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Normas para Varas de Ancoragem Elétricas

Este documento estabelece os requisitos e ensaios aos quais devem ser submetidas as varas de ancoragem roscadas com olho que são utilizadas para construir linhas e redes aéreas de distribuição de energia elétrica. Define as dimensões, tolerâncias, materiais, galvanização e testes de resistência à tração e dobramento que devem ser atendidos por essas varas. Também descreve o processo de inspeção e amostragem para verificar se os lotes atendem a esses padrões de qualidade.

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Normas para Varas de Ancoragem Elétricas

Este documento estabelece os requisitos e ensaios aos quais devem ser submetidas as varas de ancoragem roscadas com olho que são utilizadas para construir linhas e redes aéreas de distribuição de energia elétrica. Define as dimensões, tolerâncias, materiais, galvanização e testes de resistência à tração e dobramento que devem ser atendidos por essas varas. Também descreve o processo de inspeção e amostragem para verificar se os lotes atendem a esses padrões de qualidade.

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NORMA TÉCNICA NTC

COLOMBIANA 2575

20-09-1989

ELETROTECNIA.
HERRAJES E ACESSÓRIOS PARA REDES E
LINHAS AÉREAS DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA
ELÉTRICA. VARAS DE ANCORAGEM ROSCADAS
COM OLHO

E: ELETROTÉCNICA. ACESSÓRIOS E INSTALAÇÕES PARA


LINHAS AÉREAS DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

CORRESPONDENCIA

DESCRIPTORES engenharia elétrica


redes
acessórios; varas de ancoragem.

I.C.S.: 29.040.20

Editada pelo Instituto Colombiano de Normas Técnicas e Certificação (ICONTEC)


Apartado 14237 Bogotá, D.C. Tel. -6078888 Fax 2221435 -

Proibida a sua reprodução Editada 2004-04-02


PRÓLOGO

O Instituto Colombiano de Normas Técnicas e Certificação, ICONTEC, é o organismo nacional


de normalização, de acordo com o Decreto 2269 de 1993.

ICONTECes é uma entidade de caráter privado, sem fins lucrativos, cuja Missão é fundamental
para oferecer suporte e desenvolvimento ao produtor e proteção ao consumidor. Colabora com o setor
governamental e apoia o setor privado do país, para alcançar vantagens competitivas nos
mercados interno e externo.

A representação de todos os setores envolvidos no processo de Normalização Técnica


está garantida pelos Comitês Técnicos e pelo período de Consulta Pública, este último
caracterizado pela participação do público em geral.

A NTC 2575 foi ratificada pelo Conselho Diretivo em 20-09-1989.

Esta norma está sujeita a ser atualizada permanentemente com o objetivo de que responda em
todo momento às necessidades e exigências atuais.

A seguir estão relacionadas as empresas que participaram do estudo desta norma a


através do Comitê Técnico da Comissão Especial. Linhas de energia.

CORELCA EMSA LTDA.


E.E.E.B. ESTRUTURAS CENO
ELECTRIFICADORA DE CUNDINAMARCA I.S.A.
ELETRIFICADORA DE SANTANDER IMEGA LTDA.
ELETROBRAS DO ATLÂNTICO INMUNIZADORA SERRANO GÓMEZ S.A.
ELECTROCÓRDOBA ISA
EMPRESAS MUNICIPAIS DE CALI MANUFATURAS DE CIMENTO
EMPRESAS PÚBLICAS DE MEDELLÍN TALLERES A INDUSTRIA E CENTRICOL

O ICONTEC conta com um Centro de Informação que disponibiliza para os interessados


normas internacionais, regionais e nacionais.

DIREÇÃO DE NORMALIZAÇÃO
NORMAS TÉCNICAS COLOMBIANAS NTC 2575

ELETROTÉCNICA.
HERRAJES E ACESSÓRIOS PARA REDES E LINHAS
AÉREAS DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA.
VARILHAS DE ANCLAGEM ROSCADAS COM OLHO

1. OBJETO

Esta norma tem por objeto estabelecer os requisitos que devem ser cumpridos e os testes a serem realizados.
quais devem ser submetidos os varões de ancoragem roscados com olho que são utilizados na
construção de linhas e redes aéreas de distribuição de energia elétrica e telefônicas.

2. DEFINIÇÕES

Para os efeitos desta norma, devem ser levados em conta os seguintes:

2.1 LOTE

Quantidade determinada de varas de ancoragem, de características semelhantes, que são fabricadas


sob condições de produção presumivelmente uniformes, que são submetidas a inspeção
como um conjunto unitário.

2.2 MUESTRA

Grupo de unidades extraídas de um lote o qual serve para obter as informações necessárias que
permita apreciar uma ou mais características desse lote, além de servirão de base sobre o
mesmo ou sobre o processo que o produziu.

