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Pirataria e Informática: Conheça os Riscos

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Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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TJ-PR

Tribunal de Justiça do Paraná

Técnico Judiciário

Informática
PIRATARIA
É CRIME!
Todos os direitos autorais deste material são reservados e
protegidos pela Lei nº 9.610/1998. É proibida a reprodução parcial
ou total, por qualquer meio, sem autorização prévia expressa por
escrito da Nova Concursos.

Pirataria é crime e está previsto no art. 184 do Código Penal,


com pena de até quatro anos de prisão, além do pagamento
de multa. Já para aquele que compra o produto pirateado
sabendo desta qualidade, pratica o delito de receptação, punido
com pena de até um ano de prisão, além de multa (art. 180 do CP).

Não seja prejudicado com essa prática.


Denuncie aqui: sac@[Link]
SUMÁRIO

INFORMÁTICA........................................................................................................................ 5
CONHECIMENTO E UTILIZAÇÃO DOS PRINCIPAIS SOFTWARES UTILITÁRIOS.............................5

COMPACTADORES DE ARQUIVOS..................................................................................................................... 5

CHAT..................................................................................................................................................................... 9

CLIENTES DE E-MAILS...................................................................................................................................... 12

REPRODUTORES DE VÍDEO............................................................................................................................... 15

VISUALIZADORES DE IMAGEM........................................................................................................................ 17

VÍRUS DE COMPUTADOR.................................................................................................................................. 18

ANTIVÍRUS......................................................................................................................................................... 20

AMBIENTES OPERACIONAIS: UTILIZAÇÃO BÁSICA DOS SISTEMAS OPERACIONAIS


WINDOWS 10 E 11 (EM PORTUGUÊS)................................................................................................21

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DE TEXTO, PLANILHA E APRESENTAÇÃO DO PACOTE


MICROSOFT OFFICE – VERSÃO 365 (EM PORTUGUÊS)..................................................................48

WORD.................................................................................................................................................................. 48

EXCEL................................................................................................................................................................. 58

POWERPOINT.................................................................................................................................................... 78

CONCEITOS DE TECNOLOGIAS RELACIONADAS À INTERNET, BUSCA E PESQUISA NA WEB...83

NAVEGADORES DE INTERNET: MICROSOFT EDGE, MOZILLA FIREFOX, GOOGLE CHROME...................... 85

CONCEITOS BÁSICOS DE SEGURANÇA NA INTERNET E MALWARES..........................................88

UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL........................................................ 105


INFORMÁTICA

CONHECIMENTO E UTILIZAÇÃO DOS PRINCIPAIS SOFTWARES


UTILITÁRIOS

COMPACTADORES DE ARQUIVOS

Os arquivos armazenam dados nos computadores, com diferentes formatos de gravação.


As extensões dos arquivos identificam o tipo de conteúdo, que poderá ter mecanismos de
compactação embutidos.
Na compactação de arquivos, são utilizadas técnicas de combinação dos dados para conse-
guir a representação do arquivo original com redução de espaço.
Sistemas operacionais, serviços de correio eletrônico, sites na Internet e até nosso smart-
phone utilizam algoritmos para compactação de dados, reduzindo o tamanho dos arquivos e
o tráfego de dados entre os dispositivos.
Os motivos que fazem um usuário compactar seus arquivos são variados. Por exemplo:

z Ocupar menos espaço de armazenamento na unidade de disco;


z Diminuir o tamanho do arquivo para que seja enviado por mensagens de forma mais rápi-
da e dentro dos limites de cada serviço mensageiro;
z Reunir vários arquivos em um arquivo compactado, facilitando a manipulação, como ane-
xo de e-mail. Anexar 1 arquivo ZIP é mais prático que anexar 500 arquivos TXT no e-mail.

Dica
O compartilhamento de arquivos compactados facilita a entrega e organização dos itens,
tanto pelo remetente como pelo destinatário.

Conheça alguns exemplos de imagens e documentos com diferentes formatos de


compactação:

FORMA-
TAMANHO COMPACTAÇÃO
TO
BMP 1.055 KB Sem compactação, arquivo grande
JPG 96 KB Com compactação, arquivo menor (em tamanho, comparado ao for-
INFORMÁTICA

mato BMP)
PNG 498 KB Imagem vetorial, sem compactação, que permite ampliar sem perda
significativa de qualidade
HEIF 84 KB A tecnologia HEIF (High Efficiency Image Format) é um formato de
imagem ou sequência de imagens, desenvolvido pela Apple, para ocu-
par menos espaço de armazenamento
5
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FORMA-
TAMANHO COMPACTAÇÃO
TO
ZIP 95 KB Uma imagem compactada em formato ZIP ocupará menos espaço
que a imagem original

FORMA-
TAMANHO COMPACTAÇÃO
TO
DOCX 6.122 KB Sem compactação, arquivo grande
DOCX 2.662 KB Com compactação das imagens internas, arquivo médio
DOCX 1.167 KB Com compactação do Windows, arquivo com tamanho médio para
pequeno
ZIP 1.137 KB Um documento em formato ZIP ocupará menos espaço que o arquivo
original

Imagem – Explorador de Arquivos. Arquivos com diferentes compactações

Várias tecnologias de compactação podem ser utilizadas simultaneamente para gerar


arquivos com menor utilização de espaço em disco, sendo possível até certos limites dos
códigos de compactação. Cada esquema de compactação utiliza um algoritmo específico, pro-
duzindo um arquivo com extensão que identifica o formato e tecnologia usado. Por isso, para
a descompactação do arquivo compactado, é necessário um software compatível com as tec-
nologias para a operação de compactação e descompactação.
Podemos observar, com as informações na tabela, que o formato ZIP é uma opção para
reduzir o tamanho de arquivos, fazendo a sua compactação. Apesar de existirem métodos e
formatos diferentes, a compactação em formato ZIP é o padrão do Windows.

FORMA-
COMPACTAÇÃO
TO
ZIP Formato nativo no Windows, reconhecido por programas e aplicativos
RAR Formato popular entre usuários, mas sem suporte nativo no Windows. É preciso instalar o
aplicativo WinRAR para trabalhar com este formato
TAR Formato de empacotamento. Os arquivos não diminuem de tamanho, e são apenas
“agrupados” em um pacote de arquivos
ISO Formato de empacotamento de instalação de software em mídias ópticas
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FORMA-
COMPACTAÇÃO
TO
CAB Formato “cabinet” de empacotamento para arquivos de instalação
MSI Microsoft Installer, para empacotamento de instalação de softwares da Microsoft

Importante!
Os formatos ZIP e RAR são os mais questionados em provas. O formato RAR não tem
suporte nativo no sistema operacional Windows.

São dois procedimentos relacionados com a compactação de dados: criação do arquivo


compactado e extração dos dados do arquivo compactado. Geralmente o programa que cria
um formato compactado possui suporte para descompactação daquele formato. Mas existem
programas que podem criar certos formatos e só podem ler outros formatos, por questões de
licenciamento de direitos de uso.
Aplicativos são programas que têm aplicações práticas para o usuário, permitindo a cria-
ção de seus arquivos para uso no dispositivo. Não são obrigatórios ou essenciais para o fun-
cionamento do computador, mas, quando instalados, oferecem recursos específicos para os
usuários.
São aplicativos de compactação de dados:

PROGRAMA COMENTÁRIOS
7-Zip Alta taxa de compressão, vários formatos suportados - 7Z, ZIP, RAR, GZIP, BZIP,
TAR, ISO, LZH e LZMA
PeaZIP Permite extrair 134 tipos de arquivos compactados, possui formato próprio
PEA. Pode criar arquivos compactados 7Z, ARC, GZ, PEA, TAR, ZIP, etc.
WinRAR Muito popular, suporte para praticamente todos os formatos de compactação,
possui formato próprio RAR
DataNumen Ferramenta de reparação de arquivos RAR corrompidos
RAR Repair
ZipWare Permite examinar os arquivos compactados com o site VirusTotal, antes de
descompactar os dados. Opera com arquivos ZIP, RAR, 7Z, ISO, MSI, GZIP,
DMG, UDF, CBZ e TAR
Explzh Assim como o ZipWare, permite examinar arquivos compactados no site Vi-
rusTotal, para certificar-se se são seguros ou não
NanaZIP Desenvolvido a partir do 7-Zip, tem integração com o Windows 11.
INFORMÁTICA

WinZIP Precursor da popularização dos formatos compactados; a extensão ZIP tor-


nou-se sinônimo de arquivo compactado
IZArc Compactador de arquivos compatível com a maioria dos formatos
compactados
ALZip Compactador de arquivos rápido e leve, para sistemas Windows antigos
BreeZip Disponível na loja Microsoft para Windows 10, com design clean sem parecer
datado (interfaces antigas)
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No Windows, para converter um arquivo, vários arquivos ou pastas/subpastas em formato
ZIP é simples. Clique com o botão secundário do mouse nos itens selecionados e, no menu de
contexto, escolha “Enviar para...”, “Pasta Compactada”.

Imagem – Explorador de Arquivos. Menu de contexto para criar um item compactado

Apesar de o nome ser “pasta”, na verdade é um arquivo compactado com formato ZIP. O
arquivo criado receberá o nome do item selecionado (ou o nome do item que foi clicado) e o
usuário poderá trocar o nome antes de finalizar a sua criação.
O arquivo compactado pode ser copiado, recortado, renomeado, anexado no e-mail, envia-
do para Internet etc. Este arquivo pode conter outros arquivos e pastas compactados. Entre-
tanto, quando mais se compacta um arquivo, menos eficiência é atingida com a compactação.
O arquivo passa a ser maior que os arquivos anteriores.

14 Imagem [Link]
15 Arquivos Zip de Imagem compactada .zip
16 Arquivos ZIP de Imagem compactada .zip

Imagem – Explorador de Arquivos. Compactando um arquivo compactado

Muitas vezes, é preciso enviar arquivos grandes para outro usuário. Os programas com-
pactadores têm a finalidade de compactar esses arquivos, transformando-os em um único
arquivo de tamanho igual ou menor. Para o arquivo original ser utilizado normalmente, ele
deve ser descompactado, retornando ao seu formato e tamanho originais. Como vimos, Win-
Zip e WinRAR são exemplos de compactadores de arquivos.
O Windows não possui suporte para compactação de arquivos ZIP com senhas. Para
criar arquivos compactados com senhas, que é uma função empregada por um software

8
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compactador de arquivos, o usuário precisa baixar e instalar uma solução de terceiros, como
o WinZIP ou WinRAR.
Arquivos compactados com senhas são um tipo de arquivo criptografado. Criptografia em
segurança virtual é a conversão de dados de um formato legível em um formato codificado,
que pode ser o formato compactado, e sua chave é a senha escolhida. Os dados criptografados
só poderão ser lidos ou processados depois que forem descriptografados, mediante forneci-
mento da senha de leitura.

CHAT

Chat, ou bate-papo, é uma forma de comunicação síncrona, em que os participantes estão


conectados online em algum software ou plataforma, para a troca de mensagens de texto,
arquivos ou experiência de vídeo.
O chat permite a comunicação em tempo real entre os participantes, sendo usado por mui-
tas empresas para fornecer informações para colaboradores, parceiros e clientes. Softwares
como o Microsoft Teams, Facebook Messenger, WhatsApp, Telegram, Zoom e Google Meet, são
opções para conversação com textos, áudio e vídeo.
É interessante observar que não temos mais soluções exclusivas para chat.
Com o passar do tempo, soluções de comunicação foram criadas e extintas, integradas
e substituídas. É o caso do Skype e do Lync, ambos da Microsoft, que foram integrados no
Microsoft Teams. Logo, é comum encontrar esses nomes em questões de concursos, identi-
ficando programas que não estão mais disponíveis para uso, por existir um substituto que
integrou suas funcionalidades.
Os programas de chat permitem uma experiência completa para o usuário, e atualmente
integram videoconferência e até redes sociais.
Como mencionamos, é difícil encontrar uma aplicação que opere exclusivamente com
chat ou bate-papo. Entretanto, os recursos básicos de conversação poderão ser acessados
pelo navegador de Internet, sem a necessidade de instalação de um software especializado.

SOFTWARE DE
PROGRAMA INSTALADO ACESSO VIA NAVEGADOR
CHAT
Microsoft Teams Computador, notebook, Participação nas conversas de texto, áudio
smartphones e tablets e vídeo
WhatsApp Computador, notebook e Espelhamento das conversas existentes
smartphones no smartphone
Telegram Computador, notebook e Espelhamento das conversas existentes
INFORMÁTICA

smartphones no smartphone
Google Meet Computador, notebook, Participação nas conversas de texto,
smartphones e tablets áudio e vídeo, sendo usado também na
educação à distância
Zoom Computador, notebook, Participação nas conversas de texto,
smartphones e tablets áudio e vídeo, sendo usado também na
educação à distância
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Além da troca de mensagens, os programas de chat permitem a troca de arquivos entre os
participantes. Formatos de documentos como DOCX, XLSX e PPTX são aceitos normalmente
pelo Microsoft Teams e por demais aplicativos.
Formatos de arquivos executáveis costumam ser bloqueados ou enviados com alertas. Os
arquivos executáveis em um chat podem conter vírus de computador ou outras pragas digi-
tais, que comprometerão a privacidade do usuário.
O Windows 10 possui o recurso “Reunir agora” para conversação via Internet. O ícone do
recurso está disponível na Área de Notificações do Windows 10, conforme indicado na ima-
gem a seguir.

Imagem – Reunir agora. Chamadas de vídeo entre contatos, diretamente pelo Windows 10

Com a alta integração entre os dispositivos computacionais proporcionada pelas redes de


comunicação, a videoconferência tornou-se uma ferramenta essencial para reuniões e trei-
namentos remotos.
Aproveitando os recursos existentes nos dispositivos (como câmera e microfone nos smar-
tphones), qualquer usuário com um portátil poderá participar de uma reunião remota ou
criar as suas próprias transmissões.
Diferentes serviços e softwares oferecem recursos semelhantes para a realização de uma
videoconferência, que é essencialmente uma forma de comunicação síncrona. Nesse tipo de
comunicação, o emissor e o receptor estão conectados no mesmo canal e momento, para que
a troca de dados ocorra entre eles.
Uma videoconferência ou chamada de vídeo é a forma de comunicação mais completa
dentre as possíveis com os aparelhos dos usuários.

FORMA DE
TEXTOS ÁUDIO VÍDEO ARQUIVO TELAS SÍNCRONA
COMUNICAÇÃO
Chat X - - - - X
Chamada de áudio - X - - - X
Chamada de vídeo X X X X X X
10
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FORMA DE
TEXTOS ÁUDIO VÍDEO ARQUIVO TELAS SÍNCRONA
COMUNICAÇÃO
Videoconferência X X X X X X
Reunião X X X X X X
Webinar X X X X X X
Aula ao vivo X X X - X X
Vídeo gravado X X X - X -

Dica
A temática de “chat” ou bate-papo é atualmente considerada secundária, como uma opção
dentro de softwares de videoconferência. Os softwares armazenam as conversas para
acesso posterior, operando de forma síncrona com quem estiver online e assíncrona com
quem estava offline.

A videoconferência é essencialmente uma transmissão streaming (como a Netflix), mas


com data e horário agendados. Quando a transmissão da chamada, da reunião ou da aula
permanece armazenada para acesso posterior, irá operar como um streaming on demand,
que entregará o conteúdo armazenado para cada usuário que solicitou, a qualquer momento.
Com o Microsoft Teams, é possível realizar conversas por chat, por áudio, por vídeo, com-
partilhar arquivos e recursos, entre várias funcionalidades. Componente do Microsoft 365
(Office 365) edições corporativas, o Microsoft Teams possui recursos para conversação por
texto (Chat), chamadas de áudio, chamadas de vídeo, videoconferências, organização em
equipes, armazenamento das gravações no Microsoft Stream/SharePoint e arquivos no One-
Drive, entre outros recursos.
O WhatsApp é um comunicador instantâneo, que incorretamente é conhecido como rede
social. Possui alguns princípios em comum com as redes sociais e poderá ser acessado de
várias formas:

z WhatsApp, aplicativo no smartphone;


z WhatsApp Web, acessado pelo navegador de Internet (espelhamento);
z WhatsApp Desktop, instalado no computador do usuário (espelhamento).

O programa Telegram, comunicador instantâneo semelhante ao WhatsApp, oferece alguns


recursos adicionais, como acesso aos arquivos e mensagens anteriores de um grupo, além da
opção para ocultar o número do celular do usuário na descrição do perfil.
Google Meet é a junção dos outros softwares da Google que eram usados anteriormente
para chat, áudio e vídeo. O número máximo de participantes em uma videochamada depen-
INFORMÁTICA

de da edição do G Suite. Poderá variar de 100 a 250 participantes simultâneos.


A ideia por trás dos softwares da Google era separar as chamadas de áudio no Talk, as
chamadas de vídeo no Hangout e as reuniões no Meet, mas essas funcionalidades individuais
acabaram sendo reunidas na solução Google Meet.
No Google Meet, que é muito popular nas escolas que adotam a solução Google Educa-
tion, professores/apresentadores podem compartilhar vídeo do Youtube, áudio, vídeo de sua
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câmera, arquivos de seu dispositivo, e interagir com os alunos através de recursos multimí-
dia ou chat.

CLIENTES DE E-MAILS

O e-mail é uma forma de comunicação assíncrona, ou seja, mesmo que o usuário não este-
ja online, a mensagem será armazenada em sua caixa de entrada, permanecendo disponível
até ela ser acessada novamente.
O endereço eletrônico é a forma padronizada para identificação de um usuário único em
um determinado servidor de e-mails. A composição do endereço de e-mail acontece de forma
muito parecida com o endereço de internet URL (Uniform Resource Locator).
O endereço é definido pela RFC (Request for Comments), um documento que descreve os
padrões de cada protocolo da Internet previamente a serem considerados um padrão. Ele foi
definido pela RFC822, que foi redefinida pela RFC2822; atualmente, tem-se a RFC5322.

CAMPOS DE UM ENDEREÇO DE E-MAIL —


USUÁRIO@[Link]Í[Link]ÍS
Serviço Componente Características
Correio Usuário Antes do símbolo de @, identifica um único usuário no serviço de
Eletrônico e-mail
@ Significa at (traduz-se como “em”) e separa a parte esquerda, que
identifica o usuário, da parte à sua direita, que identifica o local
Nome do Imediatamente após o símbolo de @, identifica a empresa ou o
domínio provedor que armazena o serviço de e-mail (o servidor de e-mail
executa softwares como o Microsoft Exchange, por exemplo)
Categoria do Identifica o tipo de provedor, por exemplo, .com (comercial), .edu
domínio (educacional) etc.
País Informação que poderá ser omitida, quando estabelecida nos EUA.
Indicado por duas letras, sinaliza o país. BR = Brasil, AR = Argentina,
JP = Japão, CN = China, CO = Colômbia etc.

O Microsoft Outlook é um cliente de e-mail do pacote Microsoft Office. Ao instalar o pacote


de aplicativos, o cliente de e-mail estará disponível para configuração e utilização.
Assim como outros clientes de e-mail, ao acessar pela primeira vez, precisará configurar
uma conta, com nome de usuário e senha, para acessar sua caixa de mensagens. A configura-
ção é simples e rápida, e poderá ser revisada em Arquivo, Opções, Conta.
As versões 2013, 2016 e 2019 são semelhantes, porém com novidades exclusivas para
recursos integrados.

NOMES DE CLIENTES DE E-MAIL, SEGUNDO O AMBIENTE


Programa Características
Microsoft Aplicativo integrante do pacote Microsoft Office XP, 2007, 2010, 2013, 2016,
Outlook 365

12
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NOMES DE CLIENTES DE E-MAIL, SEGUNDO O AMBIENTE
Programa Características
Mozilla Aplicativo de código aberto e gratuito que pode ser instalado no Windows
Thunderbird ou Linux, para operar como cliente de correio eletrônico

Cliente de e-mail gratuito para uso pessoal no ambiente Windows e Mac.


Facilmente configurável. Para usuários corporativos e uso comercial, existe
a opção Pro (for Individuals and for Companies)

Como pode ser observado, o Microsoft Outlook não é o único cliente de e-mail. Um cliente
de e-mail é um programa instalado no dispositivo do usuário, para armazenar localmente
cópia das mensagens que estão em um servidor remoto.
Os webmails são acessados a partir de um navegador web.
São exemplos de webmail: Gmail (Google), [Link] (Microsoft, antigo Hotmail), Yahoo
Mail, entre outros. Eles possuem suas particularidades, entretanto operam de forma seme-
lhante a um cliente de e-mail, com os mesmos princípios (campos, ações, pastas etc.).

Dica
O usuário poderá trocar as configurações dos protocolos, operando um cliente de e-mail
como se fosse um webmail, ou seja, mantendo as mensagens no servidor e transferindo
uma cópia para o dispositivo local.

Existem diferenças entre o acesso por um cliente de e-mail e pelo webmail? Sim e são
simples:

z O cliente de e-mail permite múltiplas conexões simultâneas, enquanto o webmail é


individual;
z O cliente de e-mail (na configuração padrão, usando SMTP e POP3) copia as mensagens que
estão no servidor de e-mail para o computador local, removendo a mensagem do servidor;
z O cliente de e-mail (se usar IMAP4) copia as mensagens que estão no servidor de e-mail
para o computador local, mas mantém as mensagens originais no servidor;
z O webmail (usando IMAP4) acessa as mensagens no servidor usando um navegador de
Internet, mas não remove essas mensagens;
z O webmail não necessita de nenhum aplicativo específico (cliente de e-mail), bastando ape-
nas um navegador de Internet (Internet Explorer, Mozilla Firefox, Google Chrome, Opera,
Apple Safari, entre outros);
INFORMÁTICA

z Na transferência IMAP4 operando via navegador web pelo protocolo HTTP, acontece a
sobreposição dos protocolos, porque todos são da camada 7 do modelo OSI;

Uma mensagem de e-mail poderá ser redigida a partir do preenchimento de alguns cam-
pos. Na tabela a seguir, acompanhe a lista dos componentes de um e-mail.

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CAMPOS DE UMA MENSAGEM DE E-MAIL
Campo Características
De Identifica o usuário que está enviando a mensagem eletrônica. Conhecido
como remetente, é preenchido automaticamente pelo sistema de e-mails, a
partir da conta escolhida no momento
Para Identifica o (primeiro) destinatário da mensagem. Poderão ser especifica-
dos vários endereços, e separados por vírgula ou ponto-e-vírgula. Todos que
receberem a mensagem conhecerão os outros destinatários informados
neste campo e no campo CC
CC (com cópia) Identifica os destinatários da mensagem que receberão uma cópia do e-mail.
CC é o acrônimo de Carbon Copy (cópia carbono). Todos que receberem a
mensagem conhecerão os outros destinatários informados nesse campo e
no campo Para
CCO (com cópia Identifica os destinatários da mensagem que receberão uma cópia do e-mail,
oculta) mas que não terão os seus endereços exibidos para os demais
CCO (no inglês, BCC, que é o acrônimo de Blind Carbon Copy — cópia carbo-
no oculta)
Todos que receberem a mensagem não conhecerão os outros destinatários
informados nesse campo; seus endereços não serão mostrados para quem
estiver no campo Para ou CC, mas se poderá ver para quem a mensagem foi
endereçada como visível (Para e CC).
Assunto (Subject) Identifica o título para o conteúdo da mensagem. É um campo opcional
Anexar Anexar Arquivo: identifica o(s) arquivo(s) que estão sendo enviados junto
com a mensagem. Existem restrições quanto ao tamanho do anexo e tipo
(executáveis são bloqueados pelos webmails)
Mensagem O conteúdo da mensagem de e-mail, que poderá conter texto, imagens e
outros elementos gráficos

Anexar um arquivo ao e-mail é uma prática rápida e simples. Se o serviço é webmail, ele
possui restrições, tanto de tamanho como de formatos permitidos. Para iniciar, conheçamos
o que as bancas esperam sobre o comportamento do usuário em relação a alguns itens de
Internet, como download e anexos, e, a seguir, vejamos as restrições existentes nos serviços
gratuitos (webmail, com IMAP4) e clientes de e-mail (com SMTP e POP3).

ANEXOS EM E-MAIL
Item Caracterís- Comentários
tica
Nome Padrão O nome do arquivo deve atender aos padrões para nomes de arquivos
Windows do ambiente Windows, sem uso de simbologia especial como * / \ etc.
Exten- Executáveis Arquivos executáveis não são enviados por webmails. São considerados
são vetores de transmissão de vírus de computador. Arquivos EXE, COM,
PIF, REG, SCR, CPL, entre muitas outros, não são anexados à mensagem
Um cliente de e-mail pode anexar executáveis, mas é preciso alterar a
configuração padrão.

14
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ANEXOS EM E-MAIL
Item Caracterís- Comentários
tica
Tama- Limitado no O tamanho de um arquivo enviado como anexo pelo webmail é limitado
nho webmail em 10MB, 20MB, ou outro valor semelhante. No cliente de e-mail, o limi-
te é a quantidade de espaço livre na Caixa de Correio. Por exemplo, se
temos 50MB de espaço livre, podemos enviar um arquivo de 50MB via
cliente de e-mail.
Arqui- Somente Não é possível enviar uma pasta
vos arquivos Para enviar vários arquivos ou uma pasta inteira do computador, deve-
mos “Enviar para... Pasta Compactada” no Windows. Será criado um
arquivo ZIP com os arquivos ou pastas ou subpastas, e este poderá ser
anexado ao e-mail.

O correio eletrônico (e-mail) permite a organização de mensagens em pastas, o que signi-


fica separá-las e agrupá-las de acordo com os critérios desejados.
As mensagens enviadas, recebidas, apagadas ou salvas estarão em pastas do servidor de
correio eletrônico, nominadas como “caixas de mensagens”. Inicialmente, o correio eletrôni-
co possui algumas pastas que são padronizadas, como:

z Caixa de Entrada: contém as mensagens recebidas, lidas e não lidas;


z Itens Enviados: contém as mensagens efetivamente enviadas;
z Itens Excluídos: contém as mensagens apagadas;
z Rascunho: contém as mensagens salvas e não enviadas;
z Caixa de Saída: contém as mensagens que o usuário enviou, mas que ainda não foram
transferidas para o servidor de e-mails. É algo semelhante ao que ocorre quando envia-
mos uma mensagem no aplicativo WhatsApp, mas estamos sem conexão com a Internet. A
mensagem permanece com um ícone de relógio enquanto não for enviada.

REPRODUTORES DE VÍDEO

Os vídeos são arquivos que contêm fluxos de dados (imagens, áudio, legendas e metada-
dos), que são codificados em um formato que pode ser visualizado através de um software
reprodutor de vídeo.
Um vídeo possui muitos quadros (frames) semelhantes, como o cenário de fundo, e os soft-
wares codificadores de vídeo aproveitam esta semelhança entre as imagens para compactar
o arquivo. Se o arquivo de vídeo não usar compactação, o seu tamanho final será de muitos
gigabytes, tornando a manipulação ou o compartilhamento inviável.
A codificação de um arquivo de vídeo será realizada por um software do tipo CODEC. Ele
INFORMÁTICA

utilizará algoritmos para comprimir o vídeo, mantendo certo nível de qualidade. Quanto
maior for o nível de compactação, menor será o arquivo de vídeo, porém também menor
será sua qualidade.
As extensões AVI, MPG e WMV são as extensões de arquivos de vídeos mais populares.
Entretanto, existem vários outros formatos, sendo que cada um exige certo software decodi-
ficador para poder ser visualizado.

