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Sintomas do HIV em Mulheres

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Escola Secundária de Muatala

Trabalho em grupo da Disciplina de Biologia


11ª Classe
Turma B4
7º grupo

Tema: HIV/ SIDA

Nampula
Abril de 2025
Escola Secundária de Muatala
Elementos do grupo:
Maria Mauricio Adelino; nº79
Méchaque Elocho Aoci; nº80
Miqueias Evaristo Tomas; nº81
Muanaiamo Mata; nº82
Mussa Fernando Andre; nº83
Natalia Lucio Viegas; nº84
Neid Faruk Sebastião; nº85
Neide Julia António; nº86
Nelson Adelino José; nº87
Nercia Juma Telmo; nº88
Neyma Tontoveia Raja; nº89
Nicodemos Nelson; nº90
Nilso da Sonia Mito. Nº91

Tema: HIV/ SIDA

O presente trabalho é de carácter avaliativo a ser


entregue ao docente da disciplina de Biologia
11ª classe, curso diurno.

Docente:
________________________

Abril de 2025

2
Índice:

Introdução………………………………………………………………………………..…….4

Conceito de HIV/Sida…………………………………………………………………...
……..5

Descoberta…………………………………………………………………..…………………6

Origem……………………………………………………………………………...………….8

Transmissão do HIV………………………………………………………….………………10

Formas de prevenção do HIV e combate à estigmatização…………………..


………………..11

Conclusão…………………………………………………………………………………….12

Bibliográfia……………………………………………………………………………...……13

3
Introdução:

SIDA significa síndrome de imunodeficiência adquirida. É um conjunto de sinais e de


sintomas que aparecem pela deficiência do sistema imunitário, que vai ficando com menos
capacidade de resposta ao longo da evolução da doença. Os sintomas do HIV podem ser
difíceis de identificar, e muitas pessoas não apresentam sintomas iniciais. Quando presentes,
os sintomas são semelhantes aos de uma gripe ou de viroses. Causador da aids, ataca o
sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. As síndrome da
imunodeficiência adquirida (SIDA ou AIDS — sigla em inglês) é definida quando a
contagem de células T CD4+ está abaixo de 200 células por μL de sangue ou pela ocorrência
de doenças específicas, em associação com uma infecção por HIV.

O trabalho está organizado do seguinte modo:

 Introdução;
 Desenvolvimento;
 Conclusão;
 Bibliográfia

4
SIDA

Síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA; em inglês: acquired immunodeficiency


syndrome, AIDS) é uma doença do sistema imunológico humano causada pelo vírus da
imunodeficiência humana (VIH; em inglês: human immunodeficiency virus, HIV). Durante a
infecção inicial, uma pessoa pode passar por um breve período doente, com sintomas
semelhantes aos da gripe. Normalmente isto é seguido por um período prolongado sem
qualquer outro sintoma. À medida que a doença progride, ela interfere mais e mais no sistema
imunológico, tornando a pessoa muito mais propensa a ter outros tipos de doenças, como
infecções oportunistas e câncer, que geralmente não afetam as pessoas com um sistema
imunológico saudável.
O HIV é transmitido principalmente através de relações sexuais sem o uso de preservativo
(incluindo sexo anal e, até mesmo, oral), transfusões de sangue contaminado, agulhas
hipodérmicas e de mãe para filho, durante a gravidez, o parto ou amamentação. Outros
fluidos corporais, como saliva e lágrimas, não transmitem o vírus. A prevenção da
contaminação pelo HIV, principalmente através de programas de sexo seguro e de troca de
agulhas, é uma estratégia fundamental para controlar a propagação da doença. Apesar de
ainda não existir uma cura definitiva ou uma vacina, o tratamento antirretroviral pode retardar
o desenvolvimento da doença e elevar a expectativa de vida do portador do vírus. Enquanto o
tratamento antirretroviral reduz o risco de morte e de complicações da doença, estes
medicamentos são de alto custo e estão associados a diversos efeitos colaterais. No entanto,
há três casos confirmados de pacientes que eliminaram o vírus do corpo após realizarem um
transplante de medula óssea, em que tiverem células-tronco implantadas em seu organismo
que vieram de um doador com uma mutação genética forneceu resistência ao HIV. Tal
procedimento, todavia, ainda é arriscado e complexo para ser aplicado a todos os
soropositivos.
A pesquisa genética indica que o HIV surgiu no centro-oeste da África durante o início do
século XX. A AIDS foi reconhecida pela primeira vez em 1981, pelo Centro de Controle e
Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, e a sua causa — o HIV — foi identificada
na primeira metade da década. Desde a sua descoberta, a AIDS causou a morte de
aproximadamente 30 milhões de pessoas (até 2009).[17] Em 2010, cerca de 34 milhões de

