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Primeiros Socorros para Enfermeiros

Esse ebook possuie todos os aspectitos e protocolos de atendimentos em primeiro socorros e Atendimento Pré-hospitalar.
Direitos autorais
© All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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AULA 1

PRIMEIRO
SOCORROS
CURSO: TÉCNICO EM ENFERMAGEM
Apresentação

Este ebook foi desenvolvido como


material de apoio para os alunos do curso
Técnico em Enfermagem. Reúne os
principais conceitos, protocolos e práticas
de Primeiros Socorros, apresentados de
forma simples, visual e organizada.
Nosso objetivo é capacitar os
estudantes para atuar em situações de
urgência e emergência, sempre priorizando
a segurança, a preservação da vida e a
prevenção de sequelas.
Sobre o Autor

Enfermeiro Ranther Solrack de Brito Lima


Bacharel em Enfermagem pelo Centro de
Ensino Unificado de Teresina – CEUT (2016).
Pós-graduado em Urgência e Emergência
(Estácio Ceut) e em Cardiologia
(Educaminas).
Apaixonado pela docência, acredita que
o ato de ensinar é também uma forma
contínua de aprender.
Seu trabalho é guiado pelo
compromisso de cuidar com
excelência e pelo propósito
de humanizar cada
atendimento.
"Cuidar é meu compromisso.
Humanizar é meu
propósito."
SUMÁRIO
Apresentação
Sobre o Autor
Primeiros Socorros.........................................................................................................5
Importância dos Primeiros Socorros
Prestador de Socorro e Socorrista .....................................................................6
Urgência ................................................................................................................................7
Exemplos de Urgência
Características da Urgência
Emergência..........................................................................................................................8
Exemplos de Emergência
Mandamentos do Socorrista..................................................................................9
Uso de EPI’s no APH.........................................................................................................10
Avaliação Primária........................................................................................................ 11
Regra dos 3 S’s (Segurança, Situação, Cena)
Protocolo de Atendimento ao Trauma (XABCDE)...................................12
X: Hemorragia Exsanguinante – p. 13
A: Vias Aéreas e Proteção da Coluna Cervical – p. 14–18
Pranchamento e Equipamentos – p. 19–22
B: Ventilação e Respiração – p. 23–25
C: Circulação e Hemorragias – p. 26–28
D: Disfunção Neurológica – p. 29–32
E: Exposição da Vítima – p. 33
Sinais Vitais no APH..............................................................................................34–36
Parada Cardiorrespiratória (PCR).............................................................37–39
Principais Causas
Manobras de RCP
Obstrução Respiratória e Manobra de Heimlich.............................41–43
Avaliação da Vítima.....................................................................................................44
Vítima Clínica
Vítima de Trauma
Fraturas........................................................................................................................45–46
Classificação
Imobilização
Estudo de Caso – Acidente de Trânsito ........................................................48
Primeiro Socorros
São os cuidados imediatos que devem ser
prestados a uma pessoa que se machuca
ou está em perigo de vida fora do
ambiente hospitalar.

Importância dos Primeiros


Socorros
Pode significar a diferença entre a vida e a
morte, é manter as funções vitais e evitar que
a situação se agrave até à chegada de ajuda
médica.

5
Prestador de Socorro
Pessoa leiga, mas com o
mínimo de conhecimento
capaz de prestar atndimento à
uma vítima até a chegada do
socorro especializado.

Socorrista
É a pessoa tecnicamente capacitada para, com
segurança. avaliar e identificar problemas que
comprometam a vda.

Cabe ao socorrista prestar o adequado socorro


pré-hospitalar e o transporte do paiente sem
agravar as lesões já existentes.

6
Urgência
Situação que requer atenção médica
imediata, mas não apresenta risco
imediato de morte.

Exemplos de Urgência
Fraturas;
Luxações;
Cortes profundos sem
hemorragias grave;
Dor abdominal de moderada a
intença;
Transtornos psiquiátricos;
Dor de cabeça forte sem
alteração no nível de consciencia;
Retenção urinária em pacientes
idosos;

Características da Urgência
Não há risco iminente de morte: A condição não
ameaça a vida do paciente no momento.
Requer intervenção rápida: É necessário
tratamento médico o quanto antes para evitar
complicações mais graves.
Agravamento futuro: A falta de tratamento pode
levar a um quadro mais sério.