2.3 VARILLA DE ANCLAJE (VARILLA RIENDA)

Elemento alargado de seção circular, com rosca em uma extremidade e olho na outra.

3. CONDICÕES GERAIS

3.1 CONJUNTO

A menos que se especifique o contrário, as hastes de anclagem devem ser fornecidas com uma
porca do diâmetro nominal da barra, que esteja de acordo com o projeto de NTC em
processo C9.187/87 e com uma arruela de 50 mm x 50 mm x 4,8 mm (2 polegadas x 2 polegadas
x 3/16 de polegada).

1
NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 2575

3.2 DIMENSÕES

Todas as dimensões devem ser fornecidas antes da galvanização.

3.3 MANUFATURA

3.3.1 Roscas

A rosca deve ser fabricada por laminação ou por corte.

Puntas. A extremidade rosqueada das barras de ancoragem deve ser chanfrada a 60°
aproximadamente, o arredondado quando não exigir ponta cônica.

Nota. Para diâmetros nominais de 25 mm (1 polegada) e 32 mm (11/4 de polegada), o chanfro deve ser como o
especificado para o diâmetro nominal de 19 mm (3/4 de polegada).

3.3.2 Acabado

As varas de ancoragem devem apresentar uma superfície livre de:

- Protuberâncias e escamas.

- Malformações, olhos rachados ou mal acabados.

- Soldadura porosa.

3.3.3 Superfície rosqueada

Deve ser uniforme e estar livre de rebarbas, de tal forma que uma porca, que cumpra com os
requisitos estabelecidos na Tabela 2 se ajustem à varilha de anclagem de maneira que possam
recorrer totalmente a extensão roscada desta sem o uso de ferramentas.

3.3.4 Olho

O olho deve ser forjado ou moldado em quente do mesmo corpo da barra e soldado (veja-se as
Figuras 1 e 2).

4. REQUISITOS

4.1 MATERIAL

As varas de ancoragem serão fabricadas em aço, obtido por qualquer processo


comercialmente aceito. Pode ser em lingotes ou moldagem contínua. O aço será de um grau
tal que cumpra com os requisitos estabelecidos nos numerais 4.6 e 4.7. Nos olhos soldados,
a soldadura que se emprega cumprirá com os requisitos estabelecidos para a série E-60 na
NTC 2191. As superfícies e bordas a serem soldadas devem estar polidas, uniformes e livres de
escamas, rajaduras, grietas e outras irregularidades que possam afetar a qualidade e
resistência da soldadura.

2
NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 2575

O cordão de soldadura não deverá apresentar descontinuidades estruturais tais como


porosidades, rachaduras, falta de fusão e pouca penetração entre outros.

4.2 GALVANIZADO

As varas de ancoragem serão galvanizadas por imersão a quente, de acordo com a NTC 2076.

4.3 DIMENSÕES

As dimensões das varas de ancoragem estarão de acordo com os valores dados na


Tabela 1 (veja a Figura 1) quando forem verificados conforme descrito no numeral 6.1.

4.4 TOLERÂNCIAS

As tolerâncias serão definidas de acordo com os valores dados na Tabela 4, quando se


verifiquem de acordo com o descrito no numeral 6.1.

Nota. As tolerâncias não são aplicáveis às roscas.

4,5 ROSCA

As roscas das varas de ancoragem serão definidas de acordo com o estabelecido na


Tabela 3 para os diâmetros de 12,7 mm, 16 mm, 19 mm, 25 mm e 31,75 mm.

4.6 PONTAS

A extremidade roscada das varas de ancoragem deve ser chanfrada ou arredondada, conforme o
projeto de NTC em processo C9.187/87.

Nota. Para diámetros nominais de 25 mm (1 polegada) e 32 mm (11/4 de polegada), o chanfro deve ser como o
especificado para o diâmetro nominal de 19 mm (3/4 de polegada).

4.7 RESISTÊNCIA À TRAÇÃO

As varillas de anclagem montadas (com a porca roscada) suportarão as cargas mínimas de


tensão dada na Tabela 5, quando forem testadas de acordo com o descrito no numeral 6.2
sem que a rosca se deforme.

4.8 RESISTÊNCIA AO ENSAIO DE DOBRAMENTO

As varas de anclagem resistirão ao ensaio de dobramento a frio, descrito no numeral 6.3


sem fissuras nem fraturas no aço. Não será considerado como uma falha, neste
requisito, quando se saltar ou se romper o revestimento de zinco.

5. TOMA DE AMOSTRAS E RECEPÇÃO DO PRODUTO

Para assegurar a conformidade do lote com os requisitos desta norma, deverá


inspecionar cada um dos lotes separadamente.

