Tutorial de Bioestatística com Excel e
Google Planilhas
Introdução
Este tutorial tem como objetivo guiar estudantes da área da saúde na aplicação de
conceitos de estatística descritiva utilizando ferramentas amplamente acessíveis:
Microsoft Excel e Google Planilhas. A bioestatística é fundamental para a análise de
dados em saúde, permitindo a compreensão de fenômenos epidemiológicos, a avaliação
de intervenções e a tomada de decisões baseadas em evidências. Abordaremos o cálculo
de medidas de tendência central (média, mediana), medidas de dispersão (desvio padrão,
intervalo interquartil), a construção de tabelas de frequência (absoluta e relativa) e a
criação de gráficos para visualização de dados.
Utilizaremos duas bases de dados fictícias, "Diabetes_Amputacao.xlsx" e
"Hepatite_B.xlsx", para exemplificar as análises. Ambas as bases contêm informações
relevantes para o contexto da saúde coletiva, permitindo uma aplicação prática dos
conceitos apresentados.
Bases de Dados Utilizadas
1. Diabetes_Amputacao.xlsx: Esta base de dados contém informações sobre pacientes
com diabetes, incluindo se foram submetidos a amputação, idade, gênero, tempo de
diagnóstico, tabagismo, neuropatia, tratamento para diabetes, nível de glicemia e
frequência de consultas de enfermagem. É um excelente recurso para explorar a relação
entre fatores de risco e desfechos em saúde.
2. Hepatite_B.xlsx: Esta base de dados aborda aspectos relacionados à Hepatite B, como
idade, sexo, histórico de transfusão, uso de medicação injetável, uso de drogas injetáveis,
tatuagem, acupuntura, resultados de exames (HBsAg, Anti-HBsAg, VDRL), tempo de
encarceramento, grupo (presidiário/não presidiário), presença de IST e
soropositividade para VHB. Permite a análise de fatores associados à prevalência da
doença em diferentes populações.
Ao final deste tutorial, você será capaz de realizar análises descritivas básicas, interpretar
os resultados e apresentar suas descobertas de forma clara e eficaz, contribuindo para a
pesquisa e a prática em saúde coletiva.
Estatística Descritiva: Medidas de Tendência Central e
Dispersão
Nesta seção, aprenderemos a calcular as principais medidas de estatística descritiva para
variáveis numéricas: média, mediana, desvio padrão e intervalo interquartil. Utilizaremos
as bases de dados fornecidas para exemplificar os cálculos no Excel e no Google
Planilhas.
Base de Dados: Diabetes_Amputacao.xlsx
As variáveis numéricas nesta base de dados são: Idade (anos) e Tempo diagnóstico
(anos).
1. Média
A média aritmética é a soma de todos os valores dividida pelo número de observações. É
uma medida de tendência central que representa o valor típico de um conjunto de dados.
No Excel: 1. Abra o arquivo Diabetes_Amputacao.xlsx . 2. Para calcular a média da coluna
'Idade (anos)', selecione uma célula vazia (por exemplo, B160). 3. Digite a fórmula
=MÉDIA(B2:B159) e pressione Enter. (Assumindo que os dados de idade estão na coluna B,
da linha 2 à 159). 4. Repita o processo para a coluna 'Tempo diagnóstico (anos)',
ajustando o intervalo da fórmula.
No Google Planilhas: 1. Abra o arquivo Diabetes_Amputacao.xlsx no Google Planilhas. 2.
Para calcular a média da coluna 'Idade (anos)', selecione uma célula vazia. 3. Digite a
fórmula =AVERAGE(B2:B159) e pressione Enter. 4. Repita o processo para a coluna 'Tempo
diagnóstico (anos)', ajustando o intervalo da fórmula.
2. Mediana
A mediana é o valor central de um conjunto de dados ordenado. Se o número de
observações for ímpar, a mediana é o valor do meio; se for par, é a média dos dois
valores do meio. A mediana é menos sensível a valores extremos (outliers) do que a
média.
No Excel: 1. Para calcular a mediana da coluna 'Idade (anos)', selecione uma célula vazia.
2. Digite a fórmula =MED(B2:B159) e pressione Enter. 3. Repita o processo para a coluna
'Tempo diagnóstico (anos)', ajustando o intervalo da fórmula.