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FORMATO DE ARQUIVO EXTENSÃO
Arquivo de vídeo do Windows (alguns arquivos .asf podem exigir codecs adicionais) .asf
Formato usado para reprodução de vídeo em HD e gravação digital .avchd
Arquivo de vídeo do Windows (alguns arquivos .avi podem exigir codecs adicionais) .avi
Arquivo do Adobe Flash Player .flv e .swf
Incorpora áudio, vídeo e legendas em um único arquivo .mkv
Arquivo de vídeo MP4, sendo o MOV e QT formatos do Apple QuickTime .mp4, .m4v,
.mov
Arquivo de filme .mpg ou
.mpeg
WebM é um formato de vídeo de código aberto destinado ao uso com HTML5 .webm
Arquivo Windows Media Video .wmv

Importante!
O formato WebM, desenvolvido por empresas como a Google, deverá ser o futuro do com-
partilhamento de vídeo via Internet, por ser compacto e reduzir o tráfego de dados nas
conexões de dados.

Os principais softwares reprodutores de vídeo são:

REPRODUTOR DE
CARACTERÍSTICA IMPORTANTE
VÍDEO
5K Player Capaz de reproduzir vídeos com qualidade 5k
BSPlayer Reproduz arquivos de áudio e vídeo tanto no Windows, quanto no Android
DivX Player Player de vídeos em 4K, de alta qualidade
Filmes e TV Aplicativo padrão do Windows
MPC-HC Media Player Classic Home Cinema é um player que suporta praticamente
todas as extensões de áudio e de vídeo encontradas na web
QuickTime Permite gravar vídeos e telas
RealPlayer Compartilhamento de vídeos na SmartTV
VLC Media Player Simples e gratuito, é um dos mais utilizados no mundo
Windows Media Aplicativo padrão do Windows
Player

Os navegadores de Internet possuem suporte nativo para a reprodução de vídeos nos for-
matos mais populares, como MP4 e FLV. Outros formatos especiais podem exigir a instalação
de plugins ou complementos no navegador.
Algumas empresas distribuem pacotes de codec’s (codificadores) para melhorar a expe-
riência do usuário com arquivos multimídia, como é o caso do K-Lite Codec Pack, que é uma
coleção de componentes de áudio e vídeo para sistemas operacionais Windows, permitindo
a reprodução de formatos de vídeos que não sejam originalmente suportados pelo Windows.
O Youtube é um site que oferece experiência de vídeo muito famoso na Internet, assim
como o Vimeo. Os formatos de vídeos que podem ser carregados para publicação nesses sites
são .MOV, .MPEG-1, .MPEG-2, .MPEG4, .MP4, .MPG, .AVI, .WMV, .MPEGPS, .FLV, 3GPP, WebM,
16 DNxHR, ProRes, CineForm e HEVC (h265).
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VISUALIZADORES DE IMAGEM

Os arquivos de imagens armazenam dados que serão exibidos em softwares gráficos que
reconheçam o formato.
No Windows, o Visualizador de Imagens foi retirado da versão 10, sendo substituído pelo
Fotos (ou Fotografias). O aplicativo tem as mesmas funcionalidades do antigo visualizador, e
permite acionar um software para edição da imagem, caso necessário.
As extensões BMP, JPG e PNG são as extensões de arquivos de imagens mais populares.
Entretanto, existem vários outros formatos, sendo que alguns exigem software proprietário
para serem visualizados ou editados.
As imagens são classificadas em dois tipos: bitmap ou vetor. Uma imagem bitmap é aquela
que contém informações para construções de pequenos pontos coloridos no monitor ou tela.
Uma imagem vetorial contém informações sobre linhas, curvas e formas preenchidas em
fórmulas que poderão ser reproduzidas ao se ampliar a imagem, sem perda significativa de
qualidade.
Geralmente, as imagens bitmap não possuem compressão, e isso indica que o arquivo final
será grande e ocupará muito espaço.
Taxa de compressão é um indicador que determina a razão entre o tamanho final da ima-
gem comprimida versus a imagem sem compressão. Quanto menor for o arquivo da imagem,
maior será a sua taxa de compressão, e provavelmente menor será sua qualidade.
Fotografias produzidas em câmeras adotam o EXIF. Exchangeable Image File Format é uma
especificação que permite a gravação de dados como as condições técnicas (configurações)
na forma de metadados. Metadados são dados que explicam os dados; no caso da fotografia,
informam qual o modelo da câmera, a abertura do obturador, a qualidade em megapixels,
data, hora e até coordenadas do GPS (se disponível no aparelho).

FORMATO DE ARQUIVO EXTENSÃO


AV1 Image File Format — formato de imagem leve e sem royalties, com otimização .avif
superior ao formato WebP e JPEG
Bitmap (mapa de bits ou imagem rasterizada) formado por pontos (pixels) .bmp
Graphics Interchange Format (formato para intercâmbio de gráficos) foi um dos pri- .gif
meiros formatos de imagens comprimidas. Podem ser animadas (vários quadros)
ou usar escalas de cores diferenciadas
A tecnologia HEIF (High Efficiency Image Format) é um formato de imagem ou se- .heic
quência de imagens, desenvolvido pela Apple, para ocupar menos espaço de arma-
zenamento. HEIC é o nome do formato de arquivo do padrão HEIF
INFORMÁTICA

Imagem com compactação sem transparências (Joint Photographic Experts Group) .jpg ou .jpeg
Portable Document Format, do software Adobe Acrobat, é um formato portável que .pdf e .eps
pode ser compartilhado em vários sistemas operacionais. O formato EPS foi o
precursor do PDF
Portable Network Graphics — imagem vetorial com transparências, que pode ser .png
ampliada sem perda de qualidade

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FORMATO DE ARQUIVO EXTENSÃO
PSD (Adobe Photoshop Document) é um documento do Photoshop com camadas, .psd
máscaras e esquemas de cores. A extensão PSB é uma variação, para arquivos de
até 300MB
Formato “cru”, sem compressão ou tratamento de cores/profundidade .raw
Scalable Vector Graphics — formato livre, usado em ícones e animações em sites .svg
com HTML5
Formato versátil de imagem indicado para impressão .tif ou .tiff
Desenvolvido pelo Google, as imagens são até 40% menores do que o JPEG, sem .webp
perda de qualidade

Importante!
O formato WebP, desenvolvido por empresas como a Google, deverá ser o futuro do com-
partilhamento de imagens via Internet, por ser compacto e reduzir o tráfego de dados nas
conexões de dados.

Para impressão, os formatos TIFF e PDF são os preferidos.


Para exibição em SmartTV e Datashow, os formatos JPEG, PNG e BMP são os mais utilizads.
Para edição, além dos formatos nativos dos programas (como CDR e PSD), utiliza-se TIFF,
JPEG, GIF, EPS, RAW, PDF, BMP e vários outros.
Para postagens em redes sociais, os formatos JPEG, GIF e PNG são os mais populares.
Os principais softwares visualizadores de imagens são:

VISUALIZADOR DE
CARACTERÍSTICA IMPORTANTE
IMAGENS
Fotos Visualizador de imagens padrão do Windows 10
HEIC Image Viewer App da Microsoft Store (Loja) para arquivos Apple
Imagine Picture Viewer Permite adição de filtros, como no Instagram
IrfanView Um dos mais antigos softwares de Windows, permite edição dos da-
dos EXIF da foto
JPEGView Visualizador de JPEG, BMP, PNG, WEBP, TGA, GIF e TIFF, muito rápido
e oferece recursos de edição
Nomacs Visualizador de código aberto (open source)
Photo Image Viewer App da Microsoft Store (Loja) para visualização rápida
Visualizador de Imagens Visualizador de imagens padrão do Windows “antigo”

VÍRUS DE COMPUTADOR

O vírus de computador é a ameaça digital mais popular. Todos já ouviram falar dele e ele
tem uma definição fácil de ser compreendida.
Ele tem este nome por se assemelhar a um vírus orgânico ou biológico. O vírus biológico é
um organismo que possui um código viral que infecta uma célula de outro organismo. Quan-
do a célula infectada é acionada, o código viral é duplicado e se propaga para outras células
saudáveis do corpo. Quanto mais vírus existirem no organismo, menor será o seu desempe-
nho e recursos vitais serão consumidos, podendo levar o hospedeiro à morte.
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O vírus de computador é um código malicioso que infecta arquivos em um dispositivo.
Quando o arquivo é executado, o código do vírus é duplicado e se propaga para outros arqui-
vos do computador. Quanto mais vírus existirem no dispositivo, menor será o seu desempe-
nho e recursos computacionais serão consumidos, podendo levar o hospedeiro a uma falha
catastrófica.
Os vírus de computadores infectam um arquivo e propagam-se para outros arquivos
quando o hospedeiro é executado. O código que infecta o arquivo é chamado de assinatura
do vírus.
Lembre-se: Todo vírus de computador é um código especializado com um alvo defi-
nido. Não existe um “vírus de computador” que ataque tudo que existe no dispositivo, mas
apenas códigos que infectam apenas alvos programados. E se não existir o alvo? Suponha
que você receba um vírus de Autocad, e não tenha o programa Autocad em seu dispositivo:
nada acontecerá. O vírus ficará inerte, pois não encontrou o seu alvo.
O vírus de computador poderá entrar no dispositivo do usuário através de um arquivo
anexado em uma mensagem de e-mail, ou por cópia de arquivos existentes em uma mídia
removível, como o pen drive, recebidos através de alguma rede social, baixados de sites na
Internet, entre outras formas de contaminação.

VÍRUS DE
CARACTERÍSTICAS
COMPUTADOR
Vírus de boot Infectam o setor de boot do disco de inicialização. Cada vez que o sistema
é iniciado, o vírus é executado
Vírus de script Armazenados em sites na Internet, são carregados e executados quando o
usuário acessa a página usando um navegador de Internet
Vírus de macro As macros são desenvolvidas em linguagem Visual Basic for Applications
(VBA) nos arquivos do Office, para a automatização de tarefas. Quando de-
senvolvidas com propósitos maliciosos, são um vírus de macro
Vírus do tipo Vírus “mutantes” ou “polimórficos”. A cada nova multiplicação, o novo vírus
mutante mantém traços do original, mas é diferente do original
Vírus time bomb São programados para agir em uma determinada data, causando algum
tipo de dano no dia previamente agendado
Vírus stealth Um vírus stealth é um código malicioso muito complexo, que se esconde
depois de infectar um computador. Ele mantém cópias dos arquivos que
foram infectados para si, e quando um software antivírus realiza a detec-
ção, o vírus stealth apresenta o arquivo original, enganando o mecanismo
de proteção
Vírus Nimda O vírus Nimda explora as falhas de segurança do sistema operacional. Ele
se propaga pelo correio eletrônico, e também pela web, em diretórios com-
partilhados, pelas falhas de servidor Microsoft IIS e nas trocas de arquivos

Todos os sistemas operacionais estão vulneráveis aos vírus de computador. Quando um


INFORMÁTICA

vírus de computador é desenvolvido por um hacker, ele procura fazer para um software que
tenha uma grande quantidade de usuários iniciantes, o que aumenta as suas chances de
sucesso.

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ANTIVÍRUS

Os programas antivírus são desenvolvidos para detectarem a assinatura do vírus existente


nos arquivos do computador. O antivírus precisa estar atualizado, com as últimas definições
da base de assinaturas de vírus, para que seja eficiente na remoção dos códigos maliciosos.
Quando o antivírus encontra um código malicioso em algum arquivo, que tenha corres-
pondência com a base de assinaturas de vírus, ele poderá:

z Remover o vírus que infecta o arquivo;


z Criptografar o arquivo infectado e manter na pasta Quarentena, isolado;
z Excluir o arquivo infectado.

O antivírus poderá proteger o dispositivo através de três métodos de detecção: assinatura


dos vírus conhecidos, verificação heurística e comportamento do código malicioso quando é
executado.
O que fazer quando o código malicioso do vírus não está na base de assinaturas? A base
de assinaturas é atualizada pelo fabricante do antivírus com as informações conhecidas dos
vírus detectados. Entretanto, muitos vírus novos são criados diariamente. Para detecção des-
ses novos códigos maliciosos, os programas oferecem a análise heurística.

Análise Heurística

O software antivírus poderá analisar os arquivos do dispositivo através de outros parâme-


tros, além da base de assinaturas de vírus conhecidos, para encontrar novos códigos malicio-
sos que ainda não foram identificados.
Se o código enviado para análise for comprovadamente um vírus, o fabricante inclui sua
assinatura na base de vírus conhecidos, e, na próxima atualização do antivírus, todos pode-
rão reconhecer e remover o novo código recém-descoberto.

Windows Defender

Em concursos públicos, as soluções de antivírus de terceiros raramente são questionadas.


Avast, AVG, Avira e Kaspersky são alguns exemplos. Usamos no nosso dia a dia, mas em pro-
vas de concursos as bancas trabalham com as configurações padrões dos programas.
O Windows 10 possui uma solução integrada de proteção, que é o Windows Defender. Na
época do Windows 7, a Microsoft adquiriu e disponibilizou o programa Microsoft Security
Essentials como antivírus padrão do sistema operacional.
A seguir, foi desenvolvida a solução Windows Defender, para detecção e remoção de outros
códigos maliciosos, como os worms e Cavalos de Troia. E o Windows sempre ofereceu o fire-
wall, um filtro de conexões para impedir ataques oriundos das redes conectadas.
No Windows 10, o Windows Defender faz a detecção de vírus de computador, códigos mali-
ciosos e opera o firewall do sistema operacional, impedindo ataques e invasões.

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AMBIENTES OPERACIONAIS: UTILIZAÇÃO BÁSICA DOS SISTEMAS
OPERACIONAIS WINDOWS 10 E 11 (EM PORTUGUÊS)

Prezado(a) estudante,

Tendo em vista que o material referente a Windows 11 é mais atualizado que o conteúdo
referente a Windows 10, optamos pelo seu uso, objetivando tornar seu aprendizado o mais
completo possível.
Cordialmente,
Nova Concursos.

O sistema operacional Windows 11 foi desenvolvido pela Microsoft para computadores


pessoais (PC) e lançado oficialmente em 2021.
A maioria das caraterísticas foi mantida por questões de compatibilidade com as versões
anteriores, como os caracteres não permitidos nos nomes de arquivos e pastas. Os atalhos de
teclado também foram mantidos, com a adição de novos recursos e alterações pontuais.
Algumas das principais novidades incluem:

z Design renovado: o Windows 11 apresenta um design mais moderno e elegante, com can-
tos arredondados e transparências. O menu Iniciar foi reposicionado ao centro da barra
de tarefas e, agora, inclui ícones de aplicativos recomendados;
z Novo recurso Snap Layouts: o Snap Layouts permite que as várias janelas abertas sejam
organizadas em leiautes predefinidos, facilitando a multitarefa. Esta funcionalidade é váli-
da para múltiplos monitores, permitindo “memorizar” o posicionamento das janelas ao
desconectar e conectar novamente a segunda tela. É possível escolher entre vários leiau-
tes diferentes, como lado a lado, quadrado ou vertical, para organizar as janelas abertas.
Além disso, o Windows 11 apresenta um novo recurso chamado Snap Groups, que permite
que se salve e restaure grupos de aplicativos abertos em um determinado momento;
z Microsoft Teams integrado: o Windows 11 inclui o Microsoft Teams, permitindo que
se faça chamadas de vídeo e áudio diretamente no sistema operacional. Esta integração
possibilita acesso rápido aos recursos de videochamadas e videoconferência do Microsoft
Teams;
z Widgets: o Windows apresenta uma nova área de widgets (bugigangas ou ferramentas)
que pode ser personalizada para exibir informações relevantes, como notícias, clima e
calendário. Os widgets são personalizáveis e podem ser redimensionados ou movidos. Ata-
lho de teclado: Windows + W;
z Desempenho aprimorado: o Windows 11 foi projetado para ser mais rápido e eficiente
do que o Windows 10, com melhorias no desempenho da CPU (processador), GPU (proces-
INFORMÁTICA

sador gráfico) e memória;


z Controle de aplicativo inteligente: é um recurso que

[...] adiciona proteção significativa contra ameaças novas e emergentes bloqueando aplicati-
vos mal-intencionados ou não confiáveis. O Controle de Aplicativo Inteligente também ajuda
a bloquear aplicativos potencialmente indesejados, que são aplicativos que podem fazer com
21
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que seu dispositivo seja executado lentamente, exibir anúncios inesperados, oferecer software
extra que você não queria ou fazer outras coisas que você não espera. (Microsoft)

O Controle de Aplicativo Inteligente opera junto ao software de segurança Microsoft Defen-


der. Para acessar as configurações do Controle de Aplicativo Inteligente, você pode acessar
Configurações e, em seguida, Segurança do Windows;

z PDE (Personal Data Encryption): um recurso que permite criptografar arquivos e pastas
no Windows 11. Ele protege os dados pessoais contra acesso não autorizado, garantindo
que apenas o dono ou proprietário possa acessá-los;
z Segurança aprimorada: recursos como o TPM 2.0 e o Secure Boot protegem contra amea-
ças e invasões.

Em concursos públicos, as novas tecnologias e suportes avançados são raramente questio-


nados. As questões aplicadas nas provas envolvem os conceitos básicos e o modo de operação
do sistema operacional em um dispositivo computacional padrão (ou tradicional).
O sistema operacional Windows é um software proprietário, ou seja, não tem o núcleo
(kernel) disponível e o usuário precisa adquirir uma licença de uso da Microsoft.

CONCEITO DE PASTAS, DIRETÓRIOS, ARQUIVOS E ATALHOS

No Windows 11, os diretórios são chamados de pastas, e algumas delas são consideradas
especiais, pois contêm coleções de arquivos denominadas Bibliotecas.
Ao todo, são quatro Bibliotecas: Documentos, Imagens, Músicas e Vídeos. O usuário pode-
rá criar Bibliotecas para sua organização pessoal, uma vez que elas otimizam a organização
dos arquivos e pastas, inserindo apenas ligações para os itens em seus locais originais.

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O sistema de arquivos NTFS (New Technology File System) armazena os dados dos arqui-
vos em localizações dos discos de armazenamento. Por sua vez, os arquivos têm nomes e
podem ter extensões.
O sistema de arquivos NFTS suporta unidades de armazenamento de até 256 TB (terabytes,
trilhões de bytes).
O FAT32 suportava unidades de até 2 TB.
Antes de prosseguir, vamos conhecer esses conceitos:

TERMO SIGNIFICADO OU APLICAÇÃO


Disco ou unidade Unidade de armazenamento permanente que tem um sistema de arquivos
de armazenamento e mantém os dados gravados
Sistema de Estruturas lógicas que endereçam as partes físicas do disco de armaze-
arquivos namento. NTFS, FAT32, FAT são alguns exemplos de sistemas de arquivos
do Windows
Pastas ou Estrutura lógica do sistema de arquivos para organização dos dados na
diretórios unidade de disco
Arquivos Dados. Podem ter extensões
Extensão Pode identificar o tipo de arquivo, associando com um software que per-
mita visualização e/ou edição. As pastas podem ter extensões como par-
te do nome
Atalhos Arquivos especiais, que apontam para outros itens computacionais, como
unidades, pastas, arquivos, dispositivos, sites na internet, locais na rede
etc. Os ícones têm uma seta para diferenciá-los dos itens originais

A unidade de armazenamento de dados tem o seu tamanho identificado em bytes. São


milhões, bilhões e até trilhões de bytes de capacidade. Os nomes utilizados seguem o Sistema
Internacional de Medidas (SI) e estão listados na escala a seguir.

Exabyte
Petabyte (EB)
Terabyte (PB)
Gigabyte (TB)
INFORMÁTICA

Megabyte (GB) trilhão


Kilobyte (MB) bilhão
(KB) milhão
Byte
(B) mil

Atualmente, ainda não há discos com capacidade na ordem de petabytes (PB — quatrilhão
de bytes) disponíveis comercialmente, mas isso pode mudar no futuro. Hoje, essas unidades

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de medida são utilizadas para identificar grandes volumes de dados em nuvem, servidores
de redes, empresas de dados, entre outros.
Trataremos, agora, sobre bytes. Um byte representa uma letra, número ou símbolo. Ele é
formado por 8 bits, que são sinais elétricos representando zero ou um. Os dispositivos eletrô-
nicos utilizam o sistema binário para representação de informações.
A palavra “Nova”, quando armazenada no dispositivo, ocupará quatro bytes, totalizando
32 bits de informação gravada na memória. A palavra “Concursos”, por sua vez, ocupará
nove bytes, que são 72 bits de informação.
Os bits e bytes estão presentes em diversos momentos do cotidiano. Vejamos alguns
exemplos:

z um plano de dados de celular oferece um pacote de 5 GB, ou seja, poderá transferir até 5
bilhões de bytes no período contratado;
z a conexão wi-fi de sua residência está operando a 150 mbps (150 megabits por segundo), o
que equivale a 18,75 MB por segundo. Assim, um arquivo com 75 MB levará quatro segun-
dos para ser transferido do seu dispositivo para o roteador wireless.

Atenção! O tamanho dos arquivos no Windows 11 é exibido em modo de visualização de


Detalhes, nas Propriedades (botão direito do mouse, menu de contexto) e na barra de status
do Explorador de Arquivos. Poderão ter as unidades KB, MB, GB e TB, indicando o espaço
ocupado no disco de armazenamento.
Quando os computadores pessoais foram introduzidos ao público, a árvore foi usada como
analogia para explicar a estrutura de armazenamento de dados, originando o termo “árvore
de diretórios”.

Documentos
Imagens
Folhas
Músicas
Flores
Vídeos
Frutos

Pastas e subpastas
Tronco e galhos

Diretório Raiz Raiz

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No Windows 11, a organização segue a seguinte definição:

Pastas

z Estruturas do sistema operacional: incluem Arquivos de Programas (Program Files),


Usuários (Users) e Windows. A primeira pasta da unidade é denominada raiz (da árvore
de diretórios) e é representada pela barra invertida;
z Estruturas do usuário: incluem pastas como Documentos (Meus Documentos), Imagens
(Minhas Imagens), Vídeos (Meus Vídeos) e Músicas (Minhas Músicas), que são organizadas
como Bibliotecas no sistema;
z Área de Trabalho: Desktop, que permite acesso à Lixeira, Barra de Tarefas, pastas, arqui-
vos, programas e atalhos;
z Lixeira do Windows: armazena itens excluídos de unidades de armazenamento internas
e externas conectadas ao sistema, permitindo a recuperação dos dados, caso necessário.

Atalhos

Os arquivos que indicam outro local têm a extensão .LNK e podem ser criados arrastando
o item enquanto as teclas Alt ou Ctrl + Shift estão pressionadas.

Drivers

Os arquivos de configuração, como os de extensão .DLL e outras, são utilizados para a


comunicação entre o software e o hardware.
O Windows 11 utiliza o Explorador de Arquivos para o gerenciamento de pastas e arqui-
vos. Ele permite realizar diversas operações, desde as mais básicas, como formatar discos de
armazenamento, até as mais avançadas, como organizar coleções de arquivos em Bibliotecas.
O atalho de teclado Windows + E pode ser acionado para executar o Explorador de
Arquivos.
Como o Windows está associado a uma conta Microsoft (e-mail Live, Hotmail, MSN ou
Outlook), o usuário tem disponível um espaço de armazenamento de dados na nuvem Micro-
soft OneDrive.
No Explorador de Arquivos, no painel à direita, o ícone OneDrive sincroniza os itens com
a nuvem. Ao inserir arquivos ou pastas no OneDrive, eles serão enviados para a nuvem e
sincronizados com outros dispositivos que estejam conectados à mesma conta de usuário.
Os atalhos são representados por ícones com uma seta no canto inferior esquerdo e podem
apontar para um arquivo, pasta ou unidade de disco. Os atalhos são independentes dos obje-
tos que os referenciam, portanto, caso sejam excluídos, isso não afetará o arquivo, a pasta ou
a unidade de disco para os quais estão apontando.
INFORMÁTICA

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É possível criar um atalho de várias formas diferentes:

z arrastando um item enquanto mantém a tecla Alt pressionada; ao soltar, o atalho é criado;
z no menu de contexto (botão direito), selecionando “Enviar para... > Área de Trabalho (criar
atalho)”;
z arrastando o ícone de uma pasta exibida na barra de endereços do Explorador de Arqui-
vos para a Área de Trabalho, criando um atalho automaticamente.

Arquivos ocultos, arquivos de sistema e arquivos somente leitura são alguns dos atribu-
tos que podem ser definidos pelo item Propriedades no menu de contexto. O Explorador de
Arquivos pode exibir itens com o atributo oculto, desde que a configuração correspondente
esteja ativada.

ÁREA DE TRABALHO

A interface gráfica do Windows é caracterizada pela Área de Trabalho ou Desktop. A tela


inicial do Windows exibe ícones de pastas, arquivos, programas, atalhos, barra de tarefas
(com programas que podem ser executados e programas que estão sendo executados) e
outros componentes do Windows.
A Área de Trabalho do Windows, também chamada de Desktop, é reconhecida pela pre-
sença do papel de parede, que ilustra o fundo da tela. Essa imagem pode estar em formatos
como BMP (bitmap), JPG (foto), entre outros. A exibição do papel de parede indica que o com-
putador está pronto para executar tarefas.

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Na Área de Trabalho, podemos encontrar ícones, que podem ser ocultados caso o usuário
desmarque a opção “Mostrar ícones da Área de Trabalho” no menu de contexto (botão direito
do mouse > Exibir). Esses ícones representam atalhos, arquivos, pastas, unidades de disco e
componentes do Windows, como a Lixeira e o Computador.

Na parte central da Barra de Tarefas, encontraremos o botão Iniciar, que pode ser acio-
nado pela tecla Windows ou pela combinação de teclas Ctrl+Esc. Ao ser acionado, o menu
Iniciar será apresentado em partes, como Fixado, Recomendado e Todos os Aplicativos.
A ideia do menu Iniciar é organizar todas as opções instaladas no Windows, como o aces-
so às Configurações (antigo Painel de Controle), os programas instalados no computador, os
apps baixados da Microsoft Store e outros recursos do sistema.
Ao lado do botão Iniciar, encontra-se a caixa de pesquisa, onde é possível digitar ou ditar o
INFORMÁTICA

nome do recurso desejado. O Windows exibirá uma lista de opções correspondentes na Área
de Trabalho e permitirá a busca na internet. Além da digitação, é possível utilizar comandos
de voz, clicando no ícone do microfone no canto direito da caixa de pesquisa.
O item Visão de Tarefas permite visualizar os diferentes aplicativos abertos (como o atalho
de teclado Alt+Tab) e alternar para outra Área de Trabalho. O atalho de teclado para Visão de
Tarefas é Windows+Tab.

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Atualmente, o Windows permite o uso de múltiplas áreas de trabalho independentes, onde
os programas abertos em uma não interferem nos programas abertos em outra.

CoPilot

A Microsoft implementou o CoPilot, uma inteligência artificial (IA) do tipo generativa,


desenvolvida para geração de textos, tradução de idiomas, escrita criativa, resposta a per-
guntas de forma informativa e auxílio em atividades do Windows 11.
Além do Microsoft CoPilot, outras IAs podem ser usadas no sistema, como Qwen (Alibaba),
Gemini (Google), Claude (Anthropic), Meta AI (Facebook), Grok (OpenAI), ChatGPT (OpenAI)
e Perplexity AI.

