ACADEMIA MEGA ESCALA BÁSICA – POLÍCIA NACIONAL
TEMA 45
PREVENÇÃO DE RISCOS TRABALHISTAS
EM SEGURANÇA VIÁRIA.
FATORES DO TRÂNSITO E SEU
INFLUÊNCIA NA SINISTRALIDADE VIÁRIA.
FATOR HUMANO, FATOR AMBIENTAL E
FATOR VEÍCULO.
RISKS AT WORK IN THE
CONDUÇÃO DE VEÍCULOS
PRIORITÁRIOS.
EQUIPOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
DO CONDUTOR E PASSAGEIROS DE
VEÍCULOS POLICIAIS.
ESTRATÉGIAS E MANUTENÇÃO
PREVENTIVO DEL VEÍCULO
PRIORITÁRIO.
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PREVENÇÃO DE RISCOS TRABALHISTAS EM
SEGURANÇA VIÁRIA
A Segurança Viária é parte integrante da prevenção de riscos laborais (PRL). Os acidentes
ocasionados durante o transporte de materiais com veículos de carga, de veículos
prioritários, etc., incluindo os acidentes em deslocamentos que são considerados acidente de trabalho. Por
lotanto, as políticas das empresas a respeito, têm sido orientadas à formação e conscientização
de todo o seu pessoal, exigindo ou reclamando, o cumprimento das normas de condução e
circulação. Ou seja, fornecer ao condutor ferramentas, habilidades, conhecimentos,etc.,detodoel
conjunto de meios necessários para evitar o possível aparecimento de acidentes ou, caso ocorram,
produzam, minimizem suas consequências, tanto no momento em que ocorrem quanto depois de produzidas
o mesmo.
A Segurança Viária é o conjunto de ações destinadas à prevenção de sinistros.
tráfico a minimização de efeitos, especialmente para a vida e a saúde das pessoas.
Em termos ordinários, os acidentes de trabalho/viários formam um fenômeno social importante.
devido à sua dimensão ou magnitude. Segundo cálculos aproximados, cerca de 50% das vítimas de trânsito
estão associadas a riscos laborais/viais. A segurança vial é um fenômeno a ter muito presente e em
grande consideração, pois os acidentes de trânsito constituem, além de problemas sociais e
familiares (vítimas mortais, pessoas incapacitadas pelas lesões, etc.), problemas econômicos
notórios, atualmente.
O acidente de trabalho de trânsito é toda lesão corporal que um trabalhador sofre em razão de
como consequência do seu trabalho, tanto no trajeto de sua casa para o local de trabalho ou do
centro de trabalho ao domicílio (é o que se conhece como acidente in itinere); ou bem durante sua
jornada laboral (conhecido como acidente em missão), neste caso serve de exemplo: quando a
persona em questão se encontra desenvolvendo alguma labor própria de seu trabalho, ou seja, assistirá a uma
conferência ou reunião, assistência a cursos, etc., mediante a utilização de um veículo.
Ao nos encontrarmos dentro do quadro europeu, em matéria de Segurança e Saúde no Trabalho,
a norma fundamental é a Diretiva 89/391/CEE, conhecida como Diretiva Quadro de Segurança.
Sua transposição para o direito espanhol foi realizada pela Lei 31/1995, de 8 de novembro de
Prevenção de Riscos Laborais publicada no BOE nº 269, de 10 de novembro de 1995,
daqui em diante LPRL, estabelecendo as principais regras para a melhoria da segurança e saúde no trabalho, tanto
para empresários como para trabalhadores.
Acidente in itinere, o artigo 156. 2 a) da Lei Geral da Segurança Social diz que são
os que sofrer o trabalhador ao ir ou ao voltar do local de trabalho. Neste caso, devem ser dados três
elementosocriteriosparatalconsideração,asaber:
- Que ocorra no caminho de ida ou volta,
Queno se produzcan interrupções por tarefas não habituais no deslocamento
entre o trabalho e o acidente e,
Que se empregue itinerário habitual.
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Acidente em missão, artigo 156.2 c), os ocorridos por ocasião ou em consequência dos
tarefas que, embora sejam diferentes das do seu grupo profissional (exemplo, motoristas
profissionais), execute o trabalhador em cumprimento das ordens do empresário ou
espontaneamente no interesse do bom funcionamento da empresa.
Do exposto até o momento, conclui-se que as empresas para poderem prevenir os
risco laborais/viários, devem informar sobre os deslocamentos in itinera de seus trabalhadores, de
circunstâncias como: distância média percorrida a diário, utilização do veículo privado de forma
compartidacarona
o (evitando com isso a existência de mais veículos nas estradas,
etc.,)tipos de veículo (turismo, motocicletas), itinerário habitual, análise dos trajetos realizados
(muito importantes os famosos e, por desgracia, pontos negros), enfim, toda informação de
caráter preventivo com o objetivo de evitar um acidente de trânsito.
Nos acidentes em missão, seria importante analisar as características dos
deslocamentos, trâmites comerciais (zonas onde devem parar, se têm muito tráfego, são
vias rápidas, estreitas, etc.,) comprimento aproximado dos deslocamentos e frequência destes, o
tipo de rede de estradas utilizadas, etc.
A tudo isso, devemos acrescentar os tipos de condutor, onde encontramos o “condutor
profissional" que é, aquele, que usa o veículo de maneira contínua ou permanente e o "condutor
esporádico ou ocasional”, o qual utiliza o veículo de forma menos permanente ou mais intermitente,
mas o que você deve se deslocar para fora do seu local de trabalho.
É importante ressaltar que os funcionários da Polícia Nacional têm direito a uma proteção
eficaz em matéria de segurança e saúde no trabalho, a fazer propostas tanto a título individual a
através de seus superiores hierárquicos, assim como através de seus canais de representação: Delegados/as
de Prevenção e, Comissão de Segurança e Saúde no Trabalho Policial, a participar na prevenção de
todos os riscos específicos que afetam o seu posto de trabalho e, à adoção das medidas de
proteção e prevenção aplicável a esses riscos. Também será um direito desses funcionários
a vigilância periódica da saúde e a proteção à maternidade; tudo isso por meio da aplicação de
um Plano de Prevenção de Riscos Laborais, cujos instrumentos essenciais são a Avaliação de
Riscos e o Planejamento da Atividade Preventiva.
Por outro lado, a Direção Geral da Polícia, através do Serviço de Prevenção de
Riscos Laborais da Polícia Nacional, tome as medidas adequadas para que os/as policiais
recebam as informações necessárias sobre os riscos para a segurança e saúde no trabalho, os
medidas e atividades de prevenção e proteção e, em caso de emergência.
Apesar de seu caráter especial (inesperado, surpreendente ou indesejado), os acidentes não surgem
espontaneamente, não se produzem por acaso, são resultado, consequência e efeito de uma
situação anterior prévia, na qual coexistiram algumas circunstâncias e condições que permitiram sua
produção.
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Os riscos laborais também podem desencadear outras situações ou eventos que, sendo
parecidos, não constituem em si mesmos um acidente de trabalho, em concreto:
.- Incidente: suceso em que não ocorrem danos, mas que revela a
existência de riscos derivados do [Link] líquido que se derrama sobre o chão de uma
oficina que pode causar um escorregão de um trabalhador
Acidente branco: situação onde se produzem danos aos bens, mas não às pessoas.
pessoas.O braço de uma grua cai no chão e apenas ocorre um buraco no solo, sem atingir
a ninguém, sem vítimas de nenhum tipo.
CARTA EUROPEIA DA SEGURANÇA RODOVIÁRIA
A Carta Europeia da Segurança Rodoviária é um convite da União Europeia para os
diferentes setores sociais, incluindo as empresas, para executar ações concretas, assim como
avaliar os resultados e conscientizar os cidadãos, incluindo os trabalhadores dessas empresas em
matéria de Segurança Viária. Através da rubrica desta carta, a empresa se compromete a reduzir
o número de acidentes de trânsito de seus trabalhadores, constituindo-se como base do Plano de
SegurançaVialdasempresas.
A assinatura da Carta Europeia, mais do que um fim, deve ser uma ferramenta que permita o
desenvolvimento e condução de procedimentos, atividades, protocolos, etc., voltados para
salvaguardar a integridade dos trabalhadores.
Todo signatário desta carta assume os seguintes 10 pontos:
1) Adotar as medidas que entrem dentro de suas competências para contribuir
ao alcance do referido objetivo de redução da mortalidade nas estradas.
2) Incluir as medidas de segurança viária e a avaliação dos resultados nisto
ámbito entre seus objetivos prioritários e seus próprios critérios decisórios
principais no âmbito de suas atividades de pesquisa, de seu
organização e de seus investimentos, assim como no quadro mais geral de a
organização de suas atividades profissionais para assim elaborar um autêntico
plano de segurança viária.
3) Compartilhar com os organismos competentes em matéria de segurança viária
informação de caráter técnico e estatístico que facilite uma maior
compreensão das causas dos acidentes, das lesões por eles
ocasionadas e da eficácia das medidas preventivas e paliativas.
4) Contribuir para a prevenção de acidentes de circulação por meio de medidas
de alta qualidade em um ou vários dos seguintes âmbitos:
Formação e informações iniciais e contínuas dos condutores.
