Secador Rotatório: Prática e Teoria
Secador Rotatório: Prática e Teoria
PRÁTICA nº 4
SECADOR DE ROTATÓRIO
ALUNOS
Benítez Lazo Lilian Stephanie.
López Muñoz José Luis.
Melo Portillo David Enrique.
Paredes Casimiro Marco Antonio.
Salgado Márquez Luis Mario.
Segundo Colín Alexis.
Ruiz Martínez Brian Saúl.
Talavera Sánchez Kevin Misael.
GRUPO: 3IV90
Ing. Roberto Ochoa
24 de outubro de 2016
1
ÍNDICE
Conteúdo
1. OBJETIVOS
2. INTRODUÇÃO..........................................................................................................................4
2.1 SECADOR ROTATÓRIO..................................................................................................................4
2.2 TIPOS DE SECADORES ROTATÓRIOS...........................................................................................10
2.3 APLICAÇÕES DE SECADORES ROTATÓRIOS NA INDÚSTRIA................................................10
2.2 TABULEIROS DE CONTROLE.............................................................................................................11
3. MANUAL DE OPERAÇÃO.........................................................................................................17
4. TABELA DE DADOS EXPERIMENTAIS.........................................................................................19
4.1 GRÁFICA DE TEMPERATURAS CONTRA TEMPO.........................................................................19
5. DIAGRAMA DE PROCESSO..........................................................................................................20
6. CÁLCULOS.................................................................................................................................22
6.1 CARTA PSICOMÉTRICA..............................................................................................................22
6.2 DADOS ADICIONAIS................................................................................................................23
6.3CORRIDA 2...................................................................................................................................24
6.4 CORRIDA 3..................................................................................................................................28
6.5 CORRIDA 4..................................................................................................................................32
6.6 CORRIDA 5
6.7 CORRIDA 6..................................................................................................................................45
6.8 CORRIDA 7
7 TABELA DE RESULTADOS............................................................................................................56
7. OBSERVAÇÕES......................................................................................................................60
8. CONCLUSÕES
9. BIBLIOGRAFIA E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS......................................................................69
1. OBJETIVOS
Nesta prática, será determinado de forma teórica e experimental o tempo de
residência em um secador rotativo operado em fluxo paralelo, assim como a eficiência
2
de secagem e o custo por quilograma de produto. A operação de secagem se
efetua com Tezontle úmido em contato direto com o meio secante (ar
calentado a fogo direto). Determina-se o teor de umidade e as
temperaturas de bulbo seco e úmido do meio ambiente e da corrente
secante (à saída do secador), também se calcula a quantidade de água
evaporada, o volume dos gases de secagem e o calor fornecido pelo gás
usado.
3
2. INTRODUÇÃO
4
Considerações e componentes básicos para o estudo do processo de
transferência de massa e energia no secador rotativo.
Aquecedor.
5
O calor agregado geralmente vem de um combustível fóssil, que pode ser
diesel ou gás natural, ou do vapor gerado em uma caldeira.
Secador
Uma vez no tambor giratório, a mistura passa por um processo diferente do que
ocorre no aquecedor. Durante sua passagem pelo secador, o ar cede energia em
forma de calor para os sólidos, que estão a uma temperatura mais baixa, para produzir a
evaporação da umidade superficial. A massa de água evaporada sai das
partículas devido a uma diferença de pressões parciais de vapor e é arrastada
por a corrente de ar, aumentando sua umidade absoluta e relativa. Aqui o
o intercâmbio líquido de energia é zero, uma vez que a mesma energia que o ar cede
para a evaporação é devolvida a ele na forma de vapor de água. Como
resultado, obtém-se um processo onde a entalpia de entrada do ar é igual a
sua entalpía de saída. As perdas de calor para o ambiente são supostas
desprezíveis apesar de que o casco do secador não necessariamente está
isolado.
6
Em um tambor rotativo ocorre um efeito semelhante. Desde a parte inferior do tambor,
as paletas elevadoras recolhem certa quantidade de material que, a princípio, é
máxima, e depois vai diminuindo à medida que o material cai das paletas
por gravidade. A camada superior de material forma com a horizontal um ângulo que
depende do volume de material presente na palete. Este ângulo é análogo
o ângulo de repouso mencionado anteriormente. No entanto, é chamado de
ângulo dinâmico de repouso devido ao fato de que o referencial (tambor) está em
movimento.
Movimento Longitudinal.
7
comparação entre o calor que cede o ar aos sólidos e o calor transferido
desde o ar até a chapa metálica do tambor, e posteriormente até o
ambiente, você perceberá que a diferença entre um e outro é muito grande. A
A transferência de calor mais importante ocorre entre o ar e o produto úmido.
