DENGUE
A dengue é uma doença viral transmitida por mosquitos que nos últimos anos se
espalhou rapidamente por todas as regiões da Organização Mundial da Saúde
(OMS). O vírus da dengue é transmitido por mosquitos fêmea, principalmente da
espécie Aedes aegypti e, em menor proporção, da espécie Aedes albopictus.
Esses mosquitos também transmitem chikungunya e zika. A dengue é
generalizada ao longo dos trópicos, com variações locais de risco influenciadas
pela precipitação, temperatura e rápida urbanização não planejada. Nas Américas,
o principal vetor da dengue é o mosquito Aedes aegypti. Existem quatro distintos,
porém intimamente relacionados, sorotipos do vírus que causa a dengue (DENV-1,
DENV-2, DENV-3 e DENV-4). A recuperação da infecção fornece imunidade vitalícia
contra o sorotipo adquirido. Entretanto, a imunidade cruzada para os outros
sorotipos após a recuperação é apenas parcial e temporária. Infecções
subsequentes aumentam o risco do desenvolvimento de dengue grave.
É transmitida pela picada de um mosquito infectado com um dos quatro
sorotipos do vírus da dengue.
É uma doença febril que afeta bebês, crianças e adultos. A infecção pode ser
assintomática ou pode apresentar sintomas que variam de febre baixa a
febre alta incapacitante, com forte dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores
musculares e nas articulações e erupções cutâneas. A doença pode progredir
para dengue grave, caracterizada por choque, falta de ar, sangramento
intenso e/ou complicações graves nos órgãos.
Não existe um medicamento específico para tratar a dengue.
A doença tem um padrão sazonal: a maioria dos casos no hemisfério sul
ocorre na primeira parte do ano e a maioria dos casos no hemisfério norte
ocorre na segunda metade.
A prevenção e o controle da dengue devem ser intersetoriais e envolver a
família e a comunidade.
O Aedes aegypti é o vetor que apresenta o maior risco de transmissão de
arbovírus nas Américas e está presente em quase todos os países do hemisfério
(exceto Canadá e Chile continental). É um mosquito doméstico (que vive dentro e
perto das casas) que se reproduz em qualquer recipiente artificial ou natural que
contenha água parada.
O mosquito pode completar seu ciclo de vida, do ovo ao adulto, entre 7 e 10 dias;
os mosquitos adultos geralmente vivem de 4 a 6 semanas. A fêmea Aedes
aegypti é responsável pela transmissão de doenças porque necessita de sangue
humano para o desenvolvimento de seus ovos e para seu metabolismo. O macho
não se alimenta de sangue.
O mosquito é mais ativo no início da manhã e ao anoitecer, fazendo com que
esses sejam os períodos de maior risco de picadas. No entanto, as fêmeas, que
precisam continuar se alimentando, buscarão uma fonte de sangue em outros
momentos. A fêmea Aedes aegypti se alimenta a cada 3-4 dias; no entanto, se
eles não conseguem tirar sangue suficiente, eles continuam a se alimentar a cada
momento que podem.
O Aedes aegypti prefere colocar seus ovos em recipientes artificiais contendo
água (principalmente tambores, barris e pneus) dentro e ao redor de casas,
escolas e locais de trabalho. Ovos de Aedes aegypti podem resistir a condições
ambientais secas por mais de um ano: na verdade, esta é uma das estratégias
mais importantes que a espécie emprega para sobreviver e se espalhar.
Para eliminar os mosquitos, são recomendadas as seguintes ações: evite
deixar água parada em recipientes ao ar livre (potes, garrafas ou outros
recipientes que possam coletar água) para que não se tornem criadouros de
mosquitos; cubra adequadamente os tanques e reservatórios de água para manter
os mosquitos afastados; e evite acumular lixo, jogando-o fora em sacos plásticos
fechados.
DENGUE
A dengue é uma doença viral transmitida por mosquitos que nos últimos anos se
espalhou rapidamente por todas as regiões da Organização Mundial da Saúde
(OMS). O vírus da dengue é transmitido por mosquitos fêmea, principalmente da
espécie Aedes aegypti e, em menor proporção, da espécie Aedes albopictus.
Esses mosquitos também transmitem chikungunya e zika. A dengue é
generalizada ao longo dos trópicos, com variações locais de risco influenciadas
pela precipitação, temperatura e rápida urbanização não planejada. Nas Américas,
o principal vetor da dengue é o mosquito Aedes aegypti. Existem quatro distintos,
porém intimamente relacionados, sorotipos do vírus que causa a dengue (DENV-1,
DENV-2, DENV-3 e DENV-4). A recuperação da infecção fornece imunidade vitalícia
contra o sorotipo adquirido. Entretanto, a imunidade cruzada para os outros
sorotipos após a recuperação é apenas parcial e temporária. Infecções
subsequentes aumentam o risco do desenvolvimento de dengue grave.
É transmitida pela picada de um mosquito infectado com um dos quatro
sorotipos do vírus da dengue.
É uma doença febril que afeta bebês, crianças e adultos. A infecção pode ser
assintomática ou pode apresentar sintomas que variam de febre baixa a
febre alta incapacitante, com forte dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores
musculares e nas articulações e erupções cutâneas. A doença pode progredir
para dengue grave, caracterizada por choque, falta de ar, sangramento
intenso e/ou complicações graves nos órgãos.
Não existe um medicamento específico para tratar a dengue.
A doença tem um padrão sazonal: a maioria dos casos no hemisfério sul
ocorre na primeira parte do ano e a maioria dos casos no hemisfério norte
ocorre na segunda metade.
A prevenção e o controle da dengue devem ser intersetoriais e envolver a
família e a comunidade.
O Aedes aegypti é o vetor que apresenta o maior risco de transmissão de
arbovírus nas Américas e está presente em quase todos os países do hemisfério
(exceto Canadá e Chile continental). É um mosquito doméstico (que vive dentro e
perto das casas) que se reproduz em qualquer recipiente artificial ou natural que
contenha água parada.
O mosquito pode completar seu ciclo de vida, do ovo ao adulto, entre 7 e 10 dias;
os mosquitos adultos geralmente vivem de 4 a 6 semanas. A fêmea Aedes
aegypti é responsável pela transmissão de doenças porque necessita de sangue
humano para o desenvolvimento de seus ovos e para seu metabolismo. O macho
não se alimenta de sangue.
O mosquito é mais ativo no início da manhã e ao anoitecer, fazendo com que
esses sejam os períodos de maior risco de picadas. No entanto, as fêmeas, que
precisam continuar se alimentando, buscarão uma fonte de sangue em outros
momentos. A fêmea Aedes aegypti se alimenta a cada 3-4 dias; no entanto, se
eles não conseguem tirar sangue suficiente, eles continuam a se alimentar a cada
momento que podem.
O Aedes aegypti prefere colocar seus ovos em recipientes artificiais contendo
água (principalmente tambores, barris e pneus) dentro e ao redor de casas,
escolas e locais de trabalho. Ovos de Aedes aegypti podem resistir a condições
ambientais secas por mais de um ano: na verdade, esta é uma das estratégias
mais importantes que a espécie emprega para sobreviver e se espalhar.
Para eliminar os mosquitos, são recomendadas as seguintes ações: evite
deixar água parada em recipientes ao ar livre (potes, garrafas ou outros
recipientes que possam coletar água) para que não se tornem criadouros de
mosquitos; cubra adequadamente os tanques e reservatórios de água para manter
os mosquitos afastados; e evite acumular lixo, jogando-o fora em sacos plásticos
fechados.