Equipamento e ergonomia dos veículos automóveis.
Remodelação das infraestruturas a fim de reduzir ao mínimo os
riscos de acidentes e sua gravidade e promover uma condução segura.
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5) Aperfeiçoar e aplicar tecnologias que contribuam para reduzir as
consequências dos acidentes de tráfego.
6) Contribuir para desenvolver meios que possibilitem um controle uniforme,
continuo e adequado da observância das normas de circulação por
pessoas que atuem em seu nome ou sob sua administração e sancionar
de forma uniforme, rápida e proporcional aos possíveis infratores.
7) Criar um quadro que favoreça a introdução de atividades educativas
permanentes e a reabilitação dos condutores de risco.
8) Procurar contribuir na medida do possível para um maior conhecimento de
as causas, circunstâncias e consequências dos acidentes a fim de extrair
as lições pertinentes e evitar assim sua repetição.
9) Velar para que se preste assistência médica, psicológica e jurídica eficaz e de
qualidade às possíveis vítimas de acidentes de trânsito.
10) Aceitar uma revisão inter partes posterior, de acordo com as normas de
confidencialidade adequadas, das medidas que tenham sido adotadas para
aumentar a segurança viária e, se necessário, extrair as lições que
sempreponhampararevisarasmensurações.
Por norma geral, algumas das iniciativas dos planos de Segurança Rodoviária nas empresas
filho
Dar por especialistas na matéria cursos sobre Segurança Viária para empregados.
Realizar planos de sensibilização, por meio da realização de palestras, panfletos,
informação na página web, etc.;
Entregar manuais aos funcionários com informações sobre segurança viária;
Publicitar estudos técnicos sobre segurança viária;
Formação específica a trabalhadores com alta sinistralidade;
Fazer acompanhamentos periódicos do comportamento dos motoristas;
Criar uma seção especial no site da empresa onde possa ser encontrado
informações sobre segurança viária, bem como a possível participação em fóruns e
proporcionar ajuda psicológica às vítimas de acidentes de trânsito.
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FACTORES DO TRÁFEGO E SUA INFLUÊNCIA EM
A SINISTRALIDADE VIÁRIA. FATOR HUMANO,
FATOR AMBIENTAL E FATOR VEÍCULO.
Das definições de trânsito e segurança viária, deduz-se que existem três fatores que se
interrelacionam entre si e que estão presentes o tempo todo na circulação, são:
O humano
O veículo
O ambiental (A via-ambiente).
Dichos fatores não podem ser considerados de forma isolada, mas necessariamente devem
inter-relacionam no momento da circulação.
O fator humano é o mais importante, é responsável por entre 70-90% dos
acidentes. O motorista deve estar em perfeito estado, tanto físico quanto psíquico, uma vez que disso
depende notavelmente da segurança na condução
A OMS aponta que 90% de todas as mortes ocorrem em países em desenvolvimento.
A OMS dedicou o Dia Mundial da Saúde em 2004 com o lema “A segurança rodoviária não é acidental”
dando a conhecer a preocupação existente com o fim de sensibilizar a população impulsionando o
conhecimento do problema e promovendo as medidas que permitam acabar com ele.
A utilização compartilhada da via por todos os seus usuários necessita de um equilíbrio entre as
exigências do ambiente e a própria capacidade dos condutores no uso dos veículos, com o
que quando dito equilíbrio se fractura, sucede o acidente de circulação. Por tanto, se aceita que
o acidente surge, como consequência de um nexo prejudicial de diferentes fatores, em um momento
e lugar determinado.
FATOR HUMANO
Este fator alude à capacidade de cada pessoa. É importante manifestar que o fator
A intervenção humana de forma direta ou indireta em 70-90% dos acidentes de trânsito, sendo, por
Olá, o fator principal a ser considerado, sem menosprezar os demais. Junto à importância deste
fator nos acidentes de trânsito, devemos indicar que a capacidade do motorista pode ser vista
alterada ou modificada pelo consumo de medicamentos, drogas, álcool, assim como por outros
elementos, não desconsiderando a formação do condutor, implícita neste fator.
O condutor é responsável por agir de forma adequada, portanto, deve não só
cumprir com a normativa reguladora da circulação, mas também adequar suas condições
pessoais à condução.
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Alfa c to r huma não estão relacionados:
As distrações são responsáveis por quase um terço dos acidentes de trânsito.
Usar o celular, fumar (acender o cigarro), usar de maneira inadequada o GPS, ou qualquer
outra atividade que faça com que deixemos de estar atentos à condução. Um breve
Um descuido é suficiente para provocar um acidente. Na perda de atenção na
A condução é relevante o estado psíquico do condutor, pois estados emocionais como a
tristeza, euforia, ansiedade, irritabilidade, agressividade, etc., fazem com que não prestemos atenção
necessária.
Álcool, drogas e medicamentos, metade ou mais dos falecidos por acidentes de
A circulação está relacionada com o consumo de álcool. Seus efeitos na condução
afetam as emoções do condutor, este se torna mais agressivo, irresponsável, etc.
ocorrem alterações nas percepções sensoriais, como a visão ou a audição, o que leva
implícito a diminuição na atenção e, por sua vez, a capacidade de calcular a distância,
velocidade, momento de frenagem, entre outros.
O álcool afeta o sistema nervoso central (SNC) agindo como um depressor do mesmo, é
dizer, ralentiza as funções do organismo.
A taxa de alcoolemia: a taxa de álcool no sangue (TAS) refere-se a os
gramos de álcool que existem por litro de sangue ou por mil centímetros cúbicos de sangue.
Também pode-se definir a TAS como os miligramas de álcool por litro de ar
expirado dos pulmões. Em qualquer caso, a TAS deve ser verificada por meio de aparelhos de
precisão denominados etilômetros.
Tratamento legal do álcool: a regulamentação específica da alcoolemia na normatização viária
se contempla no art. 12 da Lei de Segurança Viária e arts. de 20 a 26 do Regulamento
Gerente de Circulação. O artigo 12.1 da Lei de Segurança Viária estabelece a
proibição de circular pelas vias objeto desta lei para os condutores com taxas
superiores às que regulamentarmente se estabeleçam de bebidas alcoólicas. Estas
infracciones terão o caráter de muito graves. Tudo isso foi desenvolvido pelo
Regulamento Geral de Trânsito, art. 20 onde se estabelece o seguinte:
Art. 20 "1. Não será permitido circular pelas vias objeto da legislação sobre Trânsito,"
Circulação de Veículos Motorizados e Segurança Viária, ao condutor de veículos com
uma taxa de álcool no sangue superior a 0,5 gramas por litro, ou de álcool no ar
espirado superior a 0,25 miligramas por litro.
Quando se tratar de veículos destinados ao transporte de mercadorias com um peso
máximo autorizado superior a 3.500 quilogramas, veículos destinados ao transporte
de viajantes de mais de nove lugares, ou de serviço público, ao escolar ou de
menores, ao de mercadorias perigosas ou de serviço de urgência ou transportes
especiais, os condutores não poderão fazê-lo com uma taxa de álcool no sangue
superior a 0,3 gramas por litro, ou de álcool no ar expirado a 0,15 miligramas por
litro.
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Os condutores de qualquer veículo não poderão ultrapassar o limite de álcool no sangue
de 0,3 gramas por litro, nem de álcool no ar exalado de 0,15 miligramas por litro,
durante os dois anos seguintes à obtenção da autorização ou licença que os habilite
para conduzir.
As drogas, por sua parte e como já vimos ao longo do conteúdo, têm efeitos.
depressivos, estimulantes e alucinógenos, o que faz com que sejam completamente
incompatíveis com a condução, sobretudo, pela falta de percepção da realidade.
O consumo de drogas afeta a condução, e faz isso de várias maneiras. Os efeitos
que terão as drogas no condutor tanto a nível físico como comportamental dependem
de todo um conjunto de variáveis, entre as quais destacamos:
¾ A quantidade e a qualidade da substância tóxica que foi ingerida.
¾ A idade e o estado psicofísico geral do indivíduo.
¾ As possíveis misturas simultâneas ou cíclicas com outros produtos.
¾ O tempo de tomada da substância.
¾ O estado psicológico no momento da ingestão.
¾ A via de ingestão.
¾ O processo metabolizador.
¾ O tipo de substância ou droga em questão.
Fármacos ou medicamentos, estes podem produzir alterações nas capacidades
do indivíduo, com a diminuição dos reflexos e demais, por tal motivo é
é imprescindível ler as instruções de administração e os efeitos que elas produzem,
evitando assim qualquer risco desnecessário.
- Velocidade, outra das causas mais importantes de acidentes, é um risco tanto por
velocidade inadequada ou excessiva. Quando falamos de velocidade inadequada, é
quando o ritmo de circulação não se corresponde ou se ajusta nem ao estado da via nem com as
condições próprias de circulação. A velocidade excessiva reduz a eficácia ou rapidez.
dos elementos de segurança do veículo, assim como diminui a habilidade do
conduzindo no momento de reagir, influenciando também tanto no risco de colisão
como na gravidade das consequências do acidente.
