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Regulamento Do CSMJ

Regulamento do CSMJ

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Jose Bunga
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\asowa 7 Quinta-feira, 3 de Dezembro de 2015 DIARIO DA REPUBLICA ORGAO OFICIAL DA REPUBLICA DE ANGOLA Preco deste ntimero - Kz: 220,00 Tada» carsspondencin, quer Ocal quer relaiva ® snincio © asinatns do eDiseio da Repiblicas, deve ser diigida & Imprensa [Nacional - EP, ea Lannda, Rus Henrique de Cidade Aa, Cain Postal 1306, ‘wovwimprensanscinal 2ova0 - End. teles cngeensy, Astute ses Canta we AL sae AD sae At série Rua Henrique de Carvalho n° 2 e-mail: imprensanacional@imprensanacional gox-a0 Caixa Postal N.° 1306 CIRCULAR 10s Senhores, ‘Temos a honra de convidé-los a visitara pagina da internet ‘no sife wovw imprensanacional gow.a0, onde poder online tet acesso, entre outras informagGes, aos sunnitios dos conteidos do Didrio da Repiiblica nas trés séries. Havendo necessidade de se evitarem os inconvenientes que resultam para os nossos servigos do facto de as respec- tivas assinaturas no Didrio ca Republica nfo serem feitas com a devida oportunidade; Para que nao haja interupgao no fomecimento do Didrio dda Repiiblica aos estimados clientes, temos a honra de infor- a-los que até 15 de Dezembro de 2015 estarao abertas as respectivas assinaturas para o ano 2016, pelo que deverio providenciar a rewularizagio dos seas pagamentos junto dos nnossos servigos. 1, Enquanto ni for ajnstada a nova tabela de precos a cobrar pelas assinaturas para o fornecimento do Didrio da Repiiblica para o ano de 2016, passam, a titulo proviserio, a ser cobrados os pregos em vigor, acrescidos do Imposto de Constmo de 2% (dois porcento) Excelentiss As 3séties Kz: 611 799,50 Le serie Kz: 361 270,00 2" serie Kz: 189 150,00 32 serie Kz: 150 111,00 2. Tao logo seja publicado o prego definitive os assincan- tes ter40 0 prazo de 45 (quarenta e cinco) dias para liquidar 1 diferenga apurada, visando assegurar a continuidade do fomecimento durante o periodo em referencia 3. As assinaturas sero feitas apenas em regime anual ASSINATURA 1 prego de cada Tinka pblicada nos Daiat ha Replica 16 2" sie € de K2: 75.00 e arn 1.32 sie Kz: 95.00, arscido do rexpetivo Ane Kz: 611 79850 Ke 36127000 Ke 18915000 Ke 15011100 imposto do selo, depentendo a publicagao da 8. serede deposit prévioa efectuarnatesturria. a Tngrensa Nacional -E.P 4. Aos pregos mencionados no n° 1 acrescer-se<é um valor adicional para porte: de correio por via nommal das tres series, para todo 0 ano, no valor de Kz: 95.975,00, que podera softer eventuais alteragdes em flngao da futwagae das taxas a praticar pela Empresa Nacional de Correios de Angola - EP. no ano de 2016 5. 0s clientes que optarem pela recepgao dos Didrios da Repiiblica stravés do correio deverto indicar 0 seu enderega completo, incluindo a Caixa Postal, a fim de se evitarem srasos na sua entrega, develugdo ou extravo. Observagoes. @) Bstes pregos poderdo ser alterados se howver uma desvalorizag oda moeda nacional, numa proporciio superior @ bare que determinou 0 seu céileulo ou outros factores que afectem consideravelmente a nossa estratra ce cusios; 0) As assinaturas que forem feltas depots de 15 de Dezembro de 2015 sofrerdo 1um aeréscimo aos regos em vigor de ima taxa correspondente a 1536 (quince porcento) SUMARIO Conselho Superior da Magistratura Judicial Resoluston.° 715 “Aprovao Reaulaneato do Conslio Superoe daMagistratra Judicial ‘Revoaa o Regalo sprovido sis emi pasa de 16 de Tulho de 2008 do Coase Superce da Mista Tica. Ministérios da Administractio do Terrtério e da Educactio Decree Eset Conjnton 6 Ctinsric dino rrmason"2Tni- doa sa Sino wo Kivaba Nay ovine Mola com ita en ‘Stay, sts sta qn de essa ds Eva sada Decree Fxeaive Cnjnton 61 Chie ascot dfn Minuto 3 —tagnenbo Gobo, sno ‘Maco de Lambo Porn deal se 9c dein $m, 2tamos capo oqund de psa Foes ae 4090 DIARIO DA REPUBLICA. Deereto Exectiv Conjunto n* 68218 (Chia a Ercole do Bnsino Prion 17- Havemor de Volar, ita no ‘Manic de Lagoamb,Prorincia de Malanje com 16 sla de ats, 432 temas, mos € aprovao quad de pessoal da Escola rida Deereto Fxecutivo Conjunto n> 68415: (Chia. sca do Ens Primaria n° 2-Canji, ste no Municipio de Luquanbe, Provincia de Malan, com 13 salas de aula, 26 tums, 2umos eaprova oqualto de pessoal da Escola cada Deareto Executive Conjunto n* 68418 (Cia » Excola do Entino Primirio mn 9-Comandante Capa, ita no ‘Muicpio da reas, Provincia de Nn, om Ls de ia, 2Sturmas, 2 tumose aprovao quadro depescal da Escola eriad CONSELHO SUPERIOR DA MAGISTRATURA JUDICIAL Resolugao n° 7/15 e3 de Dezembro Considerando que Regulamento do Consetho Superior da Magistratura Judicial, aprovado na sessio plendria de 16 de Julho de 2008, apresenta-se actualmente com algumas lacunas e inadequado a Lei n° 14/11, de 18 de Margo — Lei do Consetho Superior da Magistratura Judicial, havendo nnecessidade da sua revisto; CConsiderando que a simples introduo de anendas 90 antigo regulamento enovas normas difiultariaa sua consults, sendo preferivel aelaboragao de um novo regulamento, colmatando as insuficiencias verificadas no anterior, (0 Plenario do Consetho Superior da Magistratura Judicial, ‘no uso da competéncia que the € atribuida, nos termos dos antigos 23.5, alinea j), © 26°, n° 1, alinea a), ambos da supra- Citada Lei, deliberou aprovar a scauinte resolugao: Artigo L° — E aprovado o Regulamento do Conselho Superior da Magistratara Judicial, anexo a presente Resohuco dda qual é parte integrante. Artigo 2° — Fica revogado 0 regulamento aprovado na reumitio plendria de 16 de Julho de 2008 do Conselho Superior dda Maaistratura Judicial Artigo 3° — ApresenteResolugdo entra em vigor na data da sua publicagao, Aprovada em rennio plensria do Conselho Superior da Magistratara Judicial, em 15 de Abril de 2015, © Presidente do Consetho Superior da Magistratara Judicial, Mamel Miguel da Costa Arado. REGULAMENTO DO CONSELHO SUPERIOR, DAMAGISTRATURA JUDICIAL CAPITULOI Disposicoes Gerais ARTIGO 1 (Odjeeto) Constitai objecto do presente Regulamento o estabeleci- mento de regras € métodos de fumcionamento do Consetho Superior da Magistratura Judicial, bem como o regime juridico e disciplinar do desempenho dos seus membros, ARTIGO 2 (Detinigao sede do athe) 1. 0 Consetho Superior da Magistratura Judicial &, nos termos da Constituigéo da Repiiblica de Angola e da Lei, © ‘go superior de gestioe disciplina dos magistradosjudicinis, funcionando em plensrio ¢ em comissio permanente. 2. 0 Conselhotem asta sedena capital do Pais e funciona ‘em instalagdes proprias. ARTIGO 3° (Camposigao do Menino dx Conissio Permanente) 1. 0 Consetho Superior da Magistratura Judicial tem a seauinte composigio: 4) Presidente do Tribunal Supremo; ) Vice-Presidente do Tribunal Supremo; ©) Tes juristas desionados pelo Presidents da Replica; @) Cinco juristas eleitos pela Assembleia Nacional; ©) Um Juiz Conselheiro do Tribunal Supremo; LP Seis Juizes de Direito, #) Dois Juizes Munieipais 2. A Comissio Permanente tem a seguinte compesigao: 4) Presidente do Tribunal Suprem ) Vice-Presidente do Tribunal Supremo; ©) Ui jursta de desianagto do Presidente da Republica; 4) Dois dos juristas eleitos pela Assembleia Nacional; ©) Um Juiz Conselheiro; A Deis Juizes de Direito;, ) Um Juiz Municipal 3. 0 Vice-Presidente do Tribunal Supremo é Vice-Presidente ‘do Conselhopor ineréncia defimgées,substituindo o Presidente nas suas auséncias € impediments 4. Os magistrados a que se referem as alineas 6), ) € 2) do n° 1 do presente artigo sto eleitos entre si. Os juistas € magistrados a que se referem as alineas €), ), f) €2) do sto eleitos entre i, de entre os membros do Conselhorreferidos rno n° 1, em sesso plendria mas, resistando-se um empatena leigao, s40 escolhidos por sorteio. ARTIGO 4° (Duracio domandatoy 1. 0 mandato dos vogais do Conselho, designados ou leitos, com exeepgaio a0 do Viee-Presidente, é de cinco anos, renovavel por igual periodo, uma tiniea vez. 2. Omandato de todos os membros cessa na mesma altura, ‘ainda que algum membronao tenha completado o period de cinco anos desde a data da posse. 