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Avaliação da Exposição ao Ruído em Indústrias

Este documento apresenta dados sobre a avaliação da exposição ao ruído em diferentes seções de uma empresa automobilística, incluindo uma linha de montagem, uma oficina de prensas e uma oficina de manutenção. Fornece níveis de ruído medidos, duração da jornada de trabalho e outros detalhes para cada seção. O documento também inclui exercícios adicionais sobre o cálculo do aumento de ruído ao adicionar novas máquinas e a atenuação proporcionada por protetores auditivos.

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Avaliação da Exposição ao Ruído em Indústrias

Este documento apresenta dados sobre a avaliação da exposição ao ruído em diferentes seções de uma empresa automobilística, incluindo uma linha de montagem, uma oficina de prensas e uma oficina de manutenção. Fornece níveis de ruído medidos, duração da jornada de trabalho e outros detalhes para cada seção. O documento também inclui exercícios adicionais sobre o cálculo do aumento de ruído ao adicionar novas máquinas e a atenuação proporcionada por protetores auditivos.

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A

VAL
A
IÇÃO
DA
EXPOS
Ç
IÃO
ARUIDO

OBJETIVO

O objetivo deste exercício é que o aluno aprenda a interpretar os conceitos de avaliação de


a exposição ao ruído contida no RD 1316/89.

MATERIAL

Cópia da transparência [Link].28


Enunciado do exercício. O exercício foi dividido em quatro partes, as três primeiras dedicadas
cada um a um conceito de avaliação (ruído de nível estável, ruído de nível variável, avaliação
degrupos),yelcuartoacuestionesadicionales(incrementodelnivelsonoroalintroducirunanueva
máquina e cálculo da atenuação das proteções pessoais). Este último apartado supõe
que foram explicados aos alunos os conceitos relativos à análise espectral.

DESENVOLVIMENTO (Tempo estimado para a totalidade do exercício 3 horas)

Recomenda-se que a resolução do exercício seja feita em grupos reduzidos com uma apresentação em
comum posterior que será aproveitado para expor, além da solução numérica do exercício,
as ações preventivas a serem aplicadas de acordo com o resultado.
Pode-se optar indistintamente por resolver todo o exercício de uma vez, ou por partes, à medida que
vá avançando a explicação dos conceitos teóricos implicados em cada parte do exercício. Em
qualquer caso o desenvolvimento consistirá em entregar o enunciado do exercício (total ou parcial) aos
alunos e pedir que avaliem a exposição ao ruído e que façam uma lista das ações
preventivas a adotar com base no conteúdo da transparência [Link].28.

1
A
VAL
A
IÇÃO
DA
EXPOS
Ç
IÃO
AO
RU
DÍO

Em uma empresa dedicada à fabricação de componentes para automóveis (radiadores,


bombas de água, climatizadores, etc.) deve-se realizar a avaliação da exposição ao ruído
nos locais de trabalho. A fabricação é dividida em três seções separadas, oficina de
prensas, linha de montagem e oficina de manutenção.

1. DADOS PARA A AVALIAÇÃO DO RUIDO NA LINHA DE MONTAGEM

Para a avaliação da exposição ao ruído em um posto de trabalho da linha de montagem


de radiadores se utiliza um sonômetro de tipo 2 (IEC 651).
O resultado da medição é:
O nível sonoro é pouco variável ao longo de toda a jornada de trabalho
• Nível mínimo medido: 84 dBA
• Nível máximo medido: 88 dBA.
Não se apreciam ruídos de impacto
• Duração da jornada (excluindo descansos): 7 h. 45 min. (7,75 horas), de segunda a
sexta-feira.

