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Diretrizes de Segurança e Uso de Equipamentos

Enviado por

Washington Lucas
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
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Informações Importantes ao Usuário V1.

Informações Importantes ao Devido às várias aplicações dos produtos descritos neste


Usuário
manual, os responsáveis pelo uso deste equipamento de
controle devem certificar-se de que todas as etapas foram
seguidas para assegurar que cada aplicação e uso atendam a
todos os requisitos de desempenho e segurança, incluindo
todas as leis aplicáveis, regulamentações, códigos e padrões.

As ilustrações, gráficos, exemplos de programas e de layouts


exibidos neste manual são apenas para fins ilustrativos. Visto
que há diversas variáveis e requisitos associados a qualquer
instalação especifica, a Rockwell Automation não assume
nenhum tipo de responsabilidade (incluindo responsabilidade
por propriedade intelectual) por uso real baseado nos
exemplos exibidos nesta publicação.

A publicação SGI –1.1, Safety Guidelines for the


Application, Instalation, and Maintenance of Solid-State
Control (disponível no escritório da Rockwell Automation),
descreve algumas diferenças importantes entre equipamentos
eletrônicos e dispositivos eletromecânicos, que devem ser
levados em consideração ao aplicar produtos como os
descritos nesta publicação.

ATENÇÃO : A reprodução do conteúdo desta publicação


protegida por copyright, integral ou parcialmente, sem
consentimento prévio por escrito da Rockwell Automation é
proibida.

1
Informações Importantes ao Usuário V1.0

Ao longo deste manual, fazemos referência a outros


documentos técnicos. Ao aplicar os procedimentos, o usuário
deve consultar todas as referências mencionadas relativas a
informações de segurança mais detalhadas, pois dizem
respeito a circunstâncias especificas.

Através de notas, procuramos chamar a atenção do usuário


para questões de segurança:

Os avisos de Atenção ajudam o usuário a:


Identificar e evitar situações de perigo
Reconhecer as conseqüências

2
Índice

Índice
Informações Importantes ao Usuário.......................................................................1
Índice...................................................................................................................................3
Visão geral do Curso..........................................................................................................i
Objetivo do Curso :...................................................................................................i
Descrição do curso :.................................................................................................i
Quem deve participar ?.............................................................................................i
Pré-requisitos :..........................................................................................................i
Resumo :..................................................................................................................ii
Programando em Function Block (Primeiros Passos)....................................................1
Criando Novo Projeto..............................................................................................1
Nota:........................................................................................................................1
Criando Tarefa Periódica.........................................................................................2
Criando Novo Programa..........................................................................................3
Criando uma Rotina.................................................................................................3
Agendar Rotina........................................................................................................4
Estrutura do Function Block (Visão Geral)....................................................................5
Termos:....................................................................................................................5
Elementos................................................................................................................6
Conteúdo do Sheet...................................................................................................7
Formato dos parâmetros:.........................................................................................8
Nota:........................................................................................................................8
Trabalhando com Instruções............................................................................................9
Referência de Entrada e Saída.................................................................................9
Conexões e Pinos.....................................................................................................9
Conexões e Pinos...................................................................................................10
Wire Conectors......................................................................................................10
Inserindo Instruções...............................................................................................11
Editando elementos do Diagrama..........................................................................13

3
Índice

Nota:......................................................................................................................13
Execução...........................................................................................................................15
Ordem de Execução...............................................................................................15
Modos de Temporização.................................................................................................19
Periódico................................................................................................................19
Amostragem Configurada......................................................................................19
Amostragem em Tempo Real................................................................................20
Controles Operador/Programa......................................................................................23
Controle de Programa/Operador............................................................................23
Temporizador de Energização com Reset (TONR)......................................................25
Descrição:..............................................................................................................25
Parâmetros de Entrada:..........................................................................................25
Parâmetros de Saída:..............................................................................................26
Exemplo:................................................................................................................26
Temporizador de Desenergização com Reset (TOFR).................................................27
Descrição:..............................................................................................................27
Parâmetros de Entrada:..........................................................................................27
Parâmetros de Saída:..............................................................................................28
Exemplo:................................................................................................................28
Temporizador Retentivo com Reset (RTOR)................................................................29
Descrição:..............................................................................................................29
Parâmetros de Entrada:..........................................................................................29
Parâmetros de Saída:..............................................................................................30
Exemplo:................................................................................................................30
Contagem Crescente e Decrescente (CTUD).................................................................31
Descrição:..............................................................................................................31
Parâmetros de Entrada:..........................................................................................31
Parâmetros de Saída:..............................................................................................32
Exemplo:................................................................................................................32
Alarme (ALM).................................................................................................................35
Descrição:..............................................................................................................35

4
Índice

Parâmetros de Entrada:..........................................................................................35
Parâmetros de Saída:..............................................................................................36
Exemplo:................................................................................................................38
Escala (SCL).....................................................................................................................39
Descrição:..............................................................................................................39
Exemplo:................................................................................................................39
Parâmetros de Entrada:..........................................................................................40
Parâmetros de Saída:..............................................................................................40
Algoritmo:..............................................................................................................41
Captura Máxima (MAXC)..............................................................................................43
Descrição:..............................................................................................................43
Parâmetros de Entrada:..........................................................................................43
Parâmetros de Saída:..............................................................................................43
Exemplo:................................................................................................................44
Captura Mínima (MINC)................................................................................................45
Descrição:..............................................................................................................45
Parâmetros de Entrada:..........................................................................................45
Parâmetros de Saída:..............................................................................................45
Exemplo:................................................................................................................46
Dispositivo Discreto de Dois Estados (D2SD)................................................................47
Descrição:..............................................................................................................47
Parâmetros de Entrada:..........................................................................................47
Parâmetros de Saída:..............................................................................................49
Exemplo:................................................................................................................50
Dispositivo Discreto de Três Estados (D3SD)...............................................................53
Descrição:..............................................................................................................53
Parâmetros de Entrada:..........................................................................................53
Parâmetros de Saída:..............................................................................................54
Exemplo:................................................................................................................55
Totalizador (TOT)...........................................................................................................57
Descrição:..............................................................................................................57

5
Índice

Parâmetros de Entrada:..........................................................................................57
Parâmetros de Saída:..............................................................................................59
Exemplo:................................................................................................................60

6
Visão Geral do Curso

Visão geral do Curso


Objetivo do Curso : Concluindo o treinamento em Blocos de Função com
RSLogix5000, o participante será capaz de programar um
controlador ControlLogix, utilizando blocos de função.

