Formação em Bioreprogramação 2015
Formação em Bioreprogramação 2015
BIOREPROGRAMAÇÃO 2015
MÓDULO 1
AGRADECIMENTO
APRENDER
VIVER
PRATICAR E
ENSINAR A BIOREPROGRAMAÇÃO É FAZER HUMANIDADE.
Página 2
A BIOREPROGRAMAÇÃO É UM PRESENTE
Página 3
AGRADECIMENTO 2
1. O QUÊ O QUE É A BIOREPROGRAMAÇÃO? __________________________________________ 5
SÍNTESIS DE MODELOS ATÉ A BIOREPROGRAMAÇÃO __________________________ 8
3. O QUE SOMOS? __ 10
4. LA MENTE15
5. SER TERAPEUTA19
CADA UM TEM SUA MANEIRA DE ESTAR NO MUNDO ___________________________ 23
7. SENTIDO BIOLÓGICO DA DOENÇA24
8. DOS LÓGICAS COHABITAM EM NÓS _____________________________________ 30
9. RESENTIR E ACONTECIMENTO E SENTIDO DADO _________________________________ 32
10. OS RESENTIRES36
11. CAMINHO DO RESSENTIR_ 39
12. NÍVEIS DE SOMATIZAÇÃO POSSÍVEIS _ 43
DIFERENTES MODOS DE DESENCADENAMENTO DE UMA ENFERMIDADE _____________ 45
14. EL BIO-SHOCK _ 50
15 CRITÉRIOS DO BIOSHOCK51
ESQUEMA BIOSHOCK COM NOÇÃO DE ESTRESSE E INTENSIDADE______________________ 57
17. LA LATERALIDADE_ 63
18. RAÍL _ 63
19. OS SENTIMENTOS. DEFINIÇÕES E QUALIDADES ______________________________ 64
20. EMOÇÃO PRIMÁRIA, SECUNDÁRIA E TRANSGENERACIONAL ______________________ 81
21. DESCOBERTAS DE MARC FRÉCHET_ 84
22. CICLOS BIOLÓGICOS CELULARES MEMORIZADOS_ 84
23. RANGOS DE HERMANDAD105
24. PROJETO/SENTIDO _____________________________________________________ 113
25. ANEXOS________________________________________________________________ 122
Página 4
1.O QUE É A BIOREPROGRAMAÇÃO?
O Dr. Ryke Geerd Hamer, médico alemão especialista em medicina interna, propôs
nos anos oitenta do século XX, com base em suas pesquisas pessoais, um
novo paradigma sobre a origem e o sentido das doenças, ao qual chamou
Nova Medicina Germânica.
Até então, dizer "doença" era o mesmo que dizer "problema" e o Dr. Hamer com
seus descobrimentos, descreve a doença, como uma solução de sobrevivência
e como uma resposta de adaptação.
Página 5
1.3 A teoria do Roteiro Mental
BIOREPROGRAMAÇÃO, O RESULTADO
Página 6
de outros especialistas, para potencializá-las e ajudar melhor as pessoas. Em
Na bioreprogramação, também levamos em conta o aspecto psicológico e a estrutura
da personalidade das pessoas para poder abordar outros temas diferentes e não
meramente as doenças.
A descodificação biológica não é uma peça de museu, mas sim um organismo vivo que
continua evoluindo”. Christian Fléche.
Página 7
2.SÍNTESIS DE MODELOS HASTA LABIOREPROGRAMACIÓN
Página 9
Tomaremos conceitos textuais do livro “Através do roteiro mental” do Dr. Herinulfo Londoño C.
Páginas 23 a 34.
É uma unidade indivisível, integrada por seis essências que são energias: Sentimentos,
Pensamentos, Movimentos, Comunicação, Ação Ambiental, Simbolismo.
Sentir, mover, pensar, comunicar, simbolizar, ambientar. O ser humano é uma unidade.
integrada pelas anteriores seis formas da energia humana. Seis essências
energéticas.
Energia é tudo o que pode produzir mudanças. Sentir, mover e pensar são processos.
diferentes, geradores de mudanças dentro do organismo e fora na realidade
social. Quando essas energias estão produzindo mudanças, elas se tornam forças.
Também simbolizar, comunicar e ambientar são processos capazes de induzir mudanças.
Por isso dizemos que são a essência integradora da totalidade humana.
Em organização. Em organismo.
Página 10
3.2 O que é um Humano Saudável?
É uma unidade integrada com equilíbrio energético e com semelhança de metas nos seis
elementos essenciais. Sem predominância nem antagonismo algum entre as seis essências.
3.3 Qual é a Tarefa Humana?
Organizar, viver e lidar com duas realidades: uma interna, dentro da pele e a outra
externa. Em ambas atua com as seis essências unitárias, para isso utiliza as mesmas
recursos de comunicação.
Página 11
SER HUMANO ÍNTEGRO
Unidade Invisível
Integrada por seis essências:
PENSAMENTO
COMUNICAÇÃO
AÇÃO AMBIENTAL
SIMBOLISMO
Página 12
O Ser Humano como Organismo
O Ser Humano como Totalidade
1- Órgãos Físicos
Vísceras. Nervos.
Glândulas. Músculos.
Química.
2- Órganos Metafísicos
Percepção. Memória.
Ideias. Sentimentos.
Valores. Método.
Vontade. Preferências.
Parâmetros. Consciência.
Mente.
Órgãos Espirituais
Deus
Expectativas de Futuro.
Liberdade. Consciência.
Moral
Tabela de valores. Órgãos de
Conhecimento e ciência.
4- Dos Protagonistas:
EU MESMO (Alma)
EU SOCIAL (Ego)
Página 13
O Organismo Humano está integrado como um TODO pela ação da MENTE
O EGO atrapado
Por GUIÃO da MENTE
Página 14
A CONSCIÊNCIA, como órgão e como função, apenas até os sete anos de idade,
começa a funcionar em plenitude. Antes, a mente funciona no INCONSCIENTE.
4. A MENTE
Todo organismo, em suas células, tem um sistema de gravação; cada uma delas é
gravador e em conjunto, fazem um eficaz e imenso depósito de informação
classificada, combinada, diferenciada, asociada e avaliada por processos próprios, segundo
múltiplos parâmetros. O sistema gravador está na química; pelos ácidos nucleicos
Página 15
e os genes, passa para os descendentes. Todos os organismos têm essa propriedade de
gravar, e a mais evolução, corresponderá maior capacidade em registro” Dr. Herinulfo
Londoño C. “Através do roteiro”.
O sistema gravador é uma grande memória. Isso é o que permite que uma cria de
qualquer animal, reconhece sua mãe entre muitas outras e igualmente, um bebê
reconhecerá sua mãe entre muitas outras.
Também para falar sobre a mente humana, vamos citar o Dr. Eduardo Insignares
Carrión e seu livro “O código das formas”.
“Mas a mente humana resiste muito à mudança. Albert Einstein dizia que 'Dois
as coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana; não estou tão certo do
universo
Muitas vezes esquecemos das perguntas fundamentais: Quem sou eu? Para quê
o que estou aqui? O que é o pensamento? De que material é feito? (um
mesmo, o pensamento, o universo?) O que é a Psiquis?, o Eu, o Ego? O que é
a consciência?
Página 16
Através da conduta humana, presente em cada uma das ações que
realizamos, podemos deduzir um modelo de representação do conceito da
psique como um corpo e dar forma, desenhar seus traços e caracterizá-la.
Quando pensamos na possibilidade de que a mente humana seja um corpo,
nos apresentam fatos que nos falam de um construto, uma unidade que
poderíamos ver e interpretar como um sistema aberto, com teleologia (ordem),
servoregulação, retroalimentação, com circuitos, preditivo, classificável, com
movimentos gerais predetermináveis.
Se começarmos a abrir nossa mente para a possibilidade de que nossa própria forma
o corporal se corresponde com uma função que devemos realizar e com o propósito
da nossa existência, as peças do quebra-cabeça começam a se unir e podemos
compreender quem somos e para que estamos aqui. Quando contemplarmos isso
possibilidade, poderemos acordar do nosso sonho para uma luz que nos permita ver
Página 17
a perfeição do universo e de suas leis expressas em nós mesmos. Assim,
nosso pensamento vai transcender o uso habitual que fazemos dele, baseado
na acumulação de conhecimentos e na construção de memória, e
podemos entendê-lo como a totalidade desses movimentos do universo.
Eduardo Insignares Carrión. O código das formas
Página 18
Mente consciente
de discernimento.
Teoricamente, aos sete anos, a consciência foi instaurada e a criança tem capacidade
de discernimento. Apesar disso, é importante ter em mente que enquanto, na
mente inconsciente, o infante, já gravou de forma automática, muitas das
percepções, crenças, ideias de seus pais e pessoas com quem mais teve
contato.
5. SER TERAPEUTA
5.1 Acompanhar
Se eu quero conseguir
acompanhar um ser em direção a uma meta precisa
devo ir buscá-lo lá onde está
começar ali, bem ali.
Aquele que não pode fazê-lo engana a si mesmo se pensar que pode ajudar os outros.
Para acompanhar um ser,
devo compreender mais do que ele,
Página 19
5.2 Observar, observar e depois observar
Com clareza sobre o que acredita ser certeza ou "verdade" e sobre as coisas que
ignora o desconhece. Ser capaz de aceitar que não sabe algo.
Sem julgamento: como uma tela branca sobre a qual se projetam as confidências, os
segredos, os tesouros, a violência...
Em vez de supor coisas, continue perguntando até ter clareza para compreender isso.
que o consultante realmente quer expressar.
Não querer impor hipóteses ou o que pensa que pode ser; propor isso e se ao
consultante le resuena, continuar y si no, no querer forzar a que se acepte lo que
pensa que é.
Página 20
Criar uma estrutura de confiança.
Ter a certeza de que/o outro tem os recursos dentro de si. Não criar uma relação
de necessidade, de simbiose.
Atitude não-verbal
Apresentação Pessoal
Cuidar da imagem que se passa ao consultante. A primeira imagem é com a qual eles se
quedarán. Qual imagem você quer projetar? Como você quer que o lembrem seus
consultantes?
Página 21
PROTEÇÃO
Função materna. Graças à proteção, é possível crescer. Quando uma criança está no
vientre da mãe, está protegido pelo útero. Uma vez que nasce, está protegido por
vigilância, os braços da mãe e do pai. Graças a estar protegido pode
crescer. Se não houver proteção, pode até morrer.
PERMISSÃO
Função paterna. É aquele que dá permissão para crescer (tornar-se adulto), de ir embora de casa, de
fazer escolhas, tomar decisões, conduzir seu veículo, etc. A mãe, com a
proteção, dá a base; a permissão do pai vai permitir que ele saia e a maioria das
as personas, ao longo da vida, faltou-lhes alguma proteção ou permissão, em um
campo ou em outro. Ao procurar um terapeuta, busca-se nele algo do que tem faltado
(é o que Freud chamou de Transferência), é pedir que seja um pouco a mãe e um pouco
o pai.
PODER
Proteção + Permissão = Poder. Poder de curar-se, de viver, de ser a si mesmo, etc.
PACIÊNCIA
Cada pessoa tem um ritmo diferente, uns comem rápido, outros devagar, alguns
entendem rápido, outros mais devagar. O ritmo do consultante e do terapeuta costuma
ser diferente e o terapeuta deve adaptar seu ritmo ao do consultante.
Ao consultante, é necessário protegê-lo, cuidar dele, dar-lhe permissão para expressar seus
emoções, dar o poder de mudar sua vida e ser flexíveis com seu ritmo. Em
ocasões é levado a um lugar de dor e sua mente colocou barreiras psíquicas, e
Página 22
é importante levar o consultante à sua escuridão, para que encontre a chave de sua
própria cura.
Um bom terapeuta é:
Suave, delicado na hora de ajudar a pessoa na tomada de consciência
Respeitoso com a forma de entender e ver a vida de seu consultante
É sobretudo uma acompanhante
Não julgue. O terapeuta deve estar preparado para ouvir qualquer coisa sem julgar.
Evite aconselhar, oriente para que o consultante encontre seus recursos
As células querem adquirir seu sentido (se não houvesse a necessidade de eliminar os
desechos, não existiria o cólon) e realizar sua missão. Se não é possível satisfazer a
necessidade, haverá uma sensação de frustração, de mal-estar. A passagem da sensação a
a emoção ocorre por si só (não conseguir comer em 1 dia, 2 dias... haverá medo,
angústia, raiva.
Descodificação biológica. Christian Flèche. Edições Gaia. Pág. 10
A emoção não é a mesma se a pessoa vive um assalto, do que se perde um filho. Nem a
mesma sensação nem a mesma função biológica. O sentido biológico deixa de estar
satisfeito/coberto e a emoção será específica de uma célula ou de um órgão e se
denominaresentir biológico conflitante. Também poderíamos dizer que é o
significado psicossomático de um sintoma, a emoção que se associa a um sintoma ou
uma parte do corpo afetada. Por exemplo, em um caso de eczema, pode ser que a
Página 23
a pessoa perdeu um ente querido e diz: “não vou estar mais em
contato com esta pessoa"; assim, sua epiderme reage com um eczema.
Esta situação pode ser desencadeada, por exemplo, por uma separação inesperada, a
perda de um ente querido, uma raiva ou preocupação inesperadas, ou um choque por um
diagnóstico o pronóstico inesperado.
Página 24
Como esta situação se apresenta de forma inesperada, desde um ponto de vista
biológico, para ajudar o indivíduo, acende-se instantaneamente um Programa
Especial com Sentido Biológico(enfermidade), criado para essa situação particular.
Devido ao fato de que os humanos somos capazes de interagir com este mundo tanto em
termos literais como simbólicos, podemos sofrer esses conflitos também em um
sentido figurativo. Por exemplo, a perda de um lar ou de um trabalho, pode
experimentar um 'conflito de perda de território'. Um comentário ofensivo
pode ser vivido como um "conflito de ataque" ou como "algo sujo" (um insulto por
exemplo).
Página 25
O fato de se sentir excluído ou ser deixado para trás por um grupo pode ser
experimentado como um “conflito de abandono”.
É importante ter em mente que quando uma pessoa tem um conflito ativo, este
se expressa no corpo e também nos pensamentos e nas palavras. É por isso
que se queremos trabalhar sobre nós mesmos, devemos observar nossos
pensamentos, estar presentes neles e assim poderemos decodificá-los
biologicamente. Um pensamento traduz uma função corporal ou biológica não
satisfeita.