A Barra de Acesso Rápido organiza os aplicativos mais utilizados pelo usuário, permitindo
acesso rápido por clique do mouse, por atalhos de teclado (Windows + 1 para o primeiro,
Windows + 2 para o segundo programa etc.) e pelas funcionalidades do Aero, como o Aero
Peek, que exibe miniaturas das janelas em execução e proporciona transparência temporária
das janelas abertas.
A Área de Notificação exibe a hora, data, mensagens da Central de Ações (relacionadas
à segurança e manutenção), além de processos em execução, como aplicativos em segundo
plano. Seu atalho de teclado é Windows + B.
Em “Mostrar Área de Trabalho”, o atalho Windows + D exibe a Área de Trabalho no pri-
meiro clique e retorna ao programa que estava em execução no segundo clique.
Se a opção “Usar Espiar para visualizar a Área de Trabalho ao posicionar o ponteiro do
mouse no botão Mostrar Área de Trabalho na extremidade da barra de tarefas” estiver ati-
vada nas Configurações da Barra de Tarefas, não será necessário clicar — basta posicionar o
mouse sobre o botão para visualizar a Área de Trabalho.

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O botão “Mostrar Área de Trabalho” agora está localizado no canto inferior direito, ao
lado do relógio, na Área de Notificação da Barra de Tarefas. O atalho de teclado permanece
o mesmo: Win + D (Desktop).

Aplicativos fixados na Barra de Tarefas são ícones que permanecem em exibição o tempo
todo.

O aplicativo que está em execução apresentará, no Windows, um pequeno traço azul abai-
xo do ícone quando estiver no foco, ou um pequeno traço cinza quando estiver fora de foco.

ÁREA DE TRANSFERÊNCIA

Um dos itens mais importantes do Windows não é visível como um ícone ou programa:
a Área de Transferência. Esse recurso utiliza um espaço da memória RAM para armazenar
temporariamente uma informação por vez. O conteúdo armazenado pode ser inserido em
outro local e é utilizado em praticamente todas as operações de manipulação de pastas e
INFORMÁTICA

arquivos.
No Windows, se quiser visualizar o conteúdo da Área de Transferência, acione o atalho de
teclado Windows + V (View).
Com o Histórico da Área de Transferência, o usuário pode fixar itens para que eles não
sejam removidos quando o computador for desligado ou reiniciado.
Ao acionar o atalho de teclado Ctrl + C (Copiar), o item é armazenado na memória RAM,
permitindo sua inserção em outro local sem alterar o original, criando, assim, uma cópia.
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Ao acionar o atalho de teclado PrintScreen, uma captura da tela inteira é copiada para a
Área de Transferência, podendo ser colada em outro local, como um documento do Microsoft
Word ou um editor de imagens, como o Microsoft Paint.
Ao acionar o atalho de teclado Alt + PrintScreen, estamos copiando uma “foto da janela
atual” para a Área de Transferência, desconsiderando outros elementos da tela do Windows.
Ao acionar o atalho de teclado Ctrl + V (Colar), o conteúdo que está armazenado na Área
de Transferência será inserido no local atual.

Dica
As três teclas de atalhos mais questionadas em questões do Windows são Ctrl + X (recor-
tar), Ctrl + C (copiar) e Ctrl + V (colar), que acionam os recursos da Área de Transferência.

As ações realizadas no Windows podem, em sua maioria, ser desfeitas ao acionar o atalho
Ctrl + Z imediatamente após a execução.
Por exemplo, se um item for excluído por engano ao pressionar Del ou Delete, o usuário
pode utilizar Ctrl + Z (Desfazer) para restaurá-lo sem precisar acessar a Lixeira.
Outras ações podem ser repetidas utilizando o atalho Ctrl + Y (Refazer), quando possível.
Para capturar uma imagem de uma janela em exibição, além dos atalhos PrintScreen e Alt
+ PrintScreen, o usuário pode utilizar o recurso Instantâneo, disponível nos aplicativos do
Microsoft Office.
Outra forma de realizar essa captura é por meio da Ferramenta de Captura (Captura e
Esboço), acessível no Windows pelo atalho Windows + Shift + S.
Caso o usuário deseje apenas salvar a imagem capturada, pode utilizar o atalho Windows
+ PrintScreen, que grava a captura automaticamente como um arquivo na pasta “Capturas de
Tela”, dentro da Biblioteca de Imagens.
A área de transferência é um dos principais recursos do Windows, permitindo o uso de
comandos, a realização de ações e o controle das ações que serão desfeitas.

MANIPULAÇÃO DE ARQUIVOS E PASTAS

Ao nomear arquivos e pastas, algumas regras precisam ser conhecidas para que a opera-
ção seja realizada com sucesso.
O Windows não é case sensitive, ou seja, não diferencia letras maiúsculas de minúsculas.
Assim, um arquivo chamado “[Link]” será tratado como igual a “Documento.
DOCX”.
O Windows não permite que dois itens tenham o mesmo nome e a mesma extensão quan-
do armazenados no mesmo local. Além disso, certos caracteres são proibidos na nomeação
de arquivos e pastas, pois são reservados para outras operações no sistema.
Os nomes de arquivos e pastas podem conter qualquer caractere disponível no teclado,
exceto os seguintes:

z / (barra normal: opção);


z | (barra vertical: concatenador de comandos);
z \ (barra invertida: indica um caminho);
z “ (aspas: textos literais);
30
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z < (sinal de menor: direcionador de entrada);
z > (sinal de maior: direcionador de saída);
z ? (interrogação: utilizado em buscas);
z * (asterisco: utilizado em buscas);
z : (dois-pontos: unidade de disco).

Alguns termos reservados não podem ser utilizados como nomes de arquivos ou pastas no
Windows, pois fazem referência a dispositivos de hardware no Prompt de Comando. Entre
eles, estão:

z CON (console, refere-se ao teclado);


z PRN (printer, indica a impressora);
z AUX (auxiliar, usado para comunicação serial).

Por exemplo, para enviar um arquivo de texto diretamente para a impressora via linha de
comando, utiliza-se TYPE [Link] > PRN.
Entre os caracteres proibidos, o asterisco é um dos mais conhecidos. Ele pode ser utilizado
para substituir de zero a N caracteres em pesquisas, tanto no Windows quanto em sites de
busca na internet.
As ações realizadas pelos usuários em relação à manipulação de arquivos e pastas podem
estar condicionadas ao local onde são efetuadas, ou ao local de origem e destino das ações.
Portanto, é importante verificar no enunciado da questão, especialmente no texto associado,
esses detalhes que podem influenciar o resultado da operação.
As operações podem ser realizadas por atalhos de teclado, mouse ou pela combinação de
ambos. As bancas organizadoras costumam abordar ações práticas em suas provas e, fre-
quentemente, utilizam imagens nas questões.

OPERAÇÕES COM TECLADO


Atalhos de teclado Resultado da operação
Ctrl + X e Ctrl + V na mes- Não é possível recortar e colar na mesma pasta. Será exibida uma
ma pasta mensagem de erro
Ctrl + X e Ctrl + V em lo- Recortar (da origem) e colar (no destino). O item será movido
cais diferentes
Ctrl + C e Ctrl + V na mes- Copiar e colar: o item será duplicado. A cópia receberá um sufixo
ma pasta (Cópia) para diferenciar do original
Ctrl + C e Ctrl + V em lo- Copiar (da origem) e colar (no destino). O item será duplicado,
cais diferentes mantendo o nome e extensão
Tecla Delete em um item Deletar, apagar e enviar para a Lixeira do Windows permitem a re-
do disco rígido cuperação do item, desde que ele esteja em um disco rígido local
INFORMÁTICA

interno ou externo conectado à CPU


Tecla Delete em um item Será excluído definitivamente. A Lixeira do Windows não armaze-
do disco removível na itens de unidades removíveis (pen drive), ópticas ou unidades
remotas
Shift + Delete Independentemente do local onde estiver o item, ele será excluído
definitivamente
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OPERAÇÕES COM TECLADO
Atalhos de teclado Resultado da operação
F2 Renomear. Trocar o nome e a extensão do item. Se houver outro
item com o mesmo nome no mesmo local, um sufixo numérico
será adicionado para diferenciar os itens. Não é permitido reno-
mear um item que esteja aberto na memória do computador

Lixeira

Um dos itens mais questionados em concursos públicos é a Lixeira do Windows. Ela arma-
zena os itens que foram excluídos de discos rígidos locais, internos ou externos conectados
à CPU.
Ao pressionar o atalho de teclado Ctrl + D ou a tecla Delete (Del), o item é removido do
local original e armazenado na Lixeira.
Quando o item está na Lixeira, o usuário pode selecionar a opção Restaurar para retor-
ná-lo ao local original. Caso esse local tenha sido removido (incluindo pastas e subpastas), a
Lixeira recupera o caminho e restaura o item
Os itens armazenados na Lixeira podem ser excluídos definitivamente ao selecionar a
opção “Esvaziar Lixeira” no menu de contexto ou na faixa de opções da Lixeira.
Quando acionamos o atalho de teclado Shift + Delete, o item será excluído definitivamen-
te. No Windows, itens excluídos definitivamente ou apagados após esvaziar a Lixeira não
poderão ser recuperados.
Embora existam programas de terceiros capazes de restaurar arquivos excluídos, esse pro-
cedimento não é considerado em concursos, que seguem a configuração padrão do sistema.
Os itens que estão na Lixeira podem ser arrastados com o mouse para fora dela, restauran-
do o item para o local onde o usuário liberar o botão do mouse.

OPERAÇÕES COM MOUSE


Ação do usuário Resultado da operação
Clique simples no botão principal Selecionar o item
Clique simples no botão secundário Exibir o menu de contexto do item
Duplo clique Executar o item, caso seja executável
Abrir o item, caso seja editável, com o progra-
ma padrão que está associado
Nos programas do computador, poderá abrir
um item por meio da opção correspondente
Duplo clique pausado Renomear o item. Caso já exista outro com
o mesmo nome no mesmo local, o Win-
dows sugerirá um sufixo numérico para
diferenciá-lo
Arrastar com o botão principal pressionado e O item será movido
soltar na mesma unidade de disco
Arrastar com o botão principal pressionado e O item será copiado
soltar em outra unidade de disco

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OPERAÇÕES COM MOUSE
Arrastar com o botão secundário do mouse Exibe o menu de contexto, podendo “Copiar
pressionado e soltar na mesma unidade aqui” (no local onde soltar)
Arrastar com o botão secundário do mouse Exibe o menu de contexto, podendo “Copiar
pressionado e soltar em outra unidade de disco aqui” (no local onde soltar) ou “Mover aqui”

Atenção! Ao arrastar um item dentro da mesma unidade, ele será movido. Se for arrasta-
do entre unidades diferentes, será copiado.

OPERAÇÕES COM TECLADO E MOUSE


Ação do usuário Resultado da operação
Arrastar um item com o botão princi- O item será copiado quando a tecla Ctrl for liberada,
pal do mouse pressionado enquanto independentemente da origem ou do destino da ação
mantém a tecla Ctrl pressionada
Arrastar um item com o botão princi- O item será movido quando a tecla Shift for liberada,
pal do mouse pressionado enquanto independentemente da origem ou do destino da ação
mantém a tecla Shift pressionada
Arrastar um item com o botão princi- Será criado um atalho para o item, independentemente
pal do mouse pressionado enquanto da origem ou do destino da ação
mantém a tecla Alt pressionada (ou
Ctrl+Shift)
Clicar em itens com o botão princi- Seleção individual de itens
pal enquanto mantém a tecla Ctrl
pressionada
Clicar em itens com o botão princi- Seleção de vários itens. O primeiro item clicado será o
pal enquanto mantém a tecla Shift início, e o último será o final, de uma região contínua de
pressionada seleção

Extensões de Arquivos

O Windows utiliza ícones para representar arquivos conforme sua extensão, que define o
tipo de informação armazenada. Ao salvar um arquivo, o sistema atribui uma extensão com
base no programa que o criou.
É possível alterar a extensão de um arquivo, porém, isso pode comprometer seu acesso,
pois o Windows pode deixar de reconhecê-lo corretamente, já que ele não estará mais asso-
ciado ao programa padrão correspondente.
Atenção! Existem arquivos sem extensão, como alguns itens do sistema operacional. A
extensão é opcional e serve para associar o arquivo a um programa para visualização ou
edição.
INFORMÁTICA

Se um arquivo não possuir extensão, o usuário não conseguirá executá-lo, pois, geralmen-
te, trata-se de um conteúdo interno do sistema, que não deve ser manipulado.
Na tabela a seguir, confira algumas das extensões e ícones mais comuns em provas de
concursos.

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EXTENSÃO ÍCONE FORMATO
Adobe Acrobat: O PDF (Portable Document Format) é um formato
PDF de documento portátil que pode ser criado e editado por aplicati-
vos do Microsoft Office e visualizado em várias plataformas

Documento de textos do Microsoft Word: arquivos de texto com


DOCX
formatação que podem ser editados pelo LibreOffice Writer

Pasta de trabalho do Microsoft Excel: planilhas de cálculos que


XLSX
podem ser editadas pelo LibreOffice Calc

Apresentação de slides do Microsoft PowerPoint: pode ser edita-


PPTX
da pelo LibreOffice Impress

Texto sem formatação: formato padrão do acessório Bloco de


TXT
Notas. Poderá ser aberto por diversos programas do computador

Rich Text Format: formato de texto rico, padrão do acessório Wor-


RTF dPad, que permite alguma formatação, como, por exemplo, esti-
los de fontes

MP4, AVI, Formato de vídeo: quando o Windows efetua a leitura do conteú-


MPG do, exibe no ícone a miniatura do primeiro quadro

Formato de áudio: o Gravador de Som pode gravar o áudio, en-


MP3 quanto o Windows Media Player e o Groove Music podem repro-
duzir o som

BMP, GIF, Formato de imagem: quando o Windows efetua a leitura do con-


JPG, PCX, teúdo, exibe no ícone a miniatura da imagem. No Windows, o
PNG, TIF acessório Paint visualiza e edita os arquivos de imagens

Formato ZIP: padrão do Windows para arquivos compactados.


ZIP Não necessita de programas adicionais, como o formato RAR,
que exige o WinRAR

Biblioteca de ligação dinâmica do Windows: arquivo que contém


DLL informações compartilhadas por vários programas, como uma
caixa de diálogo

EXE, COM, Arquivos executáveis: não necessitam de outros programas para


BAT serem executados

Uma das extensões menos conhecidas, mas frequentemente questionadas, é a RTF (Rich
Text Format). Criada pela Microsoft, essa extensão foi uma tentativa de estabelecer um padrão
de documento de texto com alguma formatação para múltiplas plataformas.
O formato RTF pode ser aberto e editado por editores de texto, como Microsoft Word e
LibreOffice Writer, além de ser o padrão do acessório WordPad no Windows.

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Se o usuário desejar, pode acessar Configurações (atalho Windows + I) e modificar o pro-
grama padrão. Ao alterar essa configuração, o arquivo passará a ser visualizado e editado
pelo programa escolhido.
As Configurações do Windows e dos programas instalados estão armazenadas no Registro
do Windows. O arquivo do registro pode ser editado por meio do comando [Link], aces-
sado na caixa de diálogo “Executar” (Win + R).
Entretanto, não é recomendado alterar suas hives (chaves de registro) sem o devido conhe-
cimento, pois modificações incorretas podem inutilizar o sistema operacional.
No Windows, Configurações substituiu o Painel de Controle, trazendo uma organização
mais simples e intuitiva para os ajustes do sistema.
Por meio desse recurso, o usuário pode instalar e desinstalar programas e dispositivos,
configurar o Windows e acessar outros recursos administrativos.
Utilizando o ícone Rede e Internet no Windows (acessado por Configurações, na lista exibi-
da pelo botão Iniciar), é possível configurar diversas opções de conectividade, como:

z VPN;
z Wi-Fi;
z Modo avião;
z Status da rede;
z Ethernet;
z Conexão discada;
z Hotspot móvel;
z Uso de dados;
z Proxy.

O Modo Avião é uma configuração comum em smartphones e tablets que permite desati-
var, de maneira rápida, a comunicação sem fio do aparelho, incluindo Wi‑Fi, Bluetooth, ban-
da larga móvel, GPS, GNSS, NFC e todos os demais tipos de uso da rede sem fio.
No Explorador de Arquivos do Windows, ao exibir os detalhes dos arquivos, é possível
visualizar informações, como, por exemplo, a data de modificação e o tamanho de cada
arquivo.

INFORMÁTICA

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Modos de Exibição do Windows

z — ícones extragrandes com nome e extensão;

z — ícones grandes com nome e extensão);

z — ícones médios com nome e extensão, organizados da esquerda


para a direita;

z — ícones pequenos com nome e extensão, organizados da esquer-


da para a direita;

z — ícones pequenos com nome e extensão, organizados de cima


para baixo;

z — ícones pequenos com nome, data de modificação, tipo e tamanho;

z — ícones médios com nome, tipo e tamanho, organizados da


esquerda para a direita;

z — ícones médios com nome, autores, data de modificação, mar-


cas e tamanho.

Atenção! Os modos de exibição do Windows são frequentemente cobrados em concursos.


Se você tem um computador com Windows 11, experimente visualizar os diferentes modos
de exibição no Explorador de Arquivos. Praticar diretamente no computador ajuda na memo-
rização dos recursos e facilita a compreensão das questões.

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z 1. Barra de menus: apresenta os menus com os respectivos serviços que podem ser exe-
cutados no aplicativo;
z 2. Barra ou linha de título: exibe o nome do arquivo e o nome do aplicativo que está sen-
do executado na janela. Também permite mover a janela quando não está maximizada.
Para isso, basta clicar e segurar na barra de título, arrastar para a posição desejada e soltar
o clique;
z 3. Botão minimizar: reduz uma janela de documento ou aplicativo para um ícone. Para
restaurar a janela para seu tamanho e posição anteriores, clique nesse botão ou clique
duas vezes na barra de títulos;
z 4. Botão maximizar: aumenta uma janela de documento ou aplicativo para preencher a
tela. Para restaurar a janela para seu tamanho e posição anteriores, clique nesse botão ou
clique duas vezes na barra de títulos;
z 5. Botão fechar: encerra o aplicativo ou o documento. Se houver alterações não salvas, o
sistema solicitará que sejam salvas antes de fechar. Alguns aplicativos, como navegadores
de internet, têm guias ou abas com controles próprios para fechá-las. O atalho de teclado
Alt + F4 fecha o aplicativo ou a janela, enquanto o Ctrl + F4 fecha apenas a guia ou aba
atual.
z 6. Barras de rolagem: são as barras sombreadas localizadas no lado direito (e, em alguns
casos, na parte inferior) de uma janela de documento. Para navegar pelo conteúdo, basta
arrastar a caixa ou clicar nas setas da barra de rolagem.

USO DOS MENUS

No Windows, tanto pelo Explorador de Arquivos quanto pelo Menu Iniciar, encontramos
as opções para gerenciamento de arquivos, pastas e configurações.
O Windows disponibiliza listas de atalho, um recurso que permite acesso rápido a sítios,
INFORMÁTICA

músicas, documentos ou fotos. O conteúdo dessas listas está diretamente relacionado ao pro-
grama ao qual estão associadas.
No Explorador de Arquivos do Windows, os menus tradicionais foram substituídos por
guias, de forma semelhante ao Microsoft Office. Ao pressionar a tecla Alt, o cursor será posi-
cionado no primeiro item do menu.

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O botão direito do mouse exibe uma janela pop-up chamada “Menu de Contexto”. O con-
teúdo desse menu varia conforme o local clicado, apresentando opções específicas para cada
situação.
As opções exibidas no Menu de Contexto contêm as ações permitidas para o item clicado
naquele local.
Por meio do Menu de Contexto da Área de Trabalho, podemos criar pasta (Ctrl + Shift + N),
atalhos ou novos arquivos, como, por exemplo:

z imagem de bitmap (BMP Paint);


z documento do Microsoft Word (DOCX Microsoft Word);
z formato Rich Text (RTF WordPad);
z documento de texto (TXT Bloco de Notas);
z planilha do Microsoft Excel (XLSX Microsoft Excel);
z pasta compactada (extensão ZIP).

Cada item (pasta ou arquivo) armazena diversas informações sobre si mesmo. Esses deta-
lhes podem ser consultados na opção “Propriedades”, acessível pelo menu de contexto, exibi-
do ao clicar com o botão direito do mouse sobre o item.

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Ao clicar com o botão direito sobre o ícone da Lixeira, o menu de contexto será exibido. Ao
selecionar “Esvaziar Lixeira”, todos os itens armazenados serão removidos definitivamente.
No Windows, uma vez esvaziada a Lixeira, não há meio nativo de recuperar os arquivos.

PROGRAMAS E APLICATIVOS

Os programas associados ao Windows podem ser classificados em:

z componentes do sistema operacional;


z aplicativos e acessórios;
z ferramentas de manutenção e segurança.
z apps — aplicativos disponíveis na Loja (Windows Store) para instalação no computador
do usuário.

Dica
Os acessórios do Windows são aplicativos nativos do sistema operacional, disponíveis
para uso mesmo na ausência de outros programas instalados no computador. Eles ofere-
cem recursos básicos para anotações, edição de imagens e edição de textos.

Na primeira categoria, encontramos Configurações (antigo Painel de Controle), utilizado


para ajustar software (programas) e hardware (dispositivos). Esse recurso permite alterar o
comportamento do sistema operacional, personalizando a experiência no Windows 7.
No Windows 10 e versões superiores, o Painel de Controle foi renomeado para Configura-
ções e pode ser acessado pelos seguintes atalhos:

z Windows + X (menu de contexto);


z Windows + I (acesso direto).

INFORMÁTICA

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Na segunda categoria, temos programas que realizam atividades e outros que produzem
mais arquivos. Um exemplo é a Calculadora, um acessório do Windows que, além das fun-
ções básicas, inclui novas funcionalidades em relação às versões anteriores, como cálculo de
datas e conversão de medidas.
Outros acessórios do Windows incluem:

z WordPad: para edição de documentos com alguma formatação;


z Bloco de Notas: para edição de arquivos de texto simples;
z MSPaint: para edição de imagens; e
z Visualizador de Imagens: permite visualizar imagens e abrir o editor correspondente.

Por fim, temos as ferramentas do sistema, que auxiliam na manutenção e otimização do


Windows:

z Desfragmentar e Otimizar Unidades (antigo Desfragmentador de Disco): organiza clusters;


z Verificação de Erros: procura por erros de alocação;
z Backup do Windows: realiza cópias de segurança dos dados do usuário;
z Limpeza de Disco: libera espaço no disco ao remover arquivos desnecessários.

No menu Iniciar, em Ferramentas Administrativas do Windows, encontraremos os outros


programas, como, por exemplo: Agendador de Tarefas, Gerenciamento do Computador, Lim-
peza de Disco etc.
Na parte de segurança, encontramos o Firewall do Windows, um filtro que controla as
portas TCP do computador, autorizando ou bloqueando o acesso à rede de computadores e
conexões externas ao sistema.

RECURSOS APRIMORADOS NO WINDOWS 11

Além das novas funcionalidades e atalhos de teclado, recursos nativos do Windows foram
aprimorados em sua nova versão. Conheça alguns desses aprimoramentos:

z Pesquisa Universal: ferramenta de pesquisa integrada que permite pesquisar arquivos,


aplicativos e conteúdo da web diretamente do menu Iniciar. É possível acessar a Pesquisa
Universal clicando no ícone da lupa na barra de tarefas ou pressionando as teclas Windo-
ws + S. Também pode ser utilizada para pesquisar configurações do sistema, como opções
de energia e gerenciamento de dispositivos. Além disso, exibe resultados em tempo real à
medida que o usuário digita, facilitando a localização rápida do que está sendo procurado;
z Recursos de acessibilidade: permite navegação por reconhecimento de voz, uso de legen-
40 das ao vivo e leitura de tela com o Narrador, que utiliza uma voz natural e humana;
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z Fácil configuração e personalização: possibilita personalizar o tema da Área de Traba-
lho, cores, textos, tela de fundo e espaços de trabalho;
z Desempenho e segurança: oferece camadas adicionais de proteção para garantir a segu-
rança de aplicativos, informações e privacidade;
z Segurança do Microsoft Edge: navegador padrão do Windows, baseado em um núcleo
modificado do Google Chromium, que oferece controle de dados e proteção contra softwa-
res maliciosos. Além disso, pode verificar na internet se suas senhas foram comprometidas;
z Sincronizar seu computador e seu telefone: no passado, o Windows oferecia sincroniza-
ção apenas com o Windows Phone. No Windows 11, ele oferece integração com o iPhone
e Android;
z Aplicativos via Loja Microsoft: os acessórios do Windows, que na versão 1.0 eram dis-
ponibilizados nativamente com o sistema, foram migrados para a Loja Microsoft. Agora, o
usuário pode baixar e instalar os aplicativos desejados diretamente no Windows 11.

REQUISITOS DO SISTEMA WINDOWS 11

z Processador: 1 GHz (gigahertz) ou mais rápido, com dois ou mais núcleos de 64 bits;
z Memória RAM: 4 GB (gigabytes);
z Armazenamento: 64 GB ou mais de armazenamento de massa;
z Firmware do sistema: UEFI (Unified Extensible Firmware Interface), compatível com Inicia-
lização Segura.

Inicialização Segura é um recurso de segurança importante projetado para impedir o car-


regamento de software mal-intencionado quando o computador é iniciado (inicializado).
(Microsoft)

z TPM (Trusted Platform Module): versão 2.0.

O TPM 2.0 é necessário para executar Windows 11, como um importante bloco de constru-
ção para recursos relacionados à segurança. O TPM 2.0 é usado em Windows 11 para vários
recursos, incluindo Windows Hello para proteção de identidade e BitLocker para proteção de
dados.(MICROSOFT, n/d);

z Placa gráfica: tem compatibilidade com DirectX 12 ou posterior;


z Tela: com alta definição (720p) e mais de nove polegadas no sentido diagonal, 8 bits por
canal de cor;
z Conexão com a internet e conta Microsoft: todas as versões do Windows 11 exigem acesso
à internet para atualizações, downloads e uso de determinados recursos. Além disso, uma
conta Microsoft é necessária para acessar algumas funcionalidades do sistema.
INFORMÁTICA

Ao clicar duas vezes em um arquivo, como uma imagem ou documento, ele será aberto no
programa padrão definido para esse tipo de arquivo no Windows.
Caso prefira utilizar outro programa, é possível defini-lo como padrão acessando: Configu-
rações > Sistema > Aplicativos Padrão.

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O Bloco de Notas ([Link]) é um acessório do Windows para edição de arquivos
de texto sem formatação, com extensão TXT.

O WordPad ([Link]) é um acessório do Windows para edição de arquivos


de texto com alguma formatação, com extensão RTF e DOCX. Ele se assemelha ao Microsoft
Word, com recursos simplificados.
O WordPad parou de ser atualizado e não será disponibilizado nas próximas versões do
Windows.

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O Paint ([Link]) é o acessório do Windows para edição de imagens BMP, GIF,
JPG, PNG e TIF.

O Prompt de Comandos ([Link]) é utilizado para digitar comandos em um termi-


nal de comandos.

O Microsoft Edge é o navegador de internet padrão do Windows. Podemos usar outros


navegadores, como o Internet Explorer 11, Mozilla Firefox, Google Chrome, Apple Safari,
Opera Browser etc.
O Windows Update é o recurso do Windows responsável por verificar e instalar atualiza-
INFORMÁTICA

ções, mantendo o sistema sempre atualizado.


Ele pode ser acessado em Configurações (atalho Windows + I) na seção “Windows Update”.

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INTERAÇÃO COM O CONJUNTO DE APLICATIVOS MS-OFFICE

A interação com os aplicativos do Microsoft Office 2016 ocorre entre o sistema operacional
Windows e os programas componentes do pacote Microsoft Office.
Os programas componentes do Microsoft Office são, entre outros softwares:

z Microsoft Word: editor de textos;


z Microsoft Excel: editor de planilhas eletrônicas de cálculos;
z Microsoft PowerPoint: editor de apresentações de slides;
z Microsoft Outlook: cliente de correio eletrônico.