Em outro posto de trabalho nas linhas de montagem, um trabalhador ocupa sua jornada em várias
atividades em lugares com diferentes níveis de som:
• Movimentação de materiais entre as linhas 5 h/dia. Nível sonoro 84 dBA
• Rondas de revisão dos compressores 1 h/dia. Nível sonoro 98 dBA
• Rondas pela sala de caldeiras 1 h/dia. Nível sonoro 92 dBA
• Trabalhos variados no armazém 1 h/dia. Nível sonoro 78 dBA
• Períodos de descanso 20 min./dia. Nível sonoro 75 dBA

2. DADOS PARA A AVALIAÇÃO DO RUÍDO NA OFICINA


DE PRENSAS

A observação dos postos de trabalho da oficina de prensas mostrou os seguintes


fatos:
a) O nível sonoro é muito variável ao longo de uma jornada de trabalho, mas não há
diferenças entre jornadas
b) Existem ruídos de impacto (golpes das prensas)
c) A jornada é de 8 h 10 min., mas existem pausas (uma de 20 min. e duas de 10 min.)
em que cessa toda atividade na oficina e o nível sonoro é inferior a 80 dBA

Em uma das prensas de estampagem com alimentação manual, foram medidos os


valores seguintes:
• Frequência de impactos: 5 golpes/minuto
• Nível de pico dos impactos: 128 dB
• Número de impactos diários: 2000 impactos/dia
• Nível sonoro entre impactos: 88 dBA.
• Duração total da jornada: 7,5 horas

2
Para a medida da exposição ao ruído na oficina de prensas, optou-se por medir o nível
equivalente durante 3 horas, sem incluir nenhuma pausa no período de medição, com um
dosímetro que além tem detector de picos. O resultado é:
• Nível equivalente 93 dBA.
• Nível de pico máximo detectado 135 dB.

3. DADOS PARA A AVALIAÇÃO DO RUÍDO NA OFICINA


DE MANUTENÇÃO

No atelier de manutenção trabalham 10 pessoas, a observação das tarefas realizadas


no workshop mostrou os seguintes fatos:
a) O nível de ruído na oficina é muito variável ao longo de um dia de trabalho, mas não
há diferenças entre jornadas.
b) Existem ruídos de impacto (golpes de martelo).
c) Todos os operários realizam, um dia após o outro, tarefas similares, de forma que os 10
postos de trabalho da oficina podem ser considerados equivalentes no que
respeito à exposição ao ruído.
d) A exposição de cada trabalhador pode ser diferente de um dia para o outro.
e) A jornada é de 8 h 10 min., mas existem pausas (uma de 20 min. e duas de 10 min.)
em que cessa toda atividade na oficina e o nível sonoro é inferior a 80 dBA.
f) Além disso, os trabalhadores de manutenção fazem saídas tanto para a oficina de montagem
como al de prensas de duração variável (embora sempre breves) para realizar
pequenas reparações ou controlar alguma máquina.
Para realizar a avaliação desses trabalhadores, foi realizada a medição do nível
equivalente durante toda a jornada, e do nível de pico máximo, mediante o uso de
dosímetros portados pelos 10 trabalhadores. Os resultados foram:

Trabalhador Lq (dBA) Nível de pico (dB)

1 92 135

2 89 136

3 94 130

4 96 137

5 oitenta e oito 129

6 87 125

7 89 132

8 93 131

9 93 142

10 88 125

3
4. EXERCÍCIOS ADICIONAIS

4.1. Instalação de nova maquinaria


No setor de montagem, está se pensando em instalar uma nova máquina. O fabricante da mesma
informa que o nível de ruído, medido no posto do operador, tem os seguintes valores
(níveis em bandas de octava).

frec. (Hz) 63 125 250 500 1000 2000 4000 8000

NPA (dB) 84 81 73 79 81 80 79 72

Se pensa colocar esta máquina em um ponto da cadeia de montagem onde atualmente


existe um NPA de 87 dBA.
Estimar qual será o nível sonoro na posição do operador uma vez instalada.
Na previsão de que o nível sonoro seja excessivo, decide-se buscar outra máquina menos
ruidosa. Qual deve ser o nível sonoro no posto do operador que se solicita à máquina?
para que ao instalá-la em um lugar onde já há um nível sonoro de 87 dBA, o nível global
não sobrepasse 88 dBA?

