Relatório de Experimentos de
SISTEMAS DE COMUNICAÇÕES II
Grupo: D
4ª Ano
Ano: 2023/2024
Curso: Telecomunicações
O docente
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Eng. Nkiambi José
Luanda, 2023/2024
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INTEGRANTES DO GRUPO D
Nome Processo
Angelino Mateus 2386
Evaristo Sawapinda 2425
Defesa Maria 1024
Herelton Tomás 1706
Josué Doviana 2458
Lucinda Pedro 2466
Maurício Simão 939
Pascual Gouveia 2487
Pedro Mazasadila 2493
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Simulação 4
Canal livre de distorções
Referências: Simulação 4.7 do livro Digital Transmission, p. 310
A teoria pode ser encontrada no Capítulo 5 do livro texto
Arquivo: Distortion_free.vsm
Configurações iniciais: frequência = 3000 Hz, tempo final = 0.2 segundo.
Objetivo e descrição do experimento
Neste experimento exploramos a influência do canal em um sistema de comunicações do
ponto de vista de sua eventual distorção no sinal transmitido. Verificaremos em que
condições podemos considerar o canal como não causador de distorções.
Neste experimento o sinal s(t) = sen(100 πt) + sen(200 πt) é aplicado à entrada de um filtro
digital passa- baixas com 101 coeficientes e frequência de corte de 100 Hz.
RELATÓRIO
Função de cada bloco
No espaço a seguir descreva a função de cada bloco do diagrama sob análise. A ideia aqui
não é descrever simplesmente o que o bloco faz, mas sim qual o seu papel na simulação.
R:
Gerador de Onda: é a parte que produz forma de onda eketrica ou mecanica (Quadrada,
triangular, senoidal, etc)
Somador, serve somar os sinais
Canal serve para permitir as passagens de sinais em uma faixa especifica e transmitir
apenas sinais dentro desta faixa de frequencia, enquato atenua as freuencias fora desta
faixa. Uma nota, para que um canal não cause distorção em um sinal ele deve ter a
magnitude de sua resposta em frequência constante, e a fase de sua resposta em frequência
com comportamento linear, ou seja, Q( f ) = – 2ft.
Blocos compostos
Descreva aqui cada componente dos blocos compostos (aqueles que agrupam vários blocos
do VisSim/Comm em um bloco criado pelo usuário). Não descreva o que faz cada bloco do
VisSim/Comm, já que estas informações já estão disponíveis no help do software. O que
se espera é a descrição do papel de cada bloco na composição de um bloco composto, de
forma similar à descrição do papel de cada bloco na simulação como um todo, tal qual no
item anterior.
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R:
1º Produce a sine wave: na simulação, se encarrega em produzir os sinais aleatorios de
pulsos. No nosso caso, temos dois sinais que serão transmitidos, chegando num somador
de sinais que entram.
2º sums the imput: o Somador de sinais na entrada, por sua vez, na simulação, o mesmo se
encarrega de somar os sinais que entram nele, para produzir um unico sinal.
3º O filtro h(t) é que vai garantir com que o sinal vindo vindo da saida do somador, passe
em faixas especificas de frequencias, enquanto rejeitara os que estiverem fora da faixa
especifica.
4º Medidor de erro: este tem a função de averiguar o numero de bits errados que o sistema
vai provocar, por isso, no mesmo é inserido alguns dalays para ver ou para comparar com o
sinal que entra no medidor e ter uma comparação, o caso o S1 é o sinal de saída do canal e
S2 é o sinal que vai ser atrasado e é o sinal de entrada do cálculo de erro.
Questões específicas
1. Abra o arquivo de simulação indicado acima e dê um clique duplo no bloco do
filtro. Vá em “View Response” e verifique os detalhes de sua implementação. Vá
em “Set Bounds” e reproduza as respostas de magnitude e fase do filtro conforme
Figura 1.
Figura 1. Respostas de magnitude e fase para o filtro passa-baixas da simulação.
