UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ
CURSO DE FARMÁCIA
RAYANE CATARINE AMORIM PINTO
RELATÓRIO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM
FARMÁCIA HOSPITALAR
Castanhal-PA
2023
RAYANE CATARINE AMORIM PINTO
RELATÓRIO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM
FARMÁCIA HOSPITALAR
Relatório do Estágio Supervisionado em Farmácia
Hospitalar, apresentado como requisito obrigatório para
a obtenção da pontuação necessária na disciplina de
Estágio Supervisionado em Farmácia Hospitalar.
Orientador: Prof. Ms. Flávia Soares Lassie
Castanhal-PA
2023
SUMÁRIO
1 APRESENTAÇÃO................................................................................................3
2 INTRODUÇÃO..................................................................................................... 4
3 ATIVIDADES DO ESTAGIÁRIO..........................................................................5
4 ESTUDOS DE CASO...........................................................................................6
5 TERMO DE VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO........................................................7
REFERÊNCIAS........................................................................................................... 9
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1 APRESENTAÇÃO
A UPA 24 horas de Castanhal é a maior UPA de porte III do Brasil.
Batizada de Governador Almir Gabriel, homenageia o médico castanhalense e ex-
governador do Pará, localizada na BR-316, S/N. Bairro: Cristo Redentor. Em frente
ao IFPA. CEP 68745-000. Castanhal - Pará.
A unidade atende urgência e emergência de Castanhal e região,
contando com diferentes especialidades e exames específicos, como
eletrocardiograma, raio-x e outros exames.
A UPA funciona 24 horas por dia, e é para circunstâncias como
acidentes e ocorrências que necessitam de atendimento emergencial.
O estágio foi realizado no período de 21/08/2023 a 01/09/2023,
com objetivo de integrar o processo de ensino e pesquisa, aprimorando
conhecimentos durante o âmbito de trabalho, proporcionando aos alunos a
oportunidade de colocar em prática as habilidades conhecidas durante o curso,
proporcionando segurança no momento de executar as tarefas relacionadas a
farmácia hospitalar, observando as técnicas de atendimento e os cuidados da
atenção farmacêutica. Mostrando que cada ação tomada para o gerenciamento da
farmácia reflete diretamente no resultado do funcionamento do hospital.
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2 INTRODUÇÃO
A farmácia hospitalar é uma área de grande importância dentro de
uma unidade hospitalar, na qual tem o objetivo de garantir o uso racional e seguro
dos medicamentos, além de atender a demanda necessária dos pacientes
internados, assim, possuindo um papel importante para o bom funcionamento do
local.
O Farmacêutico Hospitalar responsabiliza-se por todo o ciclo do
medicamento, desde sua seleção (ativos e fornecedores), armazenamento,
controles, até o último momento, a dispensação e o uso pelo paciente. A Farmácia
Hospitalar tem abrangência assistencial, técnico-científica e administrativa e
desenvolve atividades ligadas à produção, armazenamento, controle, dispensação e
distribuição de medicamentos e materiais médico-hospitalares às unidades
hospitalares.
A atuação do farmacêutico hospitalar é muito abrangente. Ele é o
profissional responsável por todo o fluxo do medicamento dentro da unidade de
saúde e pela orientação aos pacientes internos e ambulatoriais, buscando cooperar
na eficácia do tratamento, redução dos custos, voltando-se também para o ensino e
a pesquisa, funcionando como campo de aprimoramento profissional. A Central de
Abastecimento Farmacêutico (CAF) é a unidade responsável pela distribuição de
medicamentos e materiais entre setores do hospital. Atua como um suporte às
ações da farmácia, contribuindo para a qualidade da assistência ao paciente e
credibilidade dos serviços farmacêuticos. A CAF garante o abastecimento
farmacêutico de todos os produtos necessários, entendendo a aquisição de
medicamentos como uma das principais atividades da assistência farmacêutica.
