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Concerto Beethoven: Sinfonia e Violino 2025

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OSEMBAP 2025

Orquestra Sinfônica EMBAP/UNESPAR

LUDWIG VAN
BEETHOVEN

Ângelo Martins
Violino
Paulo Barreto
Regência e Direção Artística

27 DE AGOSTO, 20:00
CAPELA SANTA MARIA
R. CONSELHEIRO LAURINDO, 273

OSEMBAP TEMPORADA 2025


PROGRAMA:
Ludwig van BEETHOVEN (1770 - 1827)
Sinfonia n° 7 em Lá Maior, Op. 92
I. Poco sostenuto - Vivace
II. Allegretto
III. Presto - Assai meno presto
IV. Allegro con brio
Concerto para Violino e Orquestra em Ré Maior, Op. 61
I. Allegro ma non tanto
II. Larghetto
III. Rondo - Allegro
Paulo Barreto: Regência e Direção Artística, Ângelo Martins: Violino

A Orquestra Sinfônica EMBAP/UNESPAR tem a alegria de compartilhar o palco com o


violinista Ângelo Martins, spalla da Orquestra Sinfônica do Paraná. No programa de hoje,
a orquestra executará a Sinfonia N. 7 em Lá Maior Op. 92 e o Concerto para Violino e
Orquestra em Ré Maior Op. 61, do grande compositor alemão Ludwig van Beethoven.

Sinfonia n° 7 em Lá Maior, Op. 92


Composta entre 1811 e 1812, é frequentemente descrita como uma das mais marcantes
realizações do compositor em termos de energia rítmica e vitalidade orquestral. Desde sua estreia,
em 1813, essa obra tem sido celebrada por sua força contagiante e por sua originalidade estrutural
e expressiva. O próprio Beethoven considerava esta sinfonia uma de suas melhores composições.

Beethoven compôs a Sétima Sinfonia durante uma estadia nas termas de Teplitz, na atual
República Tcheca, onde buscava aliviar seus problemas de saúde, particularmente os relacionados
à audição, que já se deteriorava rapidamente. Apesar das dificuldades pessoais e das
instabilidades políticas da Europa napoleônica, o período de composição foi, curiosamente, um dos
mais produtivos de sua vida. Além da Sétima Sinfonia, ele compôs o Trio Op. 97 ("Arquiduque") e a
Oitava Sinfonia em seguida.

A sinfonia foi concluída no verão de 1812 e dedicada ao Conde Moritz von Fries, mecenas e
amigo de Beethoven. Ela estreou em Viena em 8 de dezembro de 1813, durante um concerto
beneficente em prol dos soldados feridos na Batalha de Hanau. O concerto foi um grande sucesso,
e o programa do concerto também incluiu a obra patriótica “Vitória de Wellington”, que exalta a
vitória dos Britânicos sobre a França de Napoleão. A orquestra foi literada pelo amigo de
Beethoven, Ignaz Schuppanzigh, e contou com a participação de músicos de destaque, como
Johann Nepomuk Hummel, Louis Spohr, Antonio Salieri e até o compositor de ópera italiano
Giacomo Meyerbeer, então jovem.

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A sinfonia foi muito bem recebida, ao contrário do Concerto para Violino. A recepção do público foi
entusiástica, especialmente em relação ao segundo movimento, Allegretto, que foi imediatamente
bisado, um reconhecimento raro na época. Desde então, esse movimento tornou-se uma das peças
orquestrais mais populares do repertório clássico.

Louis Spohr, violinista e compositor que tocou na estreia, fez menção particular aos gestos
entusiasmados de Beethoven no pódio: “Quando ocorreu um Sforzando, Beethoven rasgou os braços
com grande veemência [...] na entrada de um Forte, ele saltou no ar!”.

