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ZEE: Vulnerabilidade de Solos em Placas

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ZONEAMENTO ECOLÓGICO-ECONÔMICO – ZEE

ELABORAÇÃO DA CARTA DE VULNERABILIDADE À PERDA DE SOLOS


Conforme a metodologia de Crepani et al. (2001) e aplicações das ferramentas de
geoprocessamento no QGIS 3.22

1) GEOLOGIA (G)

 Base de dados: IBGE – Informações Ambientais: Geologia 1:250.000


[Link]
[Link]

 Relatório técnico: CPRM: Geologia e recursos minerais do Estado do Pará


[Link]

 Peso das variáveis:

Fonte: Crepani et al. (2001, p. 74)

 Geoprocessamento

- Adicione ao projeto o shapefile de Geologia. A camada deve estar recortada nos limites da área de
interesse.
- Observe a tabela de atributos. Para entender a reclassificação (peso das classes de
vulnerabilidade/estabilidade), pode-se recorrer ao campo “nm_unidade”. Identificado o nome,
passa-se ao relatório técnico para saber qual a constituição litológica da formação. Isto vai requerer
muita atenção, em face da diversidade geológica do terreno (rochas ígneas, metamórficas e
sedimentares, outros tipos de coberturas). O campo “letra_simb” também pode ser útil.

1
- A LEITURA DO RELATÓRIO REQUER MUITA ATENÇÃO! Além de mudanças de
denominação em relação à tabela da camada vetorial, algumas unidades podem aparecer como
Grupo. Atentar, também, para a localização das unidades (Domínio, município, bacia hidrográfica
etc.) e o posicionamento/empilhamento das camadas (inferior, médio ou superior). O auxílio de
um(a) geólogo(a) será muito útil nesta etapa, caso ele(a) mesmo(a) não possa fazer o serviço.

- Para agilizar esta etapa, pode-se mesclar as feições de mesma unidade geológica. A CAMADA
DEVE ESTAR EM COORDENADAS PROJETIVAS (UTM). Crie o campo PESO (Número
decimal (real), comprimento 10, precisão 1) para atribuir os valores.

Para o município de Placas, as unidades geológicas e sua constituição litológica principal e


respectivos pesos podem ser visualizados no quadro abaixo. Arbitrar pela constituição principal, o
que nem sempre será uma decisão fácil, sobretudo onde as camadas se encontram intercaladas. Em
alguns casos, algumas unidades aparecem no relatório com outra denominação.

Unidade geológica Constituição litológica Peso


Alter do Chão ARENITOS, pelitos e conglomerados 2,4
Cob. Detrito Lat. Paleog. Siltitos, argilitos 2,7
(Cob. Laterítica Matura)
Curuá (Curiri, na área) Folhelhos 2,8
Dep. Aluv. Holocênicos Aluviões 3,0
(Depósitos aluvionares)
Diabásio Penatecaua Diabásio (entre o Basalto e o Gabro) 1,5
Ererê SILTITOS, arenitos e folhelhos 2,7
Iriri Granito 1,1
Itaituba ARENITOS, siltitos, folhelhos e outros 2,4
Maecuru Arenitos 2,4
Maloquinha Granitos 1,1
Monte Alegre Quartzo arenitos 2,4
Nova Olinda Evaporitos na porção superior 2,9
Parauari Granitos 1,1
Prosperança ARENITOS, siltitos e arcóseos 2,4

2
Para finalizar, converta o shapefile para raster em RASTER – Converter – Converter vetor para
raster (rasterizar)...
 Utilize o campo PESO;
 Em Unidades de tamanho de saída, utilize a opção “Unidades georreferenciadas”;
 APÓS CONFIRMAR QUE A CAMADA ESTÁ NO SISTEMA UTM, defina as resoluções
horizontal e vertical em 30 (metros);
 A extensão será definida pela própria camada que está dando origem ao raster;
 Clique em executar.
 Salve a camada como um arquivo permanente GEOLOGIA_reclass
 O intervalo de classes de vulnerabilidade/estabilidade não pode ultrapassar o valor 3,0.

Clique aqui para acessar “Calcular a


partir da camada”, e selecione a
camada que delimitará a extensão
de saída:

3
2) GEOMORFOLOGIA (R)

 Base de dados: Topodata – DEM (SRTM), escala 1:250.000


[Link]

 Peso das variáveis:

4
Fonte: Crepani et al. (2001, p. 81)

A variável Geomorfologia é uma das mais complexas para a obtenção das classes de
vulnerabilidade/estabilidade, pois é necessário calcular índices morfométricos do relevo que vão
exigir diversas etapas, dispostas a seguir.

