidas disciplinares,
de acordo com a lei.
Artigo 84º Além dos fatos sancionados por lei, os trabalhadores da LA
EMPRESA está proibido de:
a) Informar, publicar, comentar ou divulgar, de qualquer maneira, dentro ou fora do
Âmbito DA EMPRESA informações referentes às operações, negócios e atuações
da EMPRESA ou de seus clientes ou terceiros associados a esta; ou informações e/ou
documentação de uso interno, especialmente aqueles considerados como reservados
y/o confidenciais, assim como as disposições de qualquer natureza que sejam
adotadas pela EMPRESA.
b) Extrair informações ou documentos da EMPRESA, direta ou indiretamente, em
especial se estes tiverem caráter reservado. Igualmente, fica proibido usar ou
proporcionar a terceiros informações referentes aos negócios, interesses ou operações
de clientes ou usuários da EMPRESA, que tenham caráter reservado e/ou
confidencial; assim como subtrair ou utilizar documentos da EMPRESA com o mesmo
fin sem a autorização devida.
c) Colocar qualquer tipo de material impresso, avisos ou anúncios na propriedade de LA
EMPRESA, sem autorização prévia desta. Ademais, está proibido introduzir e/ou
distribuir volantes, folhetos e/ou qualquer outro meio de comunicação escrita,
especialmente aqueles que contenham expressões atentatórias ao bom nome de
A EMPRESA, de seus trabalhadores em todos os seus níveis, da moral e harmonia laboral.
d) Realizar qualquer tipo de propaganda dentro da EMPRESA.
e) Formular declarações públicas ou jornalísticas em nome da EMPRESA, exceto
nos casos em que se encontram devidamente autorizados para tal por parte da
Gerência correspondente.
f) Comunicar ou difundir por qualquer meio, expressões atentatórias ao bom nome
da EMPRESA ou a de seus trabalhadores em geral, à moral e os bons
costumes e a harmonia e paz no trabalho.
g) Ocupar-se, mesmo em horários que não sejam de escritório, de negócios ou transações que
podem ser opostos ou competitivos com os interesses DA EMPRESA. Em tal
Sentido, queda expressamente proibida a realização de atividades semelhantes às
que executa A EMPRESA.
h) Realizar operações com clientes ou fornecedores da EMPRESA que lhes tragam
proveito pessoal ou em favor de terceiros, mesmo que não sejam necessariamente
prejudiciais ou estejam em conflito com os interesses da EMPRESA. Igualmente fica
expressamente proibido obter empréstimos, dádivas ou favores de qualquer classe de
os clientes ou fornecedores da EMPRESA.
i) Aceitar, sem autorização prévia expressa e por escrito da Gerência Geral, encargos
em entidades públicas ou privadas.
j) Ocupar-se nas horas de trabalho com assuntos estranhos às suas próprias funções ou que
obstaculizem ou atrasem as atividades durante a jornada de trabalho. Igualmente
queda proibido efetuar labores distintas às estabelecidas pela EMPRESA e/ou
realizar tarefas para as quais não está autorizado.
k) Organizar ou realizar coletas, rifas, cobranças, propaganda ou venda de qualquer
natureza dentro do local de trabalho e ainda fora dele nas horas que correspondem
28
ao desenvolvimento da jornada de trabalho; ou usar o logotipo, razão social ou papelaria de
A EMPRESA sem autorização da Gerência de Recursos Humanos.
l) Organizar, fomentar, propiciar ou intervir, sem autorização da Gerência de
Recursos Humanos, em reuniões dentro das instalações DA EMPRESA, ou fora
de elas, durante o horário de trabalho, que originem a interrupção das labores do
pessoal.
m) Concurrir a trabalhar com sintomas de embriaguez ou sob os efeitos de drogas e/ou
qualquer outra substância entorpecente.
n) Ingressar ao centro de trabalho qualquer tipo de artefatos que possa distrair a
atenção dos outros trabalhadores, assim como se dedicar a jogos de azar, fazer
apostas, vender ou comprar artigos de qualquer natureza durante o dia de
trabalho.
o) Introduzir ou utilizar na EMPRESA qualquer tipo de artefato que possa distrair a
atenção do pessoal durante as horas de trabalho, bem como fazer uso indevido e
contrário à Política de Ferramentas de Trabalho, de celulares e equipamentos eletrônicos
portáteis, tirar fotografias e filmagens das operações. Assim, compartilhar
informação audiovisual com clientes ou terceiros, a menos que se tenha a
aprovação da Gerência Geral e da Chefia de Segurança.
p) Fomentar a participação em discussões ou brigas dentro ou fora do local de trabalho e
todo tipo de bromas ou jogos ou assumir qualquer outra atitude que distraia o pessoal
no cumprimento de suas funções e que gerem um dano ou potencial dano à
EMPRESA.
q) Ingressar ao centro de trabalho armas de fogo ou de qualquer classe ou outro tipo de objeto
que possa originar danos ou acidentes; salvo quando estiverem expressamente autorizados
para isso pela Gerência de Recursos Humanos e Chefe de Segurança em caso de
que por razões de trabalho se justifiquem e estejam devidamente autorizados para isso.
r) Gerir operações em unidades diferentes daquelas em que trabalham e que não sejam
de sua competência, salvo se estiverem devidamente autorizados para isso.
s) Fazer uso de qualquer bem da EMPRESA para atividades alheias às suas funções,
tales como serviço telefônico, fax, fotocópias, outros equipamentos ou serviços ou permitir seu
uso por terceiros dentro ou fora do horário de trabalho. O custo pelo uso indevido
não autorizado de estes meios, independentemente de sua responsabilidade, será de
cargo do infrator.
t) Ingressar ao centro de trabalho durante o gozo de seu período de férias ou quando houver
uma suspensão do vínculo laboral, sem a autorização prévia da Gerência de
Recursos Humanos ou do seu chefe direto.
u) Fumar nos interiores da EMPRESA e em estações de acesso comum fechadas, tais
como oficinas, vestidores, cafeterías, comedores, pasillos, escaleras, ascensores
veículos de propriedade da EMPRESA, entre outros. A proibição abrange de
modo geral, todas as áreas fechadas da EMPRESA.
v) Conduzir unidades motorizadas ou manipular equipamentos sem ter as devidas
licenças e autorizações específicas para essa atividade, assim como transportar nos
veículos da EMPRESA a pessoas não autorizadas, salvo se houver a correspondente
autorização expressa.
w) Alterar ou permutar turnos de trabalho, sem autorização de seu chefe imediato ou de a
Gerência de Recursos Humanos, caso seja necessário. Fica estritamente
proibido que os trabalhadores, por iniciativa própria, realizem alterações no processo
organizativo e administrativo da EMPRESA. Toda modificação deve ser autorizada
expressamente pela Gerência.
x) Dormir, ou aparentar fazê-lo, dentro das instalações DA EMPRESA ou em suas
centros de operações, durante sua jornada de trabalho. Resulta de suma importância
que os trabalhadores mantenham a devida compostura dentro do centro de trabalho,
por quanto assim se evitam riscos desnecessários que coloquem em perigo tanto sua
integridade física como a de seus companheiros em uma situação de emergência. O
O descumprimento desta obrigação será sancionado de acordo com a lei.
y) Ingressar em áreas não vinculadas às suas tarefas habituais ou fora do horário normal,
salvo por motivos de trabalho e prévia autorização.
29
z) Ocupar desnecessariamente o tempo no banheiro, vestiários ou outros lugares do centro
de trabalho, durante as horas de trabalho.
aa) Receber visitas de amigos e/ou familiares no local de trabalho, exceto no caso que
por razão de urgência ou casos excepcionais, o trabalhador seja requisitado, para o qual
o efeito deverá contar com a autorização expressa de seu Gerente / Chefe de área ou quem
está fazendo as vezes.
bb) A negligência no exercício de suas funções, assim como a realização de tarefas ou
atividades que causam danos ao pessoal ou a terceiros, ou às instalações, equipamentos e
demais elementos de propriedade da EMPRESA ou de terceiros localizados no interior de
A EMPRESA e seja qual for o valor desses danos, independentemente de terem sido
sido produzidos deliberada e intencionalmente.
cc) Agir com demora em dar andamento aos documentos, afetando a tramitação dos
mesmos.
dd) Ameaçar ou agredir de qualquer forma seus chefes ou colegas de trabalho, assim como
realizar qualquer ato que contrarie a ordem, disciplina, a moral e os bons costumes.
Retirar bens da EMPRESA, sem a autorização correspondente, assim como a
utilização ou disposição dos bens do centro de trabalho ou dos que se encontrem
sob sua custódia, em benefício próprio ou de terceiros.
ff) Ausentar-se de seu posto sem a devida autorização ou abandoná-lo antes de
culminação da jornada de trabalho, sem a correspondente autorização por escrito.
gg) Consignar ou proporcionar informações falsas ou adulterar documentos oficiais de LA
EMPRESA ou na documentação pessoal do trabalhador.
hh) Comerciar, concertar empréstimos com ou sem juros entre eles, ou realizar qualquer
negócio ou atividade lucrativa dentro da EMPRESA por conta própria.
ii) Almoçar ou ingerir alimentos e/ou bebidas fora das áreas designadas pela EMPRESA
com tal propósito e/ou fora do horário designado para o lanche e/ou consumo de
alimentos.
jj) Registrar a entrada ou saída do centro de trabalho de outro trabalhador, mesmo que esteja
substituindo.
kk) Não fazer uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI), utilizá-los incorretamente
o de maneira negligente.
ll) Causar dano à infraestrutura ou ao mobiliário da EMPRESA.
mm) Animar, coagir, forçar ou motivar os colegas de trabalho a diminuir o
rendimiento ou desrespeitar as regras previamente estabelecidas e/ou impostas neste
Regulamento. Qualquer diminuição intencional do desempenho será considerada
como falta grave e se aplicará ao infrator o disposto pela legislação trabalhista
vigente.
nn) Solicitar adesões, afiliações políticas, comerciais, religiosas e/ou similares dentro
da jornada de trabalho.
A área de Sistemas da EMPRESA é o único órgão responsável pela instalação,
administração e controle de qualquer programa e/ou software que seja utilizado na LA
EMPRESA, ficando expressamente estabelecido que tal pessoal encarregado somente
poderá instalar e utilizar programas e/ou software que tenha a devida licença para
seu uso. Portanto, é terminantemente proibido ao trabalhador instalar por sua
conte qualquer tipo de programa e/ou software nas máquinas de computação de LA
EMPRESA.
pp) Fazer uso indevido dos sistemas e do correio eletrônico que A EMPRESA
proporciona para o melhor desenvolvimento dos serviços. O correio eletrônico é um dos
os meios mais importantes utilizados na EMPRESA para obter uma fluência
comunicação do pessoal tanto interna quanto externamente, seja com seus
fornecedores, clientes e parceiros de negócios, refletindo em cada um deles
mensagens de comunicação a imagem da EMPRESA. Portanto, fica proibido o
uso do mesmo para qualquer tipo de envio ou recepção de comunicações alheias ou
não vinculadas com o trabalho que o trabalhador realiza na EMPRESA; assim como a
difusão e/ou circulação de e-mails com informações e/ou anexos
que não sejam de índole laboral.
qq) Nos casos em que o pessoal receba comunicações eletrônicas de endereços
desconhecidas é proibido abrir tais e-mails, devendo proceder de maneira
30
imediata a sua eliminação. O pessoal será responsável por todas as consequências
económicas que pudieran tener na rede e servidores DA EMPRESA por qualquer
ativação do vírus a partir do computador que lhe foi designado para o
desempenho de sua labor.
a empresa dotará a cada empregado cuja função assim o exija, de um equipamento de
cómputo que terá as licenças de software necessárias para que possa cumprir com
suas atividades. Portanto, fica expressamente proibido o seguinte:
• A instalação não autorizada de programas de computação por parte do pessoal
DA EMPRESA. O descumprimento desta norma pelo pessoal será
sancionada de acordo com a lei. Adicionalmente, A EMPRESA se reserva o
direito de iniciar ações de natureza civil e/ou penal, se for o caso.
• A EMPRESA não aceitará nem tolerará a duplicação ilegal de programas de
cálculo.
• O pessoal a quem foi atribuído um equipamento de computação móvel ou fixo é
responsável por dar o uso adequado e respeitar suas condições de uso.