Os efeitos negativos mais notáveis de uma velocidade excessiva são: encurta o tempo de
reação, obstruí o controle sobre o veículo em mudanças de trajetória,
frenados, controle etc., o campo visual é menor e a nível fisiológico produz fadiga já que
o indivíduo há de estar mais vigilante.
Agressividade, a maioria dos motoristas conduziu de forma agressiva ao
volante alguma vez na sua vida. De estudos realizados se determina que alguns dos seus
os pontos mais importantes são a pressa, a prioridade ou quando veem que essa prioridade está
em perigo. Poderíamos incluir o tema da urgência hospitalar, onde a condução se
torna-se agressiva por não respeitar sinais de trânsito, a prioridade de passagem, etc., embora este caso
pode ter uma justificativa baseada na vida que tentamos salvar, desde que
não coloquemos em perigo a de outro usuário.
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- Idade, os acidentes de trânsito são a primeira causa de mortalidade entre os jovens de
entre 18 e 24 anos. Os estudos afirmam que conduzem de forma arriscada, com um
excesso de velocidade, são mais distraídos, etc.
A inexperiência influencia os acidentes assim como a imaturidade. A idade traz
aparejada alterações fisiológicas e as pessoas idosas são afetadas
ouvido, a motricidade, a vista, ou seja, diminui a capacidade de reação diante de qualquer
vicissitude
A fadiga repercute negativamente na capacidade de condução, aumentando a
distracções, assim como o tempo de reação. A fadiga desencadeia a falta de sono
(início da sonolência) e, por sua vez, ocorre por trajetos longos onde não se
descansa, temperaturas elevadas, comidas copiosas, etc.
- O estresse provoca numerosos acidentes, pois entre seus efeitos negativos estão
encontra a ansiedade, a condução imprudente e temerária, a impaciência, a agressividade.
Uma das principais causas do estresse na condução é que na hora de
realizar os deslocamentos o tempo disponível para realizá-los é menor, com isso
a velocidade geralmente também é excessiva. Os engarrafamentos também são motivos de estresse,
ficando com duas opções: evitá-los se possível, ou aceitá-los com tranquilidade.
O estresse e sua relação com a segurança viária são de especial relevância, uma vez que sob seu
a influência aumenta a probabilidade de sofrer um sinistro, além de que as próprias
situações de tráfego se constituem com frequência em uma fonte de estresse para o
construtor. O estresse é um processo psicológico que se origina quando uma pessoa é
lhe apresenta uma forte exigência frente à qual não tem uma resposta clara e adequada.
Podemos concluir que o estresse não é algo negativo, essa síndrome faz parte dos
mecanismos dos quais nosso organismo dispõe para se adaptar ao ambiente.
Quando o estresse atinge intensidades excessivas ou se mantém por um período de tempo
prolongado, é quando como consequência dessa situação podem aparecer alterações
da saúde. Quando a resposta ao estresse não serve para resolver os sintomas que
a produção pode desencadear problemas de pressão arterial, da taxa de cardíaca e do
tono muscular.
Distintos estudos demonstraram que muitos motoristas que sofreram
acidentes, em meses anteriores, aconteceram ou estão acontecendo por algumas das
situações expostas em maior proporção do que os condutores que não sofreram
acidentes. Quanto maior for o estresse, maior é a probabilidade de sofrer um acidente.
Outros estudos demonstraram que quando o número de elementos relevantes ao tráfego a
os que o condutor deve prestar atenção superam suas capacidades (tráfego denso,
semáforos, peatones, postes publicitarios etc.) se puede conocer um fenômeno conhecido
como estresse perceptivo, o qual está relacionado com determinados tipos de
acidentes. O potencial efeito estressor de qualquer evento de trânsito é aumentado
com o passar do tempo.
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Emoções, nem sempre dirigimos de forma racional, o estado emocional que mais
afeta na condução é o medo, pois afeta tanto positiva quanto negativamente. Se
Bem, a diferença está no fato de que os motoristas com medo costumam respeitar a velocidade,
normas de circulação, etc., em resumo, são mais prudentes ou responsáveis, assim neste
caso afetaria de maneira positiva. No entanto, a ansiedade na condução e como
parte das emoções, atua negativamente pelo seu caráter perigoso.
Estado psicofísico do condutor: estima-se que o álcool está presente em 30-
50% dos acidentes mortais na Espanha. Este aumento no risco de acidentes
devido ao consumo de álcool deve-se em grande parte ao fato de que este altera a maioria dos
capacidades psicofísicas necessárias para uma condução segura.
O condutor deve oferecer uma resposta adequada às exigências impostas pela via, as
condições meteorológicas ou ambientais, a circulação, as normas e sinais que regulam a
circulação, etc. Para tudo isso, é necessário ter boa informação e uma capacidade adequada para
agir. O condutor recebe as informações do ambiente através de estímulos que coleta através de
perda de sentidos, principalmente a vista e o ouvido.
A capacidade de resposta do condutor é influenciada além da informação que
recebe, de como recebe esta, do tempo empregado em recebê-la, de dar-lhe o valor e de agir
mediante a tomada de decisões e ações. Quando essa informação é excessiva ou sua capacidade
de recepção está influenciada por seu estado psicofísico (vistos anteriormente: fadiga, drogas, estresse,
medicamentos, álcool, etc.), detal forma que lê se impossibilita receberlanítidamente e não pode avaliá-la
de maneira lógica ou adequada, sua capacidade de resposta ficou influenciada negativamente,
podendo surgir os falhos, os erros e o correspondente acidente de circulação.
Para finalizar este ponto diremos que o nível de capacidade do condutor virá determinado
por fatores físicos, psíquicos, de competência técnica (formação adquirida em sua experiência
como condutor), nível de vigilância, assim como o conhecimento das normas de circulação.
FATOR AMBIENTAL (A VIA E O ENTORNO)
Neste fator, encontramos a visibilidade e iluminação das vias, assim como elementos
que mudam e influenciam a condução de forma mais imprevisível, como a climatologia e
incidências ou obstruções temporais. Vejamos os principais.
Nieve, vento e gelo, tenha em conta que a temperatura externa não superior a 4º C
incrementa a possibilidade de aparecimento de placas de gelo e/ou neve, especialmente em condições de
chuva, umidade, etc., é importante redobrar a precaução pela manhã logo cedo e, inclusive,
de madrugada, porque nestas horas é mais provável a formação de gelo.
A chuva, esse fator produz o fenômeno conhecido como aquaplanagem, é preciso evitar.
frenar e acelerar bruscamente segurando firmemente o volante. Levar em conta a intensidade de
a chuva, já que permitirá um maior ou menor grau de visibilidade, acender as luzes, etc.
Niebla, dirigir sob essas circunstâncias é muito perigoso, temos que adaptar a
velocidade e distância de segurança de acordo com o grau de visibilidade existente, procurar não
adelantar, encender alumbrado antiniebla y de cruce. Se a névoa é muito espessa, é
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é conveniente tomar a referência das marcas viárias à direita, em autoestradas e vias rápidas
circular pelo lado direito, verificar o funcionamento do limpador de para-brisa, assim como em
estadodelluvia. Não é aconselhável usar as luzes altas, devido ao efeito espelho.
Temperaturas elevadas, se está sol é conveniente utilizar o protetor solar com a inclinação.
adequada para que proteja os olhos da luminosidade dos raios solares, usar óculos de sol,
prestar atenção às mudanças de contraste nas entradas e saídas de túneis, estar atento a
a hidratação corporal, etc. Outra questão é a temperatura do motor, a qual deve ser controlada.
Estado da via, impostos pelas características geométricas e físicas da via, ou seja, a
a complexidade de conduzir não é a mesma, entramos retos que em curvas; em caminhos de
terras, em calçadas com pavimento de paralelepípedos que por asfalto, por trechos escorregadios ou
por aqueles que apresentarem boa adesão, etc.
Neste fator, também incluímos a densidade e a fluidez da circulação, quanto mais
Veículos que circulam na circulação é mais difícil, se circulam veículos pesados, se as vias são amplas ou
estreitas, se têm não arcem, estão bem sinalizadas, etc.
FATOR VEÍCULO
Elemento utilizado tanto para el desplazamiento hasta el lugar o centro de trabajo como utensílio
a ferramenta profissional, entre os riscos associados ao uso do veículo encontramos o
estado dos pneus, freios, fixação da carga a transportar, estado da direção, dissipação
de gases, parachoques mal ajustados, cinturões de segurança, capacetes, airbags, iluminação,
controle de estabilidade, etc. Na maioria dos acidentes em que a causa principal é o veículo, um
mal funcionamento por parte do condutor ou proprietário é a origem do acidente, por isso é
é fundamental a manutenção do veículo como parte da segurança do mesmo, assim como o tempo
do veículo, já que não é a mesma coisa um veículo novo que um velho.
Dentro do fator veículo, diferenciaremos entre segurança ativa, segurança passiva e segurança
terciária
ü Segurança ativa, são aqueles mecanismos ou dispositivos cujo objetivo é diminuir o
risco de acidente e podemos encontrar os sistemas de frenagem (ABS), sistemas
de controle de estabilidade, sistema de direção, sistemas de climatização, sistemas de
iluminação, pneumáticos, iluminação.