7.2.1
Se o terapeuta em Bioreprogramação vai apenas Descodificar, o que é possível,
ou seja, decifrar a mensagem, encontrar o conflito e o ressentimento, levar o recurso e
esperar que ocorra a mudança. Nesse caso, não é necessário ou não se faz
psicoterapia. A psicoterapia é realizada durante o processo terapêutico que está
fazendo a pessoa e que será mais longo do que uma sessão de BioReprogramação de
15 ou 20 minutos.
Por exemplo, um homem consulta por câncer de reto. Há dez anos está se
psicoanalizando e diz: "sei por que tenho um câncer de reto; minha filha é especialista"
em gastroenterologia e eu faço essa doença para que ela se aproxime e se ocupe
de mim.
Página 26
Com isso, ele dá sentido à doença após o conflito vivido. Se
colocamos esta doença na linha do tempo, a pessoa apresenta câncer e
depois, ele encontra um sentido para isso; no entanto, o câncer ocorreu porque
ele teve um conflito anteriormente.
Durante o jantar, estão em uma 'realidade digestiva' e a namorada insulta seu filho:
Você come como um porco,... não abra a boca enquanto come..., você não está mastigando
sino mascando…!
Oito meses depois, seu filho liga para ele e diz que terminou com seu
namorada. O pai diz "ai pobrezinho filho, lamento!", e embora não diga isso ao seu filho,
se alegra por ele. Nesse momento começa a cura emocional.
Até este dia, eu não tinha problemas de saúde. O câncer no cólon havia começado.
mas estava quase assintomático, tinha um pouco de constipação, mas não se deu conta
conta de nada.
No dia seguinte à chamada do seu filho, começa a sangrar pelo ânus, seu corpo já
não precisa deste tumor.
O sentido biológico destes tumores é fazer escorregar toda esta "merda", fabricando
mais muco. Como já não precisa porque o conflito não existe mais, o corpo elimina
o tumor. Mas, como vê sangue nas fezes, tem medo, consulta e lhe
diagnostican o câncer de reto, quando na realidade, estava em fase de cura.
Página 27
Conflitos a partir desta nova situação:
Há um conflito de diagnóstico
Faz um conflito programante
Crie um conflito bloqueador. Este é o benefício secundário: "minha filha"
gastroenteróloga se ocupa de mim
Como terapeutas, ante um caso como este, é preciso explicar bem ao consultante
verificando que tudo isso ressoa com você, sem pretender que tem que ser assim ou que o
o consultante tem que aceitar a hipótese ou a "fantasia" do terapeuta.
Outro exemplo: Uma criança está com febre, sua mãe cuida dela. Então dizemos "ele
faz febre para que a mãe se ocupe dele.
Página 28
Se alguém diz: “sinto-me desvalorizado (biológico) na relação com meu filho ou por
sentirme impotente para proteger a mi hijo”, es mucho más específico. Y ¿a qué parte
do corpo corresponde a desvalorização? aos ossos. Como há desvalorização e
impotência, o problema também estará nos músculos.
Exemplo: Uma mulher consulta sobre um sarcoma do nervo sensitivo do cotovelo esquerdo.
Se o terapeuta perguntar se você teve um choque, possivelmente você responderá "sim, eu tive".
tive muito estresse, não conseguia estacionar o carro vindo para a sua consulta, ou...,
quando eu era pequena, roubaram minha boneca..., etc.
O terapeuta não busca um estresse tão amplo quanto este, mas sim em relação ao seu filho.
(braço esquerdo), “não quero estar em contato com meu filho…” (Nervo sensitivo),
porque se estou em contato com ele, estou separada de outras coisas
fenômeno de tinteiro; de aumentar-se (que tem a ver com o tema "Borrador:
borrarse, desaparecerse e “tintero”: fazer-se ver, mostrar-se. Serão ampliados no módulo 6)
e isso a desvaloriza (sarcoma) e em relação a uma situação que é vital, porque se
trata de um câncer.
Simplesmente, a partir do sintoma, é possível chegar até o mais íntimo. É algo muito
específico. Não é útil que expresse o estresse. Às vezes se diz que um estresse provoca
uma úlcera de estômago, ou pode provocar asma. Por que uma doença e não
outra? É uma resposta biológica específica ao conflito e ao órgão. A função do
Página 29
o estômago não é o mesmo que o dos pulmões, ou da pele, por exemplo.
Tanto a maioria dos psicólogos quanto dos médicos pensam que o estresse e as
emoções causam doenças e que, em geral, apenas os medicamentos podem
ajudar a curar (por supuesto, na Bioreprogramação estamos a favor de qualquer
tratamento que possa ajudar a pessoa). No entanto, se lhe dermos sentido
é normal que se eu comer cogumelos venenosos ou comida estragada eu vou
vomitar; em vez disso, se o que como está em bom estado, não vomitarei, a menos que
tenha um conflito.
Na psicologia se diz que o conflito cria o sintoma, mas não se vai além.
contempla que se o conflito se cura, o sintoma desaparece. Para a Descodificação,
a essência do conflito é biológica porque, em essência, a vida é biológica, e é
psicológica “por acidente” e em Bioreprogramação consideramos que a psique e o
o aspecto psicológico é muito importante a ter em conta.
Lógica Racional
Página 30
não interessa ao psico-bio-reprogramador. Trata-se do discurso, do domínio do
pensamento, do controle. As frases começam por: "penso que... acho que... me
parece que...
Uma lógica nas tripas, no corpo, manifesta o grito de cada célula, é uma lógica
arcaica, simples, imediata, animal, emocional. De esta é da qual se ocupa El Psico-
Bio-reprogramador.
Exemplo:
Tenho 60 anos e me aposento: é normal, é a idade! É normal para mim.
intelecto. Não devo reclamar. No entanto... sinto-me infeliz, triste, inútil,
deixado de lado, sem referentes, etc. Estas são as reações biológicas,
emocionais, as que devemos ter em mente na nossa escuta biológica.
Exemplos:
Vou para a montanha a grande altitude e há menos oxigênio do que no plano;
arriesgo a que me falte el oxígeno vital y muera. Algo en mi lo sabe y pide la
fabricação suplementar de glóbulos vermelhos; as células que transportam o
oxigênio dos pulmões para as células.
Página 31
sitio”. “Vou escurecer a área onde senti o olhar para me proteger”.
Em relação ao Dr. Hamer e o que lhe aconteceu após o assassinato de seu filho, é que
continuou investigando e explorando até perceber que devemos olhar
o mundo de outra maneira e chegou às cinco leis biológicas do câncer.
Um problema que afeta o útero não tem o mesmo sentido que um problema que
afete os ovários; em contrapartida, podem ter em comum o ressentir. Não importa o
acontecimento exterior, o crucial é como vive a pessoa, seu ressentir.
O Dr. Hamer tem problemas com as autoridades (mesmo que tenha assassinado seu filho,
foi ele quem esteve na prisão e não o assassino de seu filho), pois esse é seu
conflito, sua história (problemas com a autoridade, o pai).
O acontecimento exterior não é "nada" (luto...), visto do interior (separação)
nos permite avançar. O Dr. Hamer organizou uma cartografia órgão/sentir:
Está em conflito com a autoridade, no entanto quer ser reconhecido por
autoridade. Critica a faculdade de medicina por utilizar a quimioterapia e pede que
reconheçam suas pesquisas.
Página 32
For example:
Cachorro atropelado
acontecimento perigoso
solidão e tristeza
culpabilidade
Sentido positivo: o sentido dado faz com que eu me sinta bem. Uffff!
Sentido neutro: não há memorização; apenas memorizamos aquilo que deixa uma marca,
agradável ou desagradável, na célula. Se não houver afetação, não há memorização.
Sentido negativo: a energia emocional é fenomenal; o que faço com ela? Esta
a energia não pode ser eliminada pelo intelectual ou pelo mental. E se não existe uma
solução consciente e voluntária, a biologia encontrará uma solução inconsciente
involuntária.
Restituição necessária da energia para o exterior. Quando a pessoa rompe seus
barreiras e permite sentir sua emoção e pode chorar, estará melhor. São necessárias
uma porta de entrada e uma de saída; a restituição da energia para o exterior é
necessária.
Meu namorado me dá flores e eu me sinto feliz; não são as flores que me fazem feliz
sino o sentido que eu dou: “me quer”.
Se em vez disso é a esposa quem recebe as flores de seu marido, ela pensará: “ele deve ter feito
Página 33
Uma vez que encontramos o ressentir, devemos encontrar o sentido biológico da
doença.
Todasaschamadasdoençastêmumsignificadobiológico
[Link]íamosaconsideraraMãeNatureza
como falível e tínhamos a ousadia de acreditar que Ela comete
errosconstantementeeproduzdesmontagens(crescimentos
cancerososmalignos,semsentido,degenerativos,etc.).Podemos
agoraveja,enquantoasvendascaemdenossosolhos,quesomente
eramnossaignorânciaeorgulhoaúnicaestupidezemnosso
cosmos.
Cegados,trouxemosdiantedenósestamedicinasemsentido,
[Link],agorapodemos
entenderpelaprimeiravezqueaNaturezatemumaordem(isso
jásabíamos),equecadacoisaqueacontecenanatureza
temumpropósitonocontextodotodo,equeoseventosque
chamávamosdoençasnãosãoalteraçõessemsentidoque
tê[Link]
verquenadacarecedesignificado,nadaémalignonemestá
doente
Ryke Geerd Hamer
Exemplo:
Quando é necessário tomar mais oxigênio; por exemplo, ao subir a um pico muito alto, se
fabricam mais glóbulos vermelhos.
Página 34
vida e são os glóbulos vermelhos que se encarregam de transportar a vida. Quando em
terapia toma consciência de que foi por este evento, logo tem como
reação física, calafrios e conseguiu se curar desse problema.
O Sentido biológico se apoia em uma experiência; é preciso encontrar uma solução exterior
(como subir a un taburete se es demasiado bajo para alcanzar o sino
puerta). Mas se não há uma solução externa possível, ocorre uma situação
conflitiva, então aparece a doença, pois o corpo buscará uma
solução interna para se adaptar. O sentido biológico é igual à coerência do
sintoma, uma vez que o sintoma que é o visível, sempre tem uma coerência escondida
e isso é o que deve ir buscar.
Uma vez encontrado o sentido biológico, busque os recursos para curar.
Entorno - acontecimento: "Meu pai só se preocupa com meu irmão" isso cria o
sentido dado ao acontecimento (por uma ou várias experiências anteriores, tanto as
nossas como as dos outros).
Sinto-me nulo
sintomas.
RECURSOS
O terapeuta facilita ao consultante a maneira de encontrar seus recursos e o leva ao
momento do Bioshock; à pessoa que o viveu (seja qual for a idade em que foi vivido)
o Bioshock); ele é entregue, a necessidade que não pôde ser satisfeita é atendida
então, dá-se a ele o que precisava (segurança, proteção, reconhecimento, abraços,
companhia, etc.) e assim se recupera a saúde e o bem-estar.
Página 35
Para encontrar o recurso, busca-se um momento da vida da pessoa em que
sentiu a segurança, em que se sentiu protegido, amado, acompanhado,
etc. Uma vez que se tem esse momento, pede-se à pessoa que coloque cor,
música, ou um som que lhe agrade muito, aumenta a sensação daquele momento,
o grava em seu corpo com essa ou essas cores e a música que lhe coloca, para que o
ancle. Então ele o leva para a pessoa que viveu o Bioshock e o entrega.
Se por acaso a pessoa não teve nenhum desses momentos que precisa,
em sua vida, faz-se uma ponte para o futuro para que lá, crie a situação recurso, a
ancla e a traz para o passado.
Exemplos:
Diz-se:
É desesperador: não está implicada
Estou desesperada: a pessoa está implicada
Eu gostaria de gritar: não se trata de um ressentimento
Se se expressa com base no externo, no ambiente, nos outros, não está se implicando, está
no plano mental, no plano descritivo, no plano analítico. Não está em contato consigo mesmo,
está separado de seu ressentimento o que é necessário para poder realizar o trabalho e
ajudar a curar a situação conflituosa
10. OS RESSENTIMENTOS
Página 36
10.1 Resentir Real
O que se sente quando se vive um acontecimento real.
Exemplos:
Uma jovem passa pela rua, debaixo da janela de um instituto, e alguns rapazes lançam um
petardo (uma papeleta) com o fuseau aceso que vai parar dentro da blusa
que leva aberta a nível do peito; o petardo explode sobre sua pele a nível do
ela tem medo real pelo seu coração.
Uma senhorinha tem muito pouco dinheiro e sente que está morrendo de fome. Ela tem um choque ao
Uma mulher se muda para um apartamento com aquecimento a gás e tem medo de morrer.
de que lhe falte o ar -> desenvolve um tumor de alvéolos pulmonares cuja função, ao
aumentar a superfície de troca, é conseguir mais oxigênio.
Em conflitos deste tipo, a solução deve ser algo real: conseguir comida, proteger
seu coração...
Exemplos:
Um cirurgião muito rico, durante uma viagem à Índia, encontra uma mulher indiana que pede
esmola na rua e morre de fome -> se coloca no lugar dele e desenvolve um
nódulo no fígado cuja função é armazenar glicogênio. Uma vez que sua lógica
Página 37
se não posso agir sobre o corpo da outra pessoa, eu o faço sobre o
Meu.
o programa biológico de referência que se ativa.
Uma pessoa está com hipertensão arterial e sofre por seu sistema cardiovascular.
a descodificar o pericárdio de maneira inútil, uma vez que os vasos arteriais não se
encontram no interior do coração.
Exemplos:
Senhora que se divorcia do marido, mas continuam vivendo sob o mesmo teto: cada
um em seu quarto, uma linha divide a cozinha em 2, cada um tem seu saco de pão
e seu parceiro sexual também. A casa está como partida em duas a senhora tem
diabetes. Dia (em grego) = dividido, separado, cortado em dois e Beth (em hebraico) =
casa.
Página 38
11. CAMINHO DO RESSENTIMENTO
A BIODIANA
SENTIDO DA BIODIANA:
exterior
emoção
pensamentos
sensações
Resentir
exterior
exterior
emoção
emoção
pensamentos
pensamentos
sensações sensações
Página 39
Sentido Biológico
O terapeuta localiza o consultante e o guia para que passe por todos e cada um de
os momentos que viveu quando aconteceu o Bioshock. (Ver esquema no protocolo
entregue em classe e ao final deste material: Anexo 1).