Portanto, o secador será considerado um meio adiabático. Os secadores
Os rotativos raramente são isolados na parte externa. Embora seja verdade que o
o isolamento contribui para um melhor aproveitamento do recurso energético, ter
um tambor nu ajuda a que a temperatura da chapa metálica não cresça
demasiado, sobre todo na entrada de ar quente. Isso evita o
sobrequecimento, às vezes indesejado, do produto. O isolamento se torna
um elemento importante nos fornos rotativos (que construtivamente são muito
similares aos secadores rotativos), onde a temperatura é mais elevada e a
a perda de calor por radiação para o exterior tem maior influência sobre o
desempenho e a economia da equipe. Aqui se busca o superaquecimento de
os sólidos. A temperatura do ar de secagem em um secador rotativo
geralmente não vai além de 800 K.
Tempo de residência.
8
diminuir a viabilidade econômica de um projeto. O entendimento do
funcionamento de um secador rotatório, permite tomar decisões operacionais
corretas para o bom funcionamento de uma instalação. O tempo de residência
é inversamente proporcional ao aumento da velocidade linear do gás e ao
aumento na velocidade de rotação do secador rotativo. As perdas de
material em um secador, são diretamente proporcionais à velocidade linear do
gás e a velocidade de rotação do secador rotatório.
9
adequado para a operação a temperaturas de até o máximo que pode ser
tolerada pelo metal do cilindro, geralmente 800-1025 K para o aço
inoxidável e 650-700 K para o aço carbono.
10
sistemas de instrumentação que podem ser considerados no design
detalhado.
Tabuleiro metálico:
11
O acabamento desses painéis é determinado pelo acabamento do material e quase não
requer mão de obra.
Especificações elétricas.
12
Os cabos de fornecimento de energia elétrica, os portadores de sinal elétrico e
os cabos de extensão de termopares devem usar dutos para cabos
independentes entre si.
Para sinais de medição ou controle de baixa voltagem, será utilizado cabo dos
condutores número 16 AWG ou multicores. Os condutores de cabo
deverão se fixar convenientemente à estrutura geral do tabuleiro e deverão
arranjar-se de forma tal, que não obstrua o acesso aos instrumentos, nem a
conexões de tubulações de ar.
É bastante comum que um controle automático esteja em manual por um longo tempo,
devido a alguma dificuldade de processo. Portanto, no design para
processos difíceis e complexos, devem receber atenção especial, a facilidade de
acesso aos comutadores de controle manual e dispositivos de desconexão.
13
Em geral, não é uma boa prática amontoar os instrumentos em relação à
localização do equipamento, como são os botões de partida e parada de bombas, em
É uma boa prática montá-los no painel ou em seções separadas.
Vantagens
Não existem inconvenientes quanto ao local de sua instalação, uma vez que todos os
os equipamentos são de ambientes industriais, exceto nas áreas onde possam
existir fugas de gases explosivos.
Desvantagens
14
5. Não são versáteis, somente podem ser utilizados para uma determinada
aplicação.
6. Com o tempo, a sua disponibilidade diminui, devido ao aumento da
probabilidade de falhas.
7. Não é possível, com equipamentos eletromecânicos, sentir sinais de alta
frequência, para isso é necessário o apoio da eletrônica.
8. Em tabuleiros grandes, o consumo de energia é representativo.
9. Não permite uma comunicação direta entre todos os seus componentes, é
necessário fazer várias modificações, adquirindo para isso, equipamentos de
interfaces, elevando desta forma seu custo.
quinze
16
3. MANUAL DE OPERAÇÃO
A. Identificar cada parte do equipamento.
B. Pesar 8kg de tezontle, adicionar água até que a amostra sólida fique
completamente submersa em água, deixar repousar por 5 dias.
C. Tamizar e pesar a quantidade necessária de tezontle úmido, estimar o
diâmetro médio da partícula.
D. Arranque e operação do secador rotatório:
17
[Link] vez que a equipe entrou em regime permanente, inicia-se a
alimentação de tezontle, a alimentação deve ser constante em relação
ao tempo. Uma vez iniciada a alimentação do tezontle, deve-se monitorar:
Tempo de residência.
Temperatura de bulbo úmido e seco da alimentação de ar
cada 3 min.
Temperatura de bulbo úmido e seco de gases de combustão,
humidade e ar na saída a cada 3 min.
RPM do secador.
Temperatura do controlador a cada 3 min após o início da alimentação do
sólido.
