Expressão e Compreensão Oral
Introdução
Claro! Aqui está a transcrição do texto que aparece na imagem:
1. INTRODUÇÃO
O presente trabalho de pesquisa tem como tema “Expressão e Compreensão Oral”. Como se
pode ver pelo tema, que o seu impacto é um facto que a oralidade pode ser adquirida e
desenvolvida a partir dos contextos familiares em que as crianças se inserem. Mas, tendo em
conta a investigação actual sobre este domínio da comunicação verbal, nada justifica a
tendência para considerar que a comunicação oral não pode ser um objecto de ensino e
aprendizagem.
Pelo contrário: confirma-se a necessidade de investir, não só no planeamento da abordagem
didáctica da oralidade, como também na avaliação das competências adquiridas neste
domínio (em ambos os casos, tendo em conta as vertentes da compreensão e da
expressão/produção). Já a necessidade de ensinar e aprender a ler e a escrever não precisam
de defesa, pelo menos no tocante à sua utilidade, muito menos na sociedade actual em que a
comunicação escrita é essencial nas suas vertentes de compreensão e expressão/produção.
Mas tal não significa que não haja dificuldades neste domínio. Tanto a oralidade, como a
comunicação escrita remetem para a questão dos tipos/géneros textuais, de que podemos
fazer uso em ambos os casos, embora os associemos mais frequentemente à comunicação
escrita. Daí esta questão ser também convocada para esta reflexão – utilitária – sobre formas
de garantir mais eficiência na comunicação oral e escrita.
Quer que eu continue transcrevendo o resto do trabalho (as 15 páginas) ou só precisava desta
introdução?
A linguagem oral constitui um dos meios primordiais de interação entre os seres humanos,
sendo essencial para a construção do conhecimento, para a socialização e para o exercício da
cidadania. A expressão oral, enquanto capacidade de transmitir ideias, sentimentos e opiniões
por meio da fala, deve ser acompanhada da compreensão oral, que corresponde à escuta ativa
e à interpretação correta das mensagens recebidas. Juntas, estas duas competências asseguram
a eficácia comunicativa nos mais diversos contextos, desde o espaço académico até às
situações do quotidiano. Como defende Marcuschi (2008), a oralidade não se reduz apenas ao
ato de falar, mas envolve uma dimensão interacional, contextual e social.
Objectivos
Analisar os princípios orientadores da comunicação oral.
Identificar as características do diálogo oral e suas implicações na
negociação de sentidos.
Refletir sobre a importância das formas de tratamento na interação
verbal.
Reconhecer o papel da estrutura frásica na clareza da comunicação.
Desenvolvimento
Claro, Hélio 🙌. Transcrevi todo o conteúdo visível das três imagens que partilhaste. Aqui está
o texto completo:
1. INTRODUÇÃO
Aprender uma língua estrangeira exige quatro competências que se subdividem em
receptivas: Ler e Escutar; e produtivas: Falar e Escrever (PIO et al s/d). Porém, de acordo
com Martins (2012), o pilar para esse aprendizado é a oralidade, sendo ela possível apenas se
tratando de duas ou mais pessoas. Em sua pesquisa diz que os docentes devem trabalhar com
os discentes textos de diferentes origens para que estes possam adquirir um vocábulo amplo
aprimorando a fala nesta.
Segundo Pereira, Lemos e Leão, “a expressão oral se caracteriza como o fato de organizar,
assimilar e produzir algo através da oralidade e reconhece a fala como centralidade do ensino,
despertando o interesse do aluno. Sendo um processo ativo e complexo que constrói algo a
partir do que se ouve, ligando a expressão oral e competência auditiva, ela é resultado do uso
dos conhecimentos linguístico, de mundo e do contexto social do falante”.
“A oralidade para ser estudada em sala de aula tem a necessidade de que o alunotenha
conhecimento prévio do contexto social das atividades trabalhadas, por essa razão, os textos
utilizados além de curtos e de linguagem acessível, fazem ligação com o meio social do
indivíduo, dando a eles mais liberdade para uma participação mais ativa na construção de sua
aprendizagem”. (MARTINS, 2012), citado por Pereira, Lemos e Leão.