Descrição do curso : O treinamento em Blocos de Função com RSLogix5000 -


Este curso de programação utilizando a linguagem de
blocos de função, permite aos profissionais de
programação entender como funcionam estes blocos e
seus significados. Este curso permite aos participantes
realizar testes e de maneira bem prática entender o seu
funcionamento, terão também a oportunidade de
desenvolver tarefas e conhecer as necessidades para a
programação dos mesmos. Através da parametrização e
modificação das instruções, os participantes poderão criar
e desenvolver rotinas e tarefas utilizando os diagramas
em bloco.
Serão também propostas situações reais que permitem ao
participante praticar o que aprendeu em estações
didáticas de trabalho.

Quem deve participar ? Profissionais responsáveis em desenvolver, programar e


realizar a manutenção em controladores Logix5000,
utilizando diagrama em blocos.

Pré-requisitos : Para o total aproveitamento do curso, os seguintes pré-


requisitos são indispensáveis:
Familiaridade na operação do ambiente Windows 95/98,
Windows NT ou Windows 2000/Xp

i
Visão Geral do Curso

Ter completado o curso de Programação Controllogix


utlizando o RSLogix5000 (CCP13B)

Resumo :  Criando um diagrama de blocos de função


 Programando as instruções lógicas dos blocos de
função
 Programando Temporizadores e Contadores com
blocos de função
 Programando Instruções Analógicas com blocos
de função
 Programando Modos de Temporização com
blocos de função
 Programando e Monitorando funções de Rampa

ii
Programando em Function Block Capítulo 1

Programando em Function
Block (Primeiros Passos)
Criando Novo Projeto 1. Inicie o RSLogix 5000.
No RSLogix5000 crie um novo projeto chamado
“FB_Example”.

Nota: Atenção as informações do instrutor referente a caixa de


diálogo acima

1
Programando em Function Block Capítulo 1
Criando Tarefa Periódica 1. Crie uma nova tarefa periódica clicando com o botão
direito em “Tasks” e selecionando “New Task”;

2. Complete a caixa de diálogo com o nome


“FB_Task”com o tempo de execução de 100ms.

3. Clique em OK.
Agora que você tem uma tarefa periódica executando a
cada 100ms, você precisa criar um novo programa.

2
Programando em Function Block Capítulo 1

Criando Novo Programa 1. No seu projeto, clique com o botão direito na sua tarefa
periódica “FB_Task” e selecione “New Program”
2. Nomeie seu programa como “FB_Prog”
3. Clique OK.

Você deve ter exatamente a estrutura abaixo:

Criando uma Rotina 1. Clique com o botão direito no seu programa


“FB_Prog” e selecione “New Rotine”.
Crie sua rotina como descrito abaixo:

3
Programando em Function Block Capítulo 1

Note que o tipo é um Function Block Diagram.


Você deve ter exatamente a estrutura abaixo:

Agendar Rotina 1. Para agendar sua rotina, clique com o botão direito no
seu programa “FB_Prog” e selecione ‘Properties.’ Clique
na guia “Configuration” e selecione qual será a rotina
principal (main) como descrito abaixo:

2. Clique em “Apply” e depois em OK.

4
Estrutura do Function Block Capítulo 2

Estrutura do Function Block


(Visão Geral)
Termos: Os termos utilizados num diagrama de bloco podem ser
classificados da seguinte forma:

Wire
Output
Reference

Wire
Connectors
Input
Reference Instrução Wire
Function Block

Sheet

5
Estrutura do Function Block Capítulo 2

Elementos Quando criamos um diagrama de blocos, ele contém os


seguintes elementos:

Instrução
Documentação Function Block

Wire Connector
(Conectado a Tag
outro Sheet)

Hot Link

Parametros
Input/Output
Wire
Reference (Valor
ou Tag)

Sheet

6
Estrutura do Function Block Capítulo 2

Conteúdo do Sheet Quando criamos uma rotina Function Block, a


apresentação da mesma ocorre num formulário
semelhando especificado abaixo:

Current
Delete Navegador Sheet
Nome do Sheet
Sheet
Create
Sheet

Coordenadas

Grid

7
Estrutura do Function Block Capítulo 2

Formato dos parâmetros: Toda vez que entramos nas propriedades de uma
instrução, poderemos visualizar seus parâmetros, como
descrito abaixo:

Propriedades
Tipo do Dado

Nome Descrição
Valor

Visibilidade

Nota: Observe na Guia Tag o nome da tag utilizada e sua


descrição.

8
Trabalhando com Instruções Capítulo 3

Trabalhando com Instruções


Referência de Entrada e Existem dois tipos de Referências:
Saída

Tipo Descrição Mnemônico Símbolo


Input Corresponde a uma tag e recebe valor IREF
da memória para a rotina.
Output Corresponde a uma tag e envia seu OREF
valor da rotina para a memória.

Conexões e Pinos Para conexão, possuimos dois tipos para fácil


identificação:

Analógico: Fiação continua


Digital : Fiação pontilhada

Analog Digital Wire


Wires

9
Trabalhando com Instruções Capítulo 3
Conexões e Pinos Para pinos, possuímos dois tipos também para fácil
identificação:

Analógico: Sem ponto


Digital : Com ponto

Digital
Output
Digital
Inputs Analog
Analog Outputs
Inputs

Wire Conectors Existem dois tipos de Conectores:

Tipo Descrição Mnemônico Símbolo


Input Recebe valor/sinal de um conector de ICON
saída..
Output Envia valor/sinal para um conector de OCON
entrada.

Os benefícios de se utilizar conectores são:

Gera um caminho sem fio para o valor ou sinal.


Reduz a utilização de fiação;
Podem ser utilizados vários conectores no mesmo sheet.
Podem ser utilizados conectores entre sheet’s.

10
Trabalhando com Instruções Capítulo 3

Input Wire
Connector

Output Wire
Connector

Hot
Link
Hot
Link

Inserindo Instruções Selecionando elementos da barra suspensa:

Language
Element
Toolbar

Selected
Button
and Tab
Click
Here to
Drag

Usando a tecla Insert do computador:

11
Trabalhando com Instruções Capítulo 3

Mnemonic
Text Box

Selection Tree

Grouping Option

12
Trabalhando com Instruções Capítulo 3

Editando elementos do Faça edições da sua rotina usando os recursos do


Diagrama
Windows:

Cut Copy Paste Undo Redo

Delete

Nota: Ao deletar-mos um elemento do diagrama, a tag associada


a esse elemento não será deletada juntamente com a
instrução. Será necessário deletar essa tag no controller
tag ou no program tag, dependendo de onde a mesma se
encontra.

