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A Evolução do Rap: Cultura e Expressão

O documento descreve a história e evolução do gênero musical rap. Começou como uma forma de expressão da comunidade negra nos Estados Unidos em meados do século XX, utilizando rimas e poesia sobre batidas rítmicas. Com o tempo, o rap se diversificou e se fundiu com outros gêneros, tornando-se um dos quatro ramos fundamentais da cultura hip-hop junto com o break dance, o graffiti e a cultura DJ. Atualmente, o rap transmite mensagens sobre temas sociais e políticos através de letras.

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A Evolução do Rap: Cultura e Expressão

O documento descreve a história e evolução do gênero musical rap. Começou como uma forma de expressão da comunidade negra nos Estados Unidos em meados do século XX, utilizando rimas e poesia sobre batidas rítmicas. Com o tempo, o rap se diversificou e se fundiu com outros gêneros, tornando-se um dos quatro ramos fundamentais da cultura hip-hop junto com o break dance, o graffiti e a cultura DJ. Atualmente, o rap transmite mensagens sobre temas sociais e políticos através de letras.

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Como todos nós já experimentamos neste mundo, a música é um

elemento muito importante em nossas vidas, com ela expressamos


nossos estados de espírito, alegrias, tristezas, raivas, manifestações,
protestos, entre outros. Não há ninguém neste andar que não tenha
ouvir pelo menos uma música que o fizesse sentir importante
de alguma ou outra maneira porque se encontra formada de melodia,
harmonia e ritmo. O conceito de música tem evoluído desde seu
origem na Grécia antiga, onde se reunia sem distinção a poesia,
a música e a dança como arte unitária. Há várias décadas se
ha voltado mais complexa a definição do que é e o que não é a música,
já que compositores destacados, no âmbito de diversas experiências
artísticas fronteiriças, realizaram obras que, embora possam
consideram-se musicais, expandem os limites da definição deste
arte. Em nosso ambiente, citamos uma infinidade de gêneros musicais,
alguns dos exemplos seriam clássica, pop, eletrônica, merengue,
cumbia, mas do que falarei nesta ocasião será do gênero RAP.

Este gênero, também conhecido como emceeing por sua tradução em


inglês, tem sido uma adoção do povo negro nos Estados Unidos a
meados do século XX, que é um tipo de expressão ou recitação
rítmica de rimas, um jogo de palavras e poesia. É um dos quatro
fundamentos que compõem a cultura do hip-hop, daí que em
ocasiones se le llame a esta música hip-hop. Embora muitas vezes se
pode interpretar a capella, o rap geralmente é acompanhado de um
fundo musical rítmico que recebe o nome de batida, que se refere ao
ritmo ou as pulsações, batimentos ou golpes que são comuns nas
canções desse tipo de música. As pessoas que interpretam o rap
são conhecidos como MC, que são as siglas em inglês de “mestre de
cerimônias”, começaram a ser chamadas assim porque na iniciação do rap,
essas pessoas eram as que animavam as festas onde os DJs eram
principalmente os que disputavam o apoio do povo por meio
das melhores exposições musicais e ritmos distintos. Nesse contexto
começaram a se desenvolver os mestres de cerimônias que guiavam
as competições entre DJs até então, depois começaram a
expandir seu campo assumindo um papel mais protagonista. Hoje a
na minha forma de ver, são muito poucos os MC's que realmente cumprem a
função como tal. Por isso é muito brabo que um louco se chame
MC porque não é só parar para cantar bonito, é preciso transmitir,
interagir, marcar no ouvinte o que se pretende de verdade
entregar-lhes.