No Google Planilhas: 1. Para calcular a mediana da coluna 'Idade (anos)', selecione uma
célula vazia. 2. Digite a fórmula =MEDIAN(B2:B159) e pressione Enter. 3. Repita o processo
para a coluna 'Tempo diagnóstico (anos)', ajustando o intervalo da fórmula.
3. Desvio Padrão
O desvio padrão mede a dispersão ou variabilidade dos dados em torno da média. Um
desvio padrão pequeno indica que os dados estão próximos da média, enquanto um
desvio padrão grande indica que os dados estão mais espalhados.
No Excel: 1. Para calcular o desvio padrão da coluna 'Idade (anos)', selecione uma célula
vazia. 2. Digite a fórmula =DESVPAD.A(B2:B159) (para amostras) ou =DESVPAD.P(B2:B159)
(para população) e pressione Enter. Geralmente, usamos a versão para amostras (
DESVPAD.A ). 3. Repita o processo para a coluna 'Tempo diagnóstico (anos)', ajustando o
intervalo da fórmula.
No Google Planilhas: 1. Para calcular o desvio padrão da coluna 'Idade (anos)', selecione
uma célula vazia. 2. Digite a fórmula =STDEV(B2:B159) (para amostras) ou
=STDEVP(B2:B159) (para população) e pressione Enter. Geralmente, usamos a versão para
amostras ( STDEV ). 3. Repita o processo para a coluna 'Tempo diagnóstico (anos)',
ajustando o intervalo da fórmula.
4. Intervalo Interquartil (IIQ)
O Intervalo Interquartil (IIQ) é uma medida de dispersão que representa a amplitude dos
50% centrais dos dados. Ele é calculado como a diferença entre o terceiro quartil (Q3) e o
primeiro quartil (Q1). O IIQ é útil para identificar a variabilidade dos dados e detectar
outliers.
No Excel: 1. Para calcular o Q1 da coluna 'Idade (anos)', selecione uma célula vazia e
digite =[Link](B2:B159;1) e pressione Enter. 2. Para calcular o Q3 da coluna 'Idade
(anos)', selecione uma célula vazia e digite =[Link](B2:B159;3) e pressione Enter. 3.
O IIQ será a diferença entre o valor de Q3 e Q1. 4. Repita o processo para a coluna
'Tempo diagnóstico (anos)', ajustando o intervalo da fórmula.
No Google Planilhas: 1. Para calcular o Q1 da coluna 'Idade (anos)', selecione uma célula
vazia e digite =QUARTILE(B2:B159;1) e pressione Enter. 2. Para calcular o Q3 da coluna
'Idade (anos)', selecione uma célula vazia e digite =QUARTILE(B2:B159;3) e pressione Enter.
3. O IIQ será a diferença entre o valor de Q3 e Q1. 4. Repita o processo para a coluna
'Tempo diagnóstico (anos)', ajustando o intervalo da fórmula.
Base de Dados: Hepatite_B.xlsx
As variáveis numéricas nesta base de dados são: Idade.
1. Média
No Excel: 1. Abra o arquivo Hepatite_B.xlsx . 2. Para calcular a média da coluna 'Idade',
selecione uma célula vazia. 3. Digite a fórmula =MÉDIA(B2:B1235) e pressione Enter.
(Assumindo que os dados de idade estão na coluna B, da linha 2 à 1235).
No Google Planilhas: 1. Abra o arquivo Hepatite_B.xlsx no Google Planilhas. 2. Para
calcular a média da coluna 'Idade', selecione uma célula vazia. 3. Digite a fórmula
=AVERAGE(B2:B1235) e pressione Enter.
2. Mediana
No Excel: 1. Para calcular a mediana da coluna 'Idade', selecione uma célula vazia. 2.
Digite a fórmula =MED(B2:B1235) e pressione Enter.
No Google Planilhas: 1. Para calcular a mediana da coluna 'Idade', selecione uma célula
vazia. 2. Digite a fórmula =MEDIAN(B2:B1235) e pressione Enter.
3. Desvio Padrão
No Excel: 1. Para calcular o desvio padrão da coluna 'Idade', selecione uma célula vazia.
2. Digite a fórmula =DESVPAD.A(B2:B1235) e pressione Enter.
No Google Planilhas: 1. Para calcular o desvio padrão da coluna 'Idade', selecione uma
célula vazia. 2. Digite a fórmula =STDEV(B2:B1235) e pressione Enter.