3
NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 2575

A menos que se especifique outra coisa no contrato ou ordem de pedido, deverá ser aplicado o
próximo plano de amostragem, de acordo com a NTC 1097.

5.1 INSPEÇÃO VISUAL E DIMENSIONAL

5.1.1 As amostras coletadas, de acordo com a Tabela 6, deverão ser submetidas a inspeção visual e
dimensional para determinar se cumplen con los requisitos de los capítulos 3 e 7 e numerações 4.3,
4.4, 4.5 e 4.6.

5.1.2 Se o número de varas de ancoragem defeituosas for menor ou igual ao correspondente


número permitido de defeituosos, dado na Tabela 6, deve ser considerado que o lote cumpre
com os requisitos enunciados no numeral 5.1.1.

5.2 GALVANIZADO

O plano de amostragem deve estar de acordo com o indicado na NTC 2076.

5.3 ENSAIOS

5.3.1 Dos lotes encontrados satisfatórios, de acordo com os numerais 5.1 e 5.2, se
deverá selecionar uma amostra do tamanho indicado na coluna 2 da Tabela 7 para
determinar se cumprem os requisitos dos numerais 4.1, 4.6 e 4.7.

5.3.2 Se o número de varas de ancoragem defeituosas for menor ou igual ao correspondente


número de defectuosos, dado na Coluna 3 da Tabela 7, deve ser considerado que o lote
cumpre com os requisitos enumerados no numeral 5.3.1.

6. ENSAIOS

6.1 DIMENSÕES

As dimensões, tolerâncias e rosca das varas de ancoragem devem ser verificadas com os
instrumentos de capacidade e precisão adequados.

6.2 ENSAYO DE RESISTÊNCIA À TRAÇÃO

Coloca-se uma barra através do olho da varilha de anclagem e na parte roscada fixa-se uma
porca de tal maneira que haja três fios por baixo dela como mínimo (veja a Figura 3).
Com esta disposição, aplica-se a carga de tração, cuidando para que a porca não gire. A porca
utilizada deve ter uma dureza mínima de 57 NDR-C e seu diâmetro nominal deve ser igual ao
da varilla, com uma tolerância entre +0,005 mm e -0,000 mm.

6.3 ENSAYO DE DOBLAMIENTO

A barra de ancoragem dobra-se à temperatura ambiente em um ponto qualquer que não esteja
roscado, até alcançar um ângulo de 90°C em torno de um mandril de igual diâmetro ao do
varilla que está se dobrando.

4
NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 2575

7. EMPAQUE E ROTULAGEM

7.1 EMPAQUE

As varas de ancoragem devem ser embaladas de forma a não sofrerem nenhum dano
durante seu armazenamento e transporte.

7.2 ROTULADO

Cada empaque deverá ir rotulado com:

- Nome ou marca registrada do fabricante.

- Referência da vareta de anclagem.

- A legenda 'Indústria Colombiana' ou outra que identifique seu lugar de origem.

- Número de varillas por embalagem e peso líquido.

Cada varilla deverá ser rotulada com o símbolo de identificação do fabricante.

9. APÊNDICE

9.1 NORMAS QUE DEVEM SER CONSULTADAS

NTC 2076, Galvanizado por imersão a quente para ferragens e perfis em ferro e aço.

NTC 2191, Eletrodos de aço carbono revestidos para soldagem por arco.

Projeto de norma em processo NTC C9.187/87. Eletrotecnia. Ferragens e acessórios para


linhas e redes de distribuição de energia elétrica. Parafusos e porcas galvanizadas.

Projeto de norma em processo NTC C3.146/87 "Código para soldar aço estrutural."

9.2 DOCUMENTO DE REFERÊNCIA

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS FABRICANTES DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS. Ferroso Galvanizado Rosqueado


Varas de âncora Strand-Eye. Nova Iorque, NEMA, 1976, 4p. ilus (Pub. N°PH 2-1976).

Informação fornecida pelo Comitê.

5
NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 2575

Tabela 1. Dimensões para as varas de ancoragem

Diâmetro nominal B C L
mm Polegadas mm Polegadas mm Pulgadas mm Polegadas
13 1/2 38 1 1/2 cinquenta e um2 1 500 59
13 1/2 38 1 1/2 51 2 1.800 71
13 1/2 38 1 1/2 51 2 2 000 79
16 5/8 38 1 1/2 51 2 1.500 59
16 5/8 38 1 1/2 51 2 1 800 71
16 5/8 38 1 1/2 51 2 2.000 79
19 3/4 38 1 1/2 51 2 1 800 98
19 3/4 38 1 1/2 51 2 2 500 118
19 3/4 trinta e oito 1 1/2 51 2 3 000 118
25 1 38 1 1/2 51 2 3 000 118
32 1 1/4 45 1 3/4 57 2 1/14 3.000 118

