POLÍTICAS
NA ÁREA FARMACÊUTICA
Profa. Ma. Géssica Oliveira
POLÍTICAS NA ÁREA FARMACÊUTICA
Compromisso oficial expresso em documento escrito - diretrizes, objetivos, intenções e decisões
de caráter geral e em relação a um determinado tema em questão.
PLANO DE AÇÃO
PLANEJAMENTO E A
ELABORAÇÃO DE PROGRAMAS
ESTRATÉGIAS
PROJETOS
IMPLEMENTAÇÃO
CONCRETIZAÇÃO DOS OBJETIVOS EM SAÚDE...
[Link]ÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTOS
[Link]ÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
3. POLÍTICA NACIONAL DE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS
ECONÔMICAS PRIORIDADES
POLÍTICAS DE GOVERNO
SANITÁRIAS
AS POLÍTICAS FARMACÊUTICAS FUNDAMENTAM...
GARANTIR O ACESSO DA POPULAÇÃO A MEDICAMENTOS ESSENCIAIS
COM QUALIDADE E SEGURANÇA;
PROMOVER SEU USO RACIONAL.
1. ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA ESTRUTURADA,
2. PESSOAL QUALIFICADO PARA SUPORTE TÉCNICO ÀS AÇÕES DE SAÚDE
3.E DO ALCANCE DE BONS RESULTADOS.
POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA É UMA PRIORIDADE NA SAÚDE PÚBLICA
POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTO
FOI ESTABELECIDA PELA PORTARIA N° 3916, DE 30/10/1998, COM O PROPÓSITO DE GARANTIR A
SEGURANÇA, A EFICÁCIA, A QUALIDADE E O ACESSO E USO RACIONAL AOS MEDICAMENTOS.
TAMANHO DO MERCADO
PERFIL DEMOGRÁFICO
FARMACÊUTICO NACIONAL
DIRETRIZES DA POLÍTICA NACIONAL DE
MEDICAMENTO
Adoção da Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename).
Essa lista é elaborada pelas três esferas do governo, sendo
regionalizada e com critério puramente epidemiológico.
Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).
Em 2024, a Rename 2024 foi lançada com uma nova ferramenta digital,
a "Rename em Tempo Real", que permite consultar informações
atualizadas sobre medicamentos de forma rápida e prática.
DIRETRIZES DA POLÍTICA NACIONAL DE
MEDICAMENTO
Contém uma lista de medicamentos de uso hospitalar e em
ambulatórios.
A Rename 2024 inclui a classificação "AWaRe" da Organização Mundial
da Saúde (OMS) para medicamentos antimicrobianos
Regulamentação sanitária de medicamentos, que estabelece o
registro de medicamentos, a autorização de funcionamento das
empresas, institui a farmacovigilância com assessoria técnica e
promove o uso e a compra governamental de medicamentos genéricos
DIRETRIZES DA POLÍTICA NACIONAL DE
MEDICAMENTO
Reorientação da assistência farmacêutica, sendo obrigatórios a
presença e o suporte técnico do profissional farmacêutico em todas as
áreas nas quais houver medicamento.
Promoção ao uso racional do medicamento, no qual o farmacêutico
pode trocar a prescrição médica entre medicamentos similares ou de
referência por genéricos, deve avaliar os riscos da automedicação, da
troca ou da interrupção do tratamento.
DIRETRIZES DA POLÍTICA NACIONAL DE
MEDICAMENTO
Desenvolvimento científico e tecnológico, no qual as empresas e os
profissionais farmacêuticos devem ser estimulados a buscar novas
formulações com ênfase na fauna e flora nacionais.
Promoção da produção de medicamentos, todo esforço da indústria
farmacêutica nacional deve ser no sentido de produzir os
medicamentos do Rename e suprir toda a demanda por esses
medicamentos.
DIRETRIZES DA POLÍTICA NACIONAL DE
MEDICAMENTO
A produção de medicamentos genéricos deve ser promovida e
incentivada,
facilidade da importação de matérias-prima e insumos para a
produção.
O governo deve produzir os medicamentos de interesse nacional por
meio das FURPs (Fundação do Remédio Popular), para diminuir a
depedência da indústria privada.
DIRETRIZES DA POLÍTICA NACIONAL DE
MEDICAMENTO
Garantia da segurança, eficácia e qualidade dos medicamentos;
para tanto, o governo criou o Sistema Nacional de Vigilância
Sanitária, que faz a inspeção e fiscalização de todos os aspectos
relacionados aos medicamentos.
REDE BRASILEIRA DE LABORATÓRIOS ANALÍTICOS CERTIFICADORES EM SAÚDE
(REBLAS),
AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
(ANVISA)
Criada em 1998;
estabelece os procedimentos de importação, produção e registro
de medicamentos.
Possui procedimentos operacionais sistematizados que avaliam e
liberam os produtos e insumos farmacêuticos.
É um sistema que estabelece as prerrogativas de ensaios clínicos
(Conep), a farmacovigilância (farmácias e drogarias notificadoras), o
grau de risco da medicação (tarja dos medicamentos) e a
propaganda.
PRINCIPAL ÓRGÃO FEDERAL DE FISCALIZAÇÃO DE EMPRESAS E ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE.
POLÍTICA NACIONAL DE MEDICAMENTO + ANVISA
estabeleceu os critérios de fabricação e registro dos medicamentos
genéricos.
