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Ministração e Libertação Espiritual

O documento discute a importância da ministração e libertação na vida cristã, enfatizando que maldições estão ligadas ao pecado e que a confissão é necessária para a libertação. Ele também aborda a revelação de Deus ao longo do tempo e a necessidade de buscar dons espirituais. Além disso, diferencia entre libertação e guerra espiritual, destacando a batalha mental contra fortalezas que se opõem ao conhecimento de Deus.
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Ministração e Libertação Espiritual

O documento discute a importância da ministração e libertação na vida cristã, enfatizando que maldições estão ligadas ao pecado e que a confissão é necessária para a libertação. Ele também aborda a revelação de Deus ao longo do tempo e a necessidade de buscar dons espirituais. Além disso, diferencia entre libertação e guerra espiritual, destacando a batalha mental contra fortalezas que se opõem ao conhecimento de Deus.
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Capítulo 1

Ministração? Por quê?

A cada estação a Igreja tem crescido no Conhecimento do Senhor e se tornado forte.

Louvo a Deus por cada ministro e ministério que tem trazido com muita ousadia e coragem, o novo
de Deus, sem medir esforços ou mesmo pensar na perseguição, rejeição e afrontas que poderiam
passar. Durante o processo de revelação da batalha e suas armas, aprendemos que: As maldições
podem vir por diversas portas, mas sempre pela mesma raiz: Pecados.

Por isso está escrito em Provérbios 26:12 Como o pássaro que foge, como a andorinha no seu voo,
assim, a maldição sem causa não se cumpre.
Fica claro que a maldição só pode atingir alguém que dê motivos. Ou seja: O pecado e a iniquidade
são um motivo e tanto, pois a Palavra também nos afirma que:

Isaías 59:2 Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos
pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça.

Dessa maneira aprendemos que para sairmos de uma situação, uma atmosfera de maldição,
precisamos confessar os nossos pecados.

Mas, a obra de Jesus não é completa? Sim, é completa.

Então, por que eu preciso disso? Não basta aceitarmos Jesus como Senhor e Salvador?

Sim e Não. Vamos compreender melhor, a questão de ministração. Infelizmente muitos cristãos
ainda são enganados pelo inimigo com esses argumentos.

Quando digo enganado é por causa da ignorância, ou seja, a falta de conhecimento.

Veja como podemos compreender uma ministração para Libertação:

Se uma pessoa dá um cheque sem fundos em uma loja, o que ela tem? Uma dívida, ou seja, um
problema financeiro.
Confirmada a falta de fundos, o departamento financeiro da empresa que recebeu o cheque sem
fundos, envia o problema para o jurídico, que tentar receber, e se não houver sucesso, protesta a
pessoa.
A partir desse momento, o problema muda de esfera. O que era no início apenas um problema
financeiro, passou a ser jurídico.

Até aqui podemos comparar na esfera espiritual, o devedor como pecador, o cheque sem fundos
como pecado e o protesto à questão espiritual em si.

Então, como resolver esse problema?

Pagando a conta, certo? Sim e não! Imagine que alguém (JESUS) vai e paga a conta. Aleluia!

O que aconteceu? A dívida foi paga! Sim, mas a pessoa continua com um problema, o jurídico.
Quando entregamos a vida para Cristo, recebendo-O como nosso único e suficiente Salvador,
tomamos posse das obras da Cruz e seus efeitos.
JESUS pagou o preço por nós.

Da mesma maneira que no natural precisamos ir ao cartório de protestos levar a carta de anuência,
no espiritual precisamos apresentar diante do acusador, uma carta de anuência, isto é: A Declaração
de que somos livres, pelo sangue de Jesus!

Como eu sou salvo? Não é por que eu creio e confesso?

Da mesma maneira, todas as promessas de Deus têm que ser ouvidas, cridas e declaradas. Pois, com
o coração cremos para a Justiça e com a boca fazemos a confissão para a salvação.

Capítulo 2
Novo tempo?

Estamos vivendo um tempo tremendo de amadurecimento do Corpo de Cristo, mas ainda temos
muito que aprender com o Senhor. Sempre com o mesmo princípio: Fazer a vontade do Pai!

Como escrevi no capítulo anterior, a cada estação o Senhor revela algo novo, para ajudar Sua igreja
a se tornar cada vez mais livre do inimigo e semelhante a Ele mesmo.

Mas não existe nada de novo debaixo do Céu!

Infelizmente, há líderes que utilizam o texto de Eclesiastes 1:9 para afirmar isso. Então, por que a
igreja usa tanto essa expressão: O novo? E ainda: O novo de Deus?

É simples, o mesmo homem que Deus usou para escrever esse versículo, mais à frente no capítulo
três, afirma:

Verso 1:
Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.