 Geoprocessamento

Baixar os dados do Topodata. A divisão das folhas obedece à escala-padrão 1:250.000 do Sistema
cartográfico Nacional – SCN. Se necessário, baixar mais de uma folha para cobrir toda a área de
interesse. Para o Município de Placas – PA, foram utilizadas duas folhas do Topodata.

Clique em Acesso, e a seguir no link [Link]

5
O nome dos arquivos é definido pela lat. e long. no primeiro quadrante da folha. 03S555, por
exemplo, corresponde ao ponto 03º S e 55º 30’ W (convertido do formato decimal -55,5).

Clique em cada uma das imagens e inicie o download do arquivo ZN (altitude).

Adicione as camadas no projeto e, imediatamente, o SRC deve ser reprojetado para Sirgas 2000
(EPSG: 4674). Faça isso para todas as folhas do Topodata. A seguir, exporte as camadas em UTM.

6
7
ATENÇÃO: selecione o fuso UTM
correto para a área de interesse.

Com os raster na projeção UTM, faça o mosaico das duas folhas em RASTER – Miscelânea –
Mosaico - Executar:

8
Clique aqui para selecionar as
camadas de entrada a partir das
quais será produzido o mosaico.

Salve o arquivo Mesclado como um arquivo permanente (em UTM); ou, antes disso, recorte no
limite da área de interesse. Para recortar, acesse RASTER – Extrair – Recortar pela camada de
máscara. No exemplo, previamente já havia sido criado um shapefile com o limite do município de
Placas.

Agora, começa a obtenção dos índices morfométricos:

9
- DECLIVIDADE: a partir do DEM recortado, acesse RASTER – Análise – Declividade. Habilite
“Declividade expressa em porcentagem (ao invés de graus)”. Exporte como um arquivo
permanente. No exemplo, a declividade variou de 0,023% a 97,01%.

As declividades devem ser reclassificadas em classes de vulnerabilidade/estabilidade:

10
Fonte: Crepani et al. (2001, p. 81) – PORCENT,

Acesse, na Caixa de Ferramentas (Processamento) do QGIS, “Reclassificar por tabela”:

A entrada para Camada raster será a DECLIVIDADE. Em Tabela de reclassificação, devem ser
informados os intervalos entre as classes, conforme Tabela 11 acima.
NÃO UTILIZE VÍRGULAS NA TABELA!

11
Tabela de reclassificação.

Adicionar linhas aqui

Usando classes:
1) 0.01 < x ≤ 3.5 → 1
2) 3.5 < x ≤ 5.8 → 1.1
3) 5.8 < x ≤ 8.2 → 1.2
4) 8.2 < x ≤ 10.3 → 1.3
5) 10.3 < x ≤ 12.9 → 1.4
6) 12.9 < x ≤ 15.1 → 1.5
7) 15.1 < x ≤ 17.4 → 1.6
12
8) 17.4 < x ≤ 19.8 → 1.7
9) 19.8 < x ≤ 22.2 → 1.8
10) 22.2 < x ≤ 24.5 → 1.9
11) 24.5 < x ≤ 27.2 → 2
12) 27.2 < x ≤ 29.6 → 2.1
13) 29.6 < x ≤ 32.1 → 2.2
14) 32.1 < x ≤ 34.6 → 2.3
15) 34.6 < x ≤ 37.2 → 2.4
16) 37.2 < x ≤ 39.8 → 2.5
17) 39.8 < x ≤ 42.4 → 2.6
18) 42.4 < x ≤ 45.3 → 2.7
19) 45.3 < x ≤ 48.1 → 2.8
20) 48.1 < x ≤ 50 → 2.9
21) 50 < x ≤ 100 → 3.0

Salve como arquivo permanente DECLIVIDADE_reclass


Os valores dos pixels não podem ultrapassar 3.0.

- ÍNDICES DE DISSECAÇÃO HORIZONTAL (DH) E VERTICAL (DV)

Os índices de dissecação do terreno são parâmetros importantes para se avaliar o potencial


morfogenético da rede de drenagem, isto é, o trabalho dos rios na morfogênese do relevo.

O índice de dissecação horizontal (DH) expressa a distância interfluvial entre os cursos d’água,
diretamente relacionada com a densidade da drenagem (Tabela 17, abaixo). Quanto menor, mais
densa será a rede de drenagem. Na classe 5 (muito pequena), essa distância é menor que 250 m; na
classe 1 (muito grande), superior a 5.000 m ou 5 km. É, portanto, uma variável métrica horizontal.