ü Segurança passiva, são aqueles elementos cujo objetivo é minimizar os resultados que
um acidente de trânsito pode ter sobre os ocupantes do veículo. A modo de
exemplocitamos a carroceria, descansabriços, os cintos de segurança, os airbags.
ü A segurança terciária inclui os sistemas que começam a atuar após que o
o acidente ocorreu com o objetivo de conseguir a mínima gravidade no acidente.
Encontramos sistemas que tentam evitar que após um acidente possa ocorrer um
incêndio, por meio de depósitos de combustível que impedem que os diferentes líquidos do
veículo possam vazar após um acidente ou mecanismos de fechamento da injeção de
combustível ao detectar um impacto, coexistindo com o desligamento automático do motor.
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Além disso, as fivelas dos cintos devem permitir uma abertura fácil e rápida
evitando que os ocupantes do veículo fiquem presos e imobilizados em seu interior,
habitáculos que, após o acidente, não se tornem em jaulas ou armadilhas mortais para os
ocupantes, que as portas se abram sem dificuldade após um acidente. O sistema de chamada
de emergência automática oeCall, é um dispositivo que é ativado automaticamente em
no caso de ocorrer um acidente, faça uma chamada para os serviços de
emergência
exata do veículo, etc.
RISKS LABORALS NA CONDUÇÃO DE
VEHÍCULOS PRIORITÁRIOS.
O automóvel se tornou um elemento indispensável na Organização da Polícia
Nacional, pois não existe nenhuma Unidade dentro da Direção Geral da Polícia que não
dispõe desse tipo de meios, seja como instrumento de transporte, ou porque
o veículo em si mesmo faz parte do equipamento especial da Unidade, como é o caso
dos veículos do TEDAX, SUBSUELO, GUIAS CANINOS, UIP, etc...
Os usuários de veículos prioritários passam um elevado número de horas ao volante e
se falarmos dos veículos policiais ainda mais, pois seus condutores prestam serviços de
patrulha sendo uma de suas funções primordiais, a segurança cidadã. Devido ao que
manifestado, ao estar durante tanto tempo expostos e frente à possibilidade de sofrer acidentes
de circulação onde uma má colocação do volante, do apoio de cabeça, a velocidade de
os serviços de urgência, etc., são fatores que aumentam e, se for o caso, agravam as
consequências quando ocorre um acidente de caráter viário.
Assim está destacado o alto índice de sinistralidade da frota de veículos
policiais, em parte devido às peculiaridades e exigências do Serviço Policial, cujos números
se situam acima da média de outras corporações que prestam serviços de urgência,
com número similar de veículos em sua frota. Esta alta sinistralidade se traduz em um
grande número de feridos, que representam um percentual importante dos
incapacidades temporárias médicas na Direção Geral.
Por tudo isso nasce a Instrução Operativa de Prevenção de Riscos Laborais IOPRL-
003que, por um lado, indica aos condutores e demais usuários dos veículos a colocação
em marcha de algumas medidas preventivas e, por outro lado, exige igualmente da Administração
Publica a incorporação de novas tecnologias que reduzam os fatores de risco ou
minimizem as consequências dos acidentes e, além disso, a realização da vigilância de
a saúde de acordo com os protocolos estabelecidos.
Os Chefes das diversas unidades zelarão pelo cumprimento da IOPRL 003,
assegurando-se de que todo o pessoal afetado a conhece perfeitamente e está
devidamente instruído para realizar as tarefas encomendadas.
Conforme à atual estrutura da DGP, o controle da manutenção efetiva dos
veículos de competição, com caráter geral, da Divisão Econômica e Técnica (Área
de Automóveis) e com caráter específico, dos diferentes Chefes de Unidade em relação a
aos veículos atribuídos ao seu respectivo âmbito.
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A capacitação e formação dos condutores da Polícia Nacional é competência de
a Divisão Econômica e Técnica (Área de Automóvel) e da Divisão de Formação
y Aperfeiçoamento.
Igualmente e como quer que o veículo policial deve ser considerado como lugar de
trabalho, é proibido fumar no interior do mesmo, de acordo com o estabelecido na Lei
42/2010, de 30 de dezembro, pela qual se modifica a Lei 28/2005, de 26 de dezembro, de
medidas sanitárias frente ao tabagismo e reguladora da venda, fornecimento, consumo e a
publicidade dos produtos do tabaco.
ATUAÇÕES: os chefes das diferentes unidades zelarão pelo uso correto da frota
policial atribuído a suas respectivas equipes, tanto no que diz respeito à sua condução, como na
qualquer outra forma de utilização ou manutenção. Todo condutor de um veículo policial,
Qualquer que seja sua escala ou categoria de pertencimento, deverá agir de acordo com as
s seguintes normas de uso:
Deverá estar em posse da correspondente licença de condução da Polícia
Nacional.
A coleta de um veículo policial para o início de um serviço os
os funcionários usuários devem verificar seu estado de conservação geral
externo e interno (limpeza, desperfectos apresentados, perdas de líquidos, pressão
e aspecto dos pneus, estado dos níveis, reabastecimentos, luzes de aviso de
avarias acesas, etc.) devendo, no caso de observar-se anomalias,
comunicá-lo por escrito a seus chefes imediatos. Igualmente, deverá ser comprovado
que no veículo se mantém em perfeito estado o material de dotação policial
e auxiliar (prioritário, lanternas, extintor, roda sobressalente ou kit anti-furos,
triângulos de sinalização, coletes, etc.).
Ao finalização de um serviço com veículo, os funcionários usuários são os
responsáveis pelo estado geral do mesmo no momento de sua devolução,
deverá apresentar as mesmas condições de operabilidade que no momento de sua
adequada limpeza interior e exterior, localização de chaves, documentação
do veículo, reabastecimento suficiente, notificação de sinistros ou avarias, e quaisquer
outra incidência que poderia afetar de forma direta o funcionamento normal ou
imagem do veículo policial.
Deve-se deixar constância do estado do veículo e das incidências no
correspondente "Livro de Serviço da Unidade", assim como o "Livro de Controle"
de Veículos e Material de Dotação” correspondente a cada um dos veículos
policiais, ato que deve ser realizado pelos próprios condutores dos mesmos
tanto no início quanto no término da prestação do serviço.
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ANTES DO USO DO VEÍCULO: como norma geral, devem ser verificadas, com caráter
antes do uso do veículo, uma série de elementos que são citados a seguir. Este
A verificação será realizada pelo próprio motorista e seu acompanhante (no caso de rádio
patrulhas) sempre nas trocas de turno (nos veículos Zs), e no restante de
veículos policiais pelo menos uma vez a cada 15 dias.
Todos os veículos requerem uma manutenção mecânica preventiva periódica, pelo menos
o programado e recomendado pelo fabricante, manutenção preditiva (estabelecida em
as Inspeções Técnicas) e a manutenção corretiva (produzida em caso de falha
o acidente). Entre outras ações, devem ser realizadas as seguintes:
a) Revisão da pressão e estado de conservação dos pneus,
verificando visualmente (através dos indicadores de desgaste) que a
a profundidade dos sulcos principais da banda de rodagem é encontrada
dentro dos limites legais de circulação permitidos, que não existem
deformações ou cortes que possam representar um risco potencial, e que a pressão
é equivalente aos parâmetros estabelecidos pelo fabricante do veículo.
b) Níveis do óleo do motor, líquido de arrefecimento, líquido de freio e líquido de
direção, verificando se estão dentro dos limites mínimo e
máximo, evitándose assim graves avarias mecânicas e acidentes por insuficiência
como é o caso da falta de líquido de freio.
c) Verificação de que, uma vez em funcionamento o motor, não existem
testemunhas luminosas que indiquem a existência de falha mecânica ou elétrica, não
pode circular se a cor de indicação for vermelha.
d) Verificação do funcionamento correto dos sistemas de iluminação do
veículo, tanto do sistema de iluminação e sinalização convencional, como do
sistema de ponte de sinalização policial.
e) Verificação da existência, funcionamento e bom estado geral dos
complementos e ferramentas do veículo de dotação policial.
f) Verificação da existência e validade da documentação que, com caráter
obrigatório, deve ter o veículo: Permissão de Circulação, Cartão ITV, Certificado e
Recibo de Seguro (SOV), Informe ITV Policial.
g) Higiene e desinfecção dos veículos policiais. Sua limpeza ou desinfecção
se realizará quando o estado do mesmo, a singularidade do trabalho realizado (circular
por caminhos de barro...), a peculiaridade do estado de alguns de seus ocupantes
(restos de vômitos, sangue no caso de traslado de detidos) ou pelo uso das
Unidades de destino (cavalaria, guias caninos...etc.) assim o aconselhem.
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A não conformidade em algum dos itens a, b, c, d e f implicará que o veículo em
a questão não é apta para o serviço enquanto os problemas não forem resolvidos. A inexistência de
algum outro elemento complementar ou as falhas de funcionamento de algum sistema, em
a função dos serviços a serem realizados deverá ser comunicada imediatamente ao responsável
da Unidade para que proceda à sua dotação e, em todo caso, decida se o veículo em
esta situação é apta ou não para o serviço, tendo em mente que não pode
comprometer a segurança dos agentes de polícia e a dos demais usuários da via.