Boas Práticas de Fabricação (BPF) e comprovar a eficácia do
medicamento pelo teste de bioequivalência
FARMACOCINÉTICA FARMACODINÂMICA
Bioequivalência para genéricos
A Anvisa periodicamente revisa o formulário terapêutico nacional
incentivar a produção, a comercialização e a dispensação desse
medicamento.
POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA
FARMACÊUTICA
teve início em 1971 - Central de Medicamentos (Ceme)
Política centralizada de aquisição e distribuição de medicamentos
EM 1988, A CONSTITUIÇÃO FEDERAL ESTABELECEU A CRIAÇÃO SUS, RECONHECENDO A SAÚDE
COMO UM DIREITO A SER ASSEGURADO PELO ESTADO A TODOS OS CIDADÃOS BRASILEIROS. O
ARTIGO 6º DETERMINA, COMO CAMPO DE ATUAÇÃO DO SUS, A “FORMULAÇÃO DA POLÍTICA DE
MEDICAMENTOS (...)” E ATRIBUI AO SETOR SAÚDE A RESPONSABILIDADE PELA “EXECUÇÃO DE
AÇÕES DE ASSISTÊNCIA TERAPÊUTICA INTEGRAL, INCLUSIVE FARMACÊUTICA”.
CEME
POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA
FARMACÊUTICA
criada na Resolução n° 338, de 8/5/2004
“CONJUNTO DE AÇÕES DESENVOLVIDAS PELO FARMACÊUTICO E OUTROS
PROFISSIONAIS DE SAÚDE, VOLTADAS À PROMOÇÃO, À PROTEÇÃO E À
RECUPERAÇÃO DA SAÚDE, TANTO INDIVIDUAL COMO COLETIVA, TENDO O
MEDICAMENTO COMO INSUMO ESSENCIAL E VISANDO AO ACESSO E AO SEU USO
RACIONAL”
POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA
pesquisa, desenvolvimento e produção de medicamentos e insumos;
seleção, programação, aquisição, distribuição e dispensação dos
medicamentos;
garantia da qualidade dos produtos e serviços;
acompanhamento e avaliação de sua utilização, na perspectiva da
obtenção de resultados concretos e da melhoria da qualidade de
vida da população;
todas as ações referentes à assistência farmacêutica.
PRINCIPAIS PROBLEMAS - NA GESTÃO DE ASSISTÊNCIA
FARMACÊUTICA
os gastos com saúde aparecem em 3º lugar dentre os gastos
familiares, sendo que o item medicamento compromete 45% dos
gastos com saúde;
os medicamentos representam 61% desses gastos para as famílias
de baixa renda;
51,7% das pessoas que necessitam de tratamento têm dificuldades
para obter os medicamentos;
cerca de 55% delas não podem pagar os medicamentos.
POLÍTICA NACIONAL DE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS
a acupuntura, a homeopatia, assim como o uso de plantas medicinais
e de fitoterápicos.
VALIOSO CONHECIMENTO
MISCIGENAÇÃO DO POPULAR EM RELAÇÃO À
POVO UTILIZAÇÃO DE
PLANTAS MEDICINAIS
MEDICAMENTO FITOTERÁPICO X PLANTA MEDICINAL
Um medicamento fitoterápico pode ser definido como medicamento
que contenha exclusivamente derivados de vegetais, tais como suco,
cera, exsudato, óleo, extrato, tintura, entre outros.
Já medicamento com planta medicinal, envolve realmente o vegetal
como um todo no exercício curativo e/ou profilático.
OS FITOTERÁPICOS SÃO MEDICAMENTOS INDUSTRIALIZADOS E TÊM LEGISLAÇÃO
ESPECÍFICA.
MEDICAMENTO FITOTERÁPICO
MEDICAMENTO (OBTIDO PELA TECNOLOGIA FARMACÊUTICA E
INDUSTRIALIZADO)
ORIGEM VEGETAL (FITOMEDICAMENTO)
FITOQUÍMICOS
EFEITOS TERAPÊUTICOS
E COLATERAIS.
POLÍTICA NACIONAL DE PLANTAS MEDICINAIS E FITOTERÁPICOS
CRIADA EM 2006 PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE (DECRETO N° 5.813, DE
22/6/2006)
IMPORTANTE ESTRATÉGIA PARA O ENFRENTAMENTO DAS
DESIGUALDADES REGIONAIS EXISTENTES EM NOSSO PAÍS
AMPLIAÇÃO DAS OPÇÕES TERAPÊUTICAS OFERTADAS AOS
USUÁRIOS DO SUS
FARMÁCIAS VIVAS
O TRABALHO CONJUNTO DO MÉDICO (RESPONSÁVEL PELO DIAGNÓSTICO E PELA
ORIENTAÇÃO DO TRATAMENTO COM PLANTAS)
FARMACÊUTICO (RESPONSÁVEL
PELA IDENTIFICAÇÃO DAS PLANTAS
E PELA ORIENTAÇÃO DO TRABALHO
DESDE A ETAPA DE COLETA ATÉ A
ETAPA FINAL DE PREPARAÇÃO E
CONTROLE DE QUALIDADE DOS
FITOTERÁPICOS)
FARMÁCIAS VIVAS
AGRÔNOMO (PARA ORIENTAR SEU CULTIVO, CONTROLE DO CRESCIMENTO E
HIGIDEZ DAS PLANTAS E PREPARAÇÃO DAS MUDAS).