INSTITUTO POLIVALENTE DE MARRERE
CERTIFICADO VOCACIONAL 5 EM EXTENSÃO E FOMENTO AGRÁRIO
Modulo: Produzir culturas industriais
Tema: Planificação de Produção de culturas industriais (Beterraba e Tomate)
Resultado de aprendizagem 1
Formanda Formador
Nome: Nóscea da Luz Justino Manuel Pereira Eng. Viegas Mário
Código: 2300397409J
Nampula
2025
1
INSTITUTO POLIVALENTE DE MARRERE
CERTIFICADO VOCACIONAL 5 EM EXTENSÃO E FOMENTO AGRÁRIO
Modulo: Produzir culturas industriais
Tema: Planificação de Produção de culturas industriais (Beterraba e Tomate)
Resultado de aprendizagem 1
Formanda Formador
Nome: Nóscea da Luz Justino Manuel Pereira Eng. Viegas Mário
Código: 2300397409J
Nampula
2025
2
Indice
Introdução ........................................................................................................................................ 4
1. Recolha de informação histórica antes da instalação da cultura ................................................. 5
1.1. Pesquisa de Histórico de Produção ........................................................................................... 5
1.2. Análise do Mercado .................................................................................................................. 5
1.3. Avaliação do Campo ................................................................................................................. 5
1.4. Limitações de Sanidade ............................................................................................................ 6
1.5. Condições Atmosféricas ........................................................................................................... 6
2. Estabelece os objetivos da produção e os requisitos do produto necessário para o processo
fabril ................................................................................................................................................ 6
2.1. Objetivos da Produção .............................................................................................................. 6
2.2. Definição de Metas de Quantidade e Qualidade ...................................................................... 7
2.3. Requisitos do Produto para o Processo Fabril .......................................................................... 7
2.4. Quantidade e Consistência ....................................................................................................... 7
2.5. Armazenamento e Transporte ................................................................................................... 8
3. Seleção das práticas de produção mais adequadas para a cultura e a situação local .................. 8
4. Estabelece os objetivos da produção e os requisitos do produto final......................................... 9
4.1. Definição dos Objetivos de Produção ...................................................................................... 9
4.2. Identificação das Características do Produto Final................................................................. 10
5. Cronograma e responsabilidades nas várias práticas culturais ...................................................11
5.1. Identificação das Práticas Culturais e Elaboração do Cronograma .........................................11
5.2. Definição das Responsabilidades ........................................................................................... 12
6. Determinação das necessidades de mão-de-obra, insumos, equipamento e materiais para cada
prática cultural ............................................................................................................................... 12
Conclusão ...................................................................................................................................... 14
Referências Bibliográficas ............................................................................................................. 15
3
Introdução
A produção agrícola tem sido um dos pilares fundamentais para o desenvolvimento
socioeconômico de diversas regiões em Moçambique, especialmente no setor hortícola. Marrere,
localizada na província de Nampula, apresenta condições agroecológicas promissoras para o
cultivo de culturas de alto valor comercial e nutricional, como o tomate (Solanum lycopersicum) e
a beterraba (Beta vulgaris). No entanto, a adoção de práticas de cultivo tecnificadas, o
conhecimento do mercado e o uso racional de recursos naturais ainda são desafios a serem
superados para alcançar uma produção eficiente e sustentável. Este trabalho visa apresentar uma
proposta técnica estruturada para a implementação da produção dessas duas culturas, considerando
fatores como histórico agrícola, condições do solo e clima, exigências do mercado, práticas
culturais adequadas, logística e necessidades de recursos humanos e materiais. A abordagem
adotada busca, sobretudo, garantir a viabilidade econômica e ambiental da atividade, bem como a
sua integração à agroindústria local.
4
1. Recolha de informação histórica antes da instalação da cultura
1.1. Pesquisa de Histórico de Produção
Para avaliar a viabilidade da produção de beterraba e tomate em Marrere, realizou-se uma consulta
a registros de produção agrícola existentes na região. Através de conversas com agricultores locais
e técnicos agrícolas, foi possível verificar que:
O tomate já é cultivado de forma tradicional por pequenos produtores, principalmente para
consumo local e venda em mercados informais.