5
pessoas eram portadoras do vírus no mundo. A AIDS é considerada uma pandemia, um surto
de doença que está presente em uma grande área e que está se espalhando ativamente.
HIV/AIDS têm tido um grande impacto na sociedade contemporânea, tanto como uma
doença quanto como uma fonte de discriminação. A doença também tem impactos
econômicos significativos. Há muitos equívocos sobre o HIV/AIDS, tais como a crença de
que ela pode ser transmitida pelo contato casual não sexual. A doença também se tornou
sujeita a muitas controvérsias envolvendo as religiões, além de ter atraído a atenção médica e
política internacional (e um financiamento de larga escala) desde que foi identificada em
1980. Mais de 75 milhões de pessoas foram infectadas em todo o mundo até o final de 2019.
Aproximadamente 34,7 milhões de pessoas até 2020 morreram.
História

Descoberta:
A AIDS foi observada clinicamente pela primeira vez em 1981, nos Estados Unidos. Os
casos iniciais ocorreram em um grupo de usuários de drogas injetáveis e de homens
homossexuais que estavam com a imunidade comprometida sem motivo aparente. Eles
apresentavam sintomas de pneumonia pelo fungo Pneumocystis carinii (PCP), uma infecção
oportunista incomum até então, conhecida por ocorrer em pessoas com o sistema
imunológico muito debilitado. Pouco depois, um número inesperado de homens gays
desenvolveu um tipo de câncer de pele raro chamado sarcoma de Kaposi. Muitos mais casos
de PCP e de sarcoma de Kaposi surgiram, quando um alerta foi dado ao Centro de Controle e
Prevenção de Doenças (CDC), que enviou uma força-tarefa para acompanhar o surto.

Robert Gallo, codescobridor do HIV no início dos anos 1980 entre (da esquerda para a
direita) Sandra Eva, Sandra Colombini e Ersell Richardson.
Nos primeiros dias o CDC não tinha um nome oficial para a doença e referia-se a ela por

meio das condições clínicas associadas como, por exemplo, a linfadenopatia, chamando-a de

"linfadenopatia generalizada persistente". Eles também usavam "Sarcoma de Kaposi e

6
infecções oportunistas", nome pelo qual uma força-tarefa foi criada em 1981. Em

determinado momento, o CDC cunhou a frase "a doença dos 4 H's", uma vez que a síndrome

parecia afetar haitianos, homossexuais, hemofílicos e usuários de heroína. Na imprensa geral,

o termo "GRID", de gay-related immune deficiency (em tradução livre, "deficiência

imunológica relacionada aos gays"), tinha sido inventado. No entanto, depois de determinar

que a AIDS não estava restrita à comunidade homossexual, percebeu-se que o termo GRID

estava errado e a sigla AIDS, de acquired immunodeficiency syndrome (em português:

síndrome da imunodeficiência adquirida, SIDA), foi introduzida em uma reunião em julho de

1982. Em setembro daquele mesmo ano, o CDC começou a se referir à doença como AIDS.

Em 1983, dois grupos de pesquisa independentes liderados por Robert Gallo e Luc

Montagnier declararam que um novo retrovírus poderia ter infectado os pacientes com AIDS

e publicaram suas descobertas na mesma edição da revista Science. Gallo afirmou que o vírus

que seu grupo de pesquisa isolou de um paciente com AIDS tinha uma forma muito

semelhante a de outros vírus T-linfotrópicos, que sua equipe tinha sido a primeira a isolar. O

grupo de Gallo chamou o vírus recém isolado de HTLV-III. Ao mesmo tempo, o grupo de

Montagnier isolou um vírus a partir de um paciente que apresentava inchaço dos nódulos

linfáticos do pescoço e fraqueza física, dois sintomas característicos da AIDS. Contradizendo

o relatório do grupo de Gallo, Montagnier e seus colegas mostraram que as proteínas do

núcleo do vírus eram imunologicamente diferentes das do HTLV-I. O grupo de Montagnier

chamou o vírus que isolaram de lymphadenopathy-associated virus, LAV (em português:

"vírus associado à linfadenopatia"). Quando, em 1986, descobriu-se que estes dois vírus eram

o mesmo, LAV e HTLV-III foram renomeados para HIV, sigla em inglês de vírus da

imunodeficiência humana.