• Os equipamentos de computação fixos não poderão ser deslocados, sem a autorização expressa.
do Área de Sistemas e os movimentos serão realizados unicamente pelo
pessoal de suporte técnico. De forma alguma será permitido que pessoal de fora
na Área de Sistemas manipule ou mova de sua localização o equipamento de informática
algum.
ss) Danificar o equipamento, a rede e/ou os servidores da EMPRESA por não utilizar adequadamente o
antivírus e/ou desativar o antivírus de seus equipamentos. Da mesma forma, o trabalhador será
responsável pelas consequências econômicas que gerarem para A EMPRESA.
tt) Realizar práticas desonestas, violações ao Regulamento Ético da EMPRESA,
que compreende o Manual de Prevenção, Regras Anticorrupção, Código de Ética e
Conduta, entre outros que possa emitir A EMPRESA, ou um procedimento indevido com o
setor privado ou público, através de pagamentos indevidos a facilitadores, falsas consultorias,
tráfico de influências, práticas colusórias; e/ou facilitação ou comissão de atos
indebidos e ilegais na operação.
uu) Realizar subornos para promover seu negócio, sendo irrelevante o valor do objeto ou
quantidade de dinheiro objeto do suborno.
vv) Realizar atos contrários à ética com a finalidade de obter ou manter negócios ou
de incrementar seus ganhos.
ww) Realizar atos de gestão de interesses em nome ou por conta da EMPRESA sem
autorização da Gerência Geral.
xx) Gerir reuniões com funcionários públicos com o objetivo de realizar uma gestão
de interesses em nome da EMPRESA sem solicitar através dos procedimentos
estabelecidos pela EMPRESA ou, na sua falta, sem coordená-la por escrito.
yy) Realizar reuniões com funcionários públicos em locais de diversão ou lazer
ou nas residências de qualquer uma das partes com o objetivo de realizar gestões
em nome da EMPRESA.
zz) Assistir a uma reunião com funcionários públicos com o objetivo de realizar uma gestão
de interesses em nome da EMPRESA sem manter um registro dos assistentes, data
y hora de la reunión, lugar de la reunión, temas tratados y compromisos adoptados
em nome da EMPRESA, ou sem enviar o registro de comunicações e gestão de
reuniões com entidades e funcionários públicos ao Encargado de Prevenção com cópia
ao chefe imediato superior.
aaa) Não reportar na Declaração de Conflito de Interesse as relações de parentesco
de até quarto grau de consanguinidade ou segundo de afinidade com algum funcionário
público de alguma instituição que regula a EMPRESA.
bbb) Não cumprir com as políticas e procedimentos que A EMPRESA tem para despesas
de viagens com ocasião do desenvolvimento de seus trabalhos e sua prestação.
ccc) Não remeter ao chefe imediato um memorando dos resultados das viagens de
trabalho.
ddd) Não reportar ao Responsável pela Prevenção e/ou ao Chefe imediato que possui
conhecimento de um ato indevido que contrarie a Regulamentação Ética de
AS EMPRESAS ou quando alguma pessoa com poder de decisão solicitar que seja realizada uma
ato de este tipo.
31
eee) Aceitar recompensas, dádivas ou empréstimos de pessoas vinculadas, direta ou
indiretamente, a EMPRESA, seja com ocasião do cumprimento de suas funções ou
que o pudessem comprometer no cumprimento destas.
fff) Participar, manter ou aceitar situações em cujo contexto os interesses pessoais,
laborais, económicos ou financeiros do trabalhador poderiam estar em conflito com o
cumprimento dos deveres e funções a seu cargo.
ggg) Obter ou procurar benefícios, pagamentos impróprios, doações, presentes ou vantagens
indevidas, para si ou para outros, mediante o uso de seu cargo, influência ou aparência
de influência.
Realizar atividades de proselitismo político no local de trabalho ou através de
a utilização das funções do trabalhador ou por meio da utilização de
infraestrutura, bens ou recursos da EMPRESA, seja a favor ou contra seus
partidos ou organizações políticas ou candidatos.
iii) Tornar pública toda a informação à qual, em razão ou ocasião do exercício
de suas responsabilidades, os trabalhadores da EMPRESA tenham acesso, sem
prejuízo dos deveres que lhe correspondem em virtude das normas que regulam a
confidencialidade.
jjj) Participar em transações ou operações financeiras usando informações
privilegiada da EMPRESA ou que pudesse ter acesso a ela por sua condição ou
exercício da função que desempenha ou permitir o uso impróprio de tais informações
para o benefício de algum interesse.
Artigo 85º Sendo os equipamentos de computação uma ferramenta de trabalho de
propriedade da EMPRESA cuja utilização responde apenas à atividade laboral do trabalhador, e
o trabalhador conhece esta situação, as informações armazenadas e recebidas nestes
equipos são de propriedade exclusiva da EMPRESA.
CAPÍTULO XII: MEDIDAS DISCIPLINARES
Artigo 86º A EMPRESA tem poder sancionador para administrar a ordem
e a disciplina nos centros de trabalho. A disciplina laboral é essencial para o
o cumprimento do objeto social da EMPRESA e a faculdade sancionadora é primordial
para fomentar a disciplina. Todos os trabalhadores devem observar plenamente suas
obrigações e ter em mente as proibições, as normas internas que a LA estabelecer
EMPRESA e a normativa vigente.
Artigo 87º A EMPRESA tem como política fomentar boas relações com
seus trabalhadores em geral, em conformidade com o princípio da boa-fé e espírito de
compreensão, harmonia e cooperação que existe entre todos os trabalhadores de todos os
níveis. Além disso, é política DA EMPRESA conciliar e aplicar os princípios e valores
que constituem pilares que sustentam a gestão institucional no âmbito da cultura
organizacional. A quebra desses valores e princípios é considerada uma falta
laboral que vulnera a política institucional, sendo de aplicação as medidas disciplinares
que o caso justifique.
Artigo 88º É faculdade e responsabilidade da EMPRESA ditar as diretrizes e
aplicar as medidas necessárias para a manutenção da ordem e da disciplina,
entendendo que deve garantir o cumprimento das ordens, o mútuo respeito, a
observância das normas de moralidade e boas maneiras e a abstenção de incorrer
em atos que prejudicam as pessoas ou o património ou o prestígio DA EMPRESA.
Artigo 89º São faltas laborais passíveis de serem sancionadas
disciplinarmente, entre outras, as seguintes:
a) Em matéria de assistência e permanência no trabalho
(i) Não registrar sua presença, seja na hora de entrada ou na hora de saída.
(ii) Incorrer em atrasos.
32
(iii) Incumprir com o compromisso assumido antecipadamente e voluntariamente para trabalhar
em horas extras.
(iv) Borrar ou alterar os registros de assistência.
(v) Registrar a entrada de outro trabalhador ou fazer registrar a própria por outro.
(vi) Deixar o posto de trabalho sem esperar a chegada do substituto correspondente e sem
contar com a autorização expressa de seu chefe imediato, sempre que por
a natureza do trabalho desempenhado exige a entrega do posto ao substituto.
(vii) Ingressar ou permanecer no local de trabalho antes ou depois da hora de
início e fim da jornada de trabalho sem autorização expressa do chefe imediato.
(viii) Abandonar o centro de trabalho antes de terminar a jornada correspondente sem
autorização do chefe imediato ou formar grupos negligenciando suas tarefas.
(ix) Não retornar ao trabalho após o término do seu intervalo.
(x) Faltar injustificadamente ao trabalho.
b) Em matéria de ética no trabalho
(i) Realizar práticas desonestas, violações ao Regulamento Ético de LA
EMPRESA ou um procedimento indevido com o setor privado ou público, através de
pagamentos indevidos a facilitadores, falsas consultorias, tráfico de influências, práticas
colusórias; e/ou facilitação ou comissão de atos indevidos e ilegais na
operação.
(ii) Realizar subornos para promover seu negócio, sendo irrelevante o valor do
objeto ou quantidade de dinheiro matéria do suborno.
(iii) Realizar atos contrários à ética com a finalidade de obter ou manter
negócios nem de aumentar seus lucros.
(iv) Realizar atos de gestão de interesses em nome ou conta da EMPRESA sem
autorização da Gerência Geral.
(v) Gerenciar reuniões com funcionários públicos com o objetivo de realizar uma
gestão de interesses em nome da EMPRESA sem solicitar através dos
procedimentos estabelecidos pela EMPRESA ou, na sua ausência, sem coordená-la por
escrito.
(vi) Realizar reuniões com funcionários públicos em lugares de diversão ou
esparcimento ou nas residências de qualquer uma das partes com o objetivo de
realizar uma gestão de interesses em nome da EMPRESA.
(vii) Assistir a uma reunião com funcionários públicos com o objetivo de realizar uma
gestão de interesses em nome da EMPRESA sem manter um registro dos
assistentes
compromissos adotados em nome da Companhia, se for o caso.
(viii) Não enviar o registro de comunicações e gestão de reuniões com entidades e
funcionários públicos ao Encarregado de Prevenção com cópia ao chefe imediato
superior.
(ix) Não reportar na Declaração de Conflito de Interesse as relações de parentesco
de até quarto grau de consanguinidade ou segundo de afinidade com algum
funcionário público de alguma instituição que regula a EMPRESA.
(x) Não reportar ao Responsável pela Prevenção e/ou ao Chefe imediato que tem
conhecimento de um ato indevido que vá contra a Regulamentação Ética
da Companhia ou quando alguma pessoa com poder de decisão lhe solicitar para realizar
um ato desse tipo.
(xi) Aceitar recompensas, dádivas ou empréstimos de pessoas vinculadas, direta ou
indiretamente, à EMPRESA, seja com ocasião do cumprimento de seus
funções ou que o poderiam comprometer no cumprimento delas.
(xii) Participar, manter ou aceitar situações em cujo contexto os interesses
pessoais, laborais, econômicos ou financeiros do trabalhador poderiam estar em
conflito com o cumprimento dos deveres e funções a seu cargo.
(xiii) Obter ou procurar benefícios, pagamentos indevidos, doações, presentes ou vantagens
indevidas, para si ou para outros, mediante o uso de seu cargo, influência ou
aparência de influência.
(xiv) Cometer fraude, em suas diversas manifestações.
33
c) Em matéria de obrigações gerais do trabalhador
(i) Qualquer descumprimento das obrigações ou qualquer ato que transgrida
uma proibição prevista no Regulamento, e especialmente aquelas listadas
no capítulo sobre direitos e obrigações dos trabalhadores.
(ii) Parar seu trabalho durante o dia.
(iii) Mudar o turno de trabalho sem a autorização prévia de seu chefe ou superior
imediato.
(iv) Executar trabalhos particulares durante o horário de trabalho.
(v) Negar-se a realizar as tarefas designadas pelo seu chefe.
(vi) Assistir ao local de trabalho ou se encontrar neste sob os efeitos de drogas ou
álcool.
Ingerir ou fomentar o uso de bebidas alcoólicas, drogas ou outros estupefacientes
no trabalho; assim como recusar-se a submeter-se ao exame médico correspondente.
(viii) Simular uma doença ou fornecer à EMPRESA um certificado médico
adulterado o fraudulento.
(ix) Permitir que os subordinados imediatos ingressem ou permaneçam em seu cargo
de labores antes ou depois da hora de início e fim da jornada de trabalho sem
autorização expressa.
(x) Afetar com seu comportamento a imagem institucional da EMPRESA.
(xi) Recusar-se a participar nas capacitações oferecidas pela EMPRESA, como são
as de prevenção e sanção do assédio sexual, preparação para executar
as tarefas do posto de trabalho, entre outras.
(xii) Não cumprir com as políticas e procedimentos que A EMPRESA tem para despesas
de viagens com a ocasião do desenvolvimento de seus trabalhos e sua prestação.
(xiii) Não enviar ao chefe imediato um memorando dos resultados das viagens de
trabalho.
(xiv) Realizar atividades de proselitismo político no local de trabalho ou através de
a utilização das funções do trabalhador ou por meio da utilização de
infraestrutura, bens ou recursos da EMPRESA, seja a favor ou contra de
seus partidos ou organizações políticas ou candidatos.
(xv) Desacatar submeter-se às avaliações e exames que a autoridade
competente a EMPRESA disponha para verificar a idoneidade dos ocupantes
dos cargos e suas possibilidades de desenvolvimento.
(xvi) Incumprir com os deveres e as proibições prescritos no presente
Regulamento Interno de Trabalho e de outras diretrizes, políticas ou orientações
dictados pela EMPRESA.
(xvii) Incorrer em atos que gerem a perda da credencial que o habilita ou autoriza
a desempenhar no aeroporto as funções para as quais é contratado.
(xviii) As que A EMPRESA considerar como incumprimentos do contrato e dos deveres
da relação laboral, conforme à lei.
d) Em matéria de uso de bens da EMPRESA
(i) Reter indevidamente, danificar, extraviar ou perder por negligência bens,
equipamentos, materiais, ferramentas entregues em ocasião do trabalho. que
devem ser devolvidos uma vez concluídos a
ii) Afetar o patrimônio da EMPRESA.