O nome RAP aparece no inglês britânico no século XVI e a partir


do século XVIII é usado como sinônimo do verbo "dizer", no século
XX começa a ser usado como equivalente de "conversar" e falado por
os afro-americanos nos Estados Unidos e daí para ser um estilo musical.
No rap, utiliza-se o flow, que significa fluxo, usa-se para se referir aos
ritmos criados pelas palavras ou sílabas acima do beat assim
como a interação do esquema ou padrão de rimas com o ritmo de
fundo. Às vezes, consideram-se parte do flow matizes como a
altura, o timbre e o volume.
O compasso do rap geralmente é quatro por quatro. Na sua essência rítmica,
as músicas de rap, em vez de um compasso de 4/4 (como em outros
estilos musicais, onde a canção segue o ritmo), baseia-se em um
conteo de 3, similar a un "swing" encontrado en los golpes del jazz. Sin
embargo, no rap esse conceito é levado um passo além. Enquanto
que o ritmo do jazz implica notas de três oitavos (um trio) por batida,
no rap é o dobro: 6/16 (um 'dobro trio') por golpe. Como a ênfase
é maior, frequentemente é tocado (ou composto) de uma forma
relaxada.
O emceeing ou rap como chamamos hoje em dia, vem de uma tradição
africana que se conserva em Jamaica e foi levada para N.Y. no início de
os anos 70 por um DJ jamaicano conhecido como Kool Herc. O emceeing de
esta época na música jamaicana baseava-se em dizer frases para
animar o público, fazendo isso sobre os "dubs" ou parte
instrumental dos discos. Kool Herc adapta isso à música da moda em
Nova York como James Brown e cria o que hoje conhecemos. Com os
anos este arte se desenvolveu em grandes níveis, tanto assim como que
a poesia urbana e negra se fundiu com o emceeing e se tornou
apresentado até em algumas das mais reconhecidas universidades.
O rap se desenvolve principalmente por duas vias:
• rompe seus laços com o funk e a música disco de consumo acentua seu
relação com o break dance ao mesmo tempo em que radicaliza seus signos de
identidade de rua através de formas autônomas e uma linguagem
específico e combativo.
• Em suas primeiras manifestações, e seguindo a pauta break, o rap
surgiu das operações que nas salas de dança um disc executava
jockey utilizando um ou vários temas, com o objetivo de conseguir das
interrupções e misturas resultantes de uma composição que servisse
como veículo sonoro à recitação do solista ou, com maior
frequência, a um numeroso conjunto de intérpretes. A agulha do toca-discos,
em consequência, tornava-se um elemento fundamental dos
temas de rap e através do rápido e repetitivo, salpicado de
arrastos rítmicos, enfatizando rimas que se nutrem de jargões, efeitos
onomatopeias, piadas e consignas, desencadeava um jogo de
réplicas e contrarréplicas muito sugestivas, que por sua vez se
complementava com provocações cênicas. Esses traços
essenciais do rap --especialmente tudo que se refere às suas letras--
têm sua origem nas fórmulas publicitárias emitidas pelo rádio e
televisão onde duas ou mais pessoas conversavam coloquialmente
sobre um produto, combinadas com as remixes de música disco que
os jovens negros, hispânicos e chicanos usavam para dançar e
divertir-se ao ar livre nos guetos.
Por isso, o rap teve em seus começos um alcance limitado, pois raras
vezes penetrava no âmbito das discotecas, dominadas por temas
comerciais também interpretados por negros (como Grace Jones, Chic
e Tina Turner). O tema 'Rapper's Delight', do Sugar Hill Gang, editado
Em 1979, foi uma das composições estrela deste estilo, que se
inscrevia-se no âmbito eclético praticado por bandas fundacionais
como Afrika Bambaataa e The Soul Sonic ou o mais radical de
Grandmaster Flash e os Furious Five. Mas é a partir dos anos 90
quando os álbuns de rap alcançam uma presença regular nas paradas
de sucessos da revista Billboard e o estilo se diversifica, atraindo seus
filas de adeptos a músicos brancos.
No baile inicialmente, mencionava-se como os jovens projetam o
sentido que têm pela vida e o desejo de ser compreendidos por
meio do movimento. Movimento que geralmente se apresenta em
forma rítmica, encontrando uma aceitação e agrado de quem os
executam como aqueles que os observam. Nesse sentido, os jovens entram
ao mundo da dança, "pois ela é um elemento que apresenta
movimentos corporais e que têm um propósito definido. Estes
movimentos são intencionalmente rítmicos com um valor estético aos
olhos de quem a presencia. Portanto, a dança é uma expressão
natural do ser humano, assim como é o movimento que a impulsiona a
ser uma manifestação do sujeito através da dinâmica do corpo

