Bula do Herbicida Albero
Bula do Herbicida Albero
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600
BULA
ALBERO
COMPOSIÇÃO:
1-methylheptylesther (4-amino-3,5-dichloro-6-fluoro-2-pyridyloxy)acetate
(FLUROXIPIR-METILICO).......................................................................................115,0 g/L (11,50% m/v)
Equivalente ácido de Fluroxipir...................................................................................80,0 g/L (8,00% m/v)
4-amino-3,5,6-trichloropyridine-2-carboxylic acid (PICLORAM).......................................80,0 g/L (8,00% m/v)
Equivalente ácido de Picloram.....................................................................................80,0 g/L (8,00% m/v)
Solvente Nafta de Petróleo (Aromatico Leve) ..........................................................205,6 g/L (20,56% m/v)
Outros Ingredientes............................................................................................. 682,4 g/L (68,24% m/v)
GRUPO O HERBICIDA
GRUPO O HERBICIDA
FORMULADOR:
Cerexagri B.V.
Tankhoofd 10 - 3196 KE, Vondelingenplaat, Rotterdam – Holanda
w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA E CONSERVE-OS EM SEU PODER.
É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.
PROTEJA-SE.
É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.
Indústria Brasileira (Dispor deste termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto no
Art. 4º do Decreto nº 7.212, de 15 de Junho de 2010)
w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600
INSTRUÇÕES DE USO:
ALBERO é um herbicida seletivo e sistêmico, recomendado para o controle de plantas infestantes de folhas
largas, de porte herbáceo, semi-arbustivo e arbustivo em áreas de pastagens de gramíneas forrageiras.
Gervão-branco
(Croton glandulosus)
Cheirosa
(Hyptis suaveolens) 0,5 a 1,0 %
Assa-peixe-branco
(Vernonia polyanthes) Aplicar na época de
maior pluviosidade e
Malva-branca temperatura média
(Sida cordifolia) acima de 20ºC, quando
0,75 a 1,0% as plantas daninhas a
Guanxuma(1) serem controladas
(Sida rhombifolia) (adicionar de 0,75 a 1,0 L do estiverem em pleno
produto em 99,25 ou 99 L de processo de
Assa-peixe-roxo água) desenvolvimento
Pastagens (Vernonia westiniana) vegetativo.
Quando houver indicação
Casadinha de faixa de doses,
(Eupatorium squalidum) 1,0% utilizar a dose mais alta
(adicionar 1,0 L do produto para plantas mais
Amarelinho em 99 L de água) desenvolvidas ou
(Tecoma stans) provenientes de
sucessivas roçadas
1,0% - 1,25% (perenizadas).
Guanxuma-branca(1) (misturar 1,0 a 1,25 L do
(Sida glaziovii) produto
em 99 a 98, 75 L de água)
1,5 - 2,5%
Pata-de-vaca (1) (misturar 1,5 a 2,5 L do
(Bauhinia variegata) produto
em 98,5 a 97,5 de água)
2,0 a 2,5%
Espinho-agulha (1) (adicionar de 2,0 a 2,5 litros
(Barnadesia rosea) do produto em 98,5 ou 97,5 L
de água)
w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600
Leiteiro (1)
(Peschiera fuchsiaefolia)
Mamica-de-porca(1)
(Zanthoxylum
hasslerianum)
2,5%
Cipó-de-cobra(1)
(misturar 2,5 L do produto
(Mansoa difficilis)
em 97,5 L de água)
Nº máximo de aplicações: 1/ano.
Volume de calda:
- Aplicação terrestre (equipamento costal): aplicar até ponto de escorrimento da calda nas folhas de
modo que a dose do produto não exceda a 2,5 L/ha.
(1) Adicionar adjuvante a 0,3% v/v. (0,3 L em 99,7 L de água).
w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600
Aplicação aérea:
MODO DE APLICAÇÃO:
A aplicação do herbicida ALBERO poderá ser efetuada através de pulverização terrestre ou aérea.
RISCOS DA DERIVA
Toda a pulverização de produtos feita fora das condições operacionais e meteorológicas adequadas pode gerar
deriva de gotas e atingir cultivos vizinhos. Isto se torna um problema ainda maior quando estas culturas são
sensíveis ao produto aplicado. Quando a ponta usada não é específica para o uso de herbicidas sistêmicos
hormonais, ou a regulagem e calibração não estão corretas, o produto aplicado fica sujeito à deriva na forma de
gotas finas. Estas podem ser levadas para fora do local da aplicação devido à ação do vento. Culturas de Abacate,
Mandioca, Pimentão, Pimenta, Tomate, Uva, frutíferas, hortaliças e demais culturas sensíveis que recebem deriva
de gotas contendo herbicidas hormonais podem ter perdas de produtividade, gerando prejuízos econômicos
importantes. Atenção aos itens abaixo:
a) efetuar levantamento prévio de espécies sensíveis ao produto nas áreas próximas.
b) nunca fazer a aplicação terrestre a menos de 500 metros de plantas ou culturas sensíveis.
c) nunca fazer a aplicação aérea a menos de 2.000 metros de plantas ou culturas sensíveis.
d) controlar permanentemente o sentido do vento durante as aplicações terrestres e aéreas: deverá soprar da
cultura sensível para a área da aplicação; interromper o serviço se houver mudança nessa direção.
