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Formação em Bioreprogramação 2015

Este documento resume os conceitos fundamentais da bioreprogramação. Define a bioreprogramação como um método terapêutico que integra a Nova Medicina Germânica, a Descodificação Biológica das Doenças, a Teoria do Roteiro Mental Pessoal e a psicologia analítica. Explica que o ser humano é uma unidade integrada por seis essências energéticas - sentimentos, pensamentos, movimentos, comunicação, ação ambiental e simbolismo - e que a bioreprogramação busca equilibrar.

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Formação em Bioreprogramação 2015

Este documento resume os conceitos fundamentais da bioreprogramação. Define a bioreprogramação como um método terapêutico que integra a Nova Medicina Germânica, a Descodificação Biológica das Doenças, a Teoria do Roteiro Mental Pessoal e a psicologia analítica. Explica que o ser humano é uma unidade integrada por seis essências energéticas - sentimentos, pensamentos, movimentos, comunicação, ação ambiental e simbolismo - e que a bioreprogramação busca equilibrar.

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FORMAÇÃO EM

BIOREPROGRAMAÇÃO 2015

MÓDULO 1
AGRADECIMENTO

OBRIGADO POR ESTAR AQUI,


OBRIGADO POR SUA CONFIANÇA.

DESDE MINHA HUMANIDADE,


TE AGRADEÇO EM NOME DE TODA A HUMANIDADE,
POR SEU INTERESSE EM CONTRIBUIR PARA O BEM-ESTAR DO PLANETA,
E DE TODOS OS SERES VIVOS.

APRENDER
VIVER
PRATICAR E
ENSINAR A BIOREPROGRAMAÇÃO É FAZER HUMANIDADE.

Luz Dary Parra H.

Página 2
A BIOREPROGRAMAÇÃO É UM PRESENTE

A BioReprogramação é um presente e, como tal,


é para compartilhar

Isso que eu aprendi, que a vida me


tem dado a oportunidade de aprender e
aprender, quero compartilhar com todos
aquele que quiser ouvi-lo, recebê-lo e
aproveitá-lo.

Dr. Herinulfo Londoño Correa

Página 3
AGRADECIMENTO 2
1. O QUÊ O QUE É A BIOREPROGRAMAÇÃO? __________________________________________ 5
SÍNTESIS DE MODELOS ATÉ A BIOREPROGRAMAÇÃO __________________________ 8
3. O QUE SOMOS? __ 10
4. LA MENTE15
5. SER TERAPEUTA19
CADA UM TEM SUA MANEIRA DE ESTAR NO MUNDO ___________________________ 23
7. SENTIDO BIOLÓGICO DA DOENÇA24
8. DOS LÓGICAS COHABITAM EM NÓS _____________________________________ 30
9. RESENTIR E ACONTECIMENTO E SENTIDO DADO _________________________________ 32
10. OS RESENTIRES36
11. CAMINHO DO RESSENTIR_ 39
12. NÍVEIS DE SOMATIZAÇÃO POSSÍVEIS _ 43
DIFERENTES MODOS DE DESENCADENAMENTO DE UMA ENFERMIDADE _____________ 45
14. EL BIO-SHOCK _ 50
15 CRITÉRIOS DO BIOSHOCK51
ESQUEMA BIOSHOCK COM NOÇÃO DE ESTRESSE E INTENSIDADE______________________ 57
17. LA LATERALIDADE_ 63
18. RAÍL _ 63
19. OS SENTIMENTOS. DEFINIÇÕES E QUALIDADES ______________________________ 64
20. EMOÇÃO PRIMÁRIA, SECUNDÁRIA E TRANSGENERACIONAL ______________________ 81
21. DESCOBERTAS DE MARC FRÉCHET_ 84
22. CICLOS BIOLÓGICOS CELULARES MEMORIZADOS_ 84
23. RANGOS DE HERMANDAD105
24. PROJETO/SENTIDO _____________________________________________________ 113
25. ANEXOS________________________________________________________________ 122

Página 4
1.O QUE É A BIOREPROGRAMAÇÃO?

É um método terapêutico que integra a Nova Medicina Germânica, a


Descodificação Biológica das Doenças, a Teoria do Roteiro Mental Pessoal e
a psicologia analítica (Carl Gustav Jung).
Vamos vê-las um pouco.

1.1 Nova Medicina Germânica

O Dr. Ryke Geerd Hamer, médico alemão especialista em medicina interna, propôs
nos anos oitenta do século XX, com base em suas pesquisas pessoais, um
novo paradigma sobre a origem e o sentido das doenças, ao qual chamou
Nova Medicina Germânica.

Até então, dizer "doença" era o mesmo que dizer "problema" e o Dr. Hamer com
seus descobrimentos, descreve a doença, como uma solução de sobrevivência
e como uma resposta de adaptação.

1.2 Descodificação Biológica das Doenças

Christian Flèche, enfermeiro francês, chamou de Descodificação Biológica desde 1992, ao


enfoque teórico prático que desenvolveu, para "desmarcar-se" do Dr. Hamer,
integrando a hipnose ericksoniana e a Programação Neurolinguística (PNL), mais
suas pesquisas.

Christian Flèche fala de Descodificação, porque em sua abordagem, a doença é


um código, “a transcrição de uma história” que se expressa em forma de sintoma
em um órgão do corpo.

É Descodificação biológica porque se baseia na biologia, na função dos


órgãos dentro da organização do ser vivo e de suas necessidades.
E das Doenças, porque sua abordagem "se interessa concretamente pelo que é
doença, já seja genética, orgânica, funcional ou do comportamento.

Página 5
1.3 A teoria do Roteiro Mental

O Dr. Herinulfo Londoño Correa (QEPD) integrou a Programação Neurolinguística


(PNL), Bioenergética de A. Lowen, a Análise Transacional (A.T.), a Gestalt e alguns
contribuições da psicologia profunda de Carl Gustav Jung, e fez a teoria do script
pessoal mental. Com a utilização da PNL, do psicodrama e das técnicas de Virginia
Satir e Fritz Perls, fizeram uma terapia que é muito eficaz na hora de ajudar as
pessoas a recuperar seu bem-estar.

1.4 A Psicologia Profunda

Carl Gustav Jung (1875-1961). Nasceu em Kesswil (Cantão de Thurgau, na Suíça),


trabalhou na clínica psiquiátrica da Universidade de Zurique, estudou com Pierre Janet
em Paris e com Bleuler em Zürich.

A LaBioreprogramação incorpora contribuições da psicologia analítica de Jung, conceitos


como a sombra, os complexos e os arquétipos.

Cada formador, à medida que foi investigando, foi adicionando enfoques de


diversos autores.
1. Hamer: Nova Medicina Germânica
[Link] Fréchet: por que eu sinto o que eu sinto. Ele trabalhará sobre o conflito
original oel raíl, o projeto-sentido, o alcance de irmandade/consanguinidade, os
ciclos biológicos memorizados.
3. Milton Erickson: a hipnose.
4. Jodorowski: atos mágicos. A Psicomagia.
5. Philippe Lévi, Anne Ancelin, Aime Jaques, Louis Angelloz, Gérard Athias, Salomón
Sellam:desenvolvemotransgeracional.

BIOREPROGRAMAÇÃO, O RESULTADO

É um método terapêutico que resulta da integração das teorias e terapias já


mencionadas. Trata-se de somar conhecimentos, sistematizações e investigações

Página 6
de outros especialistas, para potencializá-las e ajudar melhor as pessoas. Em
Na bioreprogramação, também levamos em conta o aspecto psicológico e a estrutura
da personalidade das pessoas para poder abordar outros temas diferentes e não
meramente as doenças.

A descodificação biológica não é uma peça de museu, mas sim um organismo vivo que
continua evoluindo”. Christian Fléche.

Página 7
2.SÍNTESIS DE MODELOS HASTA LABIOREPROGRAMACIÓN
Página 9
Tomaremos conceitos textuais do livro “Através do roteiro mental” do Dr. Herinulfo Londoño C.
Páginas 23 a 34.

3.O QUE SOMOS?

O ser humano é uma das formas típicas e específicas do processo da vida.

3.1 O que é um Ser Humano?

É uma unidade indivisível, integrada por seis essências que são energias: Sentimentos,
Pensamentos, Movimentos, Comunicação, Ação Ambiental, Simbolismo.

Sentir, mover, pensar, comunicar, simbolizar, ambientar. O ser humano é uma unidade.
integrada pelas anteriores seis formas da energia humana. Seis essências
energéticas.

Energia é tudo o que pode produzir mudanças. Sentir, mover e pensar são processos.
diferentes, geradores de mudanças dentro do organismo e fora na realidade
social. Quando essas energias estão produzindo mudanças, elas se tornam forças.
Também simbolizar, comunicar e ambientar são processos capazes de induzir mudanças.
Por isso dizemos que são a essência integradora da totalidade humana.

3.1.1 Como funcionam as Seis Formas de Energia?

Em organização. Em organismo.

Funcionam dispostas em órgãos; essas forças vão contidas e movendo-se em


processos orgânicos, conduzidos nos ritmos e ciclos físico-químicos especializados
dos sistemas do corpo humano, gerenciados pelas partículas das células dos
tecidos. As células são estações de transmissão e de transformação dessas
energias; nelas, as seis formas energéticas entram em conjunção com as outras.
partes do plano geral de sobrevivência e com os outros três elementos decisivos,
espirituais e de propósitos para a vida do ser.

Página 10
3.2 O que é um Humano Saudável?

É uma unidade integrada com equilíbrio energético e com semelhança de metas nos seis
elementos essenciais. Sem predominância nem antagonismo algum entre as seis essências.
3.3 Qual é a Tarefa Humana?

Organizar, viver e lidar com duas realidades: uma interna, dentro da pele e a outra
externa. Em ambas atua com as seis essências unitárias, para isso utiliza as mesmas
recursos de comunicação.

3.4 Propósitos do Homem

Sobreviver, comunicar, crescer, transcender.

3.5 Totalidade do Humano

É um processo, umas mudanças em sequência, começando nas potencialidades e


culminando em poderes reais e avançando para níveis superiores de vida e consciência.

Começar como um bebê dependente e chegar a um adulto habilidoso e sábio.

3.6 Capacidades Específicas do Ser Humano

Fazer culturas, modificar o ambiente ou adaptar-se, ter consciência do tempo


(fazer cronologia e história) entender e criar símbolos (essa capacidade o torna o
ponte para chegar, em consciência à sua segunda natureza: a espiritual).

Página 11
SER HUMANO ÍNTEGRO

Unidade Invisível
Integrada por seis essências:

PENSAMENTO
COMUNICAÇÃO
AÇÃO AMBIENTAL
SIMBOLISMO

Página 12
O Ser Humano como Organismo
O Ser Humano como Totalidade

Dentro da Pele Compreende

1- Órgãos Físicos
Vísceras. Nervos.
Glândulas. Músculos.
Química.

2- Órganos Metafísicos
Percepção. Memória.
Ideias. Sentimentos.
Valores. Método.
Vontade. Preferências.
Parâmetros. Consciência.
Mente.

Órgãos Espirituais
Deus
Expectativas de Futuro.
Liberdade. Consciência.
Moral
Tabela de valores. Órgãos de
Conhecimento e ciência.

4- Dos Protagonistas:
EU MESMO (Alma)
EU SOCIAL (Ego)

Página 13
O Organismo Humano está integrado como um TODO pela ação da MENTE

O EGO atrapado
Por GUIÃO da MENTE

Página 14
A CONSCIÊNCIA, como órgão e como função, apenas até os sete anos de idade,
começa a funcionar em plenitude. Antes, a mente funciona no INCONSCIENTE.

PROPÓSITOS PARA O HUMANO

Podemos comparar as metas do humanismo de uma maneira polar e causal, desde o


indivíduo até a espécie.
SE OS INDIVÍDUOS A ESPÉCIE TERÁ
CRESCEM Progresso e transcendência
SÃO AUTÔNOMOS Liberdade
SÃO CRIATIVOS Arte e Ciência
SÃO ACERTIVOS Técnica
SÃO TRIUNFADORES Felicidade
SÃO INTIMIDADORES Comunidade, humanidade
SÃO EFICIENTES Riqueza e Bens
TODO O ANTERIOR SABEDORIA

4. A MENTE

Todo organismo, em suas células, tem um sistema de gravação; cada uma delas é
gravador e em conjunto, fazem um eficaz e imenso depósito de informação
classificada, combinada, diferenciada, asociada e avaliada por processos próprios, segundo
múltiplos parâmetros. O sistema gravador está na química; pelos ácidos nucleicos

Página 15
e os genes, passa para os descendentes. Todos os organismos têm essa propriedade de
gravar, e a mais evolução, corresponderá maior capacidade em registro” Dr. Herinulfo
Londoño C. “Através do roteiro”.
O sistema gravador é uma grande memória. Isso é o que permite que uma cria de
qualquer animal, reconhece sua mãe entre muitas outras e igualmente, um bebê
reconhecerá sua mãe entre muitas outras.

Na mente estão gravados todos os estímulos, reações, interpretações,


resultados, etc., (próprios e do nosso clã) e estão dispostos para ser utilizados
permanentemente em função da sobrevivência individual e do clã.

Também para falar sobre a mente humana, vamos citar o Dr. Eduardo Insignares
Carrión e seu livro “O código das formas”.

“Mas a mente humana resiste muito à mudança. Albert Einstein dizia que 'Dois
as coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana; não estou tão certo do
universo

Muitas vezes esquecemos das perguntas fundamentais: Quem sou eu? Para quê
o que estou aqui? O que é o pensamento? De que material é feito? (um
mesmo, o pensamento, o universo?) O que é a Psiquis?, o Eu, o Ego? O que é
a consciência?

Podemos estudar o corpo biológico do ser humano a partir de suas formas,


mas o que acontece com a psique? Poderia ser um corpo energético?
intangível? Aproximar-se deste conceito é difícil porque não é tangível nem
evidente para nós. Muitas vezes esquecemos que conceitos e modelos tão
aceitos como o átomo, são simplesmente modelos de representação e ninguém
eu poderia afirmar com certeza que vi um completamente isolado. Experimentos
recentes parecem verificar sua existência. O modelo do átomo foi deduzido
pela informação que deriva do seu comportamento e reações nas coisas
que constitui, e o mesmo acontece com a psique humana, porque o fato de
que não possamos ver nenhuma dessas duas coisas não significa que elas não estejam lá.

Página 16
Através da conduta humana, presente em cada uma das ações que
realizamos, podemos deduzir um modelo de representação do conceito da
psique como um corpo e dar forma, desenhar seus traços e caracterizá-la.
Quando pensamos na possibilidade de que a mente humana seja um corpo,
nos apresentam fatos que nos falam de um construto, uma unidade que
poderíamos ver e interpretar como um sistema aberto, com teleologia (ordem),
servoregulação, retroalimentação, com circuitos, preditivo, classificável, com
movimentos gerais predetermináveis.

Eu afirmei que existe uma relação entre as ideias ou informações superiores, a


função e a forma, e que o intangível se serve do tangível para manifestar-se.
Podemos, a partir desta óptica, ver que o conceito de círculo se serve da roda
para representar-se, assim como da roda como objeto se infere a ideia do
círculo. No exemplo da mamushka russa, as bonecas no interior são iguais em
forma a la que la contiene, en forma sucessiva uma a outra. Da mesma maneira, de
a forma e a estrutura do corpo humano podemos inferir a forma da psique,
e a psique, por sua vez, utiliza o corpo para se manifestar e se representar.

Quando viajamos em um avião, por exemplo, viajamos na representação física e


concreta da ideia de um homem que quis voar. Transcender a lei da gravidade
e transcender a massa do nosso corpo que não está projetado para voar, requer
do uso de um conhecimento das leis da física para superar limitações
de nosso próprio corpo. Para que a ideia de voar se concretize, devemos
procurar um intermediário, o avião. Pela forma e pelo design do avião podemos
deduzir que sua função e seu propósito é voar. Deste modo, o material,
o tangível e o físico estão a serviço do intangível e da ideia de voar
para que possa se concretizar e se manifestar.

Se começarmos a abrir nossa mente para a possibilidade de que nossa própria forma
o corporal se corresponde com uma função que devemos realizar e com o propósito
da nossa existência, as peças do quebra-cabeça começam a se unir e podemos
compreender quem somos e para que estamos aqui. Quando contemplarmos isso
possibilidade, poderemos acordar do nosso sonho para uma luz que nos permita ver

Página 17
a perfeição do universo e de suas leis expressas em nós mesmos. Assim,
nosso pensamento vai transcender o uso habitual que fazemos dele, baseado
na acumulação de conhecimentos e na construção de memória, e
podemos entendê-lo como a totalidade desses movimentos do universo.
Eduardo Insignares Carrión. O código das formas

4.1 Para que serve a mente?

Retomando o livro “Através do roteiro” do Dr. Herinulfo Londoño, definiremos as


funções da mente. A mente é um mecanismo para produzir soluções de
sobrevivência.

É um mecanismo operando sobre e a partir de todas as partes metafísicas do homem e


também sobre, com e desde a estrutura físico-química.

A mente coordena todas as estruturas humanas. A mente está em todo o corpo.

A mente está registrando de maneira simultânea e contínua tudo o que é percebido


pelos sentidos (gosto, olfato, tato, vista, audição). Tudo o que registra de maneira
emocional, o arquiva por intelecto e por movimento e tudo o conecta, o relaciona,
ele classifica e discrimina de acordo com suas diversas qualidades.

4.2 Como Funciona a Mente?

A mente é formada por duas seções, ambas com capacidade de registro e


Resposta. Quase sempre, funcionam simultaneamente.

Mente inconsciente: Igualadora. Funciona estabelecendo igualdades.

Está presente desde o momento da concepção e talvez, poderíamos dizer que


desde antes, pois o óvulo está gravando as percepções e vivências da
mãe três meses antes da concepção e, portanto, o bebê já está gravando as
emoções e percepções de sua mãe e virá com elas.

Página 18
Mente consciente
de discernimento.

Teoricamente, aos sete anos, a consciência foi instaurada e a criança tem capacidade
de discernimento. Apesar disso, é importante ter em mente que enquanto, na
mente inconsciente, o infante, já gravou de forma automática, muitas das
percepções, crenças, ideias de seus pais e pessoas com quem mais teve
contato.

5. SER TERAPEUTA

5.1 Acompanhar

Se eu quero conseguir
acompanhar um ser em direção a uma meta precisa
devo ir buscá-lo lá onde está
começar ali, bem ali.

Aquele que não pode fazê-lo engana a si mesmo se pensar que pode ajudar os outros.
Para acompanhar um ser,
devo compreender mais do que ele,

mas, para começar, entender o que ele entende.


Se eu não conseguir, não adianta eu ser mais capaz e sábio que ele.
Se eu desejo mais do que tudo mostrar o que sei,

é porque sou orgulhoso e busco a admiração do outro,


mais do que ajudá-lo.

Todo apoio começa com a humildade diante da pessoa a quem eu quero


acompanhar.
E é por isso que devo entender
que ajudar não é querer instruir, mas querer servir.
Se eu não conseguir, não poderei ajudar o outro.
Soren Kirkegaard (1813-1855)

Página 19
5.2 Observar, observar e depois observar

5.3 Ouvir o silêncio interior

Sem projeto, sem nenhum objetivo pessoal além de ajudar o consultante a


realizar seu objetivo.

Sem projeção, não acreditar saber pelo outro ou a história do outro.

Sendo profissional em todos os momentos, considerando o papel de acompanhante


para que o consultor encontre seus Bioshocks e possa curá-los.

Com segurança, acompanhando até o final.

Com clareza sobre o que acredita ser certeza ou "verdade" e sobre as coisas que
ignora o desconhece. Ser capaz de aceitar que não sabe algo.

Renovar-se: permitir-se ir se curar. O terapeuta também precisa de ajuda, supervisão e


deve receber terapia.

Sem julgamento: como uma tela branca sobre a qual se projetam as confidências, os
segredos, os tesouros, a violência...

5.4 Perguntar, perguntar, perguntar

Em vez de supor coisas, continue perguntando até ter clareza para compreender isso.
que o consultante realmente quer expressar.

5.5 Propor, ser flexível

Não querer impor hipóteses ou o que pensa que pode ser; propor isso e se ao
consultante le resuena, continuar y si no, no querer forzar a que se acepte lo que
pensa que é.

Página 20
Criar uma estrutura de confiança.

Ser um espelho quente.

Ter a certeza de que/o outro tem os recursos dentro de si. Não criar uma relação
de necessidade, de simbiose.

Investigar, compreender, entender a função positiva, a utilidade vital (em um momento


dado) dos sintomas, a resistência, etc.

Saber gerir as informações. Silenciar quando necessário. Fazer reformular as


frases ao consultante.

Atitude não-verbal

Ser neutro, respeitoso, curioso, compreensivo, benevolente.

Confiar na relação terapeuta-consultor.

Observar os estados internos próprios (os do terapeuta) permanentemente. Estar


atento ao que o consultante ou sua história, move no interior.

Apresentação Pessoal

Cuidar da imagem que se passa ao consultante. A primeira imagem é com a qual eles se
quedarán. Qual imagem você quer projetar? Como você quer que o lembrem seus
consultantes?

5.8 Regra das 4 P

A regra das 4 P é importante ter em mente em todo processo terapêutico.

Página 21
PROTEÇÃO
Função materna. Graças à proteção, é possível crescer. Quando uma criança está no
vientre da mãe, está protegido pelo útero. Uma vez que nasce, está protegido por
vigilância, os braços da mãe e do pai. Graças a estar protegido pode
crescer. Se não houver proteção, pode até morrer.

PERMISSÃO
Função paterna. É aquele que dá permissão para crescer (tornar-se adulto), de ir embora de casa, de
fazer escolhas, tomar decisões, conduzir seu veículo, etc. A mãe, com a
proteção, dá a base; a permissão do pai vai permitir que ele saia e a maioria das
as personas, ao longo da vida, faltou-lhes alguma proteção ou permissão, em um
campo ou em outro. Ao procurar um terapeuta, busca-se nele algo do que tem faltado
(é o que Freud chamou de Transferência), é pedir que seja um pouco a mãe e um pouco
o pai.

PODER
Proteção + Permissão = Poder. Poder de curar-se, de viver, de ser a si mesmo, etc.

PACIÊNCIA
Cada pessoa tem um ritmo diferente, uns comem rápido, outros devagar, alguns
entendem rápido, outros mais devagar. O ritmo do consultante e do terapeuta costuma
ser diferente e o terapeuta deve adaptar seu ritmo ao do consultante.

Se você está ajudando a entrar em relaxamento na terapia especificamente, o terapeuta


siga o ritmo do consultante e depois, quando estiver harmonizado com este, pode ir
mudando o ritmo para que o consultante respire mais pausadamente ou ao ritmo que
o terapeuta requer. No processo especificamente de terapia, é o terapeuta quem
se adapta e respeita o ritmo do consultante. Se como terapeutas oferecemos isso
marco ao consultante, este poderá expressar melhor a emoção primária e haverá mudança.

Ao consultante, é necessário protegê-lo, cuidar dele, dar-lhe permissão para expressar seus

emoções, dar o poder de mudar sua vida e ser flexíveis com seu ritmo. Em
ocasões é levado a um lugar de dor e sua mente colocou barreiras psíquicas, e

Página 22
é importante levar o consultante à sua escuridão, para que encontre a chave de sua
própria cura.

Um bom terapeuta é:
Suave, delicado na hora de ajudar a pessoa na tomada de consciência
Respeitoso com a forma de entender e ver a vida de seu consultante
É sobretudo uma acompanhante
Não julgue. O terapeuta deve estar preparado para ouvir qualquer coisa sem julgar.
Evite aconselhar, oriente para que o consultante encontre seus recursos

Seu objetivo é fazer reviver o instante do Bioshock, que o consultante expresse


seu ressentimento

O terapeuta deve estar no SER, não precisa se responsabilizar pela desgraça do


consultante.

6. CADA UM TEM SUA MANEIRA DE ESTAR NO MUNDO

Cada ser humano é um conjunto de sobrevivência biológica e adaptação. E é como


mínimo o conjunto das células e dito conjunto tem um projeto.

As células querem adquirir seu sentido (se não houvesse a necessidade de eliminar os
desechos, não existiria o cólon) e realizar sua missão. Se não é possível satisfazer a
necessidade, haverá uma sensação de frustração, de mal-estar. A passagem da sensação a
a emoção ocorre por si só (não conseguir comer em 1 dia, 2 dias... haverá medo,
angústia, raiva.
Descodificação biológica. Christian Flèche. Edições Gaia. Pág. 10

A emoção não é a mesma se a pessoa vive um assalto, do que se perde um filho. Nem a
mesma sensação nem a mesma função biológica. O sentido biológico deixa de estar
satisfeito/coberto e a emoção será específica de uma célula ou de um órgão e se
denominaresentir biológico conflitante. Também poderíamos dizer que é o
significado psicossomático de um sintoma, a emoção que se associa a um sintoma ou
uma parte do corpo afetada. Por exemplo, em um caso de eczema, pode ser que a

Página 23
a pessoa perdeu um ente querido e diz: “não vou estar mais em
contato com esta pessoa"; assim, sua epiderme reage com um eczema.

Um homem consulta sobre câncer de laringe.

No caso da laringe, o ressentir biológico conflitivo é um grande medo. A função


da laringe é falar, comunicar-se, pedir ajuda.
O terapeuta expressa a hipótese ao consultante, que imediatamente encontra o
lembrança.
Acontecimento ou situação conflitante desse senhor: Ele estava em seu carro, sua filha dirigia.
diante dele, sob o efeito de bebida, fazendo zigue-zague e ele está "morto de medo"
temendo por sua filha. Nesse momento sente terror, esse é o choque que originou o
câncer e precisa conversar muito sobre isso.

O conflito biológico nos leva a um acontecimento exterior. E o acontecimento


exterior volta ao acontecimento interior.

