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Estatutos da Associação Marinha Nacala

Estatudo
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ESTATUTOS

Associação comunitária Marinha de Nacala

CAPÍTULO I

Disposições Gerais

ARTIGO PRIMEIRO

(Denominação e natureza jurídica)

Um) Associação comunitária Marinha de Nacala, adiante abreviadamente designada


por “ACMN”

Dois) é uma pessoa colectiva de direito privado e interesses social, sem fins lucrativos,
dotada de personalidade jurídica autonomia administrativa, financeira e patrimonial.

Três) A ACMN é uma organização comunitária com liderança prioritariamente jovem,


voltada para o empoderamento de pessoas entre 18 e 35 anos na gestão de projetos
marinhos e costeiros

ARTIGO SEGUNDO

(Âmbito, Duração e Sede)

Um) Associação comunitária Marinha de Nacala é de âmbito distrital, com duração


indeterminada e com a sua sede no bairro Naherenque, na estrada principal da praia
do Fernão Veloso, na cidade de Nacala, província de Nampula podendo abrir
delegações ou quaisquer outras formas de representação onde for julgar necessário
para o cumprimento do objectivo.

Dois) Por deliberação da assembleia-geral a sede poderá ser transferida para qualquer
outra parte do território Municipal de Nacala.

ARTIGO TERCEIRO

(Objectivos)

Um) Associação comunitária Marinha de Nacala: tem carácter


predominantemente sociocultural com objectivos de apoiar e desenvolver acções para
a defesa, elevação e manutenção da qualidade de vida humana, marinha, educacional
e ambiental, para prossecução dos seus objectivos poderá:

a) Criar parciárias com ONG`s nacionais ou estrangeiro para o desenvolvimento


de ações ligadas a gestão ambiental marinha;

b) Promover praticas sustentáveis de aquacultura e pesca artesanal;


c) Desenvolver projectos comunitários ligados a conservação marinha e ao uso
responsável dos recursos costeiros;

d) Capacitar os membros em técnicas de manejo, transformação e


processamento de produtos marinhos;

e) Fortalecer a coesão social e a geração de renda local através de iniciativas


marinhas sustentáveis;

f) Promoção dos direitos das pessoas portadoras de deficiência, dos direitos da


Mulher e da criança, combater a discriminação sexual, racial e social trabalho forçado
infantil e na preservação do meio ambiente. Prevenir e reduzir significativamente a
poluição marinha de todos tipos, incluindo lixo marinho e seu reaproveitamento;

g) Coadjuvar com entidades reguladoras e supervisoras do sector do mar


sempre que tal seja solicitado;

h) Cooperar com as entidades públicas nacionais e internacionais do sector do


mar e demais organizações que contribuam para o desenvolvimento deste sector;

Dois) A dedicação das actividades acima previstas configura-se mediante a execução


direitas de projetos, programas, planos de acções correlatas, por meio de doação de
recursos físicos, humanos e financeiros, prestação de serviços intermediários de apoio
a outras organizações sem fins lucrativos e órgãos de sector públicos que atuem em
áreas a fins;

CAPÍTULO II

Membros, direitos e deveres

ARTIGO QUARTO

(Admissão de membros)

Um) São admitidos a Associação quaisquer pessoas singulares, maiores de 18 anos,


ou pessoas colectivas, de nacionalidade moçambicana ou estrangeira que,
preenchendo as condições estabelecidas nestes Estatutos, se identifiquem com os
objectivos da Associação e aceitem respeitar os seus Estatutos e regulamentos.

Dois) A admissão é comunicada por escrito ao candidato no prazo de 30 dias, a contar


da data de recepção do respectivo pedido.

Três) A recusa de admissão é fundamentada e comunicada por escrito ao requerente,


no prazo indicado no número anterior.
Quatro) Os membros que sejam pessoas colectivas devem indicar, no momento da
inscrição, o nome do representante junto da Associação.

ARTIGO QUINTO

(Categorias dos membros)

A Associação tem três categorias de membros:

a) São membros fundadores aqueles que tenham subscrito a escritura pública


de constituição da Associação bem como os que participaram na primeira Assembleia
Geral, se identifiquem com o objecto e os fins da Associação e aceitem respeitar os
seus Estatutos e regulamentos;

b) São membros efectivos são aqueles que reúnem os requisitos de membros


da Associação e cumpram com as suas obrigações; e

c) São membros honorários as pessoas que a Associação queira distinguir por


terem dado um contributo especialmente relevante à mesma e aos seus objectivos quer
nos planos científico, técnico ou profissional, quer através de serviços ou donativos, e
que se identifiquem com o objecto e os fins da Associação e aceitem respeitar os seus
estatutos e Regulamentos.