4.2. Atenuação de um protetor individual


Enquanto permanecer na sala dos compressores (98 dBA), serão utilizados protetores.
pessoais. Para calcular o nível de ruído percebido por um trabalhador que utiliza um protetor
é necessário conhecer a atenuação do protetor em cada banda de frequência (dado que
deve fornecer o fabricante do protetor) e o espectro do ruído. Ambos os dados são fornecidos
na tabela seguinte. Calcular a partir deles o nível sonoro percebido.

frec. (Hz) 63 125 250 500 1000 2000 4000 8000

NPA (dB) 98 101 101 95 93 91 79 75

Atenuação
2.0 2.4 8,5 13.6 20.6 26,2 30,6 25,4
do protetor

4
SOLUÇÃO AO EXERCÍCIO

A
VAL
A
IÇÃO
DA
EXPOS
Ç
IÃO
AO
RU
DÍO

1. LINHA DE MONTAGEM

No posto de trabalho fixo na linha de montagem, é aceitável usar como dado para
calcular o NRDE o valor do nível sonoro medido com um sonômetro, uma vez que é constante em
ao longo de toda a jornada e a diferença entre os valores máximo e mínimo é menor que
5 dBA.
Tomaremos como nível sonoro a média dos valores máximo e mínimo, isto é:
NPA = 86 dBA.

Uma vez que a exposição não é de 8 horas diárias, para o cálculo do NRDE aplicaremos a
relação:
NRDE = NPA + 10 log (Texp/8) = 86 +10 log (7,75/8) = 86-0,1 = 85,9 dBA

Uma vez que o NRDE supera 85 dBA sem chegar a 90 dBA, o plano de medidas deve incluir, por
o menos:
• Na medida do possível, reduzir o nível de ruído ou o tempo de exposição.
• Exame audiométrico dos trabalhadores ao ingressar no posto de trabalho, dois meses
depois da entrada e periodicamente a cada três anos. Arquivo de resultados durante
30 anos.
• Repetir a avaliação ambiental anualmente. Arquivar os resultados durante 30 anos.
Informar os trabalhadores sobre a exposição e o risco.
• Informar os trabalhadores sobre os resultados dos controles audiométricos.
Fornecer protetores pessoais aos trabalhadores expostos.

No local de trabalho não fixo da linha de montagem, também é aceitável calcular o NRDE
a partir de valores de nível sonoro obtidos com um sonômetro, uma vez que a exposição diária
pode ser dividido em períodos de duração conhecida, em cada um dos quais o nível sonoro
é constante.

O cálculo pode ser feito por dois métodos:

a) Cálculo direto

NRDE = 10 log 1/8 {∑Ti · 10 ^ (NPA/10)} = 10 log 1/8 {5 · 10 ^ (84/10) + 1 · 10 ^ (98/10)}


+1 · 10 ^ (92/10) + 1 · 10 ^ (78/10) + 0,3 ·10 ^ (75/10)} = 10 log 1/8 (9,21 ·10^9) = 90,6 dBA

b) Cálculo através das doses de ruído


El0/1EMPparacadaperíododeexposiçãosecacluladividindootempodeexposição
pelo tempo máximo permitido dado por:

TMax = 8 · 10^(90-NPA/10)

Com esta equação constrói-se a tabela da página seguinte.

5
Período NPA TMax T exposição Dosagem

1 84 32 5 0,16

2 98 1.27 1 0,79

3 92 5.1 1 0,20

4 78 todo 1 Sem signific.

5 75 tudo 0,3 Sem signif.

0/1EMP = 0,16 + 0,79 + 0,20 = 1,15


NRDE = 90 + 10 log (0/1 EMP) = 90 + 10 log 1.15 = 90 + 0.6 = 90.6 dBA

Se em vez de medir os níveis sonoros e tempos de exposição separadamente tivéssemos


se um dosímetro de ruído tivesse sido utilizado durante toda a jornada, o resultado da leitura teria sido
115% de dose ou 90,6 dBA de acordo com o tipo de dosímetro utilizado.