18
4. TABELA DE DADOS EXPERIMENTAIS
Temperatura vsTempo
TEM TABLERO Tge Twe Tgs Tws
duzentos
180
160
140
120
100
80
60
40
20
0
0 2 4 6 8 10 12 14 d e z e s s e i 1s 8 20
tempo (MIN)
19
5. DIAGRAMA DE PROCESSO
6. CÁLCULOS
6.1CARTA
Carta psicométrica a 585 mm de Hg para o sistema ar vapor de água PSICOMÉTRICA
0,15
0,14
6.2DADOS
0,13 ADICIONAIS
0.12 6.2.1 Combustível
0,11
0,1
0,09
0,08
0,04
O que diz que o
0,03
tezontle tem um
0,02
0,01
0
0 5 10 15 20 vinte e cinco
30 35 40 45 50 55 60 65
Temperatura °C
diâmetro de partícula que vai de 0,5 mm a 3 mm, o valor de dp será arbitrariamente de 2000 mm, o que equivale a 2
mm
6.3CORRIDA 2.
Dados de operação
O poder calorífico do gás propano foi calculado a partir do poder calorífico do propano e do butano.
1.- Massa de tezontle vermelho seco e massa de tezontle úmido
Eu
Wi= x60
θ
7,867kg
Oi= min ( 60 )=25,8405 kg/h
18.2667
Sra.
Ws=
θ
7,296kg
Ws= min ( 60 )=23,965kg/ h
18,2667
Para calcular um aproximado de quanto tezontle se secou nos 3 minutos de operação, recorrer-se-á ao seguinte:
Nós=−Wi−Ws
kg23.965kg
Nós=25.8405− =1,8755kg/h
h h
Para o ambiente, tg1= 22 °C, tw1 =16 °C; com tw1=16 °C obteve-se Pw1=13.7023 mmHg, assim:
PAwi dezoito
YAwi= ×
Patm−PAwi29
13,7023 mmHg
YAw1= ∗0,622=0,01492
585−13,7023 mmHg
0,227(
YAi=YAwi− tgi−twi )
λsat
0,227
Y A1=0,01496− ( 22−16=0,01239
)
539,56
72,31 mmHg
YAw2= ∗0,622=0,08774
585−72,3197mmHg
0,227
YA2=0,08774− ( 163−45) =0,03809
539,56
Nós
Wa=
Ya2−Ya1
kg
Wa=
1.8755
h ( )
=72.972
kg
0,03809−0,01239 h
Wa
G=
A
kg
G=
72.972
( h ) =mil quatrocentos
kg
e sessenta e três vírgula zero setenta e um
0,04987m² hm2
0,23L βLG
θ= ±
SN0,9D F
Os dados são:
L= 1,877m
S=0,085 m/m
N= 2,4 rpm
G=240.2854 kg/hm2
0,252 m
Wi
F=
A
kg
F=
25,8405
h ( )
=518.096
kg
0,04976m2 hm2
β=5 ¿
0,23∗1.877 0,1118∗1.877∗1463,071
θ= + =8,54 minutos
0,9
0,085∗2.4 0,252 518.096
1YA2RT2
V=
( 29 + 18 )( P ) Wa
0,08251 ( 163+273 )
( )
1 0,0381 kg m3
V=
( 29
+
18 ) 585 (
72.972
h )=125.471
h
760
kg
Wg=
0,58∗(17 )∗( 60 )∗2.01
( m3 )=1.177 kg
1000 h
Qg=Wg∗PC
kg kcal kcal
Qg=1.177∗11000 =13.080,2
h kg h
Qs=WsCps ( tf−ti )
kg kcal
Qs=23.965
( )
h
∗0,162
kg° C
( 92−20) =279.1784 mil c al/h
Qa=WaCpa ( tg2−tg1 )
kg kcal
Qa=72.972∗0,24 ( 163−22°C=2469..3732kcalh
)
h kg° C
Cálculo de entalpias.
Olá=0,45tg
( )+5399,53∗yai
0.0122
kcal
Hamb=0,45 ( 22 )+5399,53∗0,0122=16.5055
kg
kcal
Hv=667.9325 dadas as condições que estão, seleio como um vapor superaquecido
kg
Qw=Nós(Hv−Hamb)
kg( kcal
Qw=1.8755 667.9325−16,5055)=12321,7513
h h
Qs+Qa+Qw
ƞ= ∗100
Qg
279.1784+2469..3732+1221.7513
ƞ= ∗100=30,66%
12948,594
Qw
ƞ=
Qs+Qa+Qw
1221,7513
ƞ= =30,77%
279.1784+2469..3732+1221.7513
6.4 CORRIDA 3
2. Quantidade de água evaporada.
Este cálculo é realizado a partir das determinações de umidade do tezontle antes e depois da secagem.
