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Equações Diferenciais e Integrais

Este documento contém notas sobre equações diferenciais. Alguns pontos-chave incluem: 1) Uma equação diferencial relaciona uma função e suas derivadas. Ela contém pelo menos uma derivada. 2) As equações diferenciais podem ser ordinárias (uma variável independente) ou parciais (duas ou mais variáveis independentes). 3) A ordem de uma equação diferencial é a ordem da derivada mais alta. O grau é a potência da derivada mais alta. 4) A solução geral de uma equação diferencial contém constantes arbitrárias iguais à ordem. Soluções particulares atribuem valores às constantes. 5) Equações diferenciais lineares são de primeiro grau na variável dependente e suas derivadas. Equações não lineares não podem ser escritas nessa forma.

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Equações Diferenciais e Integrais

Este documento contém notas sobre equações diferenciais. Alguns pontos-chave incluem: 1) Uma equação diferencial relaciona uma função e suas derivadas. Ela contém pelo menos uma derivada. 2) As equações diferenciais podem ser ordinárias (uma variável independente) ou parciais (duas ou mais variáveis independentes). 3) A ordem de uma equação diferencial é a ordem da derivada mais alta. O grau é a potência da derivada mais alta. 4) A solução geral de uma equação diferencial contém constantes arbitrárias iguais à ordem. Soluções particulares atribuem valores às constantes. 5) Equações diferenciais lineares são de primeiro grau na variável dependente e suas derivadas. Equações não lineares não podem ser escritas nessa forma.

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1

TRABALHO-TEXTO

dentro

EQUAÇÕES DIFERENCIAIS
(Matemática 313)

Nome do Estudante

Seção

Número da cadeira

Instrutor
2

FÓRMULAS DE INTEGRAÇÃO PADRÃO

(1) du = u + c

(2) уду = а ду

(3) ∫( du + dv - dw) = ∫du + ∫dv - ∫dw

(4) unnn + 1 + c , (n -1)


n+1
(5) u-1du = du = lnu + c , u > 0
u
(6) aa+ c , a > 0
u u

lna
(7) e e + c , e = 2.71828…
u u

(8) ∫cos u du = sin u + c

(9) ∫sen u du = - cos u + c

(10) secu
2
du = tan u + c

(11) cscu
2
du = - cot u + c

(12) ∫sec u tan u du = sec u + c

(13) csc u cot u du = -csc u + c

(14)∫tan u du = - ln cos u + c = ln sec u + c

(15) cot u du = ln sin u + c = -ln csc u + c

(16) sec u du = ln (sec u + tan u) + c = - ln (sec u - tan u) +

(17) ∫csc u du = ln (csc u - cot u) + c = - ln (cscu + cot u) +


c

(18) . du . = arco seno u + c


2
- u 2
a
(19) . você . = 1 arc tan u + c
uA + u
2 2
a a
(20) . você . = 1 arco segundo u + c
u - um
2 2
a a
3

(21) . du . = 1 ln u - a + c
u - um
2 2
2a u + a
(22) . du . = 1 ln u + a + c
a- u
2 2
2a u-a
(23) . você . = ln (u + √u2 a2) + c
u2 u2
(24) . du . = 1 arco tangente u + c
a2+ u2 a a
(25) . você . = 1 ln{(2au + b) + 2√a(au2+ bu +
c) } + c
1/2

ê2+ bu + c)1/2 a
(26) ∫ cosh u du = sinh u + c

(27) sinh u du = cosh u + c

(28) sech2u du = tanh u + c

(29) csch2u du = - cosseno hiperbólico u + c

(30) ∫sech u tanh u du = -sech u + c

(31) csch u coth u du = - csch u + c

(32) ∫u dv = uv - ∫v du
4

A força nasce no profundo silêncio de corações que sofreram por muito tempo, não em meio à alegria.

Exercício Nº 1

Nome: ____________________________

Avalie os seguintes integrais:

1.∫cos ½ y dy

2.∫cos4x sen x dx

3. . sen t dt .
(4 + cos t)3/2

4. tanpor
2
dy

5. senx
2
tan x dx
5

6. . (3x - 2) dx .Escreva como . 3(x + 1) - 5 .


x2+ 2x + 17 (x + 1)2+ 16

7.∫x2e-xdx

8. y sec2y dy

9. . (4x - 1) dx.
(2x + 1)3/2

10. . dx .
6

x(x2- um2)

I. DEFINIÇÕES E NOTAÇÕES

OBJETIVOS: Após concluir este tópico, você irá


ser capaz de:

1. defina equação diferencial.


2. diferencie variáveis dependentes de variáveis independentes.
3. identifique a ordem e o grau das equações diferenciais.
4. defina uma solução.
5. discuta os tipos de soluções.

1. Uma “equação diferencial” (abreviada como E.D.) é aquela que


contém pelo menos uma derivada. Na maioria das vezes, uma E.D. é escrita em
termos de diferenciação – uma forma mais conveniente para análise e
soluções.
2. Quando uma equação envolve uma ou mais derivadas em relação a
a um
variável particular, a variável é chamada de umaindependente
variável. A
a variável é chamada de dependente se uma derivada dessa variável
ocorre.
a equação
L d2i + R di + 1 i = Eωcos t
dt2 dt C
i é a variável dependente, t é a variável independente
e L, R, C, E e ω são chamados de parâmetros.
A equação
d2V + d2V = 0
dx2 dy2
tem uma variável dependente V e uma variável independente x
e
y
3. Equações diferenciais ordinárias são aquelas nas quais todas as
os coeficientes diferenciais referem-se a uma única variável independente
variável.
Exemplos:
(1) dy = 1 - 2x- y
dx
(2) d3y 2- dy d2y 5= f (x, y)
7

dx3 dx dx2
(3) d2y - 2[1 + (dy)] 2 4/3
= 0
dx 2
dx
[Link] equações diferenciais parciais são aquelas em que existem dois
ou mais variáveis independentes e diferenciais parciais
coeficientes em relação a qualquer um deles.
Exemplo
(4) x ∂ u + y ∂ u = 0
x y
(5)  u  2
k   u +  2 u 5= f (x, y)
2

t x2 y2
5. A "ordem" de uma E.D. é a mesma que a ordem do mais alto-
derivada de ordem na equação.
Exemplo:
Equação
(1) primeira ordem
(2) terceira ordem
(3) segunda ordem
(4) primeira ordem
(5) segunda ordem
6. O "grau" de uma E.D. é o mesmo que a potência (ou expoente)
ao qual a derivada de maior ordem na equação
aumentado.
Exemplo:
Equação
primeiro grau
segundo grau
terceiro grau
(4) primeiro grau
(5) primeiro grau
7. A solução de uma E.D. é a relação que envolve apenas o
variáveis e constantes arbitrárias livres de quaisquer derivadas ou
diferenciais, e consistente com, ou satisfazendo, a E.D. dada.
[Link] de Soluções: Existem três tipos de soluções de
equações diferenciais. Elas são:
1. A solução geral, que é a solução
contendo um
o número de constantes arbitrárias é igual à ordem de
a equação.

2. A solução particular, que é a solução


obtido
a partir da solução geral, dando valores particulares
para o
constantes.
8

3. A solução singular, que é a solução não


contendo
qualquer constante arbitrária e não é dedutível a partir do
solução geral ao dar valores particulares para o
constantes arbitrárias nele, salvo em casos excepcionais.

Constantes arbitrárias podem ser obtidas a partir de conhecidas


limite
condições.
9. The functional notation for the nth-order D.E. of the ordinary
tipo é:
F dnyn-1y , . . . . dy , x , y = 0
dxndxn-1 dx
10. Uma "E.D. de primeira ordem" é escrita em qualquer um dos seguintes
formas comuns:

1. Derivada Implícita: F dy , x , y = 0
dx

2. Diferencial implícito: M(x, y)dx + N(x, y)dy = 0

3. Derivada Explícita: dy = F (x, y)


dx
11. Considerando a equação diferencial conforme derivada da
solução geral, este último é chamado de primitivo completo de
o anterior.
12. Uma equação que é linear, ou seja, de primeiro grau em
variável dependente e suas derivadas, são chamadas de linear
equação diferencial. Desta definição, segue-se que o
a equação diferencial linear ordinária mais geral de ordem n é
da forma:

Eq. 1 p0(x)y(n)+ p1(x) y( n - 1) + . . . + pn - 1(x) y’ + pn(x) y


= r (x)

Uma equação diferencial que não é linear, ou seja, não pode ser
colocar em
a forma da Eq. 1 é considerada não linear. Em geral,
linear
as equações são muito mais fáceis de resolver do que as não lineares,
e a maioria
aplicações elementares envolvem equações lineares.

Exemplos:
9

1. A equação y'' + 4xy' + 2y = cos x é uma


linear
equação de segunda ordem. A presença do
termos x,
y' e cos x não altera o fato de que a equação
é
linear porque, por definição, a linearidade é determinada
exclusivamente
a propósito, a variável dependente y e sua
derivadas
ocorrer na equação.

2. A equação y'' + 4yy' + 2y = cosx é uma


não linear
equação por causa da ocorrência do produto y
e
um de seus derivados.

A equação y'' + sen y = 0 é não linear porque


do
presença de siny, que é uma função não linear de y.

Onde a disposição é grande, as dificuldades não podem ser grandes.


Exercício nº 2

Nome: ____________________________

Determine as variáveis dependentes e independentes do seguinte:

1. x2y" + xy’ + (x2- 4) y = 0

2. 4 u +  2 u +  4
u = 0
x 4
x y
2 2
y 4
10

3. 2 u +  2 u + ∂2u = (x,y,z)


x2 y2 z4

4. x d2y - y dy 2= 4
dx2 dx

5. (y")2+ 4y' + 3y = x

6. (x + 2) dy = (1 - 2x) dx

7. sen x d2y 3
- exdy5= xy
dx2 dx

8. x d4y + 5y d2y - dy 6= 0
dx4dx2 dx

9. 2 z - 23 y -  2z  = 0
t2 t2 u2

10. 2
y 2- 7  2 y 4
= t + u
t2 2
t

Exercício nº 3

____________________________

Descreva cada um dos seguintes, indicando sua ordem e grau, e dizendo


se é ordinária ou parcial e linear ou não linear.

Grau de Ordem Ordinário/Parcial


Linear/Não Linear
1. y" + 3y' + 2y = x4
11

2. y''' + 6y'' + 11y' + 6y = ex

3. d(xy') + xy = 0
dx

4. a22  u =  2 u
x2 t2

5.  2 u = u u
x2 t

6. (y")2+ 4(yy')2- xy = 0

7. x4(y')4+ (x – 1) y''' = sen x

8. ds
2 4
- ds = sint + cos t
dt2
dt

9. dr + r = 2θ

10. dny + y3- 1 = 0


dxn

II. FORMAÇÃO DE EQUAÇÕES DIFERENCIAIS

OBJETIVOS: Após concluir este tópico, você estará


capaz de

obtenha a equação diferencial eliminando constantes usando


diferenciação e eliminação, isolamento de constantes, e
eliminação por determinantes.
12

2.1 Um Problema Inverso: Eliminação do Arbitrário


Constantes

2.1.1 Por Diferenciação e Combinação

Uma das maneiras pelas quais as equações diferenciais são obtidas é a eliminação
de constantes arbitrárias a partir de uma equação dada. O método geral para
eliminar n constantes arbitrárias é diferenciar a equação n vezes.

As n constantes arbitrárias podem então ser eliminadas das n + 1


equações. O resultado será equações diferenciais de ordem n.

Elimine as constantes arbitrárias das equações dadas por


combinando após a diferenciação.

Exemplo 2-1 y = c1cos 3x + c2sen 3x.

Solução: y' = -3c1sen 3x + 3c2cos 3x


y” = -9c1cos 3x - 9c2sen 3x
= -9(c1cos 3x + c2seno 3x
= - 9y
y” + 9y = 0 Resposta.

Exemplo 2-2 y = x + c1ex+ c2e-2x (1)

solução y’ = 1 + c1ex- 2c2e-2x (2)


y" = c1ex+ 4c2e-2x (3)

Subtraia a Eq. (1) da Eq. (2).


y' - y = 1 - x - 3c2e (4)
-2x

Subtraia a Eq. (2) da Eq. (3).


y" - y' = -1 + 6ce 2
-2x
(5)
Multiplique a Eq. (4) por 2.
2y' - 2y = 2 - 2x - 6c 2e (6)
-2x

Ao adicionar as Eqs. (6) e (5), obtemos

y'' + y' - 2y = 1 - 2x Resposta.

Exemplo 2-3 y = c1e-x+ c2e2x+ c3e-3x (1)

Solução: y' = - ce
1
-x
+ 2c2e2x- 3 c3e-3x (2)
Adicionando as Eq. (1) e (2),
y' + y = 3c2e2x- 2c3e-3x
13

y" + y' = 6c2e2x+ 6c3e-3x


= 6 (c2e2x+ c3e-3x)
= 6y - 6ce 1
-x
(3)
y''' + y'' = 6y' + 6c1e-x (4)
Adicionando as equações (3) e (4), temos

y''' + 2y'' + y' = 6y' + 6y

y''' + 2y'' - 5y' - 6y = 0. Resposta.