A UPA presta assistência em diversas especialidades, como
atendimentos clínicos e pediátricos, neurológicos e ortopédicos, urgência e
emergência, exames de imagem e laboratoriais, aplicação de medicação, além de
procedimentos fisioterápicos. Atendimento aos pacientes com sinais de
agravamento, como perda de consciência, descontrole pressórico, febre alta,
acidentes, fraturas, cortes, infarto e derrame também são realizados no local.
O presente relatório visa relatar de maneira clara a experiência
vivida no período de estágio no qual tive contato durante o estágio na UPA de
Castanhal-PA.
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3 ATIVIDADES DO ESTAGIÁRIO
No primeiro dia de estágio, qual ocorreu no horário matutino, a
farmacêutica nos apresentou a UPA e suas particularidades, alguns funcionários, e
assim, após o conhecimento da unidade, a farmacêutica responsável explicou como
é o fluxo de atendimento da farmácia na UPA, logo começamos a observar e praticar
como é feito a organização da farmácia.
Durante o tempo em que observei a farmácia, pude realizar
diferentes atividades propostas pela preceptora do estágio, dentre elas, a
distribuição de medicação para cada quarto onde haviam pacientes internados, além
de distribuir para a ala de emergência quando solicitados.
Durante o estágio na UPA, foram atribuídas algumas atividades a
serem desenvolvidas pelos estagiários sob supervisão da preceptora,
desenvolvemos uma ficha de farmacovigilância para os medicamentos sujeitos a
monitorização a mais, além da criação de um ficheiro com informações relativas a
compatibilidades de administração simultâneas de antibióticos em pediatria, e a
elaboração de um trabalho sobre medicamentos órfãos, quais são aqueles dirigidos
para tratamento de doenças muito raras, para posterior apresentação à equipe.
Desta forma pude adquirir e aprofundar conhecimentos sobre os temas abordados.
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4 TEORIA EM PRÁTICA- ESTUDOS DE CASOS
A evolução histórica da farmácia hospitalar no Brasil está vinculada
à estruturação do complexo médico industrial. No século XX, o
farmacêutico era o profissional de referência para a sociedade nos
aspectos do medicamento. Além de dispensar o medicamento, o
farmacêutico hospitalar era responsável também, pela manipulação.
A sociedade Brasileira de Farmácia Hospitalar (SBRAFH) foi criada
em 1995 e têm contribuído para o desenvolvimento da assistência
farmacêutica hospitalar. Segundo a SBRAFH (1997), farmácia hospitalar é
uma unidade clínica, administrativa e econômica, dirigida por
farmacêutico, ligada hierarquicamente à direção de hospitais e integrada
funcionalmente com as demais unidades administrativas e de assistência
ao paciente.
Para auxiliar na resolução desta atividade você poderá acessar os
livros que estão disponíveis em nossa biblioteca virtual, a seguir temos
algumas sugestões de livros que estão disponíveis em: Minha Biblioteca, e
algumas resoluções e portarias que regulamentam as atividades no
ambiente hospitalar.
JULIANI, [Link]. Organização e Funcionamento de Farmácia
Hospitalar. [Link]. São Paulo: Érica: Saraiva, 2016.
FARIA, C.O. et al. Farmácia Hospitalar. Porto alegre: SGAH, 2019.
Portaria Nº 4.283, de 30 de dezembro de 2010. Aprova as diretrizes e
estratégias para organização, fortalecimento e aprimoramento das ações e
serviços de farmácia no âmbito dos hospitais. Disponível em:
[Link]
[Link].
RDC nº 220, de 21 de setembro de 2004. Regulamento técnico de
funcionamento para os serviços de terapia antineoplásica. Disponível em:
[Link]
[Link].
Portaria nº 272, de 8 de abril de 1998. Regulamento técnico para a terapia
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de nutrição parenteral.