Arquivos de textos poderão ser editados por:

z Acessório Bloco de Notas (extensão TXT, texto sem formatação);


z WordPad (para RTF, DOC, DOCX e ODT);
z LibreOffice Writer (editor de textos do pacote LibreOffice, extensões ODF e ODT);
z Google Documentos (editor de textos do Google Workspace);
z Microsoft Word.

Os documentos de texto produzidos pelo Microsoft Word têm a extensão DOCX, enquanto
os documentos de texto habilitados para macros têm a extensão DOCM.
Macros são pequenos programas desenvolvidos em Visual Basic for Applications (VBA)
dentro dos documentos, planilhas e apresentações do Microsoft Office. Elas são criadas para
automatizar tarefas, facilitando e agilizando processos dentro do arquivo.
Um modelo de documento é um arquivo utilizado para criar novos documentos com uma
formatação preestabelecida. Sua extensão é DOTX.
Um modelo de documento habilitado para macros contém, além da formatação básica
para criação de outros documentos, comandos programados para automatização de tarefas.

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O Microsoft Word utiliza o arquivo [Link] como modelo para novos documentos
em branco. A extensão é DOTM.
Arquivos no formato PDF podem ser salvos diretamente no Microsoft Word e editados
pela funcionalidade RefusePDF. Para editar um PDF, basta abri-lo no Word, fazer as modifica-
ções desejadas e, ao finalizar, salvá-lo no formato DOCX ou PDF.
Arquivos de planilhas de cálculos poderão ser editados pelo LibreOffice Calc, Google Pla-
nilhas ou Microsoft Excel.

z XLSX: extensão das pastas de trabalho do Microsoft Excel;


z XLSM: extensão das pastas de trabalho habilitadas para macros;
z XLTX: extensão das pastas de trabalho do tipo modelo;
z XLTM: extensão das pastas de trabalho do tipo modelo habilitadas para macros.

O arquivo do Excel que contém os dados de uma planilha não salva, permitindo sua recu-
peração, possui a extensão XLSB (formato binário).
O arquivo com extensão CSV (Comma Separated Values) contém textos separados por vír-
gula, que podem ser importados pelo Excel, utilizados em mala direta do Word, incorporados
a um banco de dados etc.
Arquivos de apresentações de slides poderão ser editados pelo LibreOffice Impress, Goo-
gle Apresentações ou Microsoft PowerPoint.

z Apresentações de slides editáveis têm a extensão PPTX;


z Apresentações de slides executáveis têm a extensão PPSX;
z Modelos de apresentações de slides habilitados para macros têm a extensão POTM;

As apresentações de slides podem ser salvas em diferentes formatos, como:

z imagem (slide por slide);


z vídeo (MP4);
z arquivo portável (PDF).

As imagens são reconhecidas pelo pacote Office, permitindo sua inserção como objetos
gráficos para formatação, alinhamento, posicionamento e até ajustes avançados, como corte,
tons, brilho e contraste.
A Área de Transferência do Windows facilita a interação entre os aplicativos do MS Office.
Ao copiar um conteúdo do Word, é possível colar no Excel usando a opção Colar Especial nos
seguintes formatos:

z Objeto Documento do Microsoft Word;


INFORMÁTICA

z Imagem (Metarquivo Avançado);


z HTML;
z Texto Unicode;
z Texto;
z Hiperlink.

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Se copiarmos do Word para o PowerPoint, podemos optar pelos formatos listados a seguir.

z Formato HTML;
z Objeto Documento do Microsoft Word;
z Imagem (Metarquivo Avançado);
z Imagem (Metarquivo do Windows);
z Texto formatado (RTF); ou
z Texto não formatado.

Se a origem for o Excel e o destino o Word, as opções de formatos no Colar Especial são:

z Pasta de Trabalho do Microsoft Excel — Objeto;


z Texto formatado (RTF);
z Texto não formatado;
z Bitmap;
z Imagem (Metarquivo Avançado);
z Formato HTML;
z Texto Unicode sem formatação.

Se a origem for o Excel e o destino o PowerPoint, as opções de formatos no Colar Especial


são:

z Pasta de Trabalho do Microsoft Excel — Objeto;


z Texto formatado (RTF);
z Texto não formatado;
z Bitmap;
z Bitmap independente do dispositivo;
z Imagem (Metarquivo Avançado);
z Formato HTML;
z Texto Unicode sem formatação.

Atalhos de Teclado — Windows

Os atalhos de teclado do Windows têm origem em termos em inglês. Como são atalhos do
sistema operacional, eles são válidos para os programas em execução no Windows.

ATALHO AÇÃO
Alt + Esc Alterna para o próximo aplicativo em execução
Alt + Tab Exibe a lista dos aplicativos em execução
Backspace Volta para a pasta anterior que estava sendo exibida no Explorador de
Arquivos
Ctrl + A Seleciona tudo
Ctrl + C Copia o item (os itens) para a Área de Transferência
Ctrl + Esc Botão Início
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ATALHO AÇÃO
Ctrl + E / Ctrl Pesquisar
+F
Ctrl + Shift + Gerenciador de Tarefas
Esc
Ctrl + V Cola o item (ou os itens) da Área de Transferência no local do cursor
Ctrl + X Move o item (ou os itens) para a Área de Transferência
Ctrl + Y Refaz a última ação
Ctrl + Z Desfaz a última ação. Se um arquivo foi renomeado, ele retorna ao nome ori-
ginal. Se um arquivo foi apagado, ele é restaurado para o local onde estava
antes da exclusão
Del Move o item para a Lixeira do Windows
F1 Exibe a ajuda
F11 Tela inteira
F2 Renomear
• dois arquivos com mesmo nome e mesma extensão não podem estar na
mesma pasta
• caso já exista outro arquivo com o mesmo nome, o Windows espera
confirmação
• símbolos especiais não podem ser usados, como / | \ ? * “ < > :
F3 • Pesquisar, quando acionado no Explorador de Arquivos
• Win + S, fora dele
F5 Atualiza
Shift+Del Exclui definitivamente, sem armazenar na Lixeira

ATALHO DE
AÇÃO
TECLADO
Windows + C Inicia o Microsoft Teams (Conversar). No Windows 10, era Microsoft Cor-
tana, uma assistente virtual que foi substituída pela inteligência artificial
CoPilot
Windows + Shift Inicia o menu de botões
+C
Windows + Ctrl + C Ativa filtros coloridos
Windows + E Explorador de Arquivos
Windows + J Define o foco em uma dica do Windows
Windows + N Abre a área de Notificações
Windows + O Bloqueia a orientação do dispositivo
INFORMÁTICA

Windows + Shift Inicia a Assistência Rápida


+Q
Windows + Alt + R Grava vídeo da janela de um jogo em modo foco
Windows + W Inicia o Widgets. No Windows 10, tratava-se do Whiteboard
Windows + Y Alterna entre o Windows Mixed Reality e a Área de Trabalho
Windows + Z Abre o menu de contexto do aplicativo
47
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Atalhos de Teclado a Partir da Barra de Tarefas

ATALHO DE
AÇÃO
TECLADO
Windows Menu Iniciar
Windows + S Pesquisar (Search)
Windows + T Barra de Tarefas (Task Bar)
Windows + 1 Primeiro aplicativo da Barra de Tarefas
Windows + 2 Segundo aplicativo da Barra de Tarefas
Windows + 3, 4, 5, Demais aplicativos da Barra de Tarefas, respectivamente
etc.
Windows + B Área de notificação (Notification Bar)
Windows + A Central de ações (Action Center)
Windows + D Mostra a área de trabalho (desktop)
Windows + M Mostra a área de trabalho (minimiza todas as janelas e visualiza a área
de trabalho)

UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DE TEXTO, PLANILHA E


APRESENTAÇÃO DO PACOTE MICROSOFT OFFICE – VERSÃO 365 (EM
PORTUGUÊS)

WORD

Estrutura Básica dos Documentos

Os documentos produzidos com o editor de textos Microsoft Word têm a seguinte estrutu-
ra básica:

z documentos — arquivos DOCX criados pelo Microsoft Word 2007 e superiores. Os docu-
mentos são arquivos editáveis pelo usuário, que podem ser compartilhados com outros
usuários para edição colaborativa;
z os modelos (template), com extensão DOTX, contêm formatações que serão aplicadas
aos novos documentos criados a partir deles. O modelo é usado para a padronização de
documentos;
z o modelo padrão do Word é [Link] (Document Template Macros — modelo de
documento com macros). As macros são códigos desenvolvidos em Visual Basic for Appli-
cations (VBA) para a automatização de tarefas.
z páginas — unidades de organização do texto, segundo a orientação, o tamanho do papel e
as margens. As principais definições estão na guia “Layout”, mas você também encontrará
algumas definições na guia “Design”;
z seção — divisão de formatação do documento em que cada parte tem a sua configura-
ção. Sempre que forem usadas configurações diferentes, como margens, colunas, tamanho
48
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da página, orientação, cabeçalhos, numeração de páginas, entre outras, as seções serão
usadas;
z parágrafos — formados por palavras e marcas de formatação. Finalizados com Enter, con-
têm formatação independente do parágrafo anterior e do parágrafo seguinte;
z linhas — sequência de palavras que pode ser um parágrafo, ocupando uma linha de tex-
to. Se for finalizada com “Quebra de Linha”, a configuração atual permanece na próxima
linha;
z palavras — formadas por letras, números, símbolos, caracteres de formatação etc.

Os arquivos produzidos nas versões anteriores do Word são abertos e editados nas versões
atuais. Arquivos de formato DOC são abertos em “Modo de Compatibilidade”, com alguns
recursos suspensos. Para usar todos os recursos da versão atual, você deverá “Salvar como”
(tecla de atalho F12) no formato DOCX.
Os arquivos produzidos no formato DOCX poderão ser editados pelas versões antigas do
Office, desde que se instale um pacote de compatibilidade, disponível para download no site
da Microsoft.
Os arquivos produzidos pelo Microsoft Office podem ser gravados no formato PDF. O
Microsoft Word, desde a versão 2013, conta com o recurso “Refuse PDF”, que permite editar
um arquivo PDF como se fosse um documento do Word.
O Microsoft Word pode gravar o documento no formato ODT, do LibreOffice, assim como
é capaz de editar documentos produzidos no outro pacote de aplicativos.
Durante a edição de um documento, o Microsoft Word:

z faz a gravação automática dos dados editados enquanto o arquivo não tem um nome ou
local de armazenamento definidos. Depois, se necessário, o usuário poderá “Recuperar
documentos não salvos”;
z faz a gravação automática de autorrecuperação dos arquivos em edição que tenham nome
e local definidos, permitindo recuperar as alterações que não tenham sido salvas;
z as versões do Office 365 oferecem o recurso de “Salvamento automático”, associado à con-
ta Microsoft, para armazenamento na nuvem Microsoft OneDrive. Como na versão on-li-
ne, a cada alteração o salvamento será realizado.

O formato de documento RTF (Rich Text Format) é padrão do acessório do Windows cha-
mado WordPad, e, por ser portável, também poderá ser editado pelo Microsoft Word.
Em questões sobre pacotes de aplicativos nas provas elaboradas por algumas bancas,
extensões de arquivos são amplamente questionadas.
Ao iniciar a edição de um documento, o modo de exibição selecionado na guia Exibir
é “Layout de Impressão”. O documento será mostrado na tela da mesma forma que será
impresso no papel.
INFORMÁTICA

O Modo de Leitura permite visualizar o documento sem outras distrações, como a Faixa
de Opções com os ícones. Nesse modo, parecido com Tela Inteira, a barra de título continua
sendo exibida.
O modo de exibição “Layout da Web” é usado para visualizar o documento como ele seria
exibido se estivesse publicado na internet como página web.
Em “Estrutura de Tópicos”, apenas os estilos de títulos serão mostrados, auxiliando na
organização dos blocos de conteúdo. 49
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O modo “Rascunho”, que antes era modo “Normal”, exibe o conteúdo de texto do docu-
mento sem os elementos gráficos (imagens, cabeçalho, rodapé) existentes nele.
Os modos de exibição estão na guia “Exibir”, que faz parte da Faixa de Opções. Ela é o prin-
cipal elemento da interface do Microsoft Office.

Acesso Rápido Guia Atual Item com Listagem Guias ou Abas

Caixa de Diálogo do Grupo Grupo Ícone com Opções

Faixa de opções do Microsoft Word.

Para mostrar ou ocultar a Faixa de Opções, o atalho de teclado Ctrl + F1 poderá ser aciona-
do. Na versão 2007, ela era fixa e não podia ser ocultada. Atualmente, ela pode ser recolhida
ou exibida, de acordo com a preferência do usuário.
A Faixa de Opções contém guias, que organizam os ícones em grupos.

GUIA GRUPO ITEM ÍCONE

Recortar

Copiar
Área de Transferência
Colar

Página Inicial Pincel de Formatação


Nome da fonte Calibri (Corp
Tamanho da fonte
Fonte
Aumentar fonte

Diminuir fonte

50
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GUIA GRUPO ITEM ÍCONE

Folha de Rosto

Páginas Página em Branco

Quebra de Página

Inserir Tabelas Tabela

Imagem

Ilustrações Imagens Online

Formas

Importante!
Algumas bancas organizadoras não costumam utilizar imagens em suas provas. Elas prio-
rizam o conhecimento do candidato acerca dos conceitos dos softwares. Já outras ban-
cas priorizam o conhecimento do candidato acerca do uso dos recursos para a produção
de arquivos (parte prática dos programas).

As guias têm uma organização lógica, sequencial, das tarefas que serão realizadas no
documento, desde o início até a visualização do resultado final.

BOTÃO/GUIA DICA
Comandos para o documento atual. Salvar, Salvar como, Imprimir, Salvar e
Arquivo
enviar
Tarefas iniciais. O início do documento, acesso à Área de Transferência,
Página Inicial
formatação de fontes, parágrafos. Formatação do conteúdo da página
Tarefas secundárias. Adicionar um objeto que ainda não existe no documen-
Inserir
to. Tabela, Ilustrações, Instantâneos
Layout da Configuração da página. Formatação global do documento, formatação da
Página página
Design Reúne formatação da página e plano de fundo
Referências Índices e acessórios. Notas de rodapé, notas de fim, índices, sumários etc.
Correspondên- Mala direta. Cartas, envelopes, etiquetas, e-mails e diretório de contatos
cias
INFORMÁTICA

Correção do documento. Ortografia e gramática, idioma, controle de altera-


Revisão
ções, comentários, comparar, proteger etc.
Exibir Visualização. Podemos ver o resultado de nosso trabalho

51
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Edição e Formatação de Textos

A edição e formatação de textos consiste em aplicar estilos, efeitos e temas tanto nas fontes
como nos parágrafos e nas páginas.
Os estilos fornecem configurações padronizadas para serem aplicadas aos parágrafos.
Essas formatações envolvem as definições de fontes e parágrafos, sendo úteis para a criação
dos índices ao final da edição do documento. Os índices são gerenciados através das opções
da guia Referências.
No Microsoft Word, estão disponíveis na guia Página Inicial, e, no LibreOffice Writer, no
menu Estilos.
Com a ferramenta Pincel de Formatação, o usuário poderá copiar a formatação de um
local e aplicar em outro local no mesmo documento ou em outro arquivo aberto. Para usar
a ferramenta, selecione o “modelo de formatação no texto”, clique no ícone da guia Página
Inicial e clique no local onde deseja aplicar a formatação.
O conteúdo não será copiado, somente a formatação.
Se efetuar duplo clique no ícone, você poderá aplicar a formatação em vários locais até
pressionar a tecla Esc ou iniciar uma digitação.

Seleção

Através do teclado e do mouse, como no sistema operacional, podemos selecionar pala-


vras, linhas, parágrafos e até o documento inteiro.

MOUSE TECLADO AÇÃO SELEÇÃO


– Ctrl + T Selecionar tudo Seleciona o documento
Botão principal – Um clique na palavra Posiciona o cursor
Botão principal – Dois cliques na palavra Seleciona a palavra
Botão principal – Três cliques na palavra Seleciona o parágrafo
Botão principal – Um clique na margem Seleciona a linha
Botão principal – Dois cliques na margem Seleciona o parágrafo
Botão principal – 3 cliques na margem Seleciona o documento
Seleciona até o início da
– Shift + Home Selecionar até o início
linha
Seleciona até o final da
– Shift + End Selecionar até o final
linha
Seleciona até o início
– Ctrl + Shift + Home Selecionar até o início
do documento
Seleciona até o final do
– Ctrl + Shift + End Selecionar até o final
documento
Botão principal Ctrl Seleção individual Palavra por palavra
Seleção de um ponto
Botão principal Shift Seleção-Bloco
até outro local

52
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MOUSE TECLADO AÇÃO SELEÇÃO
Botão principal
Ctrl + Alt Seleção-Bloco Seleção vertical
pressionado
Botão principal Seleção vertical, inician-
Alt Seleção-Bloco
pressionado do no local do cursor

Teclas de atalhos e seleção com mouse são importantes tanto nos concursos como no dia
a dia. Experimente praticar no computador. No Microsoft Word, se você digitar =rand(10,30)
no início de um documento em branco, ele criará um texto “aleatório” com 10 parágrafos de
30 frases em cada um. Agora, você pode praticar à vontade.

Edição e Formatação de Fontes

As fontes são arquivos True Type Font (.TTF) gravadas na pasta Fontes do Windows. Elas
aparecem para todos os programas do computador.
Nomes de fontes como Calibri (fonte-padrão do Word 2019), Arial, Times New Roman,
Courier New e Verdana são os mais comuns. Atalho de teclado para formatar a fonte: Ctrl +
Shift + F.
A caixa de diálogo Formatar Fonte poderá ser acionada com o atalho Ctrl + D.
Ao lado, um número indica o tamanho da fonte: 8, 9, 10, 11, 12, 14 e assim sucessivamente.
Se quiser, digite o valor específico para o tamanho da letra.
Atalhos de teclado: pressione Ctrl + Shift + P para mudar o tamanho da fonte pelo atalho.
Diretamente pelo teclado, pressione Ctrl + Shift + < para diminuir a fonte e Ctrl + Shift + > para
aumentar o tamanho da fonte.
Estilos são formatos que modificam a aparência do texto, como negrito (atalho Ctrl + N),
itálico (atalho Ctrl + I) e sublinhado (atalho Ctrl + S).
Já os efeitos modificam a fonte em si, como texto tachado (risco simples sobre as palavras),
subscrito (como na fórmula H2O — atalho Ctrl + igual) e sobrescrito (como em km2 — atalho
Ctrl + Shift + mais).
A diferença entre estilos e efeitos é que os estilos podem ser combinados, como negrito-i-
tálico, itálico-sublinhado, negrito-sublinhado ou negrito-itálico-sublinhado, enquanto os
efeitos são concorrentes entre si.
“Concorrentes entre si” significa que o usuário escolhe o efeito tachado ou tachado duplo,
nunca os dois simultaneamente. O mesmo para os efeitos TODAS MAIÚSCULAS, versalete,
sobrescrito e subscrito.
Sombra é um efeito independente, que pode ser combinado com outros. Já as opções de
efeitos Contorno, Relevo e Baixo Relevo não, devem ser individuais.
Por fim, temos o sublinhado. Ele é um estilo simples, mas se comporta como efeito den-
tro de si mesmo. Temos, então, sublinhado simples, sublinhado duplo, tracejado, pontilhado,
INFORMÁTICA

somente palavras (sem considerar os espaços entre as palavras) etc. São os estilos de subli-
nhado, que se comportam como efeitos.

53
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Edição e Formatação de Parágrafos

Os parágrafos são estruturas do texto que são finalizadas com Enter.


Um parágrafo poderá ter diferentes formatações. Confira:

z Marcadores: símbolos no início dos parágrafos;


z Numeração: números, ou algarismos romanos, ou letras, no início dos parágrafos;
z Aumentar recuo: aumentar a distância do texto em relação à margem;
z Diminuir recuo: diminuir a distância do texto em relação à margem;
z Alinhamento: posicionamento em relação às margens esquerda e direita. São quatro ali-
nhamentos disponíveis:

„ esquerda;
„ centralizado;
„ direita; e
„ justificado.

z Espaçamento entre linhas: distância entre as linhas dentro do parágrafo;


z Espaçamento antes: distância do parágrafo em relação ao anterior;
z Espaçamento depois: distância do parágrafo em relação ao seguinte;
z Sombreamento: preenchimento atrás do parágrafo;
z Bordas: linhas ao redor do parágrafo.

Recuo especial de primeira linha — apenas a primeira linha será deslocada em


relação à margem esquerda
Margem esquerda Margem direita

2 2 4 6 8 10 12 14 16

Recuo deslocamento — as linhas serão


Recuo esquerda — todas as linhas deslocadas em relação à margem esquer-
serão deslocadas em relação à margem da, exceto a primeira linha Recuo direito — todas as linhas serão desloca-
esquerda das em relação à
margem direita

Recuos de parágrafo (nos símbolos da régua).

Nos editores de textos, recursos que conhecemos no dia a dia têm nomes específicos. Con-
fira alguns exemplos:

z Recuo: distância do texto em relação à margem;


z Realce: marca-texto, preenchimento do fundo das palavras;
z Sombreamento: preenchimento do fundo dos parágrafos;
z Folha de rosto: primeira página do documento, capa;
z SmartArt: diagramas, representação visual de dados textuais;
z Orientação: posição da página, que poderá ser Retrato ou Paisagem;
z Quebras: são divisões de linha, parágrafo, colunas ou páginas;
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z Sumário: índice principal do documento.

Muitos recursos de formatação não são impressos no papel, mas estão no documento. Para
visualizar os caracteres não imprimíveis e controlar melhor o documento, você pode acionar
o atalho de teclado Ctrl + * (Mostrar tudo).

CARACTERES NÃO IMPRIMÍVEIS NO EDITOR MICROSOFT WORD


Tecla(s) Ícone Ação Visualização
Quebra de parágrafo — muda de pará-
Enter –
grafo e pode mudar a formatação
Quebra de linha — muda de linha e
Shift + Enter –
mantém a formatação atual
Quebra de página — muda de página,
no local atual do cursor. Disponível
Ctrl + Enter ou na guia Inserir, grupo Páginas, ícone
Quebra de página
Ctrl + Return Quebra de Página, e na guia Layout,
grupo Configurar Página, ícone
Quebras
Quebra de coluna — indica que o tex-
Ctrl + Shift + to continua na próxima coluna. Dispo-
Quebra de coluna
Enter nível na guia Layout, grupo Configurar
Página, ícone Quebras
Separador de estilo — usado para mo-
Ctrl + Alt + Enter –
dificar o estilo no documento
Insere uma marca de tabulação (1,25
TAB – cm). Se estiver no início de um texto,
aumenta o recuo

– – Fim de célula, linha ou tabela

Espaço – Espaço em branco


Ctrl + Shift +
– Espaço em branco não separável
Espaço
Texto oculto (definido na caixa Fonte, abc
– –
Ctrl + D)
– – Hifens opcionais

– – Âncoras de objetos

– – Selecionar toda a tabela


INFORMÁTICA

– – Campos atualizáveis pelo Word

Tabelas

As tabelas são estruturas de organização muito utilizadas para um leiaute adequado do tex-
to, semelhante a colunas, com a vantagem de que não criam seções exclusivas de formatação.
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As tabelas seguem as mesmas definições de uma planilha de Excel, ou seja, têm linhas e
colunas e são formadas por células, que poderão conter também fórmulas simples.
Ao inserir uma tabela, seja ela vazia, a partir de um desenho livre, ou convertida a partir
de um texto, uma planilha de Excel ou um dos modelos disponíveis, será apresentada a barra
de ferramentas adicional na Faixa de Opções.
Um texto poderá ser convertido em tabela e voltar a ser um texto se tiver os seguintes
marcadores de formatação: ponto e vírgula, tabulação, Enter (parágrafo) ou outro específico.
Algumas operações são exclusivas das tabelas, como Mesclar Células (para unir célu-
las adjacentes em uma única), Dividir Células (para dividir uma ou mais células em várias
outras) e alinhamento do texto combinando elementos horizontais tradicionais (esquerda,
centro e direita) com verticais (topo, meio e base).
O editor de textos Microsoft Word oferece ferramentas para manipulação dos textos orga-
nizados em tabelas.
O usuário poderá organizar as células nas linhas e colunas da tabela, mesclar (juntar), divi-
dir (separar), visualizar as linhas de grade, ocultar as linhas de grade, entre outras opções.
Caso a tabela avance em várias páginas, temos a opção Repetir Linhas de Cabeçalho, atri-
buindo, no início da tabela da próxima página, a mesma linha de cabeçalho que foi usada na
tabela da página anterior.
As tabelas do Word têm algumas características que são diferentes daquelas das tabelas do
Excel. Geralmente, esses itens são aqueles questionados em provas de concursos.
Por exemplo, no Word, quando o usuário está digitando em uma célula, ocorrerá mudança
automática de linha se o cursor for posicionado embaixo. No Excel, o conteúdo “extrapola”
os limites da célula; diante disso, é preciso alterar as configurações na planilha ou a largura
da coluna manualmente.
Confira, na tabela a seguir, algumas das diferenças do Word para o Excel.

WORD EXCEL
Somente o conteúdo da primeira
Tabela, Mesclar Todos os conteúdos são mantidos
célula será mantido
Em inglês, com referências direcio- Em português, com referências
Tabela, Fórmulas
nais =SUM(ABOVE) posicionais =SOMA(A1:A5)
Recalcula automaticamente e ma-
Tabelas, Fórmulas Não recalcula automaticamente
nualmente (F9)
Tachado Texto Não tem atalho de teclado Atalho: Ctrl + 5
Quebra de linha
Shift + Enter Alt + Enter
manual
Pincel de Copia apenas a primeira formata- Copia várias formatações
Formatação ção da origem diferentes
Duplica a informação da célula
Ctrl + D Caixa de diálogo Fonte
acima
Ctrl + E Centralizar Preenchimento Relâmpago
Ctrl + G Alinhar à direita (parágrafo) Ir para...
Duplica a informação da célula à
Ctrl + R Repetir o último comando
esquerda

56
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WORD EXCEL
Atualizar os campos de uma mala
F9 Atualizar o resultado das fórmulas
direta
F11 – Inserir gráfico
Finaliza a entrada na célula e man-
Ctrl + Enter Quebra de página manual
tém o cursor na célula atual
Alt + Enter Repetir digitação Quebra de linha manual
Finaliza a entrada na célula e posi-
Shift + Enter Quebra de linha manual ciona o cursor na célula acima da
atual, se houver
Alternar entre maiúsculas e
Shift + F3 Inserir função
minúsculas

Índices

Basicamente, é todo o conjunto disponível na guia Referências.


Os índices podem ser construídos a partir dos estilos usados na formatação do texto ou
posteriormente, através da adição de itens de forma manual.

z Sumário: principal índice do documento;


z Notas de rodapé: inseridas no final de cada página, não formam um índice, mas ajudam
na identificação de citações e expressões;
z Notas de fim: inseridas no final do documento, semelhante às notas de rodapé;
z Citações e bibliografia: permite a criação de índices com as citações encontradas no tex-
to, além das referências bibliográficas segundo os estilos padronizados;
z Legendas: inseridas após os objetos gráficos (ilustrações e tabelas), podem ser usadas para
criação de um Índice de Ilustrações;
z Índice: para marcação manual das entradas do índice;
z Índice de autoridades: formato próprio de citação, disponível na guia Referências.

Os índices serão criados a partir dos estilos utilizados durante o texto, como Título 1, Títu-
lo 2, e assim por diante. Se não forem usados, posteriormente o usuário poderá “Adicionar
Texto” no índice principal (Sumário), Marcar Entrada (para inserir um índice) e até remover
depois de inserido.
Os índices suportam Referências Cruzadas, que permitem ao usuário navegar entre os
links do documento de forma semelhante ao realizado no documento na web. Ao clicar em
um link, o usuário vai para o local escolhido. Ao clicar no local, retorna para o local de origem.
INFORMÁTICA

Importante!
A guia Referências é uma das opções mais questionadas em concursos públicos por dois
motivos: envolve conceitos de formatação do documento exclusivos do Microsoft Word
e é utilizada pelos estudantes na formatação de TCCs (trabalhos de conclusão de curso).