ANTES DE INICIAR A MARCHA: do ponto de vista da segurança ativa e passiva,
um dos fatores que mais influenciam na condução dos veículos é a correta localização
e a colocação do condutor e dos demais ocupantes, assim como dos objetos transportados.
O condutor deve ajustar sua posição no veículo policial em relação ao volante, os
os pedais e o assento, deve regular o apoio de cabeça e os espelhos retrovisores e, finalmente,
os funcionários policiais vão apertar o cinto de segurança.
O procedimento genérico de regulação do posto de condução, tendo em conta
a ordem a seguir é a seguinte:
Altura do assento: no caso de o veículo ter regulagem de altura, é
este é o primeiro parâmetro que deve ser regulado ou ajustado, de maneira que o plano
horizontal da visão do condutor deve estar sempre acima do volante, e
que a posição longitudinal dos braços estendidos segurando o volante, seja mantida
também em um plano horizontal. Esta posição é ideal para manter um bom ângulo
de visão frontal, tendo em conta, além disso, que quanto mais elevarmos a altura do
assento, mais estaremos aproximando nossa cabeça da estrutura do teto, pilares,
marcos de portas, etc., aumentando o nível de risco de lesões na cabeça e
tronco superior, e, no caso de manter uma posição demasiado baixa, em
condutores com estatura média-baixa, poderia representar uma perda considerável de
visibilidade na condução em determinados modelos de veículos.
Inclinación do encosto: mantendo uma posição vertical sem chegar a esta, em
torno a 100º e 110º; assim se reduz o risco de sofrer lesões na região lombar
e melhora a visibilidade e a liberdade de movimentos dos braços, reduzindo a
probabilidade da aparição de fadiga devido ao efeito da tensão corporal.
Regulação longitudinal (distância do volante e pedais): a posição correta será
aquela que nos permita manter as pernas ligeiramente semiflexionadas mesmo
quando pisarmos nos pedais; esta posição, nos veículos com câmbio manual,
se regula pisando o embrague a fundo. Os braços deverão ficar levemente
flexionados ao agarrar o volante, conseguindo assim a máxima manobrabilidade e
liberdade de movimentos em seu manejo, de forma que, com os braços estendidos e a
costas completamente apoiadas no encosto do assento, os pulsos ficam
apoiadas na zona superior do volante.
Devemos ter em conta que simplesmente alguns centímetros a mais à frente de
a posição correta, poderiam ser os causadores de entrar na zona de atuação do
airbag com antecedência ao seu inflar completo ou sofrer lesões contra o painel,
volante os pilares dianteiros, em caso de acidente.
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.- Regulação do apoio de cabeça: trata-se de um elemento de segurança passiva em
caso de acidente, por lo que não deve ser utilizado para apoiar a cabeça enquanto
conduzimos, a qual não deve estar em contato em nenhum momento, mas a uns quatro
centímetros aproximadamente. Como consequência de um impacto, bem em um
alcance o bem como reação em uma colisão frontal, o pescoço sofre o denominado
efeito chicote, que é interrompido pelo apoio de cabeça, evitando uma hiperextensão.
A colocação ideal do mesmo será de tal maneira que sua altura no ponto
a parte superior deverá coincidir, na medida do possível, com a altura da cabeça.
É importante ressaltar que, segundo dados fornecidos pela D.G.T., as lesões cervicais
como consequência de acidentes de trânsito, superam 50% do total, por isso
que é primordial regular esta parte do assento em muitas ocasiões esquecida, não
somente na praça de condução, mas também no resto das praças.
Posição do volante: em relação à profundidade, apenas advertir que será aquela
que permita os parâmetros de posição correta assinalados no epígrafe 3º) anterior,
já que, a modo de exemplo, poderia ocorrer o caso de que com uma posição correta
das pernas, o motorista não poderia manter igualmente a posição correta de
os braços e vice-versa, para o qual seria necessário realizar o ajuste de profundidade. Em
no que respeita à altura, será aquela que permitir uma boa liberdade de
movimentos e que, na medida do possível, permita manter um plano horizontal
entre ombros e mãos com os braços estendidos, segurando o volante de forma
correta, que a altura dos olhos esteja acima do volante. Com uma regulagem
demasiado alta, pode aparecer fadiga no membro superior entre outros riscos e,
demasiado baixa, não deixa manusear o volante com soltura ao agarrá-lo pela parte
inferior nas manobras de giro.
Regulação dos espelhos retrovisores: é outro dos aspectos mais importantes
como ato preparatório ao reduzir riscos na condução. Os espelhos
exteriores devem estar regulados de forma que em seu campo visual esteja refletido o
menos possível o lateral do próprio veículo: uma vez que estejamos observando o lado,
iremos deslocando o espelho para o exterior até praticamente deixarmos de vê-lo. Em
esta posição dos espelhos e, em determinadas ocasiões, com uma virada da cabeça
de 45º, se evita em grande medida o conhecido como “ângulo morto” causador de
numerosos acidentes nas manobras de deslocamentos laterais e
incorporações.
Cinto de segurança: deve-se utilizar o cinto ou outro sistema de retenção
homologado, em todas as praças do veículo que dispõem do mesmo. O Regulamento
A General de Circulação obriga todos os usuários de veículos a usarem o cinto de segurança.
de segurança, com algumas isenções que são citadas no Art. 119 que afetam os
veículos de urgência, onde se assinala: ….. "Não obstante o disposto no art. 117,
podem circular sem os cintos ou outros sistemas de retenção homologados: quando
circulam em povoado, mas em nenhum caso quando o fizerem por autoestradas, vias rápidas
As estradas convencionais, os condutores e passageiros dos veículos em serviços
de urgência.
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Esta isenção, como o texto indica, afeta os condutores deste tipo de veículos.
tan somente quando estão circulando em serviço prioritário de urgência. Desde
um ponto de vista preventivo tal isenção é totalmente ilógica já que é nesta
situação em que se tem maior risco de sofrer um acidente, por isso se aconselha a
obrigatoriedade do uso do cinto a todo momento e situação sem exceções.
VIGILÂNCIA DA SAÚDE: o procedimento de avaliação da saúde a ser seguido virá
determinado por uma estratégia de vigilância médica específica para cada tipo de fator ao
que está exposto o trabalhador, o que se traduz no design dos protocolos médicos
específicos cujos conteúdos e periodicidade em cada caso serão estabelecidos pelo Ministério
de Saúde, Serviços Sociais e Igualdade, ouvidas as sociedades científicas competentes e
de acordo com o estabelecido na Lei Geral de Saúde em matéria de participação de
os agentes sociais.
Em qualquer caso, a vigilância e o controle da saúde devem ser realizados de acordo com
o estabelecido no referido Artigo 37, ponto 3, do Regulamento dos Serviços de
Prevenção.
ü A seguir, vamos ver um pequeno resumo dessas medidas preventivas.
recomendadas na prevenção de riscos laborais (PRL) e outras de interesse:
1)Acima de tudo, respeitar o código de circulação, antes de pularmos, por exemplo, um
pare em um semáforo vermelho para garantir que o restante dos veículos tenha
anunciado nossa presença ou se deram conta da presença do veículo
prioritário parando a marcha, evitando uma colisão. Usar de forma adequada
e correta as luzes e sirenes, evitando que uma má utilização dos meios
seja a origem de um acidente de circulação.
2)Ao usar o veículo e antes de sua condução, estabelecer os parâmetros
pessoais de ajuste e posição dos retrovisores, volante, apoios de cabeça;
verificar o estado das luzes, sirenes e alarmes de emergência, garantir que
a existência dos triângulos de sinalização e dos coletes refletivos (fazer
uso deles, principalmente, durante as horas noturnas), em definitiva, todos os
acessórios complementares que possam ser úteis durante o serviço.
Verificar regularmente os freios, direção, suspensão, etc.
3)Em caso de uso de medicação ou qualquer substância que possa afetar a
condução do veículo, informe aos seus superiores. Já vimos no fator humano
que a ingestão de medicamentos pode afetar a condução prejudicialmente.
4)Em geral, qualquer tipo de condução e especialmente a prioritária, deve ter em consideração
Conte-os três fatores de risco básicos da condução: fator humano, fator
ambiental y fator veículo. Conhecendo isso, a condução efetiva se
pode se concentrar nos seguintes pontos: atenção permanente ao tráfego,
praticando a antecipação, evitando manobras bruscas, sobretudo a aceleração e
frenado, ajustar a velocidade aos limites estabelecidos legalmente e em todo
caso às características da via e ao tráfego existente, conhecer as reações
do veículo para saber como agir em caso de necessidade e realizar um
corretor de curvas.
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EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL DO
CONDUTORES E PASSAGEIROS DE VEÍCULOS
POLICIAIS
O Real Decreto 773/1997, de 30 de maio, sobre disposições mínimas de segurança e
saúde relativas à utilização pelos trabalhadores de equipamentos de proteção individual, estabelece
ensu artigo 2 a definição deequipamento de proteção individual(EPI).
