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Guias de ACLS e BLS: RCP e Emergências

Este documento apresenta as diretrizes de ACLS e BLS. Resume os principais pontos da cadeia de sobrevivência para paradas cardiorrespiratórias intra e extrahospitalares, incluindo a importância da RCP precoce e da desfibrilação. Descreve os algoritmos de BLS e ACLS, incluindo os passos a serem seguidos para diferentes ritmos cardíacos anormais e a administração de medicamentos. Também abrange os cuidados pós-parada cardíaca e a importância da recuperação e comunicação com o paciente e a família.

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Guias de ACLS e BLS: RCP e Emergências

Este documento apresenta as diretrizes de ACLS e BLS. Resume os principais pontos da cadeia de sobrevivência para paradas cardiorrespiratórias intra e extrahospitalares, incluindo a importância da RCP precoce e da desfibrilação. Descreve os algoritmos de BLS e ACLS, incluindo os passos a serem seguidos para diferentes ritmos cardíacos anormais e a administração de medicamentos. Também abrange os cuidados pós-parada cardíaca e a importância da recuperação e comunicação com o paciente e a família.

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GUIAS DE ACLS E BLS

[Link] causas de mortalidade a nível mundial (paragem cardiorrespiratória)


[Link] Sólo se hizo en 40% e DEA Sólo se hizo en el 12% de 350.000
paros extrahospitalares.
[Link] no prognóstico Sem mudanças desde 2012
[Link] de sobrevivência
[Link] Reconhecimento e prevenção, ativação do
sistema de emergência, RCP precoce, desfibrilação, cuidados pós
parada, recuperação.
[Link] Ativação do sistema de emergência, RCP
precoce
[Link] Suporte vital básico
Qualquer pessoa pode administrá-lo
[Link] pré-hospitalares
[Link]ância Vital
[Link] Suporte vital avançado
a. Profissional médico treinado
[Link] avançadas (administração de medicamentos, intubação)
[Link] o paciente
[Link] Algoritmo
[Link] a segurança da cena (se for prejudicial, não se faz nada)
[Link] (chamando-o)
[Link] tudo bem
ii.Não responde pedir ajuda e ativar o sistema de emergências
[Link] o pulso Pulso carotídeo em adultos é o
último que se perde.
[Link] a respiração aproximar-se e ouvir.
[Link]ção do paciente
Pulso e respiração normais Não se faz nada
somente se faz acompanhamento até a ambulância
[Link] respiração, mas com pulso Também deve
incluir os jadeos ou agonia respiratória. Deve-se
dar uma ventilação a cada 6 segundos ou 10 a cada
minuto. A cada 2 minutos, verifica-se o pulso.
c. Não respira, não tem pulso Já deve haver
ativado serviço de emergência e solicitar um DEA
equipe de primeiros socorros.
i. Faz-se RCP Ao ritmo de 30
compressores 2 respirações.
[Link] Prender e dar atenção.
[Link] de realizar a desfibrilação uma
faça um novo ciclo de RCP de 2 minutos e
aí já pode verificar o pulso.
É melhor prevenir do que lamentar Se você não tiver certeza, inicie os
cuidados de suporte vital básico. Porque o risco o pesa.
[Link] mínimo fazer compressões se não tem com o que fazer as
ventilações
[Link] desemprego estas são as mais importantes
e. Ativação simultânea marca para ativar o sistema de emergência e
vou fazendo as manobras.
Não se deve mover o paciente
As compressões devem ser feitas na parte inferior do esterno com
as duas mãos uma apoiada sobre a outra.
h. Adequada qualidade das compressões
i. Terço inferior do esterno
ii.2/3 Anteroposteriores do tórax (5-6 cm)
[Link] de 100-120 min
iv. Permitir a descompressão completa do tórax (não havia
retorno venoso
[Link] as compressões ao mínimo
vi. Mas de 60% deve ser compressões
vii. Deve ser trocado após 2 minutos.
[Link] aérea
Elevar a cabeça e a mandíbula é o preferido.
[Link] dispositivos de ajuda em pacientes inconscientes
iii. Não usar pressão cricoidea.
[Link]ções
[Link] respiratório 1 ventilação a cada 6 segundos e verificar
pulso cada 2 minutos
ii. Paro cardiorrespiratório Relação 30:2, se houver dispositivo
avançado pode ser feito a cada 6 segundos
[Link] TOR Nos diz quando deve terminar a reanimação
i. O paro cardíaco não foi presenciado
ii. Não houve retorno de circulação espontânea prévio ao
transporte.
iii. No desfibrilação pré-transporte
[Link] os 3 anteriores forem cumpridos, então o paciente já cruzou
pal outro lado.
[Link]
[Link] RCP, dar oxigênio e monitorar o paciente
[Link] o ritmo
Desfibrilável
fibrilação ventricular
[Link] ventricular sem pulso
[Link] reconheço que há um destes se
gera uma desfibrilação e se inicia
imediatamente RCP
d. Coloca-se um acesso intravenoso ou intraósseo
e. Aos dois minutos, o ritmo é reavaliado
Desfibrilável Se administra uma
descarga, novo ciclo de RCP e se coloca
adrenalina
ii. Não desfibrilável começa-se pois no
outro grupo
iii. Passam 2 minutos novamente
Desfibrilável se faz nova
desfibrilação, se inicia novo ciclo
de RCP e se administra amiodarona
a lidocaína.
2. Não desfibrilável se começa pois
no outro grupo
iv. Depois outra vez epinefrina, amiodarona,
epinefrina, nada, epinefrina, nada
epinefrina ……
2. Não desfibrilável
[Link]
[Link] elétrica sem pulso
Colocar adrenalina e iniciar ciclo de RCP
d. O ritmo é avaliado novamente em 2 minutos
i. Não desfibrilável Solo RCP e se avalia
em 2 minutos
1. Não desfibrilável Adrenalina mas
RCP e é avaliado em 2 minutos
2.E assim por diante
3.
3. A quantidade de descarga que deve ser aplicada
[Link]ásico 120-200 J
[Link]ásico 360 J
[Link] de medicamentos
[Link] 1mg IV/IO
[Link] Primeira dose 300 mg em bolo,
segunda dose 150 mg bolo
Lidocaína Primeira 1-1,5 mg/kg e segunda dose
0,5-0,75 mg/kg
5. Apenas pode intubar, deve intubar
[Link] reversíveis
[Link]
[Link]óxia
[Link]
[Link]
[Link]
Neumotórax a tensão
