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Subgrupos Normais e Grupos Quocientes

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Fundamentos de Álgebra

Subgrupos
Núcleo de Educação a Distância Produção: Gerência de Desenho Educacional - NEAD
[Link]
Desenvolvimento do material: Gregório Dalle Vedove
Rua Prof. José de Souza Herdy, 1.160
25 de Agosto – Duque de Caxias - RJ
1ª Edição
Copyright © 2020, Unigranrio
Reitor
Nenhuma parte deste material poderá ser reproduzida, transmitida e gravada, por
Arody Cordeiro Herdy qualquer meio eletrônico, mecânico, por fotocópia e outros, sem a prévia autorização,
por escrito, da Unigranrio.
Pró-Reitoria de Programas de Pós-Graduação
Nara Pires

Pró-Reitoria de Programas de Graduação


Lívia Maria Figueiredo Lacerda

Pró-Reitoria Administrativa e Comunitária


Carlos de Oliveira Varella

Núcleo de Educação a Distância (NEAD)


Márcia Loch
Sumário
Subgrupos
Para início de conversa... ................................................................................. 4
Objetivo .......................................................................................................... 4
1. Subgrupos Normais e Grupos Quocientes ............................................ 5
2. Homomorfismo e Isomorfismo de Grupos ............................................ 10
Referências .......................................................................................................... 14

Fundamentos de Álgebra 3
Para início de conversa... Objetivo
Neste capítulo, vamos continuar trabalhando com os conceitos de Aplicar as propriedades dos homomorfismos de grupos e seus teoremas
grupos e subgrupos. Agora, vamos dar um enfoque maior aos subgrupos na resolução de problemas.
em uma das suas aplicações mais clássicas: a classe dos subgrupos
normais e os grupos quocientes. Apesar de não parecerem ter relação
imediata, essas duas definições têm uma estreita relação, e vamos
abordá-la aqui. Outros importantes conceitos na teoria de grupos são os
de homomorfismos e isomorfismos de grupos. Essa relação entre grupos
distintos (ou até mesmo no mesmo grupo) são conceitos fundamentais
para o desenvolvimento da álgebra abstrata. Neste capítulo, você verá
que a capacidade de abstração será cada mais necessária daqui em
diante, por isso, é importante que os conceitos já estabelecidos nas
unidades anteriores estejam bem compreendidos e façam parte do seu
acervo de ferramentas. Todos os conceitos apresentados neste capítulo
serão exemplificados e comentados para melhor compreensão e fixação
dos mesmo.

Fundamentos de Álgebra 4
1. Subgrupos Normais e Grupos Quocientes formam um subgrupo. As hipóteses que tomamos na definição de
produto de subconjuntos não pedem que os subconjuntos e
Os conceitos de grupos e subgrupos já foram estabelecidos e sejam subgrupos de ; portanto, nada podemos afirmar sobre o produto
exemplificados. Aqui você verá uma classe de subgrupos que podemos .
definir como subgrupos normais. Dada essa classe de grupos, podemos Quando um dos subconjuntos for um conjunto unitário, teremos uma
definir o que são os grupos quocientes de um grupo. notação especial. Por exemplo, se , então podemos denotar o
Definição: Considere um grupo e dois subconjuntos . produto como sendo
Definimos o produto de por e denotamos por como sendo .
o conjunto .
O mesmo vale quando consideramos o conjunto sendo um conjunto
Vamos considerar quando ou . unitário, isto é, se , então podemos denotar o produto
Pela definição de produto de dois subconjuntos, temos que como sendo .
é um subconjunto do grupo . Vale ressaltar aqui que Vamos, agora, definir o que consideraremos um subgrupo normal.
não necessariamente estamos considerando que a operação em
é comutativa (apesar da nossa notação ser a da multiplicação usual). Definição: Um subgrupo de um grupo é dito subgrupo
Dessa forma, obtemos . Claro que, no caso em que normal se para todo . Denotaremos como
considerarmos o grupo multiplicativo como sendo comutativos, quando for subgrupo normal de .
teremos que pela própria definição do produto de dois
subconjuntos.
Nesta definição estamos considerando que é subgrupo de
Outro ponto importante de se notar é que, quando definimos o produto
e, portanto, deve satisfazer as condições da hipótese de subgrupo.
de dois subconjuntos, obtemos um outro subconjunto do mesmo grupo,
Observando a definição acima podemos concluir que, no caso em que
mas em nenhum momento podemos afirmar que esses subconjuntos
considerarmos um grupo abeliano, então todo subgrupo será um

