Controladores FACTS em Sistemas Elétricos
Controladores FACTS em Sistemas Elétricos
Por
FEVEREIRO, 2005
Escalante Cárdenas, Sergio León
Aspectos técnicos e econômicos da utilização dos
controladores FACTS na operação dos sistemas de energia elétrica
/ Sergio León Escalante Cárdenas. – São Luís, 2005.
CDU 621.315
ASPECTOS TÉCNICOS E ECONÔMICOS DA
UTILIZAÇÃO DOS CONTROLADORES
FACTS NA OPERAÇÃO DOS SISTEMAS DE
ENERGIA ELÉTRICA
MESTRADO
Curso de Pós-Graduação
em Engenharia de Eletricidade da
Aos meus pais Adolfo Luís Escalante Paredes e Victoria Nelly Cárdenas Sonco, pela
criação, o incentivo, o exemplo de determinação e todo o apoio no decorrer deste
caminho. A eles minha eterna gratidão.
Ao Prof. Dr. Vicente Leonardo Paucar Casas pela orientação, amizade, a paciência, o
apoio, as críticas e sugestões no desenvolvimento desta dissertação, muito obrigado.
A Marcos Rider Flores, Manfred Bedriñana Arones, Osvaldo Silva de Sousa Jr.e
Ricardo Ataíde pela amizade e fundamental apoio na etapa final deste trabalho.
A meus colegas de Curso, especialmente para Miriam, Juan, Jorge, Carlos, Yuri,
Juan Carlos e Zócimo, e a meus colegas do laboratório: Jorge Henrique, Irlandino,
Clissianne e Cleia.
This work presents the economical and technical aspects of FACTS (flexible ac
transmission systems) controllers in steady-state operation of electric power systems
(EPS). There Controllers are used in EPS to increase the power transfer limit in the
transmission lines and to improve the electromechanical and voltage stability. The
models considered in this research are: SVC, TCSC, STATCOM, SSSC and UPFC. The
modeling of HVDC link including a commutation capacitor for converter (CCC) is also
presented. A Newton-Raphson power flow computer program was implemented in
order to assess the steady-state operation of FACTS Controllers. On the other hand, for
economic assessment of FACTS application, an optimal power flow (OPF) based on
interior point method was implemented and prospectively an OPF using genetic
algorithms has been proposed. The studied FACTS Controllers were applied to the
IEEE 30 bus and IEEE 118 bus test systems, and a configuration of a real power system
regarding to the Brazilian National Interconnected System (SIN) represented with 2256
buses. The analysis of the results obtained from the tests indicates that the operation of a
EPS with FACTS is more flexible and presents advantages, such as: lines power
transfer increase, possibility of power flow reversal in the lines, a better voltage control
in remote buses and operation costs lowering, keeping operation restrictions and fixing
both, bus voltages and transmission line power flows.
SUMÁRIO
1. INTRODUÇÃO ........................................................................................................... 1
2.1 Introdução........................................................................................................... 8
x
2.3 Controladores FACTS ...................................................................................... 19
xi
4. ASPECTOS TÉCNICOS E ECONÔMICOS DA UTILIZAÇÃO DOS
CONTROLADORES FACTS NA OPERAÇÃO DOS SISTEMAS DE ENERGIA
ELÉTRICA ................................................................................................................ 95
4.1 Introdução......................................................................................................... 95
permanente........................................................................................................ 95
5.2 Resultados com o sistema IEEE de 118 barras e IEEE de 30 barras.................. 104
5.2.1 Análise técnica do IEEE – 118 (52 geradores e 118 barras) .............. 105
6. CONCLUSÕES.......................................................................................................... 124
xii
6.2 Trabalhos Futuros ........................................................................................... 127
xiii
B.1 Nomenclatura.................................................................................................. 156
xiv
B.3.5 Dados dos transformadores:................................................................ 172
xv
LISTA DE TABELAS
Tabela 5.3 - Valores equivalentes das susceptâncias dos SVC’s num controle remoto......106
Tabela 5.6 - Fluxo de potência controlado por TCSC em linhas paralelas .........................107
Tabela 5.7 - Fluxo de potência controlado pelo TCSC em varias linhas ............................108
Tabela 5.9 - Fluxos de potência e tensão controlados pelo UPFC (fluxos com a mesma
direção do caso base).....................................................................................................110
Tabela 5.10 - Fluxos de potência e tensão controladas pelo UPFC (direção inversa ao
caso base).......................................................................................................................110
Tabela 5.14 - Fluxo de potência e tensão controlada pelo HVDC-link (mesma direção
do caso base)..................................................................................................................113
xvi
Tabela 5.15 - Fluxo de potência e tensão controlada pelo HVDC-link (direção inversa
ao caso base)..................................................................................................................114
Tabela 5.18 - Estado final com os controladores FACTS para o sistema IEEE30................122
Tabela 5.19 - Estado final com os controladores FACTS para o sistema IEEE118..............122
Tabela 5.20 - Estado final com os controladores FACTS para o sistema BR2256. ..............123
xvii
LISTA DE FIGURAS
Figura 2.2 - Representação da equação 2.2, dos parâmetros elétricos numa linha de
transmissão ac [MATH02]. .............................................................................................10
Figura 2.6 - IPFC, Conexão de dois Controladores FACTS série com enlace. ....................25
Figura 2.7 - Conexão shunt – série, com enlace de ser o UPFC. ..........................................25
Figura 2.8 - GUPFC, Conexão de um VSC shunt com dois o mais em conexão série,
generalização de vários UPFC.........................................................................................27
Figura 2.9 - Princípios básicos dos conversores de fontes de tensão. a) Válvula para
um conversor de fonte de tensão. b) Função básica do VSC. c) Operação de uma
simples válvula. ...............................................................................................................29
xviii
Figura 3.6 - Susceptância em função do ângulo de disparo. .................................................44
Figura 3.11 - a) SVC como uma suceptância variável. b) SVC para um controle local,
controle de tensão na barra k. ..........................................................................................49
Figura 3.12 - Utilização do SVC para um controle remoto (tensão da barra m a ser
controlada pelo SVC instalado na barra k). .....................................................................51
Figura 3.13 - Circuito básico do capacitor série controlado por tiristores - TCSC.................52
Figura 3.18 - TCSC como uma Reatância variável, a) conectada entre as barras k e m.
b) TCSC conectada em um SEE para controle de potência Pkm......................................57
Figura 3.24 - Intercâmbio de potência ativa e reativa entre o SSSC e o sistema ac,
mostrando os diferentes modos de operação. ..................................................................68
xix
Figura 3.25 - a) Modelo simplificado. b) Modelo como fonte de tensão ajustável (Vvr e
θvr variável). c) SSSC em um sistema de potência, para controle da potência................69
Figura 3.30 - UPFC, a) Modelos com VSC conectados ao sistema ac por meio de
transformadores, em shunt e em série. ...........................................................................75
Figura 3.37 - Graetz bridge circuit (circuito de ponte de Graetz) [PADI99] ..........................88
xx
Figura 4.4 - Cromossomo não convencional dos Pais e filhos, utilização de números
reais em seus genes..........................................................................................................99
Figura 5.2 - Evolução das tensões dos geradores por geração. ...........................................116
Figura 5.3 - Evolução das tensões e potências dos geradores por geração. ........................117
xxi
ABREVIATURAS E SÍMBOLOS
ac alternating-current
AG Algoritmos genéticos
dc direct-current
FC Fix capacitor.
xxii
FPO – AG Fluxo de potencia ótimo a base de algoritmos genéticos
SR Saturated reactor
xxiii
SSSC Static synchronous series compensator
xxiv
Capítulo 1
1. INTRODUÇÃO
1.1 Generalidades
1
1.2 Uma visão dos mercados elétricos
A típica estrutura vertical do sistema de energia elétrica está mudando para uma
estrutura horizontal em que a geração, transmissão e distribuição da energia elétrica são
consideradas como setores separados. Entre as novas propostas, considera-se que a
geração é competitiva, enquanto a transmissão tende a ser um monopólio regulado. No
caso do sistema brasileiro, novas instituições como a ANEEL (Agência Nacional de
Energia Elétrica), ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico), CCEE
(Comercialização de Comercio de Energia Elétrica), anteriormente MAE (Mercado
Atacadista de Energia), entre outras, constituem parte das evidências do processo de
mudanças no seu setor elétrico iniciado em 1995. Nesse contexto, em que a eletricidade
é considerada um bem que pode ser comercializado em um mercado, é que surgem os
mercados elétricos competitivos [ILIC98].
2
Mercado Elétrico Brasileiro
3
controlado por tiristores (TCBR - thyristor controlled braking resistor), controlador de
potência entre fases (IPC - interphase power controller), capacitor em série comutado
por tiristores ou mecanicamente chaveado (TSSC/MSSC - thyristor/mechanically
switched series capacitor), elo de corrente contínua de alta tensão (HVDC - high
voltage direct current). Além deles, considera-se que os dispositivos a seguir não são
estritamente Controladores FACTS: transformador defasador (PST - phase shifting
transformer), capacitor comutado mecanicamente (MSC - mechanically-switched
capacitor), capacitor em série (SC - series capacitor), compensador estático convertível
(CSC - convertible static compensator). [HING00], [CIGRE00], [PAUC04]
4
melhoria na capacidade de transferência de energia e um controle de potência ativa,
potência reativa e controle de tensão. Baseado neste conceito, apresenta-se uma
formulação matemática dos Controladores FACTS, para estudos em regime
permanente, para o cálculo do beneficio técnico e econômico para um sistema dentro de
um mercado elétrico. Uma avaliação de curto ou longo termo da conveniência dos
FACTS em um SEE pode ser feito tendo os FACTS modelados para sistemas de
potência.
1.4 Objetivo
5
4) Aprofundar no conhecimento e desenvolvimento de técnicas de análise em
regime permanente e dinâmico dos Controladores FACTS.
6
fase de planejamento, é necessário uma estimativa do investimento econômico, e se é ou
não conveniente instalar FATCS ou nova linha de transmissão, para que possam
competir em um mercado elétrico no futuro.
7
Capítulo 2
2. POTÊNCIA REATIVA E OS
CONTROLADORES FACTS EM
SISTEMAS DE ENERGIA ELÉTRICA
Figura 2 - OCULTAR (PINTAR DE BRANCO)
Tabela 2 - OCULTAR (PINTAR DE BRANCO)
2.1 Introdução
À medida que os SEE crescem, trazem problemas para manter as tensões dentro
dos limites (problemas de controle de tensão). Isso ocorre geralmente em países de
grandes áreas tais como EUA, os países europeus e o Brasil, já que os centros de
geração se encontram distanciados dos centros de consumo. Por isso tem-se a utilização
de linhas longas que tem incidência nas capacidades da transmissão e no aumento das
perdas. Quando não há uma boa compensação de potência reativa, têm-se problemas nas
tensões do sistema, tornando a operação dos SEE mais complicada e comprometendo a
qualidade do serviço e o comportamento estático e dinâmico do sistema. Informações
dos Operadores (de alguns SEE da América do Sul) indicam que para manter os níveis
de tensão dentro dos limites, os mesmos são obrigados a operar fora do despacho
econômico. É preciso que usinas térmicas mais próximas aos consumidores operem,
apesar de contar com suficiente geração hidráulica. [RIDE02].
8
2.2 Potência reativa
p = vi (2.1)
V max I max
p= ⋅ [cos φ + cos(2ωt − φ )]
2 Equation Chapter 2 Section 2
= VI cos φ ⋅ (1 + cos 2ωt ) + VI senφ ⋅ sen2ωt
P, Q
I
S
I* Q
Z∠φ V∠0° φ
Vs
φ P V
I
(a) (b)
9
O primeiro termo da equação 2.2 tem valor médio e valor de pico VI*cosφ. Este valor
médio é a potência ativa P. O segundo termo tem valor médio igual a zero, mas tem
valor de pico VI*senφ sendo a potência reativa Q. Fasorialmente, tem-se a equação 2.3 e
a Figura 2.1 (b). Na Figura 2.2 apresenta a equação 2.2 graficamente.
∗
S = V ⋅ I = P + j Q = VI cos φ + jVI senφ (2.3)
Figura 2.2 - Representação da equação 2.2, dos parâmetros elétricos numa linha de
transmissão ac [MATH02].
10
Dispositivos eletromagnéticos armazenam energia em seu campo magnético,
atrasam a corrente, fazendo positivo o valor de Q, sendo referidos como consumidores
de potência reativa. Dispositivos eletrostáticos armazenam energia em seus campos
elétricos, adiantam a corrente, fazendo negativo o valor de Q, sendo referidos como
fornecedores de potência reativa. [MATH02].
11
das linhas de transmissão longas gera uma injeção de potência reativa positiva. Já a falta
de potência reativa exigida pelas cargas, estáticas ou dinâmicas, etc., gera uma injeção
de potência reativa negativa.
12
Tabela 2.1 - Requerimentos de potência reativa para a compensação com diversos fatores de
potência
1.00 0.000
0.95 0.312
0.90 0.436
0.80 0.600
0.60 0.800
0.40 0.917
0.00 1.000
13
O SEE conta com uma variedade de compensadores de potência reativa, sendo
que estes compensadores podem ser estáticos, ou síncronos. Compensação passiva é
somente um indutor ou um capacitor fixo; ou seja, este não varia mesmo que mude a
corrente ou tensão, o qual não se tem controle.
Já a compensação ativa varia de acordo com o sistema para manter uma das
características elétricas da linha de transmissão em variação, tais como a reatância ou a
resistência, e assim poder controlar a potência ativa e/ou reativa e/ou a tensão de um
barramento.
Item Descrição
14
[ACHA02]. Já na tabela 2.4 se apresenta uma comparação entre compensadores de
potência reativa. [MATH02].
15
Tabela 2.4 - Comparação de diferentes compensadores de potência reativa [MATH02]
16
17th) filtro;
6 Limitação de sobre tensão Muito bom Muito bom: limitado Moderado; Nenhum.
Capacidade de sobrecarga por correção da
pendente capacitor
7 Inércia de rotação Sim Não Não. Não. Não. Não
8 Sensitividade para desvio Sim Não Não. Não. Não. Não
de freqüência
9 Perdas Moderado Moderado: Meio: incrementa Pouco: incrementa Pouco: dependente Pouco
incrementa com a com a atrasar da com a atrasar da da configuração
atrasar da corrente corrente. corrente.
10 Conexão com alta tensão Não S.R.: não. TCR: não. Não. Não TCR: não;
F.C.: sim. TSC, FC: sim. MSC: sim
11 Energização Lento Rápido e direto; Rápido com ação de Rápido com ação Rápido com ação Rápido com ação
alguns transitórios. controle; mínimos de controle; alguns de controle; de controle;
transitórios. transitórios. alguns transitórios alguns transitórios
16
2.2.3 Melhoria do sistema de transmissão
• Aumento do nível de tensão. Por exemplo, de 230 para 345 kV, a razão
nominal da linha seria incrementada até 150%, usando o mesmo condutor. Isto
leva a uma atualização das subestações pelo nível de tensão, assim como do
sistema de proteção;
17
Os Controladores FACTS tem um impacto favorável para o sistema de
transmissão, pois eles permitem uma transferência de potência confiável com maior
capacidade e flexibilidade de ação rápida no controle do fluxo de potência. Sendo que
as linhas de transmissão pelo geral operam próximas aos seus limites de tensão e/ou
limites de estabilidade e abaixo dos seus limites térmicos [FARA04].
18
2.3 Controladores FACTS
19
- Controladores combinados série-shunt. Podia ser uma combinação de
controladores série e shunt separados, os quais são controlados de forma coordenada. A
princípio, os controladores combinados série-shunt injetam corrente e tensão dentro do
sistema.
Estes elementos dos controladores vão injetar tensão na linha (parte série) e/ou
corrente (parte shunt) de forma independente, conseguindo controlar a potência ativa e
reativa. Quando os controladores são unificados, podem ter um intercâmbio de potência
ativa entre os controladores via o enlace de potência.
Este item apresenta as definições dos Controladores FACTS dados pelo IEEE
em conjunto com o CIGRE. Os Controladores FACTS estudados nesta dissertação terão
um maior detalhamento no capítulo 3. Na Figura 2.3 se mostra a configuração de
controlador shunt.
FACTS
Shunt
20
Static Syncronous Compensator (SSC ou STATCOM): um gerador síncrono
estático operando como um compensador estático var em conexão shunt, sendo que a
saída da corrente, capacitiva ou indutiva, pode ser controlada de forma independente da
tensão do sistema ac. Na Figura 2.4 se amostra o STATCOM com fontes de tensão, de
corrente e acoplado com um armazenador de energia.
+ -
+ -
Interface
Armazém de
Energia
(a) (b)
21
Static Var Generator or Absorber (SVG): Um dispositivo, equipamento
elétrico estático, ou um sistema capaz de extrair corrente capacitiva e/ou indutiva
controlada de um sistema de potência e através disso controlar os níveis de geração/
absorção de potência reativa. Geralmente considerado para consistir de conectores
shunt, reator controlado por tiristores e/ou capacitor controlado por tiristores.
22
2.3.3 Controladores de conexão série
Neste item as definições dos FACTS em conexão série, na Figura 2.5 se amostra
a configuração de Controlador FACTS em conexão série.
FACTS
Serie
23
Thyristor Controlled Series Reactor (TCSR): Um compensador reativo
indutivo consistindo de um reator série, em paralelo com um reator controlado por
tiristores, resultando numa reatância indutiva serie variável.
24
e
FACTS
Serie
Enlace dc
FACTS
Serie
Figura 2.6 - IPFC, Conexão de dois Controladores FACTS série com enlace.
e
FACTS
Série
i
Enlace dc
FACTS
Shunt
25
impedância do ramo, usando chaveamento mecânico ou eletrônico. Em caso particular
onde a impedância indutiva e capacitiva formam um par conjugado, cada terminal do
IPC é uma fonte de corrente passível dependente da tensão no outro terminal.
26
se fosse um UPFC multi terminal [MWIN00]. Este seria mais econômico com relação a
aquisição de dois, três ou mais UPFC. Na Figura 2.8 se amostra a conexão do GUPFC.
Enlace dc e
FACT
S
FACT
S
i
Enlace dc
Enlace dc FACT
S
Figura 2.8 - GUPFC, Conexão de um VSC shunt com dois o mais em conexão série,
generalização de vários UPFC.
27
2.4 Controladores FACTS a base de fontes conversoras
28
Dispositivo
Diodo
Turn-off
(a)
Lado dc id
Potência ativa
e Reativa ac
Potência id Lado ac
ativa dc id
(b)
1’
ia
id A
1
vd va
(c)
Figura 2.9 - Princípios básicos dos conversores de fontes de tensão. a) Válvula para um
conversor de fonte de tensão. b) Função básica do VSC. c) Operação de uma simples válvula.
29
Da Figura 2.9 (c), assumindo a tensão Vd constante suportada pelo capacitor,
positivo no anodo do dispositivo turn-off, quando o dispositivo 1 encontra-se ligado
(turn-on), o terminal positivo dc está conectado ao terminal ac, A, e a tensão ac é +Vd.
Se o fluxo de corrente vai de +Vd a A, pelo diodo, o fluxo de potência terá a direção de
dc a ac, (trabalhando como inversor), quando o fluxo de corrente é de A a +Vd por meio
do diodo, (trabalha como retificador). Logo se pode ver que a combinação de um
dispositivo turn-off com um diodo dá a capacidade para o VSC trabalhar como
retificador e como inversor, resultando um fluxo bidirecional.
Indica-se também que o fluxo da corrente no lado dc pode ter uma das duas
direções assim como a potência dc pode com o sistema dc conectado. Na interface com
o sistema dc, é preciso contar com um indutor série, podendo ser uma indutância série
e/ou um transformador, para assegurar que o capacitor dc não esteja em curto circuito e
descarregue rapidamente dentro de uma carga capacitiva como a linha de
transmissão.[HING00].