Isso explica o câncer de laringe deste senhor.

7. SENTIDO BIOLÓGICO DA DOENÇA

5ª LEI DE HAMER. A QUINTESSÊNCIA

De acordo com a 5ª lei de Hamer, toda doença é um Programa Especial da


A Natureza com Sentido Biológico tem sua origem em um 'síndrome de Dirk Hamer':
uma situação emocional estressante ou choque inesperado, muito agudo, vivido em
solidão, chamado Bioshock, que impacta de maneira simultânea na PSIQUE, o
CÉREBRO

Esta situação pode ser desencadeada, por exemplo, por uma separação inesperada, a
perda de um ente querido, uma raiva ou preocupação inesperadas, ou um choque por um
diagnóstico o pronóstico inesperado.

Página 24
Como esta situação se apresenta de forma inesperada, desde um ponto de vista
biológico, para ajudar o indivíduo, acende-se instantaneamente um Programa
Especial com Sentido Biológico(enfermidade), criado para essa situação particular.

7.1 Diferença entre o Psicológico e o Biológico

Um Bioshockdifiere de um "problema" psicológico ou de uma situação de estresse


cotidiano em que, o choque do conflito envolve não apenas a psique, mas também
ao cérebro e ao corpo.

Devido a que os programas de sobrevivência antigos são inerentes a todos os


organismos, incluindo os seres humanos, em Bioreprogramação falamos de
Conflitos Biológicos e é nesses que o terapeuta se concentra, se apenas vai
descodificar (concentrar-se em encontrar a origem do conflito e resolvê-lo, sem fazer
psicoterapia).

Para a Bioreprogramação, o aspecto psicológico também é muito importante a


considerar todo processo de terapia que esteja realizando todo consultante, pois
a partir de um Bioshock que não se resolveu, que ficou como um conflito
programante, mais adiante pode desencadear uma doença que pode ser
psíquica como um transtorno obsessivo compulsivo, uma depressão ou outros.

Os animais também experimentam conflitos biológicos em termos reais, por


exemplo, quando perdem seu ninho ou seu território, quando são separados de um parceiro
ou de uma cria, quando são atacados por um adversário, quando sofrem uma ameaça
de fome ou um 'susto de morte'.

Devido ao fato de que os humanos somos capazes de interagir com este mundo tanto em
termos literais como simbólicos, podemos sofrer esses conflitos também em um
sentido figurativo. Por exemplo, a perda de um lar ou de um trabalho, pode
experimentar um 'conflito de perda de território'. Um comentário ofensivo
pode ser vivido como um "conflito de ataque" ou como "algo sujo" (um insulto por
exemplo).

Página 25
O fato de se sentir excluído ou ser deixado para trás por um grupo pode ser
experimentado como um “conflito de abandono”.

A interpretação de um diagnóstico como uma "sentença de morte" pode causar


um conflito de "susto de morte ou medo de morte" e então poderá fazer um
câncer de pulmão (por um conflito de diagnóstico).

É importante ter em mente que quando uma pessoa tem um conflito ativo, este
se expressa no corpo e também nos pensamentos e nas palavras. É por isso
que se queremos trabalhar sobre nós mesmos, devemos observar nossos
pensamentos, estar presentes neles e assim poderemos decodificá-los
biologicamente. Um pensamento traduz uma função corporal ou biológica não
satisfeita.

7.2 Considerações a ter em conta ao Bioreprogramar

7.2.1
Se o terapeuta em Bioreprogramação vai apenas Descodificar, o que é possível,
ou seja, decifrar a mensagem, encontrar o conflito e o ressentimento, levar o recurso e
esperar que ocorra a mudança. Nesse caso, não é necessário ou não se faz
psicoterapia. A psicoterapia é realizada durante o processo terapêutico que está
fazendo a pessoa e que será mais longo do que uma sessão de BioReprogramação de
15 ou 20 minutos.

7.2.2 Na Bioreprogramação, o conflito é anterior ao sintoma

Com frequência na terapia psicológica coloca-se o sintoma antes do conflito.

Por exemplo, um homem consulta por câncer de reto. Há dez anos está se
psicoanalizando e diz: "sei por que tenho um câncer de reto; minha filha é especialista"
em gastroenterologia e eu faço essa doença para que ela se aproxime e se ocupe
de mim.

Página 26
Com isso, ele dá sentido à doença após o conflito vivido. Se
colocamos esta doença na linha do tempo, a pessoa apresenta câncer e
depois, ele encontra um sentido para isso; no entanto, o câncer ocorreu porque
ele teve um conflito anteriormente.

A situação conflitante deste senhor é: Ele é o terceiro de três homens na família;


ele tem quatro filhos e, o terceiro de seus filhos (como ele), o chama para dizer que vai
levar sua namorada para casa; o pai fica feliz.

Durante o jantar, estão em uma 'realidade digestiva' e a namorada insulta seu filho:
Você come como um porco,... não abra a boca enquanto come..., você não está mastigando
sino mascando…!

O consultante manifesta: "tem um comportamento nojento, ordinário, tinha a


sensação de que estava cagando em cima da mesa, era muito vulgar…”. Sem
embargo, se calló, pues su hijo la eligió y la ama; por tanto, mejor aguantarse. Este es
o Bioshock, “podre, sujo, vulgar”.

Oito meses depois, seu filho liga para ele e diz que terminou com seu
namorada. O pai diz "ai pobrezinho filho, lamento!", e embora não diga isso ao seu filho,
se alegra por ele. Nesse momento começa a cura emocional.

Até este dia, eu não tinha problemas de saúde. O câncer no cólon havia começado.
mas estava quase assintomático, tinha um pouco de constipação, mas não se deu conta
conta de nada.

No dia seguinte à chamada do seu filho, começa a sangrar pelo ânus, seu corpo já
não precisa deste tumor.

O sentido biológico destes tumores é fazer escorregar toda esta "merda", fabricando
mais muco. Como já não precisa porque o conflito não existe mais, o corpo elimina
o tumor. Mas, como vê sangue nas fezes, tem medo, consulta e lhe
diagnostican o câncer de reto, quando na realidade, estava em fase de cura.

Página 27
Conflitos a partir desta nova situação:

Há um conflito de diagnóstico
Faz um conflito programante
Crie um conflito bloqueador. Este é o benefício secundário: "minha filha"
gastroenteróloga se ocupa de mim

Como terapeutas, ante um caso como este, é preciso explicar bem ao consultante
verificando que tudo isso ressoa com você, sem pretender que tem que ser assim ou que o
o consultante tem que aceitar a hipótese ou a "fantasia" do terapeuta.

O terapeuta atua em um espaço de expressão diferente do corpo. Ele é o médico ou


o cirurgião, que se ocupa do corpo.

Outro exemplo: Uma criança está com febre, sua mãe cuida dela. Então dizemos "ele
faz febre para que a mãe se ocupe dele.

Isto é o benefício secundário, porque há pessoas que têm câncer retal, ou


qualquer outra doença e não traz nenhum benefício secundário.

Primeiro é produzido o Bioshock, depois aparece o sintoma ou doença e depois


está o como ele vive. "Estou em contato com o sol, me bronzeio, me sinto muito
bonito-a, muito sedutor-a”, mas se estivesse no século XVII seria diferente, porque
os nobres, naquela época, tinham a pele muito branca (duas maneiras de perceber a
mesma situação).

7.2.3 Na Bioreprogramação busca-se o Acontecimento Interior

Se o terapeuta busca fora, só encontra o intelectual, a interpretação.


Com que a pessoa diga que sofreu um choque e que teve muito estresse, não se resolve
nada. Qualquer que seja o evento, o que se deve buscar é a emoção que não foi
sido possível expressar, aquela que quando pensa novamente no evento, algo a
nível visceral se move.

Página 28
Se alguém diz: “sinto-me desvalorizado (biológico) na relação com meu filho ou por
sentirme impotente para proteger a mi hijo”, es mucho más específico. Y ¿a qué parte
do corpo corresponde a desvalorização? aos ossos. Como há desvalorização e
impotência, o problema também estará nos músculos.

Exemplo: Uma mulher consulta sobre um sarcoma do nervo sensitivo do cotovelo esquerdo.
Se o terapeuta perguntar se você teve um choque, possivelmente você responderá "sim, eu tive".

tive muito estresse, não conseguia estacionar o carro vindo para a sua consulta, ou...,
quando eu era pequena, roubaram minha boneca..., etc.

O terapeuta não busca um estresse tão amplo quanto este, mas sim em relação ao seu filho.
(braço esquerdo), “não quero estar em contato com meu filho…” (Nervo sensitivo),
porque se estou em contato com ele, estou separada de outras coisas
fenômeno de tinteiro; de aumentar-se (que tem a ver com o tema "Borrador:
borrarse, desaparecerse e “tintero”: fazer-se ver, mostrar-se. Serão ampliados no módulo 6)
e isso a desvaloriza (sarcoma) e em relação a uma situação que é vital, porque se
trata de um câncer.

Quando o terapeuta coloca o sintoma e faz a seguinte hipótese ou


planteamento: “não quer estar em contato com seu filho”, diz “mas como faz
você para conhecer minha vida privada?... eu tenho um marido, mas não o amo..., nós temos
tive um filho..., tenho um amante e me divirto muito com ele..., mas estou cansada
de ocupar-me do meu filho, não quero estar em contato com ele, quero estar com meu
amante..., mas ao mesmo tempo me sinto mal e me desvalorizo por querer estar
separada do meu filho...”. Ela volta a pronunciar todas as palavras que o terapeuta disse.
dito, através do elemento mais fundamental de sua vida, que é sua relação
amorosa. Quando ela foi concebida, seu pai fazia amor com sua mãe, mas
pensava em outra mulher que eu amava.

Simplesmente, a partir do sintoma, é possível chegar até o mais íntimo. É algo muito
específico. Não é útil que expresse o estresse. Às vezes se diz que um estresse provoca
uma úlcera de estômago, ou pode provocar asma. Por que uma doença e não
outra? É uma resposta biológica específica ao conflito e ao órgão. A função do

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o estômago não é o mesmo que o dos pulmões, ou da pele, por exemplo.

7.2.4 A essência do Conflito é Biológica

Tanto a maioria dos psicólogos quanto dos médicos pensam que o estresse e as
emoções causam doenças e que, em geral, apenas os medicamentos podem
ajudar a curar (por supuesto, na Bioreprogramação estamos a favor de qualquer
tratamento que possa ajudar a pessoa). No entanto, se lhe dermos sentido
é normal que se eu comer cogumelos venenosos ou comida estragada eu vou
vomitar; em vez disso, se o que como está em bom estado, não vomitarei, a menos que
tenha um conflito.

Na psicologia se diz que o conflito cria o sintoma, mas não se vai além.
contempla que se o conflito se cura, o sintoma desaparece. Para a Descodificação,
a essência do conflito é biológica porque, em essência, a vida é biológica, e é
psicológica “por acidente” e em Bioreprogramação consideramos que a psique e o
o aspecto psicológico é muito importante a ter em conta.

Biologia quer dizer "estudo da vida" em sua etimologia, mas há um programa de


exceção na biologia que se chama doença, e neste momento é quando
chega o psiquismo, o mental quer explicar a causa a partir do psicológico esquecendo-se
o fazendo de lado o aspecto biológico que é o que determinou o conflito.

8. DUAS LÓGICAS COHABITAM EM NÓS

O ser humano é portador de duas lógicas que vivem em harmonia ou em conflito.


Seja quem for, diante de um acontecimento inesperado, sempre reage primeiro
com a lógica visceral. Em vez disso, o pensamento é mais lento. O percurso do
a emoção é comparável a um arco-reflexo.

Lógica Racional

Uma lógica na cabeça, puramente intelectual, racional, razoada e razoável. Esta

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não interessa ao psico-bio-reprogramador. Trata-se do discurso, do domínio do
pensamento, do controle. As frases começam por: "penso que... acho que... me
parece que...

Não interessa em relação à escuta da biologia, a bioreprogramação não se baseia


na psicologia ou no raciocínio.

8.2 Lógica Visceral

Uma lógica nas tripas, no corpo, manifesta o grito de cada célula, é uma lógica
arcaica, simples, imediata, animal, emocional. De esta é da qual se ocupa El Psico-
Bio-reprogramador.

Exemplo:
Tenho 60 anos e me aposento: é normal, é a idade! É normal para mim.
intelecto. Não devo reclamar. No entanto... sinto-me infeliz, triste, inútil,
deixado de lado, sem referentes, etc. Estas são as reações biológicas,
emocionais, as que devemos ter em mente na nossa escuta biológica.

Todo sintoma é a transposição simbólica da adaptação a um instante


conflitual.

O corpo possui uma lógica de sobrevivência. A doença dá um término


suplementar de sobrevivência. Permite-nos adaptar a um momento que já não
existe para alargar nossa sobrevivência e nossas necessidades biológicas.

Exemplos:
Vou para a montanha a grande altitude e há menos oxigênio do que no plano;
arriesgo a que me falte el oxígeno vital y muera. Algo en mi lo sabe y pide la
fabricação suplementar de glóbulos vermelhos; as células que transportam o
oxigênio dos pulmões para as células.

O professor me viu nua debaixo do chuveiro, senti uma agressão assim

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sitio”. “Vou escurecer a área onde senti o olhar para me proteger”.

A Labiodescodificação se apoia sobre a vida, sobre o biológico e é evolutiva.

9. RESENTIR E ACONTECIMENTO E SENTIDO DADO

Em relação ao Dr. Hamer e o que lhe aconteceu após o assassinato de seu filho, é que
continuou investigando e explorando até perceber que devemos olhar
o mundo de outra maneira e chegou às cinco leis biológicas do câncer.

Encontrou que todos os acontecimentos têm em comum o ressentimento.

Um problema que afeta o útero não tem o mesmo sentido que um problema que
afete os ovários; em contrapartida, podem ter em comum o ressentir. Não importa o
acontecimento exterior, o crucial é como vive a pessoa, seu ressentir.

Quando na terapia nos referimos a algo externo, o que se expressa é intelectual e em


câmbio, quando expressamos o acontecimento de dentro de nós manifestando
o que sentimos, pensamos no momento, é diferente; o poder expressar o ressentir
interno, é o que nos levará à cura.

O Dr. Hamer tem problemas com as autoridades (mesmo que tenha assassinado seu filho,
foi ele quem esteve na prisão e não o assassino de seu filho), pois esse é seu
conflito, sua história (problemas com a autoridade, o pai).
O acontecimento exterior não é "nada" (luto...), visto do interior (separação)
nos permite avançar. O Dr. Hamer organizou uma cartografia órgão/sentir:
Está em conflito com a autoridade, no entanto quer ser reconhecido por
autoridade. Critica a faculdade de medicina por utilizar a quimioterapia e pede que
reconheçam suas pesquisas.

O RESENTIR evoca o sentido dado ao acontecimento.

O SENTIDO: o sentido dado ao acontecimento externo é importante.

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For example:
Cachorro atropelado
acontecimento perigoso
solidão e tristeza
culpabilidade

O inconsciente sempre dará um sentido; é algo que acontece muito rapidamente:

Acontecimento sentido emoção

Precisamos dar sentido às coisas; todos nós fazemos isso.

Sentido positivo: o sentido dado faz com que eu me sinta bem. Uffff!
Sentido neutro: não há memorização; apenas memorizamos aquilo que deixa uma marca,
agradável ou desagradável, na célula. Se não houver afetação, não há memorização.
Sentido negativo: a energia emocional é fenomenal; o que faço com ela? Esta
a energia não pode ser eliminada pelo intelectual ou pelo mental. E se não existe uma
solução consciente e voluntária, a biologia encontrará uma solução inconsciente
involuntária.
Restituição necessária da energia para o exterior. Quando a pessoa rompe seus
barreiras e permite sentir sua emoção e pode chorar, estará melhor. São necessárias
uma porta de entrada e uma de saída; a restituição da energia para o exterior é
necessária.

O SÍMPTOMA: permite ver como se manifesta o inconsciente. Um sintoma fala de


uma emoção que não conseguimos dizer em uma frase, fala de um acontecimento vivido:
o importante não é o acontecimento, mas sim o sentido que lhe damos:

Meu namorado me dá flores e eu me sinto feliz; não são as flores que me fazem feliz
sino o sentido que eu dou: “me quer”.
Se em vez disso é a esposa quem recebe as flores de seu marido, ela pensará: “ele deve ter feito

algo mal e por isso me traz flores

Página 33
Uma vez que encontramos o ressentir, devemos encontrar o sentido biológico da
doença.

Para que me serve ter essa doença?

Todasaschamadasdoençastêmumsignificadobiológico
[Link]íamosaconsideraraMãeNatureza
como falível e tínhamos a ousadia de acreditar que Ela comete
errosconstantementeeproduzdesmontagens(crescimentos
cancerososmalignos,semsentido,degenerativos,etc.).Podemos
agoraveja,enquantoasvendascaemdenossosolhos,quesomente
eramnossaignorânciaeorgulhoaúnicaestupidezemnosso
cosmos.

Cegados,trouxemosdiantedenósestamedicinasemsentido,
[Link],agorapodemos
entenderpelaprimeiravezqueaNaturezatemumaordem(isso
jásabíamos),equecadacoisaqueacontecenanatureza
temumpropósitonocontextodotodo,equeoseventosque
chamávamosdoençasnãosãoalteraçõessemsentidoque
tê[Link]
verquenadacarecedesignificado,nadaémalignonemestá
doente
Ryke Geerd Hamer

Exemplo:

Uma mulher a quem aumentou muito a quantidade de glóbulos vermelhos.

Em quais casos ocorre a produção excessiva de glóbulos vermelhos?

Quando é necessário tomar mais oxigênio; por exemplo, ao subir a um pico muito alto, se
fabricam mais glóbulos vermelhos.

O sentido biológico de muitos glóbulos vermelhos: há morte na própria família (laços


de sangue). Um dia, ao chegar em casa, vê que seu marido, que está deprimido, vai para
jogar pela janela. Como há perigo de morte dentro de sua família, quer levar a

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vida e são os glóbulos vermelhos que se encarregam de transportar a vida. Quando em
terapia toma consciência de que foi por este evento, logo tem como
reação física, calafrios e conseguiu se curar desse problema.

O sentido biológico: É a coerência do sintoma. É muito importante. O sintoma


sempre há uma coerência escondida e o trabalho como terapeuta é descobri-la.

O Sentido biológico se apoia em uma experiência; é preciso encontrar uma solução exterior
(como subir a un taburete se es demasiado bajo para alcanzar o sino
puerta). Mas se não há uma solução externa possível, ocorre uma situação
conflitiva, então aparece a doença, pois o corpo buscará uma
solução interna para se adaptar. O sentido biológico é igual à coerência do
sintoma, uma vez que o sintoma que é o visível, sempre tem uma coerência escondida
e isso é o que deve ir buscar.
Uma vez encontrado o sentido biológico, busque os recursos para curar.

Entorno - acontecimento: "Meu pai só se preocupa com meu irmão" isso cria o
sentido dado ao acontecimento (por uma ou várias experiências anteriores, tanto as
nossas como as dos outros).

Eu não sou importante; de onde O sentir com ou sem consciência de emoção

Sinto-me nulo
sintomas.

Para me fazer notar, faço cinema, teatro, uma leucemia.

RECURSOS
O terapeuta facilita ao consultante a maneira de encontrar seus recursos e o leva ao
momento do Bioshock; à pessoa que o viveu (seja qual for a idade em que foi vivido)
o Bioshock); ele é entregue, a necessidade que não pôde ser satisfeita é atendida
então, dá-se a ele o que precisava (segurança, proteção, reconhecimento, abraços,
companhia, etc.) e assim se recupera a saúde e o bem-estar.

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Para encontrar o recurso, busca-se um momento da vida da pessoa em que
sentiu a segurança, em que se sentiu protegido, amado, acompanhado,
etc. Uma vez que se tem esse momento, pede-se à pessoa que coloque cor,
música, ou um som que lhe agrade muito, aumenta a sensação daquele momento,
o grava em seu corpo com essa ou essas cores e a música que lhe coloca, para que o
ancle. Então ele o leva para a pessoa que viveu o Bioshock e o entrega.

Se por acaso a pessoa não teve nenhum desses momentos que precisa,
em sua vida, faz-se uma ponte para o futuro para que lá, crie a situação recurso, a
ancla e a traz para o passado.

A ideia é fazer com que a pessoa se envolva:

Exemplos:

Diz-se:
É desesperador: não está implicada
Estou desesperada: a pessoa está implicada
Eu gostaria de gritar: não se trata de um ressentimento

Quero gritar minha cólera, minha desesperação: isso são ressentimentos

É necessário observar se o consultor está em contato com o exterior ou com o que


sente em seu interior.

Se se expressa com base no externo, no ambiente, nos outros, não está se implicando, está
no plano mental, no plano descritivo, no plano analítico. Não está em contato consigo mesmo,
está separado de seu ressentimento o que é necessário para poder realizar o trabalho e
ajudar a curar a situação conflituosa

10. OS RESSENTIMENTOS

Três níveis de ressentir:

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10.1 Resentir Real
O que se sente quando se vive um acontecimento real.

Exemplos:

Um homem recebe um golpe de machado no tórax que arranca pele e músculo.


nível do peito esquerdo

Uma jovem passa pela rua, debaixo da janela de um instituto, e alguns rapazes lançam um
petardo (uma papeleta) com o fuseau aceso que vai parar dentro da blusa
que leva aberta a nível do peito; o petardo explode sobre sua pele a nível do
ela tem medo real pelo seu coração.

Uma senhorinha tem muito pouco dinheiro e sente que está morrendo de fome. Ela tem um choque ao

passar na frente de uma mercearia onde, há meses, só pode


comprar batatas: veja os tomates, mas não pode comprá-los. Literalmente, "morre de
fome”. Terá problemas no fígado.

Uma mulher se muda para um apartamento com aquecimento a gás e tem medo de morrer.
de que lhe falte o ar -> desenvolve um tumor de alvéolos pulmonares cuja função, ao
aumentar a superfície de troca, é conseguir mais oxigênio.
Em conflitos deste tipo, a solução deve ser algo real: conseguir comida, proteger
seu coração...

10.2 Resentir Irracional


Quando um acontecimento é percebido como real, sem tê-lo vivido. Isso se deve a
percepção e interpretação que fizemos de um evento determinado.

Exemplos:

Um cirurgião muito rico, durante uma viagem à Índia, encontra uma mulher indiana que pede
esmola na rua e morre de fome -> se coloca no lugar dele e desenvolve um
nódulo no fígado cuja função é armazenar glicogênio. Uma vez que sua lógica

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se não posso agir sobre o corpo da outra pessoa, eu o faço sobre o
Meu.
o programa biológico de referência que se ativa.

Uma pessoa está com hipertensão arterial e sofre por seu sistema cardiovascular.
a descodificar o pericárdio de maneira inútil, uma vez que os vasos arteriais não se
encontram no interior do coração.

O suporte continua sendo biológico, mas a transposição é irracional.


A solução biológica, a doença, não resolve diretamente o problema externo.

10.3 Resentir Simbólico


Trata-se de um aspecto simbólico particular que se apoia na biologia e não na
psicologia.

Exemplos:

O coração é para a biologia, símbolo de território a conquistar e depois a conservar;


se alguém percebe que seu território está sendo atacado, ameaçado, quer protegê-lo,
descodifica o pericárdio, a envoltória do coração, a camada que simbolicamente, a
proteção do território.

Senhora que se divorcia do marido, mas continuam vivendo sob o mesmo teto: cada
um em seu quarto, uma linha divide a cozinha em 2, cada um tem seu saco de pão
e seu parceiro sexual também. A casa está como partida em duas a senhora tem
diabetes. Dia (em grego) = dividido, separado, cortado em dois e Beth (em hebraico) =
casa.

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11. CAMINHO DO RESSENTIMENTO
A BIODIANA
SENTIDO DA BIODIANA:

exterior

emoção

pensamentos

sensações

Resentir

exterior
exterior
emoção
emoção
pensamentos
pensamentos

sensações sensações

Sentir novamente Resentir

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Sentido Biológico

Este esquema é muito importante e deve sempre estar presente no espírito do


Bioreprogramador.

A cada instante da vida, as pessoas atravessam experiências. Em horizontal


está a linha do tempo, a linha da vida.

O objetivo da labiodiana é encontrar a emoção primária que leva ao


verdadeiro ressentir e posteriormente, à mudança.

O terapeuta localiza o consultante e o guia para que passe por todos e cada um de
os momentos que viveu quando aconteceu o Bioshock. (Ver esquema no protocolo
entregue em classe e ao final deste material: Anexo 1).

ACTOS, O EXTERIOR
É o que cada pessoa capta com os cinco sentidos: visão, audição, olfato, gosto,
tato. A relação com o mundo exterior passa por atos. Atos com músculos: agarrar
um vaso, correr; actos com a palavra: falar. Entram em contato através do
movimento, da ação.

É o que se faz; o comportamento externo que todo mundo vê, ouve, percebe
do exterior, incluindo os gestos e as palavras.
Meu pai me estuprou e me fez um bebê.
Eu levei o gato até o lixo...

Também é o acontecimento externo, o que aconteceu e causou o Bioshock.

PENSAMENTO
O que pensa sobre o evento e a partir de como se percebe. Se apoia ou se baseia
em nossas crenças e preconceitos. É puramente cerebral. Tudo o que chamamos de
cognitivo; no obstante, é muito importante ter em conta qual foi o
pensamento preciso que a pessoa teve no momento do B.S (Bioshock).

Página 40
SENTIMENTO
Há duas classes de sentimentos. De saúde (emoções saudáveis e são seis) e sentimentos
de enfermar os sentimentos de guião e são 31.