7
Emergência
Situação que não pode ser adiada, requer
intervenção médica imediata, deve ser
resolvida rapidamente pois apresenta risco
imediato de morte.

Exemplos de Emergência
TCE
AVC ou AVE
PCR
Dor no peito intenso, suave ou pálido (sinal de
infarto)
Paciente hipocorado, apresentando sudorese e
redução da PA;
FC menor que 40bpm e acima de 150bpm
Dispneia com SpO2 abaixo de 90%
Hemorragia Intensa;
Choque elétrico ou afogamento

8
Mandamentos do
Socorrista
Manter a Calma;
Tenha em mente a seguinte ordem no APH:
Primeiro Eu;
Segundo: minha equipe;
Terceiro: a vítima.
Manter o espirito de liderança, pedindo
ajuda e afastando os curiosos;
Em caso de multiplas vítimas, dê
preferencia aquelas que correm maior
risco de vida e que tem chance de
sobrevivência.
Em hipótese alguma ponha sua própria
vida em risco.

9
Uso de EPI’s
Essencial no APH

Luvas de Procedimentos

Máscara Cirúgica
Debt Management

Óculos Debt
de Protenção
Management

Botas
Debt - Coturno
Management

AventalDebt
Descartável
Management

10
Avaliação Primária

É a abordagem inicial ao paciente;


Identificar lesões com risco de morte;
Realizar manobras de reanimação de
forma coordenada de acordo com as
competencias técnicas da equipe.

Aplique a regra dos três “ESSES”

SEGURANÇA SITUAÇÃO CENA


SAFETY SITUATION SCENE

Verificar se há condições de Avaliar o fato ocorrido e o Observar o local para


segurança, para ser feito o número de vítimas. sutuações surpresas.
atendimento à vítima.

11
Protocolo de Atendimento ao
Trauma
Atualização de ABCDE para XABCDE

X - Hemorragia Exsanguinante
Hemorragia Externa Grave que pode levar a
morte.

A - Airwey (via aéria)


Avaliação e tratamento das vias aéreas,
incluindo a proteção da coluna cervical.

B - Breathing (Respiração)
Avaliação da respiração e ventilação,
incluindo a administração de oxigênio
se necessário.

C - Circulation (Circulação)
Avaliação e controle da circulação,
incluindo o controle de hemorragias.

D - Disability (Estado neurológico)


Avaliação do estado neurológico,
utilizando a Escala de Glasgow.

E - Exposure (Exposição e controle de


temperatura)
Exposição completa do paciente para
avaliação de outras lesões e controle da
temperatura, evitando hipotermia.

12
X - Hemorragia
Exsanguinante
A contenção de hemorragia externa grave
deve ser feita antes mesmo do manejo das
vias aérea.

ABORDAGEM

Fazer a contenção direta e firme sobre o


ferimento, usando compresa ou gase;
Elevar o membro nas hemorragias de
extremidades, caso não tenha fraturas
expostas;
Caso sangramento persistir comprimir os
pontos arteriais anteriores ao sangramento;
Persistindo o sangramento fazer compressão
direta com o dedo no vaso rompido.
Acionar equipe de transporte.

13
A - Vias Aérias com proteção da
coluna vertebral

Conferir se a via aéria esta


pérvia ou não;
Para verificar se uma via
aérea está pérvia, utilize o
método "Ver, Ouvir, Sentir"
(VOS):

ver se há movimentos
respiratórios;
ouvir se há ruídos graves (ou ausência
deles);
sentir se o ar está a sair, confirmando o
fluxo aéreo

14
Se o paciente conseguir falar, as vias aéreas
provavelmente são pérvias.
Outro sinal de via aérea pérvia é a ausência
de ruídos como o estridor ou a respiração
ruidosa.