A Sétima Sinfonia é uma obra de contrastes e movimento constante. Em vez de se apoiar em


desenvolvimentos melódicos longos e dramáticos, como na Terceira (“Eroica”) ou na Quinta Sinfonia,
aqui Beethoven explora com intensidade a força do ritmo como elemento motor da forma e da
expressão. A pulsação constante, a repetição de padrões rítmicos e as acentuações inesperadas criam
um efeito hipnótico, vibrante, que atravessa todos os quatro movimentos.

O compositor Richard Wagner viria a chamá-la, com razão, de “a apoteose da dança”, não porque a
obra contenha danças convencionais, mas porque toda ela pulsa com uma vitalidade física e
contagiante. A sinfonia não conta uma história nem segue um programa definido, mas transmite uma
sensação de liberdade, exuberância e intensidade emocional que a coloca entre as mais inspiradas
obras orquestrais do período clássico-romântico.

A sinfonia possui 4 movimentos:


I. Poco sostenuto – Vivace: O primeiro movimento começa com uma introdução lenta e grandiosa (Poco
sostenuto), algo típico nas sinfonias do período clássico, mas aqui estendida e cheia de tensões
harmônicas e expectativas. Em seguida, entra o Vivace, com uma aceleração rítmica quase eufórica. O
movimento é estruturado em forma-sonata, mas Beethoven a manipula com liberdade: em vez de
enfatizar o conflito temático, ele realça o impulso rítmico contínuo. Há uma energia incessante, quase
dançante, alimentada por ostinatos rítmicos nas cordas e sopros, criando um clima festivo e vibrante.

II. Allegretto: Este é, sem dúvida, o movimento mais famoso da sinfonia. Embora não seja um
movimento lento no sentido estrito (está marcado como Allegretto, mais rápido que um Adagio), ele
oferece um contraste com o dinamismo do primeiro movimento. O tema principal, apresentado pelas
violas e violoncelos, é sombrio, insistente e quase fúnebre. A estrutura é de forma ternária (A–B–A), mas
com desenvolvimentos sutis e variações expressivas. É um exemplo notável da habilidade de Beethoven
em criar profundidade emocional a partir de materiais simples. O Allegretto tem sido amplamente
utilizado no cinema, em cerimônias e até como peça isolada, dada sua beleza austera e hipnótica.

III. Presto (Scherzo): O terceiro movimento é um scherzo típico de Beethoven: rápido, leve, espirituoso e
imprevisível. Aqui, o compositor explora contrastes abruptos e uma energia quase cômica. A seção
intermediária (Trio) é baseada em um hino de peregrinos austríacos do sul do país, com uma atmosfera
mais pastoral e tranquila. Curiosamente, Beethoven repete o Trio duas vezes, criando uma estrutura A–
B–A–B–A, o que era pouco usual e demonstra sua tendência a expandir as formas tradicionais. O
retorno do Scherzo após a segunda exposição do Trio cria um efeito de circularidade que reforça o
caráter dançante do movimento.

IV. Allegro con brio: O último movimento é um verdadeiro turbilhão sonoro. Com seu compasso binário
(2/4) e um tema principal cheio de síncopes e figuras rápidas, o Allegro con brio avança como uma
corrida imparável. O ritmo parece cada vez mais acelerado, e Beethoven conduz a orquestra por uma
série de explosões sonoras, modulando intensamente e criando um clima de tensão jubilosa. A coda é
longa, climática e quase selvagem, encerrando a sinfonia com uma catarse sonora que eleva a obra ao
patamar das grandes realizações do sinfonismo universal.

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Concerto para Violino em Ré Maior, Op. 61,
É a única obra que Beethoven escreveu nesse gênero, e é considerada hoje uma das mais
importantes de todo o repertório clássico para violino e orquestra. O Concerto para Violino em Ré
Maior de Beethoven é há muito tempo considerado um dos maiores desafios do repertório de
violino solo: um teste de maturidade artística tanto quanto de domínio técnico e, portanto, uma
obra que todo virtuoso digno desse nome deve dominar em algum momento de sua carreira. Possui
grande influência da escola francesa de violino, representada na época por G. B. Viotti, Pierre
Rode e Rodolphe Kreutzer, a quem Beethoven dedicou sua nona sonata para violino e piano.