(iii) Desperdiçar desnecessariamente materiais durante a execução das tarefas
encomendadas.
Usar indevidamente os automóveis, máquinas e outros meios de transporte
de propriedade da EMPRESA, assim como transportar pessoas para outros fins não
autorizados, prestá-los a terceiros ou permitir que os conduzam
pessoas estranhas ou não permitidas para isso conforme o estabelecido na
34
Regulamento de Infrações e Sanções da titular da concessão do
aeroporto onde o trabalhador realiza suas funções.
(v) Usar o e-mail ou qualquer outro meio digital para fins não laborais,
fraudulentos ou obscenos, que atentem contra a legalidade e a honra dos
personas.
(vi) Utilizar o endereço ou conta de e-mail de outro trabalhador sem seu
autorização prévia, com a finalidade de realizar o envio de mensagens a
através de dita direção de correio eletrônico.
(vii) Tornar pública toda aquela informação à qual com motivo ou por ocasião do
exercício de suas responsabilidades, os trabalhadores da EMPRESA tenham
acesso, sem prejuízo dos deveres que lhe correspondem em virtude das normas
que regulam a confidencialidade.
(viii) Participar em transações ou operações financeiras utilizando informações
privilegiada da EMPRESA ou que pudesse ter acesso a ela por sua condição ou
exercício da função que desempenha ou permitir o uso impróprio da mesma
informação para o benefício de algum interesse.
e) Em matéria de obrigações de segurança e saúde no trabalho
(i) Recusar-se a utilizar ou usar indevidamente os equipamentos de proteção pessoal que
são de uso obrigatório durante as horas de trabalho.
(ii) Retener indevidamente, danificar, extraviar ou perder por negligência equipamentos de
proteção pessoal entregue em função do trabalho.
(iii) Desacatar submeter-se às avaliações e exames preventivos e controles de
saúde que a EMPRESA determinar de acordo com a lei.
(iv) Inobservância do Regulamento de Segurança e Saúde no Trabalho, diretrizes
relacionadas a dicha matéria emitidas pela EMPRESA e as normas de segurança
e saúde no trabalho.
(v) Negar-se a participar das capacitações oferecidas pela EMPRESA em matéria de
segurança e saúde no trabalho.
f) Em matéria de trato com o pessoal
(i) Difundir ou fazer circular publicações que tendam a alterar a disciplina do
pessoais, que sejam ofensivas ou que atentem contra a moral e os bons costumes
costumes.
(ii) Provocar, alentar ou obrigar outros trabalhadores a brigar no trabalho.
(iii) Faltar de palavra e/ou de obra a outro trabalhador ou a terceiros com quem tenha
contacto com motivo da relação de trabalho, seja no centro de trabalho ou fora de
ele, dentro dos dias e horas de trabalho ou em ocasião direta do mesmo.
(iv) Rachar por qualquer meio a disciplina interna ou o princípio de autoridade,
e, em geral, cometer ato ou utilizar qualquer meio que atente contra os
pessoas, os bens ou a segurança do local de trabalho, ou que afetem as
boas relações que devem normar o desenvolvimento laboral.
(v) Tratar sem respeito e sem amabilidade os colegas de trabalho, incorrendo em
maltrato psicológico, conduta hostil ou intimidatória ou qualquer tipo de assédio
moral o "mobbing", que supõe uma afetacão à dignidade daqueles.
(vi) Afetar o patrimônio dos trabalhadores.
(vii) Exercitar ameaças, assédio sexual ou de outra índole contra o pessoal,
que possa afetar a dignidade da pessoa ou induzir à realização de ações
dolosas.
(viii) Apresentar denúncias que sejam falsas através do uso de meios
provas falsas, ou narrando fatos que não têm uma relação direta com as
relações de trabalho ou por meio da apresentação de denúncias imprecisas ou
ambíguas ou qualquer outro meio empregado.
35
A enumeração dessas faltas não é taxativa, mas meramente enunciativa, pelo que,
caso sejam cometidas outras faltas que não estão contempladas na relação anterior e que
suponham um descumprimento das obrigações contidas neste Regulamento, a
outras políticas e diretrizes da EMPRESA, ou às normas legais vigentes, a EMPRESA
terá a faculdade de sancionar tais condutas, conforme o indicado
normativamente.
Artigo 90º As medidas disciplinares que forem aplicadas ao pessoal serão feitas
constar em seu Registro Pessoal. As medidas disciplinares a serem adotadas, conforme as faltas
as faltas laborais cometidas pelo trabalhador são as seguintes:
a) Amonestação verbal;
b) Amonestação escrita;
c) Suspensão;
d) Despido.
Artigo 91º É faculdade discricionária DA EMPRESA fiscalizar e sancionar o
incumprimento das obrigações laborais e avaliar a gravidade das faltas que
comete um trabalhador. A ordem de medição à qual se restringem as sanções descritas, se
bem estabelece uma graduação de severidade, de modo algum significa que tenha que
seguirse necessariamente essa mesma progressão ou sucessão no momento de aplicá-las, senão
que serão aplicados com base nos critérios estabelecidos neste Regulamento e as
circunstâncias particulares do caso, entre outros fatores que razoavelmente A
A EMPRESA pode considerar, tais como os antecedentes do trabalhador, o prejuízo
gerada à EMPRESA, a afetação à imagem da EMPRESA frente aos trabalhadores
os clientes, a reincidência, entre outros fatores, sob a sujeição a um critério de
proporcionalidade e razoabilidade entre a falta cometida e a sanção que será imposta.
Artigo 92º É dever de todo supervisor ou chefe imediato informar a Gerência
de Recursos Humanos, assim que tomar conhecimento de algum fato que exija a
aplicação de uma medida corretiva; assegurando no acompanhamento que sejam feitas as
coordenadas pertinentes para garantir que a falta não fique sem ser objeto de uma
decisão final.
Artigo 93º Para o tratamento das faltas reiteradas que podem ser
sancionadas até com uma demissão, considera-se a seguinte graduação:
a) A reincidência em atrasos não autorizados em um período de 30 dias resulta em uma
amonestação escrita
b) Uma nova demora é causa de suspensão;
c) Uma quarta demora no mesmo período de 30 dias resulta em outra suspensão; e,
a quinta tardança é considerada causa de despedimento.
Artigo 94º Tratando-se da comissão da mesma falta ou similares ou
equivalentes por mais de um trabalhador, A EMPRESA mantém a faculdade de impor
sanações diversas a cada um deles ou deixar de impô-las a um ou mais, em atenção a
os antecedentes pessoais e outras circunstâncias que assim o justifiquem sob sua própria
avaliação.
Artigo 95º A amonestação verbal é imposta pelo chefe imediato, dando conta
à Gerência de Recursos Humanos para o registro no Registro Pessoal do sancionado.
Artigo 96º A advertência escrita é enviada por meio de comunicação da
Gerência de Recursos Humanos. Corresponde à sua aplicação em casos de faltas leves ou em
casos de reincidência. Da mesma forma, poderá ser aplicado diante de um ato de incondução que gera
consequências leves. De acordo com seu nível de seriedade, pode ser cursada por comunicação
simples ou notarial, mas sempre sinalizando a falta cometida e indicando os motivos de sua
36
imposição. Também merecerão advertência escrita aquelas faltas causadas pela
falta de diligência do trabalhador no desempenho de suas funções que, sem serem leves, não
revista gravidade.
Artigo 97º A suspensão implica a separação temporária do trabalho sem remuneração.
de remunerações e, por sua vez, implica a suspensão perfeita do contrato de trabalho,
determinando que durante esse período não se computa o tempo para efeitos de nenhum
benefício social. A sua imposição é comunicada ao trabalhador sancionado por escrito e
apontando os motivos que a originam e os dias de suspensão impostos. Uma cópia de
isto irá para o Registro Pessoal do trabalhador. Aplica-se no caso da falta cometida revista
certa gravidade.
Artigo 98º A suspensão pode ser de um (01) a quinze (15) dias, de acordo com a
natureza do fato; e, é aplicável quando:
a) O trabalhador comete uma falta de maior gravidade do que as faltas leves, mas que não
constitui causa de despedimento.
b) A falta ou incumprimento importam uma manifesta alteração da disciplina ou o
risco de frustração na realização dos objetivos esperados no trabalho.
Artigo 99º A demissão é a separação definitiva do trabalhador que implica a
extinção do contrato de trabalho. Aplica-se quando existe justa causa para o efeito
atribuível à conduta ou capacidade do trabalhador, conforme detalhado nos artigos
22° a 25° da Lei de Produtividade e Competitividade Laboral; e, o procedimento para
sua aplicação está de acordo com o que determina essa norma trabalhista.
Artigo 100º Com ânimo de difusão antes que de reiteração, transcrevem-se as
causais de demissão por justa causa que a lei especifica. Assim:
a) Se têm como causas justas de despedimento relacionadas com a capacidade do trabalhador:
i. As deficiências físicas, intelectuais, mentais ou sensoriais sobrevenidas
quando, realizados os ajustes razoáveis correspondentes, impedem o
desempenho de suas tarefas, sempre que não exista um cargo vago ao qual o
trabalhador possa ser transferido e que não implique riscos para sua segurança
e saúde ou a de terceiros.
ii. O desempenho insatisfatório em relação à capacidade do trabalhador e com o
rendimento médio em trabalhos e sob condições semelhantes; e,
iii. A negativa injustificada do trabalhador em se submeter a exame médico
previamente convenido ou estabelecido por lei, determinantes da relação
laboral, ou a cumprir as medidas profiláticas ou curativas prescritas pelo
médico para evitar doenças ou acidentes.
b) São causas justas de demissão relacionadas com a conduta do trabalhador:
i. A comissão de falta grave;
ii. A condenação penal por delito doloso; e,
iii. A inabilitação do trabalhador.
Artigo 101º As faltas graves que dão lugar à demissão por causas relacionadas
com o comportamento do trabalhador se configuram pela sua verificação objetiva no
procedimento laboral, com prescindência das conotações de caráter penal ou civil
que tais fatos poderiam revestir.
Artigo 102º Os seguintes são requisitos comuns que podem ser aplicados em toda
imposição de sanções:
37
a) As sanções escritas devem expressar de maneira clara e objetiva os fatos que as
motivan e as normas transgredidas. Cópia da mesma irá para o Registro Pessoal.
b) O trabalhador que recebe uma comunicação sobre uma sanção está obrigado a assinar
o cargo respectivo como acuse de recibo, o que não implica necessariamente a
aceitação do seu conteúdo.
c) A negativa em assinar o recebimento será considerada como agravante, sendo enviado a ele
então por via notarial.
CAPÍTULO XIII: ATENÇÃO DOS ASSUNTOS TRABALHISTAS E O TRAMITE
DOS MESMOS
Artigo 103º A Gerência de Recursos Humanos em coordenação com as
As gerências respectivas atenderão as queixas que forem apresentadas pelos trabalhadores,
as mesmas que devem ser apresentadas de forma clara e precisa.
Artigo 104º O trabalhador que considerar que existem razões justificadas para
formular um reclamo ou considerar que a sanção imposta não é a adequada, se submeterá
ao seguinte procedimento:
a) Apresentará sua reclamação ao chefe imediato de quem depende, dentro dos três (03)
dias úteis de ocorridos os fatos. Este entregará um relatório detalhado, anexando
cópia da reclamação correspondente ao Gerente da área respectiva que resolverá em
coordenação com a Gerência Jurídica comunicando sua decisão dentro dos três (03)
dias úteis seguintes.
b) Se não encontrar satisfatória tal decisão, poderá recorrer por escrito dentro dos três
(03) dias úteis seguintes ao recebimento da decisão da referida Gerência, perante a
Gerência Geral. A Gerência Geral, após revisar novamente o caso
comunicará a decisão da EMPRESA por escrito dentro de três (03) dias úteis
seguintes, salvo casos excepcionais que requeiram um prazo maior, o que se
informará ao trabalhador, que resolverá de forma definitiva.
Artigo 105º A atenção de reclamações e/ou queixas, pedidos ou problemas de
a natureza do trabalho será realizada dentro da jornada de trabalho.
CAPÍTULO XIV: DA PROTEÇÃO INTEGRAL, HIGIENE, SAÚDE E SEGURANÇA
Artigo 106º Sem prejuízo das disposições estabelecidas no Regulamento
Interno de Segurança e Saúde no Trabalho, os trabalhadores são obrigados a observar
as obrigações estabelecidas neste Capítulo.