Causas de Obstruções
Queda da base da lígua;
Corpo estranho (dentes, próteses ou
alimentos);
Trauma da Laringe (fratura ou
esmagamento);
Trauma de face;
Secreções;
Queimaduras da orofaringe.

Cerca de 66% à 85% das


mortes evitáveis são por
obstrução de viais aérias.

15
ABORDAGEM

Chin Lift
Elevação do queixo para uso do aspirador.

Jaw Thrust
Anteriorização da mamdíbula, cânula
orofaríngea (Guedel).

16
Cânula de Guedel

Serve para manter as vias aéreas permeáveis


​e desobstruídas em pacientes com nível de
consciência rebaixado ou que estão
inconscientes, impedindo que a língua caia e
obstrua a passagem de ar.

17
ATENÇÃO

Nunca realizar a manobra de Chin Lift em


vítima com suspeita de trauma cervical.

Também é realizado a proteção da coluna


vertebral;
Se aproximar da vítima pela frente para
evitar que a vítima mova a cabeça para os
lados;
A mobilização deve ser de toda a coluna;
Utilizar colar cervical e a prancha de
imobilização.

18
Pranchamento
É uma técnica de imobilização e transporte de
pessoas com trauma na coluna vertebral,
utilizando uma prancha de resgate e um colar
cervical para manter a estabilidade da coluna
durante o técnico e a transferência para o
atendimento médico especializado.

O procedimento requer movimentos


controlados, como o rolamento, e a fixação da
vítima com cintos para evitar lesões
secundárias, garantindo a segurança e o
bem-estar do paciente.

Objetivo do Pranchamento
É evitar lesões neurológicas secundárias
causadas pela instabilidade da coluna
vertebral da vítima durante todo o processo
de lesão e transporte até o hospital.

19
Equipamentos Utilizados

Prancha de Resgate: Um equipamento


rígido para imobilizar e transportar a vítima.
Colar Cervical: Usado para imobilizar a
cabeça da vítima e evitar movimentos
indesejados da coluna cervical.
Cintos de Fixação (Tirantes): Fixam a
vítima na prancha, geralmente nos ombros,
quadril e acima dos joelhos.
Imobilizadores de Cabeça: Dispositivos
adicionais para a estabilização da cabeça.

Prancha de Resgate Colar Cervical

Cintos de Fixação Imobilizadores de Cabeça

20
ABORDAGEM

Alinhamento e Estabilização: A vítima é


segurada por socorristas e colocada numa
posição que imobiliza a coluna.

Rolamento: A vítima é girada "em bloco"


para que a prancha possa ser posicionada
abaixo dela.

21
Fixação: A vítima é colocada na prancha
com o colar cervical e os cintos,
começando pela fixação do pedestal e
quadril, e depois a cabeça.

Manual de Liberação da Imobilização: A


imobilização manual pode ser liberada
apenas após a vítima estar completamente
instalada na prancha.

Lembrete
Socorrista 1 : Dá o comando: “movimento de
90º à minha (direita ou esquerda, o que for
o caso) no 3, 1…2…3”;

Lembrando que o socorrista 1 é quem dá a


ordem para qualquer movimento, pois ele é
quem está estabilizando a cabeça e a
coluna cervical, e assim a vítima é
centralizada;

22
B - Boa Ventilação e
Respiração
O socorrista deve analisar se a respiração
está adequada.

Inspersão dos movimentos torácicos;


Frequência respiratória;
Rítimo respiratório;
Simetria respiratoria.

Cianose;
Dispnéia;
SpO2 < 90% - Padrão respiratório
prejudicado.

23
Causas que podem prejudicar
padrão respiratório
Pneumotórax
presença de ar no espaço pleural.

Fratura de multiplos arcos costais;


quebra de dois ou mais arcos costais.

24
Hemotórax.
acúmulo de sangue no espaço pleural.

ABORDAGEM

Oxigenoterapia;
Curativo de 3 pontas no ferimentos torácicos
abertos.

25
C - Circulação com Controle de
Hemorragias
Pesquisa por hemorragias são os principais
parametos de analise clinica da vítima.

Grandes Hemorragias
Hemorragias Internas a
Externas. serem
investigadas.

