Evolução dos Sistemas de Informação
Evolução dos Sistemas de Informação
[Link]ÇÃO......................................................................................................................1
1.1 Objetivos...........................................................................................................................1
[Link].......................................................................................................................2
4. ERPs.................................................................................................................................10
5. ERP 2................................................................................................................................14
CONCLUSÃO.........................................................................................................................20
REFERÊNCIAS BIBIOGRAFICAS.......................................................................................21
[Link]ÇÃO
1.1 Objetivos
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Avaliar os impactos dos Sistemas de Informação nas operações e estratégias das
organizações ao longo do tempo.
Discutir as tendências atuais e futuras dos Sistemas de Informação e seu potencial
impacto no desenvolvimento organizacional e social.
Investigar casos de estudo relevantes que exemplifiquem a aplicação e evolução dos
Sistemas de Informação em diferentes contextos organizacionais.
[Link]
Qualquer sistema implica que várias partes trabalhem juntas visando um objectivo comum. O
mesmo se verifica num Sistema de Informação, onde o objectivo é um fluxo de informações
confiável e pouco burocrático. Num Sistema de Informação bem desenhado e construído, as
vantagens passarão por um acesso rápido às informações, uma garantia de integridade e
veracidade da informação, bem como uma garantia de segurança de acesso à informação. Ao
contrário do que muitos pensam, um Sistema de Informação pode não ter que
necessariamente comportar computadores, basta que existam de gestão empresarial, todos
eles contribuíram ao longo dos tempos para uma diminuição de esforço e, com isso,
aumentar o tempo disponível para diversas partes que trabalhem entre si de forma a gerar
informações. Pode ser completamente manual, ou baseado em Tecnologias da Informação
(chamando-se neste caso SI/TI, pelo que normalmente se usa apenas a abreviação SI para o
denominar). O facto de serem usados computadores nos SI/TI, tal não invalida que o factor
humano não esteja inserido no processo.
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Fundamentalmente, as organizações utilizam os SI/TI de forma a:
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Podemos representar um Sistema de Informação de uma forma genérica e abstracta através da figura 1 acima.
Como podemos observar, de uma forma geral um SI funciona em ciclo constante onde, para
além das máquinas, entram actores humanos. O SI propriamente dito, recebe do exterior
informação de diverso tipo e em diferentes formatos. Essa informação é então devidamente
tratada e transformada. É analisada e avaliada como relevante - sendo guardada internamente
- ou então como não relevante -sendo rejeitada. Essa informação armazenada é usada quer
internamente, quer para ser distribuída ou apresentada para o exterior. É nesta fase do
processo que é importante existir uma boa rede de comunicação (normalmente com o actor
humano).
A informação é tida como uma fonte de poder, uma vez que através da análise dos factos
passados é-nos possível compreender o presente e tentar antever o futuro. É na informação,
pois claro, que se baseiam os Sistemas de Informação. Antes mesmo da popularização dos
computadores, já existiam sistemas de informação. Nessa altura, os SIs reduziam-se a
técnicas rudimentares de arquivamento e pesquisa de informação em grandes arquivos. Era
normal existir uma pessoa encarregue de registar os dados, organizá-los, catalogá-los e
quando necessário recuperá-los – o “arquivador”. Apesar de simples, este método exigia, no
entanto, um enorme esforço para manter os dados constantemente actualizados. O facto de as
informações estarem registadas em papel não ajudava no cruzamento e análise dos dados.
Um simples inventário de stock era na altura uma tarefa complexa e que podia originar um
grande número de erros e problemas.
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integrados, e outsourcing para além do tradicional autodesenvolvimento e a compra de
pacotes de software.
Considera-se que o início da computação se deu com o ENIAC em 1945. ENIAC significa
Electronic Numerical Integrator and Computer (Integrador Numérico Electrónico e
Computador), e foi o primeiro computador electrónico e digital capaz de ser re-programado
de forma a resolver diversos problemas computacionais. Foi desenvolvido pela Army
Ordnance de forma a calcular tabelas de fogo da artilharia para a segunda Guerra Mundial.