Os rapazes da cultura do RAP utilizam a dança: como meio para dar


a entender o que são e como fonte de movimento rítmico, onde se
geram espaços para a criatividade, expressividade, fluidez e harmonia.
É por isso que os jovens precisam de tais espaços para se dar a
entender no mundo ao qual pertencem. É neste mundo (próprio de
a modernidade e a pós-modernidade) que os jovens assistem a um novo
era obcecada por informação e expressão. Expressão que
pode ser canalizada por meio da dança, que é rica em sua
dimensão comunicativa e na interpretação de diversos idiomas
que o homem quer manifestar, uma vez que antes de se tornar a palavra
realidade, a imagem mitificada da dança estava presente para que o
homem a utilizará em seu fazer comunicativo.
Agora, atualmente o jovem, "vive entre ser reconhecido como
sujeito individual e social, aqui e agora e entre o que será e
representará para a sociedade no futuro". Portanto, é por meio da
dança como atividade rítmica que as culturas juvenis, e em especial
as culturas do RAP podem se fazer entender de forma mais clara ante
um mundo adulto que não consegue ou não quer compreendê-lo.
Nesse sentido, a dança possui uma grande gama de movimentos para sua
realização e ao mesmo tempo uma alta dose de comunicação. É por isso que
ela faz parte da ação física humana, pois é executada em forma
criativa e harmoniosa e utiliza em seus movimentos grandes, destrezas e
capacidades que habilitam o jovem como ator protagonista dentro de
a mesma. "a dança é exigência e disciplina, pois a realização máxima
de sua expressividade está determinada pela precisão de suas
movimentos
A afirmação anterior se sustenta quando os jovens Raperos dizem
que "se uma pessoa não se move (dança), não pode pertencer ao
grupo". É assim que as habilidades motoras são uma parte importante dentro
dos danços que realizam os Raperos.
Muitas pessoas têm a ideia de que rap é igual a hip-hop, o que
os tem confundidos, aqui estão as diferenças embora tenham muitas
relação:
O trabalho do hip-hop é "criar consciência" no público. Hip-hop como
cultura, inclui quatro ramos principais de expressão: Esta cultura se
manifestou através dos cinco municípios da Cidade de Nova York
a mediados da década de 1970. Seu desenvolvimento foi entrelaçado com os movimentos
sociais da época. (Deve-se anotar que alguns praticantes de
ramas específicas haviam estado ativas desde o final dos anos 60 em
Jamaica e a cidade de Nova York). Muitos dos iniciadores do hip hop
foram influenciados pelo aspecto organizativo de movimentos
anteriores e trouxeram esse espírito com eles ao organizar o hip hop como
uma cultura. Uma diferença maior entre o hip hop e os movimentos
anterior era que o hip hop foi intercultural desde o seu início. Havia uma
influência grande de jamaicanos tanto quanto de porto-riquenhos e
Africanos-Americanos que viveram nas mesmas vizinhanças em os
Anos 1980. Esses foram os anos Reagan que foram viciosos para nossas
comunidades. Também, ao longo dos últimos anos da década de 70, e a
meados dos anos 80 "as cidades de chocolate" ao redor deste país
experimentaram uma explosão de violência de gangues. Muito de
nós nessas comunidades contamos com o hip hop como uma
alternativa às influências de gangues. Foi dentro deste contexto
que o hip hop se espalhou para outras cidades que estavam vivendo no
mesma embarcação.
Se destacou do rap por evoluir a partir das formas primordiais
da música religiosa da comunidade negra dos Estados Unidos, a
através de uma expressividade laica e popular que se conciliou muito a
menudo com o funk.
Também é importante destacar que o termo hip-hop chega também nos
oitenta para definir não só o rap como gênero musical, mas como
uma cultura urbana que abrange outras expressões artísticas relacionadas