Exemplo 2-4 y = ex(c1cos 2x + c2sen 2x (1)

Solução: e-xy = c1cos 2x + c2sen 2x (2)

Diferencie a Eq. (2).


e-xy’ - e-xy = -2c1sen 2x + 2c2cos 2x
Diferenciando novamente, obtemos
e-xy” - e-xy' - e-xy’ + e-xy
= - 4( c1cos 2x + c2sin 2x)
= - 4e y -x

y" - 2y' + y = - 4y

y” - 2y’ + 5y = 0 Resposta.

Exemplo 2-5 y = c1seno em + c2cos em,


(a não ser eliminado)
Solução: y = c1seno at + c2cos em
y' = a c1cosseno em - a c2seno em
y" = - a(c
2
1seno de t + c2cos at) = - a y
2

y” + a2y = 0. Resposta.

Exemplo 2-6 y = Ax2+ Serx (1)

Solução: Diferenciando duas vezes, obtemos


y' = 2Ax + Bex (2)
y” = 2A + Be x
(3)
Subtraindo a Eq. (1) da Eq. (2),
y' - y = 2Ax - Ax 2
= A(2x - x)
2
(4)
y” - y’ = 2A - 2 Ax = A(2 – 2x) (5)
Dividindo a Eq. (5) pela Eq. (4), temos
y” - y’ = A(2 – 2x)
y' - y A(2x - x)2

(2x - x)y”
2
+ (x2- 2)y’ + 2(1-x) y = 0Resposta.
14

2.1.2 Pela Isolação de Constantes

Neste método, a cada passo antes da diferenciação, isole uma das


constantes arbitrárias, livres de qualquer variável, de modo que desaparecerão
após a diferenciação.

Para os seguintes problemas, elimine as constantes arbitrárias por


isolamento.

Exemplo 2-7 x sen y - xy2= c

Solução: A diferenciação uma vez eliminará a constante c.

x cos y y' + sin y - 2xy y' - y2= 0


(x cos y - 2xy) y' - y2+ sen y = 0 Resposta.

Exemplo 2–8 y = ax2+ bx + c

Solução y' = 2ax + b


y” = 2a
y''' = 0 Resposta.

Exemplo 2-9 y = Ax2+ Sejax

Solução: Isolar B multiplicando toda a equação por e-x.

e-xy = Ax2e-x+ B
e-xy’ - e-xy = - Axe
2 -x
+ 2Ax2e-x
y' - y = - Ax+ 2Ax = A (-x2+ 2x)
2

A = y' - y
-x2+ 2x
Diferenciando novamente, obtemos
0 = (-x2+ 2x)(y'' - y') - (y' - y) (-2x + 2)
(-x2+ 2x)2
(2x - x) y” + (x2- 2) y' + 2 (1 - x) y = 0
2

Resposta.

Exemplo 2-10 y = x + c1ex+ c2e-2x

Solução e2xy = xe2x+ c1e3x+ c2


e2xy' + 2e2xy = 2xe2x+ e2x+ 3c1e3x
y' + 2y = 2x + 1 + 3c1ex
e-xy' + 2 e-xy = 2x e-x+ e-x+ 3c1
e-xy” - e-xy' + 2 e-xy' - 2 e-xy
= - 2 xe-x+ 2e-x- e-x
y" + y' - 2y = 1 - 2x. Resposta.
quinze

Exemplo 2-11 x2y = 4 + cy

Solução: c = x2- 4 ; 0 = 2x - -4y


y2

4y' + 2xy2= 0
2y' + xy2= 0 Resposta.

2.1.3 Eliminação por Determinantes

Um terceiro método para eliminar constantes arbitrárias é baseado em um


teorema em Álgebra:
Para que um sistema de n + 1 equações lineares em n incógnitas
para ser consistente, o determinante formado a partir dos coeficientes de
os incógnitas e os termos livres das incógnitas devem desaparecer.
O determinante formado é chamado de eliminante do arbitrário
constantes.

Para os seguintes problemas, elimine as constantes arbitrárias usando


determinantes.

Exemplo 2-12 y = Ax2+ Serx

Solução: Diferencie a equação duas vezes.


y' = 2Ax + Bex
y" = 2A + Bex
Forme o determinante cujos elementos são os coeficientes do
constantes arbitrárias A e B, e os termos y, y" e y''' que
são livres das constantes arbitrárias.

y x2 ex y x 21
y’ 2x ex = 0 ou y’ 2x 1 = 0
y" 2 ex y 2 1

Desde exé um fator comum do termo na terceira coluna.


Expandindo o determinante, obtemos
(2x - x)y”
2
+ (x2- 2) y’ + (2 - 2x) y = 0. Resposta

Exemplo 2-13 y = c1cos 3x + c2sen 3x

Solução: Diferencie a equação duas vezes.


y’ = -3c1sen 3x + 3c2cos 3x
y” = - 9ccos
1 3x - 9c2sen 3x
Formar o determinante
y cos3x seno 3x
16

y' - 3 sen 3cos


3x 3x = 0
y = -9cos(3x) -9 sen 3x

Expandindo o determinante e simplificando, obtemos

y" + 9y = 0 Resposta.

Exemplo 2-14 y = x + c1ex+ c2e-2x

Solução: Diferencie a equação duas vezes.


y’ = 1 + c1ex- 2c2e-2x
y’ = c1ex+ 4c2e-2x
Escreva as equações como
y = x + c1ex+ c2e-2x
y' = 1 + c1ex- 2c2e-2x
y' c1ex+ 4c2e-2x
Forme o determinante
y - x ex e-2x
y' - 1 ex
-2e-2x= 0
y’ ex 4e-2x
Expandindo o determinante e simplificando, obtemos

y" + y' - 2y = 1 - 2x. Resposta.

Exemplo 2-15 y = c1x2+ c2x3

Solução: Diferencie a equação duas vezes.

y' = 2c1x + 3c2x2


y" = 2c1+ 6c2x

O determinante neste caso será


y x2 x3
y’ x 3x2= 0
y 2 6x

Expandindo o determinante, o resultado é

x2y" - 4xy' + 6y = 0. Resposta.


Agarre-se aos sonhos, pois se os sonhos morrem, a vida é um pássaro com asas quebradas que não pode voar.
Exercício nº 4

____________________________
dezessete

Determine as equações diferenciais das seguintes eliminando


constantes usando qualquer método.

1. x sen y - y cos x = c

2. y = c1+ c2e2x

3. y = c1x + c2
x

4. y = c1x2+ c2x3

5. y = c1cos 2x + c2sen 2x
18

6. y = c1x + c2ex

7. y = c1e2x+ c2x e2x

8. y = c1ex+ c2x e2x+ c3x2ex


19

9. y = e2x(c1cos x + c2seno x)

10. y = c1ex+ c2e-x+ c3x2e-x

2.2 Equação Diferencial de Uma Família de Curvas


OBJECTIVOS: Após completar este tópico, você irá
ser capaz de:

determine a equação diferencial da família de curvas dada a partir de


propriedades indicadas.
20

Uma família de curvas em um plano é geralmente


definido por uma equação contendo uma ou mais
parâmetros junto com as coordenadas de um
ponto no plano. A equação diferencial de
a família é obtida eliminando
os parâmetros pelos métodos no Art. 2-1

Nos problemas seguintes, obtenha as equações diferenciais de


dadas famílias de curvas cujas propriedades são indicadas.

Exemplo 2-16 Todas as linhas retas através do ponto fixo (h, k)

Solução: A equação de uma linha através do ponto (h, k) é

y - k = m(x - h)
y' = m.
Portanto, a equação diferencial requerida é

y - k = (x - h) y’ Resposta.

Exemplo 2-17 Todas as linhas retas

Soluções: A equação de uma linha cujo coeficiente angular é m e cujo y-


a intercepção é b

y = mx + b
Aqui m e b são constantes arbitrárias. Diferenciando duas vezes, nós
ter

y’ = m ; y" = 0 Resposta.

Exemplo 2-18 Retas com interceptações iguais em x e y.

Solução: A figura mostra uma linha reta com interceptos em x e y a


e b, respectivamente. Usando a forma de intercepto da equação de
uma linha reta, temos
a

b
21

x + y = 1. Mas a = b
a b

Portanto, x + y = a. 1 + dy = 0
dx

dx + dy = 0 Resposta.

Exemplo 2-19 Círculos com centro no eixo y.

Solução: Deixe o centro em (0, k) e o raio = a


x2+ (y – k) = a2
2x + 2(y – k) y’ = 0
y - k = - x
y’ a
y' = - y' - xy'' (0, k)
y’2
y’3= -y' + xy''

xy - y-
3
y' = 0 Resposta.

Exemplo 2-20 Círculos tangentes ao eixo y.

Solução: Seja (h, k) as coordenadas do centro do círculo.


Uma vez que o círculo é tangente ao eixo y, seu raio r = h. O
a equação geral é

(x - h)+
2
(y - k)=
2
h2 (1)
x - 2hx + (y - k)= 0
2 2

2h = x + (y - k) 2

x (2) . (h, k)
Diferenciando a Eq. (2), temos

0 = 1 + x 2(y - k)y’ - (y – k)
2

x2
(y - k) - 2xy’ (y - k) - 2=
2
x 0

y - k = xy' ± x√y'2+ 1 (3)

Diferenciando a Eq. (3), obtemos

y’ = xy” + y’ x . 2y’y” . y’
2
+ 1
22

2√y'2+ 1
após alguma simplificação, obtemos

xy" y'2+ 1 xy’y” (y’2+ 1) = 0. Resposta.

Exemplo 2-21 Parábolas com o vértice e foco no eixo y.

Solução: Deixe o vértice em (0, k). A equação geral é


x2= 4a( y±k)
2x = 4ay'; x = 2ay'; 1 = 2ay''
x = 2ay' = y'
1 2ay” y”
xy" - y' = 0 Resposta.

(0, a)

(0, -a)

Comece a escrever um novo capítulo, pois se você viver pelo manual, nunca fará história.
Exercício nº 5

Nome: ____________________________
23

Nos problemas a seguir, obtenha a equação diferencial do dado


família de curvas cujas propriedades estão indicadas.

1. Todos os círculos que passam pela origem e pelo ponto (0, 4).

2. Linhas retas com inclinação e interseção y iguais.

3. Retas com a soma algébrica dos interceptos fixa como k.

4. Todos os círculos tangentes aos eixos x e y.


24

5. As cissoides y2= . x.
3

c - x

6. O estrofóide y2= x2(a + x)


a-x

7. As hipérbolas b2x2- b2y2= a2b2.

8. Parabolas com vértice e foco no eixo x.


25

9. O folho de Descartes x3+ y3= 3axy.

10. As trisetrizes de Maclaurin y2(a + x) = x2

III. SOLUÇÕES PARA EQUAÇÕES DIFERENCIAIS DE PRIMEIRA ORDEM


EQUAÇÕES
26

OBJETIVOS: Após completar este tópico, você estará


capaz de

1. classificar as diferentes formas de equações diferenciais de primeira ordem:


separação de variáveis
E.D., E.D. linear de primeira ordem, equação de Bernoulli, E.D. linear em x
andy.
2. identifique uma equação diferencial separável em variáveis.
3. distinguir uma equação diferencial homogênea.
4. teste a exatidão de uma equação diferencial.
5. escreva a D.E. dada na forma padrão da equação de Bernoulli e
first-ordered linear differential equations.

3.1 Separação de Variáveis

[Link] as variáveis em M(x, y) dx + N(x, y) dy = 0 puderem ser


separado na forma
f(x) dx + g(y) dy = 0
a solução é pela integração

∫f(x) dx + ∫g(y) dy = c

3. TESTE: As variáveis são


separáveis se as funções M e N forem
fatorável da seguinte forma:

M(x, y) = F(x) G(y)


N(x, y) = H(x) (y)

Encontre a solução completa da seguinte E.D.:

Exemplo 3-1 xcos2y dx + tan y dy = 0

Solução: xcos2y dx + tan y dy = 0 é reduzido dividindo cada


termo
por cos2y

x dx + tan y sec2y dy = 0

Ambos os termos são integráveis pela fórmula de "potência",

x2+ tangente2y = c ou x2+ tangente2y = c1 Resposta.


2 2
Exemplo 3-2 xy3ln x dx - 2 dy = 0
27

Solução Divisão por y3separa as variáveis em,

X lnx dx - 2 y-3dy = =

O segundo termo é integrado pela fórmula de "potência".


enquanto
o primeiro é por "integração por partes",

Seja u = lnx du = dx/x


dx = x dx v = x2/2

A substituição dá,
x2ln x - x2dx - 2 ydy
-3
= c
2 2x
e
x2ln x - x2+ y-2= c
2 4
A simplificação dá,

X2(ln x2- 1) + 4y-2= c1 Resposta.