Pesava cerva de 27 toneladas e custou na altura cerca de 500.000 dólares. Estava então
iniciada a era da computação como a conhecemos hoje. No entanto, os primeiros passos no
desenvolvimento de Sistemas de Informação capazes de auxiliar as organizações e empresas
só surgiram mais de uma década depois.
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A IBM lança, em 1959, o seu famoso IBM 1401, e com ele surge a oportunidade de se
começar a processar diferentes tipos de dados importantes de uma forma rápida e organizada.
O IBM 1401 conta já com algumas aplicações úteis e orientadas ao negócio. Inventários,
stock, registos de pagamentos e vendas, estatísticas e relatórios periódicos, são algumas das
funcionalidades do IBM 1401. Note-se que, já na altura, todos os esforços iam no sentido de
poupar o máximo tempo possível, bem como de organizar de forma lógica e de fácil acesso a
informação relevante para o negócio. As instituições bancárias são quem, na altura, mais
recorre a este tipo de computadores para o processamento dos seus dados.
No fim da década de 60, surge a ARPANet (Advanced Research Projects Agency Network),
uma rede militar de defesa dos Estados Unidos que viria a ser a mãe da Internet, que tinha
como objectivo desenvolver uma rede de comunicação que fosse capaz de resistir a um
ataque da União Soviética ao Pentágono. É então nessa altura que os primeiros passos são
dados no desenvolvimento de SI/TI, em que os simples Sistemas de Processamento de Dados
começam a ser substituídos por algo mais complexo e maduro: Sistemas de Informação para
a Gestão.
Estes sistemas eram usados essencialmente para produzir relatórios pré-definidos de interesse
para o negócio, como por exemplo relatório de lucros, balanços, estatísticas e relatórios de
vendas. O seu papel seria o de servir de apoio às tomadas de decisão, mas estes sistemas
eram ainda bastante limitados nesse sentido. No entanto, os Sistemas de Informação para
Gestão não se limitavam a análise de dados e estatísticas. Eram utilizados também como
ferramenta de Administração por Objectivos (ou MBO -
Management by objectives). Isto é, ajudavam:
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monitorizar resultados e performances,
Estes sistemas acabam por usar os conceitos de estratégia negócio de Michael Porter, T.
Nasce em 1993 a World Wide Web (WWW), e rapidamente a internet espalha-se um pouco
por todo o mundo, conectando milhares de pessoas. Com o início da década de 90, e os seus
avanços técnicos nomeadamente a nível de comunicações, o modo de pensar o negócio é
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alterado. As necessidades dos clientes mudam, os processos de negócio das organizações são
redesenhados, surgem as DatawareHouses, etc dá-se inicio ao que alguns denominam por
Sistemas de Informação de Relacionamento.
De uma forma geral podemos resumir as funções e os objectivos, dos 4 sub-tipos de Sistemas de Informação
referidos, no quadro
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Apesar das melhorias significativas em relação aos Sistemas de Processamento de Dados dos
anos 60, nos sistemas mais modernos assistese a problemas derivados da sua complexidade.
Com a distribuição e repartição da informação por toda a empresa, é normal que haja uma
desagregação da informação, o que pode levar a incoerências, redundâncias desnecessárias,
incompatibilidades dos mais variados tipos, etc.
4. ERPs
Nos anos 80, já com a denominação de ERP um pouco divulgada, este tipo de sistemas
começou a incorporar novos módulos de gestão, nomeadamente de finanças, compras e
vendas, recursos humanos, etc. As áreas mais ligadas à administração passaram então a fazer
parte dos sistemas informatizados.
Na década de 90 deu-se o boom dos ERPs. O conceito ganhou força principalmente pelo
grande avanço tecnológico da altura – microprocesamento e servidores a preços acessíveis.