2. De acordo com a expressão para s(t), o sinal de entrada é uma soma de duas ondas
senoidais de amplitude unitária com frequências de 50 Hz e 100 Hz. Observando as
respostas de magnitude e fase do filtro na Figura 1, podemos ver que o ganho do
filtro para estas frequências é aproximadamente igual a 1 e que as rotações de fase
são de graus e graus,
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correspondendo, respectivamente, a e radianos. Sabendo que f ) = −2πf ,
encontre os atrasos segundos, cada um dos tons de entrada:
R:
para 50Hz
− 5π = −2π50τ ⇒ τ = 0,05s
para 100 Hz
− 10π = −2π100τ ⇒ τ = 0,05s
3. Então, uma vez que os atrasos e ganhos impostos pelo filtro para cada tom são
aproximadamente os mesmos, o sinal na saída do filtro praticamente não é
distorcido se comparado ao sinal de entrada. Isto pode ser visto na Figura 2 e pelos
gráficos na simulação.
Figura 2. Formas de onda de entrada e saída para o FPB da simulação.
4. Refaça a experiência alterando agora o sinal de entrada do filtro digital para s(t) =
sen(40 πt) + sen(60 πt). Houve alteração nos valores dos ganhos do filtro? Houve
alteração nos valores das rotações de fase do filtro? Houve alteração nos atrasos
para cada um dos tons de entrada? Justifique.
R: Com a alteração dos valores de frequência, nao houve uma alteração nos valores do
ganho porque simplesmente nao alteramos a amplitude. Houve alteração nos valores das
rotações da fase de filtro, porque alteramos a frequência num numero mais baixo que o
anterior, no caso, diminuímos a frequência, aumentamos o período de rotação. Para os
atrasos, também nao houve alteração.
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Simulação 5
Pulsos de Nyquist
Referências: Simulação 4.9 do livro Digital Transmission, p. 320
A teoria pode ser encontrada no Capítulo 6 do livro texto
Arquivo: Nyquist_PAM.vsm
Configurações iniciais: frequência = 100 Hz, tempo final = 22 segundos, frequência de
corte do canal = 1.25 Hz, fator de roll-off dos filtros = 0.3, M = 2 para o modulador M-
PAM, posição inicial do slider = 0.5.
Objetivo e descrição do experimento
Este experimento visa abordar conceitos relacionados aos pulsos de formato co-seno
elevado e raiz de co- seno elevado, no contexto de interferência intersimbólica. Também
fornece base para o entendimento de uma importante ferramenta de análise gráfica, o
diagrama de olho, o qual será abordado mais adiante.
Abra o arquivo de simulação. Um modulador M-PAM gera, aleatoriamente, impulsos
multi-amplitude a uma taxa de 1 impulso por segundo. O número de amplitudes destes
pulsos é determinado pelo valor de M (conforme visto na Simulação 2), o qual é
configurado no bloco M-PAM. Sete pulsos M-PAM são gerados e então demultiplexados
para criar pulsos M-PAM isolados, como pode ser visto no gráfico A. Cada um destes
pulsos é aplicado a uma cascata de um sistema linear invariante no tempo (Linear Time-
Invariant – LTI) composto por um filtro do tipo raiz de co-seno elevado que atua como o
filtro de transmissão, um canal que simula um efeito de filtragem passa-baixas e outro
filtro raiz de co-seno elevado atuando, agora, como filtro de recepção. Desde que o canal
não distorça o sinal transmitido, esta cascata de sistemas LTI está de acordo com o critério
de Nyquist para uma transmissão livre de IIS (interferência intersimbólica), já que a
magnitude de sua resposta em frequência será dada por um espectro de co-seno elevado
que tem simetria vestigial em torno de R/2. Além disso, este sistema é ótimo do ponto de
vista da minimização dos efeitos de ruído, uma vez que o filtro de transmissão está agindo
como um filtro formatador de pulso e o filtro de recepção é casado com o formato de pulso
resultante.
O motivo para termos 7 destas cascatas é que a resposta para cada pulso M-PAM isolado
pode ser analisada separadamente através do gráfico B. Tal gráfico também mostra o trem
de impulsos usado para determinar os instantes de decisão nos quais a forma de onda da
saída do filtro casado é amostrada. O gráfico C mostra a forma de onda da saída do filtro
casado e as amostras associadas. A saída do filtro não é mais do que a soma dos pulsos
isolados vistos no gráfico B. Ela seria produzida se toda a sequência de pulsos M-PAM
fosse aplicada a apenas uma das cascatas devido ao processo natural de convolução.
O gráfico D está conectado à saída de um dos filtros de transmissão. Observe que um
impulso está sendo aplicado à entrada deste filtro. Então, a forma de onda na sua saída é
sua própria resposta ao impulso. O gráfico D está mostrando o conteúdo de frequências
deste sinal, permitindo, portando, a análise do sinal transmitido no domínio da frequência.