13
Trabalhando com Instruções Capítulo 3

14
Execução Capítulo 4

Execução
Ordem de Execução O software de programação RSLogix 5000 determina
automaticamente a ordem de execução para os blocos de
função na rotina quando:

· se verifica uma rotina de bloco de função


· se verifica um projeto que contém uma rotina de bloco
de função
· se descarrega um projeto que contém uma rotina de
bloco de função

Define-se a ordem de execução através da conexão de


blocos de função juntos e da indicação de fios localizados
de feedback, se necessário.

Se os blocos de função não são conectados juntos, não


existe ordem de execução para determinar.

Se os blocos são conectados sequencialmente, a ordem de


execução se move da entrada para saída. As entradas de
um bloco devem estar disponíveis antes que o controlador
possa executar este bloco. Por exemplo, o bloco 2 deve
executar antes do bloco 3, pois as saídas do bloco 2
alimentam as entradas do bloco 3.

15
Execução Capítulo 4

A ordem de execução se refere somente aos blocos que


são conectados juntos. O exemplo a seguir está correto
pois os dois grupos de blocos não estão conectados juntos.
Os blocos dentro de
um grupo específico executam a ordem apropriada em
relação aos blocos daquele grupo.

Se um grupo de blocos estiver em uma malha, o


controlador não pode determinar que entradas devem estar
disponíveis primeiro. Use um fio de feedback localizado
para determiná-las. Se um pino de entrada estiver
conectado a um fio de feedback localizado, a entrada não
deve estar disponível antes que o bloco possa executar.
Neste exemplo, o bloco 1 usa a saída do bloco 3 que foi

16
Execução Capítulo 4
produzido na execução anterior da rotina.

Em resumo, uma rotina de bloco de função executa nesta


ordem:

1. O controlador retém todos os valores de dados nos


IREFs.
2. O controlador executa os outros blocos de função para
determiner como são conectados.
3. O controlador escreve saídas nos OREFs.

17
Execução Capítulo 4

18
Modos de Temporização Capítulo 5

Modos de Temporização
Periódico No modo periódico, o período delta (Delta T) usado pela
instrução é a taxa de varredura da tarefa quando a
instrução é executada dentro de uma tarefa periódica. Se a
instrução for executada em uma tarefa contínua, o Delta T
é igual ao tempo transcorrido desde a execução anterior.
A atualização da entrada do processo deve ser
sincronizada com a execução da tarefa ou amostragem 5-
10 vezes mais rápida do que a da tarefa, a fim de
minimizar o erro de amostragem entre a entrada e a
instrução.

Amostragem Configurada No modo de amostragem configurada, o período delta


(Delta T) usado pela instrução é o valor escrito no
parâmetro OversampleDT da instrução. Use este modo
quando a instrução executa em uma tarefa continua e a
entrada do processo não tem timestamp associado com as
atualizações. Se a entrada do processo tiver timestamp,
prefira usar o modo de amostragem em tempo real.
Adicione lógica para o programa controlar quando a
instrução executa. Por exemplo, pode-se usar um
temporizador ajustado para o valor OversampleDeltaT
para controlar a execução usando a entrada EnableIn da
instrução.
A entrada do processo deve ser amostrada 5-10 vezes mais
rápido do que a execução da instrução, a fim de minimizar
o erro de amostragem entre a entrada e a instrução.

19
Modos de Temporização Capítulo 5

Amostragem em Tempo No modo de amostragem em tempo real, o período delta


Real
(Delta T) usado pela instrução é a diferença entre dois
valores de registro de data e hora que correspondem às
atualizações da entrada do processo. Use este modo
quando a instrução executa em uma tarefa contínua e a
entrada do processo tem um registro de data e hora
associado às atualizações.
O valor de registro de data e hora é lido a partir do nome
do tag inserido no parâmetro RTSTimeStamp da
instrução. Normalmente, este nome de tag é um parâmetro
no módulo de entrada associado com a entrada do
processo.
A instrução compara o valor configurado RTSTime
(período programado de atualização) com o DeltaT
calculado para determinar se todas as atualizações da
entrada do processo estão sendo lidas pela instrução. Se o
DeltaT não estiver dentro de 1 milissegundo do tempo de
configuração, a instrução ajusta o bit de status RTSMissed
para indicar que um problema existe na leitura de
atualizações para a entrada no módulo.

20
Modos de Temporização Capítulo 5

21
Modos de Temporização Capítulo 5

22
Controles Operador / Programa Capítulo 6

Controles Operador/Programa
Controle de O controle de programa/pelo operador permite que se
Programa/Operador
controle estas instruções simultaneamente tanto a partir do
programa do usuário como do dispositivo de interface de
operação. Quando estiver em controle de Programa, a
instrução é controlada pelas entradas de Programa para a
instrução; quando estiver em controle pelo Operador, a
instrução é controlada pelas entradas do Operador para a
instrução.

O controle de Program ou pelo Operador é determinado


através do uso destas entradas:

Para determinar se uma instrução está no controle de


Programa ou pelo Operador, examine a saída ProgOper.
Se ProgOper estiver energizado, a instrução está no
controle de Programa; se ProgOper estiver desenergizado,
a instrução está no controle pelo Operaçãor.
O controle pelo Operador precede o controle de Programa
se ambos os bits de solicitações forem energizados. Por
exemplo, se ambos ProgProgReq e ProgOperReq
estiverem energizados, a instrução vai para o controle pelo
Operador.

23
Controles Operador / Programa Capítulo 6

.ProgProgReq: Um programa solicita para ir ao controle


de Programa.
.ProgOperReq: Um programa solicita para ir ao controle
pelo Operador.
.OperProgReq: Um operador solicita para ir ao controle de
Programa.
.OperOperReq: Um operador solicita para ir ao controle
peloOperador.

O seguinte diagrama ilustra como as instruções operam


quando estão no controle de Programa:

24
Controles Operador / Programa Capítulo 6

Temporizador de Energização
com Reset (TONR)
Descrição: A instrução TONR é um temporizador não retentivo que
acumula tempo quando TimerEnable é energizado.