Sentimos emoções: raiva, tristeza, medo e também sentimos sentimentos que


aprendemos anteriormente. É importante que a pessoa sinta realmente o que
sentiu o momento do BS, pois do contrário, pode estar intelectualizando ou
pensando sentimentos. Exemplo: "eu acho que é angústia o que me faz agir" ou
"es normal que esta situación me cause cólera". "ya no hay nada quehacer". "El jefe
me demitiram, exagera", "um pai sempre deve cuidar de sua filha". É apenas um
pensamento que toma a ilusão de uma emoção.

Nesses casos, é algo estéril. Trata-se de pensamentos, crenças. Estamos longe do


resentir (injustiça - cólera - culpabilidade, etc.), não há implicação emocional;
pondo distância; pensamento disfarçado de emoção. Assim não se chega ao ressentir.

EMOÇÃO
A partir dela emoção se torna terapêutica. Existem seis emoções saudáveis (descritas mais
arriba) e vão em duplas: Segurança - medo; amor - raiva; alegria - tristeza.

SENSAÇÃO
É o que se sente no corpo. Exemplo: Meu coração acelera; eu tenho o
estômago apertado, fechado, tenho a garganta fechada, tenho um vazio no ventre,
Estou com frio. Essas sensações estão relacionadas a uma emoção. Uma emoção
positiva ou negativa. A sensação não mente, é involuntária, está no corpo e se
pode localizar em um lugar preciso do mesmo (suor, calor, ardor, dor, opressão,
boca seca, etc.).

RESENTIR
É uma informação emocional precisa, guardada em um lugar específico do corpo.
Resolver a sentir o que está no corpo. É a marca de uma função biológica,
satisfeita ou não satisfeita. Com o ressentimento estamos no coração da célula; é o

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mais íntimo; o que nos torna mais "vulneráveis" porque é aí que somos realmente nós
mesmos (no momento da terapia). Quando estamos no ressentir não podemos
fazer trapaça, não podemos enganar. E quando pronunciamos a palavra ou a frase, o
verdadeiro sentir, há transformação a nível corporal.

NECESSIDADE BIOLÓGICA NÃO SATISFEITA


Nosso organismo constantemente quer satisfazer suas funções. Os pulmões
querem respirar, o estômago quer digerir, os olhos querem ver coisas agradáveis, a
a pele quer ser tocada de maneira agradável, o reto quer eliminar, o esqueleto
quer ser forte, útil, o cérebro quer controlar e entender, o coração desejar bater, etc.

Esta vontade é biológica, inconsciente. Somos o conjunto das células e cada


célula quer em cada instante, satisfazer sua função biológica para si mesma e para
os demais órgãos.

Se eu tiver sede, quero beber; isso acontece de forma inconsciente, se me falta o


oxigênio, quero respirar, se estou com fome, quero comer, etc.

Quando essa necessidade biológica não pode ser satisfeita, há um sentimento que é
totalmente inconsciente, e é o corpo que vai se estruturar, vai se adaptar a
Olá. É o ressentir que é o centro do alvo.

Exemplos de ressentir:
Sinto-me frustrado, destruído, inchado, impotente, desarmado, aterrorizado,
aterrorizado, sujo, desvalorizado, agredido.

Quando entramos no ressentimento, há verdadeira mudança. Já não há defesas e é


é importante permitir-se chorar e expressar qualquer que seja o ressentir; assim se encurta o
sofrimento, nos sentimos aliviados.

O drama é ter guardado o mal dentro de si e não tê-lo expressado.

É necessário um movimento para o exterior: voltamos a pôr movimento e


ouvimos ativamente o ressentimento dentro da célula.

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Se a pessoa tem um problema, é porque não teve o recurso ou o caminho para
ir a vê-lo e resolvê-lo -> essa é a função do bioreprogramador; "o olho não pode
verso a si mesmo.
Ex.: Caminho do ressentir na biodiana:
Estou em um engarrafamento: acontecimento exterior
fumaça: ato, comportamento externo
Vejo tudo negro, "tenho certeza de que tudo está contra mim":
pensamento
Tenho uma bola na garganta: sensação
E sinto...
Sinto-me desarmado: ressentir (Informação emocional precisa, guardada em
um lugar específico do corpo.

[Link] DE SOMATIZAÇÃO POSSÍVEIS

12.1 Eleição Universal

Escolha do órgão conforme o conflito.

Trata-se basicamente da localização e função do órgão: pulmão, fígado,


pâncreas, músculo, etc. têm uma função específica que é igual para todos os
seres humanos. No universo inteiro, os olhos servem para ver: se há rejeição em ver; o
conflito do avestruz, então, cegueira.

No universo inteiro, a pele é feita para o contato e em caso de conflito de


separação: a epiderme expressa a solução biológica do conflito; seja qual for a
idade, raça, religião ou política, da pessoa; também se aplica a animais. Todos
somos iguais em relação à função do órgão.

12.2 Eleição Cultural

Se gera conflito de acordo com as crenças, história, demografia da cultura a


a quem pertence a pessoa.

Página 43
Por exemplo, a água é um símbolo de vida no deserto africano e de morte.
Bangladesh (pelas inundações).

A nuca e os pés são símbolos sexuais na China.


O dedo anelar é símbolo da aliança e do casamento.
A boneca símbolo de escravidão.

Em certas culturas, a precisão da localização:


A direita representa o masculino, o futuro
A esquerda: o feminino, o passado
O que em algumas culturas é uma coisa, em outras pode ser tudo o oposto.

12.3 Eleição por Determinismo Familiar

Por exemplo, em uma família na qual o pai é comerciante de calçados ou


podólogo, os pés representam o sustento; em outro, os pés representam o contato
com a terra dos ancestrais; para um chapoleiro será a cabeça que representará
o sustento.

12.4 Escolha determinada pelas Vivências Pessoais

Para uma pessoa, em sua própria história, os joelhos estão relacionados com o esporte, a
religião, ou com as tarefas domésticas.

12.5 Eleição determinada pelo Evento

Para uma pessoa concreta, em um momento dado, o ombro direito está ligado a
função materna. Por exemplo, um pai que segura seu bebê nos braços e
involuntariamente o solta; a criança cai no chão e sofre danos. O ombro direito
estará relacionado com: "sou um mau pai".

Exemplos e aplicações:

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A senhora X consulta por ter psoríase no ombro esquerdo. A psoríase por
determinismo universal é conflito de dupla separação.
Ombro esquerdo por determinismo do evento: encontra-se em seu escritório
quando entra sua colega e amiga e lhe diz 'você vai ser demitido'. Ele se levanta de
golpe e se bate no ombro esquerdo com a janela aberta. É o lugar onde
aparecerá (como um trilho de choque), tempo mais tarde, a psoríase.

SenhorY, sofre de reumatismo no dedo indicador. Cartilagem/determinismo universal:


desvalorização.
Pulgar por determinismo do evento: seu avô, para não ir à guerra, pagou a um
amigo seu para que fosse em seu lugar, em 1914; em 1916, seu amigo morre
combater
os filhos têm problemas financeiros e de sucesso, inconscientemente, por causa do julgamento
o avô se fez a si mesmo em relação à morte do amigo. É o dedo indicador
porque ele se faz um julgamento a si mesmo, se culpa e ainda pensa que deve pagar
pela morte de seu amigo

13. DIFERENTES MODOS DE DESENCADENAMENTO DE UMA ENFERMIDADE

Uma das primeiras coisas que se deve fazer na consulta é determinar como se tem
desencadeada a doença, para chegar o mais perto possível da psicologia do
paciente.

13.1 Bioshock

Situação da vida cotidiana em que um acontecimento brusco, inesperado,


que toma a pessoa de surpresa, a desestabiliza totalmente, sem solução
o momento e vivido em solidão.

Em outras palavras, uma pessoa está tranquila em sua vida, nada especial, e de repente
tudo muda, toda a sua psicologia muda, porque recebe algo que a desestabiliza
totalmente. É como um míssil mental. O estresse sobe de repente, ultrapassando um
"limite superior de tolerância" (LST). Na parte inferior, seu sistema fisiológico está

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acostumado a lidar com o estresse e, quando o supera, é o sistema biológico que
se encarrega da gestão do conflito.

ESTRÉS
Limite Superior Tolerável

SCUD

Linha da vida

É o modo de desencadeamento mais frequente nas doenças agudas.


Exemplo, as alergias, tema que será ilustrado mais adiante.

13.2 Saturação

É uma ideia fixa que toma pouco a pouco toda a economia psíquica e que levará a
sobrepassar o limiar de tolerância. É um ambiente conflituoso que 'aquece a
cabeça” a cada dia mais, até a saturação e ultrapassar o limite tolerável. É algo que
está preocupando, uma ideia fixa, uma obsessão, que chega um momento que supera
o limiar. Superar o limiar é o que desencadeia a doença.

13.3 Conversão repetitiva a mínima

O desencadeamento não é um bioshock, nem uma saturação, não é uma memória


transgeneracional.

CONVERSÃO: Transformação do conflito psíquico em físico.


REPETITIVA: Que se apresenta todos os dias.
A MÍNIMA: Pequeno, não é um grande conflito, uma dezena de brigas por dia, desde
há 10 anos.

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Em resumo, é uma pequena gota que cai pouco a pouco durante 10, 20 ou mais anos;
até que aparece 'a gota que transborda o copo'.

TRANSGENACIONAL

19

Para falar sobre isso, utilizamos "a jarra psicosomática".

Quando há um Bioshock, ele aparece de repente e os sintomas surgem de repente.

Quando há um nível transgeracional, a pessoa tem conflitos regulares até


que um dia se ultrapassa o limite.

A "conversão repetitiva a mínima" não é a mesma coisa; a pessoa vai tendo pequenas
conflitos repetitivos durante muitos anos. Por exemplo, toda vez que há um
um conflito mínimo se manifestará, a nível brônquico, em uma pequena parte dos
brônquios, insuficiente para desencadear uma patologia, mas todos os dias vários
vezess por dia, ao cabo de 15 a 20 anos, a doença se manifesta.

Outro exemplo são as artroses, um pequeno conflito, dez vezes ao dia, durante 15 ou 20
anos que é quando aparecem os sintomas de dor.

O Dr. Salomón Sellam diz: “Em todas as doenças crônicas, eu coloquei em


evidência de que não se deve buscar um Bioshock, mas sim o tema conflituoso, um cenário
de vida centrado sobre a temática dos brônquios – no caso da patologia
pulmonar

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Exemplo de caso do Dr. Salomón Sellam: "um paciente com bronquite crônica vem a
verme para encontrar algum alívio. A primeira coisa que coloco em evidência é encontrar o
tema conflitante para ele, e assim que eu digo "lutas no território" ele começa a
rir e diz: – "Esta é a minha vida"! Quando eu ia para a escola, meu pai me dizia: primeiro
pega e depois falamos! Sempre o procuravam para brigar com ele. Hoje seu
a profissão é dirigir 500 pessoas na construção e obras públicas, rodovias,
pontes, e diz que todos os dias está brigando com as pessoas, os prazos de
entrega, os caminhões, todos os dias fica nervoso, discute por telefone. Se parar
sentir-me melhor eu tenho que parar de brigar eu tenho que esperar para me retirar. Até em minha casa

todo o mundo sabe que sempre estou gritando. Minha esposa é muito gentil e se tem
acoplado ao meu caráter-.

Isto é estrutural, é uma forma de vida. Digo que pode começar antes da
jubilação, o que é importante não é a briga, mas sim o estresse que a acompanha.
Pode-se lutar, mas sem estresse. Como isso pode ser feito? Não se envolvendo.

emocionalmente, esta é a chave.

Se o consultante entende que cada vez que tem uma briga coloca uma gota de
água no jarro e que pode fazê-lo sem estresse, mantendo-se distante
emocionalmente da situação, deixará de brigar finalmente.

Este senhor experimentou o que foi recomendado pelo Dr. Salomón Sellam e melhorou enormemente

a pouco tempo.

Desde que coloquei isso em marcha para todas as doenças crônicas, a


bronquite crônica, arthrose, doenças osteoarticulares, funciona muito bem.
Para ajudar esses pacientes, é preciso buscar o tema conflitante.” Dr. Salomón
Sellam.

13.4 Desencadeador de Memória Transgeracional

Se desencadeia uma memória de um ancestral que viveu uma doença e bem


seja porque o descendente esteja no mesmo nível de fraternidade, ou porque tem o

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mesmo nome, ou porque esse “substituto”, ao trazer sua memória genética, adquire
a mesma doença. Cada pessoa está cheia de memórias inconscientes, e o
o propósito da descodificação é evidenciá-lo. Existem memórias genéticas,
memórias psíquicas e, também, conflitivas transgeracionais.

A versão biológica da malformação é transgeracional; em um dado momento


uma pessoa tem uma doença igual à da mãe e do avô, a explicação está
mais acima na árvore genealógica. Para estudá-lo, são necessários os sintomas físicos,
o tecido afetado e mais dados.

O nome, no estudo transgeneracional, tem relação com a árvore genealógica.


Não se põe em dúvida o nome, embora não se saiba por que lhe deram.
o nome é muito importante porque está incontestado e é incontestável. Como
terapeuta se busca o drama com o antepassado que coincide, para verificar que dano
é preciso reparar.

13.5 Psicochoque Programante/Desencadeante (é válido em pacientes com


câncer

Muitas vezes, os pacientes com câncer têm um desencadeador de Bioshock que ocorre
o ano anterior ao aparecimento da doença e vários psicochoques que não são
suficientes para desencadeá-lo.

Quando se analisa a história de uma pessoa, evidencia-se que há um Bioshock, um


acontecimento difícil, desestabilizador. E, quando se analisa a história a partir do
nascimento, se descifra que há uma situação, um episódio que se repete.

Se ampliará mais em conflitos programantes e conflitos desencadeantes.

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14. O BIO-SHOCK

Este instante é a obra-prima da Psico-bio-terapia

PSIQUE, CÉREBRO E CORPO ESTÃO RELACIONADOS

A psique, o cérebro e o corpo estão permanentemente relacionados. Cada


segundo, o cérebro sabe o que está acontecendo no corpo.

Tudo está dosado e medido, a concentração de açúcar, vitaminas, oxigênio, ureia,


pressão arterial,... Dessa forma, a cada instante ocorrem choques biológicos que se
resolvem inconscientemente (exemplo: está calor, suo; tomo sol, a pele fica
broncea; como um alimento que está estragado, vômito).

O Dr. Hamer o descreve como "um organismo universal compreendido por a


união da psique, como integradora de todas as funções do
comportamento e dos conflitos, o cérebro, como 'computador' ou
"computador" que controla todas estas funções do comportamento e de
os conflitos e os órgãos que expressam os resultados desses acontecimentos.
Tudo isso é até um pouco mais complexo, pois o computador que é
nosso cérebro programa na verdade o programador que é a psique e
portanto, se programa a si mesmo.

Página 50
15 CRITÉRIOS DO BIOSHOCK

Continuamos citando o Dr. Hamer

A primeira lei biológica da natureza.

1º. Critério:
Todo Programa Especial da Natureza com Sentido Biológico (SBS) se inicia
por um DHS (Síndrome de Dirk Hamer), ou seja, por um impacto muito forte,
extremamente agudo, dramático e inesperado, vivido em solidão, que se
desenvolve simultaneamente em três níveis: psique, cérebro e órgão.

2º Critério:
No momento do DHS, o conteúdo do conflito biológico determina tanto a
localização do SBS no cérebro, denominado Foco de Hamer (HH), como a
localização do SBS a nível orgânico, iniciando um tumor, uma necrose, uma
úlcera ou uma alteração funcional, dependendo do órgãos afetado.

3º. Critério:
No momento em que o DHS inicia um Programa Especial (SBS) que se desenvolve,
de início a fim, de forma assíncrona nos três níveis (psique - cérebro -
órgão). Desde o DHS e a primeira fase de conflito ativo até a solução do
conflito (CL) e a seguinte fase-pcl, incluindo a crise epiléptica/epileptoide que
se produz na culminância desta segunda fase, até o retorno a
normalidade (normotonia), todo o processo é sincrônico.
Nova medicina germânica.
Apresentação: Dr. RikeGeerd Hamer

Retomando o primeiro critério. No momento do SDH, o organismo completo se


mantém ocupado.

1) A nível psíquico:

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Psicologicamente experimentamos estresse emocional e mental. Entendendo a
psique como o conjunto de pensamentos, comportamentos e sentimentos que
abriga um ser vivo. No ser humano, a dificuldade na comunicação entre o
cérebro verbal e o cérebro preverbal, nos vai abrir o caminho para entender
como as emoções podem se independizar da consciência e agir sobre
o corpo senão com o corpo.

2) A nível cerebral:
No momento exato de um SDH, o choque de conflito atinge uma área
específica no cérebro, provocando uma lesão que é registrada e claramente
visível em um TAC (tomografia axial computadorizada do cérebro) como um grupo
de anéis concêntricos e nítidos chamado Foco de Hamer. Esse registro vai ser
observar em um lugar específico que depende do tipo de conflito e do órgão
afetado. Quando o conflito está causando doença, vamos observar um
halo em forma de círculos concêntricos bem nítidos. Uma imagem de lado
o direito do cerebelo nos indica um conflito de preocupação com o filho em
uma mulher destra e uma localização da doença na mama esquerda.
Uma imagem na córtex temporal nos falará de um conflito de ameaça de
território e uma localização no epitélio brônquico.

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No momento preciso do acontecimento, nosso inconsciente associa um
certo tema de conflito biológico (território, pânico da morte, fome, etc.)
com o evento. Portanto, é nosso sentimento subjetivo por trás do
conflito, o que determina qual parte do cérebro receberá o choque de
conflito e posteriormente que órgão ou tecido será afetado.
Exemplo: Uma separação pode ser interpretada por uma pessoa como um
conflito muito dramático, outra pessoa pode vivê-lo de maneira totalmente
diferente e para outro, pode ser irrelevante.
Um homem sofre uma falência em sua empresa. O banco toma todos os seus bens;
pode desenvolver uma angina de peito (perda de território), câncer de
fígado (como medo de morrer de fome) e câncer de ossos (como conflito
de desvalorização) ou todos ao mesmo tempo.

Outra pessoa vive a mesma situação e não adoece porque decide que vai
dar um giro total na sua vida e vai se dedicar a fazer terapias que é o que
sempre tinha sonhado e para o que havia se preparado nos últimos
anos.

O que conta não é o acontecimento, mas a maneira como o vivemos, como o


sentimos subjetivamente no instante preciso em que nos surpreende; isso é
o que nos situa em trilhos de medo, desvalorização, vergonha, separação,...
Mesmo que resolvamos um conflito, teremos tendência a cada novo choque.
a retomar estes mesmos trilhos.

O inconsciente sabe claramente diferenciar no momento do drama, matizar as


esferas de representação. Associará este acontecimento a um tipo de ressentir, e ao
mesmo tempo, associará a esse tipo de ressentir uma representação biológica.
Exemplos:
Vejo um cachorro que é atropelado, sinto angústia e desvalorização, começará
as ulcerizações nos gânglios.
A leoa vê seus filhotes mortos, conflito de perda, tumor de ovário que
secretará mais hormonas e atrairá o macho para gerar novas crias.
Caio, tenho 3 anos, vejo-me em uma poça de sangue, tenho medo de perder
minha sangue, meu corpo envia plaquetas para a ferida, o baço se necrosapa

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armazenar uma maior quantidade de plaquetas em previsão de um novo
acidente.
Em um divórcio, alguns farão um conflito de rancor, então afetará o fígado;
outros de mancha e outros de separação, então a pele será afetada; outros o
vivarão como uma "porcaria" ou uma "sujeira" e afetará o cólon, etc.

3) A nível do órgão:

O órgão onde ocorre uma lesão dependerá do tipo de conflito: Seu


A resposta dependerá da camada cerebral que recebe o choque e do tipo de
tecido envolvido (endoderma, mesoderma, ectoderma). Cada tipo de
o conflito corresponde a um tipo específico de doença e uma área
específica do cérebro a partir da qual os processos são controlados.
O desenvolvimento nos três níveis (psique, cérebro e corpo) sempre acontece
cabo de maneira sincrónica. E à medida que avança o conflito, a lesão na
cérebro e as mudanças no órgão (seja crescimento ou necrose ou
ulceração), progridem e assim que há estagnação em um nível, ocorre em os
outros dois.

O adenocarcinoma de pulmão ocorre por um conflito de medo a


morrer e não por qualquer outro tipo de conflito.

A bulimia surge da constelação de dois conflitos, um de rejeição e


outro de contrariedade familiar.

O choque biológico é permanente. Temos em nosso corpo açúcar que se


encontra-se no sangue e quando trabalhamos, esse açúcar no sangue baixa, porque o
o açúcar é consumido pelo cérebro e pelos músculos. Então a informação é
captada pelo cérebro. O cérebro sabe o que ocorre a cada instante no corpo,
graças ao sistema nervoso neurovegetativo. Então o cérebro que funciona de
maneira perfeita, dá a ordem ao fígado, para liberar glicose, açúcar. O açúcar volta a
o sangue e continuamos trabalhando, refletindo, etc. Mas se em algum momento não
há reserva suficiente no fígado, então é necessário mudar de solução.

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A nova solução é o sentir. Quando já não há solução por dentro, eu vou
buscar no exterior. Tenho consciência de que estou com fome, então dou-lhe a
ordeno aos meus músculos, através do cérebro, de irem para a cozinha e pegarem algo para
comer, assim posso encher as reservas do fígado e a vida continua.

Isso é um funcionamento biológico para todas as células do corpo. Se eu correr e me


falta oxigênio, o cérebro sabe que me falta oxigênio, então ordena
ao coração que se acelere para que envie o sangue com oxigênio, mais rapidamente ao
cuerpo e aos pulmões dão a ordem para que sejam mais eficientes.

Mas se a falta de oxigênio for muito grande, se não for suficiente, chega à consciência e
fico sem fôlego, então não consigo continuar correndo e preciso parar; assim
tudo vai bem, é a vida.

Mas se em algum momento a cozinha estiver vazia ou eu precisar correr porque há um leão
detrás de mim, então já não "escuto" a minha biologia.

Aqui se produz o bio-shock. Porque minha necessidade interior, minha necessidade


biológica não pode ser satisfeita. Então há outra solução, é a solução de
exceção: fabricarei mais fígado. Como não há mais comida do lado de fora e o fígado
é aquele que armazena minha reserva de glicogênio, se eu precisar de comida eu vou aumentar
a despensa para ter mais reserva. Vou ter, por exemplo, câncer de fígado.
Porque não há solução no exterior, é o corpo que se encarrega disso.
O leão me persegue, continuo correndo e vou dilatar meus brônquios, vai se produzir
vazio, espaço para que entre mais oxigênio; mas há um limite para isso. Posso correr
algumas horas, mas depois, em um momento, posso cair exausto. Estou na
realidade. Se o leão estiver parado, eu sou devorado, se não estiver, eu sobrevivo.

Se eu tiver a ilusão de um leão atrás de mim, posso correr assim a minha vida toda e ter
esclerose múltipla ou problemas motores. Se como cogumelos tóxicos ou outra comida
contaminada, o cérebro vai dar a ordem de vomitar, e se for um pedaço de papel no
estômago onde está escrito: fungos, igualmente vou vomitar e continuarei vomitando
se eu continuar acreditando que tenho fungos no estômago. Então posso continuar
vomitando anos, até posso chegar a morrer disso. Ou simplesmente ter crises de
bulimia. Então sou vítima de uma ilusão.

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A doença é um prazo suplementar de adaptação e de sobrevivência, mas não
é uma solução definitiva porque o conflito está lá para que o superemos. Não é
uma moeda de intercâmbio para a eternidade. Se eu não tiver comida, o nódulo do
o fígado me permitirá transformar mais alimentos e armazenar mais reservas de
alimentos. Mas se durar dois meses, posso morrer. Por outro lado, posso ter o
sentir falta de comida porque me fez falta durante a guerra, e embora hoje tenha
comida, eu sinto que me falta e frequentemente vou ter medo de que me falte
a comida. E isso durante um ano, dois anos, três anos; já superei o tempo biológico.
Neste momento meu corpo está se esgotando e posso morrer.

Se houver um leão, eu tenho que aprender a correr rápido ou a subir nas árvores. Porque
aí estou na realidade.

Há muitos anos, quando não havia comida para os pandas da China,


começaram a comer bambu e atualmente só comem bambu. Eles se adaptaram a esse lugar
em particular porque não havia mais o que comer. Se faltar o bambu, comerão
outra coisa e aqueles que não se adaptarem, morrerão.

As girafas comem folhas de acácia e há alguns anos a maioria das girafas


morreram em um parque na África. Os zoólogos se perguntaram: por quê? As acácias
quase estavam morrendo porque havia muitas girafas e se todas as acácias
morrem depois todas as girafas vão morrer. Então as acácias pela primeira vez
fabricaram um veneno. Muitas girafas morreram, algumas se adaptaram a isso. Estas
jirafas sobreviveram e as acácias também sobreviveram. Tudo é uma questão de
sobrevivência e para isso, é necessário adaptar-se.

Tudo se adapta a tudo ou desaparece. Então o corpo tem sua realidade.


biológica, informa ao cérebro, o cérebro vai corrigir isso. Mas se for impossível, a
A partir de certa intensidade vai chegar o ressentir, a emoção. A partir deste
o momento é a razão de existir da nossa consciência e da nossa vontade. Esta
consciência biológica, esta vontade biológica busca a solução no exterior.

Assim, quando conhecemos todos os elementos biológicos, podemos reconhecê-los em


as doenças, nos nomes, nos trabalhos, nas roupas, nas paixões, os
prazeres, os esportes, etc.

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Tudo é expressão de nossos elementos biológicos. Então, a partir deste
momento as coisas se tornam muito simples, nós as compreendemos. Por exemplo, há
místicos, que para conhecer a Deus querem ser eremitas. E outros para conhecer a
Deus, vivem em comunidade e se perguntarmos: como você se sente com os outros?, o
eremita dirá: ¡ah!, me apartavam, me incomodavam quando era pequeno. E o monge
me vai dizer: eu estava separado da minha família. Isso não questiona a qualidade do seu
pesquisa. Isso me dá uma informação sobre sua maneira de estar no mundo.

