0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações2 páginas

Rinite Alérgica e Rinossinusites: Diagnóstico e Tratamento

resumo sobre ivas

Enviado por

ferreiralicek
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
3 visualizações2 páginas

Rinite Alérgica e Rinossinusites: Diagnóstico e Tratamento

resumo sobre ivas

Enviado por

ferreiralicek
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

IVAS

●​ Exames de imagem: sem aplicação no diagnóstico


Rinite alérgica…………………………………………………………………………………..
de rinite alérgica.
●​ É a inflamação da mucosa nasal mediada por IgE ●​ Prick test (sensibilidade e especificidade de 80%)
resultante da exposição alergênica em um e pesquisa de IgE.
indivíduo sensibilizado. ○​ Principais testes no auxílio diagnóstico.
●​ Acomete 30% dos adultos.
Diagnóstico
Fatores de risco
●​ Essencialmente clínico: história compatível
●​ Genética corroborada por testes alérgicos.
●​ Exposição neonatal a alérgenos ●​ Diagnósticos diferenciais:
●​ Alergia alimentar ○​ Rinite induzida por drogas (IECA, cocaína,
●​ Exposição à poluição inibidores da fosfodiesterase).
●​ Tabagismo ○​ Rinite medicamentosa ou rebote (uso
prolongado de descongestionantes
Fisiopatologia nasais).
○​ Rinite ocupacional.
●​ Exposição → alérgeno é fagocitado → ○​ Rinite química (exposição a material de
apresentação ao linfócito T helper limpeza ou cloro de piscinas).
●​ Produção de interleucinas: IL-4, IL-5, IL-3 ○​ Induzida por fumaça.

Quadro clínico Tratamento

●​ Minutos após a exposição alergênica: ●​ Controle da exposição alergênica (reduzir a carga


○​ prurido nasal, rinorreia, congestão nasal. total de produção de IgE e a sensibilização
●​ 4-6h após a exposição: alergênica → diminuindo a intensidade dos
○​ hiposmia ou anosmia, congestão nasal sintomas).
mantida, aumento na produção de muco.
●​ Maior risco de desenvolvimento de asma → Medicamentos:
indagar sintomas respiratórios: dispneia,
sibilância e tosse. ●​ Anti-histamínicos – 1ª linha: fexofenadina,
levocetirizina, cetirizina, desloratadina, loratadina,

Classificação bilastina (menos efeitos centrais como sedação).


●​ Corticoides intranasais: budesonida, fluticasona,
●​ Rinite alérgica intermitente: sintomas < 4 mometasona.
dias/semana ou < 4 semanas consecutivas. ●​ Cromonas – drogas de 2ª linha: cromoglicato
●​ Rinite alérgica persistente: sintomas > 4 dissódico tópico nasal.
dias/semana ou > 4 semanas consecutivas. ●​ Antileucotrienos: montelucaste.
●​ Rinite alérgica moderada/grave: apresenta uma ●​ Corticoides sistêmicos: uso em agudizações com
das condições: distúrbios do sono, redução da sintomas intensos, por curta duração para rápido
performance laboral ou atividades do dia a dia, ou controle sintomático.
sintomas incapacitantes. ●​ Imunoterapia – casos específicos (vacinas –
doses do agente causador da alergia).
Exame físico: ●​ Omalizumabe: anticorpo anti-IgE.

●​ Normal
●​ Respiração bucal, edema periorbitário, Rinossinusites agudas……………………………………………………………………
descoloração enegrecida de pálpebras inferiores,
●​ Inflamação da cavidade nasal e seios paranasais:
globus faríngeo.
○​ Aguda: sintomas < 4 semanas
○​ Subaguda: sintomas entre 4 e 12
Exames complementares
semanas
●​ Rinoscopia: mucosa hiperemiada e edemaciada, ○​ Crônica: > 12 semanas
hipertrofia de cornetos e rinorreia. ○​ Recorrente: ≥ 4 episódios/ano
●​ Rinossinusite viral aguda ou resfriado comum é a Exame físico:
principal causa de rinossinusite aguda não
complicada. ●​ Eritema e edema local, dor à palpação/percussão
●​ Principais agentes: rinovírus, adenovírus, na região dos seios da face.
influenza e parainfluenza.
Exames complementares
Rinossinusite aguda viral………………………………………………………………
●​ Rinoscopia anterior.
Quadro clínico: ●​ Imagem: não há indicação na rinossinusite aguda
bacteriana não complicada.
●​ Evolução autolimitada, não se estendendo por ●​ TC de seios paranasais: pode evidenciar edema
mais de 10 dias. de mucosa, nível hidroaéreo nos seios paranasais.
●​ Sintomas: congestão nasal, rinorreia, dor facial, ●​ Sintomas costumam ter maior duração em relação
halitose, plenitude auricular e cefaleia. Pode às rinossinusites virais (> 10 dias).
apresentar febre e mialgia.
Rinossinusite aguda bacteriana complicada………………………….
Tratamento:
●​ Celulite periorbitária/orbitária.
●​ Resolução espontânea. ●​ Osteomielite dos ossos dos seios da face.
●​ Sintomáticos: lavagem nasal, spray nasal ●​ Meningite.
glicocorticoide, anti-histamínicos e ●​ Abscesso intracraniano (cefaleia, convulsão,
descongestionantes sistêmicos. déficit motor).
●​ Sintomas > 10 dias: coinfecção bacteriana. ●​ Trombose séptica do seio cavernoso (ptose
bilateral, oftalmoplegia, cefaleia e alteração do
Rinossinusite aguda bacteriana…………………………………………………. nível de consciência).

●​ Corresponde a 0,5-2% dos casos de sinusite → Extensão da infecção para tecidos circunjacentes à
aguda. cavidade nasal e seios paranasais.
●​ Maior prevalência no sexo feminino.
Tratamento
Fisiopatologia:
●​ Antibióticos – 1ª escolha:
●​ Ocorre como complicação das rinossinusites
○​ Amoxicilina (sem fator de risco).
virais ou alérgicas.
○​ Amoxicilina com clavulanato.
○​ Alérgicos a penicilina: levofloxacino,
Agentes mais comuns:
moxifloxacino ou doxiciclina.
●​ Streptococcus pneumoniae ●​ Corticoides sistêmicos (ex.: prednisona 20 mg 1 cp
●​ Haemophilus influenzae ao dia por 5 dias – em caso de sintomas mais
●​ Moraxella catarrhalis intensos).
●​ Antipiréticos, analgésicos, anti-histamínicos orais,
Classificação lavagem nasal, glicocorticóides tópicos.​

●​ Aguda bacteriana não complicada.


●​ Aguda bacteriana complicada (a doença se
estende para tecidos além dos seios paranasais).

Quadro clínico

●​ Congestão nasal, descarga nasal mucopurulenta,


desconforto em dentição maxilar, dor facial,
pressão facial de evolução aguda e/ou febre.
●​ Observação: em crianças o sintoma cardinal é a
tosse.

Você também pode gostar