d) Membros jovens líderes: pessoas entre 18 e 35 anos que ocupam cargos de


direção ou coordenação, eleitos por processos facilitados para garantir
representatividade geracional.
ARTIGO SEXTO
(Direitos dos Membros)
Um). São direitos dos membros:
a) Participar, apresentar propostas, intervir e votar nas Assembleias Gerais;
b) Eleger e ser eleito para os órgãos sociais, nos termos dos presentes Estatutos e
do Regulamento Interno;
c) Ser nomeado para cargos ou funções na Associação;
d) Participar nas actividades organizadas ou promovidas pela Associação nas
condições que, para as mesmas, forem definidas pelo Conselho de Direcção;
e) Apresentar ao Conselho de Direcção sugestões fundamentadas ou proposta de
projecto que contribuam para o cumprimento dos fins da Associação; e
Dois) Os direitos consignados na alínea b) do número anterior são conferidos apenas
aos membros efectivos e admitidos há pelo menos de vinte e quatro meses e aos
membros fundadores.
Três) Os membros honorários não têm direito a voto. Podem estar dispensados do
pagamento da jóia e das quotas anuais, se assim o desejarem, devendo para tal dirigir
o respectivo pedido ao Conselho de Direcção.
Quatro) Os membros só podem exercer os seus direitos de membros se o pagamento
das suas quotas anuais estiver em dia.

ARTIGO SETIMO

(Deveres dos Membros)

São deveres dos membros:

a) Promover o bom nome, o prestígio, os interesses e o progresso da Associação e dos


restantes membros;

b) Colaborar, a pedido do Conselho de Direcção, na realização das actividades


promovidas pela Associação na prossecução dos seus fins;

c) Participar ativamente das actividades da associação.

d) Desempenhar com zelo, dedicação e eficiência os cargos para os quais estão eleitos
nos órgãos sociais, ou outros cargos, funções e tarefas que lhes sejam atribuídas pelo
Conselho de Direcção, nos termos por estes definidos;

e) Cumprir as disposições dos Estatutos, dos regulamentos da Associação, das


deliberações dos seus órgãos sociais e demais documentos desenvolvidos pela

Associação; e

f) Pagar pontualmente a jóia de inscrição e as quotas anuais que forem fixadas pela
Assembleia Geral, sob proposta do Conselho de Direcção.

ARTIGO OITAVO

(Perda da qualidade de membros)

Um) Perdem (perca) a qualidade de membros:

a) Os que pedirem a sua saída através de comunicação escrita ao Conselho de


Direcção;
b) Os que não procederem ao pagamento das quotas por um período superior a
3 meses, com a excepção de motivo devidamente justificado, desde que aceite pelo
Conselho de Direcção;

c) Os membros que deixem de cumprir seus deveres ou que actuem de forma


contrária aos estatutos, aos regulamentos e às deliberações dos órgãos sociais; e

Dois) Os membros que, por qualquer motivo, deixem de pertencer à Associação, não
têm direito a reaver o valor respeitante à jóia e às quotizações que tenham pago,

Três) Os membros podem ser readmitidos, sujeitando-se às condições previstas,


nestes Estatutos, para a admissão excepto no caso de expulsão, caso em que o pedido
deve ser aprovado pela Assembleia Geral, sob proposta do Conselho de Direcção.

ARTIGO NONO

(Sanções Disciplinares)

Um) Membros que violarem as disposições dos Estatutos ou dos regulamentos ficam
sujeitos às seguintes sanções disciplinares:

a) Repreensão escrita;

b) Suspensão dos direitos de membro entre 30 dias a um ano; e

c) Expulsão da Associação.

Dois) Compete ao Conselho de Direcção organizar o processo disciplinar, nos termos


do Regulamento Interno, após terem chegado ao seu conhecimento os factos que o
podem causar, e decidir a sanção a aplicar.

Três) O atraso injustificado no pagamento das quotas anuais, por um período superior
a três meses, implica a suspensão dos direitos de membro, até ao pagamento das
quotas em atraso.

Quatro) A sanção de suspensão dos direitos não dispensa o membro da obrigação do


pagamento das quotas vencidas

CAPÍTULO III

Órgãos sociais, seus titulares, competências e funcionamento

ARTIGO DECIMO

(Órgãos sociais)

São órgãos sociais da Associação:


a) A Assembleia Geral;

b) O Conselho de Direcção; e

c) O Conselho Fiscal.

ARTIGO DECIMO PRIMEIRO

(Eleição)

Um) A mesa da Assembleia Geral, o Conselho de Direcção e o Conselho Fiscal são


eleitos pela Assembleia Geral.

Dois) São eleitos para os órgãos sociais todos os membros no pleno gozo dos seus
direitos associativos que reúnam as condições previstas nos presentes Estatutos e no
Regulamento Interno.