Exemplo 3-3 y' = 2x + 2xy2


y + 2x2y

Solução A D.E. dada pode ser escrita como,

dy = 2x + 2xy2
dx y + 2x2y

e as variáveis são separadas em

2x dx - y dy = 0
1 + 2x21 + y2

A integração leva à função ln

1 ln (1 + 2x2)- 1 ln (1 + y2) = c
2 2

Uma simplificação adicional resulta em,

1 + 2x2= c1 Resposta.
1 + y2
28

Sempre seja gentil com as pessoas na subida, porque você encontrará as mesmas pessoas na descida.
caminho para baixo.

Exercício nº 6

Separação de Variáveis

____________________________

1. dy = tan x tan y dx

2. dx + x ln x ln y dy = 0

3. (4 + 9x2) dy -√9 - 4y2dy = 0


29

4. (xy - x) dx = (x2y2- x2+ y2- 1) dy

5. (xy + x) dx + (1 + x2

6. 2excot y dx - (4 + ex) csc2y dy = 0

7. dy = (x + 1)(y - 2)
dx xy
30

8. xln lny dy + dx = 0

9. 2excot y dx + (1 + ex) csc2y dy = 0

10. dy = sen(x + y)
dx
31

3.2 Equações Diferenciais Homogêneas

(a) Em M(x, y) dx + N(x, y) dy = 0, se

M(rx, ry) = rnM(x, y) e

N(rx, ry) = rnN(x, y)

De tal forma que n = m, então a E.D. é considerada


"homogêneo" de "grau n". Aqui, r pode ser uma variável ou um
constante.

(b) A solução desse tipo de E.D. é por meio de qualquer um dos


seguindo
métodos de substituição:
Primeiro: Seja y = vx
dy = v dx + x dv

Aqui, y é eliminado e v é introduzido na E.D.


Na análise final, a D.E. assume as formas em que h
as variáveis são separáveis. Após a solução, a variável y é
substituído de volta na equação.

Segundo: Deixe x = uy
dx = u dy + y du
A solução é semelhante à do método anterior,
exceto que aqui x é eliminado.

(c) Solução Sugerida

Se M é mais simples que N: Use x = uy


Se N é mais simples que M: Use y = vx

Para a seguinte E.D., encontre a solução:

Exemplo 3-4 (x3+ y3) dx - 3xy20

Solução: (x3+ y3) dx - 3xy2dy = 0 é "homogêneo de


grau 3

Aqui N = -3xy2é mais simples que M = x3+y,

Use: y = vx e dy = vdx + x dv
32

Substitua na E.D. dada,

(x3+ v3x3) dx - 3x (v2x2) (vdx + x dv) = 0

Divida cada termo por x3e simplifique


(1 + v3) dx - 3v2(vdx + x dv) = 0
e

dx - 3v 2
dv = 0
x 1 – 2v3
A integração leva às funções ln,

ln x + 1 ln (1 – 2v3c
2
Uma vez que y = vx e v = y/x, então

ln x + 1 ln (1 - 2y3/x3) = c
2
A simplificação finalmente dá,

X3- 2y3= c1x Resposta.

Exemplo 3-5 xy dx - (x + 2y)2dy = 0

Solução xy dx - (x + 2y)2dy = 0 é "homogêneo de


grau 2

Aqui, M xy é mais simples do que N = -(x + 2y)2

Use: x = uy e dx = udy + ydu

Substitua na D.E. dada,

uy2(udy + ydu) - (uy + 2y)2dy = 0

Divida cada termo por y2e simplifique,

u2dy + uy du - (u + 2)dy
2
= 0
u dy + uy du - (u+ 4u + 4)dy = 0
2 2

e uy du - 4(u + 1) dy = 0

A separação de variáveis dá,


u du . - dy = 0
4(u + 1) y
33

1 ( 1 - . 1 .) - dy = 0
4 u+1 y

Integrar: 1 {u - ln(u + 1)} - ln y = c


4
Substitua x = uy ou u = x/y e simplifique,

x - y ln (xy+
3
y4=1y Resposta.

Exemplo 3-6 (x + y y/x) dx - x y/x dy = 0

Solução: (x + y sen(y/x)) dx - x sen(y/x) dy = 0 é


homogêneo de grau 1

Use: y = vx ou v = y/x

dy = vdx + x dv

Substituto do D.E.,
(x + vx sen v) dx - x sen v (vdx + x dv)= 0

Divida cada termo por x e simplifique,


dx - x sen v dv = 0

e dx - sen v dv = 0
x

A integração dá,
ln x + cos v = c

Finalmente, usando v = y/x,

ln x + cos y/x = c Ans


34

Exercício nº 7

(Equações Diferenciais Homogêneas)

____________________________

Encontre a solução geral das seguintes equações diferenciais.

1 (4x2- y2) dx - xy dy = 0

2. dx = x2+ 2 x
dy y2

3. (3xy - 2y2) dx + (2x2- 3xy) dy = 0


35

4. dy - y ln y = x
dx x x y

5. sen y dy = x sen y + 1
x dx y x

6. x dy - y dx = √x2+ y2dx
36

7. (2x - y) dx - (x + 4y) dy = 0

8. (x + y sin x ) dx - (y + x sin x) dy = 0
y y

9. Encontre a solução particular de (y2+ 2xy) dx + 2x2dy = 0; x 1;


y = -2

10. y(x - 6y) dx - x (2x - 9y) dy = 0


37

3.3 Equação Diferencial Exata

(a) A equação M(x, y) dx + N(x, y) dy =


0 é dito ser "exato" se

M
 =N
y x
(b) Soluções:

(i) Direto: Mdx + ( N -  Mdx) dy = 0


y
(ii) Indireto: Mdx + f(y) = c
e ∫Ndy + g(x) = c

OBSERVAÇÕES: (a) As funções desconhecidas f(y) e g(x) são


obtido a partir da comparação destes
dois (2)
soluções possíveis.
(b) Ao integrar as funções M e N, “
parcial
a integração é aplicada, ou seja, manter y
constante ao integrar em relação a x
e para manter x constante ao integrar com
respeito pelo brinquedo. O mesmo é verdadeiro imparcial

diferenciação.

Encontre as soluções da seguinte E.D.

Exemplo 3-7 (2xy - 3x)dx


2
+ (x2+ 2y) dy = 0

Solução: (2xy - 3x)dx


2
+ (x2+ 2y) dy = 0 é testado primeiro para
exatidão

M = 2xy - 3xM
2
= 2x
y
N = x + 2y ; ∂N = 2x
2

x
38

Então, a D.E. dada é exata.

Usando o Método Direto,

Mdx + ( N -  Mdx) dy = 0
y
(2xy – 3x ) dx +∫{ x+
2 2
2y - ∂ ∫ (2xy – 3x)
2
dx}
dy = 0
y
x y - x + { x+ 2y - ∂ ∫ (xy - x3) } d y = 0
2 3 2 2

y
x y - x + (x + 2y - x) dy = c
2 3 2 2

Finalmente,x2y - x3+ y2= c Resposta.

Exemplo 3-8 (cos y + y cos x) dx - (x sin y - sin x) dy = 0

Solução: Na D.E. dada,

M = 0 b y 0 x
M=-seny+cosx e
y
N = -x sen y + sen x
N=-seny+cosx
x
Portanto, a D.E. é exata,

Usando o Método Indireto,

(1) ∫M dx + f(y) = c
(cos y + y cos x) dx + f(y) = c
x cos y + y sen x + f(y) = c

(2)∫N dy + g(x) = c
(-x sin y + sin x) dy + g(x) = c
x cos y + y sin x + g(x) = c

Comparação das duas (2) soluções possíveis (1) e


(2) mostra que f(y) = g(x) = 0, então

x cos y + y sin x = c Ans

Exemplo 3-9 (ex+ ln y + y/x) dx + (x/y + ln y + sin y)


dy = 0
39

Solução: Aqui, o D.E. tem

ex+ ln y + y : M=1+ 1
x y y x

N = x + ln x + sen y ;  =1+ 1
M
Y y x
Use o Método Indireto

(1) ∫M dx + f(y) = c
(ex+ ln y + y ) dx + f(y) = c
x
ex+ xlny + ylnx + f(y) = c

(2)∫N dy + g(x) = c
( x + ln x + sen y) dy + g(x) = c
x ln y + y lnx - cos y + g(x) = c

A comparação das soluções (1) e (2) mostra que


f(y) = - cos y e g(x) = ex, então

ex+ xlny + ylnx - cos y = c


40

Exercício nº 8

Equações Diferenciais Exatas

Nome: ____________________________

Encontre a solução geral das seguintes equações diferenciais.

1. (2xy - 6x)
2
dx + (x2- y) dy = 0

2. (2x + 3y) dx + (3x - y + 5) dy = 0


41

3. 3y (x2- 1) dx + (x3+ 8y - 3x) dy = 0

4. (3x2- 4y2) dx - (3y2+ 8xy) dy = 0

5. (2xy – 3y) dx + (x2- 3x) dy = 0

6. (3x2y - sen y) dx x(x–


2
cos y) dy = 0
42

7. ( 1- 2xy + y2) dx + (2xy – x2) dy = 0

8. (x - 2y) dx + 2(y - x) dy = 0

9. (y2- 2xy + 6x) dx - (x2- 2xy + 2) dy = 0

10. (6x + y2) dx + y(2x – 3y) dy = 0


43

3.4 Equações Diferenciais Não Exatas

(a) A equação M(x, y) dx + N(x, y)


dy = 0

MN
y x
então a E.D. é "não exata".

(b) Solução: Uma E.D. "não exata" é resolvida por


outros métodos ou mais frequentemente reduzindo-o a um
forma "exata" através da determinação de um
"fator integrante" que, quando multiplicado à E.D., a reduz
para

MΦdx + N Φ dy = 0
de forma que

M
 Φ=N Φ
y x
onde: Φ = Φ(x, y) é o fator integrante.

(c) Casos Especiais para Encontrar Φ

CASO 1: Quando Φ é uma função de x apenas,

Φ = Φ(x)

TESTE: Se 1  M
 - N
 = f(x)
44

N y x

EntãoΦ = e f(x)dx
.

CASO 2: Quando Φ é uma função de y apenas,

Φ = Φ(x)

TESTE: Se 1  N
 - M  = g(y)
M x y
Então Φ = e g(y)dy
.

CASO 3: Quando Φ = xmyn

TESTE: Se Mn - Nm =  N
 - M

y x x y

reduz para uma equação de "identidade" (uma em que os termos na


o lado esquerdo é o mesmo que o lado direito) os expoentes m e
n pode ser obtido pela comparação dos termos de ambos os lados de
a equação - ou seja, igualando os coeficientes de termos semelhantes.

Encontre as soluções da seguinte E.D.

Exemplo 3-10 (x2+ y2+ 1) dx + (x2- 2xy) dy = 0

Solução M = x2+ y2+ 1 ; M = 2y


y
N = x - 2xy ;
2 N = 2x - 2y
x
portanto, D.E. não é exato.

Isto está sob o CASO 1 com o “fator integrante”,

Φ = e f(x)dx

f(x) = 1  M
 -  N
N y x
= . 1 . (2y - 2x + 2y)
x2- 2xy

= 2( -x + 2y) ou - 2
45

x (x – 2y) x

Então, Φ = e (-2/x)dx
= e-2lnx= x-2

Multiplique a D.E. dada por Φ = x-2

(1 + x-2y2+ x-2) dx + (1 - 2x-1y) dy = 0


As novas funções M e N são,

Mn= 1 + x-2y2+ x-2;  Mn= 2 x-2y


y
Nn= 1 - 2xy ;
-1
N n= 2x-2y
x

Então, a E.D. reduzida agora é exata

Use o Método Indireto

(1)∫Mndx + f(y) = c
(1 + x-2y2+ x-2) dx + f(y) = c

x - x-1y2- x-1+ f(y) = c

(2) Ndy
n + g(x) = c
(1 - 2x-1y) dy + g(x) = c

y - x-1y2+ g(x) = C

A comparação das soluções (1) e (2) mostra que


f(y) = y e g(x) = x - x-1, então

x - x-1y2-x-1+ y = c Resposta.

Exemplo 3-11 (2xy - y+


2
y)dx + (3x2- 4xy + 3x ) dy = 0

M = 2xy - y+ 2
y; ∂ M = 2x - 2y + 1
y
N = 3x - 4xy + 3x ;
2 N = 6x - 4y + 3
x
então, D.E. não é exato.