A efeitos do presente real decreto entender-se-á por EQUIPO DE PROTEÇÃO
INDIVIDUAL qualquer equipamento destinado a ser levado ou segurado pelo trabalhador para que lhe
proteja-se de um ou mais riscos que possam ameaçar sua segurança ou sua saúde, assim como
qualquer complemento ou acessório destinado a tal fim.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem proporcionar uma proteção eficaz contra
aos riscos que motivam seu uso, sem supor por si mesmos ou ocasionar riscos adicionais nem
moléstias desnecessárias. Para isso devem reunir três condições básicas:
a)Responder às condições existentes no local de trabalho.
b)Ter em conta as condições anatômicas e fisiológicas e o estado de
saúde do trabalhador.
c)Adequar-se ao portador, após os ajustes necessários.
Critérios para o uso de equipamentos de proteção individual. Os equipamentos de
A proteção individual deverá ser utilizada quando existirem riscos para a segurança ou saúde de
trabalhadores que nãopodem ter sido evitados ou limitados suficientemente por meios técnicos de
proteção coletiva ou mediante medidas, métodos ou procedimentos de organização do trabalho.
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUALPOLICIAIS
A seguir, vamos ver a definição de equipamentos de proteção pessoal policial: Qualquer
equipe destinado a ser levado ou segurado por um membro do Corpo Nacional de Polícia no
exercício de uma atividade operacional, para que o proteja de um ou mais riscos que possam
ameaçar sua segurança ou saúde, bem como qualquer complemento ou acessório destinado a tal fim.
Em relação à condução de veículos policiais, diremos que existem vários tipos de veículos.
existentes na DGP, entre eles os veículos de passeio, motocicletas, ônibus, 4x4,
caminhões, veículos blindados, furgões da UIP, etc. Todos os motoristas da DGP devem
estar na posse das autorizações ou licenças que sejam necessárias para exercer suas funções
de acordo com o uso dos veículos por eles utilizados, assim como receberão uma formação específica para
a atividade policial que devem executar.
A condução de veículos policiais se desenvolve sob dois tipos de conceitos, o convencional
odepatrulhajeyenserviciodeurgencia, lacualsedesarrollarábajocircunstanciasespeciales.
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EnlorelativoalosEPIyconelobjetivodereducirominimizarlosriesgosderivadosdeunaccidente
com motocicleta (as motocicletas apresentam uma dupla probabilidade de que seus condutores sofram
Um acidente), seu condutor deverá dispor e estará obrigado a utilizar a uniformidade e
equipamento que, em função das cilindradas das motocicletas, esteja em vigor de maneira
regulamentar, a saber: luvas, capacete, roupa, calçado, etc.
O capacete, os óculos, as luvas, as botas, etc., e outros elementos de segurança que
conformariam o Equipamento de Proteção Individual do condutor e passageiro da motocicleta
policial, podem protegê-los durante a sua condução e em caso de acidente de trânsito.
Neste último, o condutor e os ocupantes da motocicleta recebem diretamente os
golpes em seu corpo, ao contrário do que acontece, por exemplo, com os veículos do tipo turismo,
nos quais o primeiro impacto é recebido pela carroceria dos que estão equipados.
Nas motocicletas e outros veículos de duas rodas, a carroceria é o vestuário do
condutor e passageiro, e no caso de circular sem ele, seria a pele dos
ocupantes sua única proteção junto com o capacete. Por esse mesmo motivo, se o condutor e
passageiro circulam com um Equipamento Completo, jaqueta com reforços nos cotovelos, ombros e
costas, e com calças que também estejam dotadas de reforços ou proteções nas
joelhos e quadris, sempre será uma carroceria fraca, mas suficiente para reduzir
consideravelmente as lesões e consequências de um acidente de trânsito.
LUVA: Devem permitir um grau de sensibilidade ótimo para não atrapalhar na condução,
assim como devem ser resistentes à degradação e à abrasão que possam ocorrer no caso de
queda ou por atrito contra o asfalto.
As luvas protegem as mãos do motorista contra as intempéries e em caso
de queda.
Quando isso acontece, a tendência do condutor é apoiar-se no chão e se proteger com
as mãos, razão pela qual, se não usar luvas, os ferimentos seriam inevitáveis. No verão,
os luvas sem forro são suficientes, em outras ocasiões, será preciso utilizar luvas
forrados de material natural como o algodão. As luvas de couro costumam ter punhos longos
que protegem o pulso e o antebraço. Sob as luvas de couro, é possível usar luvas
de seda ou de algodão que mal ocupam espaço e permitem conservar toda a sensibilidade.
As luvas não devem ser usadas apenas no inverno, mas também no verão e tanto em trajetos
longos como trajetos curtos. É importante escolher o que reúna as seguintes condições:
.- Luvas de couro, sem desenho, que permitem uma pegada firme.
- Ventilados ou forrados, pois assim não se endurecerão com a transpiração.
Com protetores ou reforços.
.- Com a mínima quantidade de massa possível.
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CASCO: El modular é o mais usado pelas Forças e Corpos de Segurança, tem o protetor de queixo.
abatível para permitir uma boa ventilação em dias quentes. Outras medidas são: que quando
feche com sua fivela de segurança para que não possa ser removida puxando com força; verifique com o ajuste
de óculos se os agentes utilizam estes; devem ser individuais e não transferíveis, com o seu tamanho
adequada ao agente para evitar eficácia na proteção pelos movimentos que pudessem
produzir-se; também é preferível que sejam refletivos e de cores chamativas ou vivas e claras.
Como foi mencionado, em caso de acidente, o condutor e os ocupantes da motocicleta
recebem diretamente os golpes em seu corpo. A parte do corpo que é mais afetada em
acidentes de motocicleta sem usar o capacete são a cabeça e o rosto. A missão do capacete não
é outra que proteger a cabeça para evitar lesões ou reduzir sua gravidade no caso de que
ocorra um acidente de trânsito.
Sua eficácia está cientificamente comprovada e, segundo estudos realizados, os motoristas e
ciclomotoristas que não utilizam o capacete de segurança têm o dobro de lesões na cabeça
y, de três a nove vezes mais lesões mortais em comparação aos que levam casco.
De acordo com a forma e dimensões, podem ser classificados em: Integrais, Modulares e Jet, mas
somente os integrais e os modulares (é preciso circular sempre com a mentonheira fechada) são
os que nos oferecem uma melhor proteção em caso de acidente.
Os capacetes têm uma vida útil que varia entre 5 e 7 anos a partir da data de sua
fabricação, embora no final a vida útil dependa do tipo de material do casco, do uso e de
as condições de manutenção a que tenha estado sujeito, por isso, é sempre necessário
substituir um capacete quando ele tiver sofrido um impacto. É muito importante que o capacete seja de
o tamanho adequado, pois se for muito grande ou não estiver bem ajustado, pode ser tão
perigoso como se não o levássemos. É muito importante verificar que, uma vez fechado o
fivela de segurança, o capacete não pode ser removido, deve ajustar-se perfeitamente à cabeça,
por isso, seu tamanho deve ser um pouco menor do que o tamanho da cabeça.
De material resistente à abrasão, de alta visibilidade, que não se abulte com o vento; o que
faria a condução muito complicada.
A Polícia Nacional desenvolve grande parte de suas ações profissionais e exerce suas
funções por meio da constante presença nas vias públicas, obviamente, o atropelamento é um
risco ao qual estão expostos seus membros por estarem expostos ao tráfego de veículos.
Para reduzir o risco de sofrer esse tipo de acidentes, é necessário, entre outros
medidas, tornar os agentes policiais mais visíveis, por isso, para alcançar este objetivo, a
A administração fornece roupas de alta visibilidade que melhoram a mesma por meio de um alto
contraste entre a roupa e o plano de fundo sobre o qual é vista. A roupa de alta visibilidade
(RAV) está destinada a sinalizar visualmente a presença do usuário, com o fim de que este
detectado em condições de risco, sob qualquer tipo de luz do dia e sob a luz dos
faróis de um veículo em movimento na escuridão.
O colete refletivo de alta visibilidade é um equipamento de proteção individual e de
dotação do veículo, que será utilizada obrigatoriamente quando saírem do veículo e ocuparem a
calçada ou o acostamento das vias interurbanas.
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A RAV é confeccionada basicamente com dois tipos de materiais: material fluorescente e
material retro refletante. O colete refletor da Polícia Nacional é uma peça de alta
visibilidade, portanto, além de se constituir como elemento identificador quando não se
usar uniforme, melhora a segurança dos funcionários que realizam controles nas estradas ou
em postos de fronteira.
Trata-se de um colete refletor de alta visibilidade, certificado de acordo com o RD 1407/1992, de
20 de novembro, pelo qual se regulam as condições para a comercialização e livre
circulação intracomunitária dos equipamentos de proteção individual, que exige a marcação CE e,
de acordo com a norma UNE EN 471, classe mínima 2 (tanto em superfície mínima de materiais
como em nível de retro reflexão das faixas).
Botas com sola antiderrapante, preferencialmente reforçadas na área da troca
marchas, evitando com isso, arranhões e desgastes. Igualmente é mais do que uma sugestão, o
que não se fechem com cordões, mas sim com presilhas ou fivelas, para evitar enroscos com
a alavanca de câmbio.