+Vd/2
1 1’ 3 3’ 5 5’
Vd
N
4 4’ 6 6’ 2 2’
-Vd/2
30
Todos os conversores produzem distorção harmônica; por isso é necessário
colocar filtros nos terminais ac. Os transformadores conectados às válvulas devem
contar com ângulo de defasagem entre eles (Tabela 2.5). Se a defasagem dos
transformadores para o conversor de 6 pulsos é 60 º (um pode estar a -30º e o outro a
+30º), para o de 12 pulsos (dois de 6 pulsos) a defasagem é de 30º (um de -15º e o outro
a +15º), o de 48 pulsos ou dois de 24 pulsos, terá uma defasagem de 7.5 º ou um dos
dois de 24 pulsos em -3.75º e o outro em +3.75º.
Tabela 2.5 - Características gerais dos conversores de fontes de tensão de acordo ao numero
pulsos (válvulas).
Grupos de
Defase de Geração de FACTS com
Conversor Pontes de 6
transformadores Harmônicos Filtros em ac
pulsos
06 pulsos 1 ± 30.00 º 6n ±1 É necessário
12 pulsos 2 ± 15.00 º 12n ±1 Sem
24 pulsos 4 ± 7.50 º 24n ±1 Sem
48 pulsos 8 ± 3.75 º 48n ±1 Não é necessário
31
O conversor a base de diodo é simplesmente um conversor de tensão ac a tensão
dc, que utiliza o sistema de tenção ac para a comutação da corrente dc de uma válvula a
outra. Neste conversor não se tem um controle, já que só converte de potência ac a
potência dc, consumindo potência reativa na conversão.
Uma vantagem dos conversores com dispositivos turn-off é que eles oferecem
maior flexibilidade incluindo o modo de operação de modulação de largura de pulso
(PWM).
id
Potência
ou
Ativa
Potência ou ou vd Potência
dc ou Reativa
32
id Potência Ativa
e Reativa
Potência
vd
dc
Filtros e
Capacitores
id Potência Potência
Ativa Reativa
Potência
vd
dc
Filtros e
Capacitores
id Potência Potência
Ativa Reativa
Potência
dc vd
Capacitores Filtros
Lado dc id
Potência ativa
Potência e Reativa ac
id Lado ac
ativa dc id
33
2.5 Elos de corrente continua ou HVDC – link
Enlace Monopolar: Esse tipo de enlace dc somente conta com um condutor que
geralmente é de polaridade negativa, utilizando a terra ou mar para o retorno da
corrente. Figura 3.32 (a).
Enlace Bipolar: Esse tipo possui dois condutores, no qual um é para a polaridade
positiva e outro para polaridade negativa. Seus terminais da linha possuem conversores
para cada condutor de igual razão de tensão em série, sobre o lado dc. As uniões dos
conversores (ponto neutro) são conectadas a terra. Esta é a configuração comum para o
HVDC. Figura 3.32 (b).
34
VdId = Pd
Pd= -VdId
ac ac
+ ou – Vd
(a)
+ ou – Vd
ac ac
- ou – Vd
(b)
– Vd
ac ac
– Vd
(c)
Conversor 1 ID Conversor 2
ac ac
(d)
35
O modelo padrão (benchmark), ou referência, é dado pelo CIGRE-HVDC em
[SZEC91], sendo um dos primeiros modelos utilizados para análise de estabilidade ou
análise em estado dinâmico. Para estudos em regime permanente, não é necessário o
filtro e a compensação adicional, sendo um caso particular do modelo anterior.
36
Capítulo 3
O SVC foi desenvolvido nos princípios dos anos 70, para o controle de tensão
em pontos da rede com cargas especiais, tipo fornos de arco elétrico. Um compensador
estático de potência reativa pode ser composto por um, ou pelo conjunto dos seguintes
equipamentos, podendo ter capacitor fixo (FC) em paralelo: [KUND94]
37
- Reator chaveado por tiristores (TSR).
O reator saturado não é modelado é por isso que não se detalha Na Figura 3.1 se
mostra o reator saturado.
Barra Compensada
a alta tensão
Transformador
de Potência Transformador
Redutor
Capacitor em série
com filtro
Barra Compensada
a meia tensão
Reator
saturado
Capacitor Shunt
Capacitor com
correção de pendente
Filtro
Amortecedor
38
É abordada, a modelagem do SVC com seus respectivos limites máximos e
mínimos de suceptância variável [AMBR00], ou de ângulo de disparo variável, de
acordo com o modelo apresentado.
Barra de AT Barra de AT
compensada compensada
Barra de MT Barra de MT
compensada compensada
XL XC
(a) (b)
39
a) Modelo do TCR:
ITCR
Th1
Th2
VTCR
Vs
+
XL VL
-
vs (t ) = Vsen (ω t ) (3.1)
40
Da Figura, 3.3
di
L − vs (t ) = 0 (3.2)
dt
1
L∫
i (t ) = vs (t )dt + C (3.3)
V
i (t ) = − cos ω t + C (3.4)
ωL
V
i (t ) = − (cos α − cos ωt ) (3.5)
ωL
Nas Figuras 3.4 e 3.5 mostram-se a tensão da reatância do TCR assim como a
tensão e corrente do TCR, para uma variação de ângulo de disparo de 100º e outra de
150º. De acordo com o ângulo de disparo, pode ter o intervalo da tensão, Equação 3.6
assim como da corrente, Equação 3.7.
⎧ 0 ≤ ωt ≤ π − α
⎪V sen(ωt ) α ≤ ωt ≤ 2π − α
⎪
⎪⎪ π +α ≤ ωt ≤ 2π
VL = ⎨ (3.6)
⎪
⎪ 0 π − α ≤ ωt ≤ α
⎪
⎪⎩ 2π − α ≤ ωt ≤ π + α
⎧ I M (− cos α − cos ω t ) 0 ≤ ωt ≤ π − α
⎪ π +α ≤ ω t ≤ 2π
⎪
⎪
⎪
I L = ⎨ I M ( cos α − cos ω t ) α ≤ ω t ≤ 2π − α
⎪
⎪
⎪ π −α ≤ ωt ≤ α
⎪
⎩ 0 2π − α ≤ ωt ≤ π + α
(3.7)
41
Caracteristicas do TCR α = 100º tensao da reatancia XL do TCR
1 1
V XL V XL
IXL
L
Tensao e corrente do X
0.5 0.5
L
Tensao do X
0 0
-0.5 -0.5
-1 -1
0 100 200 300 400 500 600 700 0 100 200 300 400 500 600 700
Angulo en grados (90º ≤ α ≤ 180º) Angulo en grados (90º ≤ α ≤ 180º)
0.5 0.5
L
Tensao do TCR
0 0
-0.5 -0.5
-1 -1
0 100 200 300 400 500 600 700 0 100 200 300 400 500 600 700
Angulo em grados (90º ≤ α ≤ 180º) Angulo em grados (90º ≤ α ≤ 180º)
1 1
V XL V XL
IXL
Tensao e corrente do XL
0.5 0.5
Tensao do XL
0 0
-0.5 -0.5
-1 -1
0 100 200 300 400 500 600 700 0 100 200 300 400 500 600 700
Angulo en grados (90º ≤ α ≤ 180º) Angulo en grados (90º ≤ α ≤ 180º)
0.5 0.5
Tensao do TCR
0 0
-0.5 -0.5
-1 -1
0 100 200 300 400 500 600 700 0 100 200 300 400 500 600 700
Angulo em grados (90º ≤ α ≤ 180º) Angulo em grados (90º ≤ α ≤ 180º)
42
Para encontrar a corrente fundamental do TCR se aplica a análise de Fourier, a
qual para qualquer função, é dada pelas Equações 3.8, 3.9 e 3.10.
∞
f ( x) = ∑ (an cos nx + bnsen nx) (3.8)
n =0
1 2π
an =
π ∫ 0
f ( x) cos nx dx (3.9)
1 2π
π∫
bn = f ( x)sen nx dx (3.10)
0
f ( x + T / 2) = − f ( x) , assim:
Encontrando
2π
T /2
4
a1 =
T ∫
0
f ( x) cos
T
dx (3.12)
IM ⎡ ⎛ π −α 2π −α 2π
⎞
a1 = ⎢ − cos α ⎜ ∫ cos x dx − ∫ cos x dx + ∫ cos x dx ⎟ −
π ⎢⎣ ⎝ α α π +α ⎠
(3.13)
π −α 2 π −α 2π
⎤
∫ − ∫ + ∫
2 2 2
cos x dx cos x dx cos x dx ⎥
α α π +α ⎦
Resolvendo:
IM
a1 = [ 2(π − α ) + sin 2α ] (3.14)
π
43
V 2α 1
I1 (α ) = (2 − + sen 2α ) (3.15)
ωL π π
Sabemos que:
I1 (α ) = VBTCR (α ) (3.16)
Bmax
BTCR (α ) = (2(π − α ) + sen 2α ) (3.17)
π
1
Bmax = (3.18)
ωL
B TCR(α )
1
0.8
Suceptancia do TCR (X )
L
0.6
0.4
0.2
0
90 100 110 120 130 140 150 160 170 180
Angulo em grados (90º ≤ α ≤ 180º)
44
Da Equação 3.19 se pode obter o ângulo de condução (σ), assim o valor da
corrente em função da condução é dada pela Equação 3.21.
σ
α+ =π (3.19)
2
σ = 2(π − α ) (3.20)
⎛ σ − senσ ⎞
I1 (α ) = VBmax ⎜ ⎟ (3.21)
⎝ π ⎠
α = 140
α = 120
VTCR α = 90
Intervalo de Operação
Limite de Produção
Limite de Absorção
BTCR = BL
BTCR = 0
ITCR
45
b) Modelo do TCR – FC
ISVC K
XC BSVC
VSVC
+
XL VL
-
Para o SVC modelado, como foi analisado o TCR, Equações 3.15 - 3.21, coloca-
se o capacitor fixo em paralelo nas equações do TCR.
I SVC = V jBSVC
(3.22)
1
BC = = ωC
XC (3.24)
46
1 1
BSVC = + (2(π − α ) + sen 2α )
XC π X L (3.25)
XC X L
X SVC = (3.26)
XC
(2(π − α ) + sen 2α ) − X L
π
(a) (b)
X C (2(π − α ) + sen 2α ) − π X L
BSVC =
X C X Lπ (3.27)
47
A característica de tensão - corrente do SVC em regime permanente tem uma
faixa morta, a ausência deste, o SVC tenderia a se dirigir os seus limites de potência
reativa. A faixa morta na tensão de referência mantém a corrente em ou perto a zero.
[MATH02].
VSVC Característica em
regime permanente
α = 90
Característica em
regime dinâmico Limite de
Absorção
α = 180
Características de
carga do sistema
reativo
Limite de
Produção
Inclinação:
X SL = ∆V / ∆I
ISVC
Valor e comportamento
capacitivo Comportamento indutivo
Valor indutivo
48
Implementação para Fluxo de potência com SVC:
Na prática o SVC pode ser visto como uma reatância variável, mas este pode
produzir ressonância, (Figura 3.9 (a)). Trabalhando como suceptância, o problema de
ressonância não ocorreria. A implementação foi realizada para o caso de suceptância
variável. Na figura 3.11 se mostra o SVC como suceptância variável e para um controle
de tensão local.
BSVC
k
BSVC
(a) (b)
Figura 3.11 - a) SVC como uma suceptância variável. b) SVC para um controle local,
controle de tensão na barra k.
A Equação 3.28 mostra a potência reativa para uma suceptância shunt qualquer.
Na Equação 3.29 seria para o SVC:
49
As equações dadas da Jacobiana do método de Newton-Rapshon (NR) para um
sistema sem SVC serão utilizadas. A única alteração ocorre quando se inclui o SVC,
como mostra a Equação 3.30, onde se mostra a variação da Jacobiana original. As
Equações 3.30, 3.31 e 3.32, apenas mostram a variação para um controle local, o SVC
somente vai controlar a tensão da barra onde se encontra instalado.
⎡ ⎤
⎢ 0 0 ⎥
⎡ ∆Pk ⎤ ⎡ ∆θ k ⎤
⎢∆Q ⎥ = ⎢ ⎥⋅⎢ ⎥
⎣ k ⎦ ⎢0 ∂Qk ⎥ ⎣∆B SVC ⎦
⎢⎣ ∂B SVC ⎥⎦
(3.30)
Onde:
∂Qk 2
= −Vk
∂BSVC (3.31)
i +1 i +1
∆BSVC = BSVC − BSVC
i
(3.32)
nb
∑I k =0
k =1 (3.33)
*
S k = Ek ⋅ I k = Pk + jQk (3.34)
* *
S k = Ek ⋅ I k = Pk − jQk (3.35)
I k = (Pk − jQ k ) E k*
(3.36)
50
1
Qm = −Vm ∑ V ( P sen(θ
k∈Ωm
k m − θ k ) + Qk cos(θ m − θ k ) ) (3.38)
k
BSVC
Figura 3.12 - Utilização do SVC para um controle remoto (tensão da barra m a ser controlada
pelo SVC instalado na barra k).
⎡ ∂Qk ⎤
⎢0 ∂BSVC ⎥ ⎡ ∆Vk ⎤
⎡ ∆Qk ⎤ ⎢ ⎥⋅
⎢ ∆Q ⎥ = ⎢ ∂Qm ⎥ ⎢⎣ ∆BSVC ⎥⎦
(3.39)
⎣ m⎦
⎢0 ⎥
⎣ ∂BSVC ⎦
⎡ ∂Qk ⎤
⎡ ∆Qk ⎤ ⎢0 ∂α ⎥ ⋅ ⎡∆Vk ⎤
⎢ ∆Q ⎥ = ⎢ ∂Qm ⎥ ⎢⎣ ∆α ⎥⎦
⎣ m ⎦ ⎢0 ⎥
⎣ ∂α ⎦ (3.40)
α i +1 = α i + ∆α i (3.41)
51
Para o controle remoto da tensão, não é factível que a barra a controlada esteja
muito distante da barra onde se encontra instalado o SVC, já que as linhas de
transmissão absorvem/consomem potência reativa (efeito indutivo/capacitivo). O SVC
diminuiria ou aumentaria a tensão da barra k, onde está instalado.
O circuito básico do capacitor em série controlado por tiristores foi proposto por
Vithayathil et al em 1986 como um método de “ajuste rápido da impedância da rede de
transmissão” [HING00], no qual é o TCR em paralelo com um capacitor fixo (TCR-
FC), como se mostra na Figura 3.13.
XC = 1/ωC
iC(α) = iLINHA - iL(α) iLINHA
+ -
iL(α)
XL = ωL
Figura 3.13 - Circuito básico do capacitor série controlado por tiristores - TCSC
X C X TCR (α )
X TCSC (α ) = (3.42)
X TCR (α ) − X C
52
Das Equações 3.42 e 3.28, têm-se para o modelo de TCSC, a Equação 3.43.
XC X L π
X TCSC = (3.43)
X C (2(π − α ) + sen 2α ) − X L π
VC(t)
iCAP(t)
+ -
iL(α)
iTCR(t)
XL = ωL
dυC
C = ilinha (t ) − iTCR (t ).u
dt (3.44)
diTCR
L = υC .u
dt (3.45)
53
Resolvendo as Equações 3.44 - 3.46. [MATH02], obtém-se a corrente em regime
permanente resultando na Equação 3.47.
k2 ⎡ cos β ⎤
iTCR = I m ⎢cos ωt − cos ωr t ⎥
k −2 ⎣
2
cos k β ⎦ ; − β ≤ ωt ≤ β (3.47)
Onde:
k = XC X L
(3.48)
ωr = ω k (3.49)
β = π −α (3.50)
⎧ XC ⎛ cos β ⎞
⎪ I m 2 ⎜ −senωt + k sin ωr t ⎟ ; − β ≤ ωt ≤ β
⎪ k −1 ⎝ cos k β ⎠
⎪
υC (t ) = ⎨ (3.51)
⎪− I X 1
⎪ m C ( senβ − k cos β tan k β )
k −1
2
⎪
⎪⎩ + I m X C (senω t − senβ ); β ≤ ωt ≤ π − β
4 π /2
π∫
VCF = υC (t ) sen ωt d (ωt )
0
(3.52)
54
VCF XC2 2β + sen2β
X TCSC = = XC −
Im (XC − X L ) π
(3.53)
4 X C 2 cos 2 β k tan k β − tan β
+
( X C − X L ) k 2 −1 π
Logo, a susceptância do TCSC é dada pela Equação 3.55. Na figura 3.15 (b)
mostra o comportamento da suceptância do TCSC com relação ao ângulo de disparo.
1
BTCSC = − (3.55)
X TCSC
(a) (b)
Figura 3.15 - a) Curva das reatâncias do TCR e TCSC e b) Curvas da Suceptância do TCR e
TCSC em função do ângulo de disparo alfa (α).
55
⎛ (2n − 1)ω LC ⎞
α res = π ⎜⎜1 − ⎟
⎟
⎝ 2 ⎠ ; n = 1, 2, … (3.56)
160
Ressonancia do TCSC(α ) (XTCSC)
150
140
130
120
110
100
90
0 0.5 1 1.5 2
Angulo em grados (90º ≤ α ≤ 180º)
56
Implementação do Fluxo de potência com TCSC:
k m
XTCSC
(a)
m
k
XTCSC
(b)
Figura 3.18 - TCSC como uma Reatância variável, a) conectada entre as barras k e m.
b) TCSC conectada em um SEE para controle de potência Pkm.
57
Das Equações 3.55, 357 e 3.58, obtêm-se as equações para a potência ativa e
reativa em função da reatância X TCSC , (Equações 3.59 e 3.60).
VkVm
Pk = sin(θ k − θ m )
X TCSC (3.59)
2
V VV
Qk = k − k m cos(θ k − θ m )
X TCSC X TCSC (3.60)
i +1
X TCSC = X TCSC
i
+ ∆X TCSC
i
(3.61)
A Jacobiana inicial será utilizada, onde terá variação nas barras k e m. Aqui a
Jacobiana se incrementará em uma linha e em uma coluna, (Equação 3.62), cujo
objetivo é o controle da potência ativa entre k e m, com a variação da reatância X TCSC .
58
VkVm
Pk = sin(θ k − θ m ) (3.64)
X TCSC (α )
Vk 2 VkVm
Qk = − cos(θ k − θ m ) (3.65)
X TCSC (α ) X TCSC (α )
α i +1 = α i + ∆α i (3.66)
59
3.2 Controladores FACTS baseados em conversores de fontes de
tensão (VSC)
60
EAC
I STATCOM
I STATCOM
Xs
Acoplamento
Magnético
ES
ES
Conversor de fonte
de tensão
(b)
Iq
Fornece Q
IDC = 0 ES > EAC
+ -
EAC
Fonte de
VDC = 0 Energia dc ES < EAC Consume Q
(a) (c)
61
desprezíveis, mas o capacitor que armazena energia pode fornecer a potência que
necessita o STATCOM.
Avaliação
Vt
Transitória (t<1s)
Avaliação
Transitória
1.0
0.75
0.50
0.25
IC ICmax 0 ILmax IL
Capacitivo Indutivo
62
IAC
Consume P Fornece
Fornece Q PeQ
Reator de IAC
interfase Iq
VAC
Terminal ac Ip
IDC
+ VDC - Terminal dc
(a) (b)
63
Implementação do Fluxo de potência para o STATCOM:
k k
I vR
I vR
Z vR
+
STATCOM
(Conversor Shunt)
VvR θvR
-
+ Vdc -
(a) (b)
Z vR
+
VvR θ vR - (c)
Figura 3.22 - STATCOM. a) Modelo simplificado. b) Modelo como fonte de tensão ajustável
(Vvr e θvr variável). c) em um SEE, para controle de tensão.
64
Para o controle de um dos parâmetros do sistema de potência, obtendo um
controle de tensão ao igual ao SVC.