Esta E.D. pode ser resolvida sob o CASO 2 com a


fator integrante
Φ = e g(y)dy
46

Onde: g(y) =
 N 1
 -  M

x y M
= . 1 (4x - 2y + 2)
2xy - y+ y
2

= 2( 2x - y + 1) = 2
y(2x - y + 1) y

Então, Φ = e (2/y)dy
=2lny= y2

Multiplique cada termo na E.D. dada por Φ = y2

(2xy3- y4+ y3)dx + (3x2y2- 4xy3+ 3x y2) dy = 0

As novas funções M e N são,

Mn= 2xy3- y4+ y3;  Mn= 6xy2- 4 anos3+ 3y2


y
Nn= 3x y - 4xy + 3x y ;
2 2 3 2
Nn= 6xy2-
4y3+ 3y2
x
Tendo sido reduzida a uma forma exata, a D.E. agora pode
ser resolvido
seja pelo Método Direto ou Indireto, para dar o resultado final
resposta

x2y3- xy4+ xy3= c Resposta.

Exemplo 3-12 2y dx + (x - x3y3) dy = 0

Solução M = 2y ; M
 =2
y
N = x - xy ; 3 3
N=1-3x2y3
x
Este D.E. não exato se enquadra no Caso 3 onde o
integrando
fator é
Φ = xmyn

com m e n obtidos de

Mn - Nm = ∂N - ∂M
y x x y
47

2y n - (x - x3y3) m = 1 - 3x2y3- 2
y x

2n - m + mxy
2 3
= -1 - 3xy
2 3

Observe que esta é uma equação de "identidade",

onde 2n - m = -1
e m = -3
então, n = -2
e Φ = x-3y-2

Multiplique a D.E. dada por Φ = x-3y-2,

2x-3y-1dx + (x-2y-2- y) dy = 0

As novas funções M e N são,

Mn= 2x-3y-1; Mn= - 2x-3y-2


y
Nn= x-2y-2- y ; Nn= - 2x-3y-2
x
Isso agora é uma E.D. exata, que pode ser resolvida por qualquer uma
o Direto
ou método indireto, para dar

2 x-2y-1+ y2= c Resposta.


Exercício nº 9

Equações Diferenciais Não Exatas

____________________________

Encontre a solução geral das seguintes equações diferenciais.

1. y(4x + y) dx - 2(x2- y) dy = 0
48

2. 3(x2+ y2) dx + x(x2+ 3y2+ 6y) dy = 0

3. 2(x – y + 2) dx + x(x – 2y + 2) dy = 0

4. y(2x + y – 2)dx – 2 (x + y) dy = 0

5. (xy + 1) dx + x(x + 4y – 2)dy = 0


49

6. 2y (x2– y + x) dx + (x2– 2y) dy = 0

7. y(4x + y) dx - 2(x2- y) dy = 0

8. (2y2+ 3xy – 2y + 6x) dx + x(x + 2y – 1) dy = 0

9. 2(2y2+ 5xy - 2y + 4) dx + x(2x + 2y - 1) dy = 0


50

10. (x2– y2-4y - 1) dx + 2x(x + y + 2) dy = 0

3.5 Equações Diferenciais Lineares de Primeira Ordem (EDLPO)

(a) Esta é uma E.D. que é "primeira ordem" na derivada e


"linear" nas variáveis dependentes. No padrão
forma, está escrito como
dy + y P(x) = Q(x)
dx
(b) Solução: yΦ = Q(x) Φ dx + c

onde: Φ = e P(x) dx

NOTA: FOLDE é na verdade uma D.E. "não exata" onde Φ é


obtido
sob O CASO 1.
51

OBSERVAÇÃO: Para o caso em que a variável dependente é x,


FOLDE é
escrito em sua forma padrão como

dx + x P(y) = Q(y)
dy
tendo uma solução: xΦ = Q(y) Φ dy + c

onde: Φ = e P(y) dy

Encontre as soluções da seguinte E.D.

Exemplo 3-13 dy + 2xy - 4x = 0


dx
Solução: A forma padrão desta E.D. na forma FOLDE é,

dy + 2xy = 4x
dx
onde: P = 2x ; Q = 4x
2
Φ = e Pdx
= 2x dx
=x

A solução é: yΦ = Q Φ dx + c
2 2
e = (4x) e dx + c
x x

A integração dá,
2 2
e= 2 e+ c
x x

2
y = 2 + ce -x
Resposta.

Exemplo 3-14 t ds - (t3e3t+ 3st + s) dt = 0

Solução: Divida a E.D. por tdt e reduza à forma FOLDE,

ds - s (3 + -1
)t = t2e3t
dt
onde: P = - (3 + t-1)
Q = t2e3t
-1
e P dt
e -(3 + t) dt

= e-3t - lnt
ou t-1e-3t

A solução é,
52

sΦ = Q Φ dt + c
st-1e-3t= te (t e )dt + c
2 3t -1 -3t

A integração leva a,

st-1e-3t= t2+ c
2
ands= 1 t3e3t+ c t e3t. Resposta.
2

Exemplo 3-15 y dx - 2x - 23y


+ 2 = 0
dy

Solução: Divida a D.E. dada por y,


dx - 2x = 3y - -1 2y
dy y

que agora está na forma FOLDE com,

P = - 2Q = 3y - 2y -1

y
e Φ = e P dy = e -(2/y) dy = e-2 lny
Φ = y-2

A solução é: x Φ = Q Φ dy + c

x y-2= (3y - 2y-1) y-2dy + c


A integração dá,

x y-2= 3 ln y + y-2+ c

o que simplifica para,


x = y2ln y3+ 1 + cy2 Resposta.
Exercício No. 10

Equações Diferenciais Lineares de Primeira Ordem

Nome: ____________________________

Encontre a solução geral das seguintes equações diferenciais.

1 dy + cot x = 3ecos x
dx
53

2. dy + (1 + tan x)y = 2 sec x


dx x

3. (1 - x)
2
dy - xy = 3x (1 - x2)
dx

4. ydx = (ey+ 2xy - 2x) dy


54

5. dy - y = x + y
dx xx-1

6. dy = 2x - 2y cot 2x

dx
7. xdy - (x + 2)=
2
y
dx

8. dy -1 y = 1
dx xlnx x2lnx
55

9. xdy + (x2-3y) dx = 0

2
10. y' + (2x + 1) y = e-x

3.6 A Equação de Bernoulli

(a) A equação de Bernoulli é uma E.D. "não linear" que possui a


forma padrão

dy + y P(x) = ynQ(x)
dx
(b) A equação de Bernoulli é redutível a uma forma “linear”
(FOLDE) utilizando a substituição

z = yn
cinquenta e seis

o que dá
dy = . ny. dz
dx 1 - dx
n

Com isso, a equação de Bernoulli é reduzida a

dz + (1 - n) z P (x) = (1 - n) Q (x)
dx
ou dz + z PrQr(x)
dx

onde: Pr(x) = (1 - n) P(x)


Qr(x) = (1 – n) Q(x)

(c) Solução: y1 – n Φ = Q(x)


r Φ dx + c

onde: Φ = e Pr (x) dx

OBSERVAÇÃO: Para o caso em que a variável dependente


é x, o
A equação de Bernoulli é,

dx + x P(y) = xnQ(y)
dy
Os elementos na solução disso são semelhantes a
a discussão anterior.

Exemplo 3-16 y’ + y - 3xy


2 2
= 0
X

Solução: A forma de Bernoulli da D.E. dada é,

dy + 1 y = 3x2y2
dx x

com n = 2 ; 1 - n = -1
12
X

A solução é

y 1 - nΦ = QrΦ dx + c

onde: Pr= (1 - n) P = - 1
x
57

Qr=(1 - n) Q = -3x2

Φ = ePrdx = e -(1/x) dx

= e-ln x = x-1

Substituição e integração dão,

y-1x-1= (-3x2) x-1dx + c

y-1x-1= - 3 x+
2
c Resposta.
2

Exemplo 3-17 3 dx + 3 x = 2x4y4


dy y
Solução: Divida a D.E. dada por 3,

dx + 1 x = 2 y4x4
dy y 3

que agora está na forma de Bernoulli

P = 1 ;Q = 2 y4
y 3
n = 4 e 1 - n = - 3

A solução é

x 1 - nΦ = QrΦ dy + c

onde: Pr=(1 - n) P = - 3
x
Qr(1 - n) Q = - 2y
4

Φ = ePrdy e -(3/y) dy

=- 3 ln y = y -3

Substituição e integração levam a,

x-3y-3= (-2y4) y-3dy + c


Finalmente,

x-3y-3= - y+
2
c Resposta.

Exemplo 3-18 2 wt dt = t2- 2s3


58

Solução: A D.E. dada é dividida por 2 wt,

dt - 1 t = - 2t-1w
dw 2w

que agora está na forma de Bernoulli

Aqui, P = - 1 ; Q = - w2
2w
n = -1 e 1 - n = 2

A solução é

t 1 - nΦ = QrΦ dw+ c

onde: Pr= (1 – n) P = - 1
w
Qr(1 - n) Q = - 2w
2

Φ = ePrdw é -(1/2) dw

= e- ln w= w –1

Substituição e integração,

t2w-1= (-2w2) w-1dw + c

t2= - w+
2
c Resposta.
w

Exercício Nº 11

Equação de Bernoulli

Nome: ____________________________

Encontre a solução geral das seguintes equações diferenciais.

1 dy - 2 y = (y)3sen x
59

dx x 3

2. dy - y = 2 xye
2 -x

dx

3. xdy = y + y3cos x
dx

4. dx - x cot 2y = 3xcsc 2y
dy
60

5. dy - 2 y = (y)3cos x
dx x x

6. dx + 4x = x4y3
dy y

7. 3dy + 3y = 2x4y4
dx x

8. 3xy' + y + x2y4= 0
61

9. dy + y = √y
dx x

10. dy + y = 12e2xy
dx

3.7 D.E. Linear em x e y

(a) A forma padrão para isso 1st-a D.E. ordenada é

(A1x + B1y + C1) dx + (A2x + B2y + C2) dy =


0

onde: C1e/ou C2 0
62

(b) Soluções:

CASO 1: Quando A1x + B1y + C1= 0 e


A2x + B2y + C2= 0 representa dois
linhas paralelas, ou seja, quando:

A2= k A1e B2= k B1

(k – constante de proporcionalidade)

USE: v = A1x + B1y


dv = A1dx + B1dy

e substituindo para a D.E., eliminando x ou


y.

NOTA: Esta substituição se reduzirá a uma onde o


as variáveis são separáveis.

CASO 2: Quando A1x + B1y + C1= 0 e


A2x + B2y + C2= 0 representa dois
linhas não paralelas,

USE: x = u + h e dx = du
y = v + k e dy = dv

onde: (h, k) é o ponto de interseção do


duas linhas paralelas.

NOTA: Este método de substituição reduzirá o D.E.


para um que é homogêneo de primeiro grau.

Exemplo 3-19 (x + y - 1) dx + (2x + 2y + 1) dy = 0

Solução: Esta E.D. tem os coeficientes de dx e dy quando igualados


para
zero (0) representa dois (2) paralelos

x + y - 1 = 0 and 2x + 2y + 1 = 0

sob O CASO 1. com k = 2

Seja v = x + y ou dv = dx + dy

e substituto do D.E.,
63

(v - 1)(dv - dy) + (2v + 1) dy = 0

vdv – dv - vdy + dy + 2v dy + dy = 0

(v - 1)dv + (v + 2) dy = 0

(v - 1)dv + dy = 0
(v + 2)

Integre após reduzir o primeiro termo,

(1- 3 .) dv + y = c
v + 2
v - 3 ln(v + 2) + y = c

Substitua v = x + y

x + 2y - ln (x + y + 2)3= c

Exemplo 3-20 (x - 4y - 9) dx + (4x + y - 2) dy = 0

Aqui, quando os coeficientes de dx e dy são igualados a


zero (0)

x - 4y - 9 = 0 and 4x + y - 2 = 0
representar duas (2) linhas não paralelas com ponto de interseção em
(1, -2). isso se enquadra no CASO 2.

Deixe x = u + 1 e dx = du
y = v - 2 e dy = dv

e substitua pela D.E. dada,

{ u + 1 - 4(v – 2) - 9} du + {4(u + 1) + v - 2 - 2} dv = 0

(u - 4v) du + (4u + v) dv = 0

homogêneo de grau 1

Deixe u = zv
du = z dv + v dz

Substitua para obter,

(zv - 4v) (z dv + v dz) + (4 zv + v) dv = 0


64

Divida por v e simplifique,

z2dv - 4z dv + vz dz - 4v dz + 4z dv + dv = 0

(z2+ 1) dv + v(z - 4) dz = 0

dv + z - 4 dz = 0
v z2+ 1

Integre para obter,

ln v + 1 ln (z2+ 1 ) - 4 arco tangente z = c


2
Substitua z = u/v,

ln v + 1 ln (u2/v2+ 1 ) - 4 arc tan u/v = c


2
Finalmente, substitua u = x - 1 e v = y + 2

obter
ln { (x – 1)2+ (y + 2 )2} - 8 arc tangente x – 1 = c
y+2

Exercício No. 12

D.E. Linear em x e y
65

Nome: ____________________________

Encontre a solução geral das seguintes equações diferenciais.

