0% acharam este documento útil (0 voto)
8 visualizações84 páginas

Fundamentos de Redes de Computadores

Enviado por

eber.freitas
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
8 visualizações84 páginas

Fundamentos de Redes de Computadores

Enviado por

eber.freitas
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

Redes de Computadores

Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Aula 01

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Agenda
Comunicação Digital
Conceitos Básicos
Hardware
Protocolos
Os 4 elementos
Propriedades dos Meios Físicos
Classificação dos Meios Físicos
Alcance
Tipos

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Comunicação Digital

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Comunicação Digital

Por que a informação é digital ?

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Comunicação Digital

Por que a informação é digital ?

Migração na Representação da Informação

Informações Digitais e Binárias

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Conceitos Básicos
Hardware
Interfaces, cabos, equipamentos de comunicação;

Software
Regras e Procedimentos: protocolos de comunicação;
Linguagem, padronização.

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Os quatro elementos

Emissor Receptor

Meio Físico

Mensagem

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Os quatro elementos

• Emissor e Receptor
– Data Terminal Equipment
– Data Communications Equipment

(DTE) + (DCE)
Professor : Marco Antônio C. Câmara
Redes de Computadores

Os quatro elementos

O meio físico
Velocidade de Propagação
Taxa de Sinalização
Taxa de Transferência

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Velocidade de Propagação

Grandes distâncias: satélites;


“Comprimento” do bit
Qual a distância percorrida por um bit durante a sua
existência?
Rede de 100Mbps:
1 bit dura 1 / 100.000.000 segundo = 10ns
2/3 de “c”: 200.000Km/s
1 bit “ocupa" 2m de cabo.

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Taxa de Sinalização
Sinais sofrem “resistência” (na verdade impedância) ao
passar por um meio físico;
A impedância aumenta com a frequência do sinal;
A quantidade de informação tipicamente aumenta com a
frequência;
Meios físicos “melhores" suportam maior taxa de
sinalização, e por consequência, transmitem “mais dados”
no mesmo tempo.

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Taxa de Transferência
Representa a quantidade de dados transferida por unidade de
tempo (normalmente é o que interessa…);
É função também das características físicas, mas é MUITO
influenciada pela tecnologia de codificação;
Tx[bps]=Tx[Hz] x log2n. “n" é o número de estados por ciclo

A BER (Bit Error Rate) indica a razão entre bits recebidos


com erro e a quantidade total de bits transmitidos
BER cresce exponencialmente com o crescimento de “n"

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Aula 02

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Classificação de Meios Físicos


Alcance e Performance?
Cuidado com as classificações ...
Que tal usar a propriedade sobre o meio físico como delimitador ?
LANs - Redes de Área Local (Local Area Networks)
WANs - Redes de Área Estendida (Wide …)
MANs - Redes de Área Metropolitana (Metropolitan …)

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

UTP (Unshielded Twisted Pair)


Par Trançado
Cabos
STP (Shielded Twisted Pair)
Meios Elétricos
Coaxial
Delimitados
(cabos) Cabos Multimodo (MM)
Óticos
(fibras óticas) Monomodo (SM)
Redes para Periféricos; ex: IRDA
Óticos
Meios não
WLAN; ex: FSO
Delimitados
(wireless) Redes para Periféricos; ex: Bluetooth
Eletromagnéticos
WLAN; ex: Wi-Fi
WMAN; ex: Wi-Max

Professor : Marco Antônio C. Câmara WWAN; [Link] Celulares; Satélites; Rádio


Tipos de Processamento Redes de Computadores

O conceito de “Tempo de Resposta"


Processamento em Lote
Processamento “on-line”
Processamento em “Tempo Real"

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Class. das Transmissões Redes de Computadores

Quanto ao Sentido do Fluxo


Simplex
Half-Duplex
Full-Duplex

Quanto ao formato
Síncrona
Assíncrona

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Codificação de Dados Redes de Computadores

As informações precisam ser codificadas para


transporte em sinais elétricos, óticos ou
eletromagnéticos;
Para isto usamos a modulação, ou a codificação
banda-base
– Na modulação, senóides têm suas propriedades alteradas para
codificar os dados;
– Na codificação banda-base, os bits são inseridos diretamente
no meio físico, utilizando formatos específicos baseados em
valor ou transição de valores.