7
Origem:
Acredita-se que os vírus HIV-1 e HIV-2 tenham se originado em primatas no centro-oeste
africano e foram transferidos para os seres humanos no início do século XX. O HIV-1 parece
ter se originado no sul de Camarões através da evolução do SIV (cpz), o vírus da
imunodeficiência símia (SIV), que infecta os chimpanzés selvagens (o HIV-1 descende do
SIVcpz endêmico nas subespécies de chimpanzés Pan troglodytes troglodytes). O parente
mais próximo do HIV-2 é o SIV (smm), um vírus do Cercocebus atys atys, um macaco do
Velho Mundo que vive no litoral da África Ocidental (do sul do Senegal ao oeste da Costa do
Marfim). Os macacos do Novo Mundo, como o macaco-da-noite, são resistentes à infecção
pelo HIV-1, possivelmente devido a uma fusão genômica de dois genes com resistência viral.
Acredita-se que o HIV-1 tenha ultrapassado a barreira das espécies pelo menos em três
ocasiões diferentes, dando origem a três grupos de vírus (M, N e O).

Da esquerda para a direita:


Chlorocebus, a fonte do SIV; Cercocebus atys, a fonte do HIV-2 e um chimpanzé, a fonte do
HIV-1
Há evidência de que humanos que participavam de atividades com animais selvagens, como

caçadores ou vendedores de animais silvestres, se infectaram com o SIV. No entanto, o SIV é

um vírus fraco que, normalmente, é suprimido pelo sistema imunológico humano dentro de

poucas semanas após a infecção. Acredita-se que várias transmissões de pessoa para pessoa

desse vírus em rápida sucessão são necessárias para dar-lhe tempo suficiente para se

transformar no HIV. Além disso, devido a sua taxa de transmissão pessoa-a-pessoa

8
relativamente baixa, o SIV só pode se espalhar por toda a população na presença de um ou

mais canais de transmissão de alto risco, que eram ausentes na África antes do século XX.

Os canais de transmissão de alto risco específicos, que permitiram que o vírus se adaptasse

aos seres humanos e se espalhasse por toda a sociedade, dependem do calendário proposto

para a travessia de animais para humanos. Estudos genéticos do vírus sugerem que o

ancestral comum mais recente do grupo M do HIV-1 remonta ao ano de 1910. Os defensores

dessa data ligam a epidemia do HIV ao surgimento do colonialismo e do crescimento das

grandes cidades africanas coloniais, o que levou a diversas mudanças sociais, como um maior

grau de promiscuidade sexual, disseminação da prostituição e alta frequência de casos de

doenças genitais (como a sífilis) nas cidades coloniais nascentes. Embora as taxas de

transmissão do HIV durante a relação sexual vaginal sejam baixas em circunstâncias normais,

elas são muitas vezes aumentadas se um dos parceiros sofre de uma doença sexualmente

transmissível que cause úlceras genitais. No início do anos 1900, as cidades coloniais eram

notáveis por sua alta prevalência de prostituição e de casos de úlceras genitais. Em 1928, por

exemplo, acredita-se que em torno de 45% das mulheres residentes no leste de Quinxassa, no

Congo, eram prostitutas, e, em 1933, cerca de 15% de todos os moradores da mesma cidade

tinham sífilis.

Uma visão alternativa defende que práticas médicas inseguras na África após a Segunda
Guerra Mundial, como a reutilização de seringas não esterilizadas durante programas de
vacinação em massa, uso de antibióticos e de campanhas de tratamento anti-malária, foram os
vetores iniciais que permitiram que o vírus se espalhasse e se adaptasse aos seres humanos.
O caso mais antigo e bem documentado de HIV em humanos remonta a 1959, na República
Democrática do Congo. O vírus pode ter estado presente nos Estados Unidos desde 1966,
mas a grande maioria das infecções que ocorrem fora da África subsaariana (incluindo nos
Estados Unidos) podem ser rastreadas até um único indivíduo desconhecido que se infectou
com o HIV no Haiti e, em seguida, trouxe a infecção para os Estados Unidos por volta de
1969. A epidemia se espalhou rapidamente entre os grupos de alto risco (inicialmente em
homens que faziam sexo frequente com outros homens). Em 1978, a prevalência de HIV-1