(2x - 3y + 2)dx - (3x + 2y + 1)dy = 0

2. (x + 2y + 1) dx + (2x + 4y - 3) dy = 0

3. (2x – 3y – 4) dx – (3x – 4y – 2) dy = 0

4. (x - 2y - 7) dx + (2x - 4y + 1) dy = 0
66

5. (2x – y – 3) dx – (x + 4y + 3) dy = 0

6. (2x – y + 1) dx + (x – 2y – 1) dy = 0

7. (x - y - 6) dy = (x - y + 2) dx

8. (x – 2y + 5) dx + (x – 2y – 1) dy = 0
67

9. (x - 2y + 4) dx + (2x - 4y - 1) dy = 0

10. (5x + 3y – 4) dx + (x + y – 2) dy = 0

IV. EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ESPECIAIS DE SEGUNDO ORDEN

CASO 1: d2y = f(x)


dx2
68

Solução: y = x f(x) dx - x f(x) dx + c1x + c2

CASO 2: d2y = g(y)


dx2
Solução: x = . dy . + c2
2 g(y) dy + c1

CASO 3: d2y = f \left( dy \right)


dx2 dx

Solução: x
= dp + c
f(p)
ou y = ∫p dp + c
f(p)
onde: p = dy
dx

CASO 4: d2y = f x, dy
dx2 dx

Solução: Seja p = dy e dp = d2y


dx dx dx2

CASO 5: d2y = f y,dy


dx2 dx

Solução: Deixe p = dy e p dp = d2y


dx dy dx2

CASO 6: d { dy + y P(x) } = Q(x)


Dx

Solução: Seja u = dy + y P(x)


Dx

OBSERVAÇÃO: Os casos 40 a 6 serão reduzidos a E.D. de primeira ordem ao longo de


a aplicação da substituição sugerida. Apropriado
método/s é/são aplicados. (Métodos 1 a 7, sob a Seção 3)

Exemplo 4-1 y” = x21

Solução: Sob o CASO 1, a solução desta E.D. é


69

y = x f(x) dx - x f(x) dx + c1x + c2


onde: f(x) = x21

Substituto ao D.E.,

y = x (x2- 1)dx - x (x2- 1) dx + c1x + c2

Integrar para dar,

y = 1 x4- 1 x2+ c1x + c2


12 2

Exemplo 4-2 y" = y + 2

Solução: Sob o Caso 2, a fórmula é

x = . dy . + c2
2 g(y) dy + c1

onde: g(y) = y + 2 e

∫g(y)dy = y2+ 2y
2
Substitua na fórmula

x = . dy . + c2
(y + 4y + c1)1/2
2

Use a substituição trigonométrica, assim

x = ln{2y + 4 + 2(y2+ 4y + c1)1/2} + c2

Exemplo 4-3 y'' = 3y'

Solução Esta E.D. de 2ª ordem está sob o Caso 3

onde f(p) = 3y' ou 3 dy


Dx

e p = dy
dx
Use a fórmula,

x = dp + c1
f(p)
70

x = ∫dp + c1
3p
e x = 1 ln p + c1
3
Na forma exponencial, isso é reduzível a

p = c1e3x= dy
dx
O método de separação de variáveis é aplicado,

dy = c1e3xdx
Finalmente,
y = 1 c1e3x + c2 Resposta.
3

Exemplo 4-4 xy" - 2x(y')2+ y' = 0

Solução: A E.D. está sob o Caso 4 onde a variável y está ausente.

Deixe p = dy ou y’
dx

dp = d2y ou y"
dx

Substituto do D.E.

x dp – 2x(p)2+ p = 0
dx

ou dp + p = 2p2 (Equação de Bernoulli)


dx

Here, P = 1 ; Q = 2; n = 2
x

A solução é obtida como

p-1x-1= c1- 2 ln x

e p = dy = . 1 .
dx x (c1- 2ln x)

A separação de variáveis finalmente dá,


y = - 1 ln(c-1 2ln x) + c2
71

Exemplo 4-5 yy” + 2(y’)2= 0

Solução: Isto está sob o Caso 4 onde a variável x está faltando.

Deixe p = y' e p dp = y''


Dy

e substitua na D.E. dada,

y p dp + 2 p2= 0
dy

ou y dp + 2p = 0
dy

A separação de variáveis e a integração fornecem

ln p + 2 lny = c

ou ln p + ln y2= c

ln py2= c

py2=c= c1

p = c1y-2

Uma vez que p = dy = c1y-2


Dx

c1dx = y2dy

Finalmente,c1x = y3+ c2 Resposta.


3

Exemplo 4-5 d (dy/dx + y) = e-x


dx

Solução: Isto 2ndD.E. ordenado se enquadra no Caso 6


Deixe u = dy + y
dx

e assim, du = e-x
dx
72

ou u = -e-x+ c1

Substituir de volta para u = dy + y


dx

Este é FOLDE onde

P = 1 ; Q = -e-x+ c1

e P dx
= ex

A solução é

y = Q dx + c2

y ex= (-e-x+ c1) exdx + c2


ex= -x + c1ex+ c2

Finalmente,

y = c1+ c2e-x- x e-x

Exercício Nº 13

Equação Diferencial Especial de Segunda Ordem


73

____________________________
.
Encontre a solução geral das seguintes equações diferenciais.

1. y” + y = 0

2. (x2– 1)y” + xy” = 0

3. y” + 2y = 0

4. xy" + y' = 0
74

5. y” – (y’)2- 1 = 0

6. y" + yy' = 0

7. yy" - 2(y')+
2
y2= 0

[Link] LINEAR DE ALTA ORDEM HOMOGÊNEA


EQUAÇÕES (HOLDE)

1. A forma geral do HHOLDE é:


75

Forma Normal

A0dny + a1dn–1y + . . . + na–1dy + any = 0


dxn dxn-1 dx

Forma do Operador

(a0Dn+ a1Dn-1 + . . . +an-1 D + an)y = 0

onde: D = d ; D=
r
dr(r 0)
dx dxr

Os coeficientes a geralmente são funções


de x.

2. Conectado com o HHOLDE está uma equação "auxiliar"


tendo a forma,

a0mn+ a1mn-1 + . . . + an-1m + an= 0

onde m que substituiu D, é chamado de auxiliar ou


equação característica. A forma da solução de
HHOLDE depende da natureza das raízes do
equação auxiliar.

Quatro casos surgem:

Caso 1. A equação auxiliar tem raízes reais e distintas. Nenhuma


de
que é repetido. Se as raízes reais e distintas do
a equação auxiliar é m1, m2, . . . mn-1, e mn, então o
a solução do HHOLDE é,

y = c1em1x+ c2em2x+ . . . + ne
cm n x

Caso 2. A equação auxiliar tem raízes reais e repetidas.


Suponha uma raiz meuda equação auxiliar é real e
multiplicidade p, então a parte da solução de HHOLDE para
esta raiz repetida é

y = (c1+ c2x + c3x2+ . . . cpxp-1) emi x

Caso 3. A equação auxiliar tem algumas soluções complexas ou imaginárias.


raízes, nenhuma das quais é repetida. Se todos os a's são reais
constantes, então as raízes complexas da equação auxiliar
76

ocorrerão em pares conjugados. Seja a±bi um tal par.


Então, a parte da solução do HHOLDE para este par é

y = ea x (c1cos bx + c2sen bx)

Caso 4. A equação auxiliar possui algumas raízes complexas repetidas ou


raízes imaginárias. Se o par conjugado a±bi é uma raiz de
a equação auxiliar repetida p vezes, então a parte de
a solução do HHOLDE para estas raízes é

y = ea x [(c1+ c2x + . . . + cpxp-1) cos bx


+ (cp + 1 + cp+2 x + . . .+ c2pxp-1) seno bx]

OBSERVAÇÃO: Se a natureza das raízes das equações auxiliares


acontecem de ser uma combinação de números reais e complexos, o
os casos acima podem ser aplicados coletivamente.

Exemplos para o Caso 1: Todas as raízes reais e distintas.

Exemplo 5-1 (D3– 7D2+ 12Dy = 0.

Solução: A equação auxiliar é

m3- 7m2+ 12m = m(m - 3)(m - 4) = 0

m = 0, 3, and 4

y = c1+ c2e3x+ c3e4x. Responder.

Exemplo 5-2 (D35D2+ 2D + 8)y = 0.

Solução: A equação auxiliar é

m35m2+ 2m + 8 = 0

Pela divisão sintética, as raízes são encontradas como

M = 2, 4, and –1

A solução é: y = c1e2x+ c2e4x+ c3e-x


Resposta.

Exemplos para o Caso 2: A equação auxiliar tem raízes reais repetidas.

Exemplo 5-3 (D2- 4D + 4)y = 0.


77

Solução: A equação auxiliar é

m2- 4m + 4 = 0 ; (m - 2)
2
= 0

m = 2 (duas vezes)

y = (c1+ c2x)e2x. Resposta.

Exemplo 5-4 (D2- 6D + 9)2y = 0.

Solução: A equação auxiliar é

(m2- 6m + 9)2= 0 ; (m – 3)=


4
0

m = 3 (4 vezes)

y = (c1+ c2x + c3x2+ c4x3) e3x. Resposta.

Exemplos para o Caso 3: A equação auxiliar tem algumas raízes complexas,


nada repetido.

Exemplo 5-5 (D2-8D + 25)y = 0

Solução: m2– 8m + 25 = 0 ; m = 4 3i.

y = e4x(c1cos 3x + c2sin 3x). Responder.

Exemplo 5-6 (D3– 8D2+ 25 D)y = 0

Solução: m3- 8m2+ 25m = 0 ; m(m–


2
8m + 25) = 0

m = 0, 4 ± 3i

y = c1+ e4x(c2cos 3x + c3sin 3x).


Resposta.

Exemplo 5-7 (2D4+ D34D2- 10D - 4)y = 0

Solução: 2m4+ m3- 4m2-10m - 4 = 0

Por divisão sintética, encontramos as raízes como sendo

m = 2, - ½ , e -1±I
78

y = c1e2x+ c2e-x/2+ e-x(c3cos x + c4sin x).


Resposta

Exemplos para o Caso 4: A equação auxiliar tem raízes complexas, algumas


repetido.
Exemplo 5-8 (D2+ 36)2y = 0

Solução: (m2+ 36)2= 0 ; m = ±6i (duas vezes)

y= (c1+ c2x) cos 6x + (c3+ c4x) sen 6x.


Resposta.

Exemplo 5-9 (D2+ 4D + 20)2y = 0

Solução: (m2+ 4m + 20)2= 0; m = -2 ± 4i (duas vezes).

y = e-2x[(c1+ c2x) cos 4x + (c3+ c4x) sen 4x]


Resposta.
79

Exercício nº 14

E.D. Lineares Homogêneas de Ordem Superior

Nome: ____________________________

Encontre a solução geral das seguintes equações diferenciais.

1 (D3+ 2D2- D - 2) y = 0 Resposta: y = c1ex+ c2e-x+ c3e-2x

2. D2(D + 2)4y = 0 Resposta: y = c1+ c2x + e -2x(c3+ c4x


+
c5x2+ c6x3)

3. (D3+ 4D2+ D – 6)y = 0 Resposta: y = c1ex+ cdoise-2x+ c3e-3x


80

4. (D3+ 6D2+ 25D)y = 0 Resposta: y = c1+ e-3x(c2cos 4x +


c3pecado
4x)

5. (D2- 2D - 3)3y = 0 Resposta: y = (c1+ c2x +


c3x )e + (c4+
2 3x

c5x +
c6x )e 2 -x

6. (D2-10D + 34)3y = 0 Resposta: y = e5x[(c1+ c2x +


c3x2)cos 3x
+ (c4+ c5x +
c6x2)sen 3x]

7. (D - 2)2(D + 3)4y = 0 Resposta: y = (c1+ c2x)e2x+


(c3+
c4x + c5x2+ c6x3)
e-3x

8. (D2+ 12D + 40)4y = 0 Resposta: y = e-6x[(c1+ c2x + c3x2


+c4x3)cos 2x + (c5+ c6x + c7x2+ c8x3)seno
2x
81

9. (D2- 3D - 4)3y = 0 Resposta: y = (c1+ c2x +


c3x2)e4x+ (c4+
c5x + c6x2)e-x

10. (D2- 2D - 3)3(2D2- 5D - 7)2y = 0 Resposta: y = (c1+ c2x +


c3x2)e3x
+ (c4+ c5x + c6x2+ c7x3+ c8x4)e-x
(c9+ c10x)e7x/2

VI. LINHA NÃO HOMOGÊNEA DE ORDEM SUPERIOR


EQUAÇÕES DIFERENCIAIS (NHOLDE)
6.1 NHOLDE com Função Constante à Direita

[Link]ário do Operador:

(a0Dn+ a1Dn-1 + . . . +an-1 D + an)y = f(x) 0

onde: D = d ; D=
r
dr (r≥0)
dx dxr

[Link]ção do NHOLDE com constantes a’s e f(x) =


Fo(uma constante)

CASO 1: Quando umn 0

Solução: y = yc+ yp

onde:yp= F0
an

ycé obtido pelo método da Seção 5

CASO 2: quando umn= 0

Solução: y = yc+ yp
82

onde:yp= F0xk
k!an-k
(k = ordem do mais baixo ordenado
derivada)

ycé obtido pelo método da Seção 5

OBSERVAÇÃO: Para o caso em que a função do lado direito


f(x) não é um
constante, três métodos de solução são
comumente usado:
Redução de Ordem
Coeficientes;
Variação de Parâmetros. Um especial superior
ordem D.E. com coeficientes variáveis, o Euler
a equação será discutida em problemas de exemplo -
junto com os métodos acima mencionados de
resolvendo uma E.D. linear não homogênea de ordem superior
(NHOLDE) com f(x) constante.