A beterraba ainda é pouco cultivada na região, sendo considerada uma cultura alternativa e com
potencial para expansão, especialmente em áreas com acesso à irrigação.
As produções anteriores indicam que, com técnicas apropriadas e apoio técnico, há possibilidade
de melhorar significativamente os rendimentos dessas culturas.
1.2. Análise do Mercado
A análise do mercado local e regional mostrou que há alta demanda por tomate fresco,
principalmente nos mercados de Nampula cidade e arredores. A cultura tem escoamento garantido
quando produzida com qualidade. A beterraba apresenta um mercado em crescimento,
especialmente no setor de alimentação saudável e processamento artesanal (sumos, saladas,
conservas).
Os principais compradores são mercados locais, feiras. A comercialização pode ser fortalecida com
contratos de fornecimento direto e parcerias com comerciantes locais.
1.3. Avaliação do Campo
Foram realizadas visitas técnicas em terrenos agrícolas em Marrere, onde se observou que o solo
apresenta textura argilo-arenosa, boa drenagem e moderada fertilidade, características
adequadas para tomate e beterraba.
Algumas áreas requerem correção da acidez do solo e melhoria da matéria orgânica.
A topografia é plana, facilitando o uso de máquinas e a implementação de sistemas de irrigação.
5
1.4. Limitações de Sanidade
Experiências dos produtores apontam para a presença de:
• Pragas comuns em tomate, como traça-do-tomateiro e mosca-branca.
• Doenças fúngicas, como míldio e podridões radiculares, especialmente em áreas mal
drenadas.
É necessária uma gestão integrada de pragas e doenças (MIP), com orientação técnica contínua.
1.5. Condições Atmosféricas
A região de Marrere apresenta temperatura média anual entre 24°C e 30°C, ideal para o cultivo das
duas culturas. Precipitação concentrada nos meses de novembro a abril, exigindo uso de irrigação
no período seco (maio a outubro). Também apresenta humidade relativa moderada e ventos leves,
fatores favoráveis para o desenvolvimento das plantas.
2. Estabelece os objetivos da produção e os requisitos do produto necessário para o processo
fabril
2.1. Objetivos da Produção
A produção de beterraba e tomate em Marrere tem como principais objetivos:
• Aumentar a produtividade por meio da adoção de técnicas modernas de cultivo e
irrigação.
• Garantir a qualidade do produto final, atendendo às exigências do mercado e da indústria
local.
• Atingir metas de produção consistentes, de forma a assegurar a regularidade no
fornecimento para a agroindústria.
• Gerar rentabilidade para os produtores locais, incentivando a diversificação agrícola e
inclusão no mercado formal.
6
2.2. Definição de Metas de Quantidade e Qualidade
Tomate - Pretende-se atingir uma produção média de 30 a 40 toneladas por hectare, com frutos
de tamanho médio (80 a 100 g), cor vermelha intensa, casca firme e resistência ao transporte. O
tomate deve ser resistente a pragas e doenças, com baixa taxa de perdas pós-colheita.
Beterraba - A meta de produção é de 25 a 30 toneladas por hectare, com raízes uniformes, peso
médio de 200 a 300 g, coloração roxa intensa e teor elevado de açúcares naturais, ideais para
processamento em sumos ou conserva.
Essas metas devem garantir a regularidade no fornecimento e qualidade padronizada exigida
pela indústria.
2.3. Requisitos do Produto para o Processo Fabril
Para atender às exigências do processamento industrial, os produtos devem possuir as seguintes
características:
• Tamanho uniforme, facilitando o manuseio e o corte industrial.
• Ausência de impurezas, como terra, pedras e resíduos vegetais.
• Baixo índice de defeitos, como rachaduras, apodrecimento ou machucados.