9
entre homossexuais masculinos residentes de Nova Iorque e São Francisco era estimada em
5%, sugerindo que vários milhares de pessoas no país estavam infectadas.
Progressão e sintomas
Existem três fases principais da infecção pelo HIV: infecção aguda, latência clínica e AIDS.
Infecção aguda
Sintomas da infecção aguda por HIV (em inglês)
O período inicial após a contaminação pelo HIV é chamado de infecção aguda ou síndrome
retroviral aguda. Muitos indivíduos desenvolvem uma doença semelhante à gripe ou à
mononucleose entre duas e quatro semanas após a exposição ao vírus, enquanto outras
pessoas não têm sintomas significativos. Os sintomas ocorrem entre 40% e 90% dos casos e
geralmente incluem febre, inchaço dos gânglios linfáticos, inflamação de garganta (laringite
ou faringite), erupção cutânea, dor de cabeça e/ou feridas na boca e genitais. A erupção da
pele, que ocorre entre 20% e 50% dos casos, apresenta-se no tronco na forma de exantema
maculopapular. Algumas pessoas também desenvolvem infecções oportunistas nesta fase.
Sintomas gastrointestinais como náuseas, vômitos ou diarreia podem ocorrer, assim como
sintomas neurológicos de neuropatia periférica ou de síndrome de Guillain-Barré. A duração
dos sintomas varia, mas geralmente persistem por uma ou duas semanas.
Devido ao seu carácter não específico, estes sintomas frequentemente não são reconhecidos
como sinais de infecção por HIV. Mesmo os casos que são avaliados por um médico da
família ou por um hospital são muitas vezes diagnosticados como uma das muitas doenças
infecciosas comuns. Assim, recomenda-se que o HIV seja considerado em pacientes que
apresentem febre sem explicação aparente e que podem ter fatores de risco para a
contaminação .
Latência clínica
Os sintomas iniciais são seguidos por uma fase de latência clínica chamada de HIV
assintomático ou crônico. Sem tratamento, esta segunda fase da infecção por HIV pode durar
de três anos a mais de 20 anos (em média, cerca de oito anos). Embora geralmente não
apareçam sintomas no início, perto do final desta fase muitas pessoas sofrem com febre,
perda de peso, problemas gastrointestinais e dores musculares. Entre 50 e 70% das pessoas
também desenvolvem linfadenopatia generalizada persistente, caracterizada por um inchaço
inexplicado e indolor de mais de um grupo de gânglios linfáticos (exceto na virilha) por um
período de três a seis meses.

10
Transmição do HIV:

 O HIV está presente no sangue, sêmen, secreção vaginal e leite materno.


 A infecção pode ser transmitida por meio de sexo sem camisinha, ou de mãe para
filho durante a gestação, o parto ou a amamentação.

fins informativos. Para receber aconselhamento ou diagnóstico médico, consulte um


profissional. A IA generativa é experimental.

Para prevenir a transmissão do HIV e combater o estigma, é possível:

 Usar preservativos masculinos ou femininos em todas as relações sexuais


 Desmistificar o HIV, entendendo que as pessoas com HIV vivem vidas positivas com
o apoio adequado
 Promover a conscientização de que o HIV afeta a todos
 Criar ambientes favoráveis para engajar as pessoas em estratégias compartilhadas
 Utilizar métodos participativos para mudar normas, estereótipos e tabus
 Desenvolver intervenções com as diversas partes interessadas, como lideranças
religiosas e comunitárias, e o governo
 Garantir que as intervenções não aumentem involuntariamente o estigma e a
discriminação

O estigma relacionado ao HIV refere-se a crenças, atitudes e sentimentos negativos em


relação às pessoas com HIV.
Para reduzir o estigma, é importante:

 Desenvolver aspectos positivos em relação ao HIV


 Enfatizar que as pessoas com HIV podem viver vidas positivas
 Criar ambientes favoráveis
 Promover a coordenação entre as instâncias governamentais envolvidas no combate
ao HIV/SIDA
 Construir um clima positivo para anunciar o processo de mudança

O estigma pode ser reduzido das maneiras seguintes: Desenvolvendo aspectos positivos em
relação ao HIV; aumentando a conscientização de que o HIV afeta a todos - homens,
mulheres e crianças e enfatizando que com o apoio adequado as pessoas com HIV podem
viver vidas positivas.

11
O uso do preservativo, masculino ou feminino, em todas as relações sexuais (orais, anais
e vaginais) é o método mais eficaz para evitar a transmissão das Infecções
SexualmenteTransmissíveis (ISTs), do HIV/Aids e das hepatites virais B e C.

Conclusão:

Depois de uma série de pesquisas pode-se concluir com certeza que Os sintomas iniciais são
seguidos por uma fase de latência clínica chamada de HIV assintomático ou crônico. Sem
tratamento, esta segunda fase da infecção por HIV pode durar de três anos a mais de 20 anos
(em média, cerca de oito anos). Embora geralmente não apareçam sintomas no início, perto
do final desta fase muitas pessoas sofrem com febre, perda de peso, problemas
gastrointestinais e dores musculares. Entre 50 e 70% das pessoas também desenvolvem
linfadenopatia generalizada persistente, caracterizada por um inchaço inexplicado e indolor
de mais de um grupo de gânglios linfáticos (exceto na virilha) por um período de três a seis
meses.

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Bibliográfia:

Muller, Susann (2017), Biologia 11ª Classe, Texto Editores, Lda.-Moçambique

Livro de Biologia11ª , plural editores,

Internet, Google, Sites…[Link]. Toda Materia..

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