É por isso que conhecer os elementos biológicos nos permite nos conhecer a
nós mesmos.

16. ESQUEMA BIOSHOCK COM NOÇÃO DE ESTRESSE E INTENSIDADE

REACÇÃO AO ESTRESSE. O que acontece quando o estresse aumenta?


O bio-choque dura apenas um instante, é totalmente imprevisível, emotivo, brutal, vivido
como um drama.

EM POUCOS SEGUNDOS, nosso corpo liberará NORADRENALINA que coloca o


corpo em estresse, não dormimos, todos os sentidos estão aguçados, vemos melhor,
ouvimos melhor. Com a finalidade de se adaptar lutando (reação masculina) ou
fugindo (reação feminina).

A glândula adrenal liberará ADRENALINA para todo o corpo.

O corpo liberará açúcar (fígado).

O hipotálamo transforma a informação neurológica em informação química.


poucos segundos, se libera a CHR (hormona liberadora de corticotropina) e outros
mensageiros cuja diana é a hipófise que liberará a ACTH e outros mensageiros
químicos.

Tudo isso com o objetivo de conseguir uma reação de adaptação em 30 segundos na


que coração, fígado, pulmões, cérebro, músculos e genes serão estimulados para

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reagir diante do imprevisto. Todo o corpo desperta para se adaptar à
novidade. Isso cria uma unidade no corpo.

O sistema nervoso é recente na evolução; antes tudo era comunicação química,


uma vez que a comunicação primeiro foi química, as moléculas são como pequenas
cérebros, nossos primeiros cérebros. Colocam em relação a todo o corpo. São
específicas de cada fase da doença. Não serão as mesmas na simpaticotonia
que em vagotonia.

EM POUCOS MINUTOS: As glândulas suprarrenais liberarão o CORTISOL. É uma mobilização de


energia de todo o corpo para se adaptar. Aumenta nossas capacidades físicas e
intelectuais, os pulmões, o coração, o cérebro (órgãos nobres) são ativados,
aumenta o catabolismo (destruição), os sentidos se agudizam.
Numerosas atividades biológicas são reduzidas ou interrompidas. As atividades param.

fenômenos de crescimento, cura, digestão, sexualidade, imunidade, sensibilidade


(analgesia), anabolismo (construção).

Se não for resolvido nos primeiros minutos, após várias horas, ocorre o CICLO
ULTRADIANO: Aproximadamente, a cada 90 minutos se alterna 1 hora de estresse e 30 minutos de

recuperação. A finalidade é se recuperar do estresse, não ficar endividado e continuar


funcionando corretamente. Isso está voltado para encontrar uma saída em cerca de 90min
(+o- 20min). Um exemplo de ciclo ultradiano seria o do apetite que vai
apresentandorítmicamente durante o dia.

Esses 30 minutos de descanso são um reflexo espontâneo de cura, uma regeneração


natural e biológica, a terapia é um fenômeno natural. Todos os dias solucionamos
problemas. Esta alternância biológica de simpaticotonía e vagotonía é o tempo
biológico ideal de funcionamento sano.

Em caso de biochoque, aparece localmente uma inflamação (às vezes, hipercidez)


devido a uma hiperatividade celular.

Se não for resolvido o biochoque em um dia, ocorrerá o CICLO CIRCADIANO e o

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problemas será reciclado em um novo ciclo circadiano às 24h, das quais as 8h
de sonho (+o-2h) com uma recuperação para poder gerir, resolver, reparar, em
o sonho profundo e os sonhos.
Pode ser que não tenhamos resolvido nos 90 minutos do ciclo ultradiano e passemos para
ciclo circadiano (ciclos de um dia).
E MAIS!... A solução pode se tornar um problema, e então a resposta
positiva ao estresse, torna-se negativa criando subpersonalidades.

Exemplo: os pais deixam de dormir para vigiar seu filho que sofre convulsões.
Perdem sua eficácia em seus atos ao deixarem de dormir e isso pode se tornar um
perigo para a criança. O que tem sido uma solução de adaptação durante 1 a 3 dias se
volta a ser prejudicial. O estresse é forte demais, perigoso.

A mensagem foi longa demais, intensa ou estressante, a vagotonia circadiana e


ultradiana não podem ter lugar. Para proteger o todo (corpo, psique, cérebro), os
receptores situados sobre o corpo, cérebro e espírito são destruídos. É a criação de
a cortina de fuma, aparecimento do sintoma.

Quando há muitas mensagens (cortisol, adrenalina, estresse...) o número de


receptores do estresse, diminui. É o passo para a repressão, para o inconsciente; assim, uma
sola parte do corpo, em função do sentir, se ocupará do problema para
poupá-lo ao resto do corpo. Essa repressão consciente nos "faz esquecer" do
choque. A nível corporal, é o câncer, uma espécie de casca em torno do tumor
que o ofusca e parece dizer ao corpo: 'circule, não há nada para ver!'

Consequências
Repressão da consciência
Anestesia ou amnésia conforme a intensidade do bio choque.
Auto hipnose (transe inconsciente)
Criação de trilhos (elementos sensoriais presentes no contexto do
ruído, pólen, poeira, gramíneas, etc...)
Pesadelos
Criação de subpersonalidades dentro de nós. Uma parte de nós

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deixou de crescer, ficou estagnada em um momento
traumático e assim, várias subpersonalidades podem coabitar dentro de
nós, cada um detido em uma determinada idade, associado a um
traumatismo passado enquanto o resto do corpo se dissociou deste
(tem reprimido).
Consequências: criativo, artístico, psicótico... Cada uma das
personalidades reagem independentemente das outras a tudo o que
acontece no exterior. De fato, a subpersonalidade associada a uma
situação traumática passada, desde o menor choque, mobiliza o
lembrança emocional mais parecida (trilho), e isso de uma maneira totalmente
inconsciente. A reação se exteriorizará ou se camuflará
Distorsão do tempo
Distorção dos períodos normais (ultradiano, circadiano).
Experiência de referência
Crença limitante
Generalização
Experiência consciente que se transforma em evidência, se torna
inconsciente, e, afinal, estruturante, uma prisão.

O bioshock tem valor de referência


A partir de agora a coisa é possível: até o instante em que foi dado o
o estresse a coisa não existia, mas se tornou possível; tive medo de que
amputaram a mão do meu neto, agora é possível; há marca, aprendizado, transforma-se
em uma crença, uma verdade limitante, uma prisão, até mesmo uma evidência. É a
experiência de referência.
A evidência da coisa é a passagem do consciente para o inconsciente.

Elsíntoma é um vestígio dissociado, símbolo de uma adaptação no momento de um


traumatismo reprimido, um instante já passado.

Ação terapêutica a ser realizada:

Ouvir as “subpersonalidades” - os momentos em que a pessoa teve um

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trauma e uma parte sua ficou "detida" ali, uma depois da outra e se
vão sanando uma a uma.
Uma vez que todas essas situações tenham sido curadas, trabalhando-as com a bio diana
(Exterior, pensamentos, emoções, sensações, ressentir e necessidade não
satisfeita), se integra à pessoa da idade que viveu o trauma no Adulto de
hoje que já tem recursos e que pode e vai cuidar, dar amor, proteção,
compreensão, etc.; tudo o que precisou nos diversos momentos difíceis.

GENERALIDADES DO BIO SHOCK

O bio shock contém uma energia fenomenal. Guarda milhares de informações (ex. Os
sonhos) que não foram expressos. Todo mundo tem permanentemente 5 ou 6
conflitos ativos.
O acontecimento pode não ser nada para os outros e que nem percebam; mas é
uma verdadeira comoção interior que se apodera do corpo-cérebro-células.
Este choque é biológico (nem dogmático, nem intelectual), da vida. (ex. separação,
acidente, altercado.

O conflito se gera a partir do biochoque: conflito entre


minha espera, meu desejo, meus sonhos ou aspirações, meu interior e,
o exterior que é proposto pela vida.

O choque afetará simbolicamente o cérebro direito (emocional), ligado às


emoções e desconecta nossa razão de nossas emoções. Nos corta de nosso
cérebro esquerdo (técnico, racional, sem emoção).
Na terapia, será necessário relacioná-los novamente, ou seja, "sentir com inteligência";
devemos reconciliar razão e emoções.

Para curar-se, é uma etapa imprescindível o passar pela emoção.

Quando estamos em choque estamos "tontos", "desarmados", de uma inteligência


arcaica, biológica, arquetipal, não podemos reagir coerentemente; reagimos

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com a memória, nossas marcas, o que vivemos até aquele momento,
nossos aprendizados e, acima de tudo, com nosso cérebro arcaico, automático, com
nosso inconsciente automático cuja função é nos proteger e não importa de quê
forma (aprendida, automatizada, sem “coerência” desde a razão).
Nossas experiências sempre nos fazem crescer, nos trazem um ensinamento: se apenas
tomamos a vertente negativa da mensagem, é preciso buscar a face positiva.
é possível voltar a estar exatamente igual que antes do choque.
Às vezes, esse choque causará uma dor no órgão ligado a esse ressentir.
Quanto mais intenso for o conflito, mais rápido o tumor crescerá ou avançará o
necrose. A massa do conflito, o relé cerebral progride, estende-se cada vez mais em
a zona afetada e altera de maneira mais intensa. Simultaneamente, a patologia
continua se expandindo no órgão, a massa de mitose aumenta.

O BIOSHOCK É UM INSTANTE
A manifestação de um problema ocorre:

em um momento preciso: dia, hora, minuto, segundo.


em um lugar preciso
em um contexto determinado.
alguma coisa muito precisa cria um ressentir preciso que se traduz em uma zona
precisa do cérebro que está relacionada com um órgão específico no corpo

Ações terapêuticas:

Tendo encontrado o instante preciso do bioshock, o consultor pode


expressar toda a emoção. Se não expressar a emoção, apenas expressará pensamentos,
comentários e estes não têm valor terapêutico, pois isso é ficar no
mental e não leva a curar e resolver o momento dramático. Quando o consultante
revive o bioshock e curamos com isso o ressentimento, o conflito ficará resolvido.

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17. A LATERALIDADE
A lateralidade determina a parte do cérebro e, portanto, do corpo que é afetada.
Na terapia, é muito importante levar em conta a lateralidade do consulente.
Exemplo: Uma mulher destra tem uma menina de dois anos, ela está no parque com ela e
a menina escapa de sua mão, corre e atravessa a rua. A mãe ouve o rangido
daos pneus de um carro que freia. A menina termina no hospital. A esta mulher, por
estar preocupada com a saúde da sua filha, isso afetará sua mama esquerda.
o foco de Hamer será visto no hemisfério direito, na parte do cérebro
que controla o tecido glandular mamário da mama esquerda.

[Link]

Para poder entender certas leis da biologia, é necessário aprender a pensar de


maneira biológica e não apenas psicológica. Isso se consegue compreendendo o
mecanismo dos trilhos, que costumam ser interpretados como doenças a
que há que combater.

No momento do bioshock, a mente está em um estado de atenção aguda.


Nesse estado, nosso inconsciente recolhe todos os elementos componentes
ao redor do conflito, como cheiros, poeira, pólen, uma cor, etc. e os armazena
pelo resto de sua vida até que o conflito seja completamente resolvido. Essas
huellas que quedan como consequência do SDH são chamadas raíles ou pistas e
ficam associadas ao conflito.

Essas circunstâncias também podem ser pessoas, animais, etc., o que significa que
junto ao trilho principal, associam-se outros trilhos secundários. Quando mais tarde reaparece
Quaisquer dessas circunstâncias, pode-se reviver aquele conflito biológico de forma
de uma recidiva ou recaída à qual comumente se chama alergia ou reação
alérgica.

Esses trilhos, que com frequência nos incomodam, irritam ou até obstruem, e que
na medicina convencional acredita-se que é necessário combater, são alertas biológicos com
sentido.Têm um sentido biológico que é servir de advertência, de tal maneira que

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se possa evitar a mesma situação perigosa uma segunda vez; é algo como se
nosso organismo nos diria: "Cuidado, nesta situação você já teve um choque!"
Tampoco tienen nada que ver con psicología. Son pura biologia, tanto psíquica como
cerebral e orgânica.
O alérgeno pode ser um componente de um perfume, o pólen de certa árvore, o
pelo de algum animal específico, a poeira, seja o que for que estivesse no
momento do bioshock

Os conflitos biológicos, especialmente nos animais, são um enfrentamento com


a dura realidade. E também para os humanos, do ponto de vista biológico, é
sempre uma questão de vida ou morte!

Os trilhos devem ser levados em conta quando nos deparamos com situações
recurrentes como resfriados frequentes, enxaquecas, cistite, litíase renal, etc.
Também em qualquer recaída de câncer devem ser considerados.

19. OS SENTIMENTOS. DEFINIÇÕES E QUALIDADES

Observação importante: Todo o material sobre Teoria do roteiro fornecido nestes


materiais, foi retirado do livro “Através do guião mental do Dr. Herinulfo
Londoño C. Páginas 225 e seguintes.

O SENTIMENTO é uma energia. SENTIR é um processo orgânico, pois está integrado


de forma sistemática com outros processos nos "organismos".

SENTIR é um processo natural; um processo energético. Por ser orgânico, é essencial à


saúde e à sobrevivência do indivíduo. Não é possível NÃO ESTAR SENTINDO e ter
saúde ao mesmo tempo.

A palavra emoção provém do latim "emovere" que evoca o movimento; energia


em movimento. Então emoção = algo que cria movimento no interior e
também vai para o exterior.

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O Sentimento se comunica causa-efeito, em ambas as direções, com os Pensamentos e
Movimentos do organismo. Um sentimento faz mover vísceras e provoca mudanças
em seus ritmos e no metabolismo de suas células. O sentimento se comunica entre
seres vivos da mesma espécie e com os de outras espécies.

Há dois tipos de sentimentos: OS SENTIMENTOS DE SAÚDE. OS SENTIMENTOS


DE DOENÇA.

19.1 As Emoções Naturais, de Saúde, de Bem-Estar

São sentimentos típicos, espontâneos, connaturais, próprios do ser humano. São


tudo o que precisa sentir e permite a plenitude total da vida das pessoas.

19.1.1 Como funcionam os Sentimentos Humanos?

A primeira coisa que um organismo precisa sentir é SEGURANÇA

A segunda coisa que um organismo precisa sentir é AMOR

A terceira coisa que um organismo precisa sentir é ALEGRIA

SEGURANÇA
Direção da
AMOR Escala Tonal

ALEGRIA Sentimental
Humana

Quando há uma emergência vital, há uma reação: Medo, Raiva, Tristeza; Emoções
de Reação Vital.

As Emoções estão apresentadas em duplas aparentemente contrárias e no entanto


são complementares. Todas e cada uma delas é uma parte de uma polaridade.

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As Emoções Negativas são necessárias para o Bem-Estar porque são o Ponto de Partida
de iniciação de comportamentos provedores de suas três contrárias, prazerosas.
Quem sente medo, age para se sentir seguro; Ao estar triste, age, se move em
pos de Alegría.

[Link] Segurança - Medo

Primer Sistema Energético Emocional. Dupla de Saúde.

Circuito de Sentimentos Básico em Termos de Sobrevivência; essência do impulso de


vida, do instinto de Conservação, do instinto de morte.

MEDO
O que um organismo experiencia diante da possibilidade de perda ou dano
de vida própria ou de seus, diante da ameaça de dano corporal.

Com medo, o organismo muda seu padrão de movimento. O Sistema Nervoso


Autônomo e as glândulas adrenocorticais aumentam sua produção, as artérias
cardíacas e musculares se abrem, se fecham as das vísceras, as pupilas se dilatam,
aumenta o fluxo sanguíneo para o cérebro e todo o corpo está pronto para a fuga ou
para a luta. (Boca seca, pele pálida e fria). Para o ESTAR BEM, é indispensável a
capacidade de sentir medo.

Fobias: medo a perigos irrelevantes e fantasiosos.

Pânico: o medo supera os limites da mente e se perde a consciência do espaço.

Reação de Estresse: capacidade de sentir medo diante de um estímulo ameaçador.


Sequência automática de sobrevivência presente em todos os seres vivos.
Absolutamente necessária para viver.
Para que sentir medo? Para sobreviver. O medo leva a pedir proteção.

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O medo, como é uma emoção autêntica, reside e é propriedade da Criança Livre.
qualquer que seja a idade da pessoa.

A criança tem necessidades e uma delas é a proteção em todos os momentos, embora


não tenha medo porque quando não o tem, não se dá conta dos possíveis perigos.

A PROTEÇÃO é A MAIOR NECESSIDADE Psico-física do estado Criança do EU, É a


Gran Vitamina para crescer.

Exemplos de NÃO Sentir Medo: Os meninos não choram, tem que ser um homem, durma
só que está muito grande; etc.

É necessário poder sentir medo e poder sentir proteção segundo a segundo na


vida. Quem sente medo, busca como se proteger e proteger os seus; cuida de sua
saúde e a dos outros. Se se perde o medo, perde-se o sentido de autoproteção e a
dos outros, então, assumem comportamentos perigosos que levam à morte.

A SEGURANÇA
É o que se sente quando os processos internos e a comunicação com o ambiente
estão em harmonia para a sobrevivência do organismo. É a consciência da harmonia
na natureza interna com a natureza externa. É estar em compasso com o cosmos
e com o que o rodeia em proximidade.

Sensação de paz. Estar espontaneamente e naturalmente em paz. Experimentar-se em plena


saúde. Base para o ESTAR BEM.

A Segurança fornece a matéria-prima para o Amor e a Alegria. Estes brotam dela.

Muitos não a percebem, apenas percebem a ausência dela como com o dinheiro.

Componente do organismo essencial para ter Fé.

Os signos de Proteção no princípio vêm dados por:

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A Companhia no tempo e no espaço
O Contato físico
A manta ao dormir. Sentir-se aquecido
Os alimentos
Mediante a comunicação e a interação PERMISSORAS, são introduzidos os
logros próprios do menino

Na Segurança, a pessoa não deve 'MANIPULAR' estresse.

O processo corporal gerador de Saúde e bem-estar começa pelo sentir segurança.


esta vem dada por pedir e receber proteção. Pode-se Dar, Receber e Pedir
Proteção mesmo que não haja ameaça (A bênção, a despedida ao sair).
Condutas de Proteção.

Conta Comigo
Abraço, rodear peito, mão ou costas e cabeça
Fazer companhia (visitas) prestar apoio
Defender e ser solidário (lutar, reclamar)

[Link] Ira - Amor

Dupla de vínculo.

Este par de emoções configura a segunda bateria de sentimentos de estar-bem.

Finalidade específica: gerar Movimentos de sobrevivência para o grupo e espécie,


dar comportamentos para fazer e reconhecer vínculos e direitos.

IRA
A Laira autêntica é o sentido quando se nega o amor que tinha, ou quando se nega.
um direito.

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A ira verdadeira deve ser convertida em movimentos corporais e em pensamento.
patada ao chão
demanda.

Assim como com o medo, essa emoção precisa se transformar em movimento e


expressar-se em movimento e pensamento, ou então, o organismo entra
em contradição e se desintegra, parcial ou totalmente.

Doenças cardiovasculares, ósseas, musculares e artrite, também asma e laringite.


em parte dependem do bloqueio na manifestação da ira. São adaptações do
estresse crônico, lesões orgânicas por manejo de estresse.

Para que serve a manifestação da ira? Para se aproximar do interlocutor e pedir que
dê e devolva o que é requerido, para que dê o que pertence a quem reclama, ofereça
comunicação e amor.

O AMOR
É o sentido de ter consciência da atração por seres vivos e pela natureza.
É o que se sente pela vida, pela nossa vida, por tudo o que na natureza
apoia a vida e propicia nossa vida. O amor é consciência de atração por
natureza, como a segurança é a consciência de harmonia com a natureza. O amor
é a emoção mais característica da vida humana.

O QUE É O AMOR PARA O PSICOLÓGICO? É o grande motor da atividade


psicológica ou, seguramente, um dos seus maiores estímulos. O amor é um dos
manifestacoes do psiquismo humano, fundamento para a sociabilidade e origina a
força para agir coletivamente e para integrar no cosmos. Isso quer dizer que
sem amor não é possível a saúde do indivíduo, do grupo e da humanidade. E dá
uma característica típica, uma qualidade diferenciadora ("específica"), da espécie Homo
Sapiens. O amor é uma das condições da humanidade e se ele acabar em alguém,
este ser perde essa humanidade. O amor vem contido na vida, aparece em tudo
o VIVO. No Homem assume formas e matizes exclusivos e muito variados.

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[Link] Alegria- Tristeza
Dupla de Renovação.

Fazem relação recíproca para elevar a consciência da qualidade de vida e do


esplendor cósmico. Embora em todo o organismo atue uma química especial com a
alegria, é o coração o órgão da alegria por excelência; e, !!como se encolhe
quando se está triste!!
Propósito desta dupla: Conservar os projetos passados e conseguir outros no futuro.
Este par emocional funciona para incitar movimentos e gerar condutas para
mudanças, progresso, aprendizados, evolução, bens e criação.

A TRISTEZA
É a consciência do que se sente quando se perde um bem, consciência do vazio
que queda e o que se sente quando não se obtém um bem desejado, quando não se alcança
uma meta proposta. Nas crianças, a tristeza é bem evidente quando não conseguem algo
desejado o esperado.

É uma sensação de diminuição energética, de fraqueza, de vida que quer


apagarse, ir-se. É a emoção das perdas.

Se o organismo não sente tristeza, não se dá conta de que está perdendo e não faz
nada por repor o perdido, nem pela aquisição de outros bens. Se uma pessoa não
se entristece pelo erro que impede de alcançar o bom resultado que buscava, se
adapta-se à sua falha, não aplica correções, renuncia ao desafio e ao sucesso e também não chegará a

a Alegria. A tristeza autêntica impele a pedir consolo, a conquistar e a substituir


o perdido e anhelado.

A TRISTEZA PARA O PSIQUISMO. A tristeza autêntica, como todas as emoções,


é próprio do estado de criança livre (natural) do Eu e em todo indivíduo deve ser
permitida sem desqualificá-la e deve ser protegida por meio do consolo, porque este
se pediu, ou porque o aceita, depois de oferecê-lo.

A ALEGRIA

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É o que se sente quando se recupera algo; quando se constrói, descobre ou consegue
algo novo e quando se supera e vai além de um obstáculo. É O MÁXIMO DE
BEM-ESTAR PARA O SER HUMANO. É o estado de máxima energia e a expressão de
vida total no organismo. É O MAIOR TESTEMUNHO DE SAÚDE NO
ORGANISMO.

Como aparece a Alegria na criança? Ela vem aprendida, como as sementes contêm
o processo vital e somente requer que o ambiente familiar a cuide, assim como
a boa terra propicia a germinação das mudas. El Niño só requer
que os mais velhos não desqualifiquem essa emoção.

Pode-se afirmar sem dúvidas que todo bloqueio a essa emoção, sua repressão, a
ausência de riso e de momentos de felicidade, induzem e facilitam estados mórbidos e
enfermizos sobre todas as células. Sem alegria, desaparece o impulso de renovação e
de aquisição e a vida tende a parar.

Para o bem-estar e a saúde, é necessário construir, proteger e propiciar momentos de


Alegria e fazer com que em toda atividade humana, participe essa emoção. Sem alegria, não
há criação.

Como produzir alegria? Fabricando uma necessidade, cria-se uma fome a ser saciada,
definir uma meta e agir para alcançá-la, para satisfazer-se com a conquista e ao
conseguir, saltar de alegria. Repetirei esse ciclo todos os dias.

19.2 Os Sentimentos Adaptados

De tortura, de rebusque, aprendidos, de mal-estar, do guião. Sentiguiones. Esses


sentimentos chegam para substituir as emoções, quando elas foram proibidas por
O Roteiro. São de adoecer. Cada pessoa tem uma energia que é a sentimental.
Quando não a sente, ele se imobiliza.

Os sentimentos adaptados, os sentimentos não autênticos, de substituição, de


rebusque, de tortura. Os sentimentos de sofrer. Os sentimentos aprendidos, não

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naturais. Os sentimentos do álbum e de colecionar. Os sentimentos de chantagem.
Os sentimentos do estado de estresse. Estressores internos.

Estes são os 28 sentimentos de rebusque (guiados) mais frequentes; no roteiro,


pode haver outros não incluídos nesta lista. Entre parênteses, está um dos
emoções bloqueadas" (Heri).

Durante os mais de 15 anos que estive ensinando a teoria do roteiro a


pessoas de diversas culturas manifestaram outras maneiras de sentir que se
podem adicionar a esta lista desentiguiones que são: Indignação, desengano
frustração e vergonha. A lista então foi ampliada para 31 sentiguções e
possivelmente venham surgindo mais”. Luz D. Parra H.

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Agrupados de acordo com o modo de adaptação negativa da criança, seja Rebelde ou

MENINO REBELDE MENINO REBELDE E SUBMISSO MENINO SUBMISSO

NEGATIVO NEGATIVOS NEGATIVO

Ressentimento (Tristeza) Confusão (segurança) Angústia (Segurança)

Vingança (Amor) Ciúmes (Amor) Impotência (Tristeza)

Ódio (Amor) Hostilidade (Amor) Solidão (Amor)

Agressividade (Medo) Inadequação (Segurança) Invaloração (Alegria)

Prepotência (Amor) Preocupação (Segurança) Lamentável (Amor)

Inveja (Alegria) Indiferença (todas) Falsa Tristeza (Amor)

Rivalidade (Amor) Desesperança (Segurança) Rancor (Amor)

Audácia (Medo) Falso Medo (Segurança) AGREGADAS

Falso Triunfo (Alegria) Depressão (Raiva) Frustração

Culpa Insegurança (Segurança) Vergonha

Submisso Indignação

Ansiedade (Segurança) Desilusão

Os sentimentos na primeira coluna são próprios da Criança Rebelde Negativa, a


terceira do Menino Submisso Negativo e os do centro, podem ir em ambas as adaptações.