Fundamentos de Álgebra 5
subgrupo normal, pois irá satisfazer a equação da definição. Essa é uma No canto superior esquerdo, escrevemos a notação para a operação
propriedade muito importante dos grupos abelianos. que estamos considerando no conjunto. Para completar a tábua, basta
completar os espaços com o resultado da operação do elemento da
Antes de continuarmos, vamos observar uma forma de representação
linha pelo elemento da coluna. Veja:
de grupos finitos, para que possamos introduzir alguns exemplos dos
conceitos apresentados até agora.

Quando for um conjunto finito e nele definirmos uma operação que


faz com que o par seja um grupo, existe uma forma especial que
podemos representar esse grupo e a ação da operação pelo o que é .
conhecido como tábua de um grupo finito. Vamos introduzir esse conceito
Ao realizarmos as operações indicadas, obtemos a tábua da operação.
com um exemplo simples. Considere o conjunto , onde
definimos a operação como sendo a multiplicação usual. Como já sabemos, Considere agora um conjunto e uma operação definida
esse par forma um grupo e podemos representá-lo pela tábua a seguir: nele que iremos denotar por . A seguinte tábua define a operação
em

.
Para construir a tábua de um grupo começamos colocando na primeira
linha e na primeira coluna os elementos do conjunto , desta maneira,
.

Como exemplo observe na terceira linha e na quarta coluna. Neste local,


temos o resultado da operação que é igual a , como pode ser
.

Fundamentos de Álgebra 6
visto na tábua. Assim, que lemos uma tábua de uma operação. No caso matemático: a garrafa de Klein. Essa é uma superfície não orientável,
descrito acima, o par forma um grupo e é conhecido como grupo obtida pela colagem de duas faixas de Mobius. As contribuições de Klein
de Klein. para a matemática são principalmente no campo da geometria não
euclidiana, ramo ao qual ele dedicou maior parte da sua vida acadêmica.
O subconjunto é um subgrupo de , pois é fechado
para a operação e é um grupo. Além disso observe que

ou seja, satisfaz as condições da definição de subgrupo normal; portanto


é um subgrupo normal de .

O grupo de Klein (também chamado de Klein 4), apresentado


anteriormente e também conhecido como vierergruppe (grupo de quatro,
em alemão), é um grupo abeliano estudado pelo matemático alemão
Félix Klein. Esse grupo é o menor grupo não cíclico, ou seja, não há um
elemento que seja gerador desse grupo. Félix Klein dedicou-se ao estudo
da teoria de grupos e também da geometria não euclidiana. Existe um Figura 1: Garrafa de Klein. Objeto matemático que não apresenta lados “de dentro” e “de fora” e
outro objeto matemático nomeado em homenagem a esse mesmo que, por isso, recebe a denominação não orientável. Fonte: Dreamstime.