Nesta simulação temos quatro parâmetros configuráveis: o número de símbolos do
modulador M-PAM, a frequência de corte dos canais, o fator de roll-off dos filtros de
transmissão e de recepção e o atraso imposto pelo trem de impulsos usado para amostrar a
forma de onda da saída do filtro casado.
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RELATÓRIO
Função de cada bloco
No espaço a seguir descreva a função de cada bloco do diagrama sob análise. A ideia aqui
não é descrever simplesmente o que o bloco faz, mas sim qual o seu papel na simulação.
R: 1º o bloco da frequência de corte, serve para configurar a banda do canal, ajustar ou
trocar de banda.
2º Factor de Forma, serve para dar forma no sinal de transmissão
3º o modulador M PAM, é que se encarrega de gerar os símbolos, agrupados em bits de
acordo o seu nível.
4º DEMUX serve para separar os símbolos que estão na saída do modulador M PAM.
5º Delay seleciona o momento de amostragem.
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Blocos compostos
Descreva aqui cada componente dos blocos compostos (aqueles que agrupam vários blocos
do VisSim/Comm em um bloco criado pelo usuário). Não descreva o que faz cada bloco do
VisSim/Comm, já que estas informações já estão disponíveis no help do software. O que se
espera é a descrição do papel de cada bloco na composição de um bloco composto, de
forma similar à descrição do papel de cada bloco na simulação como um todo, tal qual no
item anterior.
R:
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Questões específicas
1. Utilizando as configurações iniciais, execute a simulação vária vezes, observando o
gráfico B. Para uma melhor visualização amplie o gráfico para tela cheia. Observe
a natureza aleatória dos pulsos p(t – kT) para k = 13 até 19, T = 1 e, já que estamos
com as configurações iniciais da simulação, observe que a máxima amplitude de p(t
– kT) pode assumir somente dois valores. Anote estes valores.
R: Os dois valores que esta assumir sao : 1 e -1.
2. Agora mude a configuração no modulador M-PAM para os demais valores de M
diferente de 2 (M = 4, 8, 16). Amplie o gráfico B novamente e execute a simulação
várias vezes até que você consiga identificar as M possíveis amplitudes para os
pulsos p(t – kT). Para M = 8 ou 16, pode demorar um pouco para que todos os
valores possíveis de amplitude ocorram. Anote estes valores.
R:
Para M=4, amplitude de -1 a 1
Para M=8, amplitude de -1,45 a 1,45
Para M=16, amplitude de -1,60 a 1,60
Através do gráfico B é possível observar que os pulsos isolados p(t – kT) não interferem
uns nos outros porque um dado pulso tem nulos nos instantes de amostragem associados
aos pulsos vizinhos. Observe também que, independentemente do valor de M, o filtro de
transmissão, o canal e o filtro de recepção não foram modificados e o sistema está livre de
IIS.
3. Altere novamente o valor de M para 2. Execute a simulação várias vezes enquanto
observa o gráfico C. É fácil verificar que as amostras da saída do filtro casado têm
somente M valores, já que não existe IIS e estamos considerando uma simulação de
um sistema livre de ruído. Anote estes valores comparando com o resultado da
questão 1.
R: 1 e -1 e não há interferência Inter simbólica.
4. Mude a frequência de corte do canal para 0.75 Hz e o fator de roll-off dos filtros
para 1. Execute a simulação e, através dos gráficos B e C, observe o aparecimento
da IIS (embora ainda com pequena intensidade). Anote alguns possíveis valores das
amostras nas saídas dos filtros casados.
R: haverá aumento ou diminuição da banda, não terá fase linear.
Isto está ocorrendo porque a largura de faixa (BW) do filtro (canal) é menor do que a BW
do sinal transmitido, causando uma dispersão temporal nos pulsos transmitidos. Em outras
palavras, a resposta em magnitude do canal não é constante em toda a largura de faixa do
sinal transmitido, ou sua resposta em fase é não-linear.