ACTOS, O EXTERIOR
É o que cada pessoa capta com os cinco sentidos: visão, audição, olfato, gosto,
tato. A relação com o mundo exterior passa por atos. Atos com músculos: agarrar
um vaso, correr; actos com a palavra: falar. Entram em contato através do
movimento, da ação.
É o que se faz; o comportamento externo que todo mundo vê, ouve, percebe
do exterior, incluindo os gestos e as palavras.
Meu pai me estuprou e me fez um bebê.
Eu levei o gato até o lixo...
PENSAMENTO
O que pensa sobre o evento e a partir de como se percebe. Se apoia ou se baseia
em nossas crenças e preconceitos. É puramente cerebral. Tudo o que chamamos de
cognitivo; no obstante, é muito importante ter em conta qual foi o
pensamento preciso que a pessoa teve no momento do B.S (Bioshock).
Página 40
SENTIMENTO
Há duas classes de sentimentos. De saúde (emoções saudáveis e são seis) e sentimentos
de enfermar os sentimentos de guião e são 31.
EMOÇÃO
A partir dela emoção se torna terapêutica. Existem seis emoções saudáveis (descritas mais
arriba) e vão em duplas: Segurança - medo; amor - raiva; alegria - tristeza.
SENSAÇÃO
É o que se sente no corpo. Exemplo: Meu coração acelera; eu tenho o
estômago apertado, fechado, tenho a garganta fechada, tenho um vazio no ventre,
Estou com frio. Essas sensações estão relacionadas a uma emoção. Uma emoção
positiva ou negativa. A sensação não mente, é involuntária, está no corpo e se
pode localizar em um lugar preciso do mesmo (suor, calor, ardor, dor, opressão,
boca seca, etc.).
RESENTIR
É uma informação emocional precisa, guardada em um lugar específico do corpo.
Resolver a sentir o que está no corpo. É a marca de uma função biológica,
satisfeita ou não satisfeita. Com o ressentimento estamos no coração da célula; é o
Página 41
mais íntimo; o que nos torna mais "vulneráveis" porque é aí que somos realmente nós
mesmos (no momento da terapia). Quando estamos no ressentir não podemos
fazer trapaça, não podemos enganar. E quando pronunciamos a palavra ou a frase, o
verdadeiro sentir, há transformação a nível corporal.
Quando essa necessidade biológica não pode ser satisfeita, há um sentimento que é
totalmente inconsciente, e é o corpo que vai se estruturar, vai se adaptar a
Olá. É o ressentir que é o centro do alvo.
Exemplos de ressentir:
Sinto-me frustrado, destruído, inchado, impotente, desarmado, aterrorizado,
aterrorizado, sujo, desvalorizado, agredido.
Página 42
Se a pessoa tem um problema, é porque não teve o recurso ou o caminho para
ir a vê-lo e resolvê-lo -> essa é a função do bioreprogramador; "o olho não pode
verso a si mesmo.
Ex.: Caminho do ressentir na biodiana:
Estou em um engarrafamento: acontecimento exterior
fumaça: ato, comportamento externo
Vejo tudo negro, "tenho certeza de que tudo está contra mim":
pensamento
Tenho uma bola na garganta: sensação
E sinto...
Sinto-me desarmado: ressentir (Informação emocional precisa, guardada em
um lugar específico do corpo.
Página 43
Por exemplo, a água é um símbolo de vida no deserto africano e de morte.
Bangladesh (pelas inundações).
Para uma pessoa, em sua própria história, os joelhos estão relacionados com o esporte, a
religião, ou com as tarefas domésticas.
Para uma pessoa concreta, em um momento dado, o ombro direito está ligado a
função materna. Por exemplo, um pai que segura seu bebê nos braços e
involuntariamente o solta; a criança cai no chão e sofre danos. O ombro direito
estará relacionado com: "sou um mau pai".
Exemplos e aplicações:
Página 44
A senhora X consulta por ter psoríase no ombro esquerdo. A psoríase por
determinismo universal é conflito de dupla separação.
Ombro esquerdo por determinismo do evento: encontra-se em seu escritório
quando entra sua colega e amiga e lhe diz 'você vai ser demitido'. Ele se levanta de
golpe e se bate no ombro esquerdo com a janela aberta. É o lugar onde
aparecerá (como um trilho de choque), tempo mais tarde, a psoríase.
Uma das primeiras coisas que se deve fazer na consulta é determinar como se tem
desencadeada a doença, para chegar o mais perto possível da psicologia do
paciente.
13.1 Bioshock
Em outras palavras, uma pessoa está tranquila em sua vida, nada especial, e de repente
tudo muda, toda a sua psicologia muda, porque recebe algo que a desestabiliza
totalmente. É como um míssil mental. O estresse sobe de repente, ultrapassando um
"limite superior de tolerância" (LST). Na parte inferior, seu sistema fisiológico está
Página 45
acostumado a lidar com o estresse e, quando o supera, é o sistema biológico que
se encarrega da gestão do conflito.
ESTRÉS
Limite Superior Tolerável
SCUD
Linha da vida
13.2 Saturação
É uma ideia fixa que toma pouco a pouco toda a economia psíquica e que levará a
sobrepassar o limiar de tolerância. É um ambiente conflituoso que 'aquece a
cabeça” a cada dia mais, até a saturação e ultrapassar o limite tolerável. É algo que
está preocupando, uma ideia fixa, uma obsessão, que chega um momento que supera
o limiar. Superar o limiar é o que desencadeia a doença.
Página 46
Em resumo, é uma pequena gota que cai pouco a pouco durante 10, 20 ou mais anos;
até que aparece 'a gota que transborda o copo'.
TRANSGENACIONAL
19
A "conversão repetitiva a mínima" não é a mesma coisa; a pessoa vai tendo pequenas
conflitos repetitivos durante muitos anos. Por exemplo, toda vez que há um
um conflito mínimo se manifestará, a nível brônquico, em uma pequena parte dos
brônquios, insuficiente para desencadear uma patologia, mas todos os dias vários
vezess por dia, ao cabo de 15 a 20 anos, a doença se manifesta.
Outro exemplo são as artroses, um pequeno conflito, dez vezes ao dia, durante 15 ou 20
anos que é quando aparecem os sintomas de dor.
Página 47
Exemplo de caso do Dr. Salomón Sellam: "um paciente com bronquite crônica vem a
verme para encontrar algum alívio. A primeira coisa que coloco em evidência é encontrar o
tema conflitante para ele, e assim que eu digo "lutas no território" ele começa a
rir e diz: – "Esta é a minha vida"! Quando eu ia para a escola, meu pai me dizia: primeiro
pega e depois falamos! Sempre o procuravam para brigar com ele. Hoje seu
a profissão é dirigir 500 pessoas na construção e obras públicas, rodovias,
pontes, e diz que todos os dias está brigando com as pessoas, os prazos de
entrega, os caminhões, todos os dias fica nervoso, discute por telefone. Se parar
sentir-me melhor eu tenho que parar de brigar eu tenho que esperar para me retirar. Até em minha casa
todo o mundo sabe que sempre estou gritando. Minha esposa é muito gentil e se tem
acoplado ao meu caráter-.
Isto é estrutural, é uma forma de vida. Digo que pode começar antes da
jubilação, o que é importante não é a briga, mas sim o estresse que a acompanha.
Pode-se lutar, mas sem estresse. Como isso pode ser feito? Não se envolvendo.
Se o consultante entende que cada vez que tem uma briga coloca uma gota de
água no jarro e que pode fazê-lo sem estresse, mantendo-se distante
emocionalmente da situação, deixará de brigar finalmente.
Este senhor experimentou o que foi recomendado pelo Dr. Salomón Sellam e melhorou enormemente
a pouco tempo.
Página 48
mesmo nome, ou porque esse “substituto”, ao trazer sua memória genética, adquire
a mesma doença. Cada pessoa está cheia de memórias inconscientes, e o
o propósito da descodificação é evidenciá-lo. Existem memórias genéticas,
memórias psíquicas e, também, conflitivas transgeracionais.
Muitas vezes, os pacientes com câncer têm um desencadeador de Bioshock que ocorre
o ano anterior ao aparecimento da doença e vários psicochoques que não são
suficientes para desencadeá-lo.
Página 49
14. O BIO-SHOCK
Página 50
15 CRITÉRIOS DO BIOSHOCK
1º. Critério:
Todo Programa Especial da Natureza com Sentido Biológico (SBS) se inicia
por um DHS (Síndrome de Dirk Hamer), ou seja, por um impacto muito forte,
extremamente agudo, dramático e inesperado, vivido em solidão, que se
desenvolve simultaneamente em três níveis: psique, cérebro e órgão.
2º Critério:
No momento do DHS, o conteúdo do conflito biológico determina tanto a
localização do SBS no cérebro, denominado Foco de Hamer (HH), como a
localização do SBS a nível orgânico, iniciando um tumor, uma necrose, uma
úlcera ou uma alteração funcional, dependendo do órgãos afetado.
3º. Critério:
No momento em que o DHS inicia um Programa Especial (SBS) que se desenvolve,
de início a fim, de forma assíncrona nos três níveis (psique - cérebro -
órgão). Desde o DHS e a primeira fase de conflito ativo até a solução do
conflito (CL) e a seguinte fase-pcl, incluindo a crise epiléptica/epileptoide que
se produz na culminância desta segunda fase, até o retorno a
normalidade (normotonia), todo o processo é sincrônico.
Nova medicina germânica.
Apresentação: Dr. RikeGeerd Hamer
1) A nível psíquico:
Página 51
Psicologicamente experimentamos estresse emocional e mental. Entendendo a
psique como o conjunto de pensamentos, comportamentos e sentimentos que
abriga um ser vivo. No ser humano, a dificuldade na comunicação entre o
cérebro verbal e o cérebro preverbal, nos vai abrir o caminho para entender
como as emoções podem se independizar da consciência e agir sobre
o corpo senão com o corpo.
2) A nível cerebral:
No momento exato de um SDH, o choque de conflito atinge uma área
específica no cérebro, provocando uma lesão que é registrada e claramente
visível em um TAC (tomografia axial computadorizada do cérebro) como um grupo
de anéis concêntricos e nítidos chamado Foco de Hamer. Esse registro vai ser
observar em um lugar específico que depende do tipo de conflito e do órgão
afetado. Quando o conflito está causando doença, vamos observar um
halo em forma de círculos concêntricos bem nítidos. Uma imagem de lado
o direito do cerebelo nos indica um conflito de preocupação com o filho em
uma mulher destra e uma localização da doença na mama esquerda.
Uma imagem na córtex temporal nos falará de um conflito de ameaça de
território e uma localização no epitélio brônquico.
Página 52
No momento preciso do acontecimento, nosso inconsciente associa um
certo tema de conflito biológico (território, pânico da morte, fome, etc.)
com o evento. Portanto, é nosso sentimento subjetivo por trás do
conflito, o que determina qual parte do cérebro receberá o choque de
conflito e posteriormente que órgão ou tecido será afetado.
Exemplo: Uma separação pode ser interpretada por uma pessoa como um
conflito muito dramático, outra pessoa pode vivê-lo de maneira totalmente
diferente e para outro, pode ser irrelevante.
Um homem sofre uma falência em sua empresa. O banco toma todos os seus bens;
pode desenvolver uma angina de peito (perda de território), câncer de
fígado (como medo de morrer de fome) e câncer de ossos (como conflito
de desvalorização) ou todos ao mesmo tempo.
Outra pessoa vive a mesma situação e não adoece porque decide que vai
dar um giro total na sua vida e vai se dedicar a fazer terapias que é o que
sempre tinha sonhado e para o que havia se preparado nos últimos
anos.
Página 53
armazenar uma maior quantidade de plaquetas em previsão de um novo
acidente.
Em um divórcio, alguns farão um conflito de rancor, então afetará o fígado;
outros de mancha e outros de separação, então a pele será afetada; outros o
vivarão como uma "porcaria" ou uma "sujeira" e afetará o cólon, etc.
3) A nível do órgão:
Página 54
A nova solução é o sentir. Quando já não há solução por dentro, eu vou
buscar no exterior. Tenho consciência de que estou com fome, então dou-lhe a
ordeno aos meus músculos, através do cérebro, de irem para a cozinha e pegarem algo para
comer, assim posso encher as reservas do fígado e a vida continua.
Mas se a falta de oxigênio for muito grande, se não for suficiente, chega à consciência e
fico sem fôlego, então não consigo continuar correndo e preciso parar; assim
tudo vai bem, é a vida.
Mas se em algum momento a cozinha estiver vazia ou eu precisar correr porque há um leão
detrás de mim, então já não "escuto" a minha biologia.
Se eu tiver a ilusão de um leão atrás de mim, posso correr assim a minha vida toda e ter
esclerose múltipla ou problemas motores. Se como cogumelos tóxicos ou outra comida
contaminada, o cérebro vai dar a ordem de vomitar, e se for um pedaço de papel no
estômago onde está escrito: fungos, igualmente vou vomitar e continuarei vomitando
se eu continuar acreditando que tenho fungos no estômago. Então posso continuar
vomitando anos, até posso chegar a morrer disso. Ou simplesmente ter crises de
bulimia. Então sou vítima de uma ilusão.
Página 55
A doença é um prazo suplementar de adaptação e de sobrevivência, mas não
é uma solução definitiva porque o conflito está lá para que o superemos. Não é
uma moeda de intercâmbio para a eternidade. Se eu não tiver comida, o nódulo do
o fígado me permitirá transformar mais alimentos e armazenar mais reservas de
alimentos. Mas se durar dois meses, posso morrer. Por outro lado, posso ter o
sentir falta de comida porque me fez falta durante a guerra, e embora hoje tenha
comida, eu sinto que me falta e frequentemente vou ter medo de que me falte
a comida. E isso durante um ano, dois anos, três anos; já superei o tempo biológico.
Neste momento meu corpo está se esgotando e posso morrer.
Se houver um leão, eu tenho que aprender a correr rápido ou a subir nas árvores. Porque
aí estou na realidade.