Tabela 2. Dimensões para as roscas internas

Diâmetro Número Roscas Internas Diâmetro


nominal de de fios Diâmetro nominal de
Diâmetro efetivo Diâmetro menor
a porca por prefeito a terraja
pulgada Mínimo Máximo Mínimo Máximo Mínimo OD
mm mm mm mm mm mm mm
(polegadas) (25,4) (polegadas) (polegadas) (polegadas) (polegadas) (polegadas) (polegadas)
9,5 8,89 9,04 8,20 8,56 9,93
(3/8) 16 (0,350) (0,356) (0,323) (0,337) (0,391) (0,390 - 16)

13 11,94 12,09 11,10 11,53 13,21


(1/2) treze (0,470) (0,476) (0,437) (0,454) (0,520) (0,520 - 13)

16 (14,91) (15,09) (13,92) (14,40) (16,41)


(5/8) 11 (0,587) (0,594) (0,548) (0,567) (0,646) (0,646 - 11)

19 (17,93) (18,14) (16,84) (17,37) (19,58)


(3/4) 10 (0,706) (0,714) (0,663) (0,684) (0,771) (0,771 - 10)

25 23,88 24,10 22,50 23,14 25,93


(1) 8 (0,949) (0,949) (0,886) (0,911) (1.021) (1.021 - 8)

32 29,92 30,18 28,35 29,07 32,28


(1 1/4) 7 1.178 (1.188) (1.116) (1,1444) (1.271) (1.271 - 7)

6
NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 2575

Tabela 3. Dimensões para as roscas externas

Diâmetro
Roscas de los Diâmetro
nominal Diâmetro maior Diâmetro efetivo
elementos menos
del
elemento Fios por Área de Máximo Mínimo Mínimo(1) Máximo Mínimo Nominal
de fixação polegada reforço

mm mm mm mm mm mm mm mm
(25,4
(polegadas) (polegadas) (polegadas) (polegadas) (polegadas) (polegadas) (polegadas) (polegadas)
mm)
13 91,54 12,67 12,40 12,24 11,40 11,00 10,26
(1/2) 13 (0,142) (0,499) (0,488) (0,482) (0,449) (0,433) (0,404)

16 148,49 15,82 15,52 15,37 14,33 14,20 13,00


(5/8) 11 (0,226) (0,623) (0,611) (0,605) (0,564) (0,559) (0,512)

19 214,48 19,00 18,67 18,52 17,35 17,20 15,88


(3/4) dez (0,334) (0,748) (0,735) 0,729 (0,683) (0,677) (0,625)

25 376,05 25,22 24,97 24,77 23,29 23,11 21,46


(1) 8 (0,606) (0,993) (0,983) (0,975) (0,917) (0,910) 0,845

32 636,40 31,70 31,27 31,32 29,34 29,16 27,23


1 1/4 7 (0,969) (1.248) (1.231) (1.233) 1.555 (1.148) (1.072)

(1)
Para material laminado a quente.

Tabela 4. Tolerâncias

a b c d e f g h j x
Polegadas 1/64 1/32 1/16 1/8 3/16 1/4 3/8 1/2 3/4 0
mm 0,4 0,8 1,6 3,2 4,8 6,4 9,6 12,7 19 0

Tabela 5. Cargas mínimas para o ensaio de tensão

Diâmetro nominal Carga mínima


mm pulgadas kN lb
12,7 1/2 34,7 7 800
15,9 5/8 55,2 12 400
19,1 3/4 79,4 17 856
25,4 1 141,2 31 744
31,8 1 1/4 220,7 49 600

7
NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 2575

Tabela 6. Plano de amostragem para inspeção visual e dimensional


tomando um nível de inspeção ii e AQL = 4 %

Número
Tamanho da
Tamanho do lote permitido de
mostra
defeituosos
3 a quinze 3 0
16 a 25 5 0
26 a 90 13 1
91 a 150 20 2
151 a 280 32 3
281 a 500 50 5
501 a 1 200 80 7
1 201 a 3 200 125 10
3 201 a 10 000 200 14
10 0'01 y mais 315 21

Tabela 7. Plano de amostragem para os ensaios de tensão


tomando um nível de inspeção especial s-3 e AQL = 4%

Número
Tamanho da
Tamanho do lote permitido de
muestra
defeituosos
3 a 50 3 0
51 a 150 5 0
151 a 3 200 13 1
3 201 a 35 000 20 2
35 001 a 500 000 32 3
500 001 y mais 50 3

L±H

89 mínimo

B±c D

c±c

Figura 1. Varilla de anclagem forjada

8
NORMA TÉCNICA COLOMBIANA NTC 2575

L±h

30 mínimo

B±c
D

j 89 mínimo

C±c

Figura 2. Varilha de anclagem soldada

Figura 3. Ensaios de tração

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