Antes do ano 2000 e da ameaça do “bug do milénio” (problema dos dois 0s na data dos
computadores), muitos fabricantes de ERPs venderam os seus produtos como um substituto
dos sistemas que não resistiriam ao bug.
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Uma empresa que adopte um ERP pode contar com mais confiabilidade dos dados,
monitorizados em tempo real, e uma diminuição do trabalho. De uma forma geral podemos
entender um ERP como uma grande base de dados com informações que interagem e se
realimentam. Como a complexidade de todo o processo de produção, venda, facturamento,
etc, fica reduzida graças à automatização que o ERP traz, a empresa tem agora mais tempo
para diminuir os gastos e para repensar a cadeia de produção. Há exemplos de empresas que
reduziram o seu tempo entrega de meses para umas meras semanas graças ao ERP que
implementaram, pois a comunicação com os fornecedores se tornou mais estreita.
• Fase 1: Análise dos processos e práticas do negócio. É feita uma profunda observação
da empresa e avaliada a necessidade ou não da implementação de um ERP.
Fig. 3 – Duração média de adaptação Fig. 4 – Duração média das 3 primeiras fases do ERP
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• Fase 4: Treino dos profissionais que vão trabalhar com o novo ERP.
• Na figura 3 está representada a duração média de adaptação quer dos clientes quer
dos fornecedores à nova solução de software de apoio ao Sistema de Informação.
Ao longo da vida do ERP são feitas avaliações de tempos a tempos de forma a avaliar se
continuam a par das necessidades actuais da organização. É possível que a certo altura seja
necessário mudar ou acrescentar um módulo, ou simplesmente eliminar algum. Este é um dos
pontos fortes deste tipo de sistemas: a integração entre os módulos. É também de fácil
utilização pois normalmente as operações estão padronizadas e são semelhantes nos
diferentes módulos.
• Redução de custos
• Eliminação de redundâncias
4.1.1 – R/3
O ERP R/3 da SAP AG (originalmente chamada de Systeme, Anwendungen und Produkte in
der Datenverarbeitung) é uma solução de software para sistemas cliente/servidor e
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distribuídos e é actualmente o software deste tipo mais usado no mundo. Este software pode
suprir as necessidades de uma simples empresa de 10 empregados, como uma multinacional
de renome. Tem a grande vantagem de ser altamente configurável e adaptável a cada tipo de
organização, através da linguagem de programação proprietária da SAP, a ABAP/4.
4.1.2 – Baan IV
O software da Baan foi originalmente desenvolvido pela empresa holandesa Jan Baan, tendo
sido inicialmente conhecido por Triton. O software mais conhecido desta empresa é Baan IV.
Este software assenta em sistemas operativos UNIX e em Windows 95 e NT. Possui diversos
módulos como: financeiro, logístico, de produção, de transporte, etc. O Baan IV conta
também com diversas opções para o funcionamento multi-empresa, úteis para empresas que
estão inseridas em grupos de empresas.
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• Comunidades de negócios, um espaço onde os clientes, os fornecedores e os
parceiros podem colaborar com o sistema
5. ERP 2
Com a crescente colaboração comercial que utiliza a internet – mais vulgarmente conhecido
por e-business – surge a necessidade das empresas integrarem o seu Sistema de Informação
não só internamente mas também com o exterior. É neste contexto que está a surgiu o
conceito de ERP 2, uma evolução dos ERPs normais, voltado para uma integração de vários
sistemas de diferentes empresas.
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Tecnologias de Informação, o período das diversas fases do desenvolvimento dos Sistemas
de Informação não é compatível com as etapas evolucionárias das organizações modernas.
No entanto, se não tivermos em conta as limitações tecnológicas, parece que ambas evoluem
de forma semelhante. As diferentes etapas são então identificadas pelos diferentes papéis e
missões do SI para a organização como uma máquina, um organismo e um sistema social.