Verso 11:
Tudo fez Deus formoso no seu devido tempo; também pôs a eternidade no coração do homem, sem
que este possa descobrir as obras que Deus fez desde o princípio até o fim.

Interessante, pois o Apóstolo Paulo também afirma em I CORÍNTIOS 2:9


Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem
preparado para aqueles que o amam.

Se parássemos aqui seria frustrante, porém ele continua no verso 11:

Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as
profundezas de Deus.
Eu entendo que ao olharmos pela dimensão do Tempo Eterno de DEUS, tudo já existe! Mas, a cada
estação o próprio DEUS, como um PAI Amoroso, nos revela, isto é, tira o véu para manifestar o
entendimento, conhecimento e sabedoria para uma geração.

Mas, quem pode receber essas revelações? Este assunto, explicarei com mais detalhes no Segundo
Livro da Série TEMPOS & ESTAÇÕES, no livro TEMPOS DETERMINADOS.
Porém, para ajudar em nosso entendimento precisamos compreender que: Um só e o mesmo
Espírito, realiza todas as coisas, distribuindo os dons, como lhe apraz, a cada um, individualmente.
I CORINTIOS 12:ll

Ou seja, Deus distribui os seus dons para quem ELE quiser. E também há outro texto na Bíblia que
nos ajuda e muito:

LUCAS 11:9- 13 Por isso, vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-
á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e a quem bate, abrir-se-lhe- á. Qual dentre
vós é o pai que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou se pedir um peixe, lhe dará em
lugar de peixe uma cobra? Ou, se lhe pedir um ovo lhe dará um escorpião? Ora, se vós, que sois
maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo
àqueles que lho pedirem?

Se quisermos compreender os tempos e receber os dons (presentes ou revelações), precisamos


pedir, buscar e bater, isto é, insistir. Pois a palavra nos garante que Ele dá para aqueles que pedem!

Capítulo 3
Fortalezas

Como expliquei no início do livro há uma grande diferença entre Libertação e Guerra. Apesar de
ambas fazerem parte do que chamamos de Batalha Espiritual, elas são totalmente distintas!

Então, fica a pergunta: Do que se trata este livro? Guerra ou Libertação?

A resposta é bem simples: Os dois assuntos.

Como assim? Posso dizer que 20% trata de Guerra, pois muito do que vamos expor nesta série,
ajudará o leitor em: Futuras guerras, como conquistar territórios e liberar os ares de uma região para
o evangelismo. Mas isso trataremos com detalhes nos outros dois livros da Série.

Do livro, 80% ajudará no processo de libertação de pessoas que verdadeiramente creem que Jesus
Cristo é o Senhor de suas vidas, mas ainda passam por lutas e não compreendem porque apesar de
já terem confessado a Cristo como Senhor, tem áreas de sua vida que não conseguem avançar. Ou
ainda, porque sempre voltam e caem nos mesmos pecados antigos.

Então, vamos para algumas definições:

O que são fortalezas?

Para compreendermos melhor, faremos uso da Palavra de Deus e de algumas definições naturais.

Na bíblia encontramos o Apóstolo Paulo escrevendo aos Coríntios, acerca do assunto Batalha
Espiritual. E como um bom militar ele usa analogias militares, vejamos:

2 CORÍNTIOS 10:3-6 Porque, embora andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque
as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas,
anulando sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo
todo pensamento à obediência de Cristo, e estando prontos para punir toda desobediência, uma vez
completa a vossa submissão.
Preste bem atenção, e se possível leia novamente.

O Apóstolo começa dizendo, embora andando. Isto aponta para o dia a dia, o verbo demonstra uma
ação contínua. Andando para onde? Na dimensão natural, isto é, na carne. Ele afirma que existe
uma guerra é nossa, como também alertou aos Efésios: Nossa guerra não é contra carne ou sangue.

Definindo Fortaleza no natural.

Quando pensamos em uma fortaleza, a primeira coisa que nos vem à mente é uma grande
construção, geralmente feita de pedras.

A definição que encontramos na internet para uma fortaleza é:

Uma fortaleza (do latim fortis = forte, e facere, fazer) é uma estrutura arquitetônica militar projetada
para a guerra defensiva. A humanidade vem erguendo este tipo de estrutura por milhares de anos,
com uma variedade de desígnios crescentemente complexos.

Qual a diferença entre uma Fortaleza e um Forte?


Simples! Um Forte é composto por uma ou mais baterias de artilharia na mesma obra. Já uma
fortaleza é composta por duas ou mais baterias de artilharia distribuídas em obras independentes.

Obras Independentes!