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Codificação de Dados Redes de Computadores

As informações precisam ser codificadas para


transporte em sinais elétricos, óticos ou
eletromagnéticos;
Para isto usamos a modulação, ou a codificação
banda-base
– Na modulação, senóides têm suas propriedades alteradas para
codificar os dados;
– Na codificação banda-base, os bits são inseridos diretamente
no meio físico, utilizando formatos específicos baseados em
valor ou transição de valores.

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Por que a Senóide? Redes de Computadores

O sinal senoidal é uma oscilação pura, Tensão


ou seja, ocorre naturalmente. Se
fizermos um corpo vibrar, um
pêndulo balançar ou um circuito
eletrônico entrar em oscilação, a
representação desta oscilação sempre
será uma senóide;
tempo
Os sons puros têm formas de ondas
senoidais como, por exemplo, o
produzido por um diapasão, usado na
afinação de instrumentos;
No domínio da frequência, uma senóide é composta em apenas UMA
frequência, também chamada de fundamental. Sinais não senoidais são
compostos por diversas frequências, também chamadas de harmônicas.

Fonte: ART4103, Newton C. Braga


Professor : Marco Antônio C. Câmara
Modulação Redes de Computadores

Uma senóide possui 3


Tensão
propriedades que a tornam
inequívoca:
– Amplitude;
– Frequência ou Período;
– Fase. tempo

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Modulação Redes de Computadores

Uma senóide possui 3


Tensão
propriedades que a tornam
inequívoca:

amplitude
– Amplitude;
– Frequência ou Período;
– Fase. tempo

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Modulação Redes de Computadores

Uma senóide possui 3


Tensão
propriedades que a tornam
inequívoca:
– Amplitude;
– Frequência ou Período;
– Fase. tempo

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Modulação Redes de Computadores

Uma senóide possui 3


Tensão
propriedades que a tornam
inequívoca:
– Amplitude;
– Frequência ou Período;
– Fase. tempo

Periodo, ou
1
frequência)

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Modulação Redes de Computadores

Uma senóide possui 3


Tensão
propriedades que a tornam
inequívoca:
– Amplitude;
– Frequência ou Período;
– Fase. tempo

Fase

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Modulação Redes de Computadores

Uma senóide possui 3


Tensão
propriedades que a tornam
inequívoca:
– Amplitude;
– Frequência ou Período;
– Fase. tempo

Fase

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Modulação de Amplitude Redes de Computadores

Portadora →

Informação → 1 1 0 0 0 0 1 1 1 1

Sinal Modulado →

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Codificação Banda-Base Redes de Computadores

NRZ (Non Return to Zero): parece o


mais óbvio, mas tem problemas
graves de sincronismo de clock;
RZ (Return to Zero): um dos
primeiros a usar a transição, e não o
valor do sinal para identificar o
símbolo;
NRZI: transição para bits iguais a 1;
Manchester: transições tanto para 1
quanto para 0, o que promove ao
menos uma transição por bit,
facilitando o sincronismo de clock.

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Senóide após modulação Redes de Computadores

Ao codificar, perdemos a “pureza" da senoide;


Ocorrerá resistência à passagem dos sinais,
gerando distorção ou no mínimo atenuação;
Como analisar o comportamento do sinal?
– Distorção esperada?
– Alcance máximo com distorção e atenuação limitada?
– Limite desejável de frequência?

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Análise de Sinais Redes de Computadores

Jean-Baptiste Joseph Fourier


21/03/1768 - 16/03/1830

Matemático e Físico Francês;


Celebrado pelo estudo de séries de
funções trigonométricas convergentes;
Estudou os problemas de condução do
calor, e descobriu o efeito estufa.