Parâmetros de Entrada: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


entrada da Instrução TONR.

Habilita a entrada. Se desenergizada, a instrução não é


Enable Bool
executada e as saídas não sãoatualizadas.
Se energizada, habilita o temporizador a operar e acumular
TimerEnable Bool
tempo.
Valor pré-selecionado do temporizador. Este é o valor em 1
unidade de milissegundo que o ACC deve alcançar antes
PRE DINT que a temporização termine. Se inválido, a instrução
energiza o bit apropriado em Status e o temporizador não
executa. válido = 0 ao número inteiro positivo máximo
Solicitação para zerar o temporizador. Quando energizado,
Reset Bool
o temporizador zera.

25
Controles Operador / Programa Capítulo 6

Parâmetros de Saída: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


saída da Instrução TONR.

EnableOut Bool A instrução produziu um resultado válido.


ACC DINT Tempo acumulado em milissegundos.
Bool Saída habilitada de temporizador. indica que a instrução do
EN
temporizador está habilitada.
Bool Saída de temporização do temporizador. Quando
TT energizado, uma operação de temporização está em
progresso.
Bool Saída da temporização concluída. Indica quando o tempo
DN
acumulado for maior ou igual ao valor pré-selecionado.

Exemplo: Para cada varredura cuja IN é energizado, a instrução


TONR incrementa o valor ACC pelo tempo transcorrido
até que o valor ACC alcance o valor PRE. Quando
ACCPRE, o parâmetro DN é energizado, o que
habilita a instrução do bloco de função seguindo a
instrução TONR.

26
Controles Operador / Programa Capítulo 6

Temporizador de
Desenergização com Reset
(TOFR)
Descrição: A instrução TOFR é um temporizador não retentivo que
acumula tempo quando TimerEnable é desenergizado.

Parâmetros de Entrada: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


entrada da Instrução TOFR.

Habilita a entrada. Se energizada, a instrução não é


Enable Bool
executada e as saídas não são atualizadas.
Se desenergizado, habilita o temporizador a operar e
TimerEnable Bool
acumular tempo.
Valor pré-selecionado do temporizador. Este é o valor em 1
unidade de milissegundo que o ACC deve alcançar antes
PRE DINT que a temporização termine. Se inválido, a instrução
energiza o bit apropriado em Status e o temporizador não
executa. válido = 0 ao número inteiro positivo máximo
Solicitação para zerar o temporizador. Quando energizado,
Reset Bool
o temporizador zera.

27
Controles Operador / Programa Capítulo 6

Parâmetros de Saída: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


saída da Instrução TOFR.

EnableOut Bool A instrução produziu um resultado válido.


ACC DINT Tempo acumulado em milissegundos.
Saída habilitada de temporizador. indica que a instrução do
EN Bool
temporizador está habilitada.
Saída de temporização do temporizador. Quando
TT Bool energizado, uma operação de temporização está em
progresso.
Saída da temporização concluída. Indica quando o tempo
DN Bool
acumulado for maior ou igual ao valor pré-selecionado.

Exemplo: Cada varredura após IN é desenergizada, a instrução


TOFR incrementa o valor ACC através do tempo
transcorrido até que o valor ACC alcance o valor PRE.
Quando ACCPRE, o parâmetro DN é desenergizado,
o que desabilita a instrução do bloco de função que segue
a instrução TOFR.

28
Instruções de Temporização Capítulo 7

Temporizador Retentivo com


Reset (RTOR)
Descrição: A instrução RTOR é um temporizador retentivo que
acumula tempo quando TimerEnable é desenergizado.

Parâmetros de Entrada: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


entrada da Instrução RTOR.

Habilita a entrada. Se desenergizada, a instrução não é


Enable Bool
executada e as saídas não são atualizadas.
Se energizado, habilita o temporizador a operar e acumular
TimerEnable Bool
tempo.
Valor pré-selecionado do temporizador. Este é o valor em 1
unidade de milissegundo que o ACC deve alcançar antes
PRE DINT que a temporização termine. Se inválido, a instrução
energiza o bit apropriado em Status e o temporizador não
executa. válido = 0 ao número inteiro positivo máximo
Solicitação para zerar o temporizador. Quando energizado,
Reset Bool
o temporizador zera.

29
Instruções de Temporização Capítulo 7

Parâmetros de Saída: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


saída da Instrução RTOR.

EnableOut Bool A instrução produziu um resultado válido.


Tempo acumulado em milissegundos. Este valor é retido
até durante a desenergização da entrada TimerEnable. Isto
ACC DINT
torna o comportamento deste bloco diferente do bloco
TONR.
Saída habilitada de temporizador. indica que a instrução do
EN Bool
temporizador está habilitada.
Saída de temporização do temporizador. Quando
TT Bool energizado, uma operação de temporização está em
progresso.
Saída da temporização concluída. Indica quando o tempo
DN Bool
acumulado for maior ou igual ao valor pré-selecionado.

Exemplo: Para cada varredura cujo IN é energizado, a instrução


RTOR incrementa o valor ACC através do tempo
transcorrido até que o valor ACC alcance o valor PRE.
Quando ACCPRE, o parâmetro DN é energizado, o
que habilita a instrução do bloco de função seguindo a
instrução

30
Instruções de Contagem Capítulo 8

Contagem Crescente e
Decrescente (CTUD)
Descrição: A instrução CTUD faz a contagem crescente em um
quando o CUEnable faz a transição de desenergizado
para energizado. Esta instrução faz a contagem
decrescente em um quando o CDEnable faz a transição
de desenergizado para energizado.

Parâmetros de Entrada: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


entrada da Instrução CTUD.

Habilita a entrada. Se desenergizada, a instrução não é


Enable Bool
executada e as saídas não são atualizadas.
Habilita a contagem crescente. Quando a entrada passa de
CUEnable Bool desenergizada para energizada, o acumulador faz a
contagem crescente em um.
Habilita a contagem decrescente. Quando a entrada passa
CDEnable Bool de desenergizada para energizada, o acumulador faz a
contagem decrescente em um.
PRE DINT Valor pré-selecionado do contador. Este é o valor que o

31
Instruções de Contagem Capítulo 8
valor acumulado deve alcançar antes que o DN seja
energizado.
Solicita que o temporizador seja zerado. Quando
Reset Bool
energizado, o contador zera.