Beethoven escreveu o concerto para seu colega Franz Clement, um violinista renomado da
época. A obra estreou em 23 de dezembro de 1806 no Theater an der Wien, em Viena, em um
concerto beneficente para Clement. Porém, naquela noite, o concerto não obteve sucesso.

Beethoven terminou a partitura para solista muito tarde e muito provavelmente, os aplausos
da estreia foram mais para o solista, o renomado violinista Franz Clement, que praticamente leu à
primeira vista a parte extremamente difícil, com grande desenvoltura, e que acrescentou uma
improvisação deslumbrante entre dois dos movimentos, supostamente segurando o violino de
cabeça para baixo em um ponto.

A falta de sucesso do concerto na estreia prevaleceu por quase quatro décadas, durante as
quais as apresentações do Concerto para Violino mal atingiram dois dígitos. O que Beethoven
pensou sobre a apresentação de Clement não está registrado, mas é possível que seus sentimentos
se reflitam na mudança, de outra forma inexplicável, na dedicatória do concerto. A primeira
página do autógrafo está inscrita com um trocadilho caraterístico do humor de Beethoven:
“Concerto par Clemenza pour Clement primo Violino e direttore al theatro a vienna” (Concerto com
Clemência para Clemente, primeiro violino e diretor do teatro em Viena). Mas quando a partitura
foi publicada em 1808, trazia uma dedicatória ao amigo de infância de Beethoven, Stephan von
Breuning.

Levou quase 40 anos para que a peça fosse verdadeiramente reconhecida como uma obra-
prima. Isso só aconteceu em 1844, quando o jovem violinista Joseph Joachim, de apenas 12 anos,
tocou o concerto com a Filarmônica de Londres, sob a regência do compositor Felix Mendelssohn
(vale mencionar que Mendelssohn também foi o responsável por ressuscitar as obras de Johann
Sebastian Bach, uma vez esquecidas). A partir daí, a obra ganhou seu lugar definitivo no
repertório, e as qualidades excepcionais do concerto finalmente começaram a ser reconhecidas
pelo público musical em geral.

O concerto tem três movimentos:


Allegro ma non troppo – No início, a orquestra começa com cinco suaves batidas do tímpano,
característica do estilo da música francesa da época. A partir disso, a música se desenvolve com
nobreza e elegância. O violino solista entra de forma cantabile e não apenas exibindo técnica.

Larghetto – Um movimento lento e lírico, como uma ária de uma ópera. A orquestra acompanha de
maneira discreta, deixando o violino brilhar com frases suaves e expressivas.

Rondo (Allegro) – Um final alegre e enérgico, cheio de ritmo e virtuosismo. O movimento começa
sem interrupções entre o segundo e o terceiro. O tema principal aparece várias vezes com
variações, em forma de rondó, encerrando a obra com leveza e brilho.

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Paulo Barreto
Iniciou seus estudos em Recife, onde logo passou a integrar a
Orquestra Sinfônica de Recife, sob a regência de Eleazar de
Carvalho. Desde 1987, é integrante da Orquestra Sinfônica do
Paraná, ocupando o cargo de primeiro oboé solista desde 1989.
Concluiu seus estudos superiores na Escola de Música e Belas Artes
do Paraná e especializou-se em Berlim, Alemanha, como bolsista do
governo alemão de 1995 a 1999, sob orientação dos professores
Ricardo Rodrigues (Hochschule für Musik Hanns Eisler - Berlim) e
Dominik Wollenweber (Orquestra Filarmônica de Berlim). No Brasil,
foi ganhador de vários prêmios como solista, onde atuou sob a
regência de maestros como Eleazar de Carvalho, Isaac
Karabtchevsky, Alceo Bocchino, entre outros. Desde 1993 é professor
no curso superior da EMBAP e, a partir de 2011, assumiu como
regente e diretor artístico da Orquestra Sinfônica da EMBAP, com a
qual tem realizado vários concertos sinfônicos e operísticos,
destacando-se Cavalleria Rusticana, A Flauta Mágica e Carmen, no
III Festival de Ópera do Paraná, em 2017.