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou
autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque com indução de ar, visando à produção de gotas
grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota
ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. A faixa
recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa
uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o
pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que
afeta diretamente o tamanho das gotas. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa
sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta alvo, conforme recomendação do fabricante. Utilize
tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte
sempre um Engenheiro Agrônomo.
w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600
Via aérea:
Recomenda-se um volume de aplicação entre 20 e 50 L/ha. A aplicação deve ser realizada somente por empresa
especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via
Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade.
Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam
minimizadas.
Preparo de calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam
devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de
50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes
em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível.
Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto no
tanque ou no pré-misturador. Após despejar todo o conteúdo do produto no preparo da calda, deve-se fazer a
adição de água dentro de cada embalagem para garantir que todo produto seja usado na pulverização e facilite
a etapa seguinte de tríplice lavagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com
água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada,
respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por litro de produto a ser adicionado no pré-misturador.
A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação,
sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do
pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada
dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso de algum adjuvante, checar sempre
a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes,
com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade,
deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do
tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra.
Condições meteorológicas:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20
minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água
contaminada;
2- Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
3- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais
abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas
as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na
bomba ao ser ligada novamente;
5- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos
em local apropriado de coleta de água contaminada.
Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue
a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos,
esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.
w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Pastagem .............................................. (1)
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Culturas sensíveis: são sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas como algodão, tomate, batata,
feijão, soja, café, eucalipto, hortaliças, flores e outras espécies úteis sensíveis a herbicidas hormonais.
- Caso ALBERO seja usado no controle de invasoras em área total, o plantio de espécies susceptíveis ao produto
nessas áreas só deverá ser feito 2 a 3 anos após a última aplicação do produto.
- No caso de pastagens tratadas em área total, deve-se permitir que o capim se recupere antes de o pasto ser
aberto ao gado. Dessa forma, a partir do início da aplicação, o pasto deve ser vedado ao gado pelo tempo
necessário até a sua recuperação. Essa medida evita que os animais comam plantas tóxicas que possivelmente
existam na pastagem e se tornam mais atrativas após a aplicação do produto.
- Evitar que o produto atinja, diretamente ou por deriva, as espécies úteis susceptíveis ao herbicida. As aplicações
por pulverizações costais manuais, só deverão ser feitas quando não houver perigo de atingir as espécies acima
mencionadas.
- Não utilizar para aplicação de outros produtos em culturas sensíveis o equipamento que foi usado para aplicação
de ALBERO.
- Não utilizar esterco de curral de animais que tenham pastado em área tratada com o produto, imediatamente
após o tratamento em área total, para adubar plantas ou culturas úteis sensíveis ao produto.
w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600
GRUPO O HERBICIDA
GRUPO O HERBICIDA
O produto herbicida ALBERO é composto por Fluroxipir + Picloram, que apresentam mecanismos de ação dos
Mimetizadores de auxina (Auxinas sintéticas), pertencente ao Grupo O, segundo classificação internacional do
HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance
de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600
w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600
INTOXICAÇÕES POR
- ALBERO -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Solvente nafta de petróleo: os hidrocarbonetos aromáticos são absorvidos pela via oral,
via inalatória e, em menor extensão, pela via dérmica. A distribuição ocorre
amplamente nos tecidos, de acordo com a lipofilicidade e a constituição do organismo,
com alta afinidade pelo tecido adiposo e podendo atravessar barreiras biológicas como
a barreira hematoencefálica. Por qualquer via que sejam absorvidos, são rapidamente
metabolizados e eliminados. Os hidrocarbonetos aromáticos são biotransformados por
oxidação via enzimas do sistema citocromo P-450, e os intermediários metabólicos
podem ser conjugados com glucuronídeos, sulfatos, glutationa ou, ainda, aminoácidos
como a cisteína e/ou a glicina.
A eliminação destas substâncias pode ocorrer através da via pulmonar (ar exalado).
Os metabólitos resultantes da oxidação ou conjugação são mais hidrossolúveis do que
seus compostos precursores e são, assim, sujeitos à excreção urinária, ou, em alguns
casos, à excreção biliar. Solventes hidrocarbonetos podem ser secretados no leite em
lactantes expostas.