• Composição ideal, como alto teor de sólidos solúveis no tomate (acidez equilibrada) e
açúcar natural na beterraba.
• Boa resistência mecânica, permitindo que os produtos sejam transportados e armazenados
sem comprometer a integridade física.
2.4. Quantidade e Consistência
Será adotado um cronograma de produção escalonado para permitir colheitas em ciclos regulares,
reduzindo os riscos de excesso ou escassez de matéria-prima. A consistência na entrega será
garantida pelo planejamento da área plantada e pela utilização de sistemas de irrigação durante o
período seco.
7
2.5. Armazenamento e Transporte
Tanto o tomate quanto a beterraba devem ser colhidos com cuidado e acondicionados em caixas
plásticas ventiladas. Serão utilizados meios de transporte adaptados para produtos frescos,
garantindo que cheguem à unidade fabril em boas condições. Além disso, os produtos devem
resistir a períodos curtos de armazenagem (1 a 3 dias) sem perda significativa de qualidade.
3. Seleção das práticas de produção mais adequadas para a cultura e a situação local
Após a análise das condições agroecológicas de Marrere, bem como dos dados de mercado e
exigências da indústria fabril, foram identificadas as práticas de produção mais adequadas para
garantir o sucesso do cultivo de beterraba e tomate na região.
3.1. Escolha das Cultivares
Tomate - Devem ser escolhidas variedades adaptadas ao clima quente de Nampula como por
exemplo Rodat, com resistência à traça-do-tomateiro, míldio e fusariose. As cultivares híbridas
com boa produtividade e firmeza de fruto são ideais para o processamento industrial.
Beterraba - Recomenda-se o uso de cultivares de ciclo curto, com raízes uniformes e alto teor de
açúcar, adequadas para o consumo fresco e processamento.
3.2. Preparo do Solo e Adubação
Preparo do solo com aração profunda e destorroamento, seguido da construção de canteiros bem
drenados para a beterraba. Correção da acidez com calcário agrícola, conforme a análise de solo.
Aplicação de adubo orgânico e NPK em doses específicas para cada cultura, respeitando a
fertilidade natural do solo de Marrere.
3.3. Irrigação
Uso de irrigação por gotejamento ou aspersão, especialmente importante no período seco (maio
a outubro), garantindo o fornecimento de água de forma eficiente e econômica. Monitoramento da
umidade do solo para evitar estresse hídrico ou excesso de água.
8
3.4. Manejo Integrado de Pragas e Doenças (MIP)
Utilização de armadilhas, rotação de culturas e controle biológico como estratégias para reduzir o
uso de pesticidas e aplicação criteriosa de defensivos agrícolas, seguindo recomendações técnicas,
para garantir a qualidade do produto final e a segurança alimentar.
3.5. Práticas de Plantio
Tomate – será executado plantio em linhas com espaçamento de 1 m entre linhas e 50 cm entre
plantas. Tutoramento com estacas ou fitas para facilitar a colheita e reduzir doenças.
Beterraba - semeadura direta ou transplante com espaçamento de 30 cm entre linhas e 10 cm entre
plantas.
3.6. Colheita e Pós-colheita
A colheita deve ser feita no ponto de maturação ideal, com cuidado para não danificar os frutos
ou raízes. Os produtos devem ser classificados, lavados e acondicionados adequadamente,
respeitando os critérios de qualidade exigidos pelo mercado e pela indústria.
Transporte imediato para a unidade de beneficiamento ou armazenamento em local fresco e
ventilado.
Com essas práticas, tanto a beterraba quanto o tomate podem ser produzidos com qualidade e
em volume suficiente para abastecer o mercado local e a indústria, promovendo o desenvolvimento
sustentável da agricultura em Marrere.
4. Estabelece os objetivos da produção e os requisitos do produto final
4.1. Definição dos Objetivos de Produção
Os objetivos da produção de beterraba e tomate em Marrere foram definidos com base em critérios
de produtividade, qualidade, sustentabilidade e viabilidade econômica, considerando tanto a
demanda do mercado local e regional, quanto as exigências da indústria de processamento.