Artigo 107º A EMPRESA e os trabalhadores têm o dever de cumprir a
normatividade nesta matéria, observando as disposições estabelecidas nos
documentos de gestão que se detalla a continuación:
a) A política e os objetivos em matéria de segurança e saúde no trabalho.
b) O Regulamento Interno de Segurança e Saúde no Trabalho.
c) A identificação de perigos, avaliação de riscos e suas medidas de controle.
d) O mapa de riscos.
e) A planificação da atividade preventiva.
f) O Programa Anual de Segurança e Saúde no Trabalho.
Artigo 108º Os trabalhadores usarão e cuidarão obrigatoriamente dos equipamentos de
segurança e equipamentos de proteção que lhes sejam atribuídos, bem como vestuário e equipamentos
que se les proporcione, estando proibidos de utilizar outros, cujo uso ou funcionamento
desconheçam e não tenham sido autorizados
38
Artigo 109º Quando as circunstâncias o exigirem, o trabalhador doente ou
acidentado deve ser conduzido imediatamente ao serviço de emergência, consultório ou
clínica mais próxima.
Artigo 110º A EMPRESA fornece a cada novo membro uma identificação
denominada Fotocheck, a qual deverá ser usada para o registro de suas entradas
e saídas no relógio marcador.
Artigo 111º É totalmente proibido entrar no centro de trabalho, sem a
debida autorização escrita, equipamentos ou efeitos pessoais, incluindo telefones celulares,
disquetes de computador, gravadores e radiogravadores, sistemas de vídeo, máquinas
fotográficas, filmadoras, livros, revistas, publicações em geral e qualquer outro meio
que possa interferir ou perturbar a devida atenção e concentração no desenvolvimento das
labores ou os deslocamentos pelas vias de acesso interiores. Está igual e especialmente
proibido tirar fotografias ou fazer filmagens dentro das instalações, sendo que
a contravenção desta medida pode dar lugar à interposição de ações penais,
sem prejuízo das sanções trabalhistas correspondentes.
Artigo 112º A entrada ao centro de trabalho levando dinheiro, que deve ser entendida
em quantidades moderadas para um uso pessoal normal, relógios ou algum outro objeto de
valor, é de exclusiva responsabilidade do trabalhador que decidiu usá-los.
Artigo 113º A equipe de segurança das portas de acesso às instalações
está encarregado e autorizado para revisar a entrada e a saída de todo o pessoal,
estando facultados para decomisar objetos não autorizados e relatar tais fatos para
a respectiva sanção aos infratores.
Artigo 114º A EMPRESA determinará as características, quantidade, qualidade e
frequência de reposição ou troca, em relação a roupas de trabalho e implementos de
segurança que oferece aos seus trabalhadores em função da natureza de suas atividades e
do lugar de trabalho. Todo trabalhador que receba essas roupas e equipamentos está
obrigado pelo seu uso no centro de trabalho e em razão das tarefas que lhe foram atribuídas
designadas, portanto é responsabilidade de cada um permanecer em seu cargo vestido
e equipado adequadamente para dar início às suas atividades.
Artigo 115º A entrega de uniformes de trabalho ou implementos será efetuada uma
(1) vez por ano de acordo com o estabelecido pela EMPRESA. É obrigatório o uso dos
uniformes novos.
Artigo 116º De maneira informativa, e sem que signifique recorte ou limitação, a
continuação, são indicadas as principais regras de saúde e segurança que todos os
trabalhadores estão obrigados a:
a. Cumprir com as normas, regulamentos e instruções dos programas de segurança
e saúde no trabalho.
b. Usar adequadamente os instrumentos e materiais de trabalho, assim como os equipamentos
de proteção pessoal e coletiva que a EMPRESA fornecer,
proibidos de utilizar outros, cujo uso e funcionamento desconheçam ou não lhes tenha
sido autorizado.
c. Não operar ou manipular equipamentos, maquinários, ferramentas ou outros elementos para
os quais não tenham sido autorizados.
d. Não comparecer em estado de embriaguez ou sob efeito de drogas estimulantes ao centro
de trabalho, o que, além de significar uma violação flagrante do presente
regulamento, tipificam causas justas de despedimento, conforme as disposições legais
vigentes sobre a matéria.
39
e. Não distrair a atenção de outro trabalhador de maneira a expô-lo a um
acidente.
f. Conservar o local onde trabalha organizado e limpo em todos os momentos.
g. Não deixar desperdícios, não só por razões de higiene, mas para evitar eventuais
acidentes.
h. Cooperar e participar no processo de investigação dos acidentes de trabalho e
das enfermidades ocupacionais quando a autoridade competente o requerer ou
quando, a seu ver, os dados que conhecem ajudam a esclarecer as causas
que os originaram.
i. Submeter-se a exames médicos a que estejam obrigados por lei, por disposição
da autoridade competente, ou àqueles exames exigidos por normas internas de
A EMPRESA, em caso de atividades de alto risco.
j. Participar nos órgãos paritários, nos programas de capacitação e outros
atividades destinadas a prevenir os riscos laborais que organize seu empregador ou
a autoridade administrativa do trabalho, dentro da jornada de trabalho.
k. Reportar aos representantes ou delegados de segurança, de forma imediata, a
ocorrência de qualquer incidente, acidente de trabalho ou doença profissional.
l. Responder e informar com veracidade às instâncias públicas que o solicitarem,
sobre os fatos investigados por ocasião da ocorrência de qualquer incidente,
acidente de trabalho ou doença profissional.
m. Observar os avisos de segurança.
n. Não voltar ao trabalho depois de ter estado doente ou acidentado sem a alta do
médico correspondente.
Cumprir e exigir o cumprimento da Lei nº 28705 que proíbe fumar em locais
públicos.
Participar das capacitações, reuniões de atelier e/ou palestras de instrução em
matéria de segurança e saúde no trabalho.
q. Zelar pela limpeza dos serviços higiênicos que A EMPRESA instalou e mantém
em resguardo da saúde de seus trabalhadores e da higiene em geral.
As regras básicas mencionadas anteriormente são apenas enunciativas, uma vez que devem
observar-se de maneira conjunta com as normas que estão detalhadas no
Regulamento Interno de Segurança e Saúde no Trabalho DA EMPRESA.
ATENÇÃO A SINISTROS E EMERGÊNCIAS
Artigo 117º O serviço de primeiros socorros deve oferecer cobertura de
emergência em caso de acidentes de trabalho, incêndios, explosões ou sismos; é
coberto pela Brigada de Emergências (BE); e o de vigilância.
Artigo 118º Quando ocorrer um acidente de trabalho, o ferido deverá ser
auxiliado imediatamente pelos trabalhadores que se encontrarem mais perto. Será dado
aviso imediato ao responsável da área e este tomará as precauções do caso a fim de
não aumentar a lesão do acidentado, assim como disporá o traslado do acidentado para
uma clínica ou centro hospitalar mais próximo.
Artigo 119º Ao ouvir a sirene de emergência, a BE agirá de acordo com os
procedimentos estabelecidos.
Artigo 120º Ao receber notícias de uma explosão, a brigada de emergência (BE)
deverá dirigir-se aos locais designados para tal fim e aguardar instruções dos seus Chefes,
quem coordenará por sua vez com o Gerente de operações e/ou Chefe de Segurança.
Artigo 121º Em caso de sismos, a brigada de emergência (BE) permanecerá a
espera de instruções para prestar seus serviços.
40
CAPÍTULO XVI: MECANISMOS DE PROTEÇÃO E PREVENÇÃO RELACIONADOS
COM HIV E AIDS
Artigo 122º Finalidade
O presente capítulo tem como finalidade estabelecer o Procedimento para a Prevenção e
Sanción (daqui em diante, o "Procedimento"), de atos discriminatórios de trabalhadores de
A EMPRESA real ou supostamente VIH–Positivos.
O objetivo do Procedimento consiste em determinar a existência ou configuração de atos.
discriminatórios e a responsabilidade correspondente, garantindo uma investigação
reservada, confidencial, imparcial, eficaz e rápida, que permita sancionar o discriminador
e proteger o discriminado com o objetivo de garantir a igualdade de oportunidades e
de trato em matéria de emprego e ocupação, condições adequadas e harmônicas de
trabalho, assim como o respeito pela dignidade dos trabalhadores reais ou supostamente HIV
positivos.
Artigo 123º Terminologia
Para os efeitos do presente Procedimento, serão utilizados os seguintes termos:
1 Resolução: Resolução Ministerial Nº 376-2008-TR, que aprova as Medidas
Nacionais Frente ao HIV e AIDS no local de trabalho.
2. Procedimento: Procedimento Interno para a Prevenção e Sanção de Atos
Discriminatórios de Trabalhadores Real ou Supostamente HIV–Positivos.
3. VIH: Vírus da Imunodeficiência Humana, que causa o enfraquecimento do
sistema imunológico do corpo e que, em última instância, causa a AIDS.
4. SIDA: Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, entendido como um conjunto de
condições médicas para as quais, até a data, não há cura.
5. Modificações: Qualquer modificação no emprego ou no local de trabalho que
seja razoável e viável, permitindo que toda pessoa real ou supostamente portadora do VIH
–positiva tenha acesso ao emprego e que todo trabalhador desenvolva suas atividades
em igualdade de oportunidades, de tratamento e respeitando a dignidade do trabalhador.
6. Ato Discriminatório: Qualquer distinção, exclusão, ato de hostilidade ou demissão,
assim como todo ato contrário à dignidade dos trabalhadores com base na
condição de ser real ou supostamente HIV positivo, que tenha por efeito anular ou
alterar a igualdade de oportunidades ou de tratamento no emprego e na ocupação.
7. Discriminador: Aquela pessoa que realiza um ato discriminatório em relação a um
trabalhador real ou supostamente HIV positivo.
8. Discriminado: Aquela pessoa que vive ou possivelmente vive com o HIV ou que
possui AIDS e é vítima de um ato discriminatório.
9. Queixa: Refere-se à denúncia ou reclamação por atos discriminatórios que
interpone o discriminado e que dá início ao Procedimento.
10. Denunciado: Aquela pessoa sindicada como suposto discriminador.
11. Denunciante: Presunta vítima do ato discriminatório.
12. Relação de hierarquia: Toda relação que se origina em uma escala de poder
legítima a investidura hierárquica, na qual uma pessoa tem poder sobre outra por
o grau que ocupa dentro da escala.
13. Situação Vantajosa: É aquela que ocorre em uma relação na qual não
existe uma posição de autoridade atribuída, mas sim um poder de influência de uma
persona frente à outra, mesmo quando essas pessoas imersas em um ato de
discriminação seja de igual ou menor cargo, nível ou hierarquia.
Artigo 124º Princípios
O Procedimento é regido pelos seguintes princípios gerais:
1. VIH/SIDA: A EMPRESA considera que o VIH–SIDA no âmbito laboral deve ser
tratada como qualquer outra doença grave ou condição no local de trabalho
porque o local de trabalho, sendo parte da comunidade local, tem um papel que
desempenhar na luta geral contra a propagação e os efeitos da epidemia.
41
2. Igualdade e Não Discriminação: No espírito do trabalho decente e do respeito de
os direitos humanos e a dignidade das pessoas infectadas ou afetadas pelo
VIH - SIDA, não deve haver discriminação contra os trabalhadores por base real
o percebido de VIH - SIDA. A discriminação e o estigma das pessoas
que vivem com o HIV/SIDA obstaculiza os esforços da EMPRESA encaminhados
a promover a prevenção do VIH - SIDA.
3. Dignidade e Defesa da Pessoa. -A pessoa humana e o respeito à sua
A dignidade é o fim supremo da sociedade e do Estado. Os atos discriminatórios
danifica a dignidade da pessoa, pelo que toda pessoa tem o direito de ser
protegida contra atos que afetem sua dignidade.
4. Privacidade e Confidencialidade.- Todo trabalhador goza de proteção frente a
testes forçados de HIV–AIDS, também tem direito à privacidade e
confidencialidade em relação ao seu estado sorológico; por esse motivo o Procedimento
será reservado e confidencial.
5. Ambiente Saudável e Harmonioso. -Toda pessoa tem o direito de exercer
suas atividades em um ambiente saudável e seguro dentro de seu ambiente de trabalho tal
forma que se preserve sua saúde física e mental estimulando seu desenvolvimento e
desempenho profissional. Os atos de discriminação são contrários a este princípio.
6. Devido processo. -As pessoas envolvidas no Procedimento gozam de todos
os direitos e garantias inerentes ao devido processo, que compreendem o direito a
expor seus argumentos, oferecer e produzir provas, obter uma decisão
motivada e todos aqueles atributos derivados do conteúdo essencial reconhecido
constitucionalmente de dicho direito.
Artigo 125º Bens Jurídicos Protegidos
O Procedimento está orientado a proteger os bens jurídicos da dignidade da
pessoa, da igualdade e não discriminação; o direito à privacidade da pessoa que
implica a confidencialidade do Procedimento; o direito ao trabalho, bem como o direito
um ambiente saudável e harmonioso que gere o bem-estar pessoal.
