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Qualidade da Água para Consumo Humano

Tratamento de águas

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2025

CURSO DE LICENCIATURA EM ENGENHARIA


HIDRÁULICA

Tratamento de Água para o Consumo EH246

Aula 3 Capítulo II
Parte II QUALIDADE DA ÁGUA
tópicos.
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█ PARÂMETROS DE QUALIDADE
█ ÁGUA POTÁVEL
█ ENFERMIDADES DE VEICULAÇÃO HÍDRICA
Docentes
Edelino Guilherme Foquiço [Link]: efoquico@[Link] Contacto: +258 84 167 4177
CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
i
Clique aqui para ver a bibliografia
ÍNDICE i
Subcapítulo Página
2.21. Água para o consumo humano 2
2.22. Parâmetros de qualidade 4
2.33. Parâmetros físicos 6
2.24. Parâmetros químicos 7
2.25. Parâmetros biológicos 8
2.26. Normas aplicáveis à aferição da qualidade da água 11
2.27. Água potável 12
2.28. Enfermidades de veiculação hídrica 14
2.29. Formas de transmissão de enfermidades 20
2.30. Colecta de amostras de água 24

Tratamento de Água para o Consumo 1


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA

ÁGUA PARA O CONSUMO HUMANO


• A água para o consumo humano refere-se
àquela que apresenta qualidade comprovada
e adequada ao seu uso
• O uso ou consumo refere-se ao destino dado
à água nos vários pontos de uso final
• O uso final da água está relacionado com
todas as actividades quotidianas que
representam consumo de água

Tratamento de Água para o Consumo i 2


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ÁGUA PARA O CONSUMO HUMANO

• No ponto de uso final, a água deve garantir:


❑ Saúde humana
❑ Segurança dos equipamentos
❑ Controlo de proliferação de enfermidades
• São exemplos de uso final:
❑ Ingestão
❑ Asseio pessoal
❑ Limpeza de vias públicas
❑ Irrigação
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Tratamento de Água para o Consumo i 3


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ÁGUA PARA O CONSUMO HUMANO

PARÂMETROS DE QUALIDADE
• Parâmetros de qualidade são constituídos de
substâncias e micro-organismos que as suas
concentrações na água devem ser
controladas de modo que não sejam
prejudiciais à saúde
• Podem ser divididos em:
❑ Físicos
❑ Químicos
❑ Microbiológicos
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Tratamento de Água para o Consumo i 4


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ÁGUA PARA O CONSUMO HUMANO. PARÂMETROS DE QUALIDADE

• A definição dos parâmetros de qualidade e


os respectivos valores limites, depende dos
objetivos das análises ou do fim a que se
destina essa água
• Os limites representam os padrões dos
parâmetros de potabilidade e devem ser
observados com vista preservar a saúde
• Ou seja, padrões de potabilidade
correspondem aos valores limites dos
parâmetros de potabilidade

Tratamento de Água para o Consumo i 5


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ÁGUA PARA O CONSUMO HUMANO. PARÂMETROS DE QUALIDADE

PARÂMETROS FÍSICOS
• Também denominados parâmetros de
aceitação, estão grandemente associados a
rejeição ou aceitação da água:
• A rejeição da água pode ter consequência
directa sobre a saúde da população servida
e a entidade prestadora do serviço
• São exemplos: cor, turbidez, ferro,
manganês, dureza, sabor, odor, cloreto,
surfactantes
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Tratamento de Água para o Consumo i 6


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ÁGUA PARA O CONSUMO HUMANO. PARÂMETROS DE QUALIDADE

PARÂMETROS QUÍMICOS
• Os parâmetros químicos estão associados
com a possibilidade de ocorrência de
doenças quando as concentrações de
determinadas substâncias na água são
elevadas
• São estabelecidos os valores limites das
substâncias mais importantes sobre a saúde
• São exemplos: arsénio, mercúrio, cianeto,
trihalomenatos total, chumbo, nitratos
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Tratamento de Água para o Consumo i 7


