História das religiões
O Candomblé
Perspectiva histórico - comparativa
Introdução
O Candomblé - religião brasileira
Herança cultural, religiosa, histórica e filosófica dos
povos africanos
Escravização de africanos pelos portugueses
Forma de resistência e preservação cultural e
religiosa.
Articulação com a abordagem
histórico-comparativa
Pettazzoni
Candomblé: Natureza humana
Candomblé: Natureza cultural dos fenômenos religiosos
Pressupostos Metodológicos
Escolas Etnológicas
Escolas Antropológicas.
Diáspora Africana e a Tradição
Religiosa dos Candomblés
História do Brasil e a escravização de povos africanos
A natureza violenta e desumana da diáspora
Retirada forçada dos territórios africanos
Condições precárias nos navios negreiros
O legado da ancestralidade e o processo da cultura negra no Brasil
Tradição religiosa - enfrentamento ao sofrimento imposto pela escravização
Preservação de práticas e cosmovisões africanas
Legado Africano na Formação Brasileira
Influência da cultura: Culinária, Vestimentas, Música, Dança, Religião, etc.
Oxum (Orixá da dança)
Constituição do povo brasileiro: Africanos, Indígenas e Europeus
História do Candomblé no Brasil
Grupos Escravizados:
1533 - oriundos da Guiné (ciclo da cana-de-açúcar)
Sudaneses, Guineano-Sudaneses Muçulmanos e Bantos
Povos que contribuíram para o Candomblé:
Bantos (Angola, Congo, Guiné)
Fons (Benim), Ewes (Togo) Xangô (Orixá do Fogo)
Iorubás (Nigéria - Ilexá, Oyó, Ketu)
Ashantis e Minas (Gana)
Culto aos Orixás:
Iemanjá (Orixá da Agua)
Forças da natureza: Terra, Fogo, Água e Ar
Manifestação através da incorporação em cerimônias
Genese do Candomblé
Provável Origem
Provável origem Bantu - “Candombe” = dança/batuque
Evolução: de festas/reuniões de escravizados para liturgias religiosas
Crescimento do Candomblé no Brasil
Adaptação humana e religiosa
Influência da natureza exuberante e diversificada
Sincretismo (Catolicismo)
Desenvolvimento de ritos específicos e identidade própria
Influência na moralidade e no cotidiano dos praticantes
As nações do Candomblé e suas
Divindades
Herança Africana
Adaptação ao Brasil - Segmentos autônomos
Bantu: Inquices, Bacuraus
Iorubá: Orixás, Ancestralidade
Fon: Voduns
A Influência Iorubá (Nagô)
Chegada em grande número
Trouxeram Orixás, rituais, língua, costumes
Designação Nagô para a “grande nação” - Ketu, Ijexá, Oyó, Efan, etc.
Enriquecimento significativo do Candomblé
Exú (Orixá da Primordial
/ Um mensageiro)
A nação Iorubá
Candomblé como Simbolo de resistência
- Um quilombo -
A resistência na periferia
Lidar com os problemas da vida real
Camdomblé dá dignidade
Terreiro é um estado dentro de um estado
Questão social nas quebradas:
Trabalhando pelos que passam fome, dando proficionalização.
Trabalho indiferente a cor, religião, sexualiade etc.
Lidando com suas vestimentas, proibidas na sociedade (Perseguição a
crianças)
Lidando com a demonização do afrobrasileiro
Ameaças por parte de cristãos, sobretudo.
Lidando com o estado: Estado laico, mas com um cristianismo velado
Raizes do problema
Racismo religioso
Preconceito com África
Preconceito com negros
Preconceito com a religiosidade
Trabalhos de combate:
Levando os terreiros (caráter celebrativo) para as escolas
através da música
Concientização
Serviço culinário: ensinando comidas típicas
Diálogo interreligioso (Necessidade para defender a paz)
Perspectiva Histórico-Comparativa
- Pettazzoni -
Natureza humana e cultural dos fatos religiosos
Comparação baseada em pressupostos antropológicos
e etnológicos
Historicidade dos fenômenos religiosos - “cada
phainómenon é um genómenon”
Considerações Finais
Mateus Virissimo de Oliveira
Gilliard dos Santos Passos
Evandro Gomes