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores
Transformada de Fourier

Nas redes de comunicação, e em diversas outras aplicações de análise de dados,


a Transformada de Fourier é uma ferramenta fundamental:

Esta equação deve ser aplicada de forma específica para cada função periódica
analisada. No nosso caso, vamos considerar como exemplo uma onda quadrada
típica das comunicações entre sistemas computacionais:

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores
Transformada de Fourier

Após a resolução da equação para esta onda quadrada, temos a


seguinte série:


a 1
2 ∑
f(t) = + * sen(n * x) , onde:
n=1
n

"a" é a amplitude da onda


“n" está incluído no conjunto de números naturais inteiros
A senoide representada pelo primeiro elemento da série é chamada de “fundamental”,
enquanto que as demais são chamadas de "harmônicas"

Como é impossível incluir infinitas harmônicas, o somatório não será


completo, gerando ondas quadradas distorcidas.

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Codificação Banda-base (ethernet) Redes de Computadores

Osciloscópio

Cabo de rede (exposto)

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Codificação Banda-base (ethernet) Redes de Computadores

Osciloscópio

Par Laranja
(Tx)

Cabo de rede (exposto)

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Codificação Banda-base (ethernet) Redes de Computadores

Osciloscópio

Ponta de Prova Par Laranja


(Osciloscópio) (Tx)

Cabo de rede (exposto)

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Codificação Banda-base (ethernet) Redes de Computadores

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Ethernet 10BaseT - Manchester Redes de Computadores

No meio físico, o protocolo estabelece a utilização da


codificação Manchester;
Apenas os pares laranja e verde transmitem sinais
Laranja - Tx; Verde - Rx
Apenas o par laranja foi monitorado (f < 10 MHz);
Como o sinal possui aproximadamente a mesma área ocupada
dos dois lados do eixo dos ‘x’, o nível DC é constante no sinal.
Diante da ocorrência de colisões, o nível DC sobe;
O sinal, originalmente quadrado, é afetado pela impedância do
meio físico, perdendo harmônicas, e ficando "mais
arredondado”.

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Ethernet 10BaseT - Manchester Redes de Computadores

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Ethernet 10BaseT - Manchester Redes de Computadores

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Ethernet 10BaseT - Manchester Redes de Computadores

0100 0010 = 66 (“B") 0100 1000 = 72 (“H”)

0 1 0 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 1 0 0 1 0

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Codificação Banda-base (Fast ethernet) Redes de Computadores

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Ethernet 100BaseTx - 4B5B e MLT-3 Redes de Computadores

Novamente apenas os pares laranja e verde transmitem sinais


Laranja - Tx; Verde - Rx
A codificação passa por 3 fases:
Na fase 1, os dados são convertidos segundo a tabela 4B5B para
evitar perda de sincronismo em longas sequências de zeros;
Na fase 2, os dados são “misturados" para minimizar a emissão de RF
(2 transmissões dos mesmos dados foram diferentes sequências);
Na fase 3, os dados são codificados utilizando MLT-3, para reduzir a
frequência base do sinal codificado (< 31,25 MHz);
Este método praticamente inviabiliza a decodificação manual.
Novamente o sinal, originalmente quadrado, é "arredondado”.

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Ethernet 100BaseTx - 4B5B Redes de Computadores

Garante que pelo menos dois bits


serão iguais a 1, para evitar
problemas de sincronismo
causados por longas sequencias de
zeros;
Implica em aumento da taxa de
dados de 100Mbps para 125Mbps:
10 ns por bit -> 8 ns por bit;
Como são usados apenas metade
dos códigos com boa densidade de
transições, alguns são reservados
para indicar status específicos;
Demais códigos são considerados
inválidos (erros de comunicação).

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Cod. Banda-base (Gigabit ethernet) Redes de Computadores

Professor : Marco Antônio C. Câmara


1000BaseT - 4D/PAM5, [Link]çada Redes de Computadores

Agora usamos os 4 pares, ou seja, é impossível “ver" os


dados em apenas um sinal, nem mesmo para transmissão
isolada:
O sinal na tela não pode ser decodificado !