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ÁGUA PARA O CONSUMO HUMANO. PARÂMETROS DE QUALIDADE

PARÂMETROS BIOLÓGICOS
• Os parâmetros biológicos referem-se
exclusivamente a presença de
microrganismos patogénicos na água
• Comumente, é feita a quantificação de
micro-organismos de determinados grupos
• São exemplos: Escherichia coli, coliformes
termotolerantes, coliformes totais
• Na Tabela 2.1 estão indicadas as aplicações
mais comuns destes parâmetros
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Tratamento de Água para o Consumo i 8


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ENFERMIDADES DE VEICULAÇÃO HÍDRICA

Tabela 2.1. Utilidade dos parâmetros biológicos em SAA


Organismo indicador Aplicação mais comum
Estação potabilizadora,
Coliformes totais sistemas de distribuição de
água
Coliformes Sistemas de distribuição de
termotolerantes água
Fontes naturais de água,
sistemas de distribuição de
Escherichia coli
água (incluindo os pontos de
consumo)

Tratamento de Água para o Consumo i 9


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ÁGUA PARA O CONSUMO HUMANO. PARÂMETROS DE QUALIDADE. PARÂMETROS BIOLÓGICOS

• Para fontes naturais de água (incluindo


poços individuais), principalmente em países
tropicais:
❑ O grupo dos coliformes totais não é um
bom indicador
❑ Os coliformes termotolerantes podem ser
considerados até certo ponto, mas
também não apresentam muita
confiabilidade
❑ A Escherichia coli é o mais válido para
fontes naturais
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Tratamento de Água para o Consumo i 10


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ÁGUA PARA O CONSUMO HUMANO. PARÂMETROS DE QUALIDADE

NORMAS APLICÁVEIS
• A aferição da qualidade da água é feita com
base em leis, decretos, regulamentos ou
especificações
• Podem ser utilizados instrumentos dos
seguintes organismos:
❑ Ministério da Saúde (MISAU) - RQACH
❑ Organização Mundial de Saúde (OMS)
• Esses instrumentos fixam os valores limites
dos parâmetros de potabilidade
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Tratamento de Água para o Consumo i 11


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ÁGUA PARA O CONSUMO HUMANO

POTABILIDADE
• Naturalmente, a água apresenta-se com
substâncias em suspensão e no estado
dissolvido
• As substâncias são incorporadas na água
devido à capacidade solvente da mesma,
enquanto que a preferência como um
habitat, é explicada pelas suas propriedades
• Essas substâncias e a capacidade de
suportar vidas, atribuem à água,
características físicas, químicas e biológicas
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Tratamento de Água para o Consumo i 12


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ÁGUA PARA O CONSUMO HUMANO. POTABILIDADE

• Nas condições das suas características


naturais, a água é considerada bruta e,
comumente, apresenta características que
inviabilizam seu uso directo
• É água tratada aquela que foi submetida a
algum processo de correcção dos valores de
um ou mais parâmetros com vista a um uso
específico
• É água potável aquela que apresenta os
valores de todos os parâmetros de
potabilidade dentro de limites inofensivos à
saúde humana
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Tratamento de Água para o Consumo i 13


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA

ENFERMIDADES DE VEICULAÇÃO HÍDRICA


• Para compreender as formas de transmissão
e os riscos associados às enfermidades pela
utilização de água, é de grande importância
possuir noções sobre a capacidade solvente
e a microbiologia da água
• Com essas noções, os gestores de sistemas
de abastecimento de água podem tomar
melhores decisões com vista garantir a
qualidade da água distribuída e por
conseguinte, a saúde da população
i

Tratamento de Água para o Consumo i 14


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ENFERMIDADES DE VEICULAÇÃO HÍDRICA

• As enfermidades de origem hídrica são


resultantes da falta de água ou consumo de
água não potável
• A capacidade da água ser fonte de
enfermidades, é função dos agentes
contaminantes da mesma
• Os contaminantes podem ser de origem:
❑ Orgânica
❑ Inorgânica

Tratamento de Água para o Consumo i 15


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ENFERMIDADES DE VEICULAÇÃO HÍDRICA

• Em função do agente causador, as


enfermidades podem ter como causas:
1. Organismos patogénicos
▪ Estão associados à ocorrência de
doenças, geralmente, de rápido período
de incubação e rápida propagação
2. Substâncias químicas
▪ Estão associadas às doenças crónicas,
com maior incidência sobre a população
adulta
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Tratamento de Água para o Consumo i 16