Três) Não são elegíveis para os órgãos sociais os membros que, decorrente de
processo judicial, tenham sido destituídos daqueles órgãos da Associação ou de outras
instituições ou que tenham sido declarados responsáveis por irregularidades cometidas
no exercício das suas funções, dentro e fora da Associação.

ARTIGO DECIMO SEGUNDO

(Duração do mandato)

Um) Os membros dos órgãos sociais são eleitos para mandatos de quatro anos,
renováveis por mais de uma vez.

Dois) O exercício de funções nos órgãos sociais não é remunerado.

Três) Os membros dos órgãos sociais mantêm-se em plenitude de funções até à


tomada de posse dos seus substitutos.

Quatro) Mandatos de jovens líderes terão prioridade em capacitações e acesso a


redes internacionais de juventude.

ARTIGO DECIMO TERCEIRO

(Incompatibilidade)

Não é permitido aos membros da Mesa da Assembleia Geral, do Conselho de Direcção


e do Conselho Fiscal o desempenho simultâneo de funções em nenhum destes órgãos.

SECÇÃO I

Assembleia Geral

ARTIGO DECIMO QUARTO


(Natureza e Composição da Assembleia Geral)

A Assembleia Geral é o órgão máximo da Associação, dentro dos limites legais, e é


constituída por todos os membros no pleno gozo dos seus direitos associativos, nos
termos dos presentes Estatutos e do Regulamento Interno.

ARTIGO DECIMO QUINTO

(Funcionamento da Assembleia Geral)

Um) A Assembleia Geral reúne-se ordinariamente uma vez por ano e


extraordinariamente por convocação, devidamente fundamentada e parecer favorável
dos outros órgãos ou de um número não inferior a 1/3 dos membros.

Dois) A Assembleia Geral ordinária é convocada pelo Presidente de Mesa com pelo
menos quinze dias de antecedência.

Três) Os membros honorários podem participar activamente na Assembleia Geral, mas


sem direito a voto.

Um) O membro pode ser representado por outro membro devendo para tal ser feita por
uma procuração dirigida ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

Dois) Nenhum membro pode representar mais de um membro.

ARTIGO DECIMO SEXTO

(Quórum)

As deliberações da Assembleia Geral são tomadas por maioria absoluta de votos dos
membros presentes ou representados no pleno gozo dos seus direitos estatuários,
excepto nos casos em que se exige uma maioria qualificada dos votos dos membros
presentes.

ARTIGO DECIMO SÉTIMO

(Competências da Assembleia Geral)

Um) Compete à Assembleia Geral:


a) Eleger a Mesa e os membros dos órgãos sociais;

b) Deliberar sobre alteração dos Estatutos;

c) Aprovar, sob proposta do Conselho de Direcção, os regulamentos internos;

d) Apreciar e deliberar sobre o orçamento anual;

e) Analisar, discutir e votar o relatório e contas do Conselho de Direcção e o parecer do


Conselho Fiscal;

f) Deliberar sobre todos os assuntos que lhe sejam presentes pelo Conselho de
Direcção e pelo Conselho Fiscal;

g) Deliberar sobre a afectação dos bens em caso de extinção da Associação; e

h) Exercer as demais competências previstas na lei e em disposições regulamentares.

ARTIGO DÉCIMO OITAVO

(Composição da Mesa da Assembleia Geral)

A Mesa da Assembleia Geral é composta por Presidente, Secretário e vogal.

ARTIGO DÉCIMO NONO

(Competências da Mesa da Assembleia Geral)

Compete a Mesa da Assembleia Geral:

a) Aprovar a agenda das sessões da Assembleia-Geral;

b) Convocar as sessões da Assembleia Geral;

c) Presidir as sessões da Assembleia Geral; e

d) Garantir o cumprimento dos estatutos nas deliberações da Assembleia Geral.

SECÇÃO II
Conselho de Direcção
ARTIGO VIGÉSIMO
(Natureza e composição do Conselho de Direcção)
Um). O Conselho de Direcção, eleito em Assembleia Geral, é o órgão responsável pela
gestão diária da Associação.
Dois). O Conselho de Direcção da Associação é composto por cinco elementos
designadamente:
a) Um presidente;
b) Um vice-presidente;
c) Um tesoureiro;

d) Secretario;
f) Coordenador
Três) O Presidente do Conselho de Direcção é o Presidente da Associação.

ARTIGO VIGÉSIMO PRIMEIRO


(Funcionamento do Conselho de Direcção)
O Conselho de Direcção reúne-se ordinariamente uma vez por mês e
extraordinariamente sempre que se mostrar necessário.

ARTIGO VIGÉSIMO SEGUNDO

(Quórum deliberativo)

As deliberações do Conselho de Direcção são tomadas por maioria absoluta de votos


dos membros presentes no pleno gozo dos seus direitos estatutários.