O sentimento adaptado não tem saída para o bem-estar; adoece, provoca perda
energética, cria uma adição por ele.

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De quem e de onde aprendem os rebusques? Os mais velhos fizeram a
demonstração da ampla gama de sentimentos de adaptação e incitação, desde sua
guião, para que os menores assumissem alguns que reforçavam o próprio.

E como se adaptou o sentimento de tortura? Como se enquadra todo elemento em


a rede do libreto, dando valor de sobrevivência; une-se à posição de bem-estar
existencial condicional Se:

Eu estou bem/ Você está bem SIM... BLOQUEIO A EMOÇÃO

EU estou bem/ TU estás bem Se.... aprendo TEU REBUSQUE. (EU + TU + SE sinto TEU
DEPRESSÃO-CULPA-CORRENTE-U OUTRO)

"LEI" DO SENTIMENTO NO ROTEIRO


No roteiro, só se podem sentir sentimentos de substituição, de busca.
Todo sentimento de tortura, de substituição, vem do roteiro.
Existem 31 maneiras específicas de se sentir mal (os sentiguiones), os 31 sentimentos
de tortura.

O significado das palavras escolhidas para denominar esses sentimentos e o


fenômeno de experiência contido nessas palavras, provavelmente serão distintos
de uma pessoa para outra, uma vez que são percepções totalmente subjetivas; são umas
propostas vindas ao presente de sua própria experiência e, portanto, são suas
interpretações pessoais.

Das falácias de se sentir mal: "Eu posso deixar alguém mal". "Eu posso ser deixado mal"
por outro lado". Na parte psicológica, em pessoas "maduras", ambas as frases são mentiras.

Todo sentimento adaptado faz parte de uma bioquímica anômala que


desencadeia sintomas somáticos primeiro e depois uma doença corporal.

Em geral, com os sentiguiones, a pessoa o que faz é:

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Evite ser consolado e rejeite a tristeza
Evita ser compreendido e rejeita contato e ser amado
Evite ser protegido e rejeite manifestar o medo
Evite o equilíbrio, a harmonia, o descanso e a paz

19.2.1 Ressentimento

Sentimento expresso, com ação de rejeição, experimentado frente a pessoas do


mundo afetivo próprio quando se assume que tiveram condutas não solidárias para
com a pessoa ressentida, que se afasta, corta a comunicação com quem tem o
ressentimento, às vezes temporariamente, outras por anos e até por toda a vida.

No organismo: Reage com alergias intensas; frequentemente causa náuseas,


vômito, doença ulcerosa (esôfago, estômago e duodeno), entre outros incluindo
halitose (mau hálito) e assim rejeitam as pessoas.

19.2.2 Vingança

Desejo de causar sofrimento em outras pessoas (com falsa alegria) em resposta a um


dano real ou suposto. A pessoa é destrutiva e solitária; qualquer coisa que
consegue, provavelmente a arrebatou de outro.
No organismo: origina lesões graves e traumas repetitivos. Acidentes repetidos e
algumas doenças degenerativas ou câncer.

Outra forma de vingança é causar uma doença e que outro (Você), tenha que
cuidar de mim.

19.2.3 Agresividade

Necessidade de ferir e danificar física e psicologicamente a si mesmo ou a outros sem motivo.


Isso, como forma de se comunicar. São pessoas que presenciaram muitas agressões.
injustificadas.

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Saturam de ameaças o ambiente, maltratam animais e plantas; provocam conflitos
nas festas, desajustes nos grupos, lesões no esporte, tragédias na família,
danos nas máquinas das empresas e, no máximo grau, assassinatos coletivos
absurdos e atos de terrorismo com sacrifício de inocentes.

Agresividade e organismo: este sentimento captura muita energia e contribui para


lesões nos dentes (bruxismo), unhas, mãos, músculos e sistema óseo-articular. Se
também se associa a doenças de pele, a acidentes e traumatismos repetidos
e seguramente com algumas formas de tumores malignos.

19.2.4 Rancor Inveja Ódio

O indivíduo em seu interior não vive nem participa do amor nem da "comunhão" de casal e de
grupo. E não se separa nem se afasta deles.

No organismo: Congelam muita energia no rosto e isso se detecta nas expressões.


o rosto. Os músculos faciais podem se cristalizar, deixando sulcos e rugas.

Esses sentiguiones fazem de venenos nos tecidos e precipitam lesões celulares


graves no sistema nervoso e a partir daí, estimulam alterações em diversos órgãos
glândulares. Acabam por mudar o comportamento celular e por isso, alguns
células se anarquizan e atacam o próprio organismo como síndromes autoimunes ou
câncer.

19.2.5 Prepotência Audácia Rivalidade Falso Triunfo

Custro matizes do mesmo tom de estar-mal que implicam um sentir e agir


pondo os outros para baixo para acreditar que é mais do que eles.

No organismo: estão expostos a muitos acidentes dos quais resultam traumas


severos no corpo. Abundam lesões esportivas graves. Da mesma forma para
intelectuais e os cientistas com esses enredos criam doenças como
cardiopatias, hipertensão, doença pulmonar, entre outras.

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19.2.6 Culpa

É o sentimento, grande mal-estar por descida de energia e a necessidade de receber castigo


depois de cometer um erro.

A culpa consome e aprisiona muita energia; isso desequilibra a saúde e vem a


doença.

No organismo: causa diversas doenças, sobretudo, no aparelho genital e


sexual.

19.2.7 Hostilidade

É um sentimento de estar isolado para não perceber as emoções dos outros e de


rechazar qualquer aproximação humana; de estar impedido para receber e dar amor
e para a intimidade.

O indivíduo hostil afasta as pessoas, ao contrário do ressentido que é quem se afasta.


Também pode ser repelente para si mesmo.

Com esse sentimento, a pessoa adota uma atitude que vai desde frieza e "boas
maneiras”, até ser irônica, sarcástica, mal-humorada, desagradável e repelente, o que
se aprecia facilmente nos gestos do rosto.

No organismo: a maior alteração energética é observada nos músculos da


pele e nos órgãos digestivo e respiratório, todos os órgãos de
comunicação social. Por isso, os estados de hostilidade estão associados a dores no
crânio
superior (“biliosos”) e do sistema respiratório (“resopladores e tosseadores”); mau hálito
(halitose).

19.2.8 Inadequação Ciúmes Falso Medo Desesperança

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Esses sentimentos são muito semelhantes ao tipo de estar-mal.

Inadequação é sentir-se não alcançando a medida esperada por si mesmo em uma situação
dada.

Ciúmes é o mal-estar sentido porque se tem a fantasia de ser enganado.

O falso medo é sentir a vida ameaçada em situações que não provocam dano.
o organismo. O grau máximo desse rebuscamento são as chamadas fobias.

Desesperança é sentir-se muito mal, em um grande problema, por acreditar-se incapaz de


encontrar a solução e acreditar que ninguém tem solução para o problema.

No organismo: a partir desses sentimentos, pode-se gerar sobrecarga, "muito


estresse"; com eles, o organismo, desqualificado em alto grau, provoca doenças
rápidamente mortais.

Confusão

Com essas maneiras de se sentir mal no roteiro, o organismo está chegando ao "não
pensar-no sentir”. É uma situação quase de inconsciência e de irrealidade; é um estado
presicótico, quase premorto.

Muito pouca energia, mesmo para pensar. Posteriormente, não desejo me mover e chegam.
tonturas e vertigens, hipotensões, "desmaios" e inconsciência. Muitas pessoas
quando se sentem confusas, ficam tontas e desmaiam.

No ordem físico, esses sentimentos colocam o organismo em um risco iminente


anti-supervivência, seja por breves instantes ou por horas, pois com ambos se
perde a capacidade de estar alerta e de responder com comportamentos adequados
de proteção.

19.2.10 Preocupação

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Forma muito frequente de se sentir mal. Muitas pessoas se preocupam dia após dia.

É o sentido quando a pessoa quer enfrentar uma situação real ou fantasiosa, que
não está Aqui e Agora, ou Não está ao alcance de sua possibilidade.

No organismo cria muito desgaste energético.

19.2.11 Insegurança Invalidação Impotência

Maneras muito similares de sentir quase o mesmo.

É o sentido por crer estar sem energia própria e sem os próprios recursos de
comunicação. Perde por momentos toda a sua responsabilidade.

No organismo: a queda de energia gerada por esses sentimentos precipita a


fraqueza muscular geral; defeitos nos olhos, ouvidos, laringe; inconsistência
digestiva e desajustes hormonais; tom circulatório fraco. Tendem a ofuscar seus
atrativos para não ser vistos.

19.2.12 Falsa Tristeza Lamentável

São duas tonalidades distintas do mesmo sentimento. O sentido, frente a uma


carência própria ou alheia.

Enel organismo: a evolução de todas as doenças é sustentada ou piorada


por receber pena, falsa tristeza e comiseração.

19.2.13 Ansiedade

Acompanham o estado de sobrecarga orgânica, seja como efeito ou como causa de


esta.

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A angústia é o sentimento de mal-estar devido à incapacidade de 'colocar para fora', ou não poder

"colocar dentro" do organismo, uma energia parada que luta para circular. "Há uma
estreiteza que impede a passagem.

A ansiedade é o sentimento de mal-estar causado pela percepção antecipada de um


perigo futuro fantasioso ou irreal. Alguém diz que é medo de atuação.

Geralmente o indivíduo experimenta ansiedade e angústia ao mesmo tempo. Embora


podem ser percebidas separadamente. Com ambas se eleva a produção energética e
essa força fica presa.

19.2.14 Depressão Solidão

Depressão e solidão são duas variantes da mesma classe "de estar-mal".

A depressão é o sentimento pela ausência de propósito na vida e pela falta de


energia própria. O contrário é entusiasmo.

A solidão é o sentido na ausência de outros e por falta de energia externa. O


o contrário é sentir-se em contato.

CONCEITO FUNDAMENTAL EM SENTIMENTOS DE ROTEIRO

Os sentimentos de adaptação não são causados por outras pessoas. Vêm


originados pelo próprio roteiro. As outras pessoas podem fazer coisas que são
convite para sentir alguns desses sentimentos não naturais. Cada um de
nós e apenas nós, somos os responsáveis se aceitarmos o convite para
“sentirse mal”, “al estar mal”.

Para mudar e poder sentir as seis emoções naturais, é necessário apagar o roteiro.

OPÇÕES DE SAÍDA AOS SENTIGUÇÕES

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Exercitar o perdão. Perdoar a si mesmo; perdoar os outros em tudo
Cancelar todas as "dívidas e faturas" perdoando
Assumir a responsabilidade por todas as próprias ações e omissões
Reaprender e redefinir sentir a alegria e o amor como emoções vitais
cotidianas
Esquecer a culpa e o castigo, sentir o amor e o perdão
Exercícios de redeterminação sobre a capacidade de se dar conta
O mais eficaz são exercícios em um grupo de crescimento.

[Link]ÇÃO PRIMÁRIA, SECUNDÁRIA E TRANSGENERACIONAL

Emoção Primária

A que realmente se sente no momento do Bioshock.

É uma emoção que se sente em todo o ser, espontaneamente e de maneira natural.


diante do que acontece no ambiente. Se há perigo, sente-se medo e se há festa
quando se recebe um presente, sente-se alegria.

A emoção primária permite mais contato com os outros e faz descobrir a cada um.
persona sua verdadeira identidade e sua realidade no mundo.

Durante uma terapia, quando o paciente realmente a acessa, há mudanças.


importantes e positivos e se dá um passo na sua evolução pessoal.

Não é muito aceita a nível social devido à educação, crenças, tabus e outros.
limitações de que não está bem expressar as emoções.

É muito importante diferenciar se a pessoa está na emoção primária ou em


o ensino médio.

20.2 Emoção Secundária

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É a emoção que a educação, crenças ou tabus permitem sentir, a emoção
socialmente correta; a que se mostra aos outros com facilidade. Não liberta de nada e
por tanto, não conduz à sanção.

Enmascara a emoção primária real, a esconde. A pessoa evita tomar medidas para
hallar una solución. Utiliza frases como: "sí, pero...", "eso no sirve de nada", "sí, puede
ser", "não posso mudar". É também uma tentativa de esconder o sofrimento, de não
meter o dedo na ferida.

Na emoção secundária, a pessoa não age ou "não quer" agir.

Exemplos

Uma mulher muito piedosa e praticante vive um drama e resente cólera.


primária), mas não pode se dar ao luxo e disfarça sua raiva com uma emoção
secundária de tristeza.

Um homem se sente triste (emoção primária) e com vontade de chorar, mas "os
Os meninos não choram reprime a emoção e expressa raiva (emoção secundária).

Um homem tem medo, mas "os homens devem ser corajosos" está
exasperado (emoção secundária).

DOS MODOS DE BLOQUEAR A EMOÇÃO

Exemplos

A criança agrada seus pais porque sente que se não o fizer, será rejeitada; se
ele chora demais, sua mãe fica nervosa, ele está mais longe dela e ela não
é igualmente afetuosa com ele; então se adapta agradando e indo na
direção que os pais querem.

O menino que manifesta sintomas mantém o equilíbrio do sistema; é ele quem

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gestiona o equilíbrio e cuida do sistema familiar.

20.3 Emoção Transgeracional

A emoção transgeracional não pertence à pessoa. É uma emoção


“extranjera”. Há discordância entre o que a pessoa diz e o que expressa: por
exemplo, um homem que consulta porque lhe dói muito a coluna, especialmente
na Lombar 3. Em seguida, ele diz que no mesmo lugar, seu pai sente muita dor e que
no mesmo lugar, seu avô que teve um acidente, separtiu a coluna. O choque
não ocorreu durante a vida da pessoa, mas sim que ela sofreu
anteriormente uno o varios de seus ascendentes. O ancestral viveu um acontecimento
que o marcou e ficou inscrito em sua biologia. Cada um é portador da história
de sua família, de sua tradição, de sua espécie.

É uma emoção "perversa", que impede a pessoa de viver sua vida. De maneira
inconsciente está identificada e ligada a um ancestral. Por exemplo, sentir a tristeza e
a angústia que sentia a bisavó. Ao trabalhar isso, ela se cura e para de sentir a
emoção que pertenceu à bisavó.

Em Terapia: Se ao expressar a emoção a pessoa se sente aliviada, trata-se de uma


emoção primária. Se não se sente aliviada trata-se de uma emoção secundária e a
A primária é aquela que precisamos trabalhar e animar a pessoa a se expressar, está por trás.

PARA ACESSAR A EMOÇÃO PRIMÁRIA, é necessário perguntar:


O que se esconde por trás dessa emoção? (do ensino médio)
Ter essa emoção te permite não sentir, o quê?
O que acontece por trás dessa emoção?
E detrás disso?
Então, qual é o problema? E então?

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21. DESCUBRIMENTOS DE MARC FRÉCHET

O psicólogo clínico Marc FRECHET curou centenas de pessoas de todo tipo de


patologias (especialmente cânceres e escleroses múltiplas), trabalhando unicamente
sobre o vivido e ressentido anterior ao conflito desencadeante. De algum modo
encontrou um método para descobrir os conflitos programantes.

Descobriu vários princípios que se inscrevem nesta visão do ser vivo, e que
condicionam o indivíduo a viver os acontecimentos de tal ou qual maneira. Estes
princípios são:

Conflito programante
Ciclos biológicos memorizados
Projeto sentido
Sítio ou rango de irmandade

É preciso esclarecer que Marc FRECHET não considerava os fenômenos que descobriu.
como leis imutáveis ou absolutas, falava mais bem de tendências ou inclinações.

Diante de um mesmo choque, nem todos reagem da mesma maneira. Cada um tem
um ressentir específico, pessoal e apresentará sintomas diferentes dos outros ou não
não apresentará nenhum sintoma.

Então, qual é a diferença que faz a diferença? Estudamos a parte


que vai do choque às suas consequências. Fomos para baixo.
Agora é preciso subir acima do choque, para compreender por que um conflito X é
vivido de determinada maneira, precisamente com esse ressentir e não com outro.

22. CICLOS BIOLÓGICOS CELULARES MEMORIZADOS

Fazendo uma breve revisão, até agora, vimos sobre o cérebro em relação a
sua função biológica, a noção de rele cerebral; aprendemos que um ressentir

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gera uma reação a nível cerebral, e sabemos que a doença tem um sentido
biológico, entre outros temas vistos.

Agora veremos que outra maneira de funcionamento do cérebro é cíclica e cronológica.

Quando se vive um choque, há um ressentir que gera um sintoma em um órgão. A


data e idade específica em que esse fato ou Bioshock foi vivido é memorizada por
o cérebro.
O trabalho sobre as datas, os ciclos, permite dar sentido a muitas coisas da vida
que se repetiram e permitem encontrar de forma fácil o conflito programante e ao
mesmo tempo que a pessoa dá sentido a tudo o que viveu. O compreender
por que as coisas acontecem, ajuda-a a sair de seu status de vítima.

O organismo conserva a memória dos acontecimentos da vida que têm lugar


segundo os ciclos como ciclos da memória de um luto, de um acidente, etc.

Este ciclo é espaço-temporal. Uma memória é ativada (pluri) anualmente. O dia do


aniversário de… é como se o cérebro se lembrasse, é como uma releitura
inconsciente do evento traumático passado.

O sentido biológico desta releitura é fornecer, por meio da implementação em


situação do acontecimento, uma oportunidade extra para aportar uma solução
diferente e mais adequada. Sobreviver é, acima de tudo, uma questão de se adaptar e mudar.

aportar soluções, ao vivido pelo clã, através da descendência.

A biologia com o cérebro como intermediário desenvolverá seu programa sem nenhum
estado de ânimo; deve ser assim. Na natureza tudo passa ou se rompe! Todo o que
não se adapta, desaparece.

Quando, durante um fato que gera marca, o conflito não é resolvido, pode
gerar um ciclo, e este acontecimento ou a mesma coloração conflitante em
diferentes acontecimentos são revividos na dupla da idade do primeiro estresse.

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Por exemplo, um conflito ocorrido aos 5 anos de idade, e não resolvido, terá
tendência a reproduzir-se aos 10 anos, 20 anos, 40, 80, se continuar sem
resolverse. Também pode ser a cada cinco anos.

Um dos sinais que leva a explorar esse tipo de ciclo é o desfasamento entre o
acontecimento e o sintoma. Se um fato mais bem menor implica uma grande
patologia, suspeitar que há uma reativação de um antigo conflito importante, não
resolvido e escondido.

ESTUDO DE UM CASO

Uma paciente de 56 anos com câncer na bexiga. Vivenciava uma desvalorização sexual.
porque seu marido a negligenciava a nível sexual.

O que viveu quando tinha a metade da sua idade? Aos 28 anos, seu chefe a seduziu e
tiveram relações sexuais. Este homem disse que a amava e então ela se dá
conta que ele fazia o mesmo com várias funcionárias. Viveu a situação como uma
profunda desvalorização sexual.

Aos 14 anos, descobriu seu pai mantendo relações sexuais com sua amante.
(Desvalorização sexual).

Aos 7 anos, eu ia a uma escola religiosa. Um dia, perguntaram o que queriam ser de
maiores, ela respondeu casar-se e ter muitos filhos. A freira a olhou com reprovação.
e ele disse que isso não estava certo. Esse foi o conflito programante de desvalorização
sexual.

Uma vez encontrado o conflito programante na terapia e curado emocionalmente, o


o fato de que seu marido já não queira ter relações sexuais com ela foi vivido de
um modo totalmente diferente e tranquilo.

É como se um relógio biológico interno lembrasse tudo o que vivemos, e sem que
pensemos nisso conscientemente, nos leva novamente ao conflito para que

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podemos consertá-lo, curá-lo.

Como dizia C. G. Jung:

Tudo o que não se eleva à consciência, retorna em forma de destino


Assim como:
Aquilo que o eu não consegue incorporar é patógeno

É importante destacar que esta inclinação do ser para reproduzir as mesmas atitudes no
dobro da idade, verifica-se tanto para os traumas quanto para os acontecimento
positivos.

A tomada de consciência desses esquemas de repetição é a primeira terapia, e a


na maioria das vezes é suficiente para parar o processo.

Marc Fréchet partiu do seguinte postulado para fazer suas proposições sobre
os ciclos: O ser humano é cíclico como a natureza da qual emerge e se encontra
submetido aos ciclos que organizam sua vida física e psíquica pela mediação celular.
É como se as células tivessem memorizado o conjunto de mensagens que dizem respeito
a vida do sujeito ao longo de um primeiro ciclo de vida.

Marc Fréchet descobriu então, dois tipos de ciclos:

Os ciclos de autonomia: Ciclos verticais e Ciclos horizontais.

22.1 Ciclos Verticais

A primeira autonomia é no momento do nascimento, é a primeira vez que se


respira com os próprios pulmões e toma oxigênio por si mesmo, porque até
então tudo isso se fazia no ventre, graças ao sangue da mamãe.

É o bebê quem decide o nascimento; ou seja, quando o bebê se sente pronto.


suas glândulas suprarrenais secretam hormônio que é captado pela hipófise de
mãe e começam as contrações uterinas e o trabalho de parto. Assim, a primeira

Página 87
ação de autonomia é vir ao mundo.

A segunda autonomia é quando há independência para viver a própria vida. É a


idade em que "se caça o mamute". É o momento em que há autonomia frente a
as necessidades básicas. Antes, para as mulheres, a autonomia era casar-se, porque a
a mulher não trabalhava fora de casa. Assim, deixava de depender dos pais,
financieramente falando.
O momento em que uma pessoa aparece no mundo é a primeira autonomia e a
segunda é a maneira como chega ao mundo (quando começo a trabalhar). Quando
se vai tomar autonomia, o cérebro relê o que foi gravado no momento do
nascimento. Quando o nascimento foi difícil, isso vai dificultar a pessoa a tomar sua
autonomia, se foi fácil, não haverá nenhum problema em assumir a autonomia. Quando
é complicado perguntar sobre a idade de autonomia de uma pessoa.
Como foi o nascimento.

É importante perguntar bastante, pois muitas vezes se minimiza o que ocorreu e


para uma mãe pode ser "normal" que tenha nascido com fórceps e isso tenha afetado
à pessoa sem que tenham percebido. Exemplo: "Quando comecei a trabalhar
sobre os ciclos de autonomia, a informação que eu tinha era que havia um aborto
antes de mim, que para minha mãe havia sido difícil me ter e que o nascimento foi
maravilhoso e quase não tive dor. Quando comecei a perguntar, ele me disse que
teve um aborto antes de mim, que ficou deitada durante toda a gravidez para
que eu cheguei, que começou a sangrar entre o sétimo e o nono mês e que nasci
com três voltas de cordão. Mas, além de tudo isso, tudo aconteceu fenomenal.

A maneira de chegar ao mundo condiciona a maneira de se projetar no mundo. Todas


as maneiras de vir ao mundo podem programar uma maneira de se projetar na
ação (cesariana, fórceps, dificuldade ao nascer, etc.).

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22.1.1 O Nascimento e Consequências na Segunda Autonomia
[Link] Nascidos com Fórceps

A pessoa pode ter dificuldade em chegar


no final das coisas por si mesmo. São
capazes de colocar em marcha os projetos,
-porque o bebê é quem inicia o nascimento-, mas em um momento
dado se bloqueiam.

Inconscientemente, essas pessoas encontrarão na vida as pessoas adequadas.


que lhes permitirá sair da situação, como no momento do nascimento
encontrou o ginecólogo. (Estarão buscando ajuda constantemente para conseguir chegar ao
final).

São pessoas com dificuldade em chegar ao final das coisas por si mesmas, que têm uma
forma de dependência e no trabalho estão buscando sócios, ou tem que fazer as
coisas em grupo, porque é assim que foi programado no nascimento.

Exemplo: Um homem que ao nascer, foi ajudado com fórceps, vivia este
condicionamento a nível profissional. Uma vez que é a vida profissional que permite
ser autónomos, ele havia colocado em marcha várias empresas, mas sempre recorria a
sócios e de fato nunca realizava as coisas sozinho. Quando libertou seu nascimento
pôde trabalhar de maneira independente. Na semana seguinte a ter trabalhado o
tema e perceber que ao nascer tinha sido bloqueado, saindo do vagão do metrô,
ele ficou com a cabeça presa no meio das duas portas. Como sabia que se tratava de
o trabalhado, começou a rir, porque o inconsciente havia sido desbloqueado.

Quando o cérebro desprograma um conflito, ele sempre relê o que foi gravado. De fato, isso
coloca em marcha para poder apagá-lo, mas uma releitura nunca é grave, muitas vezes

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são situações como a de antes.

[Link] Ser um “Bebê Acidente”

A criança interpretou que foi um acidente o fato de ter chegado "sem ser
"convidado" e pode atrair acidentes para sua vida para vivê-lo confirmando ou estar muito
desvalorizado.

Exemplo: Uma mulher que tinha dores ciáticas repetitivas; a última foi porque havia
comprou um apartamento, sentia-se muito orgulhosa, mostrou-o ao seu pai, que lhe
Vê muitos defeitos e no final lhe diz que tinha sido uma tolice comprá-lo. E a
continuação aparece a dor. Este é o drama de sua vida, que o pai sempre a
tem desvalorizado.

A história desta mulher é que ela é "um acidente de bebê" e quando seus pais se
entram em contato com a possibilidade de estarem grávidas, embora não queiram consciente disso, decidem

continuar com a gravidez com a esperança de que seja um menino. E ao nascer, vê-la
decepção no olhar de seu pai porque é uma menina.

Ao trabalhar nisso e liberar o fato de que é uma 'menina-acidente', aos 15 dias


siguientes tem um acidente em que dá várias voltas de campana no carro, se
golpea no lado ciático, está no hospital e dois dias depois não lhe
não dói nada. Neste caso, o carro estava quebrado (ele tinha sido comprado por seu pai).