4. Intervalo Interquartil (IIQ)
No Excel: 1. Para calcular o Q1 da coluna 'Idade', selecione uma célula vazia e digite
=[Link](B2:B1235;1) e pressione Enter. 2. Para calcular o Q3 da coluna 'Idade',
selecione uma célula vazia e digite =[Link](B2:B1235;3) e pressione Enter. 3. O IIQ
será a diferença entre o valor de Q3 e Q1.
No Google Planilhas: 1. Para calcular o Q1 da coluna 'Idade', selecione uma célula vazia
e digite =QUARTILE(B2:B1235;1) e pressione Enter. 2. Para calcular o Q3 da coluna 'Idade',
selecione uma célula vazia e digite =QUARTILE(B2:B1235;3) e pressione Enter. 3. O IIQ será
a diferença entre o valor de Q3 e Q1.
Tabelas Dinâmicas: Frequência Absoluta e Relativa
As tabelas dinâmicas são ferramentas poderosas para resumir e analisar grandes
volumes de dados, permitindo a criação de tabelas de frequência absoluta e relativa de
forma rápida e eficiente. Elas são particularmente úteis para variáveis categóricas.
Base de Dados: Diabetes_Amputacao.xlsx
Vamos criar tabelas de frequência para variáveis como 'Gênero', 'Tabagismo',
'Neuropatia', 'Tratamento DM', 'Glicemia', 'Consultas Enfermagem' e 'Amputação'.
No Excel:
1. Abra o arquivo Diabetes_Amputacao.xlsx .
2. Selecione qualquer célula dentro da sua tabela de dados.
3. Vá para a guia Inserir na faixa de opções e clique em Tabela Dinâmica.
4. Na caixa de diálogo 'Criar Tabela Dinâmica', verifique se o 'Intervalo da
Tabela/Intervalo' está correto e escolha onde deseja colocar a tabela dinâmica
(nova planilha ou planilha existente). Clique em OK.
5. No painel 'Campos da Tabela Dinâmica', arraste a variável que você deseja
analisar (por exemplo, 'Gênero') para a área Linhas.
6. Arraste a mesma variável ('Gênero') para a área Valores. Por padrão, o Excel
contará o número de ocorrências, gerando a frequência absoluta.
7. Para obter a frequência relativa (percentual): a. Clique com o botão direito do
mouse em qualquer célula na coluna de 'Soma de Gênero' (ou o nome que o
Excel der à sua contagem). b. Selecione Mostrar Valores Como e depois % do
Total Geral. c. Repita este processo para as outras variáveis categóricas.
No Google Planilhas:
1. Abra o arquivo Diabetes_Amputacao.xlsx no Google Planilhas. 2.
Selecione qualquer célula dentro da sua tabela de dados.
3. Vá para Dados no menu e selecione Tabela dinâmica.
4. Na caixa de diálogo 'Criar tabela dinâmica', verifique se o 'Intervalo de dados'
está correto e escolha onde deseja colocar a tabela dinâmica (nova planilha ou
planilha existente). Clique em Criar.
5. No editor de tabela dinâmica (geralmente à direita): a. Em 'Linhas', clique em
Adicionar campo e selecione a variável que você deseja analisar (por exemplo,
'Gênero'). b. Em 'Valores', clique em Adicionar campo e selecione a mesma
variável ('Gênero'). Certifique-se de que 'RESUMIR POR' esteja definido como
CONTAR para obter a frequência absoluta.
6. Para obter a frequência relativa (percentual): a. No campo 'Valores' para a
variável que você está contando, clique na seta para baixo ao lado de 'CONTAR
DE Gênero'. b. Em 'MOSTRAR COMO', selecione % do total geral. c. Repita este
processo para as outras variáveis categóricas.
Base de Dados: Hepatite_B.xlsx
Vamos criar tabelas de frequência para variáveis como 'Sexo', 'Transfusão', 'Medicação
Injetável', 'Drogas Injetáveis', 'Tatuagem', 'Acupuntura', 'HBsAg', 'Anti-HBsAg', 'VDRL',
'Tempo Encarceramento', 'Grupo', 'IST' e 'Soropositivo VHB'.
No Excel:
1. Abra o arquivo Hepatite_B.xlsx .
2. Siga os mesmos passos descritos para a base de dados
Diabetes_Amputacao.xlsx .
3. Arraste as variáveis categóricas de interesse para as áreas de Linhas e Valores no
painel 'Campos da Tabela Dinâmica'.
4. Configure 'Mostrar Valores Como' para '% do Total Geral' para obter as
frequências relativas.