Com base nos seus papéis e missões, o desenvolvimento dos SIs desde os anos 50 divide-se
em três categorias segundo o modelo de Ackoff. Na etapa mecânica, o papel dos SI é suportar
as organizações como se fossem uma máquina, enquanto que a suas missões são suportar os
sistemas de processo transaccional e controlo operacional. Na fase orgânica, o papel dos SI é
suportar a organização como um organismo e as missões passam pelo suporte dos sistemas de
processo transaccional e todos os níveis de gestão. Na etapa social, o papel dos SI é suportar
a empresa como um sistema social, e a sua missão deve ter em conta a própria organização,
as suas componentes e outras organizações.
Quando a missão dos SI passa a ser orientada para a gestão ao contrário da orientada para as
operações, entramos na a fase orgânica.
Nos anos 50 e 60, os mainframes eram a única escolha para desenvolver aplicações. As
aplicações eram na altura vistas como máquinas, e os Sistemas de Informação vistos como
meros produtos. Como referido anteriormente, as aplicações de SI suportavam nos seus
primórdios apenas simples aplicações de contabilidade geral, e sistemas de logística básicos.
Apesar de os SI terem evoluído de simples aplicações para aplicações distribuídas e de vários
níveis, os seus objectivos iniciais eram o de substituir o pessoal por máquinas, e assim
reduzir custos. Devido aos referidos pressupostos errados levantados por Ackoff, os gestores
eram carregados com um enorme número de informação irrelevante. Foi então necessário
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repensar o design dos SI, e quando estes começaram a tornar-se mais complexos,
reconheceu-se que a interacção entre o utilizador e o designer era fundamental. Quando a
missão dos SI passa a ser orientada para a gestão ao contrário da orientada para as operações,
entramos na a fase orgânica.
Visto que um sistema orgânico tem de ser um sistema aberto, a identificação dos objectivos
do sistema tem que ter em conta as interacções deste com o meio circundante. Por volta dos
anos 70 começou a incorporar-se nos Sistemas de Informação uma componente de apoio às
decisões. Vários teóricos da altura sugeriram modelos que incluíam um componente mais
orientada para novos tipos de percepção da informação, bem como uma focalização nas
relações. Alguns factores sociais são começados a ser tidos em conta.
Um sistema social deve ter em conta os seus objectivos bem como o dos seus componentes.
Nesta etapa, ou fase, os gestores dos Sistemas de Informação devem gerir as interacções da
sua empresa e das outras empresas com o meio ambiente. A interacção utilizador-designer da
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fase transacta deve agora evoluir para uma interacção que envolva para além dos referidos
também os parceiros e os fornecedores.
Nesta fase podem-se dividir as missões do SI em três níveis diferentes: nível da organização,
nível dos componentes, nível de outras organizações.
Nível da Organização
Nesta fase, é dada mais importância aos componentes dos SI, de forma a eles atingirem
os seus próprios objectivos. O processamento distribuído (DDP) permite que cada
componente desenvolva as suas próprias aplicações sem problemas de backlog. A
computação end-user (EUC) aumenta a performance individual e aumenta a
produtividade do trabalho em grupo.
Durante esta fase, os maiores desafios para os departamentos de SI das empresas vêm de
fora da organização, do seu ambiente. A missão de suportar os diferentes objectivos de
uma organização e os seus componentes podem então vir de dentro ou de fora da
empresa. Os departamentos de SI exteriores aos da organização podem então cooperar ou
competir com os departamentos interiores à empresa.