[Link] Nascimento com Corda ao Pescoço

Geralmente, o cordão umbilical está solto, mas às vezes aperta ao redor do pescoço e o que
tem sido uma fonte de sobrevivência, torna-se um perigo de morte, em um
instrumento de estrangulamento. Isso produz uma esquizofrenia básica diante da vida.
Essas crianças costumam ter, quando crescem, uma relação de amor e ódio com a vida. A vida e
a morte se emparelha em sua consciência. Quando as coisas ficam muito tensas
gritarão: “isto está me matando!”, ficarão completamente sobrecarregados com as coisas e lhes

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agarrará o medo como um nó na garganta.

Uma vez que a vida os ameaçou ao nascer, muitas vezes sentem a necessidade de
criar em sua vida posterior, situações de ameaça vital para se sentirem vivos. São
especialistas em "afogar-se em um copo d'água".

Além disso, o cérebro registra que a autonomia é um perigo de morte e depois


terão dificuldade em ganhar a vida e ser financeiramente autônomos, porque no
momento do nascimento, se sai do ventre morre e se não sai, também. Podem
ser pessoas que estão estudando muitos anos, ou assistidas socialmente... ou pelos
pais.

[Link] Cesárea Urgente

Quando há uma cesárea de urgência, pelo menos a criança já foi acionada


ação, o trabalho foi feito e ele vai tirar isso porque não há outra possibilidade. Isso vai
a dar umas pessoas que põem em marcha uma ação e ao cabo de um momento se
paran. É como se eles sempre tivessem que ir à procura deles, no ventre de seu
mamãe.

[Link] Cesárea Programada

Quando uma cesárea é programada, o bebê não inicia a ação, o trabalho não
se isso significa que pegam o bebê e o arrancam.

Isso acontece frequentemente com pessoas que se sentem totalmente impotentes diante da vida, como

se fossem totalmente incapazes por eles mesmos de levar a cabo as coisas e decidir-se
por eles mesmos.

Com frequência são "cabeçudos" que insistem em fazer as coisas do seu jeito e em
ocasiões às suas custas. Ao mesmo tempo, quanto mais se comporta assim na vida,
É mais provável que tenha interrupções imprevistas que bloqueiam seu caminho. É
como se quisesse fazer a viagem pelo canal do nascimento que não pôde realizar em

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o primeiro momento. Sabe que sabe fazê-lo se os outros o deixarem sozinho.

[Link] Nascimentos com Trabalho de Parto Longo e Doloroso ou o Trabalho de Parto


não se faz

O cérebro pode fazer o conflito em nível simbólico. Sonhos com dificuldades com
o trabalho, na escola ou na vida ou pessoas que vivem o trabalho como um
sofrimento. Portanto, se forem crianças com grandes dificuldades em realizar as tarefas
da escola, verificar como foi feito o trabalho no nascimento.

[Link] Nascimento Depois do Prazo

O bebê expressa um conflito de perfeição na linhagem, ou seja, não está...


suficientemente preparado para chegar. Quem tem um conflito de perfeição ou um
impulsor de "Se Perfeito", está insatisfeito o tempo todo; nunca lhe é suficiente,
sempre tem que repetir porque nunca é perfeito. São pessoas que não costumam
lograr nada porque não está suficientemente perfeito e o quebram ou o abandonam. O
o conflito de origem pode ser uma desonra na história familiar, há algumas
acusaciones indevidas, portanto tenho que ser irrepreensível, ou há alguém
que teve um erro fatal, que causou um acidente ou coisas graves e a criança deve
reparar isso “sendo perfeito”.

22.2 Construção de um Ciclo de Autonomia

A primeira coisa a fazer é localizar a idade da data de autonomia. Hoje em


dia, na sociedade em que vivemos, a autonomia pode ser quando se vai da
casa para realizar os estudos, ou quando começa a trabalhar ao finalizar os estudos,
quando se foi morar em casal, ou quando se ganha a vida trabalhando. O primeiro
critério é a autonomia financeira.

Mas, alguém que perde o pai aos 5 anos se torna autônomo nessa

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idade, biologicamente falando, porque o cérebro arcaico não conhece a assistente
social, é como se você estivesse com 5 anos tendo que caçar para se alimentar.

Exemplos de casos

CASO 1
Mulher que localiza sua autonomia aos 21 anos, ou seja, que vai colocar um
ciclo de autonomia de 21 anos, o segundo ciclo começará aos 21, mais 21 = 42, o
terceiro ciclo irá dos 42 anos, mais 21 = 63 anos. Quando vai à consulta tem 50 anos
e se encontra em um estado melancólico, de tristeza. Busca-se o acontecimento que
o estresse que ocorreu na semana, nos dias anteriores, e não
encontrar nada importante, lembrar que um conflito desencadeante não tem
por que ser um acontecimento, pode ser uma idade ou uma data.

Ao não encontrar o conflito desencadeador, é necessário verificar se está sendo reativado.


algum ciclo e aparece o seguinte:

21 42 63
+8

8 29 50
8 8

0 21 42

No momento da consulta, você tem 50 anos; isto é: 42+8.

O que aconteceu aos 21+8, ou seja, aos 29 anos. Ao seu marido foi diagnosticado um tumor de
Hodgkin. Foi muito doloroso para ela, porque antes que acontecesse já tinha medo de
a doença. Ele se curou, mas ela guardou a marca desse acontecimento,
que foi muito duro e muito difícil. Seu estado de melancolia está lá, aos 50 anos,
porque seu cérebro relembra a fita do acontecimento que ela viveu aos 29 anos.

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Como tudo é programado no primeiro ciclo de autonomia, é preciso buscar o que aconteceu.

aos 8 anos, porque está 42+8, 21+8, então 0 + 8. Zero: 0 (que é quando
começa seu primeiro ciclo: o momento de nascer) +8, sendo 8 o momento do conflito
programante quando morre seu pai.

Aos 8 anos, seu pai faleceu de um tumor de Hodgkin (a casualidade não existe).
de alguma maneira as histórias se encontram antes de nós.

Resolvendo o conflito:
Qual é o "interesse" ou necessidade inconsciente para ela, de encontrar um homem que
vai ter a mesma doença que o pai? O sentido biológico da repetição
é dar-se uma segunda oportunidade para resolver o conflito. Para o cérebro, o que o
é esse sobre-estresse que coloca em perigo. É como se a natureza tivesse previsto isso
saída de urgência, que vai permitir reviver uma segunda vez para tentar curar o
que não pôde ser resolvido aos 8 anos.

Tudo o que foi registrado no primeiro ciclo e que não pôde ser curado, se
repetirá nos ciclos seguintes. Portanto, este ciclo de autonomia permite, em
pouco tempo, trabalhar sobre o conflito programante, que é o luto do pai e assim
sair da melancolia aos 50 anos. Ao mesmo tempo, quando a consultante vê o
ciclo que está cumprindo, compreende o sentido do que aconteceu a ele aos 29 anos.

Ela retoma o gosto pela vida, mas seu marido, desde que ficou doente, continua
bloqueado e parou de viver, está sempre fatigado, sempre vê o lado negativo e o
pior das coisas. E ela, aos 50 anos, não aguenta mais e se separou. Mas não podia
fazer isso antes até que isso não fosse resolvido, porque a primeira separação que foi
viver com um homem é a separação do seu pai. O que seu cérebro registrou foi:
separação é igual a morte e abandono.

Ela fazia tempo que queria se separar, mas tinha a impressão de que o
abandonava e que él, poderia adoecer e morrer. De maneira inconsciente, ela tem um
delírio de onipotência, acredita que tem poder de vida e morte sobre seu marido,
porque ela pensa que se ficar com ele vive, e se vai, ele morre. Além disso,

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quando fala dessa maneira, também está falando do que ela registrou aos 8
anos. Se o desprogramar, pode vir para a realidade de hoje e tomar suas decisões
como adulta em relação ao presente e não em referência à menina pequena.

A importância do ciclo é que permite encontrar facilmente o conflito programante


e permitir à pessoa dar um sentido a tudo o que viveu até a data.
Enquanto não houver conhecimento nas coisas, tudo vem como predestinado na
vida. Marc Frechét dizia que era como se subisse em um barco para ir de uma cidade a
outra, e tem a liberdade de fazer o que quiser, mas dentro do barco.

Em vez disso, se houver consciência dos ciclos e do projeto/sentido, é como pular.


do barco dos outros e estar no barco próprio; o que faz com que se viva a vida
própria, sem ter que repetir histórias e projetos alheios.

CASO 2
Uma consultante começa com um ciclo de 19 anos. Quando consulta, ela tem 38 anos.
É uma boa idade para fazer uma terapia, porque quando chega aos 19 anos, o
o cérebro coloca em marcha a fita do nascimento. Ou seja, se o nascimento foi
fácil e sem problemas, a autonomia vai ser fácil. Se o nascimento foi difícil ou
perigoso, vai ter dificuldades para se tornar autônomo na vida.

História de Marc Fréchet e seu encontro com sua esposa: "Eu estava em uma festa de
fantasias, e entre cem mulheres, só havia uma “patuleca” na sala e esta me tocou a
mí”. Por que diz isso? No dia seguinte ao casar-se com sua mulher, ela tem os dois
pernas paralisadas. Ele diz a ela: "não se assuste, querida, acho que sei o que está acontecendo com você."

Então liga para a sogra e pergunta: “Como foi o nascimento da sua filha?”
Tudo bem... tudo bem... Olha, sua filha está paralisada na cama, então me diga o que ela
sucedeu no momento do nascimento.

A senhora se lembra que, no nascimento, o médico usou fórceps, ela foi sacudida
um pouco na nuca e ficou 2 dias paralisada das pernas.

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Por que se paralisou no dia seguinte ao seu casamento? Porque no momento em que assume
sua segunda autonomia, o cérebro volta a ler a fita do nascimento (a primeira
autonomia). Ele explica isso para sua esposa e diz: "vamos ao médico e não vá embora"
a tomar ao pé da letra, tudo o que te disser.

Outro exemplo: Uma mulher consulta quando tem 38 anos, é engenheira de informática,
muito racional, cartesiana, explica-se um pouco como funciona a biodescodificação e
É difícil acreditar. Ela comenta que quando tinha 26 anos, seu marido morreu de forma
muito dramática, em um piquenique na montanha, uma abelha picou-a no pescoço, fez um
edema e aos 10 minutos morreu diante de seus olhos, sem que pudesse fazer nada.

Aplicando os ciclos: Seu marido, Lionel, morre aos 31 anos. O que aconteceu quando
tinha 7 anos? Morreu seu pai, aos 31 anos.

Ao tomar consciência, se desestabiliza profundamente, porque vê que se ajusta, não são


tonterias, são ciclos de idade.

O trabalho que foi realizado com a consultante foi elaborar o luto pela morte de seu
pai, que ficou um pouco longo porque havia apagado tudo daquela época.
Isso explica por que eu precisava racionalizar tudo, pois precisava se proteger do
drama que havia vivido.

Também chama a atenção que esta consultante tinha ciclos dentro dos ciclos: a os
Aos 7 anos faleceu seu pai, aos 14 anos (7+7) encontrou Lionel, que será seu marido. A
os 26 + 7 = 31 anos, encontra seu atual companheiro e quando consulta, com 38
anos, é porque se sente muito infeliz com seu parceiro, mas não consegue se separar

Página 96
dele.

Portanto, encontre a solução: quando conhece este homem com 38 anos, ele é um
yacente, completamente depressivo,… um morto-vivo, passa quase todo o dia
seu computador e o resto do tempo, dorme. O cérebro é enganado uma vez, mas
não duas vezes: encontra um homem do qual se apaixona porque sente que é um
encanto e este morre..., a segunda encontra um homem com quem se sente
desgraçada; é uma proteção, pois como pensa que vai morrer, quando se
morrer vai viver como se tirasse um peso de cima.

Há pessoas que não são felizes em seu relacionamento e não são capazes de
separar-se. E dizem coisas como: Eu vivo um inferno na relação amorosa mas ao
menos estou certa de não sofrer durante a separação.

Esta mulher consultou aos 38 porque se sente infeliz, trabalha o luto do


pai embora seu motivo de consulta seja a relação com seu segundo marido; do qual
pode-se separar, quando completa 40 anos; quando trabalhou os ciclos em relação a
seu pai e seu marido.

Os ciclos verticais permitem identificar rapidamente toda a história do


persona.

CASO 3
Mulher que começa a idade de autonomia quando se casa. Passa da dependência
financiera de seus pais à dependência financeira de seu marido. Consulta aos seus 64
anos, e estava muito interessado em fazer a formação em biodescodificação porque é
importante para ela. Ao ver que é nessa idade, o terapeuta imagina que por trás, há
algo que reparar, pois fazer a formação é um acontecimento positivo, que lhe
permite realizar-se. O que ocorreu nos ciclos anteriores?
Começa a formação aos 64 anos, ou seja, 57+7.
38+7 45 anos se divorcia
19+7 26 anos, seu marido a engana com uma amante
Aos 7 anos, sofre um incesto por parte de seu pai.

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dezenove 76
Boda 38 57Boda

14. 1ª exp
sexual 26 45 64
Amante Divórcio Formação
Biodescodificação

7
Incesto

0 19 38 57

casamento

O conflito programante é o incesto do seu pai.


Aos 26 anos, revive uma forma de abuso sexual que ela compreende (amante).
Aos 45 anos (38 + 7) se divorcia, coloca limite à relação e se respeita.
Aos 64 anos, inicia a formação em reparação.
Aos 57 anos casa-se pela segunda vez, em correspondência com a autonomia de
quando se casou pela primeira vez aos 19.
Há um segundo ciclo aos 14 anos, o dobro do incesto, tem sua primeira experiência
sexual, voluntária, com um garoto que eu amava, me senti respeitada. É como se aos 14
anos estivesse reparando o incesto de seu pai. Quando se divorcia aos 45 anos do
o marido que a engana é quando sai do esquema de incesto, porque já não aceita
sofrer o abuso de um homem, a falta de respeito.

CASO 4
Uma consultante que marca seu ciclo de autonomia com 20 anos. Aos 39 anos sofre n
câncer de rim. Com 19 anos perde seu pai e, por isso, vive um conflito de
derrumbamento, já que ela estava muito próxima de seu pai. Sua mãe era muito rígida.
Aos 39 anos aparece um câncer de rim.

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Com 26 anos teve câncer de mama, aos 6 anos teve uma primeira infecção
(tuberculose) e a hospitalização durante um ano. Assim, esteve longe do ninho, sem a
proteção da família.
O conflito programante está sempre no primeiro ciclo. Também, há
repetições de acontecimentos positivos. O cérebro é competente, mas não é
inteligente, aplica os programas sejam bons ou maus.
CASO 5
O ciclo de autonomia de um estudante de biodescodificação é de 20 anos. Quando
começa a formação, tem 58 anos, aos 38 anos é nomeado chefe de vendas, um
trabalho que adora e lhe permite ganhar uma quantia de dinheiro com a qual está
satisfeito. Aos 18 anos encontra sua mulher, de quem ainda está apaixonado. Para
conhecer sua mulher foi um acontecimento muito importante porque sentiu que
realmente se convertia em homem. Neste momento percebeu que podia
havia uma rivalidade na sedução e assumiu seu papel de homem para poder estar
com ela. É como se pegasse seus hormônios, sua testosterona, sua essência de homem. De
feito, o importante não é o acontecimento em si, é como a pessoa o resente.

Então, aos 38 anos, há um acontecimento positivo no trabalho porque,


biologicamente, os homens foram programados para ser caçadores e subiologia
está em função disso: por isso desenvolveram a testosterona e a massa muscular
para ir a caçar e proteger o território e sua alcateia. Eles desenvolveram o sentido de
orientação de longa distância, porque se mata a presa mas se perde e não pode
voltar à gruta, todos morrem. Também terá desenvolvido uma visão central, por
os homens podem se sentir fascinados por uma bola que se move em um
terreno (futebol), porque arcaicamente se relaciona com a presa e por isso as
As mulheres não entendem o que os homens fazem correndo atrás de uma bola.

Página 99
Quando um homem vai caçar, não tem interesse em falar, pois se falar, ele escapa.
a presa.
Pelo contrário, as mulheres são responsáveis pela descendência, elas desenvolveram a
orientação de curta distância para localizar-se perto da caverna, toda a organização
do território e toda a dimensão das relações. Por isso as mulheres falam mais
que os homens.

Exercício: Defina sua idade de autonomia, se tiver dúvidas, pode fazer com dois
idades diferentes. Com a idade que você acha que foi a sua segunda autonomia que pode
ser quando te casaste ou quando começaste a trabalhar, independentemente de que
tenha começado a se manter por seus próprios meios. Então, olharei o que aconteceu nos
outros ciclos verticais.

Exercício: Fazer um ciclo de autonomia com um problema ou uma doença se a


tens. Além disso, você pode fazer o ciclo de autonomia, a partir do momento em que
você começou o treinamento.

22.3 Ciclos Horizontais

Fazer este ciclo é muito simples. Fazendo a linha da vida, toma-se a idade na
que aparece o sintoma e se divide em dois.

21 ½ 42

CASO
Mulher de 53 anos que desenvolveu hipotiroidismo aos 42 anos. O conflito do
hipotireoidismo é um sentimento de “impotência de agir na urgência”
temos que nos apressar muito, mas não há nada a fazer. Se há um
hipertiroidismo é preciso ter pressa, mas eu vou conseguir seguir em frente. No
hipotireoidismo há uma espécie de abdicação. Esta paciente apresenta um

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hipotireoidismo aos 42 anos e não se encontra nenhum acontecimento que o
pode ter sido colocado em marcha pouco tempo antes da aparição do
hipotiroidismo. Então, busca-se a metade dos 42 anos. O que aconteceu aos 21?
anos? Ela sentiu que quase morreu, brigou com o marido e lançou uma faca
e só pôde colocar o braço e a faca se cravou em seu braço. No início,
quando contou isso, sabia que tinha tido medo mas não o expressou com
Emoção. Lembre-se de que um bioshock é um instante preciso, e o terapeuta
Em que momento você realmente teve medo? E diz: quando
me tirei o faca e vi que sangrava. Como o conflito da tireoide é um
conflito de urgência, o terapeuta pergunta: mas qual foi a urgência nisso?
momento? E me respondeu que "não se esvaziar de seu sangue...". Portanto, teve
estresse de urgência, mas como tem um hipotiroidismo, é porque o viveu com
um sentimento de 'eu vou morrer'. O terapeuta pede que ela reviva esse momento,
que se saque o cuchilho, está sangrando e lhe diz que pronuncie em voz alta: “a
urgência é parar de sangrar, porque tenho medo de esvaziar-me de sangue... mas
De qualquer forma eu vou morrer”. E quando faço ele dizer isso, ele começou a tremer.
ter calor e a cicatriz começou a doer e a apresentar calor, porque quando
trabalhamos sobre o conflito, frequentemente a parte do órgão em relação vai a
começar a reagir. Hoje tem 53 anos, quer se separar, mas tem medo da
reação do seu marido, porque seu cérebro registrou que se separar está em
perigo de morte.
É importante saber que um único acontecimento pode gerar vários.
resentimentos, portanto várias doenças ou vários conflitos.
O acontecimento vivido aos 21 anos deixou um ressentir de urgência de "estou eu
vaciando de sangue, portanto vou morrer”. É importante lembrar que o
O sentimento de ter uma ferida aberta é um conflito relacionado ao baço.
Ela tinha um sistema imunológico muito fraco. Este evento gerou seu
hipotireoidismo além do problema imunológico. O problema imunológico é
um problema de ataque-defesa, "... me atacam... me defendo..., mas tenho medo"
de não poder me defender...
Também foi verificado o que havia ocorrido entre os 10/11 anos e entre os 5/6.
anos, porque cada vez há que dividir entre dois.
Por que a doença apareceu aos 42 anos? Por causa do evento aos 21 anos.

Página 101
não está resolvido e o cérebro relembra o que registrou então para poder resolver.
é dar uma segunda oportunidade. Isso é inconsciente e por isso o cérebro
encontre a solução, na biologia (com a doença)
Às vezes, os conflitos são encontrados ao trabalhar com os ciclos na
horizontalidade e não aparece nada no ciclo da verticalidade. Por isso há que
ter em mente que os ciclos são ferramentas, mas nem sempre são
significativas. Portanto, temos três classes de ciclos:

O ciclo da verticalidade, com a idade da autonomia


O ciclo que pode estar ligado a uma idade precisa e que põe em marcha um ciclo
O ciclo da horizontalidade que nos permitirá encontrar, dividindo em dois, o
conflito programante.

O que se encontra mais frequentemente, em 80%, é uma correspondência no


ciclo horizontal, dividindo entre dois, ou bem um ciclo na verticalidade, com a
idade de autonomia. O cérebro memoriza datas e números. Alguns exemplos:

Um paciente alcoólico, que só bebia vinho tinto de 13º. Ao perguntar-lhe o que lhe
Aconteceu aos 13 anos, encontrou sua programadora. Sem saber, a pessoa sempre
tenta dar a informação, mas como é inconsciente, só se pode fazer
indiretamente.
Outro paciente, que só bebe cerveja, entre 4º-5º. Aos 4-5 anos, seu avô morreu.
a quem ela queria muito e a obrigaram a dar um beijo quando estava morto.
Na França, quando colocamos alguém no caixão, chamamos de “mise en bière” (Colocar
o corpo no caixão. Biére = cerveja).
Quando há algo que se repete, é uma forma de dar uma informação que permite
solucionar o conflito. É preciso aprender a localizar se é uma pista importante,
para poder ajudar a pessoa.
O excesso é sempre a assinatura do conflito. Quando existe algo excessivo, repetitivo,
é que existe um conflito não resolvido e está tentando resolvê-lo. Precisamos de
imaginar uma moeda e temos duas faces: uma pessoa que cria um conflito de
desvalorização e pode fazê-lo na polaridade da polaridade da
desvalorização, “…sou um desastre… não sirvo para nada…”, ou bem no grandioso,

Página 102
“… eu sou como Deus… sou o melhor…”. Alguém que está em conflito de autoridade,
ou está em submissão ou está em rebelião. Ou seja, no conflito sempre se
está em fascinação ou em repulsão.
Exercício: Feito o ciclo na verticalidade, começando na idade de início da
formação, fazê-lo de outra maneira:
Partindo de um acontecimento vivido no primeiro ciclo, antes da idade de
autonomia, e que te tenha marcado, olhar se no ciclo seguinte, a que idade
corresponde.
Também fazer de outra maneira: Tomar um acontecimento mais ou menos recente,
entre hoje e quatro ou cinco anos atrás; posicioná-lo sobre seu ciclo e observar a
correspondência.
Fazer este mesmo trabalho nos ciclos de horizontalidade.
Em geral, quando não se encontra de uma maneira, encontra-se de outra. A
a mente humana está feita de uma maneira que, quando lhe é feita uma pergunta,
não pode deixar de responder. Portanto, a partir do momento em que
interrogan a su cerebro sobre unas fechas, él sigue buscando sobre estos ciclos y
por isso é bom fazê-lo em casa.

Tenha em mente que quando alguém esqueceu todas as datas é porque há


uma "tela de fumaça" devido a tanto estresse, que o cérebro tenta
apagá-lo. Pode-se, nesse caso, buscar pela idade que tinha quando aconteceu o
feito. Há pessoas que funcionam melhor com a idade e outras com as datas. Pode-se
perguntar sobre uma coisa ou outra.

Nos ciclos também podemos fazer uma terapia preventiva. Quando em um primeiro
ciclo há a morte de um familiar muito próximo e não se conseguiu fazer o luto,
é preciso ter em mente que fazer um luto não é esquecer, é não sofrer mais da
ausência.
O cérebro funciona como uma fila de dominós, que quando um cai, todos caem.
cadeia. Quando o conectamos a algo, vai buscar tudo o que é semelhante.

O CICLO QUE É INICIADO POR UM ACONTECIMENTO MARCADO EM UMA

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IDADE PRECISA
Este acontecimento preciso e marcado pode ser positivo ou negativo e se coloca em
marchar porque o acontecimento é importante para a pessoa.
É uma maneira de nos darmos conta do aspecto cíclico do nosso cérebro. Quando vêem
que uma pessoa está vivendo acontecimentos importantes, por exemplo a cada cinco
anos, é preciso ir buscar o que aconteceu aos cinco anos. Se esta pessoa vive coisas
importantes a cada dez anos, vamos a buscar o que lhe ocorreu aos 10 anos. Esta é
outra maneira de trabalhar com a noção de ciclos. No ciclo de autonomia também se
pode olhar o que se repete. Exemplo:
Uma mulher russa, é médica osteopata e começou a formação aos 50 anos. Aos 29
anos sua mãe morreu de câncer e quando tinha 9 anos, sua avó materna morreu
também de câncer. Ao perguntar-lhe: O que te incentivou a fazer isso
formação? diz que quando ouviu a pessoa que apresentou a formação, o que
o que chamou sua atenção foi que havia uma explicação para certas pessoas agirem de uma
certo tipo de cânceres. Esta mulher começou a formação em uma tentativa de
reparação para dar sentido à morte de câncer na família.

O ciclo de verticalidade, que chamamos de ciclo de autonomia, nos permite encontrar


o conflito programante e permite à pessoa encontrar um sentido para tudo o
que viveu até hoje.
Se uma pessoa duvida sobre a idade de autonomia, aplica-se os ciclos com as duas.
idades que acredita serem. E se a pessoa disser: "... eu não sei quando tive meu
autonomia", o terapeuta pergunta. Intuitivamente, a que idade você a colocaria? É
é importante ter em mente que os ciclos não falam a todos. Os exemplos
dados são muito significativos e fortes, no entanto, às vezes não são a ferramenta para
utilizar porque não nos oferece nada específico. Quando há uma programação a cada X
anos e sabem, nos permitirá estar mais atentos ao paciente.