Fundamentos de Álgebra 7
A seguir, apresentaremos alguns teoremas envolvendo subgrupos Lembre-se de que conjunto das classes laterais de um grupo é um
normais. As demonstrações desses e de outras propriedades podem ser conjunto de conjuntos. Desse modo, um conjunto dentro de uma
encontradas em ALENCAR FILHO (1980). classe lateral é considerado um elemento, ou seja, usaremos a notação
e .
Teorema: Seja um subgrupo de . Se vale a condição
O conjunto das classes laterais forma um grupo com a operação de
para todo e todo , então é um
multiplicação de subconjuntos. Essa é a nossa próxima definição.
subgrupo normal de .( denota o elemento simétrico de ).
Definição: Dado um subgrupo normal de um grupo .
Teorema: Se é subgrupo normal de , então para todo
O conjunto das classes laterais de em forma um grupo com a
vale que .
operação de produto entre subconjuntos. O grupo é chamado
Esse teorema nos dá uma importante característica dos subgrupos grupo quociente de por .
normais. Do lado esquerdo da igualdade temos o produto de dois
De fato, o conjunto das classes laterais forma um grupo quando
subconjuntos; enquanto que, do lado direito, temos um elemento de
consideramos a operação de produto de subconjuntos. Inicialmente
dado por sendo operado com o subgrupo normal . Isso nos dá
temos por um dos teoremas anteriores que a operação de produto
que a operação de multiplicação de subconjuntos é fechada dentro de
é fechada no conjunto das classes laterais, ou seja, para quaisquer
uma classe especial de subconjunto de que definimos a seguir.
vale que , e pela própria
Definição: Dado um subgrupo normal de um grupo definição de grupo normal sabemos que vale a propriedade associativa,
definimos o conjunto das classes laterais de em como sendo o ou seja, .
conjunto .
Desse modo, fica evidente que vale a propriedade associativa,
No nosso exemplo do grupo de Klein, se tomarmos o subgrupo normal isto é, para quaisquer vale que
dado por , temos que o conjunto das classes laterais
.
de em é .

Fundamentos de Álgebra 8
O elemento neutro do grupo será a classe lateral gerada por
onde é o elemento neutro do grupo . Note que
Nesse caso, e em tantos outros que você encontrará em diversos livros
e portanto é, de fato, sobre álgebra abstrata, a notação de multiplicação de conjuntos e a
elemento neutro para a operação de multiplicação de conjuntos. multiplicação usual será a mesma. As duas operações serão representadas
por um simples ponto ou, em alguns casos, esse ponto nem aparece,
Por fim, dado existe elemento simétrico e assim apenas os dois elementos que você está multiplicando. Fique atento ao
tipo de multiplicação que você estará usando em cada situação. Por vezes,
e da mesma forma
a notação poderá ficar carregada caso use duas representações diferentes
. para cada tipo de multiplicação, mas neste início pode ser necessário.

No exemplo do grupo de Klein, considerando o subgrupo normal dado


por , o conjunto das classes laterais é um grupo com Diante desses conceitos, veja um caso representado pelo conjunto
a operação de multiplicação. O elemento neutro é o próprio conjunto e a operação definida pela tábua
pois .

Além disso, pela tábua do grupo de Klein, percebemos que, nesse grupo em
específico,o elemento neutro de qualquer elemento é o próprio elemento inicial.
Veja, por exemplo, o caso do elemento e portanto .
Vale que .

Outro exemplo bem simples é o grupo cíclico gerado pela unidade


imaginária . Denotaremos pelo conjunto .
onde a operação é a multiplicação usual e, portanto, o grupo será .
O subgrupo normal será onde . Desse modo, o conjunto O par forma um grupo abeliano e pode ser facilmente verificado.
das classes laterais é . Considere agora o conjunto . Sabemos que é um

Fundamentos de Álgebra 9
subgrupo normal de , pois a operação é comutativa e todo subgrupo Vale ressaltar, com esse exemplo, que, mudando o subgrupo normal que
de um grupo comutativo é um subgrupo normal. O conjunto das classes estamos tomando, vamos ter um grupo de classes laterais diferentes.
laterais neste caso é . Fique atento para os detalhes e afirmações que fizer durante uma
demonstração. Aqui, omitimos algumas etapas do processo, como provar
Note que esse conjunto tem apenas dois elementos que estamos denotando
que determinado par é realmente um subgrupo, pois o enfoque aqui
por e . Isso ocorre pois
é outro. Caso precise, retorne às unidades anteriores para rever como
e . proceder com essas demonstrações.