como o graffiti e o breakdance.
Foi por volta de meados da década de 1980 que o "entretenedor" foi
manufacturado como oposto ao "artista". O "entretenedor" é
promulgado nesta sociedade a fim de enganar as pessoas. No entanto,
o "artista" ainda está presente. Embora o espírito do
os movimentos dos anos 60 estão ausentes em um nível massivo hoje, ainda
existem aqueles que continuam a luta. O hip hop também passou
por ataques extremos e incorporações (parte do seu ataque) América
corporativa a fim de tratar de esmagar o avanço do movimento. ¿Por
O quê? Porque o poder dentro do hip hop foi reconhecido pelo governo.
Para este movimento, como com os demais, a tática principal de
a intervenção usada pelo sistema foi incorporá-lo na corrente
principal e, assim, destruir sua autenticidade seu propósito. O hip hop, em
este tempo, estava colonizado e ainda é, na minha opinião. Assim
como nos países, muita gente dentro do hip hop esqueceu sua história e
seus objetivos.
O hip hop havia sido elevado de sua comunidade e agenda artística e foi
envenenado com o capitalismo. Vários filmes diluídos de hip hop
foram exibidos nos cinemas. Ainda alguns B BOYS foram cortejados em
acontecimentos importantes como nos Honores Presidenciais Kennedy para
Ronald Reagan no Lincoln Center, e ainda em apresentações para a
Rainha da Inglaterra. Sua comercialização foi assumida pelo Burger King,
Pepsi e Kool Aid.
Começando em 1956, o mundo viu como a África começou a se libertar dos
grilletes do imperialismo e do colonialismo. Isso se tornou no
orgulho para africanos nos EUA. E seria importante começar o
Movimento de Poder Negro.
"minorias" principiaron sus propios movimientos alrededor de 1965.
Uma das quedas é a falta de comunicação e interação entre a
gente diferente. Devem se comunicar e que os meios publicitários não
dictem ideias sobre quem eles são. A geração atual pode
aprender a estudar os movimentos anteriores. Mas também os
movimentos anteriores podem aprender a estudar a juventude de hoje
quem usa a arte do hip hop para se expressar e desafiar a
esta sociedade. A música, a arte e a dança são os elementos desta
cultura que mais explicitamente define quem são e para onde vão
como um [Link] refletem suas aspirações, suas frustrações, seu
unicidade individual e, às vezes, até formam o tom político da
sociedade. Infelizmente, as artes abraçaram uma estrutura
política própria governada pela riqueza, ganância, oportunismo, e
por dotações privadas e das corporações. Todas essas coisas são,
em parte, o que tem corrompido e sufocado a maioria dos
movimentos florescentes-inclusivos ambos os movimentos de
Direitos Civis e de Hip Hop. Os b boys Xicanos continuarão
representando a toda a gente lutadora em comunicar, através do
Tribuno do Povo, a voz do intergeneracionalismo e o
internacionalismo da perspectiva do "Artista Intelectual"
Colonizado," um termo inventado por Franz Fanon em seu livro
Os Condenados da Terra.
Não devem ser apenas nacionais em sua abordagem ideológica.
Agora devem ser também internacionais em sua consciência de classe e
devem ser intergeracionais também. Muitos dos problemas que
enfrentan en sus comunidades hoy son directamente conectados a las
intervenções passivas e ativas pelo estabelecimento sobre os
movimentos de 20 a 30 anos atrás. Passivo em que havia alguns entre
sua própria gente que se venderam, ou foram cooptados. E ativo em
quanto aos muitos modos que o governo dos Estados Unidos usou para
intervir no movimento incluindo, a coação, ilegalidades e o
programa COINTELPRO que ainda existe.
Cultura, sem violência.
Para a maioria dos rappers, há dois tipos de mensagens que valem a
pena transmitir: protestas e propostas. Alguns (os colombianos)