Para Mendonça et al. (2003) citado por (Lopes, 2010. P. 17). a compreensão e a expressão
oral são processos interactivos de construção de significado que abrange a recepção, o
processamento de informação e consequentemente a produção. O resultado desse processo
interactivo depende do contexto em que este ocorre, envolvendo os interlocutores com as
suas vivências pessoais e experiências colectivas, o meio envolvente e as finalidades da
expressão oral.
2. EXPRESSÃO E COMPREENSÃO ORAL
2.1. Oralidade
Segundo Lopes (2010. P. 21) “o oral é o que expõe de imediato o emissor, não só perante as
significações e sentidos da sua mensagem, mas obrigando-o também à uma interacção com o
receptor que exige posicionamento e comportamento social ou individual”.
Lopes (2010) afirma que:
A fala (manifestação da prática do oral) tem a posição privilegiada no que tange à questão
histórica e cronológica, o uso da escrita quando arraigada numa dada sociedade impõe-se
com uma violência inusitada e valor social até superior à oralidade. Podemos dizer que a
oralidade é um importante exercício de reflexão e entendimento do mundo e do primeiro
gesto de expressão das ideias e concepções que se tem sobre um determinado assunto.
Esta modalidade pode ser compreendida como uma prática interactiva com finalidade de
viabilizar a comunicação, perpetuar e modificar valores, construir conhecimentos, expressar
sentimentos, transmitir princípios culturais, crenças e ideologias. A oralidade está em toda
parte. É através dela que os professores comunicam com os seus alunos, que lhes transmitem
conhecimentos e valores e que interagem com a turma. (P. 21)
2.2. Os mecanismos da oralidade
Antes de mais, é necessário reconhecer que trabalhar a oralidade implica ter em conta
determinados mecanismos, presentes tanto na compreensão como na expressão/produção (cf.
Luna, 2016) citado por Sá (2018. P. 11):
Linguísticos, abrangendo o nível lexical e gramatical;
Enciclopédicos, ligados ao conhecimento do mundo, que provém das vivências
pessoais e de eventos contextualmente situados;
De organização textual, ligados ao recurso aos tipos/géneros textuais que traduzem
diferentes propósitos comunicativos.
2.3. As estratégias da oralidade
Estas pressupõem a existência de três etapas na compreensão oral (cf. Luna, 2016) citado por
Sá (2018. P. 11):
A pré-escuta, que prepara para a compreensão;
A escuta, que permite um primeiro acesso ao sentido do texto oral;
A pós-escuta, que conduz à construção do sentido do texto por parte do ouvinte.
Segundo Sá (2018. P. 12) “a primeira etapa implica o recurso a estratégias como a realização
de previsões e a formulação de hipóteses, as outras duas estão associadas a estratégias como a
apreensão das ideias veiculadas pelo texto, a identificação das ideias principais e secundárias,
a realização de inferências e a monitorização da compreensão, que, normalmente, só ligamos
à compreensão do texto escrito”.
Por sua vez, a expressão/produção oral contempla diversos níveis, Sá (2018. P. 12):
Fonético-fonológico, associado ao uso da entoação, para reforçar a expressividade e
sublinhar alguns aspectos do discurso;
Léxico-semântico, ligado à capacidade de seleccionar vocabulário adequado à
situação de comunicação oral em causa;
Morfossintáctico, responsável pela concordância e pelo uso apropriado de conectores
(tão importantes no discurso escrito como no discurso oral);
Textual, associado à coerência e à coesão, que asseguram a clareza na apresentação
das ideias e na sua articulação;
Sá (2018. P. 12), afirma que “ao recorrer a uma oralidade mais formal há que pensar nas
operações que, normalmente, associamos à expressão/produção escrita”:
A planificação, que implica a reflexão sobre o tema a abordar, a selecção de
informação relevante a incluir no discurso oral, a organização dessa informação
(incluindo a sua hierarquização), a escolha de um tipo/género textual;
A textualização, ligada à materialização do discurso;
A revisão, que promove a reformulação/melhoria do discurso planeado.