Página 56
Tudo é expressão de nossos elementos biológicos. Então, a partir deste
momento as coisas se tornam muito simples, nós as compreendemos. Por exemplo, há
místicos, que para conhecer a Deus querem ser eremitas. E outros para conhecer a
Deus, vivem em comunidade e se perguntarmos: como você se sente com os outros?, o
eremita dirá: ¡ah!, me apartavam, me incomodavam quando era pequeno. E o monge
me vai dizer: eu estava separado da minha família. Isso não questiona a qualidade do seu
pesquisa. Isso me dá uma informação sobre sua maneira de estar no mundo.
É por isso que conhecer os elementos biológicos nos permite nos conhecer a
nós mesmos.
Página 57
reagir diante do imprevisto. Todo o corpo desperta para se adaptar à
novidade. Isso cria uma unidade no corpo.
Se não for resolvido nos primeiros minutos, após várias horas, ocorre o CICLO
ULTRADIANO: Aproximadamente, a cada 90 minutos se alterna 1 hora de estresse e 30 minutos de
Página 58
problemas será reciclado em um novo ciclo circadiano às 24h, das quais as 8h
de sonho (+o-2h) com uma recuperação para poder gerir, resolver, reparar, em
o sonho profundo e os sonhos.
Pode ser que não tenhamos resolvido nos 90 minutos do ciclo ultradiano e passemos para
ciclo circadiano (ciclos de um dia).
E MAIS!... A solução pode se tornar um problema, e então a resposta
positiva ao estresse, torna-se negativa criando subpersonalidades.
Exemplo: os pais deixam de dormir para vigiar seu filho que sofre convulsões.
Perdem sua eficácia em seus atos ao deixarem de dormir e isso pode se tornar um
perigo para a criança. O que tem sido uma solução de adaptação durante 1 a 3 dias se
volta a ser prejudicial. O estresse é forte demais, perigoso.
Consequências
Repressão da consciência
Anestesia ou amnésia conforme a intensidade do bio choque.
Auto hipnose (transe inconsciente)
Criação de trilhos (elementos sensoriais presentes no contexto do
ruído, pólen, poeira, gramíneas, etc...)
Pesadelos
Criação de subpersonalidades dentro de nós. Uma parte de nós
Página 59
deixou de crescer, ficou estagnada em um momento
traumático e assim, várias subpersonalidades podem coabitar dentro de
nós, cada um detido em uma determinada idade, associado a um
traumatismo passado enquanto o resto do corpo se dissociou deste
(tem reprimido).
Consequências: criativo, artístico, psicótico... Cada uma das
personalidades reagem independentemente das outras a tudo o que
acontece no exterior. De fato, a subpersonalidade associada a uma
situação traumática passada, desde o menor choque, mobiliza o
lembrança emocional mais parecida (trilho), e isso de uma maneira totalmente
inconsciente. A reação se exteriorizará ou se camuflará
Distorsão do tempo
Distorção dos períodos normais (ultradiano, circadiano).
Experiência de referência
Crença limitante
Generalização
Experiência consciente que se transforma em evidência, se torna
inconsciente, e, afinal, estruturante, uma prisão.
Página 60
trauma e uma parte sua ficou "detida" ali, uma depois da outra e se
vão sanando uma a uma.
Uma vez que todas essas situações tenham sido curadas, trabalhando-as com a bio diana
(Exterior, pensamentos, emoções, sensações, ressentir e necessidade não
satisfeita), se integra à pessoa da idade que viveu o trauma no Adulto de
hoje que já tem recursos e que pode e vai cuidar, dar amor, proteção,
compreensão, etc.; tudo o que precisou nos diversos momentos difíceis.
O bio shock contém uma energia fenomenal. Guarda milhares de informações (ex. Os
sonhos) que não foram expressos. Todo mundo tem permanentemente 5 ou 6
conflitos ativos.
O acontecimento pode não ser nada para os outros e que nem percebam; mas é
uma verdadeira comoção interior que se apodera do corpo-cérebro-células.
Este choque é biológico (nem dogmático, nem intelectual), da vida. (ex. separação,
acidente, altercado.
Página 61
com a memória, nossas marcas, o que vivemos até aquele momento,
nossos aprendizados e, acima de tudo, com nosso cérebro arcaico, automático, com
nosso inconsciente automático cuja função é nos proteger e não importa de quê
forma (aprendida, automatizada, sem “coerência” desde a razão).
Nossas experiências sempre nos fazem crescer, nos trazem um ensinamento: se apenas
tomamos a vertente negativa da mensagem, é preciso buscar a face positiva.
é possível voltar a estar exatamente igual que antes do choque.
Às vezes, esse choque causará uma dor no órgão ligado a esse ressentir.
Quanto mais intenso for o conflito, mais rápido o tumor crescerá ou avançará o
necrose. A massa do conflito, o relé cerebral progride, estende-se cada vez mais em
a zona afetada e altera de maneira mais intensa. Simultaneamente, a patologia
continua se expandindo no órgão, a massa de mitose aumenta.
O BIOSHOCK É UM INSTANTE
A manifestação de um problema ocorre:
Ações terapêuticas:
Página 62
17. A LATERALIDADE
A lateralidade determina a parte do cérebro e, portanto, do corpo que é afetada.
Na terapia, é muito importante levar em conta a lateralidade do consulente.
Exemplo: Uma mulher destra tem uma menina de dois anos, ela está no parque com ela e
a menina escapa de sua mão, corre e atravessa a rua. A mãe ouve o rangido
daos pneus de um carro que freia. A menina termina no hospital. A esta mulher, por
estar preocupada com a saúde da sua filha, isso afetará sua mama esquerda.
o foco de Hamer será visto no hemisfério direito, na parte do cérebro
que controla o tecido glandular mamário da mama esquerda.
[Link]
Essas circunstâncias também podem ser pessoas, animais, etc., o que significa que
junto ao trilho principal, associam-se outros trilhos secundários. Quando mais tarde reaparece
Quaisquer dessas circunstâncias, pode-se reviver aquele conflito biológico de forma
de uma recidiva ou recaída à qual comumente se chama alergia ou reação
alérgica.
Esses trilhos, que com frequência nos incomodam, irritam ou até obstruem, e que
na medicina convencional acredita-se que é necessário combater, são alertas biológicos com
sentido.Têm um sentido biológico que é servir de advertência, de tal maneira que
Página 63
se possa evitar a mesma situação perigosa uma segunda vez; é algo como se
nosso organismo nos diria: "Cuidado, nesta situação você já teve um choque!"
Tampoco tienen nada que ver con psicología. Son pura biologia, tanto psíquica como
cerebral e orgânica.
O alérgeno pode ser um componente de um perfume, o pólen de certa árvore, o
pelo de algum animal específico, a poeira, seja o que for que estivesse no
momento do bioshock
Os trilhos devem ser levados em conta quando nos deparamos com situações
recurrentes como resfriados frequentes, enxaquecas, cistite, litíase renal, etc.
Também em qualquer recaída de câncer devem ser considerados.
Página 64
O Sentimento se comunica causa-efeito, em ambas as direções, com os Pensamentos e
Movimentos do organismo. Um sentimento faz mover vísceras e provoca mudanças
em seus ritmos e no metabolismo de suas células. O sentimento se comunica entre
seres vivos da mesma espécie e com os de outras espécies.
SEGURANÇA
Direção da
AMOR Escala Tonal
ALEGRIA Sentimental
Humana
Quando há uma emergência vital, há uma reação: Medo, Raiva, Tristeza; Emoções
de Reação Vital.
Página 65
As Emoções Negativas são necessárias para o Bem-Estar porque são o Ponto de Partida
de iniciação de comportamentos provedores de suas três contrárias, prazerosas.
Quem sente medo, age para se sentir seguro; Ao estar triste, age, se move em
pos de Alegría.
MEDO
O que um organismo experiencia diante da possibilidade de perda ou dano
de vida própria ou de seus, diante da ameaça de dano corporal.
Página 66
O medo, como é uma emoção autêntica, reside e é propriedade da Criança Livre.
qualquer que seja a idade da pessoa.
Exemplos de NÃO Sentir Medo: Os meninos não choram, tem que ser um homem, durma
só que está muito grande; etc.
A SEGURANÇA
É o que se sente quando os processos internos e a comunicação com o ambiente
estão em harmonia para a sobrevivência do organismo. É a consciência da harmonia
na natureza interna com a natureza externa. É estar em compasso com o cosmos
e com o que o rodeia em proximidade.
Muitos não a percebem, apenas percebem a ausência dela como com o dinheiro.
Página 67
A Companhia no tempo e no espaço
O Contato físico
A manta ao dormir. Sentir-se aquecido
Os alimentos
Mediante a comunicação e a interação PERMISSORAS, são introduzidos os
logros próprios do menino
Conta Comigo
Abraço, rodear peito, mão ou costas e cabeça
Fazer companhia (visitas) prestar apoio
Defender e ser solidário (lutar, reclamar)
Dupla de vínculo.
IRA
A Laira autêntica é o sentido quando se nega o amor que tinha, ou quando se nega.
um direito.
Página 68
A ira verdadeira deve ser convertida em movimentos corporais e em pensamento.
patada ao chão
demanda.
Para que serve a manifestação da ira? Para se aproximar do interlocutor e pedir que
dê e devolva o que é requerido, para que dê o que pertence a quem reclama, ofereça
comunicação e amor.
O AMOR
É o sentido de ter consciência da atração por seres vivos e pela natureza.
É o que se sente pela vida, pela nossa vida, por tudo o que na natureza
apoia a vida e propicia nossa vida. O amor é consciência de atração por
natureza, como a segurança é a consciência de harmonia com a natureza. O amor
é a emoção mais característica da vida humana.
Página 69
[Link] Alegria- Tristeza
Dupla de Renovação.
A TRISTEZA
É a consciência do que se sente quando se perde um bem, consciência do vazio
que queda e o que se sente quando não se obtém um bem desejado, quando não se alcança
uma meta proposta. Nas crianças, a tristeza é bem evidente quando não conseguem algo
desejado o esperado.
Se o organismo não sente tristeza, não se dá conta de que está perdendo e não faz
nada por repor o perdido, nem pela aquisição de outros bens. Se uma pessoa não
se entristece pelo erro que impede de alcançar o bom resultado que buscava, se
adapta-se à sua falha, não aplica correções, renuncia ao desafio e ao sucesso e também não chegará a
A ALEGRIA
Página 70
É o que se sente quando se recupera algo; quando se constrói, descobre ou consegue
algo novo e quando se supera e vai além de um obstáculo. É O MÁXIMO DE
BEM-ESTAR PARA O SER HUMANO. É o estado de máxima energia e a expressão de
vida total no organismo. É O MAIOR TESTEMUNHO DE SAÚDE NO
ORGANISMO.
Como aparece a Alegria na criança? Ela vem aprendida, como as sementes contêm
o processo vital e somente requer que o ambiente familiar a cuide, assim como
a boa terra propicia a germinação das mudas. El Niño só requer
que os mais velhos não desqualifiquem essa emoção.
Pode-se afirmar sem dúvidas que todo bloqueio a essa emoção, sua repressão, a
ausência de riso e de momentos de felicidade, induzem e facilitam estados mórbidos e
enfermizos sobre todas as células. Sem alegria, desaparece o impulso de renovação e
de aquisição e a vida tende a parar.
Como produzir alegria? Fabricando uma necessidade, cria-se uma fome a ser saciada,
definir uma meta e agir para alcançá-la, para satisfazer-se com a conquista e ao
conseguir, saltar de alegria. Repetirei esse ciclo todos os dias.
Página 71
naturais. Os sentimentos do álbum e de colecionar. Os sentimentos de chantagem.
Os sentimentos do estado de estresse. Estressores internos.
Página 72
Agrupados de acordo com o modo de adaptação negativa da criança, seja Rebelde ou
Submisso Indignação
O sentimento adaptado não tem saída para o bem-estar; adoece, provoca perda
energética, cria uma adição por ele.
Página 73
De quem e de onde aprendem os rebusques? Os mais velhos fizeram a
demonstração da ampla gama de sentimentos de adaptação e incitação, desde sua
guião, para que os menores assumissem alguns que reforçavam o próprio.
EU estou bem/ TU estás bem Se.... aprendo TEU REBUSQUE. (EU + TU + SE sinto TEU
DEPRESSÃO-CULPA-CORRENTE-U OUTRO)
Das falácias de se sentir mal: "Eu posso deixar alguém mal". "Eu posso ser deixado mal"
por outro lado". Na parte psicológica, em pessoas "maduras", ambas as frases são mentiras.
Página 74
Evite ser consolado e rejeite a tristeza
Evita ser compreendido e rejeita contato e ser amado
Evite ser protegido e rejeite manifestar o medo
Evite o equilíbrio, a harmonia, o descanso e a paz
19.2.1 Ressentimento
19.2.2 Vingança
Outra forma de vingança é causar uma doença e que outro (Você), tenha que
cuidar de mim.
19.2.3 Agresividade
Página 75
Saturam de ameaças o ambiente, maltratam animais e plantas; provocam conflitos
nas festas, desajustes nos grupos, lesões no esporte, tragédias na família,
danos nas máquinas das empresas e, no máximo grau, assassinatos coletivos
absurdos e atos de terrorismo com sacrifício de inocentes.
O indivíduo em seu interior não vive nem participa do amor nem da "comunhão" de casal e de
grupo. E não se separa nem se afasta deles.
Página 76
19.2.6 Culpa
19.2.7 Hostilidade
Com esse sentimento, a pessoa adota uma atitude que vai desde frieza e "boas
maneiras”, até ser irônica, sarcástica, mal-humorada, desagradável e repelente, o que
se aprecia facilmente nos gestos do rosto.
Página 77
Esses sentimentos são muito semelhantes ao tipo de estar-mal.
Inadequação é sentir-se não alcançando a medida esperada por si mesmo em uma situação
dada.
O falso medo é sentir a vida ameaçada em situações que não provocam dano.
o organismo. O grau máximo desse rebuscamento são as chamadas fobias.
Confusão
Com essas maneiras de se sentir mal no roteiro, o organismo está chegando ao "não
pensar-no sentir”. É uma situação quase de inconsciência e de irrealidade; é um estado
presicótico, quase premorto.
Muito pouca energia, mesmo para pensar. Posteriormente, não desejo me mover e chegam.
tonturas e vertigens, hipotensões, "desmaios" e inconsciência. Muitas pessoas
quando se sentem confusas, ficam tontas e desmaiam.
19.2.10 Preocupação
Página 78
Forma muito frequente de se sentir mal. Muitas pessoas se preocupam dia após dia.