Uma vez que o NRDE supera 90 dBA, o programa de prevenção neste local de trabalho
deverá incluir pelo menos:
• Um programa de medidas técnicas de redução do ruído. Por exemplo, incluir em os
planos de investimentos a substituição dos compressores por outros menos ruidosos, ou
prever a instalação de cabines insonorizadas, ou acondicionar o local de compressores
para que seja menos barulhento.
• Sinalização do posto de trabalho com indicação da obrigatoriedade do uso de
proteções pessoais, que neste caso afetaria a sala de compressores e a
de caldeiras uma vez que são os lugares onde há um nível sonoro mais elevado
• Restrição de acesso a esses locais apenas ao pessoal mínimo necessário.
• Exame audiométrico dos trabalhadores na entrada, dois meses após a entrada
e periodicamente a cada ano. Arquivo de resultados durante 30 anos.
• Repetir a avaliação ambiental anualmente. Arquivar os resultados durante 30 anos.
Informar os trabalhadores sobre a exposição e o risco.
• Informar os trabalhadores sobre os resultados dos controles audiométricos.

2. OFICINA DE PRENSAS

A medição realizada durante um período representativo (no nosso caso, três horas) com
um dosímetro que além de registrar o nível máximo de pico é o procedimento reglamentar
tário.
Uma vez que durante o período de medição as pausas foram excluídas, é necessário considerar o
tempo diário real de exposição ao ruído para determinar o NRDE

NRDE = Nível Equiv. + 10 log (Texp/8) = 93 + 10 log (7,5/8) = 93-0,1 = 92,9 dBA

Uma vez que o NRDE ultrapassa 90 dBA, o programa de prevenção na oficina de prensas
deverá incluir pelo menos:

Um programa de medidas técnicas de redução do ruído.


• Sinalização do posto de trabalho com indicação da obrigatoriedade do uso de
proteções pessoais.

6
• Restrição de acesso ao atelier ao pessoal mínimo necessário.
• Exame audiométrico dos trabalhadores ao ingressar no posto de trabalho, dois meses
depois da admissão e periodicamente a cada ano. Arquivo de resultados durante 30
anos.
• Repetir a avaliação ambiental anualmente. Arquivar resultados durante 30 anos.
Informar os trabalhadores sobre a exposição e o risco.
Informar aos trabalhadores sobre os resultados dos controles audiométricos.

É importante ressaltar que o programa preventivo seria o mesmo se o nível de pico superasse 140.
dB, embora o NRDE fosse inferior a 90 dBA

3. OFICINA DE MANUTENÇÃO

Por se tratar de níveis sonoros variáveis, o único procedimento admitido pelo RD 1316/
89 é a medida do nível equivalente com um sonômetro integrador (ou um dosímetro) do tipo
2 a 1 de acordo com a norma CEI 804, escolhendo um tempo de medição que seja representativo. Em
situações em que o nível de ruído é muito variável, este período deve abranger toda a jornada
tal como ocorre neste caso. Além disso, como o período de medição inclui todo o dia,
a leitura do sonômetro integrador ou do dosímetro é o valor do NRDE sem que seja
não é necessário realizar nenhum cálculo adicional.

A medição deve ser em todos os postos de trabalho (10 pessoas), no entanto, se todos
eles são equivalentes, é admissível realizar a medição em um número menor de trabalho
res (escolhidos aleatoriamente) e aplicar técnicas estatísticas para determinar a exposição.
Ao existir ruídos de impacto, é necessário medir também o nível de pico dos impactos para
verifique se não ultrapassa o limite de 140 dB de pico.
Por tratar-se de trabalhos equivalentes, uma estimativa do NRDE de todos os trabalhadores é
a média dos NRDE obtidos, isto é NRDE médio: 90,9 dBA.
É importante ressaltar que a validade dessa conclusão se baseia no fato de que os trabalhos desenvolvidos
por todos os trabalhadores são equivalentes, ou seja, que a diferença entre o trabalhador nº4
(Máximo NRDE) e o nº 6 (Mínimo NRDE) no dia em que a medição foi realizada é devido
al azar e é perfeitamente possível encontrar em outro dia resultados individuais distintos,
embora mantendo o mesmo valor médio.
Se o análise das tarefas realizadas por cada trabalhador mostra que são diferentes, não é
não é correto tomar a média como indicador da exposição do conjunto, mas sim deve-se
considerar como postos de trabalho distintos e avaliá-los separadamente.