Hélio, queres que eu organize esta transcrição em formato Word/PDF académico (com
margens, títulos e referências) para poderes usar como trabalho ou resumo?
Princípios orientadores das conversações e diálogos
Toda conversação deve respeitar princípios básicos de cortesia, clareza e adequação ao
contexto. A comunicação oral eficaz pressupõe a cooperação entre os interlocutores,
seguindo o que Grice (1982) denominou de "máximas conversacionais", isto é, a necessidade
de ser claro, pertinente, verdadeiro e objetivo.
Princípios orientadores das conversações e diálogos
As conversações e os diálogos são práticas comunicativas que não acontecem de forma
aleatória; pelo contrário, obedecem a normas sociais, culturais e linguísticas que asseguram a
eficácia da interação. Para que a comunicação oral cumpra o seu objetivo, alguns princípios
devem ser considerados:
1. Clareza e objetividade – O falante deve organizar o seu discurso de forma
compreensível, evitando ambiguidades, rodeios desnecessários ou informações
irrelevantes. Segundo Grice (1982), a clareza é uma das máximas fundamentais para
que a comunicação seja eficaz.
2. Respeito e cortesia – O diálogo exige consideração pelo interlocutor, o que implica
não interromper de forma brusca, utilizar expressões de cortesia e adotar um tom
adequado ao contexto (formal ou informal).
3. Cooperação comunicativa – A comunicação é uma construção coletiva, e por isso é
necessário que os participantes colaborem para que a troca de informações seja
produtiva. A chamada “máxima de cooperação”, proposta por Grice (1982), destaca a
importância de os interlocutores contribuírem de forma relevante para o tema em
discussão.
4. Escuta ativa – Ouvir atentamente é tão essencial quanto falar. A escuta ativa implica
interpretar, confirmar ou até reformular o que o outro disse, assegurando que a
mensagem foi compreendida corretamente.
5. Equilíbrio dos turnos de fala – Num diálogo saudável, deve existir alternância e
equilíbrio entre os turnos de fala, evitando monopólios da palavra e garantindo que
todos os participantes tenham espaço para se expressar (Bakhtin, 1997).
6. Adequação ao contexto – O uso da linguagem deve considerar o contexto social e
cultural em que ocorre a interação. O vocabulário, a entoação e a escolha de
expressões variam conforme a situação (académica, profissional, familiar, entre
outras).
👉 Em síntese, os princípios orientadores das conversações e diálogos visam garantir que a
comunicação oral seja clara, respeitosa, cooperativa e adequada ao contexto, permitindo
que os interlocutores construam sentidos partilhados e estabeleçam relações sociais de forma
equilibrada.
Queres que eu desenvolva este ponto já no formato académico completo (introdução,
fundamentação teórica com citações, e conclusão curta) para juntares ao teu trabalho?
Negociações e características do diálogo oral
O diálogo caracteriza-se pela interatividade, pela alternância de turnos de fala e pela
necessidade de escuta ativa. Como observa Bakhtin (1997), a comunicação é essencialmente
dialógica, exigindo não apenas falar, mas também responder e interpretar de modo adequado.
A negociação de sentidos, por meio de perguntas, confirmações e reformulações, permite que
a comunicação se mantenha clara e eficaz.
Negociações e características do diálogo oral
O diálogo oral é uma das formas mais antigas e fundamentais de comunicação humana. Ele
não se limita apenas à troca de palavras, mas constitui um processo interativo, no qual os
interlocutores constroem sentidos, negociam significados e estabelecem relações sociais.
Características do diálogo oral
1. Interatividade – O diálogo é marcado pela participação de, no
mínimo, dois interlocutores que interagem em tempo real,
construindo conjuntamente a comunicação (Bakhtin, 1997).
2. Alternância de turnos – Cada participante ocupa o seu tempo de
fala, cedendo espaço ao outro; esta dinâmica permite que a
conversação se mantenha equilibrada.
3. Espontaneidade – O diálogo oral, muitas vezes, é menos formal e
mais espontâneo do que a linguagem escrita, possibilitando
interrupções, repetições e reformulações.