1
YvR = = g vR + jbvR (3.71)
Z vR
∗
SvR = VvR I vR = PvR + jQvR (3.72)
PvR = 0 (3.75)
Pk = 0 (3.77)
65
⎡0 0 ⎤
⎡ ∆Pk ⎤ ⎢ ⎥ ⎡ ∆θ k ⎤
⎢ ∆Q ⎥ = ⎢ 0 ∂Qk ⎥ ⋅ ⎢ ∆V ⎥ (3.79)
⎣ k⎦ ⎢ ∂VvR ⎥⎦ ⎣ vR ⎦
⎣
1
Qm = −Vm ∑ V (P sen(θ
k∈Ω m
k m − θ k ) + Qk cos(θ m − θ k ) )
k
(3.81)
⎡ ∂Qk ⎤
⎢ 0
⎡ ∆Qk ⎤ ⎢ ∂VvR ⎥ ⎡ ∆θ k ⎤
⎢ ∆Q ⎥ = ⎢ ⎥⋅⎢ ⎥ (3.82)
⎣ m⎦ 0 ∂Q m ⎥ ⎣ ∆VvR ⎦
⎢ ∂VvR ⎥⎦
⎣
66
Têm-se maiores estudos de FPO para o UPFC, e poucos estudos para a
implementação de SSSC para análise em fluxo de potência [ZHAN03b]. Publicações
sobre SSSC, STATCOM assim como UPFC encontram-se em [XUAN04], [FREI01].
Vpq
Linha de I Linha + VcR θ cR -
transmissão ILinha
Conversor
SSSC
Múltiplo - pulso
(Conversor Serie)
IDC
+ VDC -
+ VDC -
Armazenador
de Energia
(a) (b)
67
Este controlador, SSSC, pode variar a impedância efetiva da linha de
transmissão, mediante a injeção de tensão. Quando a tensão se encontra em quadratura
com a corrente da linha, é como se o SSSC trabalhasse como impedância, o qual vai
depender de estar em atraso ou adiantado (± 90°).
Para uma espécie de controle de potência ativa, a tensão injetada deve estar em
fase com a corrente da linha de transmissão.
Consume Fornece P
V pq PeQ
I AC Consume Q
VAC
Vq
IAC
Terminal ac Vp
Conversor
Múltiplo pulso Consume P Fornece
Fornece Q PeQ
I DC
+ VDC - Terminal dc
Figura 3.24 - Intercâmbio de potência ativa e reativa entre o SSSC e o sistema ac, mostrando
os diferentes modos de operação.
Pela grande variedade de flexibilidade que o SSSC tem, pode ajudar em caso de
problemas de perturbações em pequenos sinais, pela rapidez da atuação, pelos
dispositivos eletrônicos que trabalham a 10µs para ser disparado.
68
Implementação de Fluxo de potência para o SSSC
I Linha + VcR θ cR -
k +V
cR θ cR -
m
Z cR
SSSC
(Convertidor Serie)
(b)
+ VDC -
(a)
VcR θ cR
m
Z cR
k
(c)
Figura 3.25 - a) Modelo simplificado. b) Modelo como fonte de tensão ajustável (Vvr e θvr
variável). c) SSSC em um sistema de potência, para controle da potência.
69
O circuito equivalente para a obtenção das Equações do fluxo de potência é
mostrado na Figura 3. 26.
Vk θ k + VcR θ cR - Vm θ m
Z cR
∗
Re VcR I km =0
1
YcR = = g cR + j bcR (3.84)
Z cR
As potências ativa e reativa devido ao SSSC são mostradas nas Equações 3.85 e
3.86.
Logo, as potências ativas e reativas nas barras k e m, equações 3.88 até 3.91.
70
Qk = −Vk 2bcR − VkVm ( g cR sen(θ k − θ m ) − bcR cos(θ k − θ m ) )
(3.88)
−VkVcR ( g cR sen(θ k − θ cR ) − bcR cos(θ k − θ cR ) )
θ cR i +1 = θ cR i + ∆θ cR i (3.93)
71
3.2.3 Modelo do controlador universal de potência (UPFC)
−VC
+VC
V
V − VC V V +V
C
(a) (b)
72
VC
∆V
−Vσ +Vσ Vσ
V V pq
V
V − Vσ V + Vσ V + V pq
−σ + σ
(a) (b)
73
Sistema de
Potência
k m
Pkm Pkm
UPFC
Vk Qkm Vm
Sistema de
Potência
Barra k Barra m
PQ PV
Vk Pkm Vm
Pkm Qkm
74
k m
+ VcR θ cR -
Conversor
Shunt
(STATCOM)
+ Conversor
VvR θ vR VDC Série
(SSSC)
-
Figura 3.30 - UPFC, a) Modelos com VSC conectados ao sistema ac por meio de
transformadores, em shunt e em série.
75
− Se θ cR está em quadratura com o ângulo da corrente I km , então o UPFC,
controla o fluxo de potência ativa, atuando como um compensador série de
impedância variável.
+ VcR θ cR -
k Z cR m
Vk ∠θk Vm ∠θ m
Z vR { ∗
Re VvR I vR }
+ VcR I m∗ = 0
+
VvR θ vR
-
Figura 3.31 - Circuito equivalente do UPFC baseado em fontes de tensão de estado sólido,
Figura 3.30.
Onde:
1
YcR = = g cR + j bcR (3.97)
Z cR
76
1
YvR = = g vR + j bvR (3.98)
Z vR
controláveis para obter as potências especificadas ( Pmk e Qmk ) assim como a opção do
0 ≤ θ vR ≤ 2π
(3.100)
0 ≤ θ cR ≤ 2π (3.102)
77
Pk = Vk 2 ( g cR + g vR ) − VkVm ( g cR cos(θ k − θ m ) + bcr sen(θ k − θ m ) )
−VkVcR ( g cR cos(θ k − θ cR ) + bcr sen(θ k − θ cR ) ) (3.107)
−VkVvR ( g vR cos(θ k − θ vR ) + bvR sen(θ k − θ vR ) )
∆Qmk = Qmk
esp
− Qmk
calc
(3.113)
78
∆PvRcR = 0 − PvRcR
calc
(3.114)
Onde:
Pmref
θcR0 = arctan( ) (3.116)
CI
⎛X ⎞ 2
VcR0 = ⎜ cR0 ⎟ Pmref + CI 2 (3.117)
⎝ Vm ⎠
Onde:
Vm0
CI = Qmref − (Vm0 − Vk0 ) (3.118)
X cR
79
⎡ ∂Pk ∂Pk ∂Pk ∂Pk ∂Pk ∂Pk ∂Pk ⎤
⎢ ∂θ ∂θ m ∂VvR ∂Vm ∂θ cR ∂VcR ∂θ vR ⎥
⎢ k
⎥
⎢ ∂Pm ∂Pm ∂Pm ∂Pm ∂Pm ⎥
⎢ ∂θ 0 0 ⎥
∂θ m ∂Vm ∂θ cR ∂VcR
⎡ ∆Pk ⎤ ⎢ ⎥ ⎡ ∆θ k ⎤
k
Conversor 1 Conversor 2
Id
Vdr Vdi
Vdr − Vdi
I d = I dr = I di = (3.121)
Rd
80
Uma das vantagens da interconexão por enlace dc é para minimizar a
necessidade de potência reativa nos terminais e a diminuir as perdas. A outra é para uma
conexão entre dois sistemas de diferentes freqüências.
k m
Estação Estação
Rectificador Inversor
+ +
VvR1 θ vR1 VvR 2 θ vR 2
- -
Onde:
81
VvR 2 = VvR 2 (cos θ vR 2 + j sen θ vR 2 ) (3.123)
1
YvR1 = = g vR1 + j bvR1 (3.124)
Z vR1
1
YvR 2 = = g vR 2 + j bvR 2 (3.125)
Z vR 2
Vk θk k m Vm θ m
Ik Im
Z vR1 Z vR 2
{ ∗
Re VvR1 ⋅ I + VvR 2 ⋅ I
k
∗
m }=0
+ +
VvR 2 θvR 2 VvR 2 θ vR 2
- -
Da Figura 3.34, as tensões ( VvR1 , VvR 2 ) e ângulos ( θ vR1 , θ vR 2 ) que são magnitudes
controláveis para obter as potências especificadas ( Pkm e Qkm ) assim como a opção do
82
VvR1 min ≤ VvR1 ≤ VvR1 max (3.126)
0 ≤ θ vR1 ≤ 2π (3.127)
0 ≤ θ vR 2 ≤ 2π (3.129)
PvR1 = VvR12 g vR1 − VvR1Vk ( g vR1 cos(θ vR1 − θ k ) + bvR1 sen(θ vR1 − θ k ) ) (3.130)
QvR1 = −VvR12bvR1 − VvR1Vk ( g vR1 sen(θ vR1 − θ k ) − bvR1 cos(θ vR1 − θ k ) ) (3.131)
Qk = −Vk 2bvR1 − VkVvR1 ( g vR1 sen(θ k − θ vR1 ) − bvR1 cos(θ k − θ vR1 ) ) (3.136)
83
∆PvR1vR 2 = 0 − PvRcalc
1vR 2 (3.140)
Onde:
k m
Estação Estação
Rectificador Inversor
Rdc
+ +
VvR1 θ vR1 VvR 2 θ vR 2
84
Implementação do fluxo de potência para HVDC-light:
Vk θk k m
Vm ∠θ m
Ik Im
Z vR1 Z vR 2
{ }
Re VvR1 ⋅ I k∗ + VvR 2 ⋅ I m∗ + Pdc = 0
+ +
VvR 2 θvR 2 VvR 2 θ vR 2
- -
As Equações para este modelo são as mesmas do B-to-B, com a diferença de que
agora se tem perda devido à linha em dc. Em [CAMA03] é chamado como HVDC-
VSC.
1
YvR1 = = g vR1 + j bvR1 (3.145)
Z vR1
1
YvR 2 = = g vR 2 + j bvR 2 (3.146)
Z vR 2
85
Pdc = (VvR1 − VvR 2 ) 2 ⋅ g dc (3.147)
1
g dc = (3.148)
Rdc
Da Figura 3.35, as tensões ( VvR1 , VvR 2 ) e ângulos ( θ vR1 , θ vR 2 ) que são magnitudes
controláveis para obter as potências especificadas do enlace HVDC.
0 ≤ θ vR1 ≤ 2π (3.150)
0 ≤ θ vR 2 ≤ 2π (3.152)
∆PvR1vR 2 = 0 − PvRcalc
1vR 2 (3.153)
em que:
86
⎡ ∂Pk ∂Pk ∂Pk ∂Pk ∂Pk ∂Pk ∂Pk ⎤
⎢ ∂θ ∂θ m ∂Vk ∂Vm ∂θ vR1 ∂VvR1 ∂θ vR 2 ⎥
⎢ k ⎥
⎢ ∂Pm ∂Pm ∂Pm ∂Pm ∂Pm ∂Pm ∂Pm ⎥
⎢ ⎥
∂θ k ∂θ m ∂Vk ∂Vm ∂θ vR1 ∂VvR1 ∂θ vR 2 ⎥
⎡ ∆ P ⎤ ⎢⎢ ⎡ ∆θ k ⎤
k
⎢ ∆P ⎥ ⎢ Qk ∂ ∂Qk ∂Qk ∂Qk ∂Qm ∂Qm ∂Qm ⎥ ⎢
⎢ ⎥ ⎥ ∆θ ⎥
m
∂θ k ∂θ m ∂Vk ∂Vm ∂θ vR1 ∂VvR1 ∂θ vR 2 ⎥ ⎢ m ⎥
⎢ ∆Qk ⎥ ⎢⎢ ⎢ ∆Vk ⎥
⎢ ∂
⎥ ⎢ Qm ∂Qm ∂Qm ∂Qm ∂Qm ∂Qm ∂Qm ⎥ ⎢
⎥ • ∆Vm ⎥
⎢ ∆Qm ⎥ = ⎢ ∂θ ∂θ m ∂Vk ∂Vm ∂θ vR1 ∂VvR1 ∂θ vR 2 ⎥ ⎢ ⎥
⎢ ∆PvR1 ⎥ ⎢ k
⎢ ∆ θ ⎥
∂PvR1 ⎥⎥ ⎢
vR1
⎢ ⎥ ⎢ ∂PvR1 ∂PvR1 ∂PvR1 ∂PvR1 ∂PvR1 ∂PvR1 ⎥
⎢ ∆QvR1 ⎥ ⎢ ⎢ ∆VvR1 ⎥
⎢ ∆P ⎥ ∂θ k ∂θ m ∂Vk ∂Vm ∂θ vR1 ∂VvR1 ∂θ vR 2 ⎥ ⎢
⎣ vR1vR 2 ⎦ ⎢ ⎥ ⎣ ∆θ vR 2 ⎥⎦
⎢ ∂QvR1 ∂QvR1 ∂QvR1 ∂QvR1 ∂QvR1 ∂QvR1 ∂QvR1 ⎥
⎢ ∂θ k ∂θ m ∂Vk ∂Vm ∂θ vR1 ∂VvR1 ∂θ vR 2 ⎥
⎢ ⎥
⎢ ∂PvR1vR 2 ∂PvR1vR 2 ∂PvR1vR 2 ∂PvR1vR 2 ∂PvR1vR 2 ∂PvR1vR 2 ∂PvR1vR 2 ⎥
⎢⎢ ∂θ ∂θ m ∂Vk ∂Vm ∂θ vR1 ∂VvR1 ∂θ vR 2 ⎥⎦⎥
⎣ k (3.155)
87
3.3.1 Modelo do elo de corrente contínua, tipo benchmark – IEEE
α: Ângulo de ignição.
δ : ângulo de extinção
XL
1/ aR , I
K
VdcR , I
XC
88
Vdc
Terminal
em dc
Barra ac
Quando o ângulo de ignição estiver entre 0º < α < 90º , o conversor trabalha
como retificador, já em α = 90º, inverte a tensão. Quando está entre 90º < α < 180º , o
conversor trabalha como inversor. [KIMB71]
β = π −α (3.156)
γ = π −δ (3.157)
u = δ −α = β −γ (3.158)
89
0
Retificador Inversor
i1 i3 i1 i3
Id
0 ωt
α u u γ
δ β
α
π
90
Implementação de fluxo de potência para o ELO-CC
V dc nbrR
1: nR aR nI aI :1
NR NI
Pk + jQk Pm + jQm
Ik cos α I dcR RcR PdcR Rdc PdcI RcI I dcIcos γ II
1: nbrR nR aR nbrI nI aI :1
I dc
Vd0R
Vk Vd 0 R cos α Vd 0 I cos γ Vm
Vd0I
VdR VdI
ac dc ac
91
Equações para o retificador, o qual será da mesma forma que do inversor,
mudando o subscrito R por I. [PADI99], [ARRI01],[KIMB71], [GOME03],
[WOOD98].
⎡ 2 X cR I dc ⎤
uR = acos ⎢ cosα R − ⎥ (3.163)
⎢⎣ aRVk ⎥⎦
3 nbrR
RcR = X cR (3.165)
π Z baseDC
VbaseAC _ k
k R = nR nbrR (3.166)
VbaseDC
Pk = Pk AC + Pk DC (3.168)
92
Pk DC = PdcR (3.169)
Qk = Qk AC + Qk DC (3.170)
Qk DC = QdcR (3.171)
93
⎡ ∂Pk ⎤
⎢ 0 0 0 0 0 0
∂X 3 ⎥
⎢ ⎥
⎢ ∂Pm ⎥
⎢ 0 0 0 0 0 0
∂X 3 ⎥⎥
⎡ ∆Pk ⎤ ⎢ ⎡ ∆θ k ⎤
⎢ ∆P ⎥ ⎢ 0 0 0 0 0 0
⎥ ⎢
0 ⎥ ∆θ m ⎥
⎢ m⎥ ⎢ ⎢ ⎥
⎢ ∆Qk ⎥ ⎢ ⎥ ⎢ ∆V ⎥
⎥ ⎢ ⎥ ⎢ vR
⎢ ⎥
⎢ m⎥ = ⎢
∆Q 0 0 0 0 0 0 0 ⎥ ⋅ ⎢ ∆Vm ⎥ (3.179)
⎢ ∆R1 ⎥ ⎢ ⎥ ⎢ ∆X ⎥
⎢ ⎥ ⎢ ∂R1 ∂R1 ∂R1 ∂R1 ∂R1 ⎥ ⎢ 1 ⎥
⎢ ∆ R 2 ⎥ ⎢ 0 0
∂Vk ∂Vm ∂X 1 ∂X 2
⎥ ∆X
∂X 3 ⎥ ⎢ 2 ⎥
⎢ ∆R3 ⎥ ⎢ ⎢ ∆X ⎥
⎣ ⎦ ⎢ ∂R 2 ∂R 2 ∂R 2 ∂R 2 ∂R 2 ⎥ ⎣ 3 ⎦
⎢ 0 0 ⎥
⎢ ∂Vk ∂Vm ∂X 1 ∂X 2 ∂X 3 ⎥
⎢ ∂R3 ⎥
⎢ 0 0 0 0 0 0 ⎥
⎢⎣ ∂X 3 ⎦⎥
∆R 2 = 0 − R 2calc (3.181)
É aconselhável ter um fluxo de potência com dois módulos, um para a parte ac,
(podem ser fluxo de potência com os Controladores FACTS), e outro para a parte dc,
compreendendo os ELO-CC-C3. O ELO-CC é uma particularidade do ELO-CC-C3,
(com CCC = 0).
94
Capítulo 4
4. ASPECTOS TÉCNICOS E
ECONÔMICOS DA UTILIZAÇÃO
DOS CONTROLADORES FACTS
NA OPERAÇÃO DOS SISTEMAS
DE ENERGIA ELÉTRICA
Figura 4 - OCULTAR (PINTAR DE BRANCO)
Tabela 4 - OCULTAR (PINTAR DE BRANCO)
4.1 Introdução
95
Foi desenvolvido em MATLAB 6.5 um fluxo de potência integrado, incluindo-
se SVC, TCSC, UPFC, B-to-B e/ou elo HVDC. Além disso, implementações separadas
de fluxo de potência com os outros Controladores FACTS (STATCOM, SSSC, UPFC,
B-to-B, GUPFC e IPFC, HVDC-link, ELO-CC). Também se tem por implementar um
ELO-CC com capacitor de comutação de conversores (CCC) (ELO-CC-C3).
96
Problemas de otimização reais, onde se quer obter uma resposta ótima com
metodologias convencionais, devem ser levados a uma aproximação matemática para
que possam ser diferenciáveis.
Reproduções: são geradas de forma aleatória e avaliadas para fazer uma escolha
dos primeiros melhores para que sejam cruzados.
Pai 1 Filho 1
Pai 2 Filho 2
P1 P1 P1 P1
97
Utiliza-se uma mutação não uniforme [MICH96], por exemplo o cromossomo
sυt = υ1 ,...υm (t é o número de geração atual) e υk é o gen selecionado para mutação.
Na Mutação, onde:
⎧υ + ∆ (t ,UB − υk ) → a = 0
υk' = ⎨ k (4.1)
⎩υ k − ∆ (t ,υ k − LB ) → a = 1
Pais:
1 1 0 0 1 0 0 1 0 1 1 0 1 1 0
1 0 0 1 0 1 1 0 0 0 1 1 0 1 1
98
Filhos:
1 1 0 0 0 1 1 0 0 0 1 0 1 1 0
1 0 0 1 1 0 0 1 0 1 1 1 0 1 1
HVDC
Vg Pg Tap Shunt SVC TCSC UPFC
(ELO)
Pais:
Vg Vg Vg Pg Pg Ta Ta Sh Sh SVC SVC TCSC TCSC UPFC UPFC HVDC HVDC
1 2 3 2 3 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2
Filhos:
Vg Vg Vg Pg Pg Ta Ta Sh Sh SVC SVC TCSC TCSC UPFC UPFC HVDC HVDC
1 2 3 2 3 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2
Figura 4.4 - Cromossomo não convencional dos Pais e filhos, utilização de números reais
em seus genes.
99
Cromossomo padrão, no caso de os Controladores FACTS já pertencerem ao
sistema de potência, (avaliação no despacho econômico):
Vg Pg Tap Shunt
Pais:
Filhos:
Onde: todos os genes que pertencem aos cromossomos mostrados são números
reais, não zeros e uns.
100
X TCSC _ i : Reatância do TCSC, caso implementado com reatância variável.