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A estratégia de encaixe (fit) é considerada de alto controlo pois é desenvolvida por
departamentos internos e é desenhada para se enquadrar no contexto organizacional. A
estratégia adaptativa (adapt) é de controlo médio visto que tanto é desenvolvida por
departamentos de SI internos como externos à organização. A estratégia de seguimento
(follow) é já considerada de baixo controlo, pois para além de ser totalmente desenvolvida
por departamentos externos está à mercê do que os vendedores oferecem O auto-
desenvolvimento, como próprio nome indica, é o desenvolvimento do software realizado nos
departamentos de SI da organização. Os sistemas inter-organizacionais são o melhor exemplo
de Sistemas de Informação competitivos que ligam as organizações aos seus fornecedores e
clientes. O outsorcing tornou-se recentemente um dos mais populares desenvolvimentos de
SIs e de TIs [15]. Por vezes a compra de software em pacotes não satisfaz as necessidades da
empresa, e o autodesenvolvimento pode não valer a pena e ser muito dispendioso em termos
de tempo e dinheiro. Só deve ser feito o outsource de funções que sejam mera comodidade, e
não funções estratégicas para a empresa (essas devem ser desenvolvidas internamente). A
compra de software em pacotes é provavelmente a forma mais rápida e barata de implementar
um Sistema de Informação. No entanto, este tipo de solução pode não ser a mais adequada
para as necessidades da empresa. Os sistemas empresariais tentam ser uma solução que seja
facilmente integrável, daí a sua atractividade para as empresas. No entanto, são sistemas
muito complexos, e a sua alteração é desencorajada. A implementação deste tipo de solução é
também muito complexa e exige muito esforço por parte da empresa.
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Resumo das etapas de desenvolvimento dos SI
de Dados deu lugar a uma “unidade de TI”, isto é, a uma área ou um departamento
responsável pela informática e pelos recursos de TI de uma empresa. O gestor actual encara
agora a sua TI como uma verdadeira ferramenta de trabalho, ao mesmo tempo que tem (ou
pelo menos deve ter) uma “clara visão da abordagem sociotécnica, humanista e da teoria
geral de sistemas”. As capacidades de um gestor deste tipo sempre envolveram lidar com
recursos humanos, projectos, processos, dinheiro, materiais, tempo, etc. Hoje em dia, o gestor
já não actua perante esta sua envolvência com uma atitude autoritária como na década de 60,
mas sim utilizando a chamada gestão participativa.
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CONCLUSÃO
Dados são aquilo que uma empresa consegue sensoriar. Pode estar sob a forma de números,
de letras, ou outro qualquer formato, mas que isoladamente não contêm qualquer significado
claro e relevante. Quando esses dados são tratados e lhes são atribuído algum valor
significativo ou algum sentido lógico, passamos então a ter informação. Quando a
informação disponível (os dados já tratados) é trabalhada e é possível através dos mais
diversos meios (humanos, computacionais, etc) gerar cenários e situações hipotéticas,
simular e encontrar oportunidades, estamos perante conhecimento. Neste processo que torna
o dado em conhecimento temos um Sistema de Informação. Um sistema que actua em
circuito permanente e que normalmente se auxilia das Tecnologias da Informação para
cumprir os seus objectivos.
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Podemos também concluir que os Sistemas de Informação deixaram de ser tidos como meros
produtos, passando a ser encarados como ferramentas indispensáveis a qualquer gestor nos
dias de hoje. Os SI para além de auxiliarem o gestor nas suas decisões diárias, ajudam-no
também na determinação da melhor estratégia de negócio a seguir.
REFERÊNCIAS BIBIOGRAFICAS
1. Prahalad CK, Krishnan MS. 1999, The New Meaning of quality in the information
age.
2. Howard Business Review 77(5): 109-118
3. Jan Tain-Sue, Tsai Fu-Longe. A Systems View of the Evolution in Information
Systems Development, research paper
4. GB Davis, 1982. Strategies for information requeriment determination. IBM System
Journal 21(1):4-23
5. DiRomualdo A, Gurbaxani V. 1998. Strategic internet for it outsourcing. Sloan
Management Review.
6. Silva, Sérgio. Trabalho sobre ERPs em [Link]
[Link]
7. Rupino, Paulo. Acetatos aulas teóricas Gestão de Sistemas de Informação, parte
1.2006/2007. Departamento de Engenharia Informática .
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