4. Dependência do contexto – A oralidade está diretamente ligada
ao contexto em que ocorre, com influência de fatores sociais,
culturais e situacionais (Marcuschi, 2008).
5. Uso de recursos não-verbais – Gestos, expressões faciais e
entoação são elementos que complementam a mensagem oral e
contribuem para a clareza e a expressividade.
Negociação no diálogo oral
A negociação é uma dimensão essencial do diálogo oral. Ela refere-se ao processo de ajuste e
construção de sentido entre os interlocutores. Isso pode ocorrer por meio de:
Pedidos de esclarecimento – quando um dos participantes não
compreende e solicita que o outro reformule a mensagem.
Confirmações – expressões como “sim”, “exatamente” ou
“entendi” validam a interpretação do ouvinte.
Reformulações – o falante pode alterar ou simplificar sua fala para
facilitar a compreensão do interlocutor.
Gestão de conflitos – em contextos de desacordo, a negociação
permite alcançar consensos ou, pelo menos, um entendimento
mútuo.
Segundo Kerbrat-Orecchioni (2006), os diálogos implicam um trabalho constante de
cooperação e ajustamento, em que os falantes regulam mutuamente as suas falas para
garantir a continuidade da interação.
👉 Assim, o diálogo oral é um processo dinâmico que envolve interatividade, alternância,
escuta ativa e negociação constante, sendo fundamental para a convivência social, a
aprendizagem e a resolução de problemas no quotidiano.
Queres que eu prepare este ponto já com citações e referências no estilo APA para incluir
direto no teu trabalho?
Formas de tratamento
As formas de tratamento linguístico são fundamentais para a adequação comunicativa. O uso
de pronomes e expressões de cortesia varia conforme o contexto, podendo ser formal ou
informal. Assim, em situações académicas ou profissionais, utiliza-se geralmente um
tratamento mais respeitoso, enquanto em contextos familiares ou de amizade prevalece a
informalidade (Cunha & Cintra, 2008).
Formas de tratamento
As formas de tratamento são recursos linguísticos utilizados para marcar respeito, hierarquia,
proximidade ou formalidade nas interações sociais. Elas variam conforme o contexto
(formal/informal), a relação entre os interlocutores e as normas culturais de uma comunidade.
O uso adequado das formas de tratamento é essencial para a eficácia comunicativa e para a
manutenção de relações harmoniosas.
Tipos de formas de tratamento
1. Formais – Utilizadas em situações que exigem respeito e distanciamento, como no
meio académico, profissional ou institucional. Exemplos: Senhor(a), Doutor(a),
Professor(a), Excelentíssimo(a).
Exemplo: “Senhor Diretor, gostaria de solicitar uma reunião.”
2. Informais – Mais frequentes em interações familiares, entre amigos ou em contextos
de proximidade social. Exemplos: tu, você, mano, irmão, tia.
Exemplo: “Tu vais comigo à escola amanhã?”
3. Pronominais – O uso dos pronomes pessoais varia conforme a tradição linguística e o
grau de formalidade. Em português europeu, o pronome “tu” é comum em contextos
informais, enquanto “você” tende a ter conotação mais formal no português brasileiro
(Cunha & Cintra, 2008). Já em Moçambique, o uso de “você” é mais corrente em
interações quotidianas, mesmo em situações de relativa formalidade.
Importância comunicativa
Expressão de cortesia: o uso adequado transmite respeito e consideração pelo interlocutor.
Adequação ao contexto: evita situações de constrangimento e garante que a fala esteja
ajustada ao ambiente.
Marcação de identidade social: as escolhas linguísticas refletem pertença cultural, geração e
grupo social.
Segundo Bechara (2009), o domínio das formas de tratamento é indispensável para a
competência comunicativa, pois permite ao falante adaptar-se a diferentes situações
comunicativas sem comprometer a clareza ou a polidez.
👉 Em síntese, as formas de tratamento funcionam como marcadores sociais e culturais que
organizam a interação verbal, estabelecendo níveis de formalidade e reforçando o respeito
entre os interlocutores.
