INTRODUÇÃO
A acumulação de todos os poderes, legislativo, executivo e
judicial nas mesmas mãos, seja de um, de poucos ou de
muitos, seja hereditário, auto-outorgado ou eletivo, pode
considerar-se justamente, como a definição da Tirania.
J. Madison
Poder Executivo
Emciência políticaydireitoO poder executivo (poder administrativo) é
uma das três faculdades e funções primordiais doEstadojunto com opoder
legislativoe opoder judicial).Este poder costuma ser exercido pelo governo em nome
delChefe de [Link] distingue assim do poder legislativo, que promulga ou revoga
leis, e do poder judicial, que interpreta, faz respeitar ou invalida as mesmas.
O poder executivo é responsável pela gestão diária do Estado, e concebe
e executa políticas gerais de acordo com as quais as leis devem ser
aplicadas; representa a nação em suas relações diplomáticas; sustenta a
asforças armadas e em algumas ocasiões aconselha sobre a legislação.1Em
osestados democráticos,o poder executivo é considerado como administrador
e executor da vontade popular a qual representa e da qual deve ser seu mais
firme garante. A missão executiva de umestado totalitárioem troca, é exercida
à margem de limitações legais ou jurídicas.
Em muitos países, usa-se a palavra“governo” que é para se referir ao
poder executivo, mas esse uso pode resultar confuso em um contexto
internacional.
1.- Competências:
Função Política: tem por objeto dirigir o conjunto da sociedade pelo
caminho que permita satisfazer de melhor forma seus fins específicos,
tomando decisões ante situações novas que não estão regulamentadas por
a lei, como por exemplo: nomear ministros de Estado, aprovar ou não;
tratados internacionais, realizar trocas comerciais em um ou outro
país, etc.
Função Administrativa: por esta função se desenvolvem os fins
específicos do Estado, sujeitos à lei (as atividades que realizam os
ministérios, governadorias, intendências, empresas estatais, etc.
Função Regulamentarista: por meio de decretos e resoluções. Para poder
realizar seu trabalho o Executivo dispõe de poder regulamentar, em virtude
da qual pode ditar regulamentos, decretos de instruções que devem
ser cumpridos pelos cidadãos.
3.- Presidencialismo.
É o conjunto de fundamentos e características do regime
presidencial, em que o presidente é, ao mesmo tempo, o chefe de Estado e
o chefe do governo e reúne, portanto, os poderes representativos
inerentes à sua primeira qualidade com os poderes políticos e administrativos
da segunda. É também a teoria política que favorece este sistema ou a
tendência a incrementar os poderes do presidente dentro do governo.
Com frequência, este termo é usado em contraposição um
<parlamentarismo>porque, em geral, há duas grandes orientações de
os sistemas de governo, que se projetaram desde os séculos anteriores:
o parlamentarismo, que faz do parlamento o centro da atividade
política do Estado, e o presidencialismo que fortalece a figura
presidencial.
No Presidencialismo, o estilo de fazer política é algo particular.
Como o Presidente representa a Nação, ao Governo, a uma opção
política partidista e seus eleitores, sem permitir diferenciação de papéis, com
sua inevitável posição estrutural e institucional, o povo coloca nele mais
poder daquele que realmente tem e lhe atribui todas as suas esperanças.
Todos os regimes políticos dependem da capacidade de seus
governantes para o exercício da gestão pública, para inspirar confiança,
para conhecer os limites do seu poder e para alcançar um consenso mínimo. Sem
embargo, na América Latina, o presidencialismo que decorreu do modelo
norte-americano, se adaptou à crise da democracia e à necessidade de
conceder ao Chefe do Executivo amplos poderes devido à situação de
subdesenvolvimento dessas regiões, paralelamente à necessidade de
limitar suas atribuições, a fim de evitar arbitrariedades e abusos de
poder. Na prática, o que aconteceu foi que o autoritarismo
presidencial tem preenchido a tradição política latino-americana. Espera-se que
a figura presidencial seja forte e paternalista, mas não tirana. A escassa
a maturidade política levou à tendência de personalizar o poder e ao seu
vez que o Presidente consegue gerenciar o Congresso através dos partidos e a
corrupção. A isso se somam as competências legislativas dos
presidentes latino-americanos habilitados pelo Congresso. O
O presidencialismo na Venezuela é amplo, pois concentra atribuições,
competências e poderes de designação, regulamentares, habilitantes,
organizativos e de direção política. Hoje é o eixo do sistema do Estado,
onde a separação de poderes é praticamente nula. Embora as
As constituições na Venezuela foram adaptadas aos interesses dos
caudilhos e do onipotente Presidente, a vigente, sendo uma Constituição
presidencialista – não há como ver as atribuições do Artigo 236
constitucional–, é notório a ausência de fato e de direito de controles
populares, políticos, administrativos e orçamentários sobre a figura
presidencial, alterando-se mesmo de facto os postulados normativos que em
esta matéria existe.