Deve-se investigar perdas de volume


sanguíneo não visível.
Principais pontos de hemorragias internas no
trauma:
Pelve;
Abdomem;
Membros Inferiores

26
Ficar Atento

Alteração de Pulso;
Sudorese;
Tempo de enchimento capilar lentificado;
Pele fria e pegajosa;
Comprometimento do nível de consciencia.

Choque Hipovolêmico

27
ABORDAGEM

Punção Venosa Calibrosa;

Reposição volêmica - Soro Ringer com


Lactado.

Ringer com Lactado é uma solução


isotônica de escolha, contudo, soluções
cristaloides não repõem hemácias.

28
D - Disfunção
Neurólogica
Alteração do nível de consciencia;
Diâmetro e reação das pupilas.

O objetivo é identificar e tratar


rapidamente qualquer lesão cerebral que
possa estar comprometendo a função
neurológica do paciente.

Avaliação do Nível de Consciencia

A ALERTA
V ESTÍMULOS VERBAIS
D DOR
I INCONSCIENTE
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29
Escala de Coma de Glasgow

TRAUMA LEVE TRAUMA MODERADO TRAUMA GRAVE


13 - 15 9 - 12 3-8

Diâmetro e Reações Pupilares


Fotorreativas;
Isocóricas;
Anisocóricas;
Midríase;
Miose;

30
Pupilas Fotorreativas

São pupilas que respondem normalmente à


luz, contraindo-se em ambiente claro e
dilatando-se na escuridão.
Sinal de que o reflexo fotomotor está intacto
e o sistema nervoso está funcionando
corretamente.

Luz Sem luz

Pupulas Isocórias;

Condição normal, reagente à luz.

31
Pupulas Anisocóricas;

Uma pupila tem um diâmetro diferente do


outro, sendo uma maior e outra menor.

Indicativo: AVC ou TCE

Pupulas em Midriase;

Ambas as pupilas estão dilatadas e


grandes.
Indicativo: PCR, TCE, Hemorragia, choque,
anóxia ou hipóxia severa.

32
Pupulas em Miose;

Ambas as pupilas estão contraídas e


pequenas.

Indicativo: Exposição a luz forte, abuso de


drogas, lesão no SNC.

E - Exposição da Vítima
Despir o paciente se necessário;
Análise da extensão das lesões;
Prevensão de Hipotermia;
Sinais de traumas e manchas na pele;
Análise da extensão das lesões

33
Sinais Vitais no APH
A verificação dos sinais vitais no Atendimento
Pré-Hospitalar (APH) é essencial para avaliar
a condição do paciente e direcionar o
atendimento.

Frequencia Cardiaca

NORMAL BRADICARDIA TAQUICARDIA


60 - 100 bpm <60 bpm >100 bpm

34
Pulso Radial Pulso Carotídio

Frequencia Respiratória

NORMAL TAQUIPNEIA BRADPNEIA


(Eupneia)
> 20 mpm <12 mpm
12 - 20 mpm

Observar o movimento da caixa torácica


para contar o número de respirações por
minuto.
Ausência da Respiração chama-se Apneia.

35
Pressão Arterial

NORMAL HIPERTENSÃO HIPOTENSÃO

120/80 mmHg > 140/90 < 90/60


mmHg mmHg

Posicione o manguito no braço da vítima,


acima do cotovelo, e coloque o
estetoscópio sobre a artéria braquial.

Temperatura

36
Parada
Cardiorrespiratória
(PCR)
É cessação dos movimentos respiratórios e
dos batimentos cardíacos;
O corpo entra em falência devido a não
oxigenação dos orgãos vitais.

Ocorre uma dificuldade respiratória -


dispnéia;
Fadiga e respiração agonizante;
Evoluindo para um quadro de hipóxia e
perda repentina de consciencia;
30 a 45 segundos o paciente entra em
choque evoluindo para óobito;
Após 4 minutos de parada
cardiorrespiratória, já ocorre isquemia
cerebral, iniciando o processo de lesões
irreversíveis. 37
Principais Causas da PCR
Obstrução respiratória;
Parada Respiratória;
Arritimias cardíacas;
Infarto Agudo do Miocárdio;
Edema agudo do pulmão;
Ações de medicamentos e outras drogas;
Traumatismos Crânio Encefálico e Torácico;
Estado de choque.