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ENFERMIDADES DE VEICULAÇÃO HÍDRICA

• Quanto aos aspectos microbiológicos, de


acordo com a forma como é contraída a
enfermidade, podem ser destacados quatro
(4) grupos de enfermidades:
Grupo I. Devido a falta de água
Grupo II. Devido a organismos aquáticos
contaminados
Grupo III. Devido aos vectores
Grupo IV. Devido a presença de patógenos
• A Tabela 2.2 apresenta exemplos de doenças
relacionadas com agentes patogénicos
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Tratamento de Água para o Consumo i 17


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ENFERMIDADES DE VEICULAÇÃO HÍDRICA

Tabela 2.2. Tipos de enfermidades e agentes causadores


Enfermidade Patógenos
Origem bacteriana
Febre tifóide e paratifóide Salmonella typhi
Salmonella parathyphi A e B
Disenteria bacilar Shigella sp
Cólera Vibrio cholerae
Gastroenterites agudas e Escherichia coli enterotóxica
diarréias Campylobacter
Yersínia enterocolítica
Salmonella sp
Shigella sp

Tratamento de Água para o Consumo i 18


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ENFERMIDADES DE VEICULAÇÃO HÍDRICA

Tabela 2.2. Tipos de enfermidades e agentes causadores


Enfermidade Patógenos
Origem viral
Hepatite A e B Vírus da hepatite A e B
Poliomielite Vírus da poliomielite
Gastroenterites agudas e Vírus Norwalk
crônicas Rotavirus
Enterovirus
Adenovirus
Origem parasitária
Disenteria amebiana Entamoeba histolytica
Giárdia lâmblia
Gastroenterites Cryptosporidium
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CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ENFERMIDADES DE VEICULAÇÃO HÍDRICA

FORMAS DE TRANSMISSÃO
• As enfermidades de veiculação hídrica
podem ser contraídas pelas seguintes vias:
❑ Ingestão de água contaminada
❑ Contacto da pele/mucosas com água
contaminada
❑ Insectos que se desenvolvem na água

Tratamento de Água para o Consumo i 20


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ENFERMIDADES DE VEICULAÇÃO HÍDRICA. FORMAS DE TRANSMISSÃO

• Quanto às substâncias químicas, as


enfermidades surgem como consequência do
consumo em doses excessivas
• Dependendo da quantidade ingerida
diariamente, as consequências podem
manifestar-se imediatamente ou após um
longo período de ingestão contínua
• As regras de análise de substâncias
químicas diferem-se da análise biológica
• A Tabela 2.3 apresenta exemplos de doenças
relacionadas com substâncias químicas
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Tratamento de Água para o Consumo i 21


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ENFERMIDADES DE VEICULAÇÃO HÍDRICA. FORMAS DE TRANSMISSÃO

Tabela 2.3. Enfermidades e substâncias causadoras


Enfermidade Agente químico
Origem em substâncias inorgânicas
Lesões no fígado; disfunções renais; afecta o
Mercúrio
sistema nervoso central
Retardo no desenvolvimento físico e mental de
crianças; problemas de rins e elevação de
Chumbo
pressão em adultos; interferência no
metabolismo da vitamina D
Metemoglobinemia (síndrome dos bebês azuis) Nitratos e nitritos
Origem em substâncias orgânicas
Efeitos neurotóxicos; deterioração da função
Acrilamida
reprodutiva
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CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
ENFERMIDADES DE VEICULAÇÃO HÍDRICA. FORMAS DE TRANSMISSÃO

• São exemplos de prácticas que podem


contribuir para o surgimento e transmissão
de enfermidades de veiculação hídrica:
❑ Intermitência do abastecimento
❑ Uso da água de poços individuais
❑ Abastecimento por caminhões
❑ Armazenamento da água por períodos
longos
❑ Cruzamento da rede de distribuição com
a rede de drenagem
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CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA

COLECTA DE AMOSTRAS DE ÁGUA


• As características da água são variáveis ao
longo do seu percurso desde da captação
até ao último usuário, por isso, é importante
a existência de um plano de amostragem
• A amostragem deve ser feita de modo que
as amostras colectadas sejam
representativas e válidas após sua análise
no laboratório
• Sobre a quantidade e frequência das
amostras, pode ser consultado o RQACH
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CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
COLECTA DE AMOSTRAS DE ÁGUA

