0% acharam este documento útil (0 voto)
6 visualizações13 páginas

Brasil e BRICS: Papel Estratégico Global

Enviado por

GLEISON DA SILVA
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
6 visualizações13 páginas

Brasil e BRICS: Papel Estratégico Global

Enviado por

GLEISON DA SILVA
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

JHEID - BRASIL

A importância do Brasil no BRICS reside em seu


papel como ator influente no grupo e na
promoção do desenvolvimento econômico e
social global, especialmente no contexto do Sul
Global. A participação brasileira no bloco é
estratégica para o fortalecimento do comércio, a
atração de investimentos e o aumento da
influência do país nas decisões econômicas e
políticas mundiais, além de servir como
plataforma para a cooperação em áreas como
saúde, clima e tecnologia.
Rússia - Wilian

O papel da Rússia no BRICS tem sido o de promover


uma ordem mundial multipolar e menos dependente
de centros de poder ocidentais, buscando fortalecer a
cooperação entre os membros em áreas como
finanças, economia e política, além de reforçar seu
próprio papel no cenário internacional ao demonstrar
que não está isolada, especialmente após as sanções
ocidentais.

A Rússia defende a construção de um sistema de relações


internacionais multipolar, onde nenhum centro de poder
domine, e a lei e a cooperação, em vez do poder militar,
prevaleçam. O principal produto exportado pela Rússia
são combustíveis minerais e óleos, incluindo petróleo
bruto, petróleo refinado e gás natural, que
representam uma parte significativa da sua receita de
exportação. Outros produtos importantes incluem
metais (como alumínio, ouro e paládio), fertilizantes e
produtos agrícolas (como o trigo).
WILIAN - ÍNDIA
O papel da Índia no BRICS é o de uma
potência econômica ascendente com
grande potencial de crescimento, que
busca fortalecer sua posição na
governança global e garantir sua
autonomia estratégica. O país
desempenha um papel ativo na cooperação
em temas de desenvolvimento sustentável,
saúde, direitos humanos e segurança, ao
mesmo tempo em que mantém um
relacionamento estratégico com os Estados
Unidos, o que a diferencia de outros
membros do bloco como a China e a
Rússia.
YURI - CHINA
A China, maior economia do BRICS e segunda do
mundo, é líder em tecnologia, exportações e
infraestrutura, desempenhando papel central no
fortalecimento do bloco. Governada pelo Partido
Comunista, combina economia socialista de mercado
com forte inovação em áreas como Huawei e Alibaba.
No BRICS, impulsiona o comércio, lidera iniciativas
como o Novo Banco de Desenvolvimento e a Belt and
Road Initiative, além de defender uma ordem
multipolar e maior representação dos países em
desenvolvimento. Sua atuação em investimentos,
tecnologia e multilateralismo torna-se essencial para o
crescimento e a influência global do grupo.
Gabriela - África Do Sul
A África do Sul exerce papel estratégico no
BRICS ao representar o continente africano,
garantindo maior legitimidade, diversidade e
simbolismo ao grupo como expressão do “Sul
Global”. Com economia industrializada,
baseada na mineração, agricultura, serviços e
produção vinícola, e marcada por grande
diversidade cultural e linguística, o país se
consolida como uma ponte entre os BRICS e
as demais nações africanas. Essa posição
permite ampliar investimentos, comércio e
cooperação em infraestrutura no continente,
ao mesmo tempo em que reforça a defesa de
uma ordem mundial multipolar e mais
inclusiva.
Guilherme - Argentina
A Argentina pode ajudar o BRICS ao fortalecer sua
presença na América do Sul, sendo que seis de suas
províncias têm os países do bloco como principais
parceiros comerciais. O bloco representa cerca de 30%
das exportações argentinas, mostrando sua
importância econômica. A adesão abriria
oportunidades para investimentos, ampliação de
mercados e geração de empregos. Além disso, a
Argentina vê o BRICS como uma forma de diversificar
suas relações internacionais, reduzindo a dependência
dos Estados Unidos e do FMI. A cooperação com
China e Rússia fortalece sua autonomia estratégica. O
acesso ao Novo Banco de Desenvolvimento facilitaria
investimentos em infraestrutura e superação da crise
econômica.
Dérik - Egito
O Egito passou a integrar o BRICS em 2024,
fortalecendo o bloco com sua localização estratégica
entre a África, Ásia e Europa, além de controlar o
Canal de Suez — uma das rotas comerciais mais
importantes do mundo. O país tem grande influência
política no mundo árabe e africano, contribuindo para
a expansão geopolítica do grupo. Com uma economia
em desenvolvimento, rica em gás natural, petróleo e
um mercado interno com mais de 100 milhões de
pessoas, o Egito oferece potencial de crescimento e
novas oportunidades de cooperação Sul-Sul. Sua
entrada reforça o objetivo do BRICS de promover uma
ordem internacional mais equilibrada e menos
dependente do Ocidente.
Emirados Árabes Unidos - Stefani
Os Emirados Árabes Unidos (EAU) são
importantes para os BRICS devido à sua posição
estratégica no comércio global e à sua forte
economia baseada no petróleo, gás e em setores
como tecnologia e finanças. Como hub
comercial entre o Oriente Médio, Ásia e Europa,
os EAU oferecem oportunidades de investimento
e parcerias econômicas. Sua crescente
influência no mercado global torna-os um aliado
valioso para os países do BRICS, que buscam
ampliar suas redes comerciais e fortalecer suas
economias.
Irã -
O Irã tem grande importância para os BRICS por
sua localização estratégica no Oriente Médio e
pelo controle do Estreito de Ormuz, rota vital do
comércio mundial de petróleo. Com vastas
reservas de petróleo e gás, torna-se peça central
para a segurança energética de países como
China e Índia. Além disso, sua adesão fortalece o
bloco na busca por uma ordem mundial
multipolar, reduzindo a dependência do dólar e
ampliando a presença geopolítica frente aos EUA
e à União Europeia, ainda que sofra pressões e
sanções econômicas que desafiam sua plena
integração.
Etiópia -
A Etiópia é importante para os BRICS por
representar a inserção da África no bloco e
reforçar a dimensão global e multipolar da
organização. Com rápido crescimento
econômico nas últimas décadas e uma
posição estratégica no Chifre da África,
próxima ao Mar Vermelho e ao Golfo de Áden,
o país é corredor essencial para rotas
comerciais internacionais. Além disso, sua
entrada amplia a voz do continente africano
em debates globais, fortalece a integração
Sul-Sul e abre espaço para investimentos em
infraestrutura, agricultura e energia, apesar
dos desafios internos de instabilidade política
e conflitos regionais.
Arábia Saudita -
A Arábia Saudita é estratégica para os BRICS
por ser um dos maiores produtores e
exportadores de petróleo do mundo, além de
exercer influência central na OPEP e no mercado
energético global. Sua adesão reforça a
segurança energética do bloco, amplia o alcance
geopolítico no Oriente Médio e fortalece
iniciativas para reduzir a dependência do dólar
no comércio de petróleo e gás. Ao mesmo
tempo, abre novas possibilidades de cooperação
em tecnologia, infraestrutura e investimentos,
consolidando os BRICS como ator fundamental
na disputa pela multipolaridade econômica e
política mundial.

Você também pode gostar