Parâmetros de Saída: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


saída da Instrução CTUD.

EnableOut Bool A instrução produziu um resultado válido.


ACC DINT Valor acumulado.
CU Bool Contagem crescente habilitada.
CD Bool Contagem decrescente habilitada.
Contagem concluída. Energiza quando o valor acumulado
DN Bool
for maior ou igual ao pré-selecionado.
Overflow do contador. Indica que o contador excedeu o
limite máximo de [Link]. O contador então reverte
OV Bool
para [Link] e inicia a contagem decrescente
novamente.
Underflow do contador. Indica que o contador excedeu o
UN Bool limite inferior de [Link]. O contador reverte para
[Link] e indica a contagem decrescente

Exemplo: Quando in_up vai de desenergizado para energizado, o


CUEnable é energizado para uma varredura e a instrução
CTUD incrementa o valor ACC em 1. Quando
ACCPRE, o parâmetro DN é energizado, o que
habilita a instrução do bloco de função seguindo a
instrução CTUD.

Caso in_down vá de desenergizado para energizado, o


CDEnable é energizado para uma varredura e a instrução

32
Instruções de Contagem Capítulo 8
CTUD decrementará o valor ACC em 1.

33
Alarme Capítulo 9

Alarme (ALM)
Descrição: A instrução ALM fornece indicadores de alarme para
alto-alto, alto, baixo, baixo-baixo, taxa de mudança
negativa e taxa de mudança positiva. Uma zona morta de
alarme está disponível para alarmes alto-alto a baixo-
baixo. Um período definido pelo usuário para realizar o
fornecimento de informações da taxa de mudança de
alarme também está disponível.

Parâmetros de Entrada: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


entrada da Instrução ALM.

EnableIn Bool Habilitação de Entrada.


In Real Entrada do sinal analógico.
HHLimit Real Limite de alarme alto-alto para a entrada.
HLimit Real Limite de alarme alto para a entrada.
LLimit Real Limite de alarme baixo para a entrada.

34
Alarme Capítulo 9
LLLimit Real Limite de alarme baixo-baixo para a entrada.
Zona Morta Real Zona morta do alarme para os limites alto-alto a baixo-baixo.
O limite da taxa de mudança de alarme em unidades por
segundo para aumento na entrada. Configure ROCPosLimit =
ROCPosLimit Real 0 para desabilitar o fornecimento de informações positivas de
alarme ROC. Se inválida, a instrução assume um valor de 0,0 e
energiza o bit apropriado em Status.
O limite da taxa de mudança de alarme em unidades por
segundo para uma diminuição na entrada. Configure
ROCNegLimit Real ROCNegLimit = 0 para desabilitar o fornecimento de
informações negativas de alarme ROC. Se inválida, a instrução
assume um valor de 0,0 e energiza o bit apropriado em Status.
O período de tempo usado para avaliar as taxas de mudança de
alarme (seg). Configure ROCPeriod = 0 para desabilitar o
ROCPeriod Real fornecimento de informações de alarme ROC e configurar o
ROC de saída para zero. Se inválida, a instrução assume um
valor de 0,0 e energiza o bit apropriado em Status.

Parâmetros de Saída: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


saída da Instrução ALM.

EnableOut Bool Habilitação de saída.


HHAlarm Bool Indicador de alarme alto-alto.
HAlarm Bool Indicador de alarme alto.
LAlarm Bool Indicador de alarme baixo.
LLAlarm Bool Indicador de alarme baixo-baixo.
ROCPosAlarm Bool Indicador positivo da taxa de mudança de alarme.
ROCNegAlarm Bool Indicador negativo da taxa de mudança de alarme.
Saída da taxa de mudança. Os flags de status estão
ROC Real
energizados para esta saída.
Status DINT Status do bloco de funções.

35
Alarme Capítulo 9

A instrução detectou um dos seguintes erros de execução.


InstructFalt Este não é um erro grave ou de advertência do controlador.
Bool
(Status 0) Verifique os bits de status restantes para determinar o que
ocorreu.
DeadbandInv
Bool Valor de Zona Morta inválido.
(Status 1)
ROCPosLimitInv
Bool Valor do ROCPosLimit inválido
(Status 2)
ROCNegLimitInv
Bool Valor do ROCNegLimit inválido
(Status 3)
ROCPeriodInv
Bool Valor do ROCPeriod inválido
(Status 4)

36
Alarme Capítulo 9

Exemplo: A instrução ALM é tipicamente usada com módulos de


entrada analógica que não suportam o fornecimento
incorporado de informações de alarme ou para gerar
alarmes em uma variável calculada. Neste exemplo, uma
entrada analógica é a primeira a ser convertida em
unidades de medida usando a instrução SCL.
O Out da instrução SLC é uma entrada para a instrução
ALM, para determinar se um alarme será energizado. Os
parâmetros de saída de alarme resultantes podem ser
usados em seu programa e/ou visualizados em um display
de interface de operação.

37
Escala Capítulo 10

Escala (SCL)
Descrição: Use a instrução SCL com módulos de entrada analógica
que não suportam conversão em escala para um valor de
ponto flutuante de resolução completa.

Exemplo: Por exemplo, o módulo 1771-IFE é um módulo de


entrada analógica de 12 bits que suporta conversão em
escala somente em valores inteiros.
Se você usar um módulo 1771-IFE para ler um fluxo de 0
– 100 galões por minuto (gpm), você tipicamente não faz
a conversão em escala do módulo de 0 – 100, pois isto
limita a resolução do módulo. Ao invés disso, use a
instrução SCL e configure o módulo para retornar um
valor não convertido em escala (0 – 4.095), o qual a
instrução SCL converte para 0 – 100 gpm (ponto
flutuante) sem uma perda de resolução. Este valor não
convertido em fator de escala pode, então, ser usado
como uma entrada para outras instruções.

38
Escala Capítulo 10

Parâmetros de Entrada: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


entrada da Instrução SCL.

EnableIn Bool Habilitação de Entrada.


In Real Entrada do sinal analógico.
O valor máximo que pode ser alcançado pela entrada para a
InRawMax Real instrução. Se InRawMax £ InRawMin, a instrução energiza o bit
apropriado em Status e pára a atualização da saída.
O valor mínimo que pode ser alcançado pela entrada para a
InRawMin Real instrução. Se InRawMin ³ InRawMax, a instrução energiza o bit
apropriado em Status e pára a atualização da saída.
InEUMax O valor convertido em escala da entrada correspondente a
Real
InRawMax.
InEUMin O valor convertido em escala da entrada correspondente a
Real
InRawMin.
Limiting Seletor de limite. Se energizado, Out é limitado entre InEUMin
Bool
e InEUMax.