3. Omandato também cessa nas seguintes circunstancias: 44) Quando 0 magistrado eeito para o Conselho deixa de pertencer categoria que detinha a data da eleigao; b) Por remincia: cc) Por impossibilidade fisica ou mental permanente eclarada pelo Plenério do Consetho, a) Por mote 4. ApSs.a cessagtio do mandato, os membros do Conselho ppermanecem em fing es alé fi tomada de posse dos novos vogai I SERIE -N° 165 - DE 3 DE DEZEMBRO DE 2015 4091 ARTIGO $= ensio tempera) Determinam a suspensao temporéria da fungao de vogal: 4a) Aassump¢io de fine incompativel com a quali- dade de vogal; ) Quando o membro, na qualidade de arguido mum processo-crime, for premuncindo por erime pun vel com prisao superior a 2 anes, por despacho transitado em julaado. ARIIGO 6° (Preenehimente devas) 1. Registando-se vaga, na sequencin de alauma das cir cunstancias referidas nos artigos anteriores, o Presidente do Conselho promove a sua substiuigio imedista, convocando 6 suplente mais votado para tomar posse na reimito seguinie 10 conhecimento do-facto on comumnicando a entidade que © desinou para suprir a vacatura, conforme 0 caso, 2. Antes datomada de posse de um suplenteeleit, proceder- -se-itTetura da acta redizida pela comisso eleitoral e onde const a eleieao do magistrado como suplente ou A leitura do documento que eomunica a desisnagio do vou ARTIGO? (Cea substi emporitay 1, Deixando de se verificar as razées da suspensio temporaria, o Vogal substituido comumnicara imediatamente 6 facto ao Presidente do Conselho, retomando 0 exercicio de fungoes, independentemente de qualquer notificagao, na sesso seauinte data da commanicagio. 2. No caso da cessagio da substituigdo temporétia nos termos do timero anterior, 0 Vogal substituto sera imediata- mente comunicado do facto CAPITULO IL Sistema de Fleisoes seockot leeds para Meinbro do Conselho ARTIGO &* @o process elstoral dos jizes) 1. Os vogais previstos na alinea c) don? 2 do artigo 184° da Constitnicio da Reptblica de Angola sio eleitos por voto directo, secreto e universal, de entre pares © por categoria 2. 0 Presidente do Conselho promovera para que as cleiges dos magistrados juudiciais, entre si, se realizem até 90 dias antes do termo do mandato dos vogais. AKIIGO9= (Composigao da Comisso Fletoral) Para as eleigdes dos vogais de entre os magistrados judi ciais, o Conselho desianara, sob proposta do Presidente © até 180 dias antes do termo do man dato, ma Comissao Eleitoral presidida pelo Secretirio Executivo e composta, ainda, pelos segnintes membros do Conselho: @’ 1 Juiz, Conselheiro, b) 2 Juizes de Diteito; ©) 1 Juiz Municipal ARTIGO 10" (Competéncn da Comissio Eleitoral) A Comissio Eleitoral oruaniza e dirize todo o processo de leiges dos izes para o Consetho Superior da Magistratura Judicial, designadamente: a) Procede a divulgagao doprocesso eleitoral, través dos uizes Presidentes dos Tribunais Provinciais, com a antecedéncia necesséria para levar a bom teimo as eeigoes; ») Providencia medidas para que todos os magistrados {iiciais participem no processoeleitoral em tempo iti, em condigves de plena liberdade e transpa- réacia, prestando as informacoes necessiias ¢ relativas as eleigbes, cj Concebe, distribui ¢ recebe os boletins de voto preenchidos: Fixa ed a conhecer ao Conselho e aos magistrados Jiudicias, atraves dos Presidentes dos Tribunais Provincia, o periodo de remessa dos boletins de voto, a data limite para sua devolugao ea data da contagem dos votos ARTIGO 11? Do procediment elttra) 1, Designada a Comissio Eleitoral, o presidente elabora « distribui aos restantes membros, no prazo de 3 dias, duas listas dos magistrados em exereicio de fingdes: uma por provincias, por categorias e ordem alfabética e outra por ‘categorias ¢ por ordem alfabstica, constando desta titima as equines observag es: @ Otempo de servigo efectivo: b) De que foi san ninal ox diseiplinarmente, com decisae transitada em julgado, se for 0 caso; ©) A avaliagao do itimo semestre, antes da designagao da Comissiio Eleitoral 2 Sao considerados em exercicio de fangGes os magistrados jonado cn {que estejam em comissao de servigo ou em destacamento outros servigos. 3. 