Taponamento cardíaco
h.Tóxicos
Trombose pulmonar
Trombose coronária
iii.ETCO2 >10 mmHg > 20 mmHg
[Link] 20 minutos deve ser o limiar
1. Paro no presenciado
[Link] não recebe RCP
[Link] retorno de circulação espontânea
4. No desfibrilação prévia à transferência do paciente
[Link] pós-parto
[Link] a via aérea
[Link] se ainda não foi feito
[Link] os parâmetros respiratórios
i.10 respirações por minuto
ii.SpO2 92-98%
iii.PaCO2 35-45 mmHg
c. Manejar o estado hemodinâmico
[Link]ólica >90 mmHg
[Link]ólica > 65 mmHg
[Link] de 12 derivações
[Link] cardiogênico instável Suporte vasoativo
[Link] de infarto
[Link] requerir suporte circulatório mecânico
[Link] neurológico Segue ordens ou não
Comatoso
1. Manejo de temperatura
[Link]
[Link]
[Link] manejo crítico
[Link] ordens Normal
iii. Considerar causas reversíveis
Todo paciente deve ficar com oxigênio a 100%
[Link]ão da temperatura 32-36 por mínimo 24 horas
h. Prognóstico neurológico deve ser avaliado 72 horas após o evento.
9. Recuperação
[Link] ser parte de cada uma das partes anteriores e isso é alcançado com
comunicação adequada com o paciente, com a família e com a
comunidade, ser muito claro na previsão, o que segue e o que podemos
chegar a alcançar o que poderia vir a acontecer. Deve haver recuperação
física, neurológica, cognitiva e cardiorrespiratória, assim que deve
esclarecer as expectativas a curto, médio e longo prazo, deve-se vigiar e
seguir muito de perto sempre informado o processo de recuperação
[Link] particulares
[Link] Não se trata se o paciente tem sinais claros de morte.
Líquidos endovenosos quentes, O2 quente, Lavado peritoneal ou
torácicos com líquidos quentes. E pensar em outras causas
[Link] Adrenalina e manejo de via aérea. Dose IM de 0,2 a 0,5
cada 5-15 minutos, considerar IV, infusão pós-paro.
[Link] Manejo de via aérea e oxigenção (hipóxia e acidose). Em os
parâmetros de ventilação deve-se ter em conta que a frequência
respiratória, a PEEP e o volume tidal devem ser baixos. (pneumotórax,
a compressão torácica "alivia o aprisionamento de ar"
d. Pós Cirurgia cardíaca mas que tudo devem ser seguidas como guias que
estão estabelecidas especificamente para isso e deve-se ter em conta
o risco de compressões, colocando na balança o risco-benefício.
[Link] Ventilação mesmo na água, evitar se houver sinais
claros de morte, todos devem ser remetidos, não devem ser imobilizados de
rotina
[Link] Confirmado, deve-se fazer trombólise intra-paro e considerar
trombectomia de resgate se suspeitada, critério clínico.
[Link] deve-se administrar cloreto (5-10cc a 10%) ou
gluconato (15-30cc a 10%) administrar em 2 a 5 minutos.
[Link] sem evidência de administrar potássio
[Link] Cálcio IV mesma dose hipocalemia “gravidez”
Hipomagnesemia Administrar sulfato de magnésio.
[Link]ção
[Link] Flumazenilo não pode ser
[Link] bloqueadores Insulina e glucagón (cálcio, ECMO)
iii. Calcioantagonistas Cálcio e insulina (glucagon e ECMO)
[Link]ína Benzodiacepinas, bloqueadores de canais de
cálcio, nitroglicerina e morfina (evitar betabloqueadores puros)
Anestésicos locais Emulsão lipídica
[Link] de canais de sódio Bicarbonato de sódio
considerar ECMO
Digoxina Fab
[Link]
[Link] oxigênio hiperbárico
Cianuro Hidroxocobalamina e tiossulfato de sódio
[Link] O manejo da via aérea é importante, não se deve
retrasar BLS ou ACLS por dar naloxona, se deve ter o paciente
em observação porque há risco de intoxicação recorrente.
l. Gravidez deve-se preparar para cesárea perimortem e não deve
monitorar o bebê.
Taponamento Pericardiocentese ou pericardiotomia
[Link]órax a tensão Descompressão
Hipóxia O2 a 100%
[Link]ênio Possível bicarbonato de sódio
[Link] Possibilidade papel de líquidos/ transfusão intra-paro
[Link]
[Link]
[Link]ência cardíaca maior que 150
[Link] o paciente
[Link] o paciente
[Link] um eletrocardiograma
Estável Cardioversão farmacológica
[Link]
[Link] vagais (valsalva)
[Link]
[Link] bloqueadores ou bloqueadores de canais
de futebol
[Link] estreito regular taquicardia
supraventricular paroxística, se deve elevar
pernas dos pacientes, adenosina ou
Calcioantagonistas.
[Link] QRS > 0,12 s
Adenosina só se for monomórfica
diferença entre taquiarritmia ventricular de
taquiarritmia supraventricular com
aberrância
[Link]ão de antiarrítmicos
Procainamida 20-50 mg/min
Amiodarona 150 mg em 10 min
[Link] se deixa a 1mg/min por 6
horas
[Link] 100 mg em 5 min
[Link] irregular se deve pensar em
fibrilação auricular com ashman
[Link]ÁVEL QRS Pré-excitação ou
Taquiarritmia Ventricular polimórfica
v.Não dar verapamil, beta bloqueadores nem
diltiacem
[Link] ventricular polimórfica se
deve desfibrilar sim ou sim. “cardioversão é em
um ponto no mais alto do QRS
Torcida de pontas
[Link] prolongado
[Link] e recorrer
[Link] de magnésio
[Link] marcapasso ou
isoproterenol
[Link]
[Link] evidência
b. Devem-se à isquemia
usualmente
Manejo lidocaína
manejo anti-amiodarona
isquêmico
[Link] estreito irregular
cardioversão elétrica.
fibrilação auricular 120 -200 J
[Link] 50 a 100J
[Link]ável Cardioversão elétrica
Hipotenso
[Link]ção do estado de consciência
[Link] de choque
[Link]
[Link] cardíaca aguda
3. Cardioversão elétrica deve ser sincronizada
[Link] naquelas que têm um ritmo inferior a 50 batimentos por
minuto
[Link] via aérea
[Link]ênio
[Link] cardíaco
[Link] intravenoso
[Link] de 12 derivações
Estável monitorar e observar
Inestável Atropina (1mg a cada 3-5 min máximo 3 mg)
Hipotensão
[Link] mental alterado
[Link]
[Link]
[Link]ência cardíaca aguda
3. Considerar atropina solo serve em bloqueios de baixo grau
nos altos não serve.
4. Por isso, se não serve
[Link] transcutâneo
[Link]ão de dopamina 5-20 mcg/kg por minuto
[Link]ão de epinefrina 2-10 mcg por minuto