ÂNGELO MARTINS
Iniciou seus estudos no piano e mais tarde seguiu ao violino, sendo
orientado por Bruce Kevin Mack, Pablo de Leon e Elisa Fukuda.
Participou dos mais importantes festivais de música no Brasil: como
estudante, no Festival Internacional de Campos do Jordão, Brasil-
Alemanha DAAD pela Unirio, Festival das Montanhas. Como professor de
violino, no Festival de Música de Itu. Como camerista, na Oficina de
Música de Curitiba. Participou de masterclasses com Shlomo Mintz,
Lorenz Nazturica, Regis Pasquier, Maxim Vengerov, Nadja Salerno-
Sonnenberg, Albrecht Breunniger, Martin Beaver e Dimitry Berlinsky.
Venceu o concurso “Jovens Solistas” da Orquestra Experimental de
Repertório, Concurso “Jovens Solistas” da Orquestra Sinfônica da
Cesgranrio (RJ), foi academista na Orquestra Sinfônica da Universidade
de São Paulo, foi spalla na Orquestra de Câmara da Universidade de
São Paulo, Camerata Fukuda, integrou o naipe de violinos da Orquestra
Sinfônica Municipal de São Paulo, Orquestra Sinfônica Brasileira e
atualmente é spalla na Orquestra Sinfônica do Paraná e Orquestra
Sinfônica de Curitiba. Como camerista, é membro fundador do Quarteto
Poty, além de fazer parte de outros projetos, dentre os mais expressivos a
Orquestra Anima Musicale (PR) e a Orquestra Paranaense de Tango.
Realizador e idealizador do 1º Festival de Música de Câmara de Curitiba
em 2023. Além disso, estudou Composição na UFRJ e no Conservatório Brasileiro de Música, sendo orientado por
Armando Lôbo, Luis Carlos Czeko, Liduino Pitombeira, Alexandre Schubert e Rodrigo Cicchelli. Venceu o Concurso
Internacional de Composição de Sofia (Bulgária) em 2014, foi premiado na Bienal de Música Contemporânea de 2016
Funarte, Panorama (2016), Encum (Unicamp 2016), tendo suas peças para orquestra, música de câmara ou solo
estreadas no Brasil e no exterior.

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LUDWIG VAN BEETHOVEN
Ludwig van Beethoven foi um dos maiores
compositores da história da música ocidental,
nascido em Bonn, Alemanha, em dezembro de 1770.
Sua trajetória marcou profundamente a transição
entre o Classicismo e o Romantismo, exercendo uma
influência duradoura sobre gerações de
compositores. Filho de um cantor da corte,
Beethoven demonstrou talento precoce para a
música e recebeu educação rigorosa desde a
infância. Ainda jovem, mudou-se para Viena, onde
estudou com Joseph Haydn e rapidamente se
destacou como pianista e compositor.

Apesar de sua formação dentro da tradição clássica


de compositores como Haydn e Mozart, Beethoven
rompeu com diversas convenções musicais da época.
Ao longo da vida, ele buscou formas novas de expressão, ampliando a complexidade
emocional e estrutural de suas composições. Mesmo após começar a perder a audição
por volta dos trinta anos, condição que se agravou até deixá-lo completamente surdo,
Beethoven continuou compondo algumas de suas obras mais importantes, provando
uma força de vontade e genialidade extraordinárias. Entre suas obras mais célebres
estão as nove sinfonias, que revolucionaram o gênero sinfônico. A Terceira Sinfonia,
“Eroica”, marcou um ponto de virada, rompendo com o estilo clássico e inaugurando
uma era de maior liberdade formal e expressividade. A Quinta Sinfonia é talvez a mais
famosa, com seu motivo inicial inconfundível, . Já a Nona Sinfonia, que inclui um coral
final baseado na "Ode à Alegria" de F. Schiller, tornou-se um símbolo universal de
fraternidade e liberdade, sendo até hoje uma das peças mais executadas e
reverenciadas da música clássica.

