UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
Reitor – Antonio Claudio Lucas da Nóbrega
Vice-Reitor – Fábio Passos
Centro de Artes UFF
Superintendente - Leonardo Guelman
Assistente da Superintendência - Izaura Mariano
Coordenador de Artes - Pedro Gradella
Coordenador de Música - Leonardo Simões
Chefe da Divisão de Música Sinfônica - Alexandre Mangeon
Gerência de Comunicação - Nathália Mendonça
Gerência Administrativa - Vera Galvão
ORQUESTRA SINFÔNICA NACIONAL UFF
Comissão Artística - 2025/2026:
Luiz Lima, Ana Cristina Werneck e Ronildo Alves
Equipe Administrativa e de Produção - Alexandre Mangeon,
Kristina Augustin e Simone Coelho
Grupo de Mídias - Luiz Felipe Ferreira e Isabelle Menegasse
Inspetor - Alexandre Castro Silva
Arquivo musical - Ivan Paparguerius
Montagem - Carlos Henrique Loiola da Silva e Jorge Julio
Iluminação - Kadu Moura e Raphael Grampola
Sonorização - Anderson Leite, Hilneti Vargas e Leonardo Souza
Design Gráfico - Maxini Matos
PRÓXIMOS CONCERTOS
09 DE AGOSTO 19 DE AGOSTO 24 DE AGOSTO
Sábado 19h Terça 19h Domingo 10h30
Cine Arte UFF Teatro da UFF Cine Arte UFF
OSN UFF Quarteto de Cordas OSN UFF
Uma Noite Sinfônica da UFF Mendelssohn
Ludwig van BEETHOVEN Modernistas em diálogo: Max Bruch
Ferdinand DAVID Stephan KONCZ - Alice Mary Smith
Antonín Dvořák VILLA-LOBOS Regente Vilane Trindade
Regente - Marcelo Falcão
RAVEL Solistas Luis Felipe (viola) e
Solista - Eliseu Santos
(trombone) César Bonan (clarinete)
Realização Apoio
Academia Brasileira de Música
80 Anos
Em 2025, a Academia Brasileira de Música celebra oito
décadas de dedicação ininterrupta à valorização, preservação
e difusão da música brasileira de concerto. Fundada em 1945
por Heitor Villa-Lobos, a ABM consolidou-se como uma das
mais importantes instituições culturais do país, reunindo
nomes fundamentais da história da música brasileira e
atuando como guardiã de um legado.
Orquestra Sinfônica Nacional UFF
Hoje, a Orquestra Sinfônica Nacional da UFF, com sua sólida
história dedicada à formação de público, difusão de 1º Violino: Ana de Oliveira (spalla), Luisa de Castro (spalla), Ivan Scheinvar (spalla),
repertórios brasileiros e atuação junto à comunidade, tem a Monique Cabral (concertino), Taís Soares (concertino), Thiago J. da Costa
honra de prestar tributo à trajetória da ABM. Ao reunir obras (concertino), Álvaro Teixeira, Anderson Pequeno, Carlos André Weidt,
Gisele Sampaio, Leonardo Fantini, Luiz Felipe Ferreira, Renata Athayde
de dois compositores e duas compositoras que integram o ◆ 2º Violino: Luiz Henrique Lima (líder de naipe), Holly Katz (líder de naipe),
quadro da ABM, este concerto reafirma o compromisso Keeyth Vianna (concertino), Yuri Reis (concertino), Aysllany Edifrance,
mútuo com a preservação da memória, o estímulo à criação e Daniel Andrade, Deivison Branco, Juliana Fernandes, Priscila Araújo, Ruben de
Oliveira, Sônia Nogueira* ◆ Viola: Daniel Prazeres (líder de naipe), Carlos Eduardo
a escuta plural da música brasileira de concerto. Tavares (líder de naipe), Carlos Henrique Fernandes (concertino), Diego da Silva
(concertino), Fernando Thebaldi (concertino), Reneide Simões, Stoyan Gomide,
Dinorá de Carvalho (1904-1980), pioneira entre as Tina Werneck ◆ Violoncelo: Janaína Salles (líder de naipe), Daniel Silva