NOTA: Nas soluções da seção 6.1, yce ypsão


conhecido como

a "função complementar" e "particular"


integral
[Link], sendo uma solução particular, faz
não
contém quaisquer constantes arbitrárias.

Exemplo 6-1 Encontre as soluções completas do seguinte:

(a) (D2+ 4D + 4)y = 12

(b) (D3- 9D)y = - 27

Solução:

(a) (D2+ 4D + 4)y = 12 é "não homogênea" com f(x)


= Fo= 12 e umn= 4≠0

(i) Solução completa: y = yp+ yc

(i) Para ypUtilize O CASO 1, SEÇÃO 6.1

yp= Fo= 12 = 3
83

an 4

(ii) Para ycA equação auxiliar é,

m2+ 4m + 4 = 0

(m + 2)2= 0

r1= r2= -2 (Real e igual)

Pelo Caso II, Seção 5

yc= e-2x(c1+ c2x)

(iii) Finalmente, y = yp+ yc

y = 3 + e-2x(c1+ c2x)

(b) Da mesma forma, (D3- 9) y = -27 é "não homogêneo" com


f(x) = Fo= -27 e umn= 0.

(i) Solução completa: y = yp+ yc

(ii) Para ypUtilize o CASO 2, SEÇÃO 6.1

yp= Foxk- 27x = 3x


k!an - k 1!(-9)

Aqui, k = 1 (ordem do mais baixo)


derivada)

an- k = -9

(iii) Para ycA equação auxiliar é,

m2-9m = 0

m(m - 3) (m + 3) = 0

r1= 0 ; r2= 3 ; r3- 3 (Real e


distinto

raízes)

Pelo Caso 1
84

yc= c1e0+ c2e3x+ c3e-3x

(iv) Finalmente, y = yp+ yc

y = 3x + c1e0+ c2e3x+ c3e-3x

6.2 NHOLDE com Função de Mão Direita em termos do


Variável x
6.2.1 Método da Redução de Ordem

(1) Com base nas raízes da equação auxiliar, escreva


a D.E dada como

ao(D – r1) ( D - r2) . . . (D – rn)y = f(x)

e deixe z = (D – r2) . . . (D – rn)y

Isto reduzirá o D.E. para

ao(D – r1)z= f(x)

que agora é um FOLDE (SEÇÃO 3.5) e pode ser


resolvido na forma

z = g(x)

(2) Substitua isso de volta em z,

(D – r2) . . . (D – rn)y = g(x)

e deixe v = (D - r3) . . . (D – rn)y


reduzindo para a forma

(D – r2) v = g(x)

o que é novamente um FOLDE e pode ser resolvido como

v = h(x)

(3) Mais uma vez substitua v pelo seu valor original e


repita o procedimento até que o último fator seja
alcançado, isto é,

(D – rn)y = (x)
85

que finalmente dará,

y = yp= F(x)

OBS: Desde ypé uma solução "particular", a constante de


integração é
omitido no procedimento descrito acima. O valor de ycpara
complete a solução utilizando os teoremas sobre
E.D. homogênea

Exemplo 6-3 Encontre a solução completa de: (D2- 4D + 4) y


= exusando
método de redução de ordem.

Solução:

Procedimento Geral:

(i) Na D.E. dada, (D2– 4D + 4)y = ex, o auxiliar


a equação é,

m2– 4m + 4 = 0
(m - 2)2= 0

r1= r2= 2 (real e igual)

Então, pelo Caso 2, yc= e2x(c1+ c2x)

(ii) Para obter yppelo


método de Redução de Ordem, escreva o
dado D.E. na forma fatorada,

(D - 2) (D - 2)y = ex

Seja z = (D – 2)y, e assim

ex

ou dz - 2 z = x
(eFOLDE)
dx
com P = -2 ; Q = ex; = e-2x

Então, pela fórmula,

z = Q dx
86

z e-2x= exe-2xdx

z e-2x= - e-x

z = - ex

Agora, (D – 2)y = z = - ex

ou dy - 2y = - x(FOLDE)
e

com P = -2; Q = -ex; = e-2x.

Finalmente, y = Q dx

y e-2x= (-ex) e-2xdx

y e-2x= e-x

e y = yp= ex.

(iii) Então, y = yp+ yc

y = ex+ e2x(c1+ c2x) Resposta

Exemplo 6-4 Resolver (D2– 6D + 8)y = 4e3xusando Redução de


Ordem.

Solução: A função complementar é

yc= c1e2x+ c2e4x

Escreva o operador na forma fatorada:

(D - 2) (D - 4)y = 4e3x

Seja (D – 4)y = z; então (D – 2)z = 4e3xou

dz - 2z = 4e3x
dx

Resolvendo esta equação cuja fator integrante é e-2x, nós


encontrar
z = 4e3xNão há necessidade de incluir uma constante de
integração
já que isso é parte de yp. Em seguida, resolvemos
87

(D - 4)y = z = 4e3x

cuja solução é yp= - 4e3x

Portanto, y = yc+ yp= c1e2x+ c2e4x- 4e3x. Resposta.

Exercício nº 15

E.D. Linear de Ordem Superior Não-Homogênea


Redução de Ordem
88

Nome: ____________________________
_________

Resolva os seguintes problemas pelo Método da Redução de Ordem.

1. (D2- 1)y = 2ex Resposta: y = c1ex+ c2e-


x
+ xex

2. (D2– D – 2)y = 12x – 6e2x Resposta: y = c1e2x+ c2e-x–


6x + 3
-
2xe2x

3. (D2- 2D + 1)y = e2x– x2 Resposta: y = (c1+ c2x)ex+


e2x– x2
-4x - 6
89

4. (D2– 5D + 4)y = 48x – 12ex Resposta: y = c1ex+


c2e4x+ 12x +
15 +
4xex

5. (D2– 5D + 6)y = 15 senx – 15 cosx Resposta: y = c1e2x+


c2e3x+ 3 sen x
90

6. (D2- D - 2)y = 4x2 Resposta: y = c1e-x+ c2e2x–


2x2+

2x - 3

7. (D2- 4D + 3)y = 20 cosx Resposta: y = c1ex+ c2e3x+ 2


cos x
-4 senx
91

8. (D2- 1)y = 10 seno2x Resposta: y = c1ex+ c2e-


x
+ cos 2x
-
5

9. (D2- 1)y = 10 e2xseno x Resposta: y = c1ex+ c2e-x


+
e2x( senx – 2
cos x)

10. (D2+ 4D + 4)y = 12x2e-2x Resposta: y = (c1+


c2x)e-2x+ x3e-2x
92

6.2.2 Método dos Coeficientes Indeterminados

Este método para encontrar yptem uma vantagem decidida sobre o


primeiro, uma vez que não requer processos de integração, mas apenas
diferenciação. No entanto, só pode ser aplicada a tipos especiais
da função da mão direita, listada sob as seguintes regras:

REGRA 1: Quando f(x) = K xpeqx( q = 0; anâ0)

yp= Axp + Bxp - 1 + . . . + Lx + M

REGRA 2: Quando f(x) = K xpeqx(q = 0; an= 0)

yp= (Axp+ Bxp - 1 + . . . + Lx + M) xr

onde: r é o número de vezes que 0 aparece como um


raiz de
a equação auxiliar.

REGRA 3: Quando f(x) = Kxpeqx(q≠0)

ypéqx(Axp+ Bxp – 1 + . . . + Lx + M) xr

onde: r é o número de vezes que q aparece como um


raiz de
a equação auxiliar.
REGRA 3: Quando f(x) = Kxpeqxcos bx ou Kxpeqxsen bx

yp= eqx(A1xp+ B1xp – 1 + . . . + L1x + M1) xr


cos bx
eqx(A2xp+ B2xp - 1 + . . . + L2x + M2) xr
sen bx
onde: r é o número de vezes que q + bi aparece como
uma raiz
da equação auxiliar.
93

Exemplo 6-5 Na D.E. dada, (D2– 4D + 4)y = e, nós temos

6.2.3 Método da Variação de Parâmetros


6.3 A Equação de Euler

VII. APLICAÇÕES GEométrICAS E FÍSICAS DE


EQUAÇÕES DIFERENCIAIS ORDINÁRIAS
7.1 Aplicações Geométricas
7.1.1 Curvas Retangulares

Exemplo 7-1 Encontre a equação da família de curvas para


que a inclinação em qualquer ponto (x, y) é x.
y

Solução: A inclinação em qualquer ponto é igual à derivada.

dy = x ou xdx = ydy
dx y

Integrando, x2= y2+ C1ou

x2- y2= c2, (c2= 2c1). Responder.

Exemplo 7-2 Encontre a equação da família de curvas para a qual


a inclinação em qualquer ponto é igual ao produto de suas coordenadas.

Solução

Neste caso, dy = xy ou dy = xdx


dx dy

Integrando, ln y = x2+ k e
2
2
y = ekex /2
2
y=c ex /2 Resposta.

7.1.2 Trajetórias Ortogonais

Uma trajetória ortogonal de uma dada família de curvas é uma curva que é
perpendicular a cada curva da família. Assim, se dy/dx é a inclinação
da família dada de curvas em qualquer ponto, então para o ortogonal
trajetórias
94

dy = -1.
dx O.T. dy
dx

Exemplo 7-3 Encontre a equação do sistema de ortogonais


trajetórias das parábolas √x + √y = √a, a > 0.
Solução: De √x + √y = √a, temos

1 + dy/dx = 0 ou dy = -√y.
2√x 2√y dx √x

Para as trajetórias ortogonais,

dy = + √x . or√x dx =√y dy.


dx y

Integrando, 2 x3/2 2 y3/2= c ou x3/2 y3/2= c Resposta.


3 3

Exemplo 7-4 Encontre a equação do sistema ortogonal


trajetórias da família de círculos x2+ y2= cx.

Solução: Diferenciando a equação dada, obtemos,

x2+ y2= cx , 2x + 2yy' = c

x2+ y2(2x + 2yy’) x = 2x2+ 2xyy'

y' = inclinação dos círculos em qualquer ponto

= y2- x2
2xy
Para as trajetórias ortogonais,

dy _
2xy = 2xy .
dx y2– x2x2– y2

2xy = (x2– y2)

2xydx - xdy
2
+ dy = 0 ;
y 2

x2+ y = k ; x+
2
y2= ky. Resposta.
y
95

Para esboçar a família de curvas dada e as trajetórias ortogonais,


transforme a equação em suas formas padrão. As formas padrão
são:

Para a família dada de curvas:

(x - c)2+ y2= c2
2 4
Para as trajetórias ortogonais:

x2+ (y - k 2)= k2
a. 4

O.T.

Exemplo 7-5 Encontre a equação do sistema ortogonal


trajetórias das elipses 2x2+ y2= c.

Solução:
2x2+ y2= c , 4x + 2yy' = 0 , y' = -2x
y

Para as trajetórias ortogonais,

dy = + y ; 2 dy = dx

2lny = ln x + lnk

ln y2= lnkx
96

y2= kx Resposta.

Assim, as trajetórias ortogonais são as parábolas y2= kx, onde k


é uma constante arbitrária.

7.1.3 Trajetórias Isogonais

7.2 Aplicações Físicas de Equações Diferenciais Ordinárias


Equações

7.2.1 Lei da Mudança Exponencial

No mundo físico, há
elementos/objetos que continuamente
sofrer mudanças. Bactérias, para
exemplo, aumenta sua contagem com
tempo, enquanto elementos radioativos
diminui sua "força" ou energia
à medida que o tempo aumenta. Pode ser
possível que a taxa na qual a
quantidade deste elemento ou objeto é
proporcional (ou SOMENTE
aproximadamente proporcional) à quantidade em qualquer instante. Em
qualquer caso, o comportamento completo do elemento ou objeto como ele
sofre mudanças pode ser definido por uma função exponencial –
da seguinte maneira:

6. A partir da taxa de mudança mencionada acima,

dA = k A
dt
onde: A é a quantidade do elemento ou objeto em qualquer
instante.
97

7. A separação de variáveis e a integração dão,


Ln A = kt + C

ou A = ekt + C=kteC
Finalmente, A = C ekt
NOTA:
(ii) Para a equação básica, A = C ekt, para ser completamente
definidos, duas (2) condições de contorno são necessárias para
a determinação das constantes arbitrárias C e k.
(iii) A partir da equação básica resultante, a lei que define
este processo é denominado "lei da mudança exponencial."
(iv) Quando k > 0: A mudança é conhecida como "crescimento".
Quando k < 0: A mudança é chamada de “decadência”.