É o sentido quando a pessoa quer enfrentar uma situação real ou fantasiosa, que
não está Aqui e Agora, ou Não está ao alcance de sua possibilidade.
É o sentido por crer estar sem energia própria e sem os próprios recursos de
comunicação. Perde por momentos toda a sua responsabilidade.
19.2.13 Ansiedade
Página 79
A angústia é o sentimento de mal-estar devido à incapacidade de 'colocar para fora', ou não poder
"colocar dentro" do organismo, uma energia parada que luta para circular. "Há uma
estreiteza que impede a passagem.
Para mudar e poder sentir as seis emoções naturais, é necessário apagar o roteiro.
Página 80
Exercitar o perdão. Perdoar a si mesmo; perdoar os outros em tudo
Cancelar todas as "dívidas e faturas" perdoando
Assumir a responsabilidade por todas as próprias ações e omissões
Reaprender e redefinir sentir a alegria e o amor como emoções vitais
cotidianas
Esquecer a culpa e o castigo, sentir o amor e o perdão
Exercícios de redeterminação sobre a capacidade de se dar conta
O mais eficaz são exercícios em um grupo de crescimento.
Emoção Primária
A emoção primária permite mais contato com os outros e faz descobrir a cada um.
persona sua verdadeira identidade e sua realidade no mundo.
Não é muito aceita a nível social devido à educação, crenças, tabus e outros.
limitações de que não está bem expressar as emoções.
Página 81
É a emoção que a educação, crenças ou tabus permitem sentir, a emoção
socialmente correta; a que se mostra aos outros com facilidade. Não liberta de nada e
por tanto, não conduz à sanção.
Enmascara a emoção primária real, a esconde. A pessoa evita tomar medidas para
hallar una solución. Utiliza frases como: "sí, pero...", "eso no sirve de nada", "sí, puede
ser", "não posso mudar". É também uma tentativa de esconder o sofrimento, de não
meter o dedo na ferida.
Exemplos
Um homem se sente triste (emoção primária) e com vontade de chorar, mas "os
Os meninos não choram reprime a emoção e expressa raiva (emoção secundária).
Um homem tem medo, mas "os homens devem ser corajosos" está
exasperado (emoção secundária).
Exemplos
A criança agrada seus pais porque sente que se não o fizer, será rejeitada; se
ele chora demais, sua mãe fica nervosa, ele está mais longe dela e ela não
é igualmente afetuosa com ele; então se adapta agradando e indo na
direção que os pais querem.
Página 82
gestiona o equilíbrio e cuida do sistema familiar.
É uma emoção "perversa", que impede a pessoa de viver sua vida. De maneira
inconsciente está identificada e ligada a um ancestral. Por exemplo, sentir a tristeza e
a angústia que sentia a bisavó. Ao trabalhar isso, ela se cura e para de sentir a
emoção que pertenceu à bisavó.
Página 83
21. DESCUBRIMENTOS DE MARC FRÉCHET
Descobriu vários princípios que se inscrevem nesta visão do ser vivo, e que
condicionam o indivíduo a viver os acontecimentos de tal ou qual maneira. Estes
princípios são:
Conflito programante
Ciclos biológicos memorizados
Projeto sentido
Sítio ou rango de irmandade
É preciso esclarecer que Marc FRECHET não considerava os fenômenos que descobriu.
como leis imutáveis ou absolutas, falava mais bem de tendências ou inclinações.
Diante de um mesmo choque, nem todos reagem da mesma maneira. Cada um tem
um ressentir específico, pessoal e apresentará sintomas diferentes dos outros ou não
não apresentará nenhum sintoma.
Fazendo uma breve revisão, até agora, vimos sobre o cérebro em relação a
sua função biológica, a noção de rele cerebral; aprendemos que um ressentir
Página 84
gera uma reação a nível cerebral, e sabemos que a doença tem um sentido
biológico, entre outros temas vistos.
A biologia com o cérebro como intermediário desenvolverá seu programa sem nenhum
estado de ânimo; deve ser assim. Na natureza tudo passa ou se rompe! Todo o que
não se adapta, desaparece.
Quando, durante um fato que gera marca, o conflito não é resolvido, pode
gerar um ciclo, e este acontecimento ou a mesma coloração conflitante em
diferentes acontecimentos são revividos na dupla da idade do primeiro estresse.
Página 85
Por exemplo, um conflito ocorrido aos 5 anos de idade, e não resolvido, terá
tendência a reproduzir-se aos 10 anos, 20 anos, 40, 80, se continuar sem
resolverse. Também pode ser a cada cinco anos.
Um dos sinais que leva a explorar esse tipo de ciclo é o desfasamento entre o
acontecimento e o sintoma. Se um fato mais bem menor implica uma grande
patologia, suspeitar que há uma reativação de um antigo conflito importante, não
resolvido e escondido.
ESTUDO DE UM CASO
Uma paciente de 56 anos com câncer na bexiga. Vivenciava uma desvalorização sexual.
porque seu marido a negligenciava a nível sexual.
O que viveu quando tinha a metade da sua idade? Aos 28 anos, seu chefe a seduziu e
tiveram relações sexuais. Este homem disse que a amava e então ela se dá
conta que ele fazia o mesmo com várias funcionárias. Viveu a situação como uma
profunda desvalorização sexual.
Aos 14 anos, descobriu seu pai mantendo relações sexuais com sua amante.
(Desvalorização sexual).
Aos 7 anos, eu ia a uma escola religiosa. Um dia, perguntaram o que queriam ser de
maiores, ela respondeu casar-se e ter muitos filhos. A freira a olhou com reprovação.
e ele disse que isso não estava certo. Esse foi o conflito programante de desvalorização
sexual.
É como se um relógio biológico interno lembrasse tudo o que vivemos, e sem que
pensemos nisso conscientemente, nos leva novamente ao conflito para que
Página 86
podemos consertá-lo, curá-lo.
É importante destacar que esta inclinação do ser para reproduzir as mesmas atitudes no
dobro da idade, verifica-se tanto para os traumas quanto para os acontecimento
positivos.
Marc Fréchet partiu do seguinte postulado para fazer suas proposições sobre
os ciclos: O ser humano é cíclico como a natureza da qual emerge e se encontra
submetido aos ciclos que organizam sua vida física e psíquica pela mediação celular.
É como se as células tivessem memorizado o conjunto de mensagens que dizem respeito
a vida do sujeito ao longo de um primeiro ciclo de vida.
Página 87
ação de autonomia é vir ao mundo.
Página 88
22.1.1 O Nascimento e Consequências na Segunda Autonomia
[Link] Nascidos com Fórceps
São pessoas com dificuldade em chegar ao final das coisas por si mesmas, que têm uma
forma de dependência e no trabalho estão buscando sócios, ou tem que fazer as
coisas em grupo, porque é assim que foi programado no nascimento.
Exemplo: Um homem que ao nascer, foi ajudado com fórceps, vivia este
condicionamento a nível profissional. Uma vez que é a vida profissional que permite
ser autónomos, ele havia colocado em marcha várias empresas, mas sempre recorria a
sócios e de fato nunca realizava as coisas sozinho. Quando libertou seu nascimento
pôde trabalhar de maneira independente. Na semana seguinte a ter trabalhado o
tema e perceber que ao nascer tinha sido bloqueado, saindo do vagão do metrô,
ele ficou com a cabeça presa no meio das duas portas. Como sabia que se tratava de
o trabalhado, começou a rir, porque o inconsciente havia sido desbloqueado.
Quando o cérebro desprograma um conflito, ele sempre relê o que foi gravado. De fato, isso
coloca em marcha para poder apagá-lo, mas uma releitura nunca é grave, muitas vezes
Página 89
são situações como a de antes.
A criança interpretou que foi um acidente o fato de ter chegado "sem ser
"convidado" e pode atrair acidentes para sua vida para vivê-lo confirmando ou estar muito
desvalorizado.
Exemplo: Uma mulher que tinha dores ciáticas repetitivas; a última foi porque havia
comprou um apartamento, sentia-se muito orgulhosa, mostrou-o ao seu pai, que lhe
Vê muitos defeitos e no final lhe diz que tinha sido uma tolice comprá-lo. E a
continuação aparece a dor. Este é o drama de sua vida, que o pai sempre a
tem desvalorizado.
A história desta mulher é que ela é "um acidente de bebê" e quando seus pais se
entram em contato com a possibilidade de estarem grávidas, embora não queiram consciente disso, decidem
continuar com a gravidez com a esperança de que seja um menino. E ao nascer, vê-la
decepção no olhar de seu pai porque é uma menina.
Geralmente, o cordão umbilical está solto, mas às vezes aperta ao redor do pescoço e o que
tem sido uma fonte de sobrevivência, torna-se um perigo de morte, em um
instrumento de estrangulamento. Isso produz uma esquizofrenia básica diante da vida.
Essas crianças costumam ter, quando crescem, uma relação de amor e ódio com a vida. A vida e
a morte se emparelha em sua consciência. Quando as coisas ficam muito tensas
gritarão: “isto está me matando!”, ficarão completamente sobrecarregados com as coisas e lhes
Página 90
agarrará o medo como um nó na garganta.
Uma vez que a vida os ameaçou ao nascer, muitas vezes sentem a necessidade de
criar em sua vida posterior, situações de ameaça vital para se sentirem vivos. São
especialistas em "afogar-se em um copo d'água".
Quando uma cesárea é programada, o bebê não inicia a ação, o trabalho não
se isso significa que pegam o bebê e o arrancam.
Isso acontece frequentemente com pessoas que se sentem totalmente impotentes diante da vida, como
se fossem totalmente incapazes por eles mesmos de levar a cabo as coisas e decidir-se
por eles mesmos.
Com frequência são "cabeçudos" que insistem em fazer as coisas do seu jeito e em
ocasiões às suas custas. Ao mesmo tempo, quanto mais se comporta assim na vida,
É mais provável que tenha interrupções imprevistas que bloqueiam seu caminho. É
como se quisesse fazer a viagem pelo canal do nascimento que não pôde realizar em
Página 91
o primeiro momento. Sabe que sabe fazê-lo se os outros o deixarem sozinho.
O cérebro pode fazer o conflito em nível simbólico. Sonhos com dificuldades com
o trabalho, na escola ou na vida ou pessoas que vivem o trabalho como um
sofrimento. Portanto, se forem crianças com grandes dificuldades em realizar as tarefas
da escola, verificar como foi feito o trabalho no nascimento.
Mas, alguém que perde o pai aos 5 anos se torna autônomo nessa
Página 92
idade, biologicamente falando, porque o cérebro arcaico não conhece a assistente
social, é como se você estivesse com 5 anos tendo que caçar para se alimentar.
Exemplos de casos
CASO 1
Mulher que localiza sua autonomia aos 21 anos, ou seja, que vai colocar um
ciclo de autonomia de 21 anos, o segundo ciclo começará aos 21, mais 21 = 42, o
terceiro ciclo irá dos 42 anos, mais 21 = 63 anos. Quando vai à consulta tem 50 anos
e se encontra em um estado melancólico, de tristeza. Busca-se o acontecimento que
o estresse que ocorreu na semana, nos dias anteriores, e não
encontrar nada importante, lembrar que um conflito desencadeante não tem
por que ser um acontecimento, pode ser uma idade ou uma data.
21 42 63
+8
8 29 50
8 8
0 21 42
O que aconteceu aos 21+8, ou seja, aos 29 anos. Ao seu marido foi diagnosticado um tumor de
Hodgkin. Foi muito doloroso para ela, porque antes que acontecesse já tinha medo de
a doença. Ele se curou, mas ela guardou a marca desse acontecimento,
que foi muito duro e muito difícil. Seu estado de melancolia está lá, aos 50 anos,
porque seu cérebro relembra a fita do acontecimento que ela viveu aos 29 anos.
Página 93
Como tudo é programado no primeiro ciclo de autonomia, é preciso buscar o que aconteceu.
aos 8 anos, porque está 42+8, 21+8, então 0 + 8. Zero: 0 (que é quando
começa seu primeiro ciclo: o momento de nascer) +8, sendo 8 o momento do conflito
programante quando morre seu pai.
Aos 8 anos, seu pai faleceu de um tumor de Hodgkin (a casualidade não existe).
de alguma maneira as histórias se encontram antes de nós.
Resolvendo o conflito:
Qual é o "interesse" ou necessidade inconsciente para ela, de encontrar um homem que
vai ter a mesma doença que o pai? O sentido biológico da repetição
é dar-se uma segunda oportunidade para resolver o conflito. Para o cérebro, o que o
é esse sobre-estresse que coloca em perigo. É como se a natureza tivesse previsto isso
saída de urgência, que vai permitir reviver uma segunda vez para tentar curar o
que não pôde ser resolvido aos 8 anos.
Tudo o que foi registrado no primeiro ciclo e que não pôde ser curado, se
repetirá nos ciclos seguintes. Portanto, este ciclo de autonomia permite, em
pouco tempo, trabalhar sobre o conflito programante, que é o luto do pai e assim
sair da melancolia aos 50 anos. Ao mesmo tempo, quando a consultante vê o
ciclo que está cumprindo, compreende o sentido do que aconteceu a ele aos 29 anos.
Ela retoma o gosto pela vida, mas seu marido, desde que ficou doente, continua
bloqueado e parou de viver, está sempre fatigado, sempre vê o lado negativo e o
pior das coisas. E ela, aos 50 anos, não aguenta mais e se separou. Mas não podia
fazer isso antes até que isso não fosse resolvido, porque a primeira separação que foi
viver com um homem é a separação do seu pai. O que seu cérebro registrou foi:
separação é igual a morte e abandono.
Ela fazia tempo que queria se separar, mas tinha a impressão de que o
abandonava e que él, poderia adoecer e morrer. De maneira inconsciente, ela tem um
delírio de onipotência, acredita que tem poder de vida e morte sobre seu marido,
porque ela pensa que se ficar com ele vive, e se vai, ele morre. Além disso,
Página 94
quando fala dessa maneira, também está falando do que ela registrou aos 8
anos. Se o desprogramar, pode vir para a realidade de hoje e tomar suas decisões
como adulta em relação ao presente e não em referência à menina pequena.
CASO 2
Uma consultante começa com um ciclo de 19 anos. Quando consulta, ela tem 38 anos.
É uma boa idade para fazer uma terapia, porque quando chega aos 19 anos, o
o cérebro coloca em marcha a fita do nascimento. Ou seja, se o nascimento foi
fácil e sem problemas, a autonomia vai ser fácil. Se o nascimento foi difícil ou
perigoso, vai ter dificuldades para se tornar autônomo na vida.