Uma paciente sofre uma degeneração da retina, portanto, há um conflito vivido.


com um ressentir de “uma visão de horror”. A retina é o que imprime a imagem, se eu
vejo algo assustador, a solução é não imprimir a imagem, portanto as células de
a retina começa a se degenerar. Conta que aos 14 anos teve um acidente, caiu
de um cavalo e sofreu um traumatismo craniano. A questão é: por que aos 14 e por

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o que é um traumatismo craniano?

Quando há um traumatismo craniano, é como se a pessoa girasse em círculo.


ao redor do conflito e é como se fosse dado um golpe na máquina para parar o
computador. Portanto, se houver um traumatismo craniano aos 14 anos, é que há um
conflito forte que está rodando na cabeça.
Aos 7 anos, ela viu algo que foi aterrorizante para ela: seus pais tinham uma biblioteca.
enorme e daí "caiu" em suas mãos, um livro em que há imagens de campos de
concentração e extermínio. O terapeuta pergunta: O que você sentiu quando viu
estas fotos? “Tive a impressão de que eu estava vivendo isso”. Isso é um conflito
por identificação muito frequente nas crianças. A criança se coloca no lugar do que
está sofrendo. Para ela foi um choque enorme enfrentar essa imagem, foi como
se eu vivesse, como se fosse real.
O conhecimento dos ciclos celulares memorizados ajudou essa pessoa a
encontrar o choque que teve ao ver o livro. Se não conhecesse os ciclos, esse terapeuta
tinha agido de forma semelhante aos outros a quem contou o mesmo, mas não lhe deram
importância. Depois de liberar esta imagem de horror, a degeneração da retina
parou e recuperou 50% da visão que havia perdido.

23. RANGOS DE HERMANDAD

RANGOS DE HERMANDAD Y TRANSGENERACIONAL

Marc F. descobriu que estávamos em ressonância em nossa família com as pessoas


que têm o mesmo grau de irmandade que nós, ou graus de fraternidade em
relação com eles.
Isto se resumiu no que chamamos de "quadro mágico": Os Nº 1 da família estarão
em ressonância com todos os Nº 4 e todos os Nº 7 da família. Isso funciona da mesma forma
em horizontal: irmãos, tias,… que com a verticalidade: avós…, avós…

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4 5 6
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O rango de irmandade dos pais está em ressonância com o de seus filhos e se
terá mais afinidade com o filho que tenha o mesmo rango que o pai ou mãe
respectivamente.

Experimento realizado por Marc FRECHET durante alguns meses:

Pediu a um criador de porcos da região parisina que marcasse com um


distintivo, no momento do nascimento, os nascidos Nº 5 em cada ninhada. Ele pediu
que fizesse com que se reproduzissem entre eles e observou o que aconteceu. Em seus
descendentes, o porquinho Nº 5, mesmo nível que seus pais, sempre tinha privilégios
comparado com o restante. Amamentavam os primeiros, consumiam mais quantidade de leite,

eram mais fortes e sempre os favoritos da mãe. Repetiu o experimento dezenas


De vez em quando, com casais diferentes, ele sempre verificou esse fenômeno (o número 5 foi
escolhida de forma aleatória, não tem nada em particular, também poderia ser todos os
número 7 ou 4).
Podemos ver que a afinidade com o rango é mamífera.

Caso: Uma senhora consulta porque seu filho frequentemente tem vertigens muito fortes.
que o obrigam a se deitar toda vez que se apresentam. A criança tem como segundo
nome, Emilio; o terapeuta pergunta: há um Emilio na família?
Se houver um Emilio, um tio. A mãe faz gestos como se não quisesse falar sobre isso.
Ter em mente que as crianças sabem de tudo, embora não saibam que sabem e se forem
conta a história que está gravada a nível celular, se a ajudarmos a colocá-la em
a consciência, se libera. Este cara morreu muito jovem, aos 25 anos, trabalhava em uma
obra e um caminhão lhe esmagou a cabeça. No momento em que a mãe fala sobre isso, o
criança entra em vertigem, o que demonstra que o acontecimento tem relação com isso.
Se explica ao menino o que acontece e que os vertigens podem se acentuar durante alguns

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dias e depois desaparecerão. E assim foi.
Se tivermos o nome de outra pessoa da família, ou de alguém que morreu, há
que buscar a história dessa pessoa. Assim se podem encontrar as semelhanças entre
ambas. Igualmente isso se aplica para os rangos de irmandade ou fraternidade.

O rango de fraternidade nos permite ver o transgeracional, a psico-genealogia. A


Às vezes há uma certa confusão nas pessoas que trabalham com psico-genealogia, porque
creen que cuando encuentran o acontecimento ocorrido, é suficiente para sanar e
nem sempre é assim. O importante é reconhecer qual é a memória que carregamos e
não importa de onde venha, é preciso trabalhar para libertá-la. O evento não é tão
importante, o importante é o ressentir.
Nosso cérebro tem três tipos de memória:

O que ocorreu desde o momento da nossa concepção até o nascimento


Ele registrou tudo o que vivemos desde o nascimento até hoje
O projeto/sentido (o gravado na concepção, gestação e nascimento)
O que aconteceu na família ao longo de 4 gerações

Um bebê chega ao mundo com a memória de eventos que não viveu...


pode chegar com a memória de uma menina que morreu, de um avô que era
mujeriego, de uma avó alcoólica, etc.
O interesse de transmitir a memória é assegurar a sobrevivência da espécie.
na natureza há uma lei válida para todo ser vivo, que diz que toda espécie que não
se adapta, desaparece. Se no houve um único em perigo na faixa superior
vamos a transmitir esta informação à descendência para encontrar um
programa de adaptação para a sobrevivência.

Como o cérebro é competente, mas não é inteligente, enquanto tiver memória.


do perigo não sabe que a guerra acabou. Então continua pilotando com uma
memória desatualizada, mas ele não sabe. É por isso que Marc Fréchet dizia que não
tínhamos problemas psicológicos, senão problemas "de memória", de recordações. Estas
memórias ou recordações são crenças que, a nível do cérebro, são como um programa
que nos está pilotando. Em geral, a finalidade de todo trabalho terapêutico é

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voltar a colocar o cérebro na realidade. Só quando a memória do perigo se
haya liberado, este programa se vuelve inativo.
O cérebro não funciona em termos de escrever/apagar, funciona em termos de
arquivar. Desativar um conflito não é apagar, não é esquecer, é liberar a emoção
conflitiva e neste momento a crença não está ativa. O importante é localizar
as memórias que levamos em relação ao que se viveu na família e o
que nos vai dar uma ideia são os sintomas que temos. Podemos fazer um
sintoma biológico, ou ter um problema com o trabalho, com os relacionamentos, etc.
Mas é preciso lembrar que o sintoma é a única solução que encontrou o
cérebro para manter a vida. O cérebro encontra soluções de sobrevivência a
a partir das informações que tem.

Exemplos:

Um paciente consulta porque, embora queira trabalhar, toda vez que encontra um
trabalho, a cada dia eu vomitava de angústia ao ir para o trabalho. Passava mais
tempo em licença (incapacitada ou de baixa laboral) do que trabalhando. Conscientemente
queria se profissionalizar, se formava muito mas nunca exerceu as atividades
para os que se formavam.
Ao revisar sua história, encontra-se que seus dois avós morreram em um acidente
laboral. A informação transmitida é que "o trabalho mata".
A partir do momento em que o cérebro tem um programa, ele encontrará a solução. São sempre
os programas inconscientes que os impõem, ou seja, que por um lado estão os
programas conscientes, que correspondem ao que queremos e, por outro lado, a
realidade que estamos vivendo, que corresponde aos nossos programas inconscientes.

Caso: Um paciente se chama Patric e está completamente paranoico, vê perigo em


todas as partes, mas para ele parece normal, é sua esposa quem lhe diz que ele tem que
buscar ajuda. Este homem tem um bar, ele sempre tem uma pistola em caso de...
Capaz de seguir 4 conversas ao mesmo tempo, controlar a máquina de café, música… e
semprealerta. Desconfia muito dos estrangeiros porque, segundo ele, se vem um
problema, é por parte dos estrangeiros.

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Este homem é concebido quando seu pai volta da guerra da Indochina e o
chamam Patric. O nome Patric ou Patricia indica problemas em relação à pátria,
memórias de guerra. Seu pai esteve na guerra na Indochina, na marinha de
terra na selva e um dia o fizeram prisioneiro. Alguns de seus companheiros foram
decapitados e ele viu as cabeças de seus companheiros e quando iam decapitá-lo,
chegou um regimento americano e o resgatou. O terapeuta pergunta como ele vê a vida
e diz: “para mim a vida é uma selva...” e era seu pai que tinha estado na
jungla… este homem estava “pilotado, controlado ou comandado” pela memória de
guerra de seu pai.
Se encontrarmos pessoas cujos ancestrais viveram guerras, é preciso rever isso bem.
pois as memórias de guerra influenciam três gerações.

Outro exemplo de como uma doença pode se iniciar. Uma paciente chamada
Michelle, seu pai é Luis e seu avô se chama Félix. Michelle sofre de asma e é
professora de história e geografia. A história é que Luis fica órfão de pai.
aos 7 anos porque Félix, durante a guerra de 1914-18, sofreu um impacto
de bala a nível da virilha e foi gaseado nas trincheiras e morreu. Luis sofre de um
linfoma na virilha, no mesmo lugar onde seu pai foi ferido e Michelle sofre de
asma porque, se o ar é tóxico a solução é respirar ao mínimo.

O projeto/sentido determina nossa vida e, além disso, é preciso levar em conta o


transgeneracional. O fato de viver nossa vida tem que passar pelo trabalho de
toma de consciência (consciência; dar-se conta), não intelectual, mas emocional.
Quando uma pessoa tem uma doença, é importante buscar o conflito
programante e o conflito desencadeante, e além disso, é importante trabalhar o
aspecto transgeracional, porque os sintomas vamos a fazer pelo trilho da árvore
genealógico.

Outro exemplo: um homem se casa com uma mulher que está completamente bloqueada
a nível sexual e, portanto, só fizeram amor para ter dois filhos. O marido
está em frustração sexual, não é feliz com seu parceiro e encontra outra mulher com quem
sexualmente funciona e se separa. Consulta porque não entende seu comportamento,
pois agora está com uma mulher com quem funciona sexualmente, no entanto

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também a engana. Sua mulher o descobriu e está à beira da separação. Se ele
faz isso porque era a solução do seu cérebro.
Diz que no momento de se separar da primeira mulher, se desapegou
emocionalmente de seus filhos. Diz "é como se eu de fato, não pudesse amar...". Ao
olhar sua árvore genealógica, por parte de mãe, o nº 2 morreu; este senhor é nº 2
e seu avô morreu durante a guerra. Ou seja, a mãe encontra-se com o irmão
que havia morrido, o que quer dizer que este senhor o substituiu. E este senhor,
também substitui o pai de sua mãe. O que registra este senhor? Existem dois
acontecimentos de morte e a crença que se transmite é "as pessoas que amo
vão morrer". A solução de sobrevivência é desconectar-se antes que morram.
É importante localizar a memória que foi transmitida, embora não saibamos a
que geração se remonta.

Exemplo: Um homem consulta porque "tenho uma sensação de vazio no ventre e "
quando tenho essa sensação preciso fazer amor”. Isso lhe causa angústia, pois
faz enganar seus parceiros e se sente desgraciado. A sensação de vazio é a
memória dele quando estava no ventre e a necessidade de fazer amor é
reparar a perda.
No conflito, estamos sempre em fascinação ou em repulsão. O sintoma do
a persona é quem nos guiará para descobrir a memória que foi transmitida.

Exemplo: Uma mulher e todos os seus irmãos com problemas de dinheiro. Seus pais e
avós tiveram muito dinheiro, mas ao chegar do Líbano para viver na França, se
encontraram nas ruínas. Já os pais e avós haviam podido desfrutar do prazer de
ter dinheiro, mas depois sofrem porque não o têm. A solução dos filhos, este
paciente e seus irmãos, é não ter dinheiro para não sofrer, pois se eu nunca o tiver,
não conheço o gosto que dá tê-lo para depois perdê-lo.
É preciso saber como o cérebro reage ao sofrimento. O único sofrimento
conhecido pelo cérebro é o sofrimento físico, biológico. Se batermos com força
grande nas costas vamos notar dor, mas se nos derem tapinhas não muito
fortes, simplesmente aumentamos um pouco a cadência, o cérebro vai secretar
endorfinas para anestesiar a área. Se eu sempre sofro em relação a algo, estou em
segurança.

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Em geral, é sempre a descendência que "biologiza". Quanto mais
gerações passam e as soluções ganham mais força. Há casos de pessoas que têm
vivido incestos e sua sexualidade funciona bem. Em contrapartida, a sexualidade da
descendência não funciona bem.

Outros dois conflitos importantes:

O rail transgeracional que vai dar o câncer de mama é: "que o pai é


peligroso”. Se o pai é perigoso, devemos proteger excessivamente a criança e temos que
eliminar o homem a partir do momento em que ele se torna pai.

É a história das amazonas....


As Amazonas eram um povo de apenas mulheres descendentes de Ares, deus da
guerra e da ninfa Harmonia. Às vezes estavam localizadas ao norte, outras nas planícies do
Cáucaso, e outras nas planícies da margem esquerda do Danúbio. No seu governo não
intervém nenhum homem, e como chefe têm uma rainha. A presença dos homens
era permitida sempre que desempenhassem trabalhos de servidão. Para perpetuar a
raza se uniam com estrangeiros, mas apenas conservavam as meninas. Se nascessem varões, se
Conta em algumas versões que os mutilavam, deixando-os cegos e coxos. Outros
fontes indicam que os matavam. Por decreto, a todas as meninas cortavam um seio,
para facilitar o uso do arco e o manuseio da lança. Dessa costume provém
seu nome 'amazonas' do grego 'amazwn' que significa 'as que não têm seio'.

Eram um povo muito guerreiro, por isso sua deusa principal era Artemisa, a caçadora.
Devido a isso, atribuíam-lhes a fundação de Éfeso e a construção do Grande Templo
de Artemisa”. Tomado de: internet: [Link]
griega/grecia47/

A mensagem de uma tribo amazônica é que “o pai é perigoso”. Um pai


Perigoso é um pai que abandona, que é violento ou que abusa sexualmente.
Quando há um programa de pai perigoso, gera crianças obesas ou o que fazem
ginecomastia.

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Portanto, aqui se camufla o masculino para ficar no feminino. Quando uma
homem e uma mulher têm em sua história transgeracional um programa de "pai"
"perigoso" e "homem perigoso", como "por acaso", se encontram. Enquanto não
têm crianças, tudo funciona, a sexualidade vai bem, a relação de casal também. E o
o programa se acenderá a partir do momento em que a mulher se tornar mãe e o
homem pai. Quando há uma criança, a mulher se torna mais mãe do que mulher,
comece a cortar a sexualidade, a engordar para apagar seus signos sexuais, para
empurrar o marido a cometer faltas para dispensá-lo.

Este programa é muito importante, porque é um programa para a sobrevivência da


espécie. O homem que tem um programa de 'pai perigoso' tem necessidade de
encontrar uma mulher que não permitirá que ela tome o lugar de pai, porque em seu
cérebro "é perigoso para a criança", embora não corresponda à realidade.E para esta
mulher, sua solução é encontrar um tipo de homem que vai aceitar ser rejeitado
porque há que proteger a criança.

O programa de pai perigoso produz pais ausentes, ou seja, “eu me mantenho


longe da criança, porque sou perigoso...”, homens estéreis, homens homossexuais,
uma vez que é a única maneira de ter uma sexualidade sem reprodução, ou "batatas-
gallinas", um papai que é mais mamãe que papai. Nas mulheres dará mulheres estéreis,
as lésbicas, que compram esperma e fazem o filho sem necessidade de homem, e vão a
ser mulheres dominantes, que controlam tudo, que administram tudo, uma vez que há
que eliminar o homem em seu papel de pai para proteger o filho.
O programa das amazonas é o conflito mais forte de castração, uma vez que
isto vai até cortar a reprodução.
Exemplo: Uma mulher consulta porque tem problemas com seu último filho de 12 anos.
Até então, não tinha problemas, mas a partir daqui tem problemas com seu
mãe, não faz os deveres, o expulsam da escola,… A mãe não sabe o que fazer, diz
“se continuar assim vou ter que interná-lo…”

Terapeuta: "Você teve problemas com os dois primeiros filhos?", "não tive
problemas, são meninas”. O que está ocorrendo é que a criança começa a produzir
mais testosterona, e é ela quem está despejando, de maneira inconsciente.

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Terapeuta: "e o pai onde está?": "é um pouco complicado, porque faz 20 anos
que sou a amante de um homem, aceitou esses três filhos, os reconheceu,
mas ainda vive com sua mulher. Ele vem à minha casa todos os dias das 9 às 12 da
noite, e depois vai para a casa onde mora com sua esposa.
Observação: Para esta senhora, esta é a solução perfeita (não ter o homem ao
lado).
Ao trabalhar o tema, as coisas com seu filho se normalizam, pois ao arrumá-lo ela,
automaticamente dá permissão ao seu filho para ir ver seu pai e a criança começa a
reclamar ao seu pai; o que não tinha feito até a data. Ao seu pai não lhe apetece
e não aceita o lugar que lhe oferecem. Com a solução, a mãe rompe esta relação,
que ha condicionado 20 anos de sua vida.

Os programas de sobrevivência sempre são os mais fortes. Portanto, a


a realidade do que estão vivendo corresponde aos seus programas inconscientes e estes
programas são as memórias que trazemos: memórias transgeracionais,
projeto/sentido, a memória da vida fetal e todas as experiências que foram
partícipes de nossa construção até hoje.

É importante na terapia ter em conta esses três espaços/tempos:

[Link] entre a concepção e seu nascimento, projeto/sentido incluído.


2.O que aconteceu desde seu nascimento até o dia de hoje.
[Link] a história familiar de 4 gerações atrás
Não há uma ordem específica ou fixa para começar, temos que trabalhar com o que nos é trazido.

o consultante.

24. PROJETO/SENTIDO

Marc FRECHET dizia que o bebê é um jato (jet, em francês) mas que antes de ser
um "jato" já era um projeto (pro-jeto, jogo de palavras). Antes de ser concebido, era
já uma ideia preconcebida. É interessante considerar que para os chineses a existência
do indivíduo começa, não no momento do nascimento nem da concepção, mas três
meses antes da concepção.

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Não há concepção sem que haja previamente um desejo de concepção. Este desejo
que corresponde a um projeto dos pais, pode ficar no inconsciente.
O fato biológico, o ato sexual, não é suficiente para explicar uma concepção. Há
tantas mulheres que querem ter filhos e são estéreis, outras que não querem e se
ficam grávidas... Há algo mais forte do que o desejo consciente: o desejo
inconsciente.

Raramente pilotamos nosso carro conscientemente, somos muitas vezes passageiros.


de nossa vida. É o nosso inconsciente quem segura o volante. A terapia permitirá
compreender quem conduz o carro e em seguida retomar o controle.
Em grande medida, os projetos de nossos pais nos determinam. Mas esta
a determinação pode ser uma sorte, porque o que se transmite são soluções
ganadoras, soluções de sobrevivência. Agora, se o projeto-sentido pode ser
um valor, uma solução de sobrevivência, também pode ser limitante. O filho é a
solução para os problemas, desejos e conflitos dos pais. Herdamos sempre
alguma coisa: uma lembrança, uma história, segredos de família… há alguns bons,
outros menos bons, menos adaptados.

Há um projeto-sentido que está ali. Uma vez que tomamos consciência disso,
somos livres de guardá-lo ou eliminá-lo.
O projeto/sentido é, portanto, uma expectativa inconsciente colocada na criança e
que se orienta a reparar os sofrimentos da árvore genealógica.

Os pais esperam um menino com base em sua própria história pessoal e familiar,
história que fez deles o que são, com seus ideais, seus medos, as coisas de que
que se arrependem, o que amam ou não, o que conhecem, o que esperam, seu olhar
própria da vida, etc. Por exemplo, há certos pais que sonham em dar a
seus filhos o que não tiveram e assim superar seus próprios pais enquanto outros
pôrão seu coração em reproduzir de maneira fiel (e de forma leal...) a educação
recebida. É por isso que, quando se sentem inquietos em relação ao bebê que está
por chegar, fazem isso com base em suas próprias problemáticas.

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Esta sensação será muito acentuada se eles próprios se sentirem rejeitados ou não
desejados o que não responderam ao desejo familiar. Finalmente, o ser humano traz
crianças ao mundo movidas por uma mistura de amor, de necessidades, de medos, de
esperanças, de lealdades, entre muitos outros sentimentos contraditórios que em seu
a maioria são inconscientes, mas tendem a manter uma certa coerência no
entramado familiar.

Esta busca inconsciente dos pais – e de toda a árvore genealógica –


relacionada com a criança está ligada à totalidade do mito familiar. A fim de
sobreviver e se adaptar da melhor maneira possível ao mundo que o rodeia, a criança deverá, desde

sua vida intra-uterina, absorver toda a história do linaje ao qual tenta pertencer.
Chegará ao mundo com a bagagem dos sonhos e ideais projetados de maneira
inconsciente em sua pessoa, com tudo que isso implica às vezes em termos de
culpabilidade, sentimento de inferioridade, busca pela perfeição, etc.

Esta investidura imaginária que lhe foi atribuída ao menino por vir, constitui então
uma forma de projeto que responde à pergunta: qual é o sentido que tomou
nosso nascimento no seio de nossa árvore genealógica?

O ambiente prenatal:

Durante os nove meses de gestação, podem ocorrer infinidade de coisas, podem


sobrevir acontecimentos felizes ou estressantes.

O bebê grava de forma pessoal e direta tudo o que a mãe vive durante a
gestação e conforme o ambiente pré-natal, a criança estará mais ou menos disposta a
abrir-se para o mundo com confiança, ao sentir-se esperado e bem-vindo em maior ou menor grau

medida.
Alguns especialistas explicam que durante a vida intra-uterina, se impregna dos
sonhos e fantasias da mãe, o que lhe permite deslizar em um laço de apego a
medida com ela. Reconhece seu desejo e responde a ele de uma maneira apropriada
para assegurar sua sobrevivência.
Por conseguinte, o vivido pela mãe durante este período é de particular
a idade da mãe, com os trânsitos correspondentes, podem esclarecer

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nossa compreensão daquele momento de sua vida.

O nome próprio:

Por lo geral, o mais comum é que o nome seja escolhido durante a gestação e,
Por isso, formei parte do projeto-sentido. Existe toda uma dimensão do imaginário
relacionada com a escolha do nome próprio. Embora ele não represente
um destino por si só, é altamente possível que todas as associações de
pensamentos – conscientes ou inconscientes – que presidiam sua escolha por parte
dos pais, contenham influências cujo efeito poderá ser sentido no que faz
as identificações da criança e o lugar que ocupará na família.

EXEMPLOS DE CASOS CLÍNICOS

Uma mulher queria ter um filho, mas seu marido rejeitava a ideia. Ela foi embora com outro.
homem e viveu com ele durante três meses. Seu marido está sofrendo muito, ele a procura
e lhe diz que está de acordo em ter um filho, mas que volte com ele porque a
ela sente muita falta. Ela aceita e tiveram um filho. O projeto-sentido que transmite o
pai é: EU GOSTARIA TANTO QUE NÃO HOUVESSE MOVIMENTO, SEPARAÇÃO.
O filho nasce com paralisia.

É importante diferenciar a intenção positiva do modo de consegui-la. É a única


problemática. Para este homem, a intenção era que não houvesse movimento posto
que significa tristeza, sofrimento, depressão. Essa foi sua intenção positiva, mas o
Maneira como foi realizada, é lamentável: seu filho nunca caminhou...

Uma paciente foi concebida no dia em que sua mãe teve que abandonar seu país natal.
(Itália) para acompanhar seu marido na França. No dia de sua autonomia, sua mãe é
separada de seu país e de toda a sua família. O problema da paciente é que não
consegue abandonar o lar dos pais, embora se sinta preparada para viver sua
autonomia, mas seu cérebro gravou:

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AUTONOMIA = SEPARAÇÃO DOLOSADE TUDO.

É um handicap na sua vida, mas basta tomar consciência, que expresse o sentido.
que não lhe pertence, mas que foi impresso no momento de sua concepção. Ser
livre é libertar-se do projeto limitante imposto pelos pais.
O problema é: esquecemos a pergunta, mas mantivemos a resposta. Esquecemos
a pergunta, no campo da sobrevivência, mas guardamos a resposta no
plano de comportamento.
Um comportamento que pode ser inútil no novo contexto espaço-temporal,
uma vez que "a guerra terminou". Não temos problemas psicológicos, nem problemas de
lembranças. Há uma dicotomia entre o desejo consciente (ou ausência de desejo
consciente) e o que acontece, em termos de desejo inconsciente. Mas o inconsciente
é sempre mais forte.

VICTIMISMO

Podemos nos sentir vítimas pelas coisas que trouxemos, seja por ...
projeto/sentido ou porque assim estava “determinado” pelo nosso árvore genealógico.
Em geral, quando uma pessoa se sente vítima, não o faz por prazer, é porque
em um dado momento de sua vida, foi vítima, mas não conseguiu sair dessa situação
e, portanto, está em uma situação de impotência ou precisa que seu reconhecimento seja feito

sofrimento. E enquanto estiver precisando que seu sofrimento seja reconhecido, não
pode curar. Porque... se esta pessoa está feliz, saudável, se sente bem e diz
que ha sufrido mucho e foram injustos com ela, vão lhe dizer: "... ¡de quéte
queixas…!"; em contrapartida, está deprimida, sozinha, reclama e diz que é desgraciada, a
as pessoas podem ver que sua vida tem sido muito dura.