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5. Configure o fator de roll-off do filtro para 0.3, ainda mantendo a frequência de
corte do canal em
0.75 Hz. Isto irá reduzir a BW do sinal transmitido, quase eliminando a IIS.
6. Agora, com o objetivo de simular instantes de amostragem errados, altere o atraso
de amostragem para, por exemplo, 0.6 segundos. Execute a simulação e observe o
gráfico B. Note que os pulsos de amostragem estão um pouco deslocados para a
direita. Embora o filtro de transmissão, o canal e o filtro de recepção não estejam
causando IIS, um instante de amostragem errado pode causar um efeito similar a
IIS. Veja o gráfico C e observe que as amostras da forma de onda da saída do filtro
casado não têm mais somente M valores, já que um dado pulso está sendo
amostrado em um instante no qual os outros pulsos não são nulos. Anote alguns
possíveis valores das amostras nas saídas dos filtros casados.
R:
Para o Plote B, conseguimos notar a seguintes amplitudes dos instantes de amostras
que estão todos numa mesma amplitude de 1.
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Para o Plote C, conseguimos notar alguns valor dos sinais de amostras, que já não
têm a mesma amplitude.
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7. O fator de roll-off dos filtros tem certa influência neste comportamento citado na
questão anterior. Para confirmar isto, mantenha o atraso em 0.6 segundos e mude o
roll-off de 0.3 para 1. Execute a simulação e analise os gráficos B e C. Observe que
o erro no instante de amostragem não é tão crítico quanto no caso de um roll-off
igual a 0.3. Justifique este comportamento. Dica: observe a Figura 6.12 do livro
texto, p. 66.
R:
8. do gráfico B é fácil identificar os instantes de amostragem corretos porque
podemos ver os pulsos isolados que compõem a forma de onda da saída do filtro
casado. No entanto, em um sistema real não podemos ver os pulsos p(t – kT)
isoladamente e a tarefa de determinar os instantes de amostragem corretos parece
ser muito difícil. Como exemplo, tente identificar os melhores instantes de
amostragem através da forma de onda composta do gráfico C. Os picos dos pulsos
p(t – kT) mostrados no gráfico B não são necessariamente os picos da forma de
onda da saída do filtro casado mostrada no gráfico C. Você até pode tentar uma
abordagem do tipo tentativa e erro, variando o atraso de amostragem e procurando
por uma situação em que somente M valores para as amostras são observados. No
entanto, em um sistema real isto se tornará impossível devido à presença de ruído e
outros agravantes que, mesmo em uma situação livre de IIS, irão levar a amostras
com amplitudes variáveis. O diagrama de olho, que será visto no próximo
experimento, fornecerá uma maneira eficiente de resolver esta situação em sistemas
reais.
9. Agora, olhando para o gráfico D, observe o espectro da saída do filtro de
transmissão na parte superior. Ele representa a magnitude da sua resposta em
frequência e pode ser utilizado para se obter a BW do sinal transmitido. Como
exemplo, com as configurações iniciais da simulação você poderá medir uma BW
de aproximadamente 0.65 Hz no ponto de atenuação de 40 dB. Vamos verificar se
este valor está correto. Dica: lembre-se que a BW teórica mínima é metade da taxa
de símbolos e B Bmin .
10. Para analisar este conceito novamente, mude o fator de roll-off dos filtros para 1 e
meça a BW do filtro de transmissão no ponto de atenuação de 40 dB através do
gráfico D. Encontre este valor e compare-o com o valor teórico.
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11. Abra agora o gráfico A e observe que o primeiro pulso M-PAM é gerado no
instante 0.5 segundos. Abra o gráfico B e verifique que o primeiro pulso na saída
do filtro casado tem seu valor de pico em t = 13 segundos. Então, o atraso imposto
pela cascata composta pelo filtro de transmissão, canal e filtro de recepção é
12.5 segundos. Como a resposta de fase dos filtros e do canal é linear, podemos
dizer que a resposta de fase total é dada por
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(f) f f.
Tot
Tal resposta em fase poderia ser diferente, dependendo de características particulares dos
filtros. Em outras palavras, do ponto de vista prático, enquanto a resposta de fase total for
linear, sua inclinação (seu coeficiente angular) não importa. Nesta simulação, os filtros de
transmissão e recepção são do tipo FIR (Finite Impulse Response), com 1001 taps
(coeficientes) e simulamos o efeito do canal com um filtro FIR passa-baixas com 501 taps.
Podemos encontrar o atraso destes dispositivos através do comando “help”, onde
verificamos que cada um deles produz um atraso igual a ½ número de taps – passo
de simulação). Esta informação permite que confirmemos o atraso medido, levando a
(500 250 500) 0.01 12.5 segundos.
Lembre que o passo de simulação (step size) é o inverso da frequência de simulação.