Variáveis dependentes: Estas variáveis são os valores que se quer controlar, isto
é:
Pkm esp _ tcsc : potência a ser controlada, na linha entre as barras k e m, pelo TCSC.
Pmk esp _ upfc : fluxo de potência ativa a ser controlada, entre m e k, pelo UPFC.
Qmk esp _ upfc : fluxo de potência reativa a ser controlada, entre m e k, pelo UPFC.
Vk esp _ upfc : tensão a ser controlada, pelo conversor shunt na barra k, pelo UPFC.
Pdc esp _ elo : Potência ativa a ser controlada na linha em dc, pelo ELO
101
R1_ i esp _ elo : Valores de equações internas do conversor retificador do ELO (zero).
nb
Pgi − Pdi − ∑ Vi V j ( Gij cos(θi − θ j ) + Bij sen(θi − θ j ) ) = 0 (4.3)
j =1
nb
Qgi − Qdi − ∑ Vi V j ( Gij sen(θi − θ j ) + Bij cos(θi − θ j ) ) = 0 (4.4)
j =1
Restrições de igualdade: aqui são todas as variáveis das equações 3.185 e 3.186,
levando em conta as tensões e fluxo de potências ativas e reativas. Vm esp _ svc , Pkm esp _ tcsc ,
Pmk esp _ upfc , Qmk esp _ upfc , Vk esp _ upfc , PvR1esp _ hvdc −l , QvR1esp _ hvdc −l , e Vm esp _ hvdc −l .
nb
Pgi − Pdi − ∑ Vi V j ( Gij cos(θi − θ j ) + Bij sen(θi − θ j ) ) = 0 (4.3)
j =1
nb
Qgi − Qdi − ∑ Vi V j ( Gij sen(θi − θ j ) + Bij cos(θi − θ j ) ) = 0 (4.4)
j =1
Restrições de desigualdade: aqui são todas as variáveis nas quais deve-se levar
em conta as restrições de limites:
102
Qgimin ≤ Qgi ≤ Qgimax i: 1,...,ng → Geradores
min
Qshi ≤ Qshi ≤ Qshi
max
i: 1,...,nshunt → Shunts
min
Bsvi ≤ Bsvi ≤ Bsvi
max
i: 1,...,nsvc → SVC
min
VhvdRIi ≤ VhvdRIi ≤ VhvdRIi
max
i: 1,..., nelo → ELO
aRmin_ i ≤ aR _ i ≤ aRmax
_i i: 1,..., nelo → ELO
→
_ i ≤ aI _ i ≤ aI _ i
aImin max
i: 1,..., nelo ELO
γ Imin
_i ≤ γ I _i ≤ γ I _i
max
i: 1,...,nelo → ELO
103
Capítulo 5
5. APLICAÇÃO DOS
CONTROLADORES FACTS E
ANÁLISE DE RESULTADOS
Figura 5 - OCULTAR (PINTAR DE BRANCO)
Tabela 5 - OCULTAR (PINTAR DE BRANCO)
5.1 Introdução
Para o sistema IEEE de 118 barras foram feitas simulações de fluxo de potência
com FACTS, onde se aplicou uma análise técnica. Além disso, foi feita uma análise
para os aspectos econômicos do sistema IEEE de 30 barras.
104
5.2.1 Análise técnica do IEEE – 118 (52 geradores e 118 barras)
O sistema teste IEEE-118 conta com 118 barras, 187 linhas, 9 transformadores,
53 geradores, 1 gerador Swing e 14 compensadores shunt fixos (2 reatores e 12
capacitores). Nesse sistema foram colocados Controladores FACTS como SVC, TCSC,
UPFC e HVDC-link.
Para melhorar as tensões das barras referidas na Tabela 5.1, foram instalados
Controladores FACTS, neste caso SVC (TCR-FC). Têm-se três casos:
- Caso 1: SVC em cada barra, na Tabela 5.2 têm-se os valores das susceptâncias
equivalentes em cada barra correspondentes ao limite inferior de 0.97 p.u.
105
Tabela 5.3 (a): O SVC está instalado na barra 44 e controla a tensão na barra 45
mantendo-a em 0.97 p.u. A tensão da barra 44 também está dentro dos limites, mas esta não
é controlada. Tabela 5.3 (b): O SVC encontra-se na barra 45 e controla a tensão na barra 44.
Tabela 5.3 - Valores equivalentes das susceptâncias dos SVC’s num controle remoto
Como foi visto, o SVC controla a tensão em uma determinada barra. Neste caso,
foram as barras 38, 44, 45 e 95, como mostrado nas tabelas. A instalação de um SVC
numa barra para controlar outra vai depender da necessidade, por exemplo, econômicos,
de espaço, ambientais, etc., Tabela 5.3. mostra a conveniência do controle de tensão
remoto, com relação à potência reativa do SVC, em instalá-lo na barra 44 ou na barra
45. Num controle remoto, o SVC terá uma influência indireta com a barra onde se
encontra conectada, (aumentará ou diminuirá a tensão segundo a estratégia de controle).
Uma comparação, onde no caso dois foram considerados, três SVC para conseguir o
controle da tensão e no caso um, Tabela 5.2, quatro SVC.
106
Tabela 5.4 - Fluxo de potência caso base do sistema IEEE-118
107
Tabela 5.7 - Fluxo de potência controlado pelo TCSC em varias linhas
108
Tabela 5.8 - Sistema IEEE-118, valores do caso base do fluxo de potência
Os resultados para as variáveis do UPFC são: VcR = 0.1280 pu, θcR = -67.198º,
VvR = 1.019 pu e θvR = 19.097º.
109
Tabela 5.9 - Fluxos de potência e tensão controlados pelo UPFC (fluxos com a mesma
direção do caso base)
Tabela 5.10 - Fluxos de potência e tensão controladas pelo UPFC (direção inversa ao caso
base)
110
- Caso 3: Considerando um controle de potência ativa e reativa, do mesmo valor
que a carga na barra 60 (Pload60 = 78 MW e Qload60 = 3.0 MW), e controlando a tensão
da barra. (Pmk = -78.0 MW, Qmk = 3.0 MVAR, e V60 = 0.995 p.u.),Tabela 5.11.
Os resultados para as variáveis do UPFC: VcR = -0.089 pu, θcR = -70.549º, VvR =
1.018 pu y θvR = 19.119º.
Os resultados para as variáveis do UPFC: VcR = 0.226 pu, θcR = -69.31º, VvR =
1.019 pu y θvR = 19.009º.
111
Tabela 5.12 - Fluxo de potência e tensão controladas pelo UPFC
O HVDC-link está disposto entre Sorenson (barra 30) e EastLima (barra 38). Na
Tabela 5.13 mostra-se o caso base de algumas linhas e ramos do sistema IEEE-118.
112
Tabela 5.13 - Fluxo de potência e tensões do sistema IEEE-118 caso base
Tabela 5.14 - Fluxo de potência e tensão controlada pelo HVDC-link (mesma direção do caso
base)
113
- Caso 2: Controlando o fluxo de potência na direção oposta ao caso base, se tem
a tabela 5.15. (Pkm = -62.69 MW e Qkm = -16.87 MVAR)
Tabela 5.15 - Fluxo de potência e tensão controlada pelo HVDC-link (direção inversa ao caso
base)
114
5.2.2 Análise econômica do sistema IEEE – 30 (6 geradores e 30 barras)
115
Figura 5.1 - Evolução da função fitness.
116
Na Figura 5.3 é mostrada as potências ativas dos geradores por geração.
Figura 5.3 - Evolução das tensões e potências dos geradores por geração.
Das figuras anteriores, pode-se observar que inicialmente existe uma grande
variação nos valores de tensão e geração de potência ativa, mas a partir da geração 17
do FPO tais mudanças são mínimas. Além disso, a partir da geração 14 as potências
ativas geradas têm variação mínima.
117
Figura 5.4 - Evolução da susceptância do SVC.
(a) (b)
118
Das figuras anteriores, pode-se observar que a susceptância do SVC varia entre
os seus limites até a geração 14, onde passa a ter uma variação mínima. Com relação ao
TCSC, a variação da reatância se dá entre a geração 6 e 14, onde tende a se estabilizar.
Podemos observar que depois de efetuar o FPO existe uma diminuição do custo
de operação do sistema, (1387.185).
119
5.3 Avaliação dos Controladores FACTS no problema fluxo de
potência ótimo – mínimas perdas
nb
Min Vns ∑V jYnsj cos (θnsj + δ j − δns ) + PDns (5.1)
j =1
Sujeito a:
nb
∑V V Y cos(θ
j =1
i j ij ij + δ j − δi ) − PGi + PDi = 0 ; i = 1,...,nb
nb
∑V V Y sin(θ
j =1
i j ij ij + δ j − δi ) − QGi + QDi = 0 ; i = 1,...,nb (5.2)
120
V = V esp ; i = 1,...,nsvc
min
Q svc ≤ Q svc ≤ Q svc
max
; i = 1,...,nsvc
Pi = Pi esp ; i = 1,...,ntcsc
ximin ≤ xi ≤ ximax ; i = 1,...,ntcsc
As perdas iniciais do sistema são iguais a 18.47 MW. No sistema IEEE30 foram
incluídos 4 SVC’s e 2 TCSC’s os dados dos controladores FACTS e seus resultados são
mostrados na Tabela 5.18, nesta nova configuração as perdas são de 18.35 MW, tendo
uma redução de 0.12 MW.
121
Tabela 5.18 - Estado final com os controladores FACTS para o sistema IEEE30.
SVC
IniBus Vref(pu) Ang. ( ° ) Qc_MVAR B_svc(%) QB_m QB_n
17 1.040 -17.57 6.11 5.65 10.0 -10.0
18 1.040 -18.65 8.25 7.63 10.0 -10.0
23 1.040 -18.42 8.62 7.97 10.0 -10.0
27 1.050 -17.47 13.65 12.38 20.0 -20.0
TCSC
IniBus EndBus P(MW) Q_MVAR Q_MVAR Pref X_tcsc (%) Xm (%) Xn (%)
1 3 75.0 4.72 -1.99 75.0 -5.33 -0.10 -10.0
2 5 77.0 6.76 -4.03 77.0 -4.89 -0.20 -20.0
O sistema IEEE118 conta com 118 barras, 186 ramos, 53 geradores. As perdas
iniciais do sistema são iguais a 133.33 MW. No sistema IEEE118 foram incluídos 12
SVC’s e um TCSC os dados dos controladores FACTS e seus resultados são mostradas
na Tabela 5.19, nesta nova configuração as perdas são de 123.07 MW, tendo uma
redução de 10.26 MW.
Tabela 5.19 - Estado final com os controladores FACTS para o sistema IEEE118.
SVC
IniBus Vref(pu) Ang. ( ° ) Qc_MVAR B_svc(%) QB_m QB_n
5 1.02 -13.00 -32.15 -30.9 20.0 -40.0
21 1.00 -15.66 13.36 13.36 20.0 0.0
28 1.00 -15.61 20.42 20.42 40.0 0.0
37 1.02 -17.10 40.00 38.45 40.0 -20.0
44 1.00 -15.18 8.16 8.16 20.0 0.0
45 1.00 -13.41 10.65 10.65 20.0 0.0
48 1.03 -9.24 16.62 15.67 20.0 0.0
53 0.98 -14.88 8.79 9.15 20.0 0.0
79 1.02 -2.87 50.00 48.06 50.0 0.0
82 1.00 -2.30 16.76 16.76 40.0 0.0
83 1.00 -1.18 3.81 3.81 20.0 0.0
118 0.98 -7.71 9.06 9.44 20.0 0.0
TCSC
IniBus EndBus P(MW) Q_MVAR Q_MVAR Pref X_tcsc (%) Xm (%) Xn (%)
1 3 -35.00 -5.3 5.75 -35.00 -3.48 -0.10 -10.00
122
Resultados para o sistema Brasileiro de 2256 barras
O sistema BR2256 conta com 2256 barras, 3508 ramos, 200 geradores. As
perdas iniciais do sistema são iguais a 2649.77 MW. No sistema BR2256 foram
incluídos 9 SVC e 1 TCSC os dados dos controladores FACTS e seus resultados são
mostrados na Tabela 5.20, nesta nova configuração as perdas são de 2304.07 MW,
tendo uma redução de 345.70.
Tabela 5.20 - Estado final com os controladores FACTS para o sistema BR2256.
SVC
IniBus Vref(pu) Ang. ( ° ) Qc_MVAR B_svc(%) QB_m QB_n
1412 1.07 -62.66 9.03 7.88 40.1 -40.1
1417 1.09 -67.61 -31.47 -26.49 80.1 -80.1
1437 1.06 -71.38 29.5 26.25 40.1 -40.1
1491 1.08 -4.95 34.01 29.16 45.0 -45.0
1501 1.10 11.85 -204 -168.59 204.0 -204.0
1502 1.10 11.85 -204 -168.59 204.0 -204.0
1503 1.06 14.36 -37.68 -33.53 204.0 -204.0
1504 1.06 14.36 -37.68 -33.53 204.0 -204.0
1505 1.09 13.55 -21.72 -18.28 204.0 -204.0
TCSC
IniBus EndBus P(MW) Q_MVAR Q_MVAR Pref X_tcsc (%) Xm (%) Xn (%)
127 85 -800.0 -46.64 192.9 -800.0 -2.46 -0.10 -100.0
123
Capítulo 6
6. CONCLUSÕES
6.1 Conclusões
124
A semelhança no controle (potência ativa, reativa e tensão) do UPFC e o HVDC
é grande, isto ocorre porque ambos utilizam fontes conversoras de tensão em suas
modelagens. A diferença é que o HVDC necessita que um de seus terminais de conexão
tenha tensão fixa (conexão do conversor inversor), e o UPFC pode controlar ou não a
tensão da barra de conexão shunt.
Modelos mais detalhados como os HVDC tipo padrão e HVDC com capacitores
de comutação de conversores, são mais complexas, este ultimo produz equações
internas não lineares para o cálculo do ângulo de sobreposição.
A utilização dos Controladores FACTS nos sistemas testes, fez que eles
funcionem de forma segura, confiável e com uma redução do custo de operação,
mantendo as restrições de operação impostas, e fixando tanto tensões em barras quanto
os fluxos de potência nas linhas.
125
Assim também no despacho econômico observou-se um controle eficiente da
tensão pelo SVC e um controle eficiente do fluxo de potência ativa na linha de
transmissão pelo TCSC. A possibilidade de ter um despacho mais econômico para
sistemas interligados entre diferentes países é grande, já que levam em conta um fluxo
de potência fixa e/ou uma tensão fixa.
126
6.2 Trabalhos Futuros
Diversos trabalhos futuros podem ser definidos a partir dos resultados obtidos na
pesquisa. Assim, temos as seguintes propostas:
127
APÊNDICES
128
Apêndice A
Pk = GkkVk 2 + Vk ∑ V (G
m∈Ω k
m km cos(θ k − θ m ) + Bkm sen(θ k − θ m ) ) (A.1)
Qk = − BkkVk 2 + Vk ∑ V (G
m∈Ωk
m km sen(θ k − θ m ) − Bkm cos(θ k − θ m ) ) (A.2)
Onde:
129
Elementos da matriz admitância [Y]:
Ykk = G kk + jB kk = jbksh + ∑ ( jb
m∈Ω k
sh
km + a km
2
y km ) (A.5)
A matriz Jacobiana:
⎡ H kk H km N kk N km ⎤
⎡H N ⎤ ⎢ H mk H mm N mk N mm ⎥⎥
J =⎢ =⎢ (A.7)
⎣M L ⎥⎦ ⎢ M kk M km Lkk Lkm ⎥
⎢ ⎥
⎣⎢ M mk M mm Lmk Lmm ⎦⎥
130
⎡ ∂Pk ∂Pk ∂Pk ∂Pk ⎤
⎢ ∂θ ∂θ m ∂Vk ∂Vm ⎥
⎢ k ⎥
⎢ ∂Pm ∂Pm ∂Pm ∂Pm ⎥
⎢ ∂θ ∂θ m ∂Vk ∂Vm ⎥⎥
J =⎢
k
(A.8)
⎢ ∂Qk ∂Qk ∂Qk ∂Qk ⎥
⎢ ⎥
⎢ ∂θ k ∂θ m ∂Vk ∂Vm ⎥
⎢ ∂Qm ∂Qm ∂Qm ∂Qm ⎥
⎢ ⎥
⎣⎢ ∂θ k ∂θ m ∂Vk ∂Vm ⎦⎥
∂Pk
= −Vk Bkk − Vk ∑Vm (Gkmsen(θ km ) + Bkm cos(θ km ) )
2
(A.9)
∂θ k m∈K
∂Pk
= VkVm ( Gkm sen(θk − θm ) − Bkm cos(θk − θm ) ) (A.10)
∂θm
∂Pk
= Vk Gkk − ∑ Vm ( Gkm cos(θ k − θ m ) + Bkm sen(θ k − θ m ) ) (A.11)
∂Vk m∈K
∂Pk
= Vk ( Gkm cos(θ k − θ m ) + Bkm sen(θ k − θ m ) ) (A.12)
∂Vm
∂Qk
= −Vk 2 Gkk + Vk ∑ Vm ( Gkm cos(θ k − θ m ) + Bkm sen(θ k − θ m ) ) (A.13)
∂θ k m∈K
∂Qk
= −VkVm ( Gkm cos(θ k − θ m ) + Bkm sen(θ k − θ m ) ) (A.14)
∂θ m
∂Qk
= −Vk Bkk + ∑ Vm ( Gkm sen(θ k − θ m ) − Bkm cos(θ k − θ m ) ) (A.15)
∂Vk m∈K
∂Qk
= Vk ( Gkm sen(θ k − θ m ) + Bkm cos(θ k − θ m ) ) (A.16)
∂Vm
∂Pk 2
= −Qk − Vk Bkk (A.17)
∂θ k
131
∂Pk 2 −1
= ( Pk + Vk Gkk )Vk (A.18)
∂Vk
∂Qk 2
= Pk − Vk Gkk (A.19)
∂θ k
∂Qk 2 −1
= (Qk − Vk Bkk )Vk (A.20)
∂Vk
⎡ ⎤
0 0
⎡ ∆Pk ⎤ ⎢ ⎥ ⎡ ∆θ k ⎤
⎢∆Q ⎥ = ⎢ ⎥⋅
∂Qk ⎥ ⎢⎣∆BSVC ⎥⎦
(A.21)
⎣ k ⎦ ⎢0
⎢⎣ ∂BSVC ⎥⎦
Elemento da Jacobiana:
∂Qk 2
= −Vk (A.22)
∂BSVC
⎡ ∂Qk ⎤
0
⎡ ∆Qk ⎤ ⎢ ∂BSVC ⎥ ⎡ ∆Vk ⎤
⎢∆Q ⎥ = ⎢ ⎥⋅
∂Qm ⎥ ⎢⎣∆BSVC ⎥⎦
(A.23)
⎣ m ⎦ ⎢0
⎢⎣ ∂BSVC ⎥⎦
132
∂Qk 2
= −Vk (A.24)
∂BSVC
∂Qm
= VmVk cos(θ m − θ k ) (A.25)
∂BSVC
⎡ ∂Qk ⎤
⎡ ∆Qk ⎤ ⎢ 0 ∂α ⎥ ⋅ ⎡∆Vk ⎤
⎢ ∆Q ⎥ = ⎢ ∂Qm ⎥ ⎢⎣ ∆α ⎥⎦
(A.26)
⎣ m ⎦ ⎢0 ⎥
⎣ ∂α ⎦
∂Qk 2
(cos 2α − 1)
2
= −Vk (A.27)
∂α πX L
∂Qm 2
= Vk Vm (cos 2α − 1) cos(θ m − θ k ) (A.28)
∂α πX L
Para formar a Jacobiana, para o TCSC para controle de fluxo de potência ativa.