O calçado mais adequado para andar de motocicleta são as botas de couro, com salto para
evitar que o pé escorregue sobre o descansa-pés, ajustadas e de forma que protejam os pés, os
tornozelos e melhor ainda se protegerem as pernas. É necessário evitar o uso de sandálias, tênis
de esporte ou sapatos por razões de segurança e manobrabilidade dos comandos de pé, mas
também por segurança passiva, uma vez que as extremidades costumam ser muito afetadas em
caso de acidente e o tornozelo é uma parte do corpo muito delicada devido às articulações, como
acontece com a boneca.
As botas garantem um manuseio correto de determinados comandos da motocicleta, facilitam
colocá-la sobre seu apoio e protege de possíveis queimaduras se se tocar o tubo de
escapar. Em caso de queda, ferimentos e lesões nas pernas são frequentes, como temos
mencionados, e por isso, as botas com proteção são Equipamentos Individuais imprescindíveis.
CHALECOS ANTIBALA E LUVA ANTICORTE, estes últimos para evitar qualquer corte
produzido por agressão ou em qualquer outra circunstância do serviço. Estas luvas estão
compostos de diversos materiais: malhas de diferentes tipos, fibra, poliuretano, etc.
ÓCULOS DE SEGURANÇA: apesar de não serem obrigatórios, os Óculos de Segurança são muito
recomendáveis na hipótese de não usar um capacete integral, tanto para os condutores quanto
para os passageiros, mas sobretudo para os motoristas. Somente com observar o
parabrisas de qualquer veículo tipo turismo, especialmente no verão, como se mancha de
polvo e mosquitos, pode-se chegar a compreender a importância de proteger os olhos do
condutor de motocicletas e ciclomotores. Caso o caso não seja integral e careça
de visera, a própria segurança do condutor e do passageiro pode depender de que sejam utilizadas
Óculos de Segurança que protejam os olhos do frio, do vento, da poeira, etc., pois um simples
Uma mota de pó que entra em um olho pode fazer perder o controle, o equilíbrio e o domínio do
veículo de duas rodas e ser a causa de um acidente de trânsito.
Atualmente existem Óculos de Segurança especialmente concebidos para motociclistas,
provistas de cristais fotocromáticos, que se adaptam às condições de luz, reduzindo o
resplendor, aumentando os contrastes e filtrando os raios mais nocivos para a vista, ao mesmo tempo
que ressaltam as cores e permitem uma melhor penetração da visão na neblina.
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ESTRATÉGIAS E MANUTENÇÃO PREVENTIVA
DO VEÍCULO PRIORITÁRIO.
Atualmente, os veículos se tornaram uma ferramenta essencial para a
realização do trabalho policial, pelo que todo o coletivo deve assumir o compromisso de manter
sua frota nas melhores condições de operabilidade. Dado seu compromisso, devido à sua singularidade, deve
abarcar aspectos relacionados com o uso e a atribuição desses meios, suas formas de
condução, normativa que lhes afeta e exigências de manutenção, segundo as diretrizes e
programas estabelecidos pelas diversas marcas.
Por isso, com o objetivo de minimizar as incidências que diariamente possam afetar
os veículos policiais e possibilitar desta maneira que a frota esteja em condições ótimas
condições operacionais, a Direção-Geral da Polícia emitiu Resolução de 18 de setembro
de 2014 sobre Normas relativas à frota de Automóveis Policiais. O motivo desta Resolução
da Direção Geral da Polícia baseia-se principalmente no contexto da situação atual
de necessidade de restrição do gasto, pois é exigível o máximo aproveitamento do
orçamento atribuído a essa Direção Geral e uma gestão eficiente de seus recursos.
A este respeito, convém ter em mente que a frota de veículos da Polícia Nacional
constitui uma ferramenta fundamental para garantir a operatividade policial, mas sem esquecer
que, ao mesmo tempo, também representa uma importante cifra de gasto público. Isso demanda
perseguir o objetivo de manter, e até melhorar, as prestaciones e qualidade dos veículos
disponíveis, tornando-o compatível com uma dimensionamento ajustado às necessidades reais
mediante uma redução, por baixas, daqueles veículos que não se encontrem em ótimas
condições de uso, o que resultará em uma diminuição da sinistralidade e uma economia em
aquisições em propriedade ou "aluguel", assim como nos consumos de combustível, reparações
por sinistros ou avarias, e operações de manutenção.
Com esta finalidade, em escritos datados de 6 de março e 11 de abril de 2012 da Direção
A Adjunta Operativa lembrava a obrigação de fazer um uso racional e adequado dos meios
de automoção disponíveis, com o objetivo de melhorar seu desempenho e prolongar sua duração no
melhor estado de conservação.
A nível nacional, a atribuição, distribuição e controle da frota policial será realizada
pela Área de Automação, seguindo as instruções emanadas dos órgãos de direção
da Polícia Nacional e atendendo aos critérios anteriormente expostos.
No âmbito de Organismos Centrais, seguindo as diretrizes emanadas de
Os titulares dos mesmos, as Secretarias Gerais serão as responsáveis diretas pela gestão.
da frota policial que tenham atribuída.
Em relação às frotas atribuídas nas localidades onde estão localizadas as sedes das
Jefaturas Superiores, Comisarías Provinciais e Comisarías Locais, corresponderá a seus
respectivos chefes a responsabilidade pela atribuição, utilização, controle e otimização da frota
designada em suas respectivas equipes.
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Os veículos policiais são designados para o desempenho de serviços de caráter oficial e um
uso específico de acordo com as distintas especialidades existentes na Polícia Nacional pelo que,
salvo autorização expressa da Área de Automotiva, não poderão ser utilizados, transformados ou
recondicionar para usos ou fins diferentes para os quais foram projetados.
RESPONSABILIDADE NA UTILIZAÇÃO, MANUTENÇÃO E CONSERVAÇÃO DOS
VEÍCULOS
Os veículos da Polícia Nacional só poderão ser utilizados para a prestação de serviços
policiais.
Os chefes das distintas unidades zelarão pelo uso correto da frota policial atribuída
a suas respectivas templates, tanto no que diz respeito à sua condução como a qualquer outra forma de
utilização ou manutenção.
Todos os membros da Polícia Nacional deverão zelar pelo correto uso dos veículos
evitando as condutas inadequadas na condução. Além disso, supervisionarão o estado de
conservação geral dos veículos no início e no término dos serviços diários, dando
reportar as incidências observadas ao responsável superior de sua unidade de destino.
Todo usuário de um veículo policial deverá agir de acordo com as seguintes normas
de atuação:
À recolha de um veículo policial para o início de um serviço, os funcionários
os usuários devem verificar seu estado de conservação geral externo e interno
(limpeza, desperfectos apresentados, perdas de líquidos, pressão e aspecto dos
pneus, estado dos níveis, abastecimentos, luzes de aviso de avarias acesas,
etc.) devendo, no caso de observar-se anomalias, comunicar isso por escrito a seus
chefes imediatos.
Igualmente, deverá ser verificado que no veículo se mantém em perfeito
estado do material de dotação policial e auxiliar (prioritário, lanternas, extintor, roda
de reposição ou kit antipunições, triângulos de sinalização, coletes, etc.
Ao finalização de um serviço com veículo, os funcionários usuários são os
responsáveis pelo estado geral do mesmo no momento de sua devolução,
deverá apresentar as mesmas condições de operabilidade que no momento de sua
adequada limpeza interior e exterior, localização de chaves, documentação
do veículo, abastecimento suficiente, notificação de sinistros ou avarias, e quaisquer
outras incidências que possam afetar de forma direta o funcionamento normal
a imagem do veículo policial.
O manutenção preventiva dos veículos (trocando de óleo, filtros, correia de
distribuição e pneus) deverá ajustar-se ao calendário estabelecido pelas
respectivas marcas, sendo responsabilidade, conforme os casos, dos próprios usuários
o pessoal responsável pela Automóvel de cada equipe, que deverá anotar
no Livro de Manutenção do Veículo as operações
realizadas, com expressão de datas de realização e quilômetros percorridos.
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No caso da manutenção preditiva (ITV) será seguido o calendário previsto para
cada veículo, de acordo com o tipo e a idade do mesmo, devendo ficar registrada em
o livro de manutenção da data de sua realização.
Os fornecimentos de combustível só poderão ser realizados nos postos de combustível
determinadas pela Área de Automotivo, em virtude de adjudicação de concurso
público ou de acordo com o marco, procedendo ao seu pagamento através do correspondente
cartão de abastecimento.
No suposto de que, por qualquer motivo, não tenha sido possível realizar o
abono mediante o procedimento estabelecido, para que um funcionário possa
obter o reembolso das quantidades antecipadas, deverá justificar previamente a
através do responsável pela sua unidade as razões objetivas que motivaram esta
circunstância. Em todos os casos, no respectivo envelope de reabastecimento se
introduzirá o ticket comprovativo do fornecimento realizado e serão preenchidos os
campos que figuram em seu anverso.
Nos casos de sinistro ou avaria de um veículo, os usuários deverão comunicar.
os Delegados de Automação, aos encarregados de manutenção ou às pessoas
facultadas em cada template, que devem gravar a incidência comunicada na aplicação
informática "ASIA" ou aquela outra que num futuro poderia substituí-la, com a obrigação de
preencher todos os campos obrigatórios.