57
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Ortografia e Gramática

Tanto o Microsoft Word quanto o LibreOffice Writer têm ferramentas robustas para corre-
ção ortográfica e gramatical.
No Word, a correção é feita em tempo real, sublinhando palavras e frases que podem con-
ter erros ortográficos ou gramaticais. O usuário pode personalizar o dicionário, adicionando
termos específicos ou ignorando palavras que não necessitam de correção.
Já o Writer também oferece correção automática, mas com o diferencial de permitir a ins-
talação de dicionários adicionais, facilitando a verificação em múltiplos idiomas.

Desenhos e Cliparts

Ambos os editores suportam a inserção de elementos gráficos, como desenhos, formas


e cliparts, que enriquecem visualmente os documentos. O Word disponibiliza uma galeria
extensa de cliparts e formas predefinidas, além de permitir a criação de desenhos personali-
zados diretamente na interface.
O Writer, por sua vez, permite a inserção de imagens e a criação de formas e também ofe-
rece uma galeria de imagens e cliparts. No entanto, a integração de imagens externas pode
exigir o ajuste manual da formatação para garantir a compatibilidade.

Proteção de Documentos

A proteção de documentos é essencial para garantir a integridade e a confidencialidade


das informações.
No Word, os usuários podem proteger documentos com senhas, limitar edições ou permi-
tir apenas a leitura. Ele também oferece a opção de marcar documentos como finais, preve-
nindo alterações acidentais.
O Writer fornece funcionalidades similares, com a capacidade de proteger documentos
por senha, restringir alterações e até criptografar o arquivo para maior segurança.

EXCEL

As planilhas de cálculos são amplamente utilizadas nas empresas para as mais diferentes
tarefas — desde a criação de uma agenda de compromissos, passando pelo controle de ponto
dos funcionários e pela folha de pagamento, até o controle de estoque de produtos e a base de
clientes. Diversas funções internas oferecem os recursos necessários para a operação.
O Microsoft Excel apresenta grande semelhança de ícones com o Microsoft Word. O Excel
“antigo” usava os formatos XLS e XLT em seus arquivos, atualizado para XLSX e XLTX, além
do novo XLSM, contendo macros. A atualização das extensões dos arquivos ocorreu com o
Office 2007, permanecendo até hoje.
As planilhas de cálculos não são banco de dados. Muitos usuários armazenam informa-
ções (dados) em uma planilha de cálculos como se fosse um banco de dados, porém o Micro-
soft Access é o software do pacote Microsoft Office desenvolvido para essa tarefa.
Um banco de dados tem informações armazenadas em registros, separados em tabelas,
conectados por relacionamentos, para a realização de consultas.
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Conceitos Básicos

z Célula: unidade da planilha de cálculos, o encontro entre uma linha e uma coluna. A sele-
ção individual é com a tecla Ctrl e a seleção de áreas é com a tecla Shift (assim como no
sistema operacional);
z Coluna: células alinhadas verticalmente, nomeadas com uma letra;
z Linha: células alinhadas horizontalmente, numeradas com números;

Barra de Acesso Rápido Coluna


Barra de Fórmulas
Faixa de
Opções

Célula

Linha

z Planilha: o conjunto de células organizado em uma folha de dados. Na versão atual, são
65.546 colunas (nomeadas de A até XFD) e 1.048.576 linhas (numeradas);
z Pasta de trabalho: arquivo do Excel (extensão XLSX) contendo as planilhas, de 1 a N (de
acordo com quantidade de memória RAM disponível), nomeadas como Planilha1, Plani-
lha2, Planilha3;
z Alça de preenchimento: no canto inferior direito da célula, permite que um valor seja
copiado na direção em que for arrastado. No Excel, se houver um número, ele é copiado.
Se houver dois números, uma sequência será criada. Se for um texto, é copiado. No entan-
to, texto com números é incrementado. Dias da semana, nomes de meses e datas terão
sempre criadas continuações (sequências);
z Mesclar: significa simplesmente “juntar”. Havendo diversos valores para serem mescla-
dos, o Excel manterá somente o primeiro desses valores e centralizará horizontalmente
na célula resultante.
INFORMÁTICA

59
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Após a inserção dos dados, caso o usuário deseje, poderá juntar as informações das células.
Existem quatro opções no ícone Mesclar e Centralizar, disponível na guia Página Inicial:

z Mesclar e Centralizar: une as células selecionadas a uma célula maior e centraliza o con-
teúdo da nova célula. Esse recurso é usado para criar rótulos (títulos) que ocupam várias
colunas;
z Mesclar através: mesclar cada linha das células selecionadas em uma célula maior;
z Mesclar células: mesclar (unir) as células selecionadas em uma única célula, sem
centralizar;
z Desfazer mesclagem de células: desfaz o procedimento realizado para a união de células.

Elaboração de Tabelas e Gráficos

A tabela de dados, ou folha de dados, ou planilha de dados, é o conjunto de valores arma-


zenados nas células. Esses dados poderão ser organizados (classificação), separados (filtro) e
manipulados (fórmulas e funções), além de se apresentarem em forma de gráfico (uma ima-
gem que representa os valores informados).
Para a elaboração, poderemos:

z digitar o conteúdo diretamente na célula. Basta iniciar a digitação, e o que for digitado é
inserido na célula;
z digitar o conteúdo na barra de fórmulas. Disponível na área superior do aplicativo, a linha
de fórmulas é o conteúdo da célula. Se a célula tem um valor constante, além de ele ser
mostrado na célula, aparecerá na barra de fórmulas. Se a célula tem um cálculo, seja fór-
mula ou função, será mostrado na barra de fórmulas;
z o preenchimento dos dados poderá ser agilizado através da alça de preenchimento ou
pelas opções automáticas do Excel.
z os dados inseridos nas células poderão ser formatados, ou seja, continuam com o valor
original (na linha de fórmulas), mas são apresentados com uma formatação específica;
z todas as formatações estão disponíveis no atalho de teclado Ctrl + 1 (Formatar Células);
z também na caixa de diálogo Formatar Células, encontraremos o item Personalizado para
a criação de máscaras de entrada de valores na célula.

Formatos de Números (Disponível na Guia Página Inicial)

60
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Geral Contábil Hora 102 Científico
123 Sem formato específico R$4,00 00:00:00 4,00E+00

Porcentagem Texto
12 Número
4,00
Data Abreviada
04/01/1900
400,00% ab 4

Moeda Data Completa 1 Fração


2 4
R$4,00 quarta-feira, 4 de janeiro de 1900

As informações existentes nas células poderão ser exibidas com formatos diferentes. Uma
data, por exemplo, na verdade é um número formatado como data. Por isso, conseguimos
calcular a diferença entre datas.
Os formatos Moeda e Contábil são parecidos entre si, mas têm exibição diferenciada. No
formato de Moeda, o alinhamento da célula é respeitado e o símbolo R$ acompanha o valor.
No formato Contábil, o alinhamento é “justificado” e o símbolo de R$ é posicionado na esquer-
da, alinhando os valores pela vírgula decimal.

Moeda Contábil
R$4,00 R$4,00

Moeda Contábil

R$ 150,00 R$ 150,00

R$ 170,00 R$ 170,00

R$ 200,00 R$­ 200,00

R$ 1.000,00 R$ 1.000,00

R$ 10,54 R$ 10,54

O ícone % é para mostrar um valor com o formato de porcentagem. Ou seja, o número é


multiplicado por 100. O valor da célula é exibido como percentual (Ctrl + Shift + %).

FORMATO PORCENTAGEM PORCENTAGEM E DUAS CASAS


VALOR
% % ß,0
,0 0

1 100% 100,00%
0,5 50% 50,00%
2 200% 200,00%
100 10000% 10000,00%
0,004 0% 0,40%

O ícone 000 é o Separador de Milhares. Exibir o valor da célula com um separador de milhar
— esse comando alterará o formato da célula para Contábil sem um símbolo de moeda.
INFORMÁTICA

SEPARADOR DE MILHARES
VALOR FORMATO CONTÁBIL
000

1500 R$ 1.500,00 1.500,00


16777418 R$ 16.777.418,00 16.777.418,00
1 R$ 1,00 1,00
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SEPARADOR DE MILHARES
VALOR FORMATO CONTÁBIL
000

400 R$ 400,00 400,00


27568 R$ 27.568,00 27.568,00

,00
,00 à,0 são usados para aumentar casas decimais (mostrar valores mais precisos
Os ícones ß,0
exibindo mais casas decimais) ou diminuir casas decimais (mostrar valores menos precisos
exibindo menos casas decimais).
Quando um número na casa decimal tem valor absoluto diferente de zero, ele é mostrado
ao aumentar casas decimais. Se não tiver, então será acrescentado zero.
Quando um número na casa decimal tem valor absoluto diferente de zero, ele poderá ser
arredondado para cima ou para baixo ao diminuir as casas decimais. É o mesmo que aconte-
ceria com o uso da função ARRED, para arredondar.

Simbologia Específica

Cada símbolo tem um significado. Nas tabelas a seguir, além de conhecer o símbolo, conhe-
ça o significado e alguns exemplos de aplicação.

OPERADORES ARITMÉTICOS OU MATEMÁTICOS


Símbolo Significado Exemplo Comentários
+ (mais) Adição = 18 + 2 Faz a soma de 18 e 2
– (menos) Subtração = 20 – 5 Subtrai 5 do valor 20
Multiplica 5 (multiplicando) por 4
* (asterisco) Multiplicação =5*4
(multiplicador)
/ (barra) Divisão = 25 / 10 Divide 25 por 10, resultando em 2,5
Faz 20 por cento, ou seja, 20 dividido por
% (percentual) Percentual = 20%
100
Faz 3 elevado a 2, 3 ao quadrado = 9
Exponenciação =3^2
^ (circunflexo) Faz 8 elevado a 1/3, ou seja, raiz cúbica de
Cálculo de raízes = 8 ^ (1 / 3)
8

Vejamos a ordem das operações matemáticas:

z ( ): parênteses;
z ^: exponenciação (potência, um número elevado a outro número);
z * ou /: multiplicação (função MULT) ou divisão;
z + ou –: adição (função SOMA) ou subtração.

Como resolver as questões de planilhas de cálculos?

z leitura atenta do enunciado (português e interpretação de textos);


z identificar a simbologia básica do Excel (informática);
z respeitar as regras matemáticas básicas (matemática);
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z realizar o teste e fazer o verdadeiro ou falso (raciocínio lógico).

OPERADORES RELACIONAIS, USADOS EM TESTES


Símbolo Significado Exemplo Comentários
= SE (A1 > 5 ; 15 Se o valor de A1 for maior que 5, en-
> (maior) Maior que
; 17) tão mostre 15, senão mostre 17
= SE (A1 < 3 ; 20 Se o valor de A1 for menor que 3, en-
< (menor) Menor que
; 40) tão mostre 20, senão mostre 40
>= (maior ou Maior ou igual = SE (A1 >= 7 ; 5 Se o valor de A1 for maior ou igual a
igual) a ; 1) 7, então mostre 5, senão mostre 1
<= (menor ou Menor ou = SE (A1 <= 5 ; 11 Se o valor de A1 for menor ou igual a
igual) igual a ; 23) 5, então mostre 11, senão mostre 23
<> (menor e = SE (A1 <> 1 ; 100 Se o valor de A1 for diferente de 1,
Diferente
maior) ; 8) então mostre 100, senão mostre 8
= SE (A1 = 2 ; 10 Se o valor de A1 for igual a 2, então
= (igual) Igual a
; 50) mostre 10, senão mostre 50

Vejamos os princípios dos operadores relacionais:

z um valor jamais poderá ser menor e maior que outro valor ao mesmo tempo;
z uma célula vazia é um conjunto vazio, ou seja, não é igual a zero, é vazio;
z o símbolo matemático ≠ não poderá ser escrito diretamente na fórmula, use <>;
z o símbolo matemático ≥ não poderá ser escrito diretamente na fórmula, use >=;
z o símbolo matemático ≤ não poderá ser escrito diretamente na fórmula, use <=.

OPERADORES DE REFERÊNCIA
Símbolo Significado Exemplo Comentários
=$A1 Trava a célula na coluna A
Travar uma
$ (cifrão) =A$1 Trava a célula na linha 1
célula
=$A$1 Trava a célula A1, ela não mudará
! Obtém o valor de A3 que está na
Planilha = Planilha2!A3
(exclamação) planilha Planilha2
Pasta de Informa o nome de outro arquivo do
[ ] (colchetes) =[Pasta2]Planilha1!$A$2
Trabalho Excel, onde deverá buscar o valor
Informa o caminho de outro arqui-
=’C:\FernandoNishimura\
‘ (apóstrofe) Caminho vo do Excel, onde deverá encontrar
[[Link]]Planilha1’!$A$2
o arquivo para buscar o valor
; (ponto e Soma 15 e 4 e 6, resultando em 25
Significa E = SOMA (15 ; 4 ; 6)
INFORMÁTICA

vírgula)
: Significa Soma de A1 até B4, ou seja, A1, A2,
= SOMA (A1:B4)
(dois-pontos) ATÉ A3, A4, B1, B2, B3, B4
Executa uma operação sobre as cé-
Espaço Intersecção =SOMA(F4:H8 H6:K10)
lulas em comum nos intervalos

Vejamos os princípios dos operadores de referência: 63


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z o símbolo de cifrão transforma uma referência relativa (A1) em uma referência mista (A$1
ou $A1) ou em referência absoluta ($A$1);
z o símbolo de exclamação busca o valor em outra planilha, na mesma pasta de trabalho ou
em outro arquivo. Ex.: =[Pasta2]Planilha1!$A$2.

O símbolo de cifrão é um dos mais importantes na manipulação de fórmulas de planilhas


de cálculos. Todas as bancas organizadoras questionam fórmulas com e sem eles nas referên-
cias das células.
Vamos conhecer uma questão que utiliza referências mistas.

(VUNESP — 2018) Assumindo que foi digitada a fórmula =$F2-G$2 na célula H2 e que essa fór-
mula foi copiada e colada nas células H3 até H9, assinale a alternativa com o valor que aparecerá
na célula H6 da planilha do MS-Excel 2010, em sua configuração original, exibida na figura.

a) –R$ 960,00.
b) –R$ 100,00.
c) R$ 400,00.
d) R$ 500,00.
e) R$ 360,00.

A resposta correta é a letra B. A fórmula =$F2-G$2 inserida na célula H2 tem referências


mistas.
O símbolo de cifrão transforma uma referência relativa (A1) em uma referência mista
(A$1 ou $A1) ou em referência absoluta ($A$1)
O símbolo de $ serve para fixar uma posição na referência (endereço da célula). A posição
que ele estiver acompanhando não mudará.
Quando não temos o símbolo de cifrão, temos uma referência relativa. A1.
Se temos um símbolo de $, temos uma referência mista. $A1 ou A$1.
Por fim, se temos dois símbolos de cifrão, temos uma referência absoluta. $A$1.
A fórmula =$F2-G$2 tem =$F2-G$2 fixo, ou seja, ao copiar e colar, não mudará. =$F__-__$2.
Na célula H2, temos a fórmula =$F2-G$2.
Na célula H6, teremos a fórmula =$F6-G$2, porque mudamos da célula H2 para a H6 (linha
2 para linha 6), mas permanecemos na mesma coluna, H (não precisando mudar a letra “G”
da segunda parte da fórmula).

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SÍMBOLOS USADOS NAS FÓRMULAS E FUNÇÕES
Símbolo Significado Exemplo Comentários
= 15 + 3 Faz a soma de 15 e 3
Início de fórmu-
= SOMA (15 ; 3) Compara o valor de A1 com 5 e, caso
= (igual) la, função ou
=SE (A1 = 5 ; 10 ; seja verdadeiro, mostra 10; caso seja
comparação
11) falso, mostra 11
Identifica uma fun- Retorna à data atual do computador
= HOJE ( )
() ção ou os valores Faz a soma de A1 e B1
= SOMA (A1;B1)
parênteses de uma operação Faz a soma de 3 e 5 antes de dividir
= (3 + 5) / 2
prioritária por 2
; (ponto e Separador de =SE (A1 = 5 ; 10 ; A função SE tem três partes, que es-
vírgula) argumentos 11) tão separadas por ponto e vírgula
=SOMA(F4:H8 Executa uma operação sobre as cé-
Espaço Intersecção
H6:K10) lulas em comum nos intervalos

Importante!
As fórmulas e funções começam com o sinal de igual. Outros símbolos podem ser usados,
mas o Excel substituirá pelo sinal de igual.

SÍMBOLOS PARA TEXTOS


Símbolo Significado Exemplo Comentários
“ (aspas Apresenta o texto Fernando
Texto exato = “Fernando”
duplas) Se usado em testes, é “igual a”
‘ Número como Exibe os zeros não significativos, 0001
‘0001
(apóstrofe) texto como texto (ex.: placa de carro)
Exibe “Fernando Nishimura” (sem as as-
& (“E” = “Fernando ”&”
Concatenar pas), o resultado da junção dos textos
comercial) Nishimura”
individuais
INFORMÁTICA

O símbolo & é usado para concatenar dois conteúdos, como, por exemplo: =”15”&”A45”
resulta em 15A45. Poderemos usar a função CONCATENAR ou a função CONCAT para obter o
mesmo resultado do símbolo &.

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CORRESPONDÊNCIA DE SÍMBOLOS E FUNÇÕES NO EXCEL
Símbolo Função Operação Exemplos
+ (sinal de mais) SOMA Adição =15 + 7 é o mesmo que =SOMA(15;7)
* (asterisco) MULT Multiplicação =12 * 3 é o mesmo que =MULT(12;3)
^ (circunflexo) POTÊNCIA Exponenciação =2^3 é o mesmo que =POTÊNCIA(2;3)
— RAIZ Raiz quadrada =4^(1/2) é o mesmo que =RAIZ(4)
=A1&A2&A3 é igual a
& (“E” comercial) CONCATENAR Juntar textos
=CONCATENAR(A1;A2;A3)
Converte em =”150144” é o mesmo que
“ (aspas) TEXTO
texto =TEXTO(150144)

Erros

Quando trabalhamos com planilhas de cálculos, especialmente no início dos estudos, é


comum aparecerem mensagens de erros nas células decorrentes da falta de argumentos nas
fórmulas, referências incorretas, erros de digitação, entre outros aspectos. Vamos ver algu-
mas das mensagens de erro mais comuns que ocorrem nas planilhas de cálculos.
As planilhas de cálculos oferecem o recurso “Rastrear precedentes” dentro do conceito de
Auditoria de Fórmulas. Com esse recurso, muito questionado em alguns certames, o usuário
poderá ver setas na planilha indicando a relação entre as células e identificar a origem das
mensagens de erros.
A seguir, os erros mais comuns que podem ocorrer em uma planilha de cálculos no Micro-
soft Excel:

z #DIV/0!: indica que a fórmula está tentando dividir um valor por 0;


z #NOME?: indica que a fórmula tem um texto que o Excel 2007 não reconhece;
z #NULO!: a fórmula contém uma interseção de duas áreas que não se interceptam;
z #NUM!: a fórmula apresenta um valor numérico inválido;
z #REF!: indica que, na fórmula, há a referência para uma célula que não existe;
z #VALOR!: indica que a fórmula tem um tipo errado de argumento;
z #####: indica que o tamanho da coluna não é suficiente para exibir seu valor.

Funções Básicas

z SOMA(Valores)

Realiza a operação de soma nas células selecionadas.


No Microsoft Excel, a função SOMA efetua a adição dos valores numéricos informados em
seus argumentos. Se existirem células com textos, elas serão ignoradas. Células vazias não
são somadas.

„ =SOMA(A1;A2;A3): efetua a soma dos valores existentes nas células A1, A2 e A3;
„ =SOMA(A1:A5): efetua a soma dos cinco valores existentes nas células A1 até A5;
„ =SOMA(A1;34;B3): efetua a soma dos valores da célula A1, com 34 (valor literal) e B3;
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„ =SOMA(A1:B4): efetua a soma dos oito valores existentes, de A1 até B4. O Excel não faz
“triangulação”, operando apenas áreas quadrangulares;
„ =SOMA(A1;B1;C1:C3): efetua a soma dos valores A1 com B1 e C1 até C3;
„ =SOMA(1;2;3;A1;A1): efetua a soma de 1 com 2 com 3 e o valor A1 duas vezes.

z SOMASE(Valores;Condição)

Realiza a operação de soma nas células selecionadas se uma condição for atendida.
A sintaxe é =SOMASE(onde;qual o critério para que seja somado).

„ =SOMASE(A1:A5;”>15”): efetuará a soma dos valores de A1 até A5 que sejam maiores


que 15;
„ =SOMASE(A1:A10;”10”): efetuará a soma dos valores de A1 até A10 que forem iguais a
10.

z MÉDIA(Valores)

Realiza a operação de média nas células selecionadas e exibe o valor médio encontrado.

„ =MEDIA(A1:A5): efetua a média aritmética simples dos valores existentes entre A1 e


A5. Se forem cinco valores, serão somados e divididos por 5. Se existir uma célula vazia,
serão somados e divididos por 4. Células vazias não entram no cálculo da média.

z MED(Valores)

Informa a mediana de uma série de valores.


Mediana é o “valor no meio”. Se temos uma sequência de valores com quantidade ímpar,
eles serão ordenados (o valor no meio é a sua mediana). Por exemplo, os valores (5,6,9,3,4)
ordenados são (3,4,5,6,9), com mediana 5.
Se temos uma sequência de valores com quantidade par, a mediana será a média dos valo-
res que estão no meio. Por exemplo, os valores (2,13,4,10,8,1) ordenados são (1,2,4,8,10,13); no
meio, temos 4 e 8. A média de 4 e 8 é 6 ((4 + 8) ÷ 2).

z MÁXIMO(Valores)

Exibe o maior valor das células selecionadas.

„ =MAXIMO(A1:D6): exibe qual é o maior valor na área de A1 até D6. Se houver dois
INFORMÁTICA

valores iguais, apenas um será mostrado.

z MAIOR(Valores;Posição)

Exibe o maior valor de uma série, segundo o argumento apresentado.


Valores iguais ocupam posições diferentes.

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„ =MAIOR(A1:D6;3): exibe o terceiro maior valor nas células A1 até D6.

z MÍNIMO(Valores)

Exibe o menor valor das células selecionadas.

„ =MINIMO(A1:D6): exibe qual é o menor valor na área de A1 até D6.

z MENOR(Valores;Posição)

Exibe o menor valor de uma série, segundo o argumento apresentado.


Valores iguais ocupam posições diferentes.

„ =MENOR(A1:D6;3): exibe o terceiro menor valor nas células A1 até D6.

z SE(Teste;Verdadeiro;Falso)

Avalia um teste e retorna um valor, caso o teste seja verdadeiro, ou outro, caso seja falso.
Essa função é muito solicitada por todas as bancas. A sua estrutura não muda, sendo sem-
pre o teste na primeira parte, o que fazer caso seja verdadeiro na segunda parte e o que fazer
caso seja falso na última parte. Verdadeiro ou falso. Uma ou outra. Jamais serão realizadas as
duas operações, somente uma delas, segundo o resultado do teste.
A função SE usa operadores relacionais (maior, menor, maior ou igual, menor ou igual,
igual, diferente) para a construção do teste. As aspas são usadas para textos literais.

„ =SE(A1=10;”O valor da célula A1 é 10”;”O valor da célula A1 não é 10”);


„ =SE(A1<0;”O valor da célula A1 é negativo”;”O valor não é negativo”);
„ =SE(A1>0;”O valor da célula A1 é positivo”;”O valor não é positivo”).

É possível encadear funções, ampliando as áreas de atuação. Por exemplo, um número


pode ser negativo, positivo ou igual a zero. São três resultados possíveis.

„ =SE(A1=0;”Valor é igual a zero”;SE(A1<0;”Valor é negativo”;”Valor é positivo”)).

Nesse exemplo, se for igual a zero (primeiro teste), será exibida a mensagem e finalizada
a função. No entanto, se não for igual a zero, poderá ser menor do que zero (segundo teste),
sendo exibida a mensagem “Valor é negativo” e encerrada a função. Por fim, se não é igual
a zero nem menor que zero, só poderá ser maior que zero; sendo assim, a mensagem final
“Valor é positivo” será mostrada.
Atenção! O sinal de igual, para iniciar uma função, é usado somente no início da digitação
da célula.

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Funções CONT

As funções CONT são usadas para informar a quantidade de células, que atendem às con-
dições especificadas.

z CONT.NÚM: para contar quantas células têm números;


z [Link]: quantidade de células que estão preenchidas;
z [Link]: quantidade de células que não estão preenchidas;
z [Link]: quantidade de células que atendem a uma condição específica;
z [Link]: quantidade de células que atendem a várias condições simultaneamente;
z [Link](células): essa função conta todas as células em um intervalo, exceto as
células vazias;

„ =[Link](A1:A10): informa o resultado da contagem, indicando quantas célu-


las estão preenchidas com valores (quaisquer valores).

z CONT.NÚM(células): conta todas as células em um intervalo, exceto células vazias e célu-


las com texto;

„ CONT.NÚM(A1:A8): informa quantas células no intervalo A1 até A8 têm valores


numéricos.

z [Link](células;condição): essa função conta quantas vezes aparece um determinado


valor (número ou texto) em um intervalo de células (o usuário tem que indicar qual é o
critério a ser contado);

„ =[Link](A1:A10;”5”): efetua a contagem de quantas células existem no intervalo de


A1 até A10 contendo o valor 5.

z [Link](células1;condição1;células2;condição2): essa função conta quantas vezes


aparece um determinado valor (número ou texto) em um intervalo de células (o usuá-
rio tem que indicar qual é o critério a ser contado), atendendo a todas as condições
especificadas;

„ =[Link](A1:A10;”5”;B1:B10;”7”): efetua a contagem de quantas células existem no


intervalo de A1 até A10 contendo o valor 5 e, ao mesmo tempo, quantas células existem
no intervalo de B1 até B10 contendo o valor 7.

z [Link] (células): conta as células vazias de um intervalo;


INFORMÁTICA

„ =[Link](A1:A8): informa quantas células vazias existem no intervalo A1 até


A8.

z SOMASE(Células para Testar;Teste;Células para Somar)

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Efetua um teste nas células especificadas e soma as correspondentes nas células para
somar.
Os intervalos de teste e de soma podem ser os mesmos.

„ =SOMASE(A1:A10;”>6”;A1:A10): somará os valores de A1 até A10 que sejam maiores


que 6;
„ =SOMASE(A1:A10;”<3”;B1:B10): somará os valores de B1 até B10 quando os valores de
A1 até A10 forem menores que 3.

z SOMASES(Células para Somar;Células1;Teste1;Células2;Teste2)

Verifica as células que atendem aos testes e soma as células correspondentes.


Os intervalos de teste e de soma podem ser os mesmos.

z MÉDIASE(Células para Testar;Teste;Células para Calcular a Média)

Efetua um teste nas células especificadas e calcula a média das células correspondentes.
Os intervalos de teste e de média podem ser os mesmos.

z PROCV(Valor_Procurado;Matriz_Tabela;Núm_Índice_Coluna;[Intervalo_Pesquisa])

A função PROCV é utilizada para localizar o valor_procurado dentro da matriz_tabela.