∂P k VkVm
= cos(θ k − θ m ) (A.30)
∂θ k X TCSC
133
∂P k VV
= − k m cos(θ k − θ m ) (A.31)
∂θ m X TCSC
∂Pk Vk
= sen (θ k − θ m ) (A.32)
∂Vm X TCSC
∂Pk V
= − 2m sen(θ k − θ m ) (A.33)
∂X TCSC X TCSC
∂Q k VkVm
= sen(θ k − θ m ) (A.34)
∂θ k X TCSC
∂Q k VV
= − k m sen (θ k − θ m ) (A.35)
∂θ m X TCSC
∂Qk V V
= 2 k − m cos(θ k − θ m ) (A.36)
∂Vk X TCSC X TCSC
∂Qk V
= − k cos(θ k − θ m ) (A.37)
∂Vm X TCSC
2
∂Qk V VV
= − 2k + k2 m cos(θ k − θ m ) (A.38)
∂X TCSC X TCSC X TCSC
∂P km VkVm
= cos(θ k − θ m ) (A.39)
∂θ k X TCSC
∂P km VV
= − k m cos(θ k − θ m ) (A.40)
∂θ m X TCSC
∂Pkm V
= m sen (θ k − θ m ) (A.41)
∂Vk X TCSC
∂Pkm Vk
= sen (θ k − θ m ) (A.42)
∂Vm X TCSC
134
∂Pkm V
= − 2m sen(θ k − θ m ) (A.43)
∂X TCSC X TCSC
∂X TCSC ⎛ k 2 cos 2 (π − α ) ⎞
= 2C1 (1 + cos 2α ) + C2 ⎜ − 1⎟ +
∂α ⎝ cos (k (π − α )) ⎠
2
(A.48)
−C2 sen(2α )( k tan( k (π − α )) − tan α )
C1 = ( X C + X LC ) / π (A.49)
C 2 = 4 X LC
2
/ XL (A.50)
X LC = X C X L /( X C − X L ) (A.51)
135
Para formar a Jacobiana, para o TCSC para controle da corrente, com a variação
da reatância do TCSC.
∆I km = I km
esp
− I km
calc
(A.53)
Onde:
1
⋅ Vk + Vm − 2 ⋅VkVm cos(θ k − θ m )
2 2
I km = − (A.54)
X TCSC
∂I km VV sen (θ k − θ m )
=− k m (A.55)
∂θ k X TCSC Vk + Vm − 2 ⋅ Vk Vm cos(θ k − θ m )
2 2
∂I km VV sen (θ k − θ m )
=+ k m (A.56)
∂θ m X TCSC Vk + Vm − 2 ⋅VkVm cos(θ k − θ m )
2 2
∂I km 2Vk − Vm cos(θ k − θ m )
=− (A.57)
∂Vk X ⋅ Vk + Vm − 2 ⋅ Vk Vm cos(θ k − θ m )
2 2
TCSC
136
∂I km 2Vm − Vk cos(θ k − θ m )
=− (A.58)
∂Vm
TCSC ⋅ Vk + Vm − 2 ⋅ Vk Vm cos(θ k − θ m )
2 2
X
V + Vm − 2 ⋅ VkVm cos(θ k − θ m )
2 2
∂I km
=+ k (A.59)
∂X TCSC 2
X TCSC
⎡0 0 ⎤
⎡ ∆Pk ⎤ ⎢ ⎡ ∆θ k ⎤
⎢ ⎥= ∂Qk ⎥⎥ ⋅ ⎢ (A.60)
⎣ ∆Qk ⎦ ⎢⎢ 0 ∆V ⎥
⎣ ∂VvR ⎥⎦ ⎣ vR ⎦
∂Qk
= −Vk ( g vR sen(θ k − θ vR ) − bvR cos(θ k − θ vR ) ) (A.61)
∂VvR
⎡ ∂Qk ⎤
0
⎡ ∆Qk ⎤ ⎢⎢ ∂VvR ⎥ ⎡ ∆θ k ⎤
⎥⋅
⎢ ∆Q ⎥ = ⎢ ∂Qm ⎥ ⎢⎣ ∆VvR ⎥⎦
(A.62)
⎣ m⎦ 0
⎢ ∂VvR ⎥⎦
⎣
∂Qk
= −Vk ( g vR sen(θ k − θ vR ) − bvR cos(θ k − θ vR ) ) (A.63)
∂VvR
∂Qm
= Vm cos(θ m − θ k ) ⋅ ( g vR sen(θ k − θ vR ) − bvR cos(θ k − θ vR ) ) (A.64)
∂VvR
137
A.1.4 Jacobiana resultante da inclusão do SSSC
∂Pk
= −VkVm ( − g cR sen(θ k − θ m ) + bcR cos(θ k − θ m ) )
∂θ k (A.66)
−VkVcR ( − g cR sen(θ k − θ cR ) + bcR cos(θ k − θ cR ) )
∂Pk
= 2Vk gcR − Vm ( g cR cos(θ k − θ m ) + bcR sen(θ k − θ m ) )
∂Vk (A.67)
−VcR ( g cR cos(θ k − θcR ) + bcR sen(θ k − θ cR ) )
∂Qk
= −VkVm ( g cR cos(θ k − θ m ) + bcR sen(θ k − θ m ) )
∂θ k (A.68)
−VkVcR ( g cR cos(θ k − θ cR ) + bcR sen(θ k − θ cR ) )
∂Qk
= −2Vk (bcR + bvR ) − Vm ( gcR sen(θ k − θ m ) − bcR cos(θ k − θ m ) )
∂Vk (A.69)
−VcR ( gcR sen(θ k − θcR ) − bcR cos(θ k − θ cR ) )
138
∂Pm
= −VmVk ( − g cR sen(θ m − θ k ) + bcR cos(θ m − θ k ) )
∂θ m (A.70)
+VmVcR ( − g cR sen(θ m − θ cR ) + bcR cos(θ m − θ cR ) )
∂Pm
= 2VmbcR − Vk ( g cR cos(θ m − θ k ) + bcR sen(θ m − θ k ) )
∂Vm (A.71)
+VcR ( g cR cos(θ m − θ cR ) + bcR sen(θ m − θ cR ) )
∂Qm
= −VmVk ( g cR cos(θ m − θ k ) + bcR sen(θ m − θ k ) )
∂θ m (A.72)
+VmVcR ( g cR cos(θ m − θ cR ) + bcR sen(θ m − θ cR ) )
∂Qm
= −2Vm bcR − Vk ( g cR sen(θ m − θ k ) − bcR cos(θ m − θ k ) )
∂Vm (A.73)
−VcR ( g cR sen(θ m − θ cR ) − bcR cos(θ m − θ cR ) )
∂Pk
= −VkVm ( g cR sen(θ k − θ m ) − bcR cos(θ k − θ m ) ) (A.74)
∂θ m
∂Pk
= −Vk ( g cR cos(θ k − θ m ) + bcR sen(θ k − θ m ) ) (A.75)
∂Vm
∂Qk
= −Vk Vm ( − gcR cos(θ k − θ m ) − bcR sen(θ k − θ m ) ) (A.76)
∂θ m
∂Qk
= −Vk ( gcR sen(θ k − θ m ) − bcR cos(θ k − θ m ) ) (A.77)
∂Vm
∂Pm
= −VmVk ( gcR sen(θ m − θ k ) − bcR cos(θ m − θ k ) ) (A.78)
∂θ k
∂Pm
= −Vm ( g cR cos(θ m − θ k ) + bcR sen(θ m − θ k ) ) (A.79)
∂Vk
139
∂Qm
= −VmVk ( − gcR cos(θ m − θ k ) − bcR sen(θ m − θ k ) ) (A.80)
∂θ k
∂Qm
= −Vm ( gcR sen(θ m − θ k ) − bcR cos(θ m − θ k ) ) (A.81)
∂Vk
∂Pk
= −Vk VcR ( gcR sen(θ k − θ cR ) − bcR cos(θ k − θ cR ) ) (A.82)
∂θ cR
∂Pk
= −Vk ( gcR cos(θ k − θ cR ) + bcR sen(θ k − θ cR ) ) (A.83)
∂VcR
∂Pm
= +VmVcR ( gcR sen(θ m − θcR ) − bcR cos(θ m − θ cR ) ) (A.84)
∂θ cR
∂Pm
= +Vm ( g cR cos(θ m − θ cR ) + bcR sen(θ m − θ cR ) ) (A.85)
∂VcR
∂Qk
= −Vk VvR ( − gvR cos(θ k − θ vR ) − bvR sen(θ k − θ vR ) ) (A.86)
∂θ vR
∂Qk
= −Vk ( gvR sen(θ k − θvR ) − bvR cos(θ k − θ vR ) ) (A.87)
∂VvR
∂Qk
= −Vk VcR ( − gcR cos(θ k − θ cR ) − bcR sen(θ k − θ cR ) ) (A.88)
∂θ cR
∂Qk
= −Vk ( gcR sen(θ k − θ cR ) − bcR cos(θ k − θ cR ) ) (A.89)
∂VcR
∂Qm
= +VmVcR ( − gcR cos(θ m − θcR ) − bcR sen(θ m − θ cR ) ) (A.90)
∂θcR
∂Qm
= +Vm ( gcR sen(θ m − θcR ) − bcR cos(θ m − θ cR ) ) (A.91)
∂VcR
140
∂PcR
= −VcRVk ( gcR sen(θcR − θ k ) − bcR cos(θ cR − θ k ) ) (A.92)
∂θ k
∂PcR
= −VcR ( gcR cos(θcR − θ k ) + bcR sen(θ cR − θ k ) ) (A.93)
∂Vk
∂PcR
= +VcRVm ( gcR sen(θcR − θ m ) − bcR cos(θ cR − θ m ) ) (A.94)
∂θ m
∂PcR
= +VcR ( gcR cos(θcR − θ m ) + bcR sen(θ cR − θ m ) ) (A.95)
∂Vm
∂PcR
= −VcRVk ( − g cR sen(θ cR − θ m ) + bcR cos(θ cR − θ k ) )
∂θ cR (A.96)
+VcRVm ( − g cR sen(θ cR − θ m ) + bcR cos(θ cR − θ m ) )
∂PcR
= 2VcR g cR − Vk ( g cR cos(θ cR − θ k ) + bcR sen(θ cR − θ k ) )
∂VcR (A.97)
+Vm ( g cR cos(θ cR − θ m ) + bcR sen(θ cR − θ m ) )
141
∂Pk
= −VkVm ( − g cR sen(θ k − θ m ) + bcR cos(θ k − θ m ) ) +
∂θ k
−VkVcR ( − g cR sen(θ k − θ cR ) + bcR cos(θ k − θ cR ) ) (A.99)
−VkVvR ( − g vR sen(θ k − θ vR ) + bvR cos(θ k − θ vR ) )
∂Pk
= 2Vk ( g cR + g vR ) − Vm ( g cR cos(θ k − θ m ) + bcR sen(θ k − θ m ) )
∂Vk
−VcR ( g cR cos(θ k − θ cR ) + bcR sen(θ k − θ cR ) ) (A.100)
−VvR ( g vR cos(θ k − θ vR ) + bvR sen(θ k − θ vR ) )
∂Qk
= −VkVm ( g cR cos(θ k − θ m ) + bcR sen(θ k − θ m ) )
∂θ k
−VkVcR ( g cR cos(θ k − θ cR ) + bcR sen(θ k − θ cR ) ) (A.101)
−VkVvR ( g vR cos(θ k − θ vR ) + bvR sen(θ k − θ vR ) )
∂Qk
= −2Vk (bcR + bvR ) − Vm ( gcR sen(θ k − θ m ) − bcR cos(θ k − θ m ) )
∂Vk
−VcR ( gcR sen(θ k − θcR ) − bcR cos(θ k − θcR ) ) (A.102)
−VvR ( gvR sen(θ k − θvR ) − bvR cos(θ k − θvR ) )
∂Pm
= −VmVk ( − g cR sen(θ m − θ k ) + bcR cos(θ m − θ k ) )
∂θ m (A.103)
+VmVcR ( − g cR sen(θ m − θ cR ) + bcR cos(θ m − θ cR ) )
∂Pm
= 2VmbcR − Vk ( g cR cos(θ m − θ k ) + bcR sen(θ m − θ k ) )
∂Vm (A.104)
+VcR ( g cR cos(θ m − θ cR ) + bcR sen(θ m − θ cR ) )
∂Qm
= −VmVk ( g cR cos(θ m − θ k ) + bcR sen(θ m − θ k ) )
∂θ m (A.105)
+VmVcR ( g cR cos(θ m − θ cR ) + bcR sen(θ m − θ cR ) )
142
∂Qm
= −2VmbcR − Vk ( g cR sen(θ m − θ k ) − bcR cos(θ m − θ k ) )
∂Vm (A.106)
−VcR ( g cR sen(θ m − θ cR ) − bcR cos(θ m − θ cR ) )
∂Pk
= −VkVm ( g cR sen(θ k − θ m ) − bcR cos(θ k − θ m ) ) (A.107)
∂θ m
∂Pk
= −Vk ( g cR cos(θ k − θ m ) + bcR sen(θ k − θ m ) ) (A.108)
∂Vm
∂Qk
= −VkVm ( − g cR cos(θ k − θ m ) − bcR sen(θ k − θ m ) ) (A.109)
∂θ m
∂Qk
= −Vk ( g cR sen(θ k − θ m ) − bcR cos(θ k − θ m ) ) (A.110)
∂Vm
∂Pm
= −VmVk ( g cR sen(θ m − θ k ) − bcR cos(θ m − θ k ) ) (A.111)
∂θ k
∂Pm
= −Vm ( g cR cos(θ m − θ k ) + bcR sen(θ m − θ k ) ) (A.112)
∂Vk
∂Qm
= −VmVk ( − gcR cos(θ m − θ k ) − bcR sen(θ m − θ k ) ) (A.113)
∂θ k
∂Qm
= −Vm ( g cR sen(θ m − θ k ) − bcR cos(θ m − θ k ) ) (A.114)
∂Vk
∂Pk
= −VkVvR ( g vR sen(θ k − θ vR ) − bvR cos(θ k − θ vR ) ) (A.115)
∂θvR
∂Pk
= −Vk ( g vR cos(θ k − θ vR ) + bvR sen(θ k − θ vR ) ) (A.116)
∂VvR
∂Pk
= −VkVcR ( g cR sen(θ k − θ cR ) − bcR cos(θ k − θ cR ) ) (A.117)
∂θ cR
143
∂Pk
= −Vk ( g cR cos(θ k − θ cR ) + bcR sen(θ k − θ cR ) ) (A.118)
∂VcR
∂Pm
= +VmVcR ( g cR sen(θ m − θ cR ) − bcR cos(θ m − θ cR ) ) (A.119)
∂θ cR
∂Pm
= +Vm ( g cR cos(θ m − θ cR ) + bcR sen(θ m − θ cR ) ) (A.120)
∂VcR
∂Qk
= −VkVvR ( − g vR cos(θ k − θ vR ) − bvR sen(θ k − θ vR ) ) (A.121)
∂θ vR
∂Qk
= −Vk ( g vR sen(θ k − θ vR ) − bvR cos(θ k − θ vR ) ) (A.122)
∂VvR
∂Qk
= −VkVcR ( − g cR cos(θ k − θ cR ) − bcR sen(θ k − θ cR ) ) (A.123)
∂θ cR
∂Qk
= −Vk ( g cR sen(θ k − θ cR ) − bcR cos(θ k − θ cR ) ) (A.124)
∂VcR
∂Qm
= +VmVcR ( − g cR cos(θ m − θ cR ) − bcR sen(θ m − θ cR ) ) (A.125)
∂θ cR
∂Qm
= +Vm ( gcR sen(θm − θcR ) − bcR cos(θ m − θ cR ) ) (A.126)
∂VcR
∂PvR
= −VvRVk ( gvR sen(θvR − θ k ) − bvR cos(θ vR − θ k ) ) (A.127)
∂θ k
∂PvR
= −VvR ( g vR cos(θ vR − θ k ) + bvR sen(θ vR − θ k ) ) (A.128)
∂Vk
∂PvR
= −VvRVk ( − g vR sen(θvR − θ k ) + bvR cos(θ vR − θ k ) ) (A.129)
∂θ vR
144
∂PvR
= 2VvR g vR − Vk ( g vR cos(θ vR − θ k ) + bvR sen(θ vR − θ k ) ) (A.130)
∂VvR
∂PcR
= −VcRVk ( g cR sen(θcR − θ k ) − bcR cos(θ cR − θ k ) ) (A.131)
∂θ k
∂PcR
= −VcR ( g cR cos(θ cR − θ k ) + bcR sen(θ cR − θ k ) ) (A.132)
∂Vk
∂PcR
= +VcRVm ( gcR sen(θ cR − θ m ) − bcR cos(θ cR − θ m ) ) (A.133)
∂θ m
∂PcR
= +VcR ( g cR cos(θ cR − θ m ) + bcR sen(θ cR − θ m ) ) (A.134)
∂Vm
∂PcR
= −VcRVk ( − g cR sen(θ cR − θ m ) + bcR cos(θ cR − θ k ) )
∂θ cR (A.135)
+VcRVm ( − g cR sen(θ cR − θ m ) + bcR cos(θ cR − θ m ) )
∂PcR
= 2VcR g cR − Vk ( g cR cos(θ cR − θ k ) + bcR sen(θ cR − θ k ) )
∂VcR (A.136)
+Vm ( g cR cos(θ cR − θ m ) + bcR sen(θ cR − θ m ) )
∂PvRcR
= −VvRVk ( g vR sen(θ vR − θ k ) − bvR cos(θ vR − θ k ) )
∂θ k (A.137)
−VcRVk ( g cR sen(θ cR − θ k ) − bcR cos(θ cR − θ k ) )
∂PvRcR
= −VvR ( g vR cos(θ vR − θ k ) + bvR sen(θ vR − θ k ) )
∂Vk (A.138)
−VcR ( g cR cos(θ cR − θ k ) + bcR sen(θ cR − θ k ) )
∂PvRcR
= +VcRVm ( g cR sen(θ cR − θ m ) − bcR cos(θ cR − θ m ) ) (A.139)
∂θ m
∂PvRcR
= +VcR ( gcR cos(θ cR − θ m ) + bcR sen(θ cR − θ m ) ) (A.140)
∂Vm
145
∂PvRcR
= −VvRVk ( − g vR sen(θ vR − θ k ) + bvR cos(θ vR − θ k ) ) (A.141)
∂θ vR
∂PvRcR
= 2VvR gvR − Vk ( g vR cos(θ vR − θ k ) + bvR sen(θ vR − θ k ) ) (A.142)
∂VvR
∂PvRcR
= −VcRVk ( − g cR sen(θ cR − θ k ) + bcR cos(θ cR − θ k ) )
∂θ cR (A.143)
+VcRVm ( − g cR sen(θ cR − θ m ) + bcR cos(θ cR − θ m ) )
∂PvRcR
= 2VcR g cR − Vk ( g cR cos(θ cR − θ k ) + bcR sen(θ cR − θ k ) )
∂VcR (A.144)
+Vm ( g cR cos(θ cR − θ m ) + bcR sen(θ cR − θ m ) )
146
A.2 Jacobiana resultante da inclusão do HVDC-link e Elo de CC
∂Pk
= −VkVvR1 ( − g vR1 sen(θ k − θ vR1 ) + bvR1 cos(θ k − θ vR1 ) ) (A.147)
∂θ k
∂Pk
= 2Vk g vR1 − VvR1 ( gvR1 cos(θ k − θ vR1 ) + bvR1 sen(θ k − θ vR1 ) ) (A.148)
∂Vk
∂Qk
= −VkVvR1 ( g vR1 cos(θ k − θ vR1 ) + bvR1 sen(θ k − θ vR1 ) ) (A.149)
∂θ k
∂Qk
= −2Vk bvR1 − VvR1 ( g vR1 sen(θ k − θ vR1 ) − bvR1 cos(θ k − θ vR1 ) ) (A.150)
∂Vk
∂Pk
= −VkVvR1 ( g vR1 sen(θ k − θ vR1 ) − bvR1 cos(θ k − θ vR1 ) ) (A.151)
∂θ vR1
147
∂Pk
= −Vk ( g vR1 cos(θ k − θ vR1 ) + bvR1 sen(θ k − θ vR1 ) ) (A.152)
∂VvR1
∂Qk
= −VkVvR1 ( − g vR1 cos(θ k − θ vR1 ) − bvR1 sen(θ k − θ vR1 ) ) (A.153)
∂θvR1
∂Qk
= −2VvR1bvR1 − Vk ( g vR1 sen(θ k − θ vR1 ) − bvR1 cos(θ k − θ vR1 ) ) (A.154)
∂VvR1
∂PvR1
= −VvR1Vk ( gvR1 sen(θvR1 − θ k ) − bvR1 cos(θ vR1 − θ k ) ) (A.155)
∂θ k
∂PvR1
= −VvR1 ( gvR1 cos(θ vR1 − θ k ) + bvR1 sen(θ vR1 − θ k ) ) (A.156)
∂Vk
∂QvR1
= −VvR1Vk ( − g vR1 cos(θ vR1 − θ k ) − bvR1 sen(θ vR1 − θ k ) ) (A.157)
∂θ k
∂QvR1
= −VvR1 ( g vR1 sen(θvR1 − θ k ) − bvR1 cos(θ vR1 − θ k ) ) (A.158)
∂Vk
∂PvR1
= −VvR1Vk ( − g vR1 sen(θ vR1 − θ k ) + bvR1 cos(θ vR1 − θ k ) ) (A.159)
∂θvR1
∂PvR1
= 2VvR1 g vR1 − Vk ( g vR1 cos(θ vR1 − θ k ) + bvR1 sen(θ vR1 − θ k ) ) (A.160)
∂VvR1
∂QvR1
= −VvR1Vk ( g vR1 cos(θ vR1 − θ k ) + bvR1 sen(θ vR1 − θ k ) ) (A.161)
∂θ vR1
∂QvR1
= −2VvR1bvR1 − Vk ( gvR1 sen(θ vR1 − θ k ) − bvR1 cos(θ vR1 − θ k ) ) (A.162)
∂VvR1
148
∂PvR1vR 2
= −VvR1Vk ( − g vR1 sen(θvR1 − θ k ) + bvR1 cos(θ vR1 − θ k ) ) (A.163)
∂θ k
∂PvR1vR 2
= −VvR1 ( g vR1 cos(θ vR1 − θ k ) + bvR1 sen(θ vR1 − θ k ) ) + 2(Vk − Vm ) g dc (A.164)
∂Vk
∂PvR1vR 2
= −VvR 2Vm ( − g vR 2 sen(θvR 2 − θ m ) + bvR 2 cos(θ vR 2 − θ m ) ) (A.165)
∂θ m
∂PvR1vR 2
= −VvR 2 ( g vR 2 cos(θ vR 2 − θ m ) + bvR 2 sen(θ vR 2 − θ m ) ) − 2(Vk − Vm ) g dc (A.166)
∂Vm
∂PvR1vR 2
= −VvR1Vk ( − g vR1 sen(θvR1 − θ k ) + bvR1 cos(θ vR1 − θ k ) ) (A.167)
∂θ vR1
∂PvR1vR 2
= 2VvR1 gvR1 − Vk ( g vR1 cos(θ vR1 − θ k ) + bvR1 sen(θ vR1 − θ k ) ) (A.168)
∂VvR1
∂PvR1vR 2
= −VvR 2Vm ( − g vR 2 sen(θvR 2 − θ m ) + bvR 2 cos(θ vR 2 − θ m ) ) (A.169)
∂θ vR 2
∂PvR1vR 2
= 2VvR 2 gvR 2 − Vm ( gvR 2 cos(θvR 2 − θm ) + bvR 2 sen(θvR 2 − θ m ) ) (A.170)
∂VvR 2
149