Os principais objetivos são:
• Produzir, por safra, 30–40 toneladas/ha de tomate e 25–30 toneladas/ha de beterraba,
garantindo volume suficiente para atender à procura industrial e comercial.
9
• Assegurar que os produtos sejam de alta qualidade, com padrões compatíveis com as
exigências técnicas de processamento e consumo fresco.
• Garantir que a colheita ocorra em prazo adequado, respeitando o ciclo produtivo ideal para
cada cultura.
4.2. Identificação das Características do Produto Final
Para garantir o sucesso da comercialização e do processamento, é necessário que o produto final
apresente características padronizadas. Abaixo estão os requisitos esperados para cada cultura:
Tomate
• Tamanho médio uniforme (80 a 100 g por fruto), adequado ao corte e enlatamento
industrial.
• Cor vermelha intensa, indicando maturação adequada e alto teor de licopeno (antioxidante
valorizado).
• Textura firme, resistente ao transporte e manuseio sem amassamento.
• Sabor equilibrado, com boa relação açúcar/acidez.
• Baixo teor de umidade interna excessiva, para favorecer o processamento.
• Resistência a pragas e doenças, como traça-do-tomateiro e míldio, mantendo a integridade
dos frutos até a colheita.
Beterraba
• Raízes globulares ou cilíndricas uniformes, com peso médio de 200 a 300 g.
• Coloração roxo-escura intensa, rica em betacianina, ideal para sucos e conservas.
• Polpa firme e suculenta, com alto teor de açúcares naturais.
• Baixa presença de fibras grossas, o que melhora a qualidade na extração de sucos.
• Ausência de rachaduras, deformações ou podridões.
10
• Boa resistência ao armazenamento, com durabilidade pós-colheita de até 2 semanas em
condições frescas.
5. Cronograma e responsabilidades nas várias práticas culturais
5.1. Identificação das Práticas Culturais e Elaboração do Cronograma
Com base no ciclo de desenvolvimento das culturas de beterraba (90–100 dias) e tomate (100–
120 dias), foi elaborado um cronograma detalhado para garantir o bom andamento da produção.
Esse cronograma considera as condições climáticas da região, as exigências técnicas de cada
cultura e a disponibilidade de recursos humanos e materiais.
Etapa/Atividade Período Estimado Observações Técnicas
Preparação do solo 1ª semana Aração, gradagem.
Construção de canteiros 2ª semana Canteiros elevados com boa drenagem para beterraba
Semeadura/Tansplante 3ª semana Sementes em alfobre para tomate e semeadura direta da
(tomate) beterraba
Irrigação inicial Contínua, a partir Irrigação leve e frequente
do plantio
Adubação de cobertura 3ª a 5ª semana Aplicação de NPK conforme análise de solo
Capina e desbaste 4ª a 6ª semana Controle de plantas daninhas e seleção das melhores
mudas
Controle de pragas e Início na 3ª semana, Monitoramento semanal e aplicação de defensivos
doenças contínuo conforme necessidade
Tutoramento do 4ª a 6ª semana Utilização de estacas ou fios para condução das plantas
tomateiro
Irrigação plena Contínua (todo Ajustar a frequência conforme a fase de crescimento
ciclo)
Colheita da beterraba Semana 12 a 14 Colheita manual.
Colheita do tomate Semana 14 a 17 Em etapas, conforme maturação.
Transporte e Após colheita Produto deve ser embalado e enviado imediatamente
comercialização
11
5.2. Definição das Responsabilidades
A distribuição clara das tarefas é fundamental para o bom funcionamento da atividade agrícola. As
responsabilidades devem ser divididas conforme o nível de conhecimento, experiência e função de
cada membro da equipe.