Quando encontrar, retornar à enésima coluna informada em núm_índice_coluna.
A última opção, que será VERDADEIRO ou FALSO, é usada para identificar se precisa ser o
valor exato (F) ou se pode ser valor aproximado (V).
Por exemplo: =PROCV(105;A2:C7;2;VERDADEIRO) e =PROCV(“Monte”;B2:E7;2;FALSO).
A função PROCV é um membro das funções de pesquisa e referência, que incluem a função
PROCH.
Use a função TIRAR ou a função ARRUMAR para remover os espaços à esquerda nos valo-
res da tabela.

z ESQUERDA(Texto;Quantidade)

Extrai, de uma sequência de texto, uma quantidade de caracteres especificados a partir do


início (esquerda).

„ =ESQUERDA(“Fernando Nishimura”;8): exibe “Fernando”.

z DIREITA(Texto;Quantidade)

Extrai, de uma sequência de texto, uma quantidade de caracteres especificados a partir do


final.

„ =DIREITA(“Polícia Federal”;7): exibe “Federal”.

70
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z CONCATENAR(Texto1;Texto2; ... )

Junta os textos especificados em uma nova sequência.

„ =CONCATENAR(“Escrevente “;”Técnico “;”Judiciário”): exibe “Escrevente Técnico


Judiciário”.

z INT(Valor)

Extrai a parte inteira de um número.

„ =INT(PI()): parte inteira do valor de PI — valor 3,14159 exibe 3.

z TRUNCAR(Valor;Casas Decimais)

Exibe um número com a quantidade de casas decimais, sem arredondar.

„ =TRUNCAR(PI();3): exibir o valor de PI com três casas decimais — valor 3,14159 exibe
3,141.

z ARRED(Valor;Casas Decimais)

Exibe um número com a quantidade de casas decimais, arredondando para cima ou para
baixo.

„ =ARRED(PI();3): exibir o valor de PI com três casas decimais — valor 3,14159 exibe
3,142.

z HOJE()

Exibe a data atual do computador.

z AGORA()

Exibe a data e hora atuais do computador.

z DIA(Data)
INFORMÁTICA

Extrai o número do dia de uma data.

z MÊS(Data)

Extrai o número do mês de uma data.

z ANO(Data) 71
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Extrai o número do ano de uma data.

z DIAS(Data1;Data2)

Informa a diferença em dias entre duas datas.

z DIAS360(Data1;Data2)

Informa a diferença em dias entre duas datas (ano contábil, de 360 dias).

z POTÊNCIA(Base;Expoente)

Eleva um número (base) ao expoente informado.

„ =POTÊNCIA(2;4): 2 elevado a 4, 24, 2 · 2 · 2 · 2 = 16.

z MULT(Número;Número;Número; ... )

Multiplica os números informados nos argumentos.

FUNÇÕES LÓGICAS
Retorna VERDADEIRO se todos os seus argu-
E (função E)
mentos forem VERDADEIROS
Retorna VERDADEIRO se um dos argumentos
OU (função OU)
for VERDADEIRO
NÃO (função NÃO) Inverte o valor lógico do argumento
FALSO (função FALSO) Retorna o valor lógico FALSO
VERDADEIRO (função VERDADEIRO) Retorna o valor lógico VERDADEIRO
Retornará um valor que você especifica se
SEERRO (função SEERRO) uma fórmula for avaliada para um erro; do
contrário, retornará o resultado da fórmula

Importante!
Foram apresentadas muitas funções neste material. Existem milhares de funções no
Microsoft Excel e no LibreOffice Calc. Em concursos públicos, essas são as mais ques-
tionadas. Em provas de algumas bancas, raramente aparecem questões com funções, e,
quando aparecem, são sobre as básicas e intermediárias.

Gráficos

Além da produção de planilhas de cálculos, o Microsoft Excel (e o LibreOffice Calc) produz


gráficos com os dados existentes nas células.

72
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Gráficos são a representação visual de dados numéricos. Eles poderão ser inseridos na
planilha como gráficos “comuns” ou como gráficos dinâmicos.
Os gráficos dinâmicos, assim como as tabelas dinâmicas, são construídos com dados exis-
tentes em uma ou várias pastas de trabalho, associando e agrupando informações para a
produção de relatórios completos.
Os gráficos de colunas representam valores em colunas 2D ou 3D.
São opções do gráfico de colunas:

z Agrupada;
z Empilhada;
z 100% Empilhada;
z 3D Agrupada;
z 3D Empilhada;
z 3D 100% Empilhada; e
z 3D.

Os gráficos de linhas representam valores com linhas, pontos ou ambos.


São opções do gráfico de linhas:

z Linha;
z Linha Empilhada;
z 100% Empilhada;
z com Marcadores;
z Empilhada com Marcadores;
z 100% Empilhada com Marcadores; e
z 3D.

INFORMÁTICA

Os gráficos de pizza representam valores proporcionalmente.


São opções do gráfico de pizza:

z Pizza;
z Pizza 3D;
z Pizza de Pizza;
z Barra de Pizza; e 73
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z Rosca.

Os gráficos de barras representam dados de forma semelhante ao gráfico de colunas, mas


na horizontal.
São opções dos gráficos de barras:

z Agrupadas;
z Empilhadas;
z 100% Empilhadas;
z 3D Agrupadas;
z 3D Empilhadas; e
z 3D 100% Empilhadas.

Os gráficos de área representam dados de forma semelhante ao gráfico de linhas, mas com
preenchimento até a base (eixo X).
São opções dos gráficos de área:

z Área;
z Área Empilhada;
z Área 100% Empilhada;
z Área 3D;
z Área 3D Empilhada; e
z Área 3D 100% Empilhada.

Os gráficos de dispersão representam duas séries de valores em seus eixos.


São opções dos gráficos de dispersão:

z Dispersão;
z com Linhas Suaves e Marcadores;
z com Linhas Suaves;
z com Linhas Retas e Marcadores;
z com Linhas Retas;
z Bolhas; e
z Bolhas 3D.

74
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O gráfico do tipo mapa exibe a informação de acordo com cada região. Sua única opção é
o Mapa Coroplético.

Os gráficos de ações necessitam que os dados estejam organizados em preço na alta, preço
na baixa e preço no fechamento. Datas ou nomes das ações serão usados como rótulos.
São exemplos de gráficos de ações:

z Alta-Baixa-Fechamento;
z Abertura-Alta-Baixa-Fechamento;
z Volume-Alta-Baixa-Fechamento; e
z Volume-Abertura-Alta-Baixa-Fechamento.

Os gráficos de superfície parecem com os gráficos de linhas e preenchem a superfície com


cores.
São exemplos de gráficos de superfície:

z 3D;
z 3D Delineada;
z Contorno; e
z Contorno Delineado.

Os gráficos de radar são usados para mostrar a evolução de itens.


INFORMÁTICA

São exemplos de gráficos de radar:

z Radar;
z Radar com Marcadores; e
z Radar Preenchido.

75
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O gráfico do tipo mapa de árvore é usado para mostrar proporcionalmente a hierarquia
dos valores.

O gráfico do tipo explosão solar se assemelha ao gráfico de rosca, mas o maior valor será
o primeiro da série de dados.

Os gráficos do tipo histograma são usados para séries de valores com evolução, como
idades da população.
São exemplos de gráficos do tipo histograma:

z Histograma; e
z Pareto.

O gráfico do tipo caixa estreita é usado para projeção de valores.

O gráfico do tipo cascata exibe e destaca as variações dos valores ao longo do tempo.

O gráfico do tipo funil alinha os valores em ordem decrescente.

Os gráficos do tipo combinação permitem combinar dois tipos de gráficos para a exibição
de séries de dados.
São exemplos de gráficos do tipo combinação:
76
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z Coluna Clusterizada-Linha;
z Coluna Clusterizada-Linha no Eixo Secundário;
z Área Empilhada-Coluna Clusterizada; e
z a possibilidade de criação de uma Combinação Personalizada.

Classificação de Dados

A classificação de dados é uma parte importante da análise de dados.


Você pode classificar dados por texto (A a Z ou Z a A), por números (dos menores para os
maiores ou dos maiores para os menores) e por datas e horas (da mais antiga para a mais
nova e da mais nova para a mais antiga) em uma ou mais colunas.
Você também poderá classificar por uma lista de clientes (como grande, médio e pequeno)
ou por formato, incluindo a cor da célula, a cor da fonte ou o conjunto de ícones. A maioria
das operações de classificação é identificada por coluna, mas você também poderá identificar
por linhas.
O recurso de classificação, disponível nas guias Dados e Página Inicial, permite organizar
texto, números, datas ou horas. A classificação pode ser feita por cor da célula, cor da fonte,
ícones, por listas personalizadas, linhas, por mais de uma coluna ou linha ou, ainda, por uma
coluna sem interferir nas demais.

INFORMÁTICA

CLASSIFICAÇÃO COMENTÁRIOS
A classificação de dados alfanuméricos poderá ser “Classifi-
car de A a Z” em ordem crescente ou “Classificar de Z a A”
Classificar texto
em ordem decrescente. É possível diferenciar letras maiús-
culas e minúsculas
77
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CLASSIFICAÇÃO COMENTÁRIOS
Quando a coluna tem números, podemos “Classificar do me-
Classificar números nor para o maior” ou “Classificar do maior para o menor”

Se houver datas ou horas, podemos “Classificar da mais anti-


Classificar datas ou horas ga para a mais nova” ou “Classificar da mais nova para a
mais antiga”, resumindo, cronologicamente
Caso você tenha formatado manual ou condicionalmente um
intervalo de células ou uma coluna de tabela, utilizando cor de
Classificar por cor de célula, célula ou cor de fonte, será possível classificá-las com base
cor de fonte ou ícones nessas cores. Também é possível ordenar utilizando um con-
junto de ícones gerados a partir da aplicação de formatação
condicional
Você pode usar uma lista personalizada para classificar em
Classificar por uma lista uma ordem definida pelo usuário. Por exemplo, uma coluna
personalizada pode conter valores pelos quais você deseja classificar, como
alta, média e baixa
Na caixa de diálogo Opções de Classificação, em Orientação,
Classificar linhas clique em Classificar da esquerda para a direita e, em seguida,
clique em OK
Classificar por mais de uma Na caixa de diálogo Classificar, adicione mais de um critério
coluna ou linha para ordenação
Classificar uma coluna em um
Basta selecionar a coluna desejada e, na janela de diálogo,
intervalo de células sem afe-
manter o item “Continuar com a seleção atual”
tar as demais

POWERPOINT

As apresentações de slides criadas pelo Microsoft PowerPoint 2010/2013/2016/2019 são


arquivos de extensão .PPTX. Caso contenham macros (comandos para automatização de
tarefas), será atribuída a extensão .PPTM. Além disso, podemos trabalhar com os modelos
(extensão .POTX e POTM).
Apesar de ser um aplicativo com finalidade diferente da do editor de textos, ele tem muitas
semelhanças que acabam ajudando quem está iniciando. Da mesma forma que ocorre no edi-
tor de textos, é possível trabalhar com seções (divisões), inserir números de slides, comparar
apresentações etc.

EXTENSÃO TIPO DE ARQUIVO CARACTERÍSTICAS


PPT Apresentação editável Versão 2003 ou anterior
PPS Apresentação executável Versão 2003 ou anterior
POT Modelo de apresentação Versão 2003 ou anterior
PPTX Apresentação editável Versão 2007 ou superior
Versão 2007 ou superior, que não neces-
PPSX Apresentação executável
sita de programas para ser visualizada

78
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EXTENSÃO TIPO DE ARQUIVO CARACTERÍSTICAS
Recursos para padronização de novas
POTX Modelo de apresentação
apresentações
Modelo de apresentação com Recursos para padronização e automati-
POTM
macros zação de novas apresentações
Formato do LibreOffice Impress, que
ODP Open Document Presentation pode ser editado e salvo pelo Microsoft
PowerPoint
Formato de documento portável, sem
PDF/XPS Portable Document Format alguns recursos multimídia inseridos na
apresentação de slides

Importante!
Apresentações de slides é um tópico pouco questionado em provas de concursos. Conhe-
cendo os conceitos do Microsoft PowerPoint, você poderá aproveitá-los quando estudar
LibreOffice Impress.

As apresentações de slides podem ser gravadas em formato de imagens (JPG, PNG) ou slide
por slide e até transformadas em vídeo (extensão MP4).
Os recursos do PowerPoint, como animações, transições, narração, serão inseridos no
vídeo, que poderá ser reproduzido em outros dispositivos, como smart TV em totens de
propagandas.

Para produzir um vídeo da apresentação, acessar o botão Arquivo, menu Exportar, item Criar Vídeo.
INFORMÁTICA

Vamos conhecer alguns termos usados no aplicativo de edição de apresentações de slides.

z Slide: unidade de edição, como uma página da apresentação;


z Slide mestre: slide com o modelo de formatação que será usado pelos slides da apresen-
tação atual;

79
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z Design: aparência do slide ou de toda a apresentação. O design combina cores, estilos e
padrões para que a aparência tenha um visual harmonizado. O PowerPoint oferece “Ideias
de Design” a cada objeto inserido no slide;
z Layout: disposição dos elementos dentro do slide. Quando a apresentação é iniciada, o sli-
de de Slide de Título é apresentado. O usuário poderá alterar para outro layout. Cada slide
da apresentação poderá ter um layout diferente;

Slide de Título Título e Conteúdo Cabeçalho da Duas Partes de Comparação


Seção Conteúdo

Somente Título Em Branco Conteúdo com Imagem com


Legenda Legenda

Layout de slide.

z Seção: divisão de formatação dentro da apresentação (usada para apresentações persona-


lizadas). Poderá haver “duas apresentações” dentro de uma; no início, poderá ser escolhi-
da qual será exibida para o público;
z Transições: animação entre os slides. Ao selecionar algum efeito de animação entre os
slides (guia Transições, grupo Transição para este slide), será disponibilizada a opção para
a configuração do intervalo;
z Animação: animação dentro do slide, em um objeto do slide. Um objeto poderá ter diver-
sas animações simultaneamente, enquanto a transição do slide é única. Poderão ser de
Entrada, Ênfase, Saída ou Trajetórias de Animação.

Conceito de Slides

Conforme observado no item anterior, os slides são as unidades de trabalho do Power-


Point. Assim como as páginas de um documento do Microsoft Word, os slides têm configura-
ções como margens, orientação, números de páginas (slides, no caso), cabeçalhos e rodapés
etc.
O PowerPoint trabalha com quatro conceitos principais de slides:

z Slide (modo de exibição normal): cada slide é mostrado para a edição de seu conteúdo;
z Slide mestre: para alterar o design e o layout dos slides mestres, alterando toda a apre-
sentação de uma vez;
z Folhetos mestres: para alterar o design e o layout dos folhetos que serão impressos;
z Anotações mestras: para alterar o design e o layout das folhas de anotações.

80
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Modo de exibição Normal para edição da apresentação de slides.

Nos modos de exibição, na guia Exibição, ocorreu uma pequena mudança em relação às
versões anteriores, com a inclusão do item Modo de Exibição de Estrutura de Tópicos:

z Normal: no modo de exibição Normal, miniaturas dos slides ou os tópicos aparecerão no


lado esquerdo, o slide atual aparecerá no centro (sendo possível sua edição) e, na área
inferior da tela, aparecerá a área de anotações. “Ajustar à janela” encaixa o slide na área;
z Modo de exibição de Estrutura de Tópicos: para editar e alternar entre slides no painel
de estrutura de tópicos. Útil para a criação de uma apresentação a partir dos tópicos de um
documento do Microsoft Word;
z Classificação de Slides: no modo de exibição Classificação de Slides, apenas miniaturas
dos slides serão mostradas. Essas miniaturas poderão ser organizadas (arrastadas). As ope-
rações de slides estão disponíveis, como Excluir slide, Ocultar slide etc. No entanto, não é
possível editar o conteúdo. Somente após duplo clique será possível a edição do conteúdo;
z Anotações: exibir a página de anotações para editar as anotações do orador da forma
como ficarão quando forem impressas;
z Modo de exibição de Leitura: exibir a apresentação como uma apresentação de slides
que cabe na janela. A barra de título do PowerPoint continuará sendo exibida.
INFORMÁTICA

Noções de Edição e Formatação de Apresentações

A preparação de uma apresentação de slides segue uma série de recomendações, como


quanto à quantidade de texto, à quantidade de slides, ao tempo da apresentação etc.
Entretanto, para concursos públicos, o foco é outro. O questionamento é sobre como fazer,
onde configurar, como apresentar etc.
81
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Para entrar em modo de apresentação de slides do começo, devemos pressionar F5. Pode-
mos escolher o ícone “Do Começo” na guia Apresentações de Slides, grupo Iniciar Apresenta-
ção de Slides. Podemos, ainda, clicar no ícone correspondente na barra de status, ao lado do
zoom.
A apresentação iniciará e, ao contrário do modo de exibição Leitura em Tela Inteira, a bar-
ra de títulos não será mostrada.
A outra forma de iniciar uma apresentação de slides é a partir do Slide Atual, pressionan-
do Shift + F5 ou clicando no ícone da guia Apresentação de Slides.
Durante a apresentação de slides, as setas de direção permitem mudar o slide em exibição.
O Enter passa para o próximo slide. O ESC sai da apresentação de slides.
Segurar a tecla CTRL e pressionar o botão principal (esquerdo) do mouse exibirá um “laser
pointer” na apresentação.
Pressionar a letra C ou vírgula deixará a tela em branco (clara). Pressionar E ou ponto-final
deixará a tela preta (escura).
A edição dos elementos textuais e parágrafos segue os princípios do editor de textos Word.
Os comandos também são os mesmos — por exemplo, o Salvar como PDF.
De acordo com o formato escolhido, alguns recursos poderão ser desabilitados.

FORMATO ANIMAÇÕES TRANSIÇÕES ÁUDIO VÍDEO HIPERLINKS


PPTX X X X X X
PPSX X X X X X
PDF — — — — X
MP4 X X X X X
JPG/PNG — — — — —

Recursos disponíveis (X) e recursos indisponíveis (—).

O formato PDF é portável, podendo ser usado em qualquer plataforma. Praticamente todos
os programas disponíveis no mercado reconhecem o formato PDF.
Confira, a seguir, os ícones do aplicativo, que costumam ser questionados em provas.

Para entrar em modo de apresentação de slides do começo, devemos pressionar F5

A outra forma de iniciar uma apresentação de slides é a partir do Slide Atual, pressionan-
do Shift + F5 ou clicando no ícone da guia Apresentação de Slides
Apresentar On-line — transmitir a apresentação de slides para visualizadores remotos que
possam assisti-la em um navegador da web;
Apresentação de Slides Personalizada — criar ou executar uma apresentação de slides
personalizada. Uma apresentação de slides personalizada exibirá somente os slides
selecionados. Esse recurso permite que você tenha vários conjuntos de slides diferentes
(por exemplo, uma sucessão de slides de 30 minutos e outra de 60 minutos) na mesma
apresentação;

82
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Configurar Apresentação de Slides — configurar opções avançadas para a apresentação
de slides, como o modo de quiosque (em que a apresentação reinicia após o último slide
e continua em loop até ser pressionado ESC), apresentação sem narração, vários monito-
res, avançar slides etc.;
Ocultar Slide — ocultar o slide atual da apresentação. Ele não será mostrado durante a
apresentação de slides de tela inteira;
Testar Intervalos — iniciar uma apresentação de slides em tela inteira na qual você pos-
sa testar sua apresentação. A quantidade de tempo utilizada em cada slide é registrada
e você pode salvar esses intervalos para executar a apresentação automaticamente no
futuro;
Gravar Apresentação de Slides — gravar narrações de áudio, gestos do apontador-laser ou
intervalos de slide e animação para reprodução durante a apresentação de slides;
Álbum de Fotografias — criar ou editar uma apresentação com base em uma série de
imagens. Cada imagem será colocada em um slide individual;
Ação — adicionar uma ação ao objeto selecionado para especificar o que deve acontecer
quando você clicar nele ou passar o mouse sobre ele;

Inserir número do slide — o número do slide reflete sua posição na apresentação;

Inserir vídeo no slide — permite inserir um videoclipe no slide;

Inserir áudio no slide — permite inserir um clipe de áudio no slide;

Gravação de tela — gravar o que está sendo exibido na tela e inserir no slide;

Formas — linhas, retângulos, formas básicas, setas largas, formas de equação, fluxogra-
mas, estrelas e faixas, textos explicativos e botões de ação.

CONCEITOS DE TECNOLOGIAS RELACIONADAS À INTERNET, BUSCA


E PESQUISA NA WEB

A internet é a rede mundial de computadores que surgiu nos Estados Unidos com propósi-
tos militares, para proteger os sistemas de comunicação em caso de ataque nuclear, durante
a Guerra Fria.
Na corrida atrás de tecnologias e inovações, Estados Unidos e União Soviética lançavam
projetos que procuravam proteger as informações secretas de ambos os países e seus blocos
INFORMÁTICA

de influência.
ARPANET, sigla para Advanced Research Projects Agency, criada pela ARPA, era um modelo
de troca e compartilhamento de informações que permitia a descentralização das mesmas,
sem um “nó central”, garantindo a continuidade da rede mesmo que um nó fosse desligado.
A troca de mensagens começou antes da própria internet. Logo, o e-mail surgiu primeiro,
e, depois, veio a internet como a conhecemos e a usamos. Ela passou a ser usada também pelo
83
Todos os direitos são reservados à Nova Concursos.
meio educacional (universidades) para fomentar a pesquisa acadêmica. No início dos anos
1990, ela se tornou aberta e comercial, permitindo o acesso de todos.

Usuário Modem
Internet
Provedor de Acesso

Para acessar a internet, o usuário utiliza um modem que se conecta a um provedor de acesso através de uma
linha telefônica.

A navegação na internet é possível através da combinação de protocolos, linguagens e


serviços, operando nas camadas do modelo OSI (sete camadas) ou TCP (cinco camadas ou
quatro camadas).
A internet conecta diversos países e grandes centros urbanos por meio de estruturas físi-
cas chamadas de backbones. São conexões de alta velocidade que permitem a troca de dados
entre as redes conectadas. O usuário não consegue se conectar diretamente no backbone. Ele
deve acessar um provedor de acesso ou uma operadora de telefonia através de um modem, e
a empresa se conecta na “espinha dorsal”.
Após a conexão na rede mundial, o usuário deve utilizar programas específicos para rea-
lizar a navegação e acesso ao conteúdo oferecido pelos servidores.

CONCEI-
USO COMENTÁRIOS
TO
Conhecida como nuvem e também como World Wide Web, ou
Conexão entre WWW, a internet é um ambiente inseguro, que utiliza o proto-
Internet
computadores colo TCP para conexão em conjunto a outros para aplicações
específicas
Ambiente seguro que exige identificação, podendo estar restrito a
Conexão com
Intranet um local, que poderá acessar a internet ou não. A intranet utiliza o
autenticação
mesmo protocolo da internet, o TCP, podendo usar o UDP também
Conexão entre Conexão remota segura, protegida com criptografia, entre dois
Extranet dispositivos ou dispositivos, ou duas redes. O acesso remoto é geralmente su-
redes portado por uma VPN

Os editais costumam explicitar internet e intranet, mas também questionam extranet. A


conexão remota segura que conecta intranets através de um ambiente inseguro que é a inter-
net é naturalmente um resultado das redes de computadores.

84
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INTERNET, INTRANET E EXTRANET
Redes de
computadores

Internet Intranet Extranet

Rede mundial de Rede local de Acesso remoto


computadores acesso restrito seguro

Utiliza os mesmos
Protocolos TCP/IP protocolos da Protocolos seguros
internet
Padrão de Criptografia em
Família TCP/IP
comunicação VPN

A internet é transparente para o usuário. Qualquer usuário poderá acessá-la sem ter
conhecimento técnico dos equipamentos que existem para possibilitar a conexão.

NAVEGADORES DE INTERNET: MICROSOFT EDGE, MOZILLA FIREFOX, GOOGLE CHROME

Os navegadores de internet reconhecem os protocolos da família TCP/IP, os quais permi-


tem a comunicação entre os dispositivos nas redes de computadores. São exemplos de pro-
tocolos de transferência de dados: HTTP (hipertextos), HTTPS (hipertextos de forma segura),
FTP (arquivos), SMTP (mensagens de correio eletrônico), NNTP (grupos de discussão e notí-
cias), entre outros.
Ao navegar na internet com um navegador ou browser, o usuário está em uma sessão de
navegação. A sessão de navegação poderá ser em janelas ou em guias dentro das janelas.
As guias ou abas podem ser iniciadas com o clique em links das páginas visitadas, ou cli-
que no link enquanto mantém a tecla CTRL pressionada, ou atalho de teclado Ctrl+T para
nova guia em branco, ou clique no link com o botão direito do mouse para acessar o menu de
contexto e escolher a opção “Abrir link em nova guia”. As guias ou abas podem ser fechadas
com o atalho de teclado Ctrl+W ou Ctrl+F4.
A janela de navegação “normal” é aberta com o atalho de teclado Ctrl+N, ou clique no link
enquanto mantém a tecla SHIFT pressionada, ou clique no link com o botão direito do mouse
para acessar o menu de contexto e escolher a opção “Abrir link em nova janela”. A janela
poderá ser fechada com o atalho de teclado Alt+F4. Se houver várias guias abertas na janela,
com o atalho de teclado Alt+F4 todas serão fechadas.
Para reabrir uma guia ou janela que foi fechada, pressione o atalho de teclado Ctrl+Shift+T.
Os navegadores de internet possibilitam retomar a navegação nas guias abertas na última
sessão, exibindo-as automaticamente ao reiniciar, caso configurado dessa forma. Não é pos-
sível editar arquivos PDF diretamente nos navegadores, mas é comum utilizar aplicativos
INFORMÁTICA

como o Microsoft Word para essa finalidade. Esses navegadores contam com mecanismos
internos de segurança que alertam o usuário sobre sites maliciosos, downloads automáticos
de códigos e arquivos potencialmente perigosos.

85
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Importante!
Os navegadores possuem mais recursos em comum do que diferenças. As bancas costu-
mam perguntar os itens que são diferentes ou exclusivos.

Microsoft Edge

Navegador multiplataforma da Microsoft, padrão no Windows 10, atualmente é desenvol-


vido sobre o kernel (núcleo) Google Chromium, o que traz uma série de itens semelhantes ao
Google Chrome. Integrado com o filtro Microsoft Defender SmartScreen, permite o bloqueio
de sites que contenham phishing (códigos maliciosos que procuram enganar o usuário, como
páginas que pedem login/senha do cartão de crédito).
Outro recurso de proteção é usado para combater vulnerabilidades do tipo XSS (cross-
-site-scripting), que favorecem o ataque de códigos maliciosos ao compartilhar dados entre
sites sem permissão do usuário. Ele substituiu o aplicativo Leitor, tornando-se o visualizador
padrão de arquivos PDFs no Windows 10. Foram adicionados recursos que permitem “Dese-
nhar” sobre o conteúdo do PDF.
Além disso, mantém as características dos outros navegadores de internet, como a possi-
bilidade de instalação de extensões ou complementos, também chamados de plugins ou add-
-ons, que permitem adicionar recursos específicos para a navegação em determinados sites.
As páginas acessadas poderão ser salvas para acessar off-line, marcadas como preferidas
em Favoritos, consultadas no Histórico de Navegação ou salvas como PDF no dispositivo do
usuário.
Coleções, no Microsoft Edge, é um recurso exclusivo para permitir que a navegação inicie
em um dispositivo e continue em outro dispositivo logado na mesma conta Microsoft. Seme-
lhante ao Google Contas, mas nomeado como Coleções, no Edge, permite adicionar sugestões
do Pinterest.
Outro recurso específico do navegador é a reprodução de miniaturas de vídeos ao pesqui-
sar no site Microsoft Bing (buscador da Microsoft).