Analise o estudo de caso a seguir:
Estudo de Caso 1 - Estrutura da Farmácia Hospitalar
A direção clínica do hospital solicitou ao farmacêutico hospitalar que
readequasse o sistema de distribuição de medicamentos do hospital visando
diminuir os gastos com os medicamentos, diminuir os erros de medicação, melhorar
o controle e a gestão do estoque da farmácia, diminuir os estoques de
medicamentos nos postos de enfermagem, além de favorecer a integração do
farmacêutico com a equipe de saúde. O farmacêutico analisou os recursos humanos
e a infraestrutura disponível e avaliou que em um primeiro momento, só seria
possível a implantação de um sistema que dispensasse medicamentos necessários
para um dia de tratamento para cada paciente.
Responda:
a) Quais são os objetivos principais da gestão da farmácia hospitalar?
Resposta: Implementar ações que contribuem para o uso seguro e racional de
medicamentos, bem como implantar sistemas de farmacovigilância para
identificação e prevenção de rações adversas aos medicamentos, a gestão irá
efetuar o planejamento, aquisição, armazenamento, distribuição e controle de
medicamentos, além de estabelecer um sistema seguro e eficaz para a distribuição
dos medicamentos.
b) A farmácia hospitalar deve estar localizada em área de livre acesso e circulação,
tanto para atender à distribuição de medicamentos de pacientes internados e
ambulatoriais, como para receber visitas de técnicos e de fornecedores o que
justifica a sua localização em ponto estratégico que facilite a troca de informações. O
dimensionamento da área física de uma farmácia hospitalar tem relação direta com
as atividades a serem desenvolvidas, que são, por sua vez, determinadas pelo perfil
assistencial e pela complexidade do cuidado prestado no hospital. Quais são os
principais ambientes da Farmácia Hospitalar? Esquematize através de um desenho
qual é a estrutura física necessária para o funcionamento de uma farmácia
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hospitalar, identificando cada área e relacionando quais são as atividades que são
desempenhadas no local.
Resposta:
Área de
Estoque de controlados Estoque de medicamentos e
Manipulação
(São produzidos
(Utilizado para estocagem materiais
de medicamentos de
(Essencial para garantir o
medicamentos e controle e gerenciamento dos
uso controlado.) itens na sua farmácia.)
cosméticos de acordo
com a necessidade do
paciente.)
Triagem e separação
R (Local para conferência do material antes de
ecepção ser entregue às unidades solicitantes.)
(Áre
a destinada ao Expedição
recebimento e à (Área destinada à conferência, organização,
conferência de preparação e liberação dos produtos a serem distribuídos.
produtos. Pode estar ou não no mesmo espaço físico da recepção,
Obrigatoriamente, porém distintamente separadas, dependendo da dimensão da
deve ficar situada área física.)
junto à porta principal
e conter normas e
procedimentos
escritos e afixados na
parede.)
c) Pensando na temática proposta pelo estudo de caso, explique qual será o
sistema de distribuição de medicamentos que poderá ser implantado no hospital?
Quais são as vantagens e desvantagens desse sistema de distribuição? Justifique.
Resposta: Um sistema no qual poderá ser implantado é o sistema de distribuição a
dose unitária é considerada o melhor sistema de distribuição de medicamentos aos
pacientes internados, pois garante todos os objetivos de acordo com o esquema
terapêutico prescrito. Apresentando as seguintes.
VANTAGENS
Ausência de estoques periféricos;
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Redução da probabilidade de erros de medicação;
Atuação efetiva e dinâmica do profissional farmacêutico;
Maior devolução dos medicamentos não administrados à farmácia;
Redução do tempo gasto pela enfermagem para separar medicação;
Redução de custos com medicamentos pelo maior controle de estoque e
faturamento;
DESVANTAGENS
Aumento de recursos humanos e infraestrutura da farmácia;
Investimento necessário ao início do sistema;
Aumento das atividades na farmácia;
Aquisição de materiais e equipamentos especializados.
d) O sistema de distribuição de medicamentos deve se basear nas características
do hospital e deve ser um sistema racional, eficiente, econômico e seguro. Descreva
quais são os tipos de sistemas de distribuição de medicamentos que podem ser
utilizados nos hospitais, relacionando as vantagens e desvantagens de cada um.