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Simulação 6
Diagrama de olho para sinalização M-PAM
Referências: Simulação 4.10 do livro Digital Transmission, p. 325
A teoria pode ser encontrada no Capítulo 7 do livro texto
Arquivo: Eye_PAM.vsm
Configurações iniciais: frequência = 100 Hz, tempo final = 400 segundos, M = 2 para o
modulador M-PAM, fator de roll-off dos filtros = 0.2, frequência de corte do canal =
1.25 Hz, atenuação do canal = 0 dB, DEP do ruído = 40 dBm/Hz, ruído desabilitado.
Objetivo e descrição do experimento
Este experimento é complementar ao visto na Simulação 5. Nele analisamos o diagrama de
olho, uma importante ferramenta para analisar os instantes ótimos de amostragem para
sinais sob o efeito de ruído, de interferência intersimbólica ou de ambos.
Abra o arquivo de simulação e siga a descrição do diagrama: um modulador M-PAM gera
impulsos multi-amplitude aleatoriamente e a uma taxa de um por segundo. O número de
amplitudes destes pulsos é determinado pelo valor de M configurado no modulador M-
PAM.
O sinal transmitido é gerado aplicando-se os impulsos M-PAM à entrada de um filtro
formatador de pulsos do tipo raiz de co-seno elevado, com roll-off ajustável. O sinal
transmitido, cuja potência média está sendo estimada, passa por um canal que atua como
um filtro passa-baixas com frequência de corte configurável.
O sinal na saída do canal é corrompido por ruído AWGN com uma DEP configurável,
gerando assim a forma de onda recebida. Do lado do receptor, o filtro casado também é um
filtro do tipo raiz de co-seno elevado com roll-off configurável. A forma de onda na saída
deste filtro e os valores instantâneos amostrados e retidos (S&H) correspondentes são
analisadas através de três gráficos: o gráfico A mostra a evolução da forma de onda na
saída do filtro casado, juntamente com suas amostras instantâneas. O gráfico B mostra o
diagrama de olho para a forma de onda de saída do filtro casado, além dos pulsos de
amostragem. O gráfico C é um diagrama de olho especial, construído a partir das amostras
retidas do sinal de saída do filtro casado.
RELATÓRIO
Função de cada bloco
No espaço a seguir descreva a função de cada bloco do diagrama sob análise. A ideia aqui
não é descrever simplesmente o que o bloco faz, mas sim qual o seu papel na simulação.
R: 1º O bloco de M PAM modulator e o filtro de transmissão Neste sistema são
responsáveis por gerar a sequência de pulsos que comporá a forma de onda de transmissão.
O canal com foi inserido no sistema para representar eventuais comportamentos de
distorção causada por filtragem do sinal de entrada.
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Ruído aditivo branco, corrompe o sinal transmitido, gerando na sua saída um sinal
Ruidoso.
Filtro de recepção serve para filtrar ainda mais o sinal, para uma forma que facilitara o
amostrador em decidir os símbolos na recepção do sistema
Blocos compostos
Descreva aqui cada componente dos blocos compostos (aqueles que agrupam vários blocos
do VisSim/Comm em um bloco criado pelo usuário). Não descreva o que faz cada bloco do
VisSim/Comm, já que estas informações já estão disponíveis no help do software. O que se
espera é a descrição do papel de cada bloco na composição de um bloco composto, de
forma similar à descrição do papel de cada bloco na simulação como um todo, tal qual no
item anterior.
R:
Sinalizador M PAM é o que vai gerar os pulsos dos símbolos que vai chagar até ao filtro de
tansmissao.
Filtro de transmissão com cosseno elevado, é composto pelo fator de forma que vai dar
forma ao sinal que estará ser transmitido, também por um filtro do tipo Raiz de cosseno
elevado.
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O canal é composto por uma frequência de corte, um canal de atenuação e um filtro passa
baixa, estes, fazem garantir com que o sinal possa ser transmitido para um receptor.
No bloco do amostrador, temos um multiplicador de sinais de eentrada, e um amostrador
com retenção que garantem assim uma escolha de sinal na saída do sistema.