Veja que uma fortaleza, não tem uma só obra, sede ou base. Isto é muito importante. Pois não
conseguimos destruir uma fortaleza apenas indo contra sua ideia!

O Apostolo Paulo, era um grande guerreiro com alta patente militar e quando usou este símbolo,
sabia o que estava falando.

Uma fortaleza é uma estrutura complexa. Se é atacada por lado, há um remanescente em outro lugar
que poderá continuar existindo, até que recupere a sua posição.

Quando Paulo escreveu: Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em
Deus, para destruir fortalezas. Ele aponta para o arsenal e a esfera desse tipo específico de guerra.

Onde? Na nossa mente!


Por isso, ele diz: Levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo.

Mas, se a guerra é na mente não é apenas um forte? Não!

Pois as nossas células têm memória.

Estudando há muitos anos acerca do coração, encontrei estudos e pesquisas na internet


mostrando que um coração transplantado carrega uma memória. Como assim, memória no
coração?

Sim, os estudos mostravam que as pessoas após receberem um coração, mudavam de hábito, e
quando os médicos foram estudar o porquê, deram conta de que os hábitos do doador passaram a
influenciar quem havia recebido.
Já os endocrinologistas dizem que as células de gordura também têm memória. Se um gordinho
quer perder peso e se manter, precisa passar dois anos com o mesmo peso, para mudar a
memória (reprogramar) das células.

Talvez, você já tenha ouvido: Você igualzinho a seu avô.

O detalhe é que seu avô morreu antes de você nascer!

Como isso pode acontecer? Simples, em nosso DNA há um registro, que fica marcado.

Quando nascemos de novo, nos tornamos novas criaturas, porém, ainda carregamos o DNA, as
marcas, da família que nos gerou ou onde crescemos.

E o que fazer? Voltemos para a Palavra.

Quais são as armas? As armas da nossa milícia não são carnais.

Isto quer dizer: Não vamos usar socos, pontapés, facas e armas de fogo.

E como são essas armas? Poderosas em Deus.

Wow! Que tremendo! O Senhor está usando o Apóstolo para nos garantir que ELE nos dá armas
poderosas, mas seu poder está EM DEUS!

Para que são estas armas? Para destruir fortalezas.

E aqui, entra a expressão FORTALEZA. Logo veremos mais detalhes acerca do assunto. Vamos
continuar a analisar estes versos:

Como destruímos as fortalezas? Anulando os sofismas e toda altivez que se levanta contra o
conhecimento de Deus.

O que é um Sofisma?
Um raciocínio ou ideia falsa, que se apresenta com aparência de verdadeiro com a intenção de
enganar ou vencer um debate ou uma argumentação.

Exemplo de um sofisma: Deus é amor. O amor é cego. Steve Wonder é cego e canta canções de
amor, portanto Steve Wonder é Deus!

Voltando para a Batalha.

Podemos dizer que as armas que Deus nos dá, são poderosas para ANULAR, isso é neutralizar,
tornar sem efeito os argumentos falsos, que nos levam ao engano.

E a altivez? Isso aponta para o orgulho que é levantado contra o conhecimento de Deus.

Por exemplo: Tudo que eu consegui é fruto do meu esforço e trabalho!

Esse é um pensamento altivo contra Deus. Ao dizer meu esforço, está afirmado: Não precisei de
ninguém, ou seja, não reconhece que o ar que respira, nem que o universo é sustentado pela Palavra
do Criador.
Onde é travada a Batalha das Fortalezas? Levando cativo todo o pensamento a obediência de
Cristo.
Interessante, pois aqui fica claro que a batalha é travada em nossa mente.
Esse é o lugar onde são levantadas as Fortalezas. Isto é, as estruturas de pensamento que são contra
Deus e que nos fazem agir, falar e sentir independente de Deus. Que nos prendem a padrões fora de
Dele.

Mas, para ser fortaleza não é preciso sedes? Sim, por isso elas estão em nosso DNA, isto é, em
nossa herança de família natural, e em nossos pensamentos.

Capítulo 4
Fortalezas & Tronos

Para que servem as fortalezas?

No natural, servem para proteger uma região, jurisdição, reino ou império.

O que o inimigo faz com as fortalezas? Ele protege o seu governo e o seu domínio sobre as
gerações.

Mas, lembre-se: Ele (satanás) não é onisciente. Para governar precisa de série de outros príncipes,
que durante as estações do ano, atuam com ele, em áreas distintas.

Isso está bem explicado no livro TRONO sobre tronos, do Profeta David Rebollo e no meu livro
Tempos & Estações.
Aconselho você a ler e fazer as pautas de oração que estão nestes livros, principalmente, aquelas
ligadas a sua data de nascimento e quando foi gerado.
Cada trono tem sua área de ação, mas, uma das maneiras de manter e proteger estes tronos é através
das Fortalezas.