3.- Centralismo
Sistema político ou administrativo que defende a acumulação dos
funções de governo ou de administração em um único poder central, sem
não deixar nenhuma competição para poderes periféricos ou locais.
O sistema republicano adotado pela Venezuela em seus inícios esteve
enquadrado dentro de um governo central como uma forma de enfraquecer a
anarquia que mantinham os chefes locais em diversas regiões do país.
O governo mantém o controle absoluto da administração pública
do estado, por conseguinte, os órgãos políticos administrativos estão
centrados em quem exercelpoder executivojá seja do tipo monárquico ou
presidencialista. É de observar que no sistema republicano, esse exercício
de poder é regulado pela constituição nacional, aassembleia nacionaly
os órgãos jurisdicionais correspondentes. Caracteriza-se por ter
um poder executivo rígido e com amplas ambições, as únicas limitações
do presidente é a constituição.
4.- Poder Municipal
O Poder Público Municipal é composto por: a função executiva,
desenvolvida pelo prefeito ou prefeita a quem cabe o governo e a
administração; a função deliberativa que corresponde ao Conselho
Municipal, integrado por vereadores e vereadoras. A função de controle
o fiscal corresponderá à Controladoria Municipal, nos termos
estabelecidos na lei e sua ordem. E a função de planejamento, que
será exercida em corresponsabilidade com o Conselho Local de Planejamento
Pública.
Os órgãos do poder público municipal, no exercício de suas
funções incorporarão a participação cidadã no processo de
definição e execução da gestão pública e no controle e avaliação de
seus resultados, de forma eficaz, suficiente e oportuna, para o qual
deverão criar os mecanismos que a garantam.
Função Executiva
Conformada por prefeito ou prefeita eleito ou eleita por votação
universal, direta e secreta, sujeita ao disposto na legislação
eleitoral. O prefeito ou prefeita é a primeira autoridade civil e política na
jurisdição municipal, chefe do executivo do Município, primeira autoridade de
a polícia municipal e o representante legal da entidade municipal. Terá
caráter de funcionário público.
Função Legislativa
A função legislativa do Município corresponde ao Conselho Municipal
integrado pelos vereadores ou vereadoras eleitos ou eleitas da forma
determinada na Constituição da República Bolivariana da Venezuela e
na lei respectiva. Também exercerá o controle político sobre os órgãos
executivos do Poder Público Municipal.
Função Controladora
Em cada Município existirá um Controlador ou Controladora Municipal, que exercerá
de acordo com as leis e a ordenança respectiva, o controle,
vigilância e fiscalização das receitas, despesas e bens municipais, assim
como das operações relativas aos mesmos.
Função Planificadora
O Conselho Local de Planejamento Público é o órgão encarregado de
integrar o governo municipal e as comunidades organizadas no
processo de planejamento e instrumentação do desenvolvimento do Município. Seu
o funcionamento se regerá pelo que está estabelecido na lei especial e na
respectiva ordem, de acordo com a normativa de planejamento
correspondente.
5.- Poder Estatal
O Poder Estatal é aquele que está constituído por todas aquelas
instituições ou órgãos do Governo mencionados em Nossa Carta
Fundamental, com competência a nível Estadual, assim se detalham a
existência do Poder Legislativo Estadual (Conselho Legislativo), Executivo
(Governador), Judicial (Direção Executiva da Magistratura com seus
oficinas regionais), Cidadão (Controladoria autônoma).
O Poder Executivo Estadual é exercido pelo Governador do Estado, este
deve ser maior de vinte e cinco (25) anos de idade e ter cinco (5) anos
de residência ininterrupta no Estado. Poderá ser eleito para um
período gubernamental de quatro (4) anos e reeleito imediatamente, por
uma só vez, por um período adicional. Deverá prestar contas de sua gestão
anualmente diante do Contralor do Estado, a Comissão Legislativa, o
Conselho de Planejamento e Coordenação de Políticas Públicas.
O Poder Executivo Estadual é atualmente composto por
siguientes organismos o entes:
* Governos
Conselho Federal de Governo
Conselho de Estado
Comité de Postulaciones Judiciais
Poder Judicial Estadual
Poder Ciudadano Estadal