ACLS
Taquiarritmias palpitações
Choque hipoperfusão não é necessário ter hipotensão

ACLS virtual
RCP É crucial para uma reanimação bem-sucedida.
2.O pulsar deve ser detectado antes de 10 segundos
3. Se houver pulso, faz-se a ventilação 1 a cada 6 segundos
[Link] Estratégia de avaliação secundária
[Link] e sintomas
[Link]
[Link] (incluindo a última dose)
d. Prévia história clínica (sobretudo, o que guardar relação com a
doença atual
A última comida consumida
Eventos
5.H Hipovolemia, hipoxia, íon hidrogênio, hiperpotassemia, hipopotassemia
hipotermia
6.T Pneumotórax a tensão, tamponamento cardíaco, toxinas, trombose
pulmonar, trombose coronária.
[Link] menor a 35 hiper mayor a 45 hipoventilação
8.Síndrome coronária aguda
[Link] a sintomatologia
b. Masticar 162 a 300 mg de aspirina se há alergia ou sangramento digestivo
[Link] oxigênio se for menor que 90.
[Link] Nitroglicerina, contraindicado em pacientes com choque ou bainhas
de volemia. Morfina contraindicado em infarto de ventrículo direito e
pode causar bradicardia.
[Link] não em bradicardia, taquicardia ou hipertensão e nada os que
tome inibidor da fosfodiesterase.
[Link] Não é usado em angina instável
[Link] ISP Colocar um Stent
[Link] 360 mg,
[Link] 180 e continua 90 mg

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