História de Marc Fréchet e seu encontro com sua esposa: "Eu estava em uma festa de
fantasias, e entre cem mulheres, só havia uma “patuleca” na sala e esta me tocou a
mí”. Por que diz isso? No dia seguinte ao casar-se com sua mulher, ela tem os dois
pernas paralisadas. Ele diz a ela: "não se assuste, querida, acho que sei o que está acontecendo com você."
Então liga para a sogra e pergunta: “Como foi o nascimento da sua filha?”
Tudo bem... tudo bem... Olha, sua filha está paralisada na cama, então me diga o que ela
sucedeu no momento do nascimento.
A senhora se lembra que, no nascimento, o médico usou fórceps, ela foi sacudida
um pouco na nuca e ficou 2 dias paralisada das pernas.
Página 95
Por que se paralisou no dia seguinte ao seu casamento? Porque no momento em que assume
sua segunda autonomia, o cérebro volta a ler a fita do nascimento (a primeira
autonomia). Ele explica isso para sua esposa e diz: "vamos ao médico e não vá embora"
a tomar ao pé da letra, tudo o que te disser.
Outro exemplo: Uma mulher consulta quando tem 38 anos, é engenheira de informática,
muito racional, cartesiana, explica-se um pouco como funciona a biodescodificação e
É difícil acreditar. Ela comenta que quando tinha 26 anos, seu marido morreu de forma
muito dramática, em um piquenique na montanha, uma abelha picou-a no pescoço, fez um
edema e aos 10 minutos morreu diante de seus olhos, sem que pudesse fazer nada.
Aplicando os ciclos: Seu marido, Lionel, morre aos 31 anos. O que aconteceu quando
tinha 7 anos? Morreu seu pai, aos 31 anos.
O trabalho que foi realizado com a consultante foi elaborar o luto pela morte de seu
pai, que ficou um pouco longo porque havia apagado tudo daquela época.
Isso explica por que eu precisava racionalizar tudo, pois precisava se proteger do
drama que havia vivido.
Também chama a atenção que esta consultante tinha ciclos dentro dos ciclos: a os
Aos 7 anos faleceu seu pai, aos 14 anos (7+7) encontrou Lionel, que será seu marido. A
os 26 + 7 = 31 anos, encontra seu atual companheiro e quando consulta, com 38
anos, é porque se sente muito infeliz com seu parceiro, mas não consegue se separar
Página 96
dele.
Portanto, encontre a solução: quando conhece este homem com 38 anos, ele é um
yacente, completamente depressivo,… um morto-vivo, passa quase todo o dia
seu computador e o resto do tempo, dorme. O cérebro é enganado uma vez, mas
não duas vezes: encontra um homem do qual se apaixona porque sente que é um
encanto e este morre..., a segunda encontra um homem com quem se sente
desgraçada; é uma proteção, pois como pensa que vai morrer, quando se
morrer vai viver como se tirasse um peso de cima.
Há pessoas que não são felizes em seu relacionamento e não são capazes de
separar-se. E dizem coisas como: Eu vivo um inferno na relação amorosa mas ao
menos estou certa de não sofrer durante a separação.
CASO 3
Mulher que começa a idade de autonomia quando se casa. Passa da dependência
financiera de seus pais à dependência financeira de seu marido. Consulta aos seus 64
anos, e estava muito interessado em fazer a formação em biodescodificação porque é
importante para ela. Ao ver que é nessa idade, o terapeuta imagina que por trás, há
algo que reparar, pois fazer a formação é um acontecimento positivo, que lhe
permite realizar-se. O que ocorreu nos ciclos anteriores?
Começa a formação aos 64 anos, ou seja, 57+7.
38+7 45 anos se divorcia
19+7 26 anos, seu marido a engana com uma amante
Aos 7 anos, sofre um incesto por parte de seu pai.
Página 97
dezenove 76
Boda 38 57Boda
14. 1ª exp
sexual 26 45 64
Amante Divórcio Formação
Biodescodificação
7
Incesto
0 19 38 57
2°
casamento
CASO 4
Uma consultante que marca seu ciclo de autonomia com 20 anos. Aos 39 anos sofre n
câncer de rim. Com 19 anos perde seu pai e, por isso, vive um conflito de
derrumbamento, já que ela estava muito próxima de seu pai. Sua mãe era muito rígida.
Aos 39 anos aparece um câncer de rim.
Página 98
Com 26 anos teve câncer de mama, aos 6 anos teve uma primeira infecção
(tuberculose) e a hospitalização durante um ano. Assim, esteve longe do ninho, sem a
proteção da família.
O conflito programante está sempre no primeiro ciclo. Também, há
repetições de acontecimentos positivos. O cérebro é competente, mas não é
inteligente, aplica os programas sejam bons ou maus.
CASO 5
O ciclo de autonomia de um estudante de biodescodificação é de 20 anos. Quando
começa a formação, tem 58 anos, aos 38 anos é nomeado chefe de vendas, um
trabalho que adora e lhe permite ganhar uma quantia de dinheiro com a qual está
satisfeito. Aos 18 anos encontra sua mulher, de quem ainda está apaixonado. Para
conhecer sua mulher foi um acontecimento muito importante porque sentiu que
realmente se convertia em homem. Neste momento percebeu que podia
havia uma rivalidade na sedução e assumiu seu papel de homem para poder estar
com ela. É como se pegasse seus hormônios, sua testosterona, sua essência de homem. De
feito, o importante não é o acontecimento em si, é como a pessoa o resente.
Página 99
Quando um homem vai caçar, não tem interesse em falar, pois se falar, ele escapa.
a presa.
Pelo contrário, as mulheres são responsáveis pela descendência, elas desenvolveram a
orientação de curta distância para localizar-se perto da caverna, toda a organização
do território e toda a dimensão das relações. Por isso as mulheres falam mais
que os homens.
Exercício: Defina sua idade de autonomia, se tiver dúvidas, pode fazer com dois
idades diferentes. Com a idade que você acha que foi a sua segunda autonomia que pode
ser quando te casaste ou quando começaste a trabalhar, independentemente de que
tenha começado a se manter por seus próprios meios. Então, olharei o que aconteceu nos
outros ciclos verticais.
Fazer este ciclo é muito simples. Fazendo a linha da vida, toma-se a idade na
que aparece o sintoma e se divide em dois.
21 ½ 42
CASO
Mulher de 53 anos que desenvolveu hipotiroidismo aos 42 anos. O conflito do
hipotireoidismo é um sentimento de “impotência de agir na urgência”
temos que nos apressar muito, mas não há nada a fazer. Se há um
hipertiroidismo é preciso ter pressa, mas eu vou conseguir seguir em frente. No
hipotireoidismo há uma espécie de abdicação. Esta paciente apresenta um
Página 100
hipotireoidismo aos 42 anos e não se encontra nenhum acontecimento que o
pode ter sido colocado em marcha pouco tempo antes da aparição do
hipotiroidismo. Então, busca-se a metade dos 42 anos. O que aconteceu aos 21?
anos? Ela sentiu que quase morreu, brigou com o marido e lançou uma faca
e só pôde colocar o braço e a faca se cravou em seu braço. No início,
quando contou isso, sabia que tinha tido medo mas não o expressou com
Emoção. Lembre-se de que um bioshock é um instante preciso, e o terapeuta
Em que momento você realmente teve medo? E diz: quando
me tirei o faca e vi que sangrava. Como o conflito da tireoide é um
conflito de urgência, o terapeuta pergunta: mas qual foi a urgência nisso?
momento? E me respondeu que "não se esvaziar de seu sangue...". Portanto, teve
estresse de urgência, mas como tem um hipotiroidismo, é porque o viveu com
um sentimento de 'eu vou morrer'. O terapeuta pede que ela reviva esse momento,
que se saque o cuchilho, está sangrando e lhe diz que pronuncie em voz alta: “a
urgência é parar de sangrar, porque tenho medo de esvaziar-me de sangue... mas
De qualquer forma eu vou morrer”. E quando faço ele dizer isso, ele começou a tremer.
ter calor e a cicatriz começou a doer e a apresentar calor, porque quando
trabalhamos sobre o conflito, frequentemente a parte do órgão em relação vai a
começar a reagir. Hoje tem 53 anos, quer se separar, mas tem medo da
reação do seu marido, porque seu cérebro registrou que se separar está em
perigo de morte.
É importante saber que um único acontecimento pode gerar vários.
resentimentos, portanto várias doenças ou vários conflitos.
O acontecimento vivido aos 21 anos deixou um ressentir de urgência de "estou eu
vaciando de sangue, portanto vou morrer”. É importante lembrar que o
O sentimento de ter uma ferida aberta é um conflito relacionado ao baço.
Ela tinha um sistema imunológico muito fraco. Este evento gerou seu
hipotireoidismo além do problema imunológico. O problema imunológico é
um problema de ataque-defesa, "... me atacam... me defendo..., mas tenho medo"
de não poder me defender...
Também foi verificado o que havia ocorrido entre os 10/11 anos e entre os 5/6.
anos, porque cada vez há que dividir entre dois.
Por que a doença apareceu aos 42 anos? Por causa do evento aos 21 anos.
Página 101
não está resolvido e o cérebro relembra o que registrou então para poder resolver.
é dar uma segunda oportunidade. Isso é inconsciente e por isso o cérebro
encontre a solução, na biologia (com a doença)
Às vezes, os conflitos são encontrados ao trabalhar com os ciclos na
horizontalidade e não aparece nada no ciclo da verticalidade. Por isso há que
ter em mente que os ciclos são ferramentas, mas nem sempre são
significativas. Portanto, temos três classes de ciclos:
Um paciente alcoólico, que só bebia vinho tinto de 13º. Ao perguntar-lhe o que lhe
Aconteceu aos 13 anos, encontrou sua programadora. Sem saber, a pessoa sempre
tenta dar a informação, mas como é inconsciente, só se pode fazer
indiretamente.
Outro paciente, que só bebe cerveja, entre 4º-5º. Aos 4-5 anos, seu avô morreu.
a quem ela queria muito e a obrigaram a dar um beijo quando estava morto.
Na França, quando colocamos alguém no caixão, chamamos de “mise en bière” (Colocar
o corpo no caixão. Biére = cerveja).
Quando há algo que se repete, é uma forma de dar uma informação que permite
solucionar o conflito. É preciso aprender a localizar se é uma pista importante,
para poder ajudar a pessoa.
O excesso é sempre a assinatura do conflito. Quando existe algo excessivo, repetitivo,
é que existe um conflito não resolvido e está tentando resolvê-lo. Precisamos de
imaginar uma moeda e temos duas faces: uma pessoa que cria um conflito de
desvalorização e pode fazê-lo na polaridade da polaridade da
desvalorização, “…sou um desastre… não sirvo para nada…”, ou bem no grandioso,
Página 102
“… eu sou como Deus… sou o melhor…”. Alguém que está em conflito de autoridade,
ou está em submissão ou está em rebelião. Ou seja, no conflito sempre se
está em fascinação ou em repulsão.
Exercício: Feito o ciclo na verticalidade, começando na idade de início da
formação, fazê-lo de outra maneira:
Partindo de um acontecimento vivido no primeiro ciclo, antes da idade de
autonomia, e que te tenha marcado, olhar se no ciclo seguinte, a que idade
corresponde.
Também fazer de outra maneira: Tomar um acontecimento mais ou menos recente,
entre hoje e quatro ou cinco anos atrás; posicioná-lo sobre seu ciclo e observar a
correspondência.
Fazer este mesmo trabalho nos ciclos de horizontalidade.
Em geral, quando não se encontra de uma maneira, encontra-se de outra. A
a mente humana está feita de uma maneira que, quando lhe é feita uma pergunta,
não pode deixar de responder. Portanto, a partir do momento em que
interrogan a su cerebro sobre unas fechas, él sigue buscando sobre estos ciclos y
por isso é bom fazê-lo em casa.
Nos ciclos também podemos fazer uma terapia preventiva. Quando em um primeiro
ciclo há a morte de um familiar muito próximo e não se conseguiu fazer o luto,
é preciso ter em mente que fazer um luto não é esquecer, é não sofrer mais da
ausência.
O cérebro funciona como uma fila de dominós, que quando um cai, todos caem.
cadeia. Quando o conectamos a algo, vai buscar tudo o que é semelhante.
Página 103
IDADE PRECISA
Este acontecimento preciso e marcado pode ser positivo ou negativo e se coloca em
marchar porque o acontecimento é importante para a pessoa.
É uma maneira de nos darmos conta do aspecto cíclico do nosso cérebro. Quando vêem
que uma pessoa está vivendo acontecimentos importantes, por exemplo a cada cinco
anos, é preciso ir buscar o que aconteceu aos cinco anos. Se esta pessoa vive coisas
importantes a cada dez anos, vamos a buscar o que lhe ocorreu aos 10 anos. Esta é
outra maneira de trabalhar com a noção de ciclos. No ciclo de autonomia também se
pode olhar o que se repete. Exemplo:
Uma mulher russa, é médica osteopata e começou a formação aos 50 anos. Aos 29
anos sua mãe morreu de câncer e quando tinha 9 anos, sua avó materna morreu
também de câncer. Ao perguntar-lhe: O que te incentivou a fazer isso
formação? diz que quando ouviu a pessoa que apresentou a formação, o que
o que chamou sua atenção foi que havia uma explicação para certas pessoas agirem de uma
certo tipo de cânceres. Esta mulher começou a formação em uma tentativa de
reparação para dar sentido à morte de câncer na família.
Página 104
o que é um traumatismo craniano?
1 2 3
4 5 6
Página 105
O rango de irmandade dos pais está em ressonância com o de seus filhos e se
terá mais afinidade com o filho que tenha o mesmo rango que o pai ou mãe
respectivamente.
Caso: Uma senhora consulta porque seu filho frequentemente tem vertigens muito fortes.
que o obrigam a se deitar toda vez que se apresentam. A criança tem como segundo
nome, Emilio; o terapeuta pergunta: há um Emilio na família?
Se houver um Emilio, um tio. A mãe faz gestos como se não quisesse falar sobre isso.
Ter em mente que as crianças sabem de tudo, embora não saibam que sabem e se forem
conta a história que está gravada a nível celular, se a ajudarmos a colocá-la em
a consciência, se libera. Este cara morreu muito jovem, aos 25 anos, trabalhava em uma
obra e um caminhão lhe esmagou a cabeça. No momento em que a mãe fala sobre isso, o
criança entra em vertigem, o que demonstra que o acontecimento tem relação com isso.