A.2.2 Jacobiana resultante da inclusão do HVDC – Benchmark
A Jacobiana do ELO-CC,
⎡ ∂Pk ⎤
⎢ 0 0 0 0 0 0
∂X 3 ⎥
⎢ ⎥
⎢ ∂Pm ⎥
⎢ 0 0 0 0 0 0
∂X 3 ⎥⎥
⎡ ∆Pk ⎤ ⎢ ⎡ ∆θ ⎤
⎢ ∆P ⎥ ⎢ 0 0 0 0 0 0
⎥ ⎢ k⎥
0 ⎥ ∆θ m
⎢ m⎥ ⎢ ⎢ ⎥
⎢ ∆Qk ⎥ ⎢ ⎥ ⎢ ∆V ⎥
⎥ ⎢ ⎥ ⎢ vR
⎢ ⎥
⎢ m⎥ = ⎢
∆Q 0 0 0 0 0 0 0 ⎥ ⋅ ⎢ ∆Vm ⎥ (A.171)
⎢ ∆R1 ⎥ ⎢ ⎥ ⎢
∆X 1 ⎥
⎢ ⎥ ⎢ ∂R1 ∂R1 ∂R1 ∂R1 ∂R1 ⎥ ⎢ ⎥
⎢ ∆ R 2 ⎥ ⎢ 0 0
∂Vk ∂Vm ∂X 1 ∂X 2
⎥ ⎢ ∆X 2 ⎥
∂X 3 ⎥
⎢ ∆R3 ⎥ ⎢ ⎢ ∆X ⎥
⎣ ⎦ ⎢ ∂R 2 ∂R 2 ∂R 2 ∂R 2 ∂R 2 ⎥ ⎣ 3 ⎦
⎢ 0 0 ⎥
⎢ ∂Vk ∂Vm ∂X 1 ∂X 2 ∂X 3 ⎥
⎢ ⎥
⎢ ∂R3 ⎥
0 0 0 0 0 0
⎢⎣ ∂X 3 ⎦⎥
150
∂R1 RcR k I aI Vm senγ I
= (A.177)
∂γ I RcR + Rdc − RcI
∂R1
=1 (A.178)
∂VdR
∂R 2 RcI k R aR cos α R
= (A.179)
∂Vk RcR + Rdc − RcI
∂R 2
=1 (A.183)
∂VdI
∂R3
= −VdR ⋅ g dc (A.184)
∂VdI
3 2
vdi 0 = .Vss (A.185)
π
3 Xt
d xl = (A.186)
π
151
3
d xc = (A.187)
πωC
d xc
ω0 = (A.188)
d xl
1
K = 0.5 (A.189)
d xc − d xl
id
E = − Kvdi 0 cos α − (A.190)
2
πω0 3ω0
F = Kvdi 0ω0 sen α + id − (A.191)
3 2π d xc
⎛F⎞
β = arctan ⎜ ⎟ (A.192)
⎝E⎠
Y = E2 + F 2 (A.193)
cos(α + u ) + cos α ⎛ 3 ⎞
vd = vdi 0 + ⎜1 − u ⎟ ⋅ (∆V1 − ∆V2 ) (A.194)
2 ⎝ 4π ⎠
2π d xc ⎡ ìd u
∆V1 = − Kvdi 0 sen(α + u ) +
3[1 + cos(ω0u )] ⎢⎣ 2
1 ⎛ i ⎞
+ ⎜ Kvdi 0 cos α + d ⎟ sen(ω0u ) +
ω0 ⎝ 2⎠ (A.195)
+ Kvdi 0 sen α cos(ω0u ) +
π ⎤
+ id ( cos(ω0u ) − 1) ⎥
3 ⎦
152
A relação entre o fasor ac fundamental e a variável dc é dada pela tensão e
corrente em fasor, equações (A.197) e (A.198). Isso possibilita encontrar o ângulo de
desfasagem (φ).
π
U= vdi 0 (A.197)
3 6
6e − jα ⎧ idi 0 − ju
I= ⎨ (1 + e ) +
π ⎩ 2
Kv ⎡ e − jα ⎤
+ di 0 ⎢ (1 − e − j 2u ) + jue jα ⎥
2 ⎣ 2 ⎦ (A.198)
Y
+ 2 ⎡ e − ju ( cos(ω0u − β ) + jω0 sen(ω0u − β ) )
ω0 − 1 ⎣
− ⎤⎫
cos β + jω0 sen β ⎥ ⎬
⎦⎭
π π 2 d xc π d xc
vdi 0 sen(α I + u + γ ') + 2 id + ∆V1 − id (u + γ ') = 0 (A.199)
3 9 3
Onde:
153
A.3 A Jacobiana resultante da inclusão dos FACTS, HVDC-link e
ELO-CC.
θk θm Vk Vm Bsvc Xtcsc VvR θcR VcR θvR VvR1 θvR1 VvR2 θvR2 X1 X2 X3
Qn
V
C
S
Pkm
C
C
T
Pmk
C
Qmk
F
PvRcR
P
Qn
U
PvR1
C
QvR1
D
PvR1vR2
V
Qn
H
R1
O
R2
L
R3
E
154
A.4 Custos estimados dos Controladores FACTS e elos de corrente
contínua (HVDC).
155
Apêndice B
156
Q_G : Geração de potência reativa (MVAR)
V_G : Magnitude da tensão do gerador (p.u.)
PGmin : Geração mínima de potência ativa (MW)
PGmax : Geração máxima de potência ativa (MW)
QGmin : Geração mínima de potência reativa (MVAR)
QGmax : Geração máxima de potência reativa (MVAR)
157
B.1.5 Dados dos TCSCs
Dados de conexão:
IniBus : Barra inicial de conexão do UPFC
forBus : Barra a donde vão ser medida as potências ativa e reativa
EndBus : Barra final de conexão do UPFC
Vref : Tensão especificada a ser controlada, em IniBus (pu)
Qref : Potência reativa especificada a controlar pelo UPFC (pu)
Pref : Potência ativa especificada a controlar pelo UPFC (pu)
Dados de conexão:
IniBus : Barra inicial de conexão do HVDC-link
forBus : Barra a donde vai ser medido a potência para HVDC-link
EndBus : Barra final de conexão do HVDC-link
R_DC : Resistência da linha dc, se for zero é um B-to-B (ohm)
Qref : Potência reativa especificada a controlar pelo HVDC-link (pu)
Pref : Potência ativa especificada a controlar pelo HVDC-link (pu)
Vctrl : Tensão especificada a ser mantida constante, em IniBus (pu)
158
Dados das fontes de tensão variáveis:
R_vr1 : Resistência do transformador, conectada em IniBus (pu)
X_vr1 : Reatância do transformador, conectada em IniBus (pu)
V_vr1 : Tensão nominal da fonte variável, conectada em IniBus (pu)
Th_vr1 : Angulo da tensão da fonte variável, conectada em IniBus (pu)
R_vr2 : Resistência do transformador, conectada em EndBus (pu)
X_vr2 : Reatância do transformador, conectada em EndBus (pu)
V_vr2 : Tensão nominal da fonte variável, conectada em EndBus (pu)
Th_vr2 : Angulo da tensão da fonte variável, conectada em EndBus (pu)
Dados de conexão:
HVDC : Numero de identificação do HVDC
IniBAC : Barra ac inicial, conexão do retificador
endBAC : Barra ac final, conexão do inversor
ForBDC : Barra dc onde se tem o controle de potência
r_DC : resistência da linha em dc (ohm)
Vhvdc : tensão especificada para um dois terminais da linha em dc (pu)
Phvdc : Potência especificada a controlar (pu)
hvdcON : Indica condição de ligado do HVDC
Conversor Retificador:
Conversor Inversor:
159
aiDisp : Ângulo de disparo especificado do conversor inversor (grados)
aiDn : Ângulo de disparo mínimo conversor inversor (grados)
aiDm : Ângulo de disparo máximo conversor inversor (grados)
Vdi : Tensão do terminal do conversor inversor lado dc (pu)
Vdrn : Tensão mínima do conversor inversor lado dc (pu)
Vdrm : Tensão máxima do conversor inversor lado dc (pu)
fi : Freqüência de trabalho do lado ac do inversor (Hz)
Nr_B Nome_B Tp_B V_B(pu) AngB(º) P_G Q_G P_C Q_C G_sh B_sh
1 Riversde 2 0.955 10.67 0.0 0.0 51.0 27.0 0.0 0.00
2 Pokagon 0 0.971 11.22 0.0 0.0 20.0 9.0 0.0 0.00
3 HickryCk 0 0.968 11.56 0.0 0.0 39.0 10.0 0.0 0.00
4 NwCarlsl 2 0.998 15.28 -9.0 0.0 30.0 12.0 0.0 0.00
5 Olive 0 1.002 15.73 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 -0.40
6 Kankakee 2 0.990 13.00 0.0 0.0 52.0 22.0 0.0 0.00
7 JacksnRd 0 0.989 12.56 0.0 0.0 19.0 2.0 0.0 0.00
8 Olive 2 1.015 20.77 -28.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
9 Bequine 0 1.043 28.02 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
10 Breed 2 1.050 35.61 450.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
11 SouthBnd 0 0.985 12.72 0.0 0.0 70.0 23.0 0.0 0.00
12 TwinBrch 2 0.990 12.20 85.0 0.0 47.0 10.0 0.0 0.00
13 Concord 0 0.968 11.35 0.0 0.0 34.0 16.0 0.0 0.00
14 GoshenJt 0 0.984 11.50 0.0 0.0 14.0 1.0 0.0 0.00
15 FtWayne 2 0.970 11.23 0.0 0.0 90.0 30.0 0.0 0.00
16 N. E. 0 0.984 11.91 0.0 0.0 25.0 10.0 0.0 0.00
17 Sorenson 0 0.995 13.74 0.0 0.0 11.0 3.0 0.0 0.00
18 McKinley 2 0.973 11.53 0.0 0.0 60.0 34.0 0.0 0.00
19 Lincoln 2 0.963 11.05 0.0 0.0 45.0 25.0 0.0 0.00
20 Adams 0 0.958 11.93 0.0 0.0 18.0 3.0 0.0 0.00
21 Jay 0 0.959 13.52 0.0 0.0 14.0 8.0 0.0 0.00
22 Randolph 0 0.970 16.08 0.0 0.0 10.0 5.0 0.0 0.00
23 CollCrnr 0 1.000 21.00 0.0 0.0 7.0 3.0 0.0 0.00
24 Trenton 2 0.992 20.89 -13.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
25 TannrsCk 2 1.050 27.93 220.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
26 TannrsCk 2 1.015 29.71 314.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
27 Madison 2 0.968 15.35 -9.0 0.0 62.0 13.0 0.0 0.00
28 Mullin 0 0.962 13.62 0.0 0.0 17.0 7.0 0.0 0.00
29 Grant 0 0.963 12.63 0.0 0.0 24.0 4.0 0.0 0.00
30 Sorenson 0 0.968 18.79 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
31 DeerCrk 2 0.967 12.75 7.0 0.0 43.0 27.0 0.0 0.00
32 Delaware 2 0.964 14.80 0.0 0.0 59.0 23.0 0.0 0.00
160
33 Haviland 0 0.972 10.63 0.0 0.0 23.0 9.0 0.0 0.00
34 Rockhill 2 0.986 11.30 0.0 0.0 59.0 26.0 0.0 0.14
35 WestLima 0 0.981 10.87 0.0 0.0 33.0 9.0 0.0 0.00
36 Sterling 2 0.980 10.87 0.0 0.0 31.0 17.0 0.0 0.00
37 EastLima 0 0.992 11.77 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 -0.25
38 EastLima 0 0.962 16.91 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
39 NwLibrty 0 0.970 8.41 0.0 0.0 27.0 11.0 0.0 0.00
40 West End 2 0.970 7.35 -46.0 0.0 20.0 23.0 0.0 0.00
41 [Link] 0 0.967 6.92 0.0 0.0 37.0 10.0 0.0 0.00
42 Howard 2 0.985 8.53 -59.0 0.0 37.0 23.0 0.0 0.00
43 [Link] 0 0.978 11.28 0.0 0.0 18.0 7.0 0.0 0.00
44 WMVernon 0 0.985 13.82 0.0 0.0 16.0 8.0 0.0 0.10
45 [Link] 0 0.987 15.67 0.0 0.0 53.0 22.0 0.0 0.10
46 [Link] 2 1.005 18.49 19.0 0.0 28.0 10.0 0.0 0.10
47 Crooksvl 0 1.017 20.73 0.0 0.0 34.0 0.0 0.0 0.00
48 Zanesvll 0 1.021 19.93 0.0 0.0 20.0 11.0 0.0 0.15
49 Philo 2 1.025 20.94 204.0 0.0 87.0 30.0 0.0 0.00
50 WCambrdg 0 1.001 18.90 0.0 0.0 17.0 4.0 0.0 0.00
51 Newcmrst 0 0.967 16.28 0.0 0.0 17.0 8.0 0.0 0.00
52 SCoshoct 0 0.957 15.32 0.0 0.0 18.0 5.0 0.0 0.00
53 Wooster 0 0.946 14.35 0.0 0.0 23.0 11.0 0.0 0.00
54 Torrey 2 0.955 15.26 48.0 0.0 113.0 32.0 0.0 0.00
55 Wagenhls 2 0.952 14.97 0.0 0.0 63.0 22.0 0.0 0.00
56 Sunnysde 2 0.954 15.16 0.0 0.0 84.0 18.0 0.0 0.00
57 WNwPhil1 0 0.971 16.36 0.0 0.0 12.0 3.0 0.0 0.00
58 WNwPhil2 0 0.959 15.51 0.0 0.0 12.0 3.0 0.0 0.00
59 Tidd 2 0.985 19.37 155.0 0.0 277.0 113.0 0.0 0.00
60 SWKammer 0 0.993 23.15 0.0 0.0 78.0 3.0 0.0 0.00
61 [Link] 2 0.995 24.04 160.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
62 Natrium 2 0.998 23.43 0.0 0.0 77.0 14.0 0.0 0.00
63 Tidd 0 0.969 22.75 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
64 Kammer 0 0.984 24.52 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
65 Muskngum 2 1.005 27.65 391.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
66 Muskngum 2 1.050 27.48 392.0 0.0 39.0 18.0 0.0 0.00
67 Summerfl 0 1.020 24.84 0.0 0.0 28.0 7.0 0.0 0.00
68 Sporn 0 1.003 27.55 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
69 Sporn 3 1.035 30.00 516.4 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
70 Portsmth 2 0.984 22.58 0.0 0.0 66.0 20.0 0.0 0.00
71 NPortsmt 0 0.987 22.15 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
72 Hillsbro 2 0.980 20.98 -12.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
73 Sargents 2 0.991 21.94 -6.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
74 Bellefnt 2 0.958 21.64 0.0 0.0 68.0 27.0 0.0 0.12
75 SthPoint 0 0.967 22.91 0.0 0.0 47.0 11.0 0.0 0.00
76 Darrah 2 0.943 21.77 0.0 0.0 68.0 36.0 0.0 0.00
77 Turner 2 1.006 26.72 0.0 0.0 61.0 28.0 0.0 0.00
78 Chemical 0 1.003 26.42 0.0 0.0 71.0 26.0 0.0 0.00
79 CapitlHl 0 1.009 26.72 0.0 0.0 39.0 32.0 0.0 0.20
161
80 CabinCrk 2 1.040 28.96 477.0 0.0 130.0 26.0 0.0 0.00
81 Kanawha 0 0.997 28.10 0.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
82 Logan 0 0.989 27.24 0.0 0.0 54.0 27.0 0.0 0.20
83 Sprigg 0 0.985 28.42 0.0 0.0 20.0 10.0 0.0 0.10
84 BetsyLne 0 0.980 30.95 0.0 0.0 11.0 7.0 0.0 0.00
85 BeaverCk 2 0.985 32.51 0.0 0.0 24.0 15.0 0.0 0.00
86 Hazard 0 0.987 31.14 0.0 0.0 21.0 10.0 0.0 0.00
87 Pinevlle 2 1.015 31.40 4.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
88 Fremont 0 0.987 35.64 0.0 0.0 48.0 10.0 0.0 0.00
89 ClinchRv 2 1.005 39.69 607.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
90 Holston 2 0.985 33.29 -85.0 0.0 78.0 42.0 0.0 0.00
91 HolstonT 2 0.980 33.31 -10.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
92 Saltvlle 2 0.993 33.80 0.0 0.0 65.0 10.0 0.0 0.00
93 Tazewell 0 0.987 30.79 0.0 0.0 12.0 7.0 0.0 0.00
94 Switchbk 0 0.991 28.64 0.0 0.0 30.0 16.0 0.0 0.00
95 Caldwell 0 0.981 27.67 0.0 0.0 42.0 31.0 0.0 0.00
96 Baileysv 0 0.993 27.51 0.0 0.0 38.0 15.0 0.0 0.00
97 Sundial 0 1.011 27.88 0.0 0.0 15.0 9.0 0.0 0.00
98 Bradley 0 1.024 27.40 0.0 0.0 34.0 8.0 0.0 0.00
99 Hinton 2 1.010 27.04 -42.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
100 Glen Lyn 2 1.017 28.03 252.0 0.0 37.0 18.0 0.0 0.00
101 Wythe 0 0.993 29.61 0.0 0.0 22.0 15.0 0.0 0.00
102 Smythe 0 0.991 32.30 0.0 0.0 5.0 3.0 0.0 0.00
103 Claytor 2 1.001 24.44 40.0 0.0 23.0 16.0 0.0 0.00
104 Hancock 2 0.971 21.69 0.0 0.0 38.0 25.0 0.0 0.00
105 Roanoke 2 0.965 20.57 0.0 0.0 31.0 26.0 0.0 0.20
106 Cloverdl 0 0.962 20.32 0.0 0.0 43.0 16.0 0.0 0.00
107 Reusens 2 0.952 17.53 -22.0 0.0 28.0 12.0 0.0 0.06
108 Blaine 0 0.967 19.38 0.0 0.0 2.0 1.0 0.0 0.00
109 Franklin 0 0.967 18.93 0.0 0.0 8.0 3.0 0.0 0.00
110 Fieldale 2 0.973 18.09 0.0 0.0 39.0 30.0 0.0 0.06
111 DanRiver 2 0.980 19.74 36.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
112 Danville 2 0.975 14.99 -43.0 0.0 25.0 13.0 0.0 0.00
113 Deer Crk 2 0.993 13.74 -6.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
114 WMedford 0 0.960 14.46 0.0 0.0 8.0 3.0 0.0 0.00
115 Medford 0 0.960 14.46 0.0 0.0 22.0 7.0 0.0 0.00
116 KygerCrk 2 1.005 27.12 -184.0 0.0 0.0 0.0 0.0 0.00
117 Corey 0 0.974 10.67 0.0 0.0 20.0 8.0 0.0 0.00
118 WHuntngd 0 0.949 21.92 0.0 0.0 33.0 15.0 0.0 0.00
162
163
164
Figura B.1 - Sistema IEEE de 118 barras.