Exemplo 7-6: Um determinado elemento radioativo segue a "lei de


mudança exponencial" e tem uma "meia-vida" de 38 horas. Encontre (a) como
quanto tempo leva para 90% da radioatividade do elemento ser
dissipada; (b) a porcentagem de radioatividade que permanece após 76
horas. (NOTA: A "meia-vida" de um elemento é o tempo necessário para 50%
da radioatividade a ser dissipada.)

Solução:

Deixe RPpercentagem de radioatividade do elemento em qualquer instante

Equação Básica: RP= C ekt.

Dado: Quando t = 0 (tempo presente); RP= 100%


Quando t = 38 hrs (meia-vida); RP= 50%

Necessário: Quando t = ? ; P= R 10%


Quando t = 76 hrs; RP= ?

A partir das condições DADAS,

(1) 100% = Ce0e C = 100%


(2) 50% = C e38 mil= 100% e38j
e38 mil= 0,50
38k = - 0,693
k = - 0.018

Então, RP= 100% e-0,018t

(2) Para RP= 10% (90% dissipation)

10% = 10% e-0.018t


noventa e oito

e-0,018t= 0,10
-0.018t = -2.30
t = 128 horas. Resposta.

(3) Para t = 76 horas,


RP= 100% e-0,018(76)
RP= 25,5% Responder.

Exemplo 7-7: Uma população bacteriana segue a “lei de


mudança exponencial.” Se entre o meio-dia e as 14:00 a população
triplo, a que horas a população se tornaria 100 vezes maior do que era
era ao meio-dia? Às 10:00 da manhã, qual era a porcentagem da bactéria
população em termos da população ao meio-dia?

Solução: Seja Pbpopulação bacteriana em qualquer instante

Equação Básica: Pb= C ekt

Dado: Quando t = 0 (MEIO-DIA); P = Po b


Quando t = 2 horas (14h); Pb= 3Po

Necessário: Quando t = ?; Pb= 100Po

(3) A partir das condições DADAS,


(1) Po = C eoou C = Po
(4) 3Po= C e2k= Poe2k

ou e2k= 3
2k = 1.10
e k = 0,55
Então, Pb= Poe0,55t

(4) (1) Quando Pb= 100Po,


100Po= Poe0,55t

e0,55t= 100
0.55t = 4.605
t = 8,37 hrs

A hora é: 20:22.2. Resposta


(3) Quando t = -2 horas (10 da manhã)

Pb= Poe0,55(-2)= 0,33 Po


99

Assim, às 10:00, a população bacteriana era de 33%


da população ao meio-dia.

Exemplo 7-8: A taxa de mudança da população masculina de um


o barangay particular é proporcional à população masculina em qualquer
tempo. Se a população masculina atual do barangay é de 30.000 e
há dez (10) anos, havia 20.000 homens no barangay, quando
a população dobrará sua contagem atual? Quantos homens havia
faz 4 anos?

Solução: Deixe Pmpopulação masculina do barangay em qualquer instante

Equação Básica: Pb= C ekt


Dado: Quando t = 0, Pm= 30.000
Quando t = - 10 anos; Pm= 20.000

m= 60.000
Necessário: Quando t = ? ; P
Quando t = -4 anos; P?

A partir das condições DADAS,

(1) 30.000 = Ce0ou C = 30.000

(2) 20.000 = C e-10k= 30.000 e-10k


e-10 mil= 0,667
- 10k = - 0.405
k = 0.405

Então, Pm= 30.000 e0,0405

(1) Quando Pm= 60.000


60.000 = 30.000 e0,0405t
e0,0405t= 2
0.0405t = 0.693

t = 17,10 anos

(2) Quando t = - 4 anos,


Pm= 30.000 e0.0405(-4)

Pm= 25,514
100

Exercício nº 20

Lei da Mudança Exponencial

Nome: ___________________________

Resolva os seguintes problemas.

1. O rádio se decompõe a uma taxa proporcional à quantidade


presente. Se ao final de 20 anos aproximadamente 1% do original
a quantidade se decomposições, quanto tempo levará para metade do
quantidade original a ser decomposta? (Resposta: 1.379 anos)
101

2. Uma certa substância radioativa tem uma meia-vida de 50 horas, ou seja,


metade da quantidade original se decomposou no final de 50
horas. Quanto tempo levará para 95% da substância se dissipar?
(Resposta: 216 horas)

3. Se eu representar a intensidade da luz que penetrou até uma


profundidade de x metros, então a taxa de mudança de I é diretamente
proporcional a I. Se I a uma taxa de 10 m é 4/9 da intensidade em
superfície, encontre as intensidades a profundidades de 20 metros e 40 metros.
(Respostas: 0,1975 Io, 0,0390 Io)
102

4. A taxa de crescimento populacional de um determinado país é proporcional


ao número de habitantes. Se a população de uma certa
o país agora tem 40 milhões e terá 50 milhões em 10 anos, o que acontecerá
qual será a sua população em 20 anos?
Resposta: 62,5 milhões

5. A taxa na qual uma substância química se decompõe é


proporcional à quantidade da substância que ainda permanece inalterada. O que
é a constante proporcional se a quantidade da substância
mudanças de 1000 gramas para 500 gramas em 2 horas? (Resposta: - )
0,347
103

6. Um certo elemento radioativo muda a uma taxa proporcional ao


quantidade em qualquer instante (lei da mudança exponencial). Quantos
gramas do elemento restarão em 300 anos, se 100 gramas foram estabelecidos
cinquenta anos atrás e atualmente é apenas 90 gramas?
48 gramas

7. Um certo elemento radioativo se dissipa a uma taxa proporcional a


sua quantidade presente instantaneamente. Se a metade de qualquer dado
quantidade do elemento se dissipa em 1.600 anos, que fração vai
dissipar durante o segundo século?
(Resposta: 8,3% ou cerca de 2/25 partes)
104

8. Um determinado objeto esférico aumenta de massa a uma taxa proporcional


para a área de superfície instantânea do objeto. Se metade de sua massa
foi ganho em 100 segundos, quanto tempo levará seu raio para
aumenta para o dobro de seu valor inicial. Em 200 segundos, o que
qual foi o aumento percentual do seu raio obtido pelo objeto?
(Resposta: 385 segundos; 52%)

7.2.2 Lei de Newton sobre Resfriamento

A "Lei do Resfriamento de Newton" é enunciada como


A taxa de mudança da temperatura
de um corpo colocado em um meio constante
a temperatura é proporcional à dife renca
entre as temperaturas do corpo e
médio – desde que essa diferença NÃO seja
grande.” Em forma de equação diferencial

dTb= k(Tb- Tm)


dt

que, quando resolvido por separação de variáveis,

Tb= C ekt+ Tm
onde: Tbvariável temperatura do corpo
105

Tmtemperatura constante do meio

Exemplo 7-9 A temperatura de um metal é 20°C. Ele está


submerso em um grande volume de líquido a uma temperatura de 5°C. Depois de um (1)
minuto, a temperatura do metal caiu para 10 C. Quando
a temperatura do metal será 6°C? Após 30 segundos, qual será?
temperatura do metal?

Solução: Equação Básica: TbÉkt+ Tm

Onde: Tm= 5°C (meio líquido)

DADO: Quando t = 0; Tb20°C

Quando t = 1 min; Tb= 10°C

REQUERIDO: Quando t =? ; Tb6°C

Quando t = 0,50 min ; Tb= ?

(i) Das CONDIÇÕES DADAS,

(1) 20 = C e0+ 5 ou C = 15

(2) 10 = C ek+ 5 = 15 ek+ 5

ou ek= 5
15
k = - 1,10

Então, Tb= 15 e-1,10t+ 5

(ii) (1) Quando Tb= 6°C,

6 = 15 e-1,10t+ 5

e-1.10t= 1
15
- 1.10t = - 2.71

t = 2,46 min Resposta

(2) Quando t = 0,50 min (30 segundos)


106

Tb= 15 e-1,10(0,50)+ 5

Tb13,65°C Resposta

Exemplo 7-10 Em um certo momento, um termômetro marcando 70°F é


tirado ao ar livre onde a temperatura é de 15°F. Cinco minutos depois, o
a leitura do termômetro é de 45°F. Após mais cinco minutos, o
o termômetro é levado de volta para dentro, onde a temperatura é fixada em
70°F. Qual é a leitura do termômetro dez minutos depois que foi
trazido de volta para dentro? Quando será a leitura, arredondada para o grau mais próximo,
retornar à sua leitura original de 70°F?

Solução:

Equação Básica: Tb= Cekt+ Tm

Onde: Tm= 15 F (meio gasoso)

DADO: Quando t = 0; Tb70°F

Quando t = 5 min; Tb45°F

REQUERIDO: Tb= ? depois de 10 minutos ao ar livre e mais 10


minutos indoor

t = ? quando Tb69ºF (interior)

(i) A partir das condições DADAS,

(1) 70 = C e0+ 15 ou C = 55

(2) 45 = C e5k+ 15 = 15 e5k+ 15

ou é5 = 30
mil

55
- 0,606
k = - 0,1212

Então, Tb= 55 e-0,1212t+ 15

NOTA: Esta equação é verdadeira para o caso onde o


termômetro
está ao ar livre.
107

(ii) Cinco (5) minutos depois, o termômetro foi retirado


de volta para dentro de casa. A leitura aqui é,

Tb= 55 e-0.1212t+ 15

Tb31.4°F

Então, ao trazer o termômetro para dentro,

Tb= 31.4 F quando t = 0

e a temperatura do meio, Tm= 70 F,


resultando em
uma nova relação,

Tb= C ekt+ 70

Substitua Tb= 31.4°F quando t = 0

31.4 = C e0+ 70 ou C = -38,6

e assim, Tb-38,6 e-0.1212t+ 70

(iii) Quando t = 10 min (interno),

Tb= -38,6 e-0.1212(10)+ 70

Tb58.5°F Resposta

(iv) Quando Tb69°F

69 = -38,6 e-0.1212t+ 70

e-0,1212t=1 .
38,6
30 minutos

NOTA: O valor de k para o caso em que o termômetro está dentro é


o mesmo que quando está do lado de fora.
108

Exercício No. 21

A Lei do Resfriamento de Newton

Nome: ___________________________

1. Se no ar a 60ºC um corpo esfria de 90ºC para 80ºC em 10 minutos, determine


sua temperatura 20 minutos depois. (Resposta: 73,35 C)
109

2. Um termômetro com leitura de 50 C é levado para fora onde o


A temperatura é de 30°C. Cinco minutos depois, a leitura é de 40°C. Encontre
a leitura da temperatura 10 minutos depois do termômetro
foi trazido para fora. (Resposta: 35ºC)

3. No Problema 2, encontre o tempo que levará para a temperatura cair


de 50 C para dentro de 30,5 C. (Resposta: 26,62 minutos)
110

4. Às 12:00, um termômetro com leitura de 60°C é levado para fora onde


a temperatura do ar é de 24 C. Às 12:02, a leitura é de 32 C.
12:06 P.M. o termômetro é levado de volta para dentro onde o
A temperatura é 60 C. Qual é a leitura do termômetro às 12:10?
P.M.? (Resposta: 58,24 C)

Um termômetro marcando 10°C é levado para uma sala onde o


a temperatura é 32°C. Dois minutos depois, a leitura do termômetro
é 15 . Determine a leitura da temperatura 5 minutos após o
o termômetro é trazido para a sala pela primeira vez. (Resposta: 20,26 C)
111

6. Um termômetro que marca 45 C é levado para fora onde o


A temperatura é de 25°C. Cinco minutos depois, o termômetro marca 33°C.
Encontre (a) a leitura do termômetro 10 minutos depois da
o termômetro foi levado para fora; e (b) o tempo que levará para
a leitura deve cair para 26°C.
28,2°C

7. Às 13:00, um termômetro que lê 35°C é levado para fora, onde


a temperatura do ar é de 6°C. Às 13:04 o registro é de 18°C. Às 13:09
P.M. o termômetro é levado de volta para dentro, onde a temperatura
está 35°C. Qual é a leitura do termômetro às 13h15? (Resposta:
29,84°C
112

8. A taxa na qual um corpo está esfriando em relação à diferença na


temperaturas do corpo e do meio circundante. Se um corpo
esfria de 120º para 70ºF em uma (1) hora, após colocá-lo em um meio
cuja temperatura é de 20°F, quanto tempo levará para o corpo esfriar até 30°F?
Após 2 horas, qual será a temperatura do corpo?
45°F
113

7.2.3 Circuitos Elétricos Simples

1ohm

L
E 1H

12V

1F

(1) Um circuito elétrico simples (CES) é aquele em que uma indutância L


(henry), uma resistência R (ohm), e uma capacitância C (farad), são
conectados em série com uma fonte de força eletromotriz, EMF de
E volt). A equação diferencial necessária para resolver os vários
os problemas relativos a este circuito são derivados com o uso do
As leis de Ohm e Kirchhoff.