0 Secretirio Executive usaré de todos os meios de com nicago para queos prazos sojam respeitados,cattficando-se que ‘0s documentos foram recebidos ¢distribuidos on devolvidos, ‘ou se foram resp ondidas as questes expostas, comunicando 4 comissao cletoral toda ¢ qualquer acgao negligente ¢ ou prejudicial a celeridade da circulagao da comrespondéncia, para tomada de medidas oportimas, designadamente diseiplinares. ARTIOO 12° (Lista de magistrados eegives) ALé 10 dias depois de designada, a Comissa0 Eleitoral dis- ‘cute, aprova e remete aos magistrados, através dos Presidentes dos Tribunais Provineiais, unra lista dos juizes de diteito © ‘outra dos juizes municipais, por provineias e ordem alfabética, is e a8 razies da sua exclusto, assinalando-se os nfo el 4092 DIARIO DA REPUBLICA. ARTIGO 13" (eclamasio) 1, Coma remessa das lisas, sera comnnicado que qualquer iagistrado poderd reclamar para a comissto eleitoral, no prazo de 10 dias, finda a dilagao de $ dias para os nfo residentes nna capital do pais, da inclusao ou exclusao de wn magistrado entre os elegiveis, spresentando, desde logo, os fndaments da reclamagio, podendo fazé-lo, antes disso, por meio de ‘mensage ou cotreio electr nico. 2.A Comissio Eleitoral apreciara ¢ decidira areclamagaio em prazo no superior a 10 dias, apos © que notificard reclamante, através do Presidente do Tribunal Provincial, da decisio recaida sobre a reclamagio, ARTIGO 14 (eens) 1. Da decisao da Comissao Eleitoral, recaida sobre a reclamagto,cabe recurso para o Plenirio do Conselho Superior da Magistratura Judicial, a interpor no prazo de 5 dias, finda a dilagao de 5 dias para os nao residentes na capital do pais, apresentando o recorrente o requerimento com os fundamentos dorecurso, 2. Recebiido o recurso, o Presidente do Conselho, no uso da competéncia a si delegadas, distribui recurso a um des membros do Conselho para uma apreciagao prévia no prazo de 5 dias, convocando uma reunifo extraordinaria para um, dos 10 dias seguintes a data da entrada do recurso. 3. Com a antecedéncia de, pelo menos, 48 horas da data ‘marcada para asesstorefetidanominnero anterior, o Secretirio Executivo fara distribuir aos membros do Conselho cépins do recurso e sua fundamentaco e do projecto de apreciagio © decisio do recwso, ARIIGO IS" (Gotetins devote) 1. Haver’ boletins de voto para Iuizes Municipais, Juizes de Direito e Juizes Conselheiros. 2. Os boletins de voto serao simples, feitos em papel mbrado do Conselho Superior da Magistratura Judicial, com a expresso «Boletim de voto», contendo a lista dos ‘magistrados ilegiveis, por ordem alfabetica, [Link] fi da relagao dos magisteados, os boletins teraoa data e serio assinados pelos membros da Comissio Eleitoral cerubricadas as folhas que nfo contiverem assinaturas, sendo ‘todas autenticadas com 0 carimbo a 6leo em uso no Conselho. ARTIGO 16° ‘emessa dos boletns de voto sua devalugto) 1. Os boletins de voto serao enviados aos magistrados, através dos Presidentes dos Tribunais Provineiais, em numero suficiente, de forma a substituir-se os boletins eventual mente inutilizados. 2, Com aremessa dos boletins de voto, comumicar-se-i nos magistrados nao s6 a data para asua devolugao devidamente preenchidos, fixada entre 20 a 30 dias antes da data marcada para a contagem dos votos, mas tam éma data da Assemb ea de Magistrados destinada 8 abertura dos envelopes econtagem, dos votos, marcada nos termos doaitigo 20° deste Regulamento. 3. Osboletins nto utilizadas serto devolvidos 4 Comissio Eleitoral, na mesma data cm que se remeterem os Votos, acom- ppanhado de nota assinada pelo Presidente do Tribunal Provincial ARTIGO 17° (Parma de vetagto) 1. Oseleitores deven meneionar no seurboletim de voto, © ‘magistrado por siescolhido, spondo um X em frente donome, de forma correcta e sem deixar lugar a divvidas, 2. Exereido o direito de voto, o boletim ¢ dobrado ce intro- duzido num envelope fechado, sem a identificagao do eleitor ‘ou sem qualquer outro sinal que o identifique. © envelope pequeno sera colocado num outro sobreserito maior com © nome do magistrado eleiter. 3. Odireito de voto poder ser exercido atéuma hora antes

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