163
B.2.2 Dados dos ramos
164
37 40 0.05930 0.16800 0.04200 0.000
30 38 0.00464 0.05400 0.42200 0.000
39 40 0.01840 0.06050 0.01552 0.000
40 41 0.01450 0.04870 0.01222 0.000
40 42 0.05550 0.18300 0.04660 0.000
41 42 0.04100 0.13500 0.03440 0.000
43 44 0.06080 0.24540 0.06068 0.000
34 43 0.04130 0.16810 0.04226 0.000
44 45 0.02240 0.09010 0.02240 0.000
45 46 0.04000 0.13560 0.03320 0.000
46 47 0.03800 0.12700 0.03160 0.000
46 48 0.06010 0.18900 0.04720 0.000
47 49 0.01910 0.06250 0.01604 0.000
42 49 0.07150 0.32300 0.08600 0.000
42 49 0.07150 0.32300 0.08600 0.000
45 49 0.06840 0.18600 0.04440 0.000
48 49 0.01790 0.05050 0.01258 0.000
49 50 0.02670 0.07520 0.01874 0.000
49 51 0.04860 0.13700 0.03420 0.000
51 52 0.02030 0.05880 0.01396 0.000
52 53 0.04050 0.16350 0.04058 0.000
53 54 0.02630 0.12200 0.03100 0.000
49 54 0.07300 0.28900 0.07380 0.000
49 54 0.08690 0.29100 0.07300 0.000
54 55 0.01690 0.07070 0.02020 0.000
54 56 0.00275 0.00955 0.00732 0.000
55 56 0.00488 0.01510 0.00374 0.000
56 57 0.03430 0.09660 0.02420 0.000
50 57 0.04740 0.13400 0.03320 0.000
56 58 0.03430 0.09660 0.02420 0.000
51 58 0.02550 0.07190 0.01788 0.000
54 59 0.05030 0.22930 0.05980 0.000
56 59 0.08250 0.25100 0.05690 0.000
56 59 0.08030 0.23900 0.05360 0.000
55 59 0.04739 0.21580 0.05646 0.000
59 60 0.03170 0.14500 0.03760 0.000
59 61 0.03280 0.15000 0.03880 0.000
60 61 0.00264 0.01350 0.01456 0.000
60 62 0.01230 0.05610 0.01468 0.000
61 62 0.00824 0.03760 0.00980 0.000
63 59 0.00000 0.03860 0.00000 0.960
63 64 0.00172 0.02000 0.21600 0.000
64 61 0.00000 0.02680 0.00000 0.985
38 65 0.00901 0.09860 1.04600 0.000
64 65 0.00269 0.03020 0.38000 0.000
49 66 0.01800 0.09190 0.02480 0.000
49 66 0.01800 0.09190 0.02480 0.000
62 66 0.04820 0.21800 0.05780 0.000
62 67 0.02580 0.11700 0.03100 0.000
65 66 0.00000 0.03700 0.00000 0.935
66 67 0.02240 0.10150 0.02682 0.000
65 68 0.00138 0.01600 0.63800 0.000
47 69 0.08440 0.27780 0.07092 0.000
49 69 0.09850 0.32400 0.08280 0.000
68 69 0.00000 0.03700 0.00000 0.935
69 70 0.03000 0.12700 0.12200 0.000
165
24 70 0.00221 0.41150 0.10198 0.000
70 71 0.00882 0.03550 0.00878 0.000
24 72 0.04880 0.19600 0.04880 0.000
71 72 0.04460 0.18000 0.04444 0.000
71 73 0.00866 0.04540 0.01178 0.000
70 74 0.04010 0.13230 0.03368 0.000
70 75 0.04280 0.14100 0.03600 0.000
69 75 0.04050 0.12200 0.12400 0.000
74 75 0.01230 0.04060 0.01034 0.000
76 77 0.04440 0.14800 0.03680 0.000
69 77 0.03090 0.10100 0.10380 0.000
75 77 0.06010 0.19990 0.04978 0.000
77 78 0.00376 0.01240 0.01264 0.000
78 79 0.00546 0.02440 0.00648 0.000
77 80 0.01700 0.04850 0.04720 0.000
77 80 0.02940 0.10500 0.02280 0.000
79 80 0.01560 0.07040 0.01870 0.000
68 81 0.00175 0.02020 0.80800 0.000
81 80 0.00000 0.03700 0.00000 0.935
77 82 0.02980 0.08530 0.08174 0.000
82 83 0.01120 0.03665 0.03796 0.000
83 84 0.06250 0.13200 0.02580 0.000
83 85 0.04300 0.14800 0.03480 0.000
84 85 0.03020 0.06410 0.01234 0.000
85 86 0.03500 0.12300 0.02760 0.000
86 87 0.02828 0.20740 0.04450 0.000
85 88 0.02000 0.10200 0.02760 0.000
85 89 0.02390 0.17300 0.04700 0.000
88 89 0.01390 0.07120 0.01934 0.000
89 90 0.05180 0.18800 0.05280 0.000
89 90 0.02380 0.09970 0.10600 0.000
90 91 0.02540 0.08360 0.02140 0.000
89 92 0.00990 0.05050 0.05480 0.000
89 92 0.03930 0.15810 0.04140 0.000
91 92 0.03870 0.12720 0.03268 0.000
92 93 0.02580 0.08480 0.02180 0.000
92 94 0.04810 0.15800 0.04060 0.000
93 94 0.02230 0.07320 0.01876 0.000
94 95 0.01320 0.04340 0.01110 0.000
80 96 0.03560 0.18200 0.04940 0.000
82 96 0.01620 0.05300 0.05440 0.000
94 96 0.02690 0.08690 0.02300 0.000
80 97 0.01830 0.09340 0.02540 0.000
80 98 0.02380 0.10800 0.02860 0.000
80 99 0.04540 0.20600 0.05460 0.000
92 100 0.06480 0.29500 0.04720 0.000
94 100 0.01780 0.05800 0.06040 0.000
95 96 0.01710 0.05470 0.01474 0.000
96 97 0.01730 0.08850 0.02400 0.000
98 100 0.03970 0.17900 0.04760 0.000
99 100 0.01800 0.08130 0.02160 0.000
100 101 0.02770 0.12620 0.03280 0.000
92 102 0.01230 0.05590 0.01464 0.000
101 102 0.02460 0.11200 0.02940 0.000
100 103 0.01600 0.05250 0.05360 0.000
100 104 0.04510 0.20400 0.05410 0.000
166
103 104 0.04660 0.15840 0.04070 0.000
103 105 0.05350 0.16250 0.04080 0.000
100 106 0.06050 0.22900 0.06200 0.000
104 105 0.00994 0.03780 0.00986 0.000
105 106 0.01400 0.05470 0.01434 0.000
105 107 0.05300 0.18300 0.04720 0.000
105 108 0.02610 0.07030 0.01844 0.000
106 107 0.05300 0.18300 0.04720 0.000
108 109 0.01050 0.02880 0.00760 0.000
103 110 0.03906 0.18130 0.04610 0.000
109 110 0.02780 0.07620 0.02020 0.000
110 111 0.02200 0.07550 0.02000 0.000
110 112 0.02470 0.06400 0.06200 0.000
17 113 0.00913 0.03010 0.00768 0.000
32 113 0.06150 0.20300 0.05180 0.000
32 114 0.01350 0.06120 0.01628 0.000
27 115 0.01640 0.07410 0.01972 0.000
114 115 0.00230 0.01040 0.00276 0.000
68 116 0.00034 0.00405 0.16400 0.000
12 117 0.03290 0.14000 0.03580 0.000
75 118 0.01450 0.04810 0.01198 0.000
76 118 0.01640 0.05440 0.01356 0.000
Dados de conexão:
167
Dados das fontes de variáveis série e shunt:
Dados de conexão:
Nr_B Nome_B Tp_B V_B(pu) AngB(º) P_C Q_C G_sh B_sh KV V_max V_min
1 Glen Lyn 132 3 1.050 0.00 0.00 0.00 0.0 0.0 132 1.05 0.97
2 Claytor 132 2 1.042 -0.48 21.70 12.70 0.0 0.0 132 1.05 0.97
3 Kumis 132 0 1.024 -2.02 2.40 1.20 0.0 0.0 132 1.03 0.97
4 Hancock 132 0 1.017 -2.36 7.60 1.60 0.0 0.0 132 1.02 0.97
5 Fieldale 132 2 1.037 -0.96 0.00 0.00 0.0 0.0 132 1.04 0.97
6 Roanoke 132 0 1.012 -2.55 0.00 0.00 0.0 0.0 132 1.02 0.97
7 Blaine 132 0 1.013 -2.39 22.80 10.90 0.0 0.0 132 1.02 0.97
8 Reusens 132 2 1.006 -2.39 30.00 30.00 0.0 0.0 132 1.01 0.97
9 Roanoke 1.0 0 1.039 -4.28 0.00 0.00 0.0 0.0 1 1.05 0.97
10 Roanoke 33 0 1.037 -6.22 5.80 2.00 0.0 19.0 33 1.05 0.97
11 Roanoke 11 2 1.050 -2.36 0.00 0.00 0.0 0.0 11 1.05 0.97
12 Hancock 33 0 1.039 -5.53 11.20 7.50 0.0 0.0 33 1.05 0.97
13 Hancock 11 2 1.050 -4.22 0.00 0.00 0.0 0.0 11 1.05 0.97
14 Bus 14 33 0 1.025 -6.44 6.20 1.60 0.0 0.0 33 1.03 0.97
15 Bus 15 33 0 1.022 -6.55 8.20 2.50 0.0 0.0 33 1.05 0.97
16 Bus 16 33 0 1.031 -6.11 3.50 1.80 0.0 0.0 33 1.05 0.97
17 Bus 17 33 0 1.030 -6.40 9.00 5.80 0.0 0.0 33 1.05 0.97
18 Bus 18 33 0 1.015 -7.15 3.20 0.90 0.0 0.0 33 1.02 0.97
19 Bus 19 33 0 1.014 -7.30 9.50 3.40 0.0 0.0 33 1.02 0.97
168
20 Bus 20 33 0 1.019 -7.09 2.20 0.70 0.0 0.0 33 1.05 0.97
21 Bus 21 33 0 1.025 -6.69 17.50 11.20 0.0 0.0 33 1.05 0.97
22 Bus 22 33 0 1.026 -6.68 0.00 0.00 0.0 0.0 33 1.05 0.97
23 Bus 23 33 0 1.016 -6.98 3.20 1.60 0.0 0.0 33 1.05 0.97
24 Bus 24 33 0 1.016 -7.18 8.70 6.70 0.0 4.0 33 1.05 0.97
25 Bus 25 33 0 1.024 -7.07 0.00 0.00 0.0 0.0 33 1.05 0.97
26 Bus 26 33 0 1.007 -7.48 3.50 2.30 0.0 0.0 33 1.01 0.97
27 Cloverdle 33 0 1.038 -6.73 0.00 0.00 0.0 0.0 33 1.05 0.97
28 Cloverdle132 0 1.005 -2.95 0.00 0.00 0.0 0.0 132 1.01 0.97
29 Bus 29 33 0 1.019 -7.92 2.40 0.90 0.0 0.0 33 1.02 0.97
30 Bus 30 33 0 1.007 -8.78 10.60 1.90 0.0 0.0 33 1.01 0.97
31 Auxiliare_Bus 0 1.000 0.00 0.00 0.00 0.0 0.0 33 1.01 0.97
169
15 23 0 0.1000 0.2020 0.0000 16 0.0000 0.0
22 24 0 0.1150 0.1790 0.0000 16 0.0000 0.0
23 24 0 0.1320 0.2700 0.0000 16 0.0000 0.0
24 25 0 0.1885 0.3292 0.0000 16 0.0000 0.0
25 26 0 0.2544 0.3800 0.0000 16 0.0000 0.0
25 27 0 0.1093 0.2087 0.0000 16 0.0000 0.0
28 27 1 0.0000 0.3960 0.0000 65 0.9407 0.0
27 29 0 0.2198 0.4153 0.0000 16 0.0000 0.0
27 30 0 0.3202 0.6027 0.0000 16 0.0000 0.0
29 30 0 0.2399 0.4533 0.0000 16 0.0000 0.0
8 28 0 0.0636 0.2000 0.0428 32 0.0000 0.0
6 28 0 0.0169 0.0599 0.0130 32 0.0000 0.0
Barra Nome c0 c1 c2
1 Glen Lyn 132 0.0200 2.00 0
2 Claytor 132 0.0175 1.75 0
5 Fieldale 132 0.0625 1.00 0
8 Reusens 132 0.0083 3.25 0
11 Roanoke 11 0.0250 3.00 0
13 Hancock 11 0.0250 3.00 0
170
172
171
171
B.3.5 Dados dos transformadores:
Conversor Retificador:
Nbr x_tr tap_r Trn Trm arDisp arDn arDm Vdr Vdrn Vdrm fr
1 0.178 1.0 0.925 1.25 8.0 5.0 84.99 0.98 0.97 1.03 60
1 0.178 1.0 0.925 1.25 8.0 5.0 84.99 0.98 0.97 1.03 60
Conversor Inversor:
Nbi x_ti tap_i Tin Tim aiDisp aiDn aiDm Vdi Vdrn Vdrm fi
1 0.172 1.0 0.925 1.25 19.7 15 72.74 0.985 0.97 1.02 60
2 0.172 1.0 0.925 1.25 19.7 15 72.74 0.985 0.97 1.02 60
172
Apêndice C
C. MÉTODO DE PONTOS
INTERIORES
Una vez expresso um problema geral de otimização, o método é formalizado a
partir da perturbação das condições de complementaridade e da modificação da
condição relativa às restrições de desigualdade. As equações não lineares resultante são
resolvidas via método de Newton. O sistema linear utilizado em cada iteração é de
grande dimensão.
Min f(x)
s.a. g(x) = 0
(C.1)
h ≤ h(x) ≤ hu
l
x l ≤ Iˆx ≤ x u
173
Onde x∈ℜnx são as variáveis de decisão, f(x) : ℜnx → ℜ é a função objetivo, g(x)
: ℜnx → ℜndg são as restrições de igualdade, h(x) : ℜnx → ℜndh são as restrições de
desigualdade, hu e hl são os limite superior e inferior de h(x), respectivamente e Ix : ℜnx
→ ℜndx é um sub vetor de x que tem limites xu e xl limite superior e inferior,
respectivamente.
Min f(x)
s.a. g(x) = 0
− s1 − s2 − h + h u
l
=0
− h(x) − s2 + h u
=0 (C.2)
− s3 − s4 − x l + x u =0
− Iˆx − s4 + x u =0
s1, s2 , s3 , s4 ≥0
ndh ndx
Min f(x) − µ k ∑ (ln s1 j + ln s2 j ) − µ k ∑ (ln s3 j + ln s4 j )
j =1 j =1
s.a. g(x) = 0
− s1 − s2 − h l + hu =0 (C.3)
− h(x) − s2 + h u
=0
− s3 − s4 − x l + x u =0
− Iˆx − s + x u
4 =0
174
Onde µk > 0 é o parâmetro de barreira que decresce em forma monótona para
zero no processo iterativo. A seqüência de parâmetros {µk}∝k=0 gera uma seqüência de
sub problemas dados por (C.3) e baseado no teorema de Fiacco e McCormick
[FIAC68], se µk ↓ 0 a seqüência {x(µk)}∝k=0 de soluções de (C.3) tende à x*, um
mínimo local de (C.2). A função Lagrangana L do problema de programação não linear
com restrições de igualdade (C.3), é mostrada na expressão (C.4).
ndh ndx
L = f(x) − µ k ∑ (ln s1 j + ln s2 j ) − µ k ∑ (ln s3 j + ln s4 j )
j =1 j =1
− z T (− s − s − x l + x u ) − z T (− Iˆx − s + x u )
3 3 4 4 4
175
(h) e (j) da expressão (C.5) junto com as condições de não negatividade (s1, s2, s3, s4 ≥
0) asseguram a factibilidade primal, A Equação (i) da expressão (C.5) junto com as
condições de não negatividade (z1, (z1 + z2), z3, (z3 + z4) ≥ 0) asseguram a factibilidade
dual, enquanto as equações (a)-(d) da expressão (C.5) são as perturbações (µk ≠ 0) das
condições de complementaridade (µk = 0).
F ( w) = 0 (C.6)
Em que
⎡ − µ k S1−1e + z1 ⎤ ⎡ s1 ⎤
⎢ ⎥ ⎢s ⎥
⎢ − µ S 2 e + z 2 + z1
k −1
⎥ ⎢ 2⎥
⎢ − µ S3 e + z3
k −1 ⎥ ⎢ s3 ⎥
⎢ ⎥ ⎢ ⎥
⎢ − µ S 4 e + z3 + z 4
k −1
⎥ ⎢ s4 ⎥
⎢ s3 + s 4 + x l − x u ⎥ ⎢ z3 ⎥
F ( w) = ⎢ ⎥ , w = ⎢ ⎥
⎢ Iˆx + s4 − x u ⎥ ⎢ z4 ⎥
⎢ s1 + s 2 + h l − h u ⎥ ⎢z ⎥
⎢ ⎥ ⎢ 1⎥
⎢ h(x) + s 2 − h u
⎥ ⎢ z2 ⎥
⎢ ˆ ⎥ ⎢x⎥
⎢∇f(x) − Jg(x) y + Jh( x) z 2 + I z 4 ⎥
T T T
⎢ ⎥
⎢⎣ − g(x) ⎥⎦ ⎢⎣ y ⎥⎦
J F ( w k )∆w k = − F ( w k ) (C.7)
176
em que ∆w = [∆s1 ∆s2 ∆s3 ∆s4 ∆z3 ∆z4 ∆z1 ∆z2 ∆x ∆y ] , JF(wk)
T
é o
Existência de um ponto ótimo (x*, si*, y*, zi*), solução do sistema de (C.5) que
satisfaça as condições de KKT.