A necessidade de que as pessoas de fora reconheçam o sofrimento da pessoa que está


de vítimas de um conflito bloqueante.

Exemplo

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As gazelas e as leoas. Há um grupo de gazelas pastando tranquilamente na
savanna, the grass is good..., there is a little bit of air.... Then there are the lionesses, that

estão com fome, se preparam para caçar e localizaram as gazelas. Quando as encontraram
localizado, se aproximam a elas contra o vento e se escondem entre as ervas,
para não serem vistas nem esquecidas pelas gazelas.
Uma vez situadas essas, uma delas sobe para o outro lado e se deixa ver e cheirar.
Assim, as gazelas fogem para onde estão todas as leoas. Dessa forma,
algumas gazelas vivem e outras morrem. As que sobrevivem se recuperam e continuam
sua vida até a próxima caça e assim a história se repete. São as leoas as que
decidem a caça e a única possibilidade que a gazela tem é tentar sair convidada de
a situação.

Na vida, quando alguém se posiciona como vítima, é como as gazelas, apenas


pode tentar sair disso e, como se sente boa pessoa, sempre há "leões".
malas" que vão molestar. As leões más podem ser os chefes, o marido, a mulher,
a economia, os estrangeiros, os banqueiros... e a boa gazela só quer pastar
tranquilamente. Como "é inocente", o único que "pode fazer" é tentar sair de
a situação. Posicionar-se como vítima, é como dizer: "eu não posso decidir nada".
“eu não tenho nenhum poder sobre as coisas”, “eu não sou capaz”.

Se uma pessoa em um determinado momento diz "eu não posso decidir nem fazer nada", é
uma pessoa que se encontrou bloqueada em um conflito em um momento
concreto da sua vida. Desde crianças, são os pais que decidem, na vida adulta, é possível
decidir, ter o poder e tomar decisões sem manter a dependência dos pais.

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Nascimento Futuro
Bioshock 2010

Quando se vive um bioshock, é como se uma parte da pessoa deixasse de crescer.


desde esse momento, como se tivesse congelado ali, embora o resto continue
crescendo. Enquanto essa parte continuar bloqueada, é essa parte que está pilotando.
vida.

O excesso é sempre a assinatura de um conflito, quanto mais desproporcional e


Irracional é o comportamento de uma pessoa, mas está em uma realidade.
inconsciente, em outra realidade.

Muitas vezes, quando se oferecem saídas para as pessoas que estão posicionadas no
victimismo, encontram desculpas para demonstrar que não há solução possível. Isso é
porque a necessidade fundamental dessa pessoa não é se curar nem melhorar, mas sim que
le reconheçam seu sofrimento e quando isso acontecer, poderá aceitar fazer algo para
seguir adiante. Muitas vezes o que ele quer e precisa, é que a pessoa que lhe tem
o dano reconhece o sofrimento. Quando isso acontece, a pessoa pode
encontrar-se a si mesma e começar um processo de cura.

Algumas mulheres que foram abusadas ou estupradas costumam dizer: “poderei começar a
sanar quando a pessoa que me fez isso estiver na prisão...”. Isso quer dizer
que pode curar, mas precisa que seu sofrimento seja reconhecido e a lei diga que
há um crime, portanto, é necessário pagar por isso e há um reconhecimento.

O que é válido para esses sofrimentos extremos, também é válido para os


sofrimentos afetivos. Por isso é muito importante ouvir o sofrimento,
reconhecê-lo e então a pessoa se sentirá ouvida e poderá sair mais

Página 119
facilmente do mesmo.

Recuperar o poder da vida é assumir a responsabilidade pelo que vivemos desde


o nascimento e até mesmo, desde a concepção; é aceitar que temos a capacidade
para mudar e nos envolver nisso. Quando isso acontece, há transformação, toma-se
as rédeas da vida e nos tornamos na leoa. Enquanto não chegarmos a isso,
seguirá no papel de vítima.

Entre duas situações que geram estresse, o cérebro sempre buscará aquela que cause
menos estresse. Está o bioshock que causa a doença, o cérebro tenta se afastar a
pessoa de estresse, porque isso é o perigo e depois está a determinação de curar.
Se a determinação é tanto ou mais forte do que o estresse causado pelo choque, o
cérebro poderá soltar com mais facilidade.

Terapia para pessoas que assumiram o papel de vítima:

Pedir à pessoa que faça um dossiê ou pasta de "provas escritas"; que por
escrito, exponga todos os sofrimentos que teve durante toda a sua vida, desde o
mais pequeno até o mais forte e marque essa pasta com o nome: "dossiê"
provas do meu sofrimento". Pode levar o tempo que quiser para fazer isso, o
importante é que esteja segura de que escreveu tudo.

Uma vez que tiver escrito todos os sofrimentos, deve levar o dossiê consigo, na bolsa
o onde quer que vá. Enquanto o leva consigo, deve estar muito consciente de que está sendo
passeando com o dossiê, que esteja ciente de que "enquanto precisar que meu
sufrimento seja reconhecido, vou passear com ele...", ou bem "...aceito que nunca se
vai reconhecer…”, eu solto e me libero.
Quando muito dentro dela puder aceitar que seu sofrimento nunca será reconhecido,
ou quando puder perceber o que aconteceu de maneira diferente, deve queimar o dossiê.
Simbolicamente aceita que não vai continuar mantendo as provas para que seu
o sofrimento seja reconhecido. Desde seu adultó, reconhece à criança que foi,
se reconhece seu sofrimento e se dá o recurso que essa criança precisou em
esse momento.

Página 120
O papel como terapeutas é reconhecer que ali ocorreu uma injustiça e que o
o sofrimento não será reconhecido por quem o causou; no entanto, a pessoa agora
pode decidir se continuar a carregar com seu sofrimento ou não; que compreenda que ela
ela é a única responsável agora por continuar sofrendo ou não.

É colocar a pessoa de volta em contato com seu instinto de sobrevivência, porque


a gacela, quando é atacada pela leoa, se coloca em ação para poder sair, em
poucos segundos vai passar de 0 a 100Km/h, coloca toda a sua energia para sair disso
e a leoa também coloca toda a sua energia porque precisa caçar a gazela para
alimentar seus pequenos. Cada um está em seu lugar e cada um desempenha seu papel a
fundo. Se a pessoa quiser se recolocar no instinto que lhe permitirá sobreviver,
reconectar esta evidência: “Seja o que for que eu tenha vivido, eu tenho o poder de
fazer o que é necessário para poder superá-lo e seguir em frente.

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25. ANEXOS

ANEXO 1

Expressar o Sentir + Encontrar sua Necessidade

O protocolo começa com uma história que explica ao formador o que é para nós
como um pequeno choque e que despertará em nós uma emoção que nos colocará
em contato com todas as situações em que sentimos essa emoção e que
encerram um conflito.

Exemplo:[Link]úva,semfilhos,vivesozinhacomseupequeno
cachorroecomotodososdias,eleolevaparapassearnoiní[Link]
a rua, superrito está à sua esquerda e ela sente o frescor do vento, se sente bem. Sua
[Link],passa
[Link],vêumamanchadesangueenofinaldaguiaháuma
“bola” de pelo, cheia de sangue e o cheiro azedo... nesse momento sente...

O QUE SINTO
Revoltura, cólera, desvalorização, injustiça, culpabilidade, humilhação, liberdade, perigo
solidão, tristeza, raiva, medo, etc.

DETALHÁ-LO EM PALAVRAS PRECISAS


esta professora tem problemas verdadeiros, é uma harpía, uma
desgraçada, uma p***.

NIVEL DE DESGOSTO

Fazer uma estimativa em uma escala de 1 a 10. De um a dez, quão desconfortável você está?

IMPRESSÃO DE...precisões subjetivas

¿Qué edad tienes?¿Dónde estás? ¿Qué está pasando?


Que momento do dia é? (de dia ou de noite?)

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Você está sozinho ou há mais pessoas?

DEFINIR A NECESSIDADE NÃO SATISFEITA

Qual é a sua necessidade nesse momento? O que você gostaria que acontecesse?

Necessidade de ouvir, de ver, de expressar, de ser abraçado, protegido,


compreendido, ouvido, etc.

COMO SATISFAZER ESTA NECESSIDADE HOJE?

Manifestando-a.
Desde o adulto que sou hoje, que já teve e viveu em outras ocasiões a
experiência de ter esse recurso, levamos para a criança, adolescente ou jovem
que viveu a experiência dolorosa.

O QUE É AQUILO QUE NÃO FOI OUVIDO/TRANSMITIDO/COMPREENDIDO?

Definir...Adicionar energia positiva.

NOVO SENTIR + NOVA AVALIAÇÃO

Como você se sente?

NOVA CRENÇA

Qual é a sua nova crença ou ponto de vista sobre aquela situação? Também se
pode avaliar como a pessoa se sente com a nova crença ou percepção
do tema.

Pode-se utilizar um recurso positivo (situação na qual a mesma necessidade


biológica foi satisfeita).

MULTI ANCLAJE SENSORIAL: RECURSOS


Buscar conscientemente uma experiência agradável

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Encontrar conscientemente uma experiência particular precisa, positiva e agradável,
durante a qual você está em contato consigo mesmo, na qual você se sente conectado
contigo mesmo de maneira agradável e tenhas uma opinião positiva de ti. Isto porque
antes de fazer um trabalho de curar situações difíceis, é bom ter recursos,
autoconfiança, coisas positivas e agradáveis. Depois podemos ir curar o
que nos doi. Das experiências boas e agradáveis, escolha uma. Qual? Reviva-a.

Reviver essa experiência


Revivê-la em nosso interior, estando associados à experiência: (não se trata de
observar-se como a vivemos senão de estar dentro da situação). Por exemplo, não é
verso dançando, senão, sentir que você está dançando; não se ver em uma rede, senão estar em
ela. Estar dentro da experiência, associar-se.

O que vejo?
O que eu ouço? Vozes, música...
O que percebo com meu olfato? Pode ser particularmente sensível a certos
aromas, essências, fragrâncias...
Que sabores chegam à minha boca?
O que a minha pele percebe? Sensação particular de calor, frescor, calma, etc.
O que meus pulmões percebem? Uma maneira eventual de respirar, um ritmo
respiratório...

Amplificar e simbolizar este momento - ressentir


Você pode decidir amplificar este momento tão agradável, intensificá-lo ao máximo
possível através do que sentes, ouves, vês e sentes dentro de ti, enquanto a minha voz
te acompanha...
Isso que você sente dentro de você, no fundo de si mesmo:
Se eu fosse...
Uma cor, qual seria? Podemos escolher mais de uma.
Uma paisagem, qual?
Uma palavra, qual?
Uma melodia musical: qual?
Um animal: qual?

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Um prato de comida: qual?
Uma parte do nosso corpo: qual?
Um objeto: qual?
Uma sensação: qual?
Um gesto do seu corpo. Uma postura
Uma palavra que descrevesse o conjunto, seria?

Se a pessoa escolher uma experiência com matizes negativos, é solicitado que a mude.
e escolha outra positiva, verifique sempre.

Sempre garantir que a pessoa está dentro de si mesma: a paisagem, por


exemplo, está nela e não ao seu redor.

Podemos, em cada etapa, intensificar assim como fazer uma representação das etapas
de sua vida ou podemos encontrar essa cor positiva, esse cheiro positivo...
Permitir que venham as lembranças agradáveis associadas a essa cor, cheiro, etc.
Em seguida, continue para a próxima etapa.
Quer dizer, com uma situação que tem sido difícil e à qual se quer levar um
bom recurso.

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ANEXO 2

Exercício da "A Dobradiça"

Objetivo: Poder sentir dentro de cada um, o que é o bio choque. Fazer isso por
casais.

Nós faremos isso em partes até completar o exercício juntando vários.


ejercicios así: 1. La bisagra. 2. Trabajo sobre el resentir. 3. Definir la necesidad no
satisfeita. [Link]ção e retorno ao bem-estar.

Buscar um momento ou experiência desagradável da sua vida.

Sobre a linha do tempo, identifique primeiro o momento em que você se sente bem, ir
avançando até encontrar o instante em que você se sente neutro e depois seguir
avançando até o momento em que aparece o desconforto. Você para aí: instante
encarnado". Sentir no corpo.

Detidos neste instante, é importante ir para frente e para trás para ver
onde você está bem e onde você está mal, e neste ponto o terapeuta pergunta: O que
o que essa criança, essa menina ou essa pessoa precisa naquele momento? (necessidade não

satisfeita).

A este momento se le llama bisagra, hay una necesidad que no puede ser
satisfeita: necessidade de afeto, de projetos, de apoio, de compreensão, de
amor, etc.

Uma vez identificada essa necessidade, trabalha-se sobre o ressentir com o seguinte
exercício que se chama Trabalho sobre o ressentir e libertar-se.

Trabalho sobre o ressentir, livrar-se

Objetivo:

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[Link]çar o centro da biodiana (Re-sentir).

[Link] até a identificação: estou no centro da biodiana e me coloco em


contato com este ressentimento.

[Link]ão + amplificação: o ato de se imergir em seu ressentir implica sua


amplificação. Durante essa amplificação, a pessoa está realmente em contato
com seu ressentimento e aceita penetrar nele.

4. Ubicar o momento preciso do bio shock, o 'Aqui e Agora': a pessoa deve ser
capaz de descrever o que acontece aqui e agora (no momento traumático),
durante a sessão de terapia, quando você estiver dentro de seu ressentir.

Explicação dos passos: Durante a identificação (2. Identificação do ressentir), a


menudo, a pessoa faz um gesto; deve tê-lo presente e pode amplificá-lo (3.
Imersão e amplificação) pedindo à pessoa que repita e o que ela quer
dizer com o mesmo. Por exemplo, se seus punhos se fecham, fazê-lo tomar
consciência do consultante disso e perguntar: o que querem dizer seus punhos?
O que você sente quando empunha suas mãos? E outras perguntas que se
ocorram no momento. Isso pode nos levar ao verdadeiro ressentimento da pessoa.
Enquanto tudo isso acontece, o terapeuta ajuda a pessoa a se concentrar
no “aqui e agora” (4. Aqui e agora) do momento difícil que está trabalhando.

5. Unã
io n
i terna: tomada de conscê
i nca
i : a pessoa começa a cra
i r um víncuo
l entre o
o que acontece para ela aqui e agora (de seu momento ou etapa adulta) e o primeiro
vez que isso mesmo aconteceu em sua história pessoal, ou outra vez em que aconteceu
mesmo. Também percebe que, sem perceber, tem estado automatizada e
atuando de maneira que responde a uma história do passado.

[Link] um recurso: Com a pessoa que somos hoje, encontramos o recurso que
a pessoa precisava no momento difícil.

Página 127
[Link]ÇÃO: O terapeuta au
j da a pessoa a ancorar o recurso pedn
i do que ea
l
coloque uma cor na nova sensação, um som, um cheiro, um sabor (o que encontrar)
mais adequado de várias opções que lhe dê).

Levamos este recurso no momento do choque, entregamos à pessoa daquele


momento, falamos com ele, damos tudo o que ele precisa, vemos o que acontece e quando
ambas pessoas, a de hoje e a do choque estejam bem, com um abraço, integra a que
estava mal e que agora está bem, na de hoje e depois observas a diferença.

Depois do Bio-shock
Antes do conflito
_________________________
++++++++++

Linha do tempo
Eu me sinto bem Eu me sinto Mal, Mal, Mal...

Momento de
A BISAGRA
Recurso

ANEXO 3

Exercício: Repressão das Emoções

Este protocolo é para nos darmos conta de como conseguimos não ouvir
nossas emoções. Esta é uma lista de diferentes comportamentos, se colocar por
casal e cada um deve ler o comportamento e ver se ressoa ou não nele.

[Link] expresso minhas emoções. Digo a mim mesmo que vai passar, que não é nada.

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Faço esporte até o esgotamento para me desabafar, para não pensar em
outras coisas.

3. Eu me entrego de corpo e alma ao trabalho. Trabalho muitas horas.

[Link] ir a certos lugares que me lembram algum drama.

5. Tento me distrair para fugir de uma emoção negativa: cinema, internet, jogos...

6. Durmo mais do que a média normal.

[Link] demais, bebo demais, consumo drogas, tomo medicamentos.

[Link] relações com a família, minhas raízes. Minha família não é importante para mim.

9. Cada vez que sinto que estou amando alguém, corto o relacionamento ou deixo de
frequentar a pessoa.

10. Se eu tiver vontade de chorar, penso que isso é ser fraco ou frágil.

11. Quando sinto um pouco de tristeza, digo a mim mesmo que não tenho direito, pois tenho

muitas coisas que outros não têm.

12. Se eu sentir ou expressar raiva, me sinto uma má pessoa.

13.Não posso dizer que tenho medo porque isso seria mostrar fraqueza.

[Link] vou a festas ou organizo programas constantemente para não estar sozinho/a.

[Link] estou buscando sair com alguém para conversar, para que me contem
coisas, mas eu não conto minhas coisas.

Outros. Quais?

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ANEXO 4

Protocolo de Nascimento

De maneira dissociada, conectar-se ou ir ao momento do nascimento. Para isso, se lhe


peça que se imagine que está em uma sala de cinema e observe todo o seu nascimento na
tela. Assim você pode ver o ressentimento e se conectar com ele.

Se pede ao adulto que vá até a criança, a pegue nos braços, e explique o que aconteceu.
passado, e lolibere do que gravou, lhe dá amor, carinho, ternura, proteção.

A libertação. Quando é acolhida, é explicada e é dada amor, proteção, etc., o


o bebê muda sua percepção e, com isso, sua sensação. É importante estar atento ao
mudanças fisiológicas, perguntar como se sente, o que aconteceu, etc. Se houver uma
sensação desagradável, perguntar como é, que forma tem, cor, tamanho, etc. Isto
é preciso tirá-lo do menino.

Reparação. Quando se retira algo, é necessário substituí-lo. Portanto, pede-se


visualizar algo que a represente ternura e a coloque no corpo do bebê no lugar
de onde tiraram o negativo que havia antes. É importante verificar como o
o bebê recebe a mensagem, porque se não reage ao que se diz, se continua com
mal-estar ou com uma necessidade não satisfeita, é como se nada fosse feito.

Uma vez que a criança se sente bem, o adulto lhe dá todas as permissões. Permissão
de poder agir com energia, entusiasmo, alegria; permissão para se sentir bem com o
género (homem ou mulher) com que nasceu.

Uma vez que o bebê se recuperou, ele está calmo, se sente bem, é solicitado ao adulto que
em um abraço, através de seu peito, o integrou dentro de si. Esta etapa permite a
pessoa recuperar o poder sobre ela mesma. As crianças dependem dos pais, o
um adulto pode voltar a ser criança, curá-la e integrá-la no bem-estar.

Geralmente, a armadilha na qual se pode cair é reparar com os próprios filhos e

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fazer por eles o que gostaria que fizessem por si mesmos. Isso acalma, mas
não é suficiente para curar. Em vez disso, quando curamos o bebê que fomos e que
segue ferido, é quando se conquista o bem-estar, a tranquilidade, a cura.

Este protocolo permite reparar todos os traumas que possam ter ocorrido no
momento do nascimento. Também serve para os "crianças acidente". Recuperar o bebê
e explicar-lhe que percebeu que era um acidente, porque quando chegou ao ventre de
mãe, perceberam como um problema e que por isso, achou que estava incomodando a
todo o mundo. Explica-se que não é isso, assim se apaga o que está impresso, o
devolva aos pais, uma vez que é "sua história" já que no inconsciente deles,
já estava programado que esse ser nascesse, e depois o enche de amor, de ternura, lhe
dá o permissão para viver sua vida, de ser ele mesmo ou ela mesma, dá permissão para ocupar
seu lugar no mundo e de tomá-lo seu...

Na etapa de dar os permissos, é importante re-codificar a mensagem em relação ao


trauma.
No primeiro caso, quando se dissocia a pessoa e lhe pede-se que visualize seu
nascimento em uma tela, era um problema em relação à ação.
No caso de ser um "acidente de criança", a permissão é de ocupar seu lugar, ser ele
mesmo, etc., como mencionado acima.

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ANEXO 5

Terapia Para Crianças “Acidente”

Pedir à pessoa que desenhe em uma folha uma bola de canhão muito pesada, em cima
El hecho de haber nacido representó un problema
para meus pais e eu sou inocente disso. O inconsciente deles e do clã, decidiu
que eu viesse ao mundo.

Nome
FOI UM "ACIDENTE"

O FATO DE TER NASCIDO REPRESENTOU UM


PROBLEMA PARA MEUS PAIS E EU SOU INOCENTE DE
ISTO. O INCONSCIENTE DOS MEUS PAIS E DO CLÃ,
DECIDIRAM QUE EU VIESSE AO MUNDO. EU SOU
INOCENTE

A linguagem do cérebro é uma linguagem simbólica. Quando se explica à pessoa


o que é ser uma criança acidentada, o que isso implicou em sua vida até agora e escreve
este texto, o cérebro sabe do que está falando. O fato de trabalhar a nível
simbólico é muito potente porque trabalha diretamente sobre o cérebro automático.

Uma vez feita essa representação, ele a lerá várias vezes sentindo-a. Pede-se que
repita várias vezes: “EU SOU INOCENTE” observando suas mudanças e reações
fisiológica para ir adaptando o que for necessário, até que integre sua inocência.
Depois, você pode queimar o papel e simplesmente, se sentir que está certo, que
escreva em um lugar onde eu veja, EU SOU INOCENTE POR HAVER VINDO AO MUNDO.
O INCONSCIENTE DOS MEUS PAIS, DO MEU CLÃ E EU, ASSIM DECIDIMOS.

ESCREVO VIVER MINHA VIDA SENDO EU MESMO, SENTINDO-ME VALIOSO, IMPORTANTE E


OCUPANDO O LUGAR QUE ME CORRESPONDE NO MUNDO.

Página 132
ANEXO 6

Exercício: Projeto-Sentido

Antes de começar o exercício, deve-se obter informações sobre os pais


idade
abortos e ocupação no momento da concepção; situação afetiva, estado civil.
Também saber onde vivem (casa própria, alugada, dos avós, etc.).

Coloque o consultor na linha do tempo voltada para o seu passado, na


momento da concepção, diante de seus pais na idade que tinham em
momento da concepção.

É pedido ao consulente que escolha um dos pais para descobrir o


projeto de quem escolheu. Uma vez que o tenha feito, por exemplo, seu
mãe, pede-se que quando estiver pronto, entre nela para falar com ela e
fazer perguntas que ele responderá “sendo ela”.

O terapeuta se dirige pelo nome da pessoa escolhida e pergunta: Fulano


de tal, por que é importante para você hoje, fazer um bebê? Isso se pergunta
várias vezes até que se sinta que encontrou as razões existenciais.

Se em algum momento parece que todas as respostas que ele dá vêm de seu
consciência, pode te dizer: “Dirijo-me ao mais profundo de ti X, ao teu inconsciente, a
tua sabedoria interior, desde o mais profundo de ti: por que é importante para ti hoje,
fazer um bebê?

Depois pergunta sobre a importância de ser menino ou menina (dependendo do)


consultante que temos neste momento). E também várias vezes até que
senta-se que se têm todas as respostas de acordo com o tema ou os temas
que o consultante quer investigar e obter respostas.

Uma vez encontrado o projeto da mãe, pede-se ao consultante que


respire, que volte a ser ele mesmo e se pergunta se tem claros os projetos
que sua mãe lhe deu e o que ele quer fazer com eles. Se o terapeuta perceber que não estão
del todo claros, se los repite todos, tanto os positivos como os que não o são
tanto. Pode haver alguns projetos com os quais a pessoa queira ficar

Página 133
porque lhes parece bom, por exemplo, ser uma boa pessoa, ser inteligente, ser
amorosa, etc.
Se lhe pergunta como sente esses projetos e em que parte do seu corpo os sente.

É solicitado que represente simbolicamente com um objeto, os projetos da


mamãe, depois se coloca na frente dela e diz: “mamãe, obrigada por ter me
transmitido a vida, você não me deu, me transmitiu junto com papai, obrigado.
Eu te reconheço, eu te honro, eu te aceito como a mãe que escolhi, eu te agradeço.
Estes são os projetos que inconscientemente você me entregou, não gosto.
é muito difícil para mim levá-los comigo, hoje eu quero devolvê-los, quero me libertar
de eles e quero fazer meus próprios projetos, eu os devolvo, a você não fazem
nenhum dano, a mim sim”. Ele os entrega e o terapeuta pergunta o que está acontecendo e está

atento a perguntar mais coisas.


Se o consultor diz que se sente mal em devolver os projetos à sua mãe, ele
pergunta o porquê e dizem-lhe que não lhe farão nenhum mal, que ela pode
dizer a ela que pode jogá-los, soltá-los, enterrá-los em algum lugar que não farão
dano a ninguém. Espera que eu faça.

Repita o mesmo processo com o pai.

O consultante se volta para seu futuro e livre desses projetos experimenta


novas sensações, novos recursos; o terapeuta pede que associe isso
bem-estar e essas novas sensações, em cores, música, etc. e os gravei em
seu corpo.

O consultor faz seus novos projetos.

O consultor dá um passo à frente e volta ao mundo com seus novos


recursos, os leva ao seu presente e futuro.

Nascimento Presente Futuro


Padres no
momento de P
a
concepção
M S

Página 134
26. BIBLIOGRAFIA

O corpo como ferramenta de curación. Christian Flèche. Edições Obelisco. Julho


2010

Descodificação biológica. Christian Flèche. Gaia edições. Primeira edição 2011.

Através do guião mental. Herinulfo Londoño Correa.

Material das aulas da Formação em Descodificação Biológica em Barcelona


gravada e transcrita.

Página 135
A quem
oferecem seu
talento
para crescer
e impulsionar
o desenvolvimento de
A BIOREPROGRAMAÇÃO

Obrigado!

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