Parâmetros de Saída: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


saída da Instrução SCL.

EnableOut Bool Habilitação de saída.


A saída que representa o valor convertido em escala da
Out Real entrada analógica. Os flags de status aritmético estão
energizados para esta saída.
Indicador de alarme de entrada acima do máximo. Este valor
MaxAlarm Bool
é energizado quando In> InRawMax.
Indicador de alarme de entrada abaixo do mínimo. Este valor
MinAlarm Bool
é energizado quando In < InRawMin.

39
Escala Capítulo 10
Status DINT Status do bloco de funções.
A instrução detectou um dos seguintes erros de execução.
InstructFault Este não é um erro grave ou de advertência do controlador.
Bool
(Status 0) Verifique os bits de status restantes para determinar o que
ocorreu.
InRawRangeInv
Bool InRawMin  InRawMax.
(Status 1)

Algoritmo: A instrução usa este algoritmo para converter a entrada


não convertida em escala em um valor convertido em
escala:

40
Escala Capítulo 10

41
Captura Máxima Capítulo 11

Captura Máxima (MAXC)


Descrição: A instrução MAXC encontra o máximo do sinal de
Entrada no tempo.

Parâmetros de Entrada: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


entrada da Instrução MAXC.

EnableIn Bool Habilitação de Entrada.


In Real Entrada do sinal analógico.
Pedido para resetar o algoritmo de controle. A instrução
Rearmar Bool
energiza Out = ResetValue, desde que Reset esteja energizado.
Valor de reset para a instrução. A instrução energiza Out =
ResetValue Real
ResetValue, desde que Reset esteja energizado.

Parâmetros de Saída: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


saída da Instrução MAXC.

EnableOut Bool Habilitação de saída.


Out Real Saída calculada do algoritmo. Os flags de status aritmético

42
Captura Máxima Capítulo 11
estão energizados para esta saída.

Exemplo: Se Reset for energizado, a instrução energiza Out =


ResetValue. Se Reset for desenergizado, a instrução
energiza Out = In quando In > Outn-1. Senão, a instrução
energiza Out = Outn-1. Out torna-se um parâmetro de
entrada para function_block_C.

43
Captura Mínima Capítulo 12

Captura Mínima (MINC)


Descrição: A instrução MINC encontra o mínimo do sinal de
Entrada no tempo.

Parâmetros de Entrada: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


entrada da Instrução MINC.

EnableIn Bool Habilitação de Entrada.


In Real Entrada do sinal analógico.
Pedido para resetar o algoritmo de controle. A instrução
Rearmar Bool
energiza Out = ResetValue, desde que Reset esteja energizado.
Valor de reset para a instrução. A instrução energiza Out =
ResetValue Real
ResetValue, desde que Reset esteja energizado.

Parâmetros de Saída: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


saída da Instrução MINC.

EnableOut Bool Habilitação de saída.


Out Real Saída calculada do algoritmo. Os flags de status aritmético

44
Captura Mínima Capítulo 12
estão energizados para esta saída.

Exemplo: Se Reset for energizado, a instrução energiza Out =


ResetValue. Se Reset for desenergizado, a instrução
energiza Out = In quando In < Out n-1. Senão, a instrução
energiza Out = Outn-1. Out torna-se um parâmetro de
entrada para function_block_C.

45
Dispositivo Discreto de Dois Estados Capítulo 13

Dispositivo Discreto de Dois


Estados (D2SD)
Descrição: A instrução D2SD controla um dispositivo discreto que
tem apenas dois estados possíveis, como
ligado/desligado, aberto/fechado, etc.
Dispositivos discretos típicos desta natureza incluem
motores, bombas e válvulas de solenóide.

Parâmetros de Entrada: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


entrada da Instrução D2SD.

Habilitação de Entrada. Se desabilitado, a instrução não é


EnableIn Bool
executada e as saídas não são atualizadas.
ProgCommand Bool Usado para determinar o CommandStatus quando o

46
Dispositivo Discreto de Dois Estados Capítulo 13
dispositivo estiver em controle de Programação. Quando
habilitado, o dispositivo é comandado para o estado 1;
quando desabilitado, o dispositivo é comandado para o
estado 0.
Solicitação do estado 0 pelo operador. Configurado pela
Oper0Req Bool interface de operação para colocar o dispositivo no estado 0
quando o dispositivo estiver no controle de Operação.
Entrada do estado 1 pelo operador. Configurado pela
Oper1Req Bool interface de operação para colocar o dispositivo no estado 1
quando o dispositivo estiver no controle de Operação.
Estado 0 permitido. A não ser que esteja no modo Manual
State0Perm Bool ou Supressão, esta entrada deve se energizada para que o
dispositvo entre no estado 0.
Estado 1 permitido. A não ser que esteja no modo Manual
State1Perm ou Supressão, esta entrada deve se energizada para que o
dispositvo entre no estado 1.
FB0 Bool Primeira entrada de feedback disponível .
FB1 Bool Segunda entrada de feedback disponível .
Entrada manual de feedback. Esta entrada é de uma estação
de campo manual/ desenergizado/ automática e mostra o
HandFB Bool estado requisitado do dispositivo de campo.
1, requisitado para estado 1
0, requisitado para estado 0
Valor de tempo de falha. Configura o valor, em segundos,
do tempo, para permitir que o dispositivo alcance um
estado comandado recentemente. Configure FaultTime = 0
FaultTime Real
para desabilitar o temporizador de falha. Se este valor for
inválido, a instrução assume um valor de zero e energiza o
bit apropriado em Status. válido = qualquer flutuante 0,0
FaultAlarmLatch Bool Entrada do alarme de falha será retentiva.
FaultAlmUnLatch Bool Entrada de desenergização do alarme de falha.