Se explica ao menino o que acontece e que os vertigens podem se acentuar durante alguns
Página 106
dias e depois desaparecerão. E assim foi.
Se tivermos o nome de outra pessoa da família, ou de alguém que morreu, há
que buscar a história dessa pessoa. Assim se podem encontrar as semelhanças entre
ambas. Igualmente isso se aplica para os rangos de irmandade ou fraternidade.
Página 107
voltar a colocar o cérebro na realidade. Só quando a memória do perigo se
haya liberado, este programa se vuelve inativo.
O cérebro não funciona em termos de escrever/apagar, funciona em termos de
arquivar. Desativar um conflito não é apagar, não é esquecer, é liberar a emoção
conflitiva e neste momento a crença não está ativa. O importante é localizar
as memórias que levamos em relação ao que se viveu na família e o
que nos vai dar uma ideia são os sintomas que temos. Podemos fazer um
sintoma biológico, ou ter um problema com o trabalho, com os relacionamentos, etc.
Mas é preciso lembrar que o sintoma é a única solução que encontrou o
cérebro para manter a vida. O cérebro encontra soluções de sobrevivência a
a partir das informações que tem.
Exemplos:
Um paciente consulta porque, embora queira trabalhar, toda vez que encontra um
trabalho, a cada dia eu vomitava de angústia ao ir para o trabalho. Passava mais
tempo em licença (incapacitada ou de baixa laboral) do que trabalhando. Conscientemente
queria se profissionalizar, se formava muito mas nunca exerceu as atividades
para os que se formavam.
Ao revisar sua história, encontra-se que seus dois avós morreram em um acidente
laboral. A informação transmitida é que "o trabalho mata".
A partir do momento em que o cérebro tem um programa, ele encontrará a solução. São sempre
os programas inconscientes que os impõem, ou seja, que por um lado estão os
programas conscientes, que correspondem ao que queremos e, por outro lado, a
realidade que estamos vivendo, que corresponde aos nossos programas inconscientes.
Página 108
Este homem é concebido quando seu pai volta da guerra da Indochina e o
chamam Patric. O nome Patric ou Patricia indica problemas em relação à pátria,
memórias de guerra. Seu pai esteve na guerra na Indochina, na marinha de
terra na selva e um dia o fizeram prisioneiro. Alguns de seus companheiros foram
decapitados e ele viu as cabeças de seus companheiros e quando iam decapitá-lo,
chegou um regimento americano e o resgatou. O terapeuta pergunta como ele vê a vida
e diz: “para mim a vida é uma selva...” e era seu pai que tinha estado na
jungla… este homem estava “pilotado, controlado ou comandado” pela memória de
guerra de seu pai.
Se encontrarmos pessoas cujos ancestrais viveram guerras, é preciso rever isso bem.
pois as memórias de guerra influenciam três gerações.
Outro exemplo de como uma doença pode se iniciar. Uma paciente chamada
Michelle, seu pai é Luis e seu avô se chama Félix. Michelle sofre de asma e é
professora de história e geografia. A história é que Luis fica órfão de pai.
aos 7 anos porque Félix, durante a guerra de 1914-18, sofreu um impacto
de bala a nível da virilha e foi gaseado nas trincheiras e morreu. Luis sofre de um
linfoma na virilha, no mesmo lugar onde seu pai foi ferido e Michelle sofre de
asma porque, se o ar é tóxico a solução é respirar ao mínimo.
Outro exemplo: um homem se casa com uma mulher que está completamente bloqueada
a nível sexual e, portanto, só fizeram amor para ter dois filhos. O marido
está em frustração sexual, não é feliz com seu parceiro e encontra outra mulher com quem
sexualmente funciona e se separa. Consulta porque não entende seu comportamento,
pois agora está com uma mulher com quem funciona sexualmente, no entanto
Página 109
também a engana. Sua mulher o descobriu e está à beira da separação. Se ele
faz isso porque era a solução do seu cérebro.
Diz que no momento de se separar da primeira mulher, se desapegou
emocionalmente de seus filhos. Diz "é como se eu de fato, não pudesse amar...". Ao
olhar sua árvore genealógica, por parte de mãe, o nº 2 morreu; este senhor é nº 2
e seu avô morreu durante a guerra. Ou seja, a mãe encontra-se com o irmão
que havia morrido, o que quer dizer que este senhor o substituiu. E este senhor,
também substitui o pai de sua mãe. O que registra este senhor? Existem dois
acontecimentos de morte e a crença que se transmite é "as pessoas que amo
vão morrer". A solução de sobrevivência é desconectar-se antes que morram.
É importante localizar a memória que foi transmitida, embora não saibamos a
que geração se remonta.
Exemplo: Um homem consulta porque "tenho uma sensação de vazio no ventre e "
quando tenho essa sensação preciso fazer amor”. Isso lhe causa angústia, pois
faz enganar seus parceiros e se sente desgraciado. A sensação de vazio é a
memória dele quando estava no ventre e a necessidade de fazer amor é
reparar a perda.
No conflito, estamos sempre em fascinação ou em repulsão. O sintoma do
a persona é quem nos guiará para descobrir a memória que foi transmitida.
Exemplo: Uma mulher e todos os seus irmãos com problemas de dinheiro. Seus pais e
avós tiveram muito dinheiro, mas ao chegar do Líbano para viver na França, se
encontraram nas ruínas. Já os pais e avós haviam podido desfrutar do prazer de
ter dinheiro, mas depois sofrem porque não o têm. A solução dos filhos, este
paciente e seus irmãos, é não ter dinheiro para não sofrer, pois se eu nunca o tiver,
não conheço o gosto que dá tê-lo para depois perdê-lo.
É preciso saber como o cérebro reage ao sofrimento. O único sofrimento
conhecido pelo cérebro é o sofrimento físico, biológico. Se batermos com força
grande nas costas vamos notar dor, mas se nos derem tapinhas não muito
fortes, simplesmente aumentamos um pouco a cadência, o cérebro vai secretar
endorfinas para anestesiar a área. Se eu sempre sofro em relação a algo, estou em
segurança.
Página 110
Em geral, é sempre a descendência que "biologiza". Quanto mais
gerações passam e as soluções ganham mais força. Há casos de pessoas que têm
vivido incestos e sua sexualidade funciona bem. Em contrapartida, a sexualidade da
descendência não funciona bem.
Eram um povo muito guerreiro, por isso sua deusa principal era Artemisa, a caçadora.
Devido a isso, atribuíam-lhes a fundação de Éfeso e a construção do Grande Templo
de Artemisa”. Tomado de: internet: [Link]
griega/grecia47/
Página 111
Portanto, aqui se camufla o masculino para ficar no feminino. Quando uma
homem e uma mulher têm em sua história transgeracional um programa de "pai"
"perigoso" e "homem perigoso", como "por acaso", se encontram. Enquanto não
têm crianças, tudo funciona, a sexualidade vai bem, a relação de casal também. E o
o programa se acenderá a partir do momento em que a mulher se tornar mãe e o
homem pai. Quando há uma criança, a mulher se torna mais mãe do que mulher,
comece a cortar a sexualidade, a engordar para apagar seus signos sexuais, para
empurrar o marido a cometer faltas para dispensá-lo.
Terapeuta: "Você teve problemas com os dois primeiros filhos?", "não tive
problemas, são meninas”. O que está ocorrendo é que a criança começa a produzir
mais testosterona, e é ela quem está despejando, de maneira inconsciente.
Página 112
Terapeuta: "e o pai onde está?": "é um pouco complicado, porque faz 20 anos
que sou a amante de um homem, aceitou esses três filhos, os reconheceu,
mas ainda vive com sua mulher. Ele vem à minha casa todos os dias das 9 às 12 da
noite, e depois vai para a casa onde mora com sua esposa.
Observação: Para esta senhora, esta é a solução perfeita (não ter o homem ao
lado).
Ao trabalhar o tema, as coisas com seu filho se normalizam, pois ao arrumá-lo ela,
automaticamente dá permissão ao seu filho para ir ver seu pai e a criança começa a
reclamar ao seu pai; o que não tinha feito até a data. Ao seu pai não lhe apetece
e não aceita o lugar que lhe oferecem. Com a solução, a mãe rompe esta relação,
que ha condicionado 20 anos de sua vida.
o consultante.
24. PROJETO/SENTIDO
Marc FRECHET dizia que o bebê é um jato (jet, em francês) mas que antes de ser
um "jato" já era um projeto (pro-jeto, jogo de palavras). Antes de ser concebido, era
já uma ideia preconcebida. É interessante considerar que para os chineses a existência
do indivíduo começa, não no momento do nascimento nem da concepção, mas três
meses antes da concepção.
Página 113
Não há concepção sem que haja previamente um desejo de concepção. Este desejo
que corresponde a um projeto dos pais, pode ficar no inconsciente.
O fato biológico, o ato sexual, não é suficiente para explicar uma concepção. Há
tantas mulheres que querem ter filhos e são estéreis, outras que não querem e se
ficam grávidas... Há algo mais forte do que o desejo consciente: o desejo
inconsciente.
Há um projeto-sentido que está ali. Uma vez que tomamos consciência disso,
somos livres de guardá-lo ou eliminá-lo.
O projeto/sentido é, portanto, uma expectativa inconsciente colocada na criança e
que se orienta a reparar os sofrimentos da árvore genealógica.
Os pais esperam um menino com base em sua própria história pessoal e familiar,
história que fez deles o que são, com seus ideais, seus medos, as coisas de que
que se arrependem, o que amam ou não, o que conhecem, o que esperam, seu olhar
própria da vida, etc. Por exemplo, há certos pais que sonham em dar a
seus filhos o que não tiveram e assim superar seus próprios pais enquanto outros
pôrão seu coração em reproduzir de maneira fiel (e de forma leal...) a educação
recebida. É por isso que, quando se sentem inquietos em relação ao bebê que está
por chegar, fazem isso com base em suas próprias problemáticas.
Página 114
Esta sensação será muito acentuada se eles próprios se sentirem rejeitados ou não
desejados o que não responderam ao desejo familiar. Finalmente, o ser humano traz
crianças ao mundo movidas por uma mistura de amor, de necessidades, de medos, de
esperanças, de lealdades, entre muitos outros sentimentos contraditórios que em seu
a maioria são inconscientes, mas tendem a manter uma certa coerência no
entramado familiar.
sua vida intra-uterina, absorver toda a história do linaje ao qual tenta pertencer.
Chegará ao mundo com a bagagem dos sonhos e ideais projetados de maneira
inconsciente em sua pessoa, com tudo que isso implica às vezes em termos de
culpabilidade, sentimento de inferioridade, busca pela perfeição, etc.
Esta investidura imaginária que lhe foi atribuída ao menino por vir, constitui então
uma forma de projeto que responde à pergunta: qual é o sentido que tomou
nosso nascimento no seio de nossa árvore genealógica?
O ambiente prenatal:
O bebê grava de forma pessoal e direta tudo o que a mãe vive durante a
gestação e conforme o ambiente pré-natal, a criança estará mais ou menos disposta a
abrir-se para o mundo com confiança, ao sentir-se esperado e bem-vindo em maior ou menor grau
medida.
Alguns especialistas explicam que durante a vida intra-uterina, se impregna dos
sonhos e fantasias da mãe, o que lhe permite deslizar em um laço de apego a
medida com ela. Reconhece seu desejo e responde a ele de uma maneira apropriada
para assegurar sua sobrevivência.
Por conseguinte, o vivido pela mãe durante este período é de particular
a idade da mãe, com os trânsitos correspondentes, podem esclarecer
Página 115
nossa compreensão daquele momento de sua vida.
O nome próprio:
Por lo geral, o mais comum é que o nome seja escolhido durante a gestação e,
Por isso, formei parte do projeto-sentido. Existe toda uma dimensão do imaginário
relacionada com a escolha do nome próprio. Embora ele não represente
um destino por si só, é altamente possível que todas as associações de
pensamentos – conscientes ou inconscientes – que presidiam sua escolha por parte
dos pais, contenham influências cujo efeito poderá ser sentido no que faz
as identificações da criança e o lugar que ocupará na família.
Uma mulher queria ter um filho, mas seu marido rejeitava a ideia. Ela foi embora com outro.
homem e viveu com ele durante três meses. Seu marido está sofrendo muito, ele a procura
e lhe diz que está de acordo em ter um filho, mas que volte com ele porque a
ela sente muita falta. Ela aceita e tiveram um filho. O projeto-sentido que transmite o
pai é: EU GOSTARIA TANTO QUE NÃO HOUVESSE MOVIMENTO, SEPARAÇÃO.
O filho nasce com paralisia.
Uma paciente foi concebida no dia em que sua mãe teve que abandonar seu país natal.
(Itália) para acompanhar seu marido na França. No dia de sua autonomia, sua mãe é
separada de seu país e de toda a sua família. O problema da paciente é que não
consegue abandonar o lar dos pais, embora se sinta preparada para viver sua
autonomia, mas seu cérebro gravou:
Página 116
AUTONOMIA = SEPARAÇÃO DOLOSADE TUDO.
É um handicap na sua vida, mas basta tomar consciência, que expresse o sentido.
que não lhe pertence, mas que foi impresso no momento de sua concepção. Ser
livre é libertar-se do projeto limitante imposto pelos pais.
O problema é: esquecemos a pergunta, mas mantivemos a resposta. Esquecemos
a pergunta, no campo da sobrevivência, mas guardamos a resposta no
plano de comportamento.
Um comportamento que pode ser inútil no novo contexto espaço-temporal,
uma vez que "a guerra terminou". Não temos problemas psicológicos, nem problemas de
lembranças. Há uma dicotomia entre o desejo consciente (ou ausência de desejo
consciente) e o que acontece, em termos de desejo inconsciente. Mas o inconsciente
é sempre mais forte.
VICTIMISMO
Podemos nos sentir vítimas pelas coisas que trouxemos, seja por ...
projeto/sentido ou porque assim estava “determinado” pelo nosso árvore genealógico.