Mozilla Firefox

O Mozilla Firefox é o navegador de internet que, como os demais browsers, possibilita o


acesso ao conteúdo armazenado em servidores remotos, tanto na internet como na intranet.
É um navegador com código aberto, software livre, que permite download para estudo e
modificações. Possui suporte ao uso de applets (complementos de terceiros), que são instala-
dos por outros programas no computador do usuário, como o Java.
Oferece o recurso Firefox Sync, para sincronização de dados de navegação, semelhante ao
Microsoft Contas e Google Contas dos outros navegadores. Entretanto, caso utilize o modo de
navegação privativa, esses dados não serão sincronizados.
Assim como nos outros navegadores, é possível definir uma página inicial padrão, uma
página inicial escolhida pelo usuário (ou várias páginas) e continuar a navegação das guias
abertas na última sessão.
No navegador Firefox, o recurso Captura de Tela permite copiar, para a Área de Transfe-
rência do computador, parte da imagem da janela que está sendo acessada. A seguir, em outro
aplicativo o usuário poderá colar a imagem capturada ou salvar diretamente pelo navegador.
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Snippets fazem parte do navegador Firefox. Eles oferecem pequenas dicas para que você
possa aproveitar ao máximo o Firefox. Também pode aparecer novidades sobre produtos
Firefox, missão e ativismo da Mozilla, notícias sobre integridade da internet e muito mais.

Google Chrome

O navegador mais utilizado pelos usuários da internet é oferecido pela Google, que man-
tém serviços como Buscas, E-mail (Gmail), vídeos (YouTube), entre muitos outros. Uma das
pequenas diferenças desse navegador em relação aos outros navegadores é a tecla de atalho
para acesso à Barra de Endereços, que, nos demais, é F4 e, nele, é F6. Outra diferença é o aces-
so ao site de pesquisas Google, que oferece a pesquisa por voz se você acessar pelo Google
Chrome.
Outro recurso especialmente útil do Chrome é o Gerenciador de Tarefas, acessado pelo
atalho de teclado Shift+Esc. Quando guias ou processos do navegador não estiverem respon-
dendo, o gerenciador de tarefas poderá finalizar, sem finalizar todo o programa.
Alguns recursos do navegador são “emprestados” do site de buscas, como a tradução auto-
mática de páginas pelo Google Tradutor.
É possível compartilhar o uso do navegador com outras pessoas no mesmo dispositivo, de
modo que cada uma tenha as próprias configurações e arquivos. O navegador Google Chro-
me possui níveis diferentes de acessos, que podem ser definidos quando o usuário conecta
ou não em sua conta Google.

z Modo Normal: sem estar conectado na conta Google, o navegador armazena localmente
as informações da navegação para o perfil atual do sistema operacional. Todos os usuários
do perfil, poderão consultar as informações armazenadas;
z Modo Normal conectado na conta Google: o navegador armazena localmente as infor-
mações da navegação e sincroniza com outros dispositivos conectados na mesma conta
Google;
z Modo Visitante: o navegador acessa à internet, mas não acessa as informações da conta
Google registrada;
z Modo de Navegação Anônima: o navegador acessa à internet e apaga os dados acessados
quando a janela é fechada.

O navegador Google Chrome, quando conectado em uma conta Google, permite que a
exclusão do histórico de navegação seja realizada em todos os dispositivos conectados. Essa
funcionalidade não estará disponível, caso não esteja conectado na conta Google.
Um dos atalhos de teclado diferente no Google Chrome, em comparação aos demais nave-
gadores, é F6. Para acessar a barra de endereços nos outros navegadores, pressione F4. No
Google Chrome, o atalho de teclado é F6.
INFORMÁTICA

Para verificar a versão atualmente instalada do Chrome, acesse no menu a opção “Ajuda”
e depois “Sobre o Google Chrome”. Se houver atualizações pendentes, elas serão instaladas.
Se as atualizações foram instaladas, o usuário poderá reiniciar o navegador. Caso o navega-
dor seja reiniciado, ele retornará nos mesmos sites que estavam abertos antes do reinício,
com as mesmas credenciais de login.
O Google Chrome permite a personalização com temas, que são conjuntos de imagens e
cores combinadas para alterar a visualização da janela do aplicativo. 87
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CONCEITOS BÁSICOS DE SEGURANÇA NA INTERNET E MALWARES

NOÇÕES DE VÍRUS, WORMS E PRAGAS VIRTUAIS

Sabe-se que ameaças e riscos de segurança estão presentes no mundo virtual. Assim como
existem pessoas boas e más no mundo real, existem usuários com boas ou más intenções no
mundo virtual.
Os criminosos virtuais são genericamente denominados como hackers, no entanto, o ter-
mo mais adequado seria cracker. Um hacker é um usuário que possui muitos conhecimentos
sobre tecnologia, podendo ser denominado como:

z White Hat: hacker ético que usa suas habilidades com propósitos éticos e legais;
z Gray Hat: aquele que comete crimes, mas sem ganho pessoal (geralmente, para exposição
de falhas nos sistemas); e
z Black Hat: aquele que viola a segurança dos sistemas para obtenção de ganhos pessoais.

Amadores ou experientes, profissionais ou inexperientes — todo usuário está sujeito aos


riscos inerentes ao uso dos recursos computacionais. São riscos de segurança digital:

z Ameaças: vulnerabilidades que existem e podem ser exploradas por usuários;


z Falhas: vulnerabilidades existentes nos sistemas, sejam elas propositais ou acidentais;
z Ataques: ações que procuram denegrir ou suspender a operação de sistemas.

Devido à crescente integração entre as redes de comunicação, à conexão com novos e


inusitados dispositivos (IoT — Internet das Coisas) e à atuação de criminosos com acesso às
redes de informações a partir de qualquer lugar do mundo, tornou-se particularmente difícil
garantir a proteção desses sistemas. Profissionais altamente qualificados são formados e con-
tratados pelas empresas com a única função de proteger os sistemas informatizados.
Em concursos públicos, as ameaças e os ataques são os itens mais questionados.

Dica
Você conhece a cartilha de segurança para a internet (CERT)? Disponível gratuitamente na
internet, ela é a fonte oficial de informações sobre ameaças, ataques, defesas e segurança
digital. Ela pode ser acessada pelo link: [Link] /.

Ameaças

As ameaças são identificadas como elementos com potencial para comprometer a oferta
ou a integridade dos ativos computacionais, tais como informações, processos e sistemas.
Um exemplo é o ransomware — software que sequestra dados por meio de criptografia e
exige o pagamento de resgate para a liberação das informações —, o qual se configura como
uma ameaça.

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É importante entender que, apesar de a ameaça existir, se não ocorrer uma ação delibera-
da para sua execução ou se medidas de proteção forem implementadas, ela é eliminada e não
se torna um ataque. As ameaças à segurança da informação podem ser classificadas como:

z Tecnológicas: quando ocorre mudança no padrão ou tecnologia, sem a devida atualização


ou upgrade;
z Humanas: intencionais ou acidentais, que exploram vulnerabilidades nos sistemas;
z Naturais: não intencionais, relacionadas ao ambiente, como as catástrofes naturais.

As empresas precisam fazer uma avaliação das ameaças que possam causar danos ao seu
ambiente computacional (gerenciamento de risco), implementar sistemas de autenticação
(controlar o acesso), definir os requisitos de senha forte (política de segurança), manter um
inventário e realizar o rastreamento de todos os ativos (gerenciamento de recursos), além
de utilizar sistemas de backup e restauração de dados (gerenciamento de continuidade de
negócios).

Falhas

As falhas de segurança nos sistemas de informação poderão ser propositais ou involuntá-


rias. Se o programador insere, no código do sistema, uma falha que produza danos ou per-
mita o acesso sem autenticação, temos um exemplo de falha proposital. Já se uma falha for
descoberta após a implantação do sistema, sem que tenha sido uma falha proposital, e tenha
sido explorada por invasores, temos um exemplo de falha involuntária, inerente ao sistema.
Quando identificadas, as falhas são corrigidas pelas empresas que desenvolveram o siste-
ma por meio da distribuição de notificações e correções de segurança. O Windows Update,
serviço da Microsoft para atualização do Windows, distribui, mensalmente, os patches (paco-
tes) de correções de falhas de segurança.

Ataques

Sem dúvidas, dentre os assuntos de maior destaque, tanto em concursos quanto no mundo
real, estão os ataques. Coordenados ou isolados, os ataques procuram romper as barreiras de
segurança definidas na política de segurança, com o objetivo de anular o sistema ou capturar
dados.
Os ataques podem ser classificados como:

z Baixa complexidade: exploram falhas de segurança de forma isolada e são facilmente


identificados e anulados;
z Média complexidade: combinam duas ou mais ferramentas e técnicas para obter acesso
INFORMÁTICA

aos dados, sendo de média complexidade para a solução, gerando impactos na operação
dos sistemas, como a indisponibilidade;
z Alta complexidade: refinados e avançados, os ataques combinam novos códigos mali-
ciosos desconhecidos, a distribuição do ataque com redes zumbis e o acesso às falhas do
sistema, tornando difícil a resolução do problema.

89
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Dica
Ameaças existem e podem afetar ou não os sistemas computacionais; falhas existem e
podem ser exploradas ou não pelos invasores; ataques são realizados o tempo todo con-
tra todos os tipos de sistemas.

Vírus de Computador

O vírus de computador é a ameaça digital mais popular, e tem esse nome por se asseme-
lhar a um vírus orgânico ou biológico. O vírus biológico é um organismo que possui um códi-
go viral que infecta uma célula de outro organismo. Quando a célula infectada é acionada, o
código viral é duplicado e se propaga para outras células saudáveis do corpo. Quanto mais
vírus existirem no organismo, menor será o seu desempenho, fazendo com que recursos
vitais sejam consumidos, podendo levar o hospedeiro à morte.
O vírus de computador é um código malicioso que infecta arquivos em um dispositivo.
Quando o arquivo é executado, o código do vírus é duplicado, propagando-se para outros
arquivos do computador. Quanto mais vírus existirem no dispositivo, menor será o seu
desempenho, fazendo com que recursos computacionais sejam consumidos, o que pode levar
o hospedeiro a uma falha catastrófica.

90
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O vírus de computador poderá entrar no dispositivo do usuário por meio de um arquivo
anexado em uma mensagem de e-mail ou por cópia de arquivos existentes em uma mídia
removível, como o pen drive, recebidos por alguma rede social, baixados de sites na internet,
entre outras formas de contaminação.

VÍRUS DE COMPUTADOR CARACTERÍSTICAS


� Infectam o setor de boot do disco de inicialização
Vírus de boot
� Cada vez que o sistema é iniciado, o vírus é executado
Armazenados em sites na internet, eles são carregados e execu-
Vírus de script
tados quando o usuário acessa a página utilizando um navegador
� As macros são desenvolvidas em linguagem visual basic for
applications (VBA) nos arquivos do Office para a automatização de
Vírus de macro tarefas
� Quando desenvolvido com propósitos maliciosos, é um vírus de
macro
O vírus “mutante” ou “polimórfico”, a cada nova multiplicação, man-
Vírus do tipo mutante
tém traços do original, mas é diferente dele
São programados para agir em uma determinada data, causando
Vírus time bomb
algum tipo de dano no dia previamente agendado
� Um vírus stealth é um código malicioso muito complexo, que se
esconde depois de infectar um computador
Vírus stealth � Ele mantém cópias dos arquivos que foram infectados para si e,
quando um software antivírus realiza a detecção, apresenta o arqui-
vo original, enganando o mecanismo de proteção
� O vírus Nimda explora as falhas de segurança do sistema
operacional
Vírus Nimda � Ele se propaga pelo correio eletrônico e, também, pela web, em
diretórios compartilhados pelas falhas de servidor Microsoft IIS e
nas trocas de arquivos

Todos os sistemas operacionais são vulneráveis aos vírus de computador. Quando um


vírus de computador é desenvolvido por um hacker, este procura elaborá-lo para um softwa-
re que tenha uma grande quantidade de usuários iniciantes, o que aumenta as suas chances
de sucesso.
O Windows, por exemplo, possui muitos usuários, e a maioria deles não demonstra preo-
cupação com segurança. Por isso, grande parte dos vírus de computador é desenvolvida para
atacar sistemas Windows.
O Linux, por sua vez, tem poucos usuários, se comparado ao Windows, e a maioria deles
possui muito conhecimento sobre informática, tornando a ação de vírus nesse sistema uma
ocorrência rara.
INFORMÁTICA

Já o Android, software operacional dos smartphones populares, é uma variação do sis-


tema Linux original. Apesar de possuir essa origem nobre, o sistema é alvo de milhares de
vírus por causa de seus usuários, que, na maioria das vezes, não adotam rotinas de proteção
e segurança em seus aparelhos.
Um vírus de computador pode ser recebido por e-mail, transferido de sites na internet,
compartilhado em arquivos, transmitido por meio de mídias removíveis infectadas, redes
sociais ou mensagens instantâneas. Vale lembrar, no entanto, que um vírus precisa ser
91
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executado para entrar em ação, pois possui um hospedeiro definido e um alvo estabelecido.
Ele se propaga inserindo cópias de si em outros arquivos, alterando ou removendo arquivos
do dispositivo para garantir sua propagação e autoproteção, com o objetivo de não ser detec-
tado pelo antivírus.

Worms

O worm é um “verme” que explora de forma independente as vulnerabilidades nas redes


de dispositivos. Geralmente, eles tornam a comunicação na rede lenta, pois ocupam a cone-
xão de dados ao enviarem cópias de seu código malicioso.
Um verme biológico parasita por um organismo, consumindo seus recursos e deixando
o corpo debilitado. Um verme tecnológico, da mesma forma, parasita por um dispositivo,
consumindo seus recursos de memória e conexão de rede, deixando o aparelho e a rede de
dados lentos.
Os worms não precisam ser executados pelo usuário como os vírus de computador e a sua
propagação será rápida, caso não existam barreiras de proteção que os impeçam.

92
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Dica
Os worms infectam dispositivos e propagam-se para outros dispositivos de forma autôno-
ma, sem interferência do usuário.

Os worms podem ser recebidos automaticamente pela rede, inseridos por um invasor ou
por ação de outro código malicioso. Assim como os vírus, ele poderá ser recebido por e-mail,
transferido de sites na internet e compartilhado em arquivos, por meio do uso de mídias
removíveis infectadas, pelas redes sociais e por mensagens instantâneas.
Com o objetivo de explorar as vulnerabilidades dos dispositivos, os worms enviam cópias
de si mesmos para outros dispositivos e usuários conectados. Por serem autoexecutáveis,
costumam consumir grande quantidade de recursos computacionais, promovendo a insta-
lação de outros códigos maliciosos e iniciando ataques na internet em busca de outras redes
remotas.

Pragas Virtuais

As diversas pragas virtuais são, genericamente, chamadas de malwares (softwares mali-


ciosos), pois apresentam características semelhantes: oferecem alguma vantagem ao usuá-
rio, mas realizam ações danosas que acabam por prejudicá-lo.

z Cavalo de Troia ou Trojan

Trata-se de um código malicioso que executa ações mal-intencionadas enquanto realiza


uma operação desejada pelo usuário, como um jogo on-line ou a reprodução de um vídeo. Ele
é enviado junto ao conteúdo esperado e, ao ser executado, desativa as proteções do dispositi-
INFORMÁTICA

vo, permitindo que o invasor tenha acesso aos arquivos e dados.


Esse nome está diretamente relacionado à história do presente dado pelos gregos aos
troianos: um cavalo de madeira que escondia soldados em seu interior. Após ser levado para
dentro das fortificações de Troia, os gregos saíram de seu interior, desativaram as defesas da
cidade e permitiram a entrada de seu exército.
Atenção! O trojan ou cavalo de troia é apresentado, no enunciado de algumas questões de
concursos, como um tipo de vírus de computador. 93
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z Spyware

É um programa malicioso que procura monitorar as atividades do sistema e enviar os


dados capturados durante a espionagem para terceiros. Existem softwares espiões conside-
rados legítimos (instalados com o consentimento do usuário) e maliciosos (que executam
ações prejudiciais à privacidade do usuário).
Os softwares espiões podem ser especializados na captura de teclas digitadas (keylogger),
nas telas e cliques efetuados (screenlogger) ou para apresentação de propagandas alinhadas
aos hábitos do usuário (adware). Eles, geralmente, são instalados por outros programas mali-
ciosos, para aumentar a quantidade de dados capturados.
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z Bot

Trata-se de um programa malicioso que mantém contato com o invasor, permitindo que
comandos sejam executados remotamente. O dispositivo controlado por um bot poderá inte-
grar uma rede de dispositivos zumbis, a chamada botnet.
Quando o invasor deseja atacar sites para provocar Negação de Serviço, ele aciona os bots
que estão distribuídos nos dispositivos do usuário para que façam a ação danosa. Além de
esconder os rastros da identidade do verdadeiro atacante, os bots poderão continuar sua pro-
pagação através do envio de cópias para outros contatos do usuário afetado.

z Backdoor

É um código malicioso semelhante ao bot, mas que, além de executar comandos recebi-
dos do invasor, realiza ações para desativar proteções e abrir portas de conexão. O invasor,
ao identificar as portas TCP disponíveis, consegue acessar o dispositivo para instalar outros
códigos maliciosos e roubar informações.
Assim como os spywares, existem backdoors legítimos, adicionados pelo desenvolvedor
do software para funcionalidades administrativas, e ilegítimos, que operam independente
do consentimento do usuário.

z Rootkit

É um código malicioso especializado em esconder e assegurar a presença de outros códi-


gos maliciosos para o invasor acessar o sistema. Essas pragas virtuais podem ser incorpora-
das a outras, de modo que o código responsável por camuflar sua presença seja executado,
ocultando os rastros do software malicioso.
Após a remoção de um rootkit, o sistema afetado não se recupera dos dados apagados,
sendo necessária uma cópia segura (backup) para restauração dos arquivos.

z Adwares

São programas criados para exibir anúncios publicitários em dispositivos eletrônicos,


geralmente durante a navegação ou uso de aplicativos. Normalmente, acompanham softwa-
res gratuitos e se instalam sem o conhecimento claro do usuário, exibindo pop-ups, banners
ou redirecionamentos para sites.

Dica
Cavalo de Troia, Spyware, Bot, Backdoor e Rootkit são as pragas digitais mais questionadas
INFORMÁTICA

em concursos públicos.

Confira, na tabela a seguir, outras pragas digitais que ameaçam a segurança da informação
e a privacidade dos usuários de sistemas computacionais.

95
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CÓDIGO MALICIOSO CARACTERÍSTICAS
Bomba lógica Gatilho para a execução de outros códigos maliciosos, que permanece
inativa até que um evento acionador seja executado
Ransomware Sequestrador de dados que criptografa pastas, arquivos e discos intei-
ros, solicitando o pagamento de resgate para liberação
Scareware � Simulam janelas do sistema operacional, induzindo o usuário a acio-
nar um comando, fazendo a operação continuar normalmente
� O comando iniciará a instalação de códigos maliciosos
Phishing Fraude que engana o usuário, induzindo-o a informar seus dados pes-
soais em páginas de captura de dados falsas
Pharming Ataque aos servidores de DNS para alteração das tabelas de sites, di-
recionando a navegação para sites falsos
Negação de serviço Ataques na rede que simulam tráfego acima do normal com pacotes
de dados formatados incorretamente, fazendo o servidor remoto ocu-
par-se com os pedidos e erros, negando acesso para outros usuários
Sniffing � Trata-se de um código que analisa ou modifica o tráfego de dados
na rede em busca de informações relevantes, como login e senha
� Enquanto o spyware não modifica o conteúdo, o sniffing pode alterar
Spoofing Falsifica dados de identificação, seja do remetente de um e-mail (e-mail
Spoofing), do endereço IP, dos serviços ARP e DNS, escondendo a real
identidade do atacante
Man-in-the-middle Intercepta as comunicações da rede para roubar os dados que trafe-
gam na conexão
Man-in-the-mobile Intercepta as comunicações do aparelho móvel para roubar os dados
que trafegam na conexão do aparelho smartphone
Ataque de dia zero Enquanto uma falha não é corrigida pelo desenvolvedor do software,
invasores podem explorar a vulnerabilidade identificada antes da im-
plantação da proteção
Defacement Modificam páginas na internet, alterando a sua apresentação (face)
para os usuários visitantes
Hijacker Sequestrador de navegador que pode desde alterar a página inicial do
browser até realizar mudanças no mecanismo de pesquisas e direcio-
namento para servidores DNS falsos

Uma das ações mais comuns que procuram comprometer a segurança da informação é o
ataque Phishing. O usuário recebe uma mensagem por e-mail, rede social ou SMS no telefone
e é induzido a clicar em um link malicioso. O link acessa uma página que pode ser semelhan-
te ao site original, induzindo o usuário a fornecer dados pessoais, como login e senha. Em
ataques mais elaborados, as páginas capturam dados bancários e de cartões de crédito. O
objetivo é simples: roubar dinheiro das contas do usuário.

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INFORMÁTICA

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Outra ação mais elaborada tecnicamente é o Pharming. O invasor ataca um servidor DNS,
modificando as tabelas que direcionam o tráfego de dados, e o usuário acessa uma página
falsa. Da mesma forma que o Phishing, esse ataque procura capturar dados bancários do
usuário e roubar o seu dinheiro.

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APLICATIVOS PARA SEGURANÇA (ANTIVÍRUS, FIREWALL, ANTI-SPYWARE ETC.)

Para as diferentes ameaças e ataques que podem comprometer a segurança da informa-


ção, existem mecanismos de proteção — softwares ou hardwares capazes de detectar e remo-
ver códigos maliciosos ou impedir sua propagação.
Independentemente da quantidade de sistemas de proteção, o comportamento do usuário
poderá levar a uma infecção por códigos maliciosos, pois a maioria desses códigos necessita
de acesso ao dispositivo do usuário mediante autorização dada pelo próprio usuário.
A autorização de acesso poderá estar camuflada em um arquivo válido, como o Cavalo de
Troia, ou em mensagens falsas apresentadas em sites, como o ataque de Phishing. Portanto, a
navegação segura começa com a atitude do usuário na rede.

Antivírus

Os vírus de computadores infectam um arquivo e propagam-se para outros arquivos


quando o hospedeiro é executado. O código que infecta o arquivo é chamado de assinatura
do vírus.
Os programas antivírus são desenvolvidos para detectar a assinatura do vírus existente
nos arquivos do computador. O antivírus precisa estar atualizado com as últimas definições
da base de assinaturas de vírus para que seja eficiente na remoção dos códigos maliciosos.
INFORMÁTICA

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Quando o antivírus encontra um código malicioso em algum arquivo que tenha corres-
pondência com a base de assinaturas do vírus, ele poderá:

z remover o vírus que infecta o arquivo;


z criptografar o arquivo infectado e mantê-lo na pasta quarentena isolado;
z excluir o arquivo infectado.

Assim, o antivírus poderá proteger o dispositivo por meio de três métodos de detecção:
assinatura dos vírus conhecidos, verificação heurística e comportamento do código malicio-
so quando é executado.
O que fazer quando o código malicioso do vírus não está na base de assinaturas?
A base de assinaturas é atualizada pelo fabricante do antivírus, com as informações conhe-
cidas dos vírus detectados. Entretanto, novos vírus são criados diariamente. Para a detecção
desses novos códigos maliciosos, os programas oferecem a análise heurística.

z Análise Heurística

O software antivírus poderá analisar os arquivos do dispositivo por meio de outros parâ-
metros, além da base de assinaturas dos vírus conhecidos, para encontrar novos códigos
maliciosos que ainda não foram identificados.
Se o código enviado para análise for comprovadamente um vírus, o fabricante inclui sua
assinatura na base de vírus conhecidos. Assim, na próxima atualização do antivírus, todos
100 poderão reconhecer e remover o novo código descoberto.
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Windows Defender

Em concursos públicos, as soluções de antivírus de terceiros, como Avast, AVG, Avira e


Kaspersky, raramente são cobradas. Embora sejam utilizadas no nosso dia a dia, as bancas
costumam abordar as configurações padrão dos programas.
O Windows 10 possui uma solução integrada de proteção, que é o Windows Defender. Na
época do Windows 7, a Microsoft adquiriu e disponibilizou o programa Microsoft Security
Essentials como antivírus padrão do sistema operacional.
A seguir, foi desenvolvida a solução Windows Defender para detecção e remoção de outros
códigos maliciosos, como os worms e Cavalos de Troia. Além disso, o Windows sempre ofe-
receu o firewall, um filtro de conexões para impedir ataques oriundos das redes conectadas.
No Windows 10, o Windows Defender faz a detecção de vírus de computador, códigos
maliciosos e opera o firewall do sistema operacional, impedindo ataques e invasões.

Firewall

O firewall é um filtro de conexões que pode ser um software instala-


INFORMÁTICA

do em cada dispositivo ou um hardware instalado na conexão da rede, pro-


tegendo todos os dispositivos da rede interna. O sistema operacional
disponibiliza um firewall pré-configurado, com regras que atendem à maioria dos usuários.
A maioria das portas comuns está liberada, enquanto a maioria das portas específicas per-
manece bloqueada.

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O firewall controla o tráfego proveniente de outras redes.

O firewall não analisa o conteúdo do tráfego, portanto, ele permite que códigos maliciosos,
como os vírus de computadores, infectem o computador ao chegarem como anexos de uma
mensagem de e-mail. O usuário deve executar um antivírus e antispyware nos anexos antes
de executá-los.

O firewall não analisa o conteúdo do tráfego, então mensagens com anexos maliciosos passarão pela barreira e
chegarão até o usuário.

O firewall impede um ataque, seja de um hacker, de um vírus, de um worm ou de qualquer


outra praga digital que procure acessar a rede ou o computador por meio de suas portas de
conexão. Apenas o conteúdo liberado, como e-mails e páginas web, não serão bloqueados
pelo firewall.

O firewall não analisa o conteúdo do tráfego, mas impede os ataques provenientes da rede.

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O firewall não é um antivírus nem um antispyware. Ele permite ou bloqueia o tráfego de
dados nas portas TCP do dispositivo. Sendo assim, sua utilização não dispensa o uso de outras
ferramentas de segurança, como o antivírus e o antispyware.

Importante!
O firewall não é um antivírus, mas pode impedir um ataque de vírus. Ele o faz por se tratar
de um ataque, e não por ser um vírus.

Antispyware

Da mesma forma que existe a solução antivírus contra vírus de computadores, existe uma
solução que procura detectar e impedir a propagação e remover os códigos maliciosos que
não necessitam de um hospedeiro.
Genericamente, malware é um software malicioso. Da mesma forma, spyware é um soft-
ware espião. Assim, quando os softwares maliciosos ganharam destaque e relevância para
os usuários dos sistemas operacionais, os spywares ganharam destaque. Comercialmente,
tornou-se interessante nomear a solução como antispyware.
Na prática, o antispyware — ou antimalware — detecta e remove diversos tipos de pragas
digitais.

O antispyware é usado para evitar pragas digitais no dispositivo do usuário.

Para proteção, o usuário deverá:

z manter o firewall ativado;


z manter o antivírus atualizado e ativado;
z manter o antispyware atualizado e ativado;
z manter os programas atualizados com as correções de segurança;
z usar uma senha forte para acesso aos sistemas e optar pela autenticação em dois fatores
quando disponível.
INFORMÁTICA

103
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Para proteção: firewall ativado, antivírus atualizado e ativado, antispyware atualizado e ativado, atualizações de
softwares instaladas e uso de senha forte.