Resposta: Sistema Coletivo: Vantagem; fácil acesso aos medicamentos,
poucas requisições.
Desvantagem: o farmacêutico praticamente não participa da equipe, ocorrem
mínimas devoluções à farmácia.
Sistema Individualizado: Vantagem: medicação separada para 24 horas,
menor números de erro, farmacêutico presente.
Desvantagem: Ausência de controle efetivo do estoque e faturamento.
Sistema de Dose Unitária: Vantagem: funcionamento dinâmico da farmácia,
redução de custos com medicamentos pelo maior controle de estoque e
faturamento, maior segurança para o médico, para a enfermagem e, sobretudo, para
o paciente.
Desvantagem: Aumento de recursos humanos e infraestrutura da farmácia; aumento
das atividades na farmácia; aquisição de materiais e equipamentos especializados
e) Quais são as atividades farmacêuticas que podem ser realizadas nos hospitais?
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Resposta: A Farmácia Hospitalar tem abrangência assistencial, técnico-científica e
administrativa e desenvolve atividades ligadas à produção, armazenamento,
controle, dispensação e distribuição de medicamentos e materiais médico-
hospitalares às unidades hospitalares. A atuação do farmacêutico hospitalar é muito
abrangente. Ele é o profissional responsável por todo o fluxo do medicamento dentro
da unidade de saúde e pela orientação aos pacientes internos e ambulatoriais,
buscando cooperar na eficácia do tratamento, redução dos custos, voltando-se
também para o ensino e a pesquisa, funcionando como campo de aprimoramento
profissional.
Estudo de Caso 2 - Atividades realizadas na Farmácia Hospitalar
O farmacêutico hospitalar é o profissional responsável por atividades
clínicas, administrativas e consultivas com o objetivo de promover a
racionalização de custos, o uso racional de medicamentos e a orientação
aos pacientes, além de atuar na gestão da logística farmacêutica e
participar das comissões hospitalares, sendo referência na promoção da
saúde por meio da assistência farmacoterapêutica. Esse profissional tem
uma conduta interdisciplinar, integrando a farmácia hospitalar com os
demais serviços e unidades clínicas. De acordo com a Resolução no 492,
de 26 de novembro de 2008, que regulamenta o exercício profissional no
setor público e privado, as principais atribuições do farmacêutico foram
agrupadas em cinco grandes áreas: atividades logísticas, controle de
qualidade, atividades intersetoriais, atividades focadas no paciente,
atividades de manipulação/ produção.
a) Em oncologia, o farmacêutico é o principal instrumento para a qualidade da
farmacoterapia. Suas atribuições excedem a simples dispensação da prescrição
médica, ou ainda a manipulação propriamente dita. Sua atuação é importante em
várias etapas da terapia antineoplásica. Pensando na manipulação de
antineoplásicos, descreva quais são as condições mínimas necessárias que são
exigidas para a manipulação de antineoplásicos.
Resposta: Os medicamentos antineoplásicos são preparados dentro dos padrões de
exigência estabelecidos pela ANVISA, através da RDC 220/2004, Todas as etapas
que compõem a terapia antineoplásica demandam cuidados específicos, pois
envolvem medicamentos potencialmente perigosos. Ou seja, medicamentos que
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possuem um maior risco de provocar danos significativos ao paciente, em
decorrência de uma falha no processo de utilização. Conhecendo os riscos
associados ao uso desses medicamentos, são adotadas barreiras para prevenir a
ocorrência de erros e aumentar a segurança do processo.