ARTIGO VIGÉSIMO TERCEIRO

(Competências do Conselho de Direcção)

Compete ao Conselho de Direcção a gerência social, administrativa e financeira da


Associação, impulsionando o seu desenvolvimento, e incumbindo-lhe, designadamente:

a) Executar e fazer executar as disposições estatutárias e as deliberações da


Assembleia Geral;

b) Representar a Associação junto das diversas entidades públicas e organizações


nacionais e internacionais;

c) Administrar os bens da Associação;

d) Dirigir e coordenar a actividade da Associação, de acordo com as deliberações da


Assembleia Geral;

e) Aceitar ou rejeitar os pedidos de admissão de novos Membros;


f) Deliberar sobre a expulsão de membros por violação dos Estatutos ou dos

Regulamentos da Associação;

g) Elaborar e apresentar anualmente à Assembleia Geral o relatório e as contas do


exercício no prazo estabelecido, e bem assim, o plano de actividades e orçamento
ordinário para o ano seguinte;

h) Submeter à apreciação da Assembleia Geral as propostas que se mostrem


necessárias;

i) Representar a Associação em juízo e em procedimentos públicos; e

j) Estabelecer anualmente a jóia e as quotas dos membros.

SECÇÃO III

Conselho Fiscal

ARTIGO VIGÉSIMO QUARTO

(Natureza e composição do Conselho Fiscal)

Um). O Conselho Fiscal, eleito em Assembleia Geral, é o órgão responsável pela


fiscalização financeira da Associação.

Dois). O Conselho Fiscal é composto por três membros, sendo:

a) Um presidente; e

b) Dois vogais.

Três). O Presidente do Conselho Fiscal pode fazer-se representar, em caso de


impedimento ou ausência, por um dos vogais, mediante indicação expressa deste.

ARTIGO VIGÉSIMO QUINTO

(Funcionamento do Conselho Fiscal)

O Conselho Fiscal reúne-se ordinariamente, trimestralmente e extraordinariamente,


sempre que o interesse social o exigir.

ARTIGO VIGÉSIMO SEXTO

(Competências do Conselho Fiscal)

Compete ao Conselho Fiscal, dentro das atribuições previstas na lei designadamente:

a) Fiscalizar os actos administrativos e financeiros do Conselho de Direcção;


b) Fiscalizar e emitir parecer sobre o relatório, contas e orçamento apresentado
anualmente pelo Conselho de Direcção, antes da reunião da Assembleia Geral;

c) Emitir parecer sobre os actos que aumentem as despesas ou diminuam os


fundos;

d) Examinar regularmente os registos contabilísticos da Associação e os


documentos que os suportam;

e) Zelar pelo cumprimento da lei, dos Estatutos, dos regulamentos e das


deliberações dos órgãos sociais;

f) Solicitar reuniões extraordinárias com o Conselho de Direcção para análise de


assuntos cuja importância o justifiquem; e

g) Requerer ao Presidente da Mesa a convocação de Assembleia Geral


extraordinária sempre que o julgar necessário.
ARTIGO VIGÉSIMO SÉTIMO
(Quórum deliberativo)
As deliberações do Conselho Fiscal são tomadas por maioria absoluta de votos dos
membros presentes no pleno gozo dos seus direitos estatutários.

CAPÍTULO IV
Fundos e Património
ARTIGO VIGÉSIMO OITAVO
(Património)
O património da Associação é constituído por todos os bens corpóreos que a mesma
Possua ou venha a possuir.

ARTIGO VIGÉSIMO NONO


(Fundos)
Um) Constituem, entre outros, fundos da Associação:
a) O produto da jóia e das quotizações anuais fixadas pela Assembleia Geral,
sob proposta do Conselho de Direcção;

b) Os rendimentos de bens próprios;

c) Os fundos das actividades desenvolvidas pela Associação, no âmbito das


suas competências;

d) As liberalidades aceitem pela Associação; e


e) Os subsídios, doações ou apoios concedidos.

Dois) Os fundos da Associação servem para suportar todas as despesas de


funcionamento da mesma.

CAPÍTULO V
Disposições Finais
ARTIGO TRIGÉSIMO
(Casos Omissos)
Os casos que não estejam previstos no presente Estatuto são regulados pela
legislação moçambicana.
ARTIGO TRIGÉSIMO PRIMEIRO
(Extinção e liquidação)
Um). NIHOWA pode ser dissolvida se na Assembleia Geral especialmente convocada
para este fim e cumulativamente constatada a impossibilidade de sua sobrevivência.
Dois). O destino dos bens em caso de extinção da NIHOWA é decidido em Assembleia
Geral.

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