Manobras de RCP

Constação da incosciência com PCR da


vítima em análise primária;
Deitar a vítima em superfície rígida;

38
Liberar vias aérias;
Efetuar 2 ventilações;
Efetuar 30 compressões torácicas;
Após 5 ciclos de 2 ventilações e 30
compressões, verificar o pulso carotídeo.
Constação de pulso ainda ausente, reiniciar
as manobras até a chega da equipe
especializada.

Adulto Criança Lactente

39
40
Obstrução
Respiratória

Diminuição ou impedimento
total da passagem de ar nas
Vias Aérias Superiores da
vítima, pela presença de um
corpo estranho produzindo
engasgamento.

Como realizar a Manobra de


Heimlich nos adultos e crianças
maiores que um ano?
Abraçar a pessoa engasgada pelo abdômen;
Atrás da vítima coloque uma das mãos sobre
a região da “boca do estômago” e com a
outra mão, comprima a primeira mão, ao
mesmo tempo em que empurra a região
dentro e para cima, parecendo que está
levantando a pessoa;
Continue o movimento até que a pessoa
elimine o objeto que está causando a
obstrução.

41
Em caso de pessoa inconsciente, contate
imediatamente o serviço de emergência.

Adulto

Crança maior 1 ano


de idade

42
Como realizar a manobra em
crianças menores de um ano e
bebês?
Coloque o bebê de bruços em cima de seu
braço e faça 5 compressões entre as
escápulas ( no meio das costas);
Depois, vire o bebê de barriga para cima e
faça 5 compressões sobre o esterno (osso do
meio);
Se conseguir visualizar o objeto, retire o
mesmo;
Caso não seja possível a visualização do
objeto, nem a retirada, continue realizando as
compressões até a chegada do serviço de
emergência.

43
Avaliação da Vítima
É realizado uma segunda avaliação:
Sinais vitais estabilizados é realizado uma
segunda avaliação no sentido crânio
caudal da vítima;

Classificação da vítima:
Vítima Clínica: sinais e sintomas de
disfunções fisiológicas. Ex: Doenças pre-
existentes, etc.
Vítima de Trauma: Sinais e sintomas de
natureza traumaticas. Ex: Fraturas,
traumatismos, etc.

Vítima Clínica
Refere-se a uma pessoa com uma condição
de saúde preexistente que se agrava,
necessitando de atendimento imediato, como
num desmaio por hipoglicemia ou um AVC.

44
Vítima de Trauma
Nos primeiros socorros a uma vítima de
trauma:
Mantenha a calma;
Avalie o ABC da vida (via aérea, respiração e
circulação);
Controle hemorragias externas;
Imobilizar grandes fraturas, sempre
procurando ajuda médica especializada
para os cuidados adequados

Fraturas
O que é imobilizar?
Tornar imóvel;
privar dos meios de se
mover;
impedir o movimento.

O que é fratura?
É a combinação da lesão óssea com lesões
de partes moles adjacentes.

45
Fraturas - Classificação:
Fratura Fechada:
Não ha rompimento da pele.

Fratura Exposta:
Trauma com rompimento da pele.

fratura exposta fratura fechada

Imbolização
Não tente endireitar o membro afetado;
Imobilize a fratura com uma tala moldavel;
Em situações de emergência, é possível
utilizar materiais improvisados (papelão,
cabo de vassoura, etc)
Fazer a prensa da tala com uso de atadura,
ou outro suporte.

46
47
Estudo de Caso
Acidente de Trânsito - Fratura +
Hemorragia
Motociclista com fratura e sangramento
na perna após colisão.
Perguntas para discussão
Qual a primeira atitude ao chegar na
cena?
Como você avalia o nível de
consciência e sinais vitais?
Qual a forma correta de controlar o
sangramento?
Como deve ser feita a imobilização da
fratura?
Que informações devem ser passadas
ao SAMU?

48

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