A primeira lei de Kirchhoff afirma que "a soma algébrica de todas as


os potenciais em torno de um circuito elétrico fechado é zero." Aplicando em
essa lei sendo considerada pela SEC, temos

E – EL– ER– Ec= 0

onde EL= L dI (volts)


dt

ER= RI (volts)

EC= Q (volts)
C

Então, L dI + RI + Q = E
dt C
114

e L d2Q + RdQ + Q = E
dt2 dt C

NOTA: (i) As duas (2) equações básicas usadas na SEC são:

(1) Quando a capacitância não está presente,

L dI + RI = E
dt

(2) Com a capacitância no SEC,

L d2Q + RdQ + Q = E
dt2 dt C

ou ( LD
2
+ RD + 1 ) Q = E
C

Com D = d
dt

(ii) A indutância L é um parâmetro de circuito que se opõe a uma


mudança em
a corrente I (ampere) causando uma queda de potencial de EL.
(iii) A resistência R é um parâmetro de circuito que se opõe à
atual estou causando uma queda de potencial ER.
(iv) A capacitância C é um parâmetro de circuito que se opõe a uma
mudança na tensão causando uma queda de potencial EC.
(v) A corrente I é a taxa de variação da carga elétrica
Q(coulomb) ou

I = dQ
dt

e assim
dI = d2Q
dt dt2

Exemplo 7-11 Uma bobina de indutância 1 henry e resistência 10 ohms


está conectado em série com uma FEM de Eosen 10t volts. Quando t = 0,
a corrente é zero. Se I = 5 amperes quando t = 0,1 segundo, o que deve
seja o valor de Eo?
115

Solução: Este é um SEC onde não há capacitância, e assim o


a equação básica é,

L dI + RI = E
dt

onde: L = 1 henry

R = 10 ohms

E = Eosen 10t volts

(i) Substitua todos os valores conhecidos,

1 dI + 10 I = Eosen 10t (FOLDE)


dt

com P = 10; Q = Eosen 10t ; = e10t

(ii) A solução é: I = Q dt + C

Eu e10t= Eoseno 10t e10tdt + C

Avalie a integral para obter,

Eu e10t=Eo( e 10t(10
sen 10t - 10 cos 10t) + C
duzentos
ou I = Eo(sen 10t - cos 10t) + C e-10t
20

Mas eu = 0 quando t = 0, dando C = Eo


20

Então, I = Eo(sen 10t – cos 10t + e-10t)


20
(iii) Finalmente, para t = 0,1 segundo, I = 5 amperes,

Eo(sen 1 - cos 1 + e-1)


20

dando Eo= 149 volts


116

Exemplo 7-12 Uma FEM sinusoidal 110 sen 400t volts está conectada em
série em um circuito com uma indutância de 0,1 henry, uma resistência de 10
ohms e uma capacitância de 250 microfarads. Encontre o estado permanente
soluções da carga Q e da corrente I em termos do tempo t. Também
determine os valores máximos do Q e I em estado estacionário.

Solução: Este SEC contém todos os parâmetros L, R e C.

Equação Básica: ( LD2+ RD + 1 ) Q = E


C

onde: L = 0,10 henry

R = 10 ohms
C = 250 x 10-6farádio

E = 110 sen 400t volts

(i) Substitua todos os valores conhecidos,

(0.10D2+ 10D + 4000)Q = 110 sen 400t

NOTA: As soluções em "estado estacionário" para este SEC com


EMF sinusoidal
são

(1) Qss= E
_
o(X senωt + R cosωt)

Z2

(2) Euss= Eo(R senoωt - X cossenoωt)


Z2
Com ω = 400

X=L -1 = 30 ("reatância")
C

Z2= R2+ X2= 1000 ('impedância')

(ii) Com o valor computado, temos

Qss= - 0.00275 (3 sen 400t + cos 400t) Resposta


e
Euss= 1,10(sen 400t – 3 cos 400t) Responder
117

(iii) Para determinar os valores máximos de Qsse eusssset seu


derivadas em relação a zero, resolva para o tempo t e
substituir de volta nas equações básicas de Qsse euss.

(1) dQss= 0,00275


_
(1200 cos 400t – 400 sin 400t) = 0

ou 400 t = 1,25 radianos

Então, máx. Qss= -0.00275( 3 sen 1.25 + cos 1.25)

= 0,0087 coulomb Resposta

(2) dIss= 1,10 (400 cos 400t + 1200 sen 400t) = 0

ou 400t = - 0,32 radiano

Então, máximo. Euss=


1.10( - sen 0.32 - 3 cos 1.25)
= 3,48 amperes Resposta

Exemplo 7-13 Uma bobina de indutância 1 henry e


negligível
a resistência está conectada em série com uma capacitância de 10-6farad
e uma emf E volts. Considerando que Q e I são ambos zero quando t =
0, encontre a carga Q e a corrente I quando t = 0,001 segundo com
(a) E = 100 volts; (b) E = 100 sen 500t volts.

Solução: A equação básica aqui é (LD2+ RD + 1 )Q = E


C
Onde: L = 1 henry

R = 0 (negligível)

C = 10-6farad

E = 100 volts; 100 sen 500t volts

(i) Substitua os valores dados (para E = 100 volts),

(D2+ 106) Q = 100 (NHOLDE com Constant Right-Hand


Função)

(ii) (1) Equação auxiliar: m2+ 106= 0

com raízes: r1= 1000i ; r=


2 -1000i
118

então, Qc= eo(C1cos 1000t + C2sin 1000t)

(2) Integral particular, Qp= 100 = 10-4


106
Então, a solução completa é: Q = QcQp

Q = C1cos 1000t + C2sen 1000t + 10-4

e I = dQ = - 1000Csen
1 1000t + 1000C2cos 1000t
dt

(iii) Valores de C1e C2; Usando as condições de contorno: I =


Q = 0

Quando t = 0, isso dá C1= - 10-4e C2= 0

Q = 10-4(1 - cos 1000t)

e I = 0,10 sen 1000t


Quando t = 0,001 segundo,

Q = 10-4(1 - cos 1000t) = 4,60(10)-5coulomb


Resposta
e I = 0,10 sen 1 = 8,40(10) ampere
-2

Resposta

(iv) Para E = 100 sen 500t volts,

D2+ 106) = 100 sen 500t

um NHOLDE com emf "sinusoidal"

Aqui, Qc= C1cos 1000t + C2sen 1000t, que é o


igual a em
o caso anterior.

O valor de Qpé dado pela fórmula

Q p= E
_
o(X sen(ωt) + R cos(ωt))

Z2
onde: = 400

X = Lω - 1 = -1500 (“reatância”)
C
119

Z2= R2+ X2= 2,25(10)6impedância

Eo= 100

(v) Substituir por Qp,

Qp= 1,33(10)-4sen 500 t

e assim Q = Qc+ Qp

Q = C1cos 1000t + C2sen 1000t + 1,33(10)-4pecado


500 t

e I = dQ = 1000(-C1sen1000t + C2cos1000t) +
0,067 cos 500t
dt

Usando a condição de contorno: I = Q = 0 em t = 0

Para dar C1= 0 e C2= -6,79(10)-5

(vi) Finalmente,

Q = - 6,70(10)-5seno 1000t + 1,33(10)-4sen 500t

e eu = - 6.70(10)
-2
cos 1000t + 0.0670 cos 500t

Quando t = 0,001 segundo

Q = - 6,70(10)-5seno 1 + 1,33(10)-4sin 0,50

= 7,40(10)-6coulomb Resposta

e I = -6,70(10)-2cos 1 + 0,0670 cos 0,50

= 2,20(10)-2ampere
120

Exercício nº 22

Circuitos Elétricos Simples

Nome: ___________________________

1. Para o circuito na Figura 1, encontre a corrente em qualquer instante, e


mostre que, à medida que o tempo passa, a corrente se aproxima do limite E/R.
(Resposta: I = E/R (1 – e-Rt/L)

2. Uma bobina de indutância 2 henrys e uma resistência de 10 ohms é


conectada a uma fem E = 200 sen 20 t volts, onde t é o tempo em
121

segundos. I = 0 quando t = 0. Encontre I quando t = 0,05 segundos. (Resposta:


2,11 amperes

3. Uma indutância de 2 henrys e uma resistência variável R = 4/(t + 10)


estão conectados em série com uma tensão constante de E volts. Se I = 0
quando t = 0, determine E para que I = 50 amperes quando t = 5
segundos.
28,42 volts

4. Uma bobina de indutância 1 henry e negligenciável está conectada em série


com uma capacitância de 4 x 10-6farad, e uma emf de E = 200 volts.
Q e I em qualquer instante t.
Q = 1/1.250(1 – cos 500t;
122

I = 2/5 sen(500t)

5. Quando uma resistência R (ohms) e uma capacitância C (farads) são


conectado em série com uma emfs E (volts), a corrente I (amperes) é
dado pela equação

R dI + 1 I = dE
dt C dt
Se R = 1.000 ohms, C = 5 x10-4farad, e I = 10 amperes para t =
0, encontre
a corrente para t = 1 segundo e E = 100 volts. (Resposta: 1,35)
amperes)
123

6. Uma indutância de 1 henry, uma resistência de 1.200 ohms, e um


capacitância de 10-6farads estão conectados em série com uma emf E =
100 seno 400t volts. Se a carga e a corrente são ambas zero quando t
= 0, encontre a expressão para a corrente I em qualquer momento t depois disso.
A = e-600t (0.091(sen 8oot + 0,036 cos 800t) + 0,036 cos 800t
+ 0.021 sen 400t]

7. Uma indutância de 4 henrys e uma resistência de 30 ohms são


conectados em série com uma emf de E volts. Se I = 0 quando t = 0,
determine I quando t = 0,01 segundos se E = 220 volts. (Resposta: 0,533)
ampere)
124

8. Uma bobina de indutância 1 henry e uma resistência de 10 ohms é


conectados em série com um emf E = 100 sen 10 t volts. I = 0
quando t = 0. Encontre I quando t = 0,2 segundos. (Resposta: 7,30 amperes)

9. Uma indutância de 2 henries e uma resistência variável R = 4/(t + 10)


ohms estão conectados em série com uma emf E volts. Se I = 0 quando t =
0, determine E tal que I = 40 amperes quando t = 5 segundos.
(Resposta: 22,70 volts)

10. Uma indutância de 1 henry e uma resistência de 2 ohms são


conectados em série com uma fem de Ee-tvolts. Quando t = 0, I = 0.
Determine o valor de E se I = 20 amperes quando t = 1 segundo.
Resposta: 86,1 volts
125

11. Uma indutância de 1 henry, uma resistência de 100 ohms e um


capacitância de
10-4farads estão conectados em série com uma força eletromotriz E = 220 volts.
carga e corrente são ambos zero quando t = 0. Encontre I quando t =
0,002 segundos.
(Resposta: 0,342 ampere)

12. Uma bobina de indutância 2 henrys e resistência negligenciável é


conectado com uma capacitância de 2 x 10-6farad e uma emfs E = 200
volts. Se a carga Q e a corrente I forem ambas zero quando t = 0,
Q
(Answer: Q = 0.000 0488 coulomb; I = 0.094 ampere)
126

13. Uma indutância de 1 henry, uma resistência de 3.000 ohms, e um


capacitância de 5 x 10-7farads estão conectados em série com uma emf de
E = 200 e-1.000tvolts. Se a carga e a corrente forem ambas zero quando t
= 0, encontre I quando t = 0,001 segundo. (Resposta: 0,0194 ampere)

14. Uma indutância de 1 henry, uma resistência de 1.600 ohms, e um


capacitância de 10-6farads estão conectados em série com uma emf de 200
sin 500t volts. Encontre a expressão geral para a carga Q.
[Resposta: Q = e-800t(C1cos600t + C2sen 600t) - 1/7.750 (15sen500t +
16cos500t
127

15. Uma indutância de 1 henry, uma resistência de 1.200 ohms, e um


capacitância de 10-6farads estão conectados em série com uma emf E =
200 sen 600t volts. A carga e a corrente são ambas zero quando t =
0. (a) Find the value of Q and I at any time t. (b) Find I when t =
0,002 segundos.

7.2.4 Lei de Newton sobre Dinâmica

7.2.5 Um Problema sobre Solução Química


7.2.6 Fluxo Inconstante em Orifícios
7.2.7
7.2.8 Problemas de Fluxo de Calor
7.2.9 Diferentes Tipos de Vibrações
7.2.10 Movimento de um Corpo em Queda Sob uma
Resistência
Proporcional ao Quadrado da Velocidade
7.2.11 A Tractrix
128

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