compositoras brasileiras e primeira mulher a ingressar na (líder de naipe), Bruno Valente (concertino), Thaís Ferreira (concertino),
Gabriela Sepúlveda, Ronildo Alves, Hudson Lima ◆ Contrabaixo: Raul d’Oliveira
ABM, expressa em sua vibrante Abertura: Noite de São Paulo (líder de naipe), Cláudio Alves (líder de naipe), Lise Bastos (concertino),
a energia urbana e a modernidade da metrópole paulista. A Damu Shiva, Gael Lhoumeau, Natália Terra ◆ Flauta: Rubem Schuenck (líder de
obra foi composta em 1936, originalmente para a peça teatral naipe), Helder Teixeira, Paula Martins, Rômulo Barbosa ◆ Oboé: Jeferson Nery de
Figueiredo, Moises Ávila Maciel ◆ Corne inglês: Juliana Bravim**
Noite de São Paulo e posteriormente transcrita como ◆ Clarineta: Cesar Bonan (líder de naipe), Anderson Alves, Tiago Teixeira
“abertura” para formação orquestral sinfônica. ◆ Fagote: Jeferson Souza (líder de naipe), Marcos Campos, Cosme José Marques
◆ Trompa: Dayanderson Dantas (líder de naipe), Geraldo Alves, Marco Villas Boas,
Isabelle Menegasse, Raphael Resende ◆ Trompete: Flávio Melo (líder de naipe),
Alda Oliveira (1945) educadora, pesquisadora e compositora,
Elias Vicentino, Delton Braga, Nelson Oliveira ◆ Trombone: Ezequiel Alexandre
apresenta na Bahianas de 1979, um olhar sensível sobre a (líder de naipe), Eliseu de Assis, Misael de Oliveira, Leandro Dantas
presença feminina na cultura afro baiana, por meio de ritmos, ◆ Tuba: Carlos Vega (líder de naipe) ◆ Piano: Tatiana Dumas**
cores e sonoridades tradicionais reelaboradas em linguagem ◆ Percussão: Paulo Bogado (líder de naipe), André Santos, Nirailton Nascimento,
Rafaela Calvet, Sergio Naidin, Eliézer Alves**
orquestral. A obra para oito instrumentos teve sua estreia mundial ◆ Harpa: Vanja Ferreira* (líder de naipe).
na III Bienal de Música Brasileira Contemporânea em 17/10/1979.
* músico em licença
** músico convidado
01 06
Mario Ficarelli (1935-2014), compositor ligado à renovação
estética da música brasileira no século XX, cria na obra
Transfigurationis, de 2008, densas atmosferas sonoras e sutis
processos de transformação, em linguagem contemporânea
e altamente expressiva.
Hekel Tavares (1896-1969), conhecido por unir a técnica
acadêmica à música popular, propõe no Concerto para violino e
orquestra (em formas brasileiras), Op. 107 nº 4, de 1961, uma
síntese de gêneros brasileiros com a forma clássica, revelando um
lirismo profundamente enraizado nas tradições nacionais. Este
Alessandro Borgomanero concerto teve estreia mundial e primeira gravação em 1962 pela
Orquestra Sinfônica Nacional, com Oscar Borgerth no violino solo.
Solista
Nascido em Roma, é Mestre pela Universität Mozarteum Salzburg na Celebremos juntos os 80 anos de existência da ABM, seus
classe do violinista Ruggiero Ricci. Em 2002, realizou a primeira execução compositores e a música brasileira.
brasileira do Concerto nº 2 para violino de Schostakovich, em Curitiba. No
ano de 2005, apresentou-se como solista com a Orquestra de Câmara do
Kremlin, em dois concertos no auditório do Kremlin, em Moscou. Em
Deivison Branco
2009, fez a estreia mundial do concerto para violino de Jaime Zenamon, Comissão Artística OSN UFF 2025/26
com a Orquestra Sinfônica do Paraná e, no ano de 2015, foi convidado
para estreiar o concerto para violino, saxofone e orquestra de Helene
Rasquier, no Carnegie Hall de Nova Iorque, com a New York Sinfonietta.