Agora são 4 fases, que envolvem duas fases em que os


dados são “misturados”;
A codificação é convolucional, o que foge dos objetivos de
nossa disciplina;
O troço é complexo !

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Ethernet sobre Fibra Ótica Redes de Computadores

Dados são tipicamente convertidos por uma estratégia


8B10B;
Fisicamente se utiliza o NRZI, que na prática implica em
pulsos de luz (on-off).

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Unidades de Medida Redes de Computadores

Taxa de Transferência
[bps] - bits por segundo

Relação de Potências
Unidade comparativa (similar ao %)
Variação não linear

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Relação de Potências Redes de Computadores

Ao atravessar um sistema, um sinal pode sofrer


variações em sua potência:
Amplificação = aumento na potência
Resposta Plana = mantém a potência
Atenuação = perda de potência

>1 Amplificação
Pe Ps Ps
=1 Resposta Plana
Pe
<1 Atenuação
Professor : Marco Antônio C. Câmara
Relação de Potências Redes de Computadores

Ps Ps Ps
(linear) log (log) 10 log (log corr.)
Pe Pe Pe
% Bell decibel (dB)

Relação linear não representa a natureza;


Representação com LOG gera números fracionários;
Representação com 10 LOG é mais interessante

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Valores na prática Redes de Computadores

Números Positivos: ganho;


Zero: Resposta Plana (log 1 = 0);
Números Negativos: atenuação.

Se denominador for fixo e igual a 1mW, temos


o dBm, usado para medir potências.

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Aula 03

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Definição de Rede

Computadores autônomos
Capacidade própria de processamento
Foge da arquitetura mestre-escravo

Interligação
Uso do meio físico para troca de mensagens

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Estruturas das Redes


host

Rede x Subrede; host

IMP ou PoP (Point of host IMP

Presence); IMP
sub-rede
IMP
host
IMP IMP

host host

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Tipos de subredes

Difusão (broadcasting)
Comuns em LANs
Vantagens e desvantagens
Ponto a ponto
Comuns em WANs

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Topologias Físicas

Estrela
Barramento
Anel
Mista

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Topologias Físicas

• Estrela
– Primeiro modelo
– Independência quanto ao meio físico
• Barramento
• Anel
• Mista

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Estrelas Hierárquicas

Mais de um nível
Em LANs, aceitam-se 2 ou 3 níveis
Recomendo apenas 2 níveis !
Como é a organização onde você estagia ou
trabalha?
Consegue fazer um desenho?

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Topologias Físicas

• Estrela
• Barramento
– Simplicidade para broadcasting
– Dependência quanto ao meio físico
• Anel
• Mista

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Topologias Físicas

• Estrela
• Barramento
• Anel
– Circulação das mensagens
– Autorização para transmissão
• Mista

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Topologias Físicas

• Estrela
• Barramento
• Anel
• Mista
– Implementação típica em projetos
– Comum na interligação entre redes heterogêneas

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Aula 04

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Modelos em Camadas
• Sistema Aberto X Fechado
– O exemplo do automóvel
– A informática ERA um sistema fechado !
• Sistema Aberto ⇒ Padronização
• Divisão dos padrões (protocolos)
em camadas simplifica bastante !
– Cada camada oferece serviços à sua vizinha
superior ...
– Responsabilidades são divididas ...
– Trocar uma camada é possível !
Professor : Marco Antônio C. Câmara
Redes de Computadores

Modelos em Camadas : Exemplo Clássico

Assessor Assessor
Jurídico Jurídico
Tradutor Tradutor
Portador Portador

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

O modelo OSI
• Sete camadas. Porque ?
– Redução do tráfego entre as camadas;
Application
– Funções inequívocas;
Presentation – Compatibilidade com os padrões de mercado.
Session • Comunicação Virtual entre camadas
semelhantes;
Transport
• Inserção de Cabeçalhos;
Network
• Questões de Projeto ?
Data Link • Funções de cada camada ?
Physical