No Google Planilhas:
1. Abra o arquivo Hepatite_B.xlsx no Google Planilhas.
2. Siga os mesmos passos descritos para a base de dados
Diabetes_Amputacao.xlsx .
3. Adicione as variáveis categóricas de interesse em 'Linhas' e 'Valores' no editor de
tabela dinâmica.
4. Configure 'MOSTRAR COMO' para '% do total geral' para obter as frequências
relativas.
Visualizações Gráficas para Análise em Saúde Coletiva
Gráficos são ferramentas essenciais para a visualização e interpretação de dados,
permitindo identificar padrões, tendências e anomalias de forma intuitiva. No contexto
da bioestatística e saúde coletiva, gráficos bem elaborados podem comunicar
descobertas complexas de maneira clara e impactante. Vamos explorar alguns tipos de
gráficos relevantes para as nossas bases de dados.
Base de Dados: Diabetes_Amputacao.xlsx
Para esta base de dados, podemos explorar gráficos que mostrem a distribuição de
variáveis numéricas e a relação entre variáveis categóricas e numéricas, ou entre duas
variáveis categóricas.
1. Histograma para Distribuição de Idade
Um histograma é ideal para visualizar a distribuição de uma variável numérica, como a
idade, e identificar a sua forma, centro e dispersão. No contexto da saúde, pode revelar a
faixa etária mais afetada por uma condição.
No Excel: 1. Selecione a coluna 'Idade (anos)'. 2. Vá para a guia Inserir e, no grupo
'Gráficos', clique em Inserir Gráfico de Estatística e escolha Histograma. 3. Você pode
ajustar o número de compartimentos (bins) ou a largura dos compartimentos clicando
com o botão direito no eixo horizontal e selecionando 'Formatar Eixo'.
No Google Planilhas: 1. Selecione a coluna 'Idade (anos)'. 2. Vá para Inserir no menu e
selecione Gráfico. 3. No 'Editor de Gráficos', em 'Tipo de gráfico', escolha Histograma. 4.
Você pode personalizar o histograma, como o tamanho do compartimento, nas opções
de 'Personalizar'.
2. Gráfico de Barras para Frequência de Gênero
Gráficos de barras são excelentes para comparar a frequência de categorias em variáveis
qualitativas, como o gênero, tabagismo ou neuropatia.
No Excel: 1. Crie uma tabela de frequência (absoluta ou relativa) para a variável 'Gênero'
usando uma Tabela Dinâmica (conforme explicado na seção anterior) ou manualmente.
2. Selecione os dados da sua tabela de frequência (por exemplo, 'Gênero' e 'Contagem de
Gênero'). 3. Vá para a guia Inserir e, no grupo 'Gráficos', clique em Inserir Gráfico de
Colunas ou Barras e escolha Coluna Agrupada ou Barra Agrupada.
No Google Planilhas: 1. Crie uma tabela de frequência para a variável 'Gênero'. 2.
Selecione os dados da sua tabela de frequência. 3. Vá para Inserir no menu e selecione
Gráfico. 4. No 'Editor de Gráficos', em 'Tipo de gráfico', escolha Gráfico de colunas ou
Gráfico de barras.
3. Gráfico de Pizza para Proporção de Amputação
Gráficos de pizza são úteis para mostrar a proporção de cada categoria em relação ao
todo, como a proporção de pacientes amputados versus não amputados.
No Excel: 1. Crie uma tabela de frequência para a variável 'Amputação'. 2. Selecione os
dados da sua tabela de frequência. 3. Vá para a guia Inserir e, no grupo 'Gráficos', clique
em Inserir Gráfico de Pizza ou Rosca e escolha Pizza.
No Google Planilhas: 1. Crie uma tabela de frequência para a variável 'Amputação'. 2.
Selecione os dados da sua tabela de frequência. 3. Vá para Inserir no menu e selecione
Gráfico. 4. No 'Editor de Gráficos', em 'Tipo de gráfico', escolha Gráfico de pizza.
4. Gráfico de Barras Agrupadas para Glicemia por Amputação
Para analisar a relação entre duas variáveis categóricas, como 'Glicemia' e 'Amputação',
um gráfico de barras agrupadas pode ser muito informativo. Ele permite comparar a
distribuição de uma variável em diferentes categorias de outra.
No Excel: 1. Crie uma Tabela Dinâmica com 'Amputação' nas 'Linhas' e 'Glicemia' nas
'Colunas'. Arraste 'Amputação' ou 'Glicemia' para 'Valores' para contar as ocorrências. 2.