Existência de complementaridade estrita (s1z1, s2(z1 + z2), s3z3, s4(z3 + z4) ≥ 0), no
ponto ótimo.
Mesmo que o sistema de KKT (C.5) seja um sistema de equações não lineares, a
sua solução é geralmente aproximada por uma única iteração do método de Newton
177
(MN) (a direção de Newton é somente uma medida para seguir um trajeto de minimizar,
parametrizada por µk). Aplicando o MN para resolver o sistema (C.5), o seguinte
sistema de equações é obtido.
⎡ Sµ2 0 0 0 0 0 I 0 0 0 ⎤
⎢1 µ ⎥
⎢0 S 22
0 0 0 0 I I 0 0 ⎥
⎢0 0 µ
0 I 0 0 0 0 0 ⎥
⎢ S32 ⎥
⎢0 0 0 µ
S 42
I I 0 0 0 0 ⎥
⎢ ⎥
⎢0 0 I I 0 0 0 0 0 0 ⎥
⎢0 0 0 I 0 0 0 0 Iˆ 0 ⎥
⎢ ⎥
⎢I I 0 0 0 0 0 0 0 0 ⎥
⎢0 I 0 0 0 0 0 0 Jh 0 ⎥
⎢ ⎥
⎢0 0 0 0 0 IˆT 0 JhT HL − Jg T ⎥
⎢0 0 0 0 0 0 0 0 − Jg 0 ⎥⎦
⎣
⎡ ∆s1 ⎤ ⎡ µS1−1e − z1 ⎤
⎢ ∆s ⎥ ⎢ ⎥
⎢ 2⎥ ⎢ µS 2−1e − z 2 − z1 ⎥
⎢ ∆s3 ⎥ ⎢ µS 3−1e − z3 ⎥
⎢ ⎥ ⎢ ⎥
⎢ ∆s 4 ⎥ ⎢ µS 4−1e − z3 − z 4 ⎥
⎢ ∆z 3 ⎥ ⎢ − s3 − s 4 − x l + x u ⎥
×⎢ ⎥ = ⎢ ⎥
∆
⎢ 4⎥z ⎢ − ˆ
I x − s + x u
⎥
4
⎢ ∆z ⎥ ⎢ − s1 − s 2 − h + h
l u ⎥
⎢ 1⎥ ⎢ ⎥ (C.8)
⎢∆z 2 ⎥ ⎢ − h(x) − s 2 + h u ⎥
⎢ ∆x ⎥ ⎢− ∇f(x) + Jg(x)T y − Jh( x)T z − IˆT z ⎥
⎢ ⎥ ⎢ 2 4⎥
⎢⎣ ∆y ⎦⎥ ⎢⎣ g(x) ⎥⎦
Em que
ndg ndh
H L = H f ( x k ) − ∑ y kj H gj ( x k ) + ∑ z 2k j H hj ( x k ) (C.9)
j =1 j =1
178
A matriz do sistema linear (C.8) possui as seguintes propriedades: a) dimensões
elevadas, 10 a 12 vezes a ordem do sistema elétrico; b) alta esparsidade, não só pela
existência de numerosas sub-matrizes nulas, mas também pela esparcidade das matrizes
não-nulas; c) matriz simétrica em elementos e em estrutura.
x k +1 = x k + α pk ∆x
sik +1 = sik + α pk ∆si i = 1,2,3 e 4
(C.10)
y k +1 = y k + α dk ∆y
zik +1 = zik + α dk ∆zi i = 1,2,3 e 4
Em que os escalares αpk e αdk ∈ (0,1], são as longitudes de passo primal e dual,
respectivamente em cada iteração k. A escolha das duas longitudes de passo tem que ser
feita de forma apropriada.
⎧ ⎧ − s1k − sk
α pk = min ⎨γ ⋅ min ⎨min ( ), min ( 2 ),
⎩ ⎩ ∆s1 <0 ∆s1 ∆s2 <0 ∆s 2
− s3k − sk ⎫ ⎫
min ( ), min ( 4 )⎬,1.0⎬
∆s3 <0 ∆s3 ∆s4 <0 ∆s4 ⎭ ⎭
(C.11)
⎧ ⎧ − zk − ( z1k + z 2k )
α dk = min ⎨γ ⋅ min ⎨min ( 1 ), min ( ),
∆z1 <0 ∆z ∆z1 + ∆z 2 <0 ∆z + ∆z
⎩ ⎩ 1 1 2
− z3k − ( z3k + z 4k ) ⎫ ⎫
min ( ), min ( )⎬,1.0⎬
∆z3 <0 ∆z3 ∆z3 + ∆z4 <0 ∆z 3 + ∆z 4 ⎭ ⎭
179
O valor escalar γ ∈ (0,1) é um fator de segurança (safety factor) para assegurar
que o próximo ponto satisfaça as condições de não negatividade; um valor típico é γ =
0.99995.
ρ k = ( z1k )T s1k + ( z1k + z2k )T s2k + ( z3k )T s3k + ( z3k + z4k )T s4k (C.12)
ρk
µ k +1 = max (min ( β k ,0.9 µ k ),0.05µ k ) (C.13)
2(ndx + ndh)
Critérios de convergências
180
( { }
max g ( x k ) , max xil − xik , max xik − xiu , { }
) − h })
∞ i i
i
{ }
max hil − hi ( x k ) , max hi ( x k
i
{ i
u
≤ 10 −4
∇f(x k ) − Jg(x k )T y k + Jh( x k )T z 2k + IˆT z 4k
∞
≤ 10 −4 (C.14)
1+ x k
2
ρk
≤ 10 −4
1+ x k
2
µk ≤ 10 −8
Algoritmo
d) Fazer k ← 0
181
k) Calcular o vetor da parte direita da expressão (C.8).
l) Facer k ← k+1.
Ponto inicial
Devido ao fato de que a fatoração ter maior custo computacional que a solução
dos dois sistemas triangulares, o processo do algoritmo de pontos interiores pode ser
melhorado se o número de fatorações é reduzido ao mínimo, assumindo o risco de um
acréscimo no custo computacional em uma iteração.
182
Mehrotra [MEHR92], consegue obter melhores direções de busca ∆wk pela
solução de dois sistemas de equações lineares em cada iteração k. Os dois sistemas de
equações lineares, o qual define de passo preditor e passo corretor, respectivamente,
precisam dos mesmos coeficientes da matriz quadrada da Equação (C.8), apenas com
dois diferentes vetores nos lados direitos da Equação (C.8).
Passo Preditor
⎡ D1 0 0 0 0 0 I 0 0 0 ⎤
⎢0 D2 0 0 0 0 I I 0 0 ⎥⎥
⎢
⎢0 0 D3 0 I 0 0 0 0 0 ⎥
⎢ ⎥
⎢0 0 0 D4 I I 0 0 0 0 ⎥
⎢0 0 I I 0 0 0 0 0 0 ⎥
⎢ ⎥
⎢0 0 0 I 0 0 0 0 Iˆ 0 ⎥
⎢I I 0 0 0 0 0 0 0 0 ⎥
⎢ ⎥
⎢0 I 0 0 0 0 0 0 Jh 0 ⎥
⎢0 0 0 0 0 IˆT 0 Jh T
HL − Jg T ⎥
⎢ ⎥
⎢⎣ 0 0 0 0 0 0 0 0 − Jg 0 ⎥⎦
⎡ ∆s1 ⎤ ⎡ − z1 ⎤
⎢ ∆s ⎥ ⎢ − z 2 − z1 ⎥
⎢ 2⎥ ⎢ ⎥
⎢ ∆s3 ⎥ ⎢ − z3 ⎥
⎢ ⎥ ⎢ ⎥
⎢ ∆s4 ⎥ ⎢ − z3 − z 4 ⎥
⎢ ∆z 3 ⎥ ⎢ − s3 − s 4 − x l + x u ⎥
×⎢ ⎥ = ⎢ ⎥
⎢∆z 4 ⎥ ⎢ − Iˆx − s 4 + x u
⎥
⎢ ∆z ⎥ ⎢ − s1 − s2 − h + h
l u ⎥
⎢ 1⎥ ⎢ ⎥ (C.15)
⎢∆z 2 ⎥ ⎢ − h(x) − s 2 + h u ⎥
⎢ ∆x ⎥ ⎢− ∇f(x) + Jg(x)T y − Jh( x) T z − IˆT z ⎥
⎢ ⎥ ⎢ 2 4⎥
⎣⎢ ∆y ⎦⎥ ⎣⎢ g(x) ⎦⎥
Onde D1 = S1-1Z1, D2 = S2-1 (Z1 + Z2), D3 = S3-1Z3 e D4 = S4-1 (Z3 + Z4); Z1, Z2, Z3 y Z4
são matrizes diagonais definidas pelas componentes z1, z2, z3 e z4, respectivamente. A
direção afim-escala ∆waf é usada para aproximar os termos ∆ da parte direita do passo
183
corretor e para estimar um valor do parâmetro de barreira (barrier parameter), µaf. Para
estimar o valor µaf, o cálculo das longitudes de passo primal e dual na direção affine-
scale, αpaf e αdaf são obtidos pela expressão (C.11)
⎧⎪⎛ ρ af ⎞
2
⎫⎪ ρ af
µ af
= min ⎨⎜⎜ k ⎟⎟ ,0.2⎬ (C.17)
⎪⎩⎝ ρ ⎠ ⎪⎭ 2(ndx + ndh)
A escolha do µaf tem que ser pequena quando a direção affine-scale gera um
grande decremento na complementaridade e é escolhido um valor maior de µaf no outro
casso.
Passo Corretor
⎢ ∆z3 ⎥ ⎢ − s3 − s 4 − x l + x u ⎥
×⎢ ⎥ = ⎢ ⎥ (C.18)
⎢∆z 4 ⎥ ⎢ − Iˆx − s4 + x u ⎥
⎢ ∆z ⎥ ⎢ − s1 − s2 − h + hl u ⎥
⎢ 1⎥ ⎢ ⎥
⎢∆z 2 ⎥ ⎢ − h(x) − s2 + h u ⎥
⎢ ∆x ⎥ ⎢ − ∇f(x) + Jg(x)T y − Jh( x)T z − IˆT z ⎥
⎢ ⎥ ⎢ 2 4 ⎥
⎢⎣ ∆y ⎥⎦ ⎢⎣ g(x) ⎥⎦
184
Onde ∆S1af, ∆S2af, ∆S3af e ∆S4af são matrizes diagonais definidas pelas
componentes ∆s1af, ∆s2af, ∆s3af e ∆s4af, respectivamente. Os passos preditor (C.15) e
corretor (C.18) são baseados nos mesmos elementos da fatoração da matriz JF, o esforço
adicional no método preditor-corretor é apenas a solução de um sistema linear adicional
para o cálculo da direção affine-scale (∆waf).
Algoritmo
d) Fazer k ← 0
185
m) Calcular o vetor da parte direita da expressão (C.8).
n) Facer k ← k+1.
186
Referências Bibliográficas
[ACHA02] E. Acha, V. G. Angelidis, O. Anaya-Lara and T. J. E. Miller, Power
Electronic Control in Electrical Systems, Newnes Power Engineering.
[AN 98] T. An, M.T. Powell, H.L. Thanawala, N. Jenkins, “Assessment of two
different STATCOM configurations for FACTS application in power
systems”, International Conference on Power System Technology, 1998.
Proceedings. POWERCON '98, Vol. 1, pp. 307 – 312, Aug. 1998.
[AREE99] P. Aree and E. Acha, “Block diagram model for fundamental studies of a
synchronous generator-static VAr compensator system” IEE Proceedings on
Generation, Transmission and Distribution, Vol. 146, Nro. 5, pp 507-514,
Sept. 1999.
187
[BINA03] M.T. Bina “Switching frequency dependent averaged model for
STATCOM”, The Fifth International Conference on Power Electronics and
Drive Systems, 2003. PEDS 2003, Vol. 1, pp.136 – 140, Nov. 2003.
[CAÑI99] C.A. Canizares, Z.T. Faur, “Analysis of SVC and TCSC controllers in
voltage collapse”, IEEE Transactions on Power Systems, Vol. 14, Nro. 1,
pp. 158-165, Feb. 1999.
[CARP93] T.J. Carpenter, I.J. Lustig, J.M. Mulvey and D.F. Shanno, “Higher-order
predictor-corrector interior point methods with aplications to quadratic
objectives”, SIAM Journal on Optimization, vol.3, no.4, pp.696-725, 1993.
[CIGR00] CIGRE, “Facts Technology for Open Access”, CIGRE JWG 14/37/38/39-
24, Final Draft Report, Aug. 2000.
[EDRI97] A-A. Edris et al. - Proposed Terms and Definitions for Flexible AC
Transmission System (FACTS), IEEE Transactions on Power Delivery,
Vol. 12 No 4, pp. 1848-1853, October 1997.
188
Power Engineering, 2004. LESCOPE-04. 2004 Large Engineering systems
Conference on , 28-30 July 2004 pp.30 – 35
[FETE00] R. Fetea and A. Petroianu, “Can the Reactive Power be Used?”, Proceedings
of the International Conference PowerCon 2000, Vol. 3, pp. 1251-1255,
2000.
189
[FUNA00] T. Funaki, K. Matsuura, “Predictive firing angle calculation for constant
effective margin angle control of CCC-HVDC”, IEEE Transactions on
Power Delivery, Vol.15, Nro. 3, July 2000.
190
[HING00] N. G. Hingorani and L. Gyugyi, Understanding FACTS, concepts and
technology of flexible ac transmission system”. NewYork, IEEE, 2000.
[HUNE91]M. Huneault and F.D. Galiana, “A Survey of the Optimal Flow Literature”,
IEEE Transactions on Power Systems, vol. 6, Nro. 2, pp. 762–770, May
1991.
[IEEE94] IEEE special stability control controls working group, “Static Var
Compensator Models for Power Flow and Dynamic Performance
Simulation”, IEEE Transactions on Power Systems, Vol. 9 Nro. 1, pp 229-
240, Feb. 1994.
[JOVC03] D. Jovcic, L.A. Lamont, L. Xu, “VSC transmission model for analytical
studies”, IEEE Power Engineering Society General Meeting, Vol. 3, pp.
1737 – 1742, 13-17 July 2003.
191
[KIMB71] E. W. Kimbark, Direct Current Transmission, Volume I, Wiley-Interscience,
New York, 1971.
[KUND94] P. Kundur, Power System Stability and Control, McGraw-Hill Text, 1994.
[LAI 95] L.L. Lai, J.T. Ma, “Power flow control in FACTS using evolutionary
programming”, IEEE International Conference on Evolutionary
Computation, Vol. 1 pp.109-113, 29 Nov.-1 Dec. 1995.
[MATH02] R. Mohan Mathur and Rajiv K. Varma, Thyristor - Based FACTS Controller
for electrical Transmission Systems, The Institute of Electrical And
Electronic Engineers, inc., New York, 2002.
192
[MELO 99] A.C.G. Melo, “The Brazilian Case” IEEE on Power Engineering Review,
Vol. 19, Nro. 9, pp. 12-14, Sept. 1999.
[MILL82] T.J. Miller, Reactive Power Control in Electric Systems, John Wiley & Sons,
1982.
[MUTA00] Mutale, J.; Strbac, G., “Transmission network reinforcement versus FACTS:
an economic assessment”, IEEE Transactions on Power Systems, Vol.
15, Nro. 3, pp. 961-967 Aug. 2000.
193
[MWIN00] B. Mwinywiwa, B. Lu, B.T. Ooi, F.D. Galiana, D. McGillis, R. Marceau, G.
Joos, “Multi-terminal UPFC for power system deregulation”, IEEE Power
Engineering Society Winter Meeting, Vol. 4, pp. 2916 – 2921, 23-27 Jan.
2000
[PAUC04] V.L. Paucar, R.M. Moreno y S.L. Escalante, “Impacto de los Controladores
FACTS en Sistemas Eléctricos de Potencia”, Revista TECNIA, [Link].,
Lima, Peru, Dic. 2004.
194
[RID04] M.J. Rider, C.A. Castro, M.F. Bedriñana and A.V. Garcia, “Towards a fast
and robust interior point method for power system applications”, IEE
Proceedings of Generation, Transmission and Distribution, 151, no. 5, pp.
575–581, Set. 2004.
[SCHI01] H. Schildt, G. Guntle, H. Schildt and G.L. Guntle, Borland C++ Builder:
The Complete Reference, McGraw-Hill, U.S.A., 2001.
[SCHU00] N. Schnurr, Th. Weber, W.H. Wellssow, T. Wess, “Load-flow control with
FACTS devices in competitive markets”, International Conference on
Electric Utility Deregulation and Restructuring and Power Technologies,
Proceedings DRPT 2000, pp.17 – 22, 4-7 April 2000
[SCHW00] F.C. Schweppe, M.C. Caramanis, R.D. Tabors and R.E. Bohn, Spot Pricing
of Electricity, Kluwer Academic Publishers, 2000.
[SEN 98] K.K. Sen “SSSC-static synchronous series compensator: theory, modeling,
and application”, IEEE Transactions on Power Delivery, Vol. 13, pp.241 -
246, Jan. 1998
195
[SOOD02] V.K. Sood, “Static synchronous series compensator model in EMTP”, IEEE
Conference on Electrical and Computer Engineering, CCECE 2002,
Canadian, Vol. 1, pp.207 - 211, 12-15 May 2002
[STEF02] P.C. Stefanov and A.M. Stankovic, “Modeling of UPFC operation under
unbalanced conditions with dynamic phasors”, IEEE Transactions on Power
Systems, Vol. 17, Nro. 2, pp 395-403, May 2002.
[SZEC91] M. Szechtman, T. Weiss, and C.V. Thio, “First benchmark model for
HVDC control studies”, International Conference on AC and DC Power
Transmission 17-20, pp. 374 - 378, Sep 1991.
[THIO96] C.V. Thio, J.B. Davies and K.L. Kent, “Commutation failures in HVDC
transmission systems”, IEEE Transactions on Power Delivery, Vol.
11, no.2, pp. 946 – 957, April 1996.
[TORR98] G.L Torres and V.H. Quintana, “An interior-point method for non-linear
optimal power flow using voltage rectangular coordinates”, IEEE Trans. on
Power Systems, vol. 13, no. 4, pp. 1211-1218, Nov. 1998.
196
[VRIE04] T. De Vries, J. McDowall, N. Umbricht, G. Linhofer, “Battery energy
storage system for Golden Valley Electric Association: Cold Storage”, ABB
Review, pp. 38-43, Jan. 2004.
[WALT93] D.C. Walters and G.B. Sbeble, “Genetic Algorithm Solution of Economic
Dispatch with Valve Point Loading”, IEEE Transactions on Power Systems,
Vol. 8, Nro. 3, pp. 1325-1332, Aug. 1993.
[XUAN04] W. Xuan, J.H. Chow, B. Fardanesh and A.-A. Edris, “A common modeling
framework of voltage-sourced converters for load flow, sensitivity, and
dispatch analysis”, IEEE Transactions on Power Systems, Vol. 19, Nro. 2,
pp. 934-941, May 2004.
197
Collapse”, IEEE Transaction on Power System, Vol. 18, Nro. 1, pp 3-10,
Feb. 2003.
[ZHAN01a] G. Zhang, Z. Xu, Ye Ca “An equivalent model for simulating VSC based
HVDC”, IEEE/PES Transmission and Distribution Conference and
Exposition, Vol. 1, pp. 20-24, 28 Oct.-2 Nov. 2001.
[ZHANG03a] X.-P. Zhang, “Modeling of the interline power flow controller and the
generalized unified power flow controller in Newton power flow” IEE
Proceedings on Generation, Transmission and Distribution, Vol. 150, Nro.
3, pp. 268 – 274, May 2003.
198