UTM

Unified Threat Management (UTM), ou “Gerenciamento Unificado de Ameaças”, são solu-


ções abrangentes que integram diferentes mecanismos de proteção em um único programa.
Elas realizam, em tempo real, a filtragem de códigos acessados, otimizam o tráfego de dados
nas conexões, controlam a execução de aplicações, protegem o dispositivo com um firewall,
estabelecem uma conexão VPN segura para a navegação e fornecem relatórios de fácil com-
preensão para o usuário.

Defesa Contra Ataques

Quando o ataque é direcionado ao e-mail e ao navegador de internet, os filtros antispam e


filtros antiphishing atendem aos requisitos de proteção. Se o ataque chega disfarçado, medi-
das de prevenção devem ser adotadas, como:

z nunca fornecer informações confidenciais ou secretas por e-mail;


z resistir à tentação de cliques em links das mensagens;
z observar os downloads automáticos ou não iniciados;
z dentro das políticas de segurança para os funcionários, destacar que não se deve submeter
à pressão de pessoas desconhecidas.

Quando os ataques procuram atingir um servidor da empresa, como ataques DoS (negação
de serviço), DDos (ataque distribuído de negação de serviços) ou spoofing (fraude de identi-
dade), uma das formas de proteção é o bloqueio de pacotes externos não convencionais. Se o
usuário estiver utilizando um dispositivo móvel e sofrer um ataque, ele deverá aumentar o
nível de proteção do aparelho e as senhas precisarão ser redefinidas o mais breve possível.
Por fim, os ataques contra aplicativos poderão ser minimizados ou anulados se o usuário
mantiver os programas atualizados em seu dispositivo, aplicando as correções de segurança
tão logo elas sejam disponibilizadas.
Atenção! Quando o usuário é envolvido na perpetração de ataques digitais, ele é conside-
rado o elo mais fraco da corrente de segurança da informação por estar sujeito a enganos e
trapaças dos atacantes. A engenharia social consiste no conjunto de técnicas e atividades que
procuram estabelecer confiança mediante dados falsos, ameaças ou dissimulação.
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UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

CONCEITOS BÁSICOS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

A inteligência artificial (IA) é um ramo da ciência da computação que estuda como cons-
truir máquinas capazes de executar tarefas de forma inteligente, programada e com a possi-
bilidade de aprendizado para aprimorar seu desempenho.
Essas máquinas podem simular a inteligência humana, apresentando características como
aprendizado, raciocínio, resolução de problemas, percepção do mundo e compreensão da
linguagem natural.
Elas são programadas para aprender, pensar e agir de forma autônoma. Atualmente, con-
vivemos com milhares de IAs ao nosso redor, desde assistentes virtuais, como Apple Siri e
Google Assistant, até sistemas de recomendação de filmes no catálogo da Netflix.

Dica
A máquina aprende e pode evoluir, respondendo dentro das regras de sua programação ou
até mesmo além delas.

Os tipos de IA podem ser classificados de acordo com suas características e aplicações.

Inteligência Artificial Estreita (ANI)

Corresponde aos sistemas de IA projetados para executar tarefas delimitadas e bem defi-
nidas. Esses sistemas demonstram alta performance em domínios específicos, como reco-
nhecimento de padrões (imagens e voz), tomada de decisões em ambientes controlados e
processamento de linguagem natural.

Inteligência Artificial Geral (AGI)

A AGI diferencia-se da inteligência artificial estreita (ANI) por sua capacidade de generali-
zação e adaptação. Enquanto a ANI é projetada para executar tarefas específicas, a AGI seria
capaz de aprender e aplicar conhecimento em uma ampla gama de domínios, sem a necessi-
dade de ser treinada novamente para cada nova tarefa.

Superinteligência Artificial (ASI)

Diferentemente da inteligência artificial geral, que visa replicar a inteligência humana, a


INFORMÁTICA

superinteligência artificial busca transcender essa capacidade, alcançando níveis de inteli-


gência que estão além da nossa compreensão atual. A ASI seria capaz de realizar tarefas que
exigem alto nível de abstração, criatividade e adaptabilidade, como a descoberta de novas
leis da física ou a criação de novas formas de arte.
Na inteligência artificial, o software ou hardware recebe certa liberdade para tomar deci-
sões além de sua programação, com base em dados observados ou coletados. Embora se asse-
melhe à ficção científica, essa capacidade já faz parte da realidade.
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Quando acessamos uma loja de departamentos, banco digital ou até mesmo o assistente
virtual de nosso smartphone, estamos interagindo com softwares que apresentam traços de
inteligência artificial. Eles têm uma programação básica, além da capacidade de aprender
com as interações.
Quanto mais consumidores de lojas, clientes de bancos ou usuários de smartphones “con-
versarem” com o assistente virtual, mais o programa se adapta para novas interações com
outros consumidores, clientes e usuários.

APLICAÇÕES DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Saúde, finanças, indústria, transporte e serviços ao cliente são exemplos de áreas que
podem ser transformadas com a inteligência artificial.
A área da saúde poderá melhorar o diagnóstico de doenças conhecidas, identificar novas
patologias, desenvolver novos medicamentos e personalizar os tratamentos de acordo com o
perfil de cada paciente.
A área de finanças poderá detectar fraudes, analisar riscos, desenvolver sistemas de nego-
ciação e personalizar as soluções financeiras por meio de análises preditivas.
A indústria otimiza a produção, automatiza processos, programa manutenções de forma
preditiva e reduz os custos.
O setor de transporte poderá ser impactado pela melhoria na logística, veículos autônomos,
otimização de rotas, gestão de tráfego e redução do impacto ambiental dos transportadores.
Por fim, a área de serviços ao cliente é amplamente conhecida, abrangendo chatbots (aten-
dimento por mensagens no WhatsApp), assistentes virtuais, simuladores de cenários, perso-
nalização da experiência do usuário, aprimoramento do serviço com base nas interações e
muitas outras possibilidades de melhorias.
Outras áreas como educação, agricultura, energia e segurança também podem ser otimi-
zadas com o uso de IA. Portanto, a criatividade humana e o crescimento do autoconhecimen-
to da IA impulsionarão todas as áreas de nossas vidas.

TÉCNICAS E ALGORITMOS DE IA

A inteligência artificial funciona com algoritmos e modelos matemáticos para aprendiza-


do a partir dos dados. As principais abordagens são:

Machine Learning: Aprendizado de Máquina

Esse é um método de análise dos dados que automatizará as construções de novos mode-
los analíticos. Machine learning não se refere propriamente à inteligência artificial, mas, sim,
a uma de suas vertentes, que se baseia na ideia de que os sistemas aprendem com os dados
que manipulam, identificam padrões e tomam decisões dentro dos parâmetros ou limites
programados.

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Deep Learning: Aprendizado Profundo

É um subcampo que utiliza redes neurais artificiais para modelar sistemas complexos.
Essas redes neurais são inspiradas no cérebro humano, compostas por “neurônios artificiais”
interconectados, que receberão um conjunto de dados como entradas, aplicarão uma função
de ativação e produzirão uma saída.
Entre as características dos sistemas de aprendizado de máquina, destacam-se a capaci-
dade de identificar a melhor forma de preparar os dados a serem utilizados, a automação de
processos, a escalabilidade (podendo crescer junto com outros sistemas) e a modelagem dos
dados em conjunto.

A diferença entre inteligência artificial, machine learning e deep learning. Fonte: Medium (2016).

As principais técnicas de aprendizado de máquina incluem o aprendizado supervisiona-


do, o aprendizado não supervisionado e o aprendizado por reforço.

Aprendizado Supervisionado, não Supervisionado e Aprendizado por Reforço

No aprendizado supervisionado, o algoritmo é treinado com um conjunto de dados rotula-


dos. O objetivo é aprender uma função que mapeia as entradas para as saídas corretas. Neste
modelo, cada exemplo tem uma entrada e uma saída desejada.
São usadas as técnicas de regressão linear (para prever valores numéricos contínuos),
regressão logística (para problemas de classificação binária), árvores de decisão (modelos em
forma de árvore), máquinas de vetor de suporte (SVM) e redes neurais artificiais (compostas
INFORMÁTICA

por camadas de “neurônios” computacionais interconectados).


No aprendizado não supervisionado, por sua vez, o algoritmo é treinado com um conjunto
de dados não rotulados, buscando identificar padrões e estruturas nos dados. Neste modelo,
os dados são fornecidos e a IA deve organizar e estruturar o que recebeu como entrada.
São usadas técnicas de clustering (dados agrupados em clusters por similaridades) e aná-
lise de componentes principais, a qual reduz a complexidade dos dados, identificando as
características mais importantes. 107
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Por fim, no aprendizado por reforço, o agente de IA aprende a tomar ações em um ambiente
controlado, para maximizar uma recompensa. São usados os algoritmos Q-learning (aprende
a escolher a melhor ação em cada estado) e Deep Q-Networks (DQN), que combina aprendiza-
do por reforço com redes neurais profundas.

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL INTELIGÊNCIA HUMANA


Habilidades Uma por vez Múltiplas e simultâneas
Ponto forte Automação Autonomia
Análises Melhor com grande volume de dados Melhor com análise de ambiguidade
Processamento Velocidade Pensamento crítico
Natureza Racional Emocional

Como é o treinamento do algoritmo para identificar e classificar os spams. Fonte: Redes de Saúde (2019).

Termos Comumente Utilizados

Alguns termos identificam o contexto do aprendizado de máquina e podem diferir de


outras áreas do conhecimento.
No aprendizado de máquina, um alvo é chamado de rótulo. Esse objetivo é definido na
programação e, indiretamente, estabelece o limite que a máquina poderá atingir.
Já em estatística, um alvo é chamado de variável dependente, estando relacionada aos
dados analisados em fórmulas e funções. Ela indica o resultado de operações sobre valores
anteriores preexistentes.
Portanto, em machine learning, o alvo é o objetivo e em estatística o alvo é uma variável
que depende dos dados analisados.

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Em estatística, uma variável é chamada de recurso em aprendizado de máquina. Assim,
um valor que pode mudar ao longo de sua existência é um recurso que a máquina atualizará
e consultará quando necessário.
Uma transformação estatística, que consiste na produção de resultados a partir de dados
inseridos em fórmulas, é chamada de criação de recurso em aprendizado de máquina.

APRENDIZADO DE
ESTATÍSTICA
MÁQUINA
Alvo Rótulo Variável dependente
Variável (valor) Recurso Variável (dados)
Transformação estatística Criação de recurso Operações com fórmulas e funções

É possível observar que a diferença entre aprendizado de máquina e inteligência artificial


está relacionada aos limites e ao tratamento dos dados aos quais têm acesso.
Os dados estão em um contexto de big data, que influencia a transformação digital.

Lógica Fuzzy

Na lógica tradicional, uma proposição lógica (programação) tem como resultado verda-
deiro ou falso, assumindo arbitrariamente um desses dois valores. No raciocínio lógico, isso
representa uma disjunção exclusiva: ou um, ou outro, nunca ambos e nunca nenhum.
A lógica utilizada na inteligência artificial, denominada lógica fuzzy, tem um funciona-
mento diferente. Nela, uma premissa pode variar em grau de verdade de 0 a 1, permitindo
um resultado parcialmente verdadeiro ou parcialmente falso. O resultado na inteligência
artificial não é obtido com apenas um teste ou uma pergunta, mas sim por meio da compa-
ração de vários dados anteriores (análise diagnóstica), da visão atual (análise descritiva) e
do possível resultado (análise preditiva).
Conhecida como lógica nebulosa (fuzzy logic ou LN), essa abordagem busca reduzir e
explicar a complexidade dos sistemas. Atualmente, é possível encontrar aplicações da lógica
nebulosa em diversas áreas além daquela em que surgiu (operação de transportes), como
finanças e contabilidade.

Redes Neurais Artificiais

As redes neurais artificiais (artificial neural networks ANN ou RNA) são algoritmos basea-
dos em conceitos derivados de pesquisas sobre a natureza do cérebro, utilizados para reali-
zação de tarefas cognitivas, como aprendizagem e otimização de resultados.
Trata-se de uma das técnicas mais antigas aplicadas à inteligência artificial, mas que ainda
INFORMÁTICA

apresenta bons resultados. Essas redes podem compreender as características de um proble-


ma ou desafio, utilizando um conjunto de exemplos cuja resposta já seja conhecida, estabele-
cendo paralelos entre os resultados esperados.
Os algoritmos genéticos (AGs) são técnicas de busca paralela semelhantes às redes neurais.
Eles organizam as soluções possíveis e conhecidas por meio de operações especiais.
Além de avaliar o problema e os dados envolvidos, após construir um resultado, o algo-
ritmo verifica se ele é o melhor (em termos de qualidade) para o cenário atual. Utilizado na
109
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solução de problemas complexos, esse modelo é amplamente aceito na comunidade cien-
tífica quando se propõe a introdução da inteligência artificial para facilitar a obtenção dos
melhores resultados possíveis.

Neurônios de entrada, neurônios ocultos, neurônios de resultado. Fonte: Medium (2018).

IMPACTOS DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Softwares de inteligência empresarial, como Customer Relationship Management (CRM)


— Gestão de Relacionamento com o Cliente, mineração de dados e data warehouse, aplicam
métodos de inteligência artificial para extrair informações de grandes bases de dados e apre-
sentar modelos de representação consolidados com os resultados obtidos, o cenário atual e
as tendências futuras.
A inteligência artificial poderá ser usada para diferentes finalidades, como identificar
clientes com alto perfil de risco para empréstimos financeiros ou detectar sinais de fraudes
em transações bancárias.
Na medicina, as tecnologias de inteligência artificial e mineração de dados podem auxiliar
médicos na análise de um vasto conjunto de informações para identificar tendências ou aler-
tas, contribuindo para o aperfeiçoamento de diagnósticos e tratamentos.
O uso de inteligência artificial e big data na pesquisa de vacinas pela China e Índia explica
o rápido crescimento da indústria farmacêutica no Oriente. A pesquisa por imunizantes é
agilizada por resultados esperados (insights), gerados após o processamento de milhões de
relatórios armazenados no Big Data por diversos centros de pesquisa e saúde ao redor do
mundo. Esses dados permitem prever como o corpo humano reagiria ao ser exposto a uma
substância em determinadas circunstâncias ou a outra substância em condições diferentes.
A economia de tempo na pesquisa, proporcionada pela obtenção de relatórios e gráficos
avaliados pela inteligência artificial, conferiu a esses países uma grande vantagem técnica
em relação ao restante do mundo.
As pesquisas para o desenvolvimento de novas fontes de energia, por meio da análise dos
minerais existentes no solo, poderão ser orientadas pela inteligência artificial para combinar
os dados de sensores com o conhecimento das propriedades químicas dos materiais, sugerin-
do fontes com potencial econômico.

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Até mesmo aplicativos de mobilidade, como Uber e Waze, utilizam inteligência artificial
para prever cenários de congestionamento no trânsito das grandes cidades. Ao avaliar as
viagens em andamento e as novas viagens solicitadas, os sistemas podem identificar garga-
los com vários minutos de antecedência, direcionando os novos embarques e deslocamentos
para rotas alternativas.
Os impactos da inteligência artificial podem ser classificados tanto como benefícios quan-
to como desafios.
Os principais benefícios incluem a automação de tarefas, a tomada de decisões mais preci-
sas, a personalização, a inovação e a melhoria da qualidade de vida. Já os principais desafios
envolvem o desemprego, a privacidade, a segurança dos dados, a ética e o viés algorítmico.
O desenvolvimento de algoritmos justos e imparciais, a proteção da privacidade dos dados
pessoais e a evolução do trabalho são medidas que podem minimizar os impactos negativos
da IA e ampliar ainda mais seus benefícios.

REFERÊNCIAS

A DIFERENÇA Entre Inteligência Artificial, Machine Learning e Deep Learning. Medium,


2016. Disponível em: https: //[Link]/data-science-brigade/a-diferen%C3%A7a-entre-
-intelig%C3%AAncia-artificial-machine-learning-e-deep-learning-930b5cc2aa42. Acesso
em: 30 jan. 2025.
CLAVERA, W. V. Aprendizado de Máquina (Machine Learning). Redes de Saúde, 2019. Dis-
ponível em: http: //[Link]/aprendizado-de-maquina-machine-lear-
ning/. Acesso em: 30 jan. 2025.
BROMLEY, T. Making a Neural Network, Quantum. Medium, 2018. Disponível em: https: //
[Link]/xanaduai/making-a-neural-network-quantum-34069e284bcf. Acesso em: 30
jan. 2025.

HORA DE PRATICAR!
1. (Instituto AOCP – 2023) Quanto às grandezas computacionais baseadas no sistema binário,
relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. 2 bytes. ( ) 1024 kilobytes.


2. 1 kilobyte. ( ) 1024 gigabytes.
3. 1 terabyte. ( ) 16 bits.
4. 1 megabyte. ( ) 1024 bytes.

a) 4 – 3 – 1 – 2.
INFORMÁTICA

b) 1 – 3 – 2 – 4.
c) 3 – 1 – 2 – 4.
d) 2 – 1 – 4 – 3.
e) 2 – 4 – 1 – 3.

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2. (Instituto AOCP – 2022) Acerca do conceito de software livre, assinale a alternativa INCORRETA.

a) O software livre pode ser executado para qualquer propósito.


b) Um usuário possui a liberdade de redistribuir cópias de um software livre.
c) Um desenvolvedor deve ter a liberdade de estudar como o programa funciona.
d) O copyleft define que, quando um software é redistribuído, não podem ser impostas restrições
que neguem as liberdades centrais de outras pessoas.
e) A venda de um software livre modificado é proibida.

3. (Instituto AOCP – 2023) A respeito dos Ambientes operacionais e da utilização básica dos sis-
temas operacionais Windows 7 e Windows 10, analise as assertivas e assinale a alternativa que
aponta a(s) correta(s).

I. O Windows 7 e o Windows 10 apresentam o menu Iniciar, que é uma ferramenta utilizada para
acessar programas, configurações, documentos e outros recursos do sistema. No entanto, no
Windows 10, o menu Iniciar ganha ainda mais funcionalidade com a adição dos blocos dinâ-
micos. Esses blocos são atalhos personalizáveis que oferecem informações em tempo real de
aplicativos como clima, notícias, e-mail e muito mais.
II. O Windows 7 possui o Modo Tablet, que é um modo de exibição otimizado para telas sensíveis
ao toque, como tablets ou notebooks conversíveis. O Modo Tablet torna os ícones maiores, ocul-
ta a barra de tarefas e mostra todos os aplicativos em tela cheia.
III. O Windows 7 e o Windows 10 possuem os Acessórios, que são programas básicos que acompa-
nham o sistema operacional, como Bloco de Notas, Calculadora, Paint, WordPad etc.

a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) Apenas I e II.
d) Apenas I e III.
e) Apenas II e III.

4. (Instituto AOCP – 2024) Um agente de segurança socioeducativo está organizando relatórios e


documentos em um computador de determinada unidade. Ele precisa excluir arquivos que não
serão mais utilizados, mas deseja garantir que possam ser recuperados, se necessário, utilizan-
do a “Lixeira” do Windows 11 (em português). No entanto, ao tentar excluir um dos arquivos, ele
cometeu um erro ao utilizar um comando que não enviou o arquivo para a Lixeira.
Qual das seguintes alternativas apresenta o comando INCORRETO executado pelo agente? (Obs.:
O caractere “+” foi utilizado apenas para interpretação.)

a) Clicar com o botão direito do mouse e selecionar “Salvar como”.


b) Arrastar o arquivo para a lixeira.
c) Clicar com o botão direito do mouse sobre o arquivo e selecionar a opção “excluir”.
d) Selecionar o arquivo e pressionar a tecla DEL.
e) Selecionar o arquivo e pressionar CTRL + D.

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5. (Instituto AOCP – 2024) Durante a edição de um documento no Word, versão 365 em português
do Brasil, existe um recurso que pode ser acessado através da tecla F7 cuja função é verificar
sugestões de escrita, gramática e ortografia. Qual recurso do Word está relacionado com essa
função?

a) Editor.
b) Estilos.
c) Substituir.
d) Pincel de Formatação.

6. (Instituto AOCP – 2023) Em editores de texto como o Word, a funcionalidade de controlar altera-
ções tem como objetivo

a) controlar todas as alterações e comentários realizados no texto quando duas ou mais pessoas
vão editar o mesmo arquivo.
b) controlar quem pode editar um documento publicado na Internet.
c) controlar quem pode visualizar um documento publicado na Internet.
d) controlar quem pode acessar um documento.
e) gerenciar as permissões de escrita/leitura do arquivo.

7. (Instituto AOCP – 2024) Um servidor do Ministério Público do Estado do Paraná está editando
uma planilha no Microsoft Excel 365 em português do Brasil na qual foram realizadas diversas
anotações em diferentes células. Em uma ocasião, ele precisou visualizar todas as anotações
realizadas até então no arquivo. Para essa tarefa, é possível clicar sobre o ícone do comando
“Anotações” e, em seguida, sobre “Mostrar Todas As Anotações”. Nesse caso, qual guia da faixa
de opções o servidor deve acessar para visualizar o ícone do comando “Anotações”?

a) Layout da Página.
b) Dados.
c) Revisão.
d) Página Inicial.
e) Exibir.

8. (Instituto AOCP – 2022) No Excel do Microsoft 365, versão em português do Brasil, qual das fun-
ções retorna o número de combinações de um determinado número de objetos?

a) COMBINA
b) COMPLEXO
c) CONCAT
INFORMÁTICA

d) COMBIN
e) CONFIDENCE

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9. (Instituto AOCP – 2024) Qual das afirmações seguintes sobre o PowerPoint do Microsoft Office
2019 em português NÃO é verdadeira?

a) O PowerPoint 2019 permite a inserção de vídeos diretamente do YouTube em slides, sem a


necessidade de baixar o vídeo.
b) A ferramenta “Designer” do PowerPoint 2019 sugere automaticamente layouts de slides basea-
dos no conteúdo inserido.
c) O PowerPoint 2019 suporta a exportação de apresentações diretamente para o formato de vídeo
MP4.
d) A funcionalidade “Zoom” no PowerPoint 2019 permite criar apresentações não lineares, nave-
gando entre slides de maneira dinâmica.
e) O PowerPoint 2019 não oferece suporte para a inserção de gráficos 3D e modelos animados.

10. (Instituto AOCP – 2023) Considerando o contexto do compartilhamento de conteúdo pela inter-
net, assinale a alternativa que aponta a definição do termo “streaming”.

a) É a transmissão contínua de informações multimídia através de redes de computadores, como,


por exemplo, a internet.
b) É uma forma de pesquisa avançada na web.
c) É um tipo de armazenamento em nuvem de dados pessoais.
d) Trata-se da proteção de informações confidenciais durante a transmissão.
e) É o ato de fazer download de arquivos pela internet.

11. (Instituto AOCP – 2023) Em termos de computação, “cookies” são

a) pequenos arquivos criados pelos sites que um usuário visita e ficam armazenados no navegador.
b) recursos para impressão de documentos online.
c) peças de hardware utilizada para melhorar o desempenho do computador.
d) ferramentas para realizar backups em nuvem de arquivos.
e) softwares de compressão de arquivos.

12. (Instituto AOCP – 2022) No navegador Google Chrome, versão 99 em português do Brasil, a
combinação de teclas Ctrl + L tem a função de Obs.: O caractere “+” foi utilizado apenas para
interpretação da questão.

a) copiar o conteúdo previamente selecionado da aba ativa.


b) enviar o conteúdo da aba ativa para impressão.
c) remover o endereço da aba ativa do histórico.
d) salvar o endereço ativo nos favoritos.
e) selecionar o endereço da aba ativa.

13. (Instituto AOCP – 2022) Considerando o navegador Google Chrome, versão 105 em português
do Brasil em sua instalação padrão, no computador, é possível pesquisar, em uma página da
WEB, de forma rápida, uma palavra ou frase utilizando qual atalho do teclado?
Obs.: O caractere “+” foi utilizado apenas para interpretação da questão.
114
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a) Ctrl + P
b) Ctrl + F5
c) Ctrl + X
d) Ctrl + O
e) Ctrl + F

14. (Instituto AOCP – 2024) Assinale a alternativa correta a respeito do navegador Microsoft Edge.

a) O Microsoft Edge não permite a sincronização de favoritos e senhas entre dispositivos.


b) O Microsoft Edge é compatível apenas com o sistema operacional Windows.
c) O Microsoft Edge não suporta extensões de navegador.
d) O Microsoft Edge usa o motor de renderização Blink, o mesmo usado pelo Google Chrome.

15. (Instituto AOCP – 2023) Considerando os softwares maliciosos existentes e suas característi-
cas, quais malwares são considerados SPYWARES?

a) WORM e TROJAN.
b) ZUMBI e BOTNET.
c) BACKDOOR e RANSOMWARE.
d) RAT e BOMBA LÓGICA.
e) KEYLOGGER e ADWARE.

16. (Instituto AOCP – 2022) Um programa malicioso, que executa funções ocultas diferentes daque-
las para as quais foi projetado, é classificado como

a) VÍRUS.
b) TROJAN.
c) RAMSOMWARE.
d) ZUMBI.
e) BOT.

17. (Instituto AOCP – 2024) Diante dos crescentes desafios de segurança na área de tecnologia da
informação, é crucial compreender conceitos básicos para proteger os sistemas contra amea-
ças virtuais. No contexto da segurança na internet, um componente essencial é responsável por
atuar como intermediário entre o usuário e a internet, filtrando e encaminhando o tráfego em
nome do usuário. Qual dos seguintes termos corresponde corretamente a essa função?

a) Trojans.
b) Worms.
INFORMÁTICA

c) Phishing.
d) Proxy.

115
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18. (Instituto AOCP – 2023) Em relação à segurança da rede, o que é um firewall e qual é a sua
função principal?

a) É um sistema de segurança que controla o tráfego de rede entre redes diferentes. Sua função
principal é proteger uma rede de ataques indesejados, filtrando e bloqueando o tráfego não
autorizado.
b) É um protocolo de criptografia utilizado para proteger a privacidade das comunicações on-line.
Sua função principal é criptografar os dados transmitidos pela rede, tornando-os ilegíveis para
terceiros.
c) É um componente de hardware que otimiza o desempenho da rede. Sua função principal é garan-
tir uma conexão de internet rápida e estável para todos os dispositivos conectados.
d) É um software de backup. Sua função principal é prevenir a perda de dados em caso de falhas no
sistema.
e) É um dispositivo/software que protege dados sensíveis. Sua função principal é garantir o arma-
zenamento seguro desses dados.

19. (Instituto AOCP – 2024) Relacione os conceitos e fundamentos básicos da informática às suas
respectivas denominações e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. Sistema Operacional.
2. Firmware.
3. Compiladores.
4. . Firewall e Antivírus.

( ) Gerencia recursos de hardware, fornece serviços para aplicativos e facilita a interação do


usuário.
( ) Software incorporado em dispositivos de hardware para controlar operações específicas.
( ) Convertem código-fonte em código executável.
( ) Ferramentas de segurança que protegem o sistema contra ameaças cibernéticas.

a) 1 – 2 – 3 – 4.
b) 4 – 3 – 2 – 1.
c) 2 – 4 – 1 – 3.
d) 3 – 2 – 4 – 1.

20. (Instituto AOCP – 2024) Com o objetivo de melhorar a experiência do usuário durante a utiliza-
ção do chatbots do site do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, o cientista
de dados decidiu utilizar a tecnologia do Processamento de Linguagem Natural (PLN).
Quais abordagens ele utilizou para alcançar essa melhoria?

a) Léxica e morfológica.
b) Discurso e pragmática.
c) Léxica e semântica.
d) Semântica e pragmática.
e) Pragmática e fonológica.
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9 GABARITO

1 A

2 E

3 D

4 A

5 A

6 A

7 C

8 D

9 E

10 A

11 A

12 E

13 E

14 D

15 E

16 B

17 D

18 A

19 A

20 D

INFORMÁTICA

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