Em geral, quando uma pessoa se sente vítima, não o faz por prazer, é porque
em um dado momento de sua vida, foi vítima, mas não conseguiu sair dessa situação
e, portanto, está em uma situação de impotência ou precisa que seu reconhecimento seja feito
sofrimento. E enquanto estiver precisando que seu sofrimento seja reconhecido, não
pode curar. Porque... se esta pessoa está feliz, saudável, se sente bem e diz
que ha sufrido mucho e foram injustos com ela, vão lhe dizer: "... ¡de quéte
queixas…!"; em contrapartida, está deprimida, sozinha, reclama e diz que é desgraciada, a
as pessoas podem ver que sua vida tem sido muito dura.
Exemplo
Página 117
As gazelas e as leoas. Há um grupo de gazelas pastando tranquilamente na
savanna, the grass is good..., there is a little bit of air.... Then there are the lionesses, that
estão com fome, se preparam para caçar e localizaram as gazelas. Quando as encontraram
localizado, se aproximam a elas contra o vento e se escondem entre as ervas,
para não serem vistas nem esquecidas pelas gazelas.
Uma vez situadas essas, uma delas sobe para o outro lado e se deixa ver e cheirar.
Assim, as gazelas fogem para onde estão todas as leoas. Dessa forma,
algumas gazelas vivem e outras morrem. As que sobrevivem se recuperam e continuam
sua vida até a próxima caça e assim a história se repete. São as leoas as que
decidem a caça e a única possibilidade que a gazela tem é tentar sair convidada de
a situação.
Se uma pessoa em um determinado momento diz "eu não posso decidir nem fazer nada", é
uma pessoa que se encontrou bloqueada em um conflito em um momento
concreto da sua vida. Desde crianças, são os pais que decidem, na vida adulta, é possível
decidir, ter o poder e tomar decisões sem manter a dependência dos pais.
Página 118
Nascimento Futuro
Bioshock 2010
Muitas vezes, quando se oferecem saídas para as pessoas que estão posicionadas no
victimismo, encontram desculpas para demonstrar que não há solução possível. Isso é
porque a necessidade fundamental dessa pessoa não é se curar nem melhorar, mas sim que
le reconheçam seu sofrimento e quando isso acontecer, poderá aceitar fazer algo para
seguir adiante. Muitas vezes o que ele quer e precisa, é que a pessoa que lhe tem
o dano reconhece o sofrimento. Quando isso acontece, a pessoa pode
encontrar-se a si mesma e começar um processo de cura.
Algumas mulheres que foram abusadas ou estupradas costumam dizer: “poderei começar a
sanar quando a pessoa que me fez isso estiver na prisão...”. Isso quer dizer
que pode curar, mas precisa que seu sofrimento seja reconhecido e a lei diga que
há um crime, portanto, é necessário pagar por isso e há um reconhecimento.
Página 119
facilmente do mesmo.
Entre duas situações que geram estresse, o cérebro sempre buscará aquela que cause
menos estresse. Está o bioshock que causa a doença, o cérebro tenta se afastar a
pessoa de estresse, porque isso é o perigo e depois está a determinação de curar.
Se a determinação é tanto ou mais forte do que o estresse causado pelo choque, o
cérebro poderá soltar com mais facilidade.
Pedir à pessoa que faça um dossiê ou pasta de "provas escritas"; que por
escrito, exponga todos os sofrimentos que teve durante toda a sua vida, desde o
mais pequeno até o mais forte e marque essa pasta com o nome: "dossiê"
provas do meu sofrimento". Pode levar o tempo que quiser para fazer isso, o
importante é que esteja segura de que escreveu tudo.
Uma vez que tiver escrito todos os sofrimentos, deve levar o dossiê consigo, na bolsa
o onde quer que vá. Enquanto o leva consigo, deve estar muito consciente de que está sendo
passeando com o dossiê, que esteja ciente de que "enquanto precisar que meu
sufrimento seja reconhecido, vou passear com ele...", ou bem "...aceito que nunca se
vai reconhecer…”, eu solto e me libero.
Quando muito dentro dela puder aceitar que seu sofrimento nunca será reconhecido,
ou quando puder perceber o que aconteceu de maneira diferente, deve queimar o dossiê.
Simbolicamente aceita que não vai continuar mantendo as provas para que seu
o sofrimento seja reconhecido. Desde seu adultó, reconhece à criança que foi,
se reconhece seu sofrimento e se dá o recurso que essa criança precisou em
esse momento.
Página 120
O papel como terapeutas é reconhecer que ali ocorreu uma injustiça e que o
o sofrimento não será reconhecido por quem o causou; no entanto, a pessoa agora
pode decidir se continuar a carregar com seu sofrimento ou não; que compreenda que ela
ela é a única responsável agora por continuar sofrendo ou não.
Página 121
25. ANEXOS
ANEXO 1
O protocolo começa com uma história que explica ao formador o que é para nós
como um pequeno choque e que despertará em nós uma emoção que nos colocará
em contato com todas as situações em que sentimos essa emoção e que
encerram um conflito.
Exemplo:[Link]úva,semfilhos,vivesozinhacomseupequeno
cachorroecomotodososdias,eleolevaparapassearnoiní[Link]
a rua, superrito está à sua esquerda e ela sente o frescor do vento, se sente bem. Sua
[Link],passa
[Link],vêumamanchadesangueenofinaldaguiaháuma
“bola” de pelo, cheia de sangue e o cheiro azedo... nesse momento sente...
O QUE SINTO
Revoltura, cólera, desvalorização, injustiça, culpabilidade, humilhação, liberdade, perigo
solidão, tristeza, raiva, medo, etc.
NIVEL DE DESGOSTO
Fazer uma estimativa em uma escala de 1 a 10. De um a dez, quão desconfortável você está?
Página 122
Você está sozinho ou há mais pessoas?
Qual é a sua necessidade nesse momento? O que você gostaria que acontecesse?
Manifestando-a.
Desde o adulto que sou hoje, que já teve e viveu em outras ocasiões a
experiência de ter esse recurso, levamos para a criança, adolescente ou jovem
que viveu a experiência dolorosa.
NOVA CRENÇA
Qual é a sua nova crença ou ponto de vista sobre aquela situação? Também se
pode avaliar como a pessoa se sente com a nova crença ou percepção
do tema.
Página 123
Encontrar conscientemente uma experiência particular precisa, positiva e agradável,
durante a qual você está em contato consigo mesmo, na qual você se sente conectado
contigo mesmo de maneira agradável e tenhas uma opinião positiva de ti. Isto porque
antes de fazer um trabalho de curar situações difíceis, é bom ter recursos,
autoconfiança, coisas positivas e agradáveis. Depois podemos ir curar o
que nos doi. Das experiências boas e agradáveis, escolha uma. Qual? Reviva-a.
O que vejo?
O que eu ouço? Vozes, música...
O que percebo com meu olfato? Pode ser particularmente sensível a certos
aromas, essências, fragrâncias...
Que sabores chegam à minha boca?
O que a minha pele percebe? Sensação particular de calor, frescor, calma, etc.
O que meus pulmões percebem? Uma maneira eventual de respirar, um ritmo
respiratório...
Página 124
Um prato de comida: qual?
Uma parte do nosso corpo: qual?
Um objeto: qual?
Uma sensação: qual?
Um gesto do seu corpo. Uma postura
Uma palavra que descrevesse o conjunto, seria?
Se a pessoa escolher uma experiência com matizes negativos, é solicitado que a mude.
e escolha outra positiva, verifique sempre.
Podemos, em cada etapa, intensificar assim como fazer uma representação das etapas
de sua vida ou podemos encontrar essa cor positiva, esse cheiro positivo...
Permitir que venham as lembranças agradáveis associadas a essa cor, cheiro, etc.
Em seguida, continue para a próxima etapa.
Quer dizer, com uma situação que tem sido difícil e à qual se quer levar um
bom recurso.
Página 125
ANEXO 2
Objetivo: Poder sentir dentro de cada um, o que é o bio choque. Fazer isso por
casais.
Sobre a linha do tempo, identifique primeiro o momento em que você se sente bem, ir
avançando até encontrar o instante em que você se sente neutro e depois seguir
avançando até o momento em que aparece o desconforto. Você para aí: instante
encarnado". Sentir no corpo.
Detidos neste instante, é importante ir para frente e para trás para ver
onde você está bem e onde você está mal, e neste ponto o terapeuta pergunta: O que
o que essa criança, essa menina ou essa pessoa precisa naquele momento? (necessidade não
satisfeita).
A este momento se le llama bisagra, hay una necesidad que no puede ser
satisfeita: necessidade de afeto, de projetos, de apoio, de compreensão, de
amor, etc.
Uma vez identificada essa necessidade, trabalha-se sobre o ressentir com o seguinte
exercício que se chama Trabalho sobre o ressentir e libertar-se.
Objetivo:
Página 126
[Link]çar o centro da biodiana (Re-sentir).
4. Ubicar o momento preciso do bio shock, o 'Aqui e Agora': a pessoa deve ser
capaz de descrever o que acontece aqui e agora (no momento traumático),
durante a sessão de terapia, quando você estiver dentro de seu ressentir.
5. Unã
io n
i terna: tomada de conscê
i nca
i : a pessoa começa a cra
i r um víncuo
l entre o
o que acontece para ela aqui e agora (de seu momento ou etapa adulta) e o primeiro
vez que isso mesmo aconteceu em sua história pessoal, ou outra vez em que aconteceu
mesmo. Também percebe que, sem perceber, tem estado automatizada e
atuando de maneira que responde a uma história do passado.
[Link] um recurso: Com a pessoa que somos hoje, encontramos o recurso que
a pessoa precisava no momento difícil.
Página 127
[Link]ÇÃO: O terapeuta au
j da a pessoa a ancorar o recurso pedn
i do que ea
l
coloque uma cor na nova sensação, um som, um cheiro, um sabor (o que encontrar)
mais adequado de várias opções que lhe dê).
Depois do Bio-shock
Antes do conflito
_________________________
++++++++++
Linha do tempo
Eu me sinto bem Eu me sinto Mal, Mal, Mal...
Momento de
A BISAGRA
Recurso
ANEXO 3
Este protocolo é para nos darmos conta de como conseguimos não ouvir
nossas emoções. Esta é uma lista de diferentes comportamentos, se colocar por
casal e cada um deve ler o comportamento e ver se ressoa ou não nele.
[Link] expresso minhas emoções. Digo a mim mesmo que vai passar, que não é nada.
Página 128
Faço esporte até o esgotamento para me desabafar, para não pensar em
outras coisas.
5. Tento me distrair para fugir de uma emoção negativa: cinema, internet, jogos...
[Link] relações com a família, minhas raízes. Minha família não é importante para mim.
9. Cada vez que sinto que estou amando alguém, corto o relacionamento ou deixo de
frequentar a pessoa.
10. Se eu tiver vontade de chorar, penso que isso é ser fraco ou frágil.
11. Quando sinto um pouco de tristeza, digo a mim mesmo que não tenho direito, pois tenho
13.Não posso dizer que tenho medo porque isso seria mostrar fraqueza.
[Link] vou a festas ou organizo programas constantemente para não estar sozinho/a.
[Link] estou buscando sair com alguém para conversar, para que me contem
coisas, mas eu não conto minhas coisas.
Outros. Quais?
Página 129
ANEXO 4
Protocolo de Nascimento
Se pede ao adulto que vá até a criança, a pegue nos braços, e explique o que aconteceu.
passado, e lolibere do que gravou, lhe dá amor, carinho, ternura, proteção.
Uma vez que a criança se sente bem, o adulto lhe dá todas as permissões. Permissão
de poder agir com energia, entusiasmo, alegria; permissão para se sentir bem com o
género (homem ou mulher) com que nasceu.
Uma vez que o bebê se recuperou, ele está calmo, se sente bem, é solicitado ao adulto que
em um abraço, através de seu peito, o integrou dentro de si. Esta etapa permite a
pessoa recuperar o poder sobre ela mesma. As crianças dependem dos pais, o
um adulto pode voltar a ser criança, curá-la e integrá-la no bem-estar.
Página 130
fazer por eles o que gostaria que fizessem por si mesmos. Isso acalma, mas
não é suficiente para curar. Em vez disso, quando curamos o bebê que fomos e que
segue ferido, é quando se conquista o bem-estar, a tranquilidade, a cura.
Este protocolo permite reparar todos os traumas que possam ter ocorrido no
momento do nascimento. Também serve para os "crianças acidente". Recuperar o bebê
e explicar-lhe que percebeu que era um acidente, porque quando chegou ao ventre de
mãe, perceberam como um problema e que por isso, achou que estava incomodando a
todo o mundo. Explica-se que não é isso, assim se apaga o que está impresso, o
devolva aos pais, uma vez que é "sua história" já que no inconsciente deles,
já estava programado que esse ser nascesse, e depois o enche de amor, de ternura, lhe
dá o permissão para viver sua vida, de ser ele mesmo ou ela mesma, dá permissão para ocupar
seu lugar no mundo e de tomá-lo seu...
Página 131
ANEXO 5
Pedir à pessoa que desenhe em uma folha uma bola de canhão muito pesada, em cima
El hecho de haber nacido representó un problema
para meus pais e eu sou inocente disso. O inconsciente deles e do clã, decidiu
que eu viesse ao mundo.
Nome
FOI UM "ACIDENTE"
Uma vez feita essa representação, ele a lerá várias vezes sentindo-a. Pede-se que
repita várias vezes: “EU SOU INOCENTE” observando suas mudanças e reações
fisiológica para ir adaptando o que for necessário, até que integre sua inocência.
Depois, você pode queimar o papel e simplesmente, se sentir que está certo, que
escreva em um lugar onde eu veja, EU SOU INOCENTE POR HAVER VINDO AO MUNDO.
O INCONSCIENTE DOS MEUS PAIS, DO MEU CLÃ E EU, ASSIM DECIDIMOS.
Página 132
ANEXO 6
Exercício: Projeto-Sentido
Se em algum momento parece que todas as respostas que ele dá vêm de seu
consciência, pode te dizer: “Dirijo-me ao mais profundo de ti X, ao teu inconsciente, a
tua sabedoria interior, desde o mais profundo de ti: por que é importante para ti hoje,
fazer um bebê?
Página 133
porque lhes parece bom, por exemplo, ser uma boa pessoa, ser inteligente, ser
amorosa, etc.
Se lhe pergunta como sente esses projetos e em que parte do seu corpo os sente.
Página 134
26. BIBLIOGRAFIA
Página 135
A quem
oferecem seu
talento
para crescer
e impulsionar
o desenvolvimento de
A BIOREPROGRAMAÇÃO
Obrigado!
Página 136