defendem que sua proposta é dizer aos meninos que usem a
cultura em vez da violência e das drogas para que se sintam
orgulhosos. Outros grupos se concentram em protestar contra o governo, os
ricos os Estados Unidos. Para muitos, a imagem de gangsta que se tem de
numerosos raperos americanos não é mais do que uma manobra
comercial de escaso interesse.
O objetivo de organizadores, líderes ou o ativista nos "bairros"
afro-americanos e latinos é a autorização de seus
comunidades. Eles também querem criar mudanças que melhoram a
qualidade de vida naquela comunidade. A pessoa dinâmica, o
autorizalista, está arraigada no espírito das pessoas, e o desafio de
ele/ela é contra os modos da estrutura social corrente deste
país. Isso inclui o desafio de normas em nível local e superior.
Desafortunadamente, dado o nível profundo de confusão em
as perspectivas, tanto a estratégica quanto a ideológica, da 'classe
minoritária" em geral, sua inabilidade de se mover além do
asimilaçãoismo/integracionismo, é provável que eles continuassem
vendo consentimento para ideias destrutivas, como essas
apoiadas por uma Linda Chávez ou um Clarence Thomas. Além disso,
esses "fantoches", é demasiadamente frequente o caso de que eles em os
"bairros" contribuem para a loucura e destruição do nosso próprio povo
como no caso dos ataques de "Negro sobre Negro", "Latino sobre
"Latino" ou "Latino sobre Negro". Os códigos de cor e a violência não
são a chave. A falta de liderança tem sido o caso para a maioria da
juventude nas gerações pós-décadas de 1960 e 1970. Uma barreira
importante, é o dinheiro. Já não se investe em grandes produções se
falamos sobre matéria de rap ou hip-hop.
Em conclusão, dizemos que rap não é igual a hip-hop, embora muita
as pessoas continuam afirmando, o rap é o gênero musical onde se expressam
aquelas pessoas que tentam demonstrar ao mundo do que são capazes
ser capazes e que faz parte dos elementos que constituem a
cultura do hip-hop, de uma maneira geral e aproximada, poderia
dizer que a cultura de um grupo social é o conjunto de seus
criações materiais e espirituais, ou também o conjunto de seu
herança social. É precisamente isso que faz do Hip-Hop uma
cultura, o fato de que abrange algo mais do que uma forma rústica de
música ou uma moda. Quando nos referimos a esta subcultura musical
temos que pensar principalmente em quatro formas de expressão:
emceeing/rap, dj/turntablism, b-boying/break dance e graffiti. Estas
são a voz, a música, a dança e a arte nesta cultura. Cada uma de
essas expressões têm identidade própria e sua importância individual,
mas todas e cada uma delas se entrelaçam. Todas e cada uma delas
levavam em suas raízes o estigma do bairro.
Simplesmente o rap não se trata apenas de falar, mas de dançar, desenhar,
compor e cantar. Cada um dos rappers tem uma filosofia da
vida de como vêem seu entorno social. Os rappers compõem seus
canções da vida cotidiana, das expressões próprias ou da
experiência de outros, com o objetivo de dar a conhecer a sua inconformidade
diante dos males que afetam a sociedade, especialmente aqueles
que têm a ver com os jovens.
Durante muito tempo, acreditou-se que este tipo de música e grupo
que une a uma sociedade, projeta e promove o vandalismo, a
marginalização em relação a pessoas de altos recursos e a incitar os jovens a desistir
os estudos para se dedicar à vida nas ruas e aos vícios, embora não
nego que suceda assim dependendo da ideologia que cada pessoa
tenga sobre as figuras do rap ou hip-hop que observou na televisão
ou na rua, mas as verdadeiras estrelas brilham de acordo com
intensidade de sua mentalidade, da altitude de verdade que contenham suas
letras e a mensagem de paz que transmitem suas canções.

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