Artigo 126º Base Legal
O presente Procedimento está sustentado na seguinte base legal:
1. Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada em 10 de dezembro de
1948, aprovada pelo Peru com a Resolução Legislativa N° 13282, de data 19 de
dezembro de 1959.
2. Convenção OIT N° 111, sobre Discriminação no Emprego e na Ocupação; ratificado
pelo Peru com a Resolução Legislativa N° 17687, datada de 10 de agosto de 1970.
3. Constituição Política do Peru de 1993.
4. Lei de Produtividade e Competitividade do Trabalho, aprovada por meio de Decreto
Supremo Nº 003-97-TR.
5. Regulamento da Lei de Fomento ao Emprego, Decreto Supremo N° 001-96-TR.
6. Nova Lei Processual do Trabalho, Lei Nº 29497
7. Resolução Ministerial N° 376-2008-TR, que aprova as Medidas Nacionais Frente
o VIH e SIDA no local de trabalho.
Artigo 127º Âmbito de Aplicação
O presente Procedimento é de cumprimento obrigatório por todos os trabalhadores,
pessoal de direção e de confiança e acionistas da EMPRESA.
De igual forma alcança as pessoas que tenham celebrado convênios de práticas
preprofissionais, convênios de formação laboral juvenil e contratos de aprendizagem com
A EMPRESA e, em geral, a todas as modalidades formativas laborais.
Assim, naquilo que for pertinente, as disposições contidas neste Procedimento
serão observadas pelo pessoal de empresas que se destacam ou deslocam pessoal para os
centros de trabalho ou de operações da EMPRESA.
42
Artigo 128º Atos Discriminatórios
A EMPRESA não discrimina nem tolera a discriminação contra os trabalhadores real ou
supostamente HIV positivos. Nesse sentido, serão considerados como atos
discriminatórios, entre outros, os seguintes:
A demissão, unicamente com base na infecção por HIV - AIDS.
2. A submissão dos trabalhadores a testes de detecção do HIV–AIDS ou a
exibição de seus resultados como requisito prévio à sua contratação, à continuação
do vínculo laboral, à melhoria das condições de trabalho ou à promoção no
trabalho. No entanto, A EMPRESA promove e facilita o acesso voluntário a testes
confidenciais com a devida orientação para todos os funcionários.
3. Qualquer um dos seguintes fatos que tenha como base ou origem a infecção de
VIH–SIDA são considerados discriminatórios:
• A falta de pagamento da remuneração na oportunidade correspondente;
• A redução imotivada da remuneração ou da categoria;
• A transferência do trabalhador para local diferente daquele em que presta
habitualmente serviços;
• A inobservância de medidas de higiene e segurança que possa afetar ou colocar
em risco a vida e a saúde do trabalhador;
• O ato de violência ou falta grave de palavra em agravo do trabalhador ou
de sua família.
4. A difusão por parte da EMPRESA ou de um colega de trabalho da informação
que haja podido fornecer voluntariamente um trabalhador com VIH em relação ao seu
estado de saúde.
5. Em geral, os atos contra a integridade física, a moral e todos aqueles atos que
afetem a dignidade do trabalhador baseados no fato de que o trabalhador é HIV positivo
positivo.
Artigo 129º Obrigações da EMPRESA
A EMPRESA manterá condições de respeito entre os trabalhadores, nesse sentido,
promove e estabelece medidas de prevenção e sanção de atos discriminatórios de
trabalhadores reais ou supostamente VIH - positivos, como o presente Procedimento.
Da mesma forma, compromete-se com o seguinte:
a) Implementar programas de orientação e informação para a prevenção do vírus do
SIDA e o VIH, para que os trabalhadores possam ter os conhecimentos
necessários que lhes permitam se proteger e proteger outros contra a infecção pelo
VIH.
b) Esses programas de orientação serão realizados duas vezes por ano, a fim de que o
programa possa ser recebido por todos os trabalhadores (tanto novos, como
antigos).
c) Remediar os prejuízos trabalhistas que possam ser ocasionados ao discriminado e adotar
as medidas necessárias para que cessem as possíveis represálias exercidas pelo
discriminador.
d) Executar o Procedimento, conforme aos princípios de privacidade e confidencialidade
e respeitando as regras do devido processo.
Artigo 130º Discriminação por parte do Empregador
Se o discriminador for o empregador, este procedimento não será aplicável.
tendo o trabalhador expedito o seu direito de interpor as ações legais que
considere pertinentes na via judicial.
Artigo 131º Procedimento de Investigação e Sanção de Atos Discriminatórios.
O Procedimento terá as seguintes etapas e prazos:
43
[Link]ção da Queixa. As reclamações podem ser apresentadas de forma verbal
a escrita ante a Gerência de Recursos Humanos. A reclamação deve provar de forma
razoável, a existência de atos discriminatórios para o início do trâmite.
2. Transferência da Queixa. Recebida a queixa, esta será comunicada ao denunciado.
dentro de três (3) dias úteis seguintes.
[Link]ção da Queixa. O denunciante tem um prazo de cinco (5) dias úteis
para apresentar sua defesa, que conterá a exposição ordenada dos
fatos, anexando as provas que considerar apropriadas para desvirtuar as acusações.
[Link] da absolvição. A Gerência de Recursos Humanos ou a autoridade de
maior hierarquia da Gerência Geral, deverá encaminhar a resposta ao
denunciado dentro do prazo de três (3) dias úteis a contar do recebimento da contestação.
Da mesma forma, a Gerência de Recursos Humanos ou a autoridade de maior hierarquia da
A Gerência Geral deverá informar a ambas as partes todos os
documentos que se apresentem.
[Link]ção.A Gerência de Recursos Humanos ou a autoridade de maior hierarquia
da Gerência Geral contam com dez (10) dias úteis para realizar as
investigações que considerar necessárias a fim de determinar a configuração de um
ato discriminatório.
[Link]ção. Uma vez concluídas as investigações, a Gerência de Recursos
Humanos ou a autoridade de maior hierarquia da Gerência Geral conta com cinco
(5) dias úteis para emitir uma Resolução fundamentada que ponha fim ao Procedimento.
A Resolução que declara procedente ou improcedente a reclamação põe fim ao Procedimento, sem
embargo, queda expedito o direito à dupla instância perante a autoridade superior
hierarquia, isto é, a Gerência Geral.
O prazo para que o denunciante e o denunciado recorram à segunda instância por meio de
escrito devidamente fundamentado será de três (3) dias úteis a partir do momento em que for tomado
conhecimento da resolução que resolve a queixa por discriminação. A Gerência
O General da EMPRESA, conforme o caso, deverá emitir pronunciamento dentro de
os cinco (5) dias úteis contados a partir do recebimento do escrito em que o denunciante ou o denunciado
expoonem e fundamentam seu desacordo com a Resolução emitida pela Gerência Geral.
Caso se determine a existência do ato discriminatório, a sanção aplicável dependerá
da gravidade e será aplicado de acordo com o estabelecido no Regulamento Interno da
EMPRESA e a legislação laboral vigente.
1 Prova do ato discriminatório. As partes poderão apresentar todas as provas
que estimem convenientes, as mesmas que serão atuadas, inclusive, poderá ser realizado
uma confrontação entre as partes, sempre que seja solicitada pelo denunciante.
Deverá ser considerada a intangibilidade do conteúdo dos meios de prova
e incidentes que farão parte da documentação relativa à investigação,
tramitacão e resolução, não podendo ser introduzidas emendas, alterações ou
entrelineados, nem agregados.
Finalmente, no procedimento deverão ser avaliados todos os meios de prova e
os indícios existentes que contribuem para determinar a comissão dos atos
denunciados.
2. Medidas provisórias. Com o objetivo de assegurar a eficácia da resolução
final e a proteção à vítima de discriminação, poderá ser solicitado e/ou determinado
medidas provisórias. Estas medidas poderão ser:
• Rotação do denunciante ou denunciado, sem que isso implique a comissão de
atos de hostilidade.
• Suspensão do denunciado, com recebimento de salário.
44
3. Critério para avaliar a configuração da discriminação. Na
a determinação da configuração de atos de discriminação deverá empregar os
critérios de razoabilidade e proporcionalidade.
4. Sanções. Caso se determine o ato discriminatório, as sanções aplicáveis
dependerão da gravidade. A gravidade será avaliada de acordo com o nível de afetação
psicológica e suas consequências no trabalho da pessoa ofendida, o caráter
sistemático da conduta ou se resulta em um ambiente hostil ou que afete a
qualidade de vida da pessoa. Os tipos de sanções a serem impostas poderão ser:
• Amonestação verbal ou escrita,
• Suspensão,
• Despido, desde que esteja de acordo com a legislação trabalhista vigente.
Constitui agravante a concorrência de dois ou mais atos discriminatórios. As
as resoluções de sanção constarão no dossiê pessoal de quem cometer o ato.
5. Falsa reclamação. Caso a resolução que encerra o Processo declare
infundada a reclamação por atos discriminatórios, o prejudicado por ela se encontrará
facultado a interpor as ações legais que considerar pertinentes.
Artigo 132º Assessoria em temas de pensão e Publicidade
Dentro das ações que a EMPRESA poderá realizar, encontram-se a organização de
palestras de prevenção, a consultoria para os trabalhadores sobre a pensão de invalidez
obter diante da AFP ou ONP quando o trabalhador tenha desenvolvido a AIDS ou outras
pertinentes.
Se comunicará a todo o pessoal da EMPRESA e àqueles que se incorporarem à
mesma, sobre a existência de uma política de prevenção e sanção de atos
discriminatórios de trabalhadores real ou supostamente VIH - Positivos, brindando
informação completa, acessível e compreensível, o que não significará de forma alguma
identificação de algum pessoal com essa doença.
CAPÍTULO XVII: MECANISMOS DE PREVENÇÃO E CONTROLE DA
TRANSMISSÃO DE TUBERCULOSE E TRATAMENTO DOS TRABALHADORES
AFETADOS
Artigo 133º Em atenção à Lei N° 30287, Lei de Prevenção e de Controle de
A tuberculose no Peru é entendida como a "doença infectocontagiosa"
produzida pela bactéria ou bacilo Mycobacterium tuberculosis que afeta o ser humano,
produzindo uma doença crônica que compromete principalmente os pulmões,
embora possa afetar qualquer outro órgão.
Artigo 134º De acordo com o estabelecido na Lei nº 30287, Lei de
Prevenção e Controle da Tuberculose no Peru e seu Regulamento aprovado por Decreto
Supremo Nº 021-2016-SA, A EMPRESA se compromete a:
a) Proteger os direitos dos trabalhadores afetados pela tuberculose. Implementar
políticas e programas de prevenção da tuberculose no local de trabalho.
b) Prestar assistência e apoio aos trabalhadores afetados pela tuberculose, durante sua
tratamento.
c) Prevenir e sancionar os atos discriminatórios contra as pessoas afetadas por
tuberculose, a causa de seu estado de saúde.
d) Estabelecer medidas orientadas a identificar fatores ambientais que
aumentam o risco de transmissão da tuberculose no local de trabalho e
erradicá-los.
e) Implementar medidas para detectar casos de tuberculose no local de trabalho, para
derivá-los aos estabelecimentos de saúde para o tratamento respectivo.
45
Artigo 135º Se mediante o controle médico ao qual foi submetido o trabalhador
se detecta que é uma pessoa afetada pela tuberculose, A EMPRESA encaminhará o
trabalhador a um estabelecimento de saúde mais próximo de sua residência, observando em tudo
momento, a confidencialidade e reserva do caso. Assim, em cumprimento de
disposições antes mencionadas, e a fim de que os trabalhadores afetados pela tuberculose
logrem sua adequada recuperação, A EMPRESA concederá as seguintes facilidades:
a) Uso efetivo do descanso respectivo determinado pelo médico responsável, que garanta
sua recuperação para seu próximo retorno à EMPRESA. O referido descanso será concedido
com a simples apresentação de uma cópia da declaração mensal sobre a assistência
do trabalhador ao seu tratamento de tuberculose.
b) Se o trabalhador não comparecer ao estabelecimento de saúde e isso for comprovado na
constância mensal, A EMPRESA procederá a realizar o desconto respectivo.
c) Uma vez concluído o período de descanso médico, o trabalhador poderá ingressar uma hora
depois ou sair uma hora antes, nos dias que corresponder o seu tratamento até seu
culminação. Esta facilidade está sujeita a compensação que será acordada com seu chefe
imediato ou a Gerência de Recursos Humanos.
d) Ser reubicado em outra área laboral caso o tratamento antituberculoso em
qualquer uma de suas formas pulmonar ou extrapulmonar tenha derivado em sequela ou
deficiência. A referida modificação não afetará os direitos trabalhistas do trabalhador.
e) Solicitar a reatribuição de funções caso o médico responsável considere que as
atividades laborais que o trabalhador afetado por tuberculose poderia
afetar seu estado de saúde.