O índice de dissecação vertical (DV) indica o nível de aprofundamento (incisão) dos cursos d’água,
caracterizando-se como uma variável métrica vertical. Está diretamente relacionado com a
amplitude topográfica ou altimétrica em uma bacia hidrográfica, a partir de medições nos cursos
d’água. Na classe 1 (muito baixa), por exemplo, o aprofundamento é menor que 20 m entre o ponto
de maior e menor altitude; na classe 5 (muito alta), ultrapassa os 250 m (Tabela 17 abaixo).

O cruzamento de DH e DV resulta em uma matriz de padrões de dissecação do relevo (abaixo). A


sua observação permite, além de identificar estes padrões, inferir o tipo de formas de terreno –
tabulares, colinosas, aguçadas etc.

13
Fonte: Crepani et al. (2001, p. 78-79)
- Cálculo dos índices de dissecação

A partir do DEM (resultante do mosaico das folhas do Topodata, em UTM), em Processamento –


Caixa de ferramentas – [Link] (se não aparecer, verifique se as extensões GRASS do QGIS estão
ativadas, em COMPLEMENTOS – Gerenciar e instalar complementos - Tudo)
14
deixe habilitada APENAS a função “Depressionless DEM”. Isto pode durar alguns minutos. Salve
como um arquivo definitivo. Nesta função o MDE é corrigido para o preenchimento de possíveis
“depressões” que surgem a partir da ausência de dados ou problemas topológicos.

15
Com o DEM corrigido (Depressionless), deve-se inverter os valores em RASTER – Calculadora
raster, aplicando a seguinte expressão:

(MDE * ( -1 ))

Onde MDE deve ser substituído pela camada DEM corrigida (selecione em Bandas raster). É
necessário nomear o arquivo de saída e indicar o diretório onde ele será armazenado. Verifique,
também, se a expressão é válida.

16
A partir desse DEM corrigido e invertido, será extraída a direção de fluxo da drenagem, em
PROCESSAMENTO – Caixa de ferramentas – [Link]
deixando habilitado apenas “Flow direction”. Salve o arquivo.

O próximo passo é corrigir o novo raster, em PROCESSAMENTO – Caixa de ferramentas –


Preencher semdados
Salve como um arquivo definitivo

17
Com base na "direção de fluxo preenchida", deve-se acionar PROCESSAMENTO - Caixa de
ferramentas - [Link]. Na aba elevação selecione o raster; estabeleça na aba “tamanho mínimo
do exterior da bacia hidrográfica” o valor de “500”; em seguida, desabilitar todas as caixas de
ferramentas exceto "meias bacias" (half-basins). Execute e salve o arquivo.

18
19
O novo raster será convertido para shapefile em RASTER – Converter – Raster para vetor
(poligonizar...). Salve o arquivo.

20
A seguir, será realizada a estatística zonal em PROCESSAMENTO – Caixa de ferramentas –
Estatística Zonal. A camada de entrada será o shapefile de meias bacias (vetorizado); e a camada
raster o arquivo DEM sem depressões (Depressionless). Salve o arquivo.

Pela calculadora de campo, crie na nova camada shapefile os seguintes campos:


NOME TIPO COMPRIM. FUNÇÃO OBS.
21
Area Inteiro 64 20 Geometria –
(área da bacia) bits $area
Perimetro Inteiro 64 20 Geometria –
(perímetro da bacia) bits $perimeter
CompBac Integer 10 “Perimetro” / 2 Selecionar Perimetro
(comprimento da bacia) em Campos e Valores
LargBac Integer 10 "Area" / Selecionar em
(largura da bacia) "CompBac" Campos e Valores
DV Integer 10 “_count” Selecionar em
(dissecação vertical) (= a esse campo) Campos e Valores
DH Integer 10 “LargBac” Selecionar em
(dissecação horizontal) (= a esse campo) Campos e Valores

Exemplo de criação do campo Area:

Criados esses campos, passa-se à classificação dos índices de dissecação do relevo. Para o campo
DV_classes (Número decimal (real), comprimento 10, precisão 1), na calculadora de campo aplique
a expressão:
CASE