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

O modelo OSI - Questões Projeto


• Estabelecimento de Conexões;
• Encerramento de Conexões;
Application
• Endereçamento;
Presentation
• Estabelecimento de Canais Lógicos;
Session • Controle de Erros;
Transport • Controle de Tamanho;
Network • Controle de Fluxo;
Data Link • Ordenação;
• Multiplexação / Demultiplexação;
Physical
• Escolha da Rota.
Professor : Marco Antônio C. Câmara
Redes de Computadores

O modelo OSI - Questões Projeto


• Estabelecimento de Conexões
– Alguns processos de comunicação exigem uma
Application preparação prévia antes da troca de
informações;
Presentation
– Ex: uma ligação telefônica.
Session – Estabelecer uma conexão exige reserva de
Transport recursos, troca de identificadores etc.

Network
Data Link
Physical

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

O modelo OSI - Questões Projeto


• Estabelecimento de Conexões;
• Encerramento de Conexões
Application
– Aparentemente simples, o encerramento de
Presentation conexões envolve a “devolução” de recursos, o
que pode ser inclusive mais complexo do que a
Session reserva dos mesmos.
Transport
Network
Data Link
Physical

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

O modelo OSI - Questões Projeto


• Estabelecimento de Conexões;
• Encerramento de Conexões;
Application
• Endereçamento
Presentation – O envio de informações pode ser feito em
Session formato unicast, multicast ou broadcast;
– Cada formato, com exceção do broadcast, exige
Transport um endereçamento específico;
Network – Alguns endereços envolvem rotas e
classificações de abrangência.
Data Link
Physical

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

O modelo OSI - Questões Projeto


• Estabelecimento de Conexões;
• Encerramento de Conexões;
Application
• Endereçamento;
Presentation
• Estabelecimento de Canais Lógicos
Session – É muito comum termos diversos fluxos
simultâneos em um determinado canal de
Transport
comunicação (físico ou lógico);
Network – Em alguns casos, alguns fluxos precisam ser
tratados de forma diferenciada.
Data Link
Physical

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

O modelo OSI - Questões Projeto


• Encerramento de Conexões;
• Endereçamento;
Application
• Estabelecimento de Canais Lógicos;
Presentation
• Controle de Erros
Session – Erros ocorrem em qualquer sistema de
comunicação. A depender da aplicação, eles
Transport
podem ser tratados de forma diferente:
Network • Desprezo
• Identificação e Contagem
Data Link • Re-transmissão
• Correção
Physical

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

O modelo OSI - Questões Projeto


• Endereçamento;
• Estabelecimento de Canais Lógicos;
Application
• Controle de Erros;
Presentation
• Controle de Tamanho
Session – Determinados canais de comunicação
estabelecem tamanhos máximos e mínimos em
Transport
seus protocolos, o que nem sempre é adequado
Network ao tráfego das informações em seu formato
bruto
Data Link • Segmentação ou agregação?

Physical – Nos casos de segmentação, por exemplo, será


preciso recuperar o formato original.

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

O modelo OSI - Questões Projeto


• Estabelecimento de Canais Lógicos;
• Controle de Erros;
Application
• Controle de Tamanho;
Presentation
• Controle de Fluxo
Session – Muitas vezes a performance do transmissor não
corresponde à capacidade do receptor de
Transport
interpretar os dados recebidos;
Network – Outra situação é a disputa entre mais de um
transmissor pelo meio físico compartilhado.
Data Link
Physical

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

O modelo OSI - Questões Projeto


• Controle de Erros;
• Controle de Tamanho;
Application
• Controle de Fluxo;
Presentation
• Ordenação
Session – Durante os fluxos de segmentos de dados,
muitas vezes a ordem de entrega é alterada por
Transport
conta do uso de múltiplos caminhos, ou pela re-
Network transmissão por tratamento de erros;
– Muitos protocolos precisam implementar
Data Link alguma forma de ordenar os dados transmitidos
Physical de forma que eles possam ser recuperados em
sua ordem original pelo receptor.