Artigo 136º Ao finalizar seu afastamento médico, o trabalhador afetado por
tuberculose deverá solicitar ao seu médico assistente um relatório sobre seu estado de saúde, o
deve indicar que não há risco de contágio de tuberculose. Neste relatório
também deve constar o tempo que falta para cumprir seu tratamento e, se for o caso,
as recomendações para que o trabalhador seja reinscrito em suas atividades laborais
quando o médico responsável considerar que as atividades que vem realizando podem
afetar a saúde do trabalhador em processo de recuperação.
Artigo 137º O trabalhador afetado pela tuberculose retornará ao trabalho
cotidianas quando médico tratante indicar isso. A EMPRESA não modificará sua
remuneração e demais direitos trabalhistas que vinha recebendo.
Artigo 138º A EMPRESA promove o desenvolvimento e a implementação de
mecanismos de prevenção para evitar e controlar o contágio da tuberculose. Em tal
sentido se obriga a:
a) Reconhecer e garantir plenamente os direitos trabalhistas dos trabalhadores
afetados.
b) Desenvolver palestras a cargo de expositores adequados, publicações escritas e outros meios
de difusão, orientados a que seus trabalhadores tomem consciência sobre as características
e formas de prevenir o contágio da tuberculose.
c) Prestar apoio e orientação aos trabalhadores afetados pela tuberculose e encaminhá-los
ao estabelecimento de saúde mais próximo de sua residência, observando em todo momento,
a confidencialidade e reserva do caso. Além disso, lhe concederá todas as facilidades
correspondentes, incluindo as permissões necessárias para tal fim.
d) Não discriminar e/ou despedir trabalhadores afetados pela tuberculose, pelo
pelo contrário, oferecerá o apoio e a assistência que forem necessários, mantendo a estrita
confidencialidade do caso.
e) Implementar medidas de ventilação para evitar contágio, tais como: (i) instalar
ventiladores mecânicos na direção do fluxo de ar condicionado ou de aquecimento, (ii)
instalar dispositivos de desinfecção do ar, (iii) instalar sistemas de filtro do ar
dentro dos sistemas existentes de ar condicionado e/ou aquecimento, (iv) abrir as
portas e janelas para facilitar a circulação de ar.
46
Artigo 139º O trabalhador afetado por qualquer forma clínica de tuberculose tem
direito a não ser discriminado em nenhum âmbito da esfera laboral, motivo pelo qual
continuará trabalhando enquanto estiver apto para desenvolver suas obrigações. É nulo o
despedido de um trabalhador que tenha como motivo sua condição de pessoa afetada por
tuberculose. A Gerência de Recursos Humanos será o local onde serão investigadas as
queixas por atos de discriminação contra os trabalhadores afetados por tuberculose e
estabelecerá as sanções disciplinares, se for o caso.
Artigo 140º Dos deveres dos trabalhadores afetados pela tuberculose
O trabalhador afetado pela tuberculose, além do que está estabelecido pela Lei nº 30287, tem
os seguintes deveres:
a) Informar uma vez diagnosticado, ao Médico Ocupacional da EMPRESA os contatos
intra e extradomiciliares para sua avaliação respectiva.
b) Iniciar o tratamento respectivo assim que o diagnóstico for realizado e cumprir
estritamente o esquema de tratamento (ambulatorial ou de internamento) prescrito
para isso, com a finalidade de recuperar sua saúde, evitar sequelas, proteger a saúde de
sua família e de sua comunidade.
c) O trabalhador afetado pela tuberculose assume a responsabilidade de cumprir com as
normas para o controle de infecções e biossegurança, portanto, garantirá que
cumprirá com o tratamento supervisionado. O seu não cumprimento é um risco para a
a saúde pública será sancionada de acordo com o Código Penal no que se refere aos crimes contra
a saúde pública.
d) Utilizar uma máscara em todos os lugares e cumprir com as medidas de controle de
infecções indicadas pelo pessoal de saúde enquanto o paciente permanecer com
bacteriologia positiva.
CAPÍTULO XVIII: DOS DIREITOS DO TRABALHADOR COM DEFICIÊNCIA
Artigo 141º A contratação de pessoas com deficiência será realizada
de acordo com os parâmetros estabelecidos pela Lei N° 29973, Lei Geral da Pessoa
com Deficiência, seu Regulamento, aprovado por meio do Decreto Supremo N° 002-2014-
MIMP, e as demais normas complementares que forem emitidas sobre a matéria. A EMPRESA
protege os direitos do trabalhador com deficiência, que têm direito a
igualdade perante a Lei e a não ser discriminados por motivo da sua deficiência nem por
qualquer outra índole.
Artigo 142º Como parte das medidas de proteção ao trabalhador com
deficiência, A EMPRESA realizará os ajustes necessários no local de trabalho de
acordo com as necessidades do trabalhador com deficiência, exceto se isso implicar uma
carga econômica desproporcional ou indevida, de acordo com os critérios estabelecidos por
lei e a Autoridade Administrativa do Trabalho. Estas medidas poderão abranger:
a) A adaptação das ferramentas de trabalho, equipamentos e o ambiente de trabalho.
b) A introdução de ajustes na organização do trabalho e nos horários, em função de
as necessidades do trabalhador com deficiência.
CAPÍTULO XIX: MEDIDAS DE PROTEÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA OS ATOS
DE ASSÉDIO SEXUAL
Artigo 143º A manutenção da harmonia no local de trabalho é
competência de todos os integrantes DA EMPRESA e se baseia no respeito mútuo e
no reconhecimento dos direitos dos outros e no cumprimento dos próprios
obrigações.
47
Artigo 144º A EMPRESA, em conformidade com a Lei de Prevenção e Sanção
do Hostigamento Sexual, Lei N° 27942, e seu Regulamento, aprovado por meio de Decreto
Supremo N° 014-2019-MIMP, assim como a normativa complementar e/ou modificadora,
adoptará as medidas pertinentes a fim de prevenir e garantir a instauração de um
clima laboral de respeito mútuo e equidade na conduta de seus trabalhadores, dado que
o assédio sexual constitui uma prática inadmissível no local de trabalho e em
a execução das relações de trabalho em geral.
Nesse sentido, A EMPRESA tem a obrigação de fornecer as capacitações mencionadas
na normativa sobre a matéria, para sensibilizar o pessoal a respeito da
importância de combater o assédio sexual, identificar tais situações e informar
os canais de atendimento pertinentes.
Artigo 145º O assédio ou hostilização sexual é um comportamento inadequado não condizente
com a dignidade humana e contrária à convivência dentro da EMPRESA.
Artigo 146º Se pretende prevenir, evitar e sancionar as ações que podem
ser consideradas agressões sexuais nas relações de trabalho, por parte de quem
detém alguma posição de autoridade ou hierarquia, ou qualquer outra situação vantajosa em
contra de outros trabalhadores.
Artigo 147º Os trabalhadores da EMPRESA têm as seguintes obrigações
em relação à prevenção do assédio sexual no local de trabalho:
c) Não deverão participar de atos de assédio ou abuso sexual em relação a
trabalhadores, fornecedores, trabalhadores de clientes ou qualquer outro terceiro
relacionado com A EMPRESA.
d) É proibida toda forma de assédio baseado em questões de raça, cor da pele, sexo,
religião, lugar de origem, nacionalidade, idade, incapacidade ou deficiência. Além disso, se
proíbe qualquer outra forma de assédio que, embora possa não ser ilegal, é
considerada inadequada em um ambiente de trabalho.
e) A EMPRESA não tolerará assédio sexual no local de trabalho, seja cometido ou
dirigido por trabalhadores ou clientes. Os trabalhadores que violarem esta política serão
separados de seu posto de trabalho.
Artigo 148º Entende-se por assédio sexual uma forma de violência que
se configura através de uma conduta de natureza ou conotação sexual ou sexista não
desejada pela pessoa contra a qual se dirige, que pode criar um ambiente
intimidatório, hostil ou humilhante; ou que pode afetar sua atividade ou situação de trabalho.
Para que se configure o assédio sexual, não é necessário comprovar a rejeição nem a
reiterância da conduta.
Artigo 149º A maneira de referência, a seguir, estão detalhados alguns
exemplos de condutas de assédio sexual proibidas na EMPRESA:
a) Promessa implícita ou expressa de tratamento preferencial em relação à sua situação atual ou
futuras, em troca de favores sexuais.
b) Ameaças através das quais se exija de forma implícita ou explícita uma conduta
não desejada pela vítima que atente ou agrave sua dignidade.
c) Uso de termos de natureza ou conotação sexual, insinuações sexuais,
proposições sexuais, gestos obscenos, ou exibição através de qualquer meio
de imagens de conteúdo sexual que resultem insuportáveis, hostis, humilhantes ou
ofensivos para a vítima tais como: escritos com mensagens de conteúdo sexual,
exposições indecentes com conteúdo sexual e ofensivo, piadas obscenas,
perguntas, piadas ou cantadas de conteúdo sexual; conversas com termos de
corte sexual, miradas lascivas reiteradas com conteúdo sexual, chamadas telefónicas
de conteúdo sexual, propostas reiteradas para encontros com quem rejeitou tais
48
solicitações, comentários sobre conteúdo sexual ou sobre a vida sexual da pessoa
agraviada, mostrar reiteradamente desenhos, grafites, fotos, revistas, calendários com
conteúdo sexual; entre outros atos de natureza similar.
d) Aproximações corporais, toques, toques e qualquer outro comportamento de
natureza sexual, ofensivos e indesejados pela vítima.
e) Tratamento ofensivo ou hostil devido à rejeição das condutas descritas nos incisos
precedentes.
f) Outras condutas que se encaixam no conceito de assédio.
Artigo 150º A EMPRESA conta com um procedimento de investigação e
sanciona do assédio sexual, cuja finalidade é determinar a existência de atos de
assédio sexual e a responsabilidade correspondente, garantindo uma
investigação reservada, confidencial, imparcial e eficaz, que permita sancionar ao
hostigador e proteger a vítima. Este procedimento é regulado em uma
Política que será entregue a todos os trabalhadores, a qual está de acordo com
as normas legais vigentes.
CAPÍTULO XX: DAS CONDIÇÕES PARA O USO DO LACTÁRIO
IMPLEMENTADO NO CENTRO DE TRABALHO
Artigo 151º No âmbito do previsto pela Lei N° 29896, Lei que estabelece
a implementação de salas de amamentação nas instituições do setor público e privado
promovendo a amamentação, A EMPRESA conta com lactários, ou seja, ambientes
especialmente acondicionados e dignos para que as mães trabalhadoras, extraiam seu
leite materno durante o horário de trabalho, garantindo sua adequada conservação.
Artigo 152º Condições de uso
O lactário implementado nas instalações DA EMPRESA conta com as condições
mínimas que garantizan seu funcionamento ideal, tais como: espaço físico adequado,
comodidade, higiene, privacidade, acessibilidade, uma geladeira adequada
conversa sobre o leite materno, um dispensador de água potável, entre outros utensílios
de banheiros necessários.
O lactário é de uso exclusivo para a extração e conservação do leite materno.
durante o horário de trabalho, portanto está proibida sua utilização para a execução
de atividades alheias às suas funções ou compartilhá-las com outros serviços.
Artigo 153º Tempo de uso do serviço de lactário.
O tempo de uso do lactário durante o horário de trabalho não poderá ser inferior a uma
hora por dia, a qual não compreende o deslocamento para sua localização; para tal efeito
serão oferecidas as facilidades do caso à mãe trabalhadora.
A frequência e oportunidade do uso do lactário são determinadas pela mãe
trabalhadora, observando o tempo de uso do lactário antes mencionado.
O tempo de uso do lactário é independente do gozo do permissão da hora de amamentação.
estabelecido pela Lei Nº 27240 e suas modificações.
Artigo 154º Funções da Área de Bem-Estar Social e Vigilância Médica:
A Área de Bem-Estar Social e Vigilância Médica da EMPRESA será responsável por:
a) Facilitar o acesso das trabalhadoras usuárias durante o período de amamentação,
nos horários que se ajustem às necessidades das usuárias. Para tal efeito, se
pondrá a disposición um Formato de Registro que deverá ser preenchido pela usuária do
lactário em cada oportunidade de uso.
b) Implementar um plano de trabalho de promoção e divulgação dos benefícios da lactação
materna e capacitação das usuárias, implementando estratégias para a
sustentabilidade do serviço.