47
Dispositivo Discreto de Dois Estados Capítulo 13
Supressão no pedido de inicialização. Se ProgHandReq for
OverrideOnInit Bool energizado, então Supressão é desenergizado e Manual é
energizado.
Supressão no pedido de falha. Energiza OverrideOnFault se
OverrideOnFault
Bool o dispositivo deve ir para o modo de Supressão e insere o
OverrideState em um alarme de falha.
OutReverse Bool Reversão do estado de saída padrão.
Entrada de Override. Configure este valor para especificar
OverrideState Bool o estado do dispositivo quando o mesmo estiver no modo
de Supressão.
FB0State0 Bool Entrada do estado 0 do feedback 0.
FB0State1 Bool Entrada do estado 0 do feedback 1.
FB1State0 Bool Entrada do estado 1 do feedback 0
FB1State1 Bool Entrada do estado 1 do feedback 1.

Parâmetros de Saída: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


saída da Instrução D2SD.

EnableOut Bool Habilitação de saída.


Out Bool Saída da instrução.
Device0State Bool Saída do estado 0 do dispositivo.
Device1State Bool Saída do estado 1 do dispositivo.
Saída de status do comando.
CommandStatus Bool Energizado – dispositivo para estado 1
Desernegizado – dispositovo para estado 0.
FaultAlarm Bool Saída do alarme de falha. Energizado se o dispositivo foi
comandado para um novo estado e FaultTime expirou sem
que as realimentações indicassem que o novo estado foi
realmente alcançado. Também é energizado se, depois de
atingir um estado comandado, as realimentações indicarem,

48
Dispositivo Discreto de Dois Estados Capítulo 13
de repente, que o dispositivo não está mais no estado
comandado.
Saída do alarme de modo. Energizado se o dispositivo
estiver em controle de Operação e um comando de
programa mudar para um estado que seja diferente do
ModeAlarm Bool
estado atual comandado
pelo operador. Este alarme deve ser um lembrete que um
dispositivo foi deixado em controle de Operação.
Indicador de controle de Programa/Operação.
ProgOper Bool Energizado = Programa.
Desenergizado = Operação.
Override Bool Modo de Supressão.
Manual Bool Modo Manual.
Status DINT Status do bloco de funções.
A instrução detectou um dos seguintes erros de execução.
InstructFault Este não é um erro grave ou de advertência do controlador.
Bool
(Status0) Verifique os bits de status restantes para determinar o que
ocorreu.

Valor de FaultTime inválido. A instrução configura


FaultTimeInv Bool
FaultTime = 0.
(Status1)
OperReqInv Ambos os bits de pedido de estado de operação são
Bool
(Status2) energizados.

Exemplo: Neste exemplo, a instrução D2SD controla uma válvula


de solenóide adicionando xarope de glucose a um tanque
em um processo de batelada.
Enquanto a instrução D2SD estiver no controle de
Programa, a válvula se abre quando a entrada
Comando_Programa estiver energizada. O operador
também pode tomar o controle de Operação da válvula

49
Dispositivo Discreto de Dois Estados Capítulo 13
para abri-la ou fechá-la, se necessário. A válvula de
solenóide neste exemplo tem chaves de fim de curso que
indicam quando a válvula está totalmente aberta ou
totalmente fechada. Estas chaves são conectadas nas
entradas de feedback FB0 e FB1. Isto permite que a
instrução D2SD gere um FaultAlarm (aviso de falha) se a
válvula de solenóide não alcançar o estado comandado no
FaultTime (tempo de falha) configurado.
Deve-se ficar atento com a permissão para estar nos
estados 0 e 1 (State0Perm e State1Perm).

50
Dispositivo Discreto de Dois Estados Capítulo 13

51
Dispositivo Discreto de Três Estados Capítulo 14

Dispositivo Discreto de Três


Estados (D3SD)
Descrição: A instrução D3SD controla um dispositivo discreto que
tem três estados possíveis, como rápido/ devagar/
desligado, para frente/ desligado/ reversão, etc.
Dispositivos discretos típicos desta natureza incluem
sistemas de alimentação, motores reversíveis, etc.

Parâmetros de Entrada: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


entrada da Instrução D3SD.

Habilitação de Entrada. Se desabilitado, a instrução não é


EnableIn Bool
executada e as saídas não são atualizadas.
Comando do estado 0 quando em modo de Programa. Esta
entrada determina o estado do dispositivo quando o
Prog0Command Bool
dispositivo estiver em controle de Programa. Se energizado,
o dispositivo é comandado para o estado 0.
Comando do estado 1 quando em modo de Programa. Esta
entrada determina o estado do dispositivo quando o
Prog1Command Bool
dispositivo estiver em controle de programa. Se energizado,
o dispositivo é comandado para o estado 1.
Solicitação do estado 0 pelo operador. Configurado pela
Oper0Req Bool interface de operação para colocar o dispositivo no estado 0
quando o dispositivo estiver no controle de Operação.
Entrada do estado 1 pelo operador. Configurado pela
Oper1Req Bool interface de operação para colocar o dispositivo no estado 1
quando o dispositivo estiver no controle de Operação.
Oper2Req Bool Entrada do estado 2 pelo operador. Configurado pela
interface de operação para colocar o dispositivo no estado 2

52
Dispositivo Discreto de Três Estados Capítulo 14
quando o dispositivo estiver no controle de Operação.
State0Perm Bool Estado 0 permitido.
State1Perm Bool Estado 1 permitido
State2Perm Bool Estado 2 permitido
FB0 Bool Primeira entrada de feedback disponível .
FB1 Bool Segunda entrada de feedback disponível .
FB2 Bool Terceira entrada de feedback disponível .
FB3 Bool Quarta entrada de feedback disponível .
HandFB0 Bool Estado 0 de feedback Hand (Manual).
HandFB2 Bool Estado 1 de feedback Hand (Manual).
HandFB2 Bool Estado 2 de feedback Hand (Manual).
Out X State Y Bool Entrada do estado X da saída Y.
FB X State Y Bool Entrada do estado X do feedback Y.

Parâmetros de Saída: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


saída da Instrução D3SD.

EnableOut Bool Habilitação de saída.


Out0 Bool Primeira Saída da instrução.
Out1 Bool Segunda Saída da instrução.
Out2 Bool Terceira Saída da instrução.
Device0State Bool Saída do estado 0 do dispositivo.
Device1State Bool Saída do estado 1 do dispositivo.
Device2State Bool Saída do estado 2 do dispositivo.
Command0Status Bool Status do comando 0 do dispositivo.
Command1Status Bool Status do comando 1 do dispositivo.
Command2Status Bool Status do comando 2 do dispositivo.
FaultAlarm Bool Saída do alarme de falha.
ModeAlarm Bool Saída do alarme de modo.
ProgOper Bool Indicador de controle de Programa/Operação.