b) A nutrição parenteral compreende uma solução ou uma emulsão composta,
basicamente, por aminoácidos, lipídios, carboidratos e eletrólitos. É uma formulação
estéril e apirogênica, acondicionada em bolsa plástica, destinada à administração
intravenosa em pacientes desnutridos ou não, em regime hospitalar, ambulatorial ou
domiciliar, visando a síntese ou à manutenção de tecidos, órgãos e sistemas. O
Setor de Nutrição Parenteral do Serviço de Farmácia do hospital é o setor
responsável pela seleção, pela aquisição, pelo armazenamento, pela manipulação e
dispensação das formulações de nutrição parenteral. Pensando na manipulação da
nutrição parenteral, descreva quais são as condições mínimas necessárias que são
exigidas para a manipulação de nutrição parenteral.
.
Resposta: As formulações de Nutrição Parenteral (NP) devem receber rótulos que
contenham de forma clara e precisa todas as informações referentes aos
constituintes da bolsa em questão. A falta de uniformidade de expressão dos
componentes pode levar a erros de interpretação. Logo, a padronização dos rótulos
de NP permite a seleção da melhor unidade de expressão dos componentes,
manutenção destas unidades em todas as bolsas de NP preparadas, o que facilita e
corrobora para a melhor compreensão e interpretação
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5 TERMO DE VALIDAÇÃO DO RELATÓRIO
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6 CONSIDERAÇÕES FINAIS
O estágio é um momento de vivências e somados aos conteúdos
visto nas disciplinas cursadas, colocamos em prática as nossas capacidades,
fazendo com que aumentasse o conhecimento a respeito do serviço prestados
quanto ao serviço farmacêutico. O estágio fez com que pudéssemos conhecer o dia-
a-dia do farmacêutico em seu âmbito de trabalho, a como lidar com a parte
burocrática da farmácia, assistência ao paciente, a dispensação e aquisição dos
medicamentos. Pude perceber que o farmacêutico é fundamental na racionalização
e seguro dos medicamentos nas unidades farmacêuticas, alertando quanto aos
possíveis erros de uma medicação e como os prevenir, auxiliando sempre de
maneira positiva ao paciente.
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REFERÊNCIAS
ANDREOLI, Gustavo Luís Meffe; DIAS, Cleidson Nogueira. Planejamento e gestão
logística de medicamentos em uma central de abastecimento farmacêutico
hospitalar. Revist
BERTOL, OMERO FRANCISCO. SISTEMA DE APOIO À FORMULAÇÃO E
PRESCRIÇÃO DE PROTOCOLOS DE NUTRIÇÃO PARENTERAL. 2000. Tese de
Doutorado. Pontifícia Universidade Católica do Paraná. a de administração
hospitalar e inovação em saúde, v. 12, n. 4, p. 20-28, 2015.
COSTA, Maria Helena Cyriaco Teixeira da; TOGEIRO, Michele de Lacerda Pedroso;
RIBEIRO, Regiane Pereira de Oliveira. Importância da atuação de um profissional
farmacêutico na farmácia de um hospital de pequeno porte. 2014.
EVARISTO, Fayga Joyce et al. Sistema de distribuição de medicamentos em
ambiente hospitalar. Saúde, Meio Ambiente e Sustentabilidade, v. 14, n. 1, p. 73-
81, 2019.
GUERRA, Gerson et al. Manipulação de medicamentos antineoplásicos: o processo
de dupla checagem como medida de segurança ao paciente. Revista HCPA. Porto
Alegre, 2013.
RIBEIRO, Eliane. Dose unitária: sistema de distribuição de medicamentos em
hospitais. Revista de Administração de Empresas, v. 33, p. 62-73, 1993.
TRAJANO, Letícia Cavalcante Nolêto; COMARELLA, Larissa. Gestão farmacêutica
na farmácia hospitalar: aumento da qualidade e segurança ao paciente e
racionalização de recursos. Revista da FAESF, v. 3, n. 2, 2019.