Pode-se representar o conjunto das classes laterais por qualquer um dos


elementos acima, basta notar em quais casos as classes laterais serão as
mesmas.
2. Homomorfismo e Isomorfismo de Grupos
Nesta seção, vamos tratar dos homomorfismos e isomorfismos entre
Se tomarmos no mesmo exemplo anterior um subgrupo normal
grupos. Esses dois conceitos têm uma estreita relação com o conceito
diferente, teremos classes laterais diferentes. Veja o caso em que
de funções, que faz parte do currículo básico de ensino da matemática.
consideramos o subgrupo onde . Primeiramente,
Faremos aqui uma apresentação mais generalizada e sistemática desse
o que você deve fazer é realmente verificar que esse par é realmente
conceito, mas tenha em mente sempre esse paralelo.
um subgrupo de . Novamente, obteremos que, de fato, é um
subgrupo e no caso um subgrupo normal, pois nosso grupo de partida Definição: Considere dois grupos distintos e . Uma
é abeliano. Com relação às classes laterais obtemos o conjunto aplicação é um homomorfismo de em se para
quaisquer vale que
.
.
Novamente note que escolhemos uma representação para cada
classe lateral dado que , e Note que do lado esquerdo da igualdade da definição inicialmente
. operamos os dois elementos do grupo (cuja operação está sendo

Fundamentos de Álgebra 10
denotada por ) e depois a aplicação ; já do lado direito da igualdade, A propriedade anterior nos garante que os homomorfismos levam
o que fazemos primeiro é aplicar em cada um dos elementos de (e, elementos simétricos em elementos simétricos. Basta ficar atento em
assim, obtemos dois elementos de ) e, agora sim, aplicamos a operação qual grupo e em relação a qual operação estamos tomando o simétrico.
do grupo . Essa relação deve ser verdadeira para quaisquer que sejam No caso acima quando então , já e portanto
os elementos tomados em e ela não será verdadeira em todos os casos. .

Considere por exemplo o grupo aditivo dos reais, denotado por ,e o Propriedade 3: Se e são grupos, um
grupo multiplicativo dos reais positivos sem o zero, denotado por . homomorfismo e tal que é subgrupo de , então
Considere a aplicação dada por . Note que para é tal que é subgrupo de .
quaisquer vale que
Os homomorfismos preservam a estrutura de subgrupos dentro dos
e portanto, é um homomorfismo. Outro exemplo de homomorfismo é grupos nos quais ele age.
qualquer função identidade de um grupo nele mesmo.
Propriedade 4: Se , e são grupos e
Os homomorfismos têm propriedades interessantes que apresentamos e são homomorfismos, então é também
a seguir. As demonstrações dessas propriedades podem ser encontradas homomorfismo.
em DOMINGUES-IEZZI (1982).
Vamos agora definir um tipo de homomorfismo que possui uma outra
Propriedade 1: Se e são grupos e um propriedade adicional.
homomorfismo, então onde é o elemento neutro de
Definição: Sejam e grupos quaisquer. Dizemos que uma
e é o elemento neutro de .
aplicação é um isomorfismo se é um homomorfismo e
Propriedade 2: Se e são grupos e um é bijetora.
homomorfismo, para qualquer vale que onde a
Um isomorfismo é, então, um homomorfismo que, além da caracterização
notação ‘ representa o elemento simétrico dentro do grupo que estamos
pela equação envolvendo as duas operações dos dois grupos, satisfaz a
considerando.