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Questões específicas
1. Utilizando as configurações iniciais da simulação, execute-a e observe os gráficos
A, B e C. Uma vez que não há IIS, o diagrama de olho no gráfico B está
completamente aberto no instante de amostragem. O diagrama de olho alternativo
mostrado pelo gráfico C também revela uma abertura completa do “olho”,
mostrando o número possível de níveis (dois, neste caso) livres de qualquer
perturbação. No gráfico A é possível visualizar o sinal de saída do filtro casado
para verificar os valores das amostras. Anote os valores das amostras nos gráficos
das A e B
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Observe neste gráfico que as amostras têm apenas duas amplitudes distintas. Note também
que os melhores instantes de amostragem não necessariamente correspondem aos picos da
forma de onda amostrada, o que foi antecipado no experimento da Simulação 5.
2. Meça a abertura horizontal do diagrama de olho no gráfico B.
R: a abertura horizontal do diagrama é de 0,57
3. Agora mude o fator de roll-off dos filtros (Tx e Rx) para 1 e refaça a medida
da abertura horizontal. Justifique a alteração dos valores encontrados.
R: A abertura mudou e alterou a dimensão da abertura horizontal, porque mudando o fator
de escala, muda também a abertura, aumentando-o ou diminuindo-o.
Note que esta alteração demonstra a a alta influência do roll-off do filtro no intervalo de
tempo em que a saída do filtro casado pode ser amostrada.
4. Ainda utilizando um roll-off unitário, mude o valor de M no modulador M-PAM
para 4,8 e 16 e observe o aspecto do diagrama de olho. Qual a relação entre o
número de níveis M e o número de aberturas?
R: a relação que há entre o número de níveis M e o número de abertura é que o número de
abertura será o número de níveis menos 1.
Caso M=4
Abertura será A=M-1=3
Explore os gráficos A, B e C e observe que o número de níveis das amostras na saída do
filtro casado é igual a M.
5. Reconfigure os parâmetros da simulação com os valores iniciais. Habilite o ruído
Gaussiano e observe os gráficos. Anote abaixo as alterações observadas. Justifique
de forma adequada.
R: habilitando o ruído, houve uma sistorção no sinal, tornando difícil o momento de
amostragem
6. Agora mude o valor de M no modulador M-PAM para 4,8 e 16 e observe o
diagrama de olho. Anote a potência média transmitida para cada valor de M.
R:
Para M=4 a Potência média é de +ou- 6.5uW
Para M=8 a Potência média é de +ou- 5.6uW
Para M=16 a Potência média é de +ou- 5.2uW
Observe que a potência média é aproximadamente a mesma em todos os casos, mas a
abertura vertical pode ser identificada somente para M = 2 e M = 4. Para M = 8 e M = 16 o
“olho” está completamente fechado, significando que erros de decisão ocorrerão com alta
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probabilidade. Este é um resultado esperado, já que um valor maior de M para a mesma
potência média de recepção corresponde a limiares de decisão pouco espaçados e, como
consequência, probabilidades de erro mais altas. Analise todos os gráficos conjuntamente
para um melhor entendimento deste conceito.
7. Altere novamente as configurações da simulação para os valores iniciais. Mude a
frequência de corte do canal para 0.5 Hz e execute a simulação. Anote abaixo as
alterações observadas. Justifique de forma adequada.
R:
Análise todos os gráficos e compare-os com aqueles obtidos pela influência de ruído.
Agora podemos dizer que apenas observando o diagrama de olho não é possível identificar
a causa de seu fechamento.
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8. Reconfigure os parâmetros da simulação para os valores iniciais e habilite o ruído
Gaussiano. Dê um clique duplo no gráfico B para abrir suas propriedades.
Desmarque a opção “fixed bounds”. Isto permitirá que o gráfico ajuste
automaticamente sua escala vertical. Execute a simulação e observe com atenção o
diagrama de olho no gráfico B. Agora mude a atenuação do canal para 6 dB e
execute novamente a simulação. Anote abaixo as alterações observadas. Justifique
de forma adequada.
R:
Simulação do gráfico B antes de aumentar a atenuação.
Simulação do gráfico, depois de aumentar a atenuação
O gráfico muda drasticamente porque neste caso aumentamos a atenuação no sinal,
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diminuindo assim a relação sinal ruído, pois houve uma baixa na potência. E aumentou a
distorção.
9. Agora repita este procedimento desabilitando o ruído e mudando a frequência de
corte do canal para 0.5 Hz. Observe o gráfico B. Justifique o porquê da abertura
relativa do “olho” permanecer a mesma não importando qual seja a atenuação do
canal
R: A abertura do olho permanece a mesma, não importando qual seja a atenuação do canal,
porque aumentando ou diminuindo a atenuação, haverá simplesmente mudança na abertura
vertical.
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