Precisamos lembrar que o inimigo imita tudo o que Deus faz. Aliás, tudo que ele aprendeu, foi com
Deus. Ele sabe muito bem que todas as coisas para serem estabelecidas, precisam de concordância e
base legal na terra. Por exemplo: Para Deus estabelecer seu Reino na Terra, um Filho teve que
nascer (vir em carne) e fazer toda a vontade do Pai.

Assim, o inimigo recruta os filhos das (nas) trevas, para fazer a vontade dele, e através deles
estabelecer o seu império.

Podemos neste ponto, afirmar que as fortalezas não passam de bases de defesa dos tronos, ou seja,
da estrutura de governo do império das trevas. E elas trabalham em diversas áreas.

De acordo com a revelação que recebi do Senhor, elas estão estabelecidas em nosso DNA, nas
dimensões e nas culturas. Por isso, quando atacamos uma área, precisamos lembrar que existem
outras bases que precisam ser destruídas.

Tronos?

Um assunto que sempre me intrigou: Qual a hierarquia dos anjos de Deus e das trevas?
Não vou dar uma aula sobre este assunto neste livro, pois não é este o objetivo, porém, gostaria de
explicar algo bem simples.

Tudo que Deus criou tem ordem e harmonia.

Veja o corpo humano, por exemplo, as partes se encaixam e tudo depende da cabeça, que através de
um sistema complexo de comunicação por impulsos, comanda todo o corpo.

Da mesma maneira, preste atenção no sistema solar: O sol, a lua, as estrelas e os planetas, estão em
completa harmonia.

Quando o querubim ungido caiu (Isaías 14 e Ezequiel 28), levou consigo uma terça parte das
estrelas (anjos, príncipes). No livro Tempos e Estações explico com mais detalhes sobre essa
definição de estrelas e príncipes.

Mas, por que ele caiu? Porque queria subir acima do trono de Deus.

E qual foi a ideia que ele plantou no primeiro casal? (Génesis 3)

Ser igual a Deus.

Mas a humanidade já não tinha sido criada a imagem e semelhança do Criador?

Sim, começa o sofisma. Usou uma mentira com aparência de verdade, para colocar no homem a
primeira pedrinha da fortaleza.

Como assim? Uma fortaleza natural não é formada por pedras?

Da mesma maneira que os fundamentos de toda estrutura do universo foram criadas pela Palavra, o
inimigo copiando Deus, resolveu lançar "pedras", isto é, palavras cheias de sofismas para
estabelecer no homem uma Fortaleza contra Deus!

De acordo com Efésios 2:2, sabemos que satanás é o príncipe das potestades do ar. Se ele é
príncipe, tem um trono e governa sobre o mesmo. A cada estação existem tronos específicos
governando.

Como sair da influência desses tronos na sua vida pessoal?

Como já citei antes, as pautas de oração, bem como a explicação sobre estes confrontos, estão no
meu livro Tempos e Estações.

Ao confrontarmos o governo dos tronos, precisamos também destruir suas fortalezas em nossas
vidas para podermos dizer como Jesus:

Porque aí vem o príncipe do mundo; e ele nada tem em mim; JOÃO 14:30

Capítulo 7
Prepare-se para a Batalha

Estamos prestes a chegar na parte das pautas de oração do livro. Antes, gostaria de deixar alguns
conselhos.
Querido(a) irmão(ã), antes de fazer as orações, lembre-se: Nenhum livro ou pauta de oração,
substitui a Palavra de Deus e sua vida de comunhão íntima com Ele. Os livros servem apenas
para nos ajudar a crescer no entendimento das próprias Escrituras Sagradas.

Outra coisa muito importante que você e eu temos que ter em mente sempre, é que precisamos
viver no Corpo, em submissão a nossos líderes.

Uma das maiores armas do inimigo é o isolamento. Ele tem feito estragos terríveis no corpo de
Cristo, através de enganos e sofismas como:

A igreja está falida.


Não preciso congregar.
Quem disse que tenho de submeter a homens?

Todos esses enganos levaram, e infelizmente continuam levando, milhares para a derrota e alguns
para o inferno.

Amados, se queremos vencer o inimigo, precisamos antes de tudo recordar que Cristo já o venceu,
fazendo toda a vontade do Pai.

Busque a comunhão com um grupo, igreja, célula ou ministério.


Não se isole, procure se submeter pelo menos a uma ou duas pessoas mais maduras que você.

Não se engane, ainda que você tenha muitos anos de experiência com Senhor, deixe outras pessoas
julgarem suas profecias!

E que o nosso Pai se alegre com nossa vida de família!

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