M
w eu= eu(60)
θ0
7,867 kg Kgdetezontlealimentado
w eu= ( 60=25.9923
)
18.16min rh
M
w s= s(60)
θ0
w e =w i−w s= ( 25.9923−24.1057
)
Kg detezontle
rh
=1,8866
KgH O evaporada
2
rh
ts °C t °C Ps (mmHg) Kcal
λ( )
Kg
Entrada 16 22 13.6436 quinhentos e oitenta e oito mil seiscentos e cinquenta e sete
saída 45 163 71.9609 572.166
Ps
( )( )
18
Y S=
29 585−Ps
18 13,6436mmHg KgH2 O
Y S1=
( )(
29 585−13,6436mmHg )=0,01482
Kgaire
Umidade absoluta do ar
YS∗λ S−0,24(t−t s )
Y=
λ S +0,45(t−t s )
KgH2O
Y 1=
( 0,01482
Kg de ar )(
∗ 588.657
Kcal
Kg )
−0,24 ( 22−16 ) ° C
=0,01231
KgH2O
Kcal Kg de ar seco
quinhentos e oitenta
+0,45∗e( 22−16
oito mil) °seiscentos
C e cinquenta e sete
Kg
KgH2 O
Y 2=
( 0,08706
Kg ar )(
∗ 572.166
Kcal
Kg )
−0.24 163−45
( )°C
=0.03437
KgH2O
Kcal Kgaire seco
572.166 +0,45∗( 163−45 ) ° C
Kg
we
w 2=w 1=w a=
Y 2−Y 1
KgH2 O evaporada
1.8866
hr Kg ar
w 2=w 1=w a= =85.5213
Kg H2 O hr
(0,03437−0,01231)
Kg ar seco
4. massa velocidade do ar.
w2
G=
A
D=25,2cm=0,252m
r =12,6 cm=0,126m
A=π∗¿
Kg de ar
85.5213
rh Kg de ar
G= 2
=1717.3 2
0,0498m hr m de seção transversal
5. tempo de residência.
weu
F=
A
Kg detezontle alimentado
25.9923
rh Kg detezontle
F= 2
=521.934 2
0,0498m hr m dissecção transversal
0,23∗L β∗L∗G
θ= − (1,97)
0,9
S∗N ∗D F
β=5∗(D p )−0,5
β=5∗ ( 2000µm−0,5
) =0,1118µm
Onde está o ar
θ=
0,23∗1,877m
−
∗(1,877m)∗(1717,3
( 0.1118µm ) 2
hr m de seção transversal
)
(1,97)
m 0,9 Kg detezontle
0,085∗ 2,4r
( .p.m∗(0,252)
) 521.934
m 2
hr m de seção transversal
θ=7,805min
1 Y 2R∗T 2
V 2=
( +
29 18 P)( )∗w 2
m3
V 2=144.702
rh
L g∗17∗60∗ρg
wg=
1000
gr
L=58%
g ρ ;=2.01
g
L
gr
(0,58)∗17∗60∗(2,01)
L Kg
wg= =1.1891
1000 rh
Q g=w g ( P. C . )
Kcal
P.C.=11000
Kg
Kg Kcal Kcal
(
Q g= 1.1891
rh )
∗11000
Kg
=13080.1
rh
Q S =w s∗Cp s (t f −t e u )
Q a=wa∗Cpa (t 2−t a)
Kg de ar Kcal Kcal
Q a=85.5213 ∗0.2418 ( 163−22°C=2915,75
)
RH Kg°C hr
Q w =we∗(H v −H a)
KgH2O evaporada
Q w =1.8866 ∗(H v −H a )
rh
KJ Kcal
∗0,239
Kg Kg Kcal
H v =2760,79 =659.829
KJ Kg
1
Kg
KJ Kc al
∗0,239
Kg Kg Kcal
H a=92.282 =22.055
KJ Kg
1
Kg
eficiência térmica.
QS +Qa +Q w
η T= (100)
Qg
281,17+2915.75+1203,22(
η T= 100=33,64%
)
13080,1
Qw
η s= (100)
Q S +Q a +Q w
1203,22
η s= ( 100 ) =27,34%
281,17+2915,75+1203,22
6.5 CORRIDA 4
Este cálculo é realizado a partir das determinações de umidade da brita antes e depois da secagem, utilizando
as seguintes equações:
M
W e u = eu(60)
θo
7,867Kg 60min
W eu= X =25,84 kg/rh
18,267min 1 hora
M
Ws= s(60)
θo
7,296Kg 60min
Ws = X =23,9645Kg/rh
18.267min 1 hora
We=Wi−Ws
Kg Kg
We=26.2233 -24,32 =1,8755 kg/rh
rh rh
Ysλ s−0,24(t−t s )
Y=
λ s +0,45(t−t s )
t s16 °C
Ps
( )( )
18
Ys=
29 585−P s
De tabelas se lê Ps @ 16°C = 13.64172 mmHg1