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

O modelo OSI - Questões Projeto


• Controle de Tamanho;
• Controle de Fluxo;
Application
• Ordenação;
Presentation
• Multiplexação / Demultiplexação
Session – Similar aos Canais Lógicos, o MUX/DEMUX
tem como principal diferença não associar
Transport
parâmetros diferentes aos fluxos que
Network compartilham o canal de comunicação;
– A implementação de MUX/DEMUX já foi
Data Link muito comum no passado, mas vem sendo
Physical abandonada.

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

O modelo OSI - Questões Projeto


• Controle de Fluxo;
• Ordenação;
Application
• Multiplexação / Demultiplexação;
Presentation
• Escolha da Rota
Session – Entre dois pontos, podem existir diferentes
caminhos, cada qual com suas características
Transport específicas relacionadas a:
Network • Segurança;
• Confiabilidade;
Data Link • Performance;
• Custo.
Physical – Cabe aos protocolos de rota definir o melhor
caminho entre as opções disponíveis.
Professor : Marco Antônio C. Câmara
Redes de Computadores

O modelo OSI - Funções Camadas


• Física (Physical)
– Determina interfaces mecânica, elétrica e
Application tempos;
Presentation – É a camada onde efetivamente ocorre a
comunicação entre emissor e receptor;
Session – Domínio do cabeamento estruturado,
Transport engenharia elétrica;
– Ex. : Repetidor, HUB, Transceptores;
Network – Unidade de dados : BIT.
Data Link
Physical

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

O modelo OSI - Funções Camadas


• Enlace (Data Link)
– Transforma a camada física em um ambiente
Application livre de erros;
Presentation – Delimita e estabelece campos
• Delimitadores por padrão físico, tamanho ou
Session codificação (c/ misturadores)

Transport – Delgada nas redes mais modernas;


– Subdividida nas redes IEEE802 (LLC e MAC);
Network – Controle de fluxo;
Data Link – Ex. Placa de Rede, bridge, switch
convencional;
Physical
– Unidade de dados : QUADRO (frame).

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

O modelo OSI - Funções Camadas


• Rede (Network)
– É a camada da interligação entre “padrões de
Application rede” diferentes;
Presentation – Controle de operação e contabilização de
recursos;
Session – Delgada nas redes locais;
Transport – Ex. : Roteadores, switches de camada 3, IP;
– Unidade de dados : PACOTE.
Network
Data Link
Physical

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

O modelo OSI - Funções Camadas


• Transporte
– Primeira camada fim a fim !
Application – Estabelece qualidade de serviço (QoS);
Presentation – Estabelecimento conexões & multiplexação;
– Ex. : Gateways, TCP, UDP;
Session
– Unidade de dados : segmento, mensagem ?
Transport
Network
Data Link
Physical

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

O modelo OSI - Funções Camadas


• Sessão (Session)
– Estabelece uma conexão de alto nível;
Application – Determina pontos de checagem intermediária;
Presentation – Controle de fluxo;
– Sincronização.
Session
Transport
Network
Data Link
Physical

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

O modelo OSI - Funções Camadas


• Apresentação (Presentation)
– Não está relacionada à comunicação em si;
Application – Sintaxe e semântica;
Presentation – Criptografia, compactação;
– Estruturas de dados.
Session
Transport
Network
Data Link
Physical

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

O modelo OSI - Funções Camadas


• Aplicação (Aplication)
– Aplicações associadas à comunicação de
Application dados :
• Telnet
Presentation
• Serviços de Diretório
Session • Correio eletrônico
Transport – Serviços de Sistemas Operacionais de Rede
• Serviços de Arquivo & FTP
Network • WEB Server, WEB cache etc
Data Link
Physical

Professor : Marco Antônio C. Câmara


Redes de Computadores

Fim da 1ª Unidade

Professor : Marco Antônio C. Câmara

Você também pode gostar