PROGRAMA
Em duo com violino e piano e como integrante do Mozarteum Quartett
obteve elogios do público e da crítica especializada em tournées por Dinorá de Carvalho (1904–1980)
diferentes países como Áustria, Escócia, Inglaterra, França, Holanda, Abertura: Noite de São Paulo (1936)
Portugal, Japão, Rússia, Austrália, Estados Unidos dentre outros.
Apresentou-se em salas de concerto importantes como no Grosses Alda Oliveira (1945)
Festspielhaus, em Salzburg, Musikverein de Viena, Palao de la Musica de Bahianas (1979)
Barcelona, no Tivoli, em Copenhague, Alte Oper de Frankfurt, na Casals I – Mula-sem-cabeça
Hall, em Tóquio, no Teatro Olímpico de Roma e no Teatro Colón em II – Anhangá
Buenos Aires. Gravou programas para rádio e televisão, como a BBC de III – Cosme-Damião
Edimburgo, NHK de Tóquio, ORF de Salzburg e para a RAI Italiana. Gravou
vários CDs pelos selos Kreuzberg Records (Alemanha), Nami Records Mario Ficarelli (1935–2014)
(Japão) e Classic Sound (Áustria). Transfigurationis (2008)
Vive em Goiânia desde 1997 onde é professor de violino na Universidade Hekel Tavares (1896–1969)
Federal de Goiás. Foi o regente titular da Orquestra de Câmara Goyazes Concerto para violino e orquestra (em formas brasileiras),
(2003/07), apresentando-se em cerca de 90 concertos por vários estados Op. 107 nº 4 (1961)
brasileiros. Desde 2012, está à frente da Orquestra Filarmônica de Goiás. I – Modinha
Recebeu o título de Comendador da Ordem do Mérito Anhanguera, II – Louvação
outorgado pelo Governo do Estado de Goiás. III – Ponteio
05 02
Marcelo Falcão
Regente
É bacharel em Musicologia e História da Arte pela Universidade
Humboldt (Berlim) e mestre em regência orquestral pela Royal
Welsh College of Music and Drama, em Cardiff, onde concluiu seus
estudos com mérito. É maestro assistente da Orquestra Sinfônica de
Santo André e dirige, como regente convidado, a Orquestra
Sinfônica Nacional da UFF e a Orquestra Sinfônica do Theatro São
Pedro, onde é o diretor musical da série Cine São Pedro desde 2023.
Realizou a direção musical e regência da primeira “Mostra de
Cinema do Theatro São Pedro: Brasil-Alemanha” (2025) com a
orquestra do teatro, em parceria com a Cinemateca Brasileira e o
Instituto Goethe. No mesmo teatro, realizou o trabalho de pesquisa e
restauração da trilha original do filme Caiçara de 1950, composta por
Francisco Mignone. Após mais de 70 anos, o público desfrutou do
filme com a trilha sonora realizada pela orquestra, ao vivo.
Na Alemanha, foi fundador e regente titular da Babylon Orchester, a
orquestra residente no lendário cinema Babylon, em Berlim. Dirigiu
mais de uma centena de apresentações de cine-concertos,
apresentando clássicos como Metropolis e Nosferatu, entre outros,
além da premiere alemã do filme restaurado Novo Babylon, com
música original de Shostakovich. Participou do Taschenopern
Festival de Salzburg, regendo a ópera “O Beijo”, de Wolfgang
Mitterer, onde trabalhou com membros do Schönberg Ensemble e
Neue Vocalsolisten Stuttgart.
Foi regente no Ateliê Contemporâneo em São Paulo, onde
apresentou performances de Pierrot Lunaire, de Schönberg, em
português e estreou obras de compositores brasileiros. Regeu
orquestras como Nacional da Rússia, Nacional Filarmônica da
Geórgia, Argovia Philharmonic, Berlin Sinfonietta, MÀV Budapest
Orchestra, Orquestra Jovem de São Petersburgo e grupos de música
contemporânea como o Divertimento Ensemble, na Itália e
Ensemble NAMES, Salzburg. Obteve o segundo lugar no concurso
internacional de regência de orquestra da Ópera de Baugé (França)
e foi semifinalista na competição de regência de música moderna e
contemporânea na Città di Brescia, na Itália.
03 04