Queres que eu faça já a versão académica completa com citações em APA (introdução,
desenvolvimento e mini conclusão) deste ponto para juntar ao teu trabalho?
Tipos e formas de frase
A clareza da expressão oral depende também da organização frásica. Frases bem estruturadas
evitam ambiguidades e asseguram maior eficácia comunicativa. Segundo Bechara (2009), o
conhecimento dos diferentes tipos de frase — declarativas, interrogativas, exclamativas e
imperativas — permite ao falante ajustar sua mensagem ao objetivo comunicativo.
Tipos e formas de frase
As frases são unidades básicas da comunicação oral e escrita, desempenhando um papel
central na transmissão de ideias. O domínio dos diferentes tipos e formas de frase permite ao
falante expressar-se com maior clareza, precisão e adequação ao contexto.
Tipos de frase (quanto à intenção comunicativa)
1. Declarativas – Transmitem uma informação, afirmando ou negando
algo.
o Ex.: “A aula começou às oito horas.”
2. Interrogativas – Formulam uma pergunta, direta ou indireta.
o Ex.: “Quando vai começar a reunião?”
3. Exclamativas – Expressam emoções, sentimentos ou estados
afetivos.
o Ex.: “Que surpresa agradável!”
4. Imperativas – Indicam ordens, pedidos ou conselhos.
o Ex.: “Feche a porta, por favor.”
Segundo Bechara (2009), a escolha do tipo de frase depende da intenção do falante e do
efeito que deseja causar no interlocutor.
Formas de frase (quanto à estrutura)
1. Simples – Possuem apenas uma oração, com sentido completo.
o Ex.: “O aluno chegou cedo.”
2. Compostas – Reúnem duas ou mais orações, coordenadas ou
subordinadas.
o Ex.: “O aluno chegou cedo e participou da aula.”
3. Reduzidas – Apresentam uma oração simplificada, geralmente em
forma nominal, infinitiva, gerundiva ou particípio.
o Ex.: “Ao estudar bastante, obteve bons resultados.”
Importância dos tipos e formas de frase
O conhecimento sobre tipos e formas frásicas é fundamental para:
Evitar ambiguidades na comunicação oral e escrita.
Adequar a linguagem ao objetivo comunicativo (informar,
perguntar, emocionar ou ordenar).
Enriquecer a interação por meio da variação sintática e
estilística.
De acordo com Cunha e Cintra (2008), a competência comunicativa está diretamente
relacionada à capacidade de utilizar frases bem estruturadas, ajustando a forma ao conteúdo e
ao contexto da comunicação.
👉 Em síntese, os tipos e formas de frase funcionam como instrumentos estruturadores da
linguagem, possibilitando ao falante expressar ideias de forma clara, adequada e eficaz.
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tipos de frase) e faça já a versão final completa e formatada em estilo académico com
referências APA para ser entregue como trabalho?
Conclusão
A expressão e a compreensão oral são competências linguísticas indissociáveis, fundamentais
para o desenvolvimento pessoal, académico e profissional. A clareza, a cortesia e a
adequação às normas sociais e culturais são elementos que fortalecem a eficácia
comunicativa. Além disso, a escuta ativa e a utilização consciente de estruturas linguísticas
contribuem para um diálogo produtivo e respeitoso. Dominar estas competências é, portanto,
essencial para participar de forma crítica e responsável na sociedade contemporânea.
Referências bibliográficas (Norma APA, 7ª edição)
Bakhtin, M. (1997). Estética da criação verbal (4. ed.). São Paulo:
Martins Fontes.
Bechara, E. (2009). Moderna gramática portuguesa (37. ed.). Rio de
Janeiro: Nova Fronteira.
Cunha, C., & Cintra, L. F. (2008). Nova gramática do português
contemporâneo (5. ed.). Rio de Janeiro: Lexikon.
Grice, H. P. (1982). Lógica e conversação. In H. P. Grice, Estudos de
filosofia da linguagem (pp. 61–78). Lisboa: Edições 70.
Marcuschi, L. A. (2008). Produção textual, análise de gêneros e
compreensão. São Paulo: Parábola Editorial.