4. PROBLEMAS ADICIONAIS (Devem ser omitidos se na explicação


se omite lo relativo a análisis de frecuencias)

4.1. Introdução de uma nova máquina


O primeiro passo consiste em estimar o nível sonoro em dBA no posto de trabalho do operador
a partir do espectro fornecido pelo fabricante. A maneira mais fácil de operar é
construir a tabela seguinte:

frec. (Hz) 63 125 250 500 1000 2000 4000 8000

NPA (dB) 84,0 81.0 73,0 79,0 81.0 80,0 79,0 72,0

Correção. A -26.2 -16.1 -8.6 -3,2 0 +1.2 +1 -1,1

NPA corrigido 57,8 64,9 64.4 75,8 81,0 81,2 80,0 70,9

A soma logarítmica da última linha será o NPA em dBA. NPA = 10 log [∑10^(Li/10)] = 86.0 dBA

7
Uma vez conhecido o NPA devido à máquina, ao colocar a máquina na oficina, o nível
sonoro será a soma do ruído produzido pela máquina mais o nível sonoro já existente em
esse ponto. Logicamente a soma deve ser feita pelo procedimento habitual de somar
níveis sonoros, isto é:

NPA Total = 10 · log [10 ^(86./10) + 10 ^(87/10)] = 89.5 dBA

Conclusão: Embora a máquina em si mesma não seja muito barulhenta, é previsível que ao instalar a
no ponto escolhido do ateliê, o nível sonoro seja muito próximo, ou ultrapasse, os 90 dBA e em
consequência se deva implantar um programa de prevenção importante. É aconselhável
buscar outra máquina menos barulhenta, (ou diminuir o ruído existente na oficina), para isso
buscamos uma máquina cujo nível sonoro adicionado aos 87 dBA já existentes não ultrapasse
o valor total de 88 dBA (assim teremos 2 dBA de margem). Isso significa que o Ruído
gerado pela máquina sozinha deve ser inferior à diferença de 88 e 87 dBA

Aplicando a equação da subtração de dB:

Nivel máquina < 10 log [10^(88/10) - 10^(87/10)] = 10 log (1.3 10^8) = 81 dBA

Conclusão: É necessário que a máquina gere no posto do operador um nível inferior


a 81 dBA para que ao instalá-la no ateliê não se supere o nível de 88 dBA.

4.2. ATENUAÇÃO DE UM PROTECTOR AUDITIVO

Para o cálculo do nível de som percebido quando se utilizam protetores pessoais é


conveniente construir uma tabela de cálculo como a seguinte:

frec.(Hz) 63 125 250 500 1000 2000 4000 8000

NPA(dB) 98,0 101.0 101.0 95,0 93,0 91.0 79,0 75,0

Atenuação 2.0 2.4 8.5 13,6 20,6 26.2 30,6 25.4

Nivel resultante 96,0 98,6 92,5 81,4 72,4 64,8 48.4 49,6

Correção. A -26.2 -16,1 -8,6 -3.2 0 +1.2 +1,0 -1.1

NPA corrigido 69.8 82,5 83,9 78,2 72,4 66,0 49,4 48,5

A soma logarítmica da última linha será o nível sonoro percebido em dBA, que resulta ser
de 87,1 dBA.
O resultado, embora correto, já que o nível percebido é inferior a 90 dBA, pode ser melhorado se
se busca um protetor que tenha uma atenuação maior em frequências baixas, em particular a
250 e 500 Hz.
O objetivo ideal seria utilizar um protetor cujo uso levasse a um nível percebido inferior a
80 dBA.

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