22
WHEN "DV" < 20 THEN 1
WHEN "DV" >= 20 and "DV" < 29.5 THEN 1.1
WHEN "DV" >= 29.5 and "DV" < 39 THEN 1.2
WHEN "DV" >= 39 and "DV" < 48.5 THEN 1.3
WHEN "DV" >= 48.5 and "DV" < 58 THEN 1.4
WHEN "DV" >= 58 and "DV" < 67.5 THEN 1.5
WHEN "DV" >= 67.5 and "DV" < 77 THEN 1.6
WHEN "DV" >= 77 and "DV" < 84.5 THEN 1.7
WHEN "DV" >= 84.5 and "DV" < 94 THEN 1.8
WHEN "DV" >= 94 and "DV" < 103.5 THEN 1.9
WHEN "DV" >= 103.5 and "DV" < 113 THEN 2
WHEN "DV" >= 113 and "DV" < 122.5 THEN 2.1
WHEN "DV" >= 122.5 and "DV" < 132 THEN 2.2
WHEN "DV" >= 132 and "DV" < 141.5 THEN 2.3
WHEN "DV" >= 141.5 and "DV" < 151 THEN 2.4
WHEN "DV" >= 151 and "DV" < 160.5 THEN 2.5
WHEN "DV" >= 160.5 and "DV" < 170 THEN 2.6
WHEN "DV" >= 170 and "DV" < 179.5 THEN 2.7
WHEN "DV" >= 179.5 and "DV" < 189 THEN 2.8
WHEN "DV" >= 189 and "DV" < 200 THEN 2.9
WHEN "DV" >= 200 THEN 3
END

Para o campo DH_classes (Número decimal (real), comprimento 10, precisão 1), na calculadora de
campo aplique a expressão:
CASE
WHEN "DH" > 5000 THEN 1
WHEN "DH" >= 4750 and "DH" < 5000 THEN 1.1
WHEN "DH" >= 4500 and "DH" < 4750 THEN 1.2
WHEN "DH" >= 4250 and "DH" < 4500 THEN 1.3
WHEN "DH" >= 4000 and "DH" < 4250 THEN 1.4

23
WHEN "DH" >= 3750 and "DH" < 4000 THEN 1.5
WHEN "DH" >= 3500 and "DH" < 3750 THEN 1.6
WHEN "DH" >= 3250 and "DH" < 3500 THEN 1.7
WHEN "DH" >= 3000 and "DH" < 3250 THEN 1.8
WHEN "DH" >= 2750 and "DH" < 3000 THEN 1.9
WHEN "DH" >= 2500 and "DH" < 2750 THEN 2
WHEN "DH" >= 2250 and "DH" < 2500 THEN 2.1
WHEN "DH" >= 2000 and "DH" < 2250 THEN 2.2
WHEN "DH" >= 1750 and "DH" < 2000 THEN 2.3
WHEN "DH" >= 1500 and "DH" < 1750 THEN 2.4
WHEN "DH" >= 1250 and "DH" < 1500 THEN 2.5
WHEN "DH" >= 1000 and "DH" < 1250 THEN 2.6
WHEN "DH" >= 750 and "DH" < 1000 THEN 2.7
WHEN "DH" >= 500 and "DH" < 750 THEN 2.8
WHEN "DH" >= 250 and "DH" < 500 THEN 2.9
WHEN "DH" < 250 THEN 3
END

Rasterize os campos DV_classes e DH_classes (ver passo a passo na p. 3 desse tutorial). Salve os
arquivos. Em ambos os casos, os valores não podem ultrapassar 3,0.

24
- ÍNDICE DE VULNERABILIDADE/ESTABILIDADE DO RELEVO

Aplicar a fórmula

Onde G é o DH_classes rasterizado; A é o DV_classes rasterizado; e D são as declividades


reclassificadas. Verificar os nomes das camadas que foram atribuídos. Para isso, empregue a
Calculadora Rraster, utilizando a expressão (G + A + D) / 3. Lembrar que G, A e D serão
substituídos pelos nomes das respectivas camadas. Salve a camada resultante. Os valores não
podem ultrapassar 3,0.

3) PEDOLOGIA (S)

 Base de dados: IBGE – Informações Ambientais: Pedologia 1:250.000


[Link]

 Peso das variáveis:

25
Fonte: Crepani et al. (2001, p. 86-87)

 Geoprocessamento

O tratamento da base de pedologia é bastante semelhante à de geologia. Inicialmente, recorte a


camada nos limites da área de interesse, exporte em UTM e mescle as feições com o mesmo campo
“ordem”.

26
Obs.: as cores acima não são as padrões para classes de solos.
A seguir, crie o campo PESO (número decimal (real), comprimento 10, precisão 1) e atribua os
índices conforme Tabela 4.11 (acima).