Atividade Responsável
Planejamento geral da produção Técnico agrícola / Gestor do projeto
Preparação do solo e canteiros Operadores de campo com supervisão técnica
Semeadura e transplante Equipe de campo treinada
Irrigação Encarregado de irrigação
Aplicação de adubos e fertilizantes Técnico agrícola + trabalhadores designados
Controle fitossanitário Técnico agrícola / Responsável pelo MIP
Capina e manutenção Mão de obra local sob orientação
Colheita Equipe de campo / Trabalhadores temporários
Transporte e entrega Responsável logístico / Motorista contratado
Monitoramento e registo de dados Auxiliar técnico / Responsável por relatórios
6. Determinação das necessidades de mão-de-obra, insumos, equipamento e materiais para
cada prática cultural
A produção eficiente das culturas de beterraba e tomate exige planejamento prévio detalhado dos
recursos necessários em cada etapa do ciclo produtivo.
A seguir, apresenta-se uma tabela com a estimativa das necessidades de mão-de-obra, insumos,
equipamentos e materiais, conforme as práticas culturais identificadas anteriormente.
12
Tabela de Necessidades por Etapa
Prática Cultural Mão-de-obra Insumos Equipamentos e Materiais
Preparação do solo 3 a 5 trabalhadores adubo orgânico Enxadas
por hectare
Construção de canteiros 4 trabalhadores — Enxadas, pás, cordas para
marcação
Semeadura/transplante 5 trabalhadores Sementes (tomate e Sacho, regador, bandejas de
beterraba), alfobre (tomate)
fertilizante de base
Irrigação 1–2 responsáveis Água Mangueiras, bomba, sistema de
fixos gotejamento ou aspersão
Adubação de cobertura 2 trabalhadores Esterco Baldes, balanças, regadores
Capina e desbaste 3–4 trabalhadores — Enxadas, luvas
Controle fitossanitário 1 técnico + 2 Biopesticidas Pulverizadores manuais
auxiliares
Tutoramento (tomate) 3 trabalhadores Estacas Facões, martelos
Colheita 6–8 trabalhadores — Facões, baldes, caixas plásticas
(tomate/beterraba) por hectare
Armazenamento/ 2–3 auxiliares + — Viatura, lonas, caixas plásticas
transporte motorista
13
Conclusão
A produção de beterraba e tomate em Marrere revela-se uma alternativa promissora para
diversificar a agricultura local, aumentar a renda dos produtores e fortalecer a cadeia agroalimentar
regional. Através da análise criteriosa das condições edafoclimáticas, das exigências do mercado e
das práticas agrícolas recomendadas, conclui-se que há viabilidade técnica para a produção em
escala comercial. A adoção de variedades adaptadas, técnicas de irrigação eficientes, manejo
integrado de pragas e doenças e práticas pós-colheita adequadas são essenciais para assegurar
produtividade e qualidade dos produtos. Com o devido apoio técnico e organizacional, este modelo
de produção poderá contribuir significativamente para a segurança alimentar, geração de emprego
e desenvolvimento sustentável na região.
14
Referências Bibliográficas
1. MINAG – Ministério da Agricultura. (2021). Manual de produção hortícola sustentável em
Moçambique. Maputo: Direção Nacional de Desenvolvimento Agrário.
2. FAO – Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura. (2020). Boas
práticas agrícolas para o cultivo de hortícolas em África. Roma: FAO.
3. INE – Instituto Nacional de Estatística. (2022). Anuário Estatístico Agrícola de
Moçambique. Maputo: INE.
4. Mendonça, H., & Lemos, M. (2019). Produção de hortícolas em clima tropical: tomate e
beterraba. Lisboa: Instituto de Ciências Agrárias.
5. CIMMYT – Centro Internacional de Melhoramento de Milho e Trigo. (2018). Manejo
Integrado de Pragas e Doenças para Pequenos Agricultores. Nairobi: CIMMYT.
6. Nhantumbo, S., & Cossa, J. (2020). "Avaliação da aptidão agrícola dos solos em Nampula
para hortícolas." Revista Moçambicana de Ciências Agrárias, 15(2), 34-45.
15