Com a Tabela Dinâmica selecionada, vá para a guia Analisar Tabela Dinâmica (ou
Opções em versões mais antigas) e clique em Gráfico Dinâmico. 3. Escolha um Gráfico
de Colunas Agrupadas.
No Google Planilhas: 1. Crie uma Tabela Dinâmica com 'Amputação' nas 'Linhas' e
'Glicemia' nas 'Colunas'. Certifique-se de que a contagem esteja nos 'Valores'. 2. Selecione
a Tabela Dinâmica criada. 3. Vá para Inserir no menu e selecione Gráfico. 4. No 'Editor de
Gráficos', em 'Tipo de gráfico', escolha Gráfico de colunas empilhadas ou Gráfico de
colunas agrupadas.
Base de Dados: Hepatite_B.xlsx
Para a base de dados de Hepatite B, podemos aplicar gráficos semelhantes, focando na
distribuição da idade e nas frequências de variáveis categóricas, além de explorar
relações entre elas.
1. Histograma para Distribuição de Idade
Assim como na base de Diabetes, um histograma da 'Idade' na base de Hepatite B pode
revelar a distribuição etária dos indivíduos estudados.
No Excel: 1. Selecione a coluna 'Idade'. 2. Vá para a guia Inserir e, no grupo 'Gráficos',
clique em Inserir Gráfico de Estatística e escolha Histograma.
No Google Planilhas: 1. Selecione a coluna 'Idade'. 2. Vá para Inserir no menu e
selecione Gráfico. 3. No 'Editor de Gráficos', em 'Tipo de gráfico', escolha Histograma.
2. Gráfico de Barras para Frequência de Sexo
Visualize a distribuição de 'Sexo' ou outras variáveis categóricas como 'HBsAg', 'Anti
HBsAg', 'VDRL', 'Grupo', 'IST' e 'Soropositivo VHB' usando gráficos de barras.
No Excel: 1. Crie uma tabela de frequência para a variável 'Sexo'. 2. Selecione os dados e
vá para a guia Inserir e escolha Gráfico de Colunas Agrupadas.
No Google Planilhas: 1. Crie uma tabela de frequência para a variável 'Sexo'. 2. Selecione
os dados e vá para Inserir no menu e selecione Gráfico, escolhendo Gráfico de colunas.
3. Gráfico de Pizza para Proporção de Soropositivo VHB
Um gráfico de pizza pode ilustrar a proporção de indivíduos soropositivos para VHB em
relação ao total.
No Excel: 1. Crie uma tabela de frequência para a variável 'Soropositivo VHB'. 2.
Selecione os dados e vá para a guia Inserir e escolha Gráfico de Pizza.
No Google Planilhas: 1. Crie uma tabela de frequência para a variável 'Soropositivo VHB'.
2. Selecione os dados e vá para Inserir no menu e selecione Gráfico, escolhendo Gráfico
de pizza.
4. Gráfico de Barras Agrupadas para HBsAg por Grupo
Para entender a prevalência de HBsAg em diferentes grupos (presidiário/não presidiário),
um gráfico de barras agrupadas é adequado.
No Excel: 1. Crie uma Tabela Dinâmica com 'Grupo' nas 'Linhas' e 'HBsAg' nas 'Colunas'.
Arraste 'Grupo' ou 'HBsAg' para 'Valores' para contar as ocorrências. 2. Com a Tabela
Dinâmica selecionada, vá para a guia Analisar Tabela Dinâmica e clique em Gráfico
Dinâmico. 3. Escolha um Gráfico de Colunas Agrupadas.
No Google Planilhas: 1. Crie uma Tabela Dinâmica com 'Grupo' nas 'Linhas' e 'HBsAg'
nas 'Colunas'. Certifique-se de que a contagem esteja nos 'Valores'. 2. Selecione a Tabela
Dinâmica criada. 3. Vá para Inserir no menu e selecione Gráfico. 4. No 'Editor de
Gráficos', em 'Tipo de gráfico', escolha Gráfico de colunas empilhadas ou Gráfico de
colunas agrupadas.
Ao utilizar esses gráficos, lembre-se de adicionar títulos claros, rótulos de eixos e
legendas para garantir que a mensagem seja transmitida de forma eficaz. A escolha do
gráfico deve sempre ser guiada pelo tipo de dado e pela pergunta de pesquisa que se
deseja responder.