Rasterize o vetor a partir do campo “PESO”. Salve o arquivo reclassificado. Os valores não podem
ultrapassar 3.

4) VEGETAÇÃO (V)

27
 Base de dados: IBGE – Informações Ambientais: Vegetação 1:250.000
[Link]

 Peso das variáveis

Apêndice A de Crepani et al. (2001)

 Geoprocessamento

Recorte a camada nos limites da área de interesse, exporte em UTM e mescle as feições com o
mesmos campos “legenda 1” e “legenda_2”, em que o primeiro é a vegetação nativa, e o segundo a
cobertura com intervenção antrópica. Mescle somente as feições em que os atributos são iguais nos
dois campos.

Neste caso, devem ser criados dois pesos a partir dos valores de referência dos pesos:
- PESO_1: de acordo com o campo “legenda_1” e “legenda”, em que o primeiro desconsidera a
intervenção antrópica;
- PESO_2: de acordo com o campo “legenda_2” e “legenda”, em que o primeiro considera a ação
antrópica.

A seguir, rasterizar pelo PESO_1 e PESO_2, cada um em um arquivo diferente.

28
5) CLIMA (C)

 Base de dados: para a variável clima, sugere-se empregar a Apêndice B de Crepani et al.
(2001), utilizando o MI da folhas 1:250.000 que recobrem a área de interesse.

 Peso das variáveis

Fonte: Crepani et al. (2001, p. 98)

 Geoprocessamento

A partir de uma camada shapefile com as cartas da série 1:250.000 (por exemplo: IBGE e BDGEX),
selecione aquelas que recobrem a área de interesse e seu entorno.

Em VETOR – Geoprocessamento – Centroides, extraia os vértices centrais de cada carta. A opção


“Apenas feições selecionadas” deve estar habilitada. Salve a nova feição em UTM.

29
Na nova camada, crie o campo IP (Decimal real, comprimento 10, precisão 2), a partir do MI dos
centroides, identifique na Apêndice B o valor da intensidade pluviométrica (IP).

30
Extraia o IP total da área por meio de PROCESSAMENTO – Caixa de ferramentas – Interpolação
IDW, utilizando o campo “IP”, e a extensão da área de interesse (precisa estar em UTM). O
tamanho do pixel X e Y será 30. Recorte no limite da área e salve a camada.

A nova camada será reclassificada em PROCESSAMENTO – Caixa de ferramentas – Reclassificar


por tabela, usando classes:

1) 1 < x ≤ 50 → 1
2) 50 < x ≤ 75 → 1.1
3) 75 < x ≤ 100 → 1.2
4) 100 < x ≤ 125 → 1.3
5) 125 < x ≤ 150 → 1.4
6) 150 < x ≤ 175 → 1.5
7) 175 < x ≤ 200 → 1.6
8) 200 < x ≤ 225 → 1.7
9) 225 < x ≤ 250 → 1.8
10) 250 < x ≤ 275 → 1.9
11) 275 < x ≤ 300 → 2
12) 300 < x ≤ 325 → 2.1
13) 325 < x ≤ 350 → 2.2
14) 350 < x ≤ 375 → 2.3
15) 375 < x ≤ 400 → 2.4
31
16) 400 < x ≤ 425 → 2.5
17) 425 < x ≤ 450 → 2.6
18) 450 < x ≤ 475 → 2.7
19) 475 < x ≤ 500 → 2.8
20) 500 < x ≤ 525 → 2.9
21) 525 < x ≤ 550 → 3

32
Salve como um novo arquivo.

CARTA DE VULNERABILIDADE POTENCIAL

Aplicar a seguinte fórmula:

Sendo que a vegetação deve ser a reclassificação sem a intervenção antrópica,


utilizando a Calculadora Raster:
(ver passo a passo na p. 25)

Salve a camada.

33
CARTA DE VULNERABILIDADE EMERGENCIAL

Aplicar a seguinte fórmula:

Sendo que a vegetação deve ser a reclassificação com a intervenção antrópica,


utilizando a Calculadora Raster:
(ver passo a passo na p. 25)

Salve a camada.

34
SIMBOLIZAÇÃO DAS CARTAS

Segue a proposta de Crepani et al. (2001) para as classes de vulnerabilidade/estabilidade, conforme


se vê abaixo:

Cada uma dessas classes, especializada, os autores consideram como uma UNIDADE DE
PAISAGEM.

A simbolização pode ser feita diretamente na simbologia da camada, estabelecendo 21 classes


iguais em Banda simples falsa cor:

35
36

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