• Tendo em conta as propriedades da água, a


amostragem tem grande importância na
práctica do abastecimento de água pela
capacidade de:
❑ Avaliar o risco associado ao uso de água
contaminada
❑ Permitir a correção de um problema de
contaminação identificado
❑ Permitir a correção dos problemas
operacionais geradores da anomalia

Tratamento de Água para o Consumo i 25


CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
COLECTA DE AMOSTRAS DE ÁGUA

REPRESENTATIVIDADE
• A representatividade permite obter uma
informação fiável sobre a qualidade de água
em um determinado sector do sistema de
abastecimento
• Para garantir a representatividade de uma
amostra, faz-se necessário:
❑ Definir o local da amostragem
❑ Definir a periodicidade de colecta
❑ Definir o horário de colecta
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CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
COLECTA DE AMOSTRAS DE ÁGUA. REPRESENTATIVIDADE

LOCAL DA AMOSTRAGEM
• O local de amostragem é definido segundo
os objectivos da colecta de amostras
• Em função dos objectivos, as amostras são
colectadas:
❑ Na fonte de captação de água
❑ No sistema de abastecimento de água:
saída da estação potabilizadora (ETA),
nos reservatórios, em sectores da rede
criteriosamente seleccionados
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CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
COLECTA DE AMOSTRAS DE ÁGUA. REPRESENTATIVIDADE

PERIODICIDADE DE COLECTA
• Normalmente, as informações sobre a
qualidade de água estão relacionadas a um
período (horário, diário, semanal ou mensal)
• A periodicidade deve ser estabelecida tendo
em conta a variabilidade das características
da água ao longo do tempo e aspectos de
custo-benefício
• Os resultados das análises laboratoriais
devem reproduzir a variação temporal e
espacial da qualidade da água
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CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
COLECTA DE AMOSTRAS DE ÁGUA

VALIDADE DA AMOSTRA
• Os resultados das análises só são válidos se
as amostras forem réplicas das
características físicas, químicas e biológicas
da água no local ou ponto de colecta
• Para garantir a validade dos resultados das
análises laboratoriais da amostra, deve haver
rigor:
❑ Na colecta
❑ No transporte
❑ Na conservação
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CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
COLECTA DE AMOSTRAS DE ÁGUA. VALIDADE DA AMOSTRA

COLECTA
• Na colecta das amostras, torna-se
importante cumprir as seguintes regras:
❑ Colocação de etiquetas de identificação
no frasco de colecta
❑ Incluir uma ficha de campo sobre a
amostra
❑ Seguir, correctamente, os procedimentos
prévios antes do processo de colecta (em
função dos objectivos)
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CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA
COLECTA DE AMOSTRAS DE ÁGUA. VALIDADE DA AMOSTRA

• Na ficha de campo sobre a amostra, deve-se


incluir:
❑ Nome da fonte (ou ponto) de colecta de
água
❑ Local da colecta
❑ Data e hora da colecta
❑ Tipo de conservação da amostra
❑ Condições climáticas
❑ Finalidade da amostra
❑ Nome do colector
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CAPÍTULO II. QUALIDADE DA ÁGUA

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. Heller, Léo e Pádua, Válter Lúcio de. Abastecimento de Água para o Consumo
Humano. Belo Horizonte. Editora UFMG. 2ª edição revista e actualizada. 2010.
2. Florençano, José Carlos S. Saneamento Básico – Sistemas de Tratamento e
Distribuição de Água. 2ª edição revista. 2011.
3. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Boas práticas no
abastecimento de água : procedimentos para a minimização de riscos à saúde
/Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde. – Brasília: Ministério
da Saúde, 2006. 252 p. – (Série A. Normas e Manuais Técnicos). ISBN 85-334-
1243-6.

Fim da Aula 3.
Próxima Aula: Aula 4
o Parâmetros do projecto de uma ETA(P)
Capítulo III o População do projecto
o Caudal do projecto
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Tratamento de Água para o Consumo i 32

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