Toda anomalia não declarada que puder apresentar qualquer veículo será atribuída
ao último funcionário usuário do mesmo, desde que isso não tenha ocorrido previamente
comunicada ao superior hierárquico ou ao responsável pela automação.
Nos casos de acidente com o oponente, obrigatoriamente, deverá ser seguido o seguinte
procedimento
Serão anotados os seguintes dados: veículo oposto (marca,
modelo e matrícula), identidade do proprietário e condutor, bens que tivessem
danificados (outros veículos envolvidos, sinais de trânsito, mobiliário urbano,
etc.), companhia de seguros, número da apólice e cobertura de seguro contratada.
Serão preenchidas duas partes de acidente, o "Amistoso" que será preenchido junto
com o condutor do veículo contrário e posteriormente, o "Partido oficial do CNP"
para seu trâmite interno junto com o amistoso. Esses documentos deverão ser entregues
ao superior hierárquico, Delegado de Automação ou pessoa responsável na equipe,
obrigatoriamente em um prazo inferior a sete dias.
Dichas partes serão acompanhadas de uma cópia da nota informativa, dirigida ao
chefe da unidade, onde se explique de forma pormenorizada a incidência
acontecida, devendo-se deixar constância dos dados de filiação dos feridos (em
caso de haver, unidade assistencial que intervém e centro hospitalar de traslado
dos mesmos, assim como dos dados de outros indicativos atuantes com
competências em matéria de segurança viária.
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Nos casos de acidente sem contrariedade também será obrigatório preencher de forma
detalhar o boletim de ocorrência no modelo oficial do CNP, devendo-se seguir posteriormente o
mesma tramitação que no caso anterior.
Salvo circunstâncias excepcionais devidamente justificadas, a colocação de uma roda
A substituição de um pneu furado deverá ser realizada pelo funcionário motorista.
do veículo, sendo terminantemente proibido avisar a uma grua para sua retirada ou continuar
circulando com o pneu furado.
Uma vez que o veículo se encontre em dependências policiais, será comunicada esta
circunstância ao pessoal de manutenção para que proceda de forma imediata a sua total
reparação.
Da mesma forma, será levado em conta o que está disposto na Instrução Operativa de Prevenção.
de Riscos 003 de data 26/11/2013, publicada na Ordem Geral 2048 de data 17 de
fevereiro de 2014 sobre utilização de veículos da D.G.P.
DOCUMENTAÇÃO DOS VEÍCULOS
Todo veículo policial deverá portar de forma obrigatória a documentação exigida:
Libreta de Documentação e Dados do Veículo (modelo CNP A033), Ficha
Técnica" y "Permiso de Circulação" y "Recibo da Póliza do Seguro".
Nos casos em que for apropriado, autorização para circular com placas de matrícula
reservadas.
.- Cartão para a assinatura do fornecimento, e sobre normalizado para a anotação e
conservação dos comprovantes de reabastecimentos realizados.
Quando for o caso, informe que a "ITV" periódica foi aprovada com sucesso.
Isso significa que nenhum veículo poderá circular com a
o negativa.
Partes de acidentes “Amistoso” e o do modelo oficial da Polícia Nacional.
Livro de manutenção.
De acordo com o tipo de veículo policial, será obrigatório observar as seguintes diretrizes:
Cada vez que se utilize um veículo camuflado tipo "K" deverá ser preenchido
o "Livro de serviços prestados com veículos policiais" (segundo modelo DGP.
071, 0 documento sobre suporte informático que no futuro poderia substituir.
Cada chefe de unidade zela e é responsável por que fiquem registradas, neste
livro, as anotações que indiquem de forma pormenorizada a identidade dos
condutores usuários, os horários de utilização, percursos realizados e a natureza
genérica dos serviços prestados.
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.- Com relação ao uso dos veículos uniformizados tipo "Z", deverá
cumprimentar o 'Livro de controle de veículos e material de dotação' (de acordo com
modele DGP. A 079, 0 documento sobre suporte informático que em um futuro o
poderia substituir).
CONDUÇÃO E USO DOS VEÍCULOS
A condução de veículos policiais por pessoal do CNP exigirá estar na posse do
permissão de condução corporativa correspondente, emitida pela Área de Automóvel. A falta de
de dicho permiso ou não tê-lo em vigor inabilita para conduzir veículos policiais, sendo
responsabilidade do condutor e do chefe que autorize seu uso, qualquer incidente que pudesse
acontecer durante a condução.
A autorização para conduzir veículos policiais da Direção Geral da Polícia,
A autorização para a entrada de pessoal externo na Polícia Nacional será expressa e nominal, deverá ser assinada pela pessoa.
titular da Chefatura da Área de Automóvel da Polícia Nacional e será expedido pela Área
de Automóvel da Divisão Econômica e Técnica.
A validade da autorização estará condicionada à manutenção das circunstâncias
que deram lugar à sua concessão, com o limite da data de vigência da licença de condução
expedido pela Direção Geral de Trânsito e a permanência no destino que deu lugar ao seu
concessã[Link] INT/1518/2021, de 28 de dezembro
Os funcionários da Polícia Nacional terão a obrigação de manter em vigor o
permissões de conduzir da(s) classe(s) exigida(s) nas diferentes convocações de ingresso,
assim como todas as classes de permissões que tenham sido obtidas através da Área de
Automóveis, exceto por causas psicofísicas devidamente justificadas pelos facultativos
competentes decidirem o contrário. Neste caso, as deficiências psicofísicas observadas
serão notificadas à Direção Geral de Trânsito, para que a mesma medida possa ser aplicada
de cara à validade da licença de condução ordinária.
A condução dos veículos policiais sempre deverá ser realizada de forma
responsável e eficiente cumprindo, em todos os momentos, com o disposto pela normativa vigente
em matéria de segurança viária.
Os ocupantes dos veículos policiais deverão usar obrigatoriamente o cinto de segurança
de segurança ao circular por vias interurbanas. Recomenda-se o uso durante os deslocamentos
por zonas urbanas, devendo respeitar, em todo o caso, o que a normativa específica sobre a
matéria determinada em cada momento.
A utilização de veículos com placas reservadas, sejam particulares ou oficiais, não exime
do cumprimento da normativa contida na "Lei sobre Tráfego, Circulação de Veículos a
Motor e Segurança Viária
resposta aos requerimentos de informação formulados pelos órgãos instrutores dos
expedientes sancionadores. Por isso, nos casos em que forem necessários dados por parte de
a Divisão Econômica e Técnica como consequência de uma infração cometida, seguirá o
procedimento seguinte:
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Quando a infração tiver sido cometida com um veículo particular equipado com placas
de matrícula reservada, se requerirá ao funcionário titular do mesmo, através de seu
unidade de destino, para que realize as gestões ou recursos que se procederá a
notificar ao órgão requisitante a matrícula real do veículo denunciado.
Nos casos de denúncias por infrações com veículos oficiais, será exigido a
a unidade de atribuição do veículo para que, através de relatório do titular de
plantilla (Organismo Central, Jefatura Superior ou Comissaria Provincial), se motive
ante a Jefatura de Trânsito correspondente os casos em que as infrações tenham
sido justificadas ou, caso contrário, sejam fornecidos os dados do condutor responsável
da infração ao órgão instrutor do expediente sancionador.
Em ambos os casos, deverá remeter cópia do que foi realizado para a Divisão Econômica e Técnica.
Os veículos da Polícia Nacional serão utilizados apenas para o desempenho de
serviços de caráter oficial. Terão esta consideração os deslocamentos que devem
realizar por razão de atividades profissionais, sejam em labores operativas ou de gestão, assim como
os demandados pela assistência a reuniões, eventos institucionais ou atos protocolares de
representação.
ASIGNAÇÃO DE VEÍCULOS INTERVENIDOS
As ações a serem seguidas no caso dos veículos intervenientes devem estar de acordo com o
estabelecido na ISES 1/2011, onde se contemplam, de acordo com o destino que se deve dar aos
bens interpostos, três tipos de situações: adjudicação provisória, alienação antecipada
ou destruição.
Os veículos intervencionados, de acordo com os critérios de uso que forem determinados em
a correspondente autorização judicial, serão integrados na frota para utilização pelo coletivo
policial, em função das necessidades operacionais das diferentes equipes.
Não será autorizada nem realizada qualquer transformação nos veículos intervidos que se
encontrem adjudicados com caráter provisório. Apenas nos casos que procedam, mediante prévia
justificação da necessidade, poderão ser dotados do respetivo equipamento policial
acústico e luminoso.
Qualquer dano ou defeito que os veículos possam sofrer, por avaria ou acidente,
deverá ser comunicado oficialmente nos mesmos termos que os estabelecidos para o resto
da frota de veículos ordinários do parque policial, acompanhado de um relatório do chefe
respectivo à missão que realizava.
RESPONSABILIDADE DISCIPLINAR
A inobservância do preceituado na Resolução de 18 de setembro de 2014 da
DGP, dará lugar à correspondente responsabilidade disciplinar de acordo com o disposto em
a Lei Orgânica 4/2010, de 20 de maio, do Regime Disciplinar do Corpo Nacional de Polícia.
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