Fundamentos de Álgebra 11
condição de ser bijetora. Uma função bijetora é injetora (dois pontos do Existem outras classificações para homomorfismos quando estes
domínio têm a mesma imagem, então implica que esses dois pontos são o satisfazem determinada propriedade ou então quando o domínio e o
mesmo) e sobrejetora (todos os pontos do contradomínio da aplicação são contradomínio são o mesmo grupo. Vamos apresentar essas classificações
imagem de algum ponto do domínio. Quando existe um isomorfismo entre a seguir, assumindo que e são grupos e uma
dois grupos, podemos dizer que esses grupos são isomorfos e denotamos aplicação entre eles.
por (estando claro qual operação está definida em cada grupo).
A aplicação é chamada de monomorfismo quando é um
homomorfismo injetor. Chamamos a aplicação de epimorfismo
quando for um homomorfismo sobrejetor.
A palavra isomorfismo vem da junção das palavras gregas iso, que
significa “mesmo”, e morph, que significa “forma ou molde”. Dessa maneira, Agora, vamos considerar os casos em que o domínio e o contradomínio
a palavra isomorfismo denomina algo que possui a mesma forma ou são o mesmo grupo. Uma aplicação é chamada
o mesmo formato. Dentro da matemática, existe um ramo chamado endomorfismo se for um homomorfismo. A aplicação é
topologia, que estuda diferentes tipos de superfícies. Nessa área, chamada de automorfismo quando for um isomorfismo.
também há uma definição de isomorfismo e uma das transformações
Considere o grupo onde e a operação é a
isomórficas mais conhecidas na topologia
multiplicação usual. A tábua desse grupo é dada por
é a de um donut em uma caneca, ou
seja, topologicamente falando, as duas
superfícies são as mesmas! Você consegue
imaginar essa transformação?
No estudo de superfícies
em matemática, esses dois
objetos representam uma .
mesma superfície.
Considere também o grupo onde e a operação
é dada pela tábua

Fundamentos de Álgebra 12
Considere agora o grupo multiplicativo dos inteiros menos o zero denotado
aqui por e uma aplicação dada por .
Note que vale

para quaisquer . Deste modo é um homomorfismo. Nesse


. caso não é injetor, nem sobrejetor, podemos apenas dizer que é um
Uma aplicação tal que endomorfismo.
e define um isomorfismo entre e . De fato, é Os conceitos de subgrupo normal e grupo quociente estão
homomorfismo pois note que , intimamente ligados. Vimos também que o grupo quociente irá
, e assim para depender de qual subgrupo normal estamos tomando, pois, quando
todas os elementos que tomarmos em . Como além disso, é bijetora, trocamos o subgrupo normal, o conjunto das classes laterais também
então é um isomorfismo. Sendo um isomorfismo, podemos é alterado. A operação do grupo quociente é a multiplicação de
também definir um isomorfismo definido como sendo subgrupos; portanto, estamos trabalhando com um conjunto de
(a inversa da aplicação ), ou seja, conjuntos e, por isso, devemos ter muita atenção à notação e ao
e . Podemos fazer esse tipo de relação com tipo de operação que estamos realizando. Os homomorfismos e
qualquer isomorfismo que estivermos trabalhando. Mas atente-se que só isomorfismos também são parte importante dentro da teoria de
vale quando estamos trabalhando com isomorfismos. grupos. Por meio deles, podemos relacionar dois conjuntos e extrair
propriedades importantes dos grupos envolvidos. A nomenclatura
Considerando agora o grupo aditivo dos inteiros e a aplicação dos homomorfismos pode ser alterada quando temos aplicações com
dada por . Neste caso vale que outras propriedades ou quando estamos trabalhando dentro de um
para todo mesmo grupo. Todas essas definições são extremamente abstratas e
e portanto é um homomorfismo. Como é injetor podemos dizer convém atenção para os pequenos detalhes que as tornam diferentes.
que é um monomorfismo, ou ainda, por ser uma aplicação de um
grupo nele mesmo, podemos dizer que é um endomorfismo.

Fundamentos de Álgebra 13
Referências
ALENCAR FILHO, E. de. Elementos de álgebra abstrata. 2. ed. São Paulo:
Nobel, 1980.

BOYER, C. B. História da Matemática. São Paulo: Edgard Blucher, 1974.

DOMINGUES, H. H.; IEZZI, G. Álgebra moderna. São Paulo: Atual, 1982.

GRUPO de Klein. EcuRed. Disponível em: [Link]


de_Klein. Acesso em: 27 mar. 2020.

RODRIGUES, P. R. S. Félix Klein. Clube de Matemática da OBMEP.


Disponível em: [Link] Acesso em: 27
mar. 2020.

Fundamentos de Álgebra 14

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