Além das sinfonias, Beethoven deixou um vasto legado de sonatas para piano, como a
“Sonata ao Luar” e a “Appassionata”, quartetos de cordas, concertos, uma única ópera
(Fidelio), e a Missa Solemnis, obra monumental de cunho religioso e filosófico. A
influência de Beethoven foi imensa. Compositores românticos como Schumann, Brahms,
Wagner e Mahler o tinham como referência incontornável. Sua música expandiu as
fronteiras da expressão musical, abrindo caminho para formas mais livres e subjetivas, e
seu exemplo pessoal de perseverança diante da adversidade o tornou uma figura quase
mítica. Beethoven faleceu em Viena, em 26 de março de 1827, deixando um legado que
transcende a música e continua a inspirar o mundo inteiro.

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Orquestra Sinfônica EMBAP/UNESPAR
A Orquestra Sinfônica EMBAP/UNESPAR foi assumida pelo Professor Paulo Barreto em 2011, e
regularmente tem se apresentado em Curitiba. Desde então, realizou grandes concertos na cidade no
Auditório Mario Schoemberger, e também no Canal da Música, Capela Santa Maria e Teatro Guaíra.
Apresentou ao longo desses 14 anos, obras de Beethoven, Dvořák, Tchaikovsky, Mozart, Haydn, Ravel,
Schubert, Bizet, entre outros. Realizou óperas no Festival de Ópera do Paraná, nas edições de 2017 e
2018, destacando títulos como Carmen, Cavalleria Rusticana, A Flauta Mágica e Rita. Na temporada
2025, iniciou o ano apresentando um concerto dedicado a Haydn, Schubert e Ravel. Concertos futuros
incluem “O Carnaval dos Animais” de C. Saint-Saëns, “Pedro e o Lobo” de Sergei Prokofiev. Em 2022,
foi criada a Camerata OSEMBAP, realizando concertos dedicados ao repertório Barroco,
principalmente cantatas e concertos de J. S. Bach. Em 2024, o Professor Paulo Barreto também assumiu
a liderança da Orquestra de Cordas da EMBAP, ORCEMBAP, que apresenta um repertório destinado
a orquestra de cordas.

VIOLINOS 1: VIOLAS: CONTRABAIXOS: FLAUTAS:


Gabriel Marcondes, spalla Jhonatan Silva Sandy Oliveira Tallya Louise Macedo
Vinícius Woickolesco Carlos Filipe Maia Israel Gomes João Victor Martinez
Lucas Santiago Luciano Abreu Layanne Louise
Agatha Mendonça Tadeu Faccin OBOÉS:
Maria Eduarda Bergel Vinicius Henrique Henrique Bueno TROMPETES:
Guilherme Cangueiro Marcela Obenaus Vinicius Klos Paulo Ricardo Jastremski
Everton Escorissa Enzo Amaral
VIOLONCELOS: CLARINETES:
VIOLINOS 2: Jean Machado Gabriel Lima TROMPAS:
Helena Passos Rômulo Castilho Gabriel Kling Weber Gomes
Josiane Karine Helena Stein Levi Rodrigues
Mateus Mello Magaly Bentes FAGOTES:
Nataly Ianski Ary Junior Daniel Wender TÍMPANOS:
Juan Henrique Iara Bello Kennedy Pontes Rafael Stori
Izabella Oliveira
Patrick Alves
Taynara Beguetto
Keila Kovaleski
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