53
Dispositivo Discreto de Três Estados Capítulo 14
Energizado = Programa.
Desenergizado = Operação.
Override Bool Modo de Supressão.
Manual Bool Modo Manual.
Status DINT Status do bloco de funções.

Exemplo: Neste exemplo, a instrução D3SD controla um sistema


de alimentação que consiste de um par de válvulas de
solenóide adicionando óleo vegetal a um tanque em um
processo de batelada. Uma das válvulas está em um duto
de alimentação com diâmetro grande no tanque em um
processo de batelada e a outra válvula está colocada em
paralelo, em um duto de alimentação de diâmetro
pequeno. Quando o óleo é adicionado pela primeira vez,
a instrução D3SD é comandada para o estado de
alimentação rápido (estado 2), onde ambas as válvulas
estão abertas. Quando o óleo adicionado alcança uma
certa quantidade, a instrução D3SD é comandada para o
estado de alimentação lenta (estado 1), onde a “válvula
grande” está fechada e a “válvula pequena” é mantida
aberta. Quando o alvo é alcançado, a instrução D3SD é
comandada para o estado de desenergização (estado 0),
onde ambas as válvulas estão fechadas. Enquanto a
instrução D3SD estiver no controle de Programa, as
válvulas se abrem de acordo com as entradas Prog0,
Prog1 e Prog2. O operador também pode assumir o
controle de Operação do sistema de alimentação, se
necessário. As válvulas de solenóide neste exemplo têm
chaves de fim de curso que indicam quando as válvulas
estão totalmente abertas ou totalmente fechadas. Estas

54
Dispositivo Discreto de Três Estados Capítulo 14
chaves são conectadas nas entradas de feedback FB0,
FB1, FB2 e FB3. Isto permite que a instrução D3SD gere
um FaultAlarm (aviso de falha) se as válvulas de
solenóide não alcançarem os estados comandados no
FaultTime (tempo de falha) configurado.

55
Totalizador Capítulo 15

Totalizador (TOT)
Descrição: A instrução TOT fornece um acumulador com tempo
ajustável de um valor de entrada analógica.
Esta instrução tipicamente totaliza a quantidade de
material adicionada, baseada em um sinal de vazão.

Parâmetros de Entrada: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de


entrada da Instrução TOT.

Habilitação de Entrada. Se desabilitado, a instrução não é


EnableIn Bool
executada e as saídas não são atualizadas.
In Real Entrada de sinal analógico para a instrução.
InFault Bool Indicador de problemas de In. Se energizado, indica que o
sinal de entrada tem um erro, a instrução energiza o bit
apropriado em Status, o algoritmo de controle não é

56
Totalizador Capítulo 15
executado e Total não é atualizado.
Entrada de base de tempo. Base de tempo da totalização
TimeBase Dint
baseada nas unidades de medida de In.
Multiplicador do valor totalizado incremental. O usuário
pode usar Gain (Ganho) para converter as unidades de
Ganho Real
totalização. Por exemplo, use Gain (Ganho) para converter
gal./min. para um total em cilindros.
Entrada do valor de reset. Valor de reset de Total quando
ResetValue Real OperResetReq ou ProgResetReq faz a transição de
desenergizado para energizado.
Target Real Valor alvo para o In totalizado.
Valor pré-alvo de desvio grande do Total, comparado com
TargetDev1 Real Target (Alvo). Este valor é expresso como um desvio de
Target.
Valor pré-alvo de desvio pequeno do Total, comparado
TargetDev2 Real com Target (Alvo). Este valor é expresso como um desvio
de Target.
Entrada de corte da entrada low da instruçã[Link] In
LowInCutoff Real
está abaixo ou no valor de LowInCutoff, a totalização pára.
TimingMode Dint Seleciona o modo de execução da temporização.
Tempo de execução para o modo de sobreamostra
OversampleDT Real
(oversample).
Período de atualização do módulo para o modo de
RTSTime Dint
amostragem em tempo real
Valor de registro de data e hora do módulo para o modo de
Dint
RTSTimeStamp amostragem em tempo real

57
Totalizador Capítulo 15
Parâmetros de Saída: Segue abaixo uma descrição de todos os parâmetros de
saída da Instrução TOT.

EnableOut Bool Habilitação de saída.


Valor totalizado de In. Os flags de status aritmético estão
Total Real
energizados para esta saída.
OldTotal Real Valor do total antes que um reset ocorra.
Indicador de controle de Programa/Operação. Energizado
ProgOper Bool quando estiver em controle de Programa. Desenergizado
quando estiver em controle de Operação.
Indicador do estado de operação do totalizador. Energizado
RunStop Bool quando a instrução TOT está sendo executada.
Desenergizado quando a instrução TOT está parada.
Indicador de que a instrução TOT completou um pedido de
reset de programa. Energizado quando a instrução é
resetada como resultado de ProgResetReq. Você pode
ProgResetDone Bool
monitorar isto para determinar se um reset foi concluído
com sucesso. Desenergizado quando ProgResetReq é
desenergizado.
TargetFlag Bool Sinalizador para Total. Energizado quando Total Target.
Flag para TargetDev1. Energizado quando Total Target
TargetDev1Flag Bool
– TargetDev1.
Flag para TargetDev2. Energizado quando Total Target
TargetDev2Flag Bool
– TargetDev2.
Saída do flag de corte da entrada low da instrução.
LowInCutoffFlag Bool
Energizado quando In LowInCutoff.
Tempo transcorrido entre as atualizações. Este é o tempo
DeltaT Real transcorrido em segundos, usado pelo algoritmo de controle
para calcular a saída de processo.

58
Totalizador Capítulo 15

Exemplo: Neste exemplo, a instrução TOT mede uma quantidade


alvo de água em um tanque e desliga o fluxo, uma vez
que a quantidade de água correta foi adicionada. Quando
o botão AddWater é pressionado, a instrução TOT reseta
e inicia a totalização da quantidade de água que está indo
para o tanque. Uma vez que o valor de Target foi
alcançado, a instrução TOT energiza a saída TargetFlag,
o que faz com que a válvula solenóide se feche.
Para este exemplo, a instrução TOT foi “travada” em
Program Run (Execução de Programa), energizando as
entradas ProgProgReq e ProgStartReq. Isto é feito para
este exemplo, pois o operador nunca precisa controlar
diretamente a instrução TOT.

59

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