49
c) Vigiar a manutenção da higiene permanente dos lactários em cada turno de
trabalho.
Artigo 155º Obrigações das trabalhadoras usuárias do lactário.
As trabalhadoras usuárias do lactário são responsáveis por:
a) Assinar o Formato de Registro de uso do lactário sempre que fizer uso do mesmo.
b) Manter a limpeza e a infraestrutura do lactário, tal como foi encontrado.
c) Respeitar os equipamentos ou materiais pessoais para a extração e conservação da
leite materno de outras trabalhadoras.
d) Trazer utensílios específicos para a extração do leite materno, os quais, de
preferência, devem ter um rótulo que indique o nome da trabalhadora.
e) Participar e colaborar com as ações de capacitação e divulgação em matéria de
lactância materna.
CAPÍTULO XXI: DA PROIBIÇÃO DO CONSUMO DE TABACO E OS
Mecanismos para denunciar a quienes fumam em lugares proibidos
Artigo 156º A EMPRESA zelará pelo cumprimento da Lei N° 28705, Lei
General para a Prevenção e Controle dos Riscos do Consumo de Tabaco e seu
Regulamento, modificado pelo Decreto Supremo N° 001-2011-S.A., ou das normas que
complementem, modifiquem ou substituam-nos considerando que, fumar dentro de
as oficinas da EMPRESA constituem um comportamento que atenta contra todos os
membros e, por conseguinte, é passível de ser objeto de uma sanção disciplinar.
Artigo 157º A Gerência de Recursos Humanos da EMPRESA é a responsável
de proteger a cada membro DA EMPRESA das consequências sanitárias, sociais,
ambientais e econômicas do consumo de tabaco e da exposição à fumaça do tabaco,
a fim de reduzir esse consumo e exposição de maneira contínua e substancial. Para cumprir
com tal objetivo, esta se obriga a:
a) Colocar, dentro de suas instalações e em locais visíveis, anúncios nos quais se
indique expressamente a proibição de fumar em lugares públicos por ser prejudicial para
a saúde.
b) Estabelecer mecanismos efetivos a fim de denunciar aqueles que fumam em locais
proibidos.
c) Sancionar com as medidas disciplinares correspondentes aqueles que fumam em locais
que estejam proibidos a fim de desincentivar tal prática e procurar que a empresa
se encontre livre do consumo do tabaco.
Artigo 158º Se detecta que algum trabalhador ou membro da EMPRESA se
encontrar fumando em locais proibidos, os trabalhadores devem denunciar tais atos
observando o seguinte procedimento interno previsto pela EMPRESA:
a) O trabalhador que detecta a realização da conduta proibida solicitará ao outro
trabalhador que apague seu cigarro, com ou sem resposta afirmativa por parte deste,
o trabalhador que advertiu a conduta proibida apresentará uma reclamação à Gerência
de Recursos Humanos da EMPRESA, salvo que a reclamação se dirija contra o Gerente
de Gestão de Talento, caso em que a Gerência Geral será a área competente
para conhecer do procedimento.
b) A Gerência de Recursos Humanos da EMPRESA irá dispor a verificação da
informações fornecidas na reclamação e, se a veracidade das mesmas for verificada,
imporá as sanções disciplinares correspondentes.
50
CAPÍTULO XXII: DO MANUAL DO MODELO DE PREVENÇÃO
Artigo 159º A EMPRESA conta com um Manual do Modelo de Prevenção que
reúne as boas práticas, políticas e procedimentos já existentes dentro da LA
EMPRESAS orientadas a prevenir e combater a corrupção. O seu não cumprimento constitui
falta disciplinar grave, sem prejuízo da responsabilidade civil ou penal que possa surgir
corresponder.
Artigo 160º A EMPRESA tem uma política de tolerância zero à corrupção.
Portanto, seus acionistas, diretores, Alta Gestão e demais trabalhadores não realizam
práticas desonestas, violações ao Regulamento Ético da Companhia ou um
indebido proceder com o setor privado ou público, através de pagamentos indevidos a
facilitadores, falsas assessorias, tráfico de influências, práticas colusórias; e/ou facilitação
ou comissão de atos indevidos e ilegais na operação.
Artigo 161º Qualquer ato de gestão de interesses que uma pessoa realize
por conta ou em nome da EMPRESA deverá ser realizado de maneira transparente e
ser autorizado pela Gerência Geral. A gestão de interesses não é utilizada pela LA
EMPRESA como desculpa para encobrir atos de corrupção ou tráfico de influências.
Artigo 162º Toda reunião que se deseje gerir entre algum acionista,
diretor, Alta Gerência e/ou demais colaboradores da EMPRESA e algum funcionário de
governo, com o objetivo de realizar uma gestão de interesses em nome da EMPRESA
deverá
a) Solicitar-se de maneira formal através dos procedimentos estabelecidos por
entidade correspondente.
b) Realizar-se nas instalações da entidade pública.
c) Procurar, sempre que possível, que as reuniões com funcionários públicos
asistan quando menos dois (2) representantes da EMPRESA.
d) Manter um registro de comunicações e gestão de reuniões com entidades e
funcionários públicos.
Artigo 163º Os acionistas, diretores, Alta Gestão e demais colaboradores
anualmente assinarão uma declaração de potencial conflito de interesses, na qual
informarão os dados dos funcionários públicos, empregados, clientes, fornecedores e
outras pessoas de interesse da empresa, com as quais se tenha uma relação de até
4º grau de consanguinidade ou 2º grau de afinidade, com o objetivo de evitar situações de
conflito. Esta informação deve ser atualizada anualmente.
Artigo 164º Caso qualquer membro ou representante da EMPRESA
se encontra em uma situação em que conheça um ato indevido que vá contra
da Regulamentação Ética DA EMPRESA, ou que alguma pessoa com poder de decisão
se solicitado realizar um ato desse tipo deverá reportá-lo imediatamente através da
Linha Aberta de Denúncia, ao Responsável pela Prevenção e/ou ao Chefe imediato. Em tal
sentido, nenhum colaborador será sancionado nem prejudicado caso seu trabalho seja
veja obstaculizado por sua negativa a pagar ou aceitar um suborno ou de participar de um
ato de corrupção em geral.
CAPÍTULO XXIII: DOS ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS E RESPONSABILIDADE
SOCIAL
Artigo 165º Ao ingressar, todo trabalhador receberá um exemplar deste
Regulamento Interno junto com o Regulamento de Infrações e Sanções emitido pela LA
EMPRESA titular da concessão do aeroporto no qual realizam suas atividades devendo
firmar o cargo como sinal de recebimento. O ato de ingresso na EMPRESA obriga o novo
trabalhador a conhecer e cumprir todas as estipulações contidas nesse Regulamento,
51
assim como se sujeitar a todas as normas legais e convencionais sobre o trabalho e, em
particular, às regulamentações e diretrizes que emitir A EMPRESA.
Artigo 166º A EMPRESA fornecerá aos trabalhadores as ferramentas e
implementos de trabalho que, a juízo da EMPRESA, sejam necessários para o desempenho
das atividades atribuídas. A atribuição de ferramentas, instrumentos, manuais e
equipamentos em geral, não é de caráter pessoal obrigando o trabalhador a seu uso
adecuado nas atividades da EMPRESA, sua conservação no estado em que os
recebeu e a devolvê-los ao final do dia.
Artigo 167º A reposição das ferramentas entregues aos trabalhadores é
estará sujeito às seguintes diretrizes:
a) Em caso de desgaste normal ou de rompimento ou destruição que, na opinião do chefe responsável
estão justificadas no uso normal ou imponderáveis, serão restituídas diretamente
por conta da EMPRESA.
b) Em caso de perda ou quebra ou destruição atribuíveis a atos de negligência, má
operação ou má-fé por parte do trabalhador, a reposição deverá ser por conta do
trabalhador responsável. O chefe do departamento determinará o pertinente depois de
realizada sua investigação e o desconto ao trabalhador responsável será feito em parcelas
adequadamente distribuídas em função de seu salário uma vez que o
trabalhador aceite o valor e a modalidade de desconto, e sempre que as parcelas
descontadas no afetem a remuneração mínima vital vigente na data em que se
produza o desconto.
CAPÍTULO XXIV: DAS CONDIÇÕES DE BEM-ESTAR
Artigo 168º Todo ingressante na EMPRESA deve se submeter a um exame
médico inicial; uma vez no serviço, um novo exame será realizado pelo menos uma
vez ao ano ou quando a critério DA EMPRESA resultar necessário para garantir a saúde
e integridade física do trabalhador ou dos trabalhadores. Esses exames serão realizados
pelos serviços que A EMPRESA contratar para o efeito ou os que a mesma designar.
Artigo 169º A EMPRESA tem estabelecida, tanto nas escritórios administrativos,
como nas unidades de negócios um Kit de Primeiros Socorros. Em
casos de acidentes de trabalho ou emergência acidental, A EMPRESA conta com um plano
de evacuación imediata ao centro de saúde mais próximo.
Artigo 170º Os trabalhadores que estiverem recebendo tratamento médico,
devem cumprir rigorosamente com as prescrições que lhe tenham sido indicadas por seu
médico tratante.
Artigo 171º Todo atestado médico prescrito a um trabalhador deve ser estendido
por escrito. A EMPRESA reconhece os certificados médicos emitidos pelo médico
habilitado pelo Colégio de Médicos do Peru para os serviços de ESSALUD, MINSA ou de
outra entidade médica idônea.
Artigo 172º Todos os trabalhadores são obrigados a cumprir com as medidas
profiláticas, preventivas ou curativas que prescrevam os profissionais médicos ou os de
Entidades Oficiais Autorizadas, em resguardo da salubridade no meio ambiental.
resistência ou negativa injustificada em cumprir essas disposições pode ser considerada
falta laboral passível de sanção segundo a legislação vigente.
Artigo 173º Dando cumprimento às disposições sobre a matéria e com o
objeto de contribuir para elevar o nível de bem-estar dos trabalhadores e seus familiares, A
A EMPRESA conta com um serviço de Bem-Estar Laboral, o qual é atendido por uma
52
profissional na especialidade. Os trabalhadores que desejam recorrer a esse serviço
deverão fazê-lo nos dias e horários estabelecidos para o atendimento.
Artigo 174º A EMPRESA proporciona aos seus trabalhadores um ambiente apropriado
para a ingestão de seus alimentos dentro de suas instalações. O uso indevido deste
o ambiente para qualquer trabalhador será considerado como falta disciplinar.
Artigo 175º Aos trabalhadores será atribuído um armário pessoal, o mesmo
cuja concessão não implica cessão de propriedade e pode ser retirado e/ou reatribuído em
qualquer oportunidade de acordo com as necessidades que A EMPRESA determinar. O
o pessoal que recebe este benefício é obrigado a colaborar com as revisões que
disponga A EMPRESA quando se considere pertinente. Toda revisão por parte de A
A EMPRESA se realizará com o prévio consentimento do trabalhador e sem afetar seu direito a
a intimidade pessoal.
CAPÍTULO XXV: DAS DISPOSIÇÕES REFERENTES AO TELETRABALHO
Artigo 176º A EMPRESA conta com uma Política Interna de Teletrabalho,
mediante a qual determina os alcances e diretrizes da implementação do
modalidade de teletrabalho de acordo com a Lei nº 31572 e seu Regulamento aprovado por
Decreto Supremo Nº 002-2023-TR, com a finalidade de que os trabalhadores se
familiarizem-se e tenham conhecimento desta modalidade especial de prestação de serviços.
Artigo 177º Entende-se por Teletrabalho aquela modalidade especial de
prestação de labores, de condição regular ou habitual, caracterizado pelo desempenho
subordinado de aquelas labores efetuadas sem presença física do trabalhador no centro
de trabalho. Realizam-se utilizando como ferramentas, entre outras, as plataformas e
tecnologias digitais.
Artigo 178º A EMPRESA conta com duas modalidades de teletrabalho, as quais
foram construídas para se ajustar ao papel ou atividade daquelas posições que por seu
natureza possam realizar trabalhos em algum tipo de teletrabalho.
Estas modalidades em teletrabalho têm caráter voluntário tanto para o trabalhador
como para A EMPRESA, em sua oferta, solicitação e aceitação, e requererá de um
acordo prévio e formalizado por escrito entre ambas as partes conforme estabelece a
legislação vigente.
a) Teletrabalho Total: É a modalidade que permite ao trabalhador realizar atividades não
presenciais, salvo pontuais atividades, coordenações ou reuniões presenciais em
a oportunidade em que a empresa ou o trabalhador a necessitem.
Sob esta modalidade, a prestação de labores será majoritariamente não presencial, sem
embargo, a empresa ou o chefe imediato sempre poderá solicitar a assistência do
trabalhador para reuniões, comitês, projetos ou outra atividade presencial na
oportunidade em que a empresa o requerer.