Apesar dos hidrocarbonetos serem excretados rapidamente, um leve potencial de
bioacumulação em tecidos como rins, fígado, cérebro e tecido adiposo pode ser
observado.
w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600
w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600
Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter adequada
perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessário ventilação
pulmonar assistida.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada. Entretanto,
também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma espontânea em
pacientes intoxicados.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha a
Tratamento cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver deitado,
para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Lavagem gástrica é contraindicada devido ao risco de aspiração.
- A administração de carvão ativado é contraindicada.
Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações respiratórias
e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avaliar quanto à
irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou pneumonia. Administrar
oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação cuidadosa
da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar a área exposta
com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem, o paciente deve
ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição ocular:
Descontaminação: lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à
temperatura ambiente por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço,
lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para
tratamento específico.
w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600
Efeitos crônicos:
Picloram: em estudos de toxicidade crônica e subcrônica, conduzidos em ratos, camundongos e cães, pela via
oral, o fígado foi identificado como alvo primário de toxicidade nas três espécies. Os efeitos observados incluíram
aumento do peso hepático e alterações histopatológicas como hipertrofia hepatocelular. Foram estabelecidos os
NOAELs de 60 mg/kg p.c./dia em estudo de 2 anos em ratos e 35 mg/kg p.c./dia em estudo de 1 ano em cães.
Em camundongos, os efeitos hepáticos foram observados na menor dose testada em estudo de 90 dias (LOAEL:
1000 mg/kg p.c./dia). Não foi observado potencial genotóxico em estudos in vitro e in vivo. O picloram não
apresentou potencial carcinogênico em estudos em ratos e camundongos.
Em estudo de duas gerações em ratos, não foi observada evidência de toxicidade reprodutiva. Nos estudos de
toxicidade para o desenvolvimento em ratos, não foram observados efeitos fetotóxicos. Nos estudos em coelhos,
foram observados efeitos tóxicos sobre o desenvolvimento fetal apenas na maior dose testada e na presença de
toxicidade materna. O picloram não foi considerado teratogênico.
Fluroxipir-meptílico: O fluroxipir-meptílico não foi considerado cancerígeno com base em estudos em ratos e
camundongos. Não foram observados efeitos de toxicidade sobre os parâmetros reprodutivos nem efeitos sobre
o desenvolvimento pré-natal em estudos em ratos e em coelhos.
Solvente nafta de petróleo: Em estudos conduzidos em animais de experimentação, após exposição inalatória
repetida à nafta leve, foram observados aumento do tamanho do fígado e dos rins em altas doses, porém, sem
alterações histopatológicas. Em estudos subcrônicos (90 dias) com exposição pela via inalatória aos isômeros do
trimetilbenzeno, que constituem a nafta, demonstrou-se irritação das vias respiratórias em ratos, sem efeitos
sistêmicos. Em estudo neurocomportamental, conduzido em ratos com solvente nafta de petróleo aromático
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A
Bula MAPA – ALBERO Página 14 de 18
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600
pesado, pela via inalatória, foram observados efeitos leves e reversíveis no sistema nervoso central (SNC),
evidenciados pela alteração na atividade motora e acuidade visual na concentração de 2000 mg/m³. Já no estudo
de irritação respiratória em camundongos, os efeitos de irritação e redução da frequência respiratória foram
observados na concentração de 20,3 mg/m³. O potencial carcinogênico de solventes contendo a nafta foi
investigado em estudos de exposição inalatória de 2 anos, e foram observados aumento na incidência de tumores
renais em ratos machos e aumento na incidência de tumores hepáticos em camundongos fêmeas. Os tumores
foram considerados sexo e espécie específicos e não foram considerados relevantes para os seres humanos. Em
estudos de toxicidade para a reprodução conduzidos em ratos, não foram observados efeitos adversos sobre os
parâmetros reprodutivos. Em estudos de toxicidade ao desenvolvimento, pela via inalatória, não foram
observados efeitos teratogênicos. Foram observados potenciais efeitos adversos (redução do peso fetal e de
ganho de peso), mas somente em doses associadas à toxicidade materna (LOAEC 495 ppm).
SINTOMAS DE ALARME:
Irritação ocular, com vermelhidão persistente, ardência; irritação do trato gastrointestinal, com náusea, vômito,
diarreia e dor abdominal; irritação do trato respiratório superior, com ardência na boca, nariz e garganta; tontura
e fraqueza.
- Este produto é:
□ Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
■ Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
□ Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
□ Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
principalmente águas subterrâneas;
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar,
prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível
a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO
CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros
materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
UPL DO BRASIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS S.A
Bula MAPA – ALBERO Página 15 de 18
UPL
Rua José Geraldo Ferreira, 105. Sousas.
Campinas /SP - CEP 13092-807 – Brasil.
w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s – Equipamentos de
Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do
tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando
o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais
e pessoas.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais
e pessoas.
w: [Link]
e: [Link]@[Link]
t: (19) 3794-5600