Assim, em coordenação com seu superior hierárquico, o trabalhador poderá solicitar ir
de maneira presencial quando o julgar necessário.
b) Teletrabalho Parcial: É a modalidade que combina o trabalho presencial e o trabalho
semipresencial. A frequência mínima de dias em presencialidade é de 2 vezes por
semana; no obstante, essa frequência mínima poderá ser maior de acordo com as
necessidades e características de cada área. Os trabalhadores que se aceitar a esta
53
modalidade assinará um convênio de Teletrabalho Parcial, onde a distribuição da
jornada será especificada.
• Os dias específicos da semana em que o trabalhador deve comparecer aos escritórios, deverá
ser consensuado com o chefe imediato.
• Nesta modalidade, os dias em que o trabalhador deve laborar de forma presencial,
deverá fazê-lo em horário completo de trabalho.
• Nesta modalidade, o chefe imediato é responsável pela escolha dos dias para
a assistência presencial, a mesma que deve ser o fruto da coordenação entre
todos os elementos da equipe, garantindo a continuidade operacional da área.
• Adicionalmente, o trabalhador poderá ser convocado para reuniões ou comitês.
presenciais, fora dos dias de trabalho presencial estabelecidos.
Artigo 179º Quando for necessário que um teletrabalhador compareça pessoalmente a
seu centro de trabalho ou se lhe for atribuído uma comissão de serviços, deverá ser notificado com um
prazo mínimo de pré-aviso. Para tal efeito, estabelece-se um prazo mínimo de um (1) mês
de antecipação caso o Teletrabalhador esteja fora do Peru, ou com não menos de
um (1) dia calendário caso o Trabalhador se encontre em território peruano. O prazo
não será exigível quando por causas imprevisíveis ou de força maior devidamente
acreditadas não fosse possível cumprir com tal antecipação.
Artigo 180º As partes podem concordar com a alteração da modalidade mediante um
acordo escrito, o qual estabelecerá um prazo determinado que poderá ser renovado.
Artigo 181º A EMPRESA, no uso de sua faculdade diretiva e por razões
devidamente sustentadas, pode variar a modalidade da prestação das labores de
presencial a teletrabalho, ou vice-versa, garantindo que o teletrabalhador ou trabalhador
conte com a capacitação adequada, as condições de trabalho e as facilidades
necessárias para a prestação de atividades. No caso de a EMPRESA decidir mudar
a modalidade da prestação de labores de presencial a teletrabalho, ou vice-versa, este se
deve realizar aviso prévio por escrito ou por meios eletrônicos ao teletrabalhador, com uma
antecipação mínima de dez (10) dias úteis.
Artigo 182º Os trabalhadores podem solicitar a mudança da modalidade
presencial à modalidade de teletrabalho ou vice-versa, desde que a qualificação de
seu posto de trabalho permita a modalidade solicitada, de acordo com os seguintes passos:
i) Solicitação do trabalhador
ii) Avaliação do pedido
iii) Decisão final e aplicação da modalidade
Artigo 183º A solicitação de mudança de modalidade do trabalhador deve ser
apresentada ao chefe imediato do trabalhador ou a quem fizer suas vezes, dependendo do
área em que se desenvolve, através da comunicação via e-mail ou outro
canal que determine A EMPRESA para tais efeitos.
Esta solicitação é avaliada pela Gerência Central de Talento em coordenação com o
Gerente de Área, podendo negar essa solicitação no uso de sua faculdade de direção,
devendo sustentar as razões da referida negativa. Esta solicitação deverá ser respondida
dentro do prazo de dez (10) dias úteis.
54
Dentro deste prazo, A EMPRESA comunicará a aceitação ou negação de sua solicitação.
De ser afirmativa a resposta, informará a data em que será efetivada a mudança de
modalidade e demais informações, procedimentos e condições pertinentes a mesma
Artigo 184º O teletrabalho deve ser realizado em território nacional e na cidade
na qual o trabalhador foi contratado. Exceto coordenação, avaliação e aprovação
expresa do Gerente de Área e do Gerente Geral. Neste último ponto, se o teletrabalho
se diera em território estrangeiro, o teletrabalhador é responsável por cumprir com os
trâmites migratórios e condições tributárias exigidas por lei. Assim sendo, é responsável
de assumir os custos das viagens necessárias para assistir ao escritório na oportunidade em
que a empresa o considere necessário.
Artigo 185º Direitos dos teletrabalhadores
Os trabalhadores remotos têm os mesmos direitos que os trabalhadores que prestam
serviços sob a modalidade presencial e, adicionalmente, os seguintes:
a) Respeite seu tempo de desconexão digital.
b) Se respeite o seu direito à intimidade, privacidade e inviolabilidade de sua
comunicações e documentos privados.
c) Receber treinamento sobre meios informáticos, de telecomunicações e análogos
que empregarão para o desempenho de suas funções, restrições no uso, legislação
vigente em matéria de proteção de dados pessoais, propriedade intelectual e
segurança da informação, entre outros.
d) Receber capacitações, de forma presencial ou virtual, no uso de aplicativos
informáticos/digitais e qualquer plataforma virtual que utilize durante o desenvolvimento
de suas atividades; em segurança e saúde no teletrabalho; e, em assédio sexual em
o teletrabalho. Além disso, no caso de ocorrerem modificações substanciais nos
meios digitais utilizados na prestação do serviço, A EMPRESA deverá fornecer
a capacitação que corresponda.
Artigo 186º Obrigações dos teletrabalhadores
Os teletrabalhadores mantêm as mesmas obrigações que os trabalhadores que prestam
serviços sob a modalidade presencial, exceto a obrigação de comparecer de maneira
presencial ao centro de trabalho, dependendo das características da modalidade na
que se encontrem. Adicionalmente terão as seguintes obrigações:
a) Estar disponível durante a jornada de trabalho para as coordenações ou atribuição
de labores.
b) Informar e entregar à EMPRESA as tarefas realizadas durante sua jornada
laboral, através dos mecanismos e/ou canais de comunicação estabelecidos pela LA
EMPRESA e/ou através do e-mail corporativo.
c) Cumprir com a normativa vigente sobre segurança da informação e confiança
digital, proteção de dados, bem como manter a confidencialidade do
informação fornecida pela EMPRESA para a prestação dos serviços.
d) Utilizar exclusivamente os equipamentos, elementos e meios fornecidos pela EMPRESA
para a realização de suas atividades, salvo autorização por escrito prévia por parte de
EMPRESA, devendo em todos os casos restituí-los em bom estado ao final desta
modalidade, com exceção do desgaste natural gerado pelo seu uso correto.
e) Informar dentro de um prazo máximo de 3 horas à EMPRESA, a perda,
subtração, deficiência ou deterioração dos equipamentos fornecidos e que dificultem ou
impossibilitem o uso dos equipamentos e elementos fornecidos pela EMPRESA, com a
finalidade de que se adotem medidas para garantir a continuidade das atividades.
55
f) Realizar o teletrabalho de forma pessoal, não podendo delegar a execução de suas
obrigações trabalhistas a terceiros.
g) Comunicar por escrito à EMPRESA o local habitual onde realizará o teletrabalho
com uma antecipação mínima de cinco (5) dias úteis antes de assinar o contrato
de trabalho ou o acordo de mudança de modalidade, conforme corresponda. Esta
A comunicação deverá ser feita através dos canais de comunicação determinados.
pela EMPRESA, incluindo o e-mail corporativo.
h) Comunicar a modificação do local habitual de teletrabalho com uma antecedência de
cinco (5) dias úteis. Esta comunicação tem caráter de declaração jurada
i) Participar das capacitações que A EMPRESA programar.
j) Cumprir com a legislação vigente sobre Segurança e Saúde no Trabalho.
k) Participar presencialmente nos eventos que a EMPRESA organizar; assim como
cumprir com a coleta de ferramentas e qualquer outro implemento que a empresa
determinar como necessário para realizar suas labores.
l) Fazer-se responsável pelo traslado e envio de qualquer documentação física exigida
pela empresa.
m) Cumprir com a realização de qualquer exame ou avaliação presencial implementada pelo
área de Segurança e Saúde no Trabalho na cidade da sede onde foi
contratado.
n) Cumprir com as normas internas estabelecidas pelos líderes da equipe no momento
de ter reuniões virtuais, como ligar as câmeras, ativar o microfone, entre
outros.
Artigo 187º Obrigações da EMPRESA
A EMPRESA mantém as mesmas obrigações para os trabalhadores que prestam
serviços sob a modalidade presencial. Assim sendo, A EMPRESA terá os seguintes
obrigacoes
a) Verificar se o teletrabalhador com deficiência possui as condições e/ou
ferramentas necessárias que lhe permitam cumprir com suas funções laborais de
maneira idónea.
b) Capacitar o teletrabalhador no uso dos aplicativos informáticos e qualquer
plataforma virtual que utilize durante o desenvolvimento de suas tarefas, a fim de
garantir o cumprimento das medidas de segurança para a confidencialidade
da informação.
c) Oferecer no início da relação laboral ou antes de mudar de modalidade
capacitações sobre segurança e saúde no teletrabalho, sobre prevenção do
assedio sexual no teletrabalho, sobre o uso de meios informáticos e/ou
digitais, em matéria de proteção de dados pessoais e segurança da
informação, conforme necessário ou exigido para a prestação do serviço.
d) Estabelecer mecanismos adequados para as coordenações, controle e supervisão
do teletrabalho que respeitem a intimidade, privacidade e inviolabilidade de seus
comunicações e documentos privados. Nesse sentido, A EMPRESA não poderá:
• Acessar, por meio das tecnologias da informação e as
comunicações, aos documentos e comunicações originados com motivo
do trabalho, sem aviso prévio do teletrabalhador.
• Realizar captações e/ou gravações da imagem ou da voz do
teletrabalhador, sem consentimento prévio e expresso que se realizem estas.
Não é exigível o consentimento do teletrabalhador quando a captação ou
a gravação da imagem ou da voz é exigida pela natureza de seus
funções.
• Ingresar ao local onde se realiza o teletrabalho, sem autorização prévia do
teletrabalhador.
56
• Implementar qualquer outro mecanismo de coordenação, controle e/ou
supervisão que afete a intimidade, privacidade e inviolabilidade das
comunicações e documentos privados do teletrabalhador.
Artigo 188º Se consideram circunstâncias de caso fortuito ou força maior a
aqueles eventos da natureza ou causados pela pessoa que sejam extraordinários,
imprevisíveis e irresistíveis que limitem, impeçam ou restrinjam a prestação de serviços de
manera presencial; por lo que, frente a estas situações, A EMPRESA terá a faculdade
de implementar as seguintes medidas:
a) Dispor unilateralmente da mudança da prestação laboral da modalidade
presencial ao de teletrabalho, devendo assegurar a prestação e o acesso dos
serviços e bens básicos e indispensáveis para o desenvolvimento das funções.
b) Comunicar ao trabalhador a decisão de mudar o local da prestação de serviços a
fim de implementar o teletrabalho, por meio de qualquer suporte físico ou digital que
permita deixar constância disso.
c) Variar de maneira unilateral as funções originalmente atribuídas ao trabalhador, com
o fim de possibilitar que realize teletrabalho.
CAPÍTULO XXVI: DISPOSIÇÕES FINAIS
Artigo 189º A EMPRESA dentro de suas faculdades poderá dispor o pertinente
para a correta aplicação do presente Regulamento, emitindo normas internas e/ou
executando as ações administrativas que considerar necessárias.
Artigo 190º Em todos os casos não previstos de forma expressa neste
Regulamento, serão de aplicação as disposições que ditar A EMPRESA, no exercício
das faculdades que lhe competem em sua condição de empregadora.
Artigo 191º Para a aplicação deste Regulamento, e se o caso o exigir,
serão estabelecidas normas específicas e/ou complementares que facilitem sua integração.
Da mesma forma, A EMPRESA reserva-se o direito de ampliar e/ou modificar o presente
Regulamento de conformidade com os dispositivos legais, convencionais e normas
internas.
Artigo 192º Este Regulamento será enviado ao Ministério do Trabalho e Promoção
do Emprego para sua aprovação, de acordo com a lei.
Callao, 16 de maio de 2023.
57
CARGO DE ENTREGA
Recebi da “TALMASERVIÇOS AEROPORTUÁRIOS S.A.” o presente Regulamento
Interno de Trabalho, e me comprometo a lê-lo de forma imediata, formular qualquer
dúvida que tinha em relação ao seu conteúdo e cumpri-lo diligentemente.
Nomes e Sobrenomes
